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 Terras Altas da Escócia

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Diretor Alvoros Grunnion
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MensagemAssunto: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 6 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 20:48

Relembrando a primeira mensagem :

Terras Altas da Escócia

Escócia


Terras Altas da Escócia - Página 6 Olivier

As Terras Altas são uma zona montanhosa do norte da Escócia, onde o catolicismo permaneceu influente ao longo da História da Escócia. As Terras Baixas, por outro lado, são um bastião do protestantismo . Politicamente, as Terras Altas caracterizavam-se até ao século XVIII por um sistema feudal de famílias poderosas, os famosos clãs escoceses.

Fonte: Wikipédia



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
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- Falas
"Falas de outros personagens"
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Faye Gebühr Wichbest
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 6 I_icon_minitimeSab 20 Abr 2019, 19:32

Armed Peace
Era engraçado como as vezes Faye se transformava com a mente bastante transtornada, mas outras vezes ela apenas aceitava o que lhe acontecia todas as noites de lua cheia e simplesmente... Ficava tranquila. Aquele era um dos dias, enquanto sol ia se ponto e os últimos raios luminosos iam dando suas últimas caras, Faye estava deitada na grama apenas observando o céu que ia ficando gradativamente mais escuro. Ela pensava sobre tudo... Havia um tempo em que ela acreditava que era capaz de lidar com a licantropia, de conviver com ela e aceitá-la, e assim ela chegaria aquele nível onde o licantropo é um pouco híbrido, mas não de forma absurda. Meras ilusões. Depois do que aquela maldição tinha lhe causado, muito mais do que apenas transformar-se todas as noites de lua cheia num lobo sanguinário, ela realmente tinha cortado todas as relações que pensava ter com o seu lobo anterior. Era triste sim, mas ela simplesmente não conseguia perdoa-lo, talvez não conseguisse nem perdoar a si mesma, por mais que não tenha consciência quando está em sua forma de lobo. Faye não sabia o que faria agora, estava melancólica e meio que sem rumo, a única coisa que a sustentava era a sua especialização em herbologia, pelo menos agora estava tratando da matéria da qual realmente gostava, pelo menos era isso que esperava, por mais que tivesse que fazer poções de novo. Era realmente uma sacanagem o que as burocracias podem fazer as vezes, não era culpa dela, mas ela estava pagando o pato sozinha por isso. Apenas tentava seguir em frente com todos os seus problemas, não reclamava mais de nada, não queria mais reclamar, só queria ficar daquele jeito, deitada esperando o fatídico momento em que iria se transformar. Ele estava chegando sim, porque os raios solares eram menos, o céu estava mais escuro, em breve ela iria visualizar a lua cheia e seria a sua última visão antes dos borrões que via antes de desmaiar, a dor balançava seus sentidos.

E por falar em dor, ela havia chegado, quer dizer, a primeira coisa que chegava era o seu corpo esquentando, e com isso as dores vinham quando seus ossos e músculos começavam a se remodelar. Faye começou a se contorcer no chão, visto que já estava deitada no mesmo, as dores logo começaram a ofuscar seus sentidos e pensamentos, sua visão estava começando a ficar com uma penumbra em volta, cheio de pontinhos pretos, nos seus ouvidos vinha aquele zumbido que não lhe permitia ouvir mais nada, seu olfato ela nem sabia, a dor fazia ela se esquecer do mesmo. Logo seu corpo já estava mais no porte de um quadrúpede, embora as mudanças continuassem porque ainda havia o que mudar, principalmente no rosto, onde o mesmo se alongava, forçando o focinho, na sua boca os dentes cresciam e se tornavam mais pontudos, os transformando em dentes de um carnívoro. As últimas coisas aconteciam então, os pelos iam crescendo por todo o corpo, negros como a noite, os bigodes em seu rosto também, assim como os seus olhos ficavam coloridos num amarelo vivo. Sua transformação estava pronta, as dores já tinham sumido, mas elas tinham levado também a consciência de Faye embora, deixando somente o lobo no meio da floresta. Como sempre, ele fazia o mesmo movimento, como se fosse um cumprimento a lua que tinha lhe trazido a vida, seu pescoço erguia-se para cima enquanto suas cordas vocais iam produzindo o som de uivo, uivo este que cortava o silêncio da floresta, um uivo que para muitos podia ser um alerta de que o perigo estava se aproximando.

