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 The Ha'penny Bridge

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Diretor Alvoros Grunnion
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MensagemAssunto: The Ha'penny Bridge   Seg 14 Jan 2013 - 20:45

Relembrando a primeira mensagem :

The Ha'penny Bridge

Dublin, Irlanda



A Ponte Ha'penny, conhecido mais tarde por um tempo como o Ha'penny Penny Bridge, e oficialmente, a Ponte Liffey, é uma ponte pedonal construída em 1816 sobre o rio Liffey em Dublin , na Irlanda.  Feita de ferro fundido , a ponte foi lançado em Coalbrookdale em Shropshire , Inglaterra.

Fonte: Wikipédia



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


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- Falas
"Falas de outros personagens"
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Samuel DiBord Alecssander
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 22 Ago 2015 - 17:00

Fico me contorcendo, porque né... Apenas jurando que vou me vingar pela SEGUNDA joelhada nessa vida.

Saio do local logo em seguida, desaparatando.
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Theodor Alborne Looken
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 22 Ago 2015 - 17:00

Saio de lá com a tia.





Theodor Alborne Looken
| Ex Comensal da Morte| Ex Auror-chefe| Já taquei Avada na Evelyn e você não


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River Sinclair Nottingham
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 22 Ago 2015 - 17:03

*River Adams Waynwood, Samuel DiBord Alecssander e Theodor Alborne Looken saem do local*
Off: só pra constar -qq





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Ally Klifford
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qui 22 Out 2015 - 5:13





Seria este o primeiro natal a passar longe de minha irmã, Airy, que estaria nesse momento aproveitando a estadia de Hogwarts. Sentia saudades da garota, pois sempre tivera sua companhia, tanta que sentira falta até mesmo das brigas e implicâncias.

Como de costume, todos os natais a pequena família Klifford ia até a Ha'Penny Bridge, não havia muitas tradições que seguíamos, por isso esta se tornara única e especial para mim, mesmo não tendo um motivo aparente para tal passeio além da bela iluminação ao anoitecer que a ponte sofria, mesmo assim, significava muito estar reunido para tal. Houvera apenas um ano em todos os quais me lembre de que não comparecemos a ponte, que fora o ano em que passamos o natal com vovó, no Canadá. Sentia-me desconfortável por ter de repetir tal ato, pior ainda por não estar com minha irmã mais velha.

Mamãe e papai pararam no meio da ponte e deram as mãos. Debrucei-me no parapeito e fechei meus olhos como de costume, falando as três palavras que gostaria de ter durante o próximo ano e que começassem com a primeira letra de meu nome. Brincadeira boba que tinha com minha irmã. - Alegria, amor, Airy - sussurrei ao vento.



Ally Klifford
It’s in the dark of the night that we can see all the stars.


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River Sinclair Nottingham
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Dom 1 Nov 2015 - 9:22

