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 Odeon Bar & Grill

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
Diretor Alvoros Grunnion

Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 20:45

Relembrando a primeira mensagem :

Odeon Bar & Grill

Dublin, Irlanda


Odeon Bar & Grill  - Página 12 Jm5QwvILMDW3J

Um bar e restaurante para os que gostam de aproveitar as melhores bebidas da cidade junto com sua gastronomia de pratos saborosos e originais. Apesar do local ter sido restaurado e mantido com seu ar do passado, dentro a decoração é bastante moderna e conta com mesas, sofás e até um mini palco montado para show's acústicos no local.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos.



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Jed Windsor Mountbatten
Forças Armadas - Exército
Forças Armadas - Exército
Jed Windsor Mountbatten

Bicho-papão : Inferis

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Fibra de Coração de Dragão, Cedro, 34 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeTer 16 Mar 2021, 22:20

O suspiro prolongado demonstrava o quanto Jed estava cansado. O mundo parecia desabar um pouco ao seu redor, por isso era bom as vezes apenas esquecer as coisas. Prova disso foi que o homem tinha ido até o lugar mais longe que lhe era permitido: a Irlanda, só para tomar uma bebida. Tudo bem que era uma ilha de distância da Grã-Bretanha, e se fosse se basear na Irlanda do Norte, ainda estava em território bretão, mas era bom estar longe da Escócia e da Inglaterra, pelo menos naquele momento. Pelo menos não haveriam tantos holofotes mirados para si. O Odeon Bar & Grill era um espaço que Jed costumava visitar desde os seus 21 anos, quando tinha recebido permissão para beber, mas não sabia quando tinha sido a última vez que havia pisado naquele lugar com certa tranquilidade. Resolveu parar de pensar nos problemas quando a bebida foi servida na sua mesa, e com um só gole terminou com aquele Uísque que deveria ter mais anos que todos os presentes naquele bar. Não importava. Fez sinal para tomar outra dose, e desse vez, com a garganta menos fraca e mais anestesiada sentiu seu corpo ficar um pouco mais mole e relaxado. Não beberia mais. Sabia a hora de parar. Tinha uma rotina quase militar. Apenas aproveitou para comer alguma coisa, e ver gente diferente, antes que resolvesse pedir a conta, pagar e tudo e finalmente sair dali.





Jed Windsor Mountbatten
BEKKS;
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Tina Tudor Albuquerque
Corvinal
Corvinal
Tina Tudor Albuquerque

Bicho-papão : Corpo Seco

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Castelobruxo (Brasil)
Ano Escolar: 3º Ano
Varinha: Fibra de Coração de Dragão, Amieiro, 28 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 26 Mar 2021, 11:52



Cara feia é fome

Intereção com: Rafael Albuquerque (pai, NPC)

Nem sempre cara feia é fome, mas naquele momento era. - AAAAaAAAAAaAAAAAAaaaaaa! - Gritei dentro do carro, fazendo papai me olhar assustado no volante. - EU TO COM FOMEEEEEEEEEEEEE! - Ele riu, estava de bom humor porque tínhamos finalmente chegado à Irlanda depois de longas horas de voo e porque tinha conseguido pegar o Porshe que ele tanto queria (cortesia da empresa que tinha promovido ele). - Calmae leoa, já estamos chegando. O Sr. Howard disse que o Odeon & Grill tem uma comida excelente! - Ele disse animado batucando no volante no ritmo de Slow Ride. Rolei os olhos sentindo o estômago dolorido. Graças aos deuses chegamos até que bem rápido ao restaurante e logo pedimos nossa comida. Eu fiquei com uma salada fresca com queijo, ervas e frutas, uma omeletona de atum e muita batata frita. Comi até me empanturrar, com direito à arroto de refrigerante e guerrinha de batatas murchas com meu pai quando terminamos de comer e ficamos ociosos esperando a comida baixar no estômago. Após papai pagar a conta, deixamos o local felizes e bem alimentados, indo direto para o hotel.



