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 Odeon Bar & Grill

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MensagemAssunto: Odeon Bar & Grill    Seg 14 Jan 2013, 20:45

Relembrando a primeira mensagem :

Odeon Bar & Grill

Dublin, Irlanda



Um bar e restaurante para os que gostam de aproveitar as melhores bebidas da cidade junto com sua gastronomia de pratos saborosos e originais. Apesar do local ter sido restaurado e mantido com seu ar do passado, dentro a decoração é bastante moderna e conta com mesas, sofás e até um mini palco montado para show's acústicos no local.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos.



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Alvoros Grunnion
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Vladimir Deasún Ceallach
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 30 Dez 2017, 10:51

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Vladimir Deasún Ceallach
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 30 Dez 2017, 11:21

Ardendo de raiva pelo código, mas segue o baile
Ouviu-o falar sobre seu pai estar bêbado e ser obrigado a aparatar junto do homem. Talvez os bruxos devessem criar uma lei que castigase bruxos alcoolizados a aparatar. Mal pode deixar de    Pensar na possibilidade do garoto ser estrunchado ou de perder um membro, seria algo realmente radical e perigoso. Olhou por alguns segundos e então suspirou aliviado ao perceber que o doce parecia o ter acalmado, menos mal, o açúcar muitas vezes era seu  o ponto calmante de uma situação ruim ou estressante como as aulas de vôo, por exemplo.  — Não precisa agradecer. Eu ando com doce pra tudo que é canto que eu vou. Tenho aqui mais alguns se quiser, mas acho que meus sapos de chocolate acabaram. — Lamentou-se com um pequeno beicinho a se formar nos lábios finos. — Sabe... Pense bem, vocês poderiam ter caído em um lugar totalmente desprotegido, ou no mar, sabe-se lá Merlin onde poderia ter sido,  pelo menos foi aqui, apesar de que nessas redondezas o que mais tem é bar.  — Falou franzindo o cenho com sua própria observação, mas logo deixou-a de lado para ouvir ele falá sobre Hogwarts — Acho que é por isso que nunca topamos um com o outro, fora que eu vivo na enfermaria depois das aulas de vôo... Pense em alguém que é péssimo sobre uma vassoura e amaldiçoa profundamente os bruxos que as criaram?!  — Riu baixo, mas logo deixou o sorriso de lado para erguer  os olhos claros  e  observar quieto o movimento das mãos alheias para o seu cabelo, não era muito comum que alguém que pouco conhece tomasse aquela liberdade, normalmente brigaria com a pessoa ou a olharia como se fosse a estrangular, mas nada fez apenas ficou vesgo para ver onde o garoto mexeria. Não sabia bem o porque de ter criado tal simpatia com o garoto mais velho, talvez por ele ser mais velho e não ser petulante como seus primos da mesma idade ou mais novos.  —  Eu nasci loiro, parece estranho, mas é a realidade. Meu pai era Russo e minha mãe chinesa, acho que por isso tenho um pouco das duas estéticas, foi o que me deixaram com mais acessibilidade. — comentou dando de ombros e então o viu falar sobre parecer um diabo loiro e não se conteve acabou rindo da desgraça alheia. — Bom, se é assim, acho que você fica bonito com o cabelo escuro. — Falou num tom quase acima de um sussurro, tinha certeza que suas orelhas estavam vermelhas, mas por sorte talvez ele não percebesse.   
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Thaddeus Renard Salvatore
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Dom 31 Dez 2017, 09:15

Lábios!
Ele me confessa que anda com doces para todos os lados, o que acho engraçado e estranho, não consigo carregar nada além do meu skate e se eu tivesse com ele nesse exato momento, com certeza estaria dando voltas e mais voltas nessa rua, de preferência sozinho, pensando em tudo e socando o ar de raiva. Costumo colocar fones de ouvidos e ouvi bem alto, um rock pesado trouxa. – Então quer dizer que estou conhecendo uma verdadeira fábrica de doces? – Pergunto rindo do seu biquinho. Vlad comenta sobre ter caído aqui que é protegido e que seria pior que meu pai me levasse para outro totalmente perigoso, o que seria sim, muito ruim para ambos. – Não consigo nem imaginar, mas vou reclamar com meus parentes, ele não pode continuar morando conosco, ele vai acabar me matando qualquer dia desses. – Reviro os olhos e fito a vasta rua, enquanto meu colega fala sobre não nos encontrarmos em Hogwarts devido as suas constantes idas a enfermaria devido as quedas nas aulas de voo. Gargalho, real. – Eu também já fui muito ruim, mas esse letivo estou pensando em me despedi jogando quadribol, sabe... já joguei algumas vezes, mas sempre comprava briga com os lufanos e fui expulso. – Mordisco meu lábio inferior e encaro o garoto ao meu lado. Dou uma rápida olhada para seu gato cinzento. Vlad que nasceu loiro, chinês e russo, conta sobre sua nacionalidade e logo em seguida, me elogia. – Bondade sua! – O respondo rindo escondendo meu constrangimento. – Sinceramente? Nunca conheci um garoto oriental e muito menos fiquei com um. – Sem graça. – Tipo, eu tenho vontade... – Olho para seus lábios. – Todos possuem lábios bonitos como os seus, ou você é sortudo? – Questiono e mordisco o meu mais uma vez.

Obs.: Post atemporal com: Vladimir Deasún Ceallach

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Vladimir Deasún Ceallach
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Ter 02 Jan 2018, 12:20

Ao infinito e além!
Uma fábrica de doces, Vladmir era mais ou menos isso. Se tinha uma coisa que  ele entendia mais do que herbologia e DCAT era  doces, viciado em doces se deixassem ele viveria em prol de pirulitos que não perdem o sabor e palitos açucarados de alcaçuz.  — Bom... Pode-se dizer que eu seja uma mini distribuidora de doces, mas por causa da licença eu só distribuo entre os primos e minha irmã.  —   riu baixo e  balançou a cabeça, a piada era realmente ruim, isso fez com que fizesse uma careta. Mas ao ter o assunto mudado de novo a expressão se suavizou e deu lugar a um sorriso singelo.  — Acredite ou não, eu sou o pior aluno das aulas de vôo, pense em alguém que sobe de um lado da vassoura e cai do outro, céus... É horrível! Mas em compensação eu sou ótimo com as mãos e tenho uma ótima mira para executar feitiços de ataque.    — disse  erguendo as mãos no ar e  mexendo os dedos longos da mão delicada.Mas bastou pouco pra voltar a ficar sério enquanto Thaddeus falava sobre dizer aos parentes a situação de risco que seu pai o colocava. Suspirou baixo, por alguns segundos se perguntou se teria aguentado tanto tempo ou se já teria surtado afinal o pai deveria o proteger, não o colocar em perigo.  — Hey, vai me mandar  uma coruja dizendo se resolveu isso não é? Quer dizer... Se você não quiser e eu estiver sendo intrometido demais... —    Estava  nervoso de novo. Engoliu em seco e respirou fundo, "se acalma, Vladimir! "  porém as palavras seguintes do garoto mais velho só serviram para deixar o pequeno sonserino ainda mais nervoso, prova disso foi o garoto estalando os dedos sutilmente enquanto olhava pra qualquer lugar que não fosse o rosto fofo e constrangido do outro. Tão bom em esconder suas emoções o garoto logo retomou o autocontrole, porém as bochechas continuavam meio rosadas e as orelhas queimavam levemente.  — Hm... Você nunca ficou com garotos orientais?  E tem vontade de ficar.— questionou com um meio sorriso a pontar nos lábios, não sabia se achava fofo ou atrevido o fato do menino estar basicamente flertando consigo aquela hora da noite, porém parando para pensar na possibilidade não era algo ruim, de forma alguma. E  parando pra pensar Hogwarts não recebia muitos orientais, essa função ficava para Mahoutokoro na Asia e Durmstrang  na europa oriental e no norte, logo não faria mal algum sanar a curiosidade alheia.  E a sua própria de como era beijar um menino, já que seu primeiro beijo foi roubado por um garota da Corvinal, no primeiro ano.  Balançou a cabeça e levou os olhos claros  para a  o rosto alheio, era bom ver que não era o único a estar com vergonha.  — Então... Digamos que eu tenha sido agraciado com belos lábios. —    brincou olhando-o com um sorriso de canto de lábios, mas logo baixou os olhos para os lábios entre os dentes dele que teimavam em mordiscar a carne que provavelmente seria macia. Umedeceu os próprios lábios, e antes que a vergonha lhe consumisse mais olhou para o gato cinzendo que dormia tranquilamente ao seu lado. 











