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 Real Jardim Botânico

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Diretor Alvoros Grunnion
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MensagemAssunto: Real Jardim Botânico   Seg 14 Jan 2013, 20:48

Relembrando a primeira mensagem :

Real Jardim Botânico

Edimburgo, Escócia



O Jardim Botânico Real de Edimburgo é uma instituição científica e uma atração turística. Foi fundado em 1670 como um jardim para o cultivo de plantas medicinais, utilizadas pelos médicos como remédios nos séculos anteriores ao século XX. Atualmente está localizado em quatro diferentes regiões da Escócia: Edimburgo, Dawyck, Logan e Benmore – cada uma delas com suas coleções especiais de plantas.

Fonte: Wikipédia



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
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Jessie V. Hansen Adamatti
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Dom 12 Jul 2015, 23:40


Plataforma
esperando os Hansen
Quando estava lá preocupada na plataforma chega um furacão vermelho que tem nome: Varla e me tira dali falando algo do dia não ser bom. Pegamos um taxi e fomos direto para o Jardim botânico. Que bom que estava de tênis (confortável) uma blusa de linha e um casaco por cima. O tempo estava frio e eu ficava ainda mais branca. Se fosse possível tal fato. Ainda no táxi Varla me explica que coisas estranhas aconteceram no trem. Mas não entrou em detalhes só falou que um menino havia se machucado. Imagino que não deu detalhes para não me assustar. Ela é super protetora sabe? Então respeitei seu limite e fomos conversando fiado.
Varla ligou para nossa prima Rowe para ir nos encontrar. Eu mando uma mensagem de texto para um amigo, caso ele queira ir lá. * Tomara que ele possa nos encontrar lá. As vezes vai né.. * Pensei.

Férias é para divertir e estava ansiosa para conhecer este lugar. Chegamos em um jardim que penso que em outra manhã, uma mais ensolarada, seria perfeito.  O bom foi que nós três chegamos no mesmo instante.
Eu não gostava muito de plantas medicinais, mas a natureza em si me fascinava. Já iniciamos a seções de self’s com caras e bocas. Mas o mais legal é tirar foto da gente com a paisagem né! Rowe pediu para Varla tirar uma foto comigo. – Varla!! Vamos prima, depois tiramos uma sua com a Rowe e depois só as ruivas! Eu e você. Puxo a Rowe para perto de um árvore antiga que no fundo da para ver uma pequena ponte. Imagino o tanto que ficará lindo o fundo de nossa foto.

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Jessie von Hansen Adamatti
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Zoelle Norwood Stavros
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Dom 12 Jul 2015, 23:59

Passeio e love perfect <3

Quando em fim pegamos o taxi e ele nos deixou no endereço paguei e seguimos ao encontro da Rowe, andávamos admiradas com a beleza do local, tinha plantas lindas, era incrível tudo aquilo, nem parecia que o mundo estava naquele caos, parei em frente a uma planta de flores azuis, eram florzinhas bem pequenas que se uniam e formavam uma espécie de buque, sua cor me lembro dos olhos de um certo grifino, ao lado da flor tina uma plaquinha que dizia: Amor perfeito; essa flor é símbolo de amor duradouro, na mitologia grega é a flor dedicada a deusa Atena. Seu nome em francês é Pensée, que significa pensamento, os amantes davam essa flor as suas amadas antes de se ausentarem por um período de tempo, como garantia que seu amor nunca seria esquecido. Existem outras lendas que falam de como a flor... eu lia atenta enquanto segurava o globo me dado pelo Bran que eu carregava comigo, no momento ele apenas piscava sinal de que ele ainda devia estar dentro daquele troço que voa, acho que avião era o nome, levantei meus olhos de volta a placa quando escoto a voz da Rowe me chamando. – Oi, pera estou indo.–  Guardo o globo de volta na bolsa e vou ao encontro de minhas primas, sorrio para elas, a empolgação na voz das duas,  pego a câmera e... –Muito bem turistas, digam abacaxi.–  Eu mesma ria da frase, mais foi o que me veio à cabeça, já tinha escutado essa frase em um filme trouxa, quando eles ia bater a fotografia, tiro varias fotos delas.  –Pera sorriam para uma self. – fico na frente delas e viro a câmera na nossa direção.   Eu mesma ria da frase, mais foi o que me veio à cabeça, já tinha escutado essa frase em um filme trouxa, quando eles ia bater a fotografia, tiro varias fotos delas.  Vamos em 3, 2, 1 e digam x.– bato a foto que ficou boa e saio puxando elas para a ponte que havia atrás de nós.  – Venham aqui deve ficar ótimo–  Sigo sorrindo com elas em meu encalço.




Zoye Norwood Stavros

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Rowe D. Chthon Kosey
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Ter 14 Jul 2015, 14:09



O clima estava ótimo e as fotos estavam ficando perfeitas. Certamente eu as colocaria em um porta retrato bonito ao lado da minha cama porque eu simplesmente adorava colecionar fotos com as pessoas que eu amava. E a julgar pela beleza de nós três as fotos ficavam lindas até quando a gente fazia careta. Senti Varla me puxando em direção a uma ponte e posamos para uma selfie tripla. - Me dá aqui, a vez das ruivas agora. - falei pegando a câmera de Varla. - Digam Otorrinolaringologista! - disse brincando, elas gargalharam e a foto saiu espontânea, foi engraçado aqueles dentões das duas caindo na risada na foto. Me distrai por alguns segundos olhando para umas flores violetas perto de  nós, aproximei o nariz sentindo um aroma delicioso. - Vem cá meninas, sente só o perfume dessa flor. - disse olhando para ela chamando com a mão. 





