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 Terras Altas da Escócia

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
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MensagemAssunto: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 19:48

Relembrando a primeira mensagem :

Terras Altas da Escócia

Escócia


Terras Altas da Escócia - Página 8 Olivier

As Terras Altas são uma zona montanhosa do norte da Escócia, onde o catolicismo permaneceu influente ao longo da História da Escócia. As Terras Baixas, por outro lado, são um bastião do protestantismo . Politicamente, as Terras Altas caracterizavam-se até ao século XVIII por um sistema feudal de famílias poderosas, os famosos clãs escoceses.

Fonte: Wikipédia

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Faye Gebühr Wichbest
Sociedade Estudantil - Estudante
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Faye Gebühr Wichbest

Patrono : Coywolf
Bicho-papão : Enlouquecer

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeSeg 31 Ago 2020, 13:09

The Magic Bond
F
aye quase chegou na parede. Ao perceber Jared se aproximando ela não resistiu em dar um passo para trás, mas lembrou-se de se manter firme. Aquilo ainda era uma negociação, sem falar que ficar demonstrando fraqueza perante aquele homem não fazia jus a quem era Faye de verdade. Ela era uma pessoa que enfrentava e ele não tinha sido o primeiro perigo da vida dela. Embora tenha sido o mais... Não, Faye não queria pensar. Agora não era hora de ficar pensando na desgraça. Jared quis sussurrar no ouvido dela, se aproximando e invadindo completamente aquilo que chamam de espaço pessoal. Apesar de querer muito afastar-se, ela continuou ali, parada e tão rígida quando uma árvore. Seus olhos se fecharam com a dor que ela sentiu nos fios sendo puxados. A primeiro momento ela até tentou resistir ao puxão, fazia parte do seu reflexo, mas logo em seguida deixou-se levar, concluindo que não era o melhor momento de ficar fazendo desafios. Jared tinha lido a raiva dela, afinal. Depois disso, ainda ameaçou colocando a ponta de sua varinha no pescoço de Faye. Apesar de ter engolido o seco neste momento e olhado para o pedaço de madeira mágico, algo dizia Faye que se Jared fosse matar ela com certeza não seria com uma varinha. Pelo que ela tinha visto quando teve suas unhas arrancadas, Jared era uma pessoa que gostava de... Brincar. Nem por isso a ameaça de dar garantia para um corpo era menos efetiva, Faye sempre soube que ela não teria muita escolha quando a isso, ainda sim, tinha que tentar por alguma garantia naquela história. Faye também queria vencer com o acordo, pelo menos vencer um pouco que fosse. Era aquilo que chamam de desespero, ele só estava focado em um objetivo neste momento. Com certeza Faye iria gastar um bom tempo chorando quando não precisasse encarar Jared. De repente ficar sozinha naquele quarto não parecia uma má ideia de acontecer mais uma vez.

Ao ser soltada, Faye endireitou-se, mexendo nos cabelos que tinham sido a recém pegos, seu olhar voltando a fitar Jared quando ele disse que já tinha pensado nisso, perguntando a Faye se ela já tinha ouvido falar de um Voto Perpétuo. Ao ouvir essas duas palavras, seu corpo começou a sentir um calafrio de nervoso. Ela sabia bem o que era um daqueles votos, tinha estudado na escola. Sétimo ano se ela se lembrava bem. Um voto que caso a pessoa descumprisse o prometido, ela morreria. No fim das contas, Faye ainda teria a possibilidade de morrer, mas pelo menos seria por uma escolha dela, não porque Jared resolveu que ela não é mais interessante. - Eu conheço bem. - Faye respondeu, seu tom um pouco baixo. Realmente, tinha sido um choque pensar que iria fazer um daqueles votos. Quando aprendeu sobre eles, achou que nunca iria fazer um em toda a sua vida, nem mesmo quando fosse se casar. Faye era fiel, mas vai que né? - Vamos... Fazer um. - Ela disse um tanto receosa, sua pose de negociadora vacilando. Pensar que ela e Jared teriam uma ligação mágica para toda vida era bem estranho e nada legal. Nessa altura do campeonato, se Faye ainda quisesse ter uma vida no mínimo normal, essa era a sua única escolha.


Faye Zayas Gebühr Wichbest
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Jared L. Siphron
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeQua 02 Set 2020, 18:55

sacramentum

unbreakable promises
with Faye Gebühr Wichbest
Jared conseguia ver os pensamentos passando pelos olhos de Faye após suas palavras. Um voto perpétuo era algo perigoso, afinal de contas. A demora para responder que conhecia dizia muito, e o tom baixo e subduzido. Ela parecia receosa, mas aceitou, para a diversão de Jared, que deu um sorriso. — Huh, achei que iria ter que te convencer mais. — Ele disse, cruzando os braços. — Bem- eu voltarei mais tarde para resolvermos isso. — O mercenário informou. Ele tirou algo do bolso magicamente ampliado, era uma sacola de uma rede de mercados famosa, e jogou na cama. — Não se divirta muito se mim~ — Ele cantarolou, antes de sair. A sacola continha três sanduíches e duas garrafa de chá gelado, melhor que as porcarias que Jared havia deixado no quarto antes. Jared saiu da sala - ele precisava escrever e imprimir o contrato que ele usaria para o voto perpétuo. Haviam muitas cláusulas que eles tinham conversado para ele só "falar" elas durante o voto.

Jared não voltou até o dia seguinte, apesar de suas palavras. Parcialmente porque ele se divertia com a ansiedade que toda essa situação deveria estar causando em Faye. Quando ele voltou, Jared fechou a porta após pedir para Angelina - quem Jared havia convidado para selar o voto - esperar no corredor para ele lidar com Faye primeiro. — Heeey- Fay. — Jared disse alegremente, com uma folha de papel na mão, estendida para Faye pegar. — Eu trouxe um contrato para o nosso... pequeno acordo. — Seus olhos estavam cheios de diversão. Jared estava aproveitando muito aquilo.



JARED SIPHRON
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Faye Gebühr Wichbest
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeSab 05 Set 2020, 02:08

The Magic Bond
M
e convencer mais? Me subestima. Faye pensou, mas preferiu não falar nada. Eles estavam caminhando para o final do acordo e Faye não gostaria de estragá-lo. Se ela ficasse questionando poderia perder a oportunidade, no caso, era uma oportunidade muito boa. As coisas estavam caminhando bem para ela, quer dizer, o máximo bem que podiam naquela situação. Nada na vida é perfeito, não é mesmo? A gente se contenta com o que tem. Depois disso, Jared disse que iria voltar mais tarde para que eles pudessem resolver aquilo, além de dar uma sacola com alimentos para ela. Sanduíches e garrafas de chá. Faye, em alguns minutos, ficou olhando para a porta na qual Jared saiu, se perguntando porque ele agia daquele jeito. Quer dizer, porque uma pessoa tortura outra, faz matar outra e depois da comida? Não é lá muito normal ou compreensível. De toda forma, Faye iria apreciar estes naquele dia e no que iria se seguir, assim como chegaria perto do final do livro do Drácula e também gastasse certas horas chorando. No fim das contas, Faye não ficou mesmo se divertindo sem Jared, aliás, ela ainda continuava uma forma de fuga, embora não tenha encontrado nenhuma.