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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qua 03 Jan 2018, 22:49

A viagem de ônibus para o mais próximo de casa havia sido extremamente cansativa e entediante, isso porque eu não estava na Irlanda como outrora e fazer duas viagens de volta em menos de vinte e quatro horas era uma porra cansativa do caramba. Eu não aguentava passar mais um minuto dentro de casa, estava acomodado em passar as férias sozinho desde que eu tive a bela notícia de que havia reprovado o terceiro ano. Bem, eu não ligava muito para isso, pois sabia que no próximo ano, se eu quisesse, passaria facilmente, mas ter que ouvir gente chata enchendo a minha cabeça com o tanto que eu havia mudado desde o último ano era um saco. Evan pelo menos não me perturbava com esses lances de escola e disciplina que nossa mãe vivia exemplificado com a sua adolescência maravilhosa e exemplar. — Tá bom, mãe. — falei sem dar muita atenção, catando alguns galeões e enchendo os bolsos da calça com cada merreca para poder me encontrar com o meu irmão, que a propósito deveria estar se atracando com a namorada em algum canto. — Falei com Evan mais cedo, vou encontrar ele em Odeon e a gente deve estar voltando mais tarde, não sei que horas. — informei, terminando de me arrumar quando vesti uma jaqueta qualquer caída ao chão. Provavelmente era dele, mas não dei a mínima e caí fora enquanto dava antes de ser trancado na mansão.

Fui rápido ao chegar no bar, mas não tão rápido para superar Evan que já estava sentado em um dos bancos na parte da entrada. Me aproximei e sentei à sua frente com pouca expressão, surpreso por ele não estar tendo hábitos estranhos como costumava ter. — Cara, eu estou armando um plano para sumir daqui. — foi a primeira coisa que eu disse, basicamente porque era de extrema urgência e eu estava puto demais com o que estava acontecendo na minha vida para continuar pensando e mantendo a paciência. Eu sempre fui o gêmeo desleixado, também conhecido como o mais vagabundo porque não era aplicado, e eu até que tinha um pouco de inveja do meu irmão por conseguir as coisas com maior facilidade. Não tinha motivos para negar. — Eu fui um bosta esse ano, tive que ouvir em casa tudo o que a mãe guardou durante a viagem inteira, estou bem cansado disso. — suspirei, esfregando o rosto. Eu não era de falar sobre os meus problemas, Evan sabia dessa restrição que eu mantinha com todos, mas eu não tinha para onde ir. Nosso pai também não era uma boa opção e tanto Evan quanto eu não o suportávamos, já estava vendo que passaria as férias morando embaixo da ponte com o meu irmão trazendo uns biscoitos para eu não morrer de fome.

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Thaddeus Renard Salvatore
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qui 04 Jan 2018, 12:00

Lábios!
Vladimir, cheio de humor, alega que por causa da licença que não tem para formalizar sua distribuidora de doces, faz isso com seus primos e irmãs. – Contrabando, mocinho? – Pergunto rindo. Continuamos conversando sobre as aulas de voo e nossas praticas. Vlad alimenta um assunto de que é péssimo voando, o que me causa serias risadas, mas quando ele para, contenho-me. – Perdão, imaginei toda a cena e confesso que terei o prazer de lhe assisti voando qualquer dia desses. – Pondero sorrindo. – Afinal, podemos praticar. Posso lhe ensinar o que sei. – Mordo meu lábio inferior e coro quando ele me pede para lhe deixar informado sobre o que fora resolvido quando eu chegar em casa, o que é meigo da sua parte. – Jamais será intrometido, vou ficar lhe devendo muito por sua bondade, baby, real, sou muito grato por sua companhia e essa ajuda que pretende me doar. – Sorriu meigamente e o encaro. – Trocaremos inúmeras cartas e com certeza, você será o primeiro a saber sobre o que fora resolvido depois dessa porcaria. – Seguro sua mão, a aperto delicadamente e depois a afasto corado.

Vladimir parece pensar no que eu disse sobre beijar asiáticos e sinto que acabei de flertar com ele. Nossa... sou tão pervertido as vezes que nem reparo. Mordo meu lábio inferior e tentar desviar o olhar, mas não consigo, continuo encarando os lindos olhos do menino e vez ou outra, seus lábios rosinhas. Dou de ombros, umedeço os meus lábios e sinto o clima mudar. Nossa, a vontade que tenho é de dar um beijo agora nesse menino. – Belos lábios... sim... – Riu sem graça e nervoso. – Será ousadia minha e muita petulância se eu lhe pedi um beijo... simples... sei lá. – Reviro os olhos e suspiro. Sou tão inocente.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Dom 07 Jan 2018, 22:17

O que é que eu estava fazendo perambulando por aquele lugar quando deveria estar em casa preparando as minhas malas para voltar para Hogwarts? Bom, impossível dizer. Talvez fosse a minha vontade incontrolável de manter distância dos meus primos e de todos os problemas que vinham com eles. Não estava nem um pouco animado para o começo do próximo ano letivo, mas ao mesmo tempo em que me enchia de desgosto quando pensava em Hogwarts, também sentia uma vontade curiosa de voltar as aulas, justamente para que ficasse o maior tempo possível com Ivy. Talvez já tivesse passado da hora de admitir que estava apaixonado ou pelo menos muito confuso, mas deixaria todo o drama adolescente para o final do ano, como garantia de que não estragaria tudo no processo. Sem muita certeza do que faria naquele dia, acabei concordando em me encontrar com o meu irmão em um pequeno bar na Irlanda, antes de voltar para casa. Achei estranho ele simplesmente não esperar lá, já que em poucos dias nós simplesmente estaríamos unidos até a morte na inevitável viagem pelo expresso. Mas entendia que ele só queria sair de casa, e acabei não reclamando muito.

Com as desculpas certas e a enrolação básica que sempre acompanhava as minhas falas, acabei convencendo minha tia a me deixar livre por algumas horas, antes de retornarmos para Londres e me apressei para chegar ao bar, sem ares de compromisso. A primeira impressão que tive, logo de cara, é que deveria me mandar daquele lugar. Não por ser mal frequentado, mas porque não me trazia a melhor das sensações e raramente o meu instinto falhava em momentos como aquele. Me sentei inquieto, fitando a porta. Não demorou muito para que Levi aparecesse, emburrado como sempre. Prensei os lábios para esconder um riso meio irônico e deixei que ele liberasse todos os seus sentimentos de adolescente oprimido, enquanto pensava se estava com fome ou não. Nossas conversas eram sempre as mesmas, talvez por isso já não me concentrasse tanto nos detalhes. — E você vai fazer o que exatamente, morar debaixo da ponte? — Apoiei-me na mesa, inquirindo-o com os olhos. — Ou talvez você queira ficar com o nosso pai, pode ser uma opção também. — Sequer tentei esconder o riso, porque mesmo eu que era racional preferiria a ponte. — Olha, o problema da nossa mãe não é a gente, vai por mim. — Comecei, numa tentativa de tirar aquela ideia da cabeça dele, ainda que não a levasse a sério. — Você já parou para pensar que talvez ela se sinta frustrada por causa da separação e por ter ficado com os dois fardos? — Apontei lateralmente para nós dois, tentando manter o tom sério. Imaginava que para ele realmente fosse o fim do mundo ficar preso em Hogwarts mais tempo do que o necessário, mas não era nada realmente sério que merecesse uma medida daquelas, totalmente malplanejada.  

