InícioFAQBuscarPortalMembrosRegistrar-seConectar-se
Clique aqui e participe de nossa enquete sobre o sistema de aulas!
A Sociedade Estudantil foi reformulada! Clique aqui e confira!
As regras dos Avatares foram atualizadas! Clique aqui e saiba mais!
Devido a ausência do adm Cobert, as atualizações de avatares femininos poderão demorar.
Atenção! Animagos Ilegais, favor checarem as MPs.
O resultado das fichas das Famílias foi divulgado aqui.

Compartilhe | 
 

 Lago Ness

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6  Seguinte
AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
avatar

Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

MensagemAssunto: Lago Ness   Seg 14 Jan 2013, 20:48

Relembrando a primeira mensagem :

Lago Ness

Highland, Escócia



O lago Ness (Loch Ness) é um lago de água doce localizado em Highland na Escócia, de forma estreita e alongada com cerca de 37 quilómetros de comprimento. O lago ocupa uma área de cerca de 56,4 km² e tem uma profundidade máxima de 226 metros. A visibilidade da água é extremamente reduzida devido ao teor de turfa dos solos circundantes, que é trazida para o lago através das redes de drenagem. Pensa-se que o lago Ness tenha sido modelado pelos glaciares  da última era glacial.

Fonte: Wikipédia

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos.



RPGHogwarts.org

_________________
Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário

AutorMensagem
Tyson Mc. B. Donatelle
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
avatar

Patrono : Gato Burmilla

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pinho, 22 cm, Rígida, Pelo de Unicórnio.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 12 Jul 2015, 22:16


Conversava com Adrik, à medida que caminhava pelos arredores do Lago Ness. Sim, coisas estranhas aconteciam e não me agradava saber delas. Onde estava a paz que nos era comum? O fato de estar naquele local com aquele clima sombrio não me animava, mas também ficar trancado sem buscar saber de mais detalhes deixava-me extremamente curioso. Meus contatos do antigo centro de habilidades já haviam me dito que algo ruim estaria por vir; não duvidei nem um instante. Estando no local, olhava atentamente para os lados, até mesmo para cima, crente de que algo para nós, pessoas no local, tinha sido reservado. Mal prestava atenção em meu colega, atento como estava. Minha palma estava sobre a varinha, pronto para qualquer sinal de ataque. Tinha algo de estranho pairando os céus.

_________________


  
Tyson McFlont Blinkford Donatelle
transfiguration professor • married • ravenclaw
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Abbey Hool Keller
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
avatar

Patrono : Lobo-etíope

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
Varinha: Mogno, 25cm, Rígida, Cabelo de Veela.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 12 Jul 2015, 22:18

Douglas fez piada, claro que sim já que ele sempre fazia, dizendo que pelo menos o lugar era bonito. Dei de ombros, no meio de toda aquela crise eu não estava pensando muito na beleza do ambiente e essa era a verdade. — Mas fala sério Douglas, você trabalha no Ministério e não sabe mesmo de nada sobre isso? — Ele negou avidamente e mesmo sem querer eu fui obrigada a acreditar. Mas acho que não iam contar muita coisa aos estagiários que aprontavam tanto quanto ele, talvez sua namorada soubesse ou sua irmã mais velha, mas ele não. Conforme nos aproximávamos da margem chegamos perto de uma dupla sem nem perceber. O garoto estava quieto (e estatelado no chão) e a mulher falava alguma coisa com uma conta enorme em volta do pescoço. Eles notaram a nossa aproximação, afinal de contas eu estava tagarelando até então. — Nossa! Digo, er, desculpe. Estamos atrapalhando alguma coisa? — Perguntai um pouco confusa com a cena, a verdade é que eu esperava tudo menos uma adulta com uma cobra desse jeito. De repente outras duas garotas apareceram (não juntas, no caso) uma loira é uma ruiva para completar a cena. Era engraçado ver a tranquilidade com que a mulher - da cobra - lidava com o fato de vários adolescente estarem as margens do lago Ness no meio daquele caos todo. — Er, sou Evelyn e esse é Douglas. — Falei por fim apontando para o garoto e quebrando o silêncio.



_________________
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Frederick Argent McFlont
Corvinal
Corvinal
avatar

Bicho-papão : Insetos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Cabelo de Veela, Azevinho, 23cm, Maleável

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 12 Jul 2015, 22:20

{CORVINAL} 
{Uma viajem para o amanhã}






A sala vazia



Eu nem havia sentido a textura do meu marshmallow quando olhei para o lado e vi um volto pulado em minha direção! Com o susto cai no chão enquanto uma cobra tentava me comer. - Ahh-Ahh! - estava travado por conta do susto eu não conseguia gritar e nem conseguia me mover, senti meus olhos começarem a lacrimejar e com certeza eu ia começar a chorar se sentisse dor e... - Nã-o ta doendo? - falei olhando para a cobra ainda tentando me engolir até que uma moça alta apareceu e atirou do meu braço. 


Ela se apresentou como a dona da cobra e me ajudou a levantar e limpou a baba da cobra do meu braço. - Mãe... - falei fino ainda estava assustado, não é todo dia que você é atacado por uma cobra. Olhei ao redor e um aglomerado de pessoas estavam ao redor menos os meus pais com certeza eles ainda estavam namorando em algum banco e deixaram seu filho só com uma cobra assassina de crianças. Olhei para a moça fazendo bico e com  uma expressão de raiva enxugando as gotas de lágrima que estavam em meus olhos e olhei ao redor e suspirei. - Tia Holly, cuidado quando a senhora me levar para passear! Eu sou baixinho mas nem tanto! Não pode ficar me empurrando toda vez que não presta atenção aonde estou! - comecei a encenar e com essa minha atuação as pessoas ficaram menos preocupadas e se afastaram. 



Quando já não tinha ninguém próximo da mulher olhei furioso para ela, inflei as bochechas fazendo um bico. - Tome cuidado com essa cobra moça!  - exclamei com raiva em seguida olhando para meu pacote de marshmallow que estava no chão. Se meus pais estivessem aqui nem ela e nem a senhora estariam vivas! Sua sorte que tenho um sapo de chocolate no meu bolço!  - falei cruzando os braços.




