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 The Ha'penny Bridge

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MensagemAssunto: The Ha'penny Bridge   Seg 14 Jan 2013, 20:45

Relembrando a primeira mensagem :

The Ha'penny Bridge

Dublin, Irlanda



A Ponte Ha'penny, conhecido mais tarde por um tempo como o Ha'penny Penny Bridge, e oficialmente, a Ponte Liffey, é uma ponte pedonal construída em 1816 sobre o rio Liffey em Dublin , na Irlanda.  Feita de ferro fundido , a ponte foi lançado em Coalbrookdale em Shropshire , Inglaterra.

Fonte: Wikipédia



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Alvoros Grunnion
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Luana Asgark
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016, 19:30

*Vejo ela conjurando uma bicicleta maneira e saindo dali.*

-Que bicicleta legal.

*Digo, apontando a varinha pra cima.*

-Finite Incantatem.

*Anulo a barreira de aparatação e saio dali.*
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Harleen Vahlok
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016, 19:51

Saio dali

Off: só pra garantir

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Vênus Von Ziegler
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Ter 24 Maio 2016, 02:55

Era véspera de natal. Estava sentada na janela do meu quarto observando a neve cair lá fora. Papai havia dito que Jake viria passar conosco aquela data festiva e que eu não devia me preocupar com seu atraso. Eu ainda não tinha idade suficiente para ir para Hogwarts e por esse motivo havia passado praticamente sem meses sem ver meu irmão. Ainda não tinha me acostumado com a ausência dele. Isabel como todo ano não retornaria para casa, como nunca passava os natais com minha irmã eu já não me preocupava, havia até mesmo enviado seu presente via-coruja. –Pai, tem certeza que ele vem? – Olhei meu pai de canto de olho começando a ficar desconfiada. Novamente meu pai garantiu que Jake chegaria e estava apenas atrasado devido a quantidade de neve que estava caindo. Minha diferença de idade para a de Jake eram de exatos três anos. Tinha preparado para ele um cartão com um desenho que eu mesma havia feito com a frase “melhor irmão do mundo”, além de ter eu mesma pintado uma caneca com nós dois desenhados passeando pelo parque. Estava verdadeiramente ansiosa para presenteá-lo.

 
Desci as escadarias da casa e fui até a cozinha onde boa parte dos meus parentes já estavam reunidas. Uma mesa bem grande ficava praticamente no meio da cozinha, cheia de comidas e bebidas natalinas, além de vários de meus primos tentando roubar algo para comer antes da ceia. As banquetas que ficavam do lado direito e encostadas na parede já estavam limpas e cheias de sobremesas que seriam consumidas mais tarde. Corri até a pequena arvore de natal que havia conseguido enfiar ali e conferi se o meu presente ainda estava ali. Agradeci mentalmente por Krampus não ter roubado o que tinha feito para Jake e novamente virei-me para meu pai, que nesse momento já estava na cozinha novamente. –Acho que ele não vem. – Apontei para o relógio que marcavam onze e meia da noite. Jake chegaria com alguns outros primos meus que também estavam atrasados, o que de acordo com meu pai, significava que ele viria, mas que deveriam estar com problemas para se locomover até nós. Quando a campainha tocou, sai como um tiro em direção a sala já esperando encontrar meu irmão. –Jake! Jake, eu fiz um pres....- Parei a frase no meio. –Cadê o Jake? – Perguntei para Lizzy que chegou carregando algumas malas. –Ele não quis vir esse ano. – Ouvi a voz de outro dos meus primos dizer. –O Jake não vem? – Senti que meus olhos começavam a se encher de lágrimas. Eu tinha passado horas fazendo o presente de natal dele e tudo que queria naquele momento é que ele viesse passar um tempo comigo. –Porque ele não quis vir? – Fui ignorada por completo.

Talvez ele tivesse tido algum problema para vir, alguém deve ter impedido ele, provavelmente Krampus. Esperei que todos estivessem na cozinha conversando distraidamente e fui até a árvore de natal pegando o presente que havia feito para meu irmão. Com cuidado passei pela sala e fui para o lado de fora de casa, dando de cara com um mundo praticamente todo branco. –Preciso ir em Hogwarts buscar Jake, ou ir atrás do papai Noel. – Murmurei para o vento. Caminhei incansavelmente pelas ruas brancas do bairro onde vivia sempre procurando placas que poderiam me levar ao polo norte para falar com o papai Noel, ou me levar para Hogwarts onde podia encontrar meu irmão. –Jakeeeeee! – Gritei para a neve. –Eu fiz um presente para você. – Choraminguei um pouco enquanto o frio começava a me incomodar. Abracei o meu casaquinho por alguns instantes e decidi continuar. Já não sabia dizer mais onde estava e como faria para voltar para casa, mas tudo que pensava era em entregar o presente de Jake. Sabia que meu pai já deveria ter suspeitado de algo e provavelmente havia começado a me procurar por toda a casa, até notar que havia saído para a vizinhança, então se quisesse ir até meu irmão, precisava ser rápida. Comecei a correr pela rua enquanto sentia meus dentes baterem devido ao frio. Sempre que podia chamava o nome de meu irmão, que eu tinha certeza que me responderia caso estivesse por perto.
 
