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 Leinster House

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
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Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

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Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 22:46

Relembrando a primeira mensagem :

Leinster House

Dublin, Irlanda


Leinster House - Página 2 J9XnX4RoIgP2u

Leinster House é um palácio da Irlanda. Foi a antiga residência ducal em Dublin do Duque de Leinster, a qual serviu como Parlamento do Estado Livre Irlandês entre 1922 e 1937, e da República da Irlanda de 1937 à actualidade. Serviu de quartel-general à Royal Dublin Society (Sociedade Real de Dublin) até 1922. Os famosos Espectáculo de Primavera de Dublin e Espectáculo de Cavalos de Dublin eram levados a cabo no Relvado de Leinster, de frente para a Merrion Square.

Fonte: Wikipédia

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Isaac Zaffini Richmond
Mercenário
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Isaac Zaffini Richmond

Bicho-papão : Ser ridicularizado

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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
Varinha: Aveleira, 25 cm, Maleável, Pelo de Barba de Gnomo.

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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeSab 31 Dez 2016, 17:31


Em sua passagem de verão pela Irlanda, Isaac decidira fazer o que sempre costumava fazer em locais pouco desconhecidos: caminhar até as pernas cansarem.  E ele fez isso por um longo percurso, contornando ruas e parques, sem algum destino fixo. Quando os pés anunciaram as dores inevitáveis, ele chegara a uma imensa construção que parecia ter alguma importância histórica para os locais. Alguns turistas transitavam por ali, tirando fotografias e conversando animadamente enquanto eram guiados por homens e mulheres com bonés coloridos. O jovem sonserino se sentou em um muro, onde buscou alguma coisa para fumar nos bolsos, tendo encontrado vários nadas ao final do processo. Murmurou um palavrão em italiano e pulou no chão novamente a fim de encontrar alguma loja de conveniência pelas redondezas. Saiu dali.



zaffini rich.
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Keeley Zarek Ceallach
Sociedade Trouxa - Adulto
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Keeley Zarek Ceallach


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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeDom 09 Jul 2017, 20:16

Speaking my lesson from the brain

Irlanda - Leinster House
Respiro fundo e subo os primeiros degraus das escadarias que levam a entrada da Leinster House. O lugar tem tamanha importância histórica que só de ser capaz de colocar os pés em frente a esta porta me causa arrepios. Desde 1922 ela se tornou  o edifício parlamentar da República da Irlanda, antes da qual funcionava como sede da Royal Dublin Society. Leinster House era originalmente o palácio ducal dos duques de Leinster, entretanto, atualmente o Presidente e o Parlamento centralizam o poder, sendo conhecidos em conjunto como Oireachtas.

Minha entrada é permitida e me forço para conter minha animação. Foi chamada para estudar - sigilosamente - registros antiquíssimos encontrados numa sessão pouco acessada da enorme biblioteca do local. Estou ciente que grande parte do que aconteceu e do que ainda acontece entre essas paredes são consideradas segredos de estado garanto minha discrição e tenho uma pequena reunião com alguns representantes do Seanad Éireann e o presidente em si antes de mergulhar no trabalho.

Não pensei que os registros seriam tão antigos, mas ao perceber a fragilidade do papel de do modo com que o gaélico preenche as páginas de cima a baixo, acho difícil datar o que tenho em mãos. Espalho sobre a enorme mesa de carvalho que me foi determinada livros de consulta abordando temas históricos do país e de seus vizinhos e até mesmo mapas antigos e atuais da região. Tudo o que possa ser usado para categorização e determinação do período em que os registros foram escritos originalmente. Quando minha vista começa a ficar cansada e os olhos ressecados retiro um óculos da bolsa e o coloco para logo em seguida voltar ao trabalho com o fanatismo de um workaholic. - Ainda não tenho como datar os documentos, mas com toda certeza é anterior ao século dezessete. - Digo a um parlamentar idoso que surgiu a minha frente sem que eu percebesse, imersa em meu trabalho. Ele responde algo, mas minha atenção já voltou a missão que tenho a minha frente.

Passo alguns dias no palácio, mas antes de concluir meus estudos sou chamada para uma visita no Instituto Salem. Como estava interessada a muito tempo em visitar a biblioteca da instituição pedi uma semana de folga no Parlamento e voei para os Estados Unidos.


