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 Odeon Bar & Grill

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
Diretor Alvoros Grunnion

Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSeg 14 Jan 2013, 20:45

Relembrando a primeira mensagem :

Odeon Bar & Grill

Dublin, Irlanda


Odeon Bar & Grill  - Página 9 Jm5QwvILMDW3J

Um bar e restaurante para os que gostam de aproveitar as melhores bebidas da cidade junto com sua gastronomia de pratos saborosos e originais. Apesar do local ter sido restaurado e mantido com seu ar do passado, dentro a decoração é bastante moderna e conta com mesas, sofás e até um mini palco montado para show's acústicos no local.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos.



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Bruce Ziegler McBride
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
Bruce Ziegler McBride


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Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Pena de Hipogrifo, Videira, 29cm, Flexível.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSab 05 Jan 2019, 13:54


time of quality

Tinha combinado de almoçar com o irmão bem pilantra da minha pessoa, sabia que o bonito se entocava naqueles Rathbone e nunca aparecia, mas se ele não aparecesse dessa vez, acabaria tomando uns bons socos na própria casa dos Rathbone e na frente dos parentes todos. Eu não tinha medo, afinal tinha sido e crescido e criado pra ser um grifino destemido, então ele que não ousasse me provocar, porque ia acabar se ferrando. Combinei com ele no Odeon Bar & Grill bem perto dos Ziegler, nunca na galáxia que os anciões me deixariam sair para algum canto distante com a proximidade das festividades de fim de ano. –Boa tarde, a reserva está no nome de Bruce Ziegler. – Falei de forma gentil para atendente da recepção e ela logo checou a reserva e me disse para seguir ela, o que eu fiz sem nem pestanejar, tinha me habituado com certas coisas e uma dessas era seguir instruções simples rapidamente. Crescer como um bruxo mais arcano era complicado, tínhamos tantas tarefas para cumprir que, por vezes, minha avó tinha que ficar gritando comigo porque esqueci alguma coisa, pobre dona Helga. Sai dos meus pensamentos dispersos quando a moça parou e me apontou uma mesa, eu me sentei em uma das cadeiras e logo um garçom se aproximou, o que fez a moça se despedi, agradeci a ela e voltei a minha atenção ao homem.

Vou querer uma dose dupla de uísque, por favor. – Falei de forma gentil, meu pedido era apenas para "abrir o apetite", como um tio meu dizia, não gostava muito da versão trouxa do uísque, mas como não tinha como exigir algo bruxo, aquilo ia ser aceitável. Estava observando o ambiente em volta quando vi a figura conhecida, o outro era bem mais almofadinha do que eu, claro, mas dava para se notar nossas semelhanças de longe, fui observando o ser até que ele chegou perto e eu me levantei. –Olha se não é a margarida! Cansou de ficar correndo atrás das primas e veio ver o seu irmão?! – Falei de forma debochada e dei um sorriso de canto, adorava tirar ele de tempo, principalmente com os assuntos mais delicados possíveis, dei um abraço nele só pra amenizar a provocação, duvidava muito que fosse sair ileso, por isso me preparei pra qualquer tipo de reação e resposta da parte dele, não era trouxa, nos dois sentidos da palavra. –Agora, falando sério... Devíamos ser menos relapsos e nos vermos mais, não é pecado. – Falei de forma sincera e o soltei do abraço, afinal seria estranho se ele e eu ficássemos muito tempo agarrados em um local público, tudo bem que as pessoas entendiam que nós éramos irmãos, mas eu tinha minhas dúvidas se não ficaria muito estranho. Sabia de alguns casos de gêmeos que se pegavam, o que eu, particularmente, achava bizarro, mas tentei não pensar nisso e busquei me focar no que o bonito tinha a dizer.

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BRUCE!

SECRETS I HAVE HELD IN MY HEART ARE HARDER TO HIDE THAN I THOUGHT MAYBE I JUST WANNA BE YOURS I WANNA BE YOURS, I WANNA BE YOURS WANNA BE YOURS
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Nick McBride Rathbone
Auror de Campo
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Nick McBride Rathbone


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Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSab 05 Jan 2019, 18:16

Finalmente Bruce tinha tomado alguma vergonha na cara e lembrou que tem um irmão, claro que eu tinha minha grande parcela de culpa nisso tudo já que não tinha um histórico de proximidade muito favorável. Não era uma desculpa, mas com tantas coisas acontecendo e pouco tempo pra tudo, era normal que acabássemos deixando de lado certas partes de nossa vida e isso não era nada saudável, Bruce era meu irmão e eu queria e sabia que deveria estar mais perto dele. O encontro seria no Odeon Bar & Grill, nunca tinha ido ao lugar antes e já estava um tanto atrasado. – Boa tarde, Bruce Ziegler está a minha espera! – pelo menos eu espero, sorri amigavelmente para recepcionista que me acompanhou até onde meu irmão estava, dei uma rápida conferida em Bruce, me sentido aliviado pelo irmão ainda parecer inteiro, afinal não sabia muitas coisas da vida dele. – O que eu posso fazer se elas ficam melhor que você de vestido? – respondo no mesmo tom, mas com um sorriso largo, estava realmente contente em vê-lo. 

Dou um tapinha amigável em seu ombro durante o abraço. Mas acabamos nos soltando pela atenção que estávamos despertando em alguns curiosos ao redor. Assim que nos sentamos pedi o mesmo drink que ele bebia. Balancei a cabeça em sinal de entendimento, concordava com ele, precisávamos mesmo estreitar nossos laços afinal a tendência do ser humano se esquecer, mesmo que inconsciente disso, daquilo que afasta. – É verdade, sei que ando em falta com você, quero reparar esse erro. – digo sendo totalmente honesto, imaginava que Bruce compartilhava desse mesmo sentimento. Agora me sentia focado em me reaproximar da família assim como estava fazendo nos Rathbone, percebi que sabia tão pouco da vida de Bruce. – Obrigado. – me dirigi ao funcionário do bar, que logo se afastou, me fazendo voltar minha atenção ao moreno. – Então meu irmão, espero que tenha boas novas pra me contar. – sorri, me perguntava se Bruce sabia sobre meu ingressos nos aurores, oras é claro que ele sabia, mas nunca tínhamos parado para conversar sobre isso. – O que tem feito? A muito tempo não tenho noticias suas. – oque era verdade, não era comum nos encontrarmos pessoalmente, mas de um jeito ou de outro sempre acabamos tendo contatos eventualmente.


Nick Rathbone
As feridas que não são vistas nos fazem mais mal do que todas as outras, nós as trancamos bem lá no fundo, mas será que aguentaremos isso por toda a vida? 
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Caius Dietrich Salvatore
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Caius Dietrich Salvatore

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSab 05 Jan 2019, 20:40

Bom, nada melhor que uma dose de bom humor vindo dos dois lados de uma conversa, tinha me acostumado com a seriedade excessiva da minha ex, tanto que tinha aprendido a dosar o humor para não acabar apanhando ou sendo ameaçado de morte, o que era não muito agradável pra alguém que estava procurando leveza na vida. Ela acabou rindo da minha bobeira, o que eu também fiz, mas tratei de rola os olhos de forma bem humorada e arrumei meu cabelo, em um gesto meio impensado, porque os cabelos caíam perto dos olhos. – Trabalhei no Nível Três, que é aquele que fica o Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas. – Falei de forma serena e dei de ombros, eu sabia que meu tempo por lá foi "curto" e há muito tempo atrás, acabei ficando um pouco distraído com ela, estava reconhecendo alguns traços dela de quando era mais jovem, certamente tanto eu quanto ela mudamos muito da adolescência para cá, o envelhecimento vinha me deixando mais bonito, eu não negava isso, pois seria tolice da minha pessoa. Porém eu tinha uma desculpa bem legal para não me lembrar dela e ela de mim, porque nós dois só nos encontramos na época do colégio e uma ou outra vez que não ficou na memória, de certo, afinal o mais comum era ter reuniões de turmas.

– Olha, eu estou velho, mas ainda não nesse nível de esquecer totalmente as coisas! – Falei de forma bem humorada, quase debochada pra ser sincero, porque ninguém mandou ela fazer graça com minha memória. E, como todas pessoas adultas faziam vez ou outra, nós voltamos no tempo e começamos a falar sobre os sonhos da juventude, que nem sempre se mantinham para a vida adulta, era fácil acreditar que o mundo era perfeito e que nossos interesses e disponibilidade sempre seriam os mesmos, mas a vida nos ensina que as coisas não são bem assim. – Você acabou indo por qual caminho? Eu fiz muita coisa depois do MM, fui Professor e até mesmo Guarda-Caças em Hogwarts. – Falei de forma bem humorada, mostrando que eu tinha ficado meio perdido depois de toda a mudança nos meus planos, a verdade era que eu fiquei em Hogwarts por conta dos meus filhos e hoje tinha pela consciência disso, pois nuca teria estendido minha estadia lá se eles não estivessem. – A gente devia marca um x1 qualquer dia desses... Dá pra matar a saudade, ao menos. – Falei bem humorado, imaginando como seria isso, pois seriam necessárias adaptações do esporte, porque ele sempre foi um jogo coletivo e com muitas pessoas, o que dificultaria muito o meu trabalho, mas se ela topasse, eu daria o meu jeito.

Acabei dando uma risada leve quando ela me perguntou se eu também sofria disso, dava para eu fazer um livro sobre como os filhos largam os pais e teria pano para manga para uns dez volumes. – Eu tenho quatro filhos e uma sobrinha que está sob minha tutela... Sabe quantos deles me respondem uma carta se quer? Zero. Esse é o meu nível de abandono. – Falei bem humorado e dei de ombros, eu entendia Olav, ele era adulto e tinha trabalho para dar conta, mas os demais ainda não chegaram nesse momento da vida, então não tinham nem desculpas. – Acho um ótima ideia! Mas você vai me contar quantos você tem... – Falei de um modo leve, claro que eu estava curioso para saber um pouco mais da vida dela, afinal foram tantos anos entre nosso último encontro e o atual, aposto que ela tinha ótimas histórias a me contar. Ela seguiu comigo para dentro do estabelecimento e passei uma mão pela barba, tentando me lembrar do que Alric me disse a respeito do lugar, ele tinha visitado ali algumas vezes. – Eu nunca vim, mas meu irmão já... Ele elogiou muito as carnes e o conhaque daqui. Ele roda por muitos lugares da Europa, nunca o vejo em casa mais do que uma sema na ou duas. – Falei de forma bem humorada, principalmente porque não tinha muita moral para falar dele, pois mal parava em casa, a grande diferença era que sempre terminava o dia no meu lar.

