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 Odeon Bar & Grill

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MensagemAssunto: Odeon Bar & Grill    Seg 14 Jan 2013, 20:45

Relembrando a primeira mensagem :

Odeon Bar & Grill

Dublin, Irlanda



Um bar e restaurante para os que gostam de aproveitar as melhores bebidas da cidade junto com sua gastronomia de pratos saborosos e originais. Apesar do local ter sido restaurado e mantido com seu ar do passado, dentro a decoração é bastante moderna e conta com mesas, sofás e até um mini palco montado para show's acústicos no local.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos.



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Alvoros Grunnion
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Grayer Shaw Beoulve
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Seg 17 Abr 2017, 02:32

Mãe e Filho
o que vem antes da bronca


O elfo doméstico da família entrou em meu quarto após bater. Era uma criatura muito educada, e realmente gostava dele. Mencionou que tinha um pedido de “lady” Beoulve – como ele colocou – para que me levasse ao bar que ela se encontrava. Que incomum... Naquele momento eu não fazia ideia do que ela queria falar comigo, se é que queria falar comigo. Mas fiquei um pouco apreensivo. Hesitante, acenei positivo para elfo – depois de pegar um casaco e a varinha – e ele nos aparatou para o local.

Avistando logo cedo a bela mulher que assumiu minha guarda, pessoa esta que já considerava minha mãe – apesar de não usar o termo com muita frequência – agradeci ao elfo com um sorriso e um “obrigado” e segui para perto da moça. Procurei por Owain, mas ele não estava lá, apenas Aloha.

– Mãe? Disse ao tocar o braço dela procurando ver seu rosto. Aliviado de ver que não era um rosto triste, mas um com um sorriso largo e contente, a abracei sem muita escolha no processo. Me olhava como se eu tivesse mudado totalmente nos últimos dias e ela quisesse descobrir as diferenças em meu rosto. Talvez eu tivesse mudado alguma coisa, mas eu não saberia. Me sentei com ela e esperei que ela fizesse o pedido de aperitivos para o garçom e assim que o homem saiu, a moça mostrou parte de suas intenções.

Sorri para ela por ter arrumado esse tempo apenas para... Falar comigo. Era difícil de imaginar uma mãe com um coração tão bom quanto o dela. Mas parte de mim ainda desconfiava que ela não teria me chamado naquele lugar somente para saber como andava minha vida escolar... E isso era o que me fazia ser um péssimo filho...

– Bem eu acho... Talvez não tão bem quanto os anos anteriores... Disse me lembrando das notas do passado e das notas estranhas daquele terceiro ano. Apesar de algumas notas ruins, no geral, ainda tinha boas notas. – Bom… Não sei se tenho muitas novidades. Ah... O último monitor da Corvinal deve que abandonar o cargo e... Eu fui nomeado no lugar dele. Disse meio sem graça. Não queria contar mérito disso, e nem devia. Mas era uma novidade, certo? –  Acho que fui bem nas intercasas. Estava bem nervoso, mas... Disse mais uma vez sem graça. A realidade é que tinha ido bem demais para meu próprio acreditar. Vencido todas as provas que participei, todas pela primeira vez, mas senti que mencionar coisas como isso, seria mais uma vez parecer um idiota metido. Então apenas concluí. – Deu tudo certo. Terminei com um sorriso fraco.

Os aperitivos chegaram, e enquanto começávamos a comer, me lembrei que tinha algo que havia feito – apesar de ter sido acidentalmente – que não havia contado para a mãe... Me senti culpado por isso, mas não queria prejudicar Sam, ou sequer mencionar Emma. Talvez fosse melhor enterrar o episódio, junto com minha culpa... – Você costumava participar das Intercasas? Perguntei com um misto de curiosidade real, e um pouco de “estratégia” para manter o assunto casual. Que tipo de pessoa eu sou que não consigo ter uma conversa normal com a mãe sem ter que bolar estratégias?




Grayer Shaw Beoulve

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Ter 18 Abr 2017, 21:05



Odeon Bar & Grill 

- Essa é uma questão um tanto ... – pausei, refletindo sobre qual colocação eu me encaixaria sobre a próxima palavra que revelaria sobre o que queria, realmente queria encontra-lo mais vezes - ... sim. Isso mesmo. – disse, levando uma das mãos ao queixo a perfazer uma expressão um tanto quanto embaraçosa, permitindo, após, olhar Axel nos olhos e ele piscava?! Será que estava imaginando coisas? Por que eu acabei gostando. Por fim, um sorriso tímido surgiu em meus lábios como resposta aquela simples piscada, estava pensando demais. E o assunto da diretora de Hogwarts continuou, não poderia negar que acabara rindo mais vezes, principalmente na terminação do sobrenome da diretora com “Mello” e sobre como Axel tinha medo dela; concluía que se o homem tinha medo dela então muitos de Hogwarts deviam temê-la, coitadinhos dos alunos. – Não é muito normal sonhar com a chefe ... – é, eu não conseguia conter o riso após dizer isso, mas foi ele que comentou sobre. Durante meus anos de trabalho no Ministério somente sonhei algumas vezes com os chefes e em todas eram sonhos nada bons; claro, escutando o que ele disse eu acabei pensando também.

Voltei então a acenar para o barman pedindo que o mesmo trouxesse mais uma dose de Whisky, por que a que ela trouxe já acabara. O pedido então chegou com um copo de água direcionada ao outro. – Então, você não tá ficando sóbrio, tá? – perguntei com um ligeiro apontar do dedo para o copo d’água enquanto eu bebia mais um gole do Whisky Irlandês, daqueles dos fortes. – Não creio. Digo, as coisas boas no castelo acabam em detenção ... ops, vamos esquecer disso que eu sempre fui um aluno exemplar. – minha boca grande acabou contando algo que não deveria comentar, o que me fez levar o assunto no sorriso; mas, tinha que evidenciar as fugidinhas, até mesmo as dos professores deviam ser melhores coisas que aconteciam no castelo. Porém, o assunto, a conversa, sei lá o que tinha acontecido, me fez pergunta-lo de algo acabara sendo ignorado, é claro, Axel acabara brisando por uns segundos e após eu acabei soltando um comentário bem verdadeiro cheio das intenções Cool. O que ele respondeu foi o que me fez, quase, responder algo a altura de tal elogio-q, mas ele estava sorrindo e eu não sabia se estava imergindo na minha zoeira antes feita, a “brincadeira” era muito sugestiva a más interpretações-QQ.

- Não foi nada, sério. Mas, eu pensei por um momento que você estivesse me ignorando, passando mal, essas coisas ... ficou encarando a bebida por um tempo. – comentei, encarando o homem dessa vez sem sorrir nem nada, isso poderia ser sério e eu podia pensar também pela água pedida pelo mesmo. – Tudo bem? Mesmo? – era só uma medida preventiva. Seja lá qual seja o que fosse falar queria deixar claro que podia está ali pra escutar e afins. 