Valentina Tudor Albuquerque

∆ LYL - FG
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Henry Vaughan Rathbone
Sonserina
Sonserina
Henry Vaughan Rathbone

Bicho-papão : Ter filhos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeQui 01 Abr 2021, 14:12

Henry desligava sua moto, e em seguida retirava seu capacete e arrumava seu cabelo, enquanto arrumava o zíper do seu casaco de coro, e descia, e seguia em direção do bar, a procura de alguma bebida forte, ou algum hambúrguer. O ruivo sentia que o tempo parecia querer ficar nublado, talvez uma ameaça, seu olhar estava para o céu, mas logo voltou para realidade e seguiu para dentro do ambiente que lhe parecia aconchegante e com poucas pessoas. O nome do lugar tinha chamado atenção do homem que parecia estar se encaminhando para um assento perto do bar. Seus olhos foram em direção ao atendente, que logo lhe trouxe um copo de Whisky. O jovem ficou observando seu relógio por um tempo, e também decidindo se deveria ou não aceitar aquele emprego no mundo bruxo, já que estava muito bem colocado no mundo trouxa.  Ao ver o atendente lhe trazendo o hamburguer acabou recebendo uma ligação que lhe tirou todo apetite. Era um caso de emergência no Hospital, e precisava voltar rapidamente para a emergência, muitas coisas dependiam dele, e naquele momento ele tinha o destino de uma vida em suas mãos.
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Timothée R. Duplantier
Sociedade Estudantil - Estudante
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Timothée R. Duplantier

Patrono : Jaguatirica
Bicho-papão : Solidão e Altura

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Unicórnio, Olmo, 32 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSab 03 Abr 2021, 21:48

From Mars to Sirius
Era divertido observar as outras pessoas comendo enquanto você bebia algumas doses de refrigerante. Ali notava o comportamento de pessoa por pessoa e ia criando ideias a respeito delas. Naquela ocasião sentia falta de uma companhia para aquele momento tendo em vista que como as aulas em Hogwarts voltaram, Evangelinne estava distante e ele pouco poderia falar e vê-la como gostava antes. Dei algumas goladas do refrigerante e apoiei-me ao fato de que a garrafa estava perto de mim para que eu mesmo enchesse o copo do jeito que gostaria. Estar num restaurante era comum e não ligava muito para aquilo embora fosse constantemente vigiado por ser famoso no mundo alimentício. No mais, esperei que aquele dia eu pudesse me divertir ver as pessoas, crianças e adultos em seus dias normais nos seus próprios piques. Puxei o suéter preto e amarelo pra baixo e voltei a observar cada rosto pacientemente enquanto fingia estar lendo o cardápio. Minha ida ali apenas se apoiava ao fato de que eu precisava ver pessoas antes que surtasse novamente e tivesse atitudes drásticas, mas naquele momento, via que não haveria volta.

O doce gosto da bebida ao menos revigorava a minha vontade de permanecer ali sentado. Esperei por alguns momentos antes de escolher algum prato de talharim para comer como sempre costumava pedir. As pessoas eram atenciosas, os funcionários, era até bom estar ali, contudo não sozinho. Precisava de uma companhia para os momentos antes de cometer qualquer atrocidade com o meu corpo embora a visitinha ao cemitério para colocar as lápides dos meus pais já estivesse quase confirmada. Se chegasse naquele local, nada poderia ser feito e um novo eu surgiria. Eu simplesmente não aguentava mais o fato de não ter meus pais por perto, minha família, meus amigos. Todos estavam afastados e longe e eu precisava de um suporte que nem todas as pessoas poderiam me dar. Respirei fundo e suspirei pesadamente enquanto dava algumas garfadas no macarrão na minha frente e aproveitava para comer.

A lembrança de Hemera era fatídica, aquele dia na Galeria havia sido um pouco estranho porém bom o bastante para gerar boas lembranças ao menos para mim. Lembro-me que ouvi sobre o seu nome Blackthorn e logo o associei ao meu Rosenberg e pensei no que aquilo poderia implicar. Será que ela me odiaria ao descobrir que eu estava a frente da família rival dela? Talvez... Mas aquilo não era hora de ficar refletindo sobre um futuro que jamais fosse chegar.