– Hoho! Está tentando me influenciar, senhorita? – Falei de forma bem humorada e fui na direção de uma das mesas com a morena, claro que fiz o favor de puxar a cadeira para ela, tinha sido bem educado, apesar de quase não ter tido um pai, minha mãe sempre foi uma mulher muito correta, tanto que não aguentou muito tempo vendo as besteiras que meu pai fazia e foi embora de casa com Bruce, pois haviam limites na vida e o meu velho passou deles mais de uma vez. – Por favor, milady. – Falei de um modo gentil e me sentei ao lado dela, pois sabia que nossa conversa acabaria tocando alguns temas que os trouxas não poderiam ouvir, então era preciso manter a voz baixa e sermos discretos. – Boa tarde! Vamos querer um conhaque, o melhor da casa. – Falei de forma tranquila para o homem, que falou que o escolhido seria o "Larsen V.S.", que eu não tinha ideia do que era, mas fingi costume e acenei com a cabeça, confirmando que estava tudo certo, então me voltei para a morena. – O próximo é você quem escolhe... Eu acho que devíamos pedir algo para comer, só por precaução. – Falei de forma sincera, mas com um sorriso sacana nos lábios, típico de quem estava planejando algo bem ruim, mas, no meu caso, era apenas uma bebedeira, pois eu sentia que ela precisava disso, quase tanto quanto eu precisava, uma vez que estávamos com problemas com as crianças.

OFF: Post com Johanna Eklöf Devereaux, se não for ela... Nem se meta.





"Oh, once upon a time I didn't give a damn... But now here we are. So whataya want from me?"
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Megara Byun Hwang
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeDom 13 Jan 2019, 06:07



old school •

Os ares irlandeses nunca lhe pareceram tão favoráveis quanto naquelas férias. Era bom retornar para casa, depois de um ano tão conturbado. Mhorgana obviamente já tinha planos para toda a estadia de Megara na mansão Ceallach, os quais tinham grandes chances de envolver as importantes tradições célticas – e a jovem corvina jamais diria não para sua própria mãe, e menos ainda para suas origens. Então, mesmo antes de avisar sua família que já estava na Irlanda, tomou a decisão de passar o dia passeando pela linda cidade de Dublin. A paisagem arquitetônica era, com toda a certeza, a cura para qualquer viagem longa de trem. E ainda mais com o pôr-do-sol pintando as bordas dos prédios e deixando vestígios de suas cores em qualquer resquício de água por ali existente. Megara era, naquele momento, a pessoa mais grata que poderia existir. Suspirou fundo, somente para que seu corpo reagisse ao maravilhoso aroma adocicado que pairava pelo ar. Não sabia com exatidão, mas parecia ter a ver com algo bem doce; o preferido de Megara. Sem muitos rodeios, empurrou a porta do recinto de onde o cheiro parecia vir. Nenhum sino anunciou sua chegada, o que de certa forma foi bastante positivo – Megara não queria chamar atenção, poderia ter alguém conhecido da família por ali. Inspirou novamente, sentindo mais aromas deliciosos invadirem seu olfato, o que a fez perceber como estava com fome!

Como não queria tomar o espaço de uma mesa inteira, acabou por sentar-se nas cadeiras disponíveis no bar. Poderia, então, aproveitar a oportunidade e pedir uma bebida qualquer. Não alcoólica, de preferência. — Sim, um pedaço grande, por favor. — Finalizou seu pedido com um sorriso gentil desenhado nos lábios e uma curiosidade iminente no olhar. Pois ao seu lado, um rosto bastante familiar estava consideravelmente concentrado em alguns pedaços de folhas da cor amarelada. Os desenhos, os traços... — São mapas. — Falou em voz alta, já com o corpo inclinado na direção do homem por pura curiosidade. — Está em busca de um tesouro, capitão? — Sorriu brincalhona com o comentário.  Não sabia se Orion entenderia o trocadilho, mas não conseguiu segurar a piada apenas para si mesma. — Orion, certo? Eu lembro de você... Era do time. — Disse simplesmente. Não precisaria abaixar o tom da voz para falar, pois, sequer havia citado a qual time Orion pertencia. Em seguida, deu um gole na água recebida por cortesia, e virou seu rosto para observar as reações do ex-aluno de Hogwarts. — Sou Megara. — Encerrou a própria apresentação por ali, esperando que o outro exercitasse a memória. Sequer tinha ideia se Orion sabia de sua existência – pois ela, Megara, era apenas uma simples estudante da Corvinal.


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Orion Lionhart Beoulve
Jogadores Profissionais - 1ª Divisão
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeDom 13 Jan 2019, 22:08

Distraído em seus próprios pensamentos, Orion quase não prestava atenção no que acontecia ao seu redor ali dentro do Odeon Bar & Grill. Por exemplo, não percebeu que uma garota com feições asiáticas entrava dentro do ambiente e parecia pedir comida, mas enquanto outras pessoas tinham suas vidas, o lufano preferia viver a sua e analisar os mapas que estavam postos à sua frente na mesa. Sua rotina era essa desde que a temporada de quadribol havia terminado e enquanto ela não voltasse, continuaria sendo daquela forma. Passava uma parte de sua semana analisando os locais do país através de desenhos, como fazia naquele momento e depois disso, iria para sua aventura durante alguns outros dias. Obviamente, geralmente voltava de mão abanando após descobrir que os cálculos que havia feito estavam errados, apenas em algumas poucas ocasiões conseguia algo de valor, como alguns anéis ou espadas enterrados em lugares onde aconteceram batalhas entre exércitos. De qualquer forma, aquilo não era o suficiente para Orion, pois sonhava em um dia encontrar a tumba de algum grande rei irlandês ou até mesmo de um herói que existia apenas dentro das lendas.

Percorreu os olhos mais uma vez por aquele mapa que havia desenhado com a ajuda de Diarmuid, se a sua coruja não estivesse errada, havia uma entrada ainda inexplorada pelo homem próxima à Península de Dingle, escondida pela vegetação local. Entretanto, quando apertou a visão para conseguir ler melhor suas anotações, o seu corpo foi tomado rapidamente pela sensação do susto. Olhou para frente em velocidade, buscando entender o que estava acontecendo e quando notou pela primeira vez a presença da asiática que havia entrado há poucos minutor no bar. Estudou-a com os olhos e achou sua aparência um pouco peculiar, por exemplo, apesar dos olhos puxados e a pele mais voltada para tons amarelos, como eram típicos de alguns povos do oriente, o lufano ainda era capaz de identificar no rosto dela alguns traços do povo irlandês, mas não era capaz de especificar quais. Além disso, ela parecia conhecê-lo, mas o oposto não acontecia. Contudo, Orion não queria parecer rude com a moça e ao ouvir suas palavras, sorriu. — Irlandeses não eram bons piratas, amiga. Mas se estiver disposta a explorar os locais terrenos da Irlanda em busca de tesouros, você está contratada para fazer parte da minha tripulação. — brincou, enquanto guardava as suas anotações e liberava um espaço na mesa para ela se sentar. Nem sabia se esse era o seu plano, mas assim que os mapas foram sendo tirados dali de cima, a até então desconhecida acomodou-se também. — Time? Está dizendo da Lufa-Lufa ou dos Tornados? — a frase do lufano teve dois semblantes, começou animado, mas assim que citou o seu atual time de quadribol, pareceu ficar um pouco desanimado com o que estava falando.

Então, forçou um pouco mais sua mente e conseguiu se lembrar que a garota era de Hogwarts, mas apesar da aparência agora um pouco mais familiar, ainda não se lembrava de ter tido nenhum contato com ela quando estava dentro do castelo. Apenas a viu algumas vezes andando com outros alunos, principalmente porque ela não estava no mesmo ano escolar dele. De qualquer forma, aproveitou a oportunidade para tentar puxar assunto. Manter sua mente focada apenas em estudar mapas não era lá muito saudável. — Então, você gosta de mapas? — questionou, enquanto oferecia suas anotações para ela. Os desenhos de Orion não eram muito bem feitos, principalmente porque continham riscos que faziam sentido apenas na cabeça do rapaz, mas mesmo assim, foi gentil com ela.


Orion Gerrard Lionhart Beoulve

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Megara Byun Hwang
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeQui 17 Jan 2019, 00:42



old school •

Com um espacinho liberado na mesa, Megara pode se sentar na cadeira de frente para Orion. Ainda com os braços rentes a si, posicionou o prato de porcelana contendo a aromática tortinha longe de todas as folhas e mapas. Não queria ser a responsável por destruir ou sujar possíveis estudos e pesquisas do mais velho. — Podemos ser os responsáveis por mudar isso, não acha? — Arqueou uma sobrancelha com o comentário do rapaz, mas ainda mantendo intacto o tom de brincadeira que pairava pelo ar. Obviamente que não falaria tão repentinamente, mas Megara era uma Holstein Sparrow. Não tinha tanta experiência quanto seu pai, mas navegar não era um problema para si – até mesmo conseguia localizar-se usando as estrelas, ensinamentos de Leon. — Seria uma honra fazer parte de suas expedições. — Abaixou o tronco suavemente em uma reverência curta, mantendo o sorriso faceiro nos lábios. Então, alcançou o garfo com a mão direita e tirou um pedacinho pequeno da tortinha especial. O sabor era incrível; somente poderia comer aquela em específico pois era a única vegana dentro do estabelecimento, mas ainda assim, mantinha a espiritualidade do lugar. Terminou com o primeiro pedaço bem a tempo de Orion voltar a falar. Não sabia, entretanto, se havia sido uma boa ideia ter sentado à mesa junto dele; naquele momento, Megara conseguiu saber exatamente quais emoções Orion atribuiu às palavras ditas, enquanto ele pronunciava com clareza o nome de cada time. Apesar de manter praticamente o mesmo tom de voz durante o decorrer da frase, Megara sentiu que ele tinha sentimentos bons, até mesmo saudosos, atrelados à Lufa-lufa; e sentimentos melancólicos ao falar dos Tornados. Era uma dualidade bastante forte para somente uma frase. Respirou fundo, digerindo a confusão em seu corpo.

