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 Castelo de Dublin

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MensagemAssunto: Castelo de Dublin   Seg 14 Jan 2013, 20:46

Castelo de Dublin

Dublin, Irlanda



O Castelo de Dublin, situado na Dame Street, em Dublin, República da Irlanda, é um importante complexo governamental irlandês, antiga sede fortificada do governo britânico na Irlanda até 1922. . A maior parte do complexo data do século XVIII, apesar de se erguer um castelo naquele lugar desde os dias do Rei João, o primeiro Senhor da Irlanda. O castelo serviu, sucessivamente, de sede ao governo britânico da Irlanda sob o Senhorio da Irlanda (1171–1541), ao Reino da Irlanda (1541–1800) e ao Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda (1800–1922). Após a criação do Estado Livre Irlandês, em 1922, o complexo foi cerimonialmente entregue ao recém-formado governo provisório liderado por Michael Collins.

Fonte: Wikipédia



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Alvoros Grunnion
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Charlie LeBlanc DiBord
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Ter 29 Out 2013, 20:18

O dia estava bonito, o sol extramente exuberante e os pássaros cantando. Incrível como um passeio fazia tão bem, estava caminhando pelas ruas de Dublin apenas observando toda aquela paisagem ao redor e escutando música no fone de ouvido. – Sei lá oque Stars não sei mais oque Get Lucky, uhuuul eu amo esses caras! – Mais um ataque eufórico, até que me fazia bem ter esses ataques estranhos de vez em quando. Estava morando de aluguel em uma pensão perto do centro, um rapaz havia me alertado de que tinha coisas novas por lá e que seria uma boa ideia passar este final de semana visitando o magnifico castelo de Dublin. Não hesitei em pegar um táxi até o local para poder tirar umas fotos e quem sabe pode dar uma espiadinha por dentro.

Estranho era o modo como o taxista corria com o carro, algumas malas se debatiam na traseira do carro e até cheguei a pensar que fosse algum cadáver ou coisa parecida que estivesse escondida por lá, minha intuição sempre falhava e meu medo sempre me acompanhava. Era um motorista árabe, hoje em dia era bem comum ver estrangeiros pelo país, não tinha se quer algum preconceito só confesso que temia que ele tentasse algo como uma bomba. – Are baba! – Brinquei, alguns levavam a brincadeira como uma de mal gosto, só estava querendo me divertir durante a viagem. Ele pareceu não corresponder, talvez fosse de algum outro país que não falasse essa saudação em especifica, havia pegado a mesma de uma novela trouxa chamada "Caminho das Índias" cujo os atores falavam isso a cada dez minutos e era muito estressante.

Enfim cheguei ao meu destino. As árvores que cercavam todo aquele esplendor de castelo, assoviavam devido aos fortes ventos, o estranho era que a pouco não se notava tal. – Nossa, de repente o tempo mudou... – Comentei em voz alta, alguns turistas que estavam mais próximos meio que gesticularam um sim. Peguei minha câmera fotográfica e fiquei tirando algumas boas imagens da faxada do local, aquelas fotos eram preciosas independentemente da posição em que forem tiradas, era um patrimônio histórico do país. – Oquê sera aquilo? – Me perguntava, havia dito uma leve impressão que capturei com o zoom da câmera algum ser olhando por uma das janelas daquele castelo, fiquei aterrorizado e com certeza queria sair imediatamente daquele local. – AVE MERLINA, VOU SAIR DISSO AQUI! – Guardei imediatamente a câmera e sai do local sem mais nem menos com a intenção de marcar o mais rápido possível uma consulta com o psiquiatra mais caro do pais, eu estava ficando maluco ou foi só mais uma de minhas paranoias?!.

