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 Odeon Bar & Grill

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
Diretor Alvoros Grunnion


Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 19:45

Relembrando a primeira mensagem :

Odeon Bar & Grill

Dublin, Irlanda


Odeon Bar & Grill  - Página 12 Jm5QwvILMDW3J

Um bar e restaurante para os que gostam de aproveitar as melhores bebidas da cidade junto com sua gastronomia de pratos saborosos e originais. Apesar do local ter sido restaurado e mantido com seu ar do passado, dentro a decoração é bastante moderna e conta com mesas, sofás e até um mini palco montado para show's acústicos no local.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos.



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Jed Windsor Mountbatten
Forças Armadas - Exército
Forças Armadas - Exército
Jed Windsor Mountbatten


Bicho-papão : Inferis

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Fibra de Coração de Dragão, Cedro, 34 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeTer 16 Mar 2021, 21:20

O suspiro prolongado demonstrava o quanto Jed estava cansado. O mundo parecia desabar um pouco ao seu redor, por isso era bom as vezes apenas esquecer as coisas. Prova disso foi que o homem tinha ido até o lugar mais longe que lhe era permitido: a Irlanda, só para tomar uma bebida. Tudo bem que era uma ilha de distância da Grã-Bretanha, e se fosse se basear na Irlanda do Norte, ainda estava em território bretão, mas era bom estar longe da Escócia e da Inglaterra, pelo menos naquele momento. Pelo menos não haveriam tantos holofotes mirados para si. O Odeon Bar & Grill era um espaço que Jed costumava visitar desde os seus 21 anos, quando tinha recebido permissão para beber, mas não sabia quando tinha sido a última vez que havia pisado naquele lugar com certa tranquilidade. Resolveu parar de pensar nos problemas quando a bebida foi servida na sua mesa, e com um só gole terminou com aquele Uísque que deveria ter mais anos que todos os presentes naquele bar. Não importava. Fez sinal para tomar outra dose, e desse vez, com a garganta menos fraca e mais anestesiada sentiu seu corpo ficar um pouco mais mole e relaxado. Não beberia mais. Sabia a hora de parar. Tinha uma rotina quase militar. Apenas aproveitou para comer alguma coisa, e ver gente diferente, antes que resolvesse pedir a conta, pagar e tudo e finalmente sair dali.





Jed Windsor Mountbatten
BEKKS;
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Valon Tudor Albuquerque
Corvinal
Corvinal
Valon Tudor Albuquerque


Bicho-papão : Corpo Seco

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 7º Ano
Varinha: Fibra de Coração de Dragão, Amieiro, 28 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 26 Mar 2021, 10:52



Cara feia é fome

Intereção com: Rafael Albuquerque (pai, NPC)

Nem sempre cara feia é fome, mas naquele momento era. - AAAAaAAAAAaAAAAAAaaaaaa! - Gritei dentro do carro, fazendo papai me olhar assustado no volante. - EU TO COM FOMEEEEEEEEEEEEE! - Ele riu, estava de bom humor porque tínhamos finalmente chegado à Irlanda depois de longas horas de voo e porque tinha conseguido pegar o Porshe que ele tanto queria (cortesia da empresa que tinha promovido ele). - Calmae leoa, já estamos chegando. O Sr. Howard disse que o Odeon & Grill tem uma comida excelente! - Ele disse animado batucando no volante no ritmo de Slow Ride. Rolei os olhos sentindo o estômago dolorido. Graças aos deuses chegamos até que bem rápido ao restaurante e logo pedimos nossa comida. Eu fiquei com uma salada fresca com queijo, ervas e frutas, uma omeletona de atum e muita batata frita. Comi até me empanturrar, com direito à arroto de refrigerante e guerrinha de batatas murchas com meu pai quando terminamos de comer e ficamos ociosos esperando a comida baixar no estômago. Após papai pagar a conta, deixamos o local felizes e bem alimentados, indo direto para o hotel.



Valentina Tudor Albuquerque
∆ LYL - FG
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Rosalie Belmonte Zarek
Sonserina
Sonserina
Rosalie Belmonte Zarek


Bicho-papão : Fogo

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: 5º Ano
Varinha: Pena de Fênix, Cerejeira, 30 cm, Quebradiça

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeQui 01 Abr 2021, 13:12

Henry desligava sua moto, e em seguida retirava seu capacete e arrumava seu cabelo, enquanto arrumava o zíper do seu casaco de coro, e descia, e seguia em direção do bar, a procura de alguma bebida forte, ou algum hambúrguer. O ruivo sentia que o tempo parecia querer ficar nublado, talvez uma ameaça, seu olhar estava para o céu, mas logo voltou para realidade e seguiu para dentro do ambiente que lhe parecia aconchegante e com poucas pessoas. O nome do lugar tinha chamado atenção do homem que parecia estar se encaminhando para um assento perto do bar. Seus olhos foram em direção ao atendente, que logo lhe trouxe um copo de Whisky. O jovem ficou observando seu relógio por um tempo, e também decidindo se deveria ou não aceitar aquele emprego no mundo bruxo, já que estava muito bem colocado no mundo trouxa.  Ao ver o atendente lhe trazendo o hamburguer acabou recebendo uma ligação que lhe tirou todo apetite. Era um caso de emergência no Hospital, e precisava voltar rapidamente para a emergência, muitas coisas dependiam dele, e naquele momento ele tinha o destino de uma vida em suas mãos.
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Kael Leibovitz Hargreeves
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
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Patrono : Jaguatirica
Bicho-papão : Reencarnação de Jack, o Estripador

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Unicórnio, Olmo, 32 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSab 03 Abr 2021, 20:48

From Mars to Sirius
Era divertido observar as outras pessoas comendo enquanto você bebia algumas doses de refrigerante. Ali notava o comportamento de pessoa por pessoa e ia criando ideias a respeito delas. Naquela ocasião sentia falta de uma companhia para aquele momento tendo em vista que como as aulas em Hogwarts voltaram, Evangelinne estava distante e ele pouco poderia falar e vê-la como gostava antes. Dei algumas goladas do refrigerante e apoiei-me ao fato de que a garrafa estava perto de mim para que eu mesmo enchesse o copo do jeito que gostaria. Estar num restaurante era comum e não ligava muito para aquilo embora fosse constantemente vigiado por ser famoso no mundo alimentício. No mais, esperei que aquele dia eu pudesse me divertir ver as pessoas, crianças e adultos em seus dias normais nos seus próprios piques. Puxei o suéter preto e amarelo pra baixo e voltei a observar cada rosto pacientemente enquanto fingia estar lendo o cardápio. Minha ida ali apenas se apoiava ao fato de que eu precisava ver pessoas antes que surtasse novamente e tivesse atitudes drásticas, mas naquele momento, via que não haveria volta.

O doce gosto da bebida ao menos revigorava a minha vontade de permanecer ali sentado. Esperei por alguns momentos antes de escolher algum prato de talharim para comer como sempre costumava pedir. As pessoas eram atenciosas, os funcionários, era até bom estar ali, contudo não sozinho. Precisava de uma companhia para os momentos antes de cometer qualquer atrocidade com o meu corpo embora a visitinha ao cemitério para colocar as lápides dos meus pais já estivesse quase confirmada. Se chegasse naquele local, nada poderia ser feito e um novo eu surgiria. Eu simplesmente não aguentava mais o fato de não ter meus pais por perto, minha família, meus amigos. Todos estavam afastados e longe e eu precisava de um suporte que nem todas as pessoas poderiam me dar. Respirei fundo e suspirei pesadamente enquanto dava algumas garfadas no macarrão na minha frente e aproveitava para comer.

A lembrança de Hemera era fatídica, aquele dia na Galeria havia sido um pouco estranho porém bom o bastante para gerar boas lembranças ao menos para mim. Lembro-me que ouvi sobre o seu nome Blackthorn e logo o associei ao meu Rosenberg e pensei no que aquilo poderia implicar. Será que ela me odiaria ao descobrir que eu estava a frente da família rival dela? Talvez... Mas aquilo não era hora de ficar refletindo sobre um futuro que jamais fosse chegar.

Esperei o estabelecimento esvaziar aos poucos para enfim terminar a garrafa de refrigerante e o macarrão para que levantasse e pagasse o que devia no caixa e enfim, iria para casa descansar um pouco para botar em prática as ideias que estava tendo na minha cabeça. Será que em algum cenário futuro eu conseguiria superar a morte de meus pais adotivos? Parecia tudo tão escuro e minha orientação apenas encontrava uma névoa que me mostrava incerteza no meu caminho. Estava ciente que algumas coisas poderiam ocorrer e por isso estava ali para distrair, mas quanto mais via pessoas e famílias juntas no restaurante, mais aquilo me remoía. Eu andava triste e desmotivado para um monte de coisas e pessoas, estava em estado deprimente mentalmente porém não me dava ao luxo de ir tratar meus problemas, gostava de enfrentá-los do jeito que dava: naturalmente.