Estava começando a ouvir vozes chamando o meu nome, mas pareciam distantes demais para me encontrarem. Não queria ser achada ainda, precisava encontrar meu irmão primeiro. Decidi correr um pouco mais enquanto olhava para trás, até que o pior aconteceu. Tropecei em alguma coisa e me estabaquei no chão. Com isso o presente de Jake também caiu e o barulho de “crack” indicou que algo havia quebrado. O bilhete de melhor irmão do mundo passou voando próximo a minha cabeça enquanto eu tentava pegar o que havia restado da caneca. Comecei a chorar ao perceber que não teria conserto devido aos milhares de pedaços que tinham se espalhado e misturado com a neve branca. Nem mesmo me importei com o pequeno corte no dedo que havia feito na tentativa inútil de juntar aos pedaços. –Agora o Jake não vai ganhar presentes. – Os soluços causados pelo choro começavam a aumentar. –O que eu direi a ele? – Falei entre lágrimas enquanto voltava a tentar unir os pedaços da caneca. Uma voz que chamava o meu nome foi ficando cada vez mais próxima de onde estava. Eu já tinha desistido de fugir dos meus parentes, minha missão tinha fracassado. –Jake vai me odiar. – Falei ao ver o vulto de meu pai. Seu rosto parecia confuso e preocupado ao mesmo tempo. Mostrei para ele o que havia acontecido com a caneca e retornei a chorar. –O que eu vou fazer? – Perguntei para meu pai. –Vênus, desculpe pelo atraso. – Escutei a voz de meu irmão. –Jake? – Chamei enquanto via que ele estava ao lado do meu pai. –Eu fui atrás de você, por que eu não queria que ficasse sem o seu presente de natal, eu tinha feito uma carta e ... – Parei de falar devido a um soluço. –Eu estraguei o seu natal, meus presentes foram destruídos. – Abaixei a cabeça enquanto o via se aproximar. Será que ele me odiaria? Jake provavelmente não ia gostar de ficar sem presentes. Meu irmão se abaixou de frente para mim enquanto tinha o cuidado de não quebrar ainda mais os fragmentos da caneca. –Vênus, você está machucada. – O vi segurar o meu dedo e examinar o pequeno furo. Recebi um beijinho em meu dedo e logo ele já havia me convencido a me levantar e me abraçar. –Por favor, não me odeie. – Pedi para ele ainda chateada com toda a situação. –Odiar você? Nunca tive uma irmã que saísse desesperada de casa para me entregar um presente que ela mesmo fez. – Ele e meu pai pareciam mais tranquilos agora. –Me disseram que você não viria. – Escondi a cabeça nele. –Eu apenas atrasei um pouco, me desculpe. – A voz de meu irmão beirava o remorso.
 

-Não quis preocupar você e o papai. – Falei em tom de desculpas. –Só queria achar você ou o papai Noel para poder te dar o meu presente. – Começava a parar de chorar. –Vênus, porque o seu cabelo está tão branco? Você andou pintando enquanto estava fora? – A pergunta de Jake me deixou confusa. Apenas neguei com a cabeça enquanto ele e meu pai começaram a me analisar. –Tem algo de errado comigo? – Perguntei passando da tristeza para a preocupação. Novamente eles fizeram uma cara meio surpresa. –Por favor, diz que não é nada ruim. – Olhei para Jake. –O seu cabelo mudou de novo. –Foi tudo que meu irmão disse. –É melhor irmos para casa.
*sai dali*




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Nicholas Slytherin Larsen
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qui 09 Jun 2016, 19:56


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Dublin



O verão irlandês era quente e agradável. Nicholas nem lembrava a ultima vez que usara regata para andar na rua. O sol que iluminava o rio Liffey na parte central de Dublin também fazia os cabelos dourados do sonserino brilharem vivamente. Alexander, pai de Nicholas, estava em uma reunião de negócios (sim mesmo nas férias ele não parava de trabalhar) e o garoto resolvera dar uma volta sozinho pelo centro da capital. Os trouxas andavam com seus carros apressados fazendo todos os tipos de atividades e nem notavam o menino meio sueco meio francês ali debruçado na ponte observando o correr do rio. Nicholas estava bem tranquilo, calmo e feliz. Estava tão perdido em pensamentos que mal notara uma pequena serpente que deslizava na água do rio até a borda perto do garoto. Era uma cobra d’agua. Pequena e com uma coloração verde-esmeralda. Nicholas obervava o pequeno réptil com curiosidade, mas já imaginava o que viria á seguir. “Ah estou perdido novamente, ótimo. Eu sabia que não deveria virar à esquerda naquela tubulação em Galway” a serpente falou mexendo a cabeça de um lado pro outro colocando a língua de fora ocasionalmente. “Hey, garoto, você consegue me entender não é? Consegue sim! Eu pressinto que sim!” Nicholas olhou para os dois lados e falou em um tom de voz baixo. “Sim consigo sim...” A serpente rastejou para mais perto de onde Nicholas estava e ficou logo abaixo dele na ponte. “Ah ótimo! Pode me ajudar, onde estou?” Nicholas novamente olhou para os lados e respondeu em seguida. “Bem, você está em Dublin, no centro na ponte Ha’Penny. Está perdido?” A cobra mostrou a língua algumas vezes antes de responder. “Sim, estou, mas agora me achei obrigado. Hey, você não é daqui né? Tem um sotaque bem forte.” Nicholas esperou um casal de trouxas passar na rua e respondeu. “Eu sou Sueco, mas moro no Reino Unido, em Hogwarts, estou aqui só de férias.” A cobra pareceu super empolgada quando ele comentou sobre Hogwarts. “Wow! Hogwarts, eu tenho um primo que mora lá, George, já ouviu falar?” o garoto então disse. “Ahh.. acho que não, existem bastante cobras por lá... sinto muito.” A serpente continuou encarando e respondeu “Ah certo, bem, vou seguir meu caminho, ainda estou longe de casa, boas férias aluno de Hogwarts!” e em seguida, logo após Nicholas se despedir, mergulhou no rio sumindo assim de vista. O garoto então sorriu e respirou fundo, já estava se acostumando com esses diálogos com répteis.