Template By Flying Away from TDN

_________________


Frederick McFlont

 Corvino 

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
The Storyteller
Narrador
Narrador
avatar


MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 12 Jul 2015, 22:24


O Chegar da Noite I


Lago Ness, 12 de Julho de 2015; 15:30. A tempestade novamente se iniciava, com uma chuva fina e gelada. Cada pingo que batia na agua do grande lago ness iniciava uma nova nota de uma melodia, uma melodia que se completava a cada pequena trovoada que rugia no céu. As poucas pessoas que caminhavam pelo local se assustaram com o inicio repentino da chuva, mas a sua busca por um possível refúgio seria em vão. Surgindo novamente de forma misteriosa o alarme de alerta nuclear soa, anunciando novamente que algo estava por vir. Espessa e em silencio, a névoa negra se espalhava pouco a pouco pelo local. Ela não atrapalhava em momento algum a melodia dos pingos de chuva contra a água do lago, pelo contrário, ela se juntava aos dois tornando a melodia sombria e misteriosa, ocultando pouco a pouco a água do lago.

A névoa envolveu pouco a pouco cada um dos que por ali ainda caminhavam, fazendo-os cair em um sono profundo. Se movendo dentro da névoa a criatura avançou, pouco a pouco pelos corpos inconscientes, verificando cada um deles em um processo minucioso. Quando um era escolhido, ela o erguia e se movia de forma sobrenatural pela névoa desaparecendo com ele por dentre ela. O processo se repetiu algumas vezes, até que um trovão explosivo chamou a sua atenção. Os olhos branco gelo miraram o ultimo corpo, mas ela não se aproximou. Pouco a pouco a figura se afastou do local e levou a névoa consigo, carregando junto com ela apenas poucas vitimas.

OBS: Aos que postam aqui, verifiquem suas MP's antes de voltarem a postar.

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Adrian Salvatore Braddock
Lufa-Lufa
Lufa-Lufa
avatar

Patrono : Husky Siberiano

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Freixo, 26 cm, Maleável, Pena de Hipogrifo.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 12 Jul 2015, 22:26

Tinha resolvido dar uma descontraída e sair um pouco com meu grande mestre e amigo, Tyson, ele era um cara tranquilo e tinha um casamento de longa data e claro que as vezes eu conversava com ele quando estava perdido sobre o que fazer da vida e com Sky. O que não era o caso hoje, pois tínhamos decidido sair para dar uma volta no Lago Ness, conversávamos sobre o clima que parecia meio estranho e pronto para piorar a cada segundo, é.

_________________

ADRIAN SALVATORE BRADDOCK
CASADO COM A SKY
FILHO DO ZAYN E DA ALEX
JOGADOR PROFISSIONAL DE QUADRIBOL
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Abbey Hool Keller
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
avatar

Patrono : Lobo-etíope

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
Varinha: Mogno, 25cm, Rígida, Cabelo de Veela.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 12 Jul 2015, 23:15

O som ecoou fazendo com que todos se calassem instantâneamente. Douglas permaneceu imóvel ao meu lado, minha impressão foi que até a serpente entrou no mesmo clima que o restante e não emitiu mais um único som, nem mesmo a língua bifurcada que antes lambia o ar parecia se mover. A chuva fina e gélida já cobria-nós e eu sentia que minhas vestes começavam a ficar mais pesadas, enquanto os cabelos grudavam contra a pele do meu rosto e pescoço, permanecendo pesados e molhados sobre meus ombros e costas. O silêncio chegava a ser incômodo, mas depois do soar daquele sinal ninguém parecia capaz sequer de respirar fundo por um único motivo: medo. A névoa enegrecida se espalhava, envolvendo-me primeiro pelos pés. Eu não havia notado-a até que ela me cercou quase como se tivesse um peso absurdo. Eu senti meu corpo pesando e amolecendo, eu não sabia o que estava acontecendo, queria perguntar a Douglas mas a minha voz tinha sumido junto com todos os meus sentidos, minhas pálpebras pesavam uma tonelada e minhas pernas viraram gelatina instantâneamente. Senti meu corpo bater contra o chão, eu sei que senti toda a lateral dele chocar-se contra o cascalho da beira do lago, mas a dor não parecia mais um grande problema quanto aquela infinidade de sono me colocava em um estado de torpor absoluto.

Minha boca tinha um sabor amargo, insuportavelmente ruim, uma sede terrível tomava conta de mim. Ergui apenas a cabeça sentindo uma forte pontada de dor ao fazer isso, eu devia ter batido a cabeça na queda e agora sentia isso em forma de dor ao me mover mesmo que pouquíssimo. Douglas estava imóvel a apenas um metro de mim, caímos cada um para um lado. Eu me sentia estranha, aquele momento era perturbador demais, sentia meu corpo todo arrepiar só de pensar no estranho sono e na estranha névoa. O que havia acontecido? Eu me perguntava isso mentalmente uma vez que ainda não tinha tentado encontrar a minha voz em minha boca tão seca quanto um deserto. Me levantei com certa dificuldade, a dor de cabeça era o mais desagradável e havia ainda a dor em toda a lateral do meu corpo por conta da pancada contra o chão. Não era nada que eu de fato precisasse me importar, é claro, era apenas uma dor superficial e alguns corres e arranhões bem pequenos causados pelos cascalhos mais pontiagudos.

A garota loira não estava em lugar nenhum, eu notei que haviam desaparecidos. Como alguém desapareceria dali? Haviam mais pessoas desacordadas e a mulher mais velha, assim como eu, tinha voltado a consciência um tanto quanto confusa ao que parecia. — Precisamos chamar alguém! — Meu grito surpreendeu tanto a mulher quanto a mim mesma, eu estava preocupada com o fato de Douglas não ter acordado, temia o que isso poderia significar. Aquele sono fora tão perturbador que eu esperava com todas as minhas forças que ele recobrasse a consciência o quanto antes para amenizar minha preocupação. — Douglas! Douglas? — Chamei várias vezes mas não tentei movê-lo ou acordá-lo de nenhuma maneira por medo de fazer algum mal. Levei a mão ao seu peito e depois até o seu nariz, verificando se ele estava respirando. Aparentemente ele só estava inconsciente mesmo, um sono cujas feições demonstravam que não era nada bom. Franzia o cenho, realmente preocupada com aquilo. Mas fiquei ao seu lado. — Você está bem? Precisa de ajuda? — Gritei para ela mas não obtive nenhuma resposta sequer. 