Ao fim, saí dali rumo aos Rosenberg para arrumar minhas coisas e então, concretizar a ideia que estava disposto a tornar real.
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Izume Lee Schmidth
Sociedade Bruxa - Adulto
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Izume Lee Schmidth


Bicho-papão : O filho morto ou Dementador

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pena de Fênix, Cerejeira, 29 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 07 Maio 2021, 23:03

Chopp e The Eagles
Eu estava na cidade apenas para visitar alguns amigos, ainda tinha esperança de encontrar algum material referente aos estudos mais recentes no Cairo com algum dos alquimistas que trabalharam comigo no passado, mas somente um dos cinco da minha lista pôde me receber e ainda assim não tinha nada para me ajudar em minhas pesquisas. Desisti de bater perna por Dublin e procurei por um restaurante para almoçar – mas que pelo horário era mais uma janta mesmo –, querendo apenas tomar uma cerveja ouvindo uma música tranquila, quem sabe apostar brincando na sinuca ou nos dardos, só pelo deleite de me lembrar de meus tempos de solteira antes de Alec vir ao mundo. Adentrei o local e rumei para o balcão, pois para a minha infelicidade o local estava cheio e não havia mesas disponíveis. — É algum tipo de promoção ou coisa assim? — Perguntei em tom bem humorado ao barman que atendia agilmente os clientes. Ele respondeu que sim, até a meia-noite todas as bebidas estavam pela metade do preço. — Okay, isso definitivamente me obriga a colar a bunda aqui e só sair bêbada. — Ri baixo, acomodando-me no banco ao lado de um casal apaixonado – que estava mesmo trocando carícias bem explícitas ali – e um homem que não me dei o trabalho de prestar muita atenção, ao menos não à princípio. — Eu gostaria de uma porção de fritas com queijo e uma salada caesar. Um chopp também, por favor. — Solicitei após dar uma rápida espiada no cardápio fixado na parede acima da prateleira de bebidas e comecei a desabotoar o casaco. O homem ao meu lado, aquele que que eu mal tinha notado, comentou sobre os drinks com desconto e como a promoção acabava estragando o charme do bar para os turistas. — Você acha? Bares cheios me passam a impressão de aconchego, principalmente com o frio de hoje. — Respondi de forma despreocupada, apanhando a caneca de chopp que acabava de ser colocada na minha frente. — Se bem que ambientes mais vazios são mais... Agradáveis. É, acho que essa seria a palavra. — Dei um longo gole na bebida e acabei ganhando um bigode de espuma. Foi o cara que me alertou e isso me deixou envergonhada. Limpei rapidamente a boca com as costas da mão, buscando encarar qualquer outra coisa para disfarçar o quanto fiquei sem graça. — Com licença, dá pra pedir música aqui? — Inclinei-me no balcão para falar com o barman, ele respondeu positivamente. — Ah, coloca Hotel California então, por favor. Você sabe, The Eagles. — Eu morei tanto tempo nos Estados Unidos que voltar à Grã-Bretanha era mesmo bem esquisito. Quem no mundo não conhecia Hotel California? Ainda que não soubesse o que eu estava falando, o barman atendeu meu pedido e colocou a música para tocar no som do bar.




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Daan Windsor Mountbatten
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Bicho-papão : Inferis

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Cauda de Centauro, Espinheiro-Alvo, 30 cm, Quebradiça

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSab 08 Maio 2021, 15:47

Segurei o braço do Barman quando ele passou por mim — Eu senti tanto a sua falta, Larry! Eu te amo tanto! — o homem respondeu que me amava também, e deu uns toquinhos na minha mão enquanto seguia para atender outros clientes. O Odeon Bar & Grill era um dos meus bares favoritos, mas eu estava odiando o fato dele estar tão lotado. Naturalmente que isso tinha feito com que eu enchesse um pouco a cara para me livrar daquele incômodo, mas beber demais nunca tinha sido uma novidade para mim. — Cara, eu odeio a França… — local onde eu trabalhava — Eu odeio muito a França, eu odeio os franceses, Larry. — vi que o barman não deu bola, por isso virei para o bar. — EU ODEIO MUITO A FRANÇA, OS FRANCESES E O FRANCÊS! — assim que soltei meu grito de libertação, vi um dos garçons me olhando com cara pouco amistosa. — Não você, Francis. Você eu amo. Eu odeio o Francês. A linguagem. — me virei novamente para o balcão e segui bebendo, até que minha atenção fosse roubada por uma mulher que sentou-se ao meu lado, criando uma barreira entre eu e um casal “eufórico”. A escaneei com o canto dos olhos. Bonita, mas claramente mal vestida. Eu previa o porquê. Além disso, o volume próximo a suas pernas me deixava bem claro o que ela era. Fiquei na minha, a observando, sem olhá-la, enquanto ela falava com Larry, pedindo comida. Quem pedia comida em um bar? Vergonhoso. E como ela esperava sair de lá bêbada bebendo chopp?

— “Amadora”. — pensei, enquanto dava mais um gole no meu martini de maçã verde, porque eu gostava muito de maçã verde, e tentei pedir outro. Mas agora Larry já estava lá do outro lado do balcão atendendo outras pessoas. — Essa desgraça de drinques pela metade do preço acaba ferrando a experiência dos bares. Isso parece a porcaria de uma discoteca. — resmunguei, e sim, eu era velho. A moça resolveu responder, dizendo que gostava de ambientes aconchegantes que nem aquele, mas entendia como bares menos lotados podiam ser mais agradáveis. Suspirei - afinal ninguém tinha chamado ela para a conversa - enquanto voltava a olhá-la e a via dar um grande gole no seu chopp. Apontei para o seu rosto quanto o copo foi depositado de volta à mesa. — Você tá com um bigode. — pra mim falar aquilo tinha sido algo natural, mas ela parecia levemente constrangida. Todo mundo ficava com bigode bebendo chopp. Porque ela se achava tão especial? Tudo bem, talvez eu estava um pouco irritado porque Larry ainda não tinha voltado para trazer meu martini, sem contar que quando ele voltou, ele só deu atenção a mulher, que pediu para tocar “Hotel California”. Quando a música começou a soar, suspirei. — Pronto. Só falta agora a gente praticar suicidio coletivo”. — comentei resmungando, quando finalmente Larry me servia — Coloca algo mais animado. Tipo um Bee Gees. Tira essa música. — o barman tentou argumentar dizendo que depois colocaria, e veio com aquele papo de “todos os clientes devem ser respeitados”, mas eu não estava muito bem da cabeça. Aquela música me lembrava maus momentos.

Talvez por isso eu saquei minha varinha na maciota, e com um leve aceno, fiz o lugar de onde a música saía, explodir. Só Larry e a moça tinham visto a cena. O silêncio percorreu o bar, até que algumas pessoas começaram a gritar e a sair dele. Os garçons tentavam acalmar o pessoal, mas metade da galera já tinha ido embora. O casal pegador que estava ali desde que eu tinha chegado continuava a se pegar, mesmo com o barulho da explosão. Não resisti. Peguei o chopp da mulher e joguei neles. — Arrumem a droga de um quarto. — aquilo fez eles saírem me xingando. — Eu estou falando sério. Tem hotéis muito bons ali mais para o centro, na Baggot Street! — gritei, mas eles pareciam não querer me escutar. Larry reclamava que só não me mandava embora porque eu costumava dar mais lucro que todo aquele pessoal junto. Me virei para a mulher que parecia levemente atordoada com a situação. — Desculpe. Essa música lembra minha ex. — respondi como quem não quer nada e dei um gole na minha bebida. O barman me lançava olhares dando a entender que eu poderia ter praticado magia na frente de uma Trouxa. Balancei a cabeça negando o fato. — Olha pra ela. Vestida assim e com o volume ali nas pernas. Ela é uma bruxa. — a varinha era bem visível. Provavelmente tinha quase 30 centímetros. Poucos bruxos tinham varinhas tão grandes.

OFF: Interagindo com Izume Lee Schmidth


DAAN;
I sold some tickets To come see my downfall It sold out in minutes I saw friends in the front row They'll leave when I'm finished And the light in my name's gone 'Cause the ones who gas you up Only come around when the flame's on and I gave you my light
♠️
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Izume Lee Schmidth
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Bicho-papão : O filho morto ou Dementador

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Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pena de Fênix, Cerejeira, 29 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeDom 09 Maio 2021, 23:40

Ímã de Problemas
Que os europeus tendiam a ser grandes chatonildos disso eu já sabia, mas não imaginava que fosse ter esse fato esfregado na minha cara logo em minha primeira viagem dentro da Grã-Bretanha após meu retorno. O homem ao meu lado contestou meu pedido de música dizendo que um suicídio coletivo combinava com Hotel California, o que me fez arquear uma sobrancelha e o encarar com certo desdém. Se a sugestão dele não fosse boa, porque de fato Bee Gees era bom e eu curtia muito, com certeza eu teria feito algum comentário mal educado sobre a atitude grosseira dele. Para minha sorte, e para a sorte do espertalhão do meu lado, o barman que descobri chamar Larry disse que todos os clientes tinham sua vez ao pedir uma música, ou seja, se o bonito quisesse ouvir Bee Gees que esperasse Hotel California terminar. Não demorou para que minha salada fosse depositada no balcão e logo comecei a comer, intercalando as garfadas com goles no meu chopp. Foi nesse momento que notei o cara ao lado retirar sua varinha das vestes – o que me gerou grande choque, eu não estava esperando que ele fosse um bruxo, menos ainda um bruxo tão tapado a ponto de tirar o objeto mágico assim em público – e usar um feitiço não-verbal para explodir o som. Larguei o garfo com o susto, assistindo de olhos arregalados a cena dos clientes saírem correndo por causa do cheiro de fumaça e fiação queimada que preencheu o bar. E não foi só isso, o bruxo pegou o meu chopp e deu um banho no casal que se pegava ao lado, mandando-os arrumar um quarto. Meu queixo caiu de incredulidade. Pisquei algumas vezes encarando os olhos azuis do homem, decidindo se eu primeiro xingava e depois batia ou se só batia e ia embora. — Escuta aqui — elevei meu tom de voz e aprumei o corpo. Minha voz foi interrompida por um palavrão que uma mulher gritou antes de sair do bar reclamando da fiação que provavelmente era muito velha. Pobre Larry, teria de lidar com prejuízos. O bruxo disse que tinha feito aquilo tudo porque Hotel California lembrava sua ex, o que me fez rolar os olhos e bufar de desgosto.

Sem paciência para discutir com um marmanjo que pensa ter treze anos. O casal também achou um desaforo tudo aquilo e saiu rapidinho do estabelecimento, deixando algumas notas no balcão para quitar a conta. — Você é grosseiro e desagradável. Dá pra imaginar o que sua ex passou só nesses minutos que fiquei sentada ao seu lado. — Depois de ouvir sobre o “volume” em minhas roupas que ele supunha ser minha varinha eu simplesmente não consegui segurar a língua. Dei um tapa no balcão, colocando-me de pé e encarando-o com intensidade. — O mínimo era você me pagar uma bebida depois de desperdiçar meu chopp tentando apagar o fogo de adolescentes que não têm um lugar decente pra transar. — Cruzei os braços abaixo dos seios, o rosto fechado em uma expressão nada amigável. Alec diria que aquela era a minha expressão de “eu vou acabar com a sua raça”. — Não é problema seu se eu sou uma bruxa, só pra deixar claro. — Falei em tom mais baixo para que só ele e Larry pudessem ouvir. — Tem medo que a minha varinha seja maior e mais potente que a sua, bonitão? — Um sorrisinho sarcástico surgiu em meus lábios e aproveitei que estava de pé para pegar minha salada e me afastar, indo para uma das mesas que ficou vazia com a debandada de clientes. Rolando os olhos e resmungando baixo, sentei-me e coloquei o casaco e a bolsa na cadeira vazia ao meu lado, mas ao encarar a salada percebi que não queria mais comer. Larry chegou com as minhas batatas e perguntou se eu queria mais alguma coisa, aproveitando para se desculpar pelo comportamento de Daan. Ah, então era esse o nome do bebum amargurado? Interessante. — Hm, o término deve ter deixado ele mal humorado. A falta de sexo causa isso na maioria dos homens. Ele não conhece o famoso cinco contra um não? — Meu tom piadista arrancou uma risada do barman, mas para nossa infelicidade o tal Daan se aproximou, provavelmente percebendo que eu estava falando dele. — E aí, Daan? Veio me dizer que vai pagar a minha bebida que você jogou fora ou vai continuar provando que você evacua pela boca? — Apoiei o queixo nas mãos e sorri mostrando meus dentes brancos e alinhados.