Eventualmente Jared apareceu outra vez, o que era ruim porque era Jared, mas era bom porque finalmente iriam selar aquilo de uma vez. No entanto, antes de mais nada, Faye fechou o seu canal empático porque era realmente um porre ter que ficar aguentando os sentimentos de diversão sádica daquele homem. Faye estava lendo o Drácula mais uma vez quando o homem se fez presente, tendo que fechar o livro para, de forma desconfiada, pegar o papel que ele oferecia. Era um contrato para o acordo que eles tinham feito. Se não fosse trágico, Faye estaria dando risada sobre como maníacos malucos também fazem contratos. Faye meteu o papel na cara para ler (afinal, estava sem seus óculos) e certificaria-se de ler cláusula por cláusula, nem que isso gastasse mais tempo do que Jared teria paciência em esperar. Não que fosse um contrato enorme de toda forma, ele só tinha uma folha. De toda forma, Faye verificou tudinho para que Jared não tentasse lhe passar a perna em algum momento do voto, afinal, ele custava a vida, muita coisa em jogo. Depois de ler e averiguar tudo, ela voltou seus olhos para o homem. - Parece que a sua memória é boa, está tudo aqui. - Ela falou como se estivesse sentenciando a si mesma. De certa forma estava, pois era agora que a sua jornada com Jared realmente iria começar... E provavelmente não iria acabar até que um dos dois morressem.


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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeDom 13 Set 2020, 01:28

sacramentum

unbreakable promises
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Faye estava com o papel quase colado no rosto, e Jared achava isso adorável, vagamente se perguntando se ela tinha algum problema de visão. Ela parecia estar prestando muita atenção, e Jared se divertiu com isso, sabendo que tinha sido propositalmente complicado ao escrever as coisas naquele contrato, sem alterar a mensagem. Era só para ser irritante mesmo - Jared gostava desse aspecto do seu hobby. Após ler tudo, Faye concordou dizendo que ele tinha lembrado de tudo, e Jared soltou uma risada. — Você sabe ser bem ofensiva quando quer. — Como um pinscher mostrando os dentes. Adorável. Jared balançou a cabeça e voltou até a porta, abrindo-a com um sorriso. — Hey Lina! Tudo pronto para você ajudar aqui. — Jared chamou sua chefe alegremente. Angelina adentrou o quarto, observando tudo. Jared estava sorrindo, meio tenso, enquanto deixava Angelina observar e falava com Faye. — Ela é minha chefe. Pessoa mais confiável não existe. Bem, de pessoas que eu conheço ao menos. — Angelina voltou sua atenção para eles. — Okay.... Ah... Vocês precisam sabe, dar as mãos. — Ela disse, com um sorriso amarelo.

Jared olhou para Faye, sorrindo, e estendeu a mão. — Vamos lá, princesa? Vamos fechar esse acordo? — Jared disse, com os olhos brilhando de malícia.



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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeSeg 14 Set 2020, 03:16

The Magic Bond
V
ocê nem viu nada. Faye pensou, olhos estreitos na direção de Jared. Se ele estava achando aquela frase ofensiva, que por sinal, nem tinha sido pronunciada tanto para ofendê-lo, então ele podia esperar que havia muito mais de onde veio. A claro, Faye bem sabia que não era prudente xingar o maníaco, mas pelo menos, a partir daquele momento, teria algumas garantia tipo não morrer nem ter sequelas permanentes. É, Jared tinha sido bem rebuscado na hora de escrever o contrato, o que fez Faye se perguntar se ele tinha alguma coisa com o estilo barroco, arcaico ou se era puramente para irritar e ser complicado. Faye estava mais inclinada para o último, ao julgar como ele estava todo felizinho e pimposo. Nem precisava usar empatia para ver isso. Tão logo, Jared chamou a pessoa que seria a avalista do voto que fariam, a tal da "Lina" que entrava pela porta e era apresentada como "minha chefe" pelo Jared. Faye não pode deixar de olhar de cima abaixo aquela mulher e pensar. Essa é a sua chefe? Foi até impossível não franzir a testa. Sabe, a mulher até parecia boa pinta com aqueles cabelos coloridos, roupas soltas e também coloridas. Não parecia nada amedrontadora, criminosa ou maníaca quanto Jared. Só que neste mundo, como todo mundo bem sabe ou deveria saber, aparências enganam. Aquela mulher ainda estava ali, prestes a fazer o que iria fazer, se era a chefe de Jared e estava disposta a fazer aquilo (ele deve ter explicado minimamente para ela), então por baixo daquela festividade de aparência havia algo sombrio.

Ouvir da boca daquela mulher que Faye e Jared teriam que dar as mãos não era agradável, mesmo que Faye soubesse que isso fazia parte do voto perpétuo, afinal, ela tinha estudado a teoria deste feitiço na escola. Ouvir da boca dele era ainda pior. Ele estava ali, estendendo a sua mão para ela, usando apelidinhos, os olhos brilhando. Ah, era como se ele estivesse ganhando e isso descia amargo em Faye. Só que ela iria responder, pelo menos dessa vez. Estavam prestes a fazer um acordo, tinha até outra pessoa lá dentro e Faye acreditava muito que Jared não iria dar para trás por uma fala petulante da parte dela. - Meu nome não é princesa. - Faye disse, estendendo a mão e pegando na dele de forma firme. Aquele aperto que estava dizendo claramente "não estou nada contente". Os olhos de Faye também diziam isso, estreitos, ela não era nada boa em disfarçar.


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Ezreal Brandt Lymere
Funcionário do Pasquim
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeSeg 14 Set 2020, 22:01


Eu estava nas Terras Altas da Escócia e, bem, o que isso significava pra mim? Absolutamente nada, mas depois de alguns problemas com trouxa, senti um pouco de falta em passear por algum lugar que não precisava esconder minhas origens bruxas, então, na Grã-Bretanha, o melhor lugar para um mago viver era próximo da Escócia, pois com o clima ruim da região e as montanhas, você poderia usar a localização do país como uma boa desculpa para qualquer coisa de errado que acontecesse ao seu redor e, se seu nível de persuasão não fosse tão ruim, provavelmente acreditariam em você. Além disso, da vontade em respirar novos ares, eu tinha um outro objetivo por estar ali, sim: minhas pesquisas mais recentes indicavam que o Monstro do Lago Ness havia sido transferido há muito tempo do Lago Ness, o que ocasionou em buscas inúteis naquela quantidade de água, pelos dois lados. Sempre lia nos jornais locais que os trouxas, ocasionalmente, investiam dinheiro para investigar o que havia escondido lá, mas eu também conhecia alguns bruxos que haviam feito o mesmo.

De qualquer forma, enquanto caminhava por um morro em outro, sem me importar muito com a passagem de tempo, pensava em algumas teorias que poderia usar para encontrar aquele monstro desaparecido: a primeira era de investigar alguns livros antigos, para ver se algum autor comentava sobre uma enorme criatura de escamas fazendo uma viagem de um rio para o outro e a outra, que seria um pouco mais difícil, envolvia estudar o próprio lago do Monstro Ness com o auxílio de magia, mas ao invés de tentar descobrir se ele ainda estava lá dentro, eu optaria por uma abordagem diferente. Tentaria ver se havia algum vestígio de que se o monstro, caso realmente tivesse vivido ali em um momento de sua vida, havia tentado fugir do local onde estava, como elevações diferentes na terra ou alguma escama que tivesse sobrevivido as provações do tempo. Assim, na minha mente, fazia um pouco de sentido pensar daquela forma, pois a criatura que procurava deveria ter medidas colossais, então, uma migração, mesmo que muito antiga, deixaria vestígios.

De qualquer forma, soltei um suspiro e quando olhei para cima, notei que o sol havia me abandonado há muito, por isso, foi naquele momento que decidi ser uma boa ideia ir embora e, calmamente, saí dali.

[/quote]
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Jared L. Siphron
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeSex 18 Set 2020, 02:53

sacramentum

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Os olhos de Jared brilharam quando ela reclamou do apelido. — Oh, eu sei. Se fosse eu não estaria te chamado assim. — Seu tom diminuiu, mais baixo, perigoso. — E te chamar assim é o mínimo que eu posso fazer... Não me teste. — Ele avisou Faye porque, honestamente, sua paciência não era infinita. — Vamos começar, então? — Angelina começou então a falar. — A coisa é bem simples, quando o lance começar, você tem que falar a proposta e ela tem que se aceitar em seguida, depois inverte. Enquanto eu estiver fazendo o feitiço, não posso ficar falando com vocês, preciso me concentrar, então, sejam bonzinhos. — Jared soltou uma risada com isso, de bom humor renovado. — Sem problemas, chefinha! Vamos lá. — O feitiço começou e as "cordas" surgiram, prendendo as mãos e braços de Jared e Faye. — Você, Faye, promete seguir o contrato que fizemos, independente do estado do papel que as palavras foram escritas? — Jared disse, com um sorriso. Ela não tinha como dizer não, afinal de contas. Essa era a situação.