Esperei o estabelecimento esvaziar aos poucos para enfim terminar a garrafa de refrigerante e o macarrão para que levantasse e pagasse o que devia no caixa e enfim, iria para casa descansar um pouco para botar em prática as ideias que estava tendo na minha cabeça. Será que em algum cenário futuro eu conseguiria superar a morte de meus pais adotivos? Parecia tudo tão escuro e minha orientação apenas encontrava uma névoa que me mostrava incerteza no meu caminho. Estava ciente que algumas coisas poderiam ocorrer e por isso estava ali para distrair, mas quanto mais via pessoas e famílias juntas no restaurante, mais aquilo me remoía. Eu andava triste e desmotivado para um monte de coisas e pessoas, estava em estado deprimente mentalmente porém não me dava ao luxo de ir tratar meus problemas, gostava de enfrentá-los do jeito que dava: naturalmente.

Ao fim, saí dali rumo aos Rosenberg para arrumar minhas coisas e então, concretizar a ideia que estava disposto a tornar real.


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Izume Lee Schmidth
Sociedade Bruxa - Adulto
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Izume Lee Schmidth

Bicho-papão : O filho morto ou Dementador

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSab 08 Maio 2021, 00:03

Chopp e The Eagles
Eu estava na cidade apenas para visitar alguns amigos, ainda tinha esperança de encontrar algum material referente aos estudos mais recentes no Cairo com algum dos alquimistas que trabalharam comigo no passado, mas somente um dos cinco da minha lista pôde me receber e ainda assim não tinha nada para me ajudar em minhas pesquisas. Desisti de bater perna por Dublin e procurei por um restaurante para almoçar – mas que pelo horário era mais uma janta mesmo –, querendo apenas tomar uma cerveja ouvindo uma música tranquila, quem sabe apostar brincando na sinuca ou nos dardos, só pelo deleite de me lembrar de meus tempos de solteira antes de Alec vir ao mundo. Adentrei o local e rumei para o balcão, pois para a minha infelicidade o local estava cheio e não havia mesas disponíveis. — É algum tipo de promoção ou coisa assim? — Perguntei em tom bem humorado ao barman que atendia agilmente os clientes. Ele respondeu que sim, até a meia-noite todas as bebidas estavam pela metade do preço. — Okay, isso definitivamente me obriga a colar a bunda aqui e só sair bêbada. — Ri baixo, acomodando-me no banco ao lado de um casal apaixonado – que estava mesmo trocando carícias bem explícitas ali – e um homem que não me dei o trabalho de prestar muita atenção, ao menos não à princípio. — Eu gostaria de uma porção de fritas com queijo e uma salada caesar. Um chopp também, por favor. — Solicitei após dar uma rápida espiada no cardápio fixado na parede acima da prateleira de bebidas e comecei a desabotoar o casaco. O homem ao meu lado, aquele que que eu mal tinha notado, comentou sobre os drinks com desconto e como a promoção acabava estragando o charme do bar para os turistas. — Você acha? Bares cheios me passam a impressão de aconchego, principalmente com o frio de hoje. — Respondi de forma despreocupada, apanhando a caneca de chopp que acabava de ser colocada na minha frente. — Se bem que ambientes mais vazios são mais... Agradáveis. É, acho que essa seria a palavra. — Dei um longo gole na bebida e acabei ganhando um bigode de espuma. Foi o cara que me alertou e isso me deixou envergonhada. Limpei rapidamente a boca com as costas da mão, buscando encarar qualquer outra coisa para disfarçar o quanto fiquei sem graça. — Com licença, dá pra pedir música aqui? — Inclinei-me no balcão para falar com o barman, ele respondeu positivamente. — Ah, coloca Hotel California então, por favor. Você sabe, The Eagles. — Eu morei tanto tempo nos Estados Unidos que voltar à Grã-Bretanha era mesmo bem esquisito. Quem no mundo não conhecia Hotel California? Ainda que não soubesse o que eu estava falando, o barman atendeu meu pedido e colocou a música para tocar no som do bar.