Interação com Daan Windsor Mountbatten



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Daan Windsor Mountbatten
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Daan Windsor Mountbatten


Bicho-papão : Inferis

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Cauda de Centauro, Espinheiro-Alvo, 30 cm, Quebradiça

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSeg 10 Maio 2021, 17:21

Minha atitude se manteve tranquila e prepotente, enquanto eu bebia. Larry já demonstrava uma leve calma por acreditar de fato que a mulher era uma bruxa, mas para minha surpresa, a garota não parecia querer deixar as coisas baratas. Suas palavras seguintes para mim tinham sido bem duras, principalmente falando sobre o fato da minha ex ter me deixado por eu ser grosseiro e desagradável. Engoli em seco, sem resposta, e dei mais um gole na minha bebida, tentando ignorar a moça por alguns segundos. Eu costumava fazer aquilo quando alguém me confrontava, principalmente tocando em determinados assuntos. Eu entendia sua raiva. Eu entendia porque, afinal, eu tinha jogado o chopp dela fora e estragado sua musiquinha ambiente, tanto que ela tinha citado aquele primeiro fato, defendendo o casalzinho apaixonado. Confesso que minha reação seria apenas pedir outra bebida, mas sua postura com os braços embaixo dos seios tinham feito eles saltarem ficando mais aparentes, e foi inevitável não olhar. Ok. Talvez ela não estivesse tão mal vestida. E quem precisava de roupas? De qualquer forma, não pode deixar de rir sobre seu comentário sobre o tamanho da varinha. — Me desculpe. Eu sou inseguro porque a minha é grande, mas é quebradiça! — não era nem piada - tanto no sentido figurado como real. Vamos lá, qualquer cara que bebia demais sabia disso. Sabia que jamais conseguiria “fazer magia de forma eficiente”. Ainda mais na minha idade.

Quando a mulher saiu de perto de mim, e parte dos meus sentidos puderam fazer com que eu olhasse para ela, e seu rosto irritado, uma sensação incômoda me dominou. Era como se eu já a tivesse visto em algum lugar. Além disso, eu me sentia mal pelas coisas que ela tinha me falado. As lembranças em meu peito faziam doer. Eu sabia que não era a coisa mais adequada do mundo, mas respirei fundo e fui até a mesa onde ela tinha sentado. Larry estava acabando de sair, e colocou a mão no meu peito, cochichando para eu não incomodar a mulher. Fiz sinal que iria em paz e puxei a cadeira que estava em sua frente. Suas primeiras palavras não foram agradáveis, mas eu não podia esperar menos. — Ok. Justo. Te pagarei a bebida… E também quero te pedir desculpas… — minha voz talvez estivesse embargada por causa da bebida, mas parecia honesta. — Existe muita coisa acontecendo em minha vida, e eu dei uma extravasada mais do que o necessário. — eu sabia que o que acontecia comigo não era culpa dos outros, principalmente o lance da França, mas não tinha sido isso o motivo do meu surto. A mulher parecia concordar. — Hotel California é uma música complicada para mim. Ela era a música preferida da minha filha… — fiz uma pausa e peguei uma batata frita, porque eu não tinha nenhuma bebida em mãos e precisava ocupar minha garganta. A batata pareceu trancar na minha garganta, mas continuei — Na realidade era uma música de família… E quando minha filhinha morreu, minha ex-esposa me deixou porque queria se desvencilhar de tudo que lembrava da nossa pequena. — engoli em seco, pegando outra batata, e me levantei da mesa.

— Me desculpe. Eu pagarei sua bebida… E Larry colocará a música para tocar novamente. — eu já estava de saída, quando a moça pediu para que eu sentasse. Eu notava que era mais uma cordialidade do que qualquer outra coisa. Dessa vez, de maneira mais contida e menos babaca, me sentei na sua frente, enquanto ela se apresentava. Afinal, ela já sabia o meu nome. Quando o nome Izume entrou na minha cabeça, minha expressão mudou completamente, fazendo com que eu desse um soco de alegria na mesa e sorrisse vitorioso. — Izume! Eu sabia que eu conhecia você! Você é a garota que deixou meu irmão maluco! — minha frase não fazia nenhum sentido, e principalmente a mudança de humor — Droga! Ele era caidinho por você. — eu tinha escutado ele falar muito sobre ela na minha orelha e até a tinha conhecido oficialment em um dos natais, mas depois do término, Jed só falava dela. Izume parecia completamente perdida, principalmente em relação ao meu irmão, e também a história da minha filha e mulher. — Ah, não esquenta. Eu estava zoando. Nunca tive filha ou mulher. Eu só odeio Eagles mesmo. — coloquei os pés na mesa, e puxei meu maço de cigarros. Era bizarro encontrar velhos conhecidos. Coloquei um na boca, enquanto tentava encontrar meu isqueiro — Então… Jed… Ele sempre foi molenga… Aposto que não só em personalidade. Foi por isso que você vazou? — dei um sorrisinho de canto. Ele era meu irmãozinho, mas eu achava que tinha o direito de falar mal dele depois de saber o que ele tinha virado.

OFF: Interagindo com Izume Lee Schmidth


DAAN;
I sold some tickets To come see my downfall It sold out in minutes I saw friends in the front row They'll leave when I'm finished And the light in my name's gone 'Cause the ones who gas you up Only come around when the flame's on and I gave you my light
♠️
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Izume Lee Schmidth
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
Izume Lee Schmidth


Bicho-papão : O filho morto ou Dementador

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pena de Fênix, Cerejeira, 29 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 04 Jun 2021, 19:45

Ímã de Problemas
Eu não estava esperando que Daan fosse ceder fácil e ouvir que ele pagaria a bebida me desarmou um pouco, principalmente quando ele também disse que queria pedir desculpas. Fiquei em silêncio ouvindo o desabafo, o olhar alternando entre ele e as batatas fritas das quais ele se servia. Senti um nó na garganta quando ele mencionou uma filha e em seguida, para coroar o momento e me deixar vermelha, confessou o luto pela morte da mesma. Fechei os olhos numa careta e abaixei a cabeça. Que mancada. Pensei com tristeza, sentindo-me idiota por ter falado besteira. Ergui de novo a cabeça e o encarei, mas ele já estava de saída e isso me colocou em alerta. — Espera. — Levantei-me sentindo uma fisgada de culpa no peito quando o olhei nos olhos. Porra, Izume. Pisou na bola, hein? Agora era eu quem tinha que pagar uma bebida. — Senta, por favor. — Ele podia comer o resto da minha batata, eu não ia me importar. Meu estômago estava trancado, minha boca estava seca. De forma contida, Daan se sentou e eu fiz o mesmo. Apoiei os cotovelos na mesa, intrigada com o rosto dele que me lembrava alguém. — Eu sou Izume. — Comecei, pretendia pedir desculpas pela forma como falei com ele e dar condolências pela perda da filha. Como mãe, eu podia imaginar sua dor e isso deixou meu coração mole totalmente exposto. No entanto, a mudança de fisionomia me confundiu e no segundo seguinte Daan estava socando a mesa alegremente. Deu um pulo para trás e saquei a varinha discretamente, suspeitando que ou estivesse muito bêbado ou fosse bipolar. Ele me conhecia e dizia que eu havia deixado seu irmão louco (?). Por um segundo tudo o que fiz foi vincar o cenho e congelar no lugar, processando o que ele tinha dito, e em seguida minha ficha caiu.

Fiquei gelada e quase deixei a varinha escorregar dos meus dedos com a fala acelerada de Daan. Ele estava falando mesmo de Jed? Do meu Jed? Quer dizer... Já não era mais meu há muito, muito tempo. Meu coração bateu dolorosamente e eu senti meus olhos se encherem de lágrimas, minha respiração ficou acelerada e meu peito subia e descia rápido. Meu maxilar estava rídigo e precisei de muito autocontrole quando Daan disse que tudo tinha sido uma brincadeira. O lance da filha morta e toda a história ao redor de Hotel California. E ele odiava os Eagles. Daan botou os pés na mesa despreocupadamente e colocou um cigarro na boca. Segundo ele, Jed era um molenga e que eu tinha terminado com  ele por isso. — Como ousa... — Rosnei baixinho estreitando os olhos, mandando para a casa do caralho o autocontrole e atirando o cesto de batatas fritas na sua cara. — Você é um idiota. — Apesar do tom de voz firme eu não falava alto. Eu não precisava de um escândalo, ainda mais num bar onde trouxas frequentavam. Meu dever ali era esquecer o encontro e só ir embora, mas fui tomada pelo baque de estar diante de alguém que poderia saber como Jed estava e minha curiosidade falou mais alto. — Ah, ele não te contou por que a gente terminou? — Questionei com ironia, dando um sorriso no fim da frase. Mas que droga?!, xinguei em pensamento. Quando se senta no bar para beber e comer não se espera encontrar o ex-cunhado. — Você nem deve conseguir se lembrar na real. Gastou os neurônios inventando a história da filha morta e da ex-esposa. — Rolei os olhos e me levantei. Fui para o balcão e saltei por cima dele, ignorando o olhar dos outros clientes e também de Larry, que ficou me assistindo apanhar uma garrafa de whisky recentemente aberta e entornar direto do gargalo.