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Myranda Ceallach Holstein
Sonserina
Sonserina
avatar

Bicho-papão : Estudante

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Presa de Vampiro, Olmo, 27cm, Inflexível.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 12 Jul 2015, 23:31


Conforme uma chuva fina encobria-lhe os fios de cabelo a jovem refez mentalmente o caminho de volta para casa. Teria que encarar a realidade, sair da Escócia e quando aquela barreira caísse do continente. Todo seu futuro desfeito em pedaços. Meneou a cabeça na direção da trilha e fez menção a um primeiro passo. Os pingos gélidos alçaram sua atenção e um alarme soava rítmico, badalando em conjunto com a atmosfera. Olhou na direção do grupo mais a frente e o desespero apertou-lhe a garganta com força. Sabia o que aquilo significava, sabia que podia morrer ali, que a sua fuga impensada poderia significar o fim. O ar trucava-se nos pulmões e a pressão arterial decaiu, o som tornara-se gélido como a chuva e sentiu todo seu corpo imerso num mar de gelo. Respirava com dificuldade, paralisada pela hipotermia. Quando a névoa recaiu sobre si as narinas dilataram e os olhos cingiram-se, a mente de Pauline descontrolou-se e a consciência abandonou o corpo. A escuridão embebedou-lhe a mente; não via nada.    

A ar desenhou uma porção de notas na escuridão, amarelas como ouro. Tocou-lhe uma, duas vezes, sentiu-a ressonar no corpo e aos poucos desenhou um caminho construído de tijolos. Cada passo ecoava, mas não os ouvia, transformavam-se em ainda mais tijolos. No fim da trilha um buraco mostrava uma cadeira, e a conversa vinda do cômodo chegava abafada ao seus ouvidos. Inclinou-se para ver e seu corpo translucido derreteu-se, caindo no buraco e tornando-se reforme.

Um gosto agridoce tocou-lhe a língua e espalhou-se por todo corpo, sentiu um liquido escorrer-lhe pelos lábios e menou a cabeça ao chão, vendo-se numa poça de sangue. Uma luz amarela balançou acima de si; o buraco se fechara. - Sei o que você fez... - Pauline seguiu a voz, virando-se num susto. Uma mulher permanecia nas sombras, fitando-a de forma inquieta. Sua expressão lhe era familiar, mas a luz sobre si dificultava a distinção dos traços. Forçou os olhos e pigarreou tentando limpar a garganta, o gosto do próprio sangue a deixara desnorteada. - Uma casa, duas filhas... - Cantarolou a distância, instigando-a a pensar.

A visão de Pauline tornou-se turva e da cadeira despencou-se na escuridão, pulando de uma cena á outra até cair num sofá. Levantou-se abalada e adaptou os olhos ao clima cinzento. Um choro brotou-lhe na garganta e trinou como um pássaro ferido, ela sabia onde estava e sabia o que teria ali. Os passos intensificavam-se e duas crianças corriam pela sala, entre risos. As gêmeas deslizavam pelo piso e olhavam-se obstinadas a ganhar o jogo de pega-pega. Pauline ergueu-se num pulo e correu até as duas crianças. Antes de chegar até elas os joelhos dobraram-se involuntariamente. Levantou a cabeça sôfrega e acompanhou a cena aos berros. Uma das crianças tropeçou e caiu contra a blindagem da lareira. O sangue correu quente pelo piso e chegou ao corpo de Pauline, embebendo-lhe as mãos. Uma dor lasciva cortou-lhe as costas e viu-se mergulhando na poça de sangue, caindo novamente na cadeira.

O gosto agridoce serpenteou-lhe novamente a garganta e a garota pôs-se a cuspir, tomada pela repulsa. - Sei o que você fez... - Provocou-lhe novamente, zombeteiro. Os olhos da ruiva esbugalharam-se, colapsos pelo choro copioso. - Não foi minha culpa! - Gritou debatendo-se no próprio espaço. Mais uma vez o corpo despencou e viu-se novamente caindo no sofá. Dessa vez sentia os cheiros, a ar nuvioso lembrava-lhe tabaco misturado á grama cortada. Mais uma vez tentou correr e mais uma vez quebrou-se no chão, perseguindo algo inatingível. Fechou os olhos para não ver a cena, no entanto as pálpebras abriam-se á força. O horror mais uma vez chegou-lhe pelo chão, o sangue batia-lhe as mãos e subia pelas palmas, comendo os braços e queimando-a por inteiro. Quando o sangue cobriu-lhe por completo viu-se novamente na sala de antes, dessa vez de pé. A luz amarela bamboleava acima dela e aos poucos a escuridão ressoava ao seu redor. Um vulto colapsou a sua frente e seguiu a imagem com os olhos. Retrocedeu o corpo e deparou-se com um espelho. A própria imagem a fitava displicentemente. Aproximou-se e encarou os próprios olhos. Uma letargia subiu-lhe formigando as pontas dos dedos e o reflexo retorceu os lábios, num sorriso moldável. - Sei o que você fez! - A imagem saiu de dentro do espelho e voou contra si, empurrando-a na imensidão escura. Debateu-se até findar e e corpo chocar-se contra o chão.

Acordara debatendo-se, engasgando com o próprio sangue. Sentou-se brevemente e olhou ao redor, com uma tosse seca a escapar. - Não toca em mim! - Gritou para uma figura indistinta que se aproximara e cambaleou para o outro lado, desviando. Sentia a palma das mãos doloridas, ergueu-as e observou as queimaduras leves, imaginando como conseguira aquilo. O sonho ainda flutuava na sua mente e a língua mordida latejava junto com a um eco surdo dentro da sua cabeça. Estava completamente atordoada.   
 

_________________
Myranda {Elizabeth} Ceallach
filha da Desiré; irmã mais velha do aaron; família Ceallach e Holstein; orgulho sonserino;;;; Darling, you've got to let me know should I stay or should I go? If you say that you are mine I'll be here 'til the end of time so you got to let me know should I stay or should I go?
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Frederick Argent McFlont
Corvinal
Corvinal
avatar

Bicho-papão : Insetos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Cabelo de Veela, Azevinho, 23cm, Maleável

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 12 Jul 2015, 23:34

{CORVINAL} 
{Uma viajem para o amanhã}






MEDO!



Eu estava brigando com a mulher quando comecei a me sentir tonto e senti as gotas da chuva caindo em cima do meu cabelo e ombros mas de certa forma me sentia bastante tonto e comecei a me sentir enjoado. Cai de joelhos no chão e olhei para a moça a minha frente que não parecia melhor que eu lembro de ter piscado apenas três vezes e cair no chão. 


Eu estava com sono... Mas minha cabeça falava que era para eu tentar ficar acordado, não conseguia mexer minhas pernas e a vontade de dormir era maior, tentei me mexer e consegui com muita dificuldade consegui mover um braço mas foi em vão. Fechei os olhos e dormi. Não foi meu melhor sonho afinal eu sonhei que estava na cozinha da minha casa enquanto Godo o elfo doméstico varria o chão com uma vassoura e me olhava dizendo que iria arrumar meu quarto e ia embora da cozinha enquanto eu ficava perto da bancada onde estava um frasco de veneno de insetos, peguei o frasco um pouco confuso afinal não era para a quilo estar ali. Porem mal saio da cozinha e vejo  que bem na minha frente havia o maior grilo que havia visto na minha vida! Era maior que uma coruja! Comecei a chamar por Godo mas ele falava que não podia sair pois a porta estava trancada. eu caminhei para trás sem dar as costas para o grilo gigante quando aquela coisa nojenta mexeu as antenas na minha direção.
Não pensei duas vezes e disparei o veneno contra ele gritando desesperado enquanto Godo perguntava o que estava acontecendo. 