Entre a preocupação antes vista e a minha resposta sobre o que eu era, o que fazia, e também sobre o motivo de está ali na Irlanda, claro que iria fazer uma “hipótese”. Por pior das situações eu gostava muito de imaginar o que o outro pensava, mesmo que por muitas vezes meus cenários hipotéticos tenham errado, dessa vez também-q. Eu ri, não consegui conter. – Não vejo você como ingênuo, Axel, pelo menos não parece: minha opinião. Não julgue-me. – não sabia por qual motivo eu podia concluir aquilo, mas talvez pela breve conversa. No entanto eu estava bastante atento ao que ele diria a seguir. – Sim, pode-se dizer que sim. – reafirmei, sem muitos rodeios, mas, também, sem muitos detalhes do que me fazia tornar o fim da viagem proveitosa. O fim então daquele breve jogo de perguntas e respostas foi nada menos que o “rebater” da última, o que será que Axel fazia ali também. – HAHAHAHAHAHA ... depois dessa merece um brinde, com certeza a melhor resposta que ouvi. – desembuchei ainda sorrindo bastante, é claro, eu estava um tanto mais “alegrinho” já que sentia as doses de Whisky fazendo os efeitos. Enfim, mesmo depois, o moreno acabara por revelar sua visita. Estava turistando. – Mas eu não poderia negar ... – comentei aleatoriamente sobre o que acabara de acontecer, desde a resposta ou sobre como a risada dele era algo bom de ouvir ou outras coisas  - ... um brinde então com seu copo d’água? Tim-Tim? 

- Ah, agora você me pegou ... algo bom e ao mesmo tempo ruim. Eu sugeria: sem limites, aproveitar a viagem, a bebida, tudo, mas eu me preocupo em como você voltaria pra casa depois ... – interrompi o falar com o olhar pousado no copo d’água. Por que eu estava me preocupando com ele? Deveria era investir em outra abordagem sugestiva a outro tipo de bebida: minha saliva, talvez-q.Mas isso também será um problema pra mim. Então, o que quer que for a bebida ... - levantei então o copo com pouco menos que meio copo do conteúdo, em direção a ele.  

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Aegir Donati Habsburg
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Ter 02 Maio 2017, 05:29

O que se fazia depois de um cansativo dia de trabalho na Irlanda? Ia-se para um bar. Era o programa mais comum entre a maioria dos irlandeses. Não era a toa que o povo tinha fama de beberrão. Eu estava naquela vida de Trouxa já fazia alguns meses, e confesso que não estava achando ruim. Não poder usar magia era chato, mas tinha feito boas amizades, estava me habituando aquela vida. Juntos, todo mundo que trabalhava no escritório, resolveu ir para o Odeon Bar & Grill. No outro dia era sexta, mas um feriado faria com que não precisássemos trabalhar. Alguns dos meus colegas tinham preferido ir para alguma festa/balada, mas eu não curtia muito dessas coisas, e junto com outros funcionários, estava cansado demais para aquilo. Após passar horas comendo, e principalmente bebendo, me retirei junto com meus amigos, indo embora dali.
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Aloha Stavros Schrödinger
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Dom 07 Maio 2017, 16:55

Por mais que não fosse biológica, Aloha se sentia tão mãe de Grayer que até conseguia desvendá-lo através do olhar. Era quase como se ele estivesse um tanto nervoso, menos do que em anos passados, mas ainda sim nervoso em estar ali e contar sobre sua vida escolar. Falou de suas notas como se elas não fossem nada demais, mas Aloha sabia muito bem do progresso do garoto e até mesmo das notas "ruins" que existiam em seu boletim. Hogwarts não era muito conhecido por informar aos pais o progresso ou o regresso do aluno, mas a mulher tinha seus benefícios. - Monitor da Corvinal? Que novidade maravilhosa! - Um sorriso brotou dos lábios da mulher como se tudo o que Grayer fosse, realmente fizesse parte do que ela e Owain foram no passado. - Eu também já fui monitora, mas da Lufa-lufa, obviamente. Fiquei com o cargo até me formar, sendo Monitora Chefe nos dois últimos anos - Comentou, não querendo se gabar, mas contando para ele um pouco de sua vida escolar, fazia tempo que não falava sobre isso - Owain também foi monitor, mas não por tanto tempo - Riu da lembrança, ele era carrancudo demais e os alunos tinham medo dele. Grayer também contava sobre as Intercasas, mas embora falasse com uma simplicidade e humildade valorizada demais pelos feitos que este cometera, Aloha sentia orgulho por saber que ele não seria mais um metido a sabe-tudo, como a maioria dos corvinos eram em sua época escolar. As coisas haviam mudado bastante, aliás. - Mas seu nervosismo não impediu que vencesse todas as provas que participou. Ainda bem! - Os aperitivos haviam chegado e com eles o pensamento de que havia acabado de expor que sabia mais da vida escolar do filho do que o próprio contara. Droga! Mas com sorte ele não perceberia que ela também sabia de um tal acontecido. Olhou para o filho com certa timidez no olhar, confessar um crime não era tão fácil quanto parecia ou ela fazia parecer em seu departamento, não é mesmo? - Está bem - Colocou as mãos para cima em gesto de desistência - O departamento de execução das leis da magia tem a divisão de educação mágica e eu sempre pergunto sobre como você está na escola... Eles são meus contatos - Fez uma careta, rindo logo após porque depois de falar tudo pareceu bem idiota. - Pra ser sincera eu só pensei que como não posso estar perto sempre, isso me manteria mais informada... - Deu de ombros.

Como com todos os criminosos, Aloha reconhecia um olhar de culpa quando via um. Podia ser um crime enorme, ou apenas um pequeno deslize, o olhar era o mesmo. Isso quando a pessoa realmente se culpava pelo que acontecia, né. Grayer estava com esse olhar desde que chegou ao Odeon, mas não comentaria o fato até que ele dissesse alguma coisa, pelo menos era o que ela planejava até o momento. Ele parecia querer contar alguma coisa, podia sentir isso, mas se deu conta de que ele não contaria nada assim que ele continuou o assunto da intercasas. - Eu participava sim, da Derrubada principalmente. Não sei se te contei, mas fui artilheira do time de quadribol, abandonei a capitania pouco depois de me tornar monitora, mas nunca larguei o time... Por isso ainda jogo no time profissional - Falou mais do que deveria, mas era bom contar mais de sua vida para Grayer, ele agora já a olhava como mãe e esse contato era essencial. - Ganhei todos os campeonatos de Derrubada e Quadribol que joguei pela casa, embora a Lufa não tenha sido campeã da Intercasas na época, ganhou o troféu da Derrubada - Sua cara de vitoriosa deixava bem claro o orgulho que ainda sentia. - Se quiser ir um dia no treino do Orgulho de Portree, posso te levar - Sugeriu. - A não ser que queira ir assistir o treino do Sam Wichbest - Arqueou a sobrancelha. Tocou em um nome, e queria muito ver a expressão do garoto a partir desse nome. - Soube que ele também é seu professor de Mitologia. 