Mesmo tendo evoluído com sua empatia, ainda era um pouco complicado lidar com ela, principalmente quando não estava preparada mentalmente para receber e perceber algo tão forte. — Bom... — Iniciou, ainda com os efeitos colaterais de ambos sentimentos que a invadiram tão inesperadamente. Pigarreou, levando mais um pedacinho da torta até a boca para que pudesse ter tempo de expulsar emoções intrusas. O que durou cerca de dois segundos em silêncio. — Falo da Lufa-lufa, é claro. — Colocou o melhor sorriso que poderia em seu rosto, tentando passar certa segurança para Orion. — Eu não sabia que havia entrado para os Tornados... — A sinceridade de Megara às vezes era boa, mas naquele momento se tornava desnecessária. Havia experenciado que o rapaz não se sentia bem ao pronunciar o nome deste time em específico, obviamente que alguma coisa havia acontecido. — Mas lembro de você no time. Era incrível, você tinha um ótimo controle sobre a vassoura, sempre. Não é à toa que se tornou capitão. — Sua voz tornou-se um tanto mais discreta para falar sobre o assunto, apesar de que não havia muitas pessoas perto da mesa onde estavam. Engraçado como as coisas eram, depois de anos encontrando Orion em Hogwarts, só vieram a ter uma conversa naquele momento, dentro de um bar em Dublin. Os mapas, então, foram postos em sua direção, estes que Megara estava de fato interessada. — Se eu gosto? Hmmm... — Deu uma olhada nos desenhos, reconhecendo os nomes de alguns lugares. — Meu pai gostava, e consequentemente tenho isso em meu sangue, eu acho... Mas e você? — Ergueu o rosto, olhando diretamente para Orion. — Acredito que ter me convidado para expedições terrenas na Irlanda não tenha sido mero acaso... O que tem em mente? — A expressão curiosa se fez presente, principalmente em relação a determinadas linhas do mapa.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeQui 17 Jan 2019, 10:24

A conversa entre Orion e a garota se dividia entre altos e baixos, mas o rapaz se esforçava para não deixar transparecer que em alguns momentos, haviam assuntos na mesa que o deixavam o rapaz desanimado, principalmente quando tratavam de sua carreira profissional no mundo do Quadribol. Obviamente, sabia que as intenções de Megara não eram cruéis a ponto de tocar naquela questão apenas para incomodá-lo. Por isso, quando os dois sentados na mesa começaram a falar sobre o principal esporte bruxo do mundo, o lufano iniciou o diálogo com um sorriso estampado no rosto — Sinto um pouco de saudades de jogar pela Lufa-Lufa. Como no começo a casa não tinha muita força no esporte, podíamos jogar sempre sem pressão, pois independentemente do resultado, todos estavam orgulhosos de nossas conquistas. — falou, olhando sonhadoramente para a garota. Tinha vontade de listar os feitos que havia conseguido quando foi o capitão da casa durante cinco anos, mas não precisava. Quem foi de Hogwarts na mesma época dele conhecia os feitos, principalmente o tricampeonato. Então, no momento seguinte, sua expressão começou a ficar mais séria e antes de voltar a falar, soltou um longo suspiro enquanto deixava o mapa que estava em suas mãos cair na mesa onde estavam sentados. — Só que como profissional não tem isso de "o importante é competir" — citou — Há sempre dinheiro envolvido e os torcedores acham que o time está desperdiçando galeões se tem no elenco um jogador que não agrega nada ao time... Esse é o meu caso no Tornados de Tutshill. Eleito o pior artilheiro da temporada. — seu comentário, a princípio, teve um tom sério, enquanto ele olhava fixamente em direção à aluna de Hogwarts, mas num momento seguinte, como se nada daquilo atrapalhasse sua vida, ele voltou a sorrir e brincou com sua situação — Estou até evitando encontrar com o Sebastian ou o Kaminsky, eles me matariam se me vissem num nível tão baixo assim. — finalizou.

No instante seguinte, o assunto sobre quadribol saiu da mesa e foi substituído por expedições. Parecia que tanto Orion quanto Megara tinham vontade de explorarem os lugares desconhecidos do mundo, mas enquanto o homem tinham ambições em descobrir cavernas e outras catacumbas em locais terrenos, a mulher já parecia ter suas ambições ligadas ao mar. Pela forma como tecia seus comentários, falando sobre ser a responsável por mudar o fato dos irlandeses não terem muita fama com barcos e seu pai, o fazia pensar que ela era filha de algum Lobo do Mar. Dessa forma, inflou as bochechas, enquanto olhava de relance para algumas de suas anotações e a questionou — Você já esteve em um navio antes? — no começo, a pergunta fazia mais sentido na sua cabeça, mas assim que ela escapou de seus lábios, percebeu que ela deixava as opções muitos amplas. Por isso antes mesmo de ter uma resposta definitiva, complementou — Digo, num navio de expedições, sabe? Meio estilo Tomb Raider ou Indiana Jones, não para viagens. — por fim, apenas deu um sorriso. Após isso, achou engraçado ela dizer sobre ter algo no sangue, pois aquela metáfora também combinava perfeitamente com ele. Descendente de Diarmuid Ua Duibhne, uma antiga lenda irlandesa, toda a família do lufano era composta por grandes caçadores, dessa forma caçar estava no sangue dos Beoulve. — Me interessei por mapas depois de um tempo, mas antigamente preferia rastrear pegadas de animais pela floresta. É um bom passatempo. — respondeu e em seguida procurou por uma de suas anotações mais recentes e empurrou até o lado dela na mesa. — Eu nunca sei exatamente o que estou procurando aqui na Irlanda, meu sonho é encontrar Gáe Buidhe ou Gáe Dearge numa dessas expedições, mas já passei a acreditar que elas foram destruídas ou nunca existiram — disse — Dessa forma, estou pensando em viajar para a Península de Dingle, parece que há alguma coisa escondida pela vegetação de lá. O que é estranho, irlandeses não costumavam se trancarem em catacumbas após a morte. Só que as possibilidades estão abertas. Pode ser tanto algum rei poderoso do passado quanto algum pirata que enterrou seu tesouro ali e esqueceu de buscar. — finalizou. Dialogar sobre aquilo com Megara havia levantado os ânimos de Orion, já que agora aparentemente ele teria uma companheira em suas próximas aventuras e não precisaria mais explorar os lugares esquecidos da Irlanda com sua coruja e um Beagle que amava marcar território por todos os locais que passava.   


Orion Gerrard Lionhart Beoulve

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeTer 22 Jan 2019, 13:17



old school •

Os olhinhos de Megara não ousavam desviar sequer um segundo do rosto diante de si. Ainda podia sentir que Orion apresentava sentimentos divididos, e por essa razão a garota achou que deveria manter sua atenção redobrada para que não perdesse nenhum detalhe importante. Seria muito ruim pedir para que ele repetisse, por qualquer motivo que fosse. A expressão revelada após contar algumas de suas memórias foi bastante significativa para Megara. Podia imaginar-se perfeitamente no lugar de Orion, sentindo saudades de sua época de estudante em Hogwarts. Talvez dali em diante, começasse a aproveitar ainda mais seus dias naquele castelo. E em um piscar de olhos, o sorriso que acompanhava as boas lembranças do garoto foi substituído por uma expressão séria, com cenhos quase franzidos de preocupação. Não era preciso ser empata para entender os sentimentos dele. Com certo pesar, mordeu o lábio inferior enquanto absorvia cada palavra dita pelo mais velho. Tornar-se adulto e assumir determinadas responsabilidades parecia um pesadelo. Desviando momentaneamente o olhar, Megara puxou todo o ar que podia para manter a calma sobre suas próprias emoções e então tomou a coragem de dar a sua opinião sobre o assunto. — Acho que esse é o maior problema... Parar de se orgulhar com as pequenas conquistas diárias do time, sejam elas em treinos ou em campeonatos. — Ergueu os ombros suavemente, os soltando segundos depois. — Sabe, Quadribol ainda deve ser sobre amor à camisa, e não sobre amor aos galeões ou fama que cada jogador recebe. — Os lábios formaram um bico de preocupação, somados com a cabeça apoiada na própria mão. Talvez estivesse falando demais para seu tamanho.

Não ousaria intrometer-se ainda mais nos assuntos pessoais do garoto e por isso apenas sustentou o silêncio por alguns segundos, tendo tempo de comer mais um pedacinho de sua torta. Os mapas pareciam um melhor assunto, agora que Megara podia analisá-los de pertinho. Passando a ponta dos dedos sobre as linhas, percebia algumas irregularidades no papel. Seriam aqueles mapas feitos à mão? Orion parecia ter dedicado um bom tempo naquela tarefa. Ao ouvir a palavra navio, parou de analisar o mapa para dar atenção às perguntas dele. Era uma questão divertida, aquela. — Bom, eu moro em um. — Revelou com uma timidez que não a pertencia. Pendeu o rosto para o lado por um segundo, decidindo ser um pouco mais explicativa. — Holstein Sparrow. É meu sobrenome. — Cochichou, como se fosse algum segredo de Estado. Pensando na outra pergunta de Orion, percebeu que nunca havia se aventurado nos sete mares, apesar de já ter escutado muitas histórias sobre. — Não cheguei a fazer expedições, meu pai não deixa. Mas ele já fez várias e sempre faz questão de me contar as histórias. Eu até que acho divertido, mas queria ser a protagonista de uma delas pelo menos uma vez. — Suspirou fundo, finalizando sua frase com um muxoxo mais triste do que desejava. Ter dezesseis anos era ser nova demais para certos assuntos, porém velha demais para outros. — Pegadas? — Franziu o cenho, reunindo seus pensamentos no que Orion havia comentado. Era incrível descobrir coisas novas sobre pessoas a sua volta. Caso fosse para Megara classificar isso, provavelmente este seria o seu passatempo favorito.

Ajeitando a posição da folha na própria direção, Megara passou os olhos por sobre as linhas escritas, tentando ainda compreender o que Orion falava, ao mesmo tempo. Percebeu que começaria a confundir as informações em sua mente, escolhendo ler mais tarde. Deixando a mão sobre as anotações, olhou para o ex-estudante um tanto quanto confusa. — ... Gáe Dearge? — Repetiu, só que mais lentamente. Seu sotaque ainda estava muito bom. — Você quer dizer, as lanças? — Franziu o cenho, a mente trabalhando para encontrar algo relevante nas diversas histórias que escutou de sua mãe, sendo ela irlandesa. — Eu não duvido que realmente existam. Só devem estar muito bem escondidas. Mais do que imaginamos. — Sua fala era um pouco mais pausada devido aos pensamentos acelerados. A possibilidade de encontrar algo tão precioso assim despertou um interesse adormecido em Megara. — Realmente... Pode ter tanta coisa lá escondida que meus pensamentos só conseguem imaginar maldições e feitiços de azar. Entretanto... — Fez uma pausa, movendo a cabeça para os lados de forma divertida. — Pode ser que não seja bruxo. Quem sabe um presente de algum deus céltico? Já ouvi boatos que uma vez eles viviam como nós, pisando sobre o mesmo solo. Quem sabe o que deixaram pra gente. — Deu de ombros, deixando que uma expressão travessa tomasse conta de seu semblante, outrora com cenho frisado. Mas toda essa aventura parecia simples demais... — E como pretende fazer isso? Quero dizer, quais são seus planos para colocar todas essas anotações em prática? — Seja lá como Orion gostaria de iniciar sua expedição terrestre, Megara era uma interessada em potencial a participar de tudo. Parecia que pela primeira vez em muito tempo, ela poderia tomar as próprias decisões quanto ao passo seguinte.  