Começou a sentir os cheios e ouvir a floresta com os seus sentidos apurados, os barulhos eram dos mais variados, desde as folhas se mexendo por causa do vento até os pequenos roedores que caminhavam de noite, todos com passadas rápidas com medo dos predadores noturnos, dos quais eram muitos. Os cheiros também eram variados e provinham dos animais da floresta, aos quais se tratavam de inúmeras espécies das quais ocupariam linhas demais se fossem todas citadas. No entanto, nada daquilo que realmente importava para o lobisomem, que era o cheio do sangue humano, da carne humana, só de pensar nela a sua fome (que já era muita mesmo) aumentava. Entender o porque daquilo era simplesmente inviável, era algo mais forte, primitivo, algo que nunca deixaria de estar impregnado em todo o corpo daquela criatura, a vontade insana de devorar uma pessoa. Começou a correr pela floresta, as vezes tinha sorte de conseguir encontrar algum humano acampando, poderia sentir o cheiro de um a uma distância formidável, era por conta disso que mesmo correndo o lobisomem estava atento aos odores do ambiente. Foi quando parou em um dado momento quando captou o cheiro característico de um humano, ou melhor, mais de um, no entanto, já não estavam mais ali. Como caçador árduo que era, parou a sua corrida e prostrou o nariz mais próximo ao solo, tentando seguir aquele odor característico. O lobisomem, com muito vigor durante a única noite que ele aparecia, ficou o resto da noite inteira tentando achar os humanos provenientes daquele cheiro, no entanto, eles já tinham saído da floresta a muito tempo, deixando apenas os seus rastros. Os raios solares começaram a surgir novamente porque o sol nascia, momento em que a transformação começou a se reverter e Faye voltou a ser humana, desmaiando por algumas horas até finalmente acordar e tratar de sair da floresta. Retirou-se dali.


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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 6 I_icon_minitimeSab 25 Maio 2019, 16:04

The Moment To Think
A quanto tempo estava andando? Ou melhor, correndo? A quanto tempo será que estava desesperadamente procurando aquele cheio tão bom de carne humana? O cheiro que provinha do suor de sua presa, embora tal cheiro fosse muito mais atrativo quando o humano estava machucado, porque dai o cheiro do sangue também era captado. A quanto tempo também estava procurando o som das passadas características de um ser humano? Ah sim, cada animal tem um som diferente para as suas passadas, um ritmo diferente, um abafamento diferente, afinal, alguns animais tem quatro patas, outros tem duas, algumas animais são muito mais maiores do que outros. Alguns são caçadores, outros são presas. É, quando se vive na floresta você acaba por pegar este extinto, e por mais que o lobisomem não seja exatamente uma criatura que viva sempre na floresta, afinal, só está vivo nas noites de lua cheia, sempre que se transformava, o lobo de Faye se encontrava naquela mesma floresta, de forma que, modestiamente, até conhecia aquele ambiente. As vezes encontrava algumas pessoas acampando naquela região, eram dias de prato cheio, embora nem sempre (ou quase nunca) conseguisse realmente capturar as pessoas, elas sempre viam preparadas já esperando ataques de animais. No entanto, naquele dia (ou melhor, noite), seus sentidos não captaram nenhum humano, apenas os mais variados sons e cheiros dos animais noturnos da floresta. As corujas que gostavam de aparecer para caçar, alguns felinos também, pequenos roedores, dentre outra variedade de fauna. O lobisomem, naquele espaço amplo da floresta, não descansaria até procurar em todos os lugares sobre a sua presa, e somente depois disso se entregaria ao desespero de começar a se morder, era por isso que Faye sempre se transformava ali naquele lugar amplo, o lobisomem iria se manter bem ocupado até o amanhecer. Amanhecer este que, por sinal, já estava começando a acontecer, mostrando os primeiros raios de luz que faziam o céu ir, aos poucos, de negro para azul claro novamente. Se lobisomens sentem medo, eu também não sei, mas imagino que o lobo de Faye, ao ver o amanhecer, sempre tenta fugir dele para continuar a sua caçada nas terras escuras. Claro que a velocidade da rotação da terra é sempre maior do que a sua mera corrida, e quando menos se vê, a luz do sol atinge a pele do animal, que começa a reverter o seu processo de transformação.