Okay, aquela não foi a atitude mais inteligente e madura, mas quem é que gosta de desenterrar histórias de amor que nunca terminou de verdade? — Argh... — Limpei a boca molhada de whisky com as costas da mão e soltei um soluço. Eu tinha sorvido um terço da garrafa. Minha garganta estava queimando, mas não me importei tanto. — Coloca na conta do Daan, Larry. — Pulei de volta o balcão, deslizando e caindo em pé do outro lado, já sentindo o relaxamento muscular causado pelo álcool. Sentei de novo na mesa e botei o whisky no centro. — Servido? — Gesticulei para ele beber, até porque ele quem iria pagar. — Por um segundo pensei em Alec e no que ele pensaria de mim se me visse enchendo a cara com um desconhecido. Já fazia tantos anos desde a última vez que sentei num bar daquele jeito, para encher a cara de whisky e falar sobre algum assunto que não fosse meu trabalho ou meu filho que por um segundo me senti vazia. Fiz as escolhas certas? Estou no lugar que eu queria estar? Ter ido embora para o Canadá grávida, de outro quando eu sabia que podia ter recorrido ao homem que me amava. As coisas todas tinham sido muito erradas entre Jed e eu... O término, meu envolvimento com Leo e então a gravidez... Depois de Daan ter bebido sem frescuras da garrafa, eu apanhei novamente e dei outro gole longo, deslizando-a de volta sobre o tampo de madeira. — Então... — Eu dei uma risada, tomada pelo efeito da bebida. Estômago vazio e abstinência juntos não dava bom, mas nem pensei nisso no momento. — Você não sabe mesmo da história? — Dei um sorriso debochado. — Seu irmão com certeza deve ter dado graças à Rowena quando viu o problema Izume indo embora do país. — Joguei a cabeça para trás, encarando o teto do bar. Eu estava bêbada. — Do que exatamente você lembra da minha história com ele, Daan? Sendo bem sincero. — Ergui a cabeça e voltei à posição inicial nos cotovelos apoiados e mãos cruzadas sustentando o queixo.  

Interação com Daan Windsor Mountbatten



nothing cuts like a mother
「R」
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Freddie Tibérius Marlboro
Liga Profissional - 2ª Divisão
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Freddie Tibérius Marlboro



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Escola/Casa: Ilvermorny (EUA)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pena de Hipogrifo, Carvalho Inglês, 32 cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSeg 23 Ago 2021, 18:50

— mens sana in corpore sano
Soltou as malas, que reproduziram um som abafado, assim que adentrou o estabelecimento. Não estava em nenhum hotel, tampouco reservou um quarto; ao invés disso, seu destino foi outro: um bar. Era sua primeira noite em terras irlandesas e comemoraria segundo os locais — ou como pensava ser tradicional: um bom copo de whiskey. Ajeitou-se em uma mesa vazia tomando para si dois acentos: um exclusivo para suas malas. Aproveitar-se-ia do anonimato naquelas terras, pelo menos até que a Liga de Quadribol retornasse a todo vapor; e ele esperava que, em breve, seu nome estivesse sendo mencionado por cada um dos cidadãos bruxos daquele lugar (e além).

Ordenou a bebida para uma atendente próxima, enquanto vasculhava o lugar visando as curiosidades. Certamente era bem mais frio do que nos Estados Unidos, pelo menos mais frio do que na região que residia. Ainda que realizasse costumeiras viagens à Europa, mantinha-se apenas o mediterrâneo, onde a família se originou e ainda mantém residência. “Aqueles lados” ainda eram um mistério para o jogador, que há muito sonhava em integrar uma liga de peso como a Liga Britânica e Irlandesa de Quadribol. Seus olhos brilhavam simplesmente por pensar no espetáculo a ser performado em campo nos dias dos jogos.

Teve o pedido atendido e logo o copo tornou-se outro, depois outro e assim a noite foi se guiando. Apesar de cansado da viagem — que preferiu realizar por meios não-mágicos —, não cedia ao sonho, tendo o ânimo alimentado pelo entusiasmo do novo rumo que sua vida tomou; ou simplesmente tendo como combustível o álcool ingerido.
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Ardyss Mac’Uirigh
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Ardyss Mac’Uirigh



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Ano Escolar: 1° Ano
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 10 Set 2021, 18:58

Virgo empolgava-se toda vez que a família optava por comer fora. Não que a janta feita no Castelo Beoulve fosse de má qualidade — muito pelo contrário, inclusive — mas algo na aura animada, alcoolizada e barulhenta do Odeon revigorava-a mais que um cozido de javali. — Uma caneca bem gelada de cerveja para mim, minha cara! — Solicitou à atendente que aproximou-se da mesa. Os parentes, distribuídos em um círculo ao seu redor, criticaram sua escolha, e logo algum adulto consciente consertou seu pedido — "Só refrigerante, moça".

Virgo pensou em protestar, mas estava com preguiça de inventar mentiras sobre as propriedades nutricionais da cerveja para adolescentes. Ainda assim sonhou, esperançosa, com quando poderia, no futuro, participar das rodas de conversas ébrias que os Beoulve sempre realizavam.

Ser criança era chato às vezes.

Após o jantar generoso, Virgo saiu dali com a família.


Gæð a wyrd swa hio scel.
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Noah McBride Salvatore
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Bicho-papão : Agulhas, solidão e uma visão precária de si mesmo

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Escola/Casa: Grifinória
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSeg 20 Set 2021, 19:53

O Odeon era um local extremamente visitado por mim. As vezes eu ficava um bom tempo por ali observando o fluxo das pessoas e também reparando em cada uma delas na intenção de algum dia puxar papo ou tentar conversar alguma coisa diferente para que saísse da rotina. Porém, a timidez era um traço que me impedia de fazer diversas coisas e essa era uma delas. Pedi o de sempre, refrigerante e uma porção de batatas fritas e então voltei a olhar para os lados procurando algo que prendesse a minha atenção. Era extremamente estranho estar ali sozinho pela primeira vez, porém era de bom grado poder permanecer um tempo comigo mesmo para que colocasse a cabeça e as coisas em ordem como sempre costumava fazer em saídas solo. Quando terminei a minha refeição, paguei tudo aquilo que havia pedido e saí pela porta da frente para ir organizar a biblioteca da casa antes que aquele lugar ficasse uma loucura.
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Ravi Jordan Schreave
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Escola/Casa: Não possui
Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeQua 17 Nov 2021, 06:30

Finally a Bar

A terrinha onde estava morando não tinha um bar sequer nas proximidades, mudando completamente as definições de pacato e entediante, então me arrumei, fui para a floresta atrás da casa e aparatei para um bosque conhecido e que eu sabia muito bem ser próximo de um lugar perfeito para uma boa noite sem problemas, compromissos ou minhas irmãs dizendo que já bebi o suficiente — Hello Odeon... — quase dei pulinhos de felicidade enquanto saltitava na direção da entrada e passava sem problemas pela porta. O lugar cheirava a temperos, álcool e uma noite memorável, então caminhei diretamente para o balcão e sentei balançando as pernas de felicidade. Acenei para o bartender e joguei meus cabelos negros para trás ao fazer o pedido — Por favor, vou querer um Martini — sorri e ele pediu minha identidade, me fazendo erguer as sobrancelhas. Deu vontade de lançar um belo imperius nele? Deu. Eu faria isso? Não. Não estava afim de gastar energia e muito menos de chamar atenção, então peguei a carteira e tirei de dentro o documento trouxa, mostrando a ele que tinha idade para beber a prateleira atrás dele inteira se desejasse. O homem ficou meio vermelho e foi preparar a bebida, retornando com ela e recebendo meu sorriso de agradecimento. Tomei um pequeno gole e então avistei alguém, um homem alto, cabelos escuros e um olhar misterioso, ele bebia alguma coisa que se acabou antes que eu visse o que era, mas me interessou, acenei ao bartender e indiquei ele — Leva mais uma pra ele e me serve uma dose também? Please — sorri e o homem balançou a cabeça atrás do balcão, certamente vendo que eu seria o caos na sua noite, se não fosse para o bem, provavelmente seria para o mal.

@NICKIE





RAVI JORDAN SCHREAVE
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Ceci Donahue Sullivan
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Ceci Donahue Sullivan


Bicho-papão : Bicho-papão

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Pelo de Seminviso, Corniso, 28 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSeg 06 Dez 2021, 07:54

Como o prometido, David terminou a reunião de trabalho e levou Ceci para um restaurante para almoçarem (e a sobremesa foi sorvete). A garotinha estava feliz de poder passear com o pai depois de tanto tempo sem vê-lo, já que David era comerciante e viajava bastante. Por conta disso, Ceci passava a maior parte do tempo na casa de parentes (alguns que ela detestava) ou então na escola de artes, o único lugar não-bruxo que ela conseguia frequentar sem parecer estranha demais para os padrões do povo sem magia. Ela pouco compreendia o que era ser uma bruxa, afinal, sua cabeça de criança de dez anos de idade não conseguia ir muito além do que o pai contou quando receberam a visita de um homem de terno do governo bruxo. Ceci era bem pequena na época e pouco entendeu da conversa, mas desde aquele dia soube que não poderia ter uma vida completamente normal como a de outras crianças da sua idade. Contudo, a garotinha sabia que em breve iria viajar para a Escócia, para uma escola especial para crianças mágicas como ela, e que por ser um colégio interno só veria o pai duas ou três vezes durante o ano, o que era ainda menos do que já via. Vendo o restinho do sorvete derreter na taça fez Ceci ficar pensativa, ponderando se em Hogwarts serviam sorvete de sobremesa. Teria questionado o pai sobre, mas duvidava que ele soubesse a resposta. Logo que terminaram a refeição, Ceci e o pai deixaram o restaurante.
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Faye Gebühr Wichbest
Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Faye Gebühr Wichbest


Patrono : Coywolf
Bicho-papão : Enlouquecer

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Formado
Varinha: Pelo de Rabo de Testrálio, Carvalho, 26cm, Inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeDom 02 Jan 2022, 19:46

