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 Castelo de Dublin

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Diretor Alvoros Grunnion
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MensagemAssunto: Castelo de Dublin   Seg 14 Jan 2013, 20:46

Relembrando a primeira mensagem :

Castelo de Dublin

Dublin, Irlanda



O Castelo de Dublin, situado na Dame Street, em Dublin, República da Irlanda, é um importante complexo governamental irlandês, antiga sede fortificada do governo britânico na Irlanda até 1922. . A maior parte do complexo data do século XVIII, apesar de se erguer um castelo naquele lugar desde os dias do Rei João, o primeiro Senhor da Irlanda. O castelo serviu, sucessivamente, de sede ao governo britânico da Irlanda sob o Senhorio da Irlanda (1171–1541), ao Reino da Irlanda (1541–1800) e ao Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda (1800–1922). Após a criação do Estado Livre Irlandês, em 1922, o complexo foi cerimonialmente entregue ao recém-formado governo provisório liderado por Michael Collins.

Fonte: Wikipédia



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Alvoros Grunnion
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Nyx Sinclair Veurhorst
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 12 Mar 2017, 02:32



A Virgula na Sobrevivencia  
É O FIM DA VIDA, O PONTO DE INCIO - STATUS: REVOLTADA


Cansada e indisposta a continuar no mesmo lugar que se encontrava, Mal tratou de sair da cidade em que se encontrava, pegando uma carona com um caminhão cargueiro até Dublin, fora de Tuam. Estava com roupas velhas e desgastadas, roubadas educadamente de um varal perto de sua moradia. Isso, em outras palavras, significava perto de sua cama de papelão. Mostrara, mesmo sendo apenas uma criança, as ruas a ensinaram e desta forma, uma perna apareceu. Fina, branca, e sem atrativos explícitos, contudo, suficiente para parar um caminhão velho, com caçamba de madeira, cheio de porcos. Pode me dar uma carona? A voz grossa com sotaque carregado, mas os dentes imundos que eram expostos a cada sorrisinho nojento lhe proferido, faziam-a sentir um revertério. Qualquer lugar, o mais longe que fores... Só quero sair de Tuam. O velho aceitou, ajeitou os cabelos grisalhos e espalmou o assento ao seu lado. Prefiro ir na caçamba com os porcos, se não houver problemas... Alguns resmungos puderam ser ouvidos, mas a garota deu de ombros, ignorando-o. Subiu junto ao bichos que em sua analise, se encontravam mais limpos que ela e dormira durante a viajem.

[...]


Acordou já em Dublin. O caminhão passou por um buraco na estrada de chão batido que seguiam, o que fez Malévola acordar. Batera a cabeça nas tabuas de madeiras que estavam pregadas na parte do vidro traseiro, muito provavelmente para impedir da chuva entrar com tudo nos bancos de tecido do veiculo. Sabe, estou com fome. Comentava no intuito de conseguir alguma comida com o homem, mas este fez com que ela comece os restos, assim como os porcos que com ela dividiam a caçamba. Se passaram algumas horas, muitas, mas não podia dizer com exatidão já que um relógio de pulso era considerado luxo. Onde estamos? Perguntou se debruçando sobre aquelas madeiras. Hey! Tentou chamar a atenção do homem que sorria maliciosamente a levando para o meio do nada. Não precisou pensar muito, sabia o que aquele tipo de gente fazia em lugares afastados e não tinha a intenção de vivenciar tal experiencia. Ela notou que o caminhão não pararia e saltou na primeira oportunidade, quando próxima a bastante vegetação. Assim que rolara pela grama, arrebentando os joelhos e os cotovelos, inclusive as palmas das mãos, correra em direção ao castelo que podia ser visto. No seu campo de visão, o lugar estava bastante distante, mas não a impediu de o ter como objetivo. O motorista até parou sua fubica, mas Mal já estava longe o suficiente para este não pensar em segui-la. Quando fora de perigo, a criança desabou no chão com as lagrimas barradas em seus olhos. Uma raiva desumana parecia se apossar de seu corpo. Estava indignada. Não tinha certeza de onde se encontrava, mas o castelo a fazia dar vários palpites. Apressada, tentando esquecer a dor, tratou de continuar seu caminho.