Saí do local.
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Isaac Zaffini Richmond
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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeSab 09 Dez 2017, 19:08


Quando as luzes dos postes anunciaram o início da noite, percebi quantos minutos desperdicei em devaneios. Ao longe, pude escutar o som dos carros, buzinas e freios em alguma avenida movimentada. Parte de mim queria sair daquele lugar, encontrar alguma loja de bebidas ou comprar mais uma caixa de Marlboro, considerando que meu estoque havia acabado. Contudo, apesar da minha mente ordenar mais uma noite de festas, meus membros não conseguiam se mexer. - O que há de errado com você, Isaac? - censurei-me esfregando o rosto com as palmas da mão. No bolso da jaqueta, senti um objeto começar a pesar. O amuleto de meu pai. Uma corrente delicada de metal com uma pedra amarela, desenhada com flores e ramos de videira. Que idiotice! Atirei-o para longe antes de deixar o local.  



zaffini rich.
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Johnatan Alecssander
Estagiário do Pasquim
Estagiário do Pasquim
Johnatan Alecssander

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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeTer 03 Jul 2018, 17:49


Meu passeio como turista estava cansativo, nos fones de ouvido eu ouvia uma música de Tiago Iorc, que curiosamente tinha o mesmo nome que meu irmão mais velho idiota, mas o cantor trouxa era gente fina, pelo menos ele aparentava ser. A música era uma das minhas favoritas dele, apesar de não ser uma música tão popular como as suas outras. A minha vontade era de queimar todo o palácio da Irlanda. Imaginei o prédio pegando fogo... Leinster House incendiada daria uma boa matéria para o Pasquim, mas eu não era um completo idiota, tampouco um terrorista para planejar tal ato. Respirei tirando uma foto com uma das câmeras do Pasquim que eu tinha direito de usar. Agora que eu era um estagiário eu podia usar de seus artefatos trouxas alterado magicamente. Eu não tinha nada contra os artefatos trouxas, porque desde pequeno eu tinha o costume de jogar gameboy da nintendo. Eu levava pilhas para Hogwarts para poder jogar na comunal da Corvinal com o Marc e cá estou eu falando dele outra vez. Mesmo depois te der jogado a nossa história no fundo do rio eu ainda pensava nele. Eu era mesmo um maluco. Arght.

Algumas pessoas já me chamavam de doido pelo simples fato de eu ter começado a trabalhar na revista, mas eu não ligava. Eu nunca fui muito de ligar para que os outros pensavam. Guardei a câmera na mochila e saí de lá em direção a propriedade da minha família.



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Carter Lind Snow
Grifinória
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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeQui 31 Out 2019, 15:02


Localizar pessoas era difícil, mas localizar objetos perdidos e ilegais era mais difícil ainda. Ele estava fazendo um favor para uma conhecida que a muito tempo ele havia sido salvo pela mesma. Era o tipo de favor que ele não podia negar e não podia fugir quando um contrato de sangue havia sido assinado. Ele procurava por John Krauss. Um comerciante que morava no interior da Irlanda, o problema era que ele estava perto demais da sua antiga terra natal do Qual era um renegado, se ele chegasse mais perto poderia correr risco de vida. Ele nunca revelou e nem revelaria informações sobre sua terra natal, existia um código de honra que ele não quebraria. Todos os homens precisavam de um código de vida ou de outra forma seriam apenas meros animais. Ele vivia sobre seu próprio código e era leal a ele, bom, lealdade era o princípio de muitas coisas e por isso ele estava ali cumprindo o que foi combinado e não contava mais sua própria vontade. Passou semanas atrás do paradeiro do homem até pagar uma quantia razoável pela informação. Agora ele tinha um endereço e fotos que comprovaram que era o mesmo homem que procurava. Ele pensava que era melhor repassar aquela informação a mulher para depois saber que medidas tomar. Depois de obter ela estava cansado de ficar ali, saiu dali para se encontrar com sua velha e perigosa amiga. Havia algo que estava o deixando intrigado e apenas ela poderia responder, Carter estava se envolvendo em um jogo perigoso que estava começando a notar, valeria a pena tudo aquilo pelo seu código de honra? Era o que ele estava preste a descobrir!