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Dom 07 Jan 2018, 22:54

Ao infinito e além!
Contrabando era a única forma de conseguir comer doces a hora que quisesse sem  a mãe ou os tios brigarem consigo sobre o açúcar tirar o sono  ou deixá-lo preguiçoso demais para ir pro imenso quintal brincar ou então ajudar os adultos na colheita de frutas e hortaliças.  Vlad nunca entendeu essa parte "natureba" da família, mas aprendera a amá-los como eram e isso incluia ter de esconder metade dos doces que comprava com os galeões de mesada dentro de uma fronha de travesseiros dentro do guarda-roupas. — Você nem imagina como é difícil manter abastecido os estoques de doces dos Ceallach, minha mãe sempre compra. Mas vive escondendo porque eu e minha irmã somos duas formigas viciadas em açúcar. —   confessou com um  sorriso pequeno a brincar nos lábios. Mas logo fechou a expressão ao notar que o garoto mais velho estava gastando com sua cara e com sua habilidade, ou a falta dela, de vôo. Era uma bela ousadia rir de alguém que era fadado ao prodígio do fracasso na questão de esportes. Tão desatualizado que sequer tinha um time de quadribol para o qual torcesse  com quase insanamente. — Hey! Por que quer assistir uma das minhas aulas? Sinceramente viu... Acho que o professor te usaria como acompanhante pra me levar à Ala Hospitalar.   —    disse rolando os olhos claros de modo impaciente apenas por imaginar o mico que pagaria ao beijar o chão com Thaddeus na platéia assistindo suas falhas tentativas de vôo. —  Eu adoro tanto as aulas de vôo que dei  um jeito de cabular as duas últimas e ir pras estufas.  —    falou rindo baixo e então olhou pra cima, pro céu escuro. Pelo menos a futura carreira não estava listado como quesito um bom desempenho com vassouras.  A não ser que até que se formasse medibruxaria fosse virada do avesso. Ele falou que lhe mandaria uma coruja assim que tudo se normalizasse e Vladimir torcia pra que o final da história fosse boa e talvez quem sabe ele não toparia com Thaddeus no trem de Hogwarts na ida para a escola, pensando nisso fixou os olhos no menino mais velho e disse: — Vou ficar esperando uma coruja sua! —    alertou  baixando os olhos para encarar o garoto, era uma advertência, mas o baixinho tinha um pequeno sorriso brincando nos lábios finos. 
O russo notou uma certa mudança no ar que antea estava fresco agora parecia abafado, talvez fosse pela última frase que ouvira ou pelo fato do rosto estar quente e das orelhas queimando.  Ele engoliu em seco e apertou as unhas nas palmas da mão. " Qual é Vlad, deixa de ser tão paranóico ". Era sua consciência estabelecendo um curto debate se deveria se levantar exasperado e brigar com o mais velho ou ceder a curiosidade de descobrir se os lábios alheios eram tão macios quanto pareciam ser quando eram insistentemente mordidos. Recuperou o controle sobre suas emoções e sobre seus pensamentos segundos depois do pequeno surto interior que deve ter resultado em um cenho franzido e a boca ligeiramente aberta em surpresa por tamanha audácia, coragem e ousadia. Se bem que, se parasse para pensar fazia sentido ele pentencer a casa onde a Audácia era um dos " requisitos " por assim dizer. Balançou a cabeça rapidamente e fitou Thaddeus por um tempinho antes de abrir a boca e responder:  — Realmente... É bastante ousadia e petulância sua pedir algo assim... Mas estaria mentindo se dissesse que não pensei a mesma coisa. —    não pode conter um riso baixo que escapou, Vlad mordeu o inferior e olhou o garoto, ele parecia estar morrendo de vergonha o que era realmente fofo e lhe dava vontade de afagar os cabelos.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Seg 08 Jan 2018, 02:26

A todo instante vinha os surtos de descontrole ao manter a calma durante aquela conversa que para o restante do mundo parecia ser saudável e afetuosa entre irmãos. Evan, quando queria, era o extremo de insuportável com sua lição de moral porque ele defendia a nossa mãe com tanto vigor que não conseguia entender um terço do que eu estava dizendo, mas continuei suspirando como sempre o fazia. — Você pode falar que nosso pai é um lixo e que eu também não faço muito para ajudar na escola, mas eu tenho tido alguns problemas em Hogwarts que eu não queria contar. — dei de ombros, passando a mão pelo meu cabelo ruivo desajeitado. Poderia até parecer que eu era incompreensível, mas eu entendia os problemas que a mãe vinha lidando e por essa razão eu evitava discutir com ela e recorrer às ruas para ter um pouco de paz. Mas o que eu poderia dizer se eu era o mal dos McBride por pura natureza? — Eu sei que você tem uma tolerância zero com ele, só que nunca passou pela sua cabeça que talvez ele estivesse realmente disposto a mudar? — questionei com sinceridade, não me importando bastante se a resposta que viria fosse a mais óbvia de todas, mas eu precisava desenrolar para chegar ao ponto que eu queria, que era a carta que havia recebido alguns dias antes do nosso encontro no bar e até mesmo antes da viagem de volta para a Irlanda.

E pela resposta dele, não demorei a apanhar a carta que estava no bolso da minha calça e a desdobrá-la para que ele conseguisse ler nitidamente o que estava escrito ao fundo. — No primeiro momento eu amassei e joguei perto da lareira. — expliquei em relação ao pergaminho estar amassado por completo e queimado nas bordas, no que rapidamente o entreguei. A mensagem era do nosso pai e nela pedia uma chance para que pudesse se redimir das atitudes idiotas que teve com a gente. Eu não acreditava muito no perdão que ele suplicava, mas estava curioso para saber se ele tinha alguma probabilidade de ser um menos filho da mãe com a gente embora na carta ele parecesse se preocupar menos com a minha reação e mais com a do meu irmão, que realmente não queria vê-lo pintado nem de ouro. — Não sei se é certo contar para ela sobre isso e eu não vou chegar dizendo. — fitei-o, perplexo. — Eu não sou irracional, Evan. — ressaltei, franzindo o cenho por saber que Evan poderia estar imaginando que eu estava sendo egoísta ao pensar em mim e não na nossa mãe e era por essas e outras que eu costumava não falar nada. Sim, eu tinha um jeito diferente de me demonstrar para as pessoas, inclusive aos meus parentes, e nem fosse essa a palavra que eu realmente quisesse dizer, mas o fato de eu estar irritado com ela não significava que eu a amava mais ou menos.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Ter 09 Jan 2018, 21:55

Beijo?
Vlad assume que ele e sua irmã, são viciados em doces, chamados de formigas ambulantes e por esse motivo, sua mãe esconde os doces que entram na casa. Sorriu achando graça e o imaginando com uma cabecinha de formiga, nesse exato momento. Céus, que imaginação estupida essa minha. – Céus, não consigo ser tão viciado assim em doces. Só consumo o necessário mesmo. – Riu e mordo meu lábio inferior. Vladmir parece um pouco incomodado com a ideia de eu lhe assisti na aula de voo, só para poder lhe ver caindo da vassoura, o que não deixa de ser uma imagem bem engraçada, porém, maldosa..., mas não ligo, afinal, todos caímos um dia e depois levantamos. É assim que aprendemos. – Eu prometo não rir da sua miséria, Vladmir. – Afirmo estendendo a mão lhe prometendo, provando que não estou cruzando os dedos. O garoto assume cabular aulas, o que não costumo fazer com nenhuma, afinal, quero me formar com ótimas notas e ser um auror bacana.

– Isso é feio, mocinho, porém compreensível. – Sorriu por educação e olho para cima também observando o céu. Um pouco de silencio, mas logo ele trata de me responder a respeito da coruja que lhe digo que enviarei. Ele me encara e diz que vai ficar esperando, sorriu em resposta e sinto seu nervosismo quando falo do beijo. Moro meu lábio inferior e fico lhe fitando com vontade de sorri, mas não faço isso. Penso que vou receber um fora, uma patada, mas o que ouço, faz eu largar meu lábio e deixar transparecer um lindo sorriso. Me aproximo do loiro, seguro seu rosto e a vontade que tenho agora é de avançar mais e lhe beijar. Lentamente vou me aproximando mais até senti a ponta do meu nariz triscar na sua. – Desculpa! – Sussurro sentindo sua respiração acariciar minha face e colo meus lábios nos seus, dando-lhe total poder de escolha. Retribui ou me afasta.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qua 10 Jan 2018, 00:23

Que perfume!
Melhor que amiga... é homem!
Elsa, não acredito que você não vem. Você marca comigo e em cima da hora, literalmente, desmarca? – Pergunto enfurecida sentindo minhas bochechas arderem. Minhas pernas tremem de nervoso e assim, meus pés esmagados nesses saltos, vão começar a doer. – Você é uma péssima amiga... – A ouço e começo a trincar os dentes. – Qual foi o combinado, flor? Nos encontrarmos e conversarmos melhor sobre o rompimento da sua relação. – Mordo meu lábio inferior. – Vocês voltaram? – Indago incrédula e fico boquiaberta. – Elsa, esse filho de uma ratazana lhe espanca e você ainda vem me dizer que o ama? – Sinto meus batimentos cardíacos acelerarem de nervoso mesmo, porque ataque por causa dessa rapariga, eu não vou dar, muito menos de pelanca. – É o seguinte, da próxima vez que eu ficar sabendo que ele estendeu a mão para você e lhe agrediu, terei o prazer de publicar no Profeta Diário e denunciá-lo, sem piedade e sem ouvi suas suplicas. Agressão contra mulher é crime e você mais do que nunca, qual é a consequência dessa submissão patética. – Bravejo e desligo o telefone em sua cara.

A vontade que tenho é de jogar esse aparelho no chão e pisoteá-lo terrivelmente. Elsa é minha melhor amiga, como uma irmã para mim, estudamos juntas e seguimos a mesma carreira. Lhe ver sofrendo e fingindo que ama aquele miserável, dói minha alma. É por isso que não em apego a ninguém. Gosto muito de ser linda, livre, leve e solta. Adoro mesmo é beijar na boca e mandar todos se lascarem.  Suspiro profundamente, completamente arrasada e frustrada. Pensei que teria uma noite com minha amiga, pensei que a consolaria e beberíamos muito até esquecermos como voltamos para nossas casas... isso se voltássemos. Olho para a faixada do estabelecimento e depois para o letreiro: Odeon Bar & Grill. – Foda-se! – Resmungo e adentro segurando minha carteira de mão com força depois de guardar meu telefone móvel. O lugar não está muito cheio e nem muito vazio, na verdade, não me importo com a quantidade de gente, mas preciso observar os rapazes, afinal, mulher também pode caçar. Sorriu e olho de soslaio uma mulher que passa por mim embriagada. Eu quero deixar esse lugar pior que ela.

