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 The Ha'penny Bridge

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Diretor Alvoros Grunnion
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MensagemAssunto: The Ha'penny Bridge   Seg 14 Jan 2013, 20:45

Relembrando a primeira mensagem :

The Ha'penny Bridge

Dublin, Irlanda



A Ponte Ha'penny, conhecido mais tarde por um tempo como o Ha'penny Penny Bridge, e oficialmente, a Ponte Liffey, é uma ponte pedonal construída em 1816 sobre o rio Liffey em Dublin , na Irlanda.  Feita de ferro fundido , a ponte foi lançado em Coalbrookdale em Shropshire , Inglaterra.

Fonte: Wikipédia



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Alvoros Grunnion
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Chad Dawson
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 31 Dez 2016, 01:25

Seria cômico se não fosse trágico, Chad era conhecido por seus atrasos, mas não queria começar as impressões de uma amizade já dessa forma, conhecia Kairo a pouco tempo e estavam na mesma Casa em Hogwarts, portanto conviveriam por muito tempo dali adiante, provavelmente. De tal forma, quando o garoto se atrasou ao ponto de encontro do amigo, achou que seria difícil explicar a forma como tivera de parar diversas vezes pelo caminho, uma vez para tirar um cachorro de uma grade a qual estava preso, a outra para ajudar uma senhora a carregar bolsas e bem, numa outra ele simplesmente parou para rir com uma galera engraçada que via uma banda tocando. Chad não era simplesmente descontraído, vez ou outra ele parecia viver em outro mundo, marcar compromissos com ele era um caso complicado. — Foi mal, érr... Muita coisa no caminho. — Disse sem explicar muito, e então começaram a tomar rumo ao local onde Kairo pretendia leva-lo. Ele não sabia onde era exatamente mas estava ansioso desde o dia anterior.

Quando começaram a cruzar uma ponte que atravessava um rio de corrente constante, viram uma figura alta que encontrava dificuldades para se levantar, parecia estar bêbado. Chad e seu instinto imediatamente o obrigaram a ir ajudar o homem. — Ei, moço, se apoia em mim. — Era irônico como uma massa magra de jovem estudante tentava ajudar aquela pessoa enorme e corpulenta, mas o homem não parecia afim de rir, na verdade ele pareceu irritado com a atitude do garoto, tornando-se rude e fazendo-o recuar, Kairo estava logo atrás, parecia mais atento a algo que Chad não estava vendo, algo implícito que a inocência dele não permitia enxergar.
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Axel Cierc von Morgshern
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 31 Dez 2016, 01:28



Tough Night


Estava sendo um dia daqueles. Acordar depois de uma transformação nunca era confortável, Axel sempre guardava um aspecto bêbado e doente, embora se tornasse mais feroz e irritadiço, também ficava um tanto fraco e decadente durante alguns dias seguido da lua cheia. Naquele dia acabara bebendo e pegando no sono em plena Ha'penny Bridge, acordando várias horas depois, no lugar e com o ambiente úmido típico do local próximo ao rio que borrifava água a todo momento. Ergueu-se cambaleante, apoiando-se no corrimão lateral da ponte e fez menção a começar a andar, precisando de algum tempo para adquirir esforço suficiente para reunir sustentação sobre seus joelhos, tempo suficiente para dois garotos impertinentes se aproximarem e oferecerem ajuda.

Sai do meu caminho, moleque. — Axel rebateu a mão do mais baixo que oferecia ajuda, falando de forma embolada em meio ao emaranhado de barbas longas. Ergueu os olhos para os dois, a luminosidade local ainda afetando os olhos que estiveram fechados por um bom tempo, viu que o outro estava um pouco mais afastado, a mão no bolso. — Se eu fosse você deixava essa mão visível, garoto. — E apoiou-se para se por finalmente de pé, a beira dos dois metros de altura e corpulento como um animal treinado, os olhos obscurecidos pela profundidade cintilando à claridade.