O grilo recuou alguns paços e fez um barulho com aquela boca nojenta que eles tem e um monte de insetos começaram a invadir a janela da sala, corri para cozinha e comecei a mexer nas gavetas, os insetos estavam andando na minha direção e eu desesperadamente saio correndo e subo na bancada enquanto o grilo gigante pula da sala para a cozinha e fica na minha frente. Tento pegar jogar o veneno contra ele mas o frasco cai no chão e os outros insetos sobem em cima dele em seguida subindo no balcão eu fecho os olhos e me encolho dando um grito quando sou empurrado e caio do balcão ao chão abrindo os olhos e vendo o grilo gigante em cima de mim mexendo aquelas antenas e boca se aproximando do meu rosto. 


Eu prendo a respiração e fecho os olhos sentindo alguma coisa tocar meu rosto, já estava ficando sem ar, sentia meu coração acelerando, comecei a suar enquanto sentia alfo pegajoso e molhado no meu rosto, não aguento ficar sem respirar por muito tempo e volto a respirar soltando um grito de desespero. - Aaaahhh! - acordo me debatendo no gramado tremendo de frio assustado olhando ao redor para ver se não havia nenhum inseto, eu nem notava que estava chorando, tentei me levantar mas estava tonto e comecei a tossir  pois sentia minha que minha garganta estava seca e havia um gosto esquisito na minha língua não sabia identificar o que era eu comecei a cuspir sem mesmo ter me levantado. Assim que me acalmo um pouco tento me levantar mas meus braços estavam fracos e tremolos então tento mais uma vez me levantar usando toda força que tinha conseguindo ficar sentado. - M-moça? - perguntei olhando ao redor com a visão turva não conseguia encontra-la. 


Levantei com dificuldade e me apoiei nos joelhos, muitas pessoas estavam caídas no chão Olhei para onde meus pais deveriam estar e não os encontrei e sai correndo olhando para o chão vendo se não os encontrava, havia um várias pessoas que andavam por ali todas estiradas no chão dentre elas um homem que eu já havia visto na escola... Era o diretor da Corvinal! eu ainda escutava barulhos de asas de besouros como se sobrevoassem perto da minha cabeça o que me deixava com medo eu corri até ele, me ajoelhei perto dele e o sacudi. - Senhor Tyson! Senhor Tyson! - chamei duas vezes e nenhuma resposta veio. Baixei a cabeça até seu peito para certificar que seu coração batia e por sorte sim. - Senhor Tyson, acorde! Céus! - comecei a me desesperar e lágrimas se formavam pelo meu rosto até que resolvi dar um forte tapa no rosto do homem. - Me perdoe por isso Senhor Tyson. - Falei acertando minha mão no rosto dele para acorda-lo. Não sabia se isso iria funcionar mas tentei. - Alguém me ajuda! - comecei a gritar. 




Template By Flying Away from TDN

_________________


Frederick McFlont

 Corvino 

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Tyson Mc. B. Donatelle
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
avatar

Patrono : Gato Burmilla

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pinho, 22 cm, Rígida, Pelo de Unicórnio.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 12 Jul 2015, 23:52


De repente, uma névoa espessa cobriu o ambiente. Comecei a sentir um sono bater, mas não podia me deixar levar. Meus olhos piscavam, querendo me fazer dormir. Deveria ser algum gás sonífero: era lógico. Comecei a ouvir batidas, como se pessoas caíssem por terra. Mas não enxergava nada. Fechei os olhos, não aguentava. Parecia ouvir risadas altas. Via facas, cordas-bambas, fossos sem fim. O que faria? “Liberte-se, Tyson” disse a mim mesmo. “Liberte-se” repeti. Anos como legilimente pareciam ter surtido algum efeito. Levantei a varinha como que em alerta e pronunciei – Ferreous! – meu jato de ar dissipou aquele ar frívolo. E o que percebi, então? Percebi que meu sono foi embora. Alunos meus estavam caídos no chão, inconscientes. – Nossa! – arregalei os olhos momentaneamente, tendo crise de realidade. – Estou bem, Frederick. Não cheguei a ficar inconsciente... – respondi a um aluno, que pensara que eu estava na pior. – Vá tentar ajudar os outros e NÃO SAIA DAQUI! – Os estudantes e transeuntes comuns pareciam em transe. Até mesmo Adrian, já formado, parecia ter sucumbido ao maléfico fechar de olhos. Via-o se contorcer de leve sobre a grama. Tinha de ajudar a todos de alguma forma. Reparei, então, em um corte sobre minha mão canhota. E meditei em segundos sobre o que acontecia. Os sonhos de cada um surtiriam efeitos na realidade e o meu só não me trouxera grandes danos pela antiga prática mental. – Expecto Patronum! – disse e logo um gato burmilla apareceu. – Mensagem para os ministeriais: Meu nome é Tyson Donatelle, diretor da casa Corvinal em Hogwarts, e estou aqui no Lago Ness, na Escócia. Sofremos um ataque, precisamos de gente capacitada para nos socorrer. Cheguem depressa. Um Fianto Duri, como precaução será colocado. Vocês sabem como desfazê-lo. Possuímos feridos, aparentemente. Fim da mensagem. – O gato saiu dali. Alvejei os arredores com a vara mágica e pronunciei. – Fianto Duri! – um raio despontou do instrumento e protegeu a área em volta das pessoas que ali estavam. A barreira não nos protegeria por muito tempo, mas até chegar “reforços” do MM, era uma tentativa. Sem pestanejar, proferi contra Adrian – Enervate! – o rapaz pareceu acordar. Puxei suas mangas e notei alguns machucados. – Adrian, levante-se! Precisamos ajudar os demais! – ouvi os gritos de uma garota, vendo um corvino deitado ainda. Corri para perto dele e falei a ela. – É um sono de morte. Vou dar um jeito. Não saia dessa área por nada, entendida? Ela está protegida, por enquanto. Pelo que me lembre, você tem idade para saber alguns feitiços de cura. Vá até o Adrian. – apontei depressa. – Aquele rapaz ali, que acordei, e use-os nele. Rápido! Acorde quem precisar com Enervate e diga a pessoa que a área está protegida magicamente! – Mais uma vez sem pestanejar, foquei o corvino no chão e pronunciei. – Enervate! – ajoelhei-me e o pus sentado. – Acorde. Tudo passou! – usei alguns feitiços de primeiros socorros nele e segui para outra garota que vomitava sangue, a qual não queria ser tocada. Parecia ter acabado de acordar. Depois de limpar sua traqueia com um feitiço, disse – Ilcorporis tórax! – Dava-se para ver alguns sangramentos internos. Usei Inner Curats, mesmo a contragosto dela, dentre mais alguns feitiços de cura. – Não se assuste. Aqui é o professor Tyson... – esperava que aquele mal passasse... Tentava ajudar ao máximo que conseguia. Mas sabia que minhas magias de cura eram insuficientes...

