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 Odeon Bar & Grill

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
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Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

MensagemAssunto: Odeon Bar & Grill    Seg 14 Jan 2013, 20:45

Relembrando a primeira mensagem :

Odeon Bar & Grill

Dublin, Irlanda



Um bar e restaurante para os que gostam de aproveitar as melhores bebidas da cidade junto com sua gastronomia de pratos saborosos e originais. Apesar do local ter sido restaurado e mantido com seu ar do passado, dentro a decoração é bastante moderna e conta com mesas, sofás e até um mini palco montado para show's acústicos no local.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos.



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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


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- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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Bruce Ziegler McBride
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 05 Jan 2019, 13:54


time of quality

Tinha combinado de almoçar com o irmão bem pilantra da minha pessoa, sabia que o bonito se entocava naqueles Rathbone e nunca aparecia, mas se ele não aparecesse dessa vez, acabaria tomando uns bons socos na própria casa dos Rathbone e na frente dos parentes todos. Eu não tinha medo, afinal tinha sido e crescido e criado pra ser um grifino destemido, então ele que não ousasse me provocar, porque ia acabar se ferrando. Combinei com ele no Odeon Bar & Grill bem perto dos Ziegler, nunca na galáxia que os anciões me deixariam sair para algum canto distante com a proximidade das festividades de fim de ano. –Boa tarde, a reserva está no nome de Bruce Ziegler. – Falei de forma gentil para atendente da recepção e ela logo checou a reserva e me disse para seguir ela, o que eu fiz sem nem pestanejar, tinha me habituado com certas coisas e uma dessas era seguir instruções simples rapidamente. Crescer como um bruxo mais arcano era complicado, tínhamos tantas tarefas para cumprir que, por vezes, minha avó tinha que ficar gritando comigo porque esqueci alguma coisa, pobre dona Helga. Sai dos meus pensamentos dispersos quando a moça parou e me apontou uma mesa, eu me sentei em uma das cadeiras e logo um garçom se aproximou, o que fez a moça se despedi, agradeci a ela e voltei a minha atenção ao homem.

Vou querer uma dose dupla de uísque, por favor. – Falei de forma gentil, meu pedido era apenas para "abrir o apetite", como um tio meu dizia, não gostava muito da versão trouxa do uísque, mas como não tinha como exigir algo bruxo, aquilo ia ser aceitável. Estava observando o ambiente em volta quando vi a figura conhecida, o outro era bem mais almofadinha do que eu, claro, mas dava para se notar nossas semelhanças de longe, fui observando o ser até que ele chegou perto e eu me levantei. –Olha se não é a margarida! Cansou de ficar correndo atrás das primas e veio ver o seu irmão?! – Falei de forma debochada e dei um sorriso de canto, adorava tirar ele de tempo, principalmente com os assuntos mais delicados possíveis, dei um abraço nele só pra amenizar a provocação, duvidava muito que fosse sair ileso, por isso me preparei pra qualquer tipo de reação e resposta da parte dele, não era trouxa, nos dois sentidos da palavra. –Agora, falando sério... Devíamos ser menos relapsos e nos vermos mais, não é pecado. – Falei de forma sincera e o soltei do abraço, afinal seria estranho se ele e eu ficássemos muito tempo agarrados em um local público, tudo bem que as pessoas entendiam que nós éramos irmãos, mas eu tinha minhas dúvidas se não ficaria muito estranho. Sabia de alguns casos de gêmeos que se pegavam, o que eu, particularmente, achava bizarro, mas tentei não pensar nisso e busquei me focar no que o bonito tinha a dizer.

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BRUCE!

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Nick McBride Rathbone
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 05 Jan 2019, 18:16

Finalmente Bruce tinha tomado alguma vergonha na cara e lembrou que tem um irmão, claro que eu tinha minha grande parcela de culpa nisso tudo já que não tinha um histórico de proximidade muito favorável. Não era uma desculpa, mas com tantas coisas acontecendo e pouco tempo pra tudo, era normal que acabássemos deixando de lado certas partes de nossa vida e isso não era nada saudável, Bruce era meu irmão e eu queria e sabia que deveria estar mais perto dele. O encontro seria no Odeon Bar & Grill, nunca tinha ido ao lugar antes e já estava um tanto atrasado. – Boa tarde, Bruce Ziegler está a minha espera! – pelo menos eu espero, sorri amigavelmente para recepcionista que me acompanhou até onde meu irmão estava, dei uma rápida conferida em Bruce, me sentido aliviado pelo irmão ainda parecer inteiro, afinal não sabia muitas coisas da vida dele. – O que eu posso fazer se elas ficam melhor que você de vestido? – respondo no mesmo tom, mas com um sorriso largo, estava realmente contente em vê-lo. 