Era de se esperar, o garoto não obedeceu o comando do homem, na realidade Axel não se importava, eram apenas dois moleques e ele não tinha tempo a perder, já deveria estar fora dali, mas o mais interessado em ajudar era insistente e continuava se oferecendo para levar o homem para o outro lado da ponte. — Eu avisei pra sair do caminho. — Deu a palavra final, e então subitamente retirou dois objetos do bolso, um longo cachimbo de madeira e uma varinha enegrecida muito antiga, o primeiro foi levado à boca, o segundo ficou em riste, o segundo garoto parecia mais pronto para aquela atitude, e o primeiro acabara de retirar a varinha do bolso, mal pôde reagir: — Avada Kedavra. — E o lampejo esmeralda ribombou em seu peito, dando um fim a uma vida que mal havia se iniciado. — E quanto a você? — Perguntou, erguendo a varinha e, sem emitir uma palavra, acendeu o cachimbo à boca.


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Kairo Ziegler O'Brian
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 31 Dez 2016, 01:39

Claro que Chad se lascou por insistir, porque o cara começou a querer partir pra cima dele, como eu previa que ele fosse fazer, até tentei puxar o grifino pela gola, mas o cara é teimoso e eu tive minha atenção desviada pelo que o cara disse e dei de ombros. - Não tem com o que se preocupar, fique peixe. - Falei na maior calma e dei de ombros, mas o bonito me ignorou e Chad foi inventar de insistir, eu não tive tempo pra pensar direito porque tudo deu muito errado, o cara tirou a varinha e um cachimbo do bolso e ele apontou a varinha pra Chad, eu por minha vez apontei pra o brutamontes, quase prevendo o raio verde que atingiu meu amigo. - Planctos! - Murmurei, porque foi o único feitiço que me veio a mente, a barreira que se formou na cara do homem deve ter sido o suficiente pra atrasar ele, o que eu fiz? Sai correndo, porque se tinha algo que eu sabia que não estava pronto pra fazer era duelar com aquele cara, especialmente porque algo me dizia que eu não ia conseguir saber mais do que ele. Saio dali.

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Chad Dawson
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 31 Dez 2016, 01:39

Daquele dia em diante, Chad ainda não sabia, mas se tornaria um exemplo vivo — não exatamente — de que nem sempre é apropriado insistir em ser bom com alguém. — Mas que... — O garoto mal tivera tempo para pensar em qualquer coisa quando o homem enorme adiante apontou-lhe a varinha, tão logo pensara em erguer a sua, nem pudera emitir um som pela boca, quanto mais conjurar um feitiço, e então fora atingido em cheio, o cintilar esmeralda brilhou aos olhos por um breve momento, e sumiu em conjunto à vida do rapaz, cujos olhos então tornaram-se cinzentos e sem vida, ao passo em que ele despencara no chão sem opções do que mais pudesse fazer.
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Axel Cierc von Morgshern
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 31 Dez 2016, 01:43



Tough Night


Nem se dera o trabalho de contemplar o corpo no chão, de acordo com o que a mente de Axel lhe indicava, o que fizera fora nada mais do que o fruto do aviso que havia dado ao garoto, a opção fora dele próprio entre morrer ou não, para a infelicidade do próprio, escolheu morrer. Seu amigo no entanto fora mais esperto.

O homem poderia ter reagido àquele feitiço se quisesse, mas sinceramente achou um pouco engraçado, no íntimo de seu ser, o tipo de reação que uma criança poderia tomar diante daquela situação, e então apenas ergueu a varinha após o ato do garoto e murmurou: — Tergeo. — E em  poucos segundos todo o musgo desaparecera à ponta da varinha. Axel vislumbrou o garoto correndo, agora já distante, e deu uma bela tragada em seu cachimbo, soltando fumaça pelo nariz e tomando o rumo contrário, sem se importar com para onde ou o que faria o garoto, apenas queria o caminho livre e agora o tinha, deixando o local com completa indiferença.

Off: Saio dali, só pra garantir.


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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Ter 14 Fev 2017, 21:36

Ainda me lembrava do que havia acontecido com Chad e me sentia meio mal por não ter feito nada, na verdade me sentia inútil por não ter salvo ele e duelado contra aquele brutamontes, porém e sabia que nada pararia aquela figura estranha em seu objetivo, era isso que me deixava em conflito, não havia uma forma de ter feito tudo ao mesmo tempo e eu sabia disso, só não queria me arriscar a fazer e dar tudo errado e eu ter acabado indo junto, seria burrice. Parei diante da ponte e conjurei um buquê de flores e lá deixei, como uma homenagem ao grifino que um dia foi meu amigo, depois de algum tempo em luto, fui em direção ao caminho que levava ao Santuário novamente, assim sai dali meio na bad. Saio dali.