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Amanda R. McGregor Ledger
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Ter 21 Jun 2016, 01:54

O dia mais feliz da minha vida

Após sairmos do Odeon, tia Kiara e eu caminhamos em passos largos, quase correndo. No caminhos para casa ela checou a minha lista de materiais, item a item quase seis vezes. Assim que chegamos em casa, tia Kiara tirou sua varinha do bolso de seu casaco, agitando graciosamente em direção ao quarto.  - Achei que você não fazia feitiçoes perto de mim. - disse em tom de gozação. Ela sorriu em resposta, afinal, ambas sabiamos agora que eu era uma bruxa também. Comemos um delicioso stew, enquanto ela contava histórias de como cada membro da família do meu pai recebeu a carta. Foi um jantar divertido. Depois de tudo pronto, escovei os dentes e fui me deitar. Eu não podia parar de pensar em Londres, em hogwarts. Eu sabia que muitas coisas maravilhosas me esperavam. Eu sabia que, essa noite, papai estaria orgulhoso de mim. Senti que o sono finalmente chegara, então,fechei os meus olhos e fiz minhas preces  - Boa noite, papai. - sussurrei. E lá estava ele, suas vestes negras e cabelos cor de cobre. Era a primeira vez que eu sonhava com meu pai. Ele sorriu e abriu os braços para mim. Então eu tive a certeza que aquele era o melhor dia da minha vida.


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Oliver McGregor

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 17 Set 2016, 18:32




I'll be a better man

Desde que as brigas com o irmão haviam se tornado frequentes, Oliver não conseguia organizar os pensamentos. Chase era um garoto difícil, tão difícil quanto ele tinha sido naquela idade. Essa era a graça, ele via o seu passado se repetindo todos os dias e não queria que seu irmão cometesse os mesmos erros que ele. Oliver se sentia um tanto hipócrita por pegar no pé do irmão depois das bebedeiras e sobre as tantas mulheres que ele levava para casa.
Eles haviam decidido passar um tempo afastados para esfriarem a cabeça, cada um visitaria um país por um tempo, pelo menos até o humor dos irmãos não estar tão explosivo.

Enquanto terminava de arrumar a sua mala, Oliver teve a sensação de que alguma coisa (ou tudo) em sua vida mudaria drasticamente após essa viagem. Fosse o que fosse, ele precisava mesmo de novos ares.
O louro caminhou até a saída do hotel onde estava hospedado, caminhou até uma das ruas pouco movimentadas que haviam por alí e aguardou até não avistar nenhum trouxa, aparatando em seguida.

Oliver saiu dali


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Oliver Andrew Hale McGregor

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 28 Set 2016, 02:23




Letter: Post Atemporal
No dia anterior ao de sua viagem, Oliver tirou algum tempo para escrever uma carta para sua amada sobrinha. Ele pretendia vê-la assim que possível, tinha cansado de deixa-la achando que não tinha família, ou que seu padrinho nem mesmo se importava em ir visita-la. Ele sentou na cadeira de seu escritório, sacou uma pena e um pergaminho.

“Para minha amada Heidi.


Como vai, meu amor? Espero que esteja se divertindo em Hogwarts.... Na verdade, sei que está. Conversaremos sobre o capítulo do duelo depois, mocinha!

Bem, venho aqui finalmente esclarecer algumas coisas para você. Você nunca soube meus motivos, mas durante todos esses anos eu só pensei em mantê-la segura. Desculpe-me não responder suas perguntas, e não pense que não te visitava, eu sempre estive por perto. Mas a vida para alguém como eu, com uma história que um dia você vai conhecer, não era fácil e eu não tinha como te levar comigo. Foi por isso que escolhi ficar anônimo, eu não queria te decepcionar. Hoje tenho mais segurança em te mandar essa carta.

Eu só quero lhe dizer que a amo e vou entender seja qual for sua resposta. Eu sei que você pouco sabe de mim e acho que já basta disso, desse mistério todo. Eu quero vê-la, quero que você me conheça... eu vou responder todas as suas dúvidas, vou me apresentar. Muita coisa numa carta só né? Mas eu sinto que está na hora de ter a melhor parte de Victorie perto de mim, sob a minha proteção verdadeira.

Espero que aceite conhecer o seu padrinho.

 

Com amor,

Oliver.”
 
Ao terminar a carta, Oliver se sentiu apreensivo. O que será que sua sobrinha pensaria de tudo aquilo? E ainda tinha que atualizar Elleonora sobre aquela situação. ”Coisa demais”, ele pensou, chacoalhando a cabeça como se espantasse os pensamentos.
O rapaz dobrou cuidadosamente o pergaminho, colocando-o num envelope, mas dessa vez continha uma assinatura e o brasão da família. Ele entregou o envelope à coruja da empresa, que, desde os cinco anos da menina, entregava as suas cartas pontualmente. - Entregue para a garota mais linda que você encontrar em Hogwarts, Brownie. - Ele sorriu, colocando o envelope no bico da coruja e afagando o topo de sua cabeça.
A ave bateu suas asas e virou-se para a janela, levantando voo e sumindo ao horizonte. Oliver recolheu suas coisas, enfiou algumas pastas em sua bolsa e saiu dali.
 

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Ash T'zie Luoyang
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 26 Out 2016, 16:03

Lolly soltou um suspiro profundo e apoiou-se na estrutura de metal da ponte, inclinando o rosto para frente e depois para baixo, vendo o rio correndo lá embaixo. Ajeitou o casaco sobre o corpo assim que uma corrente de ar frio lhe arrepiou a espinha, deixando um muxoxo escapar ao perceber que teria pouco tempo para curtir a vista. Havia deixado o resto da sua família para trás e corrido em alta velocidade em direção à ponte, já que uma das coisas que mais gostava de fazer era ficar ali, observando a água barulhenta e as luzes que se acendiam na cidade conforme a noite chegava. Entretanto, podia ouvir os passos e as conversas animadas dos seus irmãos e dos seus primos, que já caminhavam sobre a ponte e em breve chegaram aonde ela estava, forçando-a a prosseguir o caminho e finalmente deixar a ponte para trás. Desencostou-se do suporte de metal da ponte e passou a andar ao lado de Cookie assim que a irmã lhe alcançou, começando a conversar com ela sobre algo aleatório. Junto ao resto de sua família, Lolly saiu dali.