Dou um tapinha amigável em seu ombro durante o abraço. Mas acabamos nos soltando pela atenção que estávamos despertando em alguns curiosos ao redor. Assim que nos sentamos pedi o mesmo drink que ele bebia. Balancei a cabeça em sinal de entendimento, concordava com ele, precisávamos mesmo estreitar nossos laços afinal a tendência do ser humano se esquecer, mesmo que inconsciente disso, daquilo que afasta. – É verdade, sei que ando em falta com você, quero reparar esse erro. – digo sendo totalmente honesto, imaginava que Bruce compartilhava desse mesmo sentimento. Agora me sentia focado em me reaproximar da família assim como estava fazendo nos Rathbone, percebi que sabia tão pouco da vida de Bruce. – Obrigado. – me dirigi ao funcionário do bar, que logo se afastou, me fazendo voltar minha atenção ao moreno. – Então meu irmão, espero que tenha boas novas pra me contar. – sorri, me perguntava se Bruce sabia sobre meu ingressos nos aurores, oras é claro que ele sabia, mas nunca tínhamos parado para conversar sobre isso. – O que tem feito? A muito tempo não tenho noticias suas. – oque era verdade, não era comum nos encontrarmos pessoalmente, mas de um jeito ou de outro sempre acabamos tendo contatos eventualmente.


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As feridas que não são vistas nos fazem mais mal do que todas as outras, nós as trancamos bem lá no fundo, mas será que aguentaremos isso por toda a vida? 
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Caius Dietrich Salvatore
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 05 Jan 2019, 20:40

Bom, nada melhor que uma dose de bom humor vindo dos dois lados de uma conversa, tinha me acostumado com a seriedade excessiva da minha ex, tanto que tinha aprendido a dosar o humor para não acabar apanhando ou sendo ameaçado de morte, o que era não muito agradável pra alguém que estava procurando leveza na vida. Ela acabou rindo da minha bobeira, o que eu também fiz, mas tratei de rola os olhos de forma bem humorada e arrumei meu cabelo, em um gesto meio impensado, porque os cabelos caíam perto dos olhos. – Trabalhei no Nível Três, que é aquele que fica o Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas. – Falei de forma serena e dei de ombros, eu sabia que meu tempo por lá foi "curto" e há muito tempo atrás, acabei ficando um pouco distraído com ela, estava reconhecendo alguns traços dela de quando era mais jovem, certamente tanto eu quanto ela mudamos muito da adolescência para cá, o envelhecimento vinha me deixando mais bonito, eu não negava isso, pois seria tolice da minha pessoa. Porém eu tinha uma desculpa bem legal para não me lembrar dela e ela de mim, porque nós dois só nos encontramos na época do colégio e uma ou outra vez que não ficou na memória, de certo, afinal o mais comum era ter reuniões de turmas.

– Olha, eu estou velho, mas ainda não nesse nível de esquecer totalmente as coisas! – Falei de forma bem humorada, quase debochada pra ser sincero, porque ninguém mandou ela fazer graça com minha memória. E, como todas pessoas adultas faziam vez ou outra, nós voltamos no tempo e começamos a falar sobre os sonhos da juventude, que nem sempre se mantinham para a vida adulta, era fácil acreditar que o mundo era perfeito e que nossos interesses e disponibilidade sempre seriam os mesmos, mas a vida nos ensina que as coisas não são bem assim. – Você acabou indo por qual caminho? Eu fiz muita coisa depois do MM, fui Professor e até mesmo Guarda-Caças em Hogwarts. – Falei de forma bem humorada, mostrando que eu tinha ficado meio perdido depois de toda a mudança nos meus planos, a verdade era que eu fiquei em Hogwarts por conta dos meus filhos e hoje tinha pela consciência disso, pois nuca teria estendido minha estadia lá se eles não estivessem. – A gente devia marca um x1 qualquer dia desses... Dá pra matar a saudade, ao menos. – Falei bem humorado, imaginando como seria isso, pois seriam necessárias adaptações do esporte, porque ele sempre foi um jogo coletivo e com muitas pessoas, o que dificultaria muito o meu trabalho, mas se ela topasse, eu daria o meu jeito.

Acabei dando uma risada leve quando ela me perguntou se eu também sofria disso, dava para eu fazer um livro sobre como os filhos largam os pais e teria pano para manga para uns dez volumes. – Eu tenho quatro filhos e uma sobrinha que está sob minha tutela... Sabe quantos deles me respondem uma carta se quer? Zero. Esse é o meu nível de abandono. – Falei bem humorado e dei de ombros, eu entendia Olav, ele era adulto e tinha trabalho para dar conta, mas os demais ainda não chegaram nesse momento da vida, então não tinham nem desculpas. – Acho um ótima ideia! Mas você vai me contar quantos você tem... – Falei de um modo leve, claro que eu estava curioso para saber um pouco mais da vida dela, afinal foram tantos anos entre nosso último encontro e o atual, aposto que ela tinha ótimas histórias a me contar. Ela seguiu comigo para dentro do estabelecimento e passei uma mão pela barba, tentando me lembrar do que Alric me disse a respeito do lugar, ele tinha visitado ali algumas vezes. – Eu nunca vim, mas meu irmão já... Ele elogiou muito as carnes e o conhaque daqui. Ele roda por muitos lugares da Europa, nunca o vejo em casa mais do que uma sema na ou duas. – Falei de forma bem humorada, principalmente porque não tinha muita moral para falar dele, pois mal parava em casa, a grande diferença era que sempre terminava o dia no meu lar.