Faye concordou, e as cordas pararam próximas ao coração deles, se desfazendo assim que Faye concordou. Jared soltou a mão de Faye, com os olhos brilhando. — Ótimo, ótimo. Obrigado, Lina. — Jared disse, alegremente. — A mala está aberta se quiser ir- eu vou só esclarecer algumas coisas com a princesinha aqui e já saio. — Jared esperou Angelina sair antes de se voltar para Faye, com os olhos ainda brilhando, mas definitivamente sem diversão agora. — Você pode ter notado que o contrato não dizia nada sobre falar sobre a minha chefe... Mas eu não preciso nem falar que você não vai gostar do resultado se você abrir a boquinha, não é? — Ele deu um sorriso doce. — Eu trabalho com pessoas perigosas, não teria que quebrar minha parte do acordo pra lidar com isso, capiche? — Essa parte era extremamente importante, afinal de contas. Não que Faye soubesse muito sobre Angelina para ser um problema, mas ele queria deixar... bem claro para a cabecinha inteligente dela o que aconteceria se ela decidisse falar demais.



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Faye Gebühr Wichbest
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeSeg 21 Set 2020, 13:44

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aye estreitou os olhos para Jared com o "não me teste" dele. Ela sabia que o foco de agora estaria em fazer o voto, então sim, ela podia fazer alguns momentinhos de reclamação. Conviveria mesmo para sempre com aquele homem, o que custava um pouco de liberdade de expressão num momento oportuno? Ainda era estranho ouvir Jared se dirigir a alguém como chefe, ainda mais aquele chefe, mas quando as cordas douradas de magia começaram a surgir em volta das mãos de Faye e Jared, como se as tivessem prendendo, Faye não conseguia mais prestar atenção em outra coisa se não em sua própria vontade de chorar. O que estava fazendo? Ela sabia muito bem conscientemente o que estava fazendo, estava se garantindo um pouco de vida. Ao mesmo tempo, sabia que um voto perpétuo com um maníaco não era exatamente um padrão de vida a ser seguido. Pior ainda era ver a alegria de Jared. Não precisava de empatia e nem sequer olhar em seu rosto para perceber isso, sua fala era animada enquanto fazia a proposta. Seguir o que estava escrito no contrato, ainda que as palavras deste acabassem se perdendo. Como se Faye tivesse qualquer escolha nessa altura do campeonato, não é mesmo? Era isso ou a morte nas mãos dele eventualmente. - Eu aceito seus termos. - Faye disse. - Você promete o mesmo? Seguir seus termos do contrato, ainda que venha acontecer alguma coisa a este? - Depois dela era a vez dele, tão logo Faye ouvindo a concordância, esse era o acordo. A cordinha mágica subiu ao peito de ambos e se desfez, sinal de que o voto estava feito. E que Faye estava condenada também. Enquanto ele falava com a tal "Lina" e ela ia embora, Faye abaixou a sua cabeça e ficou pensando no que tinha acabado de fazer. Faye ainda queria parecer forte, então não iria chorar, não iria começar a reclamar, não iria fazer nada, mas por dentro ela estava chorando e esperneando sobre o porquê disso ter acontecido com ela.

Jared ainda queria resolver algumas coisas com Faye, mas essas coisas diziam a chefe dele. Segundo ele, Faye não deveria falar nada a respeito da mulher, isso porque ele trabalhava para pessoas perigosas e, caso Faye abrisse a boca, as coisas poderiam ser piores para ela sem que ele sequer precisasse fazer alguma coisa. Faye estreitou os olhos para Jared, não precisava de nenhum aviso para saber que não deveria abrir a boca sobre a mulher que tinha sido a avalista do voto, aliás, Faye nem sequer queria fazer isso, pelo motivo que iria informar para Jared, o respondendo. - Meu assunto é com você e unicamente com você, não tenho o mínimo interesse nela. - Como se Faye fosse ficar se envolvendo com outros que aparecessem por ali em vez daquele que a colocou ali. Aquela mulher só tinha feito um feitiço que Faye concordou em fazer, Faye realmente não tinha nenhum assunto para tratar com ela.


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Annelise C. Habsburg
Sociedade Bruxa - Adulto
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Annelise C. Habsburg

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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeDom 04 Out 2020, 12:27


Os odores como sempre me chamavam a atenção, estimulavam todas as partes do meu ser. A criatura que habitava adormecida em mim sempre deixava pequenos rastros da sua existência, eu notava isso com alguns hábitos adquiridos ao longo do tempo, uma predileção por carnes mal passadas e na verdade quase cruas, um olfato e uma audição bem aguçados, assim como a minha visão que melhorou muito e basicamente me livrou dos óculos para a leitura que eu usava quando era mais jovem. Sentia tantas coisas a mais que era quase difícil de lidar, pelo menos foi assim nos primeiros anos da minha condição, era quase impossível apenas coexistir com tudo aquilo, mas hoje em dia o costume se fazia presente e tudo estava mais fácil. Sempre era capaz de sentir além dos outros no que dizia respeito aos cheiros, sensações, ouvir além e é claro de enxergar muito melhor. Pouco a pouco eu fui me acostumando a lidar com aquilo e esconder dos outros para que nenhum tipo de desconfiança surgisse, e nisso eu me saia muito bem, meu pai sempre disse que eu tinha uma facilidade sem igual a dissimulação.

Apenas dei de ombros com o pensamento, deixando ele de lado. Era sempre mais fácil deixar a minha mente vagar sem destino quando a noite de lua cheia se aproximava, pensar naquilo sim era algo que me deixava nervosa e desconfortável. — Eu nunca vou me acostumar com isso? — A pergunta quebrava o silêncio imposto a muito tempo, cortando a noite de forma tão eficaz quanto o vento gélido. Tirei as roupas que não queria perder e pendurei em um lugar discreto e aparentemente seguro, assim como escondi os meus demais pertences. O meu senso de localização e memória iriam me ajudar a encontrá-los na manhã seguinte. Quando a transformação começou os primeiros gritos de dor não demoraram a chegar. — Com certeza eu nunca vou me acostumar com isso. — Exclamei entre gritos enquanto me contorcia, era uma dança triste e dramática, sentindo a minha pele se soltar, meus membros se contorcem e dão espaço a uma forma muito maior que a minha. Era como quebrar todos os ossos do corpo ao mesmo tempo.

[...] Ao abrir os olhos não havia mais resquício da pequena humana, a mente agora era da forma lupina, sedenta e fanática, focada apenas em alimentar os seus instintos primitivos e saciar sua sede. Os olhos brilhavam mortais e medonhos com a luz pálida da lua naquele céu claro. O uivo não demorou a surgir, do fundo da garganta, cortando o céu e dando a noite o prazer da sua companhia. — Auuuuuuuuu! — Os pássaros voaram de seus poleiros nas árvores, várias criaturas menores buscaram se esconder, os ruídos eram um frenesi para a criatura que ouvia e sentia tudo a sua volta. Não demorou a iniciar a caçada, buscando os odores mais interessantes, que envolvessem suas papilas gustativas ao mesmo tempo que farejava, mostrando o que realmente parecia suculento. A caçada em si começara minutos depois, seguindo rastros até uma presa em potencial que rapidamente foi reduzida a restos quase totalmente irreconhecíveis do que fora um dia. A noite segue em puro deleite, encerrando o ciclo quando o sol nasce. Deixo o local.


