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 Terras Altas da Escócia

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MensagemAssunto: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 19:48

Relembrando a primeira mensagem :

Terras Altas da Escócia

Escócia


Terras Altas da Escócia - Página 10 Olivier

As Terras Altas são uma zona montanhosa do norte da Escócia, onde o catolicismo permaneceu influente ao longo da História da Escócia. As Terras Baixas, por outro lado, são um bastião do protestantismo . Politicamente, as Terras Altas caracterizavam-se até ao século XVIII por um sistema feudal de famílias poderosas, os famosos clãs escoceses.

Fonte: Wikipédia

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


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AutorMensagem
Leopold Decker-Fitzgerald

Leopold Decker-Fitzgerald

Bicho-papão : Uma mulher de olhos cor ambar

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Ano Escolar: 1° Ano
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeTer 06 Jul 2021, 17:27


As feições dele acompanhavam as dela, cada milímetro de mudança vinha com uma informação oferecida, criando uma animação que crescia conforme compreendiam o que aquilo queria dizer, ao ouvir as informações, ele sorriu sentindo o toque dela e seu corpo respondeu a ele, passando um arrepio por sua espinha — Quase não acreditei, então chequei duas vezes para ter certeza eram tempos difíceis, ele precisava tomar cuidado com tudo o que acontecia, então foi quase como se o mundo girasse ao favor deles — Vamos. Temos um encontro para chegar e recolher um presentinho do destino tomando a mão dela, Leopold abriu um sorriso maligno, juntos ele caminhou até onde estava seu terno, pegando o mesmo e deixando a cabana junto com Pandora. Ambos aparataram juntos para longe da região que permanecia secreta.

Off: Postagem atemporal



Chaos
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Madam Angelique Campbell
Mercenário
Mercenário
Madam Angelique Campbell

Bicho-papão : Desconhecido

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Beauxbatons (França)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Cabelo de Esfinge, Olmo, 29 cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeTer 27 Jul 2021, 21:46

Le pouvoir d'une femme déterminée
[Abrigo secreto em Ben Nevis, Terras Altas da Escócia]

O quanto as coisas podem mudar em um curto espaço de tempo? Para alguns, um ano é pouco e passa rápido, já outros acreditam que um ano é tempo demais e a espera é longa. Madam não era do tipo que contabiliza os dias, até porque, contabilizar por qual motivo? A única certeza de quem está vivo é que a morte um dia virá, Madam não estava esperando pela morte para contabilizar - para mais ou para menos -, mas há certas coisas que pedem uma análise do tempo, ou melhor, uma avaliação do quanto algumas coisas podem mudar no período de um ano. Francine estava com uma pistola nas mãos, uma glock 9mm. que tinha recebido de presente da mãe, e mirava para um boneco de treino que estava disposto na clareira da floresta. A cada dia Madam sentia que a compra da casa de campo em Ben Nevis tinha sido uma das melhores escolhas para treinar a filha, pois ali estavam afastadas da cidade grande, protegidas de humanos e criaturas e podiam testar diversas coisas sem preocupações externas. O som dos disparos fez Angelique tragar o cigarro que pendia pelos lábios cobertos de batom vermelho e assim que acertou quatro pontos diferentes do corpo do alvo, Francine encarou a mãe por cima do ombro esperando uma validação. — Muito bom. Cabeça, coração, estômago e joelho. São ótimos pontos para se acertar, mas se o bastardo não morrer com esses tiros o que você faz? — Arqueou uma sobrancelha esperando uma resposta. Francine sacou da bota um punhal, girou-o na mão e avançou rapidamente para o boneco, enterrando a lâmina no olho do manequim de treino. Madam soltou a fumaça lentamente e sorriu, satisfeita. Aquele era um treino sem magia, pois como Angel bem sabia nem sempre era possível matar usando métodos mágicos, justamente por isso acreditava que Francine precisava saber um pouco de tudo: armas de fogo, armas brancas, artes marciais... Tudo isso ela vinha aprendendo no último ano, ano este em que Madam estava se dedicando muito em treiná-la ao menos cinco dias na semana. Não era só porque se tratava de sua filha, mas Francine estava ficando realmente boa. Tinha determinação, foco e muitas das habilidades natas da meio-vampira se tornavam úteis em diversos momentos.