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Daan Windsor Mountbatten
S.I.C.P.V.M. - Magizoologista
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSab 08 Maio 2021, 16:47

Segurei o braço do Barman quando ele passou por mim — Eu senti tanto a sua falta, Larry! Eu te amo tanto! — o homem respondeu que me amava também, e deu uns toquinhos na minha mão enquanto seguia para atender outros clientes. O Odeon Bar & Grill era um dos meus bares favoritos, mas eu estava odiando o fato dele estar tão lotado. Naturalmente que isso tinha feito com que eu enchesse um pouco a cara para me livrar daquele incômodo, mas beber demais nunca tinha sido uma novidade para mim. — Cara, eu odeio a França… — local onde eu trabalhava — Eu odeio muito a França, eu odeio os franceses, Larry. — vi que o barman não deu bola, por isso virei para o bar. — EU ODEIO MUITO A FRANÇA, OS FRANCESES E O FRANCÊS! — assim que soltei meu grito de libertação, vi um dos garçons me olhando com cara pouco amistosa. — Não você, Francis. Você eu amo. Eu odeio o Francês. A linguagem. — me virei novamente para o balcão e segui bebendo, até que minha atenção fosse roubada por uma mulher que sentou-se ao meu lado, criando uma barreira entre eu e um casal “eufórico”. A escaneei com o canto dos olhos. Bonita, mas claramente mal vestida. Eu previa o porquê. Além disso, o volume próximo a suas pernas me deixava bem claro o que ela era. Fiquei na minha, a observando, sem olhá-la, enquanto ela falava com Larry, pedindo comida. Quem pedia comida em um bar? Vergonhoso. E como ela esperava sair de lá bêbada bebendo chopp?

— “Amadora”. — pensei, enquanto dava mais um gole no meu martini de maçã verde, porque eu gostava muito de maçã verde, e tentei pedir outro. Mas agora Larry já estava lá do outro lado do balcão atendendo outras pessoas. — Essa desgraça de drinques pela metade do preço acaba ferrando a experiência dos bares. Isso parece a porcaria de uma discoteca. — resmunguei, e sim, eu era velho. A moça resolveu responder, dizendo que gostava de ambientes aconchegantes que nem aquele, mas entendia como bares menos lotados podiam ser mais agradáveis. Suspirei - afinal ninguém tinha chamado ela para a conversa - enquanto voltava a olhá-la e a via dar um grande gole no seu chopp. Apontei para o seu rosto quanto o copo foi depositado de volta à mesa. — Você tá com um bigode. — pra mim falar aquilo tinha sido algo natural, mas ela parecia levemente constrangida. Todo mundo ficava com bigode bebendo chopp. Porque ela se achava tão especial? Tudo bem, talvez eu estava um pouco irritado porque Larry ainda não tinha voltado para trazer meu martini, sem contar que quando ele voltou, ele só deu atenção a mulher, que pediu para tocar “Hotel California”. Quando a música começou a soar, suspirei. — Pronto. Só falta agora a gente praticar suicidio coletivo”. — comentei resmungando, quando finalmente Larry me servia — Coloca algo mais animado. Tipo um Bee Gees. Tira essa música. — o barman tentou argumentar dizendo que depois colocaria, e veio com aquele papo de “todos os clientes devem ser respeitados”, mas eu não estava muito bem da cabeça. Aquela música me lembrava maus momentos.

