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 Castelo Eilean Donan

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MensagemAssunto: Castelo Eilean Donan   Seg 14 Jan 2013, 20:48

Relembrando a primeira mensagem :

Castelo Eilean Donan

Loch Duich, Escócia



O Castelo de Eilean Donan foi construído em uma pequena ilha em Loch Duich, a oeste das Terras Altas escocesas, conectada à margem próxima por uma ponte e situa-se a meia milha da vila de Dornie. A ilha de Eilean Donan foi nomeada em homenagem a Donan de Eigg, um mártir celta da Alta Idade Média.

Fonte: Wikipédia



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
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- Falas
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John B. Smooken
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Dom 14 Dez 2014, 23:13

Ao ver um feitiço, aponto para um bloco de pedra, caido ao lado do homem.

-Locomotor Bloco!

O ponho na frente do feitiço e ele logo se parte. Por ser grande e uma coluna, parecida, o objeto cai em cima do auror, e o soterra. Caia pelas costas, sem possibilidade de ser arremessado contra mim. Miro contra o peito dele.

-Spiculums Ardens!
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Tristan Bennett Murray
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Dom 14 Dez 2014, 23:15

Ao levantar a minha cabeça, vejo as pedras e então miro para as mesmas.

- Ferreous!

As mando para o além e então miro diante de mim antes que as flechas me atingissem.

"Conjurius Army"

Crio uma parede grande, o suficiente para me esconder, e resistente que recebe todas as flechas.


tristan alexander bennett murray  
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Dom 14 Dez 2014, 23:16

Ao ver uma parede, o homem ao tinha mais como me ver, logo, nao saberia de onde vem o ataque. Aponto para o muro ali.

-Impdimenta!

Ele é arremessado contra o auror, e mesmo que ele se defenda, a barreira faria com que tudo voltasse ns fuças dele, repelindo. Corro, ficando nas costas do auror e digo:

-Petrificus Totalus!
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Tristan Bennett Murray
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Dom 14 Dez 2014, 23:18

Aponto para as grades da rota de fuga e conjuro.

- Carpe Retractum!

Em seguida ao ver o colega vindo por trás, me viro e aponto diante de mim.

- Reflectus Petrify!


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John B. Smooken
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Dom 14 Dez 2014, 23:19

O castelo estava sendo até que útil, o menino não parava de correr para la. Sendo assim Mirei para o castelo, acima da onde o menino estava.

"Ignotus Gaubracianus"

o fogo apareceu lá e fez com que a estrutura toda desmoronasse sobre o garoto, ou ao menos a torre que estava ali. Por fim, fiz as chamas irem de encontro com a varinha do menino e queimar tudo. APonto para suas costas.

-Impedimenta!

Faço uma barreira muito rente a ele, que certeza que quando mexesse um músculo para se mover seria arremessado de cara contra o chao e perderia a varinha
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Dom 14 Dez 2014, 23:22

Antes mesmo que o fogo dele chegasse perto do castelo, queridinho castelo, mirei a certa distancia de mim.

"Ignotus Glaciare!"

Conjurei uma chama forte o suficiente para bloquear o seu ataque, fazendo com que tudo se cancelasse e em seguida me protegesse contra seu ataque, mais uma vez cancelando tudo. Com cuidado, viro a cabeça o mínimo possível, e vejo o seu ataque. Então, como a minha varinha já estava pra baixo, na direção do meu sapato, conjuro:

- Portus!

OFF: Casa da Mams


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John B. Smooken
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Dom 14 Dez 2014, 23:24

Se pa tudo caiu no manolo ali. Miro para cima.

-Finite Incantatem!

Cancelo a barreira de aparatação e desaparato do local, saindo do mesmo.
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Steven Von Richmond
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Qui 30 Abr 2015, 19:43

O homem se materializou inesperadamente, poucos metros de distância do Castelo de Eilean Donan, nas Terras Altas da Escócia. Por um momento Steven ficou imóvel, reconhecendo o local e atentando-se para verificar se havia alguém ali. Sua varinha se mantinha erguida a altura dos ombros. – Não há outro lugar, senão esse. – Concluiu o ex-inspetor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. O céu começara a enegrecer, não havia muito tempo, Steven precisava agir. O caminho que levava a ruína era acompanhado por uma ponte de pedra, que ligava a pequena ilha. Steven caminhou depressa pela extensa ponte. Sua mochila pendia para o lado com a veracidade de seu andar. Em silêncio, o homem andou pela ruina e sem delongas adentrou o castelo. Meses atrás havia visitado aquelas áreas, no entanto o Castelo de Eilean era uma novidade. -  Lumus – Proferiu. Subiu as escadas em caracol, até a torre mais alta. O anoitecer já pairava sobre a Escócia. Ao chegar na área externa do castelo, jogou a mochila no chão e fitou os céus. Seus olhos aparentavam estar hipnotizados com o anoitecer, ambos seguiam os rastos de uma possível luminosidade branca.