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Charles Augustus LeBlanc Schwyz DiBord
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Trevor Salvatore Ziegler
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Seg 23 Jun 2014, 00:52

Chego no local e começo a andar pelo castelo.
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Trevor Salvatore Ziegler
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Seg 23 Jun 2014, 00:56

Após andar até ficar cansado, saio de lá.
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Cassidy H. Wermöhlen
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Ter 06 Jan 2015, 03:31

*Chego no local, dou uma passeadinha, depois vou me embora dali.*

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Alex McBride Devereaux
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Seg 23 Mar 2015, 20:42

Tinha sido chamado junto a outros funcionários para comparecer à sala do chefe do departamento, o Silas. Não perdi tempo, e retirei-me da sala do esquadrão, enquanto colocava meu sobretudo por cima da roupa. Bati à porta de seu escritório, e ao ouvir sua voz autorizar minha entrada, abri a porta, entrando no recinto e mantendo a postura séria. – Bom dia, tio. – Cumprimentei-o, e fiquei de pé ali, próximo da porta, com as mãos unidas e postas atrás das minhas costas. Assim que o restante dos funcionários fizeram-se presentes, Silas comentou sobre um duelo, travado entre um comensal e um auror no Castelo de Dublin. Enquanto ele falava que vidraças haviam se quebrado e o lugar estava só destroços, eu balançava minha cabeça para os lados, como se reprovasse aquilo. Os duelistas escolhiam cada lugar para travar duelos que só Merlim mesmo. Assim que ele terminou de descrever a situação, pediu que os membros do esquadrão de reversão de mágicas acidentais, do qual eu fazia parte, arrumasse a bagunça que estava o local, e falou com a obliviadora pra ela cuidar das testemunhas que presenciaram ou viram o local. – Certo, estou indo pra lá agora, tio. – Falei, já com a varinha em mãos. Com um aceno de cabeça a cada um dos presentes ali no escritório, despedi-me destes, e após sair da sala, aparatei de imediato para o local em questão. 

A primeira coisa que minha visão me permitiu notar de irregular pela área era que parte do concreto que devia estar nas torres do famoso castelo irlandês estava, na forma de grandes pedaços, ao chão. Revirei os olhos, e apontei a varinha para os escombros. – Reparo Totalus! Reparo Totalus! – Com o uso do feitiço, duas vezes, consegui fazer com que parte do concreto voltasse a seu lugar de origem, mas ainda restava uma pequena quantidade no chão. Mas assim, pequena se comparada à anterior, antes de eu tomar a devida providência. – Reparo Totalus! – Proferi o mesmo feitiço pela terceira vez, e assim, fiz com que o concreto voltasse às torres. Mas ainda tinham outras torres, o que praticamente implicava dizer que havia mais pedaços enormes de concreto pelo chão do castelo. Andei um pouco, até ver mais concreto, contudo outra funcionária já tinha a situação sob seu controle, o que dispensou meus serviços. Fui me afastando, e andando por vários pontos do local, procurando com o olhar por mais alguma coisa irregular. Não tardando muito, tive a percepção de algumas vidraças quebradas, com os cacos de vidro ao chão. Joguei os ombros para trás, e movimentei a varinha em direção do que queria consertar. – Reparo! Reparo! Reparo! – Usando a escala menor do primeiro feitiço que havia usado, ia reparando as antigas vidraças pertencentes ao castelo.

Cocei a nuca, e em seguida inspirei uma boa quantidade de ar, absorvida por meus pulmões. – Reparo! Reparo! – Continuei consertando a vidraria, me dando por satisfeito ao ver que pelo menos naquele perímetro a situação estava controlada. Andando e vasculhando mais um pouco, notei um trouxa abobado, que me olhava amedrontado, como se eu fosse anormal. Estranhei sua atitude, e então, notei a varinha que possuía em minha mão. Sem mais delongas, apontei-a em sua direção, e nisso ele ficou com medo. – Obliviate! – Falei, vendo o feitiço da memória o atingir, apagando tudo que havia em sua mente, inclusive a situação que ele presenciara. Ele não fazia ideia de onde estava, não sabia nem quem era. Mas, como a obliviadora já deveria estar por aqui, ela poderia cuidar dele. Pelo menos até onde eu havia visto, estava tudo arrumado já. – É, minha parte já terminou, creio. – Comentei comigo mesmo. A outra funcionária membra do esquadrão estava por ali por perto, e cuidava de reparar a sua parte da coisa toda. Como não havia mais nada para eu fazer ali no castelo, aparatei dali, retornando ao Ministério da Magia. Saio do local.