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Orion Lionhart Beoulve
Jogadores Profissionais - 1ª Divisão
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Orion Lionhart Beoulve

Patrono : Ornitorrinco
Bicho-papão : Morrer em algum acidente

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Formado
Varinha: Pelo de Nundu, Cedro, 27cm, Quebradiça.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeQua 23 Jan 2019, 00:30

Era engraçado como o tema das conversas sobre quadribol mudavam a depender sobre quem estavam falando. Durante o tempo em que jogava dentro de Hogwarts, todo mundo falava sobre amor à camisa e tudo mais. Os jogadores entravam dentro de campo para honrar o orgulho de suas respectivas casas, não havia nenhuma quantidade de ouro em jogo. Entretanto, quando alguém deixava o esporte colegial de lado e entrava para um time profissional, a visão sobre o esporte bruxo era outra. Ainda haviam alguns que realmente estavam num determinado time apenas por realmente quererem estar ali, mas uma quantidade esmagadora de jogadores viam os galeões acima de tudo. Dessa forma, todo esse dinheiro envolvido afetava a mente tanto dos atletas quanto dos torcedores, os primeiros porque passavam a ver o quadribol como um negócio, onde a maior quantidade de dinheiro era melhor. Já os segundos, cobravam ainda mais os jogadores, pois se o time deles estavam pagando caro para ter alguém lá dentro, então esse deveria corresponder a altura. Enfim, era um assunto complicado, debater sobre aquele tema iria requerer muitos dos colunistas esportivos do Profeta Diário, juntamente com suas opiniões sem sentido. Por isso, Orion apenas balançou sua cabeça em sinal de concordância com o que ela falava e em seguida respondeu — A pressão existe tanto em Hogwarts quanto na vida profissional. No castelo, se você não vai bem, todo mundo te zoa e cantam músicas em deboche, mas uma parcela de alunos tentam te defender. Eles geralmente são da sua casa. Já no profissional, os torcedores do seu time geralmente querem sua cabeça. — brincou. Tentava fazer aquelas piadas para ver se conseguia aliviar um pouco o clima dali, já que falar sobre aqueles assuntos sempre deixavam Orion um pouco para baixo — Tem muitos torcedores que reclamam do quadribol moderno, falam que as quantidades monetárias investidas estão num nível muito alto. Até concordaria com eles, mas quem participa desse movimento geralmente ta lá criticando quem não vai bem e acusa o dinheiro como principal culpado. — comentou, juntando algumas das folhas que estavam espalhadas sob a mesa num lugar só. Deixar tudo bagunçado daquele jeito causaria uma enorme confusão em sua mente no futuro, então, era melhor tentar organizar o quanto antes.

Então, quando ela falou sobre a família de qual vinha, Sparrow, o lufano tentou puxar em seus arquivos guardados na mente o que sabia sobre aquele nome. Primeiro de tudo, conhecia aquela família, mas nunca havia interagido com um membro dela até então. Também não foi por falta de vontade dele, só que os Sparrow não gostavam de ficar muito tempo em terra firme, pois como Megara havia lhe dito, eles viviam em barcos velejando pelo alto mar. Alguns dos Sparrow foram para Hogwarts e sabia que uma boa parte tinha a Corvinal como casa, mas obviamente, tudo aquilo que Orion sabia sobre aquelas pessoas eram apenas rumores e notícias como aquelas costumavam serem exageradas demais. De qualquer forma, preferiu não despejar todas suas dúvidas de uma vez em cima da garota com que ele conversava. Apenas manteria o assunto daquele jeito e caso conseguisse alguma declaração dela, já estava mais do que suficiente. — As expedições pelo mar dos dias atuais parecem interessantes, mas se formos parar para pensar... conhecemos boa parte do mundo já. Imagina como foram as primeiras grandes viagens explorando o desconhecido? —  nesse momento, os olhos do ex-lufano brilharam e ele encarou a garota. Falar sobre aquilo, a época da antiguidade, era outro tema que o empolgava tanto quanto quadribol. — Imagino como foram os primeiros vikings que saíram de suas terras congeladas e encontraram um local tão bom para morar como a Inglaterra. Deve ter sido um momento ímpar na história da humanidade. — finalizou o pensamento colocando as folhas que havia unido de lado, em seguida, com mais espaço na mesa, apenas apoiou seus ombros sobre a madeira e continuou olhando para a sua nova amiga. Então, ela questionou sobre as pegadas e ele fez questão de explicar melhor — Os irlandeses gostam de caçar, minha família não seria diferente. Dessa forma, desde pequeno fui ensinado à como encontrar animais pela floresta e tudo mais. Sabia que uma pegada de javali pode ficar por mais de uma semana no solo até desaparecer completamente? — comentou sobre a curiosidade apenas por comentar, ela era irrevelante no momento e nem ele tinha certeza sobre aquele dado.

Então, quando o assunto entrou na esfera da sua família, no caso, lanças lendárias, Orion ajeitou-se da sua cadeira e inflou as bochechas. Aquele assunto não o deixava exatamente triste, mas desde pequeno, imaginou ser parte de alguma profecia onde seria o responsável por encontrar aquelas armas de Diarmuid. Só que até então, com quase vinte anos nas costas, nada havia acontecido ainda. — Eu espero que seja real a existência dessas duas armas, porque minha família inteira acredita nisso. — falou, levando uma das mãos ao cabelo e ajeitando os fios acima da cabeça — Seria um pouco triste chegar para a vovó Aetheflaed um dia e dizer que todos os ensinamentos dela foram mentira. — brincou. — Os deuses célticos eram bondosos com seus devotos, na maioria das vezes. Só que o problema passa a ser quando você magoa algum deles, pode esperar uma maldição cair sobre sua cabeça e dos seus descendentes por algumas gerações. — naquele momento, o rapaz parou de falar e pareceu estar em choque com os comentários da garota. Não havia parado para planejar algo durante aquela expedição, simplesmente tinha a vontade de ir lá, explorar as cavernas da península e ver o que poderia encontrar de valioso. Simples e fácil. Só que corria aqueles riscos sozinho, agora que possivelmente estaria acompanhado, a situação era outra. Diferente. Não podia colocar a vida de alguém em risco. — Plano? — questionou — Bem... levamos comida, entramos em cavernas, soltamos alguns feitiços, tentamos não ser amaldiçoados e depois disso torcer para encontrar algo de valor. Isso não é o suficiente? — finalizou, sorrindo sem jeito pelso comentários.



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Graham Faust McAlister
Funcionário do Profeta Diário
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Graham Faust McAlister


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeTer 29 Jan 2019, 16:45


And so it begins
papercut

Eu sinceramente não entendo essa obcessão dos ingleses por Quadribol. — Reafirmei, depois que caímos no assunto das matérias do Profeta. Eu não podia revelar muitas informações, ainda mais agora que eu tinha finalmente conseguido um cargo importante, mas eu podia comentar sobre as minhas opiniões, não é?

E, com todos rindo, uma mulher me apareceu na mesa, sentando sem mais nem menos, interessada no assunto. Terminei de beber o chopp e bati a caneca vazia sobre a mesa sem força antes de rir um pouco da moça. — Você pode comprar uma edição pra saber, sweetie. — Respondi um pouco mais ríspido do que eu queria. Mas tudo pela promoção do jornal. — Na real, eu nem sei porque vocês se importam tanto com esse esporte, mas Éire é a chefe, e se ela quer cobrir os eventos de quadribol, eu não posso falar nada. — Dei de ombros, encarando a moça com um meio sorriso. — Tá servida? — Empurrei o grande prato de frango com batatas para que ela se servisse, pegando uma pequena porção pra mim mesmo. — Tá afim de uma entrevista? Eu posso fazer uma matéria contigo sobre a opinião dos fãs sobre o novo campeonato que vai acontecer. — O quê? Eu não entendia de Quadribol, isso não significava que eu ia deixar uma oportunidade assim passar.




─ Now L-O-V-E is just another word I never learned to pronunce...
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Megara Byun Hwang
Monitor da Corvinal
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Megara Byun Hwang

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Bicho-papão : Dementadores

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Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 7º Ano
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeQui 14 Fev 2019, 05:13



old school •

Ainda que não se arrependesse de ter dado sua própria opinião sobre o quadro atual do Quadribol dentro e fora de Hogwarts, Megara era esperta o suficiente para notar o quanto foi clichê. Orion jogava o esporte há anos, provavelmente tivera dezenas de experiências boas e outras nem tão boas assim; ele, mais do que ninguém, sabia o que era amor à camisa e todo o peso que vinha junto disso. E percebia o quanto poderia ser doloroso para o homem lembrar disso quando ouviu um pequeno trecho de sua experiência. Ao menos, soou bastante pessoal na visão de Megara. Com o garfo ainda em sua boca – pois tinha acabado de morder um pedaço de torta – a garota concordou suavemente com a cabeça, absorvendo todo o significado das palavras de Orion. Optou, silenciosamente, por trabalhar em sua empatia para que não mais recebesse os sentimentos do garoto... Pois pareciam muito pessoais, e a Holstein não queria invadir a privacidade do ex-capitão. — A diferença é que em Hogwarts todos podem dar a desculpa de que são adolescentes... Sabe, essa coisa de fase e crescimento. Hormônios. — Abriu um tantinho mais os olhos, e não conteve a risadinha envergonhada que escapou de seus lábios. Era estranho falar disso, justamente porque estava incluída nesse contexto. — Mas profissionalmente... A maioria de lá é adulto, sabe, tanto jogador quanto torcedor. Já deveriam ter maturidade o suficiente pra saber separar as coisas. Mas... Nem tudo são flores. — Ergueu suavemente os ombros, os soltando logo depois. O rosto de Megara carregava um pouco de decepção; no fundo, tinha medo de crescer e tornar-se quem tanto criticava.

Mas talvez a Holstein estivesse sendo clichê outra vez. Com um biquinho nos lábios, ela inflou as bochechas durante um segundo, repreendendo a si mesma em pensamentos. Daquela vez, não poderia deixar passar – seria melhor desculpar-se e mudar de assunto. — Eu sinto muito se estou sendo muito invasiva. Na verdade, sou apenas uma torcedora comum, não entendo muito de Quadribol. Mas... Espero que saiba que tem talento. — Findou seu comentário com um sorriso gentil, e então, bebericou um pouco da água disponível. Não evitou voltar a sorrir, entretanto, com a sutil reação de Orion ao saber sobre o sobrenome Hosltein Sparrow. Ele parecia tentar relembrar de algo, e Megara ficou ansiosa por alguma pergunta, mas o que recebeu foram algumas divagações um tanto mais imprecisas sobre navegações. Mesmo assim, não deixava de concordar plenamente com o ex-lufano. — Realmente... Imagino a loucura que deveria ser. — Franziu o cenho, deixando que sua imaginação lhe guiasse até o passado. — A ideia de monstros habitarem o mar, além do oceano acabar em um grande abismo... Imagino a coragem que os homens das primeiras expedições deviam ter pra enfrentar o desconhecido. — Seu olhar baixou para os mapas postos sobre a mesa, identificando uma parte ou outra de um oceano. Orion comentou sobre os vikings, e Megara acenou positivamente várias vezes. — Naquela época, era isso que tinham para se guiarem... E ainda com uma margem de erro consideravelmente grande. — Complementou o que foi dito pelo amigo, ainda empolgada com o novo assunto.