Diga-se de passagem, não é legal acordar com a dor de uma transformação. Sim, é como acordar quando se está voltando a ter o controle de seu corpo, só que Faye volta ainda no processo de transformação, enquanto o lobo está sendo posto para dormir por mais um mês a força. Imaginava ela que ele também sentia todas as suas dores, embora no fim, eles fossem a mesma pessoa apenas em condições diferentes. Era sempre uma dor muito grande, mesmo depois de anos e anos de licantropia, ainda era uma dor terrível, a febre que acometia todos os seus membros por causa da transformação fazia tudo doer. Os ossos e músculos que voltavam ao normal também geravam as suas dores, assim como o crânio se remodelando... Oh, essa sem dúvida era a parte mais dolorida. Faye por vezes já se pegou pensando se era assim também com os animagos, por mais que soubesse que não era. Seus pelos negros se retraiam deixando exposta novamente a sua pele de mulher, seus cabelos voltavam a crescer, seus olhos deixavam de ser aquele amarelo vivo do lobo para voltarem a ser seus ternos verdes claros. Faye sempre enxergava de forma turva a copa das árvores e a luz do sol, mas toda vez depois de uma transformação ela desmaiava. Não teve uma só vez que isso aconteceu. Acordava então, horas depois, despida de suas roupas, mas com a varinha presa ao pescoço com uma coleira especial que ela tinha feito, assim podia conjurar tecidos para cobrir o seu corpo e assim começar a peregrinação para sair da floresta. Faye não sabia aparatar, por conta disso, usava feitiços de localização para sair da floresta. Nessas caminhadas, ela sempre tinha bastante tempo para pensar.

Pensava dessa vez em como a sua memória estava uma verdadeira bagunça, como haviam certas lacunas, ela sabia a causa disso, mas nem por isso deixava de ser menos confuso ou estranho. A maioria das pessoas que imaginam perder a memória pensam que vão viver numa eterna agonia de não saberem como foram as suas vidas, mas Faye não sentia isso, ela se sentia tranquila mesmo com várias partes da sua memória faltando, como se a parte que tivesse restado fosse totalmente suficiente para saber quem era, seu carater, e tudo mais. As vezes ela se pegava pensando se o que lhe fez perder a memória também a fazia ficar de boas com isso, como se fosse uma espécie de castigo não sentir essa agonia, viver com isso e ficar bem, causando o mal para outra pessoa. Isso por si só acabava a deixando mal também, quem sabe a deixasse ainda mais sem paz do que se ela tivesse agonia de ter perdido a memória. Em meio a esses pensamentos, acabou encontrando a saída da floresta, encontrando uma pequena cidade do interior, já era um ótimo começo. Retirou-se das terras altas.


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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 6 I_icon_minitimeSeg 03 Jun 2019, 02:17



“Em rodopio as almas volteavam, ao capricho do vento que as trazia.”