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Michelli Dosseau McFlont
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 14 Dez 2016, 10:52



The Ha'penny Bridge




Já era tarde da noite… Eu provavelmente não deveria estar ali a essa hora, poderia estar correndo perigo. Mas eu simplesmente não conseguia parar de andar, precisava de espaço, um tempo só para mim. Em casa todos tinham voltado para as férias, e consequentemente ela estava bem barulhenta. Eu mal conhecia a Irlanda, teria que dar um jeito de voltar para casa depois, pois não lembrava exatamente o caminho que tinha me trazido até ali. Só parei de andar quando cheguei a uma ponte. Para ser mais exata, aquela era The Ha’Penny Bridge.

Encostei-me na beirada da ponte e passei a observar o rio que passava ali por baixo, que era uma bela paisagem. Conforme o tempo ia passando, a temperatura ia esfriando, e eu não tinha colocado uma blusa de frio, afinal quando saí de casa ainda estava sol. Falando em casa... Será que já teriam sentido minha falta por lá? Será que eu realmente era parte da família? Duas perguntas que eu não sabia responder.

Ali observando as águas do rio comecei a me lembrar de tudo o que havia acontecido durante aquele ano que chegava ao fim. Eu havia sido adotada, tirada de um país e levada a outro completamente diferente da noite para o dia. E nesse momento minha vida mudou completamente. Descobri que era uma bruxa, que tinha uma vaga em uma escola de magia e bruxaria, que minha mãe tinha uma família toda procurando por ela, e que também era uma bruxa. Porém enquanto estava viva, ela nunca havia tocado no assunto comigo, eu jamais tinha ouvido falar sobre magia antes do início desse ano. E muito menos sabia que tinha uma família além dela na Irlanda.

Após pensar em minha mãe, minha cabeça ficava totalmente confusa. Se ela era uma bruxa, e viveu por anos sem usar magia, nunca falou comigo sobre o assunto, será que eu deveria usar magia? Se quando ela atingiu a maioridade, fugiu da Irlanda e da família sem deixar rastros, será que eu deveria estar ali agora? Mais perguntas que eu não sabia responder.
 



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Sam D. McCain Wichbest
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 14 Dez 2016, 15:43


Tudo que a Irlanda me lembrava era dos leprechauns e sobre como muitos deles eram trapaceiros. Em Dublin, logo no centro em um apartamento que não levantava suspeita alguma, havia um grupo que praticava e promovia jogos ilegais. Nunca confie no ouro de um leprechaun, é o conselho que lhe dou: aquele ouro costuma desaparecer em algumas horas e você vai se ver enganado quando já estiver a milhas de distância do farsante - provavelmente nunca mais o verá.

Ora, não vou dizer que eu estava no meio daquilo tudo. Você por acaso é da execução das leis da magia? Eu não sei de nada. Tudo o que posso dizer é que fui passear na Irlanda naquela noite. Agora, continuando minha caminhada sob o luar, tomava um sorvete de casquinha e seguia atravessando a ponte aparentemente com companhia. Devo dizer que era meu desejo parar um pouco pra contemplar as águas que seguiam o fluxo, mas não conseguiria me concentrar na beleza natural se tivesse companhia. Lambendo meu sorvete qualquer um me veria tranquilo, mas minha varinha estava preparada pra qualquer tipo de ameaça - como sempre.

Mais alguns passos e pude distinguir que não passava de uma criança sozinha, provavelmente por volta de seus 11 anos. Provavelmente seus pais não estavam longe, mas não custava nada verificar se estava tudo certo, principalmente sendo uma pessoa de bom coração como eu era - olá - outra lambida no sorvete, e parei de frente pra garota, olhando pra ela - tá tudo certo aí? quer sorvete? - questionei torcendo para que a resposta fosse não.

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 14 Dez 2016, 17:24



The Ha'penny Bridge




Quando percebi que as luzes de algumas casas próximas de onde eu estava começavam a se apagar, me toquei que talvez fosse melhor voltar para casa antes que ficasse muito tarde, considerando que eu não tinha certeza do caminho de volta e era só uma criança para estar ali sozinha.

Estava tão perdida em pensamentos, que não prestei atenção em alguém que se aproximava. Dei um pulo de susto quando o homem disse “oi” e precisei respirar fundo e me recompor. Quando olhei para ele novamente, ele me oferecia um sorvete de casquinha. Abri a boca várias vezes procurando o que dizer, mas o susto havia me deixado um pouco confusa: - Ahn... Oi. – Disse um pouco hesitante. Olhei para o sorvete, e lembrei que estava com frio, passando os braços ao redor do corpo: - Não, obrigada, eu... Já estava indo pra casa. – Respondi a ele enquanto olhava em volta para ver se havia mais alguém por ali.

Minha real vontade foi de sair correndo e ir embora como estava planejando há alguns minutos atrás, já que conversar com um estranho nunca era recomendado, principalmente para crianças da minha idade, e especialmente quando ofereciam alguma coisa. Porém eu sentia que o conhecia de algum lugar, e ele não parecia perigoso: - Você não me parece estranho... Já nos vimos antes? – Resolvi perguntar, ainda meio hesitante e cogitando a ideia de realmente sair correndo dali.
 


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Sam D. McCain Wichbest
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 14 Dez 2016, 18:19


Fiquei um pouco mais aliviado quando ela negou o sorvete e voltei a atenção agora especialmente para a conversa. Um tanto quanto preocupada ela pareceu ao me ver, e isso afastou de mim qualquer ideia louca de que poderia ser uma emboscada - ela estava mesmo preocupada. - Pra casa, é? - não pude deixar escapar um sorriso, me divertindo com a situação. - Você tá com frio? Segura aqui - mal esperei por uma resposta e passei o sorvete pra ela enquanto com as mãos livres tinha mais mobilidade pra retirar minha jaqueta.