– Hoho! Está tentando me influenciar, senhorita? – Falei de forma bem humorada e fui na direção de uma das mesas com a morena, claro que fiz o favor de puxar a cadeira para ela, tinha sido bem educado, apesar de quase não ter tido um pai, minha mãe sempre foi uma mulher muito correta, tanto que não aguentou muito tempo vendo as besteiras que meu pai fazia e foi embora de casa com Bruce, pois haviam limites na vida e o meu velho passou deles mais de uma vez. – Por favor, milady. – Falei de um modo gentil e me sentei ao lado dela, pois sabia que nossa conversa acabaria tocando alguns temas que os trouxas não poderiam ouvir, então era preciso manter a voz baixa e sermos discretos. – Boa tarde! Vamos querer um conhaque, o melhor da casa. – Falei de forma tranquila para o homem, que falou que o escolhido seria o "Larsen V.S.", que eu não tinha ideia do que era, mas fingi costume e acenei com a cabeça, confirmando que estava tudo certo, então me voltei para a morena. – O próximo é você quem escolhe... Eu acho que devíamos pedir algo para comer, só por precaução. – Falei de forma sincera, mas com um sorriso sacana nos lábios, típico de quem estava planejando algo bem ruim, mas, no meu caso, era apenas uma bebedeira, pois eu sentia que ela precisava disso, quase tanto quanto eu precisava, uma vez que estávamos com problemas com as crianças.

OFF: Post com Johanna Eklöf Devereaux, se não for ela... Nem se meta.





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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Dom 13 Jan 2019, 06:07



old school •

Os ares irlandeses nunca lhe pareceram tão favoráveis quanto naquelas férias. Era bom retornar para casa, depois de um ano tão conturbado. Mhorgana obviamente já tinha planos para toda a estadia de Megara na mansão Ceallach, os quais tinham grandes chances de envolver as importantes tradições célticas – e a jovem corvina jamais diria não para sua própria mãe, e menos ainda para suas origens. Então, mesmo antes de avisar sua família que já estava na Irlanda, tomou a decisão de passar o dia passeando pela linda cidade de Dublin. A paisagem arquitetônica era, com toda a certeza, a cura para qualquer viagem longa de trem. E ainda mais com o pôr-do-sol pintando as bordas dos prédios e deixando vestígios de suas cores em qualquer resquício de água por ali existente. Megara era, naquele momento, a pessoa mais grata que poderia existir. Suspirou fundo, somente para que seu corpo reagisse ao maravilhoso aroma adocicado que pairava pelo ar. Não sabia com exatidão, mas parecia ter a ver com algo bem doce; o preferido de Megara. Sem muitos rodeios, empurrou a porta do recinto de onde o cheiro parecia vir. Nenhum sino anunciou sua chegada, o que de certa forma foi bastante positivo – Megara não queria chamar atenção, poderia ter alguém conhecido da família por ali. Inspirou novamente, sentindo mais aromas deliciosos invadirem seu olfato, o que a fez perceber como estava com fome!

Como não queria tomar o espaço de uma mesa inteira, acabou por sentar-se nas cadeiras disponíveis no bar. Poderia, então, aproveitar a oportunidade e pedir uma bebida qualquer. Não alcoólica, de preferência. — Sim, um pedaço grande, por favor. — Finalizou seu pedido com um sorriso gentil desenhado nos lábios e uma curiosidade iminente no olhar. Pois ao seu lado, um rosto bastante familiar estava consideravelmente concentrado em alguns pedaços de folhas da cor amarelada. Os desenhos, os traços... — São mapas. — Falou em voz alta, já com o corpo inclinado na direção do homem por pura curiosidade. — Está em busca de um tesouro, capitão? — Sorriu brincalhona com o comentário.  Não sabia se Orion entenderia o trocadilho, mas não conseguiu segurar a piada apenas para si mesma. — Orion, certo? Eu lembro de você... Era do time. — Disse simplesmente. Não precisaria abaixar o tom da voz para falar, pois, sequer havia citado a qual time Orion pertencia. Em seguida, deu um gole na água recebida por cortesia, e virou seu rosto para observar as reações do ex-aluno de Hogwarts. — Sou Megara. — Encerrou a própria apresentação por ali, esperando que o outro exercitasse a memória. Sequer tinha ideia se Orion sabia de sua existência – pois ela, Megara, era apenas uma simples estudante da Corvinal.