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Taylor Sparrow McCready
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 29 Mar 2015, 23:35




Definitivamente panquecas faziam milagres com o humor das pessoas. Brigitte que no geral odiava acordar cedo para ir para escola acordou extremamente disposta assim que ouviu a palavra "panqueca" ser pronunciada, sendo assim, sobrou apenas Victoria na cama para que pulássemos em cima da mesma gritando um "BOM DIA FLOR DO DIA!". – Vic, minha amada, levanta esse traseiro preguiçoso daí! – Pedi enquanto pegava Brigitte no colo e a levava até o banheiro. – Pega o uniforme dela! – Gritei do banheiro, gargalhando juntamente com a loirinha em meus braços quando Victoria levantou da cama resmungando mil e umas coisas só para logo em seguida, depois de fazer o pedido, voltar para a mesma. Corri de um lado para o outro graças a minha esposa que havia resolvido tirar a manhã para ficar com preguiça e quando finalmente Brigitte estava pronta para a aula e eu para o trabalho, voltei para cama e enchi a morena de beijos até que finalmente ela se rendeu e desceu para tomarmos café da manhã em família. [...] Talvez não fosse uma boa ideia aparatar logo depois de tomar café da manhã. Minha comida parecia estar dançando uma salsa alucinada dentro de meu estômago, deixando-me enjoada quase que instantaneamente assim que coloquei meus pés em solo firme. Felizmente, não estava atrasada então segui calmamente até o nível três do ministério onde se encontrava o Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas. Cumprimentei alguns aurores conhecidos – apesar de não ser muito sociável, acabava fazendo amizade com alguns, pois na maioria das vezes sempre eram os mesmos a resolverem os pepinos que eram causados pelos comensais em conjunto com nós.  

Bom dia, Natasha. – Cumprimentei a chefe dos aurores com um meio sorriso nos lábios. – Até logo. – Despedi-me logo em seguida porque era assim que as coisas aconteciam naquele lugar, raramente alguém estava parado vagabundando. Deduzi que se a mulher asiática estava correndo em direção a algum lugar, provavelmente teríamos problemas para resolver, então, tomei minha forma animaga literalmente em um piscar de olhos e disparei na direção do escritório de Silas. – Bom dia Silas, Mary. – Acenei com a cabeça educadamente e  levei alguns segundos recuperando o fôlego. Fomos rapidamente informadas sobre a demissão de Darwin, apresentadas ao novo membro da área, e orientados a seguir até o Castelo de Dublin, em Dublin. O lado bom era que como ainda era cedo, alguns bruxos estavam conseguindo manter a situação sob controle, o que não duraria muito uma vez que aquele local podia ser realmente movimentado às vezes. Olhei na direção dos meus colegas e com um aceno de cabeça, aparatei para nosso destino de trabalho. Senti aquela mesma letargia – que não era nem de longe legal – me atingir enquanto viajava, quando finalmente senti meus pés tocarem o chão, suspirei aliviada e abri os olhos analisando todo aquele cenário destruindo. O garoto que havia sido apresentado como Alex já começava a trabalhar em todo ambiente, sorri amigavelmente na direção deste e passei através dele, em direção ao interior do local. Tomei minha forma animaga e não demorou muito para identificar ruídos exaltados vindos de uma sala não muito longe da entrada. 