Era uma jaqueta de couro, preta, consideravelmente maior que a garotinha, mas com certeza a protegeria do frio que ela aparentava seguir. Eu tava de boas naquele clima. - Veste aí. - peguei de volta meu sorvete e a passei a jaqueta enquanto escutava o que ela dizia - humm... - dei uma olhada melhor nela enquanto buscava na memória - Talvez em Hogwarts? - me lembrava vagamente daquele rosto, mas podia facilmente estar confundindo. Havia uma infinidade de alunos naquela escola - Se você estuda lá eu sou o professor de Mitologia, meu nome é Sam, prazer. Qual o seu? - não seria tanta coincidência assim que ela estudasse na escola mais badalada de magia da Europa.

- Quer companhia pra voltar pra casa? Talvez não seja muito esperto ir sozinha a essa hora da noite - tentei manter uma expressão bondosa para não assustá-la, e sinceramente eu estava bem a vontade. Minha noite no meu passeio havia sido lucrativa, eu estava de bem com a vida hoje. A única notícia relativamente ruim era o fim próximo do sorvete de casquinha.

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 14 Dez 2016, 20:23



The Ha'penny Bridge




Ele sorriu quando comentei sobre ir para casa, parecendo se divertir com a situação. Para minha surpresa reparou que eu estava com frio, provavelmente pelo fato de eu ter me abraçado quando vi o sorvete. Pediu que eu segurasse a casquinha, e tomei o maior cuidado para não derrubar no chão enquanto ficava vermelha quando ele tirou sua jaqueta de couro para que eu vestisse. Peguei a jaqueta e a vesti, me atrapalhando um pouco devido ao tamanho. Caberiam duas de mim na peça de roupa: - Muito obrigada. – Disse, minha voz falhando pela vergonha.

Ele parou para pensar um pouco em minha pergunta, provavelmente tentando lembrar-se de mim. E então respondeu a palavra-chave. Hogwarts. Com certeza seria de lá, afinal eu não tive muito contato com outras pessoas além da escola de magia. Descobri então que ele era um professora de lá, seu nome era Sam, e lecionava Mitologia: - Professor? Por isso não é estranho. – Comentei sorrindo pela primeira vez desde que ele tinha aparecido. Já me sentia mais à vontade. – Sou Michelli Dosseau, prazer. – Eu tive a ideia de estender a mão para cumprimentá-lo, mas se eu erguesse o braço com a jaqueta, ele não encontraria minha mão, pois estaria encoberta pelo tecido, e eu ia passar mais vergonha.

Quando ele perguntou se eu queria companhia até em casa e comentou que talvez não fosse muito esperto voltar sozinha àquela hora da noite, respondi: - Na verdade acho que não foi muito esperto eu ter chegado até aqui sozinha. – Comentei em tom de brincadeira, mesmo que não fosse nada engraçado. Dei meia volta para olhar pela ponte o caminho por onde tinha vindo: - Seria ótima a companhia, mas pra ser sincera não lembro exatamente como vim parar aqui, só sei que foi por aquela rua. – Disse apontando para uma rua à direita da ponte.
 



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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 14 Dez 2016, 20:53


Aparentemente dizer que eu era professor de Hogwarts fez toda a diferença. Não sei se ela realmente se lembrou de mim após aquilo ou se simplesmente acreditou - resolvi não ir mais a fundo nisso pois a confiança temporária dela pelo menos eu tinha, e queria que continuasse assim. Era mais fácil conduzir a conversa.

Pelo que parecia ela saiu de casa sozinha e se aprofundou pela cidade, pois não soube dizer por que caminho veio. Aquilo deu uma reviravolta na minha cabeça, pois provavelmente estávamos encrencados agora. - Sério? - perguntei um pouco confuso. Ela apontou na direção da rua à qual veio. Estávamos no centro de Dublin. A menos que fosse naquele quarteirão, era mais fácil acertar um tiro no escuro do que encontrar de volta a casa dela. - Você andou por muito tempo? - quis saber. Eu não fazia ideia de como proceder a partir daí. Provavelmente dariam Michelli como desaparecida no Profeta Diário e se um transeunte nos visse juntos daria o depoimento de que eu sequestrei a garota.

Dei uma olhada em volta pra me certificar de que estávamos sozinhos.

- Como você sugere que façamos o caminho de volta? - minha garganta estava seca com a desesperança e, finalmente, meu sorvete tinha acabado. As coisas começavam a desandar, até que me ocorreu a dúvida: - Aliás, por que você veio até aqui? Seus pais autorizaram isso? - questionei voltando a assumir uma posição adulta.

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 14 Dez 2016, 22:54



The Ha'penny Bridge




Ele pareceu confuso e preocupado após eu ter dito que não me lembrava exatamente como havia ido parar ali. Reação que de certa forma eu esperava, afinal não era comum encontrar uma criança sozinha altas horas da noite, e na minha idade não lembrar o caminho de volta para casa era estranho e eu entendia isso. Ele perguntou se eu havia andado por muito tempo, e eu mordi os lábios e desviei o olhar dele para o rio novamente enquanto respondia totalmente sem graça: - Ahn... Talvez por algumas horas... – Comecei a cogitar novamente a ideia de sair correndo dali antes que ficasse muito encrencada, afinal ele era um professor de Hogwarts.