– Uma dose dupla de Jack Daniels, por favor. – Peço ao barman me sentando em uma cadeira do balcão. Não demora muito para o rapaz trazer meu pedido, sorriu em forma de agradecimento e não custo em bebericar, sentindo o gosto seco descer por minha garganta e a queimando todinha. Isso sim que é uma dor necessária e não a vinda de mãos masculinas. Reviro os olhos. Quero dizer, a dor vinda de um homem precisa ser necessariamente a que nos proporciona prazer... para quem gosta. Um rapaz passar por sim e seu perfume maravilhoso fica no ar, o que chama minha atenção. – Se me permite, qual perfume está usando? – Pergunto chamando sua atenção e o parando. – Posso senti-lo de mais perto? – Indago, mordo meu lábio inferior, me levanto segurando meu copo. Dou uma bebericada e aproximo meu nariz do seu pescoço sem pedi licença. – Nossa, que gostoso! – Sussurro cheia de malicia e volto ao meu lugar o encarando com um sorriso de lado, quase igual ao da Monalisa.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qua 10 Jan 2018, 13:45


( A ) abordagem.
Procurei uma camisa no meu armário por longos minutos. Nada parecia que ia me fazer me sentir bem. As roupas que tinha eram apenas as que tinham comprado para mim semana passada, algumas boas, outras só poderiam ser utilizadas em certas ocasiões. Dei de ombros, escolhi uma blusa azul e uma camisa branca e logo vesti ambas junto com uma calça jeans que deixava sempre no cantinho da cama para as ocasiões que ia dar uma saída para algum lugar de meu interesse. Por fim, dei uma última olhada no espelho do banheiro de casa e arrumei o cabelo do jeito que sempre o deixava para sair, tudo parecia ter seu próprio jeito, um jeito que jamais poderia mudar. Era até mesmo uma frescura minha passar perfume, tanto que o fiz bem rapidamente. Passando na região do pescoço e perto da região do osso chamado rádio de meu braço. Dei um pequeno sorriso para mim mesmo no espelho e por fim, abandonei minha casa aparatando para o Odeon, um dos bares que frequentava sempre quando não tinha nada para fazer.

Não era um consumidor de nenhum tipo de cerveja quando estava cem por cento bem, também não tinha o menor interesse em beber algo de teor alcoólico. Adentrei ao bar e fui direto para uma das mesas, já colocando uma plaquinha para avisar que já tinham alugado a mesma. Dessa vez, havia esquecido de alugar por antecedência, por sorte, o meu lugar jamais era o escolhido por ficar bem no meio do bar. Me levantei de minha cadeira e fui para perto do barman, procurando algo para beber que não me comprometesse mais tarde ou me fizesse sentir arrependido. Olhei para os lados e vi uma mulher que acabei não ligando muito de primeira. Olhei para os olhos do barman e sorri de canto, já olhando na prateleira para ver se alguma coisa que o local tinha poderia saciar a minha sede. - Quero um daqueles refrigerantes de limão, por favor. - pedia sem abrir mão do sorriso que tinha deixado em minha face. Comecei a pensar nos problemas da vida, o afastamento de meu sobrinho, a saída de minha irmã de casa e várias outras coisas, até que fui interrompido por uma mulher que alegava um forte cheiro de perfume, era a mesma a qual eu havia ignorado a presença antes.

- Olha, eu nunca vejo a marca do perfume quando uso. Mas geralmente são ótimos perfumes que vêm da frança. - virei meus olhos claros para a mulher cujo abordagem havia sido feita. - Erhm... Claro... - dizia levemente tímido ao perceber que a mulher queria sentir o cheiro do perfume que usava, não me importava muito com aquilo, mas acabava achando toda aquela situação esquisita. Encarei a mulher enquanto esperava meu copo. O mesmo não demorou para chegar e assim que o vi, dei uma golada em seco, quase que forçada. Desviava também o meu olhar para o ambiente ao redor e principalmente para a mesa que havia alugado há pouco tempo atrás. - Se não se importar, tem uma mesa que eu aluguei bem ali no centro do bar... - convidava indiretamente, ainda com receio de falar qualquer coisa sobre mim, não sabia ao certo com quem estava lidando.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qui 11 Jan 2018, 00:21

Que perfume!
Melhor que amiga... é homem!
E
u poderia continuar reclamando que minha noite está péssima ou fazê-la ficar perfeita na companhia desse novinho lindo e delicioso. Com uma voz gostosa de ouvi, o rapaz afirma não saber o nome do perfume, o que acho engraçado. Acabo rindo durante sua fala. – Os perfumes franceses realmente são maravilhosos. – Concordo com ele e fico feliz em todas as partes do meu corpo quando ele consente com minha audácia em lhe cheirar de pertinho, que por sinal, é divino. Quando seu copo de bebida chega e ele vira rapidamente, convida-me para lhe fazer companhia na mesa que alugou. Minha razão diz que devo me despedi e voltar para minha casa, mas eu digo que sou ousada e vou ficar, afinal, quero poder me diverti, nem que seja bebendo e comendo um pouco com um total desconhecido. – É um convite ou uma despedida? – Pergunto fazendo a linha da desentendida. – Mas tudo bem, lhe faço companhia, afinal, duas pessoas lindas não podem ficar sozinhas em uma noite chata como essa. – Confesso e juntos vamos até a mesa.

Poderia esperar seu momento cavalheiro em puxar a cadeira para mim, mas não gosto disso, não quero ser mais uma louca iludida. Sento-me e o encaro com um lindo sorriso que acho fofo. – Não nos apresentamos! – Afirmo chocada. – Sou Anira Stackhouse... senhorita, por favor. – Sorriu graciosamente e lhe estendo minha mão para que o mesmo beijo as costas da mesma. O mal da apresentação é que muitos homens que conheci em momentos como esses, mentiram seus nomes e eu bobinha dei o meu verdadeiro. Mas depois pensei pelo lado positivo... para quer vou querer saber seus nomes já que não vou procura-los depois? São apenas objetos que usamos e descartamos. – Por que alugou uma mesa para a preencher sozinho? – Indago curiosa. Faz parte de mim ser tão perguntadora. – Eu marquei com uma amiga que rompeu um relacionamento e me deixou sozinha porque voltaram. – Desabafo e reviro os olhos entediada. Em uma última golada, bebo meu uísque. - Se eu estiver falando muito, sabe como me calar. - Solto uma piscadela. - Avisando-me! - Mordo meu lábio inferior. Nossa, eu sou tão tagarela.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qui 11 Jan 2018, 12:21


( A ) abordagem.
Sentia-me um pouco invadido após ter sido cheirado pela mulher que há pouco havia começado a conversar. Não era algo normal e inúmeras coisas negativas começavam a passar em minha cabeça, tentava não ligar para elas mas acabava sendo um pouco difícil. O perfume que eu havia escolhido era realmente um dos melhores que eu tinha, mas não sabia que ele tinha um poder de chamar tanto a atenção de outras pessoas. Talvez nem fosse o perfume e sim minha aparência. Sabia que era bonito e que chamava a atenção, antes, negava até a morte que era bonito mas acabei aceitando já que muitos dos meus amigos insistiram na mesma tecla. - Err... Eu também gosto deles, sempre que vejo vendendo nas lojas corro comprar e... - dei uma pausa para beber um pouco da bebida que estava quase esquentando por ali. Meus olhos focavam mais o copo da bebida do que os da mulher. - Certamente é um convite. - dizia com convicção do que estava falando. Ignorava e elogio vindo da parte dela mas deixava apenas um sorriso um tanto quanto forçado em meu rosto. Nós levantamos e fomos direto para a mesa, onde novamente voltava a dar um gole da bebida que havia pego com o barman.

A parte das apresentações em fim chegara, era fácil me apresentar. - Bom, eu me chamo Matthew... - falei dirigndo meus olhos aos dela e enfim, descobrindo o nome da pessoa que havia me abordado alguns minutos atrás. Sorria e encarava a mão que a mesma estendera, não sabia ao certo o que aquilo significava, mas tratei de estender a mão e apertar a mesma com uma certa insegurança por não saber o que era para ser feito naquele exato momento. - Eu sempre fico sozinho aqui. É um jeito de eu pensar e também dar um tempo nos gritos de criança dentro da minha casa... Sei lá, me ajuda a pensar. - encarei os olhos da mulher em minha frente que havia se apresentado como Anira e por fim, dei de ombros. Sabia que ir ao bar iria melhorar meu modo de pensar porque estava sozinho e nada era melhor para se fazer quando o assunto era "precisar saber o que fazer".