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Jessie V. Hansen Adamatti
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Ter 14 Jul 2015, 20:28


No Jardim
Momento família
 Cada momento que passava o clima ficava melhor e dava para apreciar a beleza do local. O jardim era lindo, era cercado por grades e muros e, também, abriga várias espécies de árvores, plantas, flores, podendo elas serem venenosas, alucinógenas ou medicinais. Estávamos divertindo muito com selfies e fotos, até porque os Hansen era uma família com pessoas muito bonitas e, graças a Merlin, nós três arrasávamos. Rowe era loira, meio veela e tinha uns olhos azuis maravilhosos e tinha uma cor de pele diferenciada. Varla era branquinha com leves sardas, de cabelos ruivos iguais fogos e tinha olhos azuis também, mas em seu momento de raiva eles pareciam cinza. Bom, e eu, a caçula da turma ainda com ar de criança apesar de minha altura. Possuo cabelos vermelhos um pouco mais fechado na cor que o da minha prima e olhos azuis.
Depois que Rowe ter tirado uma foto minha e da Varla já peguei a máquina e falei: – Pera aqui loira, falta uma sua mais a Varlinda - Fiquem perto ai destas flores amarelas. [/color] Elas se posicionam e comento : –Ajeita a franja Rowe e Varla joga estes cabelos pra frente. Isto estão perfeiiiitas. Digam xisss - Capturo a imagem delas que ficou lindo com a iluminação natural daquele local. Rowe logo se distraiu e nos chamou para ver uma flor. – Este cheiro é ótimo! - Tinham ali perto umas plantas altas com flores em seu topo de cores roxas claras a Varla já ia andando para seu lado para tocá-las quando gritei: –Cuidado Varla! Não toque nestas flores. É a Giant Hoqweed. Sua seiva pode ocasionar queimaduras de terceiro grau. -
Não conhecia muito de plantas, mas gostava de estudar aquelas que podiam fazer algum mal para a gente. Olhei para o lado e percebi que haviam mais pessoas por ai tirando algumas fotos. Parece que o tempo estava normalizando.

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Jessie von Hansen Adamatti
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João G. Amundsen
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Qua 15 Jul 2015, 10:33

Estava sozinho quando encontrei o jardim Botânico,entrei parei para olhar a paisagen ,sozinho encontrei pessoas amigaveis ,olhei para Varla,Jessie...Depois fiquei parado lá


João G. Amundsen
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Zoelle Norwood Stavros
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Sex 17 Jul 2015, 17:53

Passeio <3

Chegamos a ponte e recomeçaram os flashes, fazíamos diferentes poses e riamos muito, era como se nada estranho tivesse acontecendo, até que a Rowe percebe uma flor muito bela e com um perfume doce, e vamos olhar, depois vi que ao lado tinha uma outra flor que também era muito bela, mais quando ia chegando perto a Jessie não deixou disse que a flor era perigosa, me afastei da rosa imaginado como uma coisa tão bonita poderia fazer isso, mais em se tratando de plantas a Jess entendia bem melhor que eu. – Bem que tal irmos mais perto da margem do rio? –  E saímos para lá conversando e sorrindo e o clima já parecia estar bem melhor, ao menos naquele pedacinho de mundo, acho que devia ser o ambiente, afinal algo como aquele lugar tem a capacidade de nos afastar um pouco daquela loucura.




Zoye Norwood Stavros

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Jessie V. Hansen Adamatti
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Seg 20 Jul 2015, 09:44



No Jardim



Fomos para perto do rio e nos divertimos nós três. Como era bom passear com as primas. Estava entardecendo e antes que ficasse perigoso sugeri: .-Primas, vocês não me contaram ao certo o que aconteceu no trem de Hogwarts.- Olhei com os olhos cerrados para as meninas. Elas sabiam que mais cedo ou mais tarde deveriam me contar o que aconteceu. Olhei para o céu e percebi que estava escurecendo. Não seria legal passar a noite aqui. Então pergunto em forma de afirmação: .- Que tal sairmos daqui e vocês vão me contando o que aconteceu no meio do caminho? -  Estava tudo lindo e agradável, mas como o mar não estava para peixe estes últimos dias, resolvemos sair dali.

Saímos eu Rowe e Varla.






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Samuel G. Hoffmann

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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Seg 20 Jul 2015, 15:18

Faço uma breve corrida pelo local e quando me canso, volto para casa. Saio do local.
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Zoelle Norwood Stavros
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Seg 20 Jul 2015, 18:25

Passeio <3

Estavamos nos divertindo bastante mais começava ficar tarde, e quando ela nos olhou com aquela carinha de curiosa, mais não ia contar nada a ela, não queria que ela ficasse preocupada e já me bastava avisar que a Abby e a rosa tinha sumido no meio da confusão. – Nada o trem só se atrasou. – Falei desconversando e dando sinal para a Rowe não falar nada. E continuei andando. –Bem já esta realmente tarde vamos embora daqui.  – E sai conversando com elas sempre tentando evitar o assunto trem..
saio de lá na companhia da Jessie e da Rowe.








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Anna Bertrand
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Ter 28 Jul 2015, 21:55

Dou uma passadinha pelo Real Jardim Botânico, durante minhas férias com os meus parentes mais distantes e saio dali.
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Emma Sparrow Ziegler
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Seg 07 Set 2015, 02:39

Chego no Jardim super de boas na life, pensando seriamente em cheirar umas florzinhas, mas desisto quando meu radar de comensal começa a apitar.

- Armaria mano Aquele bundão que não me manda cartinhas ainda

Falo bolada porque o auror de Salem não apareceu pra me mandar lembranças ainda. Bato as mãos na minha linda batina onde escondo minha vareta mágica e o distintivo de auror, espiando as moçoilas risonhas do lugar. Quando fico bastante enjoada e entediada, simplesmente dou de ombros e vou caçar o que fazer, ou seja, ir atrás de Nessie. Saio dali.


You have made my life complete and I love you so
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Becca Czarevich Rolstroy
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Dom 13 Set 2015, 01:39



O tour incluía o Real Jardim Botânico da Escócia. Prendi a respiração de tanta empolgação ao atravessar o lugar, era simplesmente incrível. O grupo caminhou por lá, seguindo as orientações do guia que nos mostrava cada cantinho e sua história. Ao fim tivemos um tempo livre que eu aproveitei para simplesmente caminhar no silêncio relaxante do lugar. Algum tempo depois, assim como o restante do grupo, sai dali e segui para o próximo local a ser visitado.


