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 Terras Altas da Escócia

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Jane Alucard Orlok
Pandora M. Morgenstern
Leopold Decker-Fitzgerald
Madam Angelique Campbell
Zöe Campbell Hunter
Donatello Pav. Salvatore
Alric Bürckle Salvatore
Josephine Pollok Eltz
Raven Austin Haraldsen
Deana Colt Singer
Max Evanne K. McCready
Vittorino Paolo Lamartine
Pyotr Volkov Turgenev
Samantha Colt Singer
Jafar Kosey Jinxed
Nate Drozdov McBride
Vickon LeBeau Follard
Sigrid Sinclair Campbell
Dahlia Alucard Orlok
Amunet Mert El Sayed
Aredhel Maeir Elric
Ivy Kalinowa Gremory
Gwanwyn Haraldsen Borr
Max Rathbone Tiger
Asha Stackhouse Stryder
Ezreal Brandt Lymere
Wendy Fairy B. Rathbone
Jared L. Siphron
Tereza Ella Von Ziegler
Arthur H. Rathbone
Bernardo Gael Rathbone
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Jamie Sawyer McGrath
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Thomas Rietmann Rotschild
Carly Vaughan Rathbone
Ofélia Sch. Bittencourt
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Audrey Sawyer McGrath
Helga Vaughan Rathbone
Arthur Richmond Schmidth
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Chloe Sorwyn-Withengar
Ithersta Falin Jinxed
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Diretor Alvoros Grunnion
119 participantes
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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
Diretor Alvoros Grunnion


Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 20:48

Relembrando a primeira mensagem :

Terras Altas da Escócia

Escócia


Terras Altas da Escócia - Página 10 Olivier

As Terras Altas são uma zona montanhosa do norte da Escócia, onde o catolicismo permaneceu influente ao longo da História da Escócia. As Terras Baixas, por outro lado, são um bastião do protestantismo . Politicamente, as Terras Altas caracterizavam-se até ao século XVIII por um sistema feudal de famílias poderosas, os famosos clãs escoceses.

Fonte: Wikipédia

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Leopold Decker-Fitzgerald

Leopold Decker-Fitzgerald


Bicho-papão : Uma mulher de olhos cor ambar

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeTer 06 Jul 2021, 17:27


As feições dele acompanhavam as dela, cada milímetro de mudança vinha com uma informação oferecida, criando uma animação que crescia conforme compreendiam o que aquilo queria dizer, ao ouvir as informações, ele sorriu sentindo o toque dela e seu corpo respondeu a ele, passando um arrepio por sua espinha — Quase não acreditei, então chequei duas vezes para ter certeza eram tempos difíceis, ele precisava tomar cuidado com tudo o que acontecia, então foi quase como se o mundo girasse ao favor deles — Vamos. Temos um encontro para chegar e recolher um presentinho do destino tomando a mão dela, Leopold abriu um sorriso maligno, juntos ele caminhou até onde estava seu terno, pegando o mesmo e deixando a cabana junto com Pandora. Ambos aparataram juntos para longe da região que permanecia secreta.

Off: Postagem atemporal



Chaos
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Madam Angelique Campbell
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
Madam Angelique Campbell


Bicho-papão : Desconhecido

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Beauxbatons (França)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Cabelo de Esfinge, Olmo, 29 cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeTer 27 Jul 2021, 21:46

Le pouvoir d'une femme déterminée
[Abrigo secreto em Ben Nevis, Terras Altas da Escócia]

O quanto as coisas podem mudar em um curto espaço de tempo? Para alguns, um ano é pouco e passa rápido, já outros acreditam que um ano é tempo demais e a espera é longa. Madam não era do tipo que contabiliza os dias, até porque, contabilizar por qual motivo? A única certeza de quem está vivo é que a morte um dia virá, Madam não estava esperando pela morte para contabilizar - para mais ou para menos -, mas há certas coisas que pedem uma análise do tempo, ou melhor, uma avaliação do quanto algumas coisas podem mudar no período de um ano. Francine estava com uma pistola nas mãos, uma glock 9mm. que tinha recebido de presente da mãe, e mirava para um boneco de treino que estava disposto na clareira da floresta. A cada dia Madam sentia que a compra da casa de campo em Ben Nevis tinha sido uma das melhores escolhas para treinar a filha, pois ali estavam afastadas da cidade grande, protegidas de humanos e criaturas e podiam testar diversas coisas sem preocupações externas. O som dos disparos fez Angelique tragar o cigarro que pendia pelos lábios cobertos de batom vermelho e assim que acertou quatro pontos diferentes do corpo do alvo, Francine encarou a mãe por cima do ombro esperando uma validação. — Muito bom. Cabeça, coração, estômago e joelho. São ótimos pontos para se acertar, mas se o bastardo não morrer com esses tiros o que você faz? — Arqueou uma sobrancelha esperando uma resposta. Francine sacou da bota um punhal, girou-o na mão e avançou rapidamente para o boneco, enterrando a lâmina no olho do manequim de treino. Madam soltou a fumaça lentamente e sorriu, satisfeita. Aquele era um treino sem magia, pois como Angel bem sabia nem sempre era possível matar usando métodos mágicos, justamente por isso acreditava que Francine precisava saber um pouco de tudo: armas de fogo, armas brancas, artes marciais... Tudo isso ela vinha aprendendo no último ano, ano este em que Madam estava se dedicando muito em treiná-la ao menos cinco dias na semana. Não era só porque se tratava de sua filha, mas Francine estava ficando realmente boa. Tinha determinação, foco e muitas das habilidades natas da meio-vampira se tornavam úteis em diversos momentos.