Às vezes Angel gostaria de poder exibi-la a outras mães, contar sobre os feitos e dizer o quanto sua prole era talentosa e acima da média, mas nunca teve contato com outras mães, e Ágatha tinha perdido o filho há pouco tempo. Angel era desprezível, mas não a ponto de provocar a mulher com quem estava envolvida - amorosa e sexualmente - sobre a perda de um filho, não, Angelique não era assim tão baixa. — É o suficiente, chéri. — Elevou um pouco a voz e jogou o cigarro na terra, pisando com a bota em seguida para apagá-lo. — Eu preparei uma coisinha diferente para terminarmos o treino de hoje com estilo. — Angelique sorria quando sacou a varinha e fez alguns movimentos específicos mirando para a porta da casa. De dentro da construção, um homem maltrapilho caminhou com uma expressão retorcida na face. Francine não demorou a entender que Madam estava controlando-o com a Maldição Imperius. — Esse é o Jordan. Diga oi à Francine, Jordan. — O homem obedeceu, ergueu a mão e acenou, mas sua expressão não condizia muito com os gestos. Ele parecia esgotado. — Jordan foi capturado por ter ligação com o tráfico de mulheres na Ásia, o contratante queria que ele sofresse antes de morrer, então decidi deixar você matá-lo. Até porque, preciso saber do que você é capaz, chéri. Considere esse um teste final depois de um ano treinando comigo. — Ainda sorrindo vitoriosa, Angelique caminhou pela clareira, afastando-se da filha e do cativo que mantinha sob efeito da maldição. — Você pode usar o que quiser, arma de fogo, arma branca, magia... Você só tem que fazer ele sofrer antes de matá-lo, é a única regra. Se tiver dificuldade, pense nas meninas de quatro e cinco anos que foram retiradas das mães e enviadas para bordéis sujos, vendidas como meras mercadorias. Foi isso o que ele fez por mais de dez anos, não é Jordan? — A loira continuou sorrindo e conjurou uma cadeira de praia, na qual se sentou para assistir o desempenho da filha. — Vou estar aqui e não vou me meter, então se prepare. Vou liberá-lo da maldição. — Alertou e viu Francine guardar a arma e sacar a varinha, determinada. — Pode começar. — Angel abaixou a varinha e viu o homem tentar fugir, mas Francine o petrificou antes. Ah! Divertidíssimo! Só faltava a pipoca.


Atemporal com Francine Campbell Blodwyn
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Zöe Campbell Hunter
Sociedade Estudantil - Estudante
Sociedade Estudantil - Estudante
Zöe Campbell Hunter


Perfil Bruxo
Escola/Casa: Salem (EUA)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo da Cauda de Testrálio, Ébano, 29 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeTer 24 Ago 2021, 21:27

Revirou os olhos quando Dahlia enviou uma coruja para informar que chegaria mais tarde naquele dia. Z. não tinha o dia todo para ficar ali, mas também não estava com paciência para fazer outra coisa. Caminhou pela fazenda de árvores com um olhar curioso, observando as plantações feitas e cuidada por Dahlia e seus colegas. Estava ali para convidar a sua "chefe" para uma ida ao bar naquele mesmo final de semana, mas a ausência de sua superior tornava as coisas mais difíceis. Dahlia costumava manter uma rotina mais noturna desde que conseguira adaptar seus horários na fazenda com sua rotina de meio-vampira, então os seus horários raramente coincidiam com os de Zöe, que, agora, bufava e decidia aparatar para fora dali. Faria o convite na casa de Dahlia, pois sabia que, lá, encontraria a mulher com mais facilidade.