O sorriso de claro divertimento ainda estampava o rosto da procurada quando, ao contrário de suas outras aparições, esta simplesmente veio a se materializar naquele lugar em frente a Caim e aquelas cinco vítimas especiais. Seu olhar dançando entre eles a medida que apenas começava a fazer sua escolha, pois sabia que estavam próximos do lugar onde a primeira etapa deveria acontecer. E apenas de saber aquilo a adrenalina em suas veias aumentava, fazendo seu coração bombear o sangue mais rápido, lhe dilatando as pupilas e acelerando sua respiração. Com um sorriso único em seus lábios, a mulher então capturou aquele que julgou ser o mais velho, por achar que este serviria melhor para iniciarem aquele que seria um de seus melhores truques. Mesmo que, é claro, este não fosse ser aparente de imediato, ele ainda teria o seu efeito no momento certo. Segurando o garoto pela camisa, estando esse devidamente amarrado já que antes que acordassem Caim veio a amarrar todos, para evitar assim qualquer gracinha – embora Nyx adorasse quando suas vítimas tentassem fugir –, a mulher apenas sorriu e analisou-o por um momento, pouco se importando com qualquer coisa que pudesse sair de sua boca. - Diga-me rapaz… Você já pecou em vida? - Sua voz era rouca e debochada, não dando sentido algum para aquele tipo de pergunta, a qual realmente não era para ter. Nyx, por sua vez, apenas mirou a varinha em direção ao rapaz e, com um rápido aceno e um “Wingardium Leviosa” sendo entoado, esta passou a levitá-lo para que não lhe desse trabalho no caminho. Em outros momentos ela se divertiria com aquilo, deixando-o correr para caçá-lo, mas naquele momento ela tinha uma agenda realmente apertada.

A procurada levou o garoto (Jake Ziegler) consigo por mais alguns metros, parando no que parecia ser um local próximo a uma estrada de asfalto, mas com quase nenhum movimento de carro era impossível dizer com precisão. Sem cuidado algum a mulher veio a jogá-lo no chão, com um sorriso satisfeito ao ouvir o baque provocado pela queda, antes de então aproximar-se do garoto e puxá-lo pelos cabelos. Com um de seus pés pressionando as cordas que uniam as pernas do mesmo, Nyx não demorou a retirar de dentro de suas vestes uma adaga reluzente e aparência incomum, a qual veio a repousar no ombro de sua vítima enquanto olhava para os lados. - Sabe, esse é um lugar muito especial… Morrer aqui, muito provavelmente, deveria ser uma grande honra. - Sua voz soava de maneira ansiosa e cheia de expectativas, como se estivesse prestes a presenciar uma das melhores coisas do mundo. - Algumas coisas existem para serem inevitáveis, garoto. Eu apenas sou uma delas. - Sentenciou a procurada e, antes de deixá-lo ter a chance de falar mais alguma coisa, principalmente pela forma como este agora se sacudia, Nyx segurou-o de maneira mais brusca e afundou a adaga em sua garganta realizando um corte profundo. E enquanto a vida se esvaia de dentro do garoto, a procurada sorria extasiada e o segurava de maneira que seu sangue banhasse o chão onde estavam. Tudo aquilo tinha um significado, mesmo que este fosse de conhecimento exclusivo de Nyx, o significado existia e para a mulher era simplesmente perfeito. A sensação de prazer e o rejubilo de alegria que a procurada sentia, definitivamente eram enormes, algo que apenas conferia aquele momento um significado maior ainda. Quando sua vítima finalmente deixou de se mover completamente, ela apenas jogou seu corpo no chão, usando de um feitiço para cortar sua mão fora e de um belo “Airpin” para desaparecer de vez com o corpo. Aquela parte estava feita, mas para a diversão extrema da procurada mais quatro ainda estavam por vir, de forma que esta apenas retornou para onde os outros estavam e atirou a mão do garoto morto em direção a Caim. - Guarde, vai ser útil até o fim do dia. Agora, vamos para o nosso próximo ponto de encontro, sim? - Disse a mulher com um sorriso maldoso, antes de então segurar duas das outras vítimas e aparatar dali.