Tomei minha forma humana antes de enfiar a cabeça através da porta e notei que haviam alguns funcionários do local, devidamente uniformizados ali analisando uma pequena tela – imagem de câmaras de segurança. – Bom dia, pessoal. – Falei calmamente fazendo com que estes se assustassem. Suspirei balançando a cabeça negativamente e rindo sozinha quando estes perguntaram quem havia me dado autorização para estar ali. – Ninguém vai ficar sabendo, eu prometo. – Resmunguei antes de dar um passo na direção de uma mulher loira primeiramente, e apontar a varinha para sua testa. – Obliviate! – Lancei e calmamente, adaptei as memórias dela para um caso de briga trouxa. Girei nos calcanhares a tempo de notar um dos três funcionários restantes para serem obliviados se aproximando da porta. Mirei minha varinha na mesma fazendo que esta se trancasse através de magia e segui até ele, repetindo o mesmo processo de obliviação. Como ele e a loira ainda estavam fora de orbita, segui para o terceiro funcionário. – Obliviate! – Suspirei, concentrando-me nas memórias do mesmo, e transformando a briga de trouxas de para um ponto de vista diferente. Assim que terminei mirei no último, e não demorou muito para que todos estivessem encarando o vazio com uma fascinação de pessoa recém obliviada. 

Caminhei até onde estavam as fitas de seguranças mais recentes e recolhi todas, conjurando algumas novas e vazias para colocar no lugar das que eu havia surrupiado. Destranquei a porta e sai do local, seguindo em direção ao lado de fora, onde apenas três trouxas ainda estavam parados observando o trabalho de Mary e Alex. Rumei na direção destes, e lancei um feitiço fazendo com que estes ficassem parados no lugar, então passei a trabalhar em minha função. – Obliviate! – Lancei novamente, desta vez modificando a lembrança para uma briga trouxa sendo refreada pelos funcionários. Segui o processo com os outros dois, e assim que notei que meu trabalho ali havia acabado, segui até o local "escondido" mais próximo com as fitas ainda em mãos, e aparatei de volta para o Ministério da Magia. Saio dali. 





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Mary D. S. Haraldsen
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Qua 01 Abr 2015, 21:53

✗ when you about to get it you're just desserts
Dublin Castle


O dia no Ministério já começara mal. Depois de ter dormido mal na noite anterior, tudo que Mary não queria era ter que ficar aparatando para as missões de seu trabalho, e aquela era justamente a tarefa da manhã: restaurar os destroços do Castelo de Dublin depois de uma briga entre um auror e um comensal. – Quê? – Mary murmurou para si mesma, erguendo as sobrancelhas. Respirou fundo e aceitou a missão, afinal era aquilo que lhe rendia vários galeões por mês. Estralou o pescoço e as mãos e reparou que Taylor a cumprimentava. – Dia. – respondeu rapidamente, se reunindo com ela e seu novo colega, Alex, muito bonito por sinal, e aparatou para Dublin.

Ficou zonza por um segundo e reparou na bagunça que via à sua frente. A porta de entrada comum do castelo estava praticamente arrancada das dobradiças, e vários vitrais estavam estilhaçados. Isso era o que via por fora. Enquanto Taylor rumava na direção dos trouxas que precisava obliviar, Mary se apressou em entrar no castelo. – Reparo. – disse com a varinha em punho ao passar pela porta, que se restaurou rapidamente e se fixou em seu lugar. Ao ver o estado em que o castelo se encontrava por dentro, Mary suspirou. Estava menos pior do que imaginava. Alguns destroços do concreto das torres estavam espalhados pelo piso. Além disso, podia ver os cacos dos vitrais também pelo chão. Fora isso, o salão não estava tão ruim, apenas o de sempre: manchas e rachaduras na parede e no piso, etc. Começou pela parte mais demorada, apontando a varinha para um enorme bloco de concreto caído da torre. – Reparo Totalus! – com concentração, começou a consertar os estragos nas torres, e os blocos de concretos foram voltando aos seus lugares e fixando-se novamente na estrutura. – Reparo Totalus! Reparo Totalus! – continuou consertando a estrutura, e quando viu que tinha conseguido arrumar aquela parte em uns sete minutos, limpou o suor da testa e foi cuidar dos vitrais no lado oposto ao de Alex.