ZÖE
CAMPBELL
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Jodie Boehler Graves
Sociedade Trouxa - Adulto
Sociedade Trouxa - Adulto
Jodie Boehler Graves

Bicho-papão : Fogo Perpétuo

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Outra
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Cauda de Centauro, Abeto, 28 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeQui 26 Ago 2021, 10:50


Atemporal no início do verão — Propriedade dos Graves, Glencoe Village

— Feyre! — Ergui a cabeça dos arbustos e chamei pela menina. — Vem cá me ajudar com os gnomos! — Estava com problemas no jardim e precisava lidar com as criaturinhas antes de começar o plantio de verão. A menina surgiu de dentro da casa e veio em minha direção amarrando seu cabelo em um rabo alto. — Você sabe como lidar com eles? — Questionei levantando-me do chão e batendo as mãos enluvadas para tirar o excesso de terra. A menina negou com a cabeça dizendo que nunca nem tinha visto um duende antes. Soltei um riso baixo. — É gnomo, tem diferença. — Feyre tinha vindo morar comigo há dois meses e estávamos tentando ter uma boa relação de tia e sobrinha. Os problemas familiares dela me comoviam muito, perder os pais tão cedo e depois ser criada por uma avó de saúde fragilizada não era fácil, eu imaginava a dor dela. O falecimento recente da avó da garota foi o pontapé para a guarda dela ser transferida para o parente mais próximo. Como ela tinha sido aceita em Hogwarts morar comigo vinha a ser a melhor alternativa, pela proximidade e por eu ser uma bruxa também. A diferença é que abdiquei dos meus poderes há muitos anos quando meu pai me obrigou a entrar para o negócio da família: caçar bruxos. Pois é, loucura eu sei. Nasci em uma família de Purgantes, mas nunca fui a favor dos ideais dos Harrison. Por outro lado, minha mãe apoiou minha decisão e me treinou para herdar seu negócio: a Funerária Graves. Hoje em dia eu não uso mais minha varinha, mas vivo num meio bastante mágico. Tenho crupes e amassos em casa, crio pomorins, tenho plantas mágicas e até arrisco mexer com poções quando é necessário, mas não empunho minha varinha há mais de quinze anos, ela fica guardada em uma caixa trancada no fundo falso do meu armário. A parte ruim de ter abdicado dos meus poderes era que eu não podia ajudar Feyre tanto quanto eu gostaria, mas ela não parecia se importar. — É assim. Você pega um gnomo... — Peguei uma das criaturas que corriam para lá e para cá no jardim, erguendo-o no ar pelo pé. — Gira bastante e atira por cima do muro. — Demonstrei e Feyre ficou observando. Ela repetiu de forma impecável e até se divertiu com isso. Em poucos minutos o jardim estava livre dos gnomos e pudemos nos sentar na sombra para tomar a deliciosa limonada que preparei para nos refrescar.


Jordana Boehler Graves
Nobody said It'd be an easy ride.
Funerária Graves ⛧ Bruxa desertora ⛧ Tanatopraxista
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Dahlia Alucard Orlok
Comerciante
Comerciante
Dahlia Alucard Orlok

Bicho-papão : O Espantalho

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Salem (EUA)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Lobisomem, Castanheira, 29 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeTer 31 Ago 2021, 22:10