O problema com as vozes era o fato delas nunca irem embora, o ruído nunca tinha fim, aquele murmurinho que tanto incomodava estava sempre presente. Não havia o que fazer, não importava quanto eu tentasse, as vozes simplesmente ficavam ali comigo naquela eufórica falação que tinha como intuito controlar a minha cabeça. Não queria permitir, eu nunca queria permitir, mas como dizer não se elas não escutam? Só falam e falam mas nunca param para escutar. Queria que se silenciassem, queria mesmo que ficassem em um eterno silêncio e nunca mais voltassem a me incomodar. Mas isso nunca acontecia, elas nunca se calavam é simplesmente não pareciam dispostas a deixar aquilo para trás. A me deixar para trás. Respirei fundo centenas de vezes enquanto caminhava, sem rumo ou direção já traçada, eu apenas andava e com isso acabei chegando naquela ponte. Eu já havia estado ali antes algumas vezes, em uma delas por sinal havia duelando com um bruxo extremamente cheio de si que infelizmente saiu vivo daquele embate, as vozes nunca me deixavam esquecer de todos aqueles que eu havia deixado vivos depois de encontros ao acaso, as vozes queriam que eu matasse qualquer um com quem encontrasse e elas não me deixavam em paz se não estivessem felizes, elas só ficavam felizes com o sangue derramado. O problema era o fato de que a cada gota de sangue derramado elas ficavam mais eufóricas e sedentas, eu sabia que não adiantava porque nada do que eu fazia me livraria delas. Satisfazê-la sou não satisfaze-las era a única escolha que eu tinha a fazer. De repente elas ficaram extremamente alvoroçadas, eu estava sobre a ponte e imaginava o motivo, a criança loira cheirava mal, a criança era trouxa, com toda certeza do mundo ela era. As vozes agora berravam de maneira autoritária e quase desesperada "Mate! Mate!". Eu levei as mãos aos ouvidos tentando me livrar do barulho ensurdecedor mas não havia nada que pudesse ser feito já que aquilo estava ali dentro da minha cabeça e apenas isso. Quis gritar que não mas eu não tinha força para ultrapassar os gritos das vozes, sabia que mais ninguém poderia ouvi-las e isso não me deixava nada contente. As mãos apertavam ao redor das minhas orelhas com tamanha força que eu sentia as laterais do meu rosto esquentarem com a pressão exercida.  — Já chega, já chega. Eu faço, faço sim, mas chega por favor. — Murmurei com a voz trêmula enquanto me recostava no beiral da ponte, olhando o que acontecia ao meu redor. Uma criança, um casal pouco à frente e alguns transeuntes. Nenhum risco aparente, nada que pudesse me deter, não mesmo. Eu não pensava em me esconder, em tapar minha face ou tentar me disfarçar, eu não estava pensando nisso naquele momento enquanto as vocês sussurravam incentivos afim de não me deixar mudar de ideia. Eu estava exposta e sabia que todos ali eram capazes de me enxergar mas só conseguia pensar em uma maneira de calar as vozes, mesmo ciente de que o silêncio seria meramente temporário. Movi a varinha que já estava na minha mão direita, meio oculta pelas longas mangas do meu casaco. O movimento silencioso conjurava a arma, arma que seria certeira como um tiro de misericórdia. "Conjurius Army" proferi as palavras apenas dentro da minha cabeça, aproveitando o instante de silêncio que as vozes haviam me dado para realizar a tarefa. A adaga de prata foi conjurada em um ângulo exato, ao dava tempo para nenhum tipo de reação a não ser que a criança estivesse olhando fixamente para ela. Naquele ângulo e naquela altura a faca apenas precisou cair, levada pela gravidade e estava cravada no peito da criança, apunhalando-a (Ally Klifford) de maneira certeira sobre o coração. — Só quero o silêncio, uma criança tola em troca disso. — Murmurei de maneira calma, demorou um instante para que alguém notasse o que havia acontecido, demorou para que alguém notasse que a criança estava agora no chão com uma lâmina cravada em seu peito. Sua respiração ainda existia, era lenta e completamente dolorosa, a morte não havia sido instantânea e por isso havia muito sofrimento naquele momento.  — Diffindo. — A varinha agora havia sido apontada para a garganta da criança (Ally Klifford), rasgando-a e liberando sangue sobre o ladrilho que forrava a ponte. Não demorou muito para que ela simplesmente deixasse de se mover, seu coração parou de bater e a vida a deixou. Gritos e mais gritos de todos os lados, todos aqueles pares de olhos em mim. Eu não me importava mais, estava satisfeita com o silêncio das vozes e por isso eu sorri. Não demorou nada para que alguns começassem a associar os fatos e lançar olhares em minha direção.
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River Sinclair Nottingham
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Dom 1 Nov 2015 - 9:26