Reparei que ele também pareceu desconfortável e começou a olhar em volta, talvez estivesse preocupado em se encrencar também. Ele voltou a olhar para mim e perguntou como eu sugeria que fizéssemos o caminho de volta: - Eu... Ahn... Bom, eu vou por aquela rua, e dali eu tento me lembrar do resto do caminho, e... – Eu ainda falava quando ele perguntou o que eu fazia ali, e se meus pais tinham autorizado aquilo. Foi então que fiquei sem fala. Não sabia exatamente o que responder.

Fiquei alguns segundos apenas o encarando, escolhendo o que dizer. Cruzei os braços, suspirei a abaixei o olhar enquanto respondia: - Não, eles não autorizaram isso... – Voltei a olhar para o rio. – Minha mãe morreu, eu vivo com meus tios.Eu precisava de um tempo sozinha, e em casa era impossível, já que estão todos vindo para passar as férias. Decidi sair para andar um pouco, e acabei indo longe demais. – Terminei de responder, mas ainda sem coragem de olhar para ele. – Não faz nem um ano que mudei para cá, por isso me perdi. - A bem da verdade é que eu não queria dizer a ele que planejava fugir de casa.



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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qua 14 Dez 2016, 23:28


Talvez por algumas horas... As palavras ficaram ecoando na minha cabeça. Eu não sabia nem que reação ter diante daquilo. Talvez em outras situações eu desse uma risadinha de nervoso, mas tentei segurar para não ser mal interpretado. Afinal, quem estava ferrado não era eu - mas eu era o adulto e tinha o dever moral de ajudar a garota. Respirei fundo, encarando-a e escutando cada palavra que ela dizia. Ela tinha toda a minha atenção, mesmo que fosse pra cada vez mais acabar com as próprias chances de reencontrar sua casa.

Tentei aceitar o que estava acontecendo. Era incrível como a noite podia dar uma reviravolta tão facilmente. Busquei ficar calmo. Toda situação tem uma solução. - ok - falei por fim quando ela terminou de falar. Dei uma última olhada pelo caminho do qual ela disse  ter vindo, desesperançoso. - ok - repeti. - Já está tarde da noite, como você pode ver - indiquei as luzes apagadas nos prédios próximos, assim como as lojas fechadas. - E... Bem, não acho que vamos conseguir encontrar sua casa assim tão fácil.

Fiz uma nova pausa de alguns segundos, considerando muito antes de fazer a sugestão, pensando em cada palavra antes de falar. - Você... Bem, precisamos arranjar um lugar seguro pra você passar a noite. - olhei pra ela, tentando analisar sua expressão. Seria sensato da parte dela achar perigoso, mas que outra escolha ela tinha? Eu trazia minha rara expressão de seriedade no rosto. - Podemos procurar seus... tios pela manhã. - um novo tiro no escuro - Talvez uma nota no Profeta Diário facilite as coisas. Acharemos um jeito. - olhei para o rio lá embaixo. Responsabilidades...

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qui 15 Dez 2016, 00:26



The Ha'penny Bridge




Quando terminei de falar, ele precisou de um tempo para digerir tudo, disse “ok” duas vezes enquanto olhava em volta. Imaginei que provavelmente eu estava encrencada. Ele era um professor de Hogwarts, devia conhecer alguém da minha família, e se eles já tivessem sentido minha falta eu estaria em uma enrascada quando voltasse. Voltei minha atenção a Sam novamente quando ele disse que já era tarde da noite, apontando para os estabelecimentos em volta, todos fechados e luzes apagadas. Eu pretendia responder, quando ele disse que não iríamos encontrar minha casa assim tão fácil. Suspirei mais uma vez desviando o olhar, e assenti com a cabeça, realmente seria complicado.

Logo após isso rolou uma pausa de alguns segundos, enquanto eu tentava arranjar alguma solução para aquela situação, e certamente ele também. Quem cortou o silêncio foi Sam, dizendo que precisávamos encontrar algum lugar seguro para que eu passasse a noite. Arregalei os olhos com a proposta, totalmente perdida e confusa... Passar a noite fora de casa? Confesso que antes de sair de lá não havia sequer pensado nessa possibilidade. Ele sugeriu que procurássemos meus tios amanhã, que talvez uma nota no Profeta Diário facilitasse as coisas. Eu o encarei, enquanto balançava a cabeça sem saber o que fazer: - Mas... Onde eu passaria a noite? Quero dizer, está tarde, mas eu poderia tentar encontrar o caminho e... – Comecei a gesticular com as mãos, o que sempre fazia quando ficava nervosa. – Eu não posso sair no Profeta Diário, é possível que nem me aceitem de volta se isso acontecer, eu... – Passei as mãos no cabelo e tampei o rosto, sem ter mais opções: - Olha, eu não quero arranjar problemas para ninguém. Eu fui irresponsável indo tão longe sozinha, agora eu preciso resolver. Mas você é o adulto aqui, faremos o que achar melhor. – Concluí, cruzando os braços novamente e imaginando como minha mãe teria criado coragem para sair pelo mundo sem deixar rastros.



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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qui 15 Dez 2016, 00:56


Apesar das dificuldades ela insistiu novamente em tentar achar o caminho. Estaria sendo sincera ou apenas querendo se livrar de encrencas? Imaginava que a essa altura até mesmo ela já teria percebido que não encontraria. E ela estava tomando noção da confusão em que ela foi se meter saindo de casa sem a menor preocupação - essa última parte pelo menos era sensata.

Busquei me livrar do sentimento de responsabilidade que me pesava. "Você só esta ajudando alguém, não é exatamente um peso". Pensar assim me deixava um pouco mais tranquilo, pois esse era um dos meus temores da vida: ficar preso a algo.