 
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Annelise Campbell Habsburg, ou Lisy. Formada com Grade de comunicação e Ministerial, Herdeira e Sonserina.  é Licantropa, mimada, rude e autoritária. atualmente trabalha no Profeta Diário
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Asha Stackhouse Stryder
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeSeg 05 Out 2020, 00:25

O som dos Crupes era a única coisa que podia ser ouvida, enquanto caminhávamos em direção a casa de Charles. Fazia uma semana desde quando sua carta pedindo ajuda chegou até nós. Eu tive que reler a mesma algumas vezes para compreender a complexidade de suas palavras, mas um pedido urgente deveria ter sido enviada com um patrono. Era por isso que não havia levado sua mensagem como algo urgente. Claro, o teor de suas palavras eram assustadoras e sombrias. Só conseguia pensar em uma música que era: "All that I wanted was to be wanted. Too young to wander London streets, alone and haunted. Born into nothing. At least you have something, something to cling to. Visions of dazzling rooms I'll never get let into And the memories were lost long ago, But at least you have beautiful ghosts". Era uma linda e triste canção, o que me deixou mais aflita ao pensar na letra, meus passos foram acelerando forando os outros a caminharem mais rápido. Levavamos dois crupes, eles eram como nossos seguranças e também farejavam a cabana de Charles. Encontramos uma chave de portal em um porta retrato, era o recado de Charles, por isso juntos tocamos no objeto e saímos dali, para onde o verdadeiro Charles estava escondido.



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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeSeg 05 Out 2020, 00:46

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with Faye Gebühr Wichbest
Jared é claro, concordou com os termos do seu próprio contrato, repetindo isso na sua vez de firmar o Voto Perpétuo. A sensação era interessante - como uma corda ao redor de seu coração, na verdade - mas desapareceu logo. Ele assentiu lentamente quando Faye disse que não tinha interesse em Angelina, não que Jared achasse que ela tivesse, mas ele tinha que ameaçar de qualquer jeito. Especialmente para caso Faye notasse como seria fácil se livrar dele se ela atingisse Angelina. — É bom mesmo, espero não ter problemas com você por isso... — Jared respondeu, com um sorriso aparecendo. — Afinal de contas, depois de todo o trabalho que eu tive para pegar você... Perder meu novo brinquedo não seria muito agradável. — Ele soltou uma risada, antes de balançar a cabeça. — Pegue suas coisas, tem uma mochila no armário, você pode colocar suas roupas e o que precisar nela. — Jared disse, se afastando e cruzando os braços, esperando. Assim que Faye tivesse as roupas dela - que ela não estava vestindo (mas ela usando as roupas de Jared era... Admitidamente interessante) - eles estariam prontos para ir.

O homem esperou ela juntar suas coisas, antes de abrir a porta e indicar com a cabeça. — Pode sair, na minha frente. Só seguir o corredor a esquerda até a escada. — Jared informou para ela, enquanto eles saiam no corredor escuro. Não havia janelas e ele mal tinha espaço para duas pessoas andarem lado a lado, era meio claustrofóbico, mas Jared estava acostumado. Eles seguiram para o lado de fora da mala assim. — Boa sorte voltando para casa daqui. — Ele disse, alegremente. — Estamos em algum lugar da Escócia, não é muito longe da Inglaterra eu suponho. — Ainda era dentro da Grã Bretanha, afinal. Ele acenou para Faye, alegremente, pegando sua mala e saindo. Se ela pedisse com jeitinho ele poderia voltar e ajudar, mas do jeito que ela era, Jared duvidava disso.



JARED SIPHRON
He lives down in a ribcage in the dry leaves of a heart.
N I E R U

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Faye Gebühr Wichbest
Sociedade Estudantil - Estudante
Sociedade Estudantil - Estudante
Faye Gebühr Wichbest

Patrono : Coywolf
Bicho-papão : Enlouquecer

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Formado
Varinha: Pelo de Rabo de Testrálio, Carvalho, 26cm, Inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeTer 06 Out 2020, 23:39

The Magic Bond
F
aye não podia evitar estreitar os olhos para as ameaças de Jared, de alguma forma, depois desse acordo, ela se sentia mais forte para isso. Quem sabe fosse a segurança de saber que ele não podia mais matá-la? Era possível. Ainda sim, ela sabia que tinha coisas a perder se incomodasse demais. Infelizmente era irresistível não confrontar quando se é chamado de "brinquedo". Faye é mais que isso e ela não deixaria as pessoas a diminuírem. Ao menos, por enquanto, ela estava livre. Não demorou a juntar as suas coisas, até porque não era como se ela tivesse trago muitas coisas consigo. Nem mesmo a sua varinha estava ali. Conforme Jared disse, ela seguiu pelo corredor indicado, embora o canto de seus olhos olhou para a direita antes de seguir para a esquerda. Não podia evitar a sua curiosidade de saber mais sobre o local. Já ouviu o lance sobre conhecer os inimigos? Pois bem, conhecer a fortaleza do inimigo também pode ser um trunfo um dia. Uma pena que ela não conseguiu descobrir muita coisa, mas se certificou de decorar, pelo menos, o caminho ao qual passou. Já era alguma coisa. Quando Faye menos percebeu, já estava saindo de uma pequena mala.

Certamente Faye daria mais valor para o ar livre que respirava. Era maravilhoso só saber que estava fora, ainda que com uma péssima companhia. Companhia essa que, por sinal, estava falando. Ele parecia se divertir com o fato de deixar ela a esmo no meio de uma floresta. Ah sim, estavam no meio do nada, segundo ele era um lugar na Escócia. Eu já reconheci. Faye pensou. Ao menos não daria o gostinho a ele de demonstrar estar perdida, porque de verdade, não estava. Ela já tinha acordado muitas vezes do nada na Escócia por causa das transformações da licantropia, inclusive, aquelas florestas eram as preferidas de Faye pela extensão. Era difícil que ela fizesse uma vítima ali. - Não é muito mesmo. - Faye disse com confiança para Jared, olhando nos olhos dele, demonstrando a sua confiança com o lugar, então dando meia volta e se encaminhando para a mata. Caminhar pela floresta era ótimo, porque era livre. Faye retirou-se dali.


Faye Zayas Gebühr Wichbest
And I tried to hold these secrets inside me, my mind's like a deadly disease
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Max Rathbone Tiger
Resistência - Membro
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Max Rathbone Tiger

Bicho-papão : Morrer afogado

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Garra de Barrete Vermelho, Azevinho, 30cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeTer 20 Out 2020, 13:37

Assim que terminou suas coisas Max sabia que precisava sair para procurar um trabalho, não porque eles precisavam de dinheiro, pois com o pai sendo uma homem muito abastado nunca lhe faltou nada. Só que agora ele precisava de um ofício para manter a mente ocupada, com seus irmãos longe no período da aula era complicado ficar lúcido, ainda mais no período que Wendy viajou com Hans, ficar sozinho em casa era algo tão maçante que ele não podia suportar por tanto tempo. Por isso ele juntou suas coisas, passou um perfume neutro. Quando saiu de casa parou no meio da rua, tinha esquecido seus documentos e voltou correndo, ele podia ser esquecido. Na verdade, depois de todas as mudanças e traumas Max havia mudado um pouco sua personalidade, como se tivesse prendido suas características ácidas dentro de si mesmo. Uma coisa que ele nem notava! Depois de arrumar tudo ele saiu dali.