- Hmm, sério? Ainda bem que eu não sofro com esses problemas. - deixei o copo do refrigerante que bebia inteiramente vazio e comecei a rodar o memso em minha mão sem fazer muito barulho. - Convidar amigos é pedir para ter uma espera sem fim da chegada deles. - dei um pequeno sorriso enquanto voltava a dar uma olhada para a região do bar, vendo algumas pessoas se divertirem em suas mesas comendo as mais diversas porções que o mesmo oferecia em seu cardápio. - Pode deixar que eu aviso. So uuma pessoa bem sincera. - comentei enquanto continuava a rodar o copo entre meus dedos, dirigindo meus olhos para o centro da mesa e depois para os dela. - Mas admito que ficar sozinho por aqui nem sempre é bom. - falava sem segundas intenções, como havia dito, era sincero e tudo o que via de errado ou o que pudesse mudar com seus conselhos, alarmava e dizia meu ponto de vista. Encarei o copo da mulher e logo percebi que poderia ser algo de teor alcoólico, tinha que ficar atento quanto a isso.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qui 11 Jan 2018, 16:05

Que perfume!
Melhor que amiga... é homem!
M
atthew... é assim que ele se apresenta. Um nome interessante e bonito, confesso. O mais interessante, engraçado e decepcionante é o Matt apertar minha mão como faz com seus amigos, ao invés de beijar como um cavalheiro. Sorriu, mas não sei se estou constrangida, triste ou achando graça. – O correto era beijar, mas tudo bem! – Falo e retribuo o aperto de mão. Será que ele é gay? Pergunto-me, mas logo sou interrompida quando ele afirma sempre ficar sozinho, o que é triste. – Não gosto de ficar sozinha, sempre estou acompanhada, mas quando me dão um bolo... tipo esse, fico terrivelmente chateada. – Falo recordando-me da conversa que tive com minha amiga pelo celular agora a pouco, antes de entrar nesse bar e encontrar esse carinha interessante. Não sei, tem algo nele que chama minha atenção... será esse seu jeito inocente que não percebe meu flerte ou esse seu jeito meio menina que me faz pensar que seja gay? Não importa, preciso aproveitar essa companhia. Melhor que ficar sozinha pensando em Elsa, ingrata.

– Você não precisa mais ficar sozinho para pensar... pode me chamar sempre que precisar conversar. Dizem que sou uma boa ouvinte, por mais que não pareça. – Sorriu. – Trabalho como jornalista e ouvi é essencial. – Solto uma piscadela. Abro minha carteira d emão, tiro meu cartão com meus contatos e lhe entrego. - Nunca tive problemas com falta de compreensão de minhas amigas. Essa é a primeira vez, mas cada um tem o que merece, Matthew. – Sorriu um pouco sem graça para ele, que se diz ser uma pessoa bastante sincera. – Eu gosto de conversar, é melhor do que nos entregarmos ao silencio. Nossa, qual o problema hoje em dia de se puxar um bom assunto? Serve até besteiras. – Reviro os olhos e observo o rapaz brincar com o copo em sua mão. Certo, preciso parar de ser tão para frente agora e focar em uma conversa saudável como uma mulher madura e mais velha que ele, mesmo com carinha de mais nova. – Por que nem sempre é bom? – Pergunto curiosa, afinal, posso usar a resposta misteriosa para criar uma matéria sobre o perigo de ficar sozinha nas redondezas noturnas da Irlanda. Ou ele está se referindo a tarados dentro desse bar e restaurante...

– Vamos pedi algo, Matthew? – Pergunto docemente e estendo a mão chamando um garçom que está atendendo outra mesa. – Quando vem aqui sozinho, o que costuma comer? – Pergunto curiosa observando o cardápio do local. Sinto um pouco de fome e realmente preciso comer algo para não me embriagar, afinal, estou bebendo e vou continuar. Não quero ficar bêbada na frente desse rapaz bonito que estou conhecendo, preciso manter uma classe, por mais duvidosa que ela seja. – Será que esse Guisado de carne é bom? – Pergunto com um pouco de água na boca, mas não sei se quero uma refeição. Estou sinceramente pensando em pedi apenas uma sobremesa. – Você pode me trazer um Café Cremoso e torradas, por favor? – Peço ao garçom assim que ele chega e fica esperando o pedido do Matt.  Quero algo leve e melhor que continuar bebendo uísque, é beber café para ficar acordada e com energia, ainda mais esse café maravilhoso da Irlanda.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qui 11 Jan 2018, 16:42


( A ) abordagem.
Dei uma boa olhada para a cara de Anira que parecia um pouco surpresa com o meu modo te cumprimentar, de fato não tinha sido a melhor escolha, mas era a única forma que havia encontrado em minha cabeça. Nunca fui muito de seguir aqueles filmes americanos e ingleses de beijar a mulher na mão em sinal de respeito ,sempre preferi se rum pouco mais solto e menos certinho em relação aos cumprimentos. - Ah, sim... Desculpe, não tenho esse costume... De onde vim as pessoas costumam mais apertar a mão uma das outras... - falava com a movimentação dos dedos no copo vazio. Chamava o garçom que, por sua vez, iria ficar um tempo perto de nossa mesa graças ao enorme número de pessoas que o chamavam em nossa região. - É realmente uma droga ser solteiro, eu acho... Sou divorciado e tenho um filho e acho que vou ficar assim por um tempo, talvez até achar a pessoa certa. - abri um sorriso no rosto, dando uma olhada no copo vazio e um pouco de bisbilhotada no copo de Anira. Aproveitei para tocar o o bolso da camisa que usava no momento para saber se o celular estava por lá, um alívio me atingiu no momento em que senti o mesmo por ali. Comecei a pensar no ambiente de casa e como ele deveria estar parado como de costume já que as aulas em Hogwarts estavam voltando e grande parte dos alunos que moram lá já estão indo para o expresso.

- Boa ouvinte, é? Acho que vou pensar no caso. - cruzei os braços e vi a mesma sorrir, já estava até acostumado com aquela moça que há pouco estava tomando atitudes incertas, talvez pela bebida ou por estar realmente brava por ter sido abandonada por sua amiga que decidiu voltar com seu namorado. - Então, quer dizer que é jornalista? Hm, realmente bom saber. - comentava até com certa facilidade, as palavras iam saindo automaticamente para responder as perguntas que a mesma fazia e também os comentários. - Opa. - falava descruzando os braços e pegando o cartão com uma das mãos, dando uma olhada no mesmo e depois o guardando em meio ao bolso onde o celular estava. Sequer passou em minha cabeça dar meu contato para ela naquele momento. Voltei a rodear o copo uma vez em que ela voltou a falar, ficava quieto por um tempo até ela fazer um comentário por eu estar muito quieto para uma pessoa normal. - Eu sou horrível para puxar assunto, confesso. - ria pela primeira vez na conversa, dando uma leve puxada na manga da blusa e de olho atento ao garçom. - Não acho bom as vezes por problemas mesmo. O povo daqui acaba bebendo demais algumas vezes e acabo ficando com vergonha das situações que encaro por aqui. - respondia a colocação da mesma sem nem mesmo esbarrar nas próprias palavras, tinha a resposta certa para aquela pergunta.

- Pode pedir tranquilamente. - dizia tendo em mente que o garçom havia parado exatamente do lado de nossa mesa, dei um sorriso para o mesmo e pedi que o mesmo trouxesse mais um daqueles refrigerantes de uva que não gostava apenas para torturar a si mesmo com aquele gosto azedo, próximo ao gosto do vinho, mas que tomava por não ter nem um pingo de gosto de álcool. - Bom, eu como Bacon and Cabbage, Fish and Chips e de manhã o Irish Breakfast. - comentava voltando a focalizar seus olhos em direção a Anira. - Nunca comi, logo não vou falar muito. Mas, se tratando de carne, tudo é bom. - sorria para ambas as pessoas, tanto ao garçom quanto para Anira. - Quero o de sempre. - fazia menção ao garçom que já tinha em mente o que seria e o vi anotar o pedido de Anira também. - Ah, cancela o refrigerante e coloca café no lugar pra mim, por favor. - sorria e piscava, era a hora de começar a tomar café sem parar para voltar a ler meus livros de história da magia assim que chegasse em casa, era fanático por essa matéria. - Também é fã de café, não? Servem vários tipos aqui, principalmente de torrada... Alguns vem até com olhos, bocas e nariz... É bizarro... - comentava, voltando a cruzar os braços e prestar atenção em Anira, ignorando tudo e todos ao meu redor.


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 13 Jan 2018, 01:09

Cara certinho!
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E
le me pede desculpas por não beijar minha mãe dando a desculpa que está acostumado a apertar a mão das pessoas, o que não era necessário, só queria comentar mesmo, mas acho que fui um pouco grossa, talvez. Ei, eu não sou uma pessoa qualquer, sou uma mulher e gosto dessas coisinhas... ah, não vou ficar ligando para isso. – Fique tranquilo, sou um pouco vaidosa. – Sorriu e ouço sua pequena e resumida história. Solteiro, divorciado e tem filho. Achar a pessoa certa... repito suas palavras mentalmente, sempre alimentando a simpatia em meus lábios. Observo também os seus movimentos com as mãos e olhos, o que julgo ser interessante. – Eu corri de três casamentos. – Confesso e reviro os olhos tentando não me recordar muito. – Fiquei louca nessas relações... cobranças desnecessárias, ciúmes excessivos e possessivos. – Listo os defeitos. – Se for para encontrar um homem assim, prefiro continuar solteira e você está mais que certo em continuar esperando. – Sorriu e objeto o ambiente.