Ally estava morta, apenas o casal que pairava em volta da criança conseguiam entender a situação e mesmo com raiva e medo não houve nenhum ataque, o bruxo era inteligente o suficiente para saber que tinha muito mais a perder do que eu, afinal de contas sua mulher estava ali indefesa e não parecia disposta a deixar o corpo da criança para trás. Rodopiei no lugar simplesmente aparatanão para um novo destino e deixava a ponte para trás. Saio dali






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Samantha Harrington Inoue
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Dom 6 Dez 2015 - 0:09


Não gosto da forma como me olham. Me incomoda. Não sou estranha, não. Eles acham que sou louca, mas não sou. Estou sentada na ponte, fazendo anotações como essa. Eles me encaram e não fazem a menor ideia do quando isso irrita. Eles quem? Eles, todos eles. As pessoas que passam pela ponte, oras. É insuportável saber que não se importam no bem estar alheio. É por isso que o mundo está em guerra. Não consigo entender como podem ser individualistas a ponto de ignorarem completamente o sentimento alheio. Queria entender por que olham tanto. Sou apenas uma criança escrevendo em um bloquinho de anotações, não há nada de errado nisso. Nada de errado, nada de correto, nada de nada. Apenas uma garota de onze anos escrevendo em um bloquinho. Não entendo como pode chamar tanta atenção. Não há nada de errado comigo.

Amanda foi embora há algumas horas, mas preferi permanecer aqui. Não entendo realmente a razão, mas quem entende, certo? Existem muitos tipos de inteligências, sabe? Uma delas é a intra-pessoal. Infelizmente não possuo essa inteligência, portanto não sou lá muito boa em compreender a mim mesma. Continuo achando que sou apenas uma garota. Uma garota sentada na ponte da capital irlandesa. Não tenho vergonha de mim mesma, nem da minha irmã, muito menos da nossa história. Somos garotas, sobreviventes. Garotas. Suspirei mais uma vez enquanto escrevia. Reparei que escrevo muitos "não" nesse caderno e peço desculpas, mas não vou mudar isso. Espero que entenda. Respirei fundo e fechei o caderninho. Demorei um pouco em uma das vezes que pisquei. Abaixei os ombros e apoiei as mãos no chão para levantar. Pegaria um ônibus e iria para o hotel encontrar com Amanda e papai, e aproveitaríamos o o resto do dia. Está um dia lindo, à propósito. Corri para o ponto de ônibus, com medo de que passasse e eu não estivesse, então saindo dali.

table by evil queen


my craziness is a bless
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Rachel D'Amici McKnight
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Qui 31 Dez 2015 - 18:33




O trabalho estava exigindo cada vez mais de mim, tinha pouco tempo para ficar com as meninas desde que as férias tinham chego. Era complicado me revezar entre as missões e as garotas, principalmente porque nenhuma delas sabia o verdadeiro serviço que costumava fazer. Tinha recebido informações naquela manhã sobre Victor, ele trabalhava no ministério e eu deveria mata-lo. Algumas informações tinham deixado claro que ele gostava de trabalhar até mais tarde e sempre era o último a sair do setor em que ficava. Com paciência esperei a noite chegar, estava tomando uma bebida no bar em frente ao ministério. O lugar estava repleto de ministeriais já alterados devido a quantidade de álcool que estavam ingerindo. De longe pude ver Victor saindo do ministério da magia, nessa hora o bar tinha perdido seu movimento e os poucos que haviam sobrado estavam bêbados demais para fazer qualquer coisa. Caminhei em direção ao homem com um sorriso no rosto. –Oi, será que pode me ajudar a chegar em casa? – Pedi para ele fingindo-me de embriagada. –Não sei se conseguiria chegar sozinha. –Abri um sorrisinho cheio de más intenções que tenho certeza que havia sido interpretado de maneira errada. O homem apesar de um pouco desconfiado concordou em me acompanhar até minha casa. Andamos lado a lado por algumas quadras enquanto eu o guiava para a ponte the há’penny bridge que tinha próximo as redondezas. As ruas quase não tinham movimento, mas ainda sim tomava o cuidado para que ninguém me olhasse. Ao chegar próximo da ponte apertei minha varinha em meu bolso apenas esperando a hora certa. –Nossa, olha essa vista! –Falei me inclinando perigosamente na ponte e levando uma bronca do homem. –Não vou cair! – Murmurei ainda fingindo estar bêbada. –Olha a vista. – Ri novamente enquanto o obrigava a se aproximar da ponte.