Aloha Demetria Stavros Schrödinger
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Grayer Shaw Beoulve
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Ter 09 Maio 2017, 16:25

Desculpas
aveludadas


Ao que parecia, meus “pais” tinham conquistado feitos muito mais grandiosos e me senti bem por não ter nenhum dos meus feitos superexaltados. Mas foi um sentimento breve, um detalhe do que ela mencionou acionou algum tipo de alerta mental em mim... Vencido? Não mencionei que venci. Ah... Ela só está fazendo uma conversa social... Deve saber de tudo que estou contando pra ela... Espera... Isso quer dizer que...? Os aperitivos chegaram e a própria mulher não pareceu confortável em fazer uma conversa “social”. Explicou a razão de saber algumas coisas em relação a meu ano escolar. Era um jeito um pouco... Espião? Mas eu não a julgaria por isso. Não era a mesma coisa, era meramente a maneira que ela tinha para se aproximar de mim, sendo uma mulher tão ocupada. Talvez no lugar dela, eu fizesse o mesmo. O fato dela ter revelado isso, mostrava que não queria esconder o feito, e isso era uma maneira de expor sua confiança em mim, e em seus... Informantes.

Mas o assunto a seguir foi uma estratégia genial. Senti até orgulho de minha mãe pela sutileza na encurralada que me fez no final do assunto. Mencionava sobre derrubadas, depois quadribol, depois sobre seus feitos pela Lufa Lufa, chegou à atualidade e em seguida lançou sua indireta espetacular. Ela sabe... Ela tem que saber... Por que eu quereria assistir ao treino do sr. Wichbest ao invés do dela? Suspirei derrotado. Era melhor contar, mas a questão era... O quanto contar?

– Adoraria ver um treino seu… Quanto ao sr. Wichbest, ele… Pausei. Olhei para a comida na mesa e pensei por alguns segundos. Se eu disser o que ele fez, ainda que tenha sido um acidente, ele estará enrascado. Ela pode até mesmo caçar seu emprego, considerando o cargo elevado que tem no ministério. Não posso fazer isso com ele. Pior ainda seria se a vice-diretora soubesse que sua esposa estava conosco... Se eu contar pouco para ela, é possível que saiba que estou guardando... Precisava saber o quanto ela sabe sobre o que aconteceu no Egito... Mas como?

– Sim... Ele é o professor de Mitologia. Provavelmente o eleito melhor nos últimos anos. Disse tentando amaciar o coração da mãe, sabendo que ela estava tinha alguma informação. Se ela ainda não tinha feito nada a respeito poderia ser por três motivos. 1- Ela não faria mesmo. 2- Ela não tem informações suficientes. 3- Ela quer apenas saber quanto isso me afetou, para então tomar uma decisão do que fazer a respeito. Eu estava apostando na terceira.

– Mãe... Comecei utilizando o termo que eu pouco usava diretamente com ela. Não era para manipulá-la nem nada do tipo, tampouco estava mentindo, eu realmente a via como tal, só não costumava dizer. – Houve uma confusão na festa dos Stackhouse. Continuei escolhendo bem minhas palavras. Queria evitar mentir para ela, mas achava que não seria nada bom para Sam que eu dissesse exatamente o que aconteceu, então puxei a culpa para mim, afinal, eu não tinha um emprego em jogo. – Perto da comemoração do “ano novo”, me senti mal por conta da Empatia... Àquele ponto, ela já sabia bem sobre isso, meu progresso, minhas dificuldades, e até aquele momento na história, eu não havia mentido. – Eu me afastei da festa para... Me livrar da Empatia e acidentalmente, me apoiei no sr. Wichbest que estava de saída. Aquilo não tinha sido exatamente assim, mas achava que aquele era um detalhe que nem mesmo os “espiões” dela poderiam saber. – Acabei demorando para voltar por que era perigoso fazer outra aparatação pra tão longe e... Onde fomos, eu não fazia ideia de como me comunicar com vocês... Disse cabisbaixo.

Sentia que a preocupação que causei nela e em Owain não era pequena, e não me orgulhava disso. Não havia sido tantos dias, mas ainda sim... Dias sem notícias? Eu ficaria preocupado também. Tentei limitar a conversa finalizando-a ali. Não havia necessidade de comprometer Emma ou Sam ainda mais. – Sinto muito...

Disse olhando para a mãe com uma expressão triste. Esperava meu castigo, e estava pronto para o que quer que ela quisesse fazer comigo, esperava apenas que não punisse o professor ou que descobrisse sobre Emma ou o mapa. – Não acho que vou atender a festas tão cedo novamente... Concluí lembrando-me das experiências com todas que havia ido desde que ingressara em Hogwarts. Talvez fosse mesmo melhor não ir.  

– Ah... Eu queria te perguntar. Você conhece alguém no ministério com o nome de Eleanor? Tentei um outro assunto, aproveitando para sondar se ela poderia conhecer a tia de Madeline. Seria ótimo se sim, mas eu nem ao menos sabia o sobrenome da mulher... – Uma amiga está procurando por ela, essas férias, e... Eu gostaria de ajuda-la de algum jeito.




Grayer Shaw Beoulve

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Axel Angst R. Chandler
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 20 Maio 2017, 01:05

Vá pelas más interpretações, com certeza -q. Near estava se mostrando uma companhia relativamente agradável de se ter por perto, realmente seria bom se o mantivesse por perto. Respondi à sua afirmação sobre nos encontrarmos com um sorriso sincero no rosto. – Fico feliz em ouvir isso então... – murmurei, desviando os olhos para o outro. Franzi o cenho demostrando uma expressão curiosa e divertida ao perceber que ele deixava transparecer uma pequena timidez, encarando o sorriso em seus lábios. Era meio incomum eu conseguir deixar alguém naquele estado – geralmente as posições eram inversas. Percebi que estava com o olhar fixo em seus lábios tempo demais e poderia estar passando alguma impressão diferente do que a realidade não que essa impressão fosse ruim, né non? -q. Mas, com medo de assustar Near, redirecionei meus olhos para frente, encarando a prateleira fixada na parede atrás do balcão, cheia de garrafas de vidro com líquidos em colorações variadas. “Quem sabe depois, se eu quiser me sentir na Rússia de novo”, pensei, encarando uma garrafa de Vodca, relembrando de uns momentos loucos da faculdade. – É, podemos então dizer que eu não sou normal então... – suspirei, rindo, concordando com o homem problemas psicológicos? eu tenho de monte.

– E por acaso em algum momento eu estive bêbado? – rebati o questionamento feito por ele com outra pergunta, um sorriso irônico em meu rosto, mesmo que a resposta àquela pergunta era meio óbvia. – Ah, menos mal, por um momento achei que tava falando com um “senhor certinho” da vida – comentei, rindo, sobre a confissão aparentemente involuntária feita por Near a respeito da sua postura escolar. – Na verdade, eu sei lá porque eu voltei para aquela escola depois de me formar... – murmurei, questionando minhas escolhas. Ora, durante a maioria dos anos naquele lugar se tinha uma coisa que eu não havia sido era um bom aluno, sendo que se tinha uma coisa que eu tinha vontade era de sair daquele lugar o mais rápido possível. Por que eu havia mudado de ideia e me tornado professor da escola? Uma pergunta a ser realizada para o Universo, porque eu realmente não faço a menor ideia. – Mas pelo menos eu tinha a incrível habilidade de nunca ser pego, então fui bem pouco pra detenção. – comentei, uma expressão risonha em meu rosto. Ser amigo dos monitores da época tinham suas vantagens, não é mesmo? Parei pra pensar por um momento se Feya também aliviava para alguém; do jeito que ela era, provavelmente até quebrava as regras junto dos outros.