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Dom 13 Jan 2019, 22:08

Distraído em seus próprios pensamentos, Orion quase não prestava atenção no que acontecia ao seu redor ali dentro do Odeon Bar & Grill. Por exemplo, não percebeu que uma garota com feições asiáticas entrava dentro do ambiente e parecia pedir comida, mas enquanto outras pessoas tinham suas vidas, o lufano preferia viver a sua e analisar os mapas que estavam postos à sua frente na mesa. Sua rotina era essa desde que a temporada de quadribol havia terminado e enquanto ela não voltasse, continuaria sendo daquela forma. Passava uma parte de sua semana analisando os locais do país através de desenhos, como fazia naquele momento e depois disso, iria para sua aventura durante alguns outros dias. Obviamente, geralmente voltava de mão abanando após descobrir que os cálculos que havia feito estavam errados, apenas em algumas poucas ocasiões conseguia algo de valor, como alguns anéis ou espadas enterrados em lugares onde aconteceram batalhas entre exércitos. De qualquer forma, aquilo não era o suficiente para Orion, pois sonhava em um dia encontrar a tumba de algum grande rei irlandês ou até mesmo de um herói que existia apenas dentro das lendas.

Percorreu os olhos mais uma vez por aquele mapa que havia desenhado com a ajuda de Diarmuid, se a sua coruja não estivesse errada, havia uma entrada ainda inexplorada pelo homem próxima à Península de Dingle, escondida pela vegetação local. Entretanto, quando apertou a visão para conseguir ler melhor suas anotações, o seu corpo foi tomado rapidamente pela sensação do susto. Olhou para frente em velocidade, buscando entender o que estava acontecendo e quando notou pela primeira vez a presença da asiática que havia entrado há poucos minutor no bar. Estudou-a com os olhos e achou sua aparência um pouco peculiar, por exemplo, apesar dos olhos puxados e a pele mais voltada para tons amarelos, como eram típicos de alguns povos do oriente, o lufano ainda era capaz de identificar no rosto dela alguns traços do povo irlandês, mas não era capaz de especificar quais. Além disso, ela parecia conhecê-lo, mas o oposto não acontecia. Contudo, Orion não queria parecer rude com a moça e ao ouvir suas palavras, sorriu. — Irlandeses não eram bons piratas, amiga. Mas se estiver disposta a explorar os locais terrenos da Irlanda em busca de tesouros, você está contratada para fazer parte da minha tripulação. — brincou, enquanto guardava as suas anotações e liberava um espaço na mesa para ela se sentar. Nem sabia se esse era o seu plano, mas assim que os mapas foram sendo tirados dali de cima, a até então desconhecida acomodou-se também. — Time? Está dizendo da Lufa-Lufa ou dos Tornados? — a frase do lufano teve dois semblantes, começou animado, mas assim que citou o seu atual time de quadribol, pareceu ficar um pouco desanimado com o que estava falando.

Então, forçou um pouco mais sua mente e conseguiu se lembrar que a garota era de Hogwarts, mas apesar da aparência agora um pouco mais familiar, ainda não se lembrava de ter tido nenhum contato com ela quando estava dentro do castelo. Apenas a viu algumas vezes andando com outros alunos, principalmente porque ela não estava no mesmo ano escolar dele. De qualquer forma, aproveitou a oportunidade para tentar puxar assunto. Manter sua mente focada apenas em estudar mapas não era lá muito saudável. — Então, você gosta de mapas? — questionou, enquanto oferecia suas anotações para ela. Os desenhos de Orion não eram muito bem feitos, principalmente porque continham riscos que faziam sentido apenas na cabeça do rapaz, mas mesmo assim, foi gentil com ela.


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qui 17 Jan 2019, 00:42



old school •

Com um espacinho liberado na mesa, Megara pode se sentar na cadeira de frente para Orion. Ainda com os braços rentes a si, posicionou o prato de porcelana contendo a aromática tortinha longe de todas as folhas e mapas. Não queria ser a responsável por destruir ou sujar possíveis estudos e pesquisas do mais velho. — Podemos ser os responsáveis por mudar isso, não acha? — Arqueou uma sobrancelha com o comentário do rapaz, mas ainda mantendo intacto o tom de brincadeira que pairava pelo ar. Obviamente que não falaria tão repentinamente, mas Megara era uma Holstein Sparrow. Não tinha tanta experiência quanto seu pai, mas navegar não era um problema para si – até mesmo conseguia localizar-se usando as estrelas, ensinamentos de Leon. — Seria uma honra fazer parte de suas expedições. — Abaixou o tronco suavemente em uma reverência curta, mantendo o sorriso faceiro nos lábios. Então, alcançou o garfo com a mão direita e tirou um pedacinho pequeno da tortinha especial. O sabor era incrível; somente poderia comer aquela em específico pois era a única vegana dentro do estabelecimento, mas ainda assim, mantinha a espiritualidade do lugar. Terminou com o primeiro pedaço bem a tempo de Orion voltar a falar. Não sabia, entretanto, se havia sido uma boa ideia ter sentado à mesa junto dele; naquele momento, Megara conseguiu saber exatamente quais emoções Orion atribuiu às palavras ditas, enquanto ele pronunciava com clareza o nome de cada time. Apesar de manter praticamente o mesmo tom de voz durante o decorrer da frase, Megara sentiu que ele tinha sentimentos bons, até mesmo saudosos, atrelados à Lufa-lufa; e sentimentos melancólicos ao falar dos Tornados. Era uma dualidade bastante forte para somente uma frase. Respirou fundo, digerindo a confusão em seu corpo.