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 22 Jul 2017, 03:55

“ Ice cream in winter: sounds weird, but it's ok

O mundo parecia mais sombrio do que de costume, e dessa vez não era culpa de sua rebeldia ou adolescência corrompida. Algo ruim pairava sobre as pessoas, as ruas andavam cada vez mais inquietas e os sons da cidade pareciam misturar-se com um angustiante silencio de luto. O sorvete que segurava em sua mão direita derretia à medida que o sol surgia das nuvens, a primeira vez há dias. Os olhos semicerrados encararam a figura reluzente e tímida que aquecia o rosto do frio do inverno. Pensou se talvez fosse culpa dos frequentes atentados que assolavam a Europa, mas não conseguia achar uma resposta para se convencer de que bruxos se importavam com guerras criadas por gente comum.  

Não era muito profundo em suas indagações silenciosas, só queria livrar-se do ócio de alguma maneira mais produtiva que tomar sorvete no inverno. Por acaso, ele caiu no rio e foi levado pela correnteza fraca até desaparecer de visa. Ele observou ir embora, com a casquinha crocante desfocada em frente à vista.  Riu, sabe-se lá porquê. Não era mais algo que se fazia com frequência ― nunca foi ― e talvez quisesse praticar, ainda que estivesse crescido agora não deixava de parecer aquele rapaz complicado. Constatou isso em seu reflexo turvo na água, e sua barba nunca esteve tão grande.

Preciso dar um jeito nisso... ― foi uma constatação inteligente afinal.

Caminhou para além da ponte, tentando achar o caminho para a casa de sua mãe sem se perder em meio aos prédios antigos, saindo dali.


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Thalia McFlont A. Hansen
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 30 Ago 2017, 23:50


Thalia não gostava de sair de casa sem Ryan, mas precisava tentar. Ele a havia deixado sozinha na Gruta naquele dia, mas ela não queria ficar lá dentro. Não sentia-se bem vinda lá e, além disso, tinha uma ruiva um tanto quanto apavorante em casa. Tinha um certo medo de Savonya, talvez porque ela lembrasse aquelas diretoras de escola particular que ela tivera que frequentar anos atrás, ou só porque ela exalava uma certa rigidez no olhar. Todavia, não tinha saído de casa sozinha. Olívia, uma pessoa muito agradável da família Seaworth, estava lhe acompanhando naquela tarde pelo Dublin.

- Obrigada por ter vindo comigo – lançou um sorriso para a garota. Olívia era muito bonita e, além de tudo, não parecia se incomodar com a presença de Thalia. – É sério – riu – Você e Ryan são muito bons pra mim. Não tive tempo de conhecer todo mundo, mas vocês são realmente bons para mim. – deu um suspiro e apoiou os braços na ponte. Era bom poder passear sem medo de encontrar conhecidos de seu pai e, principalmente, seu pai. Na Irlanda ela não tinha mais o que temer, mas ainda era difícil acostumar com a ideia de que era livre dos abusos de sua família.

- Eu gostaria de fazer algo por vocês, mas ainda não decidi o que – comentou, sentindo a brisa bater em seu rosto e fazendo com que seu corpo arrepiasse. Gostava de Ryan, afinal ele havia lhe dado uma casa, uma família, no momento que Thalia mais precisava. Ouviu a frase de Olívia e lançou-lhe um sorriso – É que eu sou muito grata por vocês me aceitarem – disse, sentindo as bochechas ficarem rosadas. Não estava acostumada a demonstrar afeto pelas pessoas, mas desde que se mudara para a Gruta vinha tentando ao máximo fazer isso, afinal não podia parecer mal agradecida enquanto morava de favor na casa dos outros, certo?

O sol começou a se por e aquilo era o toque de saída para as duas garotas. Olívia fez um gesto e Thalia a acompanhou. Ambas saíram do local e a trouxa sabia que voltaria mais vezes ali, reerguendo sua confiança no mundo a medida que o tempo passava. 