_________________


  
Tyson McFlont Blinkford Donatelle
transfiguration professor • married • ravenclaw
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Frederick Argent McFlont
Corvinal
Corvinal
avatar

Bicho-papão : Insetos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Cabelo de Veela, Azevinho, 23cm, Maleável

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Seg 13 Jul 2015, 00:19

{CORVINAL} 
{Uma viajem para o amanhã}






NESSYE!



Suspirei forte com o alívio ao ver que o professor não precisou levar um tapa o que poderia me causar expulsão da escola ou algo pior. Assenti ao que ele falava e sem pestanejar e me levantei ainda com um pouco de dificuldade.  Olhei ao redor e o que eu podia fazer? Mal conhecia os feitiços e só sabia os que meu pai m ensinou e os que treinei lendo os livros da escola e quase não funcionavam direito.  Afastei toda essa sobrecarga de pensamentos balançando a cabeça e comecei a a procurar meus pais mas não os encontrava e já estava ficando preocupado. Olhei para o professor que lançou alguns feitiços que se não fosse por aquela situação eu estaria impressionado.




 Mas agora não era hora para isso corri em direção aos jovens que o professor havia acordado mexendo em meus bolsos e pegando uma barra de chocolate que ainda me restava e o quebrei em pedaços dividindo para todos que estavam acordados. - Coma, um pouco o açúcar vai ajudar o seu stress diminuir. - falei sorrindo para as garotas que o professor havia acordado em seguida para os garotos que acordavam por último, não era meu melhor sorriso pois ainda estava preocupado tanto com meus pais que não havia encontrado quanto comigo e os outros.




Template By Flying Away from TDN

_________________


Frederick McFlont

 Corvino 

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
The Storyteller
Narrador
Narrador
avatar


MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Seg 13 Jul 2015, 00:39


O Chegar da Noite I


Lago Ness, 12 de Julho de 2015; 15:40. Mais uma vez o efeito da névoa tomou conta das pessoas por um tempo, todas elas haviam caído em um estranho sono e tiveram sonhos que os afetaram não só psicologicamente, mas também em alguns casos, fisicamente, deixando ferimentos. Os bruxos que estavam por ali começaram a acordar, assustados, alguns ainda misturando realidade com sonho, outros pedindo por ajuda ou ajudando os colegas por ali mesmo.

A chuva ainda caia forte enquanto todos se movimentavam por ali, apenas um corpo ao longe chamava a atenção, ele ainda não se movia, respirava, mas estava desacordado. Ao chegarem mais perto, foi possível identificar o garoto (Douglas Miller A. Pallas) com sua camisa rasgada e em seu peito, cortes como se tivessem sido feitos à faca, formando a frase: “Nós estamos vendo todos vocês”. Ainda completamente atordoados, as pessoas começaram a deixar o local indo para suas casas, para o hospital ou até mesmo para Ministério da Magia, na tentativa de descobrir o que havia acontecido.

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Rachel Nottingham Donati
Funcionário do Pasquim
Funcionário do Pasquim
avatar

Patrono : Urso Negro

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
Varinha: Pinho, 29 cm, Elástica, Pena de Hipogrifo.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Seg 13 Jul 2015, 05:28

O Ministério estava uma loucura, mas as aparências eram tudo, seguindo um pedido de Lilian eu segui para o Lago Ness afim de verificar o que estava acontecendo, um chamado havia sido enviado pelo Diretor da Corvinal informando que precisavam de ajuda e haviam feridos no local. Por conta do número de aurores e funcionários já enviados para outros locais eu acompanhei aqueles dois. Os homens aparataram a uma boa distância, assim como eu, levava a varinha na mão direita e aguardava alguns passos atrás enquanto eles desfaziam as proteções lançadas. Nos aproximamos do Lago e logo foi possível ver a cena total, haviam vários jovens assustados, o professor estava ali cuidando de um garotinho é um único corpo permanecia imóvel no chão. Ao longe eu podia identificar meu irmão mais novo.  — Cuide dos outros e deixe esses dois comigo. — Falei a um dos aurores, o outro já havia seguido até o diretor provavelmente para se informar do acontecido e ajudá-lo.  — Douglas? — me abaixei ao lado do meu irmão mais novo, levando automaticamente a mão ao seu rosto e verificando com calma o seu estado. Ele estava vivo, desmaiado e extremamente ferido. O escrito fora gravado sem nenhuma delicadeza em sua pele. A garota começou a falar, mas eu não ia deixar que uma pirralha que estava ali por desobedecer ordens me dissesse nada.  — Quieta! Eu vou cuidar de você depois. Agora vamos levar Douglas daqui, ele precisa ir para o Hospital. — Me levantei e voltei minha atenção a um dos aurores.  — Cuidem de tudo por aqui, vou levá-los para o Hospital. O estado dele é... — não consegui concluir a frase, por sorte ele entendeu perfeitamente o que eu dizia. Voltei para a garota e sai do local com os dois (Evey McBride Wittelsbach e Douglas Miller A. Pallas), pretendia levá-los ao Mungus e entregá-los a pessoas de minha total confiança, principalmente meu irmão mais novo.