Talvez por isso eu saquei minha varinha na maciota, e com um leve aceno, fiz o lugar de onde a música saía, explodir. Só Larry e a moça tinham visto a cena. O silêncio percorreu o bar, até que algumas pessoas começaram a gritar e a sair dele. Os garçons tentavam acalmar o pessoal, mas metade da galera já tinha ido embora. O casal pegador que estava ali desde que eu tinha chegado continuava a se pegar, mesmo com o barulho da explosão. Não resisti. Peguei o chopp da mulher e joguei neles. — Arrumem a droga de um quarto. — aquilo fez eles saírem me xingando. — Eu estou falando sério. Tem hotéis muito bons ali mais para o centro, na Baggot Street! — gritei, mas eles pareciam não querer me escutar. Larry reclamava que só não me mandava embora porque eu costumava dar mais lucro que todo aquele pessoal junto. Me virei para a mulher que parecia levemente atordoada com a situação. — Desculpe. Essa música lembra minha ex. — respondi como quem não quer nada e dei um gole na minha bebida. O barman me lançava olhares dando a entender que eu poderia ter praticado magia na frente de uma Trouxa. Balancei a cabeça negando o fato. — Olha pra ela. Vestida assim e com o volume ali nas pernas. Ela é uma bruxa. — a varinha era bem visível. Provavelmente tinha quase 30 centímetros. Poucos bruxos tinham varinhas tão grandes.

OFF: Interagindo com Izume Lee Schmidth


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Izume Lee Schmidth
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSeg 10 Maio 2021, 00:40

Ímã de Problemas
Que os europeus tendiam a ser grandes chatonildos disso eu já sabia, mas não imaginava que fosse ter esse fato esfregado na minha cara logo em minha primeira viagem dentro da Grã-Bretanha após meu retorno. O homem ao meu lado contestou meu pedido de música dizendo que um suicídio coletivo combinava com Hotel California, o que me fez arquear uma sobrancelha e o encarar com certo desdém. Se a sugestão dele não fosse boa, porque de fato Bee Gees era bom e eu curtia muito, com certeza eu teria feito algum comentário mal educado sobre a atitude grosseira dele. Para minha sorte, e para a sorte do espertalhão do meu lado, o barman que descobri chamar Larry disse que todos os clientes tinham sua vez ao pedir uma música, ou seja, se o bonito quisesse ouvir Bee Gees que esperasse Hotel California terminar. Não demorou para que minha salada fosse depositada no balcão e logo comecei a comer, intercalando as garfadas com goles no meu chopp. Foi nesse momento que notei o cara ao lado retirar sua varinha das vestes – o que me gerou grande choque, eu não estava esperando que ele fosse um bruxo, menos ainda um bruxo tão tapado a ponto de tirar o objeto mágico assim em público – e usar um feitiço não-verbal para explodir o som. Larguei o garfo com o susto, assistindo de olhos arregalados a cena dos clientes saírem correndo por causa do cheiro de fumaça e fiação queimada que preencheu o bar. E não foi só isso, o bruxo pegou o meu chopp e deu um banho no casal que se pegava ao lado, mandando-os arrumar um quarto. Meu queixo caiu de incredulidade. Pisquei algumas vezes encarando os olhos azuis do homem, decidindo se eu primeiro xingava e depois batia ou se só batia e ia embora. — Escuta aqui — elevei meu tom de voz e aprumei o corpo. Minha voz foi interrompida por um palavrão que uma mulher gritou antes de sair do bar reclamando da fiação que provavelmente era muito velha. Pobre Larry, teria de lidar com prejuízos. O bruxo disse que tinha feito aquilo tudo porque Hotel California lembrava sua ex, o que me fez rolar os olhos e bufar de desgosto.