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Matteo Ziegler D'Amici
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qui 07 Set 2017, 23:18

Joguei uma pedrinha e a vi quicar umas cinco meses até afundar. Quando eu era mais novo, eu era bem melhor nisso. Uma voz feminina, como se lesse meus pensamentos, comentou que eu sempre tinha tido dom para aquele tipo de coisa. Olhei para o lado vi parada ali nada mais nada menos que Kendra Von Ziegler, mais conhecida como, minha mãe. — Como me achou aq… — não tinha tempo de terminar a pergunta, pois seu sorriso denunciava tudo. Minha mãe era clarividente. Ela sabia de muita coisa. — Mas nesse dia? — questionei, pois clarevidência nunca era algo muito claro. Ela explicou que a noite estrelada, uma das poucas que existiam na Irlanda tinha deixado especificado quando me encontrar, e que parecia que eu precisava daquilo. — Não sei… Talvez eu precise. — falei finalizando a frase, mas ela sabia que eu tinha muita coisa para dizer, só não sabia como. Ela resolveu questionar quando eu voltaria para casa. Casa representava o santuário, lugar onde fazia tempo que eu não me sentia em casa. — Uma casa não faz um lar. — respondi de forma sucinta. Ela não precisava de maiores explicações para entender o que eu estava tentando dizer. Mesmo que eu sempre tinha feito tudo para os Ziegler, agora eu sentia que precisava fazer algo para mim, como minha irmã tinha feito. Não tinha a ver com vida Trouxa. Tinha apenas a ver com seguir outros caminhos. — Eu estou em casa. — aquela era uma mentira. Eu não tinha uma casa fazia vários meses, vivendo onde Allie vivia, ou então viajando para o mundo. — Mas acho que irei para a Grécia. — tentei explicar sobre meu trabalho com criaturas, mas ela não quis ouvir, e eu talvez não estava com vontade de explicar. Isso era algo que sempre tinha sido bom entre a gente. Minha mãe apenas se limitou a dizer que eu não fosse embora sem me despedir. Concordei com a cabeça. Ele sempre tinha me entendido sempre eu sendo sucinto com as palavras. Continuei a arremessar pedras no lago, até que eu me cansasse e saísse ali da The Ha'penny Bridge.

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« Guess it's true, I'm not good at a one-night stand, but I still need love 'cause I'm just a man. These nights never seem to go to plan, I don't want you to leave, will you hold my hand? Oh, won't you stay with me? 'Cause you're all I need. »
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Seg 18 Dez 2017, 01:07


Estava sentada com um jornal nas mãos sentindo a brisa bater em seus cabelos ruivos. Gostava da sensação do início do verão, além de ser o primeiro verão em que passava longe das garras daquele monstro que um dia tivera o desprazer de chamar de pai. Estava feliz por ser acolhida pelos Seaworth e principalmente por ter uma família agora. Cada um deles tinha sua peculiaridade, mas eram todos pessoas boas. Thalia não convivia com todos constantemente, mas Savonya, Ryan e Ted faziam com que ela se sentisse acolhida e a tratavam como se sempre fora da família. Levantou os olhos das páginas do jornal e observou as pessoas brincando no parque. Era interessante poder viver sem sentir medo, mas ainda era algo com que precisava aprender a lidar.

Levantou-se do banco e dobrou o jornal, posicionando-o embaixo do braço. Precisava esticar as pernas e queria fazer isso antes de ter de caminhar de volta para casa. Às vezes queria poder se transportar que nem os Seaworth: com uma espécie de feitiço que teletransportava eles para outro lugar – pelo menos era assim que a menina enxergava aquele feito. O início de verão geralmente era abafado, mas aquele dia estava mais fresco e propício para uma breve caminhada no parque. Deu um sorriso ao lembrar que estava livre de sua família antiga, livre daqueles homens asquerosos que tentavam ficar mais de uma hora com ela e principalmente livre do medo que sentia diariamente.

Depois de alguns minutos caminhando, Thalia decidiu que era hora de ir embora. Já eram quase quatro horas da tarde e ela ainda queria comprar alguns presentes para a nova família, que agora se reunia para fazer algo que ela não tinha entendido muito bem. De qualquer forma, não queria esbarrar em alguma criatura perigosa que Ryan a havia alertado. Não tinha entendido muito bem, mas acho melhor não perguntar. Sendo assim, saiu dali.