Esperei que Victor se aproximasse o suficiente e então saquei minha varinha. Ele nem teve tempo de dizer algo quando pronunciei a maldição. –Avada Kedavra. – Vi o homem ficar surpreso por uma fração de segundos antes de cair imóvel no beiral da ponte. –Lamento, ordens são ordens. – Comentei enquanto o jogava da ponte conferindo se alguém nos olhava. Seu corpo caiu pesado na agua e flutuou por alguns segundos antes de afundar. Ninguém o encontraria tão cedo, tinha certeza que a água o levaria para muito longe. Aparatei dali em direção a sede para anunciar que a missão havia sido concluída com sucesso.




Rachel D'amici McKnight
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Ivna Cunningham Czarevich
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Dom 7 Fev 2016 - 21:18



If the Heavens ever did speak

Fechei os olhos e respirei fundo, empenhada em parar o tremor de minhas mãos. Meu corpo estava pesado e meus ombros desciam poderosamente para as costas. Lembrava-me, com um pedaço de papel em mãos, há algumas semanas, da forma que um dos integrantes do grupo no qual eu estava investigando pavoneava pela sua vitima com uma frieza e prepotência detestáveis; dos espancamentos e extorsões, da impiedade verbal e uma agilidade tão natural de por fim a uma vida. A morte de um ex-auror havia marcado minha passagem secreta, com fins únicos de me infiltrar naquele grupo de uma só vez, como um dos principais motivos que me mantinha cada vez mais segura para seguir firme com aquele plano e que, sem dúvidas, estava me rendendo bons resultados. Ao lado da porta pela qual passei ao adentrar o caldeirão furado, três jovens se despediam trocando cumprimentos cheios de cortesias enquanto realizavam um elaborado ritual estalando os dedos e tocando os nós, gesto tão casual e que me arrancara um sorriso logo em seguida. Adolescência era uma passagem tão lenta e difícil na vida de um humano que, por mais que a pressão de mundo te dissesse para agir como tal, as consequências, mesmo que não tão importantes naquela fase, te seguiriam e te marcariam para toda uma vida seja quais fossem. Em minhas mãos, eu perscrutava com um forte pesar nos olhos todas as informações do jovem Jack, cujo fora destinado a morrer cedo e, sobretudo, assassinado por minhas mãos. Aquilo fazia parte dos meus planos como investigadora de um grupo perigoso, e por mais que eu estivesse relutando internamente para dar um basta naquilo, era uma tarefa que envolvia nomes e, primordialmente, uma multidão de vidas e meses de trabalho.
 
Não podia simplesmente ceder aos caprichos emocionais e desistir do pequeno jogo de guerra que envolvia meus colegas de trabalho e uma tarefa árdua de profissionalismo de tais, eu possuía em mãos uma informação importante e o limite de tudo. Havia recebido aquele papel já há algumas semanas e desde então, com uma cautela exigida, vinha investigando e recolhendo informações do adolescente recém-contratado do ministério e com um futuro bastante tendencioso. Não era de minha índole julgar meus inferiores ou iguais, mas julgava extremamente importante recolher informações pessoais daquele garoto para facilitar o meu próprio trabalho e o seu, já que o seu destino já estava sentenciado. Além disso, também procurei meios alternativos para reverter àquela situação e livrar sua vida com alguma manipulação ou fazê-lo sumir do mapa por um grande período, porém, embora eu desejasse subitamente não cumprir com aquele ordenado, eu não me via com sábias escolhas. Aceitei todas as possíveis consequências antes mesmo de começar com tudo aquilo e, por mais que num futuro bem distante o peso dos meus atos viesse a me sobrecarregar, ao menos eu desejava cogitar que tudo fora por uma boa causa e mais pessoais inocentes dariam continuidade as suas historias, apesar de precisar sacrificar algumas.  Seu nome era Jack Lochrin, tinha 18 anos e acabara de se formar em Hogwarts, logo passando a servir ao Ministério da Magia. Ele morava na Irlanda e, hoje, estaria em um festival que aconteceria em sua Cidade. Lia e relia com cuidado todas as informações escritas no papel, para tão logo retirar minha varinha do bolso – Incendio – fazendo com que uma pequena quantidade de fogo saísse e queimasse o papel inteiro.