Steven despiu de suas roupas de viajante, jogando-as em um canto. Estava pronto. Enfrentaria mais uma de suas noites tortuosas de lua cheia. – Vamos. Acabe logo com isso. – Disse, abrindo os braços. E lá estava ela, a lua cheia. Contemplo-a com muito esmero, o que vinha depois era só consequência da maldição. Sentiu uma grande pontada no abdômen, seus nervos começaram a tremer desesperadamente. A pupilas de seus olhos delataram, assumindo forma amarelada. – AHHHHHHHHHHHHHHH!! – Tombou seu corpo para o lado, apoiando-se nas paredes rochosas. Uma dor percorreu do seu cérebro desenvolvendo sua amplitude no decorrer da coluna vertebral. Consequentemente sua pele começou a queimar feito brasa, juntamente da dor na quebra de ossos, que iam tomando forma. A pele alva desaparecia dado lugar à pelagem acinzentada que encobria sua estrutura física por completo. No lugar de unhas, garras extremamente afiadas sobressaltavam de suas mãos.

Grandes presas tomavam espaço a um focinho de lobo, a fera começava a tomar forma. A transformação durou mais alguns tortuosos minutos. Steven havia perdido seus últimos resquícios de lucidez. – AUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU – Uivou o lobisomem, ao erguer seu focinho e encarar a lua como uma velha amiga. Usufruiu de seu olfato e audição para identificar o local. Estava com fome, não havia dúvidas de que a fera iria procurar seu alimento. Colocou-se a quatro patas e disparou em uma corrida incansável por comida. Saiu Dali.  


STEVEN BRYAN WILLIAMS VON RICHMOND
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Heyna Salvatore Czarevich
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Dom 19 Jul 2015, 22:29

*Aparato ali, e dou uma volta, depois saio dali caminhando.*



heyna salvatore czarevich gyllenhaal

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Leonardo B. Cancheski
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Sex 19 Fev 2016, 19:50

. Adentro o local portando a minha varinha em minhas mãos, o dono daquele castelo o senhor rabugento filha de uma quenga leiteira do bar da Sônia me devia alguns trocados da última discussão nossa que eu havia ganho, quando o pai aqui não ganha né. Adentrei pelo salão principal da parada e pensei que é hoje que vou comer o rabo desse infeliz, mirei para o teto do local e disse .
" Ignotus Glaciare "
. O meu fogo azul se expandiu por todo o teto, não tocando o mesmo, mas apenas fazendo uma superfície com 5cm de diferença antes de tocar o mesmo, ou seja NADA ESTAVA PEGANDO FOGO, com a varinha fiz movimentos para que o fogo aumentasse de tamanho e cobrisse todas as paredes do local, todas estavam sobre o efeito desse meu fogo do capiroto, impedindo que qualquer cabra tentasse entrar no local por alguma entrada ou fizesse alguma entrada, caso isso rolasse iria queimar pelo fogo quase que instantaneamente. Miro para uma parede e digo .
- Fosforepelio
. Uma barreira de ectoplasma foi criada de maneira similar a de fogo que está no loca, faço que o ectoplasma cubra as quatro paredes do local de uma maneira ficando paralela à barreira do ignotus, recobri a mesma no teto, porém deixando apenas uma falha circular em cima de onde eu estava, pelo fato de segurança para que não escorra essa coisa em mim; Depois de todo esse procedimento retiro um charuto e começo a fumar esperando que o fdp do dono do castelo aparecesse .


Legenda de duelo:
. Ações Abigos .
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Sex 19 Fev 2016, 19:54

. Após ver que o fdp não entrou ainda no recinto, desejo pregar uma peça contra o mesmo que pudesse entrar no local; Mirei para a minha frente e disse .
- Dilma Roussef, eu te invoco
. A porra ia ficar séria demais, então resolvi deixar essa maldição imperdoável para outra hora e com a varinha mirada para a minha frente ainda fiz com os lábios .
" Conjurius Army "
. Conjurei duas estátuas de dragões, cada uma apresentando 3m de altura, não chegando nem perto do teto onde se queimaria nas paredes e tal, cuidar dos meus bebês né e logo após miro para eles .
- Draconifors
. Os dois dragões ganharam vida e logo após vou até os mesmos e faço um carinho no fucinho dos dois, os dois eram dragões negros e soltavam rajadas fortes de fogo, eles estavam sobre o efeito de meus feitiços e a função deles era matar qualquer pessoa que se arriscasse a entrar no local; Deixei os dois prontos para atacar qualquer quenga que entrasse no local e sento na poltrona esperando o ataque de meu adversário, ou adversária que pretendia ser o quengudo do dono do castelo, mas podia ser um auror por aí, vai entender .