Max Rathbone Tiger
“We can’t allow our hearts to be louder than our reason....”
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Gwanwyn Haraldsen Borr
Centro de Cura - Especialista
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Gwanwyn Haraldsen Borr


Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Cerda de Acromântula, Olmo, 29 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeSab 31 Out 2020, 15:40


A quantidade de neve que caia nas barracas da tribo era realmente impressionante, Gwanwyn como o próprio nome dizia, não se acostumava muito com a questão d as nevascas que começavam a preceder o Yule que deveriam comemorar no centro da vila, por mais que ela acompanhasse as tradições da família com relação as oferendas e os próprios rituais, ela se prostrava dentro de sua cabana com certo pesar até ouvir o tilintar metálico das armas sendo transportadas entre as cabanas, o que conseguiu tirar sua atenção a qual ela tanto considerava importante. — Ei, pelo amor de Freyja porque tanto barulho? Vai me dizer que não conseguem mudar as montantes de estande sem ter que simplesmente gerar um novo armagedon em quesito barulho? — Perguntou de maneira meio raivosa enquanto apontava para alguns adolescentes que viviam no lugar, mesmo que a modernidade tivesse adentrado na vila e que ela mesma já não era mais tão " druídica " como seus pais mesmo diziam, ela não havia se acostumado com alguns adolescentes bobos que haviam aparecido por ali — Espero que não sejam assim em Hogwarts, na minha época eu me lembro muito bem que alunos assim não se formavam e eram presos na casa dos gritos, idiotas — Brincou com os adolescentes que pareciam ficar um pouco amedrontados com a figura da bruxa, que deu as costas para o grupo e foi em direção a pira da vila, talvez os rituais conseguissem diminuir o estresse que Gwan sentia durante todos os dias.
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Ivy Wang Gremory
Membro da Guilda
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Ivy Wang Gremory

Bicho-papão : O fracasso

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Escola/Casa: Salem (EUA)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pluma de Basilisco, Faia, 28cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeQua 02 Dez 2020, 23:55

 
Na Ilha Alderney

Normalmente eu estaria dormindo em minha barraca mas apenas estava na região costeira para procurar uma paz interior (coisa que normalmente não tenho) e desde então ficava sentada de pernas cruzadas no chão observando todo aquela paisagem da costa, Lady Nyx acabou aparatando próxima a mim e me levantei assim que percebi a presença dela - Olá Milady, o que posso ajudar? - perguntei gentilmente enquanto ela dizia que precisava levar duas pessoas das terras altas da escócia até a ilha mag mell e "me tranquilizou" dizendo que Vickon iria me acompanhar e que nós deveria-mos ir para lá de preferência hoje - Sim Milady! - falei enquanto confirmava um sim com a cabeça e logo em seguida ela desaparatou.

Nas Terras altas da escócia

A o trajeto foi até mesmo tranquilo e conseguimos localizar essas duas pessoas que precisavam da nossa ajuda, até me senti lisonjeada quando eles afirmavam que os vipers eram mais confiáveis que os membros da resistência, mas ainda tinha aquele pequeno detalhe... Um deles era lobisomem e justamente a noite da viagem até mag mell era de lua cheia, aquilo me deixou um pouco alarmada, já que eu sou péssima em lidar com lobisomem ainda me lembro que lidar com eles era a pior parte nas aulas de artes das trevas, já que eles ficam extremamente irracional quando transformados... Vickon e eu acabamos levemente discutindo sobre a possibilidade dessa ida nossa até o mag mell ser um fracasso, pois além da gente lidar com um lobisomem, tem o exercito trouxa que vamos ter que dar de cara durante o trajeto, mas ainda sem ele tinha aquela confiança de que tudo iria dar certo (ainda mais que eles confiavam na gente) já concluindo que a gente não tem escolha (já que a aparatação "intercontinental" é extremamente perigosa em grupo), se eu soubesse que teria que lidar com lobisomem, teria trazido uma espingarda de calmante mas mesmo assim estava me preparando para qualquer coisa que acontecesse na viagem.

(...)

Durante todo o trajeto, apenas ficava com a varinha na mão para imobilizar o lobisomem mas parece que o exercito trouxa me preocupa mais que ele, já que não sei se eles vão vasculhar o barco e descobrir o tal lobisomem então eu apenas observava o lado de fora olhando toda aquela paisagem vazia e principalmente para me certificar se a lua estava visível, tudo estava indo bem até que chegamos em um dos pontos dominados pelos trouxas e Vickon foi quem mais se comunicou com os trouxas, mentindo que a gente estávamos indo para a Groelândia e dizia que os dois homens eram amigos dele e que eu era a filha dele (quase dei risada mas consegui me segurar) e por incrível que pareça, eles acreditaram, provavelmente por causa dos nossos cabelos ruivos e logo em seguida, eles deixaram a gente seguir viagem.

Estava tudo bem até a lua cheia ficar visível e um dos homens se transformou em lobisomem que começou a querer atacar todos nós até que consegui imobiliza-lo e trancar ele no porão do barco com ajuda de Vickon e outro amigo dele, Vickon trancou o porão magicamente e dessa forma, prosseguirmos a viagem até finalmente chegar em Mag Mell.

Interação com: Vickon LeBeau Follard

Fiscalização de Novembro


Evelyn Wang Gremory

Call me Ivy
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Annelise C. Habsburg
Sociedade Bruxa - Adulto
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Annelise C. Habsburg

Patrono : Cobra da Morte

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
Varinha: Jacarandá, 28cm, Inflexível, Cerda de Acromântula.

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeDom 13 Dez 2020, 22:15


Mais uma fuga para a noite de lua cheia, mais uma vez em que precisei me esconder para passar por um momento de transformação cheia de dor e agonia. A lua cheia jorrava o brilho prateado sobre tudo o que tocava, sendo assim era fácil demais se perder na paisagem. O vento frio começava a incomodar, mesmo assim eu era obrigada a me despir para poder entrar na estranha dança que era a minha transformação em lobisomem. Deixei as minhas roupas, assim como pertences importantes, bem amarradas dentro de um saco plástico que estava preso agora no buraco oco de um grande carvalho. Precisei deixar vários rastros de todas as direções até o local, mas por sorte tudo estava certo de forma que só eu poderia identificar. Essa era a parte importante, agora nas minhas roupas íntimas eu comecei a caminhar até um descampado, onde a lua era bem visível e não demorou para que tudo começasse. A agonia e a dor, todos os movimentos que o meu corpo precisava fazer para assumir a sua nova forma, os gritos que ecoavam da minha garganta em dor e agonia. Tudo até que a forma lupina tomasse conta de tudo. Os olhos eram os últimos a mudar, no momento em que a minha mente se escondeu bem no fundo, deixando que tudo acontecesse fora do meu controle.

A lua cheia brilhava no céu, o clima gelado enquanto a copa das árvores balançavam sem nenhuma suavidade com o sopro que as envolvia. O lobo uivava para a lua enquanto a mata permanecia em silêncio total frente a sua presença. Era possível ouvir as demais criaturas se escondendo da criatura sanguinária que agora impunha a sua presença. Os olhos cor de âmbar brilhavam maldosos, erguida nas patas traseiras a criatura se movimentava lentamente farejando o ar com cuidado exagerado, em busca de algo que realmente parecesse apetitoso. Quando finalmente algum odor se fez presente a criatura se colocou rapidamente sobre as quatro patas e correu, seguindo o seu faro indo na direção dos odores, aqueles que faziam uma festa em suas papilas, em seus sentidos, em sua fome que gritava tão alto quanto os seus uivos para a lua cheia. O brilho prateado misturado ao sangue das presas abatidas deixava o clima bem mais pesado. O uivo para a lua cortou mais uma vez o silêncio, fazendo com que mais uma vez as criaturas corressem para se esconder, por mais audível que o som fosse a criatura estava temporariamente satisfeita. [...] Ao amanhecer busquei as minhas coisas, ignorando as dores e meu estado completo, e fui embora dali o mais rápido que pude.