– Ah sim, entendi. Eu tô bem, de verdade, um dia te explico tudo quem sabe. E eu não ignoraria alguém como você, a não ser que estivesse louco ou cego... – disse, talvez com intenções implícitas, talvez sem, quem vai saber a verdade? – Mas obrigado por se preocupar – um sorriso sincero se fez em meu rosto; não sabia se ele estava se importando com o meu estado realmente ou se tinha perguntado apenas por educação, mas agradeci do mesmo jeito. O observei reagir com uma risada ao meu tutorial sobre como arrancar informações de mim, e o observei com uma expressão divertida, porém que também dizia “mas é verdade ué”. – Então eu só não pareço mesmo – comentei, rindo junto de Near. Apenas pisquei ao ouvir a confirmação de que algo havia feito a viagem do homem valer a pena, mesmo não tendo total certeza do que este “algo” seria mas a gente sabe o que é -qq. – Obrigado, a gente tenta né? – comentei, rindo junto a ele, sendo o motivo a minha resposta cômica. – E eu não poderia perder uma chance daquelas, elas quase nunca aparecem. – continuei, balançando a parede enquanto encarava o chão, um pouco distraído. – Claro, um brinde então – concordei, voltando a olhar para Near e erguendo o meu copo em direção ao dele, o som agudo e leve do vidro se chocando, terminando em seguida de beber a água presente ainda no copo.

Acatando o meu pedido, o moreno começara a dizer os prós e contras de eu continuar a beber, dando uma resposta inconclusiva mas que pendia para o sim, visto que ele me ofereceu da própria bebida. – É, fui convencido – disse, com um sorriso travesso, segurando o copo cedido por Near. Repousei o vidro nos lábios, estudando aquilo antes de beber. Ao que parecia, era whiskey, algo que eu não era muito familiarizado, mas como já tinha aceitado, dei um gole médio. Bem, se o que eu estava bebendo antes da água era forte, não saberia classificar aquilo, talvez “ácido quente do inferno” era um bom nome. – Minha garganta tá dormente... – consegui dizer, rouco, querendo rir mas sem conseguir fazê-lo. Evitei esboçar qualquer expressão de dor para que o rapaz não se sentisse culpado nem nada do gênero, mas não foi preciso tanto esforço, pois logo a ardência fora substituída por uma dormência estranhamente agradável. – É bom até, valeu – agradeci, devolvendo o copo à Near – Mas eu acho que realmente não vou conseguir voltar pra casa, e talvez seja culpa sua – brinquei, rindo mais uma vez. Os efeitos do álcool, antes amenizados devido a água, agora começavam a voltar, o que só me provava que os irlandeses eram tão hardcore quando o assunto era bebida quanto os russos. – Posso saber como você ainda tá parecendo sóbrio mesmo esse daí sendo o seu... segundo copo? – perguntei, a cabeça ligeiramente inclinada em sua direção porque já não estava mais dominando tanto assim meu corpo. E eu que achava que tinha criado alguma resistência ao álcool. Coitado de mim.



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Aloha Stavros Schrödinger
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qui 25 Maio 2017, 01:40

A parte mais legal em ser mãe com certeza está na pressão psicológica suficiente aos filhos que os fazem confessar um crime, mesmo quando eles não cometeram nenhum. Grayer com certeza havia errado com o que fizera, mas não era um crime, e ver ele nervoso e com medo de contar só mostrava o quão preocupado ele era, e isso para Aloha já era valioso demais. Mas mesmo assim brincaria um pouco com ele. A ministerial balançava a cabeça com tudo o que o filho dizia, fazendo uma expressão passiva de qualquer reação e notando o modo como ele levava a conversa, sempre tentando amaciar o lado do professor. - Sei bem como ele é... Já o vi em campo - Respondeu, como se só estivesse conversando sem querer nada em troca. Prendeu o riso, tentando se recompor antes de voltar a falar qualquer coisa. Durante essa pausa, virou-se para o garçom e lhe pediu que trouxesse refrigerantes e algum aperitivo, para que desse jeito pudessem passar um "longo tempo" por ali. Quando finalmente começaria a falar, notou e Grayer uma expressão ainda mais culpada e, quando se deu conta, ele já havia começado a falar e a tentar se explicar. Apoiou os cotovelos na mesa e pôs uma mão sobre a outra, encostando seu queixo nelas em seguida e ouvindo atentamente tudo o que Grayer dizia. Quando ele mencionou sobre a empatia, a principio pensou que ele estivesse utilizando de seu dom apenas para se fazer de vítima, como as crianças geralmente fazem quando querem se livrar de algo, mas pelo visto não era bem assim. Ela se lembrou de como ele se perturbava e deu uma chance a sua versão. Assim que ele terminou de falar, tudo o que fez foi ficar em silêncio, meditando no que diria e em como diria. Owain infelizmente não estava ali para lhe ajudar com isso, e mesmo se estivesse, com certeza não falaria muita coisa. - Eu acredito em você. - Foi tudo o que disse a princípio, o encarando no fundo de seus olhos. 

Suspirou, encontrando fôlego para falar. - Mas você não mencionou algumas coisas e eu gostaria de saber o porquê... Primeiro você não disse como aconteceu de irem para o Egito, só contou o modo como foi parar lá - Rebateu, agora tomando mais coragem para mostrar seu lado mais severo. - Segundo que Emma trabalha no mesmo nível que eu no Ministério da Magia - Não disse mais nada sobre a mulher, apenas deixou seu nome no ar. O encarava com uma expressão curiosa, não estava desapontada, mas também não sentia orgulho. O medo que sentiu, mesmo com ele já ali na sua frente era ainda maior do que tudo o que poderia sentir a respeito do que fora feito, até porque sozinho ele não conseguiria aparatar e tinha consciência de que Sam ou Emma jamais o machucariam, mas também não haviam lhe contado nada a respeito. - Filho, eu trabalho com as leis da magia, sabe-se lá o que poderia ter te acontecido - Disse séria, começando a movimentar o pé direito com rapidez, culpa da ansiedade que antecedia seu desvio de atenção. - E Samuel não é burro, nem mesmo Emma... Deveriam ter entrado em contato comigo. - Fez uma careta, respirando fundo e passando a língua entre os lábios.

Acontece que Grayer se mostrava realmente arrependido e trise, com toda a situação. Também sabia que ele não havia lhe contado tudo e muito provavelmente jamais contaria, mas quem poderia fazê-lo falar? Existem coisas que é melhor nem passar pela cabeça de uma mãe, ainda mais quando seu filho menor de idade vai para o Egito sem sequer informar nada. - Eu não quero perder você também... - Revelou enfim seu medo, não tocando explicitamente o nome da mãe biológica de Grayer, mas ele provavelmente entendia exatamente o que estava sendo falado. Secou os olhos que por alguma razão estavam marejados e olhou nos olhos do filho, fazendo uma expressão mais alegre. - Eu não vou te castigar, mas preciso que me conte tudo, sempre que algo acontecer. Preciso saber que posso contar com você, monitor - Bagunçou seu cabelo, puxando-o para um abraço. Ninguém repararia neles e ela precisava o abraçar. - E você precisa melhorar sua concentração. Se quiser ajuda... - Ofereceu, afinal, precisava sempre se concentrar graças ao TDAH, então poderia ser de grande ajuda ao filho, talvez. Decidiu então não tocar mais no assunto Sam, pelo menos por enquanto. - Eleanor? - Pensou um pouco a respeito, mas em vão. - Eu posso perguntar no Ministério e te informo, pode ser?


