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 Castelo de Dublin

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
Diretor Alvoros Grunnion

Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 18:46

Relembrando a primeira mensagem :

Castelo de Dublin

Dublin, Irlanda


Castelo de Dublin - Página 3 Dublin4

O Castelo de Dublin, situado na Dame Street, em Dublin, República da Irlanda, é um importante complexo governamental irlandês, antiga sede fortificada do governo britânico na Irlanda até 1922. . A maior parte do complexo data do século XVIII, apesar de se erguer um castelo naquele lugar desde os dias do Rei João, o primeiro Senhor da Irlanda. O castelo serviu, sucessivamente, de sede ao governo britânico da Irlanda sob o Senhorio da Irlanda (1171–1541), ao Reino da Irlanda (1541–1800) e ao Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda (1800–1922). Após a criação do Estado Livre Irlandês, em 1922, o complexo foi cerimonialmente entregue ao recém-formado governo provisório liderado por Michael Collins.

Fonte: Wikipédia

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Nyx Sinclair Veurhorst
Grifinória
Grifinória
Nyx Sinclair Veurhorst

Bicho-papão : Escafismo

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Ano Escolar: 1° Ano
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeDom 12 Mar 2017, 01:32



A Virgula na Sobrevivencia  
É O FIM DA VIDA, O PONTO DE INCIO - STATUS: REVOLTADA


Cansada e indisposta a continuar no mesmo lugar que se encontrava, Mal tratou de sair da cidade em que se encontrava, pegando uma carona com um caminhão cargueiro até Dublin, fora de Tuam. Estava com roupas velhas e desgastadas, roubadas educadamente de um varal perto de sua moradia. Isso, em outras palavras, significava perto de sua cama de papelão. Mostrara, mesmo sendo apenas uma criança, as ruas a ensinaram e desta forma, uma perna apareceu. Fina, branca, e sem atrativos explícitos, contudo, suficiente para parar um caminhão velho, com caçamba de madeira, cheio de porcos. Pode me dar uma carona? A voz grossa com sotaque carregado, mas os dentes imundos que eram expostos a cada sorrisinho nojento lhe proferido, faziam-a sentir um revertério. Qualquer lugar, o mais longe que fores... Só quero sair de Tuam. O velho aceitou, ajeitou os cabelos grisalhos e espalmou o assento ao seu lado. Prefiro ir na caçamba com os porcos, se não houver problemas... Alguns resmungos puderam ser ouvidos, mas a garota deu de ombros, ignorando-o. Subiu junto ao bichos que em sua analise, se encontravam mais limpos que ela e dormira durante a viajem.

[...]


Acordou já em Dublin. O caminhão passou por um buraco na estrada de chão batido que seguiam, o que fez Malévola acordar. Batera a cabeça nas tabuas de madeiras que estavam pregadas na parte do vidro traseiro, muito provavelmente para impedir da chuva entrar com tudo nos bancos de tecido do veiculo. Sabe, estou com fome. Comentava no intuito de conseguir alguma comida com o homem, mas este fez com que ela comece os restos, assim como os porcos que com ela dividiam a caçamba. Se passaram algumas horas, muitas, mas não podia dizer com exatidão já que um relógio de pulso era considerado luxo. Onde estamos? Perguntou se debruçando sobre aquelas madeiras. Hey! Tentou chamar a atenção do homem que sorria maliciosamente a levando para o meio do nada. Não precisou pensar muito, sabia o que aquele tipo de gente fazia em lugares afastados e não tinha a intenção de vivenciar tal experiencia. Ela notou que o caminhão não pararia e saltou na primeira oportunidade, quando próxima a bastante vegetação. Assim que rolara pela grama, arrebentando os joelhos e os cotovelos, inclusive as palmas das mãos, correra em direção ao castelo que podia ser visto. No seu campo de visão, o lugar estava bastante distante, mas não a impediu de o ter como objetivo. O motorista até parou sua fubica, mas Mal já estava longe o suficiente para este não pensar em segui-la. Quando fora de perigo, a criança desabou no chão com as lagrimas barradas em seus olhos. Uma raiva desumana parecia se apossar de seu corpo. Estava indignada. Não tinha certeza de onde se encontrava, mas o castelo a fazia dar vários palpites. Apressada, tentando esquecer a dor, tratou de continuar seu caminho.