– Reparo! Reparo! Reparo! – foi repetindo até terminar de consertar todos aqueles vitrais. Depois, para dar uma ajuda pro povo que limpava o castelo, se concentrou e apontou a varinha para uma área enorme e suja de poeira em todo o perímetro do salão. – Tergeo! – fez com que essa área fosse limpa, só alguns lugares ficaram sujos mas tudo bem. Àquela altura, Taylor já devia ter acabado seu trabalho, pois a moça já havia ido embora. Deu um tchau para Alex e cruzou alguns corredores dentro do castelo, se escondendo em um deles e desaparatando para o Ministério logo em seguida.

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Athena Mary D'Amici Haraldsen
thanks!
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Mônica Adala Iljick
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Sex 01 Maio 2015, 12:25

Era uma manhã ensolarada. Os jovens da escola municipal de Dublin tinham uma excursão marcada para esta manhã no castelo de Dublin, Mau, Acordara essa manhã as seis horas, mal tinha conseguido pregar olho e dormir noite passada, pois era o passeio que o mesmo aguardava desde o começo do ano letivo, apesar de já estar praticamente aprovado na matéria da Sra.Jallet, uma doce pessoa que aparentara ter aproximadamente uns vinte e cinco anos, magra e baixa, de rosto afilado e nariz pontudo, nem ao menos parecia ter vinte, uma mulher educada e carismática, não me surpreenderia se ela tivesse conseguido a vaga para ensinar em uma das melhores escolas da cidade de Dublin por esse jeito bondoso de ser. Por volta das sete e meia da manhã, os alunos entraram no ônibus, um por um passara e recebera um bom dia do motorista, um bom dia amarrado, aparentemente o Motorista, o Sr.Oshess,tinha acordado com o pé esquerdo hoje.


Os alunos foram a viajem inteira conversando com seus amigos, Mau, que não tinha, fora todo caminho sem tirar da cabeça a quela carta que teria recebido noite passada, e um dos motivos principais por não ter conseguido dormi-la, este metera a mão no bolso e de lá retiraria um pergaminho meio amarelado, com o simbolo de Hogwarts preso a ele, um brasão, contendo um leão, uma águia, um texugo e uma cobra, Mau, abrira o pergaminho e começara a ler.


                          '' ESCOLA DE MAGIA E BRUXARIA DE HOGWARTS "
                                                   De: Diretoria de Hogwarts
                                           Para: Mau P. Lockhart
"( Ordem de Merlim, primeira classe, grande feiticeiro,bruxo chefe, cacique supremo,confederação internacional de bruxos )"
                                                  "Prezado Sr. P. Lockhart."
 "Temos o prazer de informar que V.S tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, estamos, anexando uma lista de livros e equipamentos Necessários . . ."

Quando enfim, o Ônibus estaciona antes mesmo que Mau pudesse terminar a carta que lera, ao olhar pela janela, Mau se surpreendera com o tamanho do edifícil. -Uau, é Enorme. e então ouvira a doce voz da Sra.Jellet, ordenando para que todos descessem devagar e sem empurrar, normalmente, vários grupinhos foram se formando na excursão, amigos se uniram para tentar entender melhor a historia, outros apenas para ironizar as decorações antigas e paredes de mármore, Já Mau, que andava sozinho, no finalzinho da excursão, quem olhara pra aquele grupo de jovens estudantes não notaria que Mau pertencia aquele grupo em uma breve observada, o próprio Mau tinha algumas teorias por não ter uma amizade na escola, talvez fosse por que ele era quieto e calmo, talvez fosse por ele ser um pouco estranho dos demais, talvez achassem que Mau queria ser mais do que qualquer um aluno daquela classe, porém, não era bem assim, muitas vezes Mau se queixará aos pais que não tinha se quer um único amigo, e eles o respondiam da seguinte forma "é temporário, em breve você estará em um lugar onde terá gente como você, e temos certeza que fará grandes amizades'' , estariam eles falando de Hogwarts ?, era uma dúvida que Mau tinha que levar consigo, uma entre tantas, como Hogwarts funcionava ?, onde se localizava ?, na irlanda mesmo ?, torcia que não, já que o mesmo nunca teria saído de seu país de orgiem.