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qui 01 Jun 2017, 18:03

Uma verdadeira mãe
para um filho quebrado


Ela parecia conhecer o sr. Wichebest melhor do que eu esperava, mesmo assim mencionou que acreditava em mim, o que me deu uma pontada ainda maior de culpa. Abaixei um pouco a cabeça e ela continuou e ao que parecia, ela foi exatamente no ponto "duvidoso" de minha história. Apesar de nervoso o que me fez ficar surpreso foi a menção de Emma. Franzi o cenho, como ela poderia saber do envolvimento da mulher naquela situação sem que eu tivesse mencionado qualquer coisa a respeito? Quanto ela sabe? E... Como!? Pensava admirado com sentimentos mistos de preocupação e admiração pela mulher. Ela sabia mais do que eu poderia imaginar.

Finalmente, aquilo parecia como uma bronca. Não havia levado uma dessas há tanto tempo... Estava desapontado comigo mesmo, por ter mentido, por ter colocado ela naquela situação, mas havia uma parte de mim que sentia-se feliz. Ela estava mesmo agindo como uma mãe. Preocupada, orientadora e inquisidora. Uma mãe doce e bondosa... Não pude deixar de me sentir como seu filho, e mais uma vez isso me trazia um misto de sensações. Triste por estar deixando as memórias de minha mãe um pouco de lado naquele momento, feliz por estar finalmente aceitando o aconchego de minha nova mãe. Pode ser estranho, sentir essas coisas numa bronca, mas não posso dizer que sou exatamente normal...

Ela revelou por fim sua maior preocupação e meus olhos marejaram completamente ao fitar o sorriso carinhoso e melancólico da tia que havia se tornado minha amada mãe. Abaixei o rosto permitindo que as lagrimas escorressem de cada olho e ouvi seu apelo com pesar no peito. Gostaria de poder prometer que contarei sempre tudo... Mas... As vezes... Há mais do que somente minha segurança em jogo... E interrompendo meus pensamentos, senti sua mão bagunçar meus cabelos e em seguida um abraço caloroso.

Por fim, ela ofereceu ajuda com minha Empatia. Deus sabe que eu precisava... Depois do ocorrido no fim de ano na Comunal da Corvinal... Perturbava-me muito meramente lembrar do acontecimento, ainda que não tivesse completa ciência de que aquilo havia mesmo sido real ou não, no fundo... Sabia que sim.

– Não quero lhe dar trabalho... Nem ao menos sei se ela trabalha lá, e... Não tenho um sobrenome para lhe dar... Mencionei apreciando a mudança de assunto. Meu rosto estava um pouco ruborizado e havia um semblante de gratidão bastante claro. Não pela mudança de assunto, claro, mas pela existência de Aloha.

– Há detalhes dessa... "Aventura" no Egito que comprometeriam outros... Mas posso te garantir... Nas circunstâncias, todos fizemos o melhor que pudemos. Comentei depois de alguns segundos de reflexão. Em seguia após uma breve pausa, concluí. – A discrição do que aconteceu lá é muito importante... Especialmente para Emma... Então... Não posso lhe pedir para não investigar o que acontece comigo, mas... Tente entender que não posso traí-los... Disse com uma expressão triste e com um nó de choro na garganta. Não achava justo com a mulher que claramente se importava verdadeiramente comigo não pudesse saber sobre uma aventura perigosa. Mas ela merecia ao menos saber o porquê.

– Quanto à ajuda... Acho que preciso, mãe. Mesmo... Disse por fim abaixando a cabeça tendo flashs dos acontecimentos na comunal da Corvinal. Talvez ela pudesse extinguir o descontrole que me fazia tornar um... Monstro. [/color] [/b]


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Irlandês:: Corvinal:: Quarto Ano


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Josephine Pollok Eltz
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Seg 26 Jun 2017, 17:51

Depois do longo banho frio já estava sóbrio novamente, desaparatei num restaurante que por certo a mulher havia escolhido, por sorte minhas melhores vestes estavam limpas. Corro os olhos por todo o local não a encontrando e me dirijo a uma mesa vazia, tendo em mente quão caro tudo ali seria me resguardei a não pedir nada além de uma água, além do mais tudo o que eu queria beber já estava nas minhas veias. Observei todas aquelas pessoas que pareciam felizes, apreciando pratos e uma boa conversa, elas simplesmente riam e se tocavam ao falar umas com as outras. A mulheres faziam aquele mesmo charme que me encantava antes, colocar o cabelo para trás mostrando o rosto e os lábios carnudos e muitas vezes os seios também, porém nada daquilo me chamava atenção e então reparei nos homens que as acompanhavam: sempre bem engomados, olhando as mesmas coisas que eu olharia, analisando se aquilo iria valer a pena.
 

Por algum tempo me deti na visão de um casal idoso, não tinha nada ali de atraente na mulher, seus peitos estavam caídos, seus cabelos brancos e seus lábios e rosto enrugados; ele por sua vez com os fios do cabelo escasso parecendo que os mesmos migraram para o ser que vive acima da sua boca e sua barriga estava enorme. E mesmo assim sem nenhum físico atrativo eles se olhavam com desejo e atração, riam e conversavam e a mulher tinha um charme diferente que deixava o velho impressionado e antes de qualquer conclusão furtiva para meus devaneios Savonya senta a minha frente. – O que você tem pra me falar de tão importante? – a questiono com certa arrogância, já que sabia que dali nada de bom viria.
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Seg 26 Jun 2017, 22:25


Orgulho
Está na hora de engoli-lo e enfrentar a realidade

Sentia um terrível gosto amargo na boca. Desde que tivera a reunião com Nyle, uma certa preocupação começou a instalar-se dentro de si: o que faria com os gêmeos caso algo acontecesse? Quem cuidaria deles? Agora que treinava Yves, tentaria ensiná-lo as mais diversas situações, incluindo as perigosas e, nisso, poderia acabar perdendo a vida. Sabia que isso poderia acontecer desde que ingressou a Organização – e perder a vida seria a melhor das coisas. Temia mesmo era Azkaban.

Não sabia a quem recorrer. Nunca precisou de sua família antes e sabia que aquilo era loucura, afinal todos a odiavam desde que se casara com Vlad. Pelas barbas de Merlin, eu tenho que pensar nos garotos, pensou, tentando engolir todo o orgulho e um pouco de sua dignidade. Prendeu seus cabelos tentando deixá-los impecáveis, afinal não podia demonstrar desespero ou preocupação perante sua família, principalmente perante a Ryan. Sabia que ele a desprezava por ter casado com um trouxa, mas ele era o menos pior. Ele, apesar das bebedeiras, poderia cuidar dos gêmeos, ou pelo menos era o que esperava. Colocou um vestido preto e aparatou no horário que combinara com ele, apenas para ele saber que ela não estava desesperada ao ponto de chegar antes do horário combinado.