Demorara algumas horas para finalmente estar rente a uma das paredes daquela imensa construção. De frente para os tijolos de pedra, bateu sua testa freneticamente até essa sangrar, exibindo um sangue azul, cor esta que era predominante nos seus joelhos, cotovelos, e mãos. Uma duzia de pessoas se aproximava, provavelmente em alguma excursão, falando um idioma sonoro aos seus ouvidos, mas cujo o qual não tinha fluência. Vinda de Tuam, do condado de Galway, onde o inglês era pouco utilizado. — What? Youl neve see someone angry? — Tinha noção de que não era um trabalho bem feito, devia se assemelhar a um índio falando, mas nem por isso pareceu retraída. O grupo apontava e comentava, alguns assustados e outros bastante curiosos. A menina, irritada, continuou a tentar intimida-los. — Hey! Ifir youl to conti-nius look me, I will KILL you! — Aquilo pareceu ter bastante impacto, mesmo com o sotaque carregado. Um jovem, homem, idiota, tentou a sorte, chamou ela de criança do demônio e disse para todos que deviam se afastar. Aquele tipo de conduta era inapropriada, ainda mais notando que a criança tinha certo conhecimento no idioma ali falado. Malévola sentiu uma veia pulsar em sua testa e os olhos, de um azul claro, quase branco, se estreitaram. Não sabe dizer ao certo se fora ela, mas o tempo fechou e o vento passou por ela como se estivesse apto a ajuda-la a combater aquela injustiça. A estavam julgando, por algo que ela nem ao menos tinha conhecimento da causa. Seu sangue era diferente, ela era diferente, eles eram normais, todos iguais, sem nenhuma característica marcante. Eram todos substituíveis, mas ela? Mal era importante, não sabia para quem, ou no que, mas ela faria a diferença, faria mudanças, coisas que pessoas "comuns" não eram capazes de entender.

Aquela reviravolta no tempo foi suficiente para ter varias mulheres e homens correndo apavorados. A morena, por outro lado, passou a manga do moletom surrado na testa, para limpar o liquido viscoso que começava atrapalhar sua visão e então buscar um lugar para passar a noite. O estomago estava roncando, de forma bastante insuportável. Tentou achar papelão, mas quando o encontrara a água já começava a cair, o encharcando. Com frio e molhada, buscara abrigo nas partes cobertas do castelo, mas fora cruelmente despejada pelos seguranças. Tha mi an dòchas gu bheil sibh uile bàs! Cuimhnichidh mi do aghaidhean agus nuair a bha mi a 'fàs suas, Bheir mi mo dìoghaltas. Era mais uma praga, um desabafo. O rosto estava vermelho, seu corpo tremia por culpa do frio e da raiva. Estava dizendo que esperava que eles morressem, que ela lembraria de seus rostos e quando crescesse iria voltar em busca de vingança. Os mais velhos não entenderam uma palavra, o idioma oficial de Dublin era aquela coisa europeia que lhe doía os ouvidos sempre que pronunciada. Sentia desgosto em dizer que compartilhava a mesma nacionalidade que aqueles asnos. Bufando, dera meia volta, procurara um lugar movimentado, aproveitando-se do tempo para lhe lavar as feridas. Muito tempo na rua traz alguns conhecimentos, e se enfiara no meio da flora na primeira oportunidade que surgira para procurar uma folha especifica, ou melhor, flor. Encontrara Prímula, o que fora útil para o momento. Pegara algumas flores e amassara nas mãos, misturando-as com a água da chuva. Depois de conseguir um liquido transparente um pouco mais denso que o normal da chuva, passou as palmas sobre os ferimentos para estancar o sangue e acelerar a cicatrização.

Malévola estava cansada, saiu do meio do mato meio lanhada, nada que desse muita atenção. Acontece que estava na rua desde que se conhecia por gente, nunca tivera alguém para cuidar de si. Os olhos vazios eram sua assinatura, e faiscantes quando em fúria. Eram os únicos dois modos de se expressar que conhecia. A passadas lentas ela procurou a estrada mais próxima, onde ficara cerca de 4 horas esperando uma boa alma que parasse para lhe dar carona. Essa estava se tornando sua rotina, viajar com desconhecidos, potenciais estupradores, por toda a irlanda, em busca de algo... Algo que a fizesse de fato, se sentir viva, que a colocasse no caminho de seu principal objetivo: ser importante. Saiu do local.


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Maggie McDougall Gaileigh
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Maggie McDougall Gaileigh

Bicho-papão : Espiritos

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Escola/Casa: Corvinal
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeSab 18 Mar 2017, 12:32


Carregava meu mais novo orgulho ao lado da cintura, como uma arizona da idade média. A ultima espada que eu havia fabricado continha mais de três tipos diferentes de metais, com certeza iria dar trabalho pra quem resolvesse se meter com aquela ali. O comprador eu não fazia ideia de quem era, só sabia que tinha cerca de trinta e sete anos de idade, era alto e esguio, seu nome era Benedict. Como de costume, os pontos de encontro para a entrega eram lugares movimentados, especialmente nos pontos turísticos da Irlanda, e dessa vez seria feito no Castelo de Dublin.

Segui pela gruta, cambaleando pelo peso da espada e com um pouco de dificuldade, aparatei dali em direção a um lugar próximo ao castelo, mas não tão a vista. — Droga! — Praguejei baixinho após perceber a enorme quantidade de folhas que havia colado em mim com o baque quando cheguei lá. Levantei devagar já limpando as vestes e segui até a parte da frente do Castelo, onde Benedict deveria estar. Carregava uma foto do homem em mãos, com alguns dados sobre a espada e o preço atrás; elevei a mesma até a altura dos olhos e saí procurando aquele que fosse mais parecido com o que eu tinha em mãos. Sentando em um banquinho vazio havia um homem de meia-idade que batia com as características desejadas, segui até ele, imaginando conseguir o que queria ali.