 
.
Annelise Campbell Habsburg, ou Lisy. Formada com Grade de comunicação e Ministerial, Herdeira e Sonserina.  é Licantropa, mimada, rude e autoritária. atualmente trabalha no Profeta Diário
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Aredhel Maeir Elric
Resistência - Membro
Resistência - Membro
Aredhel Maeir Elric

Bicho-papão : Vampiros

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Escama de Cauda de Sereiano, Carvalho Inglês, 27cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeTer 15 Dez 2020, 22:41


shit don't mean shit
what else would it mean?
- Até que a Grã-Bretanha lhe caiu bem - sorriu Aredhel, levando um cigarro até os lábios enquanto via Amunet se aproximar um pouco mais - Cansou da paz do Egito? - perguntou de maneira irônica, arrancando uma risada da mulher mais velha. Amunet havia sido uma peça crucial na vida da Elric enquanto ela ainda buscava por seus irmãos, busca esta que tivera que interromper por conta de toda a guerra - Nada, nem sinal. Mas e aí, aproveitando nossa deliciosa guerra? - perguntou, jogando o resto do cigarro no chão antes de se voltar mais uma vez para a egípcia, que, como sempre, trajava uma roupa elegante - Gostaria de retomar as buscas e queria saber se você pode me ajudar com isso - não se prolongou muito, precisava ser direta para não ficar tanto tempo exposta assim. Desde que entrara na resistência, aprendera a ter ainda mais cautela. Sorriu com a resposta da mulher - Sempre soube que você não me deixaria na mão - agradeceu e, assim, aparatou para longe dali.
thanks covfefe



aredhel maeir elric
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Amunet Mert El Sayed
Avaliadores
Avaliadores
Amunet Mert El Sayed


Perfil Bruxo
Escola/Casa: Uagadou (Uganda)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Espinheiro-Negro, 29 cm, Rígida

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeTer 15 Dez 2020, 22:49


atemporal
Desaparatou no local combinado e logo avistou a jovem Aredhel com um cigarro nos lábios, sendo bastante receptiva com a egípcia que se aproximava - E a guerra lhe trouxe alguns vícios - brincou, obviamente, afinal ela mesma quem ensinara a jovem a fazer aquilo. Não propositalmente, é claro, mas sabia muito bem que a tinha influenciado. - A paz tende a ser um tanto quanto chata depois de um tempo - deu de ombros, mesmo que tivesse chegado muito antes de a barreira isolar a ilha e tudo que se sucedeu daquilo. Amunet já quase se considerava uma britânica. - Chegou a encontrar algo de seus irmãos? - questionou, umedecendo os lábios enquanto analisava a garota. De fato, Amunet tinha ficado muito curiosa com essa história, afinal o desaparecimento dos garotos era um tanto quanto esquisito, principalmente as circunstâncias nais quais havia ocorrido. - A guerra é uma delícia - respondeu de maneira divertida, abrindo um sorriso. Assentiu com a pergunta - Eu jamais diria não - preocupava-se com Aredhel, assim como preocupava-se com os dois garotos. Quer dizer, tinha tido contato com Edward há algum tempo, mas fora em um momento tão incomum que não saberia dizer se ele estava seguro ou não. Mas, de qualquer forma, havia prometido não comentar nada com a garota - Boa viagem - respondeu quando a garota sumiu diante de seus olhos. Amunet deu de ombros e também aparatou para longe dali, afinal não tinha motivos para permanecer no local.

thanks covfefe



amunet mert el sayed
mm
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Dahlia Alucard Orlok
Comerciante
Comerciante
Dahlia Alucard Orlok


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Escola/Casa: Salem (EUA)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Lobisomem, Castanheira, 29 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeTer 15 Dez 2020, 23:27



rule #1: you probably won't have fun

Dahlia aparatou no local com a testa franzida, um tanto quanto incomodada com a última reunião que tivera - Como esperam que eu consiga comprar mudas o suficiente para o reflorestamento se querem pagar menos da metade para a produção de varinhas? - grunhiu, indo em direção de uma área desmatada recentemente para uma remessa de cabos de vassoura. Um dos funcionários da fazenda estava espalhando poção herbicida pelas plantas, ordem dada por Dahlia, mas algo não parecia certo. - Sai, obrigada, mas deixa que eu faço - suspirou, afastando o rapaz para longe para que ela mesma pudesse aplicar a poção. Dahlia não gostava de terceirizar coisas que ela mesma poderia fazer, mas como estava em reunião desde o início da manhã, tivera que repassar algumas de suas funções para que tudo corresse da melhor forma enquanto ela não pudesse estar presente. - Malditos esnobes - revirou os olhos ao lembrar da proposta ridícula de compra que recebera naquela reunião, sentindo o sangue ferver com o deboche na voz do homem. Era seu segundo mês naquela função, mas definitivamente não deixaria ninguém passar por cima de sua autoridade. Além do mais, a fazenda possuía ótimos contratos com a maioria das lojas, então não tinha porque ceder apenas para uma. - Não pensem que vão passar a perna em mim - reclamou uma vez mais, olhando ao redor para garantir que não via nenhuma criatura rondando o local com o propósito de atacar as mudas plantadas há mais ou menos uma semana. Caminhou por entre as plantinhas e averiguou se todas tinham sido adubadas. - Fizeram um bom trabalho com vocês - sorriu de maneira tranquila, feliz ao saber que pelo menos poderia contar com seus colegas de trabalho.

Ouviu seu nome ser chamado e logo o mesmo rapaz retornou ao seu encontro, quase ofegante. - O que foi? - perguntou, sendo que foi respondida que os homens da reunião haviam retornado com uma proposta nova. Pagariam o dobro pela madeira das árvores de Mogno, mas gostariam de pagar a metade do preço para árvores de carvalho. Dahlia colocou uma mão na cintura e refletiu por alguns instante. Mogno era mais caro, então o pagamento duplo poderia facilmente suprir as levas de carvalho. Além do mais, já haviam outros interessados por remessas de carvalho, pagando até mesmo o triplo para as melhores madeiras daquela árvore. - Nada que alguns "não" não possam resolver, não é mesmo? - sorriu - Pode fechar o negócio - assentiu, liberando o rapaz para que ele retornasse com a resposta para os compradores. Dahlia não gostava muito de lidar com pessoas, mas era o melhor que tinha conseguido para poder ficar próxima de uma floresta, onde tinha arranjado um bom local para contê-los. - Preciso falar logo com Alysson - murmurou, olhando para a floresta fechada onde escondia o seu segredo. Aliás, um segredo de toda uma organização.


thanks covfefe



Dahlia ALucard Orlok
UMA DAS BRUXAS DE BLAIR | CAÇADORA | CLÃ ALUCARD

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Sigrid Sinclair Campbell
Conselho de Mag Mell
Conselho de Mag Mell
Sigrid Sinclair Campbell

Patrono : Leopardo Persa
Bicho-papão : Taylor em perigo

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Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pluma de Basilisco, Lima-Prata, 28cm, Quebradiça

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeTer 15 Dez 2020, 23:28

A security issue
A guerra trouxe consequências severas à minha constante desconfiança de estar segura ou não. Sendo uma das descendente original das Sinclair, eu temia que o ambiente violento intensificasse meu “ímã” de morte e isso acabasse prejudicando Taylor, Alex e até mesmo Lia. Mag Mell era um refúgio excelente e eu acreditava que minha atuação na ilha era de suma importância no momento, no entanto, não era possível deixar de visitar a Escócia de tempos em tempos para me certificar de que as coisas estavam bem na propriedade e com minhas irmãs de clã. Aproveitava o tempo fora da ilha para repor meu estoque de ingredientes de poções e demais itens pessoais que eu julgava necessários. Fiz uma pequena mala, encantada com feitiço indetectável de expansão, com coisas pedidas por Taylor e segui para o ponto seguro onde uma chave de portal me esperava, levando-me dali em instantes.
.:: Atemporal ::.