welcome to the jungle

Qual das duas vai torrar minha paciência hoje? Olhava com certo criticismo para as duas estagiárias que Dahlia tinha sido escalada para auxiliar durante o dia. A luz solar fazia com que sentisse uma forte dor de cabeça, o que a levava a comer diversos pirulitos de sangue para se distrair um pouco e sentir-se melhor - Aqui nós estocamos as madeiras cortadas - levou as garotas até um enorme galpão, abrindo-o com um movimento da varinha e entrando rapidamente no local. A escuridão repentina fez com que seus olhos relaxassem e, sem acender a ponta da varinha como as duas estagiárias, apenas seguiu mais para dentro - Cada tipo de madeira fica estocado em um local específico - explicou - Temos que manter um catálogo atualizado e bem organizado na hora de prepararmos as encomendas para as lojas de varinhas - apontou para tabelas na frente de cada setor, sendo que nestas era indicado a quantidade de troncos e o tipo de madeira que ali estava - Não é muito complicado, mas qualquer erro pode comprometer o salário de todo mundo no final do mês - deu de ombros. Era um aviso bem sério e as mais novas pareciam ter compreendido, então não tinha muitos motivos para permanecer dentro do galpão. Dahlia soltou um suspiro e puxou um par de óculos de sol de dentro do bolso interno de seu casaco, encaixando-os no nariz e voltando seu olhar para as jovens - Eu costumo estar por aqui durante a noite, então vai ser raro trabalharmos juntas. Isso não quer dizer que eu vou simplesmente ignorar os erros de vocês, vou verificar tudo durante a madrugada - agora soava um pouco cruel, mas o que poderia fazer? Aquele trabalho era crucial para a distribuição de varinhas. Saindo do galpão, Dahlia espremeu os olhos, sentindo a forte dor de cabeça voltar. O sol lhe fazia muito mal quando estava forte e, naquele dia, parecia até mesmo um dia de verão - Venham, vou mostrar onde ficam as plantações - fez um sinal para que as estagiárias acompanhassem até o local onde a meio-vampira, junto com os outros fazendeiros, faziam os devidos cultivos.

- Não usamos nada além de adubo para fazer com que as plantas cresçam. Volta e meia utilizamos a poção herbicida, mas nunca utilizamos feitiços ou poções para o crescimento. Esse é nosso diferencial - deu uma piscadela e abriu um sorriso, mesmo que sua cabeça doesse ao fazê-lo - Basicamente, é um processo demorado, mas como sempre mandamos remessas absurdamente grandes, temos tempo suficiente para o plantio e retirada das árvores - explicou, apontando para mudas de carvalho que cresciam - Ali, por exemplo, plantei carvalho já fazem algumas semanas. Com o adubo certo, crescem fortes para garantir varinhas de boa qualidade - as garotas pareciam até mesmo animadas, o que deixou Dahlia confusa. Era um trabalho divertido, mas não imaginava que adolescentes fossem gostar - Olha, não tenho muito mais o que explicar… Ah, ali naquela casinha - indicou um galpão bem menor que o anterior - Ficam os adubos. Ali dentro também tem uma estufa beeeeeem grande, onde ficam as mudas antes de irem para a terra - findou a explicação - Vamos entrar? Estou morrendo de dor de cabeça e também estou responsável pelos contratos de vocês - acompanhou as garotas para a enorme casa principal onde ficava o escritório. Adentrando o local, Dahlia fez um sinal com a varinha e fez com que dois pergaminhos flutuassem, cada um, para as meninas - Aqui está. Tem tudo explicadinho, função de vocês e podem assinalar o horário de preferência para trabalhar. Aí vocês assinam e eu encaminho para quem precisa deles - quando as meninas assinaram, Dahlia arqueou uma sobrancelha - Vocês realmente querem trabalhar de madrugada? - Seus dias de sossego estavam realmente contados - Bom, fico feliz que tenham gostado de mim, mas não pensem que vou pegar leve com vocês só porque já nos conhecemos - explicou - Hoje às 19h quero vocês aqui - falou, selando os contratos e os entregando para uma coruja, que levantou voo para entregá-las - Enquanto isso, vou revisar nossos pedidos na sala ao lado - despediu-se das garotas, rumando para outro cômodo para verificar os contratos e pedidos mais urgentes.



thanks covfefe



Dahlia Alucard Orlok
UMA DAS BRUXAS DE BLAIR | CAÇADORA | CLÃ ALUCARD

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Lars Klein Hoffmeister
Membro da Guilda
Membro da Guilda
Lars Klein Hoffmeister