Legenda de duelo:
. Ações Abigos .
- Feitiços Verbais Abigos
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Sex 19 Fev 2016, 20:02

OFF: CORDÉLIA ARREGONA


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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Sex 19 Fev 2016, 20:04

. Miro para a barreira de ectoplasma .
- Skurge
. O fosforopélio e o ectoplasma sumiram aos poucos e Depois mira pra barreira de ignotus .
"Ignotus Gaubracianus"
. Os fogos se encontraram e foram anulados.


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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Sex 19 Fev 2016, 20:08

. Saio de lá com meus dois dragões, projetos de Tiamite.


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Maryska S. Sparrow
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Seg 20 Mar 2017, 10:32

Há alguns anos venho atormentado os atuais donos do Castelo de Eilean Donan para me permitir estudar o local. Na verdade eu sou meio obsessiva quando a historia da Escócia e infelizmente deixei isso bem claro ao líder do clã do MacRae, provavelmente me passando por uma pedinte infantil. Venho atormentando o velho desde quando completei dezesseis anos quando consegui minha especialização em História Escocesa e finalmente consegui colocar meus pezinhos em Eilean Donan. Tenho uma pequena mala de rodinhas em mãos e a arrasto ao passar pelos enormes portões.

A decoração é rustica, obviamente medieval. Toda a estrutura é feita em pedra com suportes em madeira para dar sustentação. A emoção de estar num lugar onde um dia grandes personalidades históricas viveram despeja uma grande dose de adrenalina em minhas veias. Vejo a inscrição gravada em pedra “Whilst there is a MacRae inside, there will never be a Fraser outside” e praticamente solto um gritinho de animação. Quando termino o meu momento groupie me permito ser guiada sem mais alarde para a biblioteca para analisar os documentos que remontam a construção de Eilean Donan para validar evidencias recentemente encontradas que cimentam os vínculos entre os Clãs MacRae e Mackenzie.

Na reforma realizada no ano anterior foi encontrada uma entrada para um minúsculo cômodo num dos quartos principais ele estava abarrotado de documentos e obras de arte. Minhas frequentes solicitações e crescente especialização me deu acesso a este acervo e farei jus a honra que é ter esses documentos em mãos fazendo um bom trabalho de catalogação analise, confirmação de data de emissão e veracidade das informações contidas. Tudo isso antes de mexer com as pinturas.

Com tudo retirado do local cuido para que o transporte para a University of Glasgow, onde terei acesso aos equipamentos necessários e uma das mais ricas bibliotecas do Reino Unido.

Saio do local.



Maryska Salvatore Sparrow;
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Matteo Ziegler D'Amici
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MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Seg 16 Abr 2018, 05:12

O temporal tinha começado arrasador, fazendo com que a chuva que batia em meu rosto parecia pequenas navalhas tentando me cortar. Era apenas uma sensação, mas não deixava de incomodar (e doer). Era tinha vindo precedido por um frio gigantesco que fazia por toda Escócia, e por mais que em partes era bom que a chuva surgisse aumentando as temperaturas, ela não conseguia fazer isso de forma muito proficiente, de modo que eu conseguia perceber que no momento em que ela parasse, uma camada de neve podia facilmente se formar na grama. Depois de encontrar com meu pai, e falar com minha irmã, eu tinha decidido viajar a procura de criaturas. Era quase como realizar os desejos contrários do velho, tanto que como eu tinha recém saído da Irlanda, meu destino tinha sido a Escócia, mas agora eu percebia o erro. — Eu vou me ferrar muito — concluí em voz alta, mesmo sabendo que não conseguia ouvir aquelas palavras em meio a tanta chuva. A sorte é que eu conseguia aparatar, e perto havia o Castelo de Eilean Donan. Chegar as paredes seguras e grossas do castelo fez com que eu ficasse mais calmo, mesmo que lá fora o temporal parecia um monstro tentando me atacar e me devorar. Eu sabia que podia dormir tranquilo, ou relativamente tranquilo, e eu tinha todos os apetrechos para isso. Se quisesse era capaz de montar uma barraca dentro de algum cômodo da gigantesca construção, mas havia um medo em mim que tinha bloqueado qualquer sensação de calma, ou sono. Foi estupidez, pois tinha passado a noite acordado pensando em paranoias em relação a chuva, e só tinha dormido quando o som tinha vindo para dar adeus ao temporal. No fim, foi uma grande perda de tempo, mas depois que acordei, próximo ao período da tarde, retornei a minha viagem, arrependido por ter que viajar grande parte a noite, ou me manter acordado durante ela até acertar meu horário biológico. Desse modo segui meu curso, saindo dali.