— Não sabia!! — Comentou sobre as pegadas de javali. — É muito tempo... — Não sabia se tinha algo em especial que fazia a pegada do animal continuar no solo por tantas horas, mas seria algo interessante para se estudar futuramente, não? Dentro do mesmo assunto – família, herança e segredos – Megara estava curiosa para saber mais sobre aquelas lanças. Parecia ser algo bastante especial para Orion, considerando o quanto ele queria as encontrar. — Acho que só por acreditar já é o suficiente para reunir um grupo e iniciar uma expedição, não é? — Arqueou uma das sobrancelhas, jogando o questionamento no ar. Era verdade o que dizia, e se pudesse ser clichê mais uma vez, diria que a esperança é a última que morre. — Acho que não vai precisar dizer isso para a vovó. Não enquanto não confirmarem, pelo menos... — Era questão de manter as energias positivas e colocar todo aquele ensaio em prática. E não poderia concordar mais com Orion quanto aos deuses célticos! Não queria magoá-los de forma alguma. E por isso era bom ter um plano, certo? Como chegar lá, como voltar, um esquema de segurança caso algo tivesse errado... Mas pareci que Orion não havia pensado nisso, dado sua expressão de surpresa. — Gostei especialmente da parte de tentarmos não ser amaldiçoados. — Teve que conter a gargalhada com uma das mãos, controlando seu tom para não ser expulsa do bar por algazarra. — Acho que precisamos de um tantinho mais de planejamento, mas o caminho é esse sim. E também, espero que os deuses gostem da gente. — Cruzou os dedos, olhando para cima por puro impulso.


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Nimue Soyad Verrückt
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSeg 18 Fev 2019, 00:03

relax
É claro que me sentei ao lado daquelas pessoas completamente desconhecidas por mim e peguei um pouco daquela porção de batatas. Estava com fome, quadribol me deixava morta de fome e aquele redator do Profeta claramente não conhecia nada sobre o esporte. Arqueei a sobrancelha o encarando. – Não preciso comprar o jornal pra saber sobre isso, baby. – Devolvi a resposta com outro apelidinho. – Fãs do quadribol? Claro que eu sou uma, mas você pelo jeito sequer sabe sobre o mais superficial do esporte. Por Merlin! – Deixei uma risada debochada escapar, colocando duas batatas na boca de uma vez. Estava realmente faminta. Fora que se fosse para ser entrevistada algum dia, seria por alguém que apreciasse o esporte, e não uma pessoa que só gostaria de se promover. Não, tudo menos um poser pagando de jornalista esportivo. Os caras com quem ele conversava certamente haviam notado minha indignação. Então, depois de comer umas batatas, me levantei da cadeira, inclinando meu corpo na direção de onde o homem estava, quase como se fosse sussurrar em seu ouvido, mas falei em uma tonalidade que todos na mesa poderiam ouvir. – Se tiver afim de uns ingressos pro jogo, pode me procurar. – Dei uma piscada com apenas um dos olhos, erguendo meu corpo novamente. – Até porque eu sou jogadora de um dos times profissionais mesmo. – Sorri com aquilo, distanciando-me da mesa, não antes de perceber a cara que o outro fazia. Hilário.


VESPAS DE WIMBOURNE
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Johanna Eklöf Devereaux
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Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeTer 26 Fev 2019, 00:35

Look what you've done

Para a mulher pouco interessava sua carreira no ministério, mas ela com certeza respirou mais aliviada ao ouvir que o mesmo trabalhou no nível três, mesmo que muitas vezes tal departamento trabalhasse junto do nível quatro. Todavia, seu ex marido era uma parte de sua história que fazia questão de começar a esquecer, mesmo que tivesse três filhos para lhe lembrar, Johanna estava seguindo em frente e talvez Caius pudesse lhe ajudar de alguma forma. A piada do ex colega de casa fez a morena de olhos negros rir, com certeza ela estava longe de concordar com tal afirmação, podendo-se dizer até que ele estava bem conservado. – Você? Velho? Tenho certeza que muitas mulheres não concordam tanto assim. – Falou segura de suas palavras e ainda aproveitando o tom despojado que pairava entre eles. Não era como se a jornalista estivesse de fato se jogando pra cima do seu acompanhante, ainda não havia chego nesse nível, mas ela também não ia esconder suas reais intenções.

A conversa fluiu e como era de se esperar após tantos anos, ambos queriam saber um pouco mais sobre o outro e o caminho que a vida seguiu. A mulher se surpreendeu pelo vasto currículo do loiro, com certeza Caius era do tipo que gostava de explorar seus horizontes e sem medo de mudar, Johanna com certeza bem longe daquela ideologia. – Uau, imagino que tenha sido muito interessante passar por tantas experiências, né? – Falou ainda impressionada e tentando imaginar como foi essa trajetória extraordinária. Sua fala foi breve a partir daquilo a mulher só pode deduzir que talvez ele tivesse lecionado TCM, seria o mais coerente, mas ela também não se surpreenderia com outras aptidões do bonitão. – Meu momento de indecisão foi sexto ano, quadribol ou jornalismo? Optei pela segurança e desde então ainda não me arrependi. – Assumiu de forma sincera e tranquila, não havia motivos pra fingir o que não era, aquela era conversa sem compromisso.

E o quadribol voltava para a mesa, era o assunto em comum entre eles, mas o convite do loiro fez um sorrisinho sacana abrir entre os lábios da morena, era um certo desejo que habitava dentro dela, mas ao mesmo tempo sua alma sonserina dava o ar de sua graça e a ideia de uma competição lhe era muito excitante. – Eu topo, mas qual será o prêmio para o vencedor? – Questionou apimentando ainda mais a ideia, ambos sabiam bem como corria em suas veias o desejo pelo poder e pela vitória. Caius também contou que tem quatro filho e uma sobrinha sobre sua tutela, na cabeça da morena ele tinha mesmo era cinco filhos, mas isso era o tipo de coisa que não lhe assustava, principalmente depois de sua gestação trigemelar. Johanna riu da desgraça alheia se incluindo nos sentimentos do homem, ela também sentia falta dos filhos e muitas vezes esquecida, ainda mais agora que seu casamento chegou ao fim. – Mas se você atrasar a mesada eles te respondem. – Disse entre algumas risadas.

Depois de muita prosa, ambos concordaram em entrar e passar juntos um tempo de qualidade, o que era mais racional do que ficar de conversa fiada em frente ao estabelecimento. – Tenho três filhos de treze anos, isso mesmo, gêmeos! – Falou enquanto seguia até uma das mesas livres do estabelecimento, – Uma meninas e dois rapazes, Hanna, Henry e Stefan. – concluiu sua fala um pouco antes de se sentar. Johanna não escondia que era uma mãe coruja e que amava os filhos acima de tudo, mas sabia que tal assunto pudesse acabar com um primeiro encontro, mas ambos colecionavam descendentes. A mulher era uma boa jornalista e a curiosidade corria em sua alma, seu questionamento sobre o estabelecimento acabou saindo de forma natural. – Vamos ver se seu irmão tem um bom gosto. – Falou confiante que tal comida servida seria tão boa quanto aquela conversa, a morena estava realmente interessada no que o loiro lhe tinha pra oferecer.

Johanna voltou a rir com seu questionamento, sua fala havia sido interpretada muito bem, talvez lhe faltasse uma certa sutileza. – Com certeza, te influenciar é minha meta de hoje. – Falou em um tom entre algumas risadas. Caius era um bruxo de famílias famosas, sua educação era impecável e sua gentileza admirável, um verdadeiro lord. O homem puxou a cadeira para que a jornalista pudesse se sentar e a mesma lhe agradeceu com um acenar de cabeça e um sorrisinho bobo entre os lábios, já faziam muitos anos que ela não passava por aquela situação e sentia tais sensações. O funcionário da casa logo chegou para atender o casal, como havia sido a proposta, Caius foi quem fez o pedido da bebida para aquele encontro e Johanna apenas concordou. Provavelmente seu irmão havia lhe contado sobre, conhaque não era o tipo de bebida favorito da mulher, mas ela estava MUITO disposta a novas experiências.

O próximo? Será que vamos ter mais um encontro por acaso nesse mundo tão pequenino? – Perguntou exalando certa surpresa, ainda estava muito cedo e por isso ela não esperava tal fala, mas eles já haviam conversado sobre um possível jogo, nada mais natural que não perdessem o contato. – Acho justo, o próximo fica por minha conta. – Aceitou a proposta sem fazer grandes joguinhos, eles eram adultos e bem vividos, já haviam passado do tempo de perder tempo, sabiam bem como a vida passa rápido. – Concordo, mas como você escolheu a bebida, acho justo que hoje você cuide do cardápio. – Falou confiando que Caius lhe surpreenderia mais uma vez, seria uma boa forma de lhe conhecer conhecendo seus pedidos e assim em um possível próximo encontro saberia como agradar..

by: wonder woman




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Mattew Harper Makrov
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSex 01 Mar 2019, 19:11



A viagem realizada aos Países Bálticos, fora de total contentamento para Mattew, uma vez que, solucionou de uma vez por toda as questões comerciais com aquela nação. Houve vários bruxos e bruxas entrantes em solo britânico apos alguns ataques a comunidade bruxa local. O tratado comercial, se resumia em baixas de produtos importados e em contra partida, o setor de imigração facilitaria a entrada de bruxos na Grã-Bretanha, porem houvera um numero maior que o estimado, fazendo com que o acordo fora interrompido. Mattew buscou ajuda aos franceses para que houvesse a divisão de imigrantes vindo dos países bálticos, o que por sinal, fora de extrema importância.

Ao retornar a Londres, decidi fazer uma pausa em Dublin na Irlanda, uma das poucas nações bruxas que tínhamos acordos fortes a seculos. A ilha da Irlanda era composta pela grande extensão da Grã-Bretanha porem, com sociedades independentes. A tarde era nublada e pouco fria, tipico da região que sempre havia temperaturas amenas durante quase todo ano. A fachada do bar permanecia o mesmo, quase que intocável, Odeon Bar & Grill. Era notável a sua restruturação, as mesas, cadeiras, sofás e decoração permaneciam intactas, deixando o ar antigo e rustico.

