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 Real Jardim Botânico

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Chloe Sinclair Jinxed
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MensagemAssunto: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 20:48

Relembrando a primeira mensagem :

Real Jardim Botânico

Edimburgo, Escócia


Real Jardim Botânico - Página 4 JbrEsaFzu6e3R7

O Jardim Botânico Real de Edimburgo é uma instituição científica e uma atração turística. Foi fundado em 1670 como um jardim para o cultivo de plantas medicinais, utilizadas pelos médicos como remédios nos séculos anteriores ao século XX. Atualmente está localizado em quatro diferentes regiões da Escócia: Edimburgo, Dawyck, Logan e Benmore – cada uma delas com suas coleções especiais de plantas.

Fonte: Wikipédia

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


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AutorMensagem
Chloe Sinclair Jinxed
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Chloe Sinclair Jinxed


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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeQua 26 Ago 2020, 11:25

Chloe caminhava deslumbrada pelo Real Jardim Botânico e há tempos não se sentia tão bem como naquele momento. Estava acompanhada da tia, Sigrid, que precisou resolver assuntos pessoais em Edimburgo e para não deixar Chloe sozinha em Ottery levou-a consigo. Não reclamou em momento algum de ter sido tirada de casa, pelo contrário, o calor agradável do sol e o sorvete de limão que lambia despreocupadamente era suficiente para deixá-la bem humorada pelo resto do dia. Chloe gostava dos verões escoceses, faziam-na se lembrar da mãe viva e saudável trabalhando na estufa de casa, do pai chamando-a para apanhar vaga-lumes no pasto... Pequenos detalhes que a deixavam com saudade de sua família reunida, mas que não mais traziam dor: Chloe sentia-se grata por ter tido oportunidade de ser filha deles enquanto foi possível. Agora com dezesseis anos entendia que a vida era um ciclo e que, infelizmente, as pessoas se despedem o tempo todo. Uma jornada sem fim. Chloe e a tia deixaram o local.
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Nate Drozdov McBride
Procurados
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Nate Drozdov McBride

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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeDom 11 Out 2020, 11:39

  "Querida Nyx. Os dias tem sido difíceis, como você pode ter notado na primeira carta. Não tenho amigos, não posso das as caras por ser um procurado e acima de tudo estou me sentindo só. Drake vem quase todos os dias na fazenda, passa menos de cinco minutos e já vai para um outro compromisso. Da última vez tentei jogar dardos com ele, mas disse que não tinha tempo. Acho que foi um erro explodir um navio do exército... não sei. Eu não queria que o exército bretão descobrisse nosso futuro, nossa ilha! Lutamos tanto por aquele lugar (você mais do que ninguém) e mesmo assim eles já desconfiam de algo. Eu não aguento mais ficar de molho, sem poder estar sendo útil para nossa classe, mas sei a importância que é se manter anônimo. Você salvou minha vida dos próprios conselheiros da guilda que queriam tanto me matar e acho que agora te devo, ao menos, viver por mais de dez anos. Eu te amo, minha lady, e sempre amarei. Quando a poeira baixar e ninguém mais se lembrar de mim, voltarei a te seguir seja lá qual caminho for. Você me deu perspectiva de futuro, me ajudou, salvou minha vida e sinto que chegou a me odiar menos do que os outros (hehehe!). Hoje à noite vou ficar assistindo Modern Family e comerei alguns nachos que Drake me trouxe. Sabe... desconfio que este não é o verdadeiro nome dele e ele... se parece um pouco com meus parentes. Mas isso é assunto para uma outra hora, não quero encher seu saco. Com todo carinho, Nate".

Escrever aquela carta enquanto eu estava no Jardim Botânico era até que legal. Como estava próximo do natal, a neve tomava conta do local e aquilo dispersava muitos visitantes e embora eu morresse de frio, amava visitar um lugar que não fosse o celeiro da fazenda. Eu sentia falta de tudo. De Nyx, Steve, minha parceira de crime, Ivy e até da Makida! Porém era necessário estar sozinho... era o sacrifício que tinha que cumprir por não ter morrido no navio bretão. Eu estava começando a valorizar mais as amizades de outras pessoas e as presenças que elas tinham na vida de álguem. Mas infelizmente não tinha nenhum dos dois no momento. Com certa melancolia, deixei o Jardim Botânico para voltar à fazenda no meio do nada... dessa vez eu já conseguia aparatar direto pra lá, mas não queria. Insisti internamente em pegar um ônibus e no caminho para casa, observei uma linda garota que parecia ter minha idade, senão um pouco mais velha, que tinha os braços tatuados e aquilo parecia legal... Não deu pra ver ao certo se era o braço todo pois apenas era possível ver as costas das mãos tatuadas. Bom... talvez era hora de eu tentar alguma tatuagem qualquer dia, só precisaria pedir à Drake uma máquina que eu arriscaria fazer só.

Off: Nate deixou o local.



— Oh shit, a rat! ; let me love, let me love you
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Lian Hammer. Hoffmeister
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeSeg 30 Nov 2020, 19:04

some work
to do
Edimburgo não era um local no qual eu costumava frequentar, até porque a Escócia nunca esteve em meus planos de viagem. Todavia, o lugar em especial, estava conseguindo certamente me agradar nos últimos meses. Eu finalmente havia dado início ao meu projeto como herbologista – minha real formação. Desde que meus filhos nasceram, era difícil seguir os passos que eu queria. Eu havia engravidado muito jovem, e embora naquela época, Owen também estivesse disposto a ajudar com tudo – financeiramente - em relação a nossa família, ainda assim, eu sentia que também precisava fazer minha parte. Eu não queria que Seth e Yves crescessem sem terem tido o auxílio da mãe. Ainda que seu pai fosse um cara rico, eu procurava dar o meu melhor. Felizmente, muito tempo havia se passado e hoje eu me encontrava não só podendo trabalhar e mexer com a ciência que era a herbologia, mas também comandar a equipe do Jardim Botânico Real do país. Mesmo tentando ainda me acostumar, eu sentia o sol bater contra meu rosto, dificultando um pouco da visão. Naquele dia, um grupo de turistas se aventuraria pelo ambiente, e eu estaria encarregada de lhe liderar pelas próximas horas. Talvez essa fosse a parte mais encantadora de meu trabalho. Não que eu fosse alguém que apreciava interagir com todo tipo de gente, mas quando se tratava de mostrar a minha capacidade e domínio sobre as inúmeras plantas existentes no mundo bruxo, eu não tinha o que reclamar.

O som de meus saltos batendo contra o piso, já parecia chamar atenção dos indivíduos. Antes do passeio, eles haviam sido conduzidos à entrada da primeira estufa - Boa tarde! – forcei um sorriso educado, enquanto gesticulava para que todos pudessem enfim entrar no pequeno espaço reservado às mandrágoras – a primeira parada - Me chamo Lian, e hoje estarei os guiando pelo Jardim Botânico. Tudo bem? Confesso que muitos devam estar familiarizados com esses serezinhos, não? – aquela espécie em questão, costumava ser o terror do primeiro ano nas escolas bruxas. Eu mesma havia tido experiências um tanto ruins em minha época de estudante, e sabia o quão elas poderiam ser traumatizantes. Não foi à toa quando ouvi uma criança exclamar algo, assustada por estar revendo uma mandrágora – ainda que enterrada em um recipiente. [...] Uma hora já havia se passado desde o passeio turístico, e logo, nos encaminhávamos à parte mais externa do local, onde ao longe, conseguíamos avistar uma plantação de Botão-de-Prata. Alguns funcionários colhiam algumas folhas da mesma - Quando extraída suas folhas, são usadas em poções energizantes para cansaço constante, fadigas e falta de apetite – indaguei - Elas também servem para antídotos de envenenamentos nível um, sabiam? – deixei com que o grupo contemplasse o trabalho da equipe trabalhando, além de abrir espaço para que alguns pudessem tirar suas dúvidas. Logo mais, nos afastamos, a fim de continuar com o turismo.