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Vincent S. Hauser
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Qui 24 Set 2015, 21:08

Corro pelo jardim, pego umas flores e saio do local antes que alguém venha encher o saco.
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Abby Miller Schaeffer
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Ter 24 Nov 2015, 10:56

Dou uma volta pelo local e tiro algumas fotos. Saio dali em seguida.
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Uriel Fitz. Ohlweiler
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Seg 30 Nov 2015, 13:54

Olhei para os lados cautelosamente antes de bater na porta de maneira casual e descontraída. Eu me encontrava em um luxuoso prédio na cidade de Edimburgo, local onde apenas gente da alta sociedade – tanto bruxa, como trouxa - costumava morar. A vantagem é que gente rica gostava de privacidade, logo câmeras eram praticamente inexistentes. Eu tinha feito uma pesquisa intensa para me assegurar disso. Em uma situação normal eu apenas aparataria no apartamento em questão e faria meu serviço de forma rápida e fácil, mas existiam dois problemas com isso. O primeiro deles era que aparatação podia ser facilmente rastreada pelo ministério da magia, algo que eu definitivamente não queria. Já o segundo empecilho era que minha vítima era cautelosa em relação à segurança, por isso tinha percebido que existia um feitiço anti-aparatação em todo o apartamento. De qualquer forma, aquilo não era um problema. Assim que a porta se abriu, lancei o meu melhor sorriso. Não havia dúvida que eu estava no lugar certo.

A mulher a minha frente tinha o típico estilo de “coroa ricaça”, e apesar das informações passadas pela Ofélia alegarem que ela possuía apenas 40 anos, o exagero em parecer nova, fazia com que ela aparentasse ser bem mais velha. — Olá. Tudo bem? — o truque tinha sido mais simples do que eu previa. Mulheres solitárias e na menopausa costumavam se desarmar com simples gestos de simpatia. Ainda mais de caras que nem eu, que não era exatamente de se jogar fora. Além disso, eu estava vestido com um jeans, e uma camiseta simples, que evidenciava o meu corpo. Sem contar que estava propositalmente suado, como se tivesse trabalhado na obra um dia inteiro — Desculpe incomodar, eu acabei de me mudar para o apartamento de cima, e descobri que existe um problema com o encanamento. Precisarei começar algumas obras, e talvez o barulho possa vir a incomodar! — comecei a lançar aquele papinho de vizinho gente boa, e perguntar se ela não tinha visto nenhum problema no banheiro como mofo ou humidade exagerada. Era aquela típica conversa trouxa que fazia com que os bruxos se sentissem seres superiores e poderosos. Não demorou muito para que eu fosse convidado a entrar na casa. Pronto. Mais fácil que roubar doce de criança. Homem bonito e simpático dando bola para mulher de meia-idade, era a mesma coisa que sacudir um peixe na frente de um gato.

Antes de começar, chequei o meu relógio. Era 13h30min, ou algo próximo disso. Eu teria em torno de uma hora e meia para fazer tudo. Tranquilamente segui a mulher, cujo nome era Irene Gwendolyn, uma servidora ministerial que tinha, pelo visto, incomodado um pessoal, e quando nós dois estávamos ali no cômodo, fechei a porta e saquei rapidamente minha varinha. — Abaffiato! — antes que ela percebesse o que estava acontecendo, aproveitei para trancar a porta com o feitiço — Colloportus! — aquilo fez com que a ficha dela caísse, e ela rapidamente fizesse um movimento para sacar sua varinha, mas eu era bem mais rápido e atento — Crucio! — a intensa dor que a atingiu fez com que ela largasse a varinha no chão. Varinha esta que eu quebrei uma pisada da minha pesada bota. Eu notava que ela tinha reagido extremamente mal à maldição cruciatus. Tudo bem que era uma tortura horrível, mas pelo visto aquela era a primeira vez que a mulher passava por isso. — Não se preocupe. Com o tempo você se acostuma! — brinquei para Dona Irene, que agora murmurava no chão e queria saber o que eu queria.

Resolvi ignorar a pergunta, e me focar em terminar o serviço logo. — “Conjurius Army!” — fiz com que compridas e finas estacas de ferro fosse conjuradas, e usei a varinhas para fazer pressão e prender a mulher na parede, cravando uma estaca em cada uma de suas mãos, nos seus antebraços, e também em cada um dos seus joelhos. Não preciso dizer que os gritos invadiram o ambiente, mas ninguém podia escutar. Para alguns aquilo poderia ser algo realmente ruim, mas eu até que gostava. — Ok. Eu preciso retirar os olhos! — confesso que nunca tinha feito aquilo, então estava meio indeciso de como proceder. Resolvi usar as mãos mesmo. Parecia o meio mais fácil. Sem cerimônia, enfiei os dedos ali e fiz força para arrancar o globo ocular, enquanto a mulher gritava e se debatia loucamente. — Até que deu certo. — comentei com um sorriso quando consegui arrancar o negócio junto de todos os seus nervos. A única coisa chata era que os seus gritos estavam começando a me incomodar. — Silencio! — apontei minha varinha para Irene, e lancei o encantamento. A quietude tomou conta do ambiente. Joguei o olho na pia e parti para o próximo.

Quando concluí aquele serviço, fiz alguns cortes com minha adaga em algumas regiões específicas do corpo da Servidora, e saí do banheiro, deixando ela ali dentro para sangrar até a morte. Encaminhei-me até a cozinha e abri a geladeira — Perfeito! — encontrei um vidro de picles, com apenas um picles dentro. Comi o negócio e joguei os dois olhos lá dentro. — Lindo. Está até conservado no vinagre! — eu estava tão distraído, que nem tinha visto que havia passado tanto tempo. Percebi que já eram perto das três, quando ouvi a porta se abrindo. Era Jeremias, o filho da “pregada do banheiro”. Não preciso dizer que ele suspeitou da minha presença ali, e perguntou onde estava sua mãe. — Ela partiu dessa para uma melhor. — comentei com meu habitual jeito debochado — Mas saiba que ela está com os olhos em você agora mesmo! —sacudi o vidro de picles e resolvi liquidar com aquele moleque de uma forma mais rápida e prática — Avada Kedavra! — o corpo caiu imóvel no chão. Segundo as instruções da chefe dos mercenários, eu não precisaria pegar os olhos do moleque, o que era bom, pois eu só tinha um vidro em conserva. Liguei a televisão e esperei a noite cair. Não queria que ninguém me visse desovando os corpos.