[...]


Aparatei.
 
Era uma noite gélida, mas completamente agradável e aconchegante. O céu se destacava ao alto com seus infinitos pontos brilhante e uma rasa camada de nuvens que, vez ou outra, insistiam em acomodar-se na frente da enorme bola branca que chamava a atenção dos olhares a solo Irlandês. Trajava uma típica capa da cor cinza e mantinha minha varinha firme e escondida dentro da vestimenta, pronta para realizar qualquer encantamento caso fosse necessário. Além disso, também me apoderei do meu dom e segurava as modificações físicas idênticas das vezes em que precisei me encontrar com algum aliado do grupo em questão: cabelos loiros, olhos castanhos, altura e peso na medida e uma boa forma física. Essa era a Mel Corbett, minha mais antiga personagem. Andando lentamente rumo à multidão que se concentrava em frente a um enorme palco, cujo recebia músicos e mais algumas atrações, avistei Jack se divertindo em uma barraca com um copo de algum liquido em mãos, além de conversar animadamente com uma bela moça. Então, com um sorriso sem graça nos lábios, decidir esperar por mais algum tempo antes de acabar com aquilo tudo e dar espaço para Jack aproveitar seus últimos minutos de vida. Retirei uma cartela de cigarros que estava no bolso da minha vestimenta juntamente com um isqueiro e acendi, logo liberando a fumaça dos pulmões para vê-la se dissipar com a leve brisa do momento. Encostei minhas costas em um porte e fiquei observando o festival a uma curta distância, ora aproveitando a música e trocando alguma ideia com algumas pessoas que se aproximavam. E no meio dessas pequenas afetividades trocadas, meus olhos, mesmo que por um milésimos de segundos, haviam notado uma estranha presença que parecia me observar de longe.
 
Não esbanjei reação suspeita alguma, apenas continuei agindo como uma moradora que só estava ali para aproveitar o ambiente e a comemoração, assim como alguém que retribuía gestos educados e sorrisos, mesmo que aleatórios. Quando terminei de tragar o cigarro, fiz menção de joga-lo na lixeira na mesma direção de onde, anteriormente, havia notado olhares suspeitos em minha direção, tão logo voltando a observar a presença humana que agora parecia se distrair com alguma guloseima, e assim que meus instintos notaram uma boa oportunidade para agir sem que o peso da observação me travasse, caminhei rapidamente em direção ao Jack, que agora estava sozinho e atento ao palco, e pronunciei – Imperius – assim ordenando que o rapaz me seguisse ao passar por ele, sem levantar comentários e olhares curiosos. Andava tranquila, mas a passos rápidos, na frente de Jack o qual me seguia com uma expressão completamente idiota. O caminho era longo quando decidi rumar para a ponte, a qual se mantinha vazia aquela altura da noite. Não havia passagem de carros muito menos de mendigos que poderiam gostar de dormir por ali, ou alguma garota de programa pronta para iniciar sua vida. A ponte estava vazia e era o cenário perfeito para por fim àquilo tudo. Pedi para que Jack sentasse ao chão enquanto eu acendia outro cigarro e ponderava se daria continuidade ao meu ato. Hesitava, com uma expressão de descrença – Tinha alguém me observando, Jack. E eu não seria burra o suficiente para achar que era somente uma pessoa olhando para as outras sem alguma intenção – os olhares eram ridiculamente reconhecíveis, e devido minha experiência no quartel quanto identificar atitudes peculiares, provavelmente se tratava de algum integrante desejando recolher provas sucintas da minha tarefa – Eu não tenho escolhas.
 