OBS.: Postagens ocorrendo por volta das 13h no dia 31 de Outubro, sendo interações já combinadas (fechadas) para trama com Caim Ford Beaumont e Jake Artie Ziegler, de forma que qualquer interação não combinada será ignorada. Postagens retratando as proximidades de Campbeltown na Escócia.


Legenda de Duelos:
 
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 6 I_icon_minitimeSab 08 Jun 2019, 21:13

Game Over, Part 2
Porque Jake? Ele sequer sabia porque a procurada Nyx estava o segurando pela camisa naquele momento, olhando para ele como se estivesse o analisando. Eram muitos os sentimentos que o percorriam naquele momento, ele tinha pavor de Nyx, estava achando o tempo todo que iria morrer, afinal, estava subjugado por uma mulher considerada a mais perigosa pelas autoridades bruxas. Também havia uma parte de si que dizia que se fosse morrer, então não iria sem lutar, embora continuasse em desespero, tentando não transparecer isso com os seus olhos. Queria ser forte, mas não era, porque seus olhos arregalados e expressões ruins diziam que o medo estava claramente ali. Enquanto ela o observava, Jake pensava em mil coisas para dizer, como pedir para não morrer, pedir para não sofrer, ou simplesmente começar a xingar Nyx de todos os nomes ruins que conhecesse, no entanto, ele nada dizia, só não conseguia escolher o que dizer, no entanto, quando ela fez a pergunta, isso foi uma direção para a uma resposta. - Não tanto quanto você. - Se ele fosse mais corajoso, teria cuspido na cara dela, realmente pensou em fazer isso, mas depois pensou que isso era um passaporte ainda mais elevado para sofrer ou morrer, então, era melhor se preservar, sua mente esperançosa dizia que ele ainda tinha chance de se livrar daquilo tudo, ainda estava vivo. Sim, amarrado, com a procurada número um do ministério, mas ainda estava vivo. Jake achou que estava morto logo em seguida, quando viu a procurada apontar a varinha para ele, mas a magia que veio não era uma maldição de morte, era apenas um feitiço de levitação para carregá-lo. Seus pensamentos estavam a mil pensando para onde ela o levaria, o que iria fazer com ele. Nossa, ele só queria a sua liberdade, sair correndo e nunca mais sair de dentro de casa, não correr riscos, queria viver.

Jake observou a paisagem enquanto era levitado para sabe-se lá onde, estavam num lugar desértico em pessoas que, quando viu que estavam se aproximando de uma estrada, teve esperança de algum carro passar e quem sabe até atropelar Nyx, o livrando do que quer que fosse acontecer. Doce mente imaginativa, a estrada era tão deserta quanto todo o lugar, nem sequer barulho de carro vindo ao longe era possível de ser ouvida. Foi a primeira vez que ele se pegou pensando em onde estava, porque o que via, estrada e vegetação nativa, nada dizia de em qual região do globo estaria. Será que ainda estava perto de Hogwarts? Ou será que estava do outro lado do planeta na América? Realmente não tinha como saber, e isso não era uma boa sensação. Seus pensamentos foram cortados quando a gravidade voltou a agir sob seu corpo e ele caiu todo desconjuntado no chão por conta das cordas que o amarravam. Ficou ali sentindo o seu corpo dolorido por um tempo, alheio as ações da procurada até que ela puxasse os seus cabelos. Jake não podia evitar soltar alguns grunhidos de dor, ela parecia estar se divertindo com ele, ele não queria isso, mas simplesmente doía e ele simplesmente reagia a isso, não tinha como simplesmente evitar. Quando vira a adaga, seu coração começou a disparar e ele agora sentiu que realmente iria morrer. Bruxos podem matar com uma varinha, se trazem armas brancas então é porque realmente pretendem a utilizar. Ao mesmo tempo em que ficava mais desesperado, também ficava mais corajoso, se era pra morrer, que morresse não sendo um bebê chorão divertindo tanto aquela mulher. - Se isso é tanta honra, porque não morre você aqui? - Perguntou com uma voz baixa, valha, podia ser corajoso para dizer isso, mas ainda estava morrendo de medo.