_________________
Rachel
Donati

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Douglas Miller Donati
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
avatar

Patrono : Cavalo Anglo-árabe

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Mogno, 20 cm, Rígida, Corda de Coração de Dragão.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Seg 13 Jul 2015, 09:40

Era impossível eu não reconhecer os campos de girassóis que eu me encontrava. Tinha passado os melhores anos da minha vida correndo por aquele lugar, que mesmo que eu não fosse lá há mais de uma década, eu ainda conseguia me lembrar perfeitamente de sua arquitetura e até mesmo do seu cheiro adocicado e rançoso que dominava o ar. – Mas o que eu estou fazendo aqui? – sim, o lugar dominava frequentemente os meus sonhos, mas aquilo parecia tão real. Tão vivido. Tentei tocar uma das flores, mas ela acabou fugindo do meu toque, como se o sol estivesse se movimentando em uma velocidade anormalmente rápida. Uma voz feminina chamou meu nome, e ecoou pelo horizonte. Não deveria haver eco. – Lisy? – não. Era outra pessoa. Tudo ficou em silêncio novamente. Eu deveria ter imaginado coisas, tanto que o girassol que estava na minha frente tinha voltado a sua posição original. Dessa vez consegui encostar meu dedo médio em uma de suas pétalas, mas como se fosse dotado de um complexo sistema sanguíneo, mais complexo que o humano, um sangue negro e podre percorreu lentamente a planta até que ela definhasse até a morte. Não tive tempo de entender o que havia acontecido, pois a voz voltou a me chamar, dessa vez muito mais forte, e com um eco muito mais intenso e ininterrupto.

– Evey! – sim, era ela. Tentei perceber de onde o som vinha, mas era quase como se estivesse ecoando dentro da minha própria cabeça. Comecei a bater no meu crânio com as duas mãos, para que as vozes cessassem, e para minha surpresa Evelyn apareceu na minha frente, rindo da minha atitude. – Oh, você está bem! – na verdade eu estava assustado demais e era bom ver um rosto amigo. Dei-lhe um forte abraço, enquanto ela continuava a rir, e não pude deixar de segurar suas fofas bochechas. Mas foi o meu contato com sua pele que fez as coisas mudarem. Como o girassol, a garota também começou a apodrecer lentamente, enquanto se contorcia de dor, até se tornar uma espécie de cadáver ressecado, murcho. – Não, não, não, não! – ouvi outras vozes. Muitas eu não conseguia distinguir, mas duas foram claras como a da minha irmã Rachel e do Diretor da Corvinal. Ambas as imagens tinham surgido na minha frente. O professor começou a fazer uma explicação que não pude compreender sobre transfiguração e o estado de Evelyn. Ele também trazia um girassol em mãos. Já minha irmã tentava se aproximar de mim, enquanto eu recuava sem pensar. – Não se aproxime. É melhor não! – naquele momento eu não sabia se tinha medo de ser preso ou de machucá-la. Resolvi que a melhor saída seria correr, mas minhas pernas tinham voltado a ser aquelas coisas roliças de quando eu tinha quatro anos, fazendo com que eu caísse de cara no chão. Quando levantei a cabeça, todo o campo está começando a ficar negro.

[...] Era impossível saber o que tinha acontecido com Douglas. Diferente da maioria das pessoas, ele tinha sido capturado pela névoa e sido largado alguns metros mais longe. Pelo menos ele tinha voltado, visto que alguns ainda não tinham sido encontrados. Seu estado era calmo e sereno, como se estivesse em um profundo transe. Em um pacifico lugar dentro de sua mente. Se não fosse por sua respiração calma, poderia até se dizer que ele estava morto. Evey estava ao seu lado, visivelmente abalada. A camiseta completamente rasgada e as marcas praticamente entalhadas em seu peito provocavam isso. Rachel também estava ali, mas vindo a trabalho, e trazia a sua frieza característica. E mesmo tendo repreendido Evelyn por terem desobedecido a ordens, no fundo talvez a mulher já esperasse receber uma coruja dizendo que seu irmão tinha sido atingido pelo evento, afinal, cumprir regras nunca tinha sido muito o forte do Corvino. De qualquer modo, para não perder muito tempo, a ministerial segurou os dois adolescentes e assim Douglas saiu dali junto com Rachel e Evey.

_________________
"A soldier with a broken arm, Fixed his stare to the wheel of a Cadillac, A cop knelt and kissed the feet of a priest, And a queer threw up at the sight of that"

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Diron Drah
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
avatar

Patrono : Suricato
Bicho-papão : leitura

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Formado
Varinha: Videira, 24 cm, Flexível, Lasca de Casca de Centauro.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Seg 13 Jul 2015, 15:29


Dias de férias! Aceitei o convite de meu novo amigo João para passear pela Escócia e claro que tínhamos que passar pelo Lago Ness. Mas nem tudo era como eu esperava. A névoa maligna caiu sobre o local e eu, fraco como sou, logo caí num sono profundo e não vi muita coisa do que aconteceu. Na verdade tive um pesadelo: eu estava boiando no lago, adormecido, quando de repente começo a afundar, como tenho dificuldade para nadar comecei a espernear e a tentar gritar: - João, João, cadê você? Me ajude! – foi quando senti uma criatura espectral me puxando mais pra baixo e o medo tomou conta de mim. Pra mim, não poderia usar a varinha fora de Hogwarts e pior que eu não estava com ela, esqueci na pousada. O descontrole era a melhor definição de minha situação e quando estava quase sem fôlego, afundando, gritei novamente por meu amigo. Então a criatura parou de me puxar e falou comigo: - Qual o problema Diron? Eu estou aqui, estou te salvando, te levando pras garras da morte. – E eu não acreditei, quando olhei pro rosto da criatura e vi o rosto de João. Meu grito foi tão alto e eu tentava desesperadamente voltar à superfície e observei em instantes o espectro me perseguindo, então minhas forças falharam e eu desmaiei na água.
Logo eu senti que alguém me puxava, era o João verdadeiro, real, que me acordava deste terrível pesadelo. O clima ao redor era de terror, muita gente gritando, outras correndo e tantas caídas ao chão. Eu fiquei em dúvida se era ainda sonho ou se era o real, mas a face assustada e não assustadora de João me fizeram cair na real. Entre os caídos, havia um garoto conhecido nosso, chamado Douglas, ele era um dos mais feridos e alguns tentavam ajudá-lo. Era incrível como muitos alunos de Hogwarts vinham passar um tempo das férias no lago Ness. João queria ajudar o menino, eu, com tanto medo quis sair dali o mais rápido que pudesse. Então convenci meu amigo,depois de olharmos para Douglas e pra frase assustadora em seu peito, de sairmos dali.

OFF: saio do local!
 
 

_________________
Diron Drah, orgulho de ser corvino
"A fama pelo visto não é tudo" 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Myranda Ceallach Holstein
Sonserina
Sonserina
avatar

Bicho-papão : Estudante

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Presa de Vampiro, Olmo, 27cm, Inflexível.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Seg 13 Jul 2015, 18:43


Após receber alguns cuidados do professor presente no local, Pauline avistou os pais na base da trilha por onde viera, levantou-se ainda desnorteada e foi até eles. Agora sob o cuidado dos familiares a jovem foi retirada dali e levada para casa.

OFF: Saio do local.
 