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Martin Tolkien
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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeTer 07 Abr 2020, 22:11


  Embora fosse complicado, eu estava começando a sentir uma certa saudade de Durmstrang. Eu poderia até ter se metido em algumas encrencas, tudo por causa de alunos descompromissados como Mirzan e aquele mais velho idiota, Kurt. Ambos quase tinham me prejudicado, mas felizmente consegui me redimir com a bibliotecária da escola para que eu não perdesse o acesso no local mais importante daquele lado da Europa. Só tinha uma semana e um dia que tinha voltado à grã-bretanha, mas já estava me sentindo bastante péssimo naquele lugar. Quando escurecesse eu teria que voltar para casa e aturar minha mãe tentando me recordar, toda hora, o quanto eu era indesejável e que fui um acidente na vida dela. Enfim, eu estava começando a me acostumar e de certa forma os imprestáveis alunos de Hogwarts quase não interrompiam mais as aulas; estavam começando a se adaptar a um regime mais militar.



"When we don't know who to hate, we hate ourselves."

“I’m no fun, Blood run marathons, Down my chest, I’m a mess, Ain’t nobody gonna clean up”
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Ross Wessex Ambers
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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeSab 02 Maio 2020, 16:58

Frederick fez questão de me mostrar um castelo antigo, ele parecia saber muito sobre aquele lugar, que era tipo uma grande ex-sede de parlamento e logo ele me contou que aquele havia sido um de seus  estúdios para um ensaio fotográfico. – Você realmente é um homem cheio de surpresas. – Comentei de um modo leve e ele deu uma risada divertida, eu não era lá um gênio, mas dava para ver que ele sabia muito bem o que fazia, lembrava claramente de Gwen falando que ele havia sido pintor antes de todo o sucesso com fotografias e eu não duvidava que ele era capaz de pintar aquele lugar com perfeição. – Ele seria um de seus quadros e não apenas o estúdio? – Perguntei de um modo curioso e ele concordou, apesar de estar curioso com como eu sabia disso, mas eu apenas dei de ombros e ele riu, dizendo que tínhamos um tour a continuar e assim nós saímos dali para o próximo ponto histórico que ele achava interessante. Eu e Frederick saímos dali.
notes
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Dawn Evangeline Crywolf
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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeQua 01 Jul 2020, 23:08


  Mesmo que mãe e filha não estivessem do lado interno de Leinster House, só por ver um local como aquele e bastante acomodativo em tempos difíceis, Dawn ficou satisfeitíssima de estar ao lado de sua única amiga naquelas novas terras. - Sabia que se um homem perde a perna, ele ainda consegue sentir ela depois de anos? - Dawn riu quando sua mãe fez uma careta, dizendo que não era possível uma pessoa sem perna sentir ela depois que a perdesse. - Não, mãe, não exatamente sentir, mas sim ter a impressão que seu membro ainda está no corpo! - com a explicação, a senhorita Crywolf sentiu-se mais aliviadas, mas não menos atormentada pela primeira coisa que imaginou. E então, enquanto elas iam embora daquele local, foi a vez da mãe de surpreendê-la com algo bizarro, dizendo que as lagartixas moviam seus membros após os perder e ainda por cima conseguiam fazer novos membros crescerem no lugar. - Então elas são imortais! - a filha disse, horrorizada de realmente nunca ter visto uma lagartixa morrer de vez; o que então fazia sua mãe estar, mais ou menos, certa. Por fim, mãe e filha, da mesma maneira como chegaram, com uma pitada maior de felicidade e intimidade entre as duas, saíram dos terrenos de Leinster House, indo direto para casa após mais um passeio pelos locais da Irlanda, o único país que não tinha sofrido tanto, diretamente, com o exército bretão.

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Naomi von Hansen
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Naomi von Hansen

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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeQua 26 Ago 2020, 22:06

]
Quando os minutos passados foram o suficiente para a população local se mostrar mais acordada e os ambientes de trabalho começar a funcionar com mais energia, a americana deixou sobre a mesinha redonda do barzinho uma quantia de dinheiro trocado para a moeda local que pagaria sua bebida e se levantou com decisão. As mãos ajeitaram as roupas de aspecto mais formal e, depois de livre, os dedos agarraram a caixa com firmeza para prendê-la próximo ao corpo de modo a dar mais estabilidade ao objeto durante a caminhada que seguiu-se por alguns minutos mais para perto do porto e dali para uma casinha aconchegante que mais parecia um pequeno museu local, embora sua identidade verdadeira fosse muito mais além. Ali a ministerial já estava sendo esperada e isso ficou evidente pela forma como o jovem estagiário a tratou antes de ir buscar pelo magizoologista responsável naquela sexta-feira. Ágil, não demorou muito para que de uma portinha o garoto voltasse acompanhado por um homem de vestes excêntricas e cabelos bagunçados que se embolavam em cachos rebeldes acima da cabeça. — Sr. Cowen— Cumprimentou Johanna assim que o grego lhe estendeu a mão com um sorriso enorme no rosto. Era visível que o bruxo estava interessadíssimo em saber se o que esperava estava realmente em posse da morena, mas como era arriscado demais que continuassem a conversa ali a melhor escolha foi rumarem juntos para uma salinha tão exótica quanto o responsável por ocupá-la. Saindo dali
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Sarah Sinskye Sparrow
Resistência - Auror
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Sarah Sinskye Sparrow