Às vezes Angel gostaria de poder exibi-la a outras mães, contar sobre os feitos e dizer o quanto sua prole era talentosa e acima da média, mas nunca teve contato com outras mães, e Ágatha tinha perdido o filho há pouco tempo. Angel era desprezível, mas não a ponto de provocar a mulher com quem estava envolvida - amorosa e sexualmente - sobre a perda de um filho, não, Angelique não era assim tão baixa. — É o suficiente, chéri. — Elevou um pouco a voz e jogou o cigarro na terra, pisando com a bota em seguida para apagá-lo. — Eu preparei uma coisinha diferente para terminarmos o treino de hoje com estilo. — Angelique sorria quando sacou a varinha e fez alguns movimentos específicos mirando para a porta da casa. De dentro da construção, um homem maltrapilho caminhou com uma expressão retorcida na face. Francine não demorou a entender que Madam estava controlando-o com a Maldição Imperius. — Esse é o Jordan. Diga oi à Francine, Jordan. — O homem obedeceu, ergueu a mão e acenou, mas sua expressão não condizia muito com os gestos. Ele parecia esgotado. — Jordan foi capturado por ter ligação com o tráfico de mulheres na Ásia, o contratante queria que ele sofresse antes de morrer, então decidi deixar você matá-lo. Até porque, preciso saber do que você é capaz, chéri. Considere esse um teste final depois de um ano treinando comigo. — Ainda sorrindo vitoriosa, Angelique caminhou pela clareira, afastando-se da filha e do cativo que mantinha sob efeito da maldição. — Você pode usar o que quiser, arma de fogo, arma branca, magia... Você só tem que fazer ele sofrer antes de matá-lo, é a única regra. Se tiver dificuldade, pense nas meninas de quatro e cinco anos que foram retiradas das mães e enviadas para bordéis sujos, vendidas como meras mercadorias. Foi isso o que ele fez por mais de dez anos, não é Jordan? — A loira continuou sorrindo e conjurou uma cadeira de praia, na qual se sentou para assistir o desempenho da filha. — Vou estar aqui e não vou me meter, então se prepare. Vou liberá-lo da maldição. — Alertou e viu Francine guardar a arma e sacar a varinha, determinada. — Pode começar. — Angel abaixou a varinha e viu o homem tentar fugir, mas Francine o petrificou antes. Ah! Divertidíssimo! Só faltava a pipoca.


Atemporal com Francine Campbell Blodwyn
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Zöe Campbell Hunter
Sociedade Estudantil - Estudante
Sociedade Estudantil - Estudante
Zöe Campbell Hunter



Perfil Bruxo
Escola/Casa: Salem (EUA)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo da Cauda de Testrálio, Ébano, 29 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeTer 24 Ago 2021, 21:27

Revirou os olhos quando Dahlia enviou uma coruja para informar que chegaria mais tarde naquele dia. Z. não tinha o dia todo para ficar ali, mas também não estava com paciência para fazer outra coisa. Caminhou pela fazenda de árvores com um olhar curioso, observando as plantações feitas e cuidada por Dahlia e seus colegas. Estava ali para convidar a sua "chefe" para uma ida ao bar naquele mesmo final de semana, mas a ausência de sua superior tornava as coisas mais difíceis. Dahlia costumava manter uma rotina mais noturna desde que conseguira adaptar seus horários na fazenda com sua rotina de meio-vampira, então os seus horários raramente coincidiam com os de Zöe, que, agora, bufava e decidia aparatar para fora dali. Faria o convite na casa de Dahlia, pois sabia que, lá, encontraria a mulher com mais facilidade.


ZÖE
CAMPBELL
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Jodie Boehler Graves

Jodie Boehler Graves


Bicho-papão : Fogo Perpétuo

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Outra
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Cauda de Centauro, Abeto, 28 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeQui 26 Ago 2021, 10:50


Atemporal no início do verão — Propriedade dos Graves, Glencoe Village

— Feyre! — Ergui a cabeça dos arbustos e chamei pela menina. — Vem cá me ajudar com os gnomos! — Estava com problemas no jardim e precisava lidar com as criaturinhas antes de começar o plantio de verão. A menina surgiu de dentro da casa e veio em minha direção amarrando seu cabelo em um rabo alto. — Você sabe como lidar com eles? — Questionei levantando-me do chão e batendo as mãos enluvadas para tirar o excesso de terra. A menina negou com a cabeça dizendo que nunca nem tinha visto um duende antes. Soltei um riso baixo. — É gnomo, tem diferença. — Feyre tinha vindo morar comigo há dois meses e estávamos tentando ter uma boa relação de tia e sobrinha. Os problemas familiares dela me comoviam muito, perder os pais tão cedo e depois ser criada por uma avó de saúde fragilizada não era fácil, eu imaginava a dor dela. O falecimento recente da avó da garota foi o pontapé para a guarda dela ser transferida para o parente mais próximo. Como ela tinha sido aceita em Hogwarts morar comigo vinha a ser a melhor alternativa, pela proximidade e por eu ser uma bruxa também. A diferença é que abdiquei dos meus poderes há muitos anos quando meu pai me obrigou a entrar para o negócio da família: caçar bruxos. Pois é, loucura eu sei. Nasci em uma família de Purgantes, mas nunca fui a favor dos ideais dos Harrison. Por outro lado, minha mãe apoiou minha decisão e me treinou para herdar seu negócio: a Funerária Graves. Hoje em dia eu não uso mais minha varinha, mas vivo num meio bastante mágico. Tenho crupes e amassos em casa, crio pomorins, tenho plantas mágicas e até arrisco mexer com poções quando é necessário, mas não empunho minha varinha há mais de quinze anos, ela fica guardada em uma caixa trancada no fundo falso do meu armário. A parte ruim de ter abdicado dos meus poderes era que eu não podia ajudar Feyre tanto quanto eu gostaria, mas ela não parecia se importar. — É assim. Você pega um gnomo... — Peguei uma das criaturas que corriam para lá e para cá no jardim, erguendo-o no ar pelo pé. — Gira bastante e atira por cima do muro. — Demonstrei e Feyre ficou observando. Ela repetiu de forma impecável e até se divertiu com isso. Em poucos minutos o jardim estava livre dos gnomos e pudemos nos sentar na sombra para tomar a deliciosa limonada que preparei para nos refrescar.