Sem paciência para discutir com um marmanjo que pensa ter treze anos. O casal também achou um desaforo tudo aquilo e saiu rapidinho do estabelecimento, deixando algumas notas no balcão para quitar a conta. — Você é grosseiro e desagradável. Dá pra imaginar o que sua ex passou só nesses minutos que fiquei sentada ao seu lado. — Depois de ouvir sobre o “volume” em minhas roupas que ele supunha ser minha varinha eu simplesmente não consegui segurar a língua. Dei um tapa no balcão, colocando-me de pé e encarando-o com intensidade. — O mínimo era você me pagar uma bebida depois de desperdiçar meu chopp tentando apagar o fogo de adolescentes que não têm um lugar decente pra transar. — Cruzei os braços abaixo dos seios, o rosto fechado em uma expressão nada amigável. Alec diria que aquela era a minha expressão de “eu vou acabar com a sua raça”. — Não é problema seu se eu sou uma bruxa, só pra deixar claro. — Falei em tom mais baixo para que só ele e Larry pudessem ouvir. — Tem medo que a minha varinha seja maior e mais potente que a sua, bonitão? — Um sorrisinho sarcástico surgiu em meus lábios e aproveitei que estava de pé para pegar minha salada e me afastar, indo para uma das mesas que ficou vazia com a debandada de clientes. Rolando os olhos e resmungando baixo, sentei-me e coloquei o casaco e a bolsa na cadeira vazia ao meu lado, mas ao encarar a salada percebi que não queria mais comer. Larry chegou com as minhas batatas e perguntou se eu queria mais alguma coisa, aproveitando para se desculpar pelo comportamento de Daan. Ah, então era esse o nome do bebum amargurado? Interessante. — Hm, o término deve ter deixado ele mal humorado. A falta de sexo causa isso na maioria dos homens. Ele não conhece o famoso cinco contra um não? — Meu tom piadista arrancou uma risada do barman, mas para nossa infelicidade o tal Daan se aproximou, provavelmente percebendo que eu estava falando dele. — E aí, Daan? Veio me dizer que vai pagar a minha bebida que você jogou fora ou vai continuar provando que você evacua pela boca? — Apoiei o queixo nas mãos e sorri mostrando meus dentes brancos e alinhados.

Interação com Daan Windsor Mountbatten



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Daan Windsor Mountbatten
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSeg 10 Maio 2021, 18:21

Minha atitude se manteve tranquila e prepotente, enquanto eu bebia. Larry já demonstrava uma leve calma por acreditar de fato que a mulher era uma bruxa, mas para minha surpresa, a garota não parecia querer deixar as coisas baratas. Suas palavras seguintes para mim tinham sido bem duras, principalmente falando sobre o fato da minha ex ter me deixado por eu ser grosseiro e desagradável. Engoli em seco, sem resposta, e dei mais um gole na minha bebida, tentando ignorar a moça por alguns segundos. Eu costumava fazer aquilo quando alguém me confrontava, principalmente tocando em determinados assuntos. Eu entendia sua raiva. Eu entendia porque, afinal, eu tinha jogado o chopp dela fora e estragado sua musiquinha ambiente, tanto que ela tinha citado aquele primeiro fato, defendendo o casalzinho apaixonado. Confesso que minha reação seria apenas pedir outra bebida, mas sua postura com os braços embaixo dos seios tinham feito eles saltarem ficando mais aparentes, e foi inevitável não olhar. Ok. Talvez ela não estivesse tão mal vestida. E quem precisava de roupas? De qualquer forma, não pode deixar de rir sobre seu comentário sobre o tamanho da varinha. — Me desculpe. Eu sou inseguro porque a minha é grande, mas é quebradiça! — não era nem piada - tanto no sentido figurado como real. Vamos lá, qualquer cara que bebia demais sabia disso. Sabia que jamais conseguiria “fazer magia de forma eficiente”. Ainda mais na minha idade.

Quando a mulher saiu de perto de mim, e parte dos meus sentidos puderam fazer com que eu olhasse para ela, e seu rosto irritado, uma sensação incômoda me dominou. Era como se eu já a tivesse visto em algum lugar. Além disso, eu me sentia mal pelas coisas que ela tinha me falado. As lembranças em meu peito faziam doer. Eu sabia que não era a coisa mais adequada do mundo, mas respirei fundo e fui até a mesa onde ela tinha sentado. Larry estava acabando de sair, e colocou a mão no meu peito, cochichando para eu não incomodar a mulher. Fiz sinal que iria em paz e puxei a cadeira que estava em sua frente. Suas primeiras palavras não foram agradáveis, mas eu não podia esperar menos. — Ok. Justo. Te pagarei a bebida… E também quero te pedir desculpas… — minha voz talvez estivesse embargada por causa da bebida, mas parecia honesta. — Existe muita coisa acontecendo em minha vida, e eu dei uma extravasada mais do que o necessário. — eu sabia que o que acontecia comigo não era culpa dos outros, principalmente o lance da França, mas não tinha sido isso o motivo do meu surto. A mulher parecia concordar. — Hotel California é uma música complicada para mim. Ela era a música preferida da minha filha… — fiz uma pausa e peguei uma batata frita, porque eu não tinha nenhuma bebida em mãos e precisava ocupar minha garganta. A batata pareceu trancar na minha garganta, mas continuei — Na realidade era uma música de família… E quando minha filhinha morreu, minha ex-esposa me deixou porque queria se desvencilhar de tudo que lembrava da nossa pequena. — engoli em seco, pegando outra batata, e me levantei da mesa.