Adentrou o bar e logo avistou-o sentado e observando as mulheres do local. Típico. Tenho medo de pensar no que os garotos se tornariam ao conviver com ele. Aproximou-se da mesa que ele estava sentado e sentou-se à sua frente, cortando sua visão. Ele logo a questionou-a sobre o que ela queria com aquela típica arrogância no tom da voz, algo que irritava Savonya profundamente. – Por incrível que pareça, talvez eu precise de você. – disse, tentando falar com a voz mais calma e sem emoção possível. Suspirou e olhou bem nos olhos dele, tentando perceber algum desconforto na expressão dele, algo que estava acostumada a fazer quando falava com colegas de trabalho. – Você deve saber com o que trabalho e, também, dos riscos disso. – iniciou, observando a expressão do rosto de Ryan mudar lentamente. – E também deve saber que eu fiquei com a guarda dos gêmeos há 11 anos atrás – fez uma pausa e logo continuou – Você é o menos pior da família, Ryan. E, por mais que eu odeie admitir, alguém da família vai ter que cuidar dos meus filhos quando eu morrer; e eu te digo, tio: eu prefiro morrer a ter que ir para Azkaban. -  Terminou sua fala e observou a reação do homem. Ouviu sua resposta e delicadamente a ignorou, dando um sorriso planejado e cínico. – Eu não estou pedindo. Eles serão encaminhados a você quando algo acontecer, já está quase tudo pronto. Estou apenas lhe informando. – sabia que ele sentia carinho pelos gêmeos e, apesar da resposta carrancuda, ele aceitaria quando a hora chegasse. 



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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Seg 26 Jun 2017, 23:25

A mulher, melhor dito garota, estava com tudo na mais perfeita ordem, como sempre o fazia e dialogava como se fosse a mais nobre de todas. No entanto bandeou-se para o lado negro da história, se submetendo a trabalhos imundos que colocam em risco a vida de sua família, mesmo que ela não admita. Ela realmente acredita que tenho problemas com o marido trouxa, que particularmente não me causa efeito algum, minhas únicas reservas são questões profissionais.
 
Com certeza Sav tem o maior talento de manipular as palavras e conforme noto que ela vai me pedir algo não posso conter meu fascínio, por conhecer o seu indomável orgulho. Então era isso. Ela quer abandonar o posto de mãe agora que sabe que o trabalho é prejudicial – Savonya, que bom que acha que sou o “menos pior” da família, mas agora não parece tarde para pesar os riscos da sua vidinha de luxo e aparência?-, pois era exatamente isto que ela vivia, por fora uma mulher requintada, por dentro um monstro.
 

Ela ainda me afronta dizendo que eu tenho que cumprir isto sem mais escolhas. Não segurei meu riso irônico e me aproximei dela inclinando o corpo, colocando os cotovelos sobre a mesa e vendo assim a ruga na testa da minha sobrinha aparecer. – Eu gosto muito dos gêmeos, mas cá entre nós, não me cabe dever algum sobre as suas irresponsabilidades. – e antes da tréplica me levanto indo ao caixa e pagando pela água logo após saindo do estabelecimento da maneira convencional, já que algum trouxa poderia ver.
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Ter 27 Jun 2017, 00:10



A resposta de Ryan fez com que Savonya apertasse os dentes de raiva. Como ele ousava dizer aquilo para ela? Depois de tudo que ela arriscou? Ele não tinha o direito de dizer que era tarde demais para pensar nos filhos, sendo que desde o início ela pensou neles. Tudo sempre foi para eles. Sempre.

- Eu só quero garantir que eles tenham alguém caso algo aconteça comigo. – Respondeu, entredentes. Não podia se exaltar ali, mas, como sempre, os membros de sua família faziam questão de deixá-la irritada. Aquele bêbado era menos que ninguém, ele não tinha o direito de falar algo contra Savonya. E, por Merlin, ela estava prestes a ter de mudar o protetor dos gêmeos, pois era uma questão de tempo para que ela brigasse com Ryan.

Ele deu uma risada e falou que não se responsabilizaria pelos erros dela e levantou-se, indo em direção do caixa. A mercenária deu um soco na mesa e levantou-se, indo atrás do tio e puxando seu braço para que ele lhe desse atenção. – Você não sabe nada sobre mim! – gritou, fazendo com que todos presentes parassem de comer para observar o que estava acontecendo. – Você não sabe o que eu sacrifiquei da minha vida desde que casei com Vlad, Ryan. – dessa vez falou mais baixo, mas erguendo o dedo em direção ao rosto do homem e aproximando-se lentamente dele. – Você não foi rejeitado pelos seus irmãos como eu fui. Quando Vlad morreu, eu tive que conseguir um emprego rápido. E, eu juro por Merlin, que eu amo os gêmeos mais do que amo a mim mesma. Você não tem o direito de me acusar de nada. – encostou o indicador na bochecha do tio e logo retirou, pois sabia que se ele torcesse seu pulso a dor não seria agradável. Sentiu um nó na garganta se formar, um evento raro na vida da ruiva. Fechou sua mão esquerda em punho e cravou as unhas na palma da própria mão para tentar afastar a vontade de chorar, afinal não podia demonstrar fraqueza naquele momento. – Eu só estou lhe pedindo para ficar com eles se algo acontecer comigo, mas eu te garanto que vou sobreviver tempo suficiente para ver eles formados em Hogwarts. Eu só preciso que eles tenham alguém além de mim, Ryan. – sentiu uma maldita lágrima escorrer pela bochecha esquerda. – Eles não tem ninguém além de mim e a Organização é o melhor jeito de sustentar e proteger eles. – limpou a lágrima com as costas da mão e deu um sorriso. – Mas se você não pode fazer isso, eu compreendo. Eles podem ser criados por algum colega meu e você pode continuar se embebedando por aí. – disse, olhando no fundo dos olhos dele para segurar a vontade de dar as costas e sair dali.



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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Ter 27 Jun 2017, 17:20

Era inacreditável vê-la assim, saindo dos trilhos, chamando atenção, já que seu foco era sempre se esconder. O que inflou no meu peito não foi só orgulho, mas foi tudo o que estava escutando como se ela fosse um mártir por se vender aos mercenários. – Não Savonya eu não sei nada de você. Até porque você se isolou e levou junto os meus sobrinhos que agora quer me obrigar a ser o guardião deles caso você morra, é isso?- sinto o dedo da jovem subir até minha bochecha me fazendo surtar de raiva, que tipo de direito ela está crendo que tem sobre mim, além do mais é bom ver qual o tipo de tratamento que ela é recebida, toco levemente no indicador o abaixando sem ainda levar o tom – Graciosa a maneira com a qual as pessoas do seu querido trabalho se tratam, não se esqueça que esta querendo confiar a mim seus filhos e esse seu dedinho infectado de ruina não me serve de ameaça ou pavor, saiba você que respeitar membros da família é algo honroso, noto que nem isso sobrou em você.- sinto o efeito das minhas palavras a atingirem.
 