Mesmo tendo evoluído com sua empatia, ainda era um pouco complicado lidar com ela, principalmente quando não estava preparada mentalmente para receber e perceber algo tão forte. — Bom... — Iniciou, ainda com os efeitos colaterais de ambos sentimentos que a invadiram tão inesperadamente. Pigarreou, levando mais um pedacinho da torta até a boca para que pudesse ter tempo de expulsar emoções intrusas. O que durou cerca de dois segundos em silêncio. — Falo da Lufa-lufa, é claro. — Colocou o melhor sorriso que poderia em seu rosto, tentando passar certa segurança para Orion. — Eu não sabia que havia entrado para os Tornados... — A sinceridade de Megara às vezes era boa, mas naquele momento se tornava desnecessária. Havia experenciado que o rapaz não se sentia bem ao pronunciar o nome deste time em específico, obviamente que alguma coisa havia acontecido. — Mas lembro de você no time. Era incrível, você tinha um ótimo controle sobre a vassoura, sempre. Não é à toa que se tornou capitão. — Sua voz tornou-se um tanto mais discreta para falar sobre o assunto, apesar de que não havia muitas pessoas perto da mesa onde estavam. Engraçado como as coisas eram, depois de anos encontrando Orion em Hogwarts, só vieram a ter uma conversa naquele momento, dentro de um bar em Dublin. Os mapas, então, foram postos em sua direção, estes que Megara estava de fato interessada. — Se eu gosto? Hmmm... — Deu uma olhada nos desenhos, reconhecendo os nomes de alguns lugares. — Meu pai gostava, e consequentemente tenho isso em meu sangue, eu acho... Mas e você? — Ergueu o rosto, olhando diretamente para Orion. — Acredito que ter me convidado para expedições terrenas na Irlanda não tenha sido mero acaso... O que tem em mente? — A expressão curiosa se fez presente, principalmente em relação a determinadas linhas do mapa.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qui 17 Jan 2019, 10:24

A conversa entre Orion e a garota se dividia entre altos e baixos, mas o rapaz se esforçava para não deixar transparecer que em alguns momentos, haviam assuntos na mesa que o deixavam o rapaz desanimado, principalmente quando tratavam de sua carreira profissional no mundo do Quadribol. Obviamente, sabia que as intenções de Megara não eram cruéis a ponto de tocar naquela questão apenas para incomodá-lo. Por isso, quando os dois sentados na mesa começaram a falar sobre o principal esporte bruxo do mundo, o lufano iniciou o diálogo com um sorriso estampado no rosto — Sinto um pouco de saudades de jogar pela Lufa-Lufa. Como no começo a casa não tinha muita força no esporte, podíamos jogar sempre sem pressão, pois independentemente do resultado, todos estavam orgulhosos de nossas conquistas. — falou, olhando sonhadoramente para a garota. Tinha vontade de listar os feitos que havia conseguido quando foi o capitão da casa durante cinco anos, mas não precisava. Quem foi de Hogwarts na mesma época dele conhecia os feitos, principalmente o tricampeonato. Então, no momento seguinte, sua expressão começou a ficar mais séria e antes de voltar a falar, soltou um longo suspiro enquanto deixava o mapa que estava em suas mãos cair na mesa onde estavam sentados. — Só que como profissional não tem isso de "o importante é competir" — citou — Há sempre dinheiro envolvido e os torcedores acham que o time está desperdiçando galeões se tem no elenco um jogador que não agrega nada ao time... Esse é o meu caso no Tornados de Tutshill. Eleito o pior artilheiro da temporada. — seu comentário, a princípio, teve um tom sério, enquanto ele olhava fixamente em direção à aluna de Hogwarts, mas num momento seguinte, como se nada daquilo atrapalhasse sua vida, ele voltou a sorrir e brincou com sua situação — Estou até evitando encontrar com o Sebastian ou o Kaminsky, eles me matariam se me vissem num nível tão baixo assim. — finalizou.