Benedict? — Disse comparando o senhor com a foto. Um "Eu mesmo!" animado me garantiu de que estava falando com a pessoa certa. Puxei a espada para frente, colocando em sua vista. Desembainhei minha criação, orgulhosa de meu trabalho. — Tem um metro e trinta, e pesa cerca de dez quilos. — Apontava para a belezinha em minha frente. — É feita de três tipos diferentes de metais, e você pode observar o selo Seaworth aqui. — Indiquei com os dedos uma marca "SWm" na ponta, garantia de que era feita com todo o padrão de qualidade que prometíamos. — Como combinado, quinhentos galeões, certo? — O rapaz assentiu com a cabeça, me entregando um pacote de moedas que fazia um som tremendamente agradável. — Foi bom fazer negócios com o senhor. — Sorri lhe passando a espada, e saindo de lá logo em seguida.



Margaret MacDougall Dunlop Gaileigh
poções | corvinal | 1º ano | gêmea da bessie
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Harry Löhnhoff Cheslav
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Harry Löhnhoff Cheslav

Bicho-papão : Mundo Bruxo

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Escola/Casa: Não possui
Ano Escolar: Trouxa
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeSab 29 Abr 2017, 20:33


Se tinha uma coisa que eu gostava, era dar uma olhada nas atrações turísticas de Dublin. Não conseguia viver por ali e não dar uma saída pela cidade toda, vendo pessoas dali mesmo e turistas. Aquilo renovava meu espírito, gostava de ver gente. Quando me via muito preso em casa, saia imediatamente para que não me sentisse muito sozinho. Aquele castelo era bonito e aparentava também ser muito antigo, talvez muitos reinados passaram por ele. Não tinha a menor noção de história, então tinha que tomar cuidado para não vacilar no que eu estava pensando. De certo, assim que voltasse para casa iria pesquisar a história do Castelo de Dublin para tirar a dúvida. Assim que senti um friozinho, corri para casa, saindo dali.
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Isaac Zaffini Richmond
Mercenário
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Isaac Zaffini Richmond

Bicho-papão : Ser ridicularizado

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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
Varinha: Aveleira, 25 cm, Maleável, Pelo de Barba de Gnomo.

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeSab 01 Jul 2017, 20:29


Colocou o copo por cima da amurada e pegou um cigarro escondido por entre os bolsos da calça. Era um dia quente, digno de verão, mas o final da tarde o tornara mais morno. Isaac ainda passava um tempo na Irlanda e tivera oportunidade suficiente para conhecer uma parte dos principais pontos em Dublin. Ficara feliz em encontrar uma loja de penhores que não se importava de vender bebidas livremente a menores de idade, tendo por tal, comprado uma garrafa de whisky barato por onde despejara o conteúdo em um copo de plástico. Com um isqueiro, seu fiel companheiro, acendeu o cigarrinho que trazia e deu umas tragadas antes de encarar o sol se pondo no esplendoroso céu irlandês. Algum tempo depois, saiu dali.



zaffini rich.
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Hector L. N. Holden
Corvinal
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Hector L. N. Holden

Bicho-papão : Tortura

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Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Escama de Cauda de Sereiano, Nogueira, 28cm, Quebradiça.

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeDom 17 Set 2017, 21:51


Deixei com que meu instinto me levasse para algum lugar. Assim que percebi, já estava próximo ao castelo de Dublin. Aproveitei para fazer uma observação sobre as pessoas que andavam pelo local, me atentando ao modo que elas andavam e também o que faziam, era um costume meu tirar conclusões próprias sobre as outras pessoas que frequentavam esses lugares e depois sentar para ler alguma coisa ou até mesmo perder tempo comendo algo. Comida era algo essencial para que eu não ficasse irritado de forma alguma. Assim que terminei de comer, me levantei das redondezas e logo fui até a saída, abandonando o local sem falar absolutamente nada.
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Peter Grif. Seaworth
Sociedade Bruxa - Adulto
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Peter Grif. Seaworth


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Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Corda de Coração de Dragão, Cipreste, 31cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeSab 28 Abr 2018, 01:13

As tímidas borbulhas que surgiam na mão direita de Peter entregavam que a Poção Polissuco chegava ao fim. A pele negra do guarda que Peter conseguira alguns fios de cabelo, voltava ao seu tom bronzeado de sempre. Quase uma hora tinha se passado desde que conseguiu entrar no castelo, mas o plano que tinha em mente há semanas se encontrava empacado desde que assumira o posto do guarda. Peter não cogitou um “colega de trabalho” o seguindo por todos os cantos, o lembrando que o principal posto era no térreo, e não só subterrâneo, para onde Peter, àquele ponto, já criara diversas desculpas para visitar. Em um corredor do subterrâneo, protegido por uma caixa de vidro reforçado, estava o diários de navegação do Van Futther. O veleiro governamental que tinha tido um encontro com o.... Talvez nestes diários, Peter encontraria algum detalhe extra sobre este encontro e onde ocorreu. As esperanças do Seaworth de encontrar o veleiro de Anne já estavam escassas, mas esperava que ao menos a chance de colocar as mãos nos diários do Van Futther contasse como uma despedida para seu meio de vida atual. Só o que precisava agora era um jeito de se livrar do acompanhante. 