A manhã passou bem depressa e Mau respondera varias perguntas feitas pela Sra.Jellet, "Graças, pelo menos a aula é de historia'' , pensou o jovem, mas o que ninguém teria notado, foi o desaparecimento de três crianças da turma da Sra.Jellet, Gordon e seus amigos eram os piores alunos que um professor teria o desprazer de ter, se fossem pra hogwarts, provavelmente teriam recebido uma nota T, esses fizeram uma pichação em uma das paredes, do castelo e voltaram correndo, avisando a professora o acontecido. - Sra.Jellet, Sra.Jellet, venha ver na parede do corredor ao lado! ,disse Gordon em um tom desesperado, a turma seguiu a Professora em uma pressa que não é aceitável em um prédio histórico, ao virar o corredor, foi possível ver o as palavras "NÃO SOU ESTRANHO", pichadas no muro do castelo, a primeira vista a suspeita se levantou sobre Mau, já que este teria recebido o apelido de ''Mau, o estranho'' a algum tempo atrás, provavelmente Gordon e seus amigos teriam feito isso pra incriminar o moleque, -Veja professora, o único que tem sido chamado de estranho ultimamente é o Mau, com certeza foi o autor dessa falta de respeito!  . Disse Gordon, Mau respondeu. - Impossível Sra. eu não deixei de acompanhar a excursão em nenhum momento.  . Apesar de não saber em quem acreditar, a Sra.Jellet sabiamente observou os históricos dos dois alunos, Gordon Nunca Tirara metade da nota de Mau, Mau nunca foi de bagunçar na sala diferente de Gordon, Jellet sabia que não poderia ter sido Mau, não o P. Lockhart, aluno dela desde o primeiro ano do estudo trouxa, porém ela não poderia provar e por essa razão não se pronunciou, apesar de se necessário meter a mão no fogo por Mau, Pressionado por todos os alunos da sala, que apontavam e caçoavam descaradamente de Mau, zombavam o chamando repetidamente de '' Mau o Estranho ", o Garoto tremia e soava de vergonha, as coisas chegaram a um certo ponto onde Mau não aguentava mais, Mau Olhava para as Manchas na parede, ele só desejara que elas não estivessem ali, desejava que ele nunca tivesse nascido, e , como um milagre, a parede volta a ser como era antes, Alguns ficaram assutados, outros esbugalharão os olhos como o próprio Mau, ninguém saberia ao certo o que tinha acabado de acontecer. - Mas, Como Assim ?  . Disse Mau Boquiaberto, "Eu Só Pedi pra Não Existir''  . Pensou P. Lockhart.


Chegou a hora de ir embora, a Professora estava serelepe por aquela mancha ter sumido, ela não precisara pagar qualquer multa ou prestar explicações, tanto Gordon quanto os outros alunos, contavam diversos tipos de historias diferentes sobre o ocorrido hoje, alguns assumiram que tivera tirado aquilo com a força do pensamento, outros que falaram que a própria parede do castelo era magica, e com isso o castelo inteiro assombrado, mas o que ninguém nunca imaginara, é que o "estranho" cujo foi acusado a tal ato, foi o autor do desaparecimento da pichação, mas como ?, nem o próprio mal sabia, só sabia que tinha pedido para que aquilo nunca estivesse ali, e com isso, mais uma duzia de perguntas surgiam.