Matteo Ziegler D'Amici
« Guess it's true, I'm not good at a one-night stand, but I still need love 'cause I'm just a man. These nights never seem to go to plan, I don't want you to leave, will you hold my hand? Oh, won't you stay with me? 'Cause you're all I need. »
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Aleksander R. McCain
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Varinha: Pluma de Basilisco, Figueira, 33cm, Flexível

MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Qua 02 Maio 2018, 13:47

Me espreguicei com vontade ao ver o sol nasceu. Curiosamente apenas de ser um pouco turístico e uma construção bastante sólida, sempre havia um problema de se abrirar naquele castelo, que tinha se transformado uma espécie de bruxos fracassados, que tentavam fazer mochilões e que logo no primeiro momento se deparavam com um lugar extremamente ardiloso. —  Eu definitivamente moraria aqui para sempre. —  esse tinha sido o meu primeiro pensamento ao entrar no Castelo Eilean Donan, mas bastava algumas noites ali para que você rapidamente percebia que morar naquele lugar por mais de uma semana era o caminha perfeito para que você ferrasse completamente com qualquer tentativa de se manter lúcido. O primeiro ponto era que existia uma espécie de magia que te impedia de sair. Era algo inventado, onde você sempre inventava algum motivo maior para permanecer ali, enquanto a sua viajem acontecia. Muitas pessoas afirmavam que aquilo era bobagem, e que tudo não passava de nossas cabeças, como se nos agarrássemos ao comodismo, mas eu sentia na pele que existia algo bizarro naquele castelo que impedia de seus habitantes de seguir viagem. Eu tinha precisado de muita forma de vontade e apoio dos amigos para conseguir sair dessa, e seguir minha peregrinação pelas terras altas, mesmo que havia algo meio que de viciado que queria muito voltar ao castelo. Quase como uma sereia me chamando. Só quando me afastei a metros suficientes, eu me sentia mais tranquilo. E conseguia refletir o quão idiota eu era. Desse modo, voltei a minha viagem, saindo daquele lugar tenebroso. Eu tinha uma viagem gigantesca pela frente, até conseguir chegar a Itália, inclusive tendo que atravessar o mar, mas depois daquela noite macabra na Escócia, nada parecia tão bizarro para isso. Um barquinho balançando na água não parecia tão violento que uns demônios querendo te prender em um navio.
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Katherine Matt. Chevalier
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Escola/Casa: Beauxbatons (França)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Escama de Kappa, Loureiro, 27cm, Inflexível.

MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Sab 30 Jun 2018, 14:39




Em Cannes, França, Mansão Matthieu Chevalier
Pouco tempo havia se passado desde que Katherine havia sido admitida no seu novo trabalho, a mulher não esperava encontrar dificuldades em seus futuros serviços na organização, afinal, ela já estava acostumada com a categoria de serviço dos mercenários sem mesmo estar trabalhando com eles, mas tudo isso foi ao estilo de unir o útil e o agradável, e claro sem esquecer das recompensas. A loira conseguia administrar tudo perfeitamente antes, então porque não iria conseguir agora no novo emprego? Uma das qualidades da mulher é saber separar o trabalho de sua vida pessoal, muito útil quando o medo é carregar sentimentos sobre feitos passados para o futuro. ― Filha, me passe o açúcar por favor. ― Pediu para a caçula que tomava café junto a mãe quando uma coruja das torres surgiu na janela da cozinha. Logo imaginou o que poderia ser visto que não estava esperando por cartas. Katherine não era burra, ao ler o conteúdo da mesma logo entendeu do que se tratava. Uma missão em dupla era totalmente compreensível, principalmente pelo fato de Katherine ser nova no pedaço. Não levou isso como um desaforo a sua profissionalidade, e sim como uma maneira de provar que era capaz de fazer o que fosse solicitado, além de conhecer um de seus colegas de trabalho. Animada, terminou o seu café da manhã, organizou as suas coisas e as coisas da filha caçula para que a mesma seguisse a própria rotina. Katherine não aceitava que os filhos ficassem sem ter o que fazer, todos eles tinham os seus deveres e cronogramas quando estavam em casa, então sem dificuldade Katherine conseguia sair de casa sem deixar que tudo virasse uma baderna.


Sede dos Mercenários, Black Forest
Antes de aparatar para a sede a mulher colocou uma de suas roupas mais comuns, para que não demonstrasse tanta singularidade. Segundo a carta recebida de Nyx o seu companheiro de missão seria um tal de Maekar Bittencourt, sobrenome familiar para a loira. Esperava se encontrar logo com ele, para que assim pudesse resolver como seria a missão. Seguiu caminhando com os cliques de seu salto pela sede até um corredor, parando em frente a uma janela com vista para a paisagem do lado de fora da sede, que pelo horário não estava muito movimentada igual da última vez que esteve ali. Passou apenas alguns minutos até que a voz de um homem pronunciou o nome na mulher por suas costas. Se virou para o mesmo, o olhando de ponta a ponta. ― Maekar? ― Perguntou, lançando um olhar incisivo para o homem.