– Gabriel, você acredita em magia? – Peter perguntou para o outro homem. Os dois fazia a guarda da escadaria que levava ao segundo andar. Gabriel respondeu com uma curta risada de deboche, tendo Peter acompanhado sua risada. – Eu aprendi uma coisa, mas você precisa se concentrar – continuou, agora puxando a varinha do bolso e se virando para Gabriel de forma que ficasse de costas para a câmera de segurança mais próxima. Gabriel mantinha o sorriso cético e debochado no rosto quando Peter discretamente migrou a varinha na direção da cabeça do outro homem. – Imperio! – sussurrou, sentindo agradáveis cordas de poder irem de seu cérebro, passando pela varinha, até o cérebro de Gabriel. Aquela mente pertencia a Peter agora. Peter já tinha esquecido dos prazeres de usar aquela maldição, sempre preferiu não usá-la em seus golpes para não atrair a atenção ministerial, assim como achava que a facilidade do uso do feitiço tirava a graça do seu negócio. Mas tudo bem, ele pensou, não era o tipo de despedida que teria imaginado, mas não podia passar nem mais um minuto ouvindo sobre as mulheres com quem Gabriel havia traído sua esposa. Peter, através da Maldição Imperius, fez com que Gabriel convencesse os guardas do subsolo a trocarem os postos com eles, e mais rápido que podia – sem chamar a atenção das câmeras de segurança –, Peter e Gabriel seguiram para as escadas que levavam ao andar inferior; Peter já sentindo seus cabelos negros crescerem na careca debaixo do quepe do guarda de quem roubara o semblante. 

Quando chegaram ao corredor onde se encontrava o diário, Peter já tinha reassumido sua forma original; o uniforme do Guarda agora extremamente desconfortável e apertado. A preocupação em saber que ele poderia ser reconhecido agora, fez com que Peter girasse a varinha acima da cabeça, desligando todas as câmeras naquele corredor. Tinha que fazer o que precisava o mais rápido possível antes que mandassem outros guardas para averiguar o que estava acontecendo. Como já sabia, os diários estavam no centro do corredor, dentro de uma caixa de vidro. Peter olhou para os lados esperando ouvir passos, e quando se certificou que teria tempo, apontou a varinha para a caixa – Finestra! – O vidro que protegia a caixa se pulverizou graciosamente na frente de Peter, o homem sentindo seu interior aquecer em esperança e entusiasmo. O mais delicado que pôde, colocou os diários com a capa já fragilizada pelo tempo no bolso do casaco. Ele então se virou para Gabriel e, o mais forte que pôde, socou a cara do homem, deixando-o desacordado. Apontou a varinha para a cabeça dele, e desajeitadamente apagou e manipulou as memórias de Gabriel. Colocando lá lembranças de como ele tinha sido rendido e desacordado logo após ver seu colega de trabalho ser levado pelos bandidos que roubaram os diários. Peter não tinha certeza se podia ou não apartar dentro daquele castelo, mas não lhe restou alternativa a não ser arriscar quando ouviu passos vindos da curva do corredor. Ele não sabia o que o Obliviate tinha feito com a cabeça de Gabriel, e achou melhor não tentar o feitiço de novo em uma pessoa diferente. Sorrindo ao sentir o peso dos diários em seu bolso, Peter girou o corpo e aparatou para a entrada da Gruta.

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Johnatan Alecssander
Estagiário do Pasquim
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Johnatan Alecssander

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeTer 03 Jul 2018, 13:54


Caisleán Bhaile Átha Cliath, parece até o nome de um feitiço que pode levantar um morto da cova, mas é só o nome do Castelo de Dublin no idioma local. Caminhei pela Dame Street e admirei a Torre dos Registros a única torre sobrevivente do castelo medieval, e um arrepio passou por todo o meu corpo. Era engraçado saber que em 1228 já existiam pessoas construindo coisas e eu até agora não tinha construído nada para mim. Eu tinha quinze anos, sabia disso, mas o peso dos exames já estavam em meus ombros, qual carreira eu deveria escolher? Deveria aproveitar o meu estágio no Pasquim para seguir carreira com isso, ou deveria me candidatar a algum cargo para o Saint Mungus? Ou melhor, deveria fazer que nem o Tiago que havia se aposentado e agora vivia por aí só gastando a fortuna que o nosso pai foragido havia deixado? Eu engoli em seco, falar de Tiago era uma coisa complicada e que sempre me deixava com raiva.