- Quando tudo isso acabar, prometo lembrar de você como um dos papeis mais importantes para o desfeche dessa historia – minha voz soava extremamente baixa e, como estávamos praticamente a sós, eu não me importava em falar aquelas coisas correndo o risco de alguém escutar – Quero acreditar que seus pais devam ter tido orgulho de você em algum momento da sua vida, e que lembraram de ti como um grande homem e filho – com lágrimas nos olhos, Jack me olhava ainda dominado pela maldição num gesto que parecia ser o seu último. Ultimamente eu andava rodeada de últimos olhares e últimas companhias, minhas aventuras pelo mundo não costumavam durar mais do que uma noite e acabar com a mesma rapidez que começara. Por vezes, decidia incorporar fisionomias diferentes só para não guardar lembranças de momentos que poderiam se tornar longos, caso eu optasse. Porém, eu nunca fui uma garota de amolar relacionamentos amorosos e pessoais por muito tempo e minha censurada solidão é a maior prova das minhas escolhas. Tal como carregava tão vivo o último olhar do ex-auror em minha mente, também tentava conciliar um pequeno gesto de piedade nos olhos daquele garoto, cujo faria parte da minha historia para sempre. Com um gesto rápido, retirei a varinha das minhas vestes e, sem mais hesitar, pronunciei num tom bastante firme – Avada Kedavra – não lembro a última vez que precisei usar aquele feitiço, mas ainda sentia o poder e a prepotência que tal poderia causar num bruxo. A luz verde sumira em breves segundos, e só então pude observar a expressão mórbida de Jack, agora jazido ao chão e sem vida. Engoli em seco e respirei profundamente, para em seguida, com os próprios pés, ir chutando o corpo dele até vê-lo despencar ponte a baixo.
 
Desaparatei dali rapidamente.


my lovely hell
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Ellion
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Ter 8 Mar 2016 - 13:57



Black Rose
Caminhava pelos corredores da construção medieval, o castelo estava gélido a corrente de ar provinda da estação deixava o ar um tanto tristonho, como de praxe os habitantes do recinto haviam se dispersado, os menores em Hogwarts, os adultos em festas e bailes privados, a pequena Alice era nina por sua vó Elizabeth, os cômodos estavam como sempre vazios, secos e mórbidos.


Continuei a vagar quando escutei suspiros vindos da ala leste, aprecei o paço, o barulho se tornava maior, o barulho de objetos pesados caindo contra o chão era nítido, senti meu corpo aquecer, meu olhar mudava tornando uma mira, os dedos se alongavam e garras brotavam da extremidade, uma pequena fagulha rubra surgiu na palma das mãos, entrei na sala pronta para defender meu território, quando para minha surpresa, não se tratava de um rostinho angelical, o jovem Theodore encarava os jardins da propriedade pela grande janela, a luz da lua tocava seu rosto e revelava vestígio de lágrimas.