[Real Jardim Botânico – Edimburgo – Escócia]

Naquela hora da noite, ninguém me veria colocar os corpos naquele local. Apesar de ser um lugar onde existia a forte presença de guardas, para um bruxo aquilo não era um problema. Quando o pessoal visse os corpos dos dois sem os olhos, ia dar um tumulto legal. O lado bom era que muitos assassinos em séries costumavam desovar corpos por ali, e por ser uma propriedade da realeza, todos os crimes eram abafados, ou seja, sem perigo de sair nos jornais. Eu levitava os corpos da mãe e filho tranquilamente, e logo que achei um local perfeito, os arremessei perto de umas folhagens. Durante a noite eles ficariam camuflados, mas logo que o dia nascesse, rapidamente ambos seriam notados. Quando concluí aquilo, me certifiquei que ninguém tinha visto nada, e me encaminhei para fora do Real Jardim Botânico, indo embora dali, pois precisava entregar os olhos para Ofélia.









Uriel Fitzgerald Ohlweiler





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Taylor Sparrow McCready
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Seg 14 Dez 2015, 18:54




O lado bom de trabalhar no nível três era que quase nunca as funções eram modificadas, mas os locais sempre eram novos e apesar de não ter tanto tempo quanto gostaria para desfrutar com a família, era sempre bom passar ainda que correndo pelos mesmos. Meu mal humor matutino me acompanhava fielmente, assim como ocorria todas as manhãs. Os óculos de sol se encontravam em plena forma em meu rosto, chegava a ser meio ridículo uma bruxa estar usando aquilo no Ministério da Magia, mas eu realmente não dava a mínima para opinião alheia e somente eu sabia o quanto meus olhos ardiam durante a manhã. Passei as mãos pelos cabelos, jogando-os para o lado oposto ao que estavam em meus ombros e dei um gole no café com leite amargo para viagem que trazia em mãos. - Bom dia - Saudei as pessoas conhecidas que passavam por mim de maneira rouca, assim que cheguei ao meu nível de trabalho, após enfrentar aquele elevador horroroso, repeti o ato saudando meus colegas de trabalho. Continuei caminhando através do corredor e adentrei a Central de Obliviação sem cerimonias, apesar de saber que existia a sala de reuniões, lugar onde normalmente ficávamos até sermos chamados, simpatizava muito mais com a central.

Me dirigi até um arquivo que se encontrava posicionado ao fundo da sala, no canto de uma das paredes e movi meus dedos através dos arquivos individuais até que um deles me chamou a atenção suficientemente para pegá-lo e passar a folhear. Empurrei as portas do arquivo e estas se fecharam sem maiores dificuldades, suspirei um pouco mais branda a medida em que a cafeína passava a atuar através e meu organismo, despertando-me. Retirei os óculos escuros colocando-os no topo de minha cabeça, de maneira a também prender meus cabelos longe do campo de visão e passei a ler com interesse o documento. [...] Já fazia quase uma hora desde que havia começado a ler, estava praticamente no final do quarto relatório quando ouvi passos rápidos através do corredor. Devolvi o documento para o arquivo recente, sabendo que depois ele seria mandado para algum outro lugar e causaria sérios problemas caso não estivesse ali e me dirigi para o corredor, seguindo diretamente para sala destinada ao departamento. Assim que transpus a porta, notei nosso chefe em pé, passando rápidas instruções para todos.

O que captei do que o homem havia sido bem básico, mas o suficiente para me virar. Aparente duelo, estragos, sem mortes, apenas uma vítima para ser obliviada - eu teria dado um gritinho de alegria se não fosse uma mulher adulta, mas internamente, foi isso o que aconteceu. Meus olhos desceram até o relógio trouxa em meu pulso, mas como eu era péssima em fazer cálculos de fuso, só me empenhei em imaginar o Real Jardim Botânico em Edimburgo e torci para que não acabasse muito longe do meu destino final, pois nunca havia visitado o local.

[...]

A claridade fez de imediato que meus olhos já avermelhados ardessem, e a sensação de enjoo que me atingiu juntamente com a mesma fez meu estômago embrulhar de imediato. Inspirei profundamente, fechando os olhos e colocando os óculos devidamente em meu rosto antes de finalmente dar uma olhada ao redor. A verdade é que já havíamos trabalhado em lugares bem piores do que aquele, mas o que preocupava a todos era o maldito turismo, então, acabei por retirar o óculos do rosto e guardá-lo no bolso, tomando minha forma animaga logo em seguida. Se precisava ser rápida, com certeza quatro patas eram mais eficientes do que duas pernas, e por não conhecer o local, aquilo era muito mais prático do que sair aparatando através dele todo com o risco de acabar no Brasil imaginando sessões com plantas e tudo o mais.

Os tremores percorreram meu corpo de maneira lenta, até que finalmente o tremor se tornasse involuntário e a dor na base de minha coluna se espalhasse fazendo com que eu assumisse uma nova forma, onde estava sobre quatro branquíssimas patas. Meu focinho se alongou tanto quanto devia, e a irritação que surgiu em meu nariz com a transformação me fez espirrar algumas vezes antes de passar a pular por cima dos destroços que estavam no local. Corri empolgada, deixando que meu rabo balançasse para lá e para cá enquanto tentava ouvir qualquer indício de trouxa que vira na noite anterior, todos os espaços pelos quais eu havia passado estavam vazios, e eu já estava começando a suspeitar que o vigia havia decidido ligar para a polícia quando ouvi alguém gaguejar explicações sobre relâmpagos, luzes, gritos e por um momento, pensei que ele estivesse falando de uma festa que havia acabado em chuva, mas era a única pessoa falando, então tomei minha forma humana atrás de um pilar e passei a me aproximar sorrateiramente. O vigia estava de costas para mim, vestindo um uniforme que me ajudou a identificá-lo e murmurando sozinho sobre alucinações, e coisas que aparentemente não faziam sentido em sua cabeça.  

Com licença. - Chamei-o enquanto retirava a varinha do bolso. Empurrei meu cabelo para o lado e sorri docilmente na direção do homem que se encontrava com uma expressão de pânico estampada no rosto. - Isso não vai doer nadinha, prometo. - Avisei apesar de saber que ele também não se lembraria de nadinha depois de alguns momentos. O homem parecia começar a raciocinar novamente, mas não deixei que isto acontecesse. - Obliviate! - Lancei mirando com meus olhos no seu, e mantendo minha varinha apontada para sua testa. Deixei que minha mente corresse pelas memórias do homem, e sua cabeça estava uma verdadeira confusão. Parei em um determinado momento, e me concentrei em juntar a memória das câmeras de vigilância - as quais o homem olhava quando o auror e sombra passaram a duelarem - e a de sua tentativa de dormir, deixando-a como algo real em sua mente. - Estava monitorando as câmeras de vigilância, afinal, é um lugar pouco movimentado durante a noite, mas ainda assim há algumas pessoas que transitam pelas ruas durante a noite e madrugada. - Comecei a falar, me concentrando em colocar todo convencimento possível em minha voz, enfiar memórias falsas na mente dos outros não era tão fácil quanto parecia.