Bicho-papão : Morrer e perder a sanidade

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Ferrão de Explosivin, Videira, 28 cm, Flexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeQua 01 Set 2021, 19:36

Another mission sucessfully accomplished
Eu nem me lembrava da última vez em que havia sido designado para uma missão na guilda. Para ser sincero, as lembranças no fundo do oceano junto a Makida eram vagas. Não era como se eu estivesse reclamando do meu trabalho, contudo, eu sentia falta de algum tipo de emoção maior desde a guerra. Foi quando, dias atrás, eu recebi a ilustre presença de Savonya, uma das conselheiras de Nyx, que não demorou a informar sobre um sequestro de cavalos alados realizado pelas forças armadas. Aquele assunto em especial, me provocava um misto de sentimentos, pois mesmo que todo o caos tivesse terminado oficialmente, ainda assim, tínhamos que lidar com trouxas por debaixo dos panos. Mesmo não tendo nenhum problema em acatar as ordens da chefe, admito que essa acabou sendo a razão principal para que eu realmente me sentisse disposto a salvar as criaturas ao lado de Savonya. Eu já estava impaciente quanto aos militares, porém, eu precisaria conter meu ímpeto de avançar. Embora ninguém se opusesse à matança, eu sabia que quando me encontrava tomado pela raiva, poderia arruinar tudo. Meu trabalho logo foi designado a focar nos cavalos alados, uma vez que a víper se asseguraria do resto, portanto, ficamos a observar o grupo do exército em uma das florestas da Escócia. Savonya havia tomado uma dose da poção polissuco e rapidamente se transformaria em uma das envolvidas da captura dos animais - ela havia tratado de “apagar” a mulher sem muita hesitação. Distante da ruiva, eu apenas a fitei e gesticulei de modo a demonstrar que eu estava a postos. Vez ou outra eu tocava em minha varinha posicionada em um dos bolsos traseiros da calça. Meus olhos, mesmo focados no grupo e o camburão adiante, ainda rolavam insistentemente ao meu redor, de maneira a me precaver de qualquer perigo.

Com a transformação, Savonya logo se endireitou e apressou os passos aos militares. A observei adentrar o grande camburão, antes de o silêncio vir a imperar. Vagarosamente, comecei a me movimentar rumo à localização dos cavalos alados, enquanto ouvia sons de pássaros voarem ao longe. Naquele momento, eu só desejava que tudo estivesse ocorrendo bem dentro do automóvel, até que gritos abafados invadiram meus ouvidos. Batidas contra o interior do camburão também podiam ser ouvidas, fazendo meus lábios se erguerem em um sorriso automaticamente - Ei, ei, ei – sussurrei ao me aproximar do rebanho. Não se tratavam de hipogrifos, mas não deixei de me reverenciar de forma a demonstrar que vinha em paz. Alguns animais de porte grande poderiam ser extremamente perigosos quando em alerta de perigo, especialmente os Granianos, no caso. Sem vacilar, toquei a pelagem cinzenta do primeiro a minha frente, e quando ele se tornou mais calmo, levei a mão vaga até uma pequena pochete que carregava. Savonya havia providenciado dardos calmantes, e sem pensar duas vezes, utilizei-os nos poucos cavalos ali. Aquilo era apenas uma maneira de mantê-los tranquilos até que chegássemos em Alderney. Àquela altura, eu já conseguia ouvir tiros vindos de dentro do camburão, até cessarem completamente após poucos segundos - Enjaulius – da ponta de minha varinha se fez uma grande jaula que poderia comportar o grupo de criaturas. As portas do camburão foram abertas com voracidade, e de dentro, a víper surgira já retirando sua máscara de oxigênio - Tudo certinho – respondi a sua pergunta. Olhando-a agora nos olhos, sustentamos aquele contato somente por instantes antes de eu pressionar os dedos em minha varinha e apontá-la ao camburão - Ignotus Gaubracianus – não contive o sorriso largo. Logo mais, me posicionei ao lado da enorme jaula e segurando firme, aguardei até que Savonya fizesse o mesmo. Meus olhos permaneceram nos cavalos adormecidos até que aparatássemos dali por ela.