Demorara algumas horas para finalmente estar rente a uma das paredes daquela imensa construção. De frente para os tijolos de pedra, bateu sua testa freneticamente até essa sangrar, exibindo um sangue azul, cor esta que era predominante nos seus joelhos, cotovelos, e mãos. Uma duzia de pessoas se aproximava, provavelmente em alguma excursão, falando um idioma sonoro aos seus ouvidos, mas cujo o qual não tinha fluência. Vinda de Tuam, do condado de Galway, onde o inglês era pouco utilizado. — What? Youl neve see someone angry? — Tinha noção de que não era um trabalho bem feito, devia se assemelhar a um índio falando, mas nem por isso pareceu retraída. O grupo apontava e comentava, alguns assustados e outros bastante curiosos. A menina, irritada, continuou a tentar intimida-los. — Hey! Ifir youl to conti-nius look me, I will KILL you! — Aquilo pareceu ter bastante impacto, mesmo com o sotaque carregado. Um jovem, homem, idiota, tentou a sorte, chamou ela de criança do demônio e disse para todos que deviam se afastar. Aquele tipo de conduta era inapropriada, ainda mais notando que a criança tinha certo conhecimento no idioma ali falado. Malévola sentiu uma veia pulsar em sua testa e os olhos, de um azul claro, quase branco, se estreitaram. Não sabe dizer ao certo se fora ela, mas o tempo fechou e o vento passou por ela como se estivesse apto a ajuda-la a combater aquela injustiça. A estavam julgando, por algo que ela nem ao menos tinha conhecimento da causa. Seu sangue era diferente, ela era diferente, eles eram normais, todos iguais, sem nenhuma característica marcante. Eram todos substituíveis, mas ela? Mal era importante, não sabia para quem, ou no que, mas ela faria a diferença, faria mudanças, coisas que pessoas "comuns" não eram capazes de entender.

Aquela reviravolta no tempo foi suficiente para ter varias mulheres e homens correndo apavorados. A morena, por outro lado, passou a manga do moletom surrado na testa, para limpar o liquido viscoso que começava atrapalhar sua visão e então buscar um lugar para passar a noite. O estomago estava roncando, de forma bastante insuportável. Tentou achar papelão, mas quando o encontrara a água já começava a cair, o encharcando. Com frio e molhada, buscara abrigo nas partes cobertas do castelo, mas fora cruelmente despejada pelos seguranças. Tha mi an dòchas gu bheil sibh uile bàs! Cuimhnichidh mi do aghaidhean agus nuair a bha mi a 'fàs suas, Bheir mi mo dìoghaltas. Era mais uma praga, um desabafo. O rosto estava vermelho, seu corpo tremia por culpa do frio e da raiva. Estava dizendo que esperava que eles morressem, que ela lembraria de seus rostos e quando crescesse iria voltar em busca de vingança. Os mais velhos não entenderam uma palavra, o idioma oficial de Dublin era aquela coisa europeia que lhe doía os ouvidos sempre que pronunciada. Sentia desgosto em dizer que compartilhava a mesma nacionalidade que aqueles asnos. Bufando, dera meia volta, procurara um lugar movimentado, aproveitando-se do tempo para lhe lavar as feridas. Muito tempo na rua traz alguns conhecimentos, e se enfiara no meio da flora na primeira oportunidade que surgira para procurar uma folha especifica, ou melhor, flor. Encontrara Prímula, o que fora útil para o momento. Pegara algumas flores e amassara nas mãos, misturando-as com a água da chuva. Depois de conseguir um liquido transparente um pouco mais denso que o normal da chuva, passou as palmas sobre os ferimentos para estancar o sangue e acelerar a cicatrização.