'' Uísque por favor.'' Solicitava enquanto me sentava em um dos sofás acochados em tons de vermelho escuro ao lado do grande e extenso balcão.Não conseguia me lembrar qual fora a ultima vez em que tomei um uísque ou qualquer outra bebida desde que havia entrado para o ministério britânico, na França era algo mais fácil de conciliar ambos. Agradeci a moça pelo uísque deixado sob a mesa, ao primeiro gole, direcionei meu olhar ao rapaz de sentado a três mesas a frente, observei com mais clareza, não poderia ser outra pessoa a não ser Martin, ex colega do ministério francês, '' Martin? '' disse chamando, ele acenou e veio em minha direção, nos cumprimentamos e ali iniciava uma longa conversa. Dentre os vários assuntos, disse do por que estar em Dublin, tratados comerciais, era de fato que a sociedade irlandesa de importação estava a procura de novas negociações, por ter um contato mais próximo aos irlandeses poderia ajudar Martin com isso, combinamos de nos encontrar a frente da sede da comunidade bruxa comercial no centro de Dublin. Conversamos por mais algumas horas, me despedi e sai direito para o hotel onde estava hospedado.







Matt, Mattito


Mattew Harper Makrov
Salazar Sonserina : Ministério da Magia : Chefe de Departamento Nível 5


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Caius Dietrich Salvatore
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Caius Dietrich Salvatore

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSeg 04 Mar 2019, 22:15

Johanna era uma pessoa divertida e nós dois parecíamos bem confortáveis em estarmos juntos, acabei contando sobre meu trabalho no Ministério e ela pareceu bem aliviada em saber de qual nível eu fui, o que me fez achar que ela muito provavelmente tinha alguma má experiência com algum dos demais níveis, vai saber. Talvez eu buscasse saber mais sobre esse tema em um próximo encontro, se houvesse, afinal ela podia me detestar e não querer mais falar comigo. Um sorriso divertido me tomou os lábios quando ela começou a rir do meu comentário sobre ser velho e rolei meus olhos com o que ela disse, adorava saber que as moças realmente ainda me davam alguma moral, mas certamente não era mais um jovenzinho. – Não sei se tenho tanta certeza disso, faz tempo desde que tive algo sério. – Claro que o comentário em si era cheio de bom humor, eu andava bem resolvido com a minha vida em seu momento atual, em outra situação não seria assim, acabei dando de ombros, meio que me isentando um pouco de culpa, afinal eu sempre estava bem aberto ao que destino me trazia, foi assim com todas as mulheres com quem me envolvi seriamente. Mas, de certo, adorei saber que ela ainda me achava bastante interessante, pelo visto, e acabei sorrindo bem humorado quando ela falou sobre meu currículo.

– Foi bom poder passar por tantas coisas, mas também foram cansativos, não tem como negar. – Assumi sem um pingo de arrependimento, todas minhas experiências vieram com ônus bastante terríveis, afinal nem tudo na vida é lindo e maravilhoso e eu sabia disso mais do que a maioria das pessoas. Ouvi ela me contava sobre seu momento houve lá no sexto ano, foi quando ela optou pela área da comunicação ao invés do mundo dos esportes. – Fez bem. As vezes o mundo dos esportes não faz bem para a cabeça. Um parente meu tomou balaços demais na cabeça e acabou tendo que ficar internado no Mungus por um quadro grave de demência ou foi amnésia... – Eu não tinha muito contato com o parente em questão, por isso que eu não conseguia me lembrar com exatidão os detalhes, o que era vergonhoso pra mim, mas tudo bem, as vezes a memória nos prega peças. Acabei erguendo as sobrancelhas quando ela aceitou meu desafio e dei um sorriso largo, eu tinha uma série de ideias inapropriadas como prêmio, umedeci meus lábios e franzi as sobrancelhas, como se estivesse pensando, e voltei a sorrir quando a ideia brilhante veio. – O prêmio seria um objeto com valor emocional para o perdedor ele viria juntamente com a história por trás do objeto, claro. – Eu sabia que poucas pessoas teriam coragem de lidar com um desafio assim, mas algo me dizia que Johanna, assim como eu, não tinha medo de contar que nos tornaria ainda mais próximos do que dois velhos colegas de time.

Johanna parecia achar muita graça no meu azar com meus filhos, afinal eram quase cinco crianças e a maioria delas nem se importava mais em mandar uma mensagenzinha para o "velho" aqui, Angie era a única que ainda se comunicava de fato comigo. – Depende... Tem o mais velho que é formado, é medibruxo e tudo, e ele pode bancar a irmã... Os outros tenho sérias dúvidas, mas do jeito que são?! Capaz de arrumarem um emprego só pra evitar falar comigo. – Brinquei e soltei uma risada, claro que só algumas partes do que disse era um enorme exagero da minha parte, porque eu sabia que os garotos só estavam muito ocupados ou preferia achar que era assim. Acabei ficando chocado com o que ela me disse, afinal ter trigêmeos não era lá muito convencional, sabia que meus irmãos eram um caso a parte e que, provavelmente, havia alguma magia por trás de tantos gêmeos por parte dos Salvatores. – Deve ter sido dureza, hein?! Eu tenho três irmãos que são gêmeos... Então tenho uma boa ideia do quanto é insano. Eu tenho um irmão gêmeo, ele é docente em Hogwarts. – Comentei tranquilamente e dei de ombros, é, eu sabia que as pessoas curtiam a ideia de ter dois de mim pelo mundo. – E como foi o seu caso? – Fui bem curioso, assumo, acabei ficando impressionado por ela falar que eram dois meninos e uma menina, acabei sorrindo com o modo como ela falava deles, certamente era uma mãe coruja como eu era um pai coruja.

– Pobre da menina... Deve sofrer. – Assumi, imaginando o quanto de ciúmes ela não teria que lidar, porque eram dois irmãos para dizer as coisas por ela e para barrar os namoradinhos. – No meu caso... São três meninos e duas meninas: Olav, Noah e Corey e Karma e Angie, respectivamente. – Comentei meio que para deixar as informações igualadas em nossa mesa e soltei uma gargalhada quando ela falou sobre meu irmão e seu bom gosto, no que tocavam as mulheres, certamente o gosto de Alric era duvidoso, se ele acertou duas vezes foi muito, tanto que os gêmeos dele eram a prova do acerto, só esperava que ele encontrasse alguém que mudasse essa sorte, sinceramente. – Acho que nessa área ele acerta bem, normalmente. – Murmurei bem humorado e ouvi o que ela disse sobre me influenciar e dei um sorriso malicioso. – Ah... Mas pra sua influência não vou ter obstáculos. – Era para ser uma brincadeira, mas estava claro pra mim que ela realmente c onseguiria arrancar o que quisesse de mim, eu como uma pessoa bem educada, ajudei ela com a cedeira e limpei a garganta quando ela me agradeceu, aquele sorrisinho me ganhou muito e eu tentei disfarçar dessa forma, antes de me sentar ao lado dela. Johanna concordou completamente com meu pedido e acenei com a cabeça para ela, confirmando que tinha pretensões de um segundo encontro.

– Eu super aceito você me passar seu contato e a gente decidir ajudar o destino com essa parte de um encontro ao acaso. – Eu estava bastante enferrujado nessa área, mas eu realmente achava interessante a ideia de nós ajudarmos o destino a nos encontrarmos mais vezes. – Ou eu te passo o meu... Acho que eu sou simpático o suficiente para você querer me ver uma outra vez, não? – Ergui uma sobrancelha de forma bem humorada, meio que querendo zoar sobre aquele ego todo, pois normalmente não o tinha. Bati palmas quando ela falou que achava bem justo o próximo ficar na conta dela, seria muito certo, vamos ser sinceros. – Eu também acho bem correto. – Concordei com ela e passei uma mão pela nuca, pensando sobre a ideia dela de eu ficar com o encargo de escolher o que comeríamos e passei uma mão pela barba. – Então... Tenho que me preocupar com algo que você não pode comer? – Era a primeira vez que eu perguntava algo assim para a pessoa com quem eu estava dividindo uma mesa, estava bem acostumado com pessoas receosas que preferiam pedir seu próprio prato a deixar alguém escolher por elas, era meio que pela necessidade de ter algo sob controle e um momento atípico.


OFF: Post com Johanna Eklöf Devereaux, se não for ela... Nem se meta.





"Oh, once upon a time I didn't give a damn... But now here we are. So whataya want from me?"
Caius Augustus Dietrich Salvatore
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Scarlett Stack. Chandler
Sonserina
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Scarlett Stack. Chandler

Bicho-papão : Ver seus planos frustrados

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSab 23 Mar 2019, 10:58


Can't Beat Me
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Suspendisse lorem orci, tristique quis accumsan id, fringilla sed est. Phasellus libero odio, lobortis et euismod quis, sodales sed mauris.
“Inferno!” Praguejou, acomodando-se em uma das cadeiras mais ao canto. Scarlett estava irada, tal como um vulcão prestes a entrar em erupção. Suas babás, encolhidas nas cadeiras a sua frente, não ousavam lhe proferir uma palavra sequer. Ela sentia-se traída pelos pais… as festividades de fim de ano eram uma das únicas tradições familiares que tinham, eles não podiam simplesmente passar por cima disso sem qualquer remorso... passar por cima dos seus sentimentos. O mais sombrio, porém, era o motivo que os havia feito tomar a decisão de mandá-la pra longe. Scarlett era observadora e muito perspicaz, sabia que havia algo errado no porão da família, mais especificamente naquelas caixas velhas que, coincidentemente, estavam escondidas sob um piso solto. Sebastian e Amelie, por outro lado, sabiam de sua determinação. Ela jamais os deixaria em paz enquanto não pudesse desenterrar os segredos que o casal insistia em manter sob 7 palmos de terra. “Isso não vai ficar assim… Eles não podem fazer isso comigo.” A garota ergueu os olhos, passando a unha bem feita pela madeira da mesa. “Andrella, eu gostaria de Cottage Pie.” Murmurou para a mocinha de cabelos rubros a sua frente, que prontamente levantou-se para atender-lhe o pedido.

Ela tentava entender o que diabos poderia assustar tanto os pais a ponto de fazer com que fosse mandada em uma viagem às pressas. Obviamente eles haviam o feito por um motivo simples: afastá-la de casa e do porão. Quando ela voltasse, obviamente que não haveria mais nada naquele local e tudo estaria perdido… para sempre. Isso é, se eles fossem capaz de serem mais sagazes que ela. Em sua mente, ela já maquinava um plano para que fosse capaz de colocar os dois na palma de sua mão. Ela certamente os amava, mas se achavam que isso era um aval para tratá-la daquela maneira, estavam muitíssimo enganados.