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Candice MacFusty Ziegler
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Candice MacFusty Ziegler


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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeQua 23 Dez 2020, 18:40

A fim de relaxar em seu dia de folga, Candice aceitou fazer parte de um grupo de turistas que planejavam conhecer todo o Real Jardim Botânico de Edimburgo. Acompanhado a eles, iria um renomado guia local, especializado nas diversas plantas, pássaros e edificações - mesmo que poucas -, que faziam parte da paisagem. Assim, às 8h todos os vinte participantes se encontravam à frente da entrada e seguiram atrás do homem que, à medida que andava, contava as inúmeras histórias e curiosidades do lugar. Candice, por ser apreciadora da natureza, ouvia atentamente o que ele tinha a dizer, sempre curiosa para mais detalhes. — Interessante. Por um acaso, os hectares são divididos igualmente entre as zonas? — O questionamento levantado por ela abriu margem para que as devidas cinco zonas mais visitadas fossem abordadas na conversa. O bate-papo estava sendo agradável, tanto que perduraram no Jardim por mais algumas horas, onde o grupo pôde terminar a tarde com comidas locais bastante atraentes. Isso, claro, depois de almoçarem no restaurante mais próximo. No fim, Candice agradeceu a oportunidade que teve com todo conhecimento adquirido e se afastou do grupo, saindo dali.
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Lian Hammer. Hoffmeister
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeQua 20 Jan 2021, 22:24

Another different day at work
Naquele dia em especial, eu havia tirado um tempo para ajudar os demais funcionários na parte prática. Eu não estava tão acostumada a colocar a mão na massa, porém, desde a última infestação de gnomos em alguns jardins, eu estava preparada para colaborar no que fosse preciso. Por conta do acidente, todas as excursões haviam sido suspensas até que o Jardim Botânico se tornasse seguro, além de estar apresentável para algum tipo de visita. Eu prezava tudo estar dentro dos conformes, principalmente pela grande maioria de passeios ao local virem de colégios bruxos - Ai, nem me fale... eu odeio essas pragas – respondi a um comentário de um colega herbologista referente às pequenas criaturas. Minhas vestes se encontravam sujas de lama, e eu apenas observava as últimas intervenções sendo realizadas pela extensão de algumas plantações mais adiante. Sentia meus saltos quase que afundarem sob o solo terreado, enquanto amarrava meus cabelos em um coque frouxo devido ao calor extremo naquela tarde. Confesso que se eu soubesse o trabalho que era me tornar supervisora no Real Jardim Botânico, provavelmente eu teria pensado duas vezes antes de aceitar - Jeff, consegue dar conta a partir daqui? Ainda preciso catalogar algumas ervas – revirei os olhos, fazendo menção à ausência de Caroline, a responsável pelo determinado trabalho. Muitas das vezes, quando alguns funcionários necessitavam faltar ou simplesmente entravam de férias, eu me encarregava do serviço. Não era como se eu desgostasse de minhas tarefas, porém, naquele período em questão, eu estava sobrecarregada e tudo o que eu mais desejava, era apenas chegar cedo em casa.

Após passar em minha sala e buscar o herbolário, rumei à primeira estufa localizada na entrada do local. Meus olhos percorriam as diversas nomenclaturas de plantas, enquanto eu realizava algumas observações das ervas que ainda restavam serem anotadas. Foi quando senti meu corpo esbarrar contra alguém - Perdão – minha voz saíra alta demais, ao mesmo tempo que me atentava à pessoa ao meu lado. Não demorou até que eu compreendesse se tratar de uma jovem - Hum... não lembro de ter te empregado – arqueei uma das sobrancelhas, já a medindo de cima à baixo. Notei sua atenção voltada para mim, sentindo uma certa audácia em seu olhar. Ela se manteve quieta por um tempo, e então respondeu algo sobre estar acompanhada de sua mãe - Como vocês entraram aqui? – desviei o olhar ao meu redor, na esperança de encontrar a mulher, porém, sem sucesso. A menina logo fez questão de dizer algo, mas a interrompi em seguida - Vocês não estão autorizadas a entrar aqui. Aliás, não estamos recebendo nenhum visitante hoje – fechei o pequeno caderno em minhas mãos, e após depositá-lo sobre o balcão ao meu lado, cruzei os braços, esperando alguma desculpa plausível vinda da garota. Não tardou até que ela se apresentasse como Ramona e logo mais, se voltasse às pequenas raízes de gengibre reservadas em um pequeno reservatório, como se nada tivesse ocorrido. Aos poucos, ainda embasbacada com uma certa ignorância e desrespeito da mesma, fiquei a observá-la tagarelar algo enquanto agora recolhia folhas de Eucalipto - Ok... Ramona, certo? Eu vou chamar o segurança – me aproximei da saída da estufa, quando a jovem finalmente revelou estar ali para ajudar a mãe a comprar alguns ingredientes.

Àquela altura, minha mão já se encontrava envolta em minha varinha sob o jaleco, mas após uma pausa, voltei ao encalço da loira - E sua mãe é... curandeira? Herbologista? Pociologista? – meus lábios se uniram em uma linha reta e eu apenas fiquei a observá-la. Ainda que poucos possuíssem conhecimento, o Jardim Botânico era o lugar mais tradicional para negócios e compras de ervas medicinais, pequenas plantas, sementes e raízes aos profissionais que necessitavam. Também admito que eu não era a melhor pessoa a lidar com adolescentes, e devido a ter filhos um tanto rebeldes em casa, eu sempre costumava transmitir uma certa impaciência ao me deparar com alguém daquela idade. Contudo, Ramona parecia ser bem pior do que eu pensava, embora algumas vezes, ela parecesse perceber o quanto estava sendo mal educada em suas reações. Eu também não a culpava, afinal, eu havia sido bem rude ao encontrá-la por ali. Quando me dei conta, a vi lançar o olhar sobre meus trajes sujos e com um pigarro, saquei a varinha, limpando-os magicamente.
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Ramona Kalitch Schaffer
Jogador do Time da Lufa-lufa
Jogador do Time da Lufa-lufa
Ramona Kalitch Schaffer

Bicho-papão : O corpo sem vida de sua mãe Thora

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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 7º Ano
Varinha: Pelo de Rabo de Trestálio, Ébano, 28cm, Rígida.

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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeQua 27 Jan 2021, 15:27

The adventures of Ramona and Kabu :)
The adventures of Ramona and Kabu :)
Sinceramente, Ramona nem sabia mais o que queria para a vida, seja dentro de Hogwarts, tanto quanto sua futura carreira no mundo profissional. Ela já tinha a ideia de que se envolveria com alguma área do ramo da saúde, mas nos últimos anos, estava desistindo da herbologia, ainda que soubesse do seu apreço pela área. A ideia era amadurecer as opções, mas vai saber né? Talvez levasse o geral como um hobbie, pode ser! Whatever, enquanto isso não ocorria ela continuava com suas pesquisas particulares... Ou melhor, suas engenhocas. Naquele dia em especial ela só tinha a intenção de observar, analisar e pretensiosamente fazer anotações. Ramona tinha que encontrar algo que fosse diferente de tudo o que tinha em sua hortinha em casa, afinal queria diferenciar as mudas e sementes para então procurar comprá-las quando fosse ao centro comercial bruxo. Sua mãezinha felizmente concordou com a ideia de visitarem o real jardim botânico na grã-bretanha, gostava da companhia da mulher por justamente sempre terem conversas interessantes, sendo que ela lhe auxiliava na maior parte de seus projetos. Mãe sendo mãe né, até nas piores ideias tinha o apoio da historiadora, que era essencial em muitas decisões que tomava - ou tinha no meio da noite, sem avisos prévios -. Ramona era uma garota complicada entretanto fácil de se lidar, mas, dificilmente você entenderá isto. A não ser que se empenhe bastante, então logo saberá decifrá-la. — Ô mãe, vou dar uma olhada naquela primeira estufa ali, beleza? — Indicava com o polegar na direção do local, vendo-a assentir sobre seu recado. Thora informou que tentaria achar algo para comerem mais tarde e provavelmente terminaria de analisar alguns assuntos de trabalho que trouxera consigo. Confirmou, virou-se em direção à estufa e adentrou no acoplado de plantas, movendo as unhas sob a capa dura do caterno que carregava consigo. A pena se movia ao seu lado, flutuando, era bom demais estar em um ano na qual lhe permitisse fazer magia fora da escola. Ah e para os recém chegados na historia de Ramona, por mais que estivesse acompanhada de sua mãe agora, ou melhor, antes, na realidade ela nunca estava só. Uma figura era sempre vista seguindo a moça, um esqueleto encantado por ela através de magia - animus corpus -, de porte médio porém adorável. Ele andava com uma única peça (vestuário), sendo este um chapéu de gala roxo escuro. Ele era seu companheiro e por maioria das vezes seu melhor amigo, afinal não falava e não lhe incomodava desnecessariamente. — Vê se não se perde por aí, Kabu. — Seu nome era uma notável homenagem à Kakashi no Kabu, de O Castelo Animado. Uma animação japonesa da studio ghibli, amava todos os trabalhos que Hayao Miyazaki criava.