As lagrimas escorrem pelo rosto pálido dela e vejo o quão desesperada ela está, mas de forma alguma iria permitir que ela impusesse algo assim, como se mandasse em mim. – Se esta aqui me pedindo isto, sabe perfeitamente que não quer aos seus filhos o mesmo que você. Só que deveria ter deixado em casa sua petulância. Se preciso for, os gêmeos irão crescer no meio Seaworth, aprendendo os costumes, as regras, a viver em família. Mas não estou dizendo isto por você, já que está se sentindo maior do que eu, sim por eles, que não tem culpa das escolhas da mãe. – saio apressando o passo e aparatando na primeira esquina que vejo.
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Dom 09 Jul 2017, 23:53



Odeon Bar & Grill 

Claramente todas aquelas poucas doses de whisky estrangeiro pra lá de “fracas” não viriam a ser esquecidas em minhas atitudes descoordenadas de agir e pensar, confesso que existiam muitos fatores relacionados e que cabiam a desviar a minha atenção constantemente, talvez aquela pessoa ali me olhando com um olhar quarenta e três me fizesse estranhamente ser tímido... não, definitivamente não era isso, ou era? Eu devo mesmo está ficando louco! Lelé da cabeça. Mas isso não quer dizer que eu não estava concentrado em escutar a suas respostas, certamente estava divertindo-me com todo aquele papo de não ser uma pessoa normal ou como divergíamos das condutas escolares ou, pelo menos, sobre o real status de estar sóbrio. Eu deveria estar com um sorriso bobo na cara por tudo que tinha ingerido e também com qualquer coisa dita, principalmente quando falam que sou “certinho da vida” ou quem estava bêbado ali. – Quem sou eu pra discordar ... – respondi com as minhas mãos levemente levantadas para cima prometendo não tocar mais nesse assunto. O que não foi bem cumprido. Apoiei os dois cotovelos sobre o balcão e aspirei um pouco mais profundamente, deixando que o ar carregasse os cheiros ali presentes para o meu nariz, o que eu buscava era algo bem especifico, estava realmente utilizando das piores intenções em todos os instantes. Mas então parei para tomar mais um gole do tal whisky, sentindo que minha laringe estava começando a se acostumar e isso não era bem um bom sinal.

Parei para olhar Axel nos olhos enquanto esperava-o terminar sobre o assunto de Hogwarts para enfim comentar o que achava. – Talvez você somente encontrou algo que realmente é bom em fazer. Afinal, ensinar pode ser divertido ... – pausei com o indicador levantado ao queixo e concluindo logo após. - ... para você. – Seguiu-se então um momento meio aleatório e um pouco proposital, eu simplesmente cobrir a minha mão esquerda sobre a dele depois de ter feito perguntas sobre o real estado de Axel, não fazia muitos minutos que o moreno tinha entrado em um instado de “transe” temporário e tinha me deixado preocupado. – Gostei de suas justificativas e vejo mais um motivo para nós vermos novamente, eu realmente quero saber por que sou muito curioso. – pisquei um dos olhos colocando ainda mais ênfase no “muito” por que era real verdade, não faça Near Grey curioso ou verá um cara obsessivo e determinado em descobrir (obs: isso só acontecesse às vezes, nem sou tanto obsessivo assim =/). O que deveria dizer se ele não confirmava que era ingênuo, eu deveria era repetir “quem sou eu pra discordar” – Se você diz então que sou eu para discordar ... – mas eu não parei de rir e tinha sugerido um brinde, nunca fui pego tão desprevenido em um jogo de palavras. Axel ganhou dez à zero com a rebatida de forma mais cômica possível, pelo menos aos meus olhos. – Mais um motivo: quero momentos assim na minha vida ... e sim, o nosso brinde. – o choque dos copos realmente fez aquela atmosfera se tornar mais amena mas nunca tão boa, eu somente não conseguia conter o riso que até as minha bochechas estavam doendo.

Uma última pergunta e uma reposta muito desconecta feita por mim, eu devia está não tão bem para formular uma frase decente para dizer aquilo, mas achava que Axel tinha entendido, a meta seria: aproveite o momento. – Carpe diem, isso! Aproveite o momento, foi o que queria dizer. – dizia dessa vez retirando algo lá de dentro do fundo do baú que era a sua consciência naquele momento. O copo entregue por mim e por ele ter aceitado encarrar o que eu bebia, me fez ter uma ideia melhor de Axel, ele era um bom aventureiro e parecia não temer nada. – Dormente? Isso não é ruim ... – comentei meio reativo as primeiras impressões sobre o que o moreno achava, realmente do que se lembrava daquele whisky era que nos primeiros goles sua laringe vai perdendo a sensibilidade e depois tudo fica bem melhor. Posicionei-me melhor no banco ficando agora frente a frente com ele, estava esperando ouvir mais e mais. – Ora não é tão ruim ... – argumentei pegando o copo entregue pelo outro e girando o líquido com um movimento da mão. – Hum, eu posso resolver esses dois problemas, a garganta dormente e a ida para casa, isso se minhas faculdades mentais não estiverem corrompidas. – comentei com um ligeiro gracejo, mas nos meus olhos eu estava deixando bem claro que realmente iria cumprir o que dizia, ou ao menos ia tentar. – É simples, essa bebida aqui está quase pura e o efeito é bem rápido, ao menos é isso que acho por experiência própria. Mas essa é a terceira dose, hein, está me chamando de um bebedor desastrado? – aquilo realmente não tinha me ofendido em nenhum sentido, claro que eu realmente estava desabitado naquele tipo de whisky forte e definitivamente não parava de falar. – Sim ... – voltei ao assunto anterior o que refletia a ida de nós dois para suas respectivas casas ou não, quem sabe só para a minha, eu retirei uma quantia significante para pagar o que nós dois tínhamos bebido e depositei sobre a mesa para que o barman visse. – E irei ficar com esses dois copos também. – o barman não entendeu mas também não se queixou.

O plano era usar o feitiço que criaria uma chave de portal, mas deveríamos nós preocupar se estávamos rodeados de gente e com muita certeza muitos trouxas veriam por que ali era um bar comum da Irlanda, eu, como ministerial, estava arraigado pelas regras de conduta e mesmo com minha consciência anuviada curiosamente ainda me mantive forte. – Eu nunca desejei está tão culpado quanto hoje ... – comentei abrindo um sorriso de canto para Axel, somente relembrando o que o mesmo tinha dito “e talvez a culpa seja sua.” O moreno pareceu entender que tínhamos que primeiramente sair do bar para que cada um pudesse ir para onde desejasse ir, eu fiz a primeira menção a ajuda-lo a sair dali com direito a mão sobre o ombro e tudo mais aksoapksaopksapoksopas. O sol nem mais existia no horizonte o que dizia que a rua estava somente iluminada pelos postes de luz margeados ao rio de Dublin e também pela majestosa lua lá no céu, a rua estava estranhamente vazia a não ser pelo barulhos que vinham do bar que saímos. Axel foi o primeiro a perguntar, talvez por curiosidade, sobre como iriam resolver o problema da garganta dormente e eu ouvir aquilo como uma resposta para: não era somente eu que queria. Enquanto aproximei da barricada metálica que dividia a rua das margens do rio, olhei para ele como se a resposta fosse muito óbvia. Não precisou falar nada, minha mão simplesmente puxou ele para mais perto e trouxe sua fronte para encontrasse com a minha, nossos lábios se tocaram instantes depois de uma breve olhada entre olhos como se margeassem e delimitassem mas que no fim não impediram a ação. Eu estava dando aquela resposta a Axel, nada melhor para amenizar aquela dormência senão o calor de duas pessoas juntas.