Além de bonito, o loiro parecia ser um homem descente, normal e com uma cara de ser um debochador nato, logo Katherine poderia poder analisar o homem melhor, podendo descobrir mais sobre ele. ― Prazer. ― Disse sorrindo para o homem, causar uma boa impressão em primeiro lugar né. Maekar então tomou as rédeas, levando-a para a sala de reuniões para que eles pudessem conversar de maneira mais privativa e decidir os acertos sobre a missão. ― Certo. ― Concluiu, balançando a cabeça de forma afirmativa ao entender as estratégias, sem dificuldade os dois conseguiram se entender e bolar um plano razoável, afinal, serão dois contra um. O alvo dos dois é um foragido chamado Iain MacGregor, cujo esteve andando pelas redondezas do Castelo Eilean Donan na Escócia. Os objetivos com Iain são nada mais nada menos que a captura e extorsão de informações. ― Eu estou acostumada a trabalhar sozinha, mas vamos ver no que isso dará... ― Finalizou, largando na mesa os documentos que os mercenários haviam reunido sobre a missão. ― Nos vemos amanhã então. ― Se dirigiu a saída da sala, passando ao lado de Maekar lentamente com um leve sorriso no rosto, deixando a impressão que daria um beijo na bochecha do homem como despedida, mas apenas passou reto com passos decididos. A mulher iria para casa se preparar para o dia seguinte em que Maekar e Katherine iriam se encontrar na sede novamente para irem juntos a Escócia.


Castelo Eilean Donan, Arredores da Vila de Dornie
Conforme o planejado, os dois identificaram Iain MacGregor e acompanharam os passos do homem durante três dias, sua rotina era quase todos os dias a mesma, e com poucas mudanças nos horários. A rota do homem naquele dia foi a mesma dos outros dias, ele ia até o café, gastava cerca de trinta minutos lá e depois seguia carregando consigo algum tipo de alimento até uma praça próxima do café onde parava para comer o que havia comprado no café. Quando Iain saiu da padaria Maekar e Katherine estavam sentados juntos em uma das mesas na calçada da frente, onde fica uma pequena pensão cujo havíamos nos hospedado, foi aí que Maekar questionou se era a hora de agir. Katherine assentiu, então os dois saíram de sua mesa e começam a caminhar discretamente atrás do alvo. Os mercenários pareciam mais um casal mal-humorado que só queriam paz, em que ninguém se atrevia a para-los durante uma caminhada, Katherine então para entrar no papel seguiu ao lado de Maekar até que o mesmo ficasse para trás.

O intuito de Katherine naquele momento era chegar até Iain sem espanta-lo. O alvo dos mercenários como predestinado parou em um banquinho logo a frente de Katherine sem perceber que a mesma caminhava em linha reta até ele, ao chegar mais perto do homem ela parou em sua frente chorando e abalada. ― Com licença, se importaria? ― Katherine se referiu ao lugar ao lado do homem enquanto as lágrimas falsas escorriam lentamente em seu rosto, como se o choro já estivesse cessando. A capacidade de Katherine forçar sentimentos e emoções para manipulação sempre foi bem pontual. Ela se sentou enquanto o homem não parava de a encarar. ― Por que a vida tem que ser tão injusta? ― Falou para o homem que estava parado ao seu lado, chateada ela fez alguns comentários sobre a versão de Maekar como um péssimo marido, sendo assim a mulher conseguiu com que o homem ficasse entretido com a história dela e mordesse a isca, então a loira levou então a mão até seu rosto para enxugar uma lagrima e depois levou a mão até perto da mão do homem, cujo ela pode agarrar com força e o levar junto para uma floresta próxima onde Maekar e ela poderiam o abordar decentemente.

Tudo girou e um segundo depois Katherine pôs os pés no chão, como já estava preparada para o que ia acontecer, teve um momento de vantagem sacando a sua varinha e em seguida mirando no homem cujo ela trouxe junto. ― Sectumsempra! ― Lançou contra o homem, que apesar de estar com uma pequena desvantagem escapou do feitiço ao ir para atrás de uma árvore. Katherine sorriu, animada para a festa. ― Vamos seu medroso de merda, está com medo de enfrentar uma pobre mulher indefesa? ― Provocou, fazendo com que o alvo saísse de trás da árvore lançando um feitiço cujo Katherine nem precisou se defender pois foi em outra direção, na direção de Maekar que estava um pouco mais ao lado dela, o homem errou a mira, mas a cara de surpresa que ele fez foi ao perceber que haviam dois de nós ali. Maekar havia surgido do além alguns segundos atrás e quase foi pego por um feitiço se não tivesse se escondido atrás de uma árvore, foi aí então que Katherine atacou. ― Expulso! ― Lançou, ainda mirando no peito do homem, a intenção primeiramente era nocauteá-lo e faze-lo falar, e não o matar de primeira, mas infelizmente ele estava dando conta de se defender e ainda por cima nos atacar. Enquanto isso a sua dupla encantava o local para que Iain não aparatasse dali já que o alvo havia caído em si de que aquele seria um duelo que ele não ganharia, mas ao invés de desistir ele persistiu e continuou a atacar lançando um deprimo contra a dupla. Maekar de maneira ágil e útil criou uma barreira à nossa frente, impedindo que o feitiço nos acertasse. ― Obrigada querido. ― Disse ao seu companheiro, os dois pareciam muito com o senhor e a senhora Smith de um filme trouxa.