Com a cara enfiada em boa parte das folhas rasuradas do caderno, ela nem se deu conta do momento em que sentira seu corpo esbarrando-se em alguém, aparentemente desconhecido. Afinal, as chances de encontrar um conhecido eram mínimas e quase inexistentes, diga-se de passagem. — De boa. — Fora a única coisa que respondera sob o pedido de desculpas lhe concebido, aparentemente a mulher com quem conversava agora deveria ser a responsável pelo real jardim, ou uma das responsáveis. Sei lá, alguém importante, pois de forma meio rude acabou confessando de não recordar-se de empregá-la. Empregá-la? Arqueou a sobrancelha, fechando lentamente o caderno, permitindo que a pena pousasse sob a capa do mesmo. Era outra coisa que flutuava por aí com vida própria, gostava de animar objetos inanimados. Ramona encarava de forma analítica a mulher, mais velha do que ela obviamente, e bastante pretenciosa pelo jeito. Ergueu o queixo em sua direção, deixou que os olhos passeassem por ela e então estalou a boca com a língua, pressionando os lábios um no outro. — Vim com minha mãe. — Respondeu simplista, batendo as unhas mais uma vez na capa do caderno. Kabu moveu a cabeça em direção ao rosto da lufana, como se questionasse ''e eu?''. Era engraçado, até parecia que tinha consciência de verdade. Riu baixinho, dando uns tapinhas no ombro esquelético dele. — Pela porta, eu acho... — Franzia as sobrancelhas, porém antes mesmo de respondê-la sobre como, o que provavelmente era isso que estava tentando fazer, fora interrompida. Ela era boa em fazer isso, em? Suspirou, a mulher dizia algo sobre não estarem autorizadas e etc e tal, porém Mona só sabia encarar as raízes de gengibre perto dela, como uma forma de controlar sua metamorfomagia. Ela sabia que tinha chegado loira ali, mas provavelmente sairia com as madeixas laranjas e os olhos vermelhos. Vermelho, isto, a cor de suas orbes agora muito provavelmente eram vermelhas. Frustração, impaciência e uma pitada de raiva. — Ramona, me chamo Ramona, estou aqui à trabalho... Olha que bonitinhas. — Dizia tocando algumas folhas de Eucalipto, ainda se dando a trabalheira de ouvir a moça. Segurança? ''Ela disse segurança mesmo?'' quis rir. Se ela não fosse tão nariz empinado, talvez já soubesse como acabaram entrando ali, ela e Thora. Só estava ali para buscar ingredientes, nada mais. Olhando-a dessa vez, relutou internamente para não acabar sendo tão inconveniente quanto a mulher, já que logo aquilo se tornaria uma competição de quem estava sendo mais chata. 

Historiadora. Minha mãe tem autorização pra entrar aqui, ela pediu, inclusive. E me disse que poderia encontrar... Empecilhos se andasse sem ela. — A pausa dramática fora proposital, Ramona encarava com atenção as manchas de terra que decoravam o vestuário da provável responsável dali. Ou uma delas, tanto faz. — Pelo jeito ela estava certa mesmo... — Estreitou as pálpebras dos olhos, pondo algumas mechas de cabelo loiras atrás da orelha, cruzando os braços da mesma forma que ela fizera para si. — É trabalho de campo. Ela está estudando a área, e eu vim junto porque, bom, sou filha dela né? Ela se chama Thora, caso queira verificar com alguém ou algo do tipo. — Andou para perto dela, ficando a poucos metros de seu rosto para então continuar andando, esbarrando um pouquinho na moça novamente. Era verdade, Thora soube do interesse da filha em visitar o real jardim e juntou o útil ao agradável, unindo seu emprego com a ideia dela. Kabu lhe acompanhava como fiel escudeiro, apenas sabia fazer isso mesmo então era de se esperar. Encarando agora os próprios pés, Ramona notou algumas graminhas presas em seus coturnos pretos, felizmente marcados pelo notável cadarço amarelo. Oh como os amava. Bateu os pés ao chão, retornando sua atenção para a mulher. — Podia pelo menos se apresentar, depois de me confrontar assim. Ou não, você quem sabe. — Era uma pena ela não ter se apresentado de forma tranquila para a Kalitch, não conheceria tão cedo sua verdadeira essência lufana.


Essa sou eu

meio doida, intensa. just Ramona Alektra

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Lian Hammer. Hoffmeister
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Bicho-papão : A morte de seus filhos

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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeSeg 15 Fev 2021, 07:39

Another different day at work
A garota se apresentava tão petulante, que eu me segurava para não agir de maneira equivocada, afinal não passava de apenas uma adolescente rebelde. Eu já havia tido sua idade, e sabia como era ser daquela maneira. Não nego que também me encontrava cansada e estressada com todo o trabalho e Seth com suas notas baixas, o que colaborava para meu temperamento naquele momento. Por isso, engoli, ainda que continuasse com o semblante de poucos amigos. Eu era a adulta por ali e precisava manter a compostura. À medida que ouvia Ramona esclarecer o motivo de seu paradeiro, notei seus olhos com outro tipo de coloração, e logo supus que se tratava de uma metamorfomaga revoltada diante da situação. Dei de ombros, já cruzando os braços e desviando a atenção a qualquer outro lugar, como numa forma de demonstrar meu desinteresse. A verdade é que me sentira levemente desconfortável com aquilo. Porém, foi quando percebi um tom de ironia vindo da mesma. Meus lábios se entreabriram, enquanto a via me medir de cima a baixo, contudo, nada saíra de minha garganta. Eu estava me rendendo aos caprichos de uma menina, o que estava acontecendo comigo? - Ok, agora você foi longe demais – estranhamente, me senti em minha época de juventude novamente - era comum que eu me metesse em confusão por conta de rivalidades na escola.

A loira ainda insistia em ser atrevida em suas atitudes. A distância entre nós ficava cada vez mais curta e eu apenas arqueava uma das sobrancelhas, ouvindo um pouco mais sobre sua mãe historiadora e a justificativa de ambas se encontrarem no Jardim Botânico. Então, após uma breve pausa, ela desviou os passos, esbarrando em mim propositalmente. Eu estava prestes a explodir, quando algo a mais roçou meu ombro e logo tomou a mesma atitude da garota. Não consegui conter o susto, quando finalmente me deparei com um esqueleto ambulante - Mas o que-? – meus olhos correram pelo ser magicamente vivo, ao mesmo tempo que minha reação ainda se seguia de maneira assustada. Eu me encontrava tão enfurecida com a audácia da garota, que mal me atentei à criatura viva ao seu lado - Tudo bem, meu anjo – enfatizei as últimas palavras sarcasticamente, implicitando toda minha raiva em estar sendo confrontada pela jovem - Você está aqui com a sua mãe, já entendi... – me aproximei cautelosamente da mesma, prestes a concluir minha fala, enquanto ela parecia mais animada em fitar seus sapatos de cadarços coloridos. Porém, logo fui interrompida bruscamente, quase dando um pulo para trás. Engoli mais uma vez, e suspirando pesadamente, indaguei - Você não sabe com quem está se metendo, garota – semicerrei os olhos, contudo, a tensão fora quebrada pelo esqueleto que se aproximara, me provocando um espanto mais uma vez.

Meus saltos bateram contra o chão, com força dessa vez, enquanto eu dava meia-volta, já resgatando meu herbolário. Ramona pareceu querer me provocar, comentando o fato de que eu ainda não havia me apresentado, e tentando ser mais paciente, me virei em sua direção - Lian. Lian Hoffmeister – esbocei um sorriso amarelo. Então, o silêncio se fez. Ramona já desviara os olhos às plantas espalhadas pela estufa e eu fiquei a observá-la por instantes, somente examinando-a. Eu estava ciente de que havia errado, e se soubessem que eu havia me portado daquela maneira com uma filha de uma cliente, com certeza me olhariam com outros olhos. Ramona me lembrava meus filhos, e não era como se eu não soubesse lidar com estes, mas algumas vezes, chegava a ser impossível aguentar toda a rispidez e rebeldia de adolescentes daquela idade. Será que ela conhecia Seth e Yves? Revirei os olhos e suspirei, chamando atenção da garota - Me desculpa, ok? Eu não devia ter sido tão rude e indelicada – era difícil engolir o orgulho, mas quando se tratava do meu ambiente de trabalho, era quase que uma obrigação - Fique à vontade. Eu só vim catalogar algumas ervas – caminhei rumo ao local onde se destinavam as raízes de gengibre, checando as informações sobre o mesmo no pequeno caderno. O silêncio ainda se persistia, no entanto, agora havia um ar mais constrangedor entre nós. Ramona também parecia bastante quieta, ainda que vez ou outra, trocássemos olhares tímidos. Instantes se passaram até que eu sentisse algo estranho me encostar, e ao constatar ser um chapéu, meu coração acelerou - Por Merlim! Será que dá para tirar essa coisa de perto de mim?! – me exaltei, fechando os olhos por um segundo. Rapidamente, percebi que Ramona reclamaria, mas fui mais rápida - Desculpa, ok?! – ela me fitou, chamando pelo amigo esqueleto - Eu não consigo trabalhar com ninguém colado em mim – qualquer desculpa era cabível.
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Ramona Kalitch Schaffer
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Ramona Kalitch Schaffer