Nobody said It'd be an easy ride.
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Dahlia Alucard Orlok
FTI - Especialista
FTI - Especialista
Dahlia Alucard Orlok


Bicho-papão : O Espantalho

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Salem (EUA)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Lobisomem, Castanheira, 29 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeTer 31 Ago 2021, 22:10



welcome to the jungle

Qual das duas vai torrar minha paciência hoje? Olhava com certo criticismo para as duas estagiárias que Dahlia tinha sido escalada para auxiliar durante o dia. A luz solar fazia com que sentisse uma forte dor de cabeça, o que a levava a comer diversos pirulitos de sangue para se distrair um pouco e sentir-se melhor - Aqui nós estocamos as madeiras cortadas - levou as garotas até um enorme galpão, abrindo-o com um movimento da varinha e entrando rapidamente no local. A escuridão repentina fez com que seus olhos relaxassem e, sem acender a ponta da varinha como as duas estagiárias, apenas seguiu mais para dentro - Cada tipo de madeira fica estocado em um local específico - explicou - Temos que manter um catálogo atualizado e bem organizado na hora de prepararmos as encomendas para as lojas de varinhas - apontou para tabelas na frente de cada setor, sendo que nestas era indicado a quantidade de troncos e o tipo de madeira que ali estava - Não é muito complicado, mas qualquer erro pode comprometer o salário de todo mundo no final do mês - deu de ombros. Era um aviso bem sério e as mais novas pareciam ter compreendido, então não tinha muitos motivos para permanecer dentro do galpão. Dahlia soltou um suspiro e puxou um par de óculos de sol de dentro do bolso interno de seu casaco, encaixando-os no nariz e voltando seu olhar para as jovens - Eu costumo estar por aqui durante a noite, então vai ser raro trabalharmos juntas. Isso não quer dizer que eu vou simplesmente ignorar os erros de vocês, vou verificar tudo durante a madrugada - agora soava um pouco cruel, mas o que poderia fazer? Aquele trabalho era crucial para a distribuição de varinhas. Saindo do galpão, Dahlia espremeu os olhos, sentindo a forte dor de cabeça voltar. O sol lhe fazia muito mal quando estava forte e, naquele dia, parecia até mesmo um dia de verão - Venham, vou mostrar onde ficam as plantações - fez um sinal para que as estagiárias acompanhassem até o local onde a meio-vampira, junto com os outros fazendeiros, faziam os devidos cultivos.

- Não usamos nada além de adubo para fazer com que as plantas cresçam. Volta e meia utilizamos a poção herbicida, mas nunca utilizamos feitiços ou poções para o crescimento. Esse é nosso diferencial - deu uma piscadela e abriu um sorriso, mesmo que sua cabeça doesse ao fazê-lo - Basicamente, é um processo demorado, mas como sempre mandamos remessas absurdamente grandes, temos tempo suficiente para o plantio e retirada das árvores - explicou, apontando para mudas de carvalho que cresciam - Ali, por exemplo, plantei carvalho já fazem algumas semanas. Com o adubo certo, crescem fortes para garantir varinhas de boa qualidade - as garotas pareciam até mesmo animadas, o que deixou Dahlia confusa. Era um trabalho divertido, mas não imaginava que adolescentes fossem gostar - Olha, não tenho muito mais o que explicar… Ah, ali naquela casinha - indicou um galpão bem menor que o anterior - Ficam os adubos. Ali dentro também tem uma estufa beeeeeem grande, onde ficam as mudas antes de irem para a terra - findou a explicação - Vamos entrar? Estou morrendo de dor de cabeça e também estou responsável pelos contratos de vocês - acompanhou as garotas para a enorme casa principal onde ficava o escritório. Adentrando o local, Dahlia fez um sinal com a varinha e fez com que dois pergaminhos flutuassem, cada um, para as meninas - Aqui está. Tem tudo explicadinho, função de vocês e podem assinalar o horário de preferência para trabalhar. Aí vocês assinam e eu encaminho para quem precisa deles - quando as meninas assinaram, Dahlia arqueou uma sobrancelha - Vocês realmente querem trabalhar de madrugada? - Seus dias de sossego estavam realmente contados - Bom, fico feliz que tenham gostado de mim, mas não pensem que vou pegar leve com vocês só porque já nos conhecemos - explicou - Hoje às 19h quero vocês aqui - falou, selando os contratos e os entregando para uma coruja, que levantou voo para entregá-las - Enquanto isso, vou revisar nossos pedidos na sala ao lado - despediu-se das garotas, rumando para outro cômodo para verificar os contratos e pedidos mais urgentes.