Quando assumo que sou uma boa ouvinte, Matt diz que vai pensar no caso, com tamanha simpatia, fazendo transparecer em meus lábios um leve sorriso. – Exatamente, trabalho no Profeta Diário. – Respondo com um pouco de empolgação. Falar do meu trabalho é maravilhoso, mas preciso focar no rapaz em minha frente e seus mistérios. – Puxar assunto é comigo mesmo, pode ficar tranquilo caso as suas palavras não saiam. – Riu da minha piada sem graça. Ele comenta sobre as pessoas que saem bêbedas, denotando ser um cara certinho. Então ele não pode me ver bêbada nem aqui e nem no Caribe. Se falo muito sóbria, imagina cheia de álcool? Tento não ri do meu pensamento. Da última vez que bebi muito em um evento trouxa, acabei acordando na cama com cinco mulheres. Eu tenho certeza que não aconteceu nada. Jamais me deitaria com o mesmo sexo. Nossa, que nojo, eu não nasci para bater bife.

Após meu pedido, ele faz o seu e afirma nunca ter comido guisado. – Estamos no mesmo barco então. Por isso prefiro pedi o que conheço e já experimentei. – Falo e observo o garçom, se retirando. Passo a ponta do meu indicador na borda do meu copo vazio. – Gosto de café quando estou redigindo matérias e nunca tomei esses cafés com ingredientes especiais. – Riu divertindo-me com seu comentário. – Mas... – Ele está falando sério? – É verdade? – Pergunto incrédula pensando no café que pedi e que daqui a pouco vai chegar. – Não gosto de tomar essas bebidas com esses presentinhos estranhos e realmente bizarros. Fiquei até receosa em beber o café que pedi. – Sorriu revirando os olhos. Às vezes pareço uma adolescente besta. – Sim, Matthew, de onde você é? Fiquei curiosa em saber qual lugar cumprimentam as mulheres com apertos de mão. – Riu o observando. Vez ou outra, pego-me olhando para seus lábios, nariz e mãos.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 13 Jan 2018, 13:00


( A ) abordagem.
Ouvia Anira dizer tudo sobre ela no quesito relacionamentos. Ela dizia ter corrido de três casamentos e na minha cabeça passaram várias e várias coisas, inclusive se ela era o problema ou se as outras pessoas que possuíam problemas. Ela também dizia ser vaidosa, eu também era um pouco, só saía de casa quando o cabelo tinha ficado exatamente do jeito que eu havia em mente. - Acho que todo mundo é um pouco vaidoso no fundo. Realmente, relacionamentos só dão dor de cabeça e esse é um dos principais motivos do porque estou querendo me afastar disso no momento. - sorri enquanto dava mais uma bebida no café que há pouco havia chegado, junto com o guisado que Anira havia pedido para o garçom poucos minutos atrás. - Trabalha no Profeta Diário então? Hmm, interessante... É meio complicado achar quem trabalha lá hoje em dia... - comentei tendo uma leve lembrança do quão difícil era de se achar alguém que era influência na mídia bruxa hoje em dia. Cada vez mais está fácil se achar quem faz parte do Pasquim ou do Profeta Diário, ficava feliz por ter um maior contato com quem fazia parte desses dois e ao mesmo tempo com medo, jamais saberia se estaria cometendo uma gafe ou não.

- Então... Não vai ser problema para tirar um assunto de mim, já que é tão fácil puxar assunto. - esbocei um sorriso mas acabei rindo por fim. - Dramas familiares são os assuntos que eu mais procuro evitar. Geralmente falam que eu estou errado, mas eu não julgo assim. - mencionava por cima o drama familiar em que vivia. Minha ex-esposa sofria de alguns problemas mentais, o que acabou sendo um dos principais motivos de minha separação. Dias depois da mesma, acabei descobrindo que ela havia sido internada com a maior pressa possível para que pudesse ser tratada. Não tinha mais o mesmo sentimento pela mesma, por isso, preferia esquecer aquela mulher e seguir em frente, sem ter medo de viver o hoje e o amanhã. Encarei o guisado da mesma e cheguei mais perto para sentir o cheiro, era bom, não era um daqueles que parecia ter sido feito às pressas. Voltei também a olhar o antigo copo de Anira, aquele que parecia ter bebida alcoólica e depois para o café, não parecia ter muito sentido virar da água pro vinho tão rapidamente, alguma coisa estava de errado ali.

- Sempre é uma boa ideia pedir o que você já comeu antes. Nunca falha. - retirei meus olhos de ambos os copos e os virei para Anira, dando mais uma golada no café que havia escolhido, o mesmo que faria que meu sono não viesse tão cedo e que pudesse me ajudar a devorar os livros que havia comprado há pouco tempo. - Café é uma boa coisa sempre quando se está querendo ler ou escrever algo. Parece que ajuda a cabeça a fluir e... - articulava com as mãos, fazendo movimentos próximos a cabeça. Encarava a mulher por alguns instantes enquanto o assunto de café começava cada vez mais a tomar conta daquela mesa no centro de tudo. - O meu hoje veio com um coelho. Dizem que dão sorte. - falei encarando a xícara de café e dando um sorriso, voltando a beber do mesmo. - Eu? Eu sou da Alemanha... Nasci lá, fiquei até os 7 anos e depois me mudei pra Irlanda. Sou fluente em dois idiomas, Alemão e Inglês... Mas pretendo aprender Francês e Russo. - dirigi meus olhos aos dela dando outro sorriso sincero. - Tanto é que vim a pé para cá, é muito perto de minha casa.  - comentava sem se preocupar, a grande procura de aprender idiomas era por querer se tornar um dono de empresa multinacional de brinquedos bruxos para crianças. - E você? - perguntava por fim. Sentia-me obrigado a ter que fazer aquela pergunta já que ela havia iniciado a conversa.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Dom 14 Jan 2018, 02:25

Cara certinho!
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– E
xatamente! – Concordo com suas palavras, afinal, relacionamento para não dar dor de cabeça, precisa ser muito perfeito e ambos lados precisam de santidade para fazer isso acontecer. – Me relacionei, sofri com dores terríveis de cabeça e ainda teve consequências. – Falo com um ar cansado, me referindo aos preciosos filhos que tenho. Eu gosto de me senti nova e sempre que olho para cada um deles, me vem um aperto no coração, que prova a minha idade e minha experiência sofrida de vida. Matt diz que é complicado encontrar alguém que trabalhe no profeta, o que acho estranho, já que tenho tantos colegas na mídia bruxa, assim como Pasquim. – O mundo bruxo é vasto e nós redatores nos camuflamos muito bem. – Sorriu com a piadinha verídica sobre nossa profissão. Eu não costumo esconder quem sou e o que faço, gosto de dar minha cara a tapa.

O garçom coloca em nossa mesa, nossos pedidos e para minha surpresa, ele coloca um prato de guisado. – Querido, eu não pedi isso, eu apenas comentei e perguntei se era bom. – Resmungo e reviro os olhos. Que saco! – Mas não há problemas, pode deixar. Se veio, foi por um motivo! – Sorriu meigamente tocando a mão do garçom que tenta pegar o prato de volta, o impedindo. Torno a dar atenção ao Matthew que conta como costuma evitar os assuntos de dramas familiares. – Então vamos evitar tocar nesses assuntos e forcarmos no que agrega. – Sorriu e observo meu prato. Até que tem uma aparência agradável. Fixo meu olhar sereno na leve fumaça que dança em minha frente. – Vamos ver se é agradável! – Sussurro e experimento o guisado. Confesso, é uma deliciosa. Após o saborear, deixando minha boca livre para falar sem preocupações, percebo o comportamento do rapaz em minha frente que senti o aroma do meu prato e analisa meu copo vazio e o outro com café. Sorriu. - Se quiser experimentar, fique a vontade! - Lhe ofereço.