Bicho-papão : O corpo sem vida de sua mãe Thora

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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeQua 03 Mar 2021, 08:49

the adventures of ramona and kabu :)
The adventures of ramona and kabu :)
Longe demais... O que aquela mulher sabia sobre o conceito de ir ''longe demais''? Se ela entendesse o quão Alektra era boa em ir longe nas coisas, ela se surpreenderia muito. Ramona não entendia muito bem o quão furiosa ela estava com a sua imprudência, mas não estaria agindo assim caso fosse abordada de outra forma. Uma pena só ter descoberto isso depois, as vezes era melhor ser neutro(a) com os outros, justamente por não saber como iriam reagir. Ela, por exemplo, não abaixava a cabeça, especialmente quando não enxergava erros em suas atitudes. Caramba, só fora ali a passeio com Thora, nada demais! Era perfeitamente normal uma adolescente vir acompanhada da mãe, ainda mais com uma carta de solicitação. Ah, dá um crédito, ela não sabia. pensou consigo mesma, suspirando baixo. Aquele dia pelo menos estava começando a ficar interessante, ainda mais do que pensou que seria, algo bom. Dessa forma percebera que não viera atoa, sendo que podia estar em casa fazendo o que faz de melhor: comendo ou dormindo. Entranhou os dedos às madeixas loiras; fechou as pálpebras com suavidade e permitiu que sua aparência costumeira retornasse ao padrão, sendo este o padrão de seus cabelos liláses. Não era ninguém sem a cabeleira lilás, que estranhamente estava mais puxada para um roxo nos últimos meses. Mudança de humor ou princípios? Descobriria em breve. A raiz, antes clara e padronizada, fora desencadeando o tom pastel cuidadosamente, vagando até o último fio de cabelo, até que estivesse na mesma coloração de lavanda, por exemplo. Bem melhor, imaginou consigo mesma, jogando a franja para o lado, permitindo que o penteado fosse este: com aquela parte toda da frente, jogada para o lado esquerdo. Antigamente ela usava os cabelos repartidos ao meio ou para a direção oposta, mas agora que colocara o piercing na sobrancelha tivera vários episódios em que os fios acabaram se enroscando na joia. Resultado: surtos de dor e raiva. Que Deus a livrasse de queloides e más cicatrizações. — Perdoe-me, mademoiselle. — Ironizava sobre o protesto dela, olhando-a de canto com um sorrisinho sacana nos lábios. Tão logo parou de sustentar a atenção sob ela, parecia desconfortável quando fazia isso. Há quem diga que Ramona Alektra tinha olhos intensos.

Oh pobre Kabu, tão desastrado, tadinho. Ainda precisava ensiná-lo a andar cuidadosamente perto das outras pessoas, ainda mais se essas pessoas fossem como Lian Hoffmeister. A verdade era que já sabia de quem ela se tratava, sua mãe lhe alertara sobre sua possível aparição, mas queria confirmar da boca dela se de fato se tratava da mulher. — Meu anjo? Eu sei que sou bonita, mas sou tímida. Desse jeito vai me deixar sem graça... — Comentava tão piadista quanto ela, se estava tão disposta assim a agir com sarcasmo. Pelo menos ela tinha desistido de lhe expulsar ali de dentro, não estava muito afim de sair agora, justamente agora quando o negócio estava ficando interessante. Até já me esqueci do que faria aqui. franzia as sobrancelhas, incomodada com a perda de foco. Ah, que se dane. Ela podia se preocupar com plantas em outro momento, contanto que sua companhia atual a mantivesse ocupada mentalmente e absolutamente entretida. — Sei, sei... Ministra da Magia, talvez? — Comentava com ela acerca de sua afirmação sobre não saber com quem estava se metendo. O quão perigos estaria sendo ela, ali respondendo a mulher? Deu de ombros, estalando a língua ao céu da boca. — Kabu, cuidado. — Manuseou a varinha cheia de trequinhos decorativos em direção ao esqueleto, o reaproximando de seu próprio corpo. A pobre cartola não acompanhou o processo; utilizara do accio para trazê-la de volta. Cautelosamente ajeitou a peça no crânio do enfeitiçado, sorrindo contente com a aparência charmosa dele. Até tinha uma gravatinha, confeccionada por sua irmã mais nova Maddie, que gostava do objeto tanto quanto Ramona curtia. Não era a pessoa mais normal do mundo, já tinha conhecimento disto, mas também sabia que desde pequena não levara vida alguma normal. Quem sabe se sua mãe, Mênfis, estivesse viva hoje em dia as coisas seriam completamente diferentes... Não teria Thora, e nem Maddie. Pensando bem, eu prefiro as coisas como estão, tudo acontece por algum motivo! Viajava nos próprios pensamentos, acompanhando o andar de Lian como confirmado por ela, com um sorriso amarelo. Fingiu estar mais interessada nas amostras de plantas, apenas por alguns segundos. Ela também não era fã de muito contato, ainda mais o visual. Só ela gostava de fazê-lo, do contrário se sentia intimidada. Saco. resmungou em pensamento, os cabelos lilases cada vez mais fortes. A metamorfomagia estava descontrolada à um tempo.

Um pedido de desculpas, então? Ramona ficou surpresa, se arriscava até falar que perplexa, não esperava aquilo agora. Tipo, toooda uma explicação, ela estava lhe pedindo desculpas de maneira mais elaborada. Entreabriu os lábios sem interrompê-la, assentindo conforme ela confessava que só estava ali para catalogar algumas ervas e nada mais. Será mesmo? Reprimiu os lábios agora, observando-a se entreter com o que parecia ser raízes de gengibre. Bom, não tinha certeza se eram mesmo, ela sabia de Herbologia mas não tanto quanto Lian parecia saber. Isso era meio que óbvio, julgando o trampo dela. Opa, emprego. Permaneceu assim, quieta, procurando prender a mente com o que viera fazer ali, mas estava difícil com o silêncio constrangedor que se instalava dentro da estufa. Fora então que ouvira a voz da mulher mais velha novamente. Agora ela reclamava de Kabu, alegando que não conseguia trabalhar com ninguém próximo dela. Seria isso mesmo? Não pareceu se incomodar com seus esbarrões antes... Corou com este pensamento. Que diabos?! Não pense besteira, Alektra. Ah, sim, ela estava em uma busca para o autoconhecimento, Ramona se descobria homossexual e não estava sendo nada fácil lidar com aquilo; se quer tinha certeza sobre suas escolhas. Sem pensar muito ela transformou o esqueleto em uma edição de bolso, pequenininho, e caminhou para perto dele ao chão no intuito de pegá-lo. Colocou-o dentro da bolsa que carregava consigo, uma bolsa de ladinho estilo carteiro mesmo. Agora ela fitava fixamente Lian, como quem perguntava ''está satisfeita?''. Respirou fundo, virou-se de costas e forçou a atenção sob qualquer coisa verde no lugar, e poxa, existiam muitas coisas verdes ali. — Acha que consegue me ajudar? Ou está com raiva demais de mim? — Questionava curiosa, sem olhá-la. Sua pergunta era inocente, ela precisava mesmo de ajuda, só estava meio complicado saber se Lian tinha disposição para isso ou não. Haviam possibilidades da resposta ser negativa.
Com a Lian.