Me recompus de forma instantânea e fui tranquilamente a seu encontro, sentei ao seu lado e usei os polegares para enxugar seu rosto – Qual problema, pequeno? – perguntei de forma doce, gentil e mesmo triste o garotinho sorriu de forma involuntária. O pequeno Beoulve ponderou e me contou seus males. Quem diria que um ser como eu me apagaria tanto aos sentimentos bruxos.
Theodore trajava um pijama branco com um cinto de couro que prendia seu bastão de plástico colorido e sobre tudo aquilo um manto marrom com capuz, era algo curioso tendo em vista que a família de bruxos não costumava se vestir assim. Logo me explicou que se tratava de uma fantasia para o Halloween, mas não tinha ninguém para leva-lo as ruas, a ultima vez que ouvi falar daquela festividade foi há alguns anos atrás quando Orion e Alice, com seus oito anos, saíram com a tia Kiara para pedir doces, talvez um ritual.
Sorri para a criança – Talvez seja arriscado, mas poderia te levar para pegar seus doces, Theodore. – a alegria do rapazinho era contagiante e um sorriso meigo rompeu minha face, ele saltava e pulava e me falou que eu precisava de uma fantasia implorando para eu ficar com minha forma original.  – Isto não é necessário, criança... – depois de tanta insistência cedi ao pedido e logo a forma de ave mitológica ficou diante seus olhos que me pareciam assustados, voltei imediatamente à forma humanoide e pus uma máscara de renda negra, jogada ali na sala – Assim é melhor, não é mesmo?! – o garotinho assentiu com a cabeça, agarrou sua sacola de linho e pegou minha mão passando a me encarar. Aquela era a deixa para que pudéssemos aparatar dali.


Theodore era uma criança esperta e corajosa, já aparatara inúmeras vezes com os pais e logo seu corpo tinha certa resistência às náuseas causadas pelo transporte. – Certo, meu querido... – apertei sua mãozinha com força elegendo um lugar não tão longe da propriedade, surgimos sobre uma ponte que por meio de um feitiço desilusório não fomos notados, caminhamos até um beco onde certifiquei que era seguro desfazer a magia.


O garoto corria de alegria e logo começamos a missão de arrecadar o maior número de doces possíveis, as ruas da cidade trouxa eram enfeitadas com fitas, bonecos de caveira e grandes abóboras decoradas e iluminadas, Theodore saia de porta em porta enchendo aos poucos seu saquinho com os mais variados sabores de doce. Foram duas horas aproximadamente de caminhada, até que o jovenzinho bocejou e me entregou sua sacolinha que parecia mais um tesouro, coçou seus olhinhos e me encarou com um rostinho cheio de sono, entreguei-lhe uma daquelas abóboras popularmente chamadas de Jack o’ lantern deixando-o demasiadamente contente agarrei seu ombro e fomos a um lugar reservado, então desaparatamos de volta propriedade, em frente à porta principal para ser exata. Theodore arrumou a decoração na fachada principal e com um toque na boca cortada da figura, expeli uma pequena fagulha de meu dedo iluminando-a, encarei o menino o colocando em meus braços – Está na hora de dormir, Theodore. – o rapazinho se acomodou em meus ombros e logo cochilou, adentrei na residência e pus em seu quarto, o deitei na cama e o cobri com um cobertor macio, por fim beijei sua testa e me retirei para meus aposentos.  

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Harleen Vahlok
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 18:57

Chego no lugar super de boas, sentindo o vento passar por meus cabelos ruivos lindos e divos. Parando em cima da ponte, não tardei para levantar minha varinha para cima. 

- Repello Aparatio

Queria apenas aproveitar minha noite linda e bela, sem ninguém me incomodando ou por perto. 

- Piertotum Locomotor

Lancei contra uma armadura que ficava na entrada de um dos lados da ponte.

off: Ataque qualquer um que chegue no local


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Luana Asgark
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:01

*A caminho do local, fiquei sabendo que uma comensal estava por lá, aponto a varinha pra minha frente.*

"Ignotus Gaubracianus."

*Vou controlando as chamas comigo conforme eu caminho, e chegando no local uma estátua vem em minha direção para me atacar, mando o fogo na estátua desintegrando-a, e logo em seguida faço o fogo ir em direção da comensal, aponto a varinha ao redor dela.*

-Fosforepelio!

*Faço uma barreira de cerca de 2 cm ao redor dela impedindo que que se movesse.*
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Harleen Vahlok
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:04

Vendo quando uma coleção de chamas destroí minha armadura aponto a varinha para as mesmas, antes que chegassem em mim.