Ela ficava visivelmente mais nervosa a cada nova frase, e meu sentimento de "isso é merecido" passou para "awnnnn não fica assim". Mas é claro que eu tentei não expressar tanto assim - Michelli, vai ficar tudo bem - resisti ao insinto de tomá-la em um abraçox, afinal eu tinha acabado de conhecê-la. Talvez esse negócio de instinto paterno fosse mesmo sério. - Olha, não se preocupa que você não está dando trabalho. Fica tranquila que vou te ajudar, vai ser simples. Não se preocupe. Quando acharmos seus tios eu converso com eles e explico as coisas, qualquer coisa inventamos alguma desculpa pra te livrar. - sorri esperando que ela fizesse o mesmo.

Me encostei na beirada da ponte, ficando de costas para o rio e de frente para a garota. - Vou te oferecer duas opções. Você escolhe o que acha melhor e eu te acompanho, ok? - esperei que ela confirmasse e prossegui - Podemos vagar por horas pelas ruas tenebrosas de Dublin, lutando contra o frio e perdidos em um labirinto que você mesma não tem muita certeza de qual caminho seguir, além de possíveis perigos que nos esperam - nem um pouco tendencioso, é claro - ...ou podemos ir pra casa da minha família onde Mimble, o elfo, ficará muito feliz em nos fazer chocolate quente. Lá você pode ficar no quarto de visitas - ou no meu quarto, caso não queira ficar sozinha -, com acesso a cobertores quentinhos e todo o conforto que quiser. Podemos pensar numa solução pra sua volta pela manhã, após uma noite bem dormida. - concluí, e cruzei os braços esperando que ela decidisse.

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qui 15 Dez 2016, 01:52



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Eu já estava ficando com os olhos cheios de lágrimas, voltei a passar os braços em volta de meu corpo, mas não mais de frio, e sim por não ter certeza do que aconteceria comigo agora. Foi quando Sam tentou me tranquilizar, dizendo que iria ficar tudo bem. Passei a olhar novamente para ele depois dessa frase, enquanto ele dizia que eu não estava dando trabalho, que iria me ajudar e seria simples. Comecei a ficar mais tranquila, principalmente quando ele disse que conversaria com meus tios e explicaria tudo a eles, inclusive inventaria alguma desculpa para me livrar. Sorri de volta para ele, passando o braço nos olhos para tirar o resquício de lágrimas que ainda estavam ali, torcendo para que ele não tivesse percebido: - Obrigada mais uma vez. – Agradeci novamente.

Sam encostou-se na beirada da ponte, onde eu estivera encostada há algum tempo atrás, e olhou para mim, dizendo que iria me oferecer duas opções, e a que eu achasse melhor ele acompanharia: - Tudo bem. – Respondi e escutei o que ele tinha a dizer. Uma das opções era sair andando pelas ruas de Dublin, no frio, correndo perigos e sem saber exatamente para onde ir até chegar a minha casa. Fui franzindo o cenho conforme ele me mostrava a cada palavra o quanto aquilo seria totalmente impensável de se fazer naquele momento. E então a segunda opção... Irmos até a casa da família dele, onde teria chocolate quente, eu poderia dormir no quarto de visitas ou até mesmo no dele se não quisesse ficar sozinha, com cobertores e bem confortável. Um sorriso foi surgindo no canto dos meus lábios enquanto ele falava sobre o chocolate quente e os cobertores.

Após ouvir tudo o que ele tinha a dizer, sorrindo, tomei minha decisão, que com certeza não era muito difícil de escolher: - Escolho a segunda opção. Se não for trazer problemas pra você e se não for incomodar uma completa estranha na casa da sua família... – Decidi sorrindo. O que seria de mim se ele não tivesse aparecido? Eu teria corrido o risco de voltar sozinha para casa? Ou me esconderia em algum beco e passaria a noite ali? Resolvi não pensar nisso, e curiosa perguntei: - Você tem um elfo? Sua casa é próxima daqui?– Eram perguntas totalmente fora de contexto, mas mesmo assim eu as fiz.
 


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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qui 15 Dez 2016, 02:25


Conforme o humor da garota, tão pra baixo, foi migrando para sorrisos e sorrisos, eu não resisti a acompanhá-la nessa energia positiva. Parecia ter transmitido confiança suficiente para que ela aceitasse meu convite, e cá entre nós, o que poderia acontecer de ruim? A vida é tão simples se você parar pra pensar. É tudo questão de perspectiva.

- Acredite, uma garota desconhecida seria a coisa mais normal que eu levo pra casa - gargalhei com as lembranças, depois percebi o quão sujo aquilo poderia significar e não sabia se ela tinha entendido, então logo completei: - Certa vez levei um hipogrifo pra casa, foi uma bagunça só - balancei a cabeça perdido em pensamentos, e depois respondi às outras perguntas: - Sim, o Mimble é muito legal, você vai conhecer ele. Eu moro... Bem, eu não moro na Irlanda, mas podemos aparatar até lá. Imagino que você já tenha aparatado, certo? Ou talvez prefira uma viagem de portal? Posso fazer um se você se sentir mais confortável assim. A aparatação é desconfortável mas leva poucos segundos... - aguardei por alguma resposta.

- Vai ser divertido - afirmei - De quebra ainda jogamos alguma coisa antes de dormir. Já jogou snap explosivo? Talvez xadrez bruxo? - não sabia a complexidade desses jogos para a idade dela, mas também não queria tratá-la como se ela não soubesse de nada. Poderia facilmente ensiná-la, se fosse o caso. - O que acha de irmos, então? - estendi a mão pra ela, aguardando relativamente ansioso.

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qui 15 Dez 2016, 16:15



The Ha'penny Bridge




Achei engraçado quando Sam disse que uma garota completamente desconhecida era a coisa mais normal que levava para casa, soltei um riso baixo, tentando imaginar que tipo de coisas estranhas ele já levara. Ele comentou que certa vez havia aparecido com o hipogrifo por lá, e que tinha sido uma bagunça. Eu não sabia exatamente o que era um hipogrifo, mas precisei rir novamente imaginando a cena.