Então, houve um pequeno tumulto, mas eram apenas jovens que estavam voltando de bares e casas noturnas. Estavam bêbados e ficaram conversando perto da instituição, mas não demorou muito para que eles fossem embora. Então, caminhou em direção a poltrona, e fechou seus olhos para descansar por um momento... - Continuei em meio a suspiro, apesar de ainda sustentar o olhar sem foco do homem com meus olhos avermelhados. Guiei minha mente através da sua, fazendo-o ver a situação através dos próprios olhos com maestria. - Estava tão cansado... - Me empenhei em transmitir a sensação e fazê-la ficar em sua mente. - Seus olhos se fecharam, e então, começou a sonhar com jovens brigões tentando invadir o Jardim. Acordou assustado, foi apenas um sonho. - Terminei e pisquei algumas vezes, sentindo a ardência em meus olhos aumentarem. Tombei a cabeça analisando a expressão do homem, e quando ele repetiu "um sonho" de maneira automática, assenti afirmativamente e o ajudei a chegar até a poltrona. Aparentemente, a parte do cansaço realmente era verdade, a sensação apenas havia sido reforçada por mim. Deixei o vigia voltando do pequeno transe ao qual eu o havia induzido e caminhei de maneira rápida na direção do Jardim, onde havia aparatado com os rapazes um pouco mais cedo.

Praticamente toda a estrutura havia sido reparada pelos mesmos, apenas acertavam os últimos detalhes, referente a plantas. Ver as mesmas me fez lembrar da minha estufa, presente de Victoria. - Reparo totalus! - Lancei em uma bancada que sustentava algumas mudas pequeninas fazendo com que as mesmas voltassem a ficarem retas, espanei com as mãos um pouco de terra que havia ficado ao redor, e caminhei em direção as pequenas cúpulas que mantinham plantas mais sensíveis longe do clima exterior. Analisei cada uma delas, e ao me dar conta de que estavam ok, acabei decidindo que já era momento de voltar para o Ministério da Magia. Dei uma nova olhada ao redor, não duvidando do trabalho de meus colegas, mas realmente, por estar encantada e preocupada com aquelas plantas, que em sua maioria eram medicinais. Tombei a cabeça me lembrando das câmeras e voltei correndo até a sala de controle, felizmente o vigia não estava ali, então, peguei-as rapidamente e deixei outras em branco em seus lugares. Era o melhor que eu poderia fazer no momento. Ainda com o material em mãos, caminhei rapidamente até o pilar atrás do qual tinha me transformado momentos atrás, e aparatei de volta para o MM. Saio dali.     



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Finn Aspen
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Qui 17 Dez 2015, 00:44

Seus dedos estavam grudentos do sorvete de chocolate que acabara que chupar, antes de passar pela portaria do Real Jardim Botânico. Finn esfregou-os com o guardanapo fininho da sorveteria em vão, antes de jogá-lo no lixo, amassado em uma bolinha.

Fazia tempo que não passeava por ali, por algum motivo que desconhecia, visto que era um de seus lugares preferidos em Edimburgo. Era como um ponto verde enorme em meio àquela cidade sombria. E eles também tinham aquelas casinhas chinesas que, com um pouco de imaginação, podiam virar parte de um vale oriental, muito longe dali. Mas agora ele seguia para a borda de herbáceas, ladeada por um caminho longo e estreito, por onde se podia perambular sem prestar muita atenção no caminho.


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Jahseh Dungarth Onfroy
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Qui 17 Dez 2015, 01:06



Passeio


Seus amigos comentavam muito sobre esse tal Jardim Botânico de Edimburgo, que era um lindo lugar, como iria demorar para ir a Hogwarts, resolveu ir para o lugar e explorar o que ele tinha de bom. Estava caminhando pelos longos caminhos daquele lugar, não sabia exatamente nada de onde e porque estava ali, só sabia que era um bom lugar para esfriar a cabeça e esquecer os problemas. Estava distraído caminhando sem rumo, de certo não sabia onde estava indo, e que demoraria um pouco para achar o caminho de volta.
Já estava com um pouco de fome, e pelo visto aquele lugar só venderia comida trouxa, não gostava muito de trouxas, pelo seu modo de viver, como eles conseguem viver sem magia? - Não estava ali para pensar nisso, então larguei os pensamentos de lado e continuei a caminhar lentamente, olhando tudo ao seu redor.  


 


Jardim Botânico / Frio / Noite
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Qui 17 Dez 2015, 01:33

Aquela parte do jardim estava maravilhosamente vazia, exceto por ele e a trilha infindável de flores. Permaneceu assim por um tempo, até alguém vir andando enquanto Finn perdia-se observando algumas centáureas. Era um menino mais ou menos da sua idade, que parecia perdido, não nas próprias idéias, como ele, mas no parque.

Evitou encará-lo por medo de ser tido como inconveniente, então disfarçou e continuou observando as flores. Ele não parecia antipático, afinal, e o outro poderia pedir ajuda se precisasse.

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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Dom 20 Dez 2015, 18:42




Jardim Botânico

Depois de andar por todo o jardim botânico explorando cada canto que cada vez deixava-o mais animado para continuar, faço o caminho de volta para a entrada e saio dali.






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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Dom 20 Dez 2015, 18:43

A noite se aproximava e, por mais lindo que fosse o fim da tarde naquele lugar, Finn sabia que precisava ir embora. Caminhou rumo à saída e voltou para casa.

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OFF: saiu dali.
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Seg 28 Dez 2015, 01:14

It's all about his job

- Glacius! - Bradou, com a nogueira apontada às centelhas que se alastravam exponencialmente, mesmo que o terreno batido de cascalhos propiciasse poucas formas de combustível que alimentassem o clamor das chamas. - Glaciuuus! - Conjurou, bem a tempo e no sentido de uma nova rajada de fogo, de modo que ao contato com o mesmo, o vapor gerado se dissipou em meio à gélida atmosfera. - Glacius!- Ordenou, num outro ponto, não demorando a se formarem cinzas por onde quer que a rajada de gelo se encontrasse com seu elemento antagônico.  