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Vladimir Deasún Ceallach
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 30 Dez 2017, 01:04

::

A noite fresca deixava o vento bastante agradável, estava de férias e ficar em casa havia se tornado tedioso especialmente se pouco conversava com seus primos ou com sua irmã. Os livros haviam perdido a graça e Xadrez de bruxo jogado com apenas um jogador era legal nas primeiras vezes. Nem mesmo coçar a barriga de Lucard estava lhe distraindo e por isso resolveu que iria sair de casa e pegar um ar, como a residência dos Ceallach não ficava muito longe dali não se importou de ir andando. Vladimir  apanhou pelo caminho pedras que chatas que pudesse usar  para atirar de cima da ponte no rio e ver os pequenos discos pular na superfície. — Precisamos arrumar alguma coisa pra fazer, Lucard. — murmurou ao chegar na ponte e olhar rio abaixo dela. — Sem magia tudo fica tedioso.— suspirou e tirou do bolso uma das pedras e  atirou na água, a mesma ricocheteou três vezes na superfície antes de afundar. 

 
 
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Vladimir D. N Ceallach
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 30 Dez 2017, 01:53

Ao infinito e além!
Largou mão das pedras na água e foi andar para um lugar mais seguro e sem riscos de ser morto e sequestrado.


—不管是谁都没资格让我改变


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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 14 Fev 2018, 20:36

Qual era a graça de estar em uma ponte? Não sei. Nenhuma. A menos que fosse de noite, você estivesse realmente bêbado e você quiser pular por causa de uma desilusão amorosa. Relaxe. Não era isso que acontecia comigo. Pelo menos não a parte de querer me jogar ou de ter perdido um amor. Mas eu tava bem bêbado. Existiam dois países no mundo que não interessava muito o que você fosse fazer, você já entrava ali e ficava alcoolizado. Esses eram os maiores efeitos daqueles dois países. De qualquer forma, agora era bom estar ali na ponte curtindo uma brisa, e dando uma relaxada para o cérebro, até porque eu sabia que amanhã meu dia seria duro, e eu não estava muito a fim de lidar com a ressaca, mesmo que a moral já viria, pois eu estava arrependido de dizer algumas coisas. De qualquer forma, quando estava finalmente mais tranquilo, rumei para o meu hotel, saindo dali.
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Coraline Zarek Rietmann
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 23 Maio 2018, 15:36


Angel estava cansada de ficar em casa naquela semana e por este motivo levantou-se da cama e correu até o armário que estava com a porta aberta, em seguida catou o primeiro conjunto que viu e trocou a roupa velha de usar em casa, era hora de dar uma volta e fazer o tédio ir embora. Catou o seu MP3 e então escolheu a música que mais gostava, em seguida seguiu para a garagem de sua casa e montou na bicicleta que lhe pertencia. Só então saiu do local que ainda pertencia ao seus pais e passou a pedalar pela calçada e em seguida para a rua, daria uma volta no bairro. Onde pedalaria até a ponte que tinha perto de casa, e foi assim que a menina fez. Pedalou até a ponte e depois voltou para casa. 

OFf: Angel deixou o loca.


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Angel{Ang}Rose Haraldsen Eirapuã

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Johnatan Alecssander
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Ter 03 Jul 2018, 12:07


A Ha’Penny Bridge foi a primeira ponte construída sobre o Liffey voltada exclusivamente para pedestres. Ela está em funcionamento desde 1816 e um dos meus antepassados haviam ajudado a construir aquilo. Apesar de nascer na frança minha família tinha pessoas espalhadas pelo mundo todo e não é a toa que nós vivíamos em um dos maiores castelos de famílias bruxas da Irlanda. O ponte tinha esse nome devido ao meio centavo que em inglês era "half penny" que cada morador da cidade tinha que pagar para atravessar a ponte. Os trouxas não sabem, mas aquilo tinha sido ideia de um dos membros da família Alecssander e por isso a gente ficou muito rico arrecadando esse imposto durante o tempo que valeu a regra. 