Então ele respondeu minhas perguntas. Disse que Mimble, o elfo era muito legal e que ele não morava na Irlanda. Fiz uma expressão confusa tentando imaginar como chegaríamos até lá então, já que pelo jeito era longe. Mas só quando ele tocou na palavra “aparatar” foi que me lembrei que o transporte para os bruxos era um pouco mais avançado. Ele perguntou se eu já havia aparatado alguma vez, e sugeriu que se eu preferisse, poderíamos fazer uma vigem por portal. Comecei a ficar cada vez mais confusa, e respondi: - Eu aparatei uma vez, quando me mudei pra cá. Podemos ir assim mesmo. – Sorri quando terminei de falar, apenas querendo esconder o fato de que eu mal sabia o que seria uma viagem através de portal.

Fiquei animada quando Sam comentou que poderíamos até jogar algum jogo antes de dormir. Xadrez bruxo ou snap explosivo: - Eu assisti uma vez a uma partida de xadrez bruxo, mas nunca cheguei a jogar. Mas jogava o xadrez dos trouxas, acredito que sejam as mesmas regras. E já ouvi falar que snap explosivo pode ser um pouco... Barulhento. – Comentei dando risada. – -Mas não sei jogar. – Resolvi ser sincera, afinal se ele me ensinasse seria ótimo. Então ele simpaticamente estendeu uma mão para mim, e eu sorrindo a segurei, mesmo com um pouco de dificuldade por conta da manga da jaqueta, que tinha ficado enorme em mim: - Vamos.



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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qui 15 Dez 2016, 16:23


Segurando em sua mão, aguardei por alguns segundos para que ela se preparasse. - Preparada? - alertei, avisando que aconteceria a qualquer momento. Sorri para Michelli, segurando sua mão um pouco mais firme e juntos desaparatamos dali.

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Ter 20 Dez 2016, 07:19

“ Ice cream in winter: sounds weird, but it's ok

O mundo parecia mais sombrio do que de costume, e dessa vez não era culpa de sua rebeldia ou adolescência corrompida. Algo ruim pairava sobre as pessoas, as ruas andavam cada vez mais inquietas e os sons da cidade pareciam misturar-se com um angustiante silencio de luto. O sorvete que segurava em sua mão direita derretia à medida que o sol surgia das nuvens, a primeira vez há dias. Os olhos semicerrados encararam a figura reluzente e tímida que aquecia o rosto do frio do inverno. Pensou se talvez fosse culpa dos frequentes atentados que assolavam a Europa, mas não conseguia achar uma resposta para se convencer de que bruxos se importavam com guerras criadas por gente comum.  

Não era muito profundo em suas indagações silenciosas, só queria livrar-se do ócio de alguma maneira mais produtiva que tomar sorvete no inverno. Por acaso, ele caiu no rio e foi levado pela correnteza fraca até desaparecer de visa. Ele observou ir embora, com a casquinha crocante desfocada em frente à vista.  Riu, sabe-se lá porquê. Não era mais algo que se fazia com frequência ― nunca foi ― e talvez quisesse praticar, ainda que estivesse crescido agora não deixava de parecer aquele rapaz complicado. Constatou isso em seu reflexo turvo na água, e sua barba nunca esteve tão grande.

Preciso dar um jeito nisso... ― foi uma constatação inteligente afinal.

Caminhou para além da ponte, tentando achar o caminho para a casa de sua mãe sem se perder em meio aos prédios antigos, saindo dali.

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Charlotte Adalyn Brooks
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sex 23 Dez 2016, 09:45

Caminhando
Tudo passava na vida de Éowyn muito rápido, como se outrora ainda fosse uma criança que andava a cavalo, hoje era uma mulher.Seus traços femininos eram bem desenvolvido e sua leveza era aparente. Ela se questionava o que faria agora da vida, sem rumo e cética a diversos princípios que a muito tempo achavam inabaláveis. Precisava de um norte! De um ponto de partida. Caminhava tranquilamente por Dublin, até parar no meio da ponte. Suas roupas eram discreta e aconchegante. O cachecol transitava entre seus cabelos e ombro e alguns fios balançavam conforme a brisa que passava. Seu olhar era distante e ao horizonte fixava. Como encararia a existência de uma irmã? Quando criança era tudo que queria, mas agora....bom, não vi tal fato com bons olhos.

O destino... tudo pré definido ou tudo a ser construído? E da mesma forma que iniciou a passagem pela ponte a deixou. Sem olhar para trás, um novo episódio que iniciava na vida da morena de cabelos curtos.


Saio dali

OFF: atemporal. segurar pp

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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 31 Dez 2016, 01:23

Eu estava meio passado com as coisas do final de ano, tudo que eu acreditava que ia dar futuro não deu e agora estava apenas juntando meus pensamentos e me refazendo, por isso estava combinando umas saídas meio bestas com uns amigos, tentando conhecer um pouco do mundo bruxo escondido na Irlanda e levando a galera pra o mesmo caminho, estava esperando Chad pra mostrar um vilarejo próximo a uma cidade trouxa, ele estava um pouco atrasado, mas acontece nas melhores famílias, não ia julgar ele. Quando ele finalmente chegou, dei uma risada marota e rolei meus olhos. - Então é pra esse ano essa saída ou pro próximo? - Falei brincando e dei um tapa no ombro dele, nós fomos caminhando pela tal ponte que dava acesso ao vilarejo, quando vimos um cara meio cambaleante mais a frente, cara era um eufemismo pro que eu via, porque ele parecia uma montanha humana, mas isso não vem ao caso, só que nós nos aproximamos pra ajudar ele a se levantar, mas o cara começou com as ignorâncias e levei a mão pra o bolso onde minha varinha estava, só por precaução mesmo, porque o tiozão não tava com uma cara de muitos amigos.

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KAIRO VON
ZIEGLER O'BRIAN

Muito amor sz:
 
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   

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