[Inversion - 1] - Imitation
Faye tinha uma vantagem sobre James, ele não sabia de verdade onde ela morava. Faye só tinha que despistá-lo e pronto. No entanto, ela também queria honrar seu acordo com ele, por mais que isso fosse estúpido para muitos. Se Faye não tinha sua palavra, o que mais lhe restava? O combinado era James visitar a estufa de Faye e pegar coisas do local, desde que as plantas não fossem machucadas. Faye só não queria ter que comprometer seu local de moradia. Ao chegar no fim da linha da viagem de trem, em vez de pegar uma viagem de avião para a Inglaterra, pegou para a Irlanda. Em algumas horas, Faye e James estavam em Dublin. Durante a viagem, é claro que ele fez perguntas, Faye as respondeu dando a entender que morava, de fato, em Dublin. Ele parecia estar aceitando tudo muito bem, às vezes Faye abria a empatia para ter certeza que isso era verdade. Mais do que isso, Faye também iria usá-la para influenciá-lo. Ela mal podia acreditar no plano que tinha pensado, era loucura, uma insanidade, além de ser muito antiético. Tudo bem, você não vai fazer nada com ele de verdade. Era o que Faye dizia a si mesma para se consolar. Em mais ou menos meia hora, Faye conseguiu pegar suas malas e sair do aeroporto, James ainda em sua cola, cumprindo a promessa que iria segui-la até sua casa, como se os dois estivessem presos a uma corrente segura por um cadeado. Ele não parecia ser uma pessoa ruim, mas Faye ainda tinha desconfiança sobre ele, como tudo era muito fácil, como ele parecia estar satisfeito o tempo todo, como se tudo saísse conforme ele quisesse. Onde estava a pegadinha? Enfim, os dois estavam do lado de fora do aeroporto esperando por um táxi, foi quando Faye abriu o seu canal empático, não para captar sentimentos, mas para doá-los. Ela se concentrou em contentamento, tranquilidade, aquela felicidade que te faz concordar com tudo numa boa, porque a vida está bem, não existem problemas no momento. - James. - Faye chamou, ele virou o rosto para ela e olhou-a nos olhos. A troca de olhares era tudo que Faye precisava para implantar o sentimento que tinha pensado. - Aceita jantar comigo primeiro? A comida do avião estava péssima. - Propositalmente, Faye não comeu durante a viagem de avião para ter essa desculpa. Se sentindo bem e sem problemas, James concordou na hora. Faye segurou a passagem de sentimento por mais um minuto, até achar o táxi e dizer para onde iriam, então fechou sua mente. Ela olhou para James, que parecia pensar no convite que tinha acabado de aceitar. Ele não fez objeções durante o caminho, apesar disso.

A viagem de táxi levou-os até o Odeon Bar & Grill, tinha visto uma divulgação dele no aeroporto. No bar, os dois se sentaram na mesma mesa e fizeram seus pedidos. Como Faye realmente não tinha jantado, ela aproveitou a ocasião para fazer isso, mas também pediu uma garrafa de whiskey. - Me acompanha? - Faye perguntou, tentando parecer ao máximo que não tinha segundas intenções neste pedido. James avaliou a garrafa e aceitou, momento em que Faye serviu dois copos e assim os dois começaram a beber e conversar. Foi uma conversa engraçada, cada um tentando descobrir mais do outro, mas nenhum dos dois estava disposto a se abrir. Faye propositalmente servia mais whiskey para James do que para ela, por vezes gastando bastante tempo na comida. Ele tinha jantado no avião, então estava comendo menos no bar, naturalmente. Isso tudo favorecia Faye em embebedá-lo. No entanto, apesar da tentativa de Faye em não demonstrar o que estava acontecendo por trás da fachada, James percebeu e perguntou se Faye estava tentando embebedá-lo enquanto ela servia whiskey para ele mais uma vez. A voz dele estava um pouco intimidadora, dando a entender que ele não gostaria nada se isso fosse verdade. Faye pensou rapidamente em uma saída. - Então vamos fazer uma competição, nesse caso, eu contra você. - Faye levantou o seu copo de whiskey, indicando que a partir dali seria morte súbita, alguns dos dois sairia dali bem bêbado. James, que estava um pouco altinho já, nem demorou muito para aceitar o desafio. Sendo assim, Faye começou virando seu copo de whiskey primeiro e batendo ele na mesa. James foi em seguida e assim os dois fizeram repetidas vezes até que o homem não aguentasse mais. Faye até poderia perder competições de bebidas alcoólicas com outros tipos delas, mas no quesito whiskey ela estava bastante acostumada, vivia fazendo aquelas competições em seu próprio bar. Faye estava se sentindo um pouco mais desinibida ao final da brincadeira, mas ainda sóbria, já James estava completamente bêbado, não iria conseguir andar sem apoio. Eu consegui. Ela pensou. Isso fazia parte do plano, deixar James bêbado, foi a mesma forma que usaram contra Faye quando foi com ela. A memória não era nem um pouco agradável e ela sentiu um coçar em seu pescoço. Ela tinha que consertar aquilo, embora estranhamente este problema não tivesse retornado. Foco Faye, foco. Ela disse para si mesma, percebendo que ainda tinha mais o que fazer com James. Ainda faltava mais etapas do planejamento para conseguir sequestrá-lo.

- Vamos embora. - Faye disse depois de horas no bar. James estava mais bêbado do que nunca e tinha começado a cantar músicas, embora o Odeon Bar & Grill não tivesse nenhum karaokê. O bar já estava fechando, inclusive, era madrugada. James não queria sair do bar, é claro, mas não demorou a ser convencido, especialmente quando Faye passou o braço dele sob seu ombro e começou a ajudá-lo a andar. O coitado não deveria dar nem dois passos antes de cair no chão, caso estivesse sozinho. Dessa forma, Faye levou James para fora do bar e começou a caminhar com ele pelas ruas de Dublin, saindo do local.
Everything can be learned, even the bad things


So embrace the darkness / and I will help you see / that you can be limitless and fearless / if you follow me
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Castiel Cahors Devereaux
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
Castiel Cahors Devereaux



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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
Varinha: Abeto, 27 cm, Rígida, Escama da Cauda do Sereiano.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeQua 19 Jan 2022, 14:22

Eu havia entrado em uma rotina chata e maçante, mas isso não me impedia de vez ou outra conseguir tirar uma hora após alguma reunião para beber um bom drink, a prova disso era que a reunião na Irlanda acabou e eu rumei em direção ao Odeon Bar, sabia que a maioria das pessoas rodava suas reuniões já ali, eu acabei dando um sorriso de canto para o bartender quando ele me encarou. — Por favor, eu vou querer um uísque irlandês de primeira, dose dupla. — Sorri para ele, mantendo o bom humor e a simpatia para garantir a camaradagem dele, eu peguei o copo assim que ele foi colocado diante de mim e dei um gole nela. Fiquei encarando o copo por um tempo, estava bem interessado em zerar a bebida e ir para o hotel, apesar dos pensamentos sobre o que faria a seguir, afinal não podia passar a vida toda para gerir o negócio dos outros. Terminei minha dose de bebida e o bartender me entregou um copo, falando que foi uma jovem que mandou e eu franzi as sobrancelhas meio curioso. — Uma jovem? — Ergui as sobrancelhas surpreso e ele logo me indicou uma a alguns bancos de distância e acabei sorrindo quando ela me encarou. — Obrigado. — Ergui o copo para ela e notei que o olhar dela dizia muita coisa, mas eu me aproximei, afinal quando uma mulher lhe paga uma bebida é um pecado não falar com ela. — Então, a que devo a honra de uma bela mulher me pagar uma bebida? — A pergunta não era das melhores, mas tenho que admitir que perdi o jeito com as mulheres depois de tantos anos sem praticar, afinal Kah havia me tornado acomodado e depois dela eu me envolvi com a mãe da minha filha, outra situação que me manteve longe de outras mulheres.

Interação com Ravi Jordan Schreave


Castiel Cahors Devereaux
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Zaeden Chevrin Bouwknech
Sociedade Estudantil - Estudante
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Zaeden Chevrin Bouwknech


Patrono : Diamante-mandarim

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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pena de Fênix, Carvalho-Inglês, 33 cm, Rígida

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeTer 01 Fev 2022, 00:23

— Good night
O Odeon Bar & Grill era agradável sempre que eu precisava comer fora. Sendo assim, tudo estava planejado para que eu passasse parte da noite por lá antes de retornar para casa. Respirei fundo e escolhi uma mesa que estivesse mais deslocada das demais já que não gostava muito daqueles intrusos que costumavam surgir ao dividir a mesa ou até mesmo pedir para dividir a conta. Enfim, entrei ali para comer e passar um tempo sozinho desde que as crianças haviam enfim sido mandadas para Hogwarts. Estava animado naquele dia para comer algumas carnes diferenciadas além das famosas batatas-fritas que costumava pedir com frequência. Sentado, percebi que deveria manter a postura ereta para menores problemas nas costas e então permaneci parado até o atendente vir até mim. Ergui o olhar, dei o sorriso e já pedi tudo aquilo que iria comer. — Eu quero uma porção de fritas acompanhada de arroz, carne seca e azeitonas, por favor. — Costumava fazer alguns pedidos fora do padrão pois sempre que aquilo acontecia o restaurante se movia para atender aos meus pedidos, por isso nunca abandonei o local.

A minha comida demorou um tempo que foi bem aproveitado comigo usando o celular na maior parte do mesmo. Era como se precisasse estar antenado com aquilo tudo que estava acontecendo no mundo bruxo e também na minha vida pessoal como adulto trouxa misturado com adulto bruxo e enfim, minha vida havia se transformado por completo. Olhei para os lados e observei as pessoas comerem e conversarem e só aí notei que não pedi nada para beber. — Garçom! — Por sorte era o mesmo rapaz que havia me atendido. — Um refrigerante de cola, por favor, qualquer um. — Certamente ele mandaria o mais caro mas eu não me importava. Com o tempo passando a comida finalmente chegou junto com a bebida e eu aproveitei aquele momento para me deliciar com o prato que havia escolhido e também beber. Não gostava de bebidas alcoólicas e vez ou outra fugia de festas que as pessoas bebiam socialmente. Depois que comi pedi a conta e então fui embora para casa para repousar mais algum tempo antes de partir para o Instituto na jornada como futuro jornalista bruxo.
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Deana Colt Singer
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Deana Colt Singer


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Escola/Casa: Trouxa
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeQui 10 Fev 2022, 22:47

Deana estava no bar cansada e bebendo todas as cervejas que o local podia lhe proporcionar. Com certeza Samantha, sua irmã, repudiaria aquela ideia absolutamente não saudável de se embebedar após o expediente, mas era o que tinha para aquele momento, afinal, a major já não se sentia em seus melhores momentos. Virando o conteúdo da garrafa que já estava no fim, sentiu o gosto da cevada lhe preencher o paladar, percebendo que ainda não era o melhor. Quem mandava ficar indo em qualquer bar? Precisava tirar um tempo para beber aquelas cervejas artesanais, era isso o que merecia após um longo tempo de trabalho. Assim, após um tempo ali bebendo todas, pagou a conta e deixou o local. Precisava dormir um pouco antes de voltar para o quartel.