thanks covfefe



Dahlia Alucard Orlok
UMA DAS BRUXAS DE BLAIR | CAÇADORA | CLÃ ALUCARD

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Lars Klein Hoffmeister
Membro da Guilda
Membro da Guilda
Lars Klein Hoffmeister


Bicho-papão : Morrer e perder a sanidade

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Ferrão de Explosivin, Videira, 28 cm, Flexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeQua 01 Set 2021, 19:36

Another mission sucessfully accomplished
Eu nem me lembrava da última vez em que havia sido designado para uma missão na guilda. Para ser sincero, as lembranças no fundo do oceano junto a Makida eram vagas. Não era como se eu estivesse reclamando do meu trabalho, contudo, eu sentia falta de algum tipo de emoção maior desde a guerra. Foi quando, dias atrás, eu recebi a ilustre presença de Savonya, uma das conselheiras de Nyx, que não demorou a informar sobre um sequestro de cavalos alados realizado pelas forças armadas. Aquele assunto em especial, me provocava um misto de sentimentos, pois mesmo que todo o caos tivesse terminado oficialmente, ainda assim, tínhamos que lidar com trouxas por debaixo dos panos. Mesmo não tendo nenhum problema em acatar as ordens da chefe, admito que essa acabou sendo a razão principal para que eu realmente me sentisse disposto a salvar as criaturas ao lado de Savonya. Eu já estava impaciente quanto aos militares, porém, eu precisaria conter meu ímpeto de avançar. Embora ninguém se opusesse à matança, eu sabia que quando me encontrava tomado pela raiva, poderia arruinar tudo. Meu trabalho logo foi designado a focar nos cavalos alados, uma vez que a víper se asseguraria do resto, portanto, ficamos a observar o grupo do exército em uma das florestas da Escócia. Savonya havia tomado uma dose da poção polissuco e rapidamente se transformaria em uma das envolvidas da captura dos animais - ela havia tratado de “apagar” a mulher sem muita hesitação. Distante da ruiva, eu apenas a fitei e gesticulei de modo a demonstrar que eu estava a postos. Vez ou outra eu tocava em minha varinha posicionada em um dos bolsos traseiros da calça. Meus olhos, mesmo focados no grupo e o camburão adiante, ainda rolavam insistentemente ao meu redor, de maneira a me precaver de qualquer perigo.

Com a transformação, Savonya logo se endireitou e apressou os passos aos militares. A observei adentrar o grande camburão, antes de o silêncio vir a imperar. Vagarosamente, comecei a me movimentar rumo à localização dos cavalos alados, enquanto ouvia sons de pássaros voarem ao longe. Naquele momento, eu só desejava que tudo estivesse ocorrendo bem dentro do automóvel, até que gritos abafados invadiram meus ouvidos. Batidas contra o interior do camburão também podiam ser ouvidas, fazendo meus lábios se erguerem em um sorriso automaticamente - Ei, ei, ei – sussurrei ao me aproximar do rebanho. Não se tratavam de hipogrifos, mas não deixei de me reverenciar de forma a demonstrar que vinha em paz. Alguns animais de porte grande poderiam ser extremamente perigosos quando em alerta de perigo, especialmente os Granianos, no caso. Sem vacilar, toquei a pelagem cinzenta do primeiro a minha frente, e quando ele se tornou mais calmo, levei a mão vaga até uma pequena pochete que carregava. Savonya havia providenciado dardos calmantes, e sem pensar duas vezes, utilizei-os nos poucos cavalos ali. Aquilo era apenas uma maneira de mantê-los tranquilos até que chegássemos em Alderney. Àquela altura, eu já conseguia ouvir tiros vindos de dentro do camburão, até cessarem completamente após poucos segundos - Enjaulius – da ponta de minha varinha se fez uma grande jaula que poderia comportar o grupo de criaturas. As portas do camburão foram abertas com voracidade, e de dentro, a víper surgira já retirando sua máscara de oxigênio - Tudo certinho – respondi a sua pergunta. Olhando-a agora nos olhos, sustentamos aquele contato somente por instantes antes de eu pressionar os dedos em minha varinha e apontá-la ao camburão - Ignotus Gaubracianus – não contive o sorriso largo. Logo mais, me posicionei ao lado da enorme jaula e segurando firme, aguardei até que Savonya fizesse o mesmo. Meus olhos permaneceram nos cavalos adormecidos até que aparatássemos dali por ela.