Rapidamente Maekar se afastou dela, realizando uma formação triangular entre os três, cada um em uma ponta. ― Dormentia! ― Lançou mirando no braço em que o alvo segurava a varinha, novamente sem sucesso o feitiço não o atingiu, mas em seguida Katherine teve a sua chance de ouro, mais exatamente quando Maekar alterou os efeitos meteorológicos sobre o alvo deles, fazendo o mesmo se distrair com um mini ciclone que estava sendo criado e enviado por Maekar em sua direção, foi aí que Katherine mirou na varinha de seu alvo. ― Incendio! ― Pronunciou no momento exato em que ele foi cancelar o mini ciclone, torrando a mesma em suas mãos, que foi obrigado a soltar sua única arma de ataque e defesa. Aproveitando a situação, Maekar o derrubou. ― Olha, eu não esperava nada menos que isso. ― Falou a Maekar, se referiu a toda aquela situação, ela não sabia quais teriam sido os últimos feitos do rapaz, mas concluiu que era de boa trabalhar com ele, agradeceria a Nyx outra hora por ter enviado Maekar junto a ela, ele não era um total desperdício de homem.  Pois bem, você prefere deixar isso para os mais velhos honey? ― Novamente se dirigiu a sua dupla, brincando obvio. Então se aproximou de Iain MacGregor enquanto Maekar deixou a parte de extrair as informações com ela e com o auxílio de sua varinha, em alguns minutos a mulher mexeu tanto com o psicológico do alvo que o mesmo falou tudinho do que eles precisavam saber.

Se afastou um pouco de Iain que agora estava mais que derrotado. ― Hora de se despedir. ― Anunciou a Maekar que ficou calado observando durante todo o processo de extração, afinal, Katherine já havia feito o que tinha que fazer, então escutou Maekar dar o seu desconcertante adeus ao homem. ― Uh que? Fique à vontade para finalizar com ele você! ― Falou com desdém, mas Maekar partiu para o deboche alegando que se deixássemos vivo o alvo ele se tornaria um perigo para a organização, o que fez a mulher revirar os olhos, é obvio que ela sabia disso, afinal ela não era nenhuma iniciante. ― Nossa, muito bem senhor Cavalheirismo. ― Deu as costas para Maekar, mas é claro que aquilo não passava de apenas modo de falar, os dois haviam se dado tão bem até agora, que Katherine percebeu que o seu par estava apenas fazendo o seu trabalho diante a mercenária novata, então com um movimento de sua varinha, Katherine finalizou. ― Avada Kedavra. ― Sem dó nem piedade, a Chevalier deu fim à vida do foragido influencier. ― Mas é claro que eu sou das suas fofinho! ― Sorriu para Maekar, o loirinho aparentava ser apenas alguns anos mais jovem que a mulher, e apesar de ser atraente, não fazia o tipo de Katherine, tampouco ela achava que fazia o dele rsrsrs. Agora era hora de ir embora, então aguardou o cavalheirismo de Maekar para que os dois saíssem dali juntos. Observou o mercenário ir até o corpo do homem morto e pegar um livro meio amassado de um dos bolsos, o mesmo utilizou o livro para criar uma chave de portal. Katherine então segurou o livro junto ao seu companheiro, que fez os dois girarem no ar e saírem dali.

Interagindo com Maekar Ilev Bittencourt


KATHERINE MATTHIEU CHEVALIER
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Maekar Iliev Bittencourt
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Bicho-papão : Sucumbir à loucura.

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Beauxbatons (França)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Escama de Cauda de Sereiano, Cerejeira, 30cm, Flexível.