Deana Colt Singer
Irmã mais velha da Samantha e Major de Exército das Forças Armadas Britânicas. "Saving peoples, hunting things, the family business"
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Eros Casterly Kalitch
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Eros Casterly Kalitch


Bicho-papão : Tentáculos gigantes

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeQui 03 Mar 2022, 16:08


De volta à Irlanda, eu me sentia em casa como há muito tempo não tinha estado. A verdade é que eu podia fazer qualquer canto de casa, uma vez que as minhas raízes eram muito adaptáveis; mas ali elas encontravam um solo muito familiar e fértil para estar. Um pequeno obstáculo, talvez, fosse o fato de que as minhas economias não durariam por muito tempo, mas isso eu vou deixar para me preocupar mais tarde. Agora, eu queria um lugar para beber uma boa cerveja irlandesa, e o bar que era muito conhecido poderia ser o ponto perfeito. Entrei, me sentei junto ao balcão e ordenei uma cerveja, deixando já um dinheiro sobre a bancada. Enquanto esperava, fiquei ouvindo a música que tocava e murmurando alguns trechos. Assim que a bebida chegou, tomei ela em goladas fartas. O sabor era incomparável. Eu me sentia um deus nórdico, insaciável. Pedi outra para a viagem, entregando o dinheiro ao barman. Ele trouxe o meu pedido e eu saí dali bebericando a cerveja que há muito eu ansiava.

•dublin | with: myself | restart•














Run away with me
Lost souls in revelry
Running wild and running free
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Renegades
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Aurelius van Leeuwenhoek
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 18 Mar 2022, 04:35

O bocejo demonstrava o quanto eu estava entediado e cansado. O frio também ajudava muito a sensação de sono se alastrar por todo o meu corpo. Eu não entendia porque o “general” tinha me mandado justamente para Dublin. Eu tinha roubado já quatro vassouras em localidades diferentes, mas aquele definitivamente era o mais entediante, a ponto de fazer com que toda a minha animação dos roubos anteriores tivesse se esvaído. A capital irlandesa estava cheia. As ruas estavam lotadas por bebuns que comemoravam o natal em alguns famosos pubs, e até na área mais residencial, era possível ver festas agitadas, fazendo com que fosse impossível encontrar um lugar bom o suficiente para entrar sem ser percebido. Capitais costumavam ser maiores e mais iluminadas. Havia aquele senso de que a cidade nunca dormia, e isso se intensificava na noite de natal. — Vai ser impossível achar um bom lugar. — resmunguei em meio a outro bocejo, enquanto me embrenhava sem muito rumo por algumas ruas mais estreitas. Eu não fazia ideia para onde estava indo, mas meu foco tinha sido fugir da movimentação. Não parecia muito efetivo. Andando lentamente, eu me encontrava agora atrás de um grupo de jovens bastante “entusiasmados” pelo álcool. Eles deviam estar a uns cinco metros de distância, e andavam abraçados entoando cânticos natalinos em ritmo de gritos de torcida.

Os rapazes só pararam quando chegaram em frente a um prédio e, segundos depois, um casal igualmente embriagado se juntou à turma. O tempo tinha sido curto, mas o suficiente para que eu me aproximasse mais deles, e notasse que a porta do prédio em que o homem e a mulher tinham acabado de sair, estava entreaberta. Provavelmente eles não a tinham fechado direito. Vi isso como uma oportunidade, e me esgueirei para dentro do edifício antes que a porta se fechasse automaticamente. Eu não tinha pensado direito no porquê daquilo, mas se notasse que seria uma má ideia, sairia e voltaria para as ruas. Entretanto, depois de encontrar tanta frustração nas residências, porque não mudar a tática. O edifício não era tão alto e tinha um aspecto antigo, o que era algo positivo, afinal, seus lances de escada eram espaçosos e conseguia subir por ali sem grandes problemas. Cada andar tinha apenas dois apartamentos, o que facilitava minha procura. Minha tática era simples. Eu me aproximava das portas, analisava se havia algum tipo de luz ou barulho, e se percebesse movimentação, eu partia para o próximo andar. Não era tão complicado, afinal, era noite de natal, então a maioria das famílias que estavam ali, conversavam ou assistiam algo na televisão.

Foi só no quarto andar que eu notei que de um dos apartamentos, não era possível ouvir nenhum barulho. Por debaixo da porta não havia luz, e tudo era silencioso. Esperei por quase dois minutos, tentando ver se havia algum tipo de movimentação, mas tudo permaneceu quieto. — “Ok, os moradores daqui devem estar dormindo” — conclui, afinal, podia ser um casal de idosos, ou alguém não muito propenso aos festejos. Sacando minha varinha, toquei o objeto duas vezes na fechadura enquanto pronunciava baixinho — Alohomora! — o trinco se abriu de imediato, e com cuidado girei a maçaneta, espiando dentro do apartamento. Para minha surpresa, ele estava vazio. Pelo menos à primeira vista. Havia alguns móveis simples, mas era muito provável que deveria estar a vendo ou para alugar. —  Não parece que alguém vive aqui. — murmurei, enquanto andava calmamente pelos cômodos para ter certeza. O apartamento ainda tinha alguma mobília e eletrodomésticos, mas tudo muito rudimentar e com espaços vazios de sobra. Não havia sinal de pessoas. O único quarto estava solitário. Procurei nos armários por alguma vassoura, mas sem sucesso. Na cozinha, me encaminhei para uma pequena abertura que dava acesso a uma dispensa.

Para minha surpresa, não havia nada ali dentro a não ser uma vassoura fortemente amarrada com correntes. Provavelmente aquele apartamento vago estava sendo usado apenas para esconder o objeto, ou então para pregar uma peça em jovens como eu. Existiam tantos cadeados por ali, que era perceptível que muitos não serviam para nada a não ser enrolar os trombadinhas travessos. — Alohomora! —  pronunciei o feitiço para abrir um dele, e precisei repeti-lo não sabia mais quantas vezes. Eu tinha lançado o feitiço tantas vezes, que a palavra Alohomora já estava me irritando. Para minha infelicidade, depois que todos eles estavam abertos, e tentei soltar a vassoura, notei que não eram os cadeados que prendiam as correntes. Elas estavam praticamente abraçadas ao objeto. Devia ser algum tipo de magia, uma forma de enganar e zoar quem tentasse pegá-la. — Inferno. —  praguejei, enquanto apontava minha varinha para as correntes, girando-a duas vezes em sentido horário — Relaxo! — de forma extremamente fácil as correntes soltaram a vassoura, fazendo o objeto cair no chão. — Eu sou muito burro. — resmunguei enquanto pegava no cabo, e me encaminhei para fora do apartamento. O roubo nem tinha tido tanta graça, pois tinha me custado tanto, e eu me sentia tão enganado, que o triunfo tinha valido menos. Cansado, passei no Odeon Bar & Grill para comer alguma coisa, e depois saí voltando ao QG.

Rouba Vassouras! - #05 - Ilha da Irlanda
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Florence Anya Lewis
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 18 Mar 2022, 15:04

Roubo #5
QUANDO VOCÊ MENOS ESPERA, COISAS ACONTECEM
Depois do último roubo, tinha tirado um tempo para curtir com seus amigos e descansar. As viagens, brincadeiras e furtos a tinha cansado bastante. Felizmente havia encontrado sua varinha desde que a havia esquecido no casaco com um de seus amigos, e se fosse honesta, nunca tinha ficado tão feliz e aliviada em vê-la novamente. Na verdade, acho que tinha sido a primeira vez. Isso a fez pensar se estava realmente começando a se entender com seu lado bruxo. O que apenas a deixava ainda mais em conflito.

Agora, a garota estava na Ilha da Irlanda escolhendo a casa alvo. Eles haviam decidido continuar a tradição de roubar vassouras e desta vez queriam ver quem seria o mais rápido a conseguir. Era fato que ultimamente tinha se tornado mais difícil de encontrar casas desprotegidas, especialmente na capital, o que tornava mais demorado o processo de achar a mais fácil e segura de ser feito o roubo, afinal, ela não queria ser pega. “Daqui que eu ache uma casa já vai ter escurecido. Isso se eu achar!” Resmungou dando ênfase no “se”.

A atenção da russa foi desviada para um prédio cuja uma mulher acabava de sair dele. Mas o que chamou atenção não foi a mulher, mas sim o fato de que ela acabara de deixar a porta aberta, tornando o prédio fácil de ser invadido. Parecia apressada, talvez estivesse atrasada para algo ou o trabalho. “Talvez prédios não sejam uma escolha ruim, hein? Dizem que é bom mudar e tentar coisas novas.” Pensou e encostando no muro de alguma casa que ficava próxima ao prédio. Ao olhar para o lado, viu que dois de seus amigos também estavam analisando o prédio, pensando se seria uma boa ideia ou não escolhê-lo, mas antes que eles pudessem dizer algo, Florence exclamou. — O prédio é meu! — Assustando a menina que estava ao seu lado e fazendo os dois garotos protestarem. — Não, nada disso. Todo mundo sabe que quem diz primeiro ganha. Então o prédio é meu. A regra é clara! — Zombou mostrando a língua para os rapazes, que fizeram o mesmo. A menina riu entendendo o motivo da pequena briga do trio. — Ela está certa, vocês sabem. É assim que a gente faz. — Disse a colega reforçando o ponto de Florence, fazendo os garotos murmurarem um “tanto faz”.

Ela observou cuidadosamente o prédio por um ou dois minutos até que considerou seguro entrar. Se esgueirando, ela entrara sorrateiramente no prédio. “Que não tenha câmera ou segurança. Que não tenha câmera ou segurança.” Pensou quase implorando. Inconscientemente levou a mão ao bolso do casaco, se certificando de que sua varinha estava consigo desta vez. O prédio não era muito moderno, e algumas características deixavam isso claro para qualquer um que o olhasse por dentro ou por fora. Isso poderia significar que ele não fosse bem cuidado, apesar de não parecer tão sujo ou acabado, o que a levou a pensar se era realmente seguro.