Malévola estava cansada, saiu do meio do mato meio lanhada, nada que desse muita atenção. Acontece que estava na rua desde que se conhecia por gente, nunca tivera alguém para cuidar de si. Os olhos vazios eram sua assinatura, e faiscantes quando em fúria. Eram os únicos dois modos de se expressar que conhecia. A passadas lentas ela procurou a estrada mais próxima, onde ficara cerca de 4 horas esperando uma boa alma que parasse para lhe dar carona. Essa estava se tornando sua rotina, viajar com desconhecidos, potenciais estupradores, por toda a irlanda, em busca de algo... Algo que a fizesse de fato, se sentir viva, que a colocasse no caminho de seu principal objetivo: ser importante. Saiu do local.


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Maggie McDougall Seaworth
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Sab 18 Mar 2017, 12:32


Carregava meu mais novo orgulho ao lado da cintura, como uma arizona da idade média. A ultima espada que eu havia fabricado continha mais de três tipos diferentes de metais, com certeza iria dar trabalho pra quem resolvesse se meter com aquela ali. O comprador eu não fazia ideia de quem era, só sabia que tinha cerca de trinta e sete anos de idade, era alto e esguio, seu nome era Benedict. Como de costume, os pontos de encontro para a entrega eram lugares movimentados, especialmente nos pontos turísticos da Irlanda, e dessa vez seria feito no Castelo de Dublin.

Segui pela gruta, cambaleando pelo peso da espada e com um pouco de dificuldade, aparatei dali em direção a um lugar próximo ao castelo, mas não tão a vista. — Droga! — Praguejei baixinho após perceber a enorme quantidade de folhas que havia colado em mim com o baque quando cheguei lá. Levantei devagar já limpando as vestes e segui até a parte da frente do Castelo, onde Benedict deveria estar. Carregava uma foto do homem em mãos, com alguns dados sobre a espada e o preço atrás; elevei a mesma até a altura dos olhos e saí procurando aquele que fosse mais parecido com o que eu tinha em mãos. Sentando em um banquinho vazio havia um homem de meia-idade que batia com as características desejadas, segui até ele, imaginando conseguir o que queria ali.

Benedict? — Disse comparando o senhor com a foto. Um "Eu mesmo!" animado me garantiu de que estava falando com a pessoa certa. Puxei a espada para frente, colocando em sua vista. Desembainhei minha criação, orgulhosa de meu trabalho. — Tem um metro e trinta, e pesa cerca de dez quilos. — Apontava para a belezinha em minha frente. — É feita de três tipos diferentes de metais, e você pode observar o selo Seaworth aqui. — Indiquei com os dedos uma marca "SWm" na ponta, garantia de que era feita com todo o padrão de qualidade que prometíamos. — Como combinado, quinhentos galeões, certo? — O rapaz assentiu com a cabeça, me entregando um pacote de moedas que fazia um som tremendamente agradável. — Foi bom fazer negócios com o senhor. — Sorri lhe passando a espada, e saindo de lá logo em seguida.



margaret seaworth
At first I thought you and the others were gods. And then I realized you're just men, and I know men. You think I'm scared of death. I've done it a million times, and I'm fucking great at it. How many times have you died? ...this is the new world. And in this world, you can be whoever the fuck you want.
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Harry Löhnhoff Cheslav
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Bicho-papão : Mundo Bruxo

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Escola/Casa: Não possui
Ano Escolar: Trouxa
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Sab 29 Abr 2017, 20:33


Se tinha uma coisa que eu gostava, era dar uma olhada nas atrações turísticas de Dublin. Não conseguia viver por ali e não dar uma saída pela cidade toda, vendo pessoas dali mesmo e turistas. Aquilo renovava meu espírito, gostava de ver gente. Quando me via muito preso em casa, saia imediatamente para que não me sentisse muito sozinho. Aquele castelo era bonito e aparentava também ser muito antigo, talvez muitos reinados passaram por ele. Não tinha a menor noção de história, então tinha que tomar cuidado para não vacilar no que eu estava pensando. De certo, assim que voltasse para casa iria pesquisar a história do Castelo de Dublin para tirar a dúvida. Assim que senti um friozinho, corri para casa, saindo dali.
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Isaac Zaffini Richmond
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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: 4º Ano
Varinha: Aveleira, 25 cm, Maleável, Pelo de Barba de Gnomo.

MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Sab 01 Jul 2017, 20:29


Colocou o copo por cima da amurada e pegou um cigarro escondido por entre os bolsos da calça. Era um dia quente, digno de verão, mas o final da tarde o tornara mais morno. Isaac ainda passava um tempo na Irlanda e tivera oportunidade suficiente para conhecer uma parte dos principais pontos em Dublin. Ficara feliz em encontrar uma loja de penhores que não se importava de vender bebidas livremente a menores de idade, tendo por tal, comprado uma garrafa de whisky barato por onde despejara o conteúdo em um copo de plástico. Com um isqueiro, seu fiel companheiro, acendeu o cigarrinho que trazia e deu umas tragadas antes de encarar o sol se pondo no esplendoroso céu irlandês. Algum tempo depois, saiu dali.



zaffini rich.
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Hector L. N. Holden
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Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Escama de Cauda de Sereiano, Nogueira, 28cm, Quebradiça.

MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 17 Set 2017, 21:51


Deixei com que meu instinto me levasse para algum lugar. Assim que percebi, já estava próximo ao castelo de Dublin. Aproveitei para fazer uma observação sobre as pessoas que andavam pelo local, me atentando ao modo que elas andavam e também o que faziam, era um costume meu tirar conclusões próprias sobre as outras pessoas que frequentavam esses lugares e depois sentar para ler alguma coisa ou até mesmo perder tempo comendo algo. Comida era algo essencial para que eu não ficasse irritado de forma alguma. Assim que terminei de comer, me levantei das redondezas e logo fui até a saída, abandonando o local sem falar absolutamente nada.
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Peter Grif. Seaworth
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Ano Escolar: Concluído
Varinha: Corda de Coração de Dragão, Cipreste, 31cm, Maleável.

MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Sab 28 Abr 2018, 01:13

As tímidas borbulhas que surgiam na mão direita de Peter entregavam que a Poção Polissuco chegava ao fim. A pele negra do guarda que Peter conseguira alguns fios de cabelo, voltava ao seu tom bronzeado de sempre. Quase uma hora tinha se passado desde que conseguiu entrar no castelo, mas o plano que tinha em mente há semanas se encontrava empacado desde que assumira o posto do guarda. Peter não cogitou um “colega de trabalho” o seguindo por todos os cantos, o lembrando que o principal posto era no térreo, e não só subterrâneo, para onde Peter, àquele ponto, já criara diversas desculpas para visitar. Em um corredor do subterrâneo, protegido por uma caixa de vidro reforçado, estava o diários de navegação do Van Futther. O veleiro governamental que tinha tido um encontro com o.... Talvez nestes diários, Peter encontraria algum detalhe extra sobre este encontro e onde ocorreu. As esperanças do Seaworth de encontrar o veleiro de Anne já estavam escassas, mas esperava que ao menos a chance de colocar as mãos nos diários do Van Futther contasse como uma despedida para seu meio de vida atual. Só o que precisava agora era um jeito de se livrar do acompanhante. 

– Gabriel, você acredita em magia? – Peter perguntou para o outro homem. Os dois fazia a guarda da escadaria que levava ao segundo andar. Gabriel respondeu com uma curta risada de deboche, tendo Peter acompanhado sua risada. – Eu aprendi uma coisa, mas você precisa se concentrar – continuou, agora puxando a varinha do bolso e se virando para Gabriel de forma que ficasse de costas para a câmera de segurança mais próxima. Gabriel mantinha o sorriso cético e debochado no rosto quando Peter discretamente migrou a varinha na direção da cabeça do outro homem. – Imperio! – sussurrou, sentindo agradáveis cordas de poder irem de seu cérebro, passando pela varinha, até o cérebro de Gabriel. Aquela mente pertencia a Peter agora. Peter já tinha esquecido dos prazeres de usar aquela maldição, sempre preferiu não usá-la em seus golpes para não atrair a atenção ministerial, assim como achava que a facilidade do uso do feitiço tirava a graça do seu negócio. Mas tudo bem, ele pensou, não era o tipo de despedida que teria imaginado, mas não podia passar nem mais um minuto ouvindo sobre as mulheres com quem Gabriel havia traído sua esposa. Peter, através da Maldição Imperius, fez com que Gabriel convencesse os guardas do subsolo a trocarem os postos com eles, e mais rápido que podia – sem chamar a atenção das câmeras de segurança –, Peter e Gabriel seguiram para as escadas que levavam ao andar inferior; Peter já sentindo seus cabelos negros crescerem na careca debaixo do quepe do guarda de quem roubara o semblante. 