Lars Klein Hoffmeister
Terras Altas da Escócia - Página 10 23mocHm
Terras Altas da Escócia - Página 10 M30pcq6
I am a poison and you know that is true, but I feel like I'm drowning.
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Arícia Felipa Rathbone
Fantasmas
Fantasmas
Arícia Felipa Rathbone



Perfil Bruxo
Escola/Casa: Não possui
Ano Escolar: Criança
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeQui 02 Set 2021, 09:21


O dia estava agradável para qualquer ser vivo, se pelo menos Arícia pudesse tocar as flores novamente já estaria feliz. A parte amarga de não estar vivo e nem morto era aquele estado de não pertencer a coisa alguma, vagar pela terra até que todos que conhecesse sumisse ou viram-se pó. Era triste, agora ela entendia o que era aquele risco de virar um fantasma agourento, lutando contra todas as estatísticas tentava se manter lúcida e ter pensamentos bons, apesar que todos sempre soavam melancólico para ela. Naqueles dias era mais ainda, quando a cidade se mobilizava para a chegada do natal, as lembranças que tinha de sua família ficavam maiores. Como algum humano podia a ver, preferiu sair dali antes que o sol saísse por completo.


is this the real life?
is this just fantasy?
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Savonya Seawor. Kaminskov
Conselheiro da Guilda
Conselheiro da Guilda
Savonya Seawor. Kaminskov


Bicho-papão : Vampiro da Névoa

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pluma de Basilisco, Azevinho, 28cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeQui 02 Set 2021, 11:48


burning


 
O disfarce de Savonya era de uma oficial das Forças Armadas, tendo desacordado permanentemente a senhorita Graves, que era uma das envolvidas na captura dos cavalos alados. Lars vinha por outra frente, deixando a ruiva sozinha para executar a distração, sendo o viper responsável em tirar os cavalos alados de lá. O acordo era simples: dentro da floresta das terras altas, Savonya, que trazia consigo uma máscara de gás, despejaria bombas de gás tóxico no camburão onde os soldados se encontravam, sendo esta a deixa para que Lars viesse e organizasse os cavalos alados para que pudessem aparatar com eles para ilha de Alderney. Era um trabalho direto e arriscado, sendo este o motivo pelo qual precisariam de perfeição na hora de executar cada um dos passos. Savonya, trajando o uniforme e sob efeito da polissuco, avançou de maneira confiante em direção do camburão já previamente localizado pela dupla viper. Respirava profunda e calmamente, algo que não era difícil para a víper que já estava acostumada com missões desse tipo. Mentalmente, relembrava o recado de Nyx que podia dar um “retorno” aos soldados. Aquilo fez com que Savonya abrisse um meio sorriso, logo voltando com o olhar sério enquanto se aproximava do local do camburão. Estava no meio da floresta, não muito afastado de onde os cavalos alados tinham sido acomodados antes que pudessem retirá-los de lá. Adentrou o camburão e fez uma continência ao seu superior - Cabo Graves, senhor - nada que uma sessão de “terapia” na maldição Crucio não resolvesse e, nesse caso, era com quem deveria falar lá dentro. Trouxas eram muito fracos às vezes. Ninguém parecia desconfiar de Savonya, o que a fez refletir o quão confiante o exército estava naquela guerra. Aquilo era absurdo. Mas uma coisa era certa: quem canta vitória antes do tempo, raramente vence a guerra - que, naquele caso, era literal. Outro soldado fechou a porta, trancando-os no camburão. Os militares ali presentes comiam e bebiam algo de fast food, completamente confortáveis e sem medo algum de serem pegos. Isso facilitava tanto as coisas… Sentou-se em uma cadeira e pegou uma batata frita, comendo-a com um sorriso. Ninguém conversava com ela, talvez Graves não fosse uma pessoa de muitas palavras. Puxou uma garrafa de água e bebeu seu conteúdo, logo levantando-se de maneira preguiçosa e forçando um bocejo - Senhor, permissão para usar o banheiro - pediu, logo recebendo a confirmação e indo em direção de um pequeno banheiro improvisado. Fechou a porta de correr. Não pode deixar de abrir um sorriso. Eram tão tolos… As armas estavam jogadas de qualquer jeito dentro do camburão, o que dificultaria qualquer tipo de contra ataque.

Os soldados não esperavam que bruxos estivessem nessa região, até porque havia tido uma escolta há uns dois dias atrás, então não estavam sendo tão cuidadosos quanto deveriam. Isso vinha sendo bem comum nos últimos meses, até porque a presença de órgãos internacionais dificultava a liberdade das Forças Armadas, mas faziam vista grossa para qualquer ordem “por baixo dos panos”. Não precisava ser um membro da inteligência britânica para saber que a Marechal certamente tinha amigos dentro desses órgãos, amigos que eram completamente coniventes com aquela maldita guerra. Aquilo irritava Savonya. Se não suportava a incapacidade do Ministério da Magia há anos atrás, imagine se ela era a favor do governo monarca daquele maldito país. Não era uma pessoa anarquista ou coisa do tipo, era simplesmente consciente e fiel à única pessoa que considerava digna de fidelidade: El Bianco. Dentro do banheiro, Savonya vestiu a máscara e puxou as bombas de gás do bolso expandido do uniforme de couro de dragão que trajava, mais um presente da falecida Cabo Graves. E pensar que Savonya nem ao menos tinha perguntado o primeiro nome dela… Poxa, que pena, não é mesmo? A família que desse um jeito de encontrar os restos já carbonizados até virarem pó. Abriu a porta com um sorriso escondido por trás da máscara, logo destravando as seis bombas e jogando-as para dentro do camburão. Trancou-se no banheiro para evitar que a utilizassem de alvo. Não demorou muito para que os gritos e tentativas de atirar cessassem, o que dava cerca de uns cinco minutos antes dos reforços virem verificar o que estava acontecendo. Quanto aos soldados que ali estavam? Completamente intoxicados e sem vida. Savonya fez questão de chutar a cabeça de um deles antes de sair do camburão e fechar a porta atrás de si. O recado estaria dado quando viessem averiguar… aquilo que tinha restado.