Jake percebeu que ela estava falando as suas palavras finais, que ela iria matá-lo naquele momento, e o seu extinto falou muito mais quando isso aconteceu, ele simplesmente começou a se debater como pode, tentar livrar-se daquelas cordas, tentar rolar para outro lado, qualquer coisa. Literalmente qualquer coisa que pudesse salvá-lo, no entanto, logo logo ele iria descobrir que todo esse esforço seria em vão. Nyx era inevitável segundo as suas próprias palavras, e por mais que Jake quisesse fugir disso, se debater, qualquer coisa, ele sentiu ela o segurando, restringindo ainda mais as suas tentativas inúteis de fuga até finalmente cortar-lhe a garganta. Certamente ele sentiu a dor no inicio, mas depois ele sentiu algo pior, tentava respirar, puxar o ar, mas não conseguia fazer isso direito, sentia outras coisas entrando ali, era o seu sangue que estava adentrando na via respiratória e causando a sua própria asfixia. Jake ainda tentou se debater, talvez ainda tivesse uma chance, era o extinto falando, mas logo os seus membros começaram a ficar cansados, tudo começou a ficar extremamente difícil, a agonia de não conseguir respirar o consumiu por completo até que, finalmente, a vida estava deixando o seu corpo. Seus olhos começaram a escurecer, até que ficou tudo negro de vez, e com isso, Jake tinha partido para uma outra vida, aquela que vem depois da morte. O que a sua morte significaria para o mundo? Jake já tinha pensado nisso antes. No fim das contas, a sua morte foi usada para o mal, mas ele em si, em vida, tinha sido uma boa pessoa, uma boa vida.


DIMITRI
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JAKE
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 6 I_icon_minitimeSex 14 Jun 2019, 10:40

Take Care When Camping In The Forest
A Lua Cheia já estava erguida no seu escuro tinha algumas horas, horas essas que o lobo corria enquanto seus ouvidos apurados captavam os sons do ambiente e o olfato era utilizado para captar o cheiro que tanto queria sentir por perto. Ah sim, um caçador nato sempre quer encontrar a sua presa perfeita. Já estava nessa sina a horas e nunca se cansava, até porque, só despertava numa única noite, e juntava todo o seu vigor para ser gasto nessa única noite, não havia descanso. Continuou a correr até que finalmente o seu focinho captou um cheiro diferente dos normais da floresta, aquele cheiro que tanto gostaria de sentir, o cheiro de carne humana estava exalando e o hipnotizando. Sem mais delongas, o lobo seguiu o caminho que esse cheiro produzia até encontrar-se em um pequeno acampamento com duas barradas. É, não havia somente uma pessoa ali, haviam várias pessoas, um verdadeiro prato cheio, um banquete, para qualquer lobisomem que se prese. Seus passos tornaram-se mais cautelosos ao chegar perto de um lugar, podia ser impulsivo e sanguinário, mas ainda tratava-se de um caçador, e antes de pular em sua presa um caçador sempre analisa a melhor forma de fazer isso para não perder a sua caça. Os humanos não podiam ser vistos, estavam dentro de suas cavernas de pano, barracas na linguagem normal, mas isso não seria uma problema para o lobo. Ele também não estava ouvindo muitos ruídos, o que indicava que os humanos ali presentes estavam repousados, dormindo em seu sono profundo, sem nem desconfiar que do outro lado de suas barracas havia uma criatura sedenta pela carne deles.