- Wingardium Leviosaaa! - Clamou, de maneira concentrada e, em coro, com os demais bruxos presentes. Pronto. De fato, o transporte de dragões adultos, ainda que enjaulados com todas as precauções mágicas à espécie, não era nada fácil. Mas, graças aos competentes funcionários ministeriais, a tarefa se deu sem maiores intercorrências.

Com as mãos na cintura, Narcissus passou a contemplar o fruto do empenho empregado, no momento em que o Focinho Curto Sueco era solto novamente em sua mais nova acomodação na Reserva do Dragão Negro nas Ilhas Hébridas. Ocorre que, naquela manhã, seu turno havia começado horas antes e em território escocês. Quando fora requisitado, dias atrás, a um dos funcionários de seu setor a tarefa em questão, sem pestanejar, o cativante homem se ofereceu para atuar em cooperação com o Departamento de Regulamentação e Controle de Criaturas Mágicas. Ele considerava esta, uma oportunidade única, da qual, definitivamente, renderia algumas considerações acerca em seu diário. E mal teve tempo de levar as mãos à testa para limpar o suor, quando do surgimento de uma coruja que repousou com graça em seu ombro. - Ora... a que devo a honra de tua presença? - Tagarelou com a pequena ave, passando a retirar o invólucro que ela trazia consigo em uma das patas. - Oh! - Exclamou, ao tempo de dispensar o pássaro, além de correr em direção à saída da reserva - que continha inúmeros feitiços de proteção, logo, mesmo que fosse expert, não conseguiria aparatar de lá.

Tão logo chegou à região livre de magia, o ministerial destrinchou em direção do povoado trouxa, arfante. O Real Jardim Botânico não era tão longe assim, posto que, quando da primeira tarefa do dia, Narcissus se atentou para algumas indicações prostradas ao caminho que o guiaram à reserva em questão. Após um certo lapso de tempo considerável, ele chegou no objetivo precípuo trazido por meio da coruja. As adjacências começavam a serem preenchidas de transeuntes, coisa que fez jovem adulto passar a agir com maior cautela, inclusive, atentando-se ao horário de funcionamento assinalado numa plaquinha próximo da entrada principal. - Droga, dez horas. - Murmurou, no instante em que verificou o horário de abertura ao público em geral, que seria dentre instantes.

Caminhou até uma das laterais sorrateiramente. - Cave inimicum. - Recitou, a fim de criar a barreira que manteria a cúpula a salvo do trabalho que vinha sendo executado pelos dois profissionais que lá estavam. Com efeito, a parceira de esquadrão já tratava da memória do segurança - sendo a primeira coisa que o galante rapaz pôde notar, quando avistou a movimentação numa das salas mais ao fundo -, ao passo que o outro, mais jovial, tratava de reparar os estragos do quê/de quem quer que tivesse os causado. - Vidros, reparo! - Enfeitiçou, de modo a consertar os estilhaços que trataram de fazer o caminho contrário, tornando à plenitude. - Vasos, reparo! - Continuou, a fim de repará-los e, através de um feitiço convocatório, enfileirar cada qual deles sobre a superfície plana amadeirada.

O louro, então, remexeu um dos armários já consertado pelo colega de profissão e conseguiu achar alguns sacos de terra. Rasgou-os com pressa e não demorou em preencher parte dos vasos recriados. Após, pegou algumas plantas que se encontravam em alguns cantos, colocando-as nos vasos, de acordo com o tamanho das mesmas e de seus respectivos suportes. Muitas delas já não havia mais solução, mas as que não foram tão deterioradas, Narcissus tinha em mente um feitiço que poderia deixá-las nova em folha. Elas eram formas de vida, assim, não seria um feitiço reparo que seria-lhes a solução de todos os problemas. Mas, era o seu dever tentar.

- Veget! - Recitou, com a amadeirada apontada às raízes de uma bromélia de porte considerável. O sorriso estampado dava o tom do resultado obtido. Pouco a pouco, a planta balançava suas folhas, florescendo em vida novamente. - Herbivicus! - Continuou, dessa vez, numa porção de begônias. - Veget!... Herbivicus!... Veget! - E tantas outras vezes, Narcissus repetiu o procedimento, quanto as unidades que restavam a serem revitalizadas.

- Aguamenti! - Sibilou, sobre um punhado de flores bulbosas, das quais se deu a liberdade de cheirá-las. Essas, ele bem conhecia, em diferentes cores e ondulações. Acomodou o último vaso de narcisos sobre a esteira, dirigindo-se, enfim, ao compartimento onde estaria a única testemunha em tese do desastre e, daí, à sala que continha a rede de telecomunicação do local. - Cistem Aperio! - Proferiu, com a varinha apontada na fechadura em questão. Com um puxão seco, retirou o lacre que guardava o quadro de força. - Diffindo! - Ordenou, a uma distância considerável da porção de fios interligados. Instantaneamente, a energia do local acabou, restando somente a que vinha do ambiente externo. Antes isso, do que correr o risco de terem sido pegos pelo sistema de vigilância por câmeras, possivelmente instalado no ambiente.

- Vamos! - Falou, em direção dos dois companheiros que estavam próximo da porta. Pela mesma entrada de acesso, Narcissus contornou o entorno da grande cúpula que, agora, se não em perfeitas; restaria nas melhores condições possíveis aos olhos de qualquer pessoa. - Finite Incantatem! - Murmurou, com discrição, a fim de cancelar a barreira protetora recém criada no local. Tudo em ordem, o ministerial se colocou no trajeto que o encaminhasse a uma região mais erma e, de lá, rumo ao Ministério, de onde receberia a próxima missão. Deixou o local.


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Dominic Wettin Hill
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Qui 31 Dez 2015, 19:09

08:00 Edimburgo, Real Jardim Botânico, dois envolvidos em duelo, danos à estrutura e à local de lazer trouxa, prazo para finalização: duas horas.