Ele simplesmente não se importava com a nossa família, com a nossa história, com o nosso legado... E ele mesmo assim era o detentor de tudo o que nosso pai tinha. Observei os turistas e desviei deles, todo turista era igual em qualquer parte do mundo eles se importavam mais em tirar fotos do que aproveitar o momento. Suspirei e caminhei em direção as criptas do Castelo, assim, saindo de lá.



Johnatan Pascal Alecssander Wichbest Stifler
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Éire Keller McCready
Editor-Chefe do PD
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Éire Keller McCready

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Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeSex 08 Fev 2019, 12:09

Descobertas

Não dava mais para aguentar aquela situação atual na minha vida. Desde que fui resgatada e levada ao Saint Mungus, ninguém nunca soube me dizer as razões pela minha memória não ter voltado. Qual era o problema comigo, afinal? Não conhecia meus pais, meus parentes como um todo, absolutamente nada, nem mesmo uma vaga lembrança. Tudo o que eu conhecia sobre mim fora as descobertas a partir do momento em que, acredito eu, ingressei ao Profeta Diário e mais nada além disso. Por isso resolvi voltar à irlanda, nos documentos que tinha, era informado que nasci naquela região, mas não tinha certeza disso. Talvez eu encontrasse a resposta que buscava. – Acho que ficar em frente ao Castelo de Dublin não vai me ajudar muito... – Suspirei, saindo dali e seguindo em direção à algum lugar que pudesse verdadeiramente responder aos meus questionamentos, afinal, eu precisava recobrar a minha consciência ou pelo menos retomar alguns aspectos da minha vida.


Éire Avalon Keller McCready

editora-chefe do Profeta Diário | colunista
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Rowena Todd Murdock
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Rowena Todd Murdock

Bicho-papão : Dementador

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeTer 07 Jan 2020, 14:14


Uma pequena viagem antes do começo das aulas. Era isso que estávamos fazendo, curtindo um pouco antes que eu tivesse que partir para o ano letivo de estudos. Por amar história, o destino foi o Castelo de Dublin, registrei tudo com a câmera fotográfica, fiz várias anotações e fiquei maravilhada, aquela era sem dúvidas a melhor parte da viagem até o momento.

Deixamos o castelo no começo da tarde e fomos jantar em uma casa de comida oriental próxima, um lugar aconchegante e onde provei pratos típicos de outra parte do planeta com palitinhos chamados Hashis. Foi mágico, sem dúvidas. Voltamos ao Hotel e no dia seguinte, teria mais.


Rowena Todd Murdock
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Ezreal Brandt Lymere
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Ezreal Brandt Lymere

Bicho-papão : Solidão e cobras

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Unicórnio, Aveleira, 28 cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeQua 12 Fev 2020, 18:26


Olhei o Castelo de Dublin ao longe, vislumbrando aquela construção com meus olhos e imaginando quantos segredos aquelas paredes datadas da Idade Média não escondiam em seu interior, contudo, antes de me passar por um dos responsáveis pela manutenção daquele monumento histórico, eu precisava estudar bem cada um de seus corredores, desde os conhecidos pelas pessoas normais e até mesmo aqueles secretos, que apenas um seleto grupo de humanos sabiam de sua existências. Por sorte, o desconhecido nunca foi um grande problema para o grande Explorador Britânico Jarro Plumaluz, ou melhor dizendo, o apelido que havia criado à mim mesmo desde que sai de Hogwarts e decidi seguir aquela vida solitária dentro de cavernas e masmorras. — Logo estará na hora de mostrar quem é a pessoa mais inteligente e corajosa de todo esse continente — exclamei em voz alta, desviando minha atenção para o céu limpo daquele dia de verão — E se vocês querem um spoiler, esse alguém sou eu! — finalizei a frase com uma risada, enquanto voltava a atenção para o mapa que tinha em mãos.

Por sorte, aquelas anotações que eu havia comprado por uma pechincha de 400 euros na noite anterior viriam bem a calhar quando eu começasse a minha expedição por aquele castelo durante a próxima semana. O velho que me vendeu o mapa até se assustou quando eu disse o valor que estava disposto a pagar por aquele pedaço velho de papel, mas o que ele não sabia, era que se tudo corresse como o planejado e encontrasse uma das armaduras usadas por Fionn, um dos grandes heróis irlandeses, certamente ganharia muito mais do que investi. De qualquer forma, eu era um bruxo e porque alguém dotado de magia deveria se preocupar com moedas trouxas, quando mal sabemos o que vestir para não chamar a atenção entre os não usuários de magia? Soltei um longo suspiro e tentando parar de me distrair do meu verdadeiro objetivo, continuei a analisar cada um dos segredos do castelo de Dublin, enquanto tentava entender a lógica de existir um tanque de tubarões ativo dentro de seu subterrâneo, certamente, deveria procurar por aquele senhor no futuro, visto a qualidade das informações que me passou, mas após duas horas analisando a mesma imagem, era hora de sair dali. Apesar de ser inspiradora a visão daquela construção, minha barriga sentia fome e comida era algo que não encontraria facilmente. Sendo apenas, apenas me retirei do local.
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Dawn Evangeline Crywolf
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Dawn Evangeline Crywolf


