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 Odeon Bar & Grill

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
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MensagemAssunto: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 11 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 20:45

Relembrando a primeira mensagem :

Odeon Bar & Grill

Dublin, Irlanda


Odeon Bar & Grill  - Página 11 Jm5QwvILMDW3J

Um bar e restaurante para os que gostam de aproveitar as melhores bebidas da cidade junto com sua gastronomia de pratos saborosos e originais. Apesar do local ter sido restaurado e mantido com seu ar do passado, dentro a decoração é bastante moderna e conta com mesas, sofás e até um mini palco montado para show's acústicos no local.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos.



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


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Liam Chandler Wichbest
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 11 I_icon_minitimeSex 22 Maio 2020, 00:17




Segundo meu irmão, após algumas folgas acumuladas ele conseguiu uma determinada liberdade para me encontrar, tragando-me um pouco de inveja de seu suposto conforto na SI. Não era a mesma coisa na Inglaterra, onde a palavra “liberdade” se tornou um sinônimo de risco de vida caso você relaxasse demais em seu aparente esconderijo. Ele mesmo me trouxe algumas informações sobre como a mídia internacional vinha reportando o caso, citando mesmo alguma ação sendo realizada mesmo que ninguém soubesse exatamente o que seria. “No fim ninguém pode recuperar toda a tragédia que já ocorreu.” Pensei tristemente, suspirando baixinho para não desviar o foco do nosso encontro para algo além do simples reencontro familiar. O aroma de álcool forte sendo derramado em um copo adentrou em minhas narinas quando o barman serviu uma mulher sentada perto de nós, o que já me deixou parcialmente tonto com a cena toda. Eu nunca fui chegado a bebidas muito pesadas e normalmente apenas as experimentava em ocasiões bem sociais, acompanhado de alguns colegas e amigos próximos. Eu não sabia quais eram os hábitos de Summer, embora ele já me parecesse alguém bastante entendido do assunto, como eu descobriria a seguir com sua sugestão. – Tequila, limão e... Sal? Isso funciona? – Minha dúvida era pertinente, pois onde no mundo as pessoas inventariam de misturar sal e limão juntos? Eram dois sabores tão contraditórios entre si que faziam a minha boca assumir um instantâneo gosto amargo na língua. Logo, antes mesmo de encontrar uma resposta para a questão anterior, fui apresentado a um tipo de poção oferecida por Summer de modo a evitar uma possível ressaca. Um ou dois goles do preparo desceram por minha garganta ao encarar o troço. – Se você diz, eu aceito. Quer dizer... O curandeiro da família que recomenda, quem sou eu para contrariar. – Ergui as mãos em sinal de rendição enquanto o barman rapidamente usava suas habilidades manuais para misturar bebidas, frutas e gelo em doses dos drinks peculiares.

Um homem usou o taco de sinuca para acertar uma bola, enquanto duas mulheres gargalhavam em uma mesa sobre algum ocorrido no trabalho. – Merlin. Esse tipo de normalidade me faz falta. – Comentei analisando o ambiente ao meu redor com os olhos. – Era tudo tão simples em Belfast. – Minha cidade de criação, na Irlanda do Norte. Olhei então para Summer, perguntando-me aleatoriamente como seriam seus hábitos, interesses e relacionamentos durante o crescimento. – Você cresceu na América do Norte, não é? Quer dizer... Americanos sempre me pareceram mais vívidos e animados que europeus. Aposto que teve uma vida mais divertida que a minha. – Um pouco exagerado imaginar algo assim de acordo com estereótipos? Quem sabe, um pouco. Se ele conhecia algo sobre misturas alcóolicas era porque conhecia pelo menos um pouco da vida noturna. Eu me tranquei em quartos, videogames, livros e bibliotecas na maior parte do tempo durante a adolescência e nem ao menos tive coragem de me meter em festas quando fui convidado para tais. Era um fato que sempre ao imaginar os pormenores da vida de Summer, acabava abarrotado com as mais estranhas questões sobre como seriam as experiências do meu gêmeo em comparação as minhas. O que fora diferente? O que fora parecido? Ao mesmo tempo em que possuía interesse no assunto, também me controlava para não me aprofundar demais em fatos comparativos. Não é como se eu tivéssemos as mesmas oportunidades em ambientes tão desiguais, separados mesmo por um oceano de distância. Quando o barman colocou os dois shots de tequila em dois copinhos pequenos, junto da estranha combinação de sal e o limão, encarei a bomba motal antes de perguntar: – Certo. Como é que eu faço? Eu bebo com o limão? Como o limão antes de beber? Ou bebo e depois chupo o limão? – Visivelmente confuso, deixei escapar uma risadinha antes que prosseguíssemos. Embora eu não fosse acostumado com o álcool, achei justo me deixar levar pelo momento que compartilhávamos juntos... Longe do mundo real.
 