_________________
Myranda {Elizabeth} Ceallach
filha da Desiré; irmã mais velha do aaron; família Ceallach e Holstein; orgulho sonserino;;;; Darling, you've got to let me know should I stay or should I go? If you say that you are mine I'll be here 'til the end of time so you got to let me know should I stay or should I go?
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Frederick Argent McFlont
Corvinal
Corvinal
avatar

Bicho-papão : Insetos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Cabelo de Veela, Azevinho, 23cm, Maleável

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Seg 13 Jul 2015, 22:23

Frederick Argent escreveu:
{CORVINAL} 
{Uma viajem para o amanhã}






NESSYE!



Depois que alguns aurores chegaram ao local corri até eles explicando a situação de ter perdido meus pais durante o sono. Eles tentavam me acalmar enquanto pediam informações sobre como eram os meus pais, assim que passei todas as informações que eles precisavam meus pais apareceram correndo até onde eu estava junto com um dos aurores explicando que pensavam que eu estava perdido já que não me encontraram e saíram do local a minha procura. Tudo se esclareceu por sorte e depois do que aconteceu meus pais resolveram sair da escócia e voltar para nossa casa e me mandar para Hogwarts pois achavam que eu estaria seguro na escola enquanto eles ajudavam o ministério a desvendar esses ataques. 

OFF: Saio do local




Template By Flying Away from TDN

_________________


Frederick McFlont

 Corvino 

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Tyson Mc. B. Donatelle
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
avatar

Patrono : Gato Burmilla

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pinho, 22 cm, Rígida, Pelo de Unicórnio.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Seg 20 Jul 2015, 15:34

Com a ajuda do MM, meu trabalho por ali acabou. Após a retirada da barreira, saí, então, dali aparatando.

_________________


  
Tyson McFlont Blinkford Donatelle
transfiguration professor • married • ravenclaw
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Adrian Salvatore Braddock
Lufa-Lufa
Lufa-Lufa
avatar

Patrono : Husky Siberiano

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Freixo, 26 cm, Maleável, Pena de Hipogrifo.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Ter 28 Jul 2015, 13:30

Saio dali após tudo.

_________________

ADRIAN SALVATORE BRADDOCK
CASADO COM A SKY
FILHO DO ZAYN E DA ALEX
JOGADOR PROFISSIONAL DE QUADRIBOL
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Larissa De Angeli
Lufa-Lufa
Lufa-Lufa


Bicho-papão : Estudante

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Qua 05 Ago 2015, 13:19

Passeando pelo lago observei uma criatura diferentes das que já vi. Logo percebi que era aquele ser que lá habita e que os trouxas chamam de monstro. Pois eu digo que nunca vi criatura mais linda!
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Larissa De Angeli
Lufa-Lufa
Lufa-Lufa


Bicho-papão : Estudante

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Qui 06 Ago 2015, 00:16

OFF: deixei o local.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Kurt Nikolas S. Nördmark
Grifinória
Grifinória
avatar


Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Carvalho, 31cm, Inflexível

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Qua 12 Ago 2015, 14:23

Nasci e sempre morei em Inverness, e desde criança adoro ficar na beira deste lago. Meu pai sempre me contava sobre algo que habitava ali, mas fui descobrir o que era só agora.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Jared W. Marshall
Ex-administrador
Ex-administrador
avatar

Bicho-papão : Coordenador da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Qui 10 Set 2015, 19:33

Passo no local para visitar Nessie. Fazia tanto tempo que não a via que senti remorso. Depois da visita e de brincar com ela no lago, vou embora.

_________________
Jared Wanderpoll Marshall      
coordenador da escola de magia e bruxaria de hogwarts

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Jared D'Amici Czarevich
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
avatar

Patrono : Gato Korat
Bicho-papão : Sombras

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Teixo, 31 cm, Maleável

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Seg 16 Nov 2015, 18:08

Havia acabado de sair do meu plantão de 48 horas do hospital quando dei uma rápida passada em casa. Eu não estava com sono, muito pelo contrário. A quantidade de café que bebi durante esses dias e os rápidos cochilos de duas horas no banco da sala dos funcionários já estavam de bom grado e me deixaram completamente acordado. Cheguei em casa e fui em direção ao meu quarto, jogando a mochila sobre a cama e logo indo em direção ao banheiro tomar uma ducha rápida para tirar as bactérias que estavam em minha pele por conta dos doentes do hospital. Após isso, coloquei uma roupa comum e decidi que sairia um pouco durante aquela tarde. Eu estava muito sedentário, para falar a verdade. A rotina era praticamente casa, hospital, casa, hospital e casa. Isso quando eu não dava uma saída de tipo 15 minutos para levar Amy até a escolinha em Godric's Hollow. Aparatei até o Lago Ness ali do lado de casa, e ao chegar lá percebi que algumas famílias brincavam no gramado. Que dia seria aquele? Sexta feira? Sábado? Nem eu mesmo sabia. Me escondi atrás de uma arvore na esperança de ninguém me ver, já que estava quase que surtando para dar umas voltas pelo lago em quatro patas. Acho que não é novidade para ninguém que eu amo a sensação do vento, certo?

Senti o pelo crescer cada vez mais em meu corpo, além de ver as minhas unhas pequenas se transformarem em garras em poucos segundos. O meu nariz ficou um pouco menor e quando menos percebi, já estava na forma de um gato cinza bastante peludo e fofo. - Miaw. - Disse apenas para ter a certeza de que estava em meu estado completamente transformado. Dei um pulo para a estrada onde algumas pessoas corriam e dei uma breve olhada ao meu redor. Digamos que a sensação de ter quase todo mundo te olhando e falando "ai, que fofo!" não era uma sensação tão boa, mas eu já estava tão acostumado que mal liguei! Sai andando por lá todo saltitante quando comecei a correr igual um desesperado em busca de algo para fazer. E lá vem a sensação de sentir o vento em meus pelos. Já falei e falo mais uma vez: é muito bom! Fiquei lá por um bom tempo até o sol começar a se por e metade das pessoas que ocupavam o parque começar a irem para suas casas. Subi em uma árvore e fiquei apoiado em um galho que aguentaria meu peso, começando a me transformar novamente em humano. As unhas voltaram ao normal, os pelos diminuíram e eu não era mais o gato cinza fofo de antes, e sim apenas um homem que subiu em uma árvore para fazer praticamente nada. Com um pulo fui para o chão e olhei em minha volta mais uma vez, aparatando novamente para casa.