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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeQui 03 Set 2020, 02:02


The Sunset on the Bridge
Meus pés bateram no chão e ao redor estava a viela de tijolos encardidos que eu conhecia de anos, na Wellington Quay, em Dublin. Soltei a cintura de Faye e entrelacei novamente nossos dedos, conduzindo-a comigo para fora da viela até pararmos de frente ao local que eu queria levá-la. — Estamos em Dublin e esse é o Rio Liffey. — Apontei para o outro lado da rua onde não havia casas e prédios como do lado que estávamos, mas sim uma barreira de proteção de um rio que cortava a cidade; sobre ele uma charmosa ponte branca. Ainda segurando a mão de Faye atravessei a rua e parei na grade de proteção do rio, dando uma olhadinha na  água antes de começar uma caminhada com ela pela extensão de calçada até a entrada da ponte. — Essa é a Ha’penny Bridge. O nome original era Wellington Bridge, por causa da rua que acabamos de atravessar e foi construída em 1816. — Explicar sobre a ponte era um passatempo gostoso, desde que estive ali pela primeira vez me interessei pela história da ponte branca, talvez pela beleza ou só pelo meu costume de querer saber a história por trás de lugares históricos. — Antes dela as travessias eram feitas apenas de balsa, o que era péssimo porque a quantidade de pessoas mais o uso frequente não era exatamente rentável, pelo contrário, era meio perigoso. Então, o Lord Mayor de Dublin encomendou a construção de uma ponte. — Parei a caminhada na entrada da ponte e encarei Faye, dando um sorriso admirado. — O negócio é que o nome que eles deram à ponte não pegou, era mais conhecida como Liffey Bridge. Você deve estar pensando “mas Sarah, você disse que a ponte se chama Ha’penny Bridge” e é aí que está. — Encarando-a com intensidade eu a puxei comigo para a ponte, iniciando finalmente nossa travessia. Algumas pessoas transitavam de um lado para o outro, algumas claramente saindo de seus trabalhos e voltando para casa, outras à passeio como nós. — O apelido Ha’penny Bridge se deu porque era cobrado meio penny para atravessar a ponte. As balsas perderam espaço e para cobrir os prejuízos eles acharam justo que a travessia fosse cobrada, é daí o “half penny”, ou “ha’penny”. — Era divertido contar aquilo, o tipo da história que eu não me cansava.

Após umedecer os lábios prossegui. — O pedágio para atravessar foi extinto ainda em 1919, mas o apelido ficou. Em 1922 ela foi renomeada para Liffey Bridge, mas nada tira o posto de Ha’penny Bridge — nossos passos eram tranquilos, o ritmo perfeito para apreciar a paisagem do rio e o céu no pôr-do-sol. Ficava belíssimo visto da ponte, por isso decidi levar Faye ali. — Ha’penny Bridge passou por uma reforma em 2001 e voltou a ter a cor original, o branco, e toda a estrutura foi reforçada devido ao grande fluxo de pessoas passando por ela diariamente. Ela também é conhecida como Ponte Branca por causa da cor e por destacar no cinza de Dublin, dá uma olhada. — Incentivou Faye a examinar o contraste da cidade com a cor da ponte, era realmente algo belo de se ver. As duas pararam então no num ponto da Ha’penny mais alto, não exatamente no meio, mas que tinha uma excelente vista. — Casais apaixonados aparecem sempre por aqui pra ver o sol nascer ou se pôr, e alguns prendem cadeados pra selar o amor assim como fazem na Pont des Arts, Paris. — Encarei Faye e aproximei-me um pouco mais dela, tocando seu rosto com a ponta dos dedos em direção aos cabelos perto de sua orelha. — Mas a maioria dos cadeados foi retirada por uma questão de segurança. — Uma risada baixa me escapou e aproveitei para desviar o olhar para o horizonte, admirando a paisagem e absorvendo as cores do céu. Em partes eu me sentia uma nerd falando de história, contando dados sobre uma ponte secular de Dublin, eu só estava sendo eu mesma, falando de coisas que eu gostava com uma pessoa que me fazia sentir à vontade. Se estava sendo um passeio interessante ou não aí já não saberia dizer, mas poderia ficar. A minha vontade de beijá-la aumentou quando os feixes de sol tocaram sua pele e seus cabelos, trazendo uma explosão de cores em seus olhos e sorriso. — Céus... Se eu não tivesse certeza de que estamos aqui de verdade poderia até dizer que é só um sonho muito bom. — Sussurrei diminuindo a distância entre nós e a beijei, envolvendo sua cintura e sua nuca para mantê-la perto de mim enquanto explorava seus lábios.