No instante seguinte, o assunto sobre quadribol saiu da mesa e foi substituído por expedições. Parecia que tanto Orion quanto Megara tinham vontade de explorarem os lugares desconhecidos do mundo, mas enquanto o homem tinham ambições em descobrir cavernas e outras catacumbas em locais terrenos, a mulher já parecia ter suas ambições ligadas ao mar. Pela forma como tecia seus comentários, falando sobre ser a responsável por mudar o fato dos irlandeses não terem muita fama com barcos e seu pai, o fazia pensar que ela era filha de algum Lobo do Mar. Dessa forma, inflou as bochechas, enquanto olhava de relance para algumas de suas anotações e a questionou — Você já esteve em um navio antes? — no começo, a pergunta fazia mais sentido na sua cabeça, mas assim que ela escapou de seus lábios, percebeu que ela deixava as opções muitos amplas. Por isso antes mesmo de ter uma resposta definitiva, complementou — Digo, num navio de expedições, sabe? Meio estilo Tomb Raider ou Indiana Jones, não para viagens. — por fim, apenas deu um sorriso. Após isso, achou engraçado ela dizer sobre ter algo no sangue, pois aquela metáfora também combinava perfeitamente com ele. Descendente de Diarmuid Ua Duibhne, uma antiga lenda irlandesa, toda a família do lufano era composta por grandes caçadores, dessa forma caçar estava no sangue dos Beoulve. — Me interessei por mapas depois de um tempo, mas antigamente preferia rastrear pegadas de animais pela floresta. É um bom passatempo. — respondeu e em seguida procurou por uma de suas anotações mais recentes e empurrou até o lado dela na mesa. — Eu nunca sei exatamente o que estou procurando aqui na Irlanda, meu sonho é encontrar Gáe Buidhe ou Gáe Dearge numa dessas expedições, mas já passei a acreditar que elas foram destruídas ou nunca existiram — disse — Dessa forma, estou pensando em viajar para a Península de Dingle, parece que há alguma coisa escondida pela vegetação de lá. O que é estranho, irlandeses não costumavam se trancarem em catacumbas após a morte. Só que as possibilidades estão abertas. Pode ser tanto algum rei poderoso do passado quanto algum pirata que enterrou seu tesouro ali e esqueceu de buscar. — finalizou. Dialogar sobre aquilo com Megara havia levantado os ânimos de Orion, já que agora aparentemente ele teria uma companheira em suas próximas aventuras e não precisaria mais explorar os lugares esquecidos da Irlanda com sua coruja e um Beagle que amava marcar território por todos os locais que passava.   


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Ontem à(s) 13:17



old school •

Os olhinhos de Megara não ousavam desviar sequer um segundo do rosto diante de si. Ainda podia sentir que Orion apresentava sentimentos divididos, e por essa razão a garota achou que deveria manter sua atenção redobrada para que não perdesse nenhum detalhe importante. Seria muito ruim pedir para que ele repetisse, por qualquer motivo que fosse. A expressão revelada após contar algumas de suas memórias foi bastante significativa para Megara. Podia imaginar-se perfeitamente no lugar de Orion, sentindo saudades de sua época de estudante em Hogwarts. Talvez dali em diante, começasse a aproveitar ainda mais seus dias naquele castelo. E em um piscar de olhos, o sorriso que acompanhava as boas lembranças do garoto foi substituído por uma expressão séria, com cenhos quase franzidos de preocupação. Não era preciso ser empata para entender os sentimentos dele. Com certo pesar, mordeu o lábio inferior enquanto absorvia cada palavra dita pelo mais velho. Tornar-se adulto e assumir determinadas responsabilidades parecia um pesadelo. Desviando momentaneamente o olhar, Megara puxou todo o ar que podia para manter a calma sobre suas próprias emoções e então tomou a coragem de dar a sua opinião sobre o assunto. — Acho que esse é o maior problema... Parar de se orgulhar com as pequenas conquistas diárias do time, sejam elas em treinos ou em campeonatos. — Ergueu os ombros suavemente, os soltando segundos depois. — Sabe, Quadribol ainda deve ser sobre amor à camisa, e não sobre amor aos galeões ou fama que cada jogador recebe. — Os lábios formaram um bico de preocupação, somados com a cabeça apoiada na própria mão. Talvez estivesse falando demais para seu tamanho.