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Ano Escolar: 3º Ano
Varinha: Cerda de Acromântula, Nogueira-Negra, 27cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeSex 05 Jun 2020, 17:44


Antes da crise.
  Dawn olhava de um lado para o outro, procurando nos papéis de jornais aquilo que sua mãe lia. Era tão pequena e tão nova que aquela confusão de palavras no artigo a enganava facilmente. Ela lia a respeito de Jensen Stackhouse, o jogador de quadribol de vinte e oito anos, que finalmente viria jogar novamente na grã-bretanha após quase dez anos disputando apenas o campeonato de quadribol asiático. De alguma maneira a mãe de Dawn amava aquele jogador, mesmo que não fosse tão fã do esporte. Dizia ela que conhecera Jensen em uma festa de sua família, e ela como convidada dos Stackhouse teve a chance de conhecer vários outros rostos populares do mundo bruxo. Porém Jensen foi o que ela mais se identificou, dizendo que ele era bastante sério, mas caricato ao mesmo tempo; fora sua companhia para bebida que era extremamente anormal. Dawn identificou no jornal bruxo que trecho sua mãe lia. Mesmo pequena, com oito anos, conseguia ler algumas palavras que não tivessem o verbo complicado. Mãe e filha continuaram no local por um pouco mais de tempo, do lado do castelo de Dublin, sentadas, tendo uma pequena descontração. Como eram uma família nova naquela localização da Irlanda, não conheciam muitas pessoas e por isso sempre saíam, na intenção de conhecer os mais próximos do bairro. Quando cansaram do ar tão compartilhado do castelo de Dublin, mãe e filha deixaram os bancos para trás enquanto passeavam para casa novamente. Quem sabe Dawn não encontrasse algo interessante nesta volta? Logo deixaram o local.


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Daniel Salvatore Strauss
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
Daniel Salvatore Strauss

Patrono : Mamba-negra
Bicho-papão : A mãe culpando-o pela morte

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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Ferrão de Explosivin, Olmo, 26cm, Inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeSeg 22 Jun 2020, 21:01

her ghost in the fog

Por vezes o clima parece estar muito a favor do que se passa dentro de sua mente ou seu coração. Talvez para piorar ou melhorar os momentos, ou para dar a sua memória recursos dramáticos que intercalem com seus pensamentos quando lembrar de dias nebulosos e frios como era aquele em que Daniel se encontrava, angustiado em suas próprias dúvidas e ainda sentindo sua garganta ser apertada por sua própria respiração, que tanto parecia querer enforcá-lo até que ele cumprisse o propósito que viera almejando durante os últimos tantos meses, já havia perdido a contagem de tempo há algum tempo, desorganizado todos os planos que tinha anteriormente, apenas para, em sua própria mente, dar a ela um descanso merecido... Onde os que fizeram mal a ela já não mais estivessem caminhando livremente.

Pelo menos era para esse lado que seus pensamentos o guiavam até recentemente, quando recebeu a notícia de que nunca estivera morta, pelo menos, até onde se sabia. Suas fontes dificilmente poderiam estar mentindo a ele sobre aquilo, afinal, tinha certeza de que os efeitos da Maldição Imperius não seria tão facilmente contornada ao ponto daquele tipo tão simplório de pessoa renegá-la para conseguir mentir-lhe, mesmo diante de uma mente elevada ao suprassumo da resiliência, não, aquilo era impossível. Mas por que não confiava naquelas palavras?

Fosse por sua pura — e por vezes desmedida, mas sempre presente — desconfiança ou, por nos últimos meses estar se enganando com uma mentira tão convincente que agora, depois de escutada em sua própria mente por milhares de vezes, já estivesse ultrapassado o ponto em que poderia tomá-la como mentira, Daniel decidiu precaver-se e tomar aquilo como uma possível armadilha. Antes de sequer se colocar no caminho do perigo, decidiu que suas companheiras mais leais, Apophis e Mertseger, deveriam tomar para ele o reconhecimento do possível local onde encontrara a possibilidade da garota estar, e dali em diante, por mais semanas, houve um trabalho de espionagem que por muitos poderia ser tomado como um ato louco ou inadmissível, mas para o rapaz já estava entregue a suas vertentes comportamentais mais comuns, ao ponto de que não havia quaisquer desconfortos em agir daquela forma.