Ele fala sobre o café com ingredientes especiais novamente e conta que encontrou um coelho da sorte no seu. Riu do comentário, sem saber se fala a verdade ou está apenas brincando comigo, novamente, mas ele tem um toque de seriedade assustador que me obriga a me comportar enquanto conversarmos. Perto desse rapaz, não consigo ser aquela mulher bem menininha, bem patricinha, bem fogosinha. Isso é aterrorizante! Continuo experimentando meu guisado e sinto falta da torrada que pedi. Nossa, quanta falta de atenção desse garçom focou na conversa e não nos pedidos. – Eu sou da Inglaterra, não muito distante daqui quando aparatamos. Falo muitos idiomas, minha profissão pede isso, amém. – Sorriu. – Você trabalha com algo? Você é um homem fascinante, Matthew que me causa inúmeras curiosidades.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Dom 14 Jan 2018, 17:26


( A ) abordagem
Sorria para a moça sempre que a ouvia falar. De fato, relacionamentos davam mais dor de cabeça do que qualquer outra coisa. por isso preferia manter distância disso até a hora certa. - Dor de cabeça é prejudicial se vier por muito tempo. Tá aí um dos principais motivos do porque não quero nada tão já. - Arqueei as sobrancelhas no momento de minha fala, dando uma risada de alívio por falar aquilo para alguém depois de tanto tempo guardando isso para mim. Mas me sentia completamente lisonjeado em estar conversando com alguém que é da mídia bruxa, poderia dar diversas dicas sobre algumas coisas que achava legal ou que queria ver nas matérias. Mas ainda não tinha uma certa intimidade para essas coisas, preferindo voltar a tomar o café que parecia sempre se renovar dentro de minha xícara, parecia que estava assistindo a cena do Doutor Estranho em Thor: Ragnarök em que o caneco do Thor se enxia sempre que ele dava uma leve bebericada. - Realmente, se camuflam extremamente bem. - Falei, dando uma conferia na xícara para ver se o volume do café subia ou não.

Encarei o garçom trazer o que Anira não havia pedido e tudo o que pude fazer foi disfarçar uma risada com um sorriso, segurando bastante para não rir naquele momento. Mas ela logo em seguida aceitou aquilo que foi colocado na mesa e eu finquei totalmente tranquilo e sem passar vergonha, ainda bem que ela aceitou... - Esse prato deve ser muito bom. - Apontava para o citado vendo o garçom sair de perto da mesa e ir atender as demais. - No caso o que mais agrega aqui é esse café infinito e também as comidas. Então vamos lá. - Estendia os braços e estralava os dedos todos de uma vez, junto com a cabeça. Parecia uma preparação para algum tipo de esporte. Anira logo anunciou que iria provar o prato e eu apenas fiquei em silêncio, voltando a tomar o café, esperando a hora dela oferecer um pouco daquele guisado para mim. - Deve ser realmente bom. - Falava rindo, mas no fundo, fazia uma afirmação verdadeira. Assim que ela ofereceu estendi minha mão e provei uma parte, era bom de verdade. Me arrependia de não ter provado aquilo antes.

Ela enfim perguntou de mim e eu novamente estralei os dedos da mão. - Bom... Eu gerencio uma lojinha de brinquedos bruxos e viajo o mundo todo procurando negócios. Me formei em Recursos Humanos e Administração, curso Química e pretendo fazer um aprofundamento na área. Enfim, sou um estudante desde os quatro aninhos de idade. - Ria com o enorme currículo que tinha e que ainda estava só no começo. De fato era uma pessoa que gostava de estudar e fazia de tudo para ter uma boa vida e um bom salário. - No mundo bruxo, pretendo estudar algo relacionado a história da magia e me formar como historiador mágico... - Focalizei meus olhos no dela e dei mais uma golada do café que dessa vez, realmente acabou. Uma carinha de triste foi bem visível assim que vi o mesmo terminar. - Acho que existem muitas coisas interessantes sobre mim que os outros não sabem. - Voltava a rir um pouco, dando uma passeada com os olhos no ambiente do bar, estava confortável ali e não pretendia sair tão cedo. -Confesso que não sou tão interessante quanto pareço. - Comentava mais uma vez sem abrir mão do sorriso e do olhar constante para Anira. - Tem algo que queira falar para mim? - Perguntei com um certo tom de curiosidade, enquanto isso, voltava a pedir o café para o garçom que mais tarde traria uma grande jarra, faria a festa com toda aquela quantidade de café.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Ter 16 Jan 2018, 12:23

Cara certinho!
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T
emos ideias parecidas em relação a relacionamento. Ele parece ser muito reservado e nada galinha como eu ou demais homens, o que verdadeiramente chama minha atenção e a vontade de lhe levar para cama só faz crescer. Nossa, tenho tanto prazer com esses homens quietos e difíceis de decifrar. Ele comentou algumas vezes, outrora, que não pretende nenhum relacionamento tão cedo, mas fala isso porque sabe que tenho algum interesse em seu corpinho e boquinha ou porque realmente está sendo sincero? Adoro me fazer essas perguntas e imaginar as respostas. Ele pode estar se enganando, afinal, eu também não quero relacionamentos. Sou uma mulher bem resolvida e ficar sem me apegar é meu dilema. – Então estamos navegando no mesmo barco, Matt. – Sorriu. – Posso lhe chamar assim? – Indago o fitando. Esse rapaz parece ter uma mente muito ativa, sempre pensando em algo e bem observador. Seus olhos não ficam quietos e sempre analisam pequenas partes que compõem nossa mesa. Como a xícara. O que ele está pensando sobre ela? – Nos revelar rapidamente tira toda a graça da investigação para uma boa matéria. – Afirmo e riu. – Acho que minha matéria sobre você desceu pelo ralo. – Dou de ombros.

Matt depois de elogiar meu prato e o observar, aceita experimentar. Não custa nada dividi um pouco com um carinha genial que estou conhecendo. Estou me sentindo em programas de culinária que o convidado experimenta minha refeição e fico naquela expectativa de ver sua reação saboreando minha nova receita. Ele come com prazer e sei que realmente gostou. Volto a beber meu café e comer o guisado enquanto Matthew começa a falar sobre seu trabalho, gerenciando uma loja de brinquedos bruxos, o que acho fofo. Formado em recursos humanos e administração, cursos que nunca cogitei em fazer. No mundo bruxo, ele tem interesse na história da magia. Já conheci muitas pessoas com esse sonho de viajar por aí e fico me perguntando qual a graça de ser um historiador. Eu não consigo viver sempre fora da minha casa. – Ambicioso, Matt? – Sorriu, beberico meu café. – Toda minha vida é focada ao jornalismo. Adoro todos os meios de comunicação. – Contenho-me para não falar maldade para ele, afinal, ele não me parece ser um homem que gosta de ouvi essas coisas de uma desconhecida. Ele fala que existem coisas interessantes nele que muitos desconhecem e fico intrigada. Nossa! – Falar? São tantas palavras que prefiro deixa-las guardadinha dentro da minha cabecinha. – Riu e lhe ofereço mais guisado. – Coma comigo, não vou consegui acabar sozinha. – Sussurro, pego um pedacinho de carne no garfo e lhe estendo para lhe dar na boca.

– Você estudou em Hogwarts? Nossas diferenças de idade com certeza não nos fizeram estudar na mesma época. – Pondero após afirmar. – Foi um tempo bom, confesso, aprontei muito, mas não deixei de me dedicar aos estudos e me tonar uma mulher deveras sabia. Me orgulho em falar isso. – Começo a falar de mim. – Hoje ainda busco conhecimento, é fundamental para o enriquecimento da nossa mente, você me entende. – Sorriu e bebo o resto do meu café quando o garçom chega após o chamado do Matt com uma jarra. Ele enche nossos copos e a deixa em nossa mesa se retirando. – Bebendo tanto café, tenho certeza que não vou consegui dormi essa noite. – Reviro os olhos rindo. – Melhor café que álcool. – Afirmo, como mais um pouco de guisado que já está na metade. – E você tem algo para me falar? – Pergunto mordendo meu lábio inferior em meio a um sorriso que faz parecer minhas covinhas.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qua 17 Jan 2018, 18:22


( A ) abordagem
Continuei olhando para ela enquanto focava minha atenção no café que acabou chegando um pouco depois dela dizer algumas coisas. Estiquei meus braços sobre a mesma e dei uma mordiscada nos lábios. - Pode, não vejo problemas... Aliás, até prefiro. - Sorria ainda com o corpo inclinado na cadeira. Depois, voltei a me encostar, colocando os braços na nuca e dando uma leve espreguiçada e uma bocejada bem rápida, voltando para a conversa daquela mesa. - Oh, sim... Eu entendo... - Dizia tendo certeza que Anira tinha seus motivos para esconder sua identidade, só não via um motivo para ela ser se revelado tão fácil momentos antes de começarmos toda aquela conversa. Parecia um quebra-cabeça que aos poucos ia se formando quando eu ligava um fato ao outro. Chegava até a notar a mudança de humor vindo dela, de algo mais arisco para alguém mais comportada, calma. Realmente algo não estava fazendo sentido, minha cabeça me fez pensar que ela queria algo de mim, ainda mais contando tudo sobre ela e sendo extremamente educada oferecendo seu guisado momentos antes de comer. Minha mente parecia ter virado um escritório de investigação, todas as peças iam se juntando e cada vez mais eu pensava em que ela realmente queria algo comigo, afinal, não era comum alguém mudar o seu modo de ser por uma pessoa. - Acho que estou aliviado. - Falava com a mão em frente a boca, com o cotovelo grudado na mesa do bar.