Tomei o ultimo gole do café da Starbucks, joguei o copo no lixo e então virei a esquina, indo de encontro à um beco vazio, e lá aparatei para o Ministério. Logo me encontrei no átrio, não me preocupei em acelerar meu passo até o elevador, já que o mesmo estava muito cheio e demoraria até eu conseguir entrar. Quando cheguei no mesmo uma multidão de bruxos começou a entrar e então acabei sendo arrastado para dentro do mesmo -- Nível 03 - tentei falar para o carinha que controlava o elevador, mas aparentemente ele não havia me escutado já que fui até o nível 11 e voltei para o átrio. E então finalmente eu cheguei no nível em que trabalho -- Você fez um ótimo trabalho sabia? - falei para o operador com um forte tom de sarcasmo. Assim que desembarquei do elevador comecei a andar à passos rápidos até a sala de reuniões, logo eu estava lá sentado à espera das instruções.
Não demorou muito para que o chefe de meu departamento entrasse na sala e começasse á explicar para onde seriamos mandados e por que. Era a velha história de sempre, um duelo que havia acabado por afetar algumas construções trouxas, dessa vez o local era o Jardim botânico de Edimburgo. Teríamos cerca de duas horas, engoli seco e então logo todos já se preparavam para seguirem com suas funções, me levantei da cadeira e ajeitei meu terno e então aparatei até o Jardim Botânico.
Um forte vento abateu sobre mim assim que abri meus olhos, eu havia errado por pouco metros e acabei aparatando do lado de fora da construção. Olhei para o enorme prédio de vidro e então aparatei mais uma vez, parando dentro do local agora, o cenário era pior do que eu imaginava, o teto de vidro estava rachado e ameaçando cair, várias plantas estavam jogadas no chão, vasos e vários outros objetos se encontravam espalhados pelo local e ainda havia um pequeno punhado de plantas que pareciam arder em chama -- Arrumar tudo em duas horas? Acho que vou ter que fazer um milagre - retirei minha varinha de dentro do bolso e apontei para o possível foco de incêndio -- Aqua Eructo! - o jato de água saiu da ponta de minha varinha e então apagou o foco, deixando uma poça de água no chão
-- Reparo Totalus! - um baque sonoro ecoou pelo local e o rachado no teto desapareceu, seguindo assim também grande parte dos vidros que compunham as paredes da grande estufa. Voltei minha atenção para uma enorme mesa de metal toda amassada, aparentemente ali ficavam alguns vasos e plantas -- Vejamos... - fitei a mesa por algum tempo e então toquei a varinha nela -- Reparo! - a mesa então começou a tomar sua antiga forma e então estava nova em folha, coloquei alguns poucos vasos ainda inteiros encima da mesa e então observo que outra pessoa havia chegado, era o outro integrante do esquadrão, Narcissus. Ele logo começou seu trabalho rapidamente e eu continuei arrumando alguns vasos usando o “Reparo”.
Logo todos os vasos estavam inteiros e de volta à mesa, olhei para um relógio que estava em uma das paredes, faltava ainda uma hora e meia para a abertura do local. Comecei a recolocar as plantas nos vasos, mas aparentemente algumas já estavam mortas... -- Droga... - olhei para Narcissus, visando pedir sua ajuda, mas ele estava ocupado “ressuscitando” uma planta que ele havia posto de volta no vaso, ele usou dois feitiços aparentemente simples. Fitei a pequena muda de bromélia que eu havia reposto no vaso, e então apontei a varinha para ela -- Veget! - a planta então rapidamente se endireitou e balançou levemente suas folhas, tinha ganhado vida. Mantive então a varinha apontada pra a planta.
-- Finite Incantatem! - a planta parou de mexer as folhas e se tornou estática, porém manteve o vigor recém-adquirido. Respirei fundo e então olhei ao redor, eu teria um longo trabalho. Repeti o processo com várias outras plantas até que perdi a conta de quantas eu havia revivido. Conferi o relógio, meia hora ainda, olhei ao redor mais uma vez, estava quase tudo pronto, arrumei mais alguns vasos e revivi poucas plantas que haviam sobrado. Fui então até a enorme poça de água que havia se formado quando eu apaguei o foco de incêndio, apontei minha varinha para ela -- Evanesco! - logo a poça desapareceu e então guardei a varinha no bolso.
Meus colegas haviam cuidado das câmeras, oque me deixou mais tranquilo, e então me juntei aos dois que se preparavam para deixar o local, respirei fundo e então aparatei para o ministério. Saindo dali.
 



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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Seg 25 Jan 2016, 03:37

Disturbing Minds

Era normal nas ferias Faye visitar lugares, e digamos que seu pai estava se acostumando com o fato de Faye ser apaixonada por plantas. Ninguém da família, nem mesmo Faye esperava que ela ia logo gostar de coisas como botânica e herbologia. Sim, de fato a garota estava ali para conhecer algumas plantas novas, sua parte corvina sempre dizia para ela aprender alguma coisa nova quando puder, mas também estava ali para treinar um pouco a sua empatia, aquele lugar era turístico, muitas pessoas visitavam no dia.  

Seu controle já havia melhorado consideravelmente, agora conseguia bloquear os sentimentos que a ela antes invadiam sem mais nem menos, sendo penetras na festa de sentimentos que era a sua cabeça. Passando pelos corredores mais movimentados, Faye podia sentir os sentimentos alheios vindo, eles passavam rapidamente por ela, pois logo ela os mandava embora, a maioria dos que vinha eram sentimentos leves, afinal, a maioria ali eram turistas, estava mais era se divertindo, curtindo a paisagem natural, parecia até uma atmosfera rip. Infelizmente ela ainda não estava muito treinada ainda nisso, logo quando começava a se concentrar em bloquear os sentimentos passava a esquecer do mundo a sua volta, inclusive que pessoas são mais do que sentimentos, eles tem corpo e você pode acabar se chocando com este corpo sem querer. Foi o que aconteceu a Faye.

A menina encontrava-se tão concentrada em rebater sentimentos de si que acabou tropeçando um um homem, por um momento, os dois acabaram se olhando e essa seria a hora daquele momento constrangedor de pedir desculpas. No entanto, isso não aconteceu, o homem a ficava olhando tão penetrantemente, seu controle da empatia acabou saindo e ela acabou sentindo os sentimentos do homem, a primeiro momento ela não entendeu o que ele estava sentindo, mas percebeu que era desejo. Seus olhos se arregalaram e ela começava a se afastar do homem praticamente correndo de volta aonde seu pai estava. Sua vida se resumia a família e amigos de hogwarts, ninguém nunca tinha vindo para ela com esse tipo de sentimento. Faye quis ir embora no mesmo segundo, saiu dali.