.:: atemporal com Faye Gebühr Wichbest :: vestindo isso aqui :: música ::.


find my own bravado

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Faye Gebühr Wichbest
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Professor de Hogwarts
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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeSab 12 Set 2020, 02:05

That Good Feeling
J
á fazia uns bons anos que Faye não aparatava de forma acompanhada, lembrar-se da sensação não foi muito boa. Assim que sentiu os seus pés no chão, o enjoo veio a ser inevitável antes que pudesse parar para olhar onde estavam. Respirou fundo e se controlou, haviam coisas piores para se acontecer com um organismo, tipo uma transformação que não era bem-vinda. De efeitos colaterais no corpo humano Faye já era calejada de experiências, de forma que não demorou muito até que ela se sentisse melhor. Segundo Sarah, ela estavam em Dublin, no Rio Liffey. Faye olhou em volta enquanto as duas atravessavam a rua de mãos dadas. O rio, a ponte e aquela calçada lhe eram familiares. Muitos lugares para Faye era familiares, viver num trailer tem disso, mas foram poucos os lugares que Faye pode mesmo visitar com calma, passar uns dias e conhecer de verdade os lugares. Aquele local poderia ser familiar, mas Faye não sabia absolutamente nada sobre ele. Ha’penny Bridge era o nome do local, realmente era um nome familiar. Enquanto caminhavam, Sarah contava um pouco da história do local. Antes da ponte existir, as travessias eram somente feitas de balsa, algo que não era muito recomendado levando em conta o perigo, já que muitas pessoas precisavam fazer a utilização delas. As balsas deveriam ser utilizadas de forma a se superlotarem, Faye imaginou. Sendo assim, o Lord de Dublin mandou que construíssem uma ponte. Por sinal, as duas agora estavam na entrada da ponte branca. Faye não resistiu a dar uma risadinha sobre Sarah imitando alguém que a contestasse durante a história. Dessa forma, Sarah começou a cruzar a ponte com Faye, explicando sobre as balsas fazerem uma cobrança por atravessar o rio, mas agora com a ponte, elas não eram mais necessárias, ou seja, os caras das balsas começaram a cobrar um pedágio para as pessoas que passassem pela ponte, se achando no direito de fazer isso. - Humanos e como são interessados em dinheiros. - Faye falou de forma neutra. Ela era mulher de negócios e sabia mesmo como era importante esse negócio de oferta e demanda, de certa forma, até entendia a galera das balsas, embora não concordasse com o método que eles escolheram para contornar as coisas. O nome "Ha'penny" vinha de "half penny", a tal cobrança.