“Bridget avise à Andrella que estamos indo para o hotel imediatamente. Esqueça os pedidos, eu perdi a fome!” Disse-as em um tom firme, levantando-se e tomando a dianteira no seu caminho. Mais tarde naquele dia, a menina daria um jeito de reunir os seus documentos e suas permissões para viajar, enquanto colocava todas as babás sob o efeito do feitiço Hypnus. Rapidamente, ela escreveu cartas aos pais que descrevesse um acidente no preparo de uma poção, que tinha levado todos os viajantes ao hospital por intoxicação. Era uma isca… Enquanto eles iam até a Irlanda, ela voltava para casa.  




Srta. Stackhouse Chandler
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Thales Carter Bolton
Sociedade Bruxa - Adulto
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Thales Carter Bolton


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSeg 20 Maio 2019, 11:35

Can you hear the whispers all across the room... You feel her eyes all over you like cheap perfume? You're beautiful but misunderstood!
Eu não acreditava em milagres, sabia que a vida era muito influenciada pelo destino e ele era o responsável por diversas coisas, como um trouxa muito bem intencionado ter salvo minha irmãzinha e cuidado dela quando eu não pude, eu seria eternamente grato a Frederick por isso. – Boa tarde, mesa para dois reservada no nome de Bolton. – Respondi para a recepcionista quando ela me saudou e perguntou se eu tinha reservas, logo ela saiu de seu posto e me guiou a uma mesa vaga, onde me acomodei e fiquei esperando pelo meu acompanhante. Eu tinha uma relação bem próxima com o pai adotivo de Gwen, certamente eu o via como um tio, não vou mentir, até porque eu não tinha a mesma experiência que minha irmãzinha com o loiro. Um garçom se aproximou de mim e me perguntou se eu gostaria de algo para beber enquanto esperava. – Sim! Por favor, eu adoraria uma dose de uísque puro. – Respondi de forma gentil e logo vi o garçom se retirar, meus olhos estavam vagando pelos diversos locais do Odeon, algo bem comum de me ver fazendo na maioria dos cantos em que eu ficava, especialmente depois do que houve no Beco Diagonal.

O tempo que levou para o garçom me trazer a bebida, foi o tempo de Frederick chegar, eu me levantei para abraçar o loiro e dei um sorriso largo. – Frederick! Quanto tempo, hein? – Saudei o loiro e dei um tapinha nas costas dele antes de soltar ele do abraço e nós sentamos a mesa. – Quer pedir algo para você? Achei que você fosse demorar um pouco por conta das fotos. Me desculpe. – Comentei na sinceridade e encolhi os ombros meio culpado, afinal eu odiava ser mal educado, porque eu não era o tipo de pessoa que costumava ser rude ou afins, tinha sido educado para ser um lord inglês, como diria a sua mãe. – Eu estou realmente impressionado que você roda por vários cantos só tirando foto... – Assumi com sinceridade, porque eu não imaginava como viver apenas de fotografia, talvez por ignorância na área ou apenas porque eu acreditava que era uma coisa que eu achava tão simples. Mas Frederick já havia me ensinado diversas coisas, dizendo sempre que tem de se ter o olhar certo para tirar as fotos de um modo único e diferente, o que era bastante compreensível quando eu via as fotos de Frederick, eu não seria capaz de tirar fotos tão boas.
notes
afternoon + frederick + irlanda


Thales  Evander
Petrakis Vogiatzis
somethings can changer everything
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Frederick R. McCain
Sociedade Trouxa - Adulto
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Frederick R. McCain


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Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeDom 09 Jun 2019, 17:01


Eu assumo que o trabalho de fotógrafo era interessante demais quando me faziam sair do meu comum para conhecer outras culturas e explorar esses traços, a arquitetura irlandesa era bela, não havia como negar e as fotos ficaram maravilhosas. Depois de alguns cliques, eu me encaminhei para o Oden Bar & Grill para encontrar com Thales, irmão mais velho de Gwen e um rapaz extremamente gentil e preocupado com a irmã, o que fez ele ganhar muitos pontos de moral comigo. Eu adentrei o bar e fui caminhando em direção a recepção, encarei a moça da recepção e dei um largo sorriso para ela, fazendo a linha do simpático. – A reserva está no nome de Bolton. – Respondi de forma gentil quando ela me perguntou em quem estava o nome da reserva e voltei a sorrir quando ela mencionou que meu acompanhante já havia chegado. – Perfeito! Obrigado, senhorita Murphy. – Agradeci antes de acompanhá-la até a mesa do menino Bolton, que estava bem acomodado em uma mesa para dois, acabei dando um sorriso largo quando ele me saudou. – Thales! Sim, muito tempo! Da última vez que eu te vi, você era um pirralho... – Brinquei com ele, enquanto retribuía o abraço do mesmo e retribui os tapinhas que ele me deu nas costas, parecíamos dois bons amigos e eu gostava dessa ideia.

– Fique tranquilo, porque eu também faria o mesmo, não vou mentir. Eu costumo demorar demais nessas sessões. – Comentei na sinceridade e realmente também pediria algo se tivesse que esperar, eu acabei me sentando, afinal desvencilhamos do abraço para fazer isso e passei uma mão pelo queixo, como se pensasse no comentário dele. – Esse é o lado bom de ser famoso por suas fotos, todos querem que você cruze o oceano para assinar uma foto. – Brinquei sobre uns caras norte americanos que andavam tentando me convencer a ir para lá, para ajudar em uma campanha por lá. – A verdade é que ninguém entende como é fotografar, acham que é só fazer o registro e pronto. O grande diferencial é você saber como direcionar o olhar da pessoa de uma forma diferente, mostrar algo que nem todo mundo vê. – Comentei meio apaixonado, amava o que eu fazia, então era bem comum me ver delirando sobre minhas fotos, acabei dando um sorriso de canto e dei de ombros. – Mas e você?! O que anda aprontando o irmão mais velho da minha filhota? – Perguntei de modo divertido e aproveitei que o garçom veio trazer o uísque de Thales para fazer meu próprio pedido. – Olá! Eu gostaria de uma dose de conhaque, para abrir o apetite. – Pedi de forma gentil e, assim que o garçom se afastou, voltei meu olhar ao loiro mais novo, que facilmente se passaria por um irmão meu ou, quem sabe, até mesmo um filho.
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FREDERICK MCCAIN
Everybody stops and they staring at me...
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Nimue Soyad Verrückt
Jogadores Profissionais - 2ª Divisão
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Nimue Soyad Verrückt


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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Cabelo de Veela, Cipreste, 28cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeDom 23 Jun 2019, 21:34

the visit
Havia prometido que visitaria meu pai sempre que pudesse, agora que vivia longe por conta da demanda de trabalho no Vespas e o fato de que eu precisaria morar em um lugar mais próximo da sede. Claro que procurava emprego, mas enquanto isso permanecia em um hotel em Queerditch, mas não poderia pagar a diária para sempre, não é mesmo? Então havia decidido que naquela semana eu iria visitar minha família e ver como meu pai estava, já que eu sabia que mesmo que ele estivesse melhor, ainda não se encontrava 100% e eu faria de tudo para vê-lo em sua melhor forma, algum dia. Mamãe havia me contado que seu estado tinha melhorado após o evento o qual fiz questão de levá-lo e que por muitos dias não parava de falar sobre isso e sobre meus colegas de time e até mesmo os jogadores dos times adversários. Ficava muito feliz quando recebia carta com esse tipo de notícia, e podia dizer que jogava muito melhor quando isso ocorria, com certeza.

Antes de seguir para a casa onde meus pais moravam desde que me entendia por gente, resolvi entrar no bar onde comemorei minha primeira contratação. Nada mais justo comemorar, mesmo solitária dessa vez, a minha recontratação para o time que mais amava fazer parte. – Boa tarde – Falava em voz mediana, não direcionando aquele cumprimento para ninguém em especial, e assim me dirigindo até o balcão. Minha intenção na realidade era somente pegar uma bebida leve e ir pela lareira do local até meus pais, mas alguns rostos ali nem mesmo eram reconhecidos por mim, no que ficou decidido que meu destino seria percorrido da maneira tradicional. O barman sorriu ao me ver, informando que me daria "o de sempre", como se eu realmente ainda fosse uma frequentante assídua do local, mas fiquei feliz em saber que ao menos ele se lembrava dos meus gostos. – Muito obrigada – Agradecia gentilmente, depois de ser servida e tomar um gole daquela bebida que não continha muito álcool em sua composição.

O barman logo me parabenizou pelo meu retorno aos campos, dizendo que meu pai tinha ficado tão orgulhoso - isso sem contato o fato de seu fanatismo pelo time - e pediu para que boas energias fossem emanadas para mim ao mesmo tempo em que obtivera autorização para um cartaz de parabéns no local, que infelizmente fora arrancado por torcedores de um time adversário. – Meu pai mesmo é uma figura – Ri enquanto comentava aquilo, imaginando a reação do meu herói. – E a propósito, obrigada por ter deixado ele fazer isso, você sabe, o velho nunca muda – Era uma verdade, meu pai sempre permaneceria daquele jeito, empolgado e com uma vontade gigantesca de mostrar o quanto amava o time e sua família. Depois de um pouco de conversa e de terminar minha bebida, me despedi do homem, pronta para seguir meu rumo e saindo dali.


VESPAS DE WIMBOURNE
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Connor S. Karels
Corvinal
Corvinal
Connor S. Karels

Bicho-papão : Cegueira

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 3º Ano
Varinha: Cerda de Acromântula, Cerejeira, 27cm, Flexível.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSeg 29 Jul 2019, 14:55


no words
The art of losing is no mystery, so many things contain in them the accident of losing them, that losing is nothing serious. Lose a little each day. Accept austere, the key lost, the hour spent bestowed.
As costas da mão direita de Connor encontrava-se apoiando sua bochecha enquanto o jovem olhava para seu antigo amigo de infância sentado à sua frente, ele falava sobre como Londres era incrível e como definitivamente moraria lá quando se formasse. Connor se sentia mal ouvindo aquilo, aquele menino tinha lhe acompanhado por muitas coisas, não gostaria de se distanciar dele - Que bom que você gosta de lá... Mas eu só queria poder ficar mais com você e em Londres não posso fazer isso - mordeu seu lábio inferior, encarando seu copo cheio de refrigerante. Percebeu que estava dando muito na cara que não estava nenhum pouco satisfeito com toda situação apresentada. O menino trouxa fitou o corvino, pegando em sua mão e indagando se tinha algo que ele gostaria de falar. Connor engoliu seco, tirou sua mão da mesa, pegando a carteira e tirando o dinheiro para a conta dela, jogou os euros em cima da mesa e se levantou - Desculpa, tenho que ir - olhou para os lados, indo na direção da saída, no momento que passou pela porta, sentiu um grande alívio. Depois de respirar fundo, ele tomou seu rumo para casa.