Essa sou eu

meio doida, intensa. just Ramona Alektra

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Lian Hammer. Hoffmeister
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Lian Hammer. Hoffmeister

Patrono : Preguiça-real
Bicho-papão : A morte de seus filhos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Beauxbatons (França)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Unicórnio, Loureiro, 27 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeTer 16 Mar 2021, 17:59

Another different day at work
Eu sei que conseguia ser bastante orgulhosa algumas vezes, porém, não podia deixar de notar que Ramona realmente se parecia comigo em minha época de juventude. Ainda que eu relutasse em sustentar o olhar sobre ela, em poucos segundos, já percebia detalhes em seu estilo rebelde de ser. Sua pele era tão clara quanto a neve, contrastando perfeitamente com seus olhos claros e intensos, embora eles alterassem de cor a cada instante. Seus cabelos caíam perfeitamente por sobre seus ombros, e também por conta de seu dom, agora se tornavam mais coloridos em tom roxo. Eu conhecia bem aquela expressão arrogante e sarcástica ao mesmo tempo, pois só eu sabia o quanto eu a utilizava em momentos de defesa. A garota por sua vez, por mais que tentasse manter o ar de superior, não conseguia esconder aquela imagem de menina. Isso me lembrava de respirar, me impedindo de continuar agindo daquela maneira tão rude, afinal, não havia motivos para insistir em uma rivalidade com uma adolescente. A sensação era de estar conversando com um de meus filhos, me rebaixando ao nível imaturo dos mesmos. Era desconfortável manter a postura, apenas engolindo todo aquele sarcasmo vindo de Ramona, porém, a partir do momento que eu demonstrasse não estar me irritando com suas atitudes, ela também poderia ceder um pouco.

Admito que ao ouvi-la responder irônica sobre eu ser a Ministra da Magia, provocou automaticamente uma ansiedade e ira dentro de mim. Eu não estava acostumada a ser tratada daquela forma e de maneira tão fácil, a não ser por Owen, meu ex-marido, que mais se achava palhaço o tempo todo. Embora não nos víssemos há anos, ele era o único que conseguia cutucar a fera em meu interior, através de suas piadas e tom debochado de sempre. Era inacreditável pensar que uma jovem estava conseguindo causar o mesmo efeito. Logo, após eu sentir estar próxima do meu limite de raiva, devido a aproximação da criatura viva, suspirei pesado enquanto contava até dez mentalmente. Tudo bem, eu não era a pessoa mais calma e tranquila, principalmente quando se tratava de meu trabalho. Muitas das minhas tarefas eram realmente exaustivas, ainda que eu não pudesse reclamar de estar envolvida profissionalmente com a minha paixão. Com isso, e ainda mais o meu temperamento, eu havia decidido tomar parte das minhas manhãs realizando algumas práticas de yoga e meditação – talvez assim, eu conseguiria me tornar uma pessoa mais fácil de se conviver. Eu tinha plena convicção de que conseguia ser maldosa somente em minhas ações corporais às vezes, não era à toa minha fama ao redor dos familiares. Seth e Yves eram os primeiros a me apelidarem de "Rainha Má".

De súbito, com um rodopio de sua varinha, a menina diminuiu o tamanho de seu “amigo”, depositando-o no interior de sua bolsa. Mesmo que forçado, meu semblante era ameno dessa vez e apenas sorri agradecida ao constatar a expressão dela. O único som no ambiente vinha das vozes abafadas de outros funcionários ao redor da estufa, bem como de um pequeno grupo de mandrágoras novas se mexendo por ali. Foi então, que Ramona indagou, enquanto fitava curiosa todo o verde exposto ao nosso redor - Do que você precisa? – minha voz era mais suave, e agora surgia um sorriso mais verdadeiro no canto dos lábios. Fato era que eu estava levemente constrangida pela situação anterior - Eu não estou com raiva de você – me aproximei, deixando o herbolário de lado. Desviava o olhar, na intenção de achar a melhor forma de me expressar naquele momento, porém, apenas soprei uma risada e cruzei os braços, me apoiando ao seu lado em uma das bancadas - Ah, estresse do trabalho – menti, ainda que aquilo fosse parcialmente verdade. Eu não conseguia ser tão explícita o tempo todo, mas sabia que minha expressão denunciava meu arrependimento pela cena de minutos atrás. Após um sorriso contido, Ramona deu uma breve explicação do motivo de estar ali sozinha e afastada de sua mãe. Em seguida, meus olhos rumaram de seu caderno até um armário mais adiante, repleto de amostras de algumas das mais variadas plantas do jardim botânico - Já ouviu falar na Lacremandro? – a metamorfomaga tinha a intenção de conhecer e analisar plantas diferentes das que tinha em sua horta - Pouco comum de se achar, e segundo a lenda, cresce naturalmente em terras onde grande quantidade de lágrimas foram derramadas – tomei um tempo procurando por um pequeno recipiente de líquido viscoso e transparente, e assim que o achei, a ofereci de imediato - Quando em contato com olhos humanos, isso induz a auto-reflexão, te dando concentração e foco.

Seu caderno já flutuava e uma pena rabiscava suas páginas com rapidez - Ser a responsável por aqui tem suas vantagens – murmurei ao constatar Ramona incerta sobre aceitar o pequeno frasco com a amostra - A Lacremando produz esse líquido através das pétalas... só toma cuidado. Quem tomá-las, pode estar suscetível a mudanças de humor repentinas – a medi de cima à baixo, porém não contive o sorriso mais leve ao final, me referindo ao seu dom. A jovem se mostrava bastante interessada no assunto, e pela primeira vez, me sentia como se estivesse dando uma pequena aula a alguma estagiária. Sem mais, nem menos, não hesitei em chamá-la para me acompanhar à porta de saída da estufa - Você não vai encontrá-la aqui – a planta em questão costumava realizar sua fotossíntese com os raios filtrados pela lua, além de seu formato de herbácea ser encontrada apenas em locais onde havia terra e plantações, por ser de porte rasteiro. Assim, saímos dali em direção ao local onde poderíamos achá-la - Hum, onde você estuda? Hogwarts? – não queria que todo aquele silêncio constrangedor voltasse à tona, e além do mais, estava realmente curiosa ao passo que caminhávamos pelas áreas externas da instituição. Ramona não parecia tão nova, e logo supus que já se encontrava próxima de se formar. Imaginava se ela conhecia Seth.
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Ramona Kalitch Schaffer
Jogador do Time da Lufa-lufa
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Ramona Kalitch Schaffer

Bicho-papão : O corpo sem vida de sua mãe Thora

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 7º Ano
Varinha: Pelo de Rabo de Trestálio, Ébano, 28cm, Rígida.

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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeQua 17 Mar 2021, 13:51

The Adventures Of Ramona And Kabu!
Se minha mãe me visse agindo daquela forma, certamente brigaria comigo pela maneira um tanto quanto insolente como eu respondia Lian. Não que ela merecesse, mas estava terrivelmente incomodada com a abordagem anterior dela. É claro que não mais, fora puro momento, agora eu só esperava que ela ignorasse nossa pequena discussão anterior, e fingisse que nadinha tinha acontecido. Na maior parte do tempo, eu lidava com os problemas dessa forma, cagando para eles. Desculpe o linguajar, mas é real. Se eu deixasse qualquer coisa me afetar facilmente, seria uma fera flamejante de raiva, e ninguém gostava de lidar com pessoas altamente explosivas. Para falar a real, na maior parte do tempo eu sempre me mantive bem de boa, só que... Algumas pessoas incrivelmente conseguiam me tirar do sério. Lian conseguira a proeza depois de tanto tempo sem eu me estressar realmente num diálogo. A última vez fora no quinto, não no passado, mas sim na primeira vez que o fiz por ter reprovado. Acabei ficando puta da vida quando um sonserino me chamou de banana podre, por minha metamorfomagia ter assumido um tom amarelado meio escuro, diante uma crise de nervosismo. Lá ganhei minha primeira suspensão, o que acarretou um processo de deixar o cargo de monitora. O porque? Eu dei um belíssimo porradão em sua cara amarga, para que ele não esquecesse de como era bom meçar as palavras. Especialmente comigo, comigo... Thora sempre disse que eu acabava sendo bem agitada em situações que me submetiam a conflitos, mas eu estava trabalhando arduamente para não sair por aí batendo em ninguém. Não! Eu não ousaria socar Lian, por Odin! Na real, sei que eu acabaria enrolada em cordas caso tentasse, julgando a bruxa habilidosa que ela parecia ser. Esse era o clima que ela transmitia, de mulher sábia. Meio óbvio, quem curte herbologia tem que ser ou muito louco ou muito inteligente para se interessar. No meu caso, acabei com a parte da loucura. E um pouco do conhecimento, vamos lá. Tenho que confessar, acabei ficando ansiosa demais pela resposta de Lian sobre minha solicitação de ajuda, embora eu ainda não soubesse direito com o que queria auxilio. Acabei me perdendo durante meus próprios devaneios alheios, imaginando se minha mãe estaria preocupada comigo agora. Provavelmente não, Thora tinha um sentido sobrenatural para saber se eu estava enrascada ou coisa semelhante, e agora à essa altura, eu já tinha conseguido me livrar da maior das encrencas. Sair na luta com a herbologista. Engraçado pensar assim, eu, atualmente, não gostava nem mesmo de matar uma mosca. Não posso dizer o mesmo de dois anos atrás. Se eu soubesse que a emoção desse dia seria tão grande assim, teria vindo mais cedo. pensei em um comentário mental e privado, segurando um sorriso sacana na boca perante a situação. Ora pois, fazia tempo desde que não me divertia tanto ao marcar encontros com plantas. Não era sempre que eu topava com alguém tão característico quanto a morena ali, numa personalidade tão forte quanto a minha. De relance, aguardando sua resposta, apreciei seu rosto cautelosamente. Era mais do que visível a beleza que Lian trazia consigo, especialmente seus olhos puxados, que proporcionava um ar mais gracioso à ela, certamente. Seu nariz parecia ter sido moldado, dificilmente encontrei alguém que não tivesse narinas de batata. Você está encarando ela, guria. me alertei e desviei a atenção da mulher; minhas bochechas certamente estavam róseas agora, rubras. Me segurei para não deixar meu dom interferir nas sensações, fui forte mas nem tanto. A coloração de meus olhos pareciam se auto alterarem, algo semelhante a rosa, mas bastante fraco. Perfeito, argh. Não aguento mais essas minhas vaciladas, sinceramente!