Não ousaria intrometer-se ainda mais nos assuntos pessoais do garoto e por isso apenas sustentou o silêncio por alguns segundos, tendo tempo de comer mais um pedacinho de sua torta. Os mapas pareciam um melhor assunto, agora que Megara podia analisá-los de pertinho. Passando a ponta dos dedos sobre as linhas, percebia algumas irregularidades no papel. Seriam aqueles mapas feitos à mão? Orion parecia ter dedicado um bom tempo naquela tarefa. Ao ouvir a palavra navio, parou de analisar o mapa para dar atenção às perguntas dele. Era uma questão divertida, aquela. — Bom, eu moro em um. — Revelou com uma timidez que não a pertencia. Pendeu o rosto para o lado por um segundo, decidindo ser um pouco mais explicativa. — Holstein Sparrow. É meu sobrenome. — Cochichou, como se fosse algum segredo de Estado. Pensando na outra pergunta de Orion, percebeu que nunca havia se aventurado nos sete mares, apesar de já ter escutado muitas histórias sobre. — Não cheguei a fazer expedições, meu pai não deixa. Mas ele já fez várias e sempre faz questão de me contar as histórias. Eu até que acho divertido, mas queria ser a protagonista de uma delas pelo menos uma vez. — Suspirou fundo, finalizando sua frase com um muxoxo mais triste do que desejava. Ter dezesseis anos era ser nova demais para certos assuntos, porém velha demais para outros. — Pegadas? — Franziu o cenho, reunindo seus pensamentos no que Orion havia comentado. Era incrível descobrir coisas novas sobre pessoas a sua volta. Caso fosse para Megara classificar isso, provavelmente este seria o seu passatempo favorito.

Ajeitando a posição da folha na própria direção, Megara passou os olhos por sobre as linhas escritas, tentando ainda compreender o que Orion falava, ao mesmo tempo. Percebeu que começaria a confundir as informações em sua mente, escolhendo ler mais tarde. Deixando a mão sobre as anotações, olhou para o ex-estudante um tanto quanto confusa. — ... Gáe Dearge? — Repetiu, só que mais lentamente. Seu sotaque ainda estava muito bom. — Você quer dizer, as lanças? — Franziu o cenho, a mente trabalhando para encontrar algo relevante nas diversas histórias que escutou de sua mãe, sendo ela irlandesa. — Eu não duvido que realmente existam. Só devem estar muito bem escondidas. Mais do que imaginamos. — Sua fala era um pouco mais pausada devido aos pensamentos acelerados. A possibilidade de encontrar algo tão precioso assim despertou um interesse adormecido em Megara. — Realmente... Pode ter tanta coisa lá escondida que meus pensamentos só conseguem imaginar maldições e feitiços de azar. Entretanto... — Fez uma pausa, movendo a cabeça para os lados de forma divertida. — Pode ser que não seja bruxo. Quem sabe um presente de algum deus céltico? Já ouvi boatos que uma vez eles viviam como nós, pisando sobre o mesmo solo. Quem sabe o que deixaram pra gente. — Deu de ombros, deixando que uma expressão travessa tomasse conta de seu semblante, outrora com cenho frisado. Mas toda essa aventura parecia simples demais... — E como pretende fazer isso? Quero dizer, quais são seus planos para colocar todas essas anotações em prática? — Seja lá como Orion gostaria de iniciar sua expedição terrestre, Megara era uma interessada em potencial a participar de tudo. Parecia que pela primeira vez em muito tempo, ela poderia tomar as próprias decisões quanto ao passo seguinte.  

DUBLIN . ODEON BAR & GRILL . COM ORION LIONHART BEOULVE


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yeah, i’m the female monster, you know that; everybody let’s get crazy right now. i’m the crazy girl around here like gossip girl, if you can’t believe me, call me, hey call my boyfriend. you can’t come up to my class, i go crazy wherever i go. new york, paris, milano, tokyo & london;
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Orion Lionhart Beoulve
Jogadores Profissionais - 1ª Divisão
Jogadores Profissionais - 1ª Divisão
Orion Lionhart Beoulve

Patrono : Ornitorrinco
Bicho-papão : Morrer em algum acidente

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Formado
Varinha: Pelo de Nundu, Cedro, 27cm, Quebradiça.

MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Hoje à(s) 00:30

Era engraçado como o tema das conversas sobre quadribol mudavam a depender sobre quem estavam falando. Durante o tempo em que jogava dentro de Hogwarts, todo mundo falava sobre amor à camisa e tudo mais. Os jogadores entravam dentro de campo para honrar o orgulho de suas respectivas casas, não havia nenhuma quantidade de ouro em jogo. Entretanto, quando alguém deixava o esporte colegial de lado e entrava para um time profissional, a visão sobre o esporte bruxo era outra. Ainda haviam alguns que realmente estavam num determinado time apenas por realmente quererem estar ali, mas uma quantidade esmagadora de jogadores viam os galeões acima de tudo. Dessa forma, todo esse dinheiro envolvido afetava a mente tanto dos atletas quanto dos torcedores, os primeiros porque passavam a ver o quadribol como um negócio, onde a maior quantidade de dinheiro era melhor. Já os segundos, cobravam ainda mais os jogadores, pois se o time deles estavam pagando caro para ter alguém lá dentro, então esse deveria corresponder a altura. Enfim, era um assunto complicado, debater sobre aquele tema iria requerer muitos dos colunistas esportivos do Profeta Diário, juntamente com suas opiniões sem sentido. Por isso, Orion apenas balançou sua cabeça em sinal de concordância com o que ela falava e em seguida respondeu — A pressão existe tanto em Hogwarts quanto na vida profissional. No castelo, se você não vai bem, todo mundo te zoa e cantam músicas em deboche, mas uma parcela de alunos tentam te defender. Eles geralmente são da sua casa. Já no profissional, os torcedores do seu time geralmente querem sua cabeça. — brincou. Tentava fazer aquelas piadas para ver se conseguia aliviar um pouco o clima dali, já que falar sobre aqueles assuntos sempre deixavam Orion um pouco para baixo — Tem muitos torcedores que reclamam do quadribol moderno, falam que as quantidades monetárias investidas estão num nível muito alto. Até concordaria com eles, mas quem participa desse movimento geralmente ta lá criticando quem não vai bem e acusa o dinheiro como principal culpado. — comentou, juntando algumas das folhas que estavam espalhadas sob a mesa num lugar só. Deixar tudo bagunçado daquele jeito causaria uma enorme confusão em sua mente no futuro, então, era melhor tentar organizar o quanto antes.