Lars Klein Hoffmeister
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Terras Altas da Escócia - Página 10 M30pcq6
I am a poison and you know that is true, but I feel like I'm drowning.
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Arícia Felipa Rathbone
Fantasmas
Fantasmas
Arícia Felipa Rathbone


Perfil Bruxo
Escola/Casa: Não possui
Ano Escolar: Criança
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeQui 02 Set 2021, 09:21


O dia estava agradável para qualquer ser vivo, se pelo menos Arícia pudesse tocar as flores novamente já estaria feliz. A parte amarga de não estar vivo e nem morto era aquele estado de não pertencer a coisa alguma, vagar pela terra até que todos que conhecesse sumisse ou viram-se pó. Era triste, agora ela entendia o que era aquele risco de virar um fantasma agourento, lutando contra todas as estatísticas tentava se manter lúcida e ter pensamentos bons, apesar que todos sempre soavam melancólico para ela. Naqueles dias era mais ainda, quando a cidade se mobilizava para a chegada do natal, as lembranças que tinha de sua família ficavam maiores. Como algum humano podia a ver, preferiu sair dali antes que o sol saísse por completo.


is this the real life?
is this just fantasy?
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Savonya Seawor. Kaminskov
Conselheiro da Guilda
Conselheiro da Guilda
Savonya Seawor. Kaminskov

Bicho-papão : Vampiro da Névoa

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pluma de Basilisco, Azevinho, 28cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeQui 02 Set 2021, 11:48


burning


 
O disfarce de Savonya era de uma oficial das Forças Armadas, tendo desacordado permanentemente a senhorita Graves, que era uma das envolvidas na captura dos cavalos alados. Lars vinha por outra frente, deixando a ruiva sozinha para executar a distração, sendo o viper responsável em tirar os cavalos alados de lá. O acordo era simples: dentro da floresta das terras altas, Savonya, que trazia consigo uma máscara de gás, despejaria bombas de gás tóxico no camburão onde os soldados se encontravam, sendo esta a deixa para que Lars viesse e organizasse os cavalos alados para que pudessem aparatar com eles para ilha de Alderney. Era um trabalho direto e arriscado, sendo este o motivo pelo qual precisariam de perfeição na hora de executar cada um dos passos. Savonya, trajando o uniforme e sob efeito da polissuco, avançou de maneira confiante em direção do camburão já previamente localizado pela dupla viper. Respirava profunda e calmamente, algo que não era difícil para a víper que já estava acostumada com missões desse tipo. Mentalmente, relembrava o recado de Nyx que podia dar um “retorno” aos soldados. Aquilo fez com que Savonya abrisse um meio sorriso, logo voltando com o olhar sério enquanto se aproximava do local do camburão. Estava no meio da floresta, não muito afastado de onde os cavalos alados tinham sido acomodados antes que pudessem retirá-los de lá. Adentrou o camburão e fez uma continência ao seu superior - Cabo Graves, senhor - nada que uma sessão de “terapia” na maldição Crucio não resolvesse e, nesse caso, era com quem deveria falar lá dentro. Trouxas eram muito fracos às vezes. Ninguém parecia desconfiar de Savonya, o que a fez refletir o quão confiante o exército estava naquela guerra. Aquilo era absurdo. Mas uma coisa era certa: quem canta vitória antes do tempo, raramente vence a guerra - que, naquele caso, era literal. Outro soldado fechou a porta, trancando-os no camburão. Os militares ali presentes comiam e bebiam algo de fast food, completamente confortáveis e sem medo algum de serem pegos. Isso facilitava tanto as coisas… Sentou-se em uma cadeira e pegou uma batata frita, comendo-a com um sorriso. Ninguém conversava com ela, talvez Graves não fosse uma pessoa de muitas palavras. Puxou uma garrafa de água e bebeu seu conteúdo, logo levantando-se de maneira preguiçosa e forçando um bocejo - Senhor, permissão para usar o banheiro - pediu, logo recebendo a confirmação e indo em direção de um pequeno banheiro improvisado. Fechou a porta de correr. Não pode deixar de abrir um sorriso. Eram tão tolos… As armas estavam jogadas de qualquer jeito dentro do camburão, o que dificultaria qualquer tipo de contra ataque.