The art of losing is not a mystery, however serious it may seem.


Connor Sheehan Karels
۞
...credits...
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Gordão

Gordão


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeDom 01 Set 2019, 16:38

Gordão entra no bar e logo pede:

-Duas batatas grandes e 3 big mac!! E uma coca diet.

Odeon Bar & Grill  - Página 9 20_25_15_473_file?dimensions=300x490
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Alécia E. Bithel Clifford
Jogadores Profissionais - 2ª Divisão
Jogadores Profissionais - 2ª Divisão
Alécia E. Bithel Clifford

Bicho-papão : Perde suas mãos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Unicórnio, Cipreste, 27 cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSeg 02 Set 2019, 16:03

Descanso Pós treino

Uma novata no time, não fazia muito tempo desde que entrei no time dos morcegos, mas, já adorava muito o mesmo, acredite nada me faz mais feliz do que os dias de jogos, ser apanhadora realmente é um presente dos céus, mas, até nos jogadores precisamos de um tempinho de folga, como não sou famosa igual meus companheiros de time, possuo uma grande facilidade de conseguir um tempo sozinha, menos quando algum torcedor reconhece os traços de meu pai em meu rosto ai  fica fazendo perguntas sobre o velho morcego aposentado.  _ Até mais pessoal! _ me despedi do time, o treino de hoje tinha sido dureza, então como já estava na Irlanda mesmo decidi passar em um dos meus estabelecimentos favoritos o  Odeon Bar & Grill, com sua decoração clássica misturada com alguns toques modernos, suas comidas são maravilhosas e suas bebidas afrodisíacas, o palco de shows é um delírio, acho que seria cantora se não fosse tão apaixonada pelo quadribol. Chego ao bar com um sorriso grande no rosto, vou direto para o balcão e sento em um dos bancos _ Uma cerveja da casa! com alguns petiscos _ pedi para atendente, já deixando pago com a mesma _ Aqui hoje está tranquilo _  comento com a mesma, sabendo que normalmente o local fica cheio de pessoas, Irlandeses animados na maioria das vezes _ Sim, sou eu _ abro um sorriso quando uma criança se aproxima de mim _ Claro! você se chama como?_ a criança loira me reconheceu como apanhadora dos morcegos, ela sabia até mesmo meu nome _ Aqui está Carolaine! _ assinei uma foto deixando ali meu autografo 'Para Carolaine uma menina muito linda, de sua apanhadora Alécia Clifford' animação da pequena alegrara meu dia, ela me deu um abraço e eu retribui com um sorriso, passei a esperar meu pedido com mais animação ainda, sabendo que aos poucos meu nome passaria a ser conhecido, logo eu poderia até mesmo ser uma inspiração para as meninas esportistas.
Everyone knows I'm in over my.. She's on your mind
chaotic


Apanhadora pintora dos céus
 Alécia Emilia Bithel Clifford
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Cheryl Hool Ziegler
Professores
Professores
Cheryl Hool Ziegler

Patrono : Víbora-das-árvores
Bicho-papão : Solidão

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
Varinha: Pena de Hipogrifo, Acácia, 28cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeSab 14 Set 2019, 11:02

launch meeting
There's gonna be a battle the lines have been draw...

Depois de um árduo trabalho dedicado ao livro, era o momento de me reunir com a equipe da editora para os últimos ajustes. A organização tratou de fazer um convite para um jantar para os devidos fins, jantar esse que aconteceria no melhor restaurante da Irlanda. O Odeon Bar era um dos locais mais próximos do santuário, e por conta disso o acesso se tornava muito mais fácil. Coloquei um vestido que cobria o meu corpo até o joelho, estando devidamente trajada para um jantar um tanto quanto formal. Ora, era a noite em que eu ajustaria os últimos pontos faltantes para o lançamento do meu livro, que se daria em poucos meses. Eu pouco imaginaria que os meus escritos resultaria em algo tão grandioso, e justamente por isso que aquele dia era muito importante, era mais um passo pequeno em prol daquele grande feito. Eu estava radiante, não conseguia esconder o sorriso do meu rosto, os sentimentos também se misturavam, mas eram predominantemente positivos em relação a tudo. Sentia como se a minha empatia tivesse influenciando minhas emoções a todo momento, e não era para menos, era um mais um encontro relevante na minha vida. E decisório, eu diria.

Caminhei pelas ruas irlandesas, sentindo como se eu pudesse influenciar as emoções de qualquer outra pessoa, já que os meus sentimentos positivos estavam incontroláveis. Com toda a sorte, daria tudo certo naquele jantar e eu sairia com data certa para o lançamento do livro. Adentrei ao espaço do restaurante e tentei perceber todo o ambiente através dos olhos. Fui recebida por um funcionário, cujo qual me guiou até a mesa reservada pela equipe. ― Obrigada! ― Disse, ao dispensar o funcionário, e logo voltando a atenção em direção aos presentes naquela média mesa redonda. Cumprimentei os diretores da editora, além do presidente, que também estava presente. Todos se levantaram para um cumprimento, e então fui apertamento firmemente a mão de cada um deles, até me sentar em uma das cadeiras. ― Boa noite, pessoal. Vejo que eu era quem faltava. ― Brinquei, percebendo a aproximação do garçom para me servir com um cálice de água. ― Bom, eu estou animada para os ajustes finais. O livro já está praticamente pronto pelas mãos de vocês, o que para mim é motivo de imensa alegria. ― Disse, ao iniciar aquela pequena reunião em formato de jantar.

(...) Beberiquei um pouco de água, enquanto olhava para os editores, também demonstrando muita satisfação pelo momento e pela parceria. Indescritível era a emoção existente naqueles minutos, pois, além de estar cercada de pessoas com quem sabia que poderia agregar muito nos valores pessoais, também eram referências em suas profissões. A minha empatia começou a capturar os sentimentos dos presentes, já que havíamos acabado de nos envolver em uma conversa muito agradável e descontraída. Roger também estava sentado conosco, e além de muito divertido, era a pessoa que havia me dado um grande suporte durante esse contato com a editora. Eu havia conhecido o francês no mundo das exposições plásticas, e, desde então, nos tornamos grandes amigos. Roger não apenas era um apaixonado pelas artes plásticas, como também pelas artes literárias. Com várias obras publicadas, foi ele uma das pessoas que havia me incentivado nesse processo. Passado o momento de descontração, o prato principal tipicamente irlandês foi servido.

(...) A conversa se estendeu por longas horas, e o sentimento da noite era o mesmo: positividade, gratidão e respeito. Aquela altura, estava tudo praticamente ajustado para o dia do lançamento do livro, que seria em poucos meses. Contudo, o que faltava era decidir um lugar adequado para receber o pequeno evento. E, em minutos, foram levantados até locais como a Floreios e Borrões, localizada no Beco Diagonal, livraria esta que, particularmente, eu acreditava que jamais receberia um lançamento meu, já que era a primeira vez que eu estava produzindo um livro. Ora, a Floreios era muito famosa para isso. Outra livraria mencionada foi a Sfínga, localizada na Galeria, e apesar de bastante famosa também, todos acreditaram que seria o local ideal para receber o público. Com o diálogo fluido, os editores mencionaram que entrariam em contato com a proprietária da livraria e, em seguida, me enviariam uma resposta do que havia sido acertado. ― Então tudo certo. Obrigada por serem tão solícitos, e por confiarem nas palavras do Roger sobre mim. ― Disse, finalizando, ao olhar discretamente para o amigo. Chegamos ao fim do encontro e, então, nos despedimos. Ainda mais aguçado pelo meu dom, eu carregava o mesmo sentimento. Logo, deixei o local.


REENCONTRE-SE.
REEQUILIBRE-SE.
RECONSTRUA-SE.
NC

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Sarah P. Rogers Austin

Sarah P. Rogers Austin


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Escola/Casa:
Ano Escolar: 1° Ano
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeDom 27 Out 2019, 21:09



Just Survive Another Day

Sarah chegou no bar e entrou sem problemas, era conhecida da região já que estava ali há alguns meses. Foi para os fundos e se sentou em um dos sofás, sendo prontamente atendida por um dos jovens ali, pediu uma dose de rum e tirou do bolso a moeda que sempre carregava consigo, era um artefato japonês que lhe fora transmitido pelo pai, um arqueólogo. Nunca se desgrudou do item, nem mesmo quando viajou por tantos anos. Colocou o cabelo atrás da orelha cheia de furos e brincos, já não se incomodava mais com os itens, eram parte de si. Assim como a pulseira de víbora prateada que sempre levava no braço. Poderiam pensar o que quisesse, ela estava ali apenas para relaxar após resolver algumas coisas em segredo.



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Neal Salvatore Zarek
Comerciante
Comerciante
Neal Salvatore Zarek

Bicho-papão : Inferi

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Escola/Casa: Koldovstoretz (Rússia)
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Odeon Bar & Grill  - Página 9 I_icon_minitimeDom 27 Out 2019, 21:52


I know that we don't speak...

the same language! So I'm gonna let my body talk for me.
O rapaz atravessou com tranquilidade o salão de mesas, logo após entrar no bar. Era a primeira vez que estava naquele bairro, apesar de que estar em Dublin já havia virado costume anual – a parte histórica da capital Irlandesa era altamente atrativa para ele. Não demorou para chegar a uma das laterais do balcão e puxar uma cadeira para sentar; ele teria escolhido uma bebida para iniciar aquela noite, mas seus olhos o traíram. Ao invés de investigar o que o cardápio do lugar tinha a oferecer, ele fez uma varredura por todo o local e, inesperadamente, percebeu que havia uma figura feminina sentada em um dos sofás mais ao fundo do estabelecimento. Ela estava devidamente confortável e, senão fosse pelo detalhe da pulseira presa ao seu pulso, Neal teria deixado aquela senhorita passar despercebida. – Me sirva um drink de Royal Salute! Disse decidido de que iria até a jovem do sofá. Havia um flash em sua memória daquela pulseira percorrendo suas costas despidas junto as unhas afiadas de uma jovem mão. Eram memórias do verão passado, quando esteve na Rússia. Sua bebida não demorou até ficar pronta, tão logo o rapaz já estava caminhando até o sofá. – Olha só... Sarah? Ele teve certeza de que era a jovem, quando chegou próximo o bastante. Neal não se ateve e sorriu maliciosamente sob o efeito da lembrança que teve assim que os olhos céu acinzentados de Sarah olharam em sua direção. – Que coincidência te encontrar aqui! O rapaz tomou um pequeno gole do uísque que trazia consigo, sentindo uma ardência compatível com o que a presença de Sarah despertava nele. – Tá acompanhada?



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