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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   Ter 26 Jan 2016, 19:34

Eu, sinceramente, não estava aguentando mais. Todo o tédio daquela mansão já estava me sufocando, e a única coisa que eu pensava em fazer era sair por conta própria e apenas dar uma voltinha em algum lugar aleatório da Escócia, apenas para sentir a luz do sol na minha pele e coisas assim, que eu não ligava muito, porém eram boas. Havia escolhido o Real Jardim Botânico. O motivo eu não sei, mas digamos que aquele lugar era bonito o suficiente para me chamar a atenção. Estava vestindo uma roupa confortável para o clima frio que reinava no país, escondendo minhas mãos dentro do casaco preto e tentando aquece-las sem muito sucesso. Sentei-me em um dos bancos vazios dando um suspiro profundo, revirando os olhos logo em seguida. Que porra de férias, pensei. Aquilo já estava ficando monótomo demais. Mesmo que eu goste de Hogwarts, eu também não queria voltar para lá, mas também não queria ficar nessa moleza dentro de casa. Eu estava confusa, com um ansiedade horrível e parecia que meus sonhos ficavam mais estranhos a cada dia que passava. Sem falar dos ataques de pânico que eu tinha durante a noite sem nem mesmo saber o motivo. Parecia que eu estava ficando louca, mas eu sabia que não era louca. Não poderia ser louca. Meu pai cuida de loucos, e eu não sou um deles. Não posso ser uma.

Tirei uma de minhas mãos do lugar aquecido e a levei para o bolso de minha calça, retirando de lá meu mp3 junto com os fones de ouvido. Coloquei os mesmos rapidamente, e apertei o play para começar uma playlist aleatória. Bring Me The Horizon. Ótimo. Fechei os olhos e joguei a minha cabeça para trás, sentindo um pouco do calor que o sol tentava proporcionar naquele ambiente gélido. Estava quase dormindo, quando, uma pessoa apareceu ao meu lado sem eu nem mesmo perceber. - Oi. - Ela disse, e eu ignorei com a simples desculpa de que a música estava alta demais. Fechei os olhos novamente, porém fui novamente alarmada ao sentir o ser me cutucar. Retirei meus fones de ouvido um pouco estressada, fitando a face da pessoa que agora eu descobria ser um homem totalmente uniformizado como um servidor do ministério, o que me fez se perguntar o que diabos ele estaria fazendo aqui na Escócia, já que seu trabalho era lá para os arredores de Londres. - Que foi? Não vê que eu to escutando música em paz? - Falei sem nem ligar se estava sendo grossa ou não. Eu não estava afim de conversar. Estava exausta, na verdade. Se eu tivesse que dormir ali, que dormisse, ninguém teria que perturbar meu sono. - Eu sei o que faz você ter as crises de pânico. - Ele disse em um tom sério.

O que? Como ele sabe das minhas crises? Eu nunca falei sobre elas para ninguém. Não teria nem como saber, porque eu passo todas elas em silêncio. Aliás, quem era aquele homem para puxar assunto comigo desse jeito? - Quem é você e o que faz aqui? - Perguntei de um jeito arrogante porém assustado. Eu só sai de casa para não morrer de tédio, e agora eu tenho que passar por isso? E se aquele homem fosse um estuprador? E se ele fosse me sequestrar ou algo do tipo? Não. Eu não poderia me deixar levar. Eu teria que sair daquele lugar agora mesmo. - Meu nome é Marck. E você é a Sky. - Ele disse antes mesmo de eu me levantar. Como aquele homem sabia o meu nome? Será que ele havia me vigiado esse tempo todo? Eu não poderia ficar nem mais um minuto ali, era perigoso demais. Coloquei meu MP3 e meus fones dentro do bolso e me levantei de modo rápido, porém a mão do homem foi mais rápida e ele agarrou meu pulso, puxando-me para o banco novamente. - Não se assuste, eu estou aqui para te ajudar. Confie em mim. - O que? Esse homem estava maluco? Como assim eu poderia confiar nele? Não. Eu não poderia. Não mesmo. Cruzei meus braços e revirei os olhos. Se ele não me deixaria partir, eu teria, então, que aguentar. Eu teria que ouvir as palavras do homem que, pelo jeito, sabe tudo sobre mim.

- Olha, eu preciso ir para casa, ok? Eu estou exausta. Eu não estou dormindo direito. Se eu durmo eu tenho esses pesadelos horríveis e... É complicado. Se você tem algo realmente importante para dizer, que diga logo. - Eu disse o encarando. Não, eu não estava com paciência nenhuma. Eu queria ir para casa. Precisava ir para casa. Marck estava me segurando ali sei lá porque, mas parecia importante. Observei-o cruzar os braços e olhar para o céu claro que estava acima de nós. Então, ele suspirou. Eu sabia que escondia algo, e eu não estava lá muito afim de descobrir o que era, mas se eu precisasse descobrir para poder, finalmente, ir para casa, eu o faria. - Eles estão vindo. Você precisa se proteger. E eu vim te alertar. - Ok, agora eu sinceramente o achava um cara MUITO estranho. Do que ele estava falando? E quem seria Eles? Alienígenas que os trouxas tanto falam? Puff... Me conte outra. - Ah, sim. Aham, claro. Eles estão vindo sim. - Deixei bem claro meu jeito sarcástico, levantando-me do banco e dando uma última olhada para o homem. Gostaria de lembrar de seu rosto para evitar encontros inesperados no meio da rua. - Já acabou? - Perguntei com um sorriso malicioso no rosto. - Nos encontramos outro dia. - E eu dei uma risada, seguindo meu caminho para casa. Aquele dia realmente estava um loucura total. Olhei para trás apenas para ver se o mesmo estava me seguindo, porém o jardim se encontrava totalmente deserto, e olha que eu apenas havia dado menos de dez passos desde que levantei do banco. Dei de ombros, e sai dali o mais rápido possível.   


sky d'amici rewards,
los angeles 22 10 00 3:33
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MensagemAssunto: Re: Real Jardim Botânico   

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Real Jardim Botânico
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