Sigrid
Sinclair
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Vickon LeBeau Follard
Membro da Guilda
Membro da Guilda
Vickon LeBeau Follard

Patrono : Pinguim-Imperador

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Koldovstoretz (Rússia)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Barba de Gnomo, Cipreste, 34 cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeTer 29 Dez 2020, 15:38

  Mais uma vez Vickon estaria em companhia de Ivy, dessa vez para um local mais distante do que de costume. Nyx havia confiado em ambos para conduzir dois homens até Mag Mell e embora o ruivo adorasse o cheiro de sal que o mar tinha, sabia dos grandes perigos que estaria correndo aceitando a missão... mas por ser tanto tempo seguidor de Nyx, sabia que aquele não seria o seu maior problema da vida, embora o Nate tivesse sido um bom exemplo dos riscos que era navegar em terrenos dominados pelos bretões. Claro que Vickon se preparou o quanto antes para a nova missão e logo estava atrás de um barco de pescas que tinha mais que a metade de seu casco enferrujado; se quisesse passar despercebido pelo exército, teria que se camuflar o melhor possível. Encontrou Ivy pouco antes de começar sua viagem e sentiu-se feliz por mais uma vez ter sua companhia. - Está meio difícil eles nos matar, eh!? - gritou Vickon com orgulho. A cada dia que sobrevivia era uma vitoria. Embora a guerra não tivesse perspectivas claras de um final, ele se sentia confiante que sua lady tinha tudo sob controle.

Com o barco sendo levado da Escócia, Vickon só pôde mesmo relaxar por menos de uma hora até uma discussão ser pautada. Um dos dois tripulantes era um lobisomem e aquilo irritou o ruivo, que se perguntara que porra eles faziam levando-os. - Agora eu entendi o puxa-saquismo, infelizes! Preferem os Vípers uma ova! - berrou o gigante, olhando para Ivy, como se ela soubesse daquilo também, mas parecia tão surpreso quanto ele sobre aquela informação. Ivy até ponderou em retornar para a superfície de terra, mas Vickon estava bravo demais para abandonar a superfície de água, onde ainda podia encontrar uma solução, mesmo que não parecesse haver. Aquela noite era de lua cheia e pois bem o mundo não mudaria seus fatores por apenas dois bruxos. - Vamos prosseguir. - Disse Vickon com certa autoridade. Não recuaria. Se Nyx soubesse daquele fato, então Vickon sabia que ela confiava mais nele do que pensava.

Em um dos momentos mais calmos do mar, como não era costume, o quarteto se deparou com três navios da marinha da grã-bretanha e com mais de vinte canhões apontando para o velho barco, fora as luzes que cegavam até o mais delicado olhar, Vickon brecou o volante do navio os lençóis mais porcos que já vira para que o automóvel marítimo perdesse velocidade. Quando o exército abordou o barco, subindo em dez homens, Vickon logo entrou no seu pior papel caipira que poderia ter. O sotaque russo ajudava, caso ele se esforçasse em manter o "R" mudo. Logo ele os enrolou, primeiro fingindo-se desinformado, questionando porque as autoridades estariam ali e como ele poderia ajudar em algo. - Bom, comandantes - não havia nenhum comandante, mas tentou parecer o mais ingênuo possível - Aqui só há eu, mia' fiá' ali e os dois moços que trabalham pra mim. Infelizmente tive uma entrega pra ser feita bem d'tadezinha', mas já estou retornando pra casa, ora! - ele riu e só alguns dos soldados riram de volta. Os soldados perguntaram para onde estavam indo e logo Vickon respondeu que seu destino era Groenlândia. Os soldados riram e Vickon fingiu não saber o motivo. Quando finalmente foram embora, um dos soldados explicou ao outro que a Groenlândia ficava para o lado contrário de onde Vickon se encaminhava, mas eles não chegaram a avisar o russo.

Com outra bagunça resolvida, a última foi mais trágica, onde Vickon notou a forte tendência que um dos tripulantes estava começando a se transformar, e sem perder tempo, arrastou o mesmo para debaixo do barco, no porão. Lá, Vickon avisou à Ivy para não interrompê-lo; infelizmente estava disposto a tirar a vida do desgraçado, se fosse necessário. Antes um do que nenhum, ele pensou, se recordando do cara na proa. Quando notou que a transformação começava, Vickon apontou a varinha na direção do indivíduo já algemado próximo a uma das paredes de metal e então emitiu: - Enjaulius! - por um momento achou que o feitiço não funcionaria, mas para ter certeza, chegou até mesmo a usar transfiguração, adulterando a massa do objeto para um aço resistente. Antes de subir de vez, ainda chegou a utilizar de um "Colloportus" para certificar a segurança dos outros dois companheiros de viagem. O final da viagem Vickon decidir apenas relaxar, desta vez de verdade, tentando se esquecer de todo estresse sofrido. Claro que ele se esforçou para não descontar na pequena Ivy; ela não tinha culpa das burradas feitas por trouxas.

Interação com: Ivy Wang Gremory
Off: Vickon saiu dali.

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Nate Drozdov McBride
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Nate Drozdov McBride

Patrono : Macaco-japonês

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeSeg 18 Jan 2021, 18:57

  Após uma longa caminhada até as montanhas da Escócia, ou como os habitantes chamavam: Terras Altas da Escócia, eu finalmente descanava debaixo de um galho de árvore que tinha como única proteção a madeira, até porque as folhas haviam caído totalmente durante o verão. A primavera era linda, para quem tinha a chance de visualizar as mudanças, e de certa forma eu tinha tempo de sobra pra isso, mas não queria. Com Nyx me dando refúgio pelas besteiras cometidas por mim no passado, ela agora tinha que me manter vivo e alimentado, embora talvez não quisesse. Ela poderia simplesmente me executar, mas por algum motivo não tinha agido até aquele instante a favor de tal ideia. Sob a pele de uma jovem loira e olha marrons, eu ficava ali, desperdiçando meu tempo apenas naquela parte do mundo; um dos poucos locais que o exército britânico não tinha total controle. Meu verdadeiro desejo era retornar pras batalhas e provar meu valor de qualquer maneira, mas aquele cara chamado Drake parecia fazer o dobro do que conseguia; embora ele não fosse um víper, pelo que tinha me contado, pelo menos não oficialmente. Nyx o chamava para uma conversa ou outra, segundo ele. Bom, o que me restava era ficar na pele de outras pessoas, tomando um líquido horroroso e cronometrando as doses de cinquenta em cinquenta minutos. Como todos os meus passeios, fiquei pouco menos de três horas. Segundo Drake, mais de três horas abriria brechas para outras pessoas tentarem puxar conversa comigo. Eu queria conversar, mas as pessoas não queria dialogar com um criminoso de nível S. Logo fui embora com certa melancolia, mas mantendo o comportamento discreto que tinha aprendido com aquele tempo isolado. Era tão cruel ficar longe de outras pessoas.

Off: Nate saiu dali.



— Oh shit, a rat! ; let me love, let me love you
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Dahlia Alucard Orlok
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeDom 31 Jan 2021, 05:26



regular day

O vento era suave e fazia com que a pele de Dahlia ficasse levemente arrepiada enquanto ela caminhava pela fazenda com um pergaminho e uma pena encantada flutuando ao seu lado. - Encomendar mais sementes de salgueiro - refletiu, ouvindo o arranhar da ponta da pena no papel grosso em que a mulher fazia a lista de atividades para aquele dia. Estava, naquele momento, indo conferir uma encomenda de madeiras para cabo de vassoura, mais especificamente as mais novas Nimbus que seriam lançadas ainda naquele ano. Dahlia preferia negociar com fábricas de vassouras; os fabricantes de varinhas geralmente eram meio arrogantes. Pelo menos com ela, é claro. Logo chegou no depósito e avistou várias caixas quadradas de madeira, onde o material era acomodado e então enviado para as fabricantes de Nimbus. De maneira cautelosa, Dahlia empurrou o tampo de uma das caixas, conferindo se o produto ali dentro era, de fato, o melhor que poderia enviar. - Parece tudo ok por aqui - comentou para si, já que, naquele dia, trabalhava sozinha. Esticou os braços e alongou as costas, recostando-se em uma das caixas. Pegou o pergaminho e a pena, colocando ambos no bolso de trás de sua calça. Agora, precisava avisar os fabricantes que a encomenda estava pronta, ou seja, precisaria ela mesma escrever uma carta informando. Dahlia gostava que os compradores viessem averiguar o produto antes do envio, era um método de garantir que não haveria reclamações posteriores, sem contar que quaisquer outros pedidos poderiam ser feitos antes da entrega.