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 11 I_icon_minitimeSab 23 Maio 2020, 00:47


Liam parecia pensativo, o que me fez pensar se havia dito ou feito algo errado. Ele tinha um ar sério, um jeito levemente mais fechado, o que me fazia continuar projetando nele a figura mais velha ”Preciso começar a ver ele como meu igual, porque é o que ele é na verdade…”, o bar estava movimentado, bebidas estavam sendo servidas e me senti de volta aos anos de estudo em treinamentos nas faculdades voltando. Lá os barzinhos eram sempre o point, mesmo durante o período de ensino básico na Ilvermorny, quantas vezes fugi para beber escondido ou ia nas festas de verão… Lá que aprendi o truque que mostraria ao Liam - relaxa, você vai entender bem quando as bebidas chegarem - meio desconfiado, mas depois cedendo, ele aceito a poção e tomou dela, ao que fiz o mesmo no meu vidrinho e bebida poção meio amarga. Dei uma leve risada enquanto constata o óbvio = você não é acostumado com bebidas… Certo? - , mesmo após sua resposta, notei como seus olhos corriam pelo ambiente e sua exclamação me fez sorrir, mas por dentro eu sentia uma pontada, as coisas na ilha britânica deveriam estar beirando o colapso, certamente ele desejava estar livre e bem, aqui eram horas de liberdade garantida.

Mas o que me fez franzir o cenho mesmo foi sua menção a um nome específico ”Belfast… porque esse nome não me é estranho…” deixei a informação para perguntar depois e lhe respondi com um riso baixo - Sim, cresci nos Estados Unidos. Mais precisamente em Nova York, mas isso de serem mais vívidos e animados, depende muito de você não ser o nerd da turma... eu fui para bares, festas e curti? Sim. Mas também tive minha cota escondido, então boa parte do que vivi, foi no meses após a formatura, receber a maioridade me deu o ânimo de sair da caixinha que criei para mim, e do plano de crescer na medibruxaria, é claro. Mas olhando para Liam, notei que ele viveu dentro das regras, seguiu os protocolos, provavelmente se rebelou pouco ou quase nada ao longo dos anos - bom, até meus quinze anos eu era tão nerd e calado, que meu melhor amigo era um dos quadros da escola… Mas no verão dos quinze, eu escolhi mudar. O que não deu muito certo, ao menos, não até eu conhecer o pessoal do curso de férias de medibruxaria. Lá eu encontrei uma turma para beber escondido e ainda estudar para os exames, ir em festas e correr para o teste no dia seguinte... - olhar em retrospecto me fez pensar em tudo que parecia anos e anos atrás,mas não faziam mais que dois ou três anos no passado, sorri quando as bebidas chegaram e ele pareceu perdido, continuando a história e apresentando meu irmão as loucuras do álcool - Foi uma menina de Santa Fé que me ensinou isso, primeiro… Sal nessa mão, assim, deixa o limão na mesa, aqui… Copo de tequila na mão - preparei rapidamente o meu e sorri da sua cara de medo - parece ruim, mas é bom, primeiro sal, depois tequila e por fim limão e não precisa ter pressa - lambi o sal do canto da mão, ergui o copo em saudação a ele e tomei o shot sem pressa, pegando o limão do pratinho e chupando. Era uma maneira boa de começar a noite, forte, mas muito boa. peguei um guardanapo, limpando a mão do sal e sorri para ele - Drink up brother! - era hora dele sair da caixinha também.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 11 I_icon_minitimeSex 29 Maio 2020, 22:36



Summer tentou me tranquilizar sobre os nossos próximos passos e eu não tinha como não confiar nas suas recomendações já que... Bem, se eu não confiasse nele era como se eu mesmo me traísse. Certo? Eu já me traí alguma vez? Parando para pensar, sim. Minha mente me traía todos os dias. Entretanto, Summer era uma pessoa de verdade e eu tinha de parar de imagina-lo como uma parte perdida de mim andando por aí com pernas, braços e cabelos sedosos. Excluindo o fato de que provavelmente já compartilhamos do mesmo ovócito fecundado ou a mesma placenta na barriga de nossa mamãe, eu não podia me comparar a ele nesse sentido. Meus pensamentos já divergiam alto ao responder a sua pergunta sobre meu costume com bebidas. – Nem um pouco, mas... Eu tenho curiosidade. Minha adolescência nunca exigiu bebidas. Eu nunca me importei. Agora me sinto meio idiota quando meus colegas de trabalho falam sobre marcas famosas de álcool e tudo que me limito a fazer é concordar sobre meu falso conhecimento sobre elas. – Essa declaração saiu como um desabafo, obrigando-me a dar uma risada logo em seguida. Foi estúpido e sempre seria. Os encontros sociais entre amigos de trabalho já terminaram com bebedeira e alguém dormindo no bar. Isso me fazia pensar se valia a pena ou não entornar copos até acabar naquela mesma situação. Há certa felicidade agridoce em beber até perder a consciência e depois escutar as memórias criadas por seus amigos na noite anterior de diversão. Summer cresceu em New York e, woah, eu realmente não me lembrava disso. Ou pelo menos esqueci caso ele tenha me dito antes. New York era uma cidade muito interessante para jornalistas e escritores, pois todos os tipos de coisas acontecem entre os arranha-céus banhados pelo sol norte-americano. Crimes, paixões, mistério, arte contemporânea e carrinhos com fast food em cada esquina... Ainda que eu imaginasse Summer como um garoto popular da escola, levando-me à estranha sensação de que “se ele conseguiu, por que eu não?”, logo me descobri diante da sua realidade como um perfeito estudante nerd durante alguns anos da vida.