Os soldados não esperavam que bruxos estivessem nessa região, até porque havia tido uma escolta há uns dois dias atrás, então não estavam sendo tão cuidadosos quanto deveriam. Isso vinha sendo bem comum nos últimos meses, até porque a presença de órgãos internacionais dificultava a liberdade das Forças Armadas, mas faziam vista grossa para qualquer ordem “por baixo dos panos”. Não precisava ser um membro da inteligência britânica para saber que a Marechal certamente tinha amigos dentro desses órgãos, amigos que eram completamente coniventes com aquela maldita guerra. Aquilo irritava Savonya. Se não suportava a incapacidade do Ministério da Magia há anos atrás, imagine se ela era a favor do governo monarca daquele maldito país. Não era uma pessoa anarquista ou coisa do tipo, era simplesmente consciente e fiel à única pessoa que considerava digna de fidelidade: El Bianco. Dentro do banheiro, Savonya vestiu a máscara e puxou as bombas de gás do bolso expandido do uniforme de couro de dragão que trajava, mais um presente da falecida Cabo Graves. E pensar que Savonya nem ao menos tinha perguntado o primeiro nome dela… Poxa, que pena, não é mesmo? A família que desse um jeito de encontrar os restos já carbonizados até virarem pó. Abriu a porta com um sorriso escondido por trás da máscara, logo destravando as seis bombas e jogando-as para dentro do camburão. Trancou-se no banheiro para evitar que a utilizassem de alvo. Não demorou muito para que os gritos e tentativas de atirar cessassem, o que dava cerca de uns cinco minutos antes dos reforços virem verificar o que estava acontecendo. Quanto aos soldados que ali estavam? Completamente intoxicados e sem vida. Savonya fez questão de chutar a cabeça de um deles antes de sair do camburão e fechar a porta atrás de si. O recado estaria dado quando viessem averiguar… aquilo que tinha restado.

Era a vez de Lars. Provavelmente ele tinha já se posicionado quando a ruiva entrou no camburão, mas não era da conta de Savonya coordenar cada passo do viper, até porque ele era bem crescido e tinha noção o suficiente para saber que a Chefe da Organização não era tolerante com falhas ou qualquer tipo de atrasos. Sendo esse o motivo que a fez não ficar surpresa ao encontrá-lo ao lado dos cavalos alados, já tendo os enjaulado e os desacordado devidamente para que eles não se agitassem durante a viagem (para isso, Savonya havia fornecido dardos calmantes para o viper, algo que conseguiu com comerciantes que eram fornecedores da guilda) - Tudo certo? - falou enquanto retirava a máscara, aproveitando para respirar o ar puro da floresta. Lars assentiu e, como em um acordo silencioso, apontaram a varinha para o camburão, pronunciando - Ignotus Gaubracianus - teria sido lindo ouvir os gritos se ainda houvesse vida lá dentro, mas não era hora de esperar muito tempo. Savonya queria que os militares ficassem irritados; se seu recado não fosse o suficiente, ela faria questão de retornar e deixar claro que aquela guerra ainda não tinha terminado. Junto de Lars, a ruiva agarrou a enorme jaula onde os cavalos estavam acomodados e mentalizou o local combinado com o homem, aparatando em direção da ilha de Alderney. Saíram dali.





Savonya Seaworth Kaminskov

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