Era a vez de Lars. Provavelmente ele tinha já se posicionado quando a ruiva entrou no camburão, mas não era da conta de Savonya coordenar cada passo do viper, até porque ele era bem crescido e tinha noção o suficiente para saber que a Chefe da Organização não era tolerante com falhas ou qualquer tipo de atrasos. Sendo esse o motivo que a fez não ficar surpresa ao encontrá-lo ao lado dos cavalos alados, já tendo os enjaulado e os desacordado devidamente para que eles não se agitassem durante a viagem (para isso, Savonya havia fornecido dardos calmantes para o viper, algo que conseguiu com comerciantes que eram fornecedores da guilda) - Tudo certo? - falou enquanto retirava a máscara, aproveitando para respirar o ar puro da floresta. Lars assentiu e, como em um acordo silencioso, apontaram a varinha para o camburão, pronunciando - Ignotus Gaubracianus - teria sido lindo ouvir os gritos se ainda houvesse vida lá dentro, mas não era hora de esperar muito tempo. Savonya queria que os militares ficassem irritados; se seu recado não fosse o suficiente, ela faria questão de retornar e deixar claro que aquela guerra ainda não tinha terminado. Junto de Lars, a ruiva agarrou a enorme jaula onde os cavalos estavam acomodados e mentalizou o local combinado com o homem, aparatando em direção da ilha de Alderney. Saíram dali.





Savonya Seaworth Kaminskov

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Dahlia Alucard Orlok
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeSeg 01 Nov 2021, 22:23



extra shift

Dahlia colocou seus óculos de sol e franziu a testa quando saiu na rua. Detestava ter que fazer turno extra, principalmente pela manhã, mas naquele dia seria mais do que necessário. Precisaria tirar folga no próximo final de semana para… resolver coisas do Clã, então trabalharia dois turnos por dia naquela semana. Sentia-se mais fraca e mais irritadiça na luz do dia, mas isso já era comum entre seus colegas de trabalho, afinal era impossível (e ela nem tentava) disfarçar suas presas proeminentes. Abriu um pirulito de sangue e o enfiou na boca enquanto deslocava-se até o cercado de Azevinho para espalhar um pouco da poção Herbicida, tendo em vista que algumas ervas-daninha começaram a crescer rapidamente na plantação. Droga, alguém poderia fazer isso e me deixar só com a burocracia hoje, né? Pensou, adentrando o cercado e começando a espalhar a poção herbicida por entre os Azevinhos que cresciam de maneira forte. Aproveitou para dar uma analisada nos espaçamentos, pois foram as estagiárias novatas que prepararam aquele terreno na semana anterior. Sentiu que estava sendo observada - Sim, estou conferindo o trabalho de vocês… E por que diabos vocês estão aqui de manhã? Vocês só trabalham de noite - olhou por cima do ombro para ver as duas garotas que tinha treinado no início do mês passado. Elas pareciam nutrir uma certa admiração esquisita por Dahlia e, apesar de não gostar muito disso, tinha aprendido a gostar delas - Fizeram um bom trabalho, meninas, mas vocês não precisam vir em todos os turnos que eu vier - explicou, mordendo o pirulito de sangue e logo enfiando outro na boca - Sol. Fico com muita dor de cabeça e o pirulito me ajuda a me distrair da dor… Os óculos de sol não são o suficiente e tal - explicou para elas, que encaravam Dahlia de maneira curiosa - Ok, ok, já entendi que vocês vão vir em todos os meus turnos - jogou a poção herbicida para uma delas - Você vai terminar isso e você - deu um tapinha no ombro da segunda estagiária - Vai me ajudar a revisar os contratos que temos com a Olivaras - Dahlia realmente queria uma desculpa para sair daquele sol.

A meio-vampira entrou na sala e fechou as cortinas, retirando seus óculos de sol - Se eu ficasse mais um segundo lá fora, tenho certeza que explodiria - brincou, apontando a varinha para uma pasta e fazendo com que ela flutuasse até em cima da mesa - Preciso que você anote quais os pedidos da próxima remessa que temos que enviar, enquanto eu confiro o que temos disponível no catálogo - puxou o caderno e foi conferindo. A cada pedido anunciado, Dahlia fazia uma marcação no caderno, o que não foi um trabalho muito demorado - Sem dúvida, nossa melhor loja afiliada. Tudo dentro dos conformes e dos estoques. Agora, vá ajudar Kayla, coitada. O cercado de Azevinho é enorme - deu um sorriso e dispensou Leah, agora ficando sozinha na sala. Aproveitou para atualizar o catálogo, retirando os números pedido pela loja associada. Não demorou muito mais para que seu turno acabasse e, quando isso ocorreu, Dahlia foi até a rua para acenar para as garotas - LIBERADAS - gritou, logo aparatando dali para sua própria casa, onde aproveitou para beber uma taça de vinho misturado com sangue para reestabelecer suas forças.