Quando chegaram ao corredor onde se encontrava o diário, Peter já tinha reassumido sua forma original; o uniforme do Guarda agora extremamente desconfortável e apertado. A preocupação em saber que ele poderia ser reconhecido agora, fez com que Peter girasse a varinha acima da cabeça, desligando todas as câmeras naquele corredor. Tinha que fazer o que precisava o mais rápido possível antes que mandassem outros guardas para averiguar o que estava acontecendo. Como já sabia, os diários estavam no centro do corredor, dentro de uma caixa de vidro. Peter olhou para os lados esperando ouvir passos, e quando se certificou que teria tempo, apontou a varinha para a caixa – Finestra! – O vidro que protegia a caixa se pulverizou graciosamente na frente de Peter, o homem sentindo seu interior aquecer em esperança e entusiasmo. O mais delicado que pôde, colocou os diários com a capa já fragilizada pelo tempo no bolso do casaco. Ele então se virou para Gabriel e, o mais forte que pôde, socou a cara do homem, deixando-o desacordado. Apontou a varinha para a cabeça dele, e desajeitadamente apagou e manipulou as memórias de Gabriel. Colocando lá lembranças de como ele tinha sido rendido e desacordado logo após ver seu colega de trabalho ser levado pelos bandidos que roubaram os diários. Peter não tinha certeza se podia ou não apartar dentro daquele castelo, mas não lhe restou alternativa a não ser arriscar quando ouviu passos vindos da curva do corredor. Ele não sabia o que o Obliviate tinha feito com a cabeça de Gabriel, e achou melhor não tentar o feitiço de novo em uma pessoa diferente. Sorrindo ao sentir o peso dos diários em seu bolso, Peter girou o corpo e aparatou para a entrada da Gruta.

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Johnatan Alecssander
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Varinha: Pelo de Rabo de Cérbero, Carvalho Inglês, 29cm, Maleável.

MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Ter 03 Jul 2018, 13:54


Caisleán Bhaile Átha Cliath, parece até o nome de um feitiço que pode levantar um morto da cova, mas é só o nome do Castelo de Dublin no idioma local. Caminhei pela Dame Street e admirei a Torre dos Registros a única torre sobrevivente do castelo medieval, e um arrepio passou por todo o meu corpo. Era engraçado saber que em 1228 já existiam pessoas construindo coisas e eu até agora não tinha construído nada para mim. Eu tinha quinze anos, sabia disso, mas o peso dos exames já estavam em meus ombros, qual carreira eu deveria escolher? Deveria aproveitar o meu estágio no Pasquim para seguir carreira com isso, ou deveria me candidatar a algum cargo para o Saint Mungus? Ou melhor, deveria fazer que nem o Tiago que havia se aposentado e agora vivia por aí só gastando a fortuna que o nosso pai foragido havia deixado? Eu engoli em seco, falar de Tiago era uma coisa complicada e que sempre me deixava com raiva.

Ele simplesmente não se importava com a nossa família, com a nossa história, com o nosso legado... E ele mesmo assim era o detentor de tudo o que nosso pai tinha. Observei os turistas e desviei deles, todo turista era igual em qualquer parte do mundo eles se importavam mais em tirar fotos do que aproveitar o momento. Suspirei e caminhei em direção as criptas do Castelo, assim, saindo de lá.



Johnatan Pascal Alecssander Wichbest Stifler
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