Ela tem uma pinta debaixo do olho, próximo do nariz... pensei aleatoriamente mesmo que não estivesse mais a encarando, afastando minhas observações particulares ao finalmente ouvir mais uma vez a voz suave de Lian, que agora me respondia. Levantei a cabeça e ergui o queixo prontamente em direção à ela, molhei os lábios para respondê-la então. — Não? — Indaguei perante sua resposta, ao que parecia, a Hoffmeister não estava com raiva de mim ou algo semelhante, mas tenho que admitir, era uma questão duvidosa. Será mesmo que não estava? Arqueei a sobrancelha esquerda, mas abaixei-a assim que Lian confessou sobre estresse de trabalho. Hm, estresse de trabalho, então... Apertei os dedos na madeira da bancada mais próxima e senti uma sutil tensão em meu corpo, quando ela se apoiou ao meu lado, na mesinha. Engoli seco por alguns instantes, coçando a nuca desajeitadamente em um ato involuntário. Por algum motivo sinto que essa resposta foi mais uma desculpinha, imaginei mas decidi não comentar, poderia acabar ofendendo a mulher, certamente. Eu já estava sendo ousada demais, não passaria dos limites de novo. — Eu estou começando a conhecer esse estresse. De trabalho. — Completei, me referindo inteiramente ao estágio que comecei no centro de cura Nantosuelta, onde eu certamente descobriria mais tarde se eu gostaria mesmo de seguir com a ideia de me tornar especialista em ervas e semelhantes. Lufanos tinham apreço por ervas, não é mesmo? Chegava a ser cômico a minha admiração pela matéria. Expliquei por fim meu verdadeiro propósito em frequentar o jardim botânico para ela, assim compreenderia mais meu pedido e quem sabe, me lançasse sugestões legais para solucionar o problema. O olhar distante da mais velha me fez concluir que ela já pensara em algo para me sugerir, coisa que não demorou muito para ocorrer mesmo. Virei-me mais em sua direção e neguei perante a pergunta do Lacremandro, minha careta confusa fora o suficiente para passar a imagem de quem não fazia ideia do que ela dizia. Ri baixo, meio sem jeito pela falta de informação, ouvindo-a explicar sobre o que se tratava. Aparentemente bastante difícil de se encontrar, e segundo uma lenda, nascia em terras onde grandes quantias de lágrimas foram derramadas. Agora sim o nome faz sentido, conclui demonstrando puro interesse. Meus olhos estavam bem abertos e expressavam minha admiração pelo Lacremandro. Pelo jeito eu desconhecia muito da herbologia, mesmo sempre estudando ela constantemente. — Jura? Eu não conhecia essa parada antes! — Confessei segurando o frasco de vidro que me fora oferecido, assim que Lian deixou de procurá-lo e passara a me mostrar. O líquido dentro era transparente e viscoso, lembrava visivelmente lágrimas mesmo, embora carregasse um ar de gosmento. Coloquei o frasco mais perto do meu rosto, analisando-o com curiosidade pura. — Confesso que não esperava saber de algo tão bacana assim. No máximo uma plantação de laranjas mágicas, mas isso não. — Sorri diante minha piadinha ruim, tomara que ela não me julgasse por esses comentários bobos. Minha personalidade era unicamente essa, bobinha quando podia.

Manuseei agilmente a pena de repetição mágica para que colocasse a mão na massa. Ela já passava todas as informações ditas por Lian para uma nova página em branco, inclusive eu precisaria me lembrar de pesquisar mais sobre Lacremendro, para deixar o tópico sobre ele altamente rico em informações, para que nenhuma dúvida acabasse surgindo depois. — Posso ficar com isso, na moral? — Lancei a pergunta com relutância, afinal, aquele item parecia de certa forma raro e aceitá-lo seria como ganhar um presente, algo do tipo. Que bobeira, ela nem te conhece, está sendo apenas legal contigo! castiguei meus pensamentos, sorrindo agradecida pelo ganho. Eu iria adorar explanar aquela amostra para minha mãe, sem dúvida ficaria tão encantada quanto eu. Ri baixo, quase que muito rapidamente, quando ela confessou que trabalhar ali continha vantagens. Concordei, era meio explícito o caso, me certifiquei de que a pena estava fazendo um bom trabalho ao anotar as últimas coisas sobre o líquido dentro do frasco. Encarei-a imediatamente com seu alerta sobre o Lacremandro, que produzia o líquido através das pétalas e este, quando ingerido, provocava inúmeras mudanças de humor repentinas. — Ah, você notou... — Certamente o trocadilho fora sobre meu dom. Acabei passando os dedos entre meus fios lilases, meio sem jeito. É claro que ela tinha notado, parecia um camaleão quando deixava os sentimentos oscilarem e influenciarem naquela parada toda. Minhas bochechas queimaram e eu me lamentei pelo caso. Felizmente Lian mudou a vertente do assunto, e assim passei a acompanhá-la sem pensar duas vezes ao ser chamada para lhe seguir até a saída da estufa. De acordo com ela, as pétalas não seriam encontradas ali especificamente. Existia uma região específica, então? Provavelmente todo um macete único, plantas tinham características próprias para seus devidos desenvolvimentos. Conforme passamos a caminhar, analisei os arredores meio incerta sobre onde acabaríamos parando, mas retornei meu olhar para a Hoffsmeister assim que ela me questionou sobre meus estudos. Precisamente, onde eu estudava. — Sim, estou no sexto-ano. Eu repeti um ano, ahm... Faltava demais. — Digo sincera, em meio a um sorrisinho amarelo e nada bonitinho. — Sou lufana, é claro. — Confessei como se estivesse na cara, por conta do meu jeitão todo despojado e certamente muito colorido. — Comecei um estágio no centro de cura em Mag Mall. Provavelmente vou descobrir lá se quero mesmo seguir esse lance de herbologista. — Incrementei, mordendo o lábio. — Você se formou onde? — Não escondi e nem medi interesse, mas fiquei com medinho de acabar soando invasiva ou chatonilda, como Maddie me chamava as vezes em seus picos de irritação, comigo mesmo. Tinha o poder de despertar o incomodo nas pessoas, quando eu me empenhava.
tag: Lian Hoffmeister


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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeSex 26 Mar 2021, 23:10

Another different day at work
Embora agora eu estivesse mais amena e disposta a sustentar uma conversa mais adequada e educada, passava boa parte do tempo observando a garota de rabo de olho. Às vezes sentia como se houvesse uma grande tensão por ali, porém que logo se suavizava forçadamente com algum sorriso meu. Era louco que toda aquela estranheza persistisse, e não nego que me sentia pior ao lembrar que se tratava de uma adolescente. Eu realmente não sabia muito o que pensar, e embora fosse eu a que tomasse atitude para começar do zero, inventando qualquer tipo de assunto sobre qualquer tipo de planta mágica (só para que aquele sentimento de constrangimento entre nós passasse rápido), eu ainda não conseguia me sentir completamente à vontade. Se eu ainda estivesse em meus dezoito anos de idade, bastaria uma discussão ou uma grande esnobada de minha parte, e tudo agora poderia ser evitado. Àquela altura, já estaríamos longe uma da outra, sem nos preocupar em manter civilidade. Eu não sabia ao certo o que Ramona pensava, mas cada vez que seus olhos encontravam os meus, tentava decifrá-la mesmo que apenas em uma fração de segundos. Para ser sincera, em resumo, eu estava completamente desconcertada diante de uma jovem rebelde. O que estava acontecendo comigo? Nem meus filhos me deixavam daquele jeito. Quando a mesma soltou uma resposta rápida sobre compreender meu estresse do trabalho, franzi o cenho, mas já confirmando mais um fato sobre sua vida: ela já era estagiária em algum lugar.