thanks covfefe



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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeQua 29 Dez 2021, 02:57



running with the devil

Apesar de não trabalhar mais naquela região, Dahlia tinha coisas a cuidar na floresta que se estendia pelas terras altas. Aparatou no local mais distante do bosque que, ali, era tão denso que não era possível enxergar o céu e dizer se era dia ou noite. Claro que era noite, pois Dahlia estava cheia de energia e sua cabeça não doía. Tinha ido até ali para caçar e treinar com… presas vivas. Tinha deixado dois vampiros por ali há mais ou menos uns três anos, então certamente já teriam se reproduzido. Se tivesse sorte, encontraria três ou mais vampiros grandes o suficiente para satisfazerem a vontade voraz de Dahlia de exterminar aquela raça que, ironicamente, também fazia parte de seu sangue. Os vampiros deixados ali eram mais para afastar viajantes curiosos, afinal tinha um segredo bem maior escondido mais fundo ainda naquela floresta; um segredo que só ela, Alysson e Zöe tinham conhecimento. Todavia, agora que Dahlia tinha bloqueado o suficiente os arredores desse “segredo”, não tinha necessidade nenhuma manter aqueles vampiros por ali - era hora de dar um fim a eles. Todos seus sentidos estavam em alerta, pois antes de mais nada queria se alimentar e faria isso com aquele lobo solitário que vagava também em busca de uma presa. Todo predador precisa morrer de algum jeito, e essa noite eu não serei a vítima, meu chapa, pensou de maneira divertida. Era bem clichê uma meio-vampira matar um lobo, principalmente por conta de toda rivalidade criada em livros entre vampiros e lobisomens, mas alimento era alimento e sangue era sangue. Dahlia preparou-se para o bote e, no segundo que o Lobo se distraiu, a meio-vampira pulou em sua direção, prendendo-o com os joelhos. Num movimento rápido e certeiro, a bruxa cravou suas presas no pescoço do lobo, ignorando as camadas de pêlo que ali havia. O sangue era saboroso e quente, satisfazendo tudo que Dahlia precisaria para aquela noite. Sentiu seu corpo ficando mais forte, como se tivesse comido depois de muitas horas em jejum. Por mais que comesse pirulitos de sangue com frequência, não eram tão satisfatórios como seu alimento direto da fonte, por assim dizer. Quando ficou saciada, levantou-se e limpou os lábios com as costas da mão, endireitando-se e tirando a besta que estava presa em suas costas. Puxou uma flecha da aljava presa em sua coxa (visto de fora, era apenas uma pequena bolsa presa em um coldre, mas, por dentro, era uma aljava bem abastecida) e a posicionou na arma, olhando ao redor com um sorriso nos lábios. A noite não era um problema para a meio-vampira, que já estava com seus sentidos melhorados depois de uma boa refeição.

Avançou por entre as árvores com passos extremamente silenciosos, algo que tinha aprendido desde criança com o clã Alucard, mais especificamente sua mãe. Dahlia e sua irmã tinham crescido e sido ensinadas a serem caçadoras, utilizando sua descendência para eliminar as “pragas” que envolviam o vilarejo de Blair. Aquilo era praticamente brincadeira de criança para ela. Respirou fundo e prendeu a respiração enquanto caminhava para evitar maiores barulhos, logo ouvindo uma certa perturbação que claramente não era causada por animais pequenos, mamíferos e muito menos aves. Dahlia reconhecia um vampiro quando ouvia um. Parou de caminhar e olhou com muita atenção ao seu redor, buscando pelo som que tinha escutado. Não demorou muito para avistar, um pouco mais a frente, uma espécie de vulto que parecia esconder-se para encará-la. Reconheceria aquela silhueta até mesmo com sede e embaixo do sol, quando sua cabeça doía por conta da luz: era um vampiro. E dos grandes. Deu um meio sorriso e apoiou a besta em seu ombro para mirar. Um tiro certeiro e o vulto desapareceu. Dahlia aproximou-se com passos cautelosos, mantendo-se alerta, afinal agora tinha iniciado uma pequena batalha com as criaturas que ali se escondiam. Ao aproximar-se do local em que havia mirado sua flecha, olhou para o chão e viu um vampiro caído no chão, completamente sem vida. Menos um, pensou com satisfação. Uma leve brisa invadiu a floresta, fazendo com que as folhas farfalhassem e uma coruja batesse as asas de maneira irritada, mas esse não era o único barulho por ali. Logo atrás de Dahlia, passos intensos e raivosos se aproximavam, o que fez com que a bruxa girasse em seus calcanhares enquanto puxava uma flecha da aljava de sua coxa, colocasse na besta e, sem pensar duas vezes, atirasse mais uma vez, dessa vez em direção da criatura que corria em sua direção. Vamos lá, sejam mais imprevisíveis, pensou enquanto revirava os olhos e colocava mais uma flecha na besta.