Ao chegar em casa, Mau Tive uma conversa com seus pais, os três sabiam que estava na hora, a idade e os poderes já estavam batendo a porta, então o Sr. P. Lockhart disse ao seu filho. -Descanse filho, pois amanhã, iremos comprar seus livros, e temos uma longa viajem até londres. 
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Robbie Gallagher Amundsen
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Seg 13 Jul 2015, 23:15

Visito ali e vou embora feliz e contente com o papai, curtindo minhas férias.

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Seg 13 Jul 2015, 23:30

Passeando pelos atrativos pontos que tem-se perto da propriedade dos Alecssander's, aproveito e vejo meu "novo" RG, com meu "novo" nome. Tá lindo. Ah, vejo o castelo também e logo vou embora.

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Ter 28 Jul 2015, 20:54

Relembrando o velho assado, a qual procuro enterra-lo de vez, resolvo fazer ma caminhada até o castelo de Dublin, fico por ali. Pensamentos rondam minha cabeça e tomo a decisão de agir. Saio dali.

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Sex 14 Ago 2015, 16:26




Estava visitando a Irlanda, terra dos ancestrais da minha minha mãe. Eu, mamãe e papai estávamos no Castelo de Dublin num dia de visita para turistas, com um guia turístico e todas aquelas frescuras. Só que, eu, como uma menina muito inquieta, estava achando aquela faladeira do guia muito chata e pouco entendia sobre o que ele falava!

Sem que mamãe percebesse, saí de perto dela sutilmente e fui explorar partes mais interessantes do castelo. Os seguranças pareciam nem me enxergar, afinal, que perigo uma menina de 12 anos traria? Quando me vi, estava perdida numa sala grande e cheia de frufrus do castelo.

Off: postando na Irlanda protegida, de acordo com o calendário do post feliz.


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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Sab 15 Ago 2015, 15:26

Enfim me achei, achei mamãe, achei papai, e então fomos embora do castelo, consequentemente, saímos dali.

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Qui 17 Dez 2015, 10:26

Eu ainda não havia ido embora daquele local. Eu havia imaginado que partiria em no máximo um dia, mas semanas se passaram e eu ainda estava naquela cidade. O porquê era incomum para a minha pessoa, mas sabia que estava bem ali e não tinha necessidade de partir tão depressa para viajar mundo a fora por mais uma vez. Talvez fosse melhor, naquele momento, descansar de tudo, após meses escrevendo meu livro. Minha mente estava realmente confusa com muita coisa também.

Estava frio naquela manhã, mas eu realmente queria fazer um tour por alguns pontos da cidade o qual eu ainda não tinha conhecido. Aquele lugar era realmente enorme, então aos poucos, com esse tempo que eu estava ali, estava descobrindo novos locais e novos momentos, pois era realmente deslumbrante a beleza de tudo aquilo. Eu estava com meu grande casaco persa branco, super luxuoso. Enquanto passava, inúmeros olhares se voltavam a mim, algo que eu realmente amava. Sorria e fazia olhares para todos, como se eu fosse realmente importante.

O castelo de Dublin era um ótimo lugar para se ir, ainda mais quando se quer pensar em novos livros, mas como eu não estava a procura de inspiração fui apenas para apreciar. Olhei cada canto, observando a sua beleza, pois era realmente deslumbrante. Depois disso, resolvi sair do local. Estava com fome e era a hora de lanchar. Então saio do local.  