- Fico feliz que o nome tenha ficado no gosto popular, é mais interessante mesmo. - A menos "Ha'penny" parecia ser mesmo um nome, não somente uma referência a uma área geográfica. Sarah, depois de terminar a história da ponte, ainda contou sobre a sua reforma, voltou a ser branca e também era reforçada, já que virou ponto turístico e muitas pessoas passam por ela. - Não existem tantas pontes brancas assim no mundo, eu acho. Pelo menos não conhecidas como Ponte Branca também. Isso é legal. - Faye comentou sobre a questão da ponte ser branca. Faye apreciava a diversidade e unicidade, coisas únicas são as que deveriam ser verdadeira valorizadas, afinal, não existe mais nenhuma igual a ela no mundo, como uma vida. Faye tornou a deixar seus olhos vagarem pelo contraste branco e cinza da cidade, mas os raios do pôr do sol ainda chamavam mais atenção. Faye já tinha visto muitos, quando se é lobisomem você aprende a olhar mais para eles, afinal, depois deles vem a noite e a noite trás a Lua. O dali era bem bonito. Faye não costumava contemplar a natureza o tempo todo, mas reconhecia que tinha que fazer mais vezes. Do ponto mais alto da porte era ainda mais visível aquele cenário. A ponte também era usada para selar um amor a cadeado, pelo que Sarah contava. Faye quase perguntou se fariam isso, mas como Sarah estava passando a mão próximo aos seus cabelos e a deixando envolvida com isso, ela nem falou nada. Também, a maioria dos cadeados era retirado por questões de segurança, então lá se ia a ideia. Sarah voltou a observar o céu, no que Faye acabou fazendo o mesmo. Faye até gostaria de tomar alguma atitude ou falar alguma coisa, mas ela não sabia que atitude tomar ou o que falar. Existem certos momentos que não se cabe fazer alguma coisa, você apenas fica ali parado e aproveitando. Era como esse momento soava, olhar uma passagem bonita na companhia de uma pessoa querida. Não precisava de palavras naquele momento. Faye apenas se aproximou um pouco mais de Sarah, tendo até um pouco de cautela como se não quisesse ser notada. Claro que Faye queria ser notada, mas o divertido da brincadeira era tentar fazer que Sarah não notasse, porque quando ela notasse iria se sentir feliz não só por Faye ter chegado perto, mas também por perceber, ler isso de Faye.

Depois de um tempo de contemplação, Sarah comentou sobre estar num sonho muito bom. Faye estava para fazer uma piadinha com isso, querendo provar que não era um sonho e que Faye era bem real, mas a própria Sarah parecia querer provar isso. Sarah beijou Faye, segurando-a pela nuca e pela cintura como se não quisesse deixar ela fugir. Faye entregou-se a tal beijo, por mais que beijar em público lhe desse um pouco de vergonha, era impossível de resistir ou demonstrar qualquer sinal de descontentamento. Sarah era envolvente e decidida, assim como o seu beijo naquele momento, tirava Faye de onde ela estava, no meio de uma ponte onde várias pessoas estavam passando, assim como também era decisivo, como se as duas estivessem selando ali o que sentiam uma pela outra. Era isso o que Faye estava tentando responder com sua correspondência de beijo por sinal, as duas estavam mesmo selando o fato de que queriam se conhecer mais, que queriam se encontrar mais vezes, e que, quem sabe, isso fosse mais para frente depois de alguns encontros, se tornando um futuro namoro. Assim que as duas soltaram os lábios, por um momento Faye ficou olhando para a mulher que estava a sua frente. Ela ficava ainda mais bonita com aquela pintura que os raios solares do por do sol davam. - Você é sempre assim? Tão envolvente? - Faye comentou num tom de desafio, olhando para Sarah, levando uma de suas mãos até o cabelo dela e enrolando de leve. Faye tinha mania de fazer isso com o seu próprio cabelo, mas naquele momento sentiu vontade de mexer no cabelo de Sarah daquele jeito. - Poderia até ser confundida com uma veela. Tem certeza que não é? - Faye deu um sorriso, era uma piada, mas também um elogio. - Você sabe tanto sobre história desse jeito? Além de tudo até poderia virar guia turística. - Era outra piada. Pelo visto, Faye estava cheia de piadinhas naquele momento. Deveria ser o bom humor que o beijo tinha lhe causado, quando você é beijado por alguém que está afim é como se o corpo se enchesse de energia e de alegria. - Também vou ter que pensar num lugar secreto para te levar depois, quero retribuir. - Sem falar que ter outro encontro com Sarah seria ótimo. Faye foi tomada por um súbito de ternura e abraçou Sarah ali mesmo. - Obrigada pela surpresa por sinal. Já fazia tempo que eu não sentia essas coisas... Essas borboletas no estômago. - Esses sorrisos bobos, como o que ela dava neste momento.


I can feel it in your voice, ever so sweet, no! Do I really have a choice? No, no, no!
Leinster House - Página 2 CARo7iG
Leinster House - Página 2 IEwmlY5
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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeSeg 14 Set 2020, 14:49