_________________
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Uriel Fitz. Ohlweiler
Procurados
Procurados
avatar

Patrono : Gorila-das-montanhas

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Cabelo de Veela, Bordo, 29cm, Flexível.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Ter 29 Dez 2015, 03:41

Eu tinha acabado de sair de Godric’s Hollow, após analisar Melissa em seu último teste. A garota era um pouco arrogante demais para o meu gosto, achava que tinha o rei na barriga, mas mesmo assim, eu não podia negar que ela tinha talento para torturar e matar pessoas. — Se ela andar na linha, ela terá um bom futuro, senão... — comentei para mim mesmo, sabendo muito bem o que acontecia com mercenários desertores ou incompetentes. Naquele momento eu voava na minha vassoura acabando de chegar à Escócia. Lógico que eu podia aparatar, mas não queria deixar nenhum rastro de que estivera no país naquela noite. Eu tinha guardado todas as informações sobre quem eu deveria matar: O sujeito se chamava Ramon Suarez. Sim, o nome dele era latino, mas o cara tinha nascido em Edimburgo, ou seja, era escocês. O homem era um servidor ministerial no departamento de transportes, e costumava ser conhecido por arrumar algumas brigas dentro do ministério. Era um dos funcionários que mais tinha advertências, pois ele vivia brigando com alguém. Digamos que a morte dele não seria uma surpresa, e a lista de possíveis autores do crime seria extensa. Eu já tinha estudado bastante sobre Ramon, então não seria difícil encontrá-lo. Basicamente eu conhecia bem os lugares onde ele frequentava, logo, sabia o caminho exato que ele fazia ao ir para casa, e foi nessa hora que o peguei desprevenido.

O homem tinha acabado de sair de uma boate de strip club que ele passava mais tempo do que na própria casa, e caminhava trançando as pernas por um beco escuro de Edimburgo que servia de atalho para o seu apartamento. — Hey amigo, tem fogo? — fiz minha melhor voz de bebum. Eu tinha chegado alguns minutos antes na cidade e me prostrado no tal beco que Ramon Suarez costumava passar. Minha barba levemente grande e minhas roupas propositalmente desarrumadas, me davam um aspecto de mendigo. O motivo para isso era que o ilustríssimo ministerial gostava de agredir moradores de rua Trouxas, algo que pouco se contava nos seus registros. Eu particularmente achava que o cara sofreria bem mais em Azkaban, mas já que tinha que matá-lo, faria o serviço com classe. A pergunta sobre o fogo foi minha forma de fazer o sujeito sacar a varinha. Lógico que quando isso aconteceu, fui muito mais rápido que ele. — Expelliarmus! — vi o objeto voar longe. Agora que Ramon estava desarmado, só restava calar sua boca para impedir que ele saísse pedindo ajuda. — Silencio! — pronto. Levantei-me num só pulo, e desferi um soco no maxilar do sujeito. Senti o osso estralar, mas o homem continuou acordado. — Você é duro na queda. — vi que ele tentou revidar, mas eu era bem treinado. Esquivei-me do golpe e apontei a varinha para ele — Estupefaça! — assim que foi acertado pelo feitiço, o ministerial caiu no chão desmaiado e eu levitei seu corpo até um prédio abandonado que compunham uma das paredes do beco.

[...] Ramon Suarez estava muito bem amarrado em uma cadeira, em uma das salas do prédio. O ambiente estava praticamente vazio. Os únicos instrumentos ali eram os que eu tinha trazido previamente. Mesmo assim, preferia manter basicamente o modo de tortura bruxo, apelando para poucos objetos trouxas. Além disso, todo o ambiente estava protegido com feitiços para evitar que qualquer pessoa visse ou escutasse algo que ocorresse lá dentro. — Enervate! — acordei o sujeito e antes que ele estivesse completamente aceso, lancei outro feitiço, muito mais interessante — Aqua Eructo! — o encantamento não seria tão ruim se estivéssemos em pleno verão. Mas ao contrário disso, nos encontrávamos em uma fria noite de inverno, e meu prisioneiro vestia apenas sua cueca. O contato com a água gelada naturalmente se tornava bastante intenso. — Que bom que acordou, raio de sol! — comentei com um sorriso sarcástico — Parece que você não é tão agressivo quando está amarrado, não é mesmo? — naturalmente que o homem começou a implorar para que eu o soltasse em troca de muito dinheiro, e vendo que eu não iria fazer isso, acabou apelando para o natural que era querer saber quem tinha sido o mandante. Para ser sincero, nem eu mesmo sabia ao certo aquela informação. Resolvi fazê-lo calar a boca, mas de forma diferente da de antes — Crucio! — a maldição o atingiu em cheio, fazendo com que ele inicialmente berrasse, mas depois se calasse devido à dor intensa que sentia.

Ótimo! Assim é bem melhor. — comecei a assoviar uma canção italiana, e pensar como ira torturar minha vítima. Decidi que não estava com muito saco para aquilo. Primeiro fiz alguns cortes em lugares estratégicos do seu corpo, com a minha adaga, e após sua pele estar mais listrada que um tigre, despejei uma enorme quantidade de sal nas feridas. Aquilo deveria doer pra cacete. Lógico que eu não sabia, não era nem maluco de fazer um corte na minha própria pele e tocar sal. De qualquer forma, como não estava com muita paciência para ficar torturando servidorzinho ministerial metido a besta, resolvi acabar logo com aquilo. Coloquei um punhado de álcool no corpo nu do meu torturado, algo que fez seus cortes começaram a borbulhar enquanto Ramon gritava de dor, e sem muita cerimônia, lancei um feitiço muito útil no homem — Incendio! — rapidamente o corpo do sujeito começou a entrar em combustão, enquanto eu assistia e torcia o nariz com aquele cheiro de carne e gordura queimando. Quando apenas um corpo carbonizado e irreconhecível surgiu, e todo o fogo se apagou, ajeitei tudo, e levei o cadáver até o Lago Ness. Larguei-o mais ou menos no meio do lago, mais como uma forma de piada. Geralmente não se viam corpos carbonizados boiando no meio dos rios. Aquilo definitivamente ia torrar os miolos dos peritos Trouxas. Quando meu serviço estava concluído, saí dali, pois precisava reportar a missão com sucesso para Ofélia.

_________________







Uriel Fitzgerald Ohlweiler





Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Uriel Fitz. Ohlweiler
Procurados
Procurados
avatar

Patrono : Gorila-das-montanhas

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Cabelo de Veela, Bordo, 29cm, Flexível.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Ter 29 Dez 2015, 03:42

Saio dali.

Off: Só pra garantir.

_________________







Uriel Fitzgerald Ohlweiler





Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: Lago Ness   

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Lago Ness
Voltar ao Topo 
Página 4 de 6Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
 :: Ilhas Britânicas :: Norte da Grã-Bretanha-
Ir para: