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 Lago Ness

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Diretor Alvoros Grunnion
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MensagemAssunto: Lago Ness   Seg 14 Jan - 19:48

Relembrando a primeira mensagem :

Lago Ness

Highland, Escócia



O lago Ness (Loch Ness) é um lago de água doce localizado em Highland na Escócia, de forma estreita e alongada com cerca de 37 quilómetros de comprimento. O lago ocupa uma área de cerca de 56,4 km² e tem uma profundidade máxima de 226 metros. A visibilidade da água é extremamente reduzida devido ao teor de turfa dos solos circundantes, que é trazida para o lago através das redes de drenagem. Pensa-se que o lago Ness tenha sido modelado pelos glaciares  da última era glacial.

Fonte: Wikipédia

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos.



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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Helioth Alaine Kerberos
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Qui 14 Jan - 13:34


A Elite de Andrômeda

Em busca do Lumen Histoirie
Chegada a Edimburgo


Era uma linda tarde de verão quando chegamos, Andrômeda e eu, a Edimburgo. – Andrômeda, foi uma viagem e tanto hein? – sorri para ele assim que pousamos em uma margem afastada do Lago Ness. Viajar de vassoura até aquele lugar poderia ter sido um pouco melhor se não tivesse de ter que pegar um desvio a caminho. – Andrômeda, acredito que seja melhor prepararmos alguma coisa de comer não é mesmo? – perguntei assim que ele começou a brincar perto da margem do lago na tentativa de ver se estava muito despenteado. Coloquei a vassoura dentro da minha bolsa para evitar que ficasse a vista de alguém. Apontei com minha varinha para os lados utilizando de feitiços convocatórios para obter alguns gravetos e fazer uma pequena fogueira. – Hum... acredito que poderemos transfigurar algumas pedras quem sabe... assim podermos ter uma fornalha melhor, rústica, mas acredito que mais interessante. – sorri para ele enquanto me sentei e com alguns gestos consegui fazer algo mais apropriado para cozinhar nossa comida e esquentar o chá... – Bem... Vamos comer o que hoje Andrômeda? – perguntei enquanto retirava algumas coisas da pequena bolsa de viagem com um excelente feitiço de expansão indetectável. Lembro-me de quando aprendi isso com minha excelente professora de feitiços. Aproveitei para retirar algumas anotações sobre a viagem, precisaria reler todo o trajeto que até então havíamos feito e todas as futuras possibilidades de se encontrar alguma pista sobre o Lumen Histoire...





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Daniel Fiatti Lancastell
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Sab 16 Jan - 21:28

Lago Ness, Escócia.

Fazia uma tarde agradável às margens do lago quando aparatei em um rochedo alto e disforme nas imediações do terreno. Uma brisa refrescante me saudou de volta ao local que costumava ser um refúgio durante grande parte da minha vida escocesa. Dois anos me passaram pela mente em menos de um minuto, tempo que levei admirando tal maravilha aquática. Tomei assento na beirada da pedra, cruzando as pernas e mantendo a coluna ereta. Fechei os olhos puxando uma boa quantidade do ar úmido e puro do ambiente. Nos minutos seguintes, fui engolfado na calmaria predominante, sentindo-me parte do lago. Suas águas frias e calmas corriam em minhas veias, deixando meu corpo relaxado como se flutuasse em sua superfície. Era hora de buscar por respostas.

Em minha mente, caminhava com os pés descalços no gramado verdejante de uma colina. Um pequeno regato serpenteava no vale logo abaixo do morro. Era possível ouvir o barulho que a água fazia enquanto corria continuamente entre pedras. A brisa varria os meus cabelos enquanto soprava uma calma melodia nos meus ouvidos. Relaxei à sombra de uma árvore percebendo a aproximação de alguém, podia ouvir os seus pés indo de encontro à grama, seu andar calmo e compassado. Então, uma voz masculina me cumprimentou. Ergui o rosto para observar o rapaz jovem de cabelos louros e anelados; sua pele emitia um bronze reluzente, ele vestia uma toga grega e usava uma coroa de louros na cabeça. Ao seu contorno, era facilmente perceptível uma aura dourada irradiar, transmitindo uma energia serena.

O rapaz se sentou ao meu lado, acomodando-se no tronco da árvore. Sabia de quem se tratava, já o encontrara, neste mesmo lugar, anos atrás, alguns meses antes de Helena dar a luz aos meus filhos. Obviamente, a razão deste encontro não poderia ser outra. – Faz muito tempo desde a última vez – disse eu com um tom sério a admirar a paisagem. O homem nada disse, permaneceu me olhando como se esperasse algo mais de mim. – Eles não estão prontos ainda. – Encarei-o com uma expressão melancólica e, por fim, o jovem assentiu com a cabeça. “De acordo. Mas eles possuem o poder que desconhecem e deverão dominá-lo para que o destino se cumpra.” Sua voz soava determinada e paciente, suas intenções não podiam ser mais claras. Entrementes, seu tom mudou, deixando sua fala obscura e misteriosa. “A história está para se repetir e você não deverá impedir, afinal, todos temos um caminho a seguir. O bom mestre apenas aponta a direção. Lembre-se disso!” Do que estava a falar, eu realmente não concebi, mas seguiria suas instruções quando fosse a hora de agir. Ele se levantou e deu alguns passos a frente, virando o pescoço para me observar. Então, um leve sorriso se formou em seus lábios. “Agradeço a homenagem!” Acenei positivamente com a cabeça, esboçando um sorriso compreensivo. Enfim, observei o homem caminhar para longe enquanto cerrava os olhos.

Um estalido me trouxe de volta ao rochedo perante o lago. A brisa fresca encheu meus pulmões com o ar puro, então mirei o horizonte dourado, banhado à luz do sol poente. – Na hora certa, Skuhrgy – disse olhando por cima do ombro direito, de soslaio, para o elfo a se reverenciar. – Já chego para o jantar. – A criatura, então, rodopiou e desapareceu no ar. Coloquei-me de pé, sentindo as pernas reclamarem; estava sentado há muito tempo em uma mesma posição, mas já havia me acostumado. Admirei o lugar uma vez mais e, com um longo suspiro, desaparatei dali.
OFF: deixo o local.


Daniel Fiatti Lancastell
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Helioth Alaine Kerberos
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Patrono : Borboleta Esmeralda
Bicho-papão : O Espelho de Ojesed

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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Seg 18 Jan - 14:43


A Elite de Andrômeda

Em busca do Lumen Histoirie
Em direção ao castelo.


Depois de comermos e descansarmos, Andrômeda e eu decidimos subir a colina que daria para o Castelo que havia ali perto. – Pelo que soube Andrômeda, talvez o castelo tenha alguma informação se conseguirmos entrar no mesmo, não é? – sorri para ele que se espreguiçava com toda a preguiça que poderia ter. O dia estava ameno e gosto para se passar uma tarde no lago. Andrômeda não queria saber de continuar nossa jornada, ele nunca foi muito fã de coisas ligadas a DCAT. – Andrômeda! – gritei fazendo-o saltar e cair nas quatro patas. – Vamos indo... ai ai ai sem reclamações, vamos em direção ao castelo de Eilean Donan! – sorri para ele, olhei para os lados e não vi nenhum sinal de trouxa possível. – Ótimo! Vamos arrumar as coisas. – fazendo um gesto com minha varinha, guardei tudo dentro da minha bolsinha e rapidamente fiz sinal para que Andrômeda pulasse para os meus braços. – vamos indo? – saímos do local e fomos em direção ao castelo.
 


 
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Mia K. Baranek
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Bicho-papão : Estudante

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Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Cerda de Fada Mordente, Jacarandá, 22cm, Maleável.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Sab 20 Fev - 6:09

Dou uma voltinha por ali, penso em dar um mergulho, mas depois decido ir embora.


Mia Katerina Baranek

I'm a phoenix in the water, a fish that's learned to fly and I've always been a daughter but feathers are meant for the sky. So I'm wishing, wishing further for the excitement to arrive. It's just I would rather be causing the chaos than laying at the sharp end of this knife. With every small disaster I'll let the waters still... Take me away to some place real.


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Darwin Ferrer Chandler
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Patrono : Esquilo-voador
Bicho-papão : A morte de seu pai

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Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 4º Ano
Varinha: Ferrão de Explosivin, Abeto Vermelho, 26cm, Inflexível.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 27 Mar - 10:51


O homem da barba malfeita
 O final da tarde não podia ser melhor para Darwin, havia conseguido a permissão dos pais para ir a excursão marcada pela Grifinória, porém, iria ter que ser acompanhado por Jensen, um primo que o garoto nunca virá na vida, mas que sabia que tal parente tinha modos estranhos, segundo sua mãe. Darwin contemplava o Lago Ness em sua frente, se perguntando se realmente tinha uma criatura lá dentro, quase todos seus amigos falava ter visto algo estranho no meio do lado, porém o garoto dizia que não tinha a mesma sorte, ou não tinha a mesma cara de pau, para mentir sobre uma criatura fictícia. Darwin enfiou sus mãos nos bolsos de seu casaco e começou a se encolher, estava um frio agoniante no local, talvez por causa da umidade do lago, ou algo do tipo, Darwin não sabia muito bem, mas só queria se encontrar com Jensen rápido, antes que congelasse ali.

  Quase meia hora após Darwin chegar no Lago Ness, um homem com cabelos curtos e loiros, barbas malfeitas e roupas desleixadas havia chegado. - Você que é o Darwin ? - Perguntou o homem com uma voz que não transmitia nenhum tipo de sentimento. Darwin virou o pescoço para esquerda e teve a vista do homem. - Sim... e você o Jensen ? - Indagou o garoto, logo após afirmar a pergunta de seu possível primo. - Sim. - Confirmou Jensen. - Então... vamos ? - Perguntou Jensen, segurando uma mochila em suas costas, enquanto Darwin tinha outra nas suas. - Ah... vamos. - Respondeu o garoto se levantando e esperando seu primo começar a caminhar. Darwin não hesitou em sair do local, que impregnava de frio.

Off: Darwin saiu dali.




I'm sorry
So far away, but still so near, the lights go on, the music dies, but you don't see me, standing here. I just came to say goodbye <3
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Jensen Ledger Stackhouse
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Patrono : Dogue alemão
Bicho-papão : Dragões

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Escola/Casa: Não possui
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Escama de Kappa, Olmo, 29cm, Inflexível.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 27 Mar - 11:05

Slytherin Pride
 Chego muito cansado no Lago ness, onde o clima era de absoluto silêncio e um frio que incomodava até a alma. Haviam poucas pessoas no local, porém uma dessas pessoas estava ao meu aguardo. Procurei por um garoto que segundo a descrição era um pentelho de rosto bonito e cabelos lisos. Avistei um garoto encolhido em um banco, que ficava a poucos metros do Lago e logo caminhei em sua direção. A cada passo me perguntava o que dizer ao garoto, mas pelo visto a resposta não iria vir assim, pelo visto iria ter que improvisar. Em pé ao lado do garoto, pigarreio para o tal perceber minha presença, porém pelo visto estava viajando. - Você que é o Darwin ? - Pergunto sem demonstrar interesse, o que realmente era verdade. O garoto confirmou e logo perguntou se eu era Jensen, bom, poderia dizer que não e inventar um nome bem brega, mas era melhor evitar essas coisas. - Sim. - Respondi, enquanto bocejava preguiçosamente. - Então... vamos ? - O garoto olhou para mim na mesma hora e confirmou não só com um movimento de cabeça, mas também formalmente. Comecei a caminhar na frente, sem esperar que Darwin viesse para o meu lado. Não queria conversar com ninguém em plena a uma manhã congelante. Saio dali.

Off: Saio dali.



Insane

AND AFTER ALL THESE YEARS , I CAN STILL HEAR IT

in my mind
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Taylor Spears
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Sab 2 Abr - 15:25

*chego no lago ness com a varinha em mãos*
*aponto a varinha para cima me posicionando proximo as margens do lago*
- Repello Aparatio
*lanço o feitiço e aponto a varinha para o meu lado*
"Ignotus Gaubracianus"
*crio chamas para atacar qualquer um que chegasse no lugar*


duelos:
- feitiços
"feitiço não verbal"
*ações*
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Taylor Spears
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Sab 2 Abr - 15:41

*aponto a varinha para cima*
- Finite Incantatem
*aparato dali*
*saio dali*


duelos:
- feitiços
"feitiço não verbal"
*ações*
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Alexandra S. Rathbone
Auror Estagiário
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Patrono : Gineta
Bicho-papão : Perder um amigo

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: 7º Ano
Varinha: Pena de Hipogrifo, Olmo, 25cm, Inflexível.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Sab 9 Jul - 2:09


Bastarda de Breckwood

 A garota sentia o calor que sol proporcionava para ela, quase um tranquilizante ao pequeno coração agitado, estava em pé na frente da sua casa, esperando por Lady Gretchen, sua possível madastra e rival, se ela tivesse um filho de Lord Bergan, suas chances de herdar o Império dele seriam zero. "Acalme-se Alexandra, você é uma Rathbone, e a filha mais velha" ela tentava se acalmar, embora por fora ninguém percebera seus reais sentimentos. Sempre serena, com seu vestido amarelo e prata, seus cabelos devidamente trançados, era uma pequena dama, pronta para receber todos gentilmente para o chá na mansão Breckwood, um dos castelos ao redor de Highland, o lago Ness ficava a poucos metros.

-Lady Gretchen, é uma honra recebe-lá. Espero que a viagem tenha sido satisfatória.- Alexandra falou polidamente o discurso já pronto, com um belo sorriso no rosto, Lady Gretchen foi tão formidável quanto a garota. O chá era um encontro dos lords bruxos da região, a pequena menina quase não tivera contado com outras crianças de sua idade, apenas a filha da governanta, e naquele encontro tinha apenas um menino desprezível. Assim que pode conseguiu escapar da sala, levando consigo Beth a filha da governanta, elas caminhavam pelas margens do lago Ness, era um lugar que ela com certeza sentiria falta quando fosse para a tal escola de magia. 

-Alec, você não deveria ficar na sala?. Alexandra torceu a boca quando ouviu o apelido que Beth usava, a lembrava que se fosse um menino, não correria risco de perder a herança, Beth era mais alta que a pequena Lady, sendo dois anos mais velha, medrosa e supersticiosa, não gostava muito do lago, seus cabelos pretos presos numa trança única, suas roupas eram de um pano e corte mais grosseiro, mas era uma pessoa muito confiável e amigável. - Não é o tipo de conversa que devo escutar, além do mais eu já fiz meu papel. E não me chame de Alec, pelo menos na frente dos outros. - Beth baixou a cabeça envergonhada, e Alexandra sentiu uma pontada de culpa, ela gostava da boba Beth, mas ela fora ensinada a não criar intimidade com os criados. Olhou para a mansão Breckwood para se certificar que ninguém estava vendo, colocou seu braço sobre o de Beth, que se irradiou, e andaram pelo lago.

De todas as coisas na mansão, Beth certamente seria uma das coisas que ela sentiria falta, naquele momento decidiu dar-lhes seus vestidos para a amiga leal quando fosse para Hogwarts, afinal não se vestiria tão formalmente lá, e Beth estava sempre aguentando as mudanças de humor da Lady Alexandra por tantos anos, servindo de amiga para uma menina solitária. E mais que tudo, Beth lembrava Alexandra de que ela poderia ser apenas uma dama de companhia, não era filha biológica de Lord Bergan, mas agia como tal, e aí de quem discordasse disso. Ela era Lady Alexandra Rathbone, de Breckwood. 



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Anne H. B. Stackhouse
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Patrono : Camaleão-de-três-chifres
Bicho-papão : Cachorros

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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Corniso, 24cm, Rígida.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Sab 29 Out - 19:56

Cavalo do Lago Ness


Anne fora convidada por uma revista trouxa a escrever uma matéria sobre o Monstro do Lago Ness – monstro este que a moça sabia se tratar de um Cavalo-do-Lago (um demônio aquático proveniente da Grã–Bretanha e da Irlanda). Ela ficou imensamente grata pela oportunidade de escrever para a comunidade não-mágica também – o convite viera de uma colega bruxa que trabalhava como uma das editoras chefe da revista – contudo, não tinha ideia do que poderia escrever a respeito do tal “monstro”.
 
Por isso, lá estava ela, passeando pela Escócia – mais precisamente, visitando o famoso Lago Ness. Estava sentada às margens do lago com um exemplar de Defesa Contras as Artes das Trevas (5º ano) e lia a respeito do Cavalo – esperava vê-lo logo, pois estava quase escurecendo. — É um animal classificado como Transformista, assim como o Bicho–papão... — Leu em voz alta, antes tendo olhado para os lados para certificar-se de que estava sozinha. “Eita, no que será que ele se transforma?” — Pensou, voltando a ler um pouco mais baixo: —... Mas ao em vez de se transformar em algo que lhe dê medo, ele toma forma de um animal que lhe atraia. — Anne levantou os olhos do livro e procurou por algum golfinho, camaleão ou gato ali por perto, pois estes eram os animais que a atraíam. Mas não avistou nada.
 
Voltou a ler. — Em casos de ataque do Cavalo-do-Lago, deve-se usar um feitiço petrificante e correr ou lhe colocar rédeas. — Isso a deixou intrigada, “então seria por isso que Viviane, (a editora), me dera rédeas antes de minha viagem para cá?” — As coisas começavam a fazer algum sentido na mente de Annellyse. Procurou a bolsa com o feitiço extensório e, metendo metade do braço dentro dela, encontrou as rédeas. Tirou-as e deixou-as ao seu lado, no chão. Ia voltar a ler quando escutou um relinchar.
 
Um belíssimo e majestoso cavalo com crina de folhas de tábua estava parado há cinco metros de distância da bruxa. Ela arregalou os olhos, assustada, pois tinha dúvidas se aquele seria o “monstro do Lago Ness” ou não. Levantou-se devagar e caminhou até o animal, mas a cada passo que dava, ele dava um atrás se aproximando mais do lago. Anne estacou no mesmo momento em que percebeu isso. Como dizia no livro, ele estava tentando atraí-la para o lago e lhe devorar.
 
— Venha aqui, cavalinho bomzinho. — Disse, se aproximando dele bem devagar. Mas ele continuava a se distanciar dela e se aproximar do lago. Ele apenas relinchou e balançou a cabeça, como se dissesse que não. Anne sacou a varinha e, no momento em que viu o condão, o animal se descontrolou e correu em direção à água. — Volte aqui! Volte! — Ela correu atrás e dele e mirou a varinha em seus flancos: — Petrificus Totalus! — E, parando de correr para se certificar de que dera certo, Anne respirou aliviada. Agora só precisaria lhe por as rédeas, mas como?
 
— Accio Livro! — Disse apontando a varinha para onde deixara suas coisas. Folheou o livro apressada quando o tinha em mãos, e ao achar a página exata, passou os olhos rapidamente procurando pela informação que queria. “O Cavalo-do-Lago pode ser dominado se o bruxo lhe colocar rédeas com um feitiço de Colocação, como o Wingardium Leviosa por cima de sua cabeça.” — Leu mentalmente e virou-se para onde estavam as rédeas, ainda no chão onde Anne estivera sentada. — Accio! — E rapidamente elas vieram parar em suas mãos. — Wingardium Leviosa! — E andou para mais perto do cavalo-do-lago. Prostrou-se ao lado dele e, cuidadosamente, colocou as rédeas por cima de sua cabeça. Quando terminou, ela apontou a varinha novamente para ele e disse: — Enervate! — Estando livre o feitiço, o cavalo, em vez de correr novamente, ficou no mesmo lugar.
 
Anne passou a mão pelo seu pescoço macio e ele fechou os olhos de contentamento, estava dócil e obediente. Ainda temerosa, mas tendo que arriscar, a bruxa montou o cavalo e tomou as rédeas nas mãos. Ele então começou a trotar para a água, e – atenta a qualquer sinal de tentar devorá-la — a moça deixou que ele entrasse no lago. Em vez de voltar-se contra ela, o cavalo começou a nadar e fazer movimentos graciosos – como se quisesse se aparecer para ela.
 
Ela só o deixou em paz quando escureceu – desmontando e, quando estava a uma distância segura do animal, tirando as rédeas dele. Apanhou o livro e sua bolsa que deixara debaixo de uma pedra à margem e aparatou para o hotel em que estava, saindo dali. Se iria conseguir fazer uma boa matéria para os trouxas, Anne não sabia dizer; mas certamente teria uma ótima lembrança de sua viagem ao Lago Ness. 


Annellyse Habsburg Hansen Beoulve Stackhouse
Jamais gostei de seguir padrões!
thanks
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Sam D. McCain Wichbest
Sociedade Bruxa - Adulto
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Bicho-papão : Encontrar a Juliet em um cenário apocalíptico que envolve aranhas, sem ter ideia da localização da Ginn (sério, isso acontece com frequência até)

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: Formado
Varinha: Aveleira, 31cm, Maleável, Cabelo de Veela.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 30 Out - 15:59


xx

Quando você é um bruxo não há necessidade de ter habilitação dos veículos trouxas. Eu não tinha habilitação, muito menos sabia pilotar um. Me explique então o que eu estava fazendo em uma Harley Davidson em plena rodovia? Aquela moto não era minha, mas eu estava adorando o som - sim, tinha música rolando, era um hard rock dos anos 70. Apesar de não me lembrar como havia parado ali não tinha dúvidas que era um feito meu. No meu íntimo sabia que estava na Escócia, e sabia bem o porquê. Assim como sabia também que era apenas uma continuação do que senti horas atrás no Hyde Park. Se é assim, que seja.

- SLOW RIDE - cantava a plenos pulmões - TAKE IT EASY - ainda bem que estranhamente eu sabia o que fazer com todos aqueles botões e alavancas. Até porque eu estava fazendo exatamente o oposto do que dizia a música: a velocidade era bem alta. Escutar aquela música traduzia o sentimento que me vinha: liberdade. Simbolicamente eu estava bem representado.

O Lago Ness foi marcante em uma fase da minha vida. Foi o último lugar que estive antes de começar oficialmente minha vida adulta, marcava um período de transição entre o jovem e o adulto Sam. Talvez o que eu faria hoje a princípio fosse uma regressão, mas eu sabia se tratar apenas de uma readaptação. Recuperar a antiga essência dessa vez com a maturidade espiritual. Mal podia esperar. Eu já conseguia ver os contornos do Lago Ness dali.

Por fora tranquilo, por dentro um caos. "Estou pronto pro que vier" Selei finalmente o contrato com o que me guiava. Me conectava agora ao meu Narrador, e juntos tiramos a varinha da jaqueta, dando um toque leve na moto. Em câmera lenta pude sentí-la flutuar centímetro pro centímetro do chão, sem diminuir a velocidade da corrida. Minha atenção já estava fora da pista, pois sabia que nada de mal me aconteceria. Pude sentir o pulso girando levemente e recitei em murmúrios algumas palavras que não me lembro. Senti que afundava no lago, e quando me forcei a ter os mínimos sentidos sabia que já não estava mais ali. Saí do Lago Ness.



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fomos recusados pelo subsolo
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Olga Bach Gebühr
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Patrono : Lobo Cinzento

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Escola/Casa: Durmstrang
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Nogueira, 28cm, Quebradiça

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 30 Out - 17:19


DIE GEFALLENEN

O falcão-peregrino sobrevoava as Terras Altas da Escócia, planando o voo rápido enquanto seus olhos atentos enxergavam tudo ao redor. Olga conseguia enxergar cada lebre cada cervo que corriam pela grama verde dos planaltos, tão verde que pareciam um tapete de grama sintética. Bateu as asas para retomar a velocidade mais uma vez enquanto sentia o vendo passando pelas suas penas. O falcão passou a sobrevoar a imensidão do Lago Ness, olhando cada centímetro quadrado daquela área superficial das águas. Por um momento, ela teve certeza de que enxergou uma singela e enorme sombra submersa, e se tivesse os lábios de um humano, teria sorrido; o monstro era real e estava escondido lá, ela sabia, os sereianos haviam lhe contado.

Ainda sobrevoando a superfície do lago. Os olhos de falcão-peregrino de Olga enxergaram outra coisa. Definitivamente, era um corpo, um corpo caído no meio do lago Ness! O falcão juntou suas asas ao corpo, mergulhando o voo até o solo. Assim que pousou no chão, a forma do falcão-peregrino foi substituído pela forma da bruxa. Olga estava na margem mais próxima do corpo. Sacou a sua varinha enquanto olhava em volta, certificando-se de que não havia nenhuma presença humana ali. Com um movimento da varinha, o corpo foi deslizando pela água até a borda. Olha entrou na água para puxar o homem no caminho que restava. Não se importou em molhar suas calças até acima dos joelhos, afinal, tinha esperanças de ainda encontrar o homem vivo. Olga colocou-o na margem, e seu coração pesou ao reconhecer aquele rosto. — Wichbest! - Sam Wichbest havia sido seu colega no corpo docente de Hogwarts, e antes disso tinham passado por uns mau bocados na Copa do Mundo de Quadribol na Floresta Negra. Geralmente, Olga conseguia manter sua frieza e calculismo, mas ela tinha que se esforçar quando era um conhecido naquelas condições.

A bruxa checou a pulsação de Sam e notou que ela estava vivo. O que poderia ter acontecido? Ele não tinha simplesmente entrado no lago de forma imprudente, teria? Ele tinha que ser levado dali e opção era o Hospital St. Mungus. Olga segurou a varinha e desaparatou dali com Sam nos braços, direto para o St. Mungus. [Olga e Sam saíram dali].  




Olga Bach Gebühr
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Dandelion Nower Skarsgard
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Patrono : Jaguatirica

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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Cedro, 26cm, Quebradiça.

MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Qua 30 Nov - 13:32

Moonlight Rays
Atirou uma pedrinha no lago para ela quicar, só que não quicou, essa apenas fez um barulho de choque com a água e afundou. Dandelion não expressou nenhuma reação a isso, apesar de suas mudanças de comportamento, de estar se sentindo outra pessoa, a vida já tinha a machucado o suficiente a ponto de continuar sendo inexpressiva para a maioria das coisas, para alguém atirar uma pedra num lago e ela não quicar era um mal sinal, era azar, era motivo pra se rir, motivo pra se ir embora, para Dandelion era absolutamente nada. Estava um tanto longe de casa, já estava anoitecendo, os turistas iam embora, eram bom ir mesmo, hoje a noite os arredores do Lago Ness não estariam seguros. Por meio de um Desilusionar repetidamente instituído em si mesma, ninguém estava a vendo, logo ninguém iria expulsa-la. Transforma-se naquele local não fazia parte de sua rotina, normalmente ela se transformava por Little Hangleton, o lugar era ótimo pra um lobisomem, o problema é que considerando as ultimas circunstanciais com a sede dos mercenarios, aquele lugar não era mais seguro para Dandelion, ela tinha assinado a sua sentença de morte ao revelar coisas que não deveria, isso tinha repercutido, ela tinha ficado feliz com essa repercussão, o problema é que agora iria ser caçada. Valeu a pena. Soltou um leve sorriso, isso era raro.

Seus olhos vagaram pelas águas, elas em breve refletiriam uma grande lua cheia que se estenderia no céu, no momento era apenas a escuridão que fazia o céu se despedir, a esta hora ela já podia se mostrar, não haviam mais pessoas perto do lago. - Agora seremos só eu e você lobo. - Falava tranquilamente, ela tinha aceitado a licantropia com mais facilidade do que a maioria das pessoas, afinal, ela mesma quis a maldição, quer dizer, maldição para uns, porque pra ela aquilo era uma bênção. - Eu estava morta, e agora eu estou viva. - Se existia mesmo uma criatura chamada de Ness naquela lugar, ela ficaria feliz em não estar falando sozinha, pois as palavras eram dirigidas para tal criatura misteriosa. O lobo dentro dela havia a salvado, mesmo que seja uma criatura sanguinária e sem escrúpulos, essa criatura havia lhe dado a vida, nada como agradecimento dar a ela uma única noite a cada mês sem pestanejar, Dandelion apenas aceitava que iria se transformar, ainda mais agora que sabia que seus dias estavam contados novamente. Estranhamente, isso não a fazia querer ser um ser totalmente apático novamente, era isso o que chamavam de esperança? Dandelion tinha esperança de que ficaria contente no final, talvez isso fosse porque dessa vez ela escolheu um caminho de riscos, em vez do mundo ter simplesmente ter escolhido uma vida de morte dolorosa a ela.

Os primeiros feixes brancos começaram a tomar conta do lago, Dandelion já começava a sentir o seu sangue começar a ferver, não literalmente, era apenas uma forma de dizer que ela estava se sentindo quente, como se estivesse começando a ter uma febre alta, mas que não deixava a pessoa cansada. A medida que o feixe branco caminhava no lago e em breve banharia a mulher, a febre ia ficando cada vez maior, a ponto das dores musculares começarem, dores essas que Dandelion conhecia, ela ainda podia aguentar. Poucos minutos depois os raios de luar estavam banhando o mundo totalmente, a lua cheia pairava completa no céu, e Dandelion sentia mais do que apenas dores e estranhas quenturas, agora toda a sua estrutura estava mudando. A mulher se contorcia porque seus ossos e musculatura forçavam uma mudança e precisavam de espaço para realizar o deslocamento, o crescimento de seu corpo fazia com que a mulher não suportasse a dor e seu corpo caísse no chão, enquanto uma dor alucinante tomava conta de toda a sua cabeça, pois toda a sua musculatura da região estava mudando, seu maxilar estava tomando a forma de um lobo, seus dentes cresciam tornando-se praticamente todos caninos poderosos, pois fim, seus olhos mudavam a coloração e sua própria feição, de olhos humanos cansados de uma transformação exaustiva para olhos assassinos que apenas procuravam a carne humana para caçar.

Encontrou-se de manha deitada na margem do lago, a coisa triste de se transformar era perder suas roupas, não sabia se a maioria dos professores tiravam a roupa para se transformar, mas esse não era o caso de Dandelion, ela preferia perder as roupas sempre. Por um momento ficou descansando ali, depois aparatou para a sua casa, afinal, não podia aparatar para qualquer lugar no estado em que estava. Saiu dali.


Dandelion.
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Alex Orion Kosey
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Qui 12 Jan - 15:54

Escócia. Devo admitir que é um local não tão perto de onde eu moro e, com toda certeza do mundo, a escolha daquele lugar fora intencional. Durante aquele breve fim de semana antes que minhas férias acabassem de vez e eu tivesse de retornar, eu me comprometera a desfrutar de algumas atrações distantes e afastadas de locais que me recordassem de minha rotina. Madame Rosmerta havia inspecionado semana passada o Vassouras e chegou à breve conclusão de que nós, funcionários oficiais do estabelecimento, precisávamos de um leve descanso. Todos temos a consciência silenciosa de que, por trabalharmos em um restaurante bruxo, a intenção é de darmos nosso "gás" na férias e feriados, uma vez que famílias e amigos tendem a se reunir em locais como esse para aproveitarem o momento do ano em que estão todos disponíveis para se encontrar. No entanto, há um fato um tanto quanto curioso, ou talvez não muito, de nós, funcionários, também sermos seres vivos que têm a necessidade fisiológica de descansar. Gosto de pensar que a atitude de Madame Rosmerta fora espontânea, mas Gipsy me disse que ela sempre fingia não ligar para as férias dos funcionários quando, de supetão, chegava e vestia sua versão boazinha para deixar-nos ter um descanso. Tudo bem, ao menos eu estou aqui na Romênia sem me preocupar se as janelas do Vassouras ficaram abertas ou fechadas.

Madame Rosmerta, sendo dona de um dos estabelecimentos mais conhecidos do mundo bruxo, tinha uma quantia de renda louvável, assim que, ao nos conceder uma semana inteira de férias, nossa chefe havia levado seus elfos domésticos para atenderem os possíveis clientes de uma semana do Três Vassouras. Era algo mais fácil que fazer uma seleção para funcionários temporários. Eu pensei muito sobre isso enquanto viajei a Escócia. Na verdade, eu não precisei viajar para fazer isso. Eu penso no meu trabalho a todo momento em que não estou nele, uma vez que é a única coisa que eu tenho sobre a qual pensar, pois, como eu bem sei, se eu não me der o esforço de pensar em meu emprego, eu pensarei em outras coisas e essas outras coisas nas quais eu posso vir a pensar são perigosas para minha sanidade mental. Tudo bem, quando eu sair daqui talvez eu ainda dê um super rolê em alguma floresta desconhecida... Foi quando pensei no Lago Ness. Aparatei. Que vista, ó meus irmãos! Lembrei-me do vocabulários excêntrico de Clockwork Orange. Foi quando minha mente começou seu fluxo de consciência melancólico.

Viajar. Talvez devesse ser uma palavra riscada dos dicionários bruxos. Não há uma real necessidade dessa palavra, uma vez que nós bruxos podemos visitar todos os países existentes em um só dia aparatando. É inútil dizer que algum bruxo viajou ou viajará. Às vezes o mundo bruxo me irrita. Foi quando meu bolso pareceu latejar. Era uma sensação estranha, mas que eu sentia bastante. Minha mão sempre acaba encontrando seu caminho até meu bolso como se nunca devesse ter saído dali de dentro. A caixinha parecia ferro quente, como sempre. E, como sempre, era apenas papel. Sem que eu ao menos percebesse, o calos já estava próximo ao meu rosto e a fumaça dançava à minha frente. Que vista, ó meus amigos! Eu detestava fazer aquilo com tanta naturalidade. Era grotesco o como aquelas fumaça assassina dançava para mim. Entretanto, era algo que eu não conseguia evitar fazer. Era uma dor psicológica que eu quase não sabia se era certo nomeá-la dor. Eu sempre sentia vontade de chorar, mas nunca acabava fazendo isso. Pois todas as vezes que sentia essa vontade, eu me deparava na aridez de meus olhos. Seria tão mais fácil apenas chover. Mas mesmo sem chuva, não havia sol. Incinerei o que sobrara do cigarro e aparatei. Saí dali.


Alexus, come home!
your pain awaits your tiredness

and it keeps
getting harder

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Alexandra S. Rathbone
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Ter 7 Mar - 18:02

Era uma vez...

Recesso chegou finalmente e podemos vestir roupas melhores, ir a lugares legais e ver nossa familia. Noah West caminhava ao meu lado, ficamos bem próximos desde que ele chegou, próximos demais. Estava conhecendo um pouco de Londres comigo e Darcy, já havíamos indo em vários lugares, então fomos finalmente para casa. O Castelo de  Breckewoood era a minha casa, tudo ali me lembrava que pertencia aquele lugar. Darcy não precisava mais ficar o tempo todo conosco, a propriedade era bem protegida e então, pude ter um tempo sozinha com Nove. Perto de outras pessoas e principalmente do meu pai, agiamos simplesmente como amigos de infância. Mas assim que saimos do castelo em direção ao lago, Noah segurou minha mão, acredito que tanto ele quanto eu ainda estava aprendendo a lhe dar com essa situação. Ele era tão lindo, eu amava o jeito que sorria e era implicante comigo, o que sempre me fazia arranhar ele. Deixei meus olhos ficarem castanhos, nem escuros, nem claros demais. Só porque uma vez ele disse que gostava desse tom. –Lembra quando você entrou no lago para caçar o mostro? - disse entre risos abafados, ele apertou minha mão em protesto. Mesmo rindo eu me concentrei para deixar elas crescerem, ficando maior e peludinhas, como uma pata de urso. Então eu apertei a mão dele, que levou um susto e soltou, logo em seguida ela voltou ao normal.

Essa habilidade era bem bizarra às vezes, costumava pensar que era só uma forma de libertar a fera dentro de mim, mas aí eu seria uma animaga e não uma metamaformaga. Noah deveria se acostumar logo, todos os Rathbone herdavam essa habilidade, então éramos bem esquisitos. Quando ele tirou uma gracinha, corri atrás deles, dessa vez com os olhos vermelhos, como de uma predadora, até segurar pela camisa dele –Não me veja de gracinhas Sr. Nove! - aquele apelido apenas lembrava de outro momento divertido do menino. Nossa pequena luta resultou em ele me envolvendo em seus braços –Não tem medo Sr. West? De beijar-me aqui? - me referia ao meu pai, Barão Bergan não podia imaginar que me relacionava com ele, não por ele em si, apenas que era inconcebível, ainda era muito nova para namorar. Papai podia ser bem assustador às vezes, principalmente quando ficava com um pata de urso e quebrava os móveis. Darcy era outro que durante todo passeio a Londres não deixou que ficássemos próximos, nem um minuto se quer. Ele foi se aproximando lentamente, encostou sua testa da minha e eu sentia meu corpo relaxar ali, eu mesma nem ligava mais. Nossos lábios se encontraram, estava com saudades de o beijar, tínhamos urgência daquilo. Nós estávamos juntos e eu queria aproveitar cada segundo, um beijo intenso que me tirou o fôlego. Assim que paramos, ele fez de novo, encostou sua testa na minha, uma espécie de carinho, e para dizer que era mais alto que eu –Eu já disse que adoro...o lago! - rir um pouquinho, para não ficar um clima muito meloso entre nós. Continuamos a caminhar.

Off: 1. Com Noah West. 2. Uso da Habilidade Subliminado.


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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Sex 10 Mar - 20:16

Um passeio pelo lago Ness

Respiro fundo sentindo o ar tão familiar do local, sempre gostei de viajar e conhecer vários lugares pelo mundo e agradeço por ter essa oportunidade, mas como alguém que já havia visitado vários países poderia dizer que não há lugar no mundo como a nossa casa era fato eu não era um legitimo escocês, mas passei grande parte da minha infância aqui entre idas e vindas. Agora me encontrava nos jardins do castelo na companhia de um velho amigo Ronny um senhor já de idade encarregado de fazer a manutenção dos jardins do castelo — É bom estar de volta. – respondo educadamente ao jardineiro que cuidava de uma espécie de canteiro de rosas enquanto conversávamos — Eu não sei, logo o recesso acabará que teremos que retornar a Hogwarts. – fiz uma carreta com a última palavra, Ronny me questiona de como eu estou saindo na nova escola o senhor estava ciente de tudo que me havia acontecendo em Durmstrang — Digamos que ainda estou em processo de adaptação, mas não é tão ruim como eu tinha imaginado. – eu era orgulhoso demais para admitir que estava gostando de estar em Hogwarts, uma vez que fui completamente contra minha transferência para lá quando fui expulso — E aposto que a Senhorita Alexandra está ajudando na sua adaptação não é mesmo!? – Ronny praticamente afirma isso com um sorriso, o homem sempre foi desconfiado de algo que apenas agora entendi o porque — Alec está apenas sendo Alec, uma hora me ajuda e cinco minutos depois já está me tacando o primeiro objeto que vê pela frente. – faço uma careta lembrando da loirinha que era exatamente assim imprevisível, decidi não contar oque tinha acontecido comigo e ela não que o Ronny não fosse de confiança apenas não era o momento certo — Acho melhor eu ir ou vão notar que eu sai. – me despeço do idoso e faço o caminho de volta para o castelo.

A verdade é que eu havia saído escondido para tomar um ar, meus pais tinham redobrado a atenção em cima de mim — Como se eu fosse colocar fogo no lugar. – resmungo sobe o olhar severo de minha mãe que conversava com a esposa do barão — Finalmente te encontrei Alexandra achei que já tinha dado um jeito de escapar disso. – me aproximo em uma distância da sonseriana, concordamos que seria melhor agirmos como amigos embora não tivesse uma definição para oque nós eramos exatamente, fiquei satisfeito quanto conseguimos escapar novamente para fora do castelo eu gostava muito de estar ali quanto não obrigado a participar daquelas festas tediosas onde eu era obrigado socializar com pessoas que só via em ocasiões especiais e fingir que me lembrava delas — Em fim sós. – digo sorrindo quando nos afastamos em uma distância segura do castelo furtivamente foi me aproximando da menina e pego em sua mão entrelaçando nossos dedos enquanto caminhávamos em direção ao lago, estávamos em um silêncio confortável até Alec quebra-lo relembrando um fato que hoje me tirava risadas – Eu tinha feito uma aposta com o Harry, apostávamos minha coleção de figurinhas de quadribol e 150 feijãozinhos de todos os sabores. – Harry era filho de uma das famílias que frequentavam o circulo social dos meus pais, olhei para Alec que ria - Eu sei que parece bem idiota agora, mas na época pareceu a coisa certa a fazer, no dia seguinte me levantei decidido a caçar o monstro no lago. – enquanto conto observo o lago calmo naquele dia – Te convidei pra me ajudar, mas você se recusou a entrar na água, sempre fresca. – apertei sua mão em protesto – Ah. – reclamei quando senti um aperto mais forte em minha mão olhei em direção a dor e notei algo que parecia uma pata de urso, puxei minha mão e logo em seguida Alec tratou de voltar ao seu normal – E parece que eu encontrei o monstro do lago Ness afinal. – Agora eu tinha um sorriso irônico que logo se desfez quando notei a coloração de seus olhos mudarem de castanho para o vermelho sai correndo pelas margens do lago com a menina ao meu encalço, dessa vez eu tinha um sorriso mais que verdadeiro nos lábios, naquele momento agíamos como antigamente oque me trazia uma sensação de paz longe de todo o estresse da escola – Você já foi mais rápida gasparzinha. – provoco ela com mais um apelido, então ela consegue me alcançar e me puxa pela gola da camisa e me da um aviso dizendo o meu apelido – Hoje você tirou o dia para me fazer lembrar os meus constrangimentos não é mesmo? – reviro os olhos me segurando para não sorrir, a verdade é que eu já tinha me acostumado com esse apelido e até gostava dele, mas preferia a morte a deixar que Alexandra soubesse disso, aproveitei o seu momento de distração e passo os braços ao redor da sua cintura – Já apanhei uma vez por fazer isso, não me importaria e seu pai já me ameaçou uma vez. – me lembro da primeiros vez que vim passar o verão por aqui, o barão nos viu brincando e ameaçou cortas os meus dedos caso eu resolvesse dar uma de esperto com a filha dele – E não estamos da idade de sermos considerados rebeldes sem causa por fazer exatamente o contrário do que nos dizem pra fazer? – comento em um tom divertido enquanto aproximo os nossos rostos encosto minha testa na sua.

Sem perder mais tempo acabo com a pouca distância que ainda existe entre nós e selo os nossos lábios em um beijo intenso cheio de saudade, naquele instante esqueci complemente onde estávamos que a qualquer momento Darcy poderia aparecer já que não tinha nós deixado sozinhos um minuto, nos beijamos até que o ar se tornasse extremamente necessário – Concordo ele sempre me ajuda a colecionar muitas lembranças felizes.  – respondo quando a menina simplesmente diz algo aleatório, nos separamos e continuamos a caminhada as margens do lago – Voltar aqui sempre me trás boas recordações. – dou um suspiro nostálgico, sentia como se aqui fosse o meu lugar era uma sensação estranha e reconfortante ao mesmo tempo – Então baronesa quer voltar pra casa ou dessa vez vai aceitar o meu convide pra um passeio de barco? – sempre tentei convencer a sonseriana a fazer o faço passeio pelo lago Ness comigo, mas por algum motivo a garota sempre recusava. Eu caminho em direção a um senhor de idade que varia o aluguel dos barcos – Então Alec oque vai ser? – olho em expectativa.  
    
 



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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 12 Mar - 17:11

...num castelo distante, na beira de um lago

Havia uma pequena brisa por lá, que balançava meu cabelo, aquele era um dos meus lugares favoritos. Quando eu cansava das festas, fugia sempre para cá, nunca acabava bem, porque voltava com as barras dos vestidos molhados. Nunca entendi porque Lord Bergan ficava muito bravo, quando me via entrar pela porta da cozinha. Ele nunca me ralhou por sair da festa ou, ir para o lago, mas pela barra suja do vestido. O que tinha demais? Era só um vestido! Eu tinha um armário lotado deles, na época eu não entendia, mas ele tinha medo de eu entrar no lago sozinha. O mostro do lago era uma criatura perigosa, o maior Kelpie do mundo. Eu morria de medo de entrar ali, porque papai sempre falou que um tio avô nosso foi arrastado pelo bicho, até o fundo do lago. E mesmo assim eu adorava passear pelas margens dele, era algo que fazia com o Barão, pai e filha. Não fazemos isso a muito tempo, eu sinto muita falta disso –Boas recordações, como agora! - seguro a mão dele de novo. Não era de ser assim com qualquer pessoa, eu só gostava do toque dele, da segurança que me passava andando assim –Você acha que é uma boa ideia? - o lago com certeza era uma das minhas fraquezas, mas Noah não tinha medo, ele era bem confiante na verdade, e não tinha medo de mim, como a maioria tinha o que me deixava muito mais feliz –Um passeio de barco? Não está pensando em me jogar né? - perguntei desconfiada das intenções dele. Olhei para onde o castelo estava, imaginando quanto tempo teríamos até alguém vim atrás de nós dois –Tudo bem, vamos andar de barco. Mas vou logo avisando Noah West, se me jogar na água eu acabo com você! - ele rir do meu jeito de falar. Espero ele acertar e escolher com o homem do barco, sinto a água do lago em meus pés, eu adoro a sensação.

Ele sobe no barco depois de mim, enquanto observo o lago escuro a nossa frente, sinto um leve tremor –Uma vez Lord Bergan disse que não deveria entrar aqui desacompanhada. Você está numa encrenca Sr. West! - olhei para ele com um sorriso travesso, peguei um dos remos porque não sou uma Lady completa. Existiam muitas propriedades naquela região, alguns trouxas e outro bruxos. Noah percebe um pouco do meu nervosismo e tenta me tranquilizar, ele tinha até mais confiança que eu –Ouvi dizer que quando voltarmos, nossa casa terá novo diretor. Você gostou de entrar para a sonserina? - o menino não era apenas um ficante, ele era meu amigo e isso tornava tudo melhor, podíamos conversar sobre várias coisas. Escutei ele falar sobre o que achava, era diferente da antiga escola majoritariamente para meninos. Estarmos temporariamente em salas diferentes me incomodava, Mackena vivia implicando com ele, nem sei como ainda não fizeram aulas juntos –Você viu aquilo? - pulei ao notar algo boiando no lago, aquilo estava me deixando com medo –É sério! Eu vi alguma coisa ali! - essa restrição de não usar varinha fora da escola era absurda, deveríamos ser permitido nos defender. Noah se mexe no barco e eu quase me desequilibro deixando um dos remos caírem, me sentando novamente –Quase! - suspiro aliviada, meu medo estava deixando tudo mais assustador que o real. Quando menos espero o menino faz a última coisa que eu esperava! –NOAH! - dei um grito super escandaloso, mas a situação pedia. 


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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Qua 15 Mar - 21:26

Um passeio pelo lago Ness

Não demorou para que eu conseguisse acertar um valor com o senhor responsável pelos barcos – E desde quando isso te impediu antes? – questiono a loirinha, mas Alec parecia realmente um tanto desconfortável com a ideia – Por mais que seja tentador, não se preocupe jamais faria isso. – a menina me dirigiu um olhar desconfiado, eu apenas dou de ombros no fundo não poderia culpar a sonseriana por pensar assim já que justamente seria uma das coisas que eu normalmente faria, mas eu tinha consciência de que pra tudo havia um limite e ultrapassar ele com Alec era no mínimo a pior coisa a se fazer, faço uma careta imaginando os gritos escândalos da menina – Não fale assim ou ficarei tentado a fazer. – respondi com um sorriso a meia ameaça por parte da menina, mesmo depois de todos esses anos Alec parecia não me conhecer mesmo ou saberia que quando me ameaçavam de qualquer forma eu sempre fazia exatamente o contrario do que a pessoa queria, tirei os sapatos e molhei os pés na água enquanto subi no pequeno barco a remo estendi o braço para que Alec pudesse subir, assim que nos ajeitamos o senhor empurrou o barco para o meio do rio – Sabe que estou começando a acreditar que encrenca é o meu nome do meio. – a todo o momento eu tentava puxar um assunto para distrair a menina a minha frente, mas ela realmente parecia amedrontada eu nunca havia entendido o medo que Alexandra mantinha do lago, notei o esforço que ela fazia para manter uma conversa e afastar o medo, me conta sobre a novidade o diretor e me pergunta sobre casa – Tem sido uma experiência digamos que interessante, mas eu ainda não entendi bem o lance do chapéu velho decidir qual é a melhor casa pra cada um. – digo me lembrando do dia que havia chegado ao castelo e a vice-diretora colocou o chamado chapéu seletor em minha cabeça, me senti estanho como se o objeto fosse capaz de saber os segredos mais obscuros do fundo da minha alma e pelo que eu descobri depois de fato ele era capaz – Em Durmstrang minha casa era a Haus Feue. – comento orgulhoso, por mais que Alec fosse próxima a mim essa era a primeira vez que eu comentava mais abertamente sobre minha antiga escola, de fato era como minha mãe dizia tudo passava apenas precisávamos deixar que o tempo fizesse o trabalho dele – Eu consigo perceber algumas semelhanças entre as duas casas, inicialmente minha intenção era embarcar para o Brasil Catelobruxo era minha primeira opção. – dou um longo suspiro e continuo – A verdade é que eu queria ficar o mais longe possível de tudo que me lembrava oque eu perdi. – dessa vez resolvi pegar mais leve e não implicar com Hogwarts já que havia me recebido tão bem.


O que? – pergunto confuso olhando ao redor procurando oque a menina tanto tentava mostrar – Não tem nada ali Alec relaxa. – tento acalmar a loirinha, mas em vão a sonseriana tremia mais que vara verde enquanto reafirmava que tinha algo perto do barco, me mexo um pouco fazendo o barco balançar e Alec perdeu o equilíbrio deixando um dos remos cair na água – Vou ter que buscar o remo, espera aqui e não se mexe. – digo tirando a camisa e pulo na água em seguida antes de dar tempo de qualquer reação a menina quando voltei a superfície escutei um grito escandaloso de Alec exatamente como seu sabia que faria, não dei muita atenção e nadei até o remo que boiava agora mais afastado do barco assim que alcancei o remo e nado de volta ao barco, jogo o objeto para dentro do barco e estico a mão para a loirinha – Me ajuda? – peço no meu melhor tom inocente, Alexandra parecia relutante e nada disposta a me dar uma mão, mas do por fim acabou concordando como sempre havia, assim que ela me estendeu o braço a puxei para baixo fazendo com que o seu rosto ficasse muito próximo ao meu fui rápido e depositei um selinho em seus lábios – Ah. – reclamei quando senti um tapa em meu ombro - Uma vez um cara inteligente e charmoso me disse que “as coisas feitas espontaneamente valem muito mais a pena” – dou de ombros enquanto subo de volta para o barco com a calça molhada – Acho que vai ter que me ajudar a entrar no castelo sem que os meus pais percebam ou provavelmente me serviram para o jantar. – digo assombrado com a ideia, para os meus pais manter as aparências era uma nas coisas mais importantes – Deixa isso comigo, apenas para o caso de você ver outra coisa na água e resolver derrubar o remo de novo sua desastrada. – digo em um tom sério com uma expressão de raiva apenas para provocar a menina que logo me responderia de uma forma não muito amigável.        
  
    
 



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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Sex 17 Mar - 23:43

....vivia uma baronesa doce e inocente!

Noah contava sobre o que achava da Sonserina, e de sua antiga casa no outro Instituto. Sabia bem que esse era um assunto delicado, eu nem consegui imaginar eu saindo de Hogwarts, para ir a outra escola diferente da minha. Notava que ele sentia saudades, embora fosse orgulhoso demais para dizer isso –O que? Brasil? Para que ir tão longe? - essa era uma informação nova, senti um pontadinha no meu peito, não queria nem imaginar ele indo para tão longe –Não acha que já ficamos muito tempo longe?! - falo olhando para o céu, sei lá, não queria Noah West longe. Estava tudo perfeitamente calmo, até eu surtar de medo e Nove tirar a blusa - olá tenho interesse! - e se jogar no lago. Qual a sensação de amar e odiar uma pessoa ao mesmo tempo? Indescritível! Desespero? Sim, muito! Eu sempre me fiz de forte, durana inatingível, mas todos os heróis tem 'seu calcanhar de Aquiles'. Muitas histórias contam que o amor era como algo que enfraquecia e matava eles. Um nó formou-se na minha garganta, só relaxei quando eu o vi nadando –O que você está fazendo? Volta para cá! - o barco balançava de um lado para outro, eu estava com medo de cair ali, e mais medo de ver algo pegando ele. Então era isso que siginficava estar apaixonado? Meu tio Lucca uma vez disse que apaixonar-se era como amarrar uma corda no pescoço sem importa-se, apenas percebemos quando o nó aperta e nos sufoca. Tudo o que podia afirmar era que quase não respirava. 


E tudo parece passar quando ele volta ao bote, rapidamente vou até a beira para o ajudar e solto um gritinho ao ser puxada e beijada. Minhas bochechas queimam de surpresa e de raiva também, ele era aquele tipo rebelde impulsivo, ele nunca alertava nada, apenas ia e fazia. Eu sempre achei essa uma das características mais fortes e charmosas dele, ele sempre dava um jeito de me surpreender, mesmo quando quase me mata do coração. Bato nele –Você me assustou! - quero afundar sua cabeça de volta no lago, o que ele estava fazendo? Não poderíamos ter levado o barco até o remo? E se fosse mesmo o Kelpie? –Eu quero cortar-lhe e fazer você de isca para sereianos! - pego uma das minhas sandálias e jogo contra ele. Ele pensa que esse beijinho vai tirar minha raiva? Ele está completamente enganado, sentia que meus olhos e unhas brincavam com diversas cores, quando estou assim era difícil manter minha habilidade controlada. Ele ainda tem a coragem de me provocar, quantos tipos de emoções diferente Noah West era capaz de me provocar? –Ótimo, então reme sozinho de volta a margem! cruzo os braços e viro o rosto para ele, nem sei porquê eu agia dessa forma, quando o que eu queria era abraçar ele e pedi para nunca mais fazer isso. 


Fechei meus olhos fortemente, porque sentia eles arderem e não queria chorar, aprendi muito cedo a controlar todas as minhas emoções que me deixavam 'fraca'. Por que eu estava assim? Eu temia o lago de verdade, e mesmo assim estava ali, por ele? Esses sentimentos que lutavam dentro do meu peito eram horríveis. Eu costumava falar que: Meu único e verdadeiro amor continua sendo eu mesma Quando foi que isso mudou? Ele rema de volta para a margem, de canto de olho via ele remando sem camisa. Meninos novos não deviam ter um corpo definido u.u mas não queria dar o braço a torcer e continuei de bico –Não preciso de ajuda! - saio do barco sem segurar a mão dele, apenas volto para pegar a minha sandália que joguei nele. Eu estava disposta a voltar para o castelo e deixar ele se virar sozinho, assim iria aprender a não entrar mais no lago sozinho. Ele me segue me questionando o motivo de estar tão irritada, meninos eram tão cegos às vezes, não entendiam o significado de algumas coisas, nem com placas de Neon. Me viro para ele e explodi –O que eu tenho? O que você tem!!! - as palavras saem rápidas, assim como as lágrimas –Você me assustou hoje, sabe que o lago existem criaturas perigosas, por que você tem que ser tão impulsivo? - limpo meu rosto com raiva de mim por isso, odiava ser fraca assim –Eu tive medo de perder você! - não tinha muito para onde fugir, estava apaixonada por Noah West, e o medo de o perder deixou isso bem claro para minha mente teimosa. Me virei para fugir dali, fugir dele, fugir de mim mesma, estava com medo de admitir o óbvio. Ele me segura pelos braços e se coloca a minha frente –Me deixa Nove! - evito olhar nos seus olhos, mas o que ele fala me faz olhar para ele –Não faça nada que possa levar você para longe de mim! - sinto seu abraço, envolvo meus braços nele também, escutando cada batida acelerada do seu coração. Depois ele limpa meu rosto e me beija delicadamente. Seus lábios são quentes e macios, gosto de sentir eles, de beijar eles. Esse beijo foi diferente, nada rápido e eu podia sentir cada vibração dele, todo carinho que sentia por ele, todo esse amor que não conseguia expressar em palavras ainda.


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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Qui 27 Abr - 20:55

Um passeio pelo lago Ness

Sou surpreendido por um belo tapa de Alexandra, por alguma razão ela estava bem chateada, eu não entendia como a menina era capaz de mudar seu humor tão rápido – Hey para com isso. – tento me defender enquanto ela tenta me acertar com alguns tapas não obtendo tanto sucesso – Alec? – tento falar com a menina, mas quando estava com raiva parecia mais um mini furação loiro, que vinha com sua força total em minha direção, arregalei os olhos e me protegi na estrutura de madeira do pequeno barco quando Alec tentou me acertar com as suas sandálias, dizendo coisas que não faziam o menor sentido pra mim como me fazer de isca para sereianos – Parece que estou mais seguro aqui na água com o Kelpie afinal. – ainda o provoco com o meu melhor sorriso, e subo no barco sem a ajuda da menina todo ensopado, pego os remos e começo a remar em direção a margem. Alexandra permanecia irritada virada para o outro lado, pensei em dizer alguma coisa mais como conhecia a loirinha tudo que eu dissesse agora apenas serviria para deixar ela mais irritada ainda.

Não demorou muito para que chegássemos a terra firme, fui o primeiro a pular do barco e tentei dar a mão para que ela pudesse descer com segurança, mas a sonseriana orgulhosa como era recusou qualquer tipo de ajuda e desceu sozinha. Ela não me esperou e começou a andar em direção ao castelo a passos firmes, corri para o senhor devolvendo o remo – Parece passeio não saiu como o planejado não é mesmo? – o senhor questiona e eu balanço a cabeça discordando – Alec está apensar sendo Alec, ficaria surpreso se eu disse que ela está em um dos seus melhores dias? – comento divertido e o senhor ri, então me despedi e corri tentando alcançar a menina – Alec me espera. - Peço a ela que finge não me escutar, então aperto o meu passo e finalmente alcanço – Alexandra o que você tem? – questiono e de repende ela vira com tudo, oou o furação Alexandra estava oficialmente ativo.

Uma coisa que eu havia aprendido em todo o meu tempo de convivência com ela, era que devia deixa que a sonseriana extravasasse tudo que estava sentindo – Hey calma, me desculpe não imaginava que você fosse reagir assim. – falo com sinceridade, não era hora para provocações nem nada do tipo. Foi ai que Alec revelou algo que me desarmou completamente – Eu.. – tentei falar algo, mas a menina se apressou em se afastar, dessa vez fui mais rápido e consegui a segurar pelo braço – Não vou te deixar ir embora assim. – digo firme passando todo o choque inicial, parei de frente a ela. Não me lembro de tê-la visto tão frágil antes – Prometo que não faço mais isso, palavra de escoteiro. – A envolvi entre os meus braços e deposito um beijo em sua testa, limpo a trilha de lágrimas que percorriam pelo seu rosto – Não chore mais, sabe que minha pessoa preferida no mundo e que me desarma por inteiro te ver assim. – sussurro enquanto aproximo os nossos rostos, para finalmente selar nossos lábios em um beijo calmo, queria apenas aproveitar o momento de tê-la comigo, já que logo voltaríamos e tínhamos que ser cuidadosos. Termino o beijo entre selinhos – Está ficando tarde é melhor voltarmos. – digo olhando para o céu em tom alaranjado tipo de início de pôr-do-sol, seguro a mão da loirinha e caminhamos em direção a enorme construção perto do lago – Me desculpe novamente por te fazer passar por aquilo, mas você sabe eu sou um idiota. - peço mais uma vez queria ter certeza que aquele momento ruim no barco seria esquecido, Alec finge pensar por um momento e diz que dessa vez ter que concordar comigo com o fato de que realmente eu era um idiota – Ah, mas eu ainda sou o seu idiota preferido não sou? – falo rindo enquanto passo o braço na direção da loirinha sem pedir permissão, saímos dali.



NOVE, IMAGINA QUE AQUI TEM UMA FRASE MUITO LEGAL E PRONTO!! 👑
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Faye Gebühr Miller
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Qua 28 Jun - 23:32

Painful For Two
- Eu vou indo. - Dizia fechando a porta do trailer. A noite caia e a área de visitação do Lago Ness ia fechando, não que Faye quisesse ficar perto dele, a floresta que havia em volta era um ótimo lugar, ela só não queria ter que correr o risco de machucar uma pessoa. Meteu-se na mata e ficou andando portanto, nos primeiros meses de transformação ela ficava no mesmo lugar com medo da floresta, mas a cada mês que passava ela se acostumava mais com elas, e então agora ela ficava caminhando sem rumo até a transformação acontecer. Apesar dos pesares, caminhar num lugar completamente natureza era bom, pelo menos uma coisa boa dessa maldição Faye tinha que tirar. O sol ia soltando os seus últimos raios sobre aquela parte do globo terrestre, então a noite se fez predominante e junto com ela vinha a lua cheia, que brilhava alta no céu e lançava a Faye o seu destino a cada uma vez no mês.

Ela que caminhava parou de caminhar e deixou o seu corpo cair no chão pela dor que começou a lhe acometer, a luz da lua incidia os raios sobre toda a floresta e fez o corpo de Faye ficar incrivelmente quente, o que começava a doer, obrigando-a a ter que aguentar. Seus músculos e ossos começavam a mudar, estes se alongando, aqueles se tornando mais robustos, era uma transformação dolorosa e que não tinha muito pressa, Faye podia sentir cada parte do seu corpo mudando. A sua cabeça se achatava e sem dúvida a transformação dessa era a mais dolorosa, seus dentes iam crescendo e se tornando caninos poderosos, suas unhas também estavam se tornando maiores e mais robustas, garras para rasgar as presas que caçaria naquela noite, afinal, é isso que o lobisomem faz, ele caça. Os pelos tomavam conta de todo o seu corpo, pelos cinza claro que a deixavam em um tom diferente de quando ela era uma humana. Por fim a cor de seus olhos mudava de verde para um amarelo vivo animalesco, nesse momento a transformação estava concluída e o lobisomem encontrava-se com as quatro patas no chão. Assim como era doloroso para Faye se tornar o lobisomem, também era doloroso para lobisomem conseguir assumir Faye. Assim que a transformação terminava a criatura finalmente se sentia livre e conquistadora, era uma conquista conseguir possuir aquele corpo para si quando tinha chance, portanto colocava-se em duas patas e erguia a sua cabeça olhando para a lua que lhe permitia essa oportunidade, uivando para ele e anunciando que agora era o lobisomem que estava no comando.

A noite naquela floresta passou-se com um lobisomem a espreita, e ainda que nenhuma pessoa estivesse nela por aquelas horas, alguns animais estariam jazidos no chão. Amanheceu-se e Faye encontrou-se em algum lugar da floresta, minutos depois caminhando sobre essa ela encontrou uma trilha e enfim conseguiu sair do local.    


FAYE ZAYAS GEBÜHR MILLER
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Trevor Evan Collins
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Seg 21 Ago - 23:56

Trevor tinha crescido e sido criado entre os trouxas, afinal ele era um deles, e desde muito novo teve o apresso pela música, sendo isso fator fundamental para a maioria das suas decisões na vida. Por isso ele era tão bom no que fazia, porém seu único defeito é sua curiosidade exacerbada. -- O NARRADOR.

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Estava bastante contente em retornar a Escócia, havia virado a noite trabalhando e isso sempre me deixava enérgico no dia seguinte, por isso decidi passear um pouco, fui ao Lago Ness, famoso por sua lenda a respeito de monstro que vivia no fundo do lago. Claro que a essa altura da minha vida já tinha desistido de encontrar a criatura, sentei na grama e fiquei olhando a paisagem, me sentia hippie por agir assim, porém precisava contemplar o Universo e sua beleza, precisava me inspirar sempre para conseguir algo diferenciado e evoluído. Talvez a inspiração venha do nada, acabei dando um sorriso ao notar algumas alvas mergulhando no ar e tocando seu bico na água, só me levantei quando me chamaram pelo nome e eu me virei para encarar meu agente, levantei e fui na direção dele, logo fui afastado dali e segui para o hotel, odiava essa parte da minha vida, não vou negar. Saio dali.

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Capítulo 1: Indo atrás de Mitos ₪₪₪ Escócia - Lago Ness  ₪₪₪ Tarde/Noite



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Liam Cavendish Hwang
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Dom 17 Set - 18:48

Happy new year honey
Liam deixou um suspiro escapar, vendo o ar condensar-se a sua frente devido ao frio, mas o quão frio estava não importava, já que em exatamente uma hora, ele e seu namorado poderiam ver os fogos de artificio do ano novo, juntos -- Hanie, eu sei que tá frio, mas eu fiz uma fogueira pra gente... Você pode sair daí agora - encorajou o outro a sair da barraca. Eles haviam decidido acampar ali naquela noite, longe de seus pais e familiares, seria um momento só deles. Estendeu as mãos para a precária fogueira à sua frente, aquecendo-se brevemente e fitando o lago Ness situado alguns poucos metros à frente. Era normal a família de Liam se reunir em uma casa ali perto durante as festas de final de ano, e daquela vez, o sonserino havia feito questão de levar Luhan consigo, já tendo planejado seu acampamento muito antes de sequer chama-lo. O Lintchest retirou os olhos da água, sorrindo ao ver que seu namorado finalmente havia saído da barraca... E estava envolto desde sua cabeça até os pés no que pareciam ser três cobertas -- Amor... Não precisa ser tão exagerado. Nem tá tão frio assim - Liam não queria admitir, mas ele também estava morrendo de frio. E outra coisa que ele não admitiria nunca, foi que adorou ver o mais velho daquele jeito, ele estava muito fofo e parecia uma criança se protegendo de monstros que pudessem o atacar -- Vem cá Hanie, eu ajudo você a se esquentar - deu uma leve palmada no lugar livre ao seu lado em cima do tronco onde estava sentado, sinalizando para o outro se sentar ali.

Esquecendo-se um pouco do namorado, o mais novo virou-se para o lado, pegando um pacote de marshmellows e dois gravetinhos de madeira que ele mesmo havia pego pouco tempo antes. Dirigiu seu olhar para o outro mais uma vez, mostrando-lhe o pacote e os gravetos -- Enquanto os fogos não aparecem, que tal comermos marshmellows? - sorriu para ele, sentindo uma brisa fria tomar conta do lugar, fazendo seus pelos eriçarem -- Que ótima noite de ano novo ein? - suspirou, tentando aquecer-se de novo na fogueira enquanto preparava os gravetos com os marshmellows para dois.
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OFF: Interação com Luhan Nakada Stackhouse


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Luhan Park Sparrow
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Sab 30 Set - 21:12

Luhan estava dando um passo a mais na relação que tinha com Liam. Estavam tão próximos nos últimos que nem mesmo conseguia acreditar no potencial que começava a ganhar. Com frequência eles trocavam carícias, coisas desse tipo. Sabia que seria questão de tempo até que se lembrasse de tudo, mas até lá... Ele ficaria ali mesmo, congelando mesmo dentro da barraca. Isso mesmo! Não sairia daquele local tão cedo. Haviam combinado de passarem o ano novo na beira do lago Ness, para que pudessem ter um tempo a sós e principalmente terem a possibilidade de verem os fogos de artificio. Não se lembrava nitidamente de como era um, estava ansioso para poder presenciar naquela noite; com a companhia de Liam. Era constrangedor, entretanto não havia nada demais em passarem esse dia juntos, correto? Luhan tinha receios. O sonserino não era bobo, ah, isso ele com certeza não era. — Tsk! Você não me disse nada sobre congelar aqui, Liam. Eu te mato! — Resmungou mal humorado, se enrolando cada vez mais no cobertor com desenhos de vários tipos de gatos. Apenas a cabeça dos mesmos. Se Severino visse isso, provavelmente ficaria com medo do coreano por bastante tempo. Sorriu pensando nessa possibilidade, seria algo bastante divertido de se passa; mesmo que seu gatinho ganhar medo do próprio dono não soasse tão bom assim. — Nada bom... — Negou com a cabeça, de forma aleatória. Então, de repente sua atenção focou-se apenas na voz de Liam. Desistiu de ficar ali, uma hora ou outra precisaria sair da barraca. Qual seria a graça se o deixasse ali fora? Exatamente. Nenhuma. 

Você está tremendo que eu tô vendo. — Falou com um tom divertido na voz, enquanto se aproximava dele e sentava-se rente ao seu corpo. O calor humano poderia ser a melhor forma de se esquentar. Entendia completamente essa expressão agora, era totalmente verdadeira. Seu estômago roncava só de ver os marshmellows. Ele lambeu os lábios, depositando um beijinho debaixo da orelha avermelhada pelo frio de Liam, antes de deixar uma risadinha baixa escapar acidentalmente. Liam parecia a pessoa mais infeliz do mundo pelo frio que estava fazendo. O que ele não sabia, é que talvez algo desse gênero pudesse aproximar as pessoas umas das outras. Sim, era uma ótima tática para que ficassem mais próximos em todos os tipos de aspectos. Tinha dezessete anos, era maduro o suficiente para lidar com momentos desse tipo. — Sabe. Eu não me lembro dos outros anos novos... Mas, mesmo assim, aposto que esse é o melhor. — Disse fitando a fogueira de modo fixo. Luhan não tardou em pegar um graveto e enche-lo com o doce. Estava ansioso para sentir o gosto daquilo, por mais exótico que parecesse ser no momento. 

Hum! Isso é bom! — Falou mordendo um dos doces, delicadamente para não queimar a boca ou os lábios. Fazia uma careta de surpresa, não estava ligando para o quão idiota pudesse estar parecendo, apenas estava contente por estar vivendo isso. Teria comido todos os outros marshmellows se os fogos não estivessem começando a serem soltados no céu iluminado por uma quantia extrema de estrelas radiantes. — Olha! É uma contagem regressiva. — Disse apontando com o indicador, vendo números se formarem nas 'explosões'. Liam parecia rir de seu jeito meio espantado com coisas tão simples e já vistas por vários. Sentia-se estranho, essa sensação demoraria para passar. — Acho que é agora... — Disse baixinho, fitando o número dois formar-se no alto em cores azuis. Assim que ele fora sumindo no céu dando lugar para o um, Luhan sorriu e virou-se em direção a Liam, exibindo um sorriso cativante; verdadeiro. — Feliz ano novo... — Comentou próximo ao rosto dele, encostando as testas e principalmente roçando a pontinha dos narizes congelados e avermelhados. Riu, a noite ainda teria várias coisas para demonstrar. 

OFF: interação com Liam Lintchest Hwang.


UntoldThis garden is filled with blossoming loneliness. I tied myself to this sand castle filled with thorns. What is your name? Do you even have a place to go? Could you tell me? This is my destiny. Don’t smile on me, I can’t go to you, there’s no name to call.
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Liam Cavendish Hwang
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MensagemAssunto: Re: Lago Ness   Qui 16 Nov - 22:46

happy new year honey
Os pelos de Liam se arrepiaram assim que ele sentiu o beijo que Luhan deu em si atrás de sua orelha, e suas bochechas de ficaram vermelhas no mesmo instante que o corvino confessou que aquele era o melhor ano novo de todos, mesmo não se lembrando dos outros. Aquilo era bom, era mais um sinal de que havia reconquistado seu namorado completamente. Aproximou-se mais um pouco do outro, buscando calor enquanto esquentava seu marshmellow no fogo com o auxilio de seu graveto de madeira. Parou por um momento, observando Luhan, um sorriso involuntário se formou em seu rosto, toda vez que ele via aquele garoto parecia que aquela música do Ed Sheeran, Perfect, começava a tocar em sua cabeça. E devido a sua distração amorosa, Liam acabou queimando o seu Marshmellow e quando foi tentar comer ele, parecia mais um pedaço de açúcar carbonizado -- Você tem que parar de ser tão bonito perto de mim, olha o que me fez fazer - falou, jogando o seu doce fora, mas foi completamente ignorado por Luhan já que ele estava muito ocupado com a contagem regressiva para o ano novo.

Achou engraçada a cena de um Luhan todo entusiasmado com os números sendo formados no céu, ele era realmente uma criancinha, um bebezinho fofo e sexy que ele teria que proteger e amar até o fim. Sacudiu sua cabeça, desviando-se daqueles pensamentos apaixonados -- Ele sofreu o acidente, mas acho que eu que tô com problemas na cabeça - murmurou antes de sentir seu namorado encostando sua testa na dele. Arregalou os olhos brevemente, fechando-os logo em seguida -- Feliz ano novo amor - deu um selinho nele, ouvindo os fogos de artificio longe dali começarem a estourar -- Obrigado por estar comigo Hanie - abriu os olhos e o abraçou, ficando bem junto do seu namorado, tal como passou o resto da noite... Assim como havia planejado. E no dia seguinte, eles apenas juntaram suas coisas e foram embora.
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