Dirigiu-se preguiçosamente em direção do escritório na pequena casinha da fazenda, onde Dahlia guardava todos os contratos, endereços e contatos de seus clientes e possíveis futuros clientes. Sentou-se na poltrona velha e confortável e pegou um pedaço de papel, onde escreveu que a mercadoria já estava disponível para conferimento. Colocou a carta em um envelope e assoviou duas vezes, logo ouvindo o bater de asas de sua coruja negra. - Olá, bonitinha - sorriu, inclinando a carta em direção da ave, que a pegou com a ponta de seu bico curvo - Nimbus - costumava só falar o nome da vassoura, pois assim a carta iria diretamente para o diretor de operações da fábrica. A coruja bateu asas e levantou vôo novamente, saindo pela porta para realizar sua missão daquele dia. Dahlia recostou-se na cadeira, fechando os olhos por alguns segundos antes de subitamente levantar-se para fazer um chá. Não havia muito para fazer naquele dia, então queria passar o tempo da melhor maneira possível: lendo algum livro e tomando um bom chá. Só retornaria para casa quando a coruja voltasse, então agora lhe restava aguardar. Com a bebida pronta, Orlok puxou um livro sobre Criaturas Mágicas e aprofundou-se na leitura, sem perceber que o tempo passava rapidamente. Não demorou muito mais para que a coruja chegasse e pousasse no ombro da mulher, que inclinou a cabeça e deixou que a ave bicasse suavemente sua bochecha. - Vamos para casa? - fechou o livro e levantou-se. Aparatou para longe dali.  



thanks covfefe



Dahlia ALucard Orlok
UMA DAS BRUXAS DE BLAIR | CAÇADORA | CLÃ ALUCARD

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Dahlia Alucard Orlok
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Escola/Casa: Salem (EUA)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Lobisomem, Castanheira, 29 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeTer 23 Fev 2021, 16:47



The Hunt

Era seu dia de folga e sabia exatamente o que fazer. Não era a mesma coisa do que Blair, sabia disso, mas não podia deixar as florestas desprotegidas; pelo menos não as que eram próximas de seu local de trabalho. Munida de sua varinha, Dahlia aparatou no centro da floresta naquela noite. Esquadrinhou o local com os olhos, prestando atenção para ver se sentia algo por perto enquanto estava parada, mas nada ouviu. O seu punhal estava bem acomodado em um coldre preso em sua coxa, então não seria problema utilizá-lo no momento necessário, o que garantiu que ela avançasse por entre as árvores com passos suaves e quase inaudíveis. Estava acostumada a ser silenciosa, o que a permitia de aproximar-se o suficiente daquelas malditas criaturas antes de imobilizá-las e eliminá-las de sua existência maldita. A floresta parecia vazia. Aquilo podia ser verdade, mas Dahlia não confiava nessa suposição; nenhuma floresta estava vazia. Por sinal, aquela floresta parecia vazia demais, pois nem mesmo um pio de coruja a mulher escutou. Isso significava que algo estava ali, alimentando-se de criaturas inocentes que provavelmente escondiam-se na esperança de sobreviver por mais uma noite. Está tudo bem, eu vou ajudar vocês, pensou, caminhando mais para o coração da floresta. Foi quando, então, acabou por sentir uma presença e isso a fez parar de caminhar. Estava sendo observada e sabia disso. Sentia os olhos erráticos caindo sobre si, acompanhando todo movimento que fazia, despertando a sagacidade de Dahlia ainda mais. Sentia cheiro de perigo e era isso que queria, mas conseguia manter seus batimentos tranquilos o suficiente para que a criatura achasse que não havia sido notada. Atrás de mim? Que golpe desonesto, pensou ao ouvir passos rápidos atrás de si. Girou em seus calcanhares e apontou ã varinha para o vulto que movia-se em sua direção - Immobilus! - exclamou, paralisando o ser que caiu no chão instantaneamente. Rápida como um felino, Dahlia pulou por cima do vampiro selvagem com um sorriso nos lábios - Você escolheu um péssimo dia para sair do inferno que habita - murmurou, puxando o punhal e cravando na criatura, assim como o ritual dos Alucard ordenava. Afastou-se, então, apontando a varinha mais uma vez - Incendio - concentrou-se para que o fogo se mantivesse unicamente no vampiro recém morto, queimando-o até que virasse cinzas, quando desfez o feitiço. Não encontraria outra criatura naquele dia e sabia disso, então apenas aparatou para longe dali, com a sensação de dever cumprido.


OFF: Com Alysson Alucard Orlok e Zöe Hunter Morrissey.


thanks covfefe



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Jafar Kosey Schrödinger
Sociedade Estudantil - Estudante
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Jafar Kosey Schrödinger


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Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Chifre de Serpente Chifruda, Videira, 31 cm, Flexível

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 8 I_icon_minitimeTer 16 Mar 2021, 22:44

The Gift
And the beginning of the game
Achar meu irmão era sempre uma dificuldade. Veja bem, ele é um cara bom... Bom no que faz. Demorei anos para sequer descobrir quem ele era e agora eu demorava também bastante tempo para conseguir saber onde ele estava. Veja bem, o cara mora em uma mala e tá sempre se mexendo. Ele não facilitou minha vida. Ainda sim, Jared me dava um certo orgulho com isso. Ah sim, eu sei as coisas erradas que ele faz, outra coisa que demorou deveras para eu conseguir saber. Eu posso contar essa história melhor num outro momento, agora eu estou mais ocupado em entregar um presente para ele. Jared vinha para as Terras Altas de vez enquanto, ele parecia se encontrar com uma mulher por aqui. Também posso falar dela em outra ocasião, agora não. Eu estava parado, a alguns metros de onde estava a mala dele. Bem escondida, devo dizer, sem falar que naquele lugar nenhuma alma viva iria passar a não ser que quisesse ir diretamente ali, o que era o meu caso. Eu deixei uma caixa ao lado da mala, ela tinha embrulho, laço e tudo. Era um presente mesmo, eu não estava metaforizando. Dei algumas batidas na mala como se estivesse batendo em uma porta, então corri para uma árvore e subi ela rapidamente com o auxílio de alguns feitiços. Fiquei empoleirado num galho esperando.

A caixa era uma mensagem. Uma mensagem dizendo que eu sabia as coisas que Jared fazia. O que tinha dentro dela era uma espécie de maquete com miniaturas que contava uma cena. A cena era o meu querido irmão matando uma mulher aleatória num local aleatório. Não tinha nada a ver com os crimes que ele fazia de verdade, afinal, eu posso ter encontrado e descoberto coisas sobre ele, mas ele não deixava de ser bom no que fazia. Isso mesmo, eu nunca tinha o visto de fato em ação, mas eu sabia ver os sinais muito bem. Somos parecidos eu e ele. Era apenas um cenário hipotético onde ele matava alguém, mas era uma arte bem feita, claro. Eu sou bom nessas coisas manuais, tanto em arte quanto em... Outras coisas. Ah, eu não estava particularmente escondido também. Qualquer pessoa dali de perto poderia ver que alguém estava empoleirado na árvore. No entanto, eu não estava de cara limpa. Eu usava roupas pretas e uma daquelas máscaras que os médicos usavam na peste negra, aquele bico de pássaro, só que em colocação preta. Eu era o melhor cosplay de corvo macabro, não que isso fosse assustar Jared, é claro. Eu só queria jogar um jogo com o meu irmão, me divertir, fazer ele se divertir também e, para esse jogo acontecer, eu não podia revelar a minha identidade assim na primeira oportunidade.


Jafar Kosey Schrödinger
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