MensagemAssunto: Re: Castelo Eilean Donan   Ter 03 Jul 2018, 01:13


Mansão Bittencourt, Belfort
– Mas hein? É sério que ela acha que eu sou uma babá? – Maekar reclamava, algo que era bem comum e ocorria muitas vezes após receber a carta de Nyx com o trabalho para aquele mês. O mercenário não gostava muito de ter de acompanhar e recepcionar novatos no grupo, sobretudo quando suas últimas missões não tinham qualquer emoção. Ora, nos últimos três meses havia passado mais tempo na antiga Sede do que por aí caçando os alvos de Nyx, algo que realmente o deixava frustrado e irritado, pois aquele era um dos motivos que havia o levado à integrar o grupo, o de matar pessoas. – Vendo pelo lado bom, esse pelo menos tem alguma ação, né non... – murmurava para si, coçando a nuca enquanto mantinha a cabeça voltado para o papel que segurava com a mão livre. Aparentemente, a missão daquele mês seria basicamente encontrar algum alvo e extrair informações do mesmo, uma coisa que Maekar já tinha feito inúmeras vezes, seja sozinho ou em companhia (nesse último caso, quase sempre sua parceira se tratava da Colorida). Mas naquele mês teria uma dupla diferente, e deveria conferir se de fato ela era confiável. – Katherine... Só espero que ela seja rígida e não sentimental – proferiu, amassando o papel e jogando no canto de seu quarto. O Bittencourt realmente odiava quando seus parceiros não se dedicavam totalmente ao trabalho. Não que ele seguisse cegamente a causa mercenária, era apenas uma questão de perfeccionismo de sua parte, odiava fazer as coisas malfeitas. De todo modo, ele ainda tinha que encontrar com a tal novata, então acabou por vestir uma roupa qualquer e, após isso, criou uma chave de portal que o levou até a Sede.

Sede dos Mercenários, Black Forest
– Cara, sério, por que não pegaram uma casa bonitinha, velho? – frustração após frustração, era isso que estava acontecendo na vida de Maekar em relação ao trabalho. Para aqueles que o conhecem, sabem muito bem a implicância que o Bittencourt tinha com o estado da Sede antiga dos mercenários, quando esta ainda era localizada em um imóvel extremamente malcuidado e caindo aos pedaços em Godric’s Hollow. Logo, quando o Iliev soube que a Sede seria transferida para o interior da Alemanha, se animou pensando que finalmente poderiam desfrutar de um ambiente arrumado e luxuoso. Obviamente que sonhou todo ele, pois a Sede Alemã se encontrava no mesmo estado que a outra, senão pior. – Tá, e quem deve ser Katherine? – Maekar não era muito de se integrar aos colegas de trabalho. Na realidade, conhecia o nome de poucos ali dentro, como Angelina e Savonya, ou até mesmo o finado Peter, o Covarde. Isso se devia ao fato de que, sinceramente, o Iliev estava pouco se lixando para as outras pessoas, a única coisa que o prendia ali era o salário.  Caminhando pelos corredores da mansão, acabou por avistar uma mulher loira parada em um deles, e então se aproximou da mesma. – Katherine? – perguntou, vendo então a mulher se virar em sua direção.

Maekar a mediu dos pés a cabeça, analisando sua expressão para tentar retirar qualquer tipo de informação dela. Não conseguiu, suas habilidades de dedução andavam péssimas, mas pelo menos descobriu que de fato aquela era a mercenária que deveria procurar. – Maekar – se apresentou, apontando o indicador em direção ao seu rosto como quem fala “olha, sou eu mesmo”. – Certo, precisamos decidir alguns detalhes sobre como isso vai ser... – iniciou, caminhando em direção à sala de reuniões apenas para que pudessem ter privacidade e conversar sem ser interrompidos. No que, ali, acabaram por formular todas as estratégias a seguir, e então puderam de fato se programar para quando iniciariam o trabalho de fato. Ficou decidido que seria inteligente que os mercenários passassem alguns dias observando a rotina do alvo, um tal de Iain MacGregor, que estava foragido no interior da Escócia, e conseguir informações dele. Curiosamente, um detalhe que Maekar notou, era que não dizia nada em relação à morte do bruxo, mas era algo tão comum aquilo que ele pensou que havia sido uma forma extra de testar a confiança de Katherine. Acabou então não tocando naquele assunto, deixando apenas para quando chegasse a hora. Tendo então tudo sido acertado, a dupla combinou então para que se encontrassem na Sede logo no dia seguinte, para que fossem juntos para a Escócia.