Então, quando ela falou sobre a família de qual vinha, Sparrow, o lufano tentou puxar em seus arquivos guardados na mente o que sabia sobre aquele nome. Primeiro de tudo, conhecia aquela família, mas nunca havia interagido com um membro dela até então. Também não foi por falta de vontade dele, só que os Sparrow não gostavam de ficar muito tempo em terra firme, pois como Megara havia lhe dito, eles viviam em barcos velejando pelo alto mar. Alguns dos Sparrow foram para Hogwarts e sabia que uma boa parte tinha a Corvinal como casa, mas obviamente, tudo aquilo que Orion sabia sobre aquelas pessoas eram apenas rumores e notícias como aquelas costumavam serem exageradas demais. De qualquer forma, preferiu não despejar todas suas dúvidas de uma vez em cima da garota com que ele conversava. Apenas manteria o assunto daquele jeito e caso conseguisse alguma declaração dela, já estava mais do que suficiente. — As expedições pelo mar dos dias atuais parecem interessantes, mas se formos parar para pensar... conhecemos boa parte do mundo já. Imagina como foram as primeiras grandes viagens explorando o desconhecido? —  nesse momento, os olhos do ex-lufano brilharam e ele encarou a garota. Falar sobre aquilo, a época da antiguidade, era outro tema que o empolgava tanto quanto quadribol. — Imagino como foram os primeiros vikings que saíram de suas terras congeladas e encontraram um local tão bom para morar como a Inglaterra. Deve ter sido um momento ímpar na história da humanidade. — finalizou o pensamento colocando as folhas que havia unido de lado, em seguida, com mais espaço na mesa, apenas apoiou seus ombros sobre a madeira e continuou olhando para a sua nova amiga. Então, ela questionou sobre as pegadas e ele fez questão de explicar melhor — Os irlandeses gostam de caçar, minha família não seria diferente. Dessa forma, desde pequeno fui ensinado à como encontrar animais pela floresta e tudo mais. Sabia que uma pegada de javali pode ficar por mais de uma semana no solo até desaparecer completamente? — comentou sobre a curiosidade apenas por comentar, ela era irrevelante no momento e nem ele tinha certeza sobre aquele dado.

Então, quando o assunto entrou na esfera da sua família, no caso, lanças lendárias, Orion ajeitou-se da sua cadeira e inflou as bochechas. Aquele assunto não o deixava exatamente triste, mas desde pequeno, imaginou ser parte de alguma profecia onde seria o responsável por encontrar aquelas armas de Diarmuid. Só que até então, com quase vinte anos nas costas, nada havia acontecido ainda. — Eu espero que seja real a existência dessas duas armas, porque minha família inteira acredita nisso. — falou, levando uma das mãos ao cabelo e ajeitando os fios acima da cabeça — Seria um pouco triste chegar para a vovó Aetheflaed um dia e dizer que todos os ensinamentos dela foram mentira. — brincou. — Os deuses célticos eram bondosos com seus devotos, na maioria das vezes. Só que o problema passa a ser quando você magoa algum deles, pode esperar uma maldição cair sobre sua cabeça e dos seus descendentes por algumas gerações. — naquele momento, o rapaz parou de falar e pareceu estar em choque com os comentários da garota. Não havia parado para planejar algo durante aquela expedição, simplesmente tinha a vontade de ir lá, explorar as cavernas da península e ver o que poderia encontrar de valioso. Simples e fácil. Só que corria aqueles riscos sozinho, agora que possivelmente estaria acompanhado, a situação era outra. Diferente. Não podia colocar a vida de alguém em risco. — Plano? — questionou — Bem... levamos comida, entramos em cavernas, soltamos alguns feitiços, tentamos não ser amaldiçoados e depois disso torcer para encontrar algo de valor. Isso não é o suficiente? — finalizou, sorrindo sem jeito pelso comentários.



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Odeon Bar & Grill
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