Elas a haviam visto. Haviam confirmado sua aparência. Haviam discernido os pontos mais cruciais de sua rotina. Haviam dado a ele todas as informações que normalmente precisava para se aproximar de um sujeito que, nos mais usuais dos encontros planejados daquela forma, não escapavam sem sequelas, quando raramente escapavam. Mas ainda assim, com todo aquele reconhecimento, com todo o tempo empenhado naquilo, ele ainda se recusava a acreditar que aquela possibilidade existia. Talvez uma das consequências de ter voltado a passar o tempo na Bélgica e ser acometido com tudo o que aquele lugar lhe trazia, das exigências mais duras às expectativas mais monstruosas, o que sempre transformava Daniel, e agora, com os pensamentos enegrecidos e envoltos em um desejo palpável de vingança, parecia ainda mais fácil que tomar as expectativas de Clement para si fosse algo viável a se fazer. Era tão difícil acreditar que ela estava viva? Sim... Talvez por que o desejo de vingança fosse um desejo mais adequado para seus ideais, afinal, com ele, poderia expelir seus demônios de sua mente para a ponta da varinha.

Mas precisava avaliar as possibilidades e já havia conhecido todo tipo de inimigo, nunca duvidaria que alguém tentaria atraí-lo por semanas disfarçando-se com a forma que mais lhe atraísse, principalmente num momento tão delicado, embora não soubesse quem poderia saber que ele se empenharia tanto naquilo. Até meses atrás ele próprio poderia se confundir ao ponto de colocar em sua mente de que não o faria. E ali estava agora.

De acordo com o que fora reportado por Apophis da última vez, ela tinha o hábito de ir para as redondezas do Castelo de Dublin aos domingos, sozinha, e ficar por lá por algumas horas, talvez organizando seus próprios pensamentos, refletindo sobre o que quer que fosse, Daniel não compreendia exatamente pelo que ela poderia ter passado para chegar àquele ponto, mas uma coisa ele podia julgar por experiência: aquele seria exatamente o ponto frágil de uma possível armadilha, onde seria esperado que ele aparecesse, e ainda assim, era o ponto mais viável, praticamente deixando a ele aquela como a única opção, afinal, ela mal saía de casa ultimamente. Se era uma armadilha, não seria a primeira na qual se jogaria de cabeça sabendo exatamente que estava se pondo em risco. Nem sempre a cautela é sua maior aliada.

Fosse ela ou não, ele deveria ir preparado para o cenário onde teria de combater seu caminho de fuga ou reprimir quem quer que estivesse tentando atraí-lo, e preferivelmente, deveria fazê-lo sem expor-se, como era seu costume em relações similares, e então deveria trajar-se de acordo. Estava cada vez mais acostumado àquelas vestimentas devido a tê-las usado tantas vezes durante os últimos tempos: encapuzado com um longo manto negro que sombreava as demais vestes negras trajadas por baixo, e o rosto, ainda que escondido pelas sombras do capuz, ainda mascarava-se por trás de uma face de metal moldada em similaridade a uma máscara representativa do teatro clássico, de expressão magicamente mutável, vezes triste, vezes sorrindo, vezes raivosa, entre outras expressões normalmente macabras pela essência geral do conjunto. E então, estava pronto logo que a varinha expôs-se em sua mão e ele foi sugado pelo ar num vórtex repentino que o levou para o local desejado junto de suas companheiras leais.

Exatamente como o planejado, quando Daniel aparatou sobre a ponte que cortava um pequeno córrego nas redondezas do castelo, aquele dia nebuloso pesou sobre seus ombros e o vento gélido fez a capa esvoaçar, as duas serpentes que cortejavam a presença adiante erguendo-se com parte de seus corpos e faces encarando-a, e a máscara regrediu-se à expressão distorcida e triste que não remetia ao rosto inexpressivo e estático de Daniel ao vê-la diante de si na outra ponta da pequena ponte — não por não sentir nada, mas exatamente por sentir tantas coisas ao mesmo tempo que seu rosto sequer sabia qual deveria expressar. Como reflexo, o cintilar prateado do suporte em forma de cobra que recobria o punho da varinha estava erguendo o instrumento mágico pela mão de Daniel, em busca da possível armadilha a qual viera preparado, mas embora seu corpo agisse daquela forma, sua voz decidira agir de outra completamente diferente: — Leah? — Sua voz tremeu, numa rouquidão fora do usual, quase como se temesse escapar de sua boca em fragilidade ou tendo medo de acreditar no que estava vendo, caso fosse uma mentira.


Faceless Ghost
Over corpses, to the prize you kept your eyes on
Trying to be the chosen one
All those things that you desire
You will find there in the fire
by x
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Martin Tolkien
Grifinória
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Martin Tolkien

Bicho-papão : Sua mãe lhe humilhando

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Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 3º Ano
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Loureiro, 27cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeSab 25 Jul 2020, 10:44


  Estar novamente em casa, após o final de outro letivo, não era algo que Martin gostasse tanto. Tinha sempre que se espreitar entre os cômodos da casa quando sua mãe berrava com algo e não era atoa que ele costumava caminhar até o castelo de Dublin, ao menos até onde podia ir, e ficar por lá durante horas. Ele sempre levava um livro, ou dois, dependendo do quanto de páginas que faltava para terminar o primeiro. Muitas pessoas passavam por aquele local diariamente, principalmente estrangeiros ou até mesmo Irlandeses novos em Dublin. Quando se sentia tedioso sempre deixava o local e voltava para sua casa. Lar, doce lar, ele dizia. O local que menos queria estar. Mas como não havia exceções ou outros locais que ele poderia bem morar, aceitou o fardo e novamente foi para casa naquele começo de noite.