Logo teve sua resposta ao notar que se tinha um segurança ou porteiro, ele estava fora do posto no instante em que entrou, facilitando ainda mais para a corvina — ela não achava que tivesse desde o momento em que a mulher deixou o portão aberto e ele permaneceu assim, deixando a entrada livre para qualquer um. Silenciosamente continuou sua trajetória até chegar as escadas, que eram relativamente espaçosas e cheias de degraus, alguns irregulares. Manteve seus ouvidos atentos para qualquer barulho de algum morador ou funcionário que estivesse por ali, mas não ouviu nada. O prédio parecia estar bastante silencioso, talvez fosse pelo fato de ainda ser cedo ou por ter poucos habitantes, ela não tinha certeza. Ela só tinha certeza de uma coisa. “Esse vai ser o roubo mais fácil de todos!” Pensou contente, fazendo um sorriso surgir em seu rosto.

Logo que chegou, retirou os sapatos e começou a procurar por qualquer armário, porta, cômodos e até mesmo gavetas em busca de uma vassoura para roubar. Até que encontrou uma dispensa, e nela, a vassoura que tanto procurava. O único problema era que ela estava presa por correntes e diversos cadeados. Ao analisar bem, parecia que os cadeados eram mais de enfeite e o que mais preocupava era como soltar as correntes, pois elas estavam basicamente emaranhadas umas nas outras. Poderia utilizar do Alohomora quantas vezes fossem necessárias para abrir os cadeados, mas Florence achava que isso não iria resolver o problema, apenas perder o tempo precioso e limitado que tinha. Então, Florence se aproximou do único cadeado que parecia realmente prender uma corrente. — Alohomora! — Conjurou o feitiço, abrindo o cadeado. “Agora só faltam as correntes.” Suspirou.

Tentando se lembrar de algum feitiço que tinha lido nos livros, murmurou incerta o único que lhe viera a mente relacionada à corrente. — Relaxo? — Murmurou apontando a varinha para a corrente, mas nada aconteceu. — Devo estar esquecendo de algo. — Exclamou pensativa. — Vamos, Florence. Pense! — Brigou consigo mesma, sentando-se no chão enquanto pensava. Levantando-se de repente, exclamou animada. — Relaxo! — Encostou a ponta da varinha duas vezes na corrente, mas ela continuou na mesma. Frustrada com sua própria mente, chutara a corrente de leve e de forma desdenhosa, apontou a varinha para as correntes e a girou duas vezes no sentido horário. — Droga de Relaxo! — Disse quase raivosa, soando mais frustrada. “Essa não é a hora para você dar defeito, cérebro!” Pensou, batendo a ponta da varinha na cabeça. Estava tão distraída que nem notara que o feitiço tinha funcionado. Florence respirou fundo e se acalmou. “Agora não é hora para surtar também, Florence. Pense em algo para levar essa vassoura nem que seja arrastada. Ou levitando.” Riu com seus próprios pensamentos, mas assim que se virou, viu que as correntes haviam se afastado da vassoura, o que fez seus olhos se arregalarem em surpresa.

Quando caiu em si, agarrou a vassoura começou a comemorar, rindo alegremente por ter conseguido soltá-la. Beijou a vassoura duas vezes até se dar conta do que tinha feito e fazer uma cara de nojo. Ela teria gritado de felicidade se ainda não estivesse invadindo a casa de alguém. Assim que acalmou a euforia que sentia, Florence saiu da dispensa sem se preocupar em fechá-la. Quis deixar a sua marca para o dono do apartamento, mas não o fez, não queria arriscar nada, muito menos deixar algo relacionado a si.

Sair foi tão fácil quanto entrar, Florence nem mesmo cruzou com qualquer outra alma durante a saída. E assim que deixou o prédio levando a vassoura na mão sem se preocupar em escondê-la, foi para onde tinha marcado de se encontrar com os amigos, um sorriso malicioso aparecendo na sua expressão a perceber que nenhum deles havia chego, ou seja: ela tinha ganho a aposta.

Rouba Vassouras! - #05 - Ilha da Irlanda
"Pensamentos"
— Falas —
— Fala de Terceiros —
Parte Prática

♥


Florence Anya Lewis
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thanks
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Damon Marlboro Nottingham
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 18 Mar 2022, 19:17


Estava em mais uma das invenções de Pandora e eu não sabia o que pensar, afinal de contas muitas coisas estavam acontecendo, assim como foi no Halloween, sentimentos a serem compreendidos tanto quanto as ações e limpei a garganta para me recobrar quando paramos para falar sobre o que faríamos. — Como?! Aqui também?! — Perguntei em choque quando ela falou de buscarmos uma vassoura por aqui, conseguir o máximo de vassouras possível havia se tornado uma coisa séria, algo obrigatório, por assim dizer. — Mas tá impossível de achar um lugar bom… — Comentei com Pandora, mas ela não desistia, então notamos a porta de um prédio aberta, melhor, ela notou e me arrastou para ele, nós fomos subindo os degraus até notar que um apartamento estava entreaberto também e eu respirei fundo. — Bom, isso está estranho. Eu vou na frente e você cobre a minha retaguarda. — Falei de forma serena e segui até a porta, olhando com cuidado através da fresta para ver se não tinham armadilhas, com a garantia de que não havia nada, eu abri a porta com cuidado e olhei em volta, então eu botei o pescoço para fora e acenei para Pandora entrar, eu sempre ia preferir meter as caras, pois não me perdoaria se ela se ferrasse por minha causa. — Acho que não tem ninguém, sem luzes e sons. — Falei para ele, então veio a parte da busca, Pandora foi quem achou a dispensa e notou que nela haviam algumas vassouras, as quais estavam bem presas por correntes.

— Tu sabe qual feitiço usar aqui? — Perguntei a Pandora, eu não estava me lembrando o feitiço ideal para a situação, ela deu a ideia de usarmos Incendio e eu ergui as sobrancelhas. — É uma boa, se elas foram feitas por Incarcereous. — Falei animado e logo nós entramos em ação, ela cuidando de uma corrente e eu de outra, então apontei a varinha e me concentrei. — Incendio. — Murmurei e logo vi a corrente ir se dissolvendo, usando um pouco dos conhecimentos sobre controle mental e outros princípios de feitiços que estávamos aprendendo esse ano, afinal de contas não queria queimar uma vassoura e criar um incndio coletivo. — É, você é inteligente quando quer… — Provoquei a mesma e pisquei para ela, então eu escolhi a vassoura correta, a qual eu cuidaria muito bem, agora que tinha perdido uma das vassouras, erros que não podem e nem devem ser repetidos quando se tem uma aposta desse nível em jogo, respirei fundo e olhei para Pandora por meio segundo, ela estava analisando as vassouras ainda, para achar a certa, e eu sorri de canto, ela ficava bonitinha quando estava concentrada. Eu olhei para o lado oposto da dispensa na hora que ela virou o rosto e me aproximei de um pacote de biscoito, fingindo que não estava atento a ela. — Não! Jamais, mas nunca vi essa marca, seria interessante comprar antes de partir, deve ser coisa local. — Comentei de forma serena, ao menos tentei, pois queria fingir que estava super normal, então nós demos um jeito de refazer as correntes com o incarcerous para prender as outras vassouras, antes de deixarmos o apartamento em questão e rumamos para o mais longe possível.

Postagem acontece quando eu ainda era Damon Smith McAdams | Interagindo com Pandora




Helion Damon Octavius
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Faye Gebühr Wichbest
Professor de Hogwarts
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 18 Mar 2022, 22:32

[Stealing Brooms - 5] - Switching Places
Roubar vassouras já estava se tornando um verdadeiro bingo de lugares para ficar visitando, haja transporte mágico e estômago para aguentar, ainda mais para Faye, que não era muito chegada aos mesmos. Os bruxos realmente faziam isso? Roubar a casa alheia, mesmo que fosse apenas uma mera vassoura? Para Faye, por mais que ela tivesse entrado na brincadeira, ainda era estranho. Muitas coisas bruxas ainda são estranhas para ela, mesmo que ela já esteja na porta da casa dos trinta. Agora, em Dublin, Faye procurava por um novo lugar para roubar. Não era fácil, porque as capitais nunca param, não era como se ela encontrasse ruas vazias. A mulher poderia muito bem se transformar em lobo de novo, se disfarçando de cachorro, ainda assim, animais transeuntes em capitais chamam mais atenção do que em vilarejos, vai que chamassem, sei lá, uma espécie de carrocinha moderna? Seria péssimo. Faye acabava de passar pela fachada do Odeon Bar & Grill, embora seus olhos estivessem mais mirando os apartamentos presentes na rua. Foi em meio a isso que viu o momento em que pessoas saíram de um prédio e, acidentalmente, deixaram a porta do mesmo aberta. Numa corridinha movida pelo impulso, Faye alcançou a porta do prédio e entrou no mesmo. Só depois disso ela pensou que talvez roubar um apartamento fosse interessante. Era diferente, ao menos. O problema era que Faye, agora, estava dentro do prédio, não dava para ver pelo lado de fora se algum apartamento em questão estava com as luzes apagadas e tudo mais. Não tinha outra escolha, ela iria apelar para a sua animagia novamente.

Como lobo, depois de se certificar que aquele prédio não tinha câmeras de segurança internas, Faye caminhou pelos corredores do prédio com ouvidos atentos a cada porta de apartamento que passava. Para ela, na forma animaga, era fácil ouvir se tinham pessoas do lado de dentro acordadas, ela ouviria barulho de pés andando ou de conversas. Além disso, Faye também estava com os ouvidos atentos aos barulhos próximos do andar que estava, caso acontecesse ela se transformaria rapidamente em humana, afinal, um lobo dentro do corredor de um prédio iria causar muito alarde. Foi no quarto andar que Faye passou em frente a um apartamento e escutou apenas o silêncio vindo ali de dentro. Esse me parece bom. Ela pensou, assumindo a sua forma humana e, com a varinha em mãos, apontou para a fechadura. - Alohomora. - A porta do apartamento foi destrancada e Faye adentrou no apartamento tentando fazer o mínimo de barulho possível. O apartamento estava com todas as luzes apagadas e, por enquanto, Faye continuaria a se locomover no escuro, visto que ainda não sabia onde estava o dono daquela moradia. Passo após passo, Faye verificou os cômodos do apartamento, que não eram muitos, e observou que não tinha ninguém em casa. Ela suspirou aliviada e permitiu-se ter menos cautela agora. - Lumus. - Acendeu a ponta da varinha e começou a caminhar livremente pelo local. Ela até poderia acender as luzes, no entanto, se algum vizinho bisbilhoteiro olhasse as luzes acesas e soubesse onde os donos daquele apartamento estavam, então iria dar muito ruim para Faye, porque a polícia iria ser chamada. Ela preferia ficar com o foco de luz de sua varinha.