The Sunset on the Bridge
Um beijo correspondido à altura não é só apenas um beijo. Completamente envolvida por Faye, me entreguei de forma completa ao sentimento maravilhoso que me preenchia. O formigamento nas pernas, as borboletas no estômago, aquela coisa toda que assusta e ao mesmo tempo apetece. Não dava para saber o que o futuro me reservava em relação à ela, mas eu torcia para que nossos caminhos não se distanciassem. Tudo isso faz parte do processo de amadurecer e descobrir quem você realmente é... as palavras de McCready ecoaram distantes em minha mente, não se crucifique por não ter certeza de tudo, e ela tinha toda razão. Usando a conversa que tive com Max logo após a Batalha de Hogwarts, agarrei-me ao argumento de que eu estava na época de viver, experimentar e cometer erros, então não havia motivo para não dançar conforme a música e se estar com Faye me fazia feliz eu iria me entregar a isso. Não que eu acreditasse que ela era um erro, estaria sendo dura demais e pessimista demais, mas como a própria disse ela era cheia de tribulações e isso eu já tinha de sobra na minha vida por si só. Quando o beijo cessou e Faye me encarou tive certeza que não queria nada além daquilo, daquele olhar tão intenso e tão doce sobre mim. — Só às vezes — dei uma risada boba quando ela perguntou se eu era sempre envolvente, sentindo os dedos dela enrolando uma mecha do meu cabelo. A menção de eu poder ser confundida com uma veela me fez dar outra risadinha boba, apertando de leve a cintura dela que eu ainda segurava, agora com as duas mãos. — Bom, talvez minha mãe tenha me ensinado alguns truques, a vice-diretora de Hogwarts tem todo um jeitinho sabe... — Dei uma piscadinha fazendo referência à descendência veela de Lucy e também ao cargo dela na escola onde Faye e eu estudamos. — Uma súcubo e uma veela, uma bela dupla fatal. — Falei baixo, admirando-a. A mulher me fez rir novamente quando falou sobre eu saber muito sobre história e levantar a possibilidade de me tornar uma guia turística. De fato, eu poderia ser uma guia turística da Irlanda.

Ia contar que gostava muito de história e que tinha até vontade de me especializar na área, mas ouvir sobre ser levada a um possível lugar secreto varreu de minha mente todos os pensamentos. Constatei duas coisas: 1) aquele era o sinal que rolaria um próximo encontro e 2) estava sendo fortemente correspondida em meus sentimentos! Fui envolvida pelo abraço de Faye, um pouquinho surpresa mas muito feliz, e retribui apertando-a com carinho. Fechei os olhos apreciando o cheiro de seus cabelos, de sua pele e de suas roupas, bem característico dela, e o mesmo perfume que eu tinha sentido no Rising Sun quando dançamos juntas. O agradecimento dela por ter proporcionado uma surpresa agradável e borboletas no estômago novamente me deixou sorrindo feito boba, mas nem me importei de estar parecendo mesmo muito apaixonada na dela porque era a verdade. — As minhas borboletas ficam bem agitadas quando estou com você — confessei ao encará-la e afaguei sua bochecha de leve com o polegar, encostando nossas testas e narizes. Fechei os olhos por um segundo. — Vou adorar ser levada a algum lugar secreto por você, a mulher misteriosa dos drinks e dos negócios. — Dei uma risada baixa e afastei-me devagar, como se desfazer-me do abraço fosse um gesto difícil, e segurei sua mão. — Você ficaria linda em um quadro ou em uma escultura... Já foi modelo de alguém? Seus traços são tão harmoniosos! — Estava admirando o rosto dela quando disse aquilo, embora achasse que a beleza de Faye não se limitasse apenas ao rosto. Ela era esbelta, sexy, talvez nem tivesse real noção do quanto era sedutora. Ou talvez eu estivesse enfeitiçada pela sabedoria de ser um pouco mais velha que eu; isso me deixava à mercê, confesso. Voltei a caminhar conduzindo-a pela ponte comigo, o movimento de pessoas diminuía aos poucos. — E eu gosto de história. Quem sabe não me especializo em línguas antigas e arqueologia? Acha que me encaixo como professora ou tenho mais cara de quem faz a segurança? — Eram perguntas bobas, mas que no fundo eu tinha vontade de verdade de saber a opinião dela. Não sei quando se tornou importante, nem qual a proporção, e não estava procurando por tais respostas.