— Me desculpe. Eu pagarei sua bebida… E Larry colocará a música para tocar novamente. — eu já estava de saída, quando a moça pediu para que eu sentasse. Eu notava que era mais uma cordialidade do que qualquer outra coisa. Dessa vez, de maneira mais contida e menos babaca, me sentei na sua frente, enquanto ela se apresentava. Afinal, ela já sabia o meu nome. Quando o nome Izume entrou na minha cabeça, minha expressão mudou completamente, fazendo com que eu desse um soco de alegria na mesa e sorrisse vitorioso. — Izume! Eu sabia que eu conhecia você! Você é a garota que deixou meu irmão maluco! — minha frase não fazia nenhum sentido, e principalmente a mudança de humor — Droga! Ele era caidinho por você. — eu tinha escutado ele falar muito sobre ela na minha orelha e até a tinha conhecido oficialment em um dos natais, mas depois do término, Jed só falava dela. Izume parecia completamente perdida, principalmente em relação ao meu irmão, e também a história da minha filha e mulher. — Ah, não esquenta. Eu estava zoando. Nunca tive filha ou mulher. Eu só odeio Eagles mesmo. — coloquei os pés na mesa, e puxei meu maço de cigarros. Era bizarro encontrar velhos conhecidos. Coloquei um na boca, enquanto tentava encontrar meu isqueiro — Então… Jed… Ele sempre foi molenga… Aposto que não só em personalidade. Foi por isso que você vazou? — dei um sorrisinho de canto. Ele era meu irmãozinho, mas eu achava que tinha o direito de falar mal dele depois de saber o que ele tinha virado.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 04 Jun 2021, 20:45

Ímã de Problemas
Eu não estava esperando que Daan fosse ceder fácil e ouvir que ele pagaria a bebida me desarmou um pouco, principalmente quando ele também disse que queria pedir desculpas. Fiquei em silêncio ouvindo o desabafo, o olhar alternando entre ele e as batatas fritas das quais ele se servia. Senti um nó na garganta quando ele mencionou uma filha e em seguida, para coroar o momento e me deixar vermelha, confessou o luto pela morte da mesma. Fechei os olhos numa careta e abaixei a cabeça. Que mancada. Pensei com tristeza, sentindo-me idiota por ter falado besteira. Ergui de novo a cabeça e o encarei, mas ele já estava de saída e isso me colocou em alerta. — Espera. — Levantei-me sentindo uma fisgada de culpa no peito quando o olhei nos olhos. Porra, Izume. Pisou na bola, hein? Agora era eu quem tinha que pagar uma bebida. — Senta, por favor. — Ele podia comer o resto da minha batata, eu não ia me importar. Meu estômago estava trancado, minha boca estava seca. De forma contida, Daan se sentou e eu fiz o mesmo. Apoiei os cotovelos na mesa, intrigada com o rosto dele que me lembrava alguém. — Eu sou Izume. — Comecei, pretendia pedir desculpas pela forma como falei com ele e dar condolências pela perda da filha. Como mãe, eu podia imaginar sua dor e isso deixou meu coração mole totalmente exposto. No entanto, a mudança de fisionomia me confundiu e no segundo seguinte Daan estava socando a mesa alegremente. Deu um pulo para trás e saquei a varinha discretamente, suspeitando que ou estivesse muito bêbado ou fosse bipolar. Ele me conhecia e dizia que eu havia deixado seu irmão louco (?). Por um segundo tudo o que fiz foi vincar o cenho e congelar no lugar, processando o que ele tinha dito, e em seguida minha ficha caiu.