- Eu não sou ambicioso, eu acho... Gosto das coisas na hora certa e na medida certa. Também costumo dar passos extremamente calculados para não fazer besteira. - Arqueava as sobrancelhas, dando um sorriso ainda com a mão em frente a boca. Peguei a xícara de café novamente e dei uma golada. - Eu não sei o que esperar do jornalismo com toda essa modernidade ultimamente. Temo o dia em que as notícias irão escrever a si mesmo num papel com toda essa tecnologia do mundo trouxa. Talvez os bruxos acabem até aderindo. - Devolvia a xícara de café que ainda estava na metade e ergui os ombros para arrumar a jaqueta marrom que usava naquele momento. Encarei ela levar uma colher até mim e educadamente peguei a colher da mão dela e comi, dando um sorriso na mesma hora em que fazia tudo isso. Estava ficando cada vez mais atento com as ações dela. - Só não deixei ser na boca porque tem muita gente olhando e ficaria levemente envergonhado. - Mentia pela primeira vez em anos, talvez por me sentir levemente inseguro sendo extremamente frio e calculista internamente. Mas a real era que não conhecia a mulher totalmente.

- Estudei, fui da Lufa-Lufa... Talvez as características da casa ainda estão em mim. Coisas que eu nunca deixei de ser... Leal, bondoso e uma pessoa que privilegia o jogo limpo acima de tudo. - Cruzava os braços e colocava uma perna em cima da outra, formando um "4" enquanto estava sentado. - Eu não aprontei muita coisa. Fui sempre certinho e com medo de sair da linha. Mas no último dia, demos um jeito de produzir fogos de artifício dentro da comunal e saímos pelo salão principal soltando junto com o povo da Grifinória. Foi um dos dias mais memoráveis para mim. - Ria só de lembrar da cara de preocupação que o diretor fez naquela hora que viu uma multidão de alunos com vários rojões por aí, todos mirando o céu do salão principal, melhor ainda, era na hora da jantar, de noite. No fim, ninguém acabou punido, bom, pelo menos eu. - Conhecimento sempre é bom quando se sabe dosa-lo. Não adianta devorar um livro e depois não lembrar bolhufas do que leu ou não saber explicar. - Sorria, dando uma mexida nos braços ainda cruzados. - Er... Não... Acho que falei tudo. - Concluía por fim, dando um sorriso e já olhando para o garçom na mesa ao lado, estava enfrentando uma dúvida mortal naquele momento.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 20 Jan 2018, 11:55

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atthew me permite lhe chamar de Matt, o que é um alivio, gosto de usar nomes curtos para as pessoas. Conversar com ele está sendo um tanto diferente para mim. Já conheci diversas pessoas com seus variados jeitos e trejeitos, mas jamais me senti acanhada ou com a necessidade de tentar me comportar como uma mulher padronizada, caladinha, peneirada e moldada da forma que a sociedade quer. Confesso, é deveras chato ser assim, mas é algo que não estou conseguindo controlar. Sou adaptável aos momentos, situações e principalmente as circunstâncias. Interesse por ele talvez? Não sei, mas sinto que devo realmente me preocupar com essa nuança de sentimentos e pensamentos que norteiam minha mente tão agitada. – Aliviado? – O questiono após sua afirmação e fico curiosa para entender. Matt coloca seus cotovelos sobre a mesa e deixa sua mão em frente à sua boca. Observo o comportamento, o que me deixa intrigada. Ah como eu daria tudo para penetrar nessa cabecinha pensante.

O rapaz não é ambicioso, segundo as suas palavras ditas a mim. É calculista e isso eu já percebi quando começamos a conversar, notei seu senso de observação e seus olhos, circulavam todo o ambiente ao nosso redor. – Eu julgo a ambição como uma qualidade, claro, quando a moderamos e a usamos para nossa elevação espiritual. – Bebo o resto do café e como guisado. – Se esse dia chegar, será meu fim! – Afirmo com um sorriso de preocupação. – Prezo muito nossa mão de obra e nosso toque pessoal para transmitirmos as matérias aos assinantes. – Sorriu, suspiro discretamente e deslizo meu olhar para seu cabelo, depois, torno a fitar seus olhos. Quando o ofereço mais guisado na boquinha, ele descaradamente o que me deixa irritadinha, pega a colher em minha mãe e come. Isso notoriamente foi um fora e sinto que estou lhe desagradando. Sua companhia agora é apenas por educação? Sorriu sem graça com sua explicação, perco o apetite e devolvo a colher ao prato com um pouco de comida ainda. Tento ignorar esse acontecimento quando o mesmo começa a contar sobre sua estadia em Hogwarts na Lufa-Lufa.

O escuto, mas confesso que não estou chegando a lhe ouvi direito. Minha cabeça está longe, totalmente longe dessa situação e desse mico que estou pagando. Constrangida? Creio que é essa a palavra que descrevo esse momento. Ele ria e se divertia com suas histórias de fogos de artifícios que soltaram e é difícil o imaginar nessa cena, então fica tudo turvo em minha cabeça, uma imaginem incoerente e louca. Ele conclui seu falatório e se não fosse o fora que recebi desde que começamos a conversar, eu estaria mais interessada em suas façanhas enquanto garotinho. Sou uma mulher que já deixou a flor da idade, jovem de aparência e carregada de idade, cheia de experiências e essa só será mais uma que vou adicionar em minha vida. Sinto que já está na hora de parti, sorriu para o Matt, ergo minha mão pedindo a conta ao garçom que logo se aproxima para fazer os cálculos e me entregar um papel com valor. – Receio que nossa conversa chegou ao fim, querido. – Retiro da minha carteira de mão meu cartão e o entrego. Em seguida entrego ao garçom o dinheiro. – O troco é seu. – Sussurro com um sorriso meigo, levanto-me para me despedi do rapaz com um abraço e um beijo na bochecha. – Grata por essa sua companhia memorável. Foi um prazer lhe conhecer, querido. – Amenamente, acaricio seu queixo e deixo o lugar.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 20 Jan 2018, 17:57


( A ) abordagem
Anira começou a falar sobre a característica de ambiciosidade e eu apenas comecei a ouvir, sorrindo involuntariamente enquanto a boca dela se movia e deixava as palavras saírem. Ela dizia usar a ambição para elevar o espírito, algo que de primeira não pude compreender tão facilmente, preferindo deixar de lado a parte de tentar entender alguma coisa. Ela também comentou do modo que levavam as notícias para quem acompanhava o jornal a qual ela fazia parte, deixei um sorriso no rosto enquanto ouvia tudo novamente. Embora estivesse a vontade, sentia uma vontade de ir embora já que estava chegando a hora do bar fechar. Dei de ombros ao vê-la chamar o garçom pagar e se despedir, da próxima vez, seria eu quem pagaria tudo aquilo. Não falei nada, preferindo deixar minha boa vontade para depois. Ela se despediu com um beijo em minha bochecha e uma passada de mão no queixo, apenas dei um sorriso e a vi ir. Permaneci sentado alguns minutos e só depois, me levantei e por fim, saí dali.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Ter 23 Jan 2018, 14:06

As dores estavam me matando. Esse era o resultado de viver uma vida maluca enfrentando criaturas perigosas e tentando descobrir o máximo sobre elas. Normalmente eu estava sempre carregando um frasco de alguma poção que aliviasse as minhas cicatrizes pulsantes e meus músculos com baixa flexibilidade, mas os medibruxos tinham me aconselhado a parar de usar poções como se fosse suco de uva. Segundo eles, era necessário que eu aprendesse a conviver com o que eu tinha, já que o uso excessivo de poções estava tornando as coisas piores. Honestamente, não era como se eu me importasse. Eu preferia ser viciado em poções, do que aguentar as constantes fisgadas dolorosas e a febre que me abatia, mas mesmo assim, eu tinha prometido lutar por alguns dias para ver se conseguia me livrar daquilo. Se eu não podia tomar poções, ninguém tinha me falado nada sobre álcool. Por isso, agora, eu me encontrava no Odeon Bar & Grill, localizado na Irlanda, e país que eu tinha ido para visitar meus filhos. — Me vê uma garrafa de uísque. — não importava a marca que fosse. Notei que o atendente ficou surpreso com meu pedido. Verdade seja dita, aquele bar não tinha nada a ver com os lugares que eu frequentava, e estava longe de parecer um pub irlandês, mas o garoto atendeu a minha solicitação, e quando a garrafa veio, não demorei a bebê-la aos poucos, até que não sobrasse mais nada. Minha resistência para bebida era forte, e minhas dores seguiam tão intensas, que era impossível me desligar do mundo por causa do álcool. De qualquer forma, paguei minha conta, e saí daquele bar, em direção a estalagem que estava hospedado.

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