Castelo Eilean Donan, Arredores da Vila de Dornie
– Esse cara é muito metódico... – murmurei para Katherine, enquanto observava Iain sair de uma pequena padaria levando um café e uma pequena embalagem com algum tipo de comida. Estávamos os dois sentados em uma mesa na calçada de uma pequena estalagem na vila de Dornie. Já observávamos a ação do bruxo por três dias seguidos, e as mesmas ações sempre se repetiam: o homem chegava, entrava no café, ficava cerca de trinta minutos, deixava o local levando consigo um copo de café e algum tipo de alimento e ia em direção à pequena praça da vila, local onde se sentava para comer. – Acha que devemos agora? – perguntou para Katherine, pensando se já seria adequado que agissem naquele momento. A resposta positiva fez com que Maekar sorrisse, seu interior começando a se agitar com a emoção do duelo próximo. Sendo assim, ambos se levantaram e começaram a seguir o homem até o local onde ele iria repousar. Os mercenários caminharam lado a lado até se aproximarem da praça, onde Iain já aproveitava seu café da manhã, e então trocaram um aceno com a cabeça silencioso e rápido. Haviam combinado de que Katherine iria se aproximar do homem, distraindo-o até que conseguisse toca-lo, enquanto Maekar observava de longe. Assim que o contato ocorreu, a mercenária desapareceu dali, assim como Iain, sinal de que o plano havia funcionado. A dupla havia combinado de que a mulher deveria aparatar para o interior de uma floresta nas proximidades, pois não seria adequado realizar um combate onde qualquer um pudesse intervir. De todo modo, assim que a sua parceira desapareceu, o Iliev não perdeu tempo e acabou por desaparatar também dali, pousando no ponto combinado na floresta.

– Opa, a ação já começou aqui! – gritou com um tom animado, exibindo um sorriso sádico no rosto, enquanto se jogava atrás de uma árvore para escapar de um feitiço lançado por Iain. Disse isso porque, nos poucos segundos em que demorou para chegar ali, Katherine e o alvo já haviam começado uma troca de feitiços. Antes de se envolver, porém, Maekar se adiantou contra uma possível fuga do bruxo ao notar que estava numa desvantagem de dois contra um. Sacou sua varinha, apontando a cerejeira para o alto. – Repello Aparatio – criou a barreira como uma forma de garantir que o mesmo não desaparatasse dali. Mesmo aquilo podendo oferecer um risco aos próprios mercenários caso alguma emergência acontecesse, o Bittencourt confiava em si mesmo, e esperava que Katherine fosse boa o suficiente para não acabar sendo atingida naquele momento. Enfim, o duelo continuava a ocorrer, e então Maekar decidiu entrar em cena, saindo de trás daquela árvore e imediatamente mirando em direção à perna de Iain. – Dormentia! – recitou, azarando o outro, que para a infelicidade da dupla conseguiu se defender. – Fianto Duri! – o Iliev ergueu uma barreira à sua frente que também encobria Katherine, a tempo de defender um Deprimo que lhe era direcionado e um Fodio que era direcionado à outra. O mercenário então começou a se mover para longe da bruxa, num movimento circular em relação à Iain, de modo que uma espécie de triângulo foi formado, com cada um dos três ocupando uma vértice.

– Ceruleanous! – proferiu, a varinha apontada a área acima da cabeça do outro. Maekar encantou a área fazendo com que um miniciclone fosse formado e partisse em direção ao oponente. Foi então naquele momento em que o duelo foi decidido. Assim que Iain se virou para cima para cancelar o ciclone, expondo sua varinha, Katherine incendiou a mesma. – Diffindossum! – Maekar aproveitou a deixa para atingir o outro em uma das pernas, fazendo com que ele caísse ao chão por não ter como conseguir se defender. – Olha, eu realmente estava esperando um pouco mais... Tava com expectativa porque a Nyx mandou dois atrás de você, mas acho que me enganei... – Maekar se direcionava ao bruxo caído, se aproximando do mesmo, suspirando um pouco entediado. – Bom, faça as honras, Katherine, o alvo é todo seu... – se dirigiu à mercenária, permitindo que ela extraísse as informações do bruxo da forma que ela quisesse. A sessão de extração das informações ocorreu até que rápido, Iain não era um homem muito resistente pelo que parecia, de modo que após um pouco de tortura por parte de Katherine todas as informações necessárias foram dadas, tendo Maekar apenas assistido aquilo de longe.

– Acho que é isso então – o Iliev finalmente se pronunciou após algum tempo calado, dando duas batidinhas com as mãos. – Então, Iain, foi um enorme... prazer? Não sei se foi um prazer. Enfim, foi interessante te conhecer. Você pode finalizar com ele agora. – a última parte foi direcionada à Katherine, que apenas encarou Maekar por alguns instantes. – Ora, você se compromete com essa organização, não? Ele vivo oferece um perigo para nós. – disse aquilo como se fosse a coisa mais óbvia do mundo, cruzando os braços para encarar a mercenária. Maekar apenas esboçou um sorriso irônico quando a outra chamou aquilo de cavalheirismo, mas não respondeu nada. – Lindíssima, você é uma das minhas então – disse, com um sorriso sádico, caminhando até o corpo e mexendo nos bolsos do casaco que usava. Retirou dali um livro meio surrado, mas que serviria para aquele propósito. – Você não vai precisar disso mais mesmo... Bora lá, encosta aí se não quiser ficar pra trás. – estendeu o livro em direção à parceira, que logo o tocou. Por fim, Maekar utilizou aquilo para criar uma chave de portal, e assim que o fez, ambos foram puxados em direção ao ar, saindo dali.




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