Quando a presenteei com o pequeno frasco de lágrimas de Lacremandro, não pude deixar de notar um brilho em seu olhar - É claro que não. Esse não é o tipo de planta que possa ser abordada em uma escola – disse ao ouvi-la admitir total desconhecimento sobre esta. E de fato, eu sabia o quanto o conteúdo abordado educacionalmente no mundo bruxo era escolhido à dedo. Dificilmente aquelas plantas de origem mais exóticas e raras fossem ser aplicadas em estudos mais básicos. Ainda que nada fosse claro, eu suspeitava que o motivo fosse algo em relação à própria falta de história de determinadas floras. Se eu bem sei, os documentos e relatórios sobre a origem da Lacremandro ainda eram muito incertas - Exótica demais, além de não ser facilmente encontrada por aí – pisquei. A voz entusiasmada da metamorfomaga me fizera sorrir mais abertamente quando ela segurou o frasco, como se eu estivesse na presença de uma criança empolgada ao tocar em algo pela primeira vez. Além do mais, me permiti soprar uma risada quando ouvi sua escolha de palavras - Sim, na moral – gracejei, assentindo à sua pergunta sobre permanecer com as lágrimas para si. Revirei os olhos. Eu até que estava me divertindo na sua companhia. Situações descontraídas como aquela, podiam vir a calhar em ambientes de trabalho. Ramona também parecia corar com meu comentário a respeito da mudança de cor de seus cabelos que denunciavam seu dom. Não nego que uma pontinha de ciúme me invadira naquele instante. Vaidosa como ninguém, eu lutava para cortar e tingir meus fios naturalmente escuros quase que a todo momento (toda semana eu teimava em criar ou comprar alguma nova poção que me ajudasse no quesito, ainda que muitas vezes eu preferisse optar pelo modo trouxa). Meus dias seriam perfeitos se eu possuísse tal dom.

Logo, quando nos dirigimos para fora da estufa, sabia que o caminho até a plantação de Lacremandro, seria de certa forma, longa. Portanto, não hesitei em iniciar uma conversa, como quem não quisesse nada, apenas no intuito de quebrar mais o gelo. A verdade era que eu estava unido o útil ao agradável. Me encontrava um bocado curiosa quanto à Ramona, e além do mais, seria horrível ser “agraciada” pelo silêncio constrangedor de minutos atrás. A jovem rapidamente revelou ser estudante de Hogwarts, bem como admitindo que havia repetido um ano e se encontrava novamente no sexto. Tudo bem, eu já havia imaginado, porém, me surpreendi quando ela também se apresentara como uma lufana. Eu era uma tradicional francesa e acabei por isso, frequentando Beauxbatons durante toda a minha vida, contudo, eu sabia um pouco sobre as casas de Hogwarts, especialmente quando Seth e Yves voltaram para a casa em seus primeiros recessos escolares. Ainda muito meninos, suas histórias no castelo sempre continham participação de alguém pertencente à Lufa-Lufa. Me lembrava de quando Yves já era um pouco mais velho e trouxera seu primeiro namorado, um lufano, para a mansão. Um tanto alegre, leal, respeitoso e dedicado, eu chegava a ficar impaciente com o garoto. Certamente uma casa a qual eu não pertenceria - Lufa-Lufa? É sério? – ok, aquilo provavelmente havia soado um pouco rude, mas era difícil imaginar a garota com todas aquelas características dóceis, por mais que suas vestimentas exageradamente coloridas e estilosas dissessem o contrário.

Pigarreei. Eu havia me pego a medindo de cima a baixo novamente, mas meus olhos se fecharam por um segundo em seguida, e em automático, desviei meu rosto. Eu me xingava mentalmente, temerosa por ter agido tão esnobe como antes. Não queria provocá-la mais uma vez, e torcia para que ela relevasse aquela atitude - Ah, Nantosuelta? – minhas palavras saíram rápidas demais, num ato de desespero para tornar o clima mais confortável. Eu havia tido conhecimento sobre Mag Mell há pouquíssimo tempo, provavelmente bem depois de todo o restante do mundo. A verdade era que o trabalho estava me ocupando tempo demais, e toda a novidade e notícia fora do jardim botânico era algo que nem se quer me interessava - Sou suspeita para falar sobre herbologia. Eu amo isso aqui – meus olhos vaguearam ao meu redor, e um sentimento de nostalgia engrandeceu em mim. Após tanto tempo trabalhando em um bar, eu agora havia me permitido seguir minha carreira realmente. Era até clichê dizer, mas meu trabalho era minha paixão. Foi então que a voz de Ramona me trouxe de volta ao momento presente. Hesitei em respondê-la - Hum, Beauxbatons – ela se manteve em silêncio, talvez pensativa sobre como poderia prosseguir a conversa. Vez ou outra, nos olhávamos, talvez curiosas para saber o que cada uma viria a dizer. O que estava acontecendo comigo? Por que uma adolescente me provocava todo esse nervosismo? - O que foi? – findei o caminhar após notá-la com um sorriso diferente no rosto, enquanto me observava de soslaio. Pela primeira vez, tentei disfarçar miseravelmente uma timidez - Sua mãe não te ensinou que ficar encarando é falta de respeito? – a alfinetei, entretanto, agora o tom não era de deboche. Eu só estava me divertindo um pouco. Adorava provocar as pessoas.
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Ramona Kalitch Schaffer
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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 7º Ano
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeTer 20 Abr 2021, 15:23

THE ADVENTURES OF RAMONA AND KABU!
Tive que admitir a mim mesma que no final, se tivéssemos nos cumprimentado normalmente, talvez a conversa tivesse sido mais pacífica desde o início e não apenas no finalzinho dela. Finalzinho porque, checando o meu relógio de pulso, logo mais Thora poderia aparecer alegando que tínhamos de voltar para casa. Eu não queria, sinceramente, estava gostando de levar aquele papo, considerando que minha mãe era mais do ramo da história mágica bruxa, e mal lidava com plantas pelos gostos diferenciados. Nem mesmo minha tia Angel, que já era mais puxada para outros meios... desconhecidos por mim. Mas aos que me conhecem sabem que dificilmente alguém consegue esconder segredos de minha pessoa, eu considerava isso de certa forma uma habilidade minha. Da última vez, minha grande descoberta fora de dois colegas meus, que se pegavam escondidos nas estufas da escola ao final da tarde e no resto do dia passavam grande parte do tempo se odiando. Vê se pode... whatever. Ao ouvi-la falar que o Lacremandro não era o tipo de planta que se encontrava em Hogwarts ou em qualquer outra instituição de ensino, sorri mais um pouco. Pude considerar que eu era uma das poucas com aquele item em questão, e fiquei imaginando se não havia algum problema para ela me entregar tal presente. Digo, eu sabia de sua posição ali, mas isso era cem por cento legal? — Espero que me dar isso aqui não te custe nenhum sermão. — Digo arqueando a sobrancelha, reprimindo os lábios instintivamente ao vê-la piscar de uma forma até faceira em minha direção. Uma sensação estranha preencheu meu peito, e eu tive que fechar um pouco o semblante para me concentrar em voltar ao meu habitual. Ao menos meu gelo particular fora repartido com sua resposta, Lian fez questão de usar as mesmas palavras que eu, para me responder. Ri baixo, okey, eu até entendia que minha forma de falar era um pouco estranha e cômica... mas não imaginei que ela fosse me responder assim. Isso arrancou um sorriso nos meus lábios, mais um em meio a tantos. Eu já estava sorrindo demais! Mas é que, poxa! Lian era especialista em um dos assuntos que eu mais apreciava, juntamente a alquimia. Fora até mesmo engraçado a forma como duas pessoas que curtem o mesmo ramo, acabaram se desentendendo feio de começo. Pelo menos isso daria uma boa história mais tarde, durante o jantar em família. Thora me questionaria sobre o que eu andei aprontando e céus, ela não entenderia nada do caminho que o nosso diálogo - meu e de Lian - acabara levando. Bem, nem tudo era pra ser entendido, essa é a graça das coisas certo? Pelo menos vou me ocupar pelo resto do recesso... imaginei, o Lacremandro me renderia boas horas de estudo, eu pretendia me informar bastante sobre ele, era a coisa mais interessante no momento para adicionar ao meu projeto de herbolário amador.