Ele relatou que em dado momento abandonou o seu melhor amigo quadro de anotações e se juntou aos outros amigos humanos do curso de férias de medibruxaria, onde aprendeu a curtir a vida com certa moderação. Perguntei-me se medibruxos eram todos daquele jeito. Meu irmão parecia mais descolado e confiante, uma coisa que eu nunca fora mesmo quando tirava notas altas em História da Magia. Logo chegamos ao momento de experimentar os drinks. Eu não tinha medo, claro, porém queria fazer do jeito certo para não acabar pagando um mico na frente dele e do barman. Tinha a impressão que o barman iria olhar exatamente no momento em que eu espirrasse o álcool pelo nariz depois de engasgar ao tomar a tequila de forma errada. Summer explicou o passo a passo envolvendo o sal, o shot e depois o limão – fruto de uma técnica aprendida em Santa Fé – e eu o encarei realizando a arte da tequila bem diante dos meus olhos. Será que aquilo era realmente bom? Ele não sofreu em nada. Então encarei meu copinho enchido até a borda e dei de ombros, jogando-me a todo o risco naquela coisa. Um punhado de sal na mão, tragado a boca com uma lambida discreta – que eu espero não ter sido constrangedora – seguida pelo shot entornado. Isso foi extremamente pesado! Não demorei a me arrepender nos segundos posteriores. Uma onda de ardência atingiu meu rosto, ao passo que lágrimas surgiam involuntariamente em meus olhos. Summer me incitou a pegar o limão e assim o fiz, aproximando a fatia dos lábios e chupando o líquido azedo. Balancei a cabeça negativamente, com o gosto mesclado em minha boca deixando-me agitado e com expressões estranhas. – Woah. Que louco. – Então acabei sorrindo com a ideia de continuar bebendo. A sensação de engolir um shot inteiro foi confusa. Começou ruim e terminou ruim. O problema é que depois eu queria mais. A música aumentou nas caixas de som, tocando um rock mais pesado e eu pedi mais dois shots para o barman. Ele apenas arqueou uma sobrancelha e recolocou mais bebida em nossos copinhos. – À irmãos reencontrados! – Ergui outro shot e repetimos o processo. Eu não tinha a mínima ideia de quanto tempo demoraria até que terminássemos tontos. Meu intuito não seria ficar bêbado, pelo menos não naquela noite. Dois copinhos não fariam mal a ninguém, certo? Quer dizer... três. Eu já queria um terceiro.


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 11 I_icon_minitimeQua 03 Jun 2020, 10:58



new perspective
Em determinadas ocasiões, sua mente funcionava com maior clareza quando estava levemente embriagada. Sua investigação havia lhe levado até a Irlanda, onde encontrara um bar qualquer para beber naquela noite. Sentada numa mesa de localização bastante estratégica, revisava o arquivo que tinha em suas mãos, buscando conectar os pontos. Já faziam bons meses desde que vinha buscando encontrar o assassino de sua irmã, esquecendo até mesmo de qualquer outra coisa que não fosse encontrar um culpado. Serviu mais uma dose de whisky da garrafa que havia comprado. Aquela noite seria longa e recusava-se a levantar dali antes de conseguir ao menos compreender em partes as conexões entre todas as informações que já havia encontrado até então. Após semanas vidrada em uma tela de computador e em linhas de código, era uma boa mudança de cenário ler informações impressas no papel. Muitas horas após terminar a garrafa, guardou seus pertences e só então deixou o local.

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煉獄
   
The Canary
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 11 I_icon_minitimeOntem à(s) 23:14



Ver Liam soltando as feras, literalmente ali no bar estava sendo incrível para mim, ele fez uma careta engraçada ao provar o drink, mas mergulhou fundo no segundo e foi até mais rápido do que eu esperava - Vai com calma, tequila sobe rápido! - . Meu irmão não parecia ser do tipo falante, diferente de mim que soltava os cavalos ao receber qualquer simples pergunta, como aquela feita por ele para mim. Meu riso já estava levemente solto ali - Vou pedir uma cerveja, para calibrar… Se não vou ficar louco bem rápido - ergui a mão e pedi ao barman uma cerveja e fritas, algo que concordando ele anotou o pedido de Liam e saiu providenciar tudo - Me conte aí, como é ser jornalista… Eu leio muito o jornal que você trabalha, você escreve bem - eu queria saber mais sobre o mundo dele, sobre o que ele vivia e tudo mais. Era como ver uma vida que poderia ter sido a minha, uma maneira estranha de pensar? Sim. Mas eu poderia jurar que em alguns momentos ele também pensava assim, afinal, não crescemos juntos, isso é novo, diferente dos gêmeos que passavam a vida toda juntos.




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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 11 I_icon_minitime

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