Agora, um silêncio sepulcral se espalhou pela floresta. Nem mesmo o vento soprava, muito menos os animais faziam algum tipo de barulho. Dahlia sentia que tinha atingido um ponto da mata que já tinha sido consumido pelos vampiros, o que quase a deixou triste. A natureza certamente se reestabeleceria por ali quando terminasse seu trabalho, então não tinha muito porque se preocupar. Aliás, aquilo era um bom cenário para uma caçadora treinada, pois conseguia identificar facilmente a presença de mais duas criaturas ao seu redor. Uma, à esquerda, estava mais próxima e movimentava-se em direção da meio-vampira, enquanto a outra estava parada mais para a direita, observando e certamente esperando o momento certo para atacar. Com a besta carregada em uma mão, Dahlia puxou um revólver antigo de sua cintura, sendo que este havia sido utilizado por sua avó por anos na pacificação de Blair. Nada melhor do que terminar a noite fazendo o que os Alucard faziam de melhor: concluir uma caçada - Vocês vão vir juntos, separados ou querem que eu ataque primeiro? - seu tom era de deboche. Mal terminou a frase quando o vampiro mais próximo pulou em sua direção. Ele era pequeno ainda, mas altamente veloz e parecia inteligente o suficiente para querer distrair Dahlia enquanto o outro planejava seu ataque. Sem mãos livres, o movimento instintivo da caçadora foi usar a própria besta para golpear o rosto do vampiro, causando-lhe um corte profundo na testa e fazendo-o cair. Atirou no local do corte, logo prendendo a arma em suas costas novamente. A criatura restante parou de avançar, posicionando-se atrás de uma árvore para encarar Dahlia, que encarou de volta com um sorriso nos lábios - Podemos fazer isso a noite toda - brincou, apontando o revólver na direção do vampiro e atirando uma única vez. Aquelas eram a proles do casal que tinha matado anteriormente, tendo aproximadamente uns dois anos cada. Agora, não iriam mais fazer mal para aquela parte da floresta, que não muito adiante guardava o segredo das irmãs Alucard. As runas bem posicionadas fariam o serviço de guarda, sem contar, é claro, os inúmeros feitiços colocados por Dahlia e Zöe na última semana. A natureza poderia se reestabelecer ali sem aquelas pragas mágicas que haviam sido introduzidas de maneira improvisada. As coisas melhorariam naquela parte das Terras Altas da Escócia. Aparatou para longe dali, deixando para trás um aviso em quatro atos para qualquer outro vampiro ou semelhante que viesse se aventurar pela floresta.


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Dahlia Alucard Orlok
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Rhea Megalos Ivanov
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 10 I_icon_minitimeSab 08 Jan 2022, 18:14

Os Olhos Nunca Metem!
vantagens:desvantagens:

Entenda-se seu proposito no mundo e vivará melhor com essa sabedoria que poucos conseguem ao decorrer do tempo. Acredito que sim, Naomi de anos atrás que causou diversas barbaridades é quem eu seja realmente – Hannah me deu o poder do autoconhecimento e do entendimento que sim, podemos mudar ou deixarmos de sermos quem éramos por um determinado tempo, esconder-se pro dentro das camadas mais profundas que existem no nosso corpo e conviver com elas adormecidas, ou até quando ela acordar novamente. Não deveria mentir para mim mesma e muito menos para Hannah por mais que ela não fosse concordar com meus atos impuros que estaria prestes a cometer ou se ela se recusar de ser cuidada por mim ainda sim iria amar ela para sempre e não me arrependeria de ter escolhido ela para ser minha filha por mais que ela tenha perdido seus pais, no fundo tudo o que realmente importa é o amor e como aplicamos ele, as consequências são apenas consequências. Com as pernas tremulas, saberia que a partir de ali tudo poderia voltar a ser como era antes – sentir aquela adrenalina e insanidade por ceifar vidas e achar isso natural, o que não deixaria de ser verdade, e não estava querendo admitir isso novamente.

O ar gélido pairou sobre o rosto úmido provenientes das lágrimas deixando uma sensação de estar mais frio o ambiente, a saliva descia vagarosamente podendo sentir que o caos que iria continuar, e, a protagonista naquele momento em diante seria eu – tal como a mão tremula segurando a varinha tentando-se recompor e acabar com aquilo de vez por todas, por mais que o risco fosse alto, a ideia de se manter viva ainda era uma ótima opção. Dei-me o primeiro passo e não seria com o pé esquerdo para dar sorte, e sim com a confiança e a maior certeza do mundo que encontraria quem fizeste aquilo e teria seu julgamento ali com a maior imparcialidade do Mundo Bruxo. A cada passo sentia-me como se estivesse correndo em um vale sobre uma trilha enorme com arvores da primavera caindo em câmera lenta sobre meus olhos a cada passo que dava, e, no fim dessa trilha lá estaria meu eu antigo me esperado como se fosse me abraçar novamente. Entre os becos era possível ver a escória que os arruaceiros causaram, tudo estava de pernas para o ar e porquê causar esse tipo de caos iria vir a cair bem? A aceitação juntamente com aderir uma ideia vem de uma educação não com linchamentos e rebeldia – uma pena eles aprenderem isso da pior forma, não terão uma próxima vez para fazerem da forma correta. 

Ruídos de vozes, risadas grosseiramente robustas alertavam que eu não estaria mais sozinha diante de meros passos à frente e que possivelmente meu destino havia chegado – hora bem ou hora má. Os toques dos copos entre si eram auditivos e com certeza seria da cerveja amanteigada, mas o que me interessava realmente era qual o motivo da festança em meio dos ataques terríveis dos marginais sobre pessoas que não teriam tido nem escolhas para pouparem suas vidas? Incompreensível. ‘’Vocês viram como eu causei? Viram como eu acabei com aqueles bruxos que não se aliaram a nós?’’ Aquela voz rouca e extremamente aguda dava-se para ouvir naquele quarteirão inteiro, sem contar com a risada extravagante. Com certeza eram eles, estava de lado para eles se aproximando com aquele pensamento único de encontrei vocês canalhas. A mão baixa apanhando a varinha, mas não deixando ela visível, enquanto a outra sacando três bombardas que ganhei para usando em momentos oportunos como este agora. Elas foram arremessadas para cima contra os vidros das lojas que estavam atrás dos mesmos. Elas levaram exatamente cinco segundos para explodirem e meus olhos avistavam três rapazes possivelmente levemente bêbados, mas que ainda sim poderia causar um leve desconforto numa batalha.  Aparatei saindo dali.
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