Caminhei por aquele ponte rindo, os trouxas que ali caminhavam não sabiam da existência da magia, das trinta mil pessoas que atravessavam a Ha’Penny todos os dias, nem 10% tinha sangue mágico. Me agachei ao lado co cadeado que eu tinha colocado ali com o Marc, anos atrás quando nós éramos um casal apaixonado do segundo ano e o destranquei, deixando que o mesmo caísse nas águas do Liffey. Marc tinha desaparecido e já estava na hora de mover em frente e começar um novo romance com alguém. Saí de lá com algumas lágrimas escorrendo em meu rosto, por mais que eu ainda o amasse não podia continuar com isso, nem mesmo usar Caio DiBord que era um pai de família como uma paixonite... Eu não tinha chances com ele e sabia. Espero que as aulas comecem logo. Estudar pelo menos ocupa a mente.


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Orion Lionhart Beoulve
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Varinha: Pelo de Nundu, Cedro, 27cm, Quebradiça.

MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Dom 05 Ago 2018, 21:59

    Orion chegou à ponte no começo da tarde, caminhando calmamente após sair das ruas congestionadas de Dublin, para procurar um local mais calmo onde pudesse tranquilamente apreciar o pôr do sol sem que alguma senhora começasse a fofocar com alguma outra pessoa. Felizmente, encontrou um pouco da paz que desejava na Ha'penny Bridge, uma enorme ponte que havia sido construida para ligar dois pontos distintos da Irlanda por de cima do Rio Laffey. Era um ótimo lugar para as pessoas pararem e apreciarem a visão, mas devido ao calendário apertado da maioria, aquilo raramente era possível de se fazer. A luz solar contrastava perfeitamente com a água clara do rio, criando um clima alaranjado que ficaria lindo se algum pintor resolvesse eternizar aquele momento em algum quadro.

    Entretanto, todo aquele momento de reflexão no qual Orion estava envolvido foi quebrado quando os ouvidos do rapaz detectaram um latido não muito longe dali. O som parecia mais com um pedido de socorro do que o de um animal brincando com outra pessoa, por isso o lufano rapidamente olhou para o lado procurando o que estava acontecendo ali. Então, viu que no meio da ponte um pequeno Kerry Beagle latia para os humanos que passavam por ali, enquanto tentava se desviar dos pés dos desavisados que caminhavam pela praça. Mesmo assim, Orion ainda continuou analisando a situação por mais alguns segundos para ver se não conseguia encontrar o dono do animal, mas quando percebeu que isso já não seria mais possível, ele se aproximou lentamente, levando uma mão ao bolso e buscando algo que pudesse atrair a atenção do animal.

    Ajoelhou-se, enfim, há alguns metros do cachorro e tirou do bolso um pequeno biscoito que tinha guardado ali consigo para alguma emergência e começou a assoviar. De maneira quase instantânea, o Beagle parou de latir e olhou em direção ao bruxo que lhe oferecia comida. Em poucos segundos, o cão vinha em direção a Orion balançando o seu rabo de maneira animada. Ainda latia, mas esses sons o ouvido do humano eram capazes de traduzir "Comida, comida, comida" ele dizia e quando o canino de pouco pelo chegou perto o suficiente, o lufano depositou o pequeno petisco no chão e fez um pequeno cafuné nele.

    — O que aconteceu com você? Está perdido? — questionou o rapaz. Naquele momento, poderia ser uma pergunta boba, mas Orion definitivamente era capaz de entender o que animais falavam e aquele cachorro contou sua história para ele. Assim, para o Beagle, que se chamava Saturno, o dono havia se perdido dele quando o deixou numa caixa ali, mas ele era ingênuo demais para entender o que de fato aconteceu. O dono de Saturno, aparentemente chamado por Gabe, havia abandonado o animal ali e saído o quanto antes. Frente aquilo, o lufano pegou o animal no colo e falou, enquanto recebia uma lambida no rosto.

    Vamos, iremos para a casa. — disse, enquanto saia dali, deixando o por do sol que tanto queriaa ver para trás. "Para a casa do meu dono?" retrucou o cachorro, fazendo com que Orion desse de ombros e o respondesse com calma — Talvez. Sabia que eu tenho uma coruja simpática? — e saiu dali.

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Orion Gerrard Lionhart Beoulve

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   

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The Ha'penny Bridge
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