Já não podia mais esperar, já tinha analisado o suficiente, apenas correu e partiu para cima de uma das barracas, pulando na mesma com as suas patas posicionadas para frente de forma a arrancar a força do pano daquela barraca. Não fora fácil, o material era resistente e fez um efeito de ação e reação com o lobo, empurrando-o para trás novamente, mas é claro que a criatura não desistiu, partindo para cima com unhas e dentes para rasgar aquele tecido. Seus ouvidos captavam os gritos estridentes dados pelos humanos, era o som do desespero deles, o som de presas que sabem que serão capturadas, um som que o lobisomem gostava de ouvir isso não tenha dúvidas. O lobo continuou a forçar as suas partes afiadas contra o tecido até que um furo se fez, depois do furo estar feito, já estava ganho, bastava apenas começar a morder o lugar para os seus dentes rasgarem ainda mais o tecido. Não deu outra, logo o mesmo estava arrombado com um buraco que permitia a entrada da criatura, que partiu para cima da primeira pessoa que viu, um homem, pulando e mordendo-o logo no pescoço, um ponto vital. Ouvia os gritos da menina ao seu lado, mas não iria soltar o homem até ter certificado-se que tinha morrido. Enquanto isso, os seus ouvidos a mil por hora captavam algo vindo do lado de fora, provavelmente eram os humanos da outra barraca correndo para sobreviver. Não podia negar, o lobisomem queria devorar todos os humanos, mas até mesmo essa criatura impulsiva sabia que não era o suficiente para capturar sozinho de quatro a cinco humanos. Logo a mulher que dividia a barraca com o lobo também fez o mesmo, abrindo a mesma e retirando-se, tentando seguir aqueles que tinham saído primeiro. Sobrou apenas o lobo e o homem morto, este que seria a sua refeição daquele dia. Finalmente, depois de várias Luas Cheias escassas, finalmente um pouco de recompensa. Não que o lobo lembrava-se de suas noites anteriores, para falar a verdade, talvez ninguém saiba responder isso, mas certamente o lobo estava feliz enquanto saboreava a carne fresquinha do que tinha acabado de morrer.

A refeição durou até que o lobo conseguisse a terminar, e assim que isso aconteceu, ele já estava com vontade de caçar os outros que tinham fugido. O quão longe estariam? Era uma floresta grande, certamente ainda poderiam estar por ali, bastava ele usar o seu focinho e os farejar. Essa foi a estratégia da criatura até que o dia amanheceu, momento em que a transformação retornou de lobo para humana. Faye, obviamente, como sempre desmaiava, mas assim que acordava já buscava a sua varinha (presa uma coleira resistente que usava desde antes da Lua Cheia ir aos céus) para conjurar roupas e então conseguir retirar-se da floresta em segurança. Saiu dali.


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Caim Ford Beaumont
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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 6 I_icon_minitimeQua 19 Jun 2019, 22:13


Eram cinco. Castanhos, os olhos viajavam pelas silhuetas inertes das vítimas que ali se encontravam, desacordadas, compartilhavam da mesma inconsciência que não tão gentilmente o homem concedeu, ainda assim, deu-lhes a chance de experimentar o que se tornaria eterno para cada insignificante presença ali deitada com a face rente a grama verde do local. Descruzando os braços, Beaumont se colocou em ação enquanto aguardava Nyx aparecer ali para dar sequência aos atos premeditados que haviam sido discutidos. Começou a amarrar um por um, nós fortes, unia as duas mãos  passava a corda por ali, dando três voltas e então um nó, repetia o processo nos pés, unindo as pernas, isso obviamente impossibilitava a locomoção deles, porém, há de se usar a sinceridade: para onde correriam? Um bando aleatório de pobres coitados escolhidos como sacrifício para algo maior que sua existência de ínfimo sentido poderiam imaginar. O homem amarrou todos os cinco, alguns corpos já se moviam, retornando a consciência e ele só pode rolar os olhos. Ter vítimas era bom, ruim eram as vítimas que apelavam para a misericórdia, rogavam pela vida e citavam com tom de emoção coisas da vida era entediante, não havia lugar para misericórdia ali, menos ainda no novo mundo que aos poucos se erguia. Colocou as mãos nos bolsos do longo sobretudo que usava, preto, como a maioria das roupas que trajava em seu corpo. Num piscar o ar ficou mais pesado, a mulher de fios loiros tinha em seus lábios um sorriso, o francês nada falou, apenas deu um aceno e saiu da frente, dando espaço para a procurada observar as vítimas - agora acordadas - de perto e escolher o primeiro infeliz a ser executado. O garoto tinha cabelos castanhos e olhos claros, um nariz ligeiramente pontudo e a tez caucasiana, era agora erguido pela camisa por Nyx que ostentava o sorriso em lábios, o homem então não evitou sorrir de lado, apenas a presença da mulher mudava totalmente o clima do local, era palpável a tensão que se sentia.