Depois de alguns minutos, Faye encontrou a vassoura na dispensa do apartamento, porém ela estava envolta de um amontoado de correntes. Ao ver a cena, Faye riu. Sério, era só engraçado como a tradição falava alto e as pessoas, literalmente, faziam coisas absurdas para protegerem... Vassouras. Embora, claro, aquela vassoura em volta de correntes não tinha superado aquela mãe com suas filhas dormindo junto de vassouras na mesma cama. Assim que viu a vassoura nas correntes, Faye soube o que fazer, lembrando-se de um feitiço que tinha aprendido durante a sua especialização. Olhando em volta, a mulher avistou um rodo, pegou o mesmo e colocou escorado na parede ao lado da vassoura acorrentada. Faye, então, concentrou a sua magia e apontou para a região onde estavam os dois objetos, a vassoura e o rodo. - Swanum. - A magia fez com que o rodo e a vassoura trocassem de lugar magicamente um com o outro, ou seja, agora o rodo estava preso a correntes, enquanto a vassoura estava livre para ser pega. Faye agarrou a vassoura e retirou-se do apartamento, trancando a porta com o Colloportus, afinal, não tinha necessidade de deixar a casa dos outros aberta, não é mesmo? Depois disso, a mulher saiu tranquilamente do prédio com a vassoura em mãos, andando pelas ruas de Dublin para se afastar o mais rápido possível do local do roubo, saindo dali.


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 18 Mar 2022, 23:08


  Vassouras bem amarradas


Se dependesse de Pandora, todo lugar que andasse ficaria sem uma vassoura de sua residência, pois ela tinha levado a sério a competição sobre os futuros, ainda mais porque queria mais que tudo ganhar ed Damon, afinal tinha em sua mente que precisava provar pra ele que era boa o suficiente no que fazia, e tudo porque o desejo que queria de ser capitão do time da casa não foi atingido porque ele surgiu na escola. —  Vamos lá, outra vassoura, unidunitê. — Falou levando o olhar para o menino que mostrou espantado com o que tinha falado, o que fez a loira arquear a sobrancelha, afinal de contas eles tinham uma competição dentro da competição do roubo de vassouras. — Uma coisa, Damon. — Aproximou mais do garoto e aproximou assim os lábios de seu ouvido esquerdo. — Nada é impossível para mim quando quero, nem que eu tenha que um dia fazer algo sério para conseguir o que tanto desejo.  — Ele tinha sorte que depois de tudo que passaram, ela tinha sentimentos que não eram só negativos contra ele, por este motivo ela não tinha dado um jeito de causar uma lesão grande no rapaz, se fosse outro jovem, o sonserino nem mesmo tinha tomado o posto de capitão.  Ignorou o comentário sobre ser impossível de achar um lugar bom e foi então que notou a porta de um prédio aberta, sem dizer mais nenhuma palavra, agarrou a mão do mais alto e saiu puxando a todo vapor, não iriam deixar aquela oportunidade escapar entre os dedos, pelo menos ela não!

Subiram os degraus rapidamente, sendo que não encontraram ninguém durante o lance de escadas, foi graças aos olhares atentos que notaram que um apartamento encontrava-se com a porta entreaberta. — Porque diabos acha que deve ir na frente? Não sou uma garota frágil, McAdams. — Praticamente rosnou, ela não tinha ficado nada contente em ter que ir atrás dele e ficar cobrindo sua retaguarda. “Ai, mas ele se acha! Até parece que sou frágil ao ponto de ter que um menino tomar a dianteira de algo.” Rolou os olhos enquanto o fuzilava pelas costas, sua vontade era de empurrá-lo e tomar a dianteira, mas por algum motivo só fez o que ele pediu. “Nem pra dar de cara com alguém e levar uma porretada na cabeça. Se isso acontecer, eu não o ajudo.” Era notável que ela não tinha ficado contente com a ideia do menino, sem entrar ou até mesmo enfiar o rosto para dentro como o outro fez, ela conseguia escutar bem e de lá de dentro não tinha sons vindo, mostrando que realmente o lugar estava vazio. Com o aceno feito pelo outro, aproximou ainda mais, porém com a mão enfiada no bolso da calça, era onde a varinha estava guardada. — Obrigada pela descoberta, porém temos que ir em busca da vassouras o quanto antes, sair daqui e assim continuar nossa coleção. — Falou com um sorriso grande nos lábios e então começou a caminhar pela casa em busca do objeto mais utilizado nos jogos de quadribol para voar pelo céu.
Mais uma vez foi ela a responsável por achar a vassoura porém ela estavam de um jeito que fez Pandora querer quebrar toda a dispensa, pois tinha sido uma ideia bem idiota dos donos da residência de amarrarem os objetos que a loira tanto queria. — Eu usaria o incêndio  para tentar soltar soltar o objeto. — A ideia da sonserina pareceu agradar o outro e então se afastou deixando que o macho fizesse o trabalho duro, afinal ele tinha se declarado o líder antes de entrarem no apartamento. A corrente começou a se dissolver, enquanto aguardava Pan mantinha o olhar firme sobre o menino, que era um tanto atraente para seus olhos. — E sou inteligente o bastante para lhe apagar  e deixá-lo preso aqui até os donos chegarem, não me provoca, McAdams.  — Fechou a cara mais uma vez, ele demonstrava gostar de provocá-la já que sempre soltava algo para lhe fazer querer socá-lo. Por conta do que tinha saído dos lábios de Damon, ela então passou a observar a vassoura, estudando a mesma com atenção para verificar que não era nenhuma pegadinha. Virou o rosto para falar uma coisa para o menino, mas o mesmo parecia não estar tão atento a ela, já que mostrava estar encarando um pacote de biscoito. — Está morrendo de fome, é? — Arqueou a sobrancelha esquerda, a resposta que recebeu não lhe convenceu muito não, porém não sabiam quanto tempo os donos ficariam fora, então não tinham tempo para ficarem conversando. O feitiço Incarcerous foi usado para novas correntes surgirem e assim os dois deixaram a dispensa e a casa como tinha sido deixada antes, com a porta entreaberta.

Interação com Damon
Natal - 2022.1
PANDA



Pandora Elizabeth Zarek McBride

Mother Dominique
Father Charles
Idde 15 anos
Brothers Azriel e Rhysand
∆ LYL - FG
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Victoria Keller Habsburg
Monitor da Sonserina
Monitor da Sonserina
Victoria Keller Habsburg


Bicho-papão : A perda da mãe e de sua irmã Nina

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Ano Escolar: 6º Ano
Varinha: Cabelo de Veela, Macieira, 27 cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 12 I_icon_minitimeSex 18 Mar 2022, 23:25

Roubo de vassouras das Habsburg
“Eu ainda não estou acreditando que coloquei um velhinho pra dormir e que depois saí carregando ele pela casa com a Rain.” Aí só de lembrar das coisas que já tínhamos feito para roubar algumas vassouras começava a rir, estava sentindo uma sensação que não me lembrava de ter sentido. Eu e minha primas tínhamos aprontado mais durante o recesso de natal do que tínhamos feito durante as últimas férias de fim de ano letivo, realmente estava sendo uma experiência única que estamos passando juntas. Achar lugares para roubo que não estivessem com uma proteção estava sendo bem complicada, tanto é que tínhamos até entrado numa residência onde um velhinho roncava mais que tudo, e fora lá que descobri que roncava também, ou talvez não, já que não seria difícil Rain ter dito sobre só para zoar com minha cara. Meu pai parecia estar me ajudando, pois foi quando estávamos caminhando que acabamos vendo um prédio com a porta aberta, o que me fez dar a mão para minha prima e juntas entramos no lugar. —  Vamos tentar algo no primeiro andar..— Caso fossemos pegas, seria menos degraus para descer quando tivéssemos que correr. 

Depois de vários degraus, nos deparamos com um apartamento com uma porta de coloração branca, ela tinha detalhes de pétalas por toda sua superfície. — Também achei essa porta bem bonita.. — Murmurei enquanto passava o indicador sobre uma pétala, antes mesmo que pudesse me afastar a porta foi empurrada, o que me fez recuar por me assusta. —  Rain, sua peste! — Minha prima tinha feito o favor de usar um feitiço Alohomora para destrancar a porta, dizendo que tínhamos que investir no lugar. — Acho que essa brincadeira de roubar vassouras não está sendo uma boa influência para ti.. — Digo para ela, mas então acabo entrando atrás dela mesma, ela tinha decidido que iria na frente em nosso novo lugar de furto. Foi ela a responsável por localizar onde o objeto que queríamos estava, foi então que acabamos na despensa da casa. — Caraca, essa pessoa realmente quis dificultar tudo.. — Comentei, mas então encarei  as correntes que pareciam estar fazendo bastante força contra a vassoura. —  Porque você não tenta usar o feitiço Relaxo? — Dou a sugestão, não queria usar feitiços desta vez, a menor que seria responsável pelo furto do apartamento. A mais nova realiza o feitiço sem dificuldades, afinal era um que os alunos do primeiro ano aprendiam, responsável para fazer algo que esteja segurando solte. —  Mandou bem, baixinha!— Faço uma joia para a minha prima e então aponto a varinha para as correntes. — Airpin!—   Faço com que elas sumam e então fazemos a mesma coisa com a vassoura em mãos.
Interação com Rain || Rouba Vassouras! - #05 - Ilha da Irlanda ||2022.1
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Victória Katerina Keller Habsburg
Slytherin Pride ♕  Pais Brooke & Harry ♕ Irmã da linda NINA ♕ Prima de Rain & Thea
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