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 Terras Altas da Escócia

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
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Diretor Alvoros Grunnion

Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 6 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 20:48

Relembrando a primeira mensagem :

Terras Altas da Escócia

Escócia


Terras Altas da Escócia - Página 6 Olivier

As Terras Altas são uma zona montanhosa do norte da Escócia, onde o catolicismo permaneceu influente ao longo da História da Escócia. As Terras Baixas, por outro lado, são um bastião do protestantismo . Politicamente, as Terras Altas caracterizavam-se até ao século XVIII por um sistema feudal de famílias poderosas, os famosos clãs escoceses.

Fonte: Wikipédia



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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


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Faye Gebühr Wichbest
Sociedade Estudantil - Estudante
Sociedade Estudantil - Estudante
Faye Gebühr Wichbest

Patrono : Coywolf
Bicho-papão : Enlouquecer

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Formado
Varinha: Pelo de Rabo de Testrálio, Carvalho, 26cm, Inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Terras Altas da Escócia   Terras Altas da Escócia - Página 6 I_icon_minitimeSab 20 Abr 2019, 19:32

Armed Peace
Era engraçado como as vezes Faye se transformava com a mente bastante transtornada, mas outras vezes ela apenas aceitava o que lhe acontecia todas as noites de lua cheia e simplesmente... Ficava tranquila. Aquele era um dos dias, enquanto sol ia se ponto e os últimos raios luminosos iam dando suas últimas caras, Faye estava deitada na grama apenas observando o céu que ia ficando gradativamente mais escuro. Ela pensava sobre tudo... Havia um tempo em que ela acreditava que era capaz de lidar com a licantropia, de conviver com ela e aceitá-la, e assim ela chegaria aquele nível onde o licantropo é um pouco híbrido, mas não de forma absurda. Meras ilusões. Depois do que aquela maldição tinha lhe causado, muito mais do que apenas transformar-se todas as noites de lua cheia num lobo sanguinário, ela realmente tinha cortado todas as relações que pensava ter com o seu lobo anterior. Era triste sim, mas ela simplesmente não conseguia perdoa-lo, talvez não conseguisse nem perdoar a si mesma, por mais que não tenha consciência quando está em sua forma de lobo. Faye não sabia o que faria agora, estava melancólica e meio que sem rumo, a única coisa que a sustentava era a sua especialização em herbologia, pelo menos agora estava tratando da matéria da qual realmente gostava, pelo menos era isso que esperava, por mais que tivesse que fazer poções de novo. Era realmente uma sacanagem o que as burocracias podem fazer as vezes, não era culpa dela, mas ela estava pagando o pato sozinha por isso. Apenas tentava seguir em frente com todos os seus problemas, não reclamava mais de nada, não queria mais reclamar, só queria ficar daquele jeito, deitada esperando o fatídico momento em que iria se transformar. Ele estava chegando sim, porque os raios solares eram menos, o céu estava mais escuro, em breve ela iria visualizar a lua cheia e seria a sua última visão antes dos borrões que via antes de desmaiar, a dor balançava seus sentidos.

E por falar em dor, ela havia chegado, quer dizer, a primeira coisa que chegava era o seu corpo esquentando, e com isso as dores vinham quando seus ossos e músculos começavam a se remodelar. Faye começou a se contorcer no chão, visto que já estava deitada no mesmo, as dores logo começaram a ofuscar seus sentidos e pensamentos, sua visão estava começando a ficar com uma penumbra em volta, cheio de pontinhos pretos, nos seus ouvidos vinha aquele zumbido que não lhe permitia ouvir mais nada, seu olfato ela nem sabia, a dor fazia ela se esquecer do mesmo. Logo seu corpo já estava mais no porte de um quadrúpede, embora as mudanças continuassem porque ainda havia o que mudar, principalmente no rosto, onde o mesmo se alongava, forçando o focinho, na sua boca os dentes cresciam e se tornavam mais pontudos, os transformando em dentes de um carnívoro. As últimas coisas aconteciam então, os pelos iam crescendo por todo o corpo, negros como a noite, os bigodes em seu rosto também, assim como os seus olhos ficavam coloridos num amarelo vivo. Sua transformação estava pronta, as dores já tinham sumido, mas elas tinham levado também a consciência de Faye embora, deixando somente o lobo no meio da floresta. Como sempre, ele fazia o mesmo movimento, como se fosse um cumprimento a lua que tinha lhe trazido a vida, seu pescoço erguia-se para cima enquanto suas cordas vocais iam produzindo o som de uivo, uivo este que cortava o silêncio da floresta, um uivo que para muitos podia ser um alerta de que o perigo estava se aproximando.

Começou a sentir os cheios e ouvir a floresta com os seus sentidos apurados, os barulhos eram dos mais variados, desde as folhas se mexendo por causa do vento até os pequenos roedores que caminhavam de noite, todos com passadas rápidas com medo dos predadores noturnos, dos quais eram muitos. Os cheiros também eram variados e provinham dos animais da floresta, aos quais se tratavam de inúmeras espécies das quais ocupariam linhas demais se fossem todas citadas. No entanto, nada daquilo que realmente importava para o lobisomem, que era o cheio do sangue humano, da carne humana, só de pensar nela a sua fome (que já era muita mesmo) aumentava. Entender o porque daquilo era simplesmente inviável, era algo mais forte, primitivo, algo que nunca deixaria de estar impregnado em todo o corpo daquela criatura, a vontade insana de devorar uma pessoa. Começou a correr pela floresta, as vezes tinha sorte de conseguir encontrar algum humano acampando, poderia sentir o cheiro de um a uma distância formidável, era por conta disso que mesmo correndo o lobisomem estava atento aos odores do ambiente. Foi quando parou em um dado momento quando captou o cheiro característico de um humano, ou melhor, mais de um, no entanto, já não estavam mais ali. Como caçador árduo que era, parou a sua corrida e prostrou o nariz mais próximo ao solo, tentando seguir aquele odor característico. O lobisomem, com muito vigor durante a única noite que ele aparecia, ficou o resto da noite inteira tentando achar os humanos provenientes daquele cheiro, no entanto, eles já tinham saído da floresta a muito tempo, deixando apenas os seus rastros. Os raios solares começaram a surgir novamente porque o sol nascia, momento em que a transformação começou a se reverter e Faye voltou a ser humana, desmaiando por algumas horas até finalmente acordar e tratar de sair da floresta. Retirou-se dali.


Faye Zayas Gebühr Wichbest
Não me vejo feito fera muito menos anjo, eu quem faço meu destino, traço os meus planos, sei que meu sexto sentido não vai me trair... Os gritos no silêncio não assustam corações animais
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