Fiquei gelada e quase deixei a varinha escorregar dos meus dedos com a fala acelerada de Daan. Ele estava falando mesmo de Jed? Do meu Jed? Quer dizer... Já não era mais meu há muito, muito tempo. Meu coração bateu dolorosamente e eu senti meus olhos se encherem de lágrimas, minha respiração ficou acelerada e meu peito subia e descia rápido. Meu maxilar estava rídigo e precisei de muito autocontrole quando Daan disse que tudo tinha sido uma brincadeira. O lance da filha morta e toda a história ao redor de Hotel California. E ele odiava os Eagles. Daan botou os pés na mesa despreocupadamente e colocou um cigarro na boca. Segundo ele, Jed era um molenga e que eu tinha terminado com  ele por isso. — Como ousa... — Rosnei baixinho estreitando os olhos, mandando para a casa do caralho o autocontrole e atirando o cesto de batatas fritas na sua cara. — Você é um idiota. — Apesar do tom de voz firme eu não falava alto. Eu não precisava de um escândalo, ainda mais num bar onde trouxas frequentavam. Meu dever ali era esquecer o encontro e só ir embora, mas fui tomada pelo baque de estar diante de alguém que poderia saber como Jed estava e minha curiosidade falou mais alto. — Ah, ele não te contou por que a gente terminou? — Questionei com ironia, dando um sorriso no fim da frase. Mas que droga?!, xinguei em pensamento. Quando se senta no bar para beber e comer não se espera encontrar o ex-cunhado. — Você nem deve conseguir se lembrar na real. Gastou os neurônios inventando a história da filha morta e da ex-esposa. — Rolei os olhos e me levantei. Fui para o balcão e saltei por cima dele, ignorando o olhar dos outros clientes e também de Larry, que ficou me assistindo apanhar uma garrafa de whisky recentemente aberta e entornar direto do gargalo.

Okay, aquela não foi a atitude mais inteligente e madura, mas quem é que gosta de desenterrar histórias de amor que nunca terminou de verdade? — Argh... — Limpei a boca molhada de whisky com as costas da mão e soltei um soluço. Eu tinha sorvido um terço da garrafa. Minha garganta estava queimando, mas não me importei tanto. — Coloca na conta do Daan, Larry. — Pulei de volta o balcão, deslizando e caindo em pé do outro lado, já sentindo o relaxamento muscular causado pelo álcool. Sentei de novo na mesa e botei o whisky no centro. — Servido? — Gesticulei para ele beber, até porque ele quem iria pagar. — Por um segundo pensei em Alec e no que ele pensaria de mim se me visse enchendo a cara com um desconhecido. Já fazia tantos anos desde a última vez que sentei num bar daquele jeito, para encher a cara de whisky e falar sobre algum assunto que não fosse meu trabalho ou meu filho que por um segundo me senti vazia. Fiz as escolhas certas? Estou no lugar que eu queria estar? Ter ido embora para o Canadá grávida, de outro quando eu sabia que podia ter recorrido ao homem que me amava. As coisas todas tinham sido muito erradas entre Jed e eu... O término, meu envolvimento com Leo e então a gravidez... Depois de Daan ter bebido sem frescuras da garrafa, eu apanhei novamente e dei outro gole longo, deslizando-a de volta sobre o tampo de madeira. — Então... — Eu dei uma risada, tomada pelo efeito da bebida. Estômago vazio e abstinência juntos não dava bom, mas nem pensei nisso no momento. — Você não sabe mesmo da história? — Dei um sorriso debochado. — Seu irmão com certeza deve ter dado graças à Rowena quando viu o problema Izume indo embora do país. — Joguei a cabeça para trás, encarando o teto do bar. Eu estava bêbada. — Do que exatamente você lembra da minha história com ele, Daan? Sendo bem sincero. — Ergui a cabeça e voltei à posição inicial nos cotovelos apoiados e mãos cruzadas sustentando o queixo.  

Interação com Daan Windsor Mountbatten



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Odeon Bar & Grill
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