Caim ficou como mero espectador até que alguma conduta sua fosse necessária, o que ele certamente duvidava, porém se dava o presente de observar Nyx brincar com suas vítimas como uma aranha brinca com suas presas, tecendo teias onde não havia escapatória. A pergunta da mulher não pareceu abalar muito o menino, embora sua expressão facial denotasse o medo que corria em si, será que ele se mijaria em algum momento? Isso seria engraçado, pensou o homem ouvindo a resposta do garoto, arqueou a sobrancelha novamente, surpreso pela audácia, ah, os resistentes e metidos a corajosos, crianças crescidas num falso ideal de grandeza e heroísmo perpetuado pela cultura histórica. A vítima agora flutuava e o Viper seguia a líder que ia a frente até que chegassem perto de uma estrada asfaltada, ainda que não houvesse movimento de automóveis por ali. O homem observou ao redor e decidiu dar uma pequena volta pelo local apenas pela garantia de não haver ninguém ali, porém sua pequena busca não achou ninguém além do trio. Relaxou a postura e escondeu as mãos no bolso da veste citada anteriormente observando a adaga de Nyx reluzir, era diferente da que o grupo tinha, similar em sua estrutura, obviamente, porém parecia diferir em algo. O garoto ainda tentava erguer uma barreira de coragem e rebatia a fala da mulher, garotinho insolente, tão logo sucumbiu ao instinto de preservação, o desespero percorria-lhe o corpo, seu sistema nervoso em alerta exigindo uma ação que lhe deixasse vivo, sorriu o francês ao presenciar aquilo, era divertido ver a esperança esvair-se de seus olhos. A mulher o segurava com firmeza, não havia escapatória, o metal frio percorreu a garganta do menino, carmim, viscoso, o sangue escorreu e a líder colocou em posição do sangue macular o chão, coisa que fez o homem relembrar do ritual.

Cessado os movimentos, finalizada a vida. O corpo foi ao chão, tão logo Caim retirou as mãos dos bolsos, o corpo se corroía frente a um feitiço, sua identificação seria extremamente dificultosa se é que chegasse a isso. Rapidamente o homem pegou o membro que fora jogado em sua direção, era a mão do falecido. Tirou um lenço de um dos bolsos e enrolou o tecido na parte cortada, ouviu a mulher indicar que ele guardasse pois teria posterior utilidade. — Certo. — Falou, não era de muitas palavras quando não necessário, tinha coisas a cumprir e faria isso do melhor modo possível. Chegaram ao local onde as outras pessoas ali foram agarradas por Nyx que logo falava para seguirem para o próximo ponto de encontro. — Nos vemos lá. — Falou e viu a mulher desaparecer diante seus olhos, exalou o ar e teve cuidado com a mão, conjurando logo uma pequena caixa para colocar o membro. Não delongou mais que o necessário e aparatou para a próxima localidade.



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