Minha curiosidade sustento um olhar indecifrável sob Lian, quando ela proferiu o nome de minha casa, juntamente à um ''É sério?'' na mesma frase. Gargalhei sutilmente, nada muito exagerado, mas o suficiente para deixar explícito que eu me divertia com sua surpresa. Uma vez, minha diretora, Nerida, comentara que eu não era uma das personalidades mais pacíficas entre os lufanos, e sério, eu concordava demais com aquela parada. Era um lance meu, nunca fui um amorzinho de pessoa por completo, mas eu era doce com quem tinha meu amor. Igual uma pedra preciosa... modesta por fora, mas preciosa por dentro. Exceto pela questão da minha beleza, eu era linda de qualquer forma. Metamorfomaga problems, por sorte nunca precisei mudar nada em mim, exageradamente, para auto aceitação. Minha progenitora biológica, Mênfis, era dona de uma beleza extraordinária. — Sim. — Respondi a herbologa finalmente, coçando o queixo conforme encarava o frasco de Lacremandro, podendo enxergar meu próprio reflexo no vidrinho. Resolvi prosseguir com a explicação, se ela visse a escola atualmente, ficaria encantada ou horrorizada com o quanto as coisas mudaram, no mundo bruxo em si. — Olha, você ficaria chocada com as pessoas que pode encontrar nas casas hoje em dia. — Digo de forma humorística. Nem todo grifino seria absurdamente corajoso, ou nem todo sonserino uma rudez de pessoa. As vezes sim, mas okey... e nem todo corvino precisava ser necessariamente um nerd. Bom, o chapéu ficou bastante divido com a minha seleção por exemplo, eu sou absurdamente inteligente, não querendo me gabar e nem nada, mas eu sou. Ainda assim, características maiores me puseram na toca dos texugos, e eu estava feliz assim. Pelo menos eu dava uns bons pés na bunda daqueles que incomodavam meus amigos. Bo por exemplo, era um meio-gigante lufano que não tinha coragem de machucar se quer uma mosquinha. Alguém tinha que ser responsável pela limpeza, concordam? — Mas eu sou um doce. E não é pra rir, beleza?! — Ameacei falsamente Lian, ainda sorrindo. Eu era mesmo, um docinho, só um pouco azeda mas nada grandioso. Infelizmente a herbologa já tinha conhecido esse lado nocivo meu, mas... apenas por um curto período de tempo. Era só não cutucar a onça com vara curta que você se garantia, comigo funcionava assim. Talvez eu precisasse de mais paciência? Provável, mas a cada dia eu melhorava nessa área. Não era atoa que frequentei psiquiatras durante seis meses, após a morte da minha irmã. Lá aprendi algumas liçõezinhas, como contar até três e respirar pausadamente, antes de socar alguém. Acabei desenvolvendo transtornos agressivos, mas eles quase não se mostravam mais graças a Odin.

Permaneci atenta nas palavras da mais velha, naquele momento eu nem se quer me dei conta do quanto tempo permaneci daquela forma, a encarando fixamente. Apenas me dei conta do feito pelo comentário da mesma, que me questionava sobre meus modos acerca de encarar os outros. Findei o caminhar tanto quanto ela, apertando o frasco do Lacremandro fortemente entre os dedos, sentindo uma onda quente de calor subir por meu corpo. Isso acontecia quando eu ficava nervosa, e sempre que eu precisava apresentar algum trabalho de escola. Era terrível! Quase como uma crise de ansiedade, mas ali, eu havia sido repreendida por meus atos descarados. Corei finalmente, respirando fundo ao notar que se tratava de uma brincadeira sua. Bom, talvez ela tivesse ficado realmente incomodada com minha encarada, mas senti que não parecia se importar tanto, no final das contas. — Na verdade não. — A respondi na mesma altura, virando-me em sua direção, cruzando os braços cautelosamente. Sorri no canto da boca, decidindo explicar aquilo. — Ela é pior do que eu, sabe? — Sussurrei fingindo estar contando um segredo. Então, antes que eu pudesse dizer mais alguma besteirinha, ouvi a voz de Thora atrás de mim, e ainda que longínqua, consegui distinguir seu pedido para que fossemos embora. Droga, mas logo agora? Revirei os olhos, sustentando a atenção sob Lian novamente, ajeitando o Lacremandro em minhas coisas, para que ele passasse despercebido por minha mãe até chegarmos em casa. — Por falar nela... Foi mal, mas preciso ir. Espero, ahnm... poder falar mais sobre... essas coisas com você, quem sabe? — Eu esperava mesmo, e embora fosse um plano distinto, certamente procuraria a mulher novamente ali, no jardim. Me afastei de costas, acenando para ela quando me juntei a Kalitch mais velha. Ela me abraçou pelo pescoço e bagunçou meus cabelos; indagava sobre meu entretenimento. — Ah, vou te contar tudo, mas antes quero comer. Tô morta de fome! — Alertei, afinal ela bem sabia como meu humor ficava uma merda sem comida. Sério, eu virava o bicho! Sai dali, imaginando quando retornaria, sem nem ter chegado em casa ainda ou me distanciado o suficientemente do local.
tag: Lian Hoffmeister


Essa sou eu

meio doida, intensa. just Ramona Alektra

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Lian Hammer. Hoffmeister
Comerciante
Comerciante
Lian Hammer. Hoffmeister

Patrono : Preguiça-real
Bicho-papão : A morte de seus filhos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Beauxbatons (França)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Unicórnio, Loureiro, 27 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Real Jardim Botânico - Página 4 I_icon_minitimeSab 29 Maio 2021, 22:47

Working hard once more
Com a saída abrupta de Ramona, fiquei sozinha por um momento, apenas assimilando todos os últimos minutos daquele encontro... diferente. Eu havia me afeiçoado à garota, embora não transparecesse aquilo. Não vou negar que a adolescente parecia rebelde até demais, contudo, eu era exatamente como ela quando mais nova, por isso, compreendia. Eu sabia o quão insuportável eu conseguia ser e agir em qualquer momento que eu me sentisse atacada de alguma maneira, porém, algo em Ramona me dizia que ela conseguira notar isso (ou não). Após a despedida rápida, fiquei a observá-la sair acompanhada de uma mãe preocupada com o sumiço da filha. Suspirei e voltei à estufa anterior, no intuito de finalizar alguns últimos catálogos de sementes, e logo tranquei o local. Eu já havia realizado inúmeras tarefas naquele dia, embora ainda fosse de manhã. Sentia meus pés doerem dentro de meus saltos finos, mas com o herbolário em mãos, segui ao meu escritório ainda em minha postura mais elegante - Consegue me mandar até amanhã? Eu estou morrendo de dor de cabeça e preciso ir para casa – respondi à um dos funcionários do Jardim, que correra para me alcançar. Eu o reconhecia por ser um dos novatos por ali, e visto todo um processo de aprendizagem e experiência com o trabalho ainda, eu não tinha muita paciência para lidar - Posso ajudar em mais alguma coisa? – levei uma das mãos ao topo da cabeça, enquanto fazia um esforço para não transparecer uma má-educação. Imediatamente, ele negou e assim que ele se afastara, o pedi que procurasse Fred, um dos diretores do local, para auxiliá-lo com demais dúvidas.

Tão logo, ao chegar em minha sala, guardei os documentos na gaveta da mesa e me sentei em minha cadeira de maneira despojada. Às vezes eu me arrependia por ter aceitado a promoção em subir de cargo no trabalho. Não que eu estivesse reclamando de minha posição, mas era extremamente cansativo gerenciar uma equipe, além de continuar trabalhando na parte prática. Eu era apaixonada por herbologia e sentia que finalmente estava feliz com a minha vida, contudo, não sabia dizer quando havia sido a última vez em que havia descansado decentemente. Poucas eram as vezes em que chegara a ver meus filhos em casa, e de verdade, me culpava por não conseguir arranjar um tempo na rotina, afinal, logo mais eles estariam de volta à Hogwarts. Fechei os olhos por um instante, a fim de me recompor e encontrar o que me restava de energia, e abri alguns pergaminhos que eu havia separado sobre a mesa anteriormente. Meus olhos divagaram entre as linhas, não demorando muito para assinar o que permitiria a visitação formal de escolas bruxas nas próximas semanas. Enfim, ao finalizar tudo, busquei por meus pertences e me retirei dali, pronta para ir para casa.
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