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 21 Fev 2016, 20:07

. Chego chegando eu beijo no canto da boca, hoje to pro crime, cheguei na parada do lado de fora e comecei a fumar umas paradas lokas pra krl; Estava vendo o professor Alvoros até no rabo da árvore junto com a ministra Evelyn fazendo poledance junto com a tiozona Dilma; Tirei minha varinha e mirei para cima .
- Repello Inimigotum
. A barreira começou a se formar tendo uma puta extenção ou estenção extenssão estenssão (SOU DE BIOLOGICAS KRL) de 2km do local que qualquer cuzão que entrasse lá iria virar pó pra eu cheirar depois; Subi em um banco lá pensando que a ministra Evelyn está me abraçando enquanto fazemos a cena típica do titanic e começa a tocar Celine Dilon ao fundo do duelo do nada; Nesse clima romantico mirei para cima .
" Ignotus Glaciare "
. Uma chama azul foi feita para usar com qualquer cheirado que entrasse no local, caso entrasse iria automaticamente e fazia um clima romantico enquanto agora eu e a ministra Evelyn faziamos aquela cena do carro lá que os vidros estavam embaçados, esse alucinógino estava loco.

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 21 Fev 2016, 20:10

Chego nas proximidades do castelo de Dublin.

Vejo uma barreira sendo formada por um bruxo, e logo cancelo-a:

- Finite Incantatem.

- Pra que isso tudo????????? - Grito pro sujeito

Aponto a varinha pro fogo que ele conjura

"Ignotus Gaubracianus"

Cancelo o fogo, entrando no lugar.
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 21 Fev 2016, 20:11

. Vejo um ET Verde entrando no local, alucinógino estava loco e miro para ele (Jack) .
- Claustrophobio
- Olá baby
. Depois miro para cima dele .
- Fosforepelio
. O ectoplasma iria cair em cima dele sobre meu controle o mesmo e caso se mexesse, iria atrás dele do mesmo modo .
- SAIA ET, ESSA PLANTAÇÃO É MINHA

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 21 Fev 2016, 20:13

Aponto a varinha para minha frente

"Conjurius Army"

Conjurando uma placa de metal que me protege do feitiço.

Me afasto da placa.

Vejo um ectoplasma sendo conjurado pelo bruxo acima de mim. Me abaixo rápido e lanço:

- Skurge!

Giro para o lado no chão.

- Não vai me deixar atacar?

Abro a camisa pra ele

- Vem.
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 21 Fev 2016, 20:15

. Mira para a placa que o ET conjurou .
- Ferreous
. Lanço a placa contra o mesmo na intenção de comer o cu dele, ou apenas o impacto desmaiar ele e eu comer o cu dele depois, logo após mirei para cima .
" Ignotus Glaciare "
. Faço uma bolinha de fogo azul ao meu lado para usar contra o mesmo depois .
- ME ataque então ET fi da kenga

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 21 Fev 2016, 20:17

Aparato ao lado do rapaz, saindo da frente da placa.

"Ignotus Gaubracianus"

Lançando o fogo azul na direção dele, em uma parte que o fogo dele não batia. Logo o meu fogo ia de encontro a ele, e em seguida ao fogo dele pra cancelá-lo. 2 em 1.
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 21 Fev 2016, 20:18

. Desvio de qualquer porra que ele tenha jogado em mim que não entendi e Meto a bikuda no meu oponente e miro para o peito dele .
- Avada Kedrava
. Aparato pra longe do fdp e vou para um telhado do castelo me desviando e ficando longe dele .

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 21 Fev 2016, 20:19

Aparato pra cima do telhado, saindo da frente do Avada e eis quem encontro.

- Olha só, você por aqui?

Rio.

- Que coincidência.

Aponto a varinha para o peito dele

- Deprimo!
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 21 Fev 2016, 20:21

. Aparato para longe do deprimo dele e depois miro para ele .
" Ignotus Glaciare "
. Lanço o ignotus contra ele e contra qualquer coisa ou alguem que esteja sobre o ignotus, vai que né .

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MensagemAssunto: Re: Castelo de Dublin   Dom 21 Fev 2016, 20:23

Vejo o fogo vindo

"Ignotus Gaubracianus"

Cancelo o fogo

Aponto a varinha para o braço da varinha dele.

"Headolov"
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