"Ignotus Glaciare"

Conjuro as chamas azuis e as lanço contra as machas apostas, fazendo-as se cancelar.

Percebo algo se formando em volta de mim e fico imóvel, movendo apenas a varinha, sem fazer grandes movimentos, apontando a mesma para a barreira. 

- Skurge

O feitiço lançado contra mim é lançado


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Luana Asgark
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:05

*Aponto a varinha para ela.*

-Airpin!

*Aponto a varinha para o airpin que ia na direção dela.*

-Ferreous!

*A rajada de ar se encontra com o acido ganhando velocidade em sua direção.*
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Harleen Vahlok
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:08

Aponto a varinha para o ácido que vinha em minha direção

- Planctos

Um muro de musgos se forma a minha frente e recebe o ácido, não deixado o mesmo me atingir. 
Aponto minha varinha para a outra lateral da ponte.

- Carpe Retractum 

Sou puxada para lá, fugindo da rajada de ar


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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:10

*Aponto a varinha pra minha frente.*

"Conjurius Army."

*Conjuro uma espada, aponto a varinha para a espada.*

-Animus Corpus!

*A espada ganha vida e vai em direção de corta-la.*

OFF: Ataque ela.
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:13

Vejo a tia conjurar uma espada e aponto minha varinha para a espada.

- Airpim

O ácido é lançado contra a espada e como a mesma ainda se encontrava perto da mulher, ela também seria atingida pelo mesmo, já que era uma boa quantidade e a espada era pequena.

Aponto minha varinha para o chão junto aos pés dela. 

- Bombarda Maxima


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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:16

*Vejo que fui promovido a tia, aponto a varinha pro resto do airpin que pudesse restar e os destroços da espada.*

-Ferreous!

*Mando o acido, o vento, e o resto da espada em direção a ela, aponto a varinha para o chão antes de explodir.*

-Protego Maxima!

*Protejo o local, e me distancio ficando longe da explosão e dos destroços.*
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:18

Aponto minha varinha para o outro lado da ponte.

- Carpe Retractum

Sou atraída para lá, escapando das coisas que vinham contra mim.

Aponto a varinha para os destroços da ponte e tudo o que pudesse estar perto de mim

- Ferrerous

Qualquer coisa que ainda pudesse estar me atacando e os destroço vooando contra ela


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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:20

*Aponto a varinha para o outro lado da ponte.*

-Carpe Retractum!

*Desvio da rajada e de todos os destroços, aponto a varinha pra ela.*

-Tarantallegra!
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:21

Aponto a varinha para o feitiço que vinha contra mim

- Reflectus Tarantallegra

Cancelo o mesmo
aponto a varinha para o chão da ponto que havia restado perto dela

- Radium


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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:23

*Aponto a varinha para os raios que iam na direção da ponte.*

-Avis!

*As aves tomam o feitiço no lugar antes do raio atingir seu objetivo final, aponto a varinha para ela.*

-Petrificus Totalus!
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:25

Havia saído de cima da ponte antes de lançar os raios, então caso os mesmo atingissem a ponte, eu não sofreria danos.

Aponto a varinha para o feitiço que vinha em minha direção

- Reflectus Petrify

Aponto a varinha para a moça

- Vermillious


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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:26

*Aponto a varinha a minha frente.*

"Conjurius Army."

*Conjuro um muro de concreto de 2m de altura e 2m de largura que recebia o feitiço dela, aponto a varinha para o muro.*

-Ferreous!

*O muro vai em direção dela.*
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MensagemAssunto: Re: The Ha'penny Bridge   Sab 26 Mar 2016 - 19:28

Aponto a varinha para uma árvore ao meu lado.

- Carpe Retractum

Sou atraída até a mesma, escapando de tudo que vinha contra mim.

"Conjurius Army"

Conjuro uma bicicleta maneira e saio dali pedalando /o/


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