"When we don't know who to hate, we hate ourselves."

“I’m no fun, Blood run marathons, Down my chest, I’m a mess, Ain’t nobody gonna clean up”
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Israel Czarevich Ziegler
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
Israel Czarevich Ziegler

Bicho-papão : Solidão

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
Varinha: Pluma de Basilisco, Carvalho Inglês, 29cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeSab 01 Ago 2020, 05:02




 Castle  — Dublin


Haviam exatos dois meses desde a saída de Ziegler de Hogwarts, o pociologista sentia-se descansado e até demais. Porém, nunca era tarde para desbravar e explorar por mais lugares. Resolveu dar um tempo de sua pesquisa sobre infusões de ervas mágicas latinas para conhecer lugares trouxa. isso mesmo, trouxa. Desde pequeno, Israel privou-se de desbravar pelo mundo dos não mágicos, e ele nunca se arrependeu disso, afinal, não gostava daquele tipo de gente, e preferia estar entre os seus. Sem falar que essa não era uma prática defendida pela sua família paterna. Porém, já adulto e ciente de suas decisões (claro, com muita insistência de Conrado), Israel resolvera conhecer mais sobre a capital do país onde nascera: A Irlanda. Dublin tinha os seus encantos, mas, não era o seu lugar preferido de toda a Europa. Ainda assim, Israel sabia que aquele lugar tinha muito a oferecer, principalmente no que diz respeito à desfrutar dos inúmeros turbilhão de sensações que é conhecer um novo lugar ou ponto turístico. Israel não sabia vestir-se como trouxa, e não ligou para isso, usou suas roupas bruxas tradicionais e aparatou no Castelo de Dublin, junto à Conrado. Utilizaram a estranha moeda trouxa, nomeada como Euro, para pagar a entrada para visitar o castelo. Não encheu os olhos, os trouxas não sabiam bem como construir castelos, os bruxos eram melhores nesse sentido. Na verdade, os bruxos eram melhores sempre. Lembrou-se por um instante de Hogwarts, e quão engenhosa Rowenna Ravenclaw havia sido ao construir as aquela estrutura (sim, ela teve a ajuda do arquiteto, Israel sabe disso, mas, ainda assim era um grande feito!). Portanto, após achar inúmeros defeitos e estar insatisfeito por conhecer aquele lugar tão pobre em esculta, Ziegler e o seu noivo retiraram-se dali, quem sabe um outro ponto turístico ou escultura o enchesse os olhos, não é mesmo?


 Israel Czarevich Ziegler
POÇÕES, 2º E 3º ANOS;
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Carl Von Richmond
Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Carl Von Richmond

Patrono : Tubarão Tigre

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Aveleira, 25 cm, Maleável, Cabelo de Veela.

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Castelo de Dublin - Página 3 I_icon_minitimeSab 12 Set 2020, 22:12

O lugar parecia aconchegante - um velho bar em Dublin. O ar era quente e me permitia sentir um relaxamento que transcorria por todo meu corpo. Não sabia dizer, mas gostava daquele bar. Havia vindo com alguns amigos na época da escola – talvez por isso eu me sentisse tão bem ali. Era um lugar amistoso em que frequentávamos para trocar ideias e jogar conversa fora. Graças a Merlim, não se encontrava tão cheio assim, mas o som era alto, de forma a ser possível ouvir risadas barulhentas vindas do fundo. Droga. O que era pra ser um momento de sossego, agora se tornava um momento de incômodo. Revirei os olhos e decidi rumar a uma mesa vaga - Uma cerveja. Só – sorri a uma das atendentes. Meus dedos batucavam contra a mesa de madeira, de maneira distraída. Vez ou outra deixava com que meus pensamentos fossem de encontro à minha irmã. Era clara a minha tamanha saudade em relação à mulher. Logo, suspirei. Por instantes, pude então presenciar uma singela cena de namorados, e quase suspeitei que se tratasse de crianças do quarto ano ou coisa parecida. Senti um sorriso brincar em meus lábios ao constatar a pequena rosa que o garoto levava em suas costas. Em passos lentos, ele se dirigia à mesa onde uma garota se acomodava rapidamente. Era visível a sombra de seu nervosismo, o que me fez rir da situação. Ainda admirando a graciosa cena, me assustei quando meu pedido chegou. Agradeci à funcionária e tomei a bebida devagar, querendo aproveitar o tempo que me restava ali. Enfim, quando constatei a última gota em minha caneca, suspirei e deixei alguns galeões sobre a mesa. Me levantei e me dirigi de volta às portas do bar, saindo dali.
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