.:: atemporal com Faye Gebühr Wichbest :: vestindo isso aqui :: música ::.


find my own bravado

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Faye Gebühr Wichbest
Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Faye Gebühr Wichbest

Patrono : Coywolf
Bicho-papão : Enlouquecer

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Formado
Varinha: Pelo de Rabo de Testrálio, Carvalho, 26cm, Inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Leinster House   Leinster House - Página 2 I_icon_minitimeQui 17 Set 2020, 06:17

That Good Feeling
U
ma súcubo e uma veela, era interessante pensar desse jeito. Eu tenho mesmo cara de maligna. Faye pensou. Ela já teve feições mais inocentes, mas a vida deixou Faye um pouco calejada, sem falar que os olhos vermelhos não eram nada discretos, muito menos sinal de pessoa bondosa. De toda forma, Faye ainda sabia que mantinha a sua essência, essa era boa e um pouco inocente até. Por um momento, Faye pensou em fantasiar-se de súcubo e invadir o quarto de Sarah. Será que ela iria pensar que Faye era um demônio de verdade, usando o feitiço para repelir tal demônio? A imagem tornou-se ainda mais interessante, porque Faye não iria ser repelida por feitiço algum. Como Sarah se sentiria? Controle... Controle... Ela pensou logo em seguida, antes que começasse a viajar ainda mais na imaginação. Quem sabe um dia... Que as duas morassem juntas... Faye não fizesse isso... Opa, é pra parar, não pra continuar imaginando. Faye concentrou-se nas palavras de Sarah antes que seus pensamentos novamente mergulhassem num outro cenário, era bom saber que Faye não era a única que sentia o estômago bagunçado perto de Sarah, ela sentia o mesmo por Faye. Por um momento, Faye fechou os olhos para sentir o leve toque em sua bochecha, escutando que Sarah gostaria de ser levada por Faye. Ela iria matutar bastante sobre qual lugar levar Sarah, porque queria que existisse um lugar delas. Aquele lugar que quando você se lembra automaticamente se pensa na pessoa e no acontecimento, esses que tornaram tal lugar tão especial na sua cabeça.

Faye acabou corando quando Sarah falou sobre Faye ficar linda num quadro ou em uma escultura. - Eu, modelo? Não. - Faye disse sorrindo. Nunca tinha pensado em ser uma modelo, embora já tivesse pensado em pelo menos posar para algumas fotos, algo totalmente pessoal, como se quisesse fazer um daqueles álbuns personalizados. - Mas até que seria interessante ter alguma arte sobre mim. - Faye gostava de arte, principalmente daquelas que, de alguma forma, fossem surpreendentes, fizessem aquela explosão mental que deixa tudo mais intenso. Sarah também complementou que gostava mesmo de história, pensava em se especializar em línguas e arqueologia. Também quis saber se Faye achava ela mais com cara de professora ou de segurança, o que fez Faye dar uma leve risada da pergunta, enquanto as duas voltaram a caminhar. Faye imaginou Sarah numa sala de aula ou combatendo alguns bruxos das trevas, mas a sua mente vagou em Sarah usando artes marciais vestida numa armadura leve e possivelmente carregando uma espada. Fantasioso? É, talvez. Controlar a imaginação é bem difícil às vezes. - Eu a vejo mais como uma combatente. - Faye informou, era verdade mesmo. - Mas quem vê cara não vê coração, então né. - Faye deu os ombros. - Vê se eu tenho cara de professora. - Acho que só os olhos vermelhos já vai embora com o estereótipo de professora, Faye achava que parecia mais uma bruxa das trevas misteriosa, se fosse somente avaliar a aparência dela. Quer dizer, talvez não, ela não andava com roupas dark, embora fossem mais puxadas para tons neutros. - Teve um tempo que eu pensei em fazer alguma coisa voltada a história. Sempre achei interessante. - De fato, Faye já gostava dos livros de história trouxa, não foi diferente quando aprendeu sobre história da magia, inclusive, era uma das matérias que ela se dava bem. - Mas fazer o que... Eu amo plantas. - E isso sim tinha muito cara de Faye, principalmente quando você vê ela dando bom dia às árvores.

- Sarah... - Faye parou a caminha, olhando para a outra. Seu rosto ficou um pouco rubro enquanto abaixava um pouco seus olhos. - Você nos imagina? Em outras situações? - Faye tinha imaginado que sentiu vontade de perguntar isso. - Imagina coisas boas, é claro. - Na verdade, Faye imaginava várias coisas. Ela imaginava coisas intensas, era quase como se Faye sentisse uma ânsia por isso, mas soubesse que ainda não é um momento. Mesmo com todos seus pensamentos, sonhos e desejos, Faye sabia que não podia ficar fazendo tudo cedo demais. Tudo tem o seu tempo, hora e lugar. Faye torcia para que ela e Sarah continuassem e esses tempos, horas e lugares chegassem.


I can feel it in your voice, ever so sweet, no! Do I really have a choice? No, no, no!
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