Depois de uma alusão momentânea e por fim separados dos liames corporais, eu retirei a varinha e apontei para um dos dois copos que carregava, antes entregando o outro copo a Axel. – Assim eu estarei seguro que você tenha retornado ... a não ser que queira vir comigo ... – mas instintivamente preferia não ser sido tão ousado, mas aquelas doses de whisky me fizeram ser mais ousado que naturalmente não me permitia a tanto. Eu entendia que ele preferisse somente retornar, nada era melhor que ir devagar com tudo. – Ah, não foi bem o que queria dizer ou foi ... a bebida não está ajudando se é que me entende. – mais uma vez estava sorrindo como um bobo ainda olhando para ver uma reação, mas eu reagi primeiro. Dei um último abraço nele interrompendo o apontar da varinha para o copo, mas finalmente retornando. – Então, nós veremos novamente... Portus! – ao terminar de mencionar o feitiço não pude distinguir alguma ação provinda dele a qual daria tempo de voltar a trás na escolha de irem juntos, mas o que eu estava pensando? Mal sabíamos onde morávamos! O que seguiu foi o céu límpido Irlandês se desfazendo em um embaralhando cósmico, eu estava indo para o local onde pensei ir, estava retornando para Ottery por que o copo encantado que carregava me levaria até lá. Saindo do local.

Off: Near saiu dali, utilizando-se da chave de portal para voltar a casa dos Whitmore em Ottery St. Catchpole. Freya não me mate!

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sex 21 Jul 2017, 20:46

Tinha sido uma longa noite e não tinha bebido muito, estava preocupado demais com o que poderia acontecer comigo, desde que Dona Grace veio daquele jeito que só ela tem de me fazer cair na real. O álcool parecia ferir o meu sentimento pela senhora que me criou e não queria isso e então abatido e frustrado sai daquela estalagem sem mulher alguma e quase são, mas dois copos de hidromel já não me afetavam mais. Por alguns segundos ouvi um gemido no beco ao lado, mas não de prazer, era bem ao contrário na realidade.
 

Me aproximei em meio as sombras empunhando a varinha, pronto para atacar o que quer que fosse. Por algum tempo imaginei que seria um lobisomem fazendo mais uma vitima, mas com certeza não poderia ser, não tinha sombra o fazia barulhos aos quais denunciassem a criatura. Porém a cada passo pude reconhecer uma voz feminina dizer algumas palavras a alguém, um homem, que parecia muito furioso com ela. Com passos leves pude me achegar aos dois e comprovei que não era briga de casal e que aquela moça seria abusada em poucos segundos. Não houve tempo para poder refletir se deveria utilizar magia, pois estava numa cidade trouxa, mas estávamos num beco e ninguém entraria ali e quando o homem bateu forte na cabeça da outra a ponto de fazê-la desmaiar apontei a varinha para o peito do mesmo – Estupefaça! – proferi sem delongas arremessando o ser para uma das paredes e a raiva pela atitude dele me inundou de forma que não pude me conter e antes mesmo do meu oponente se levantar indiquei com a varinha o seu braço direito, notando durante o ataque dama que ele era destro, e lancei mais um feitiço – Diffindossum! – pude ouvir um gemido de dor ao sentir seu osso sendo e quebrado e por fim agora apontava para sua genital – Dormentia! Sonorus! – acrescentei rapidamente para evitar que chamasse a atenção de alguém, o homem ainda não tinha perdido a consciência quando me aproximei e graças ao crepúsculo ele pode ver meu rosto e indicando a sua testa pronuncio sem remorso – Sectumsempra! – e vendo seu rosto se contorcer de dor aponto pela ultima vez – Obliviate! – apagando aquele momento da mente dele, se é que viveria para se lembrar. Me aproximei da garota inconsciente –agora podia vê-la as claras- e a peguei no colo aparatando para a gruta.


Because maybe
you're gonna
be the one
that saves me
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Qui 23 Nov 2017, 03:27

ALVO: CEDRIC TRENT. VIGIA E ESTUDO DE ROTINA.

E pela terceira vez eu estava do lado de fora do Odeon Bar & Grill, localizado em Dublin, Irlanda. Três dias antes Nyx havia me enviado uma coruja pedindo um estudo a respeito do herdeiro das industrias Trent. Não sabia o motivo, nem a importância do rapaz para a mulher, mas também não questionei. Nunca fez meu tipo discutir ou pesquisar sobre as ordens, um trabalho era um trabalho e eu estava naquilo apenas pelo dinheiro. Não importava o "nível" do trabalho. Entretanto, não pude deixar de achar estranho as ordens terem sido tão específicas para ser apenas um estudo de rotina e ficar de olho no jovem de 23 anos. Geralmente os clientes querem mais do que isso, o que me fez me perguntar se ele tinha alguma relação com a mulher por trás da organização. Mas eu não deduzi nada, nem mesmo tinha informações o suficiente para tal. Poderia ser desde um trabalho fragmentado até uma mulher perseguindo o marido. A ultima parte sendo a menos provável, já que dentro desses três dias não notei nem mesmo uma aliança no dedo da vítima. Eu já sabia o passo a passo do rapaz, o que era ótimo para nós: ele tinha uma rotina, sendo pouca coisa que variava dependendo do dia. Qualquer mudança brusca seria facilmente notada. Faltava para mim apenas descobrir o que ele fazia dentro dos estabelecimentos dos quais eu ainda não havia entrado para não correr o risco de ser descoberto. Não bastava os olhos de Cedric Trent, ele ainda sempre estava acompanhado por pelo menos dois seguranças que pensavam estar disfarçados. Digo, para pessoas que estão de passagem podem parecer pessoas não relacionadas, porém, ao observar o rapaz em diversos lugares e notar que duas imagens sempre se repetem entre elas, somada às informações passadas pela chefia... era fácil identificar os seguranças do menino.

Da mesma forma que para mim foi fácil identificar os seguranças, para eles poderia ser fácil me identificar. Por esse motivo tratei de mudar de aparência em cada localidade e não o perseguir de perto. Até então eu só havia pesquisado sobre dois dos diversos lugares que o rapaz ia, entrado e estudado seus assuntos ali dentro. Naquela noite em que eu entrei no Odeon Bar & Grill eu tinha como objetivo descobrir o suficiente para não precisar voltar mais ali no mesmo horário em que o alvo daquela missão. Três dias já haviam se passado, tempo o suficiente para eliminar alguém, porém, por não terem me passado o objetivo daquele estudo eu coletava todas as informações minuciosamente. Nos casos de grandes empresas era comum a concorrência querer informações importantes. Ao menos as mais inteligentes pensavam assim, haviam aquelas que apenas davam ordens de eliminação pouco se importando com como aquilo soaria. Apesar de estar fazendo o possível para coletar o máximo de informações, em um menor tempo possível e sem ser notado, não pretendia estender aquela missão por muito mais. Entrei no bar fazendo aquilo que eu sempre fazia sem nem ao menos precisar pensar sobre: analisar. Minha mente, depois de todos esses anos, já contava as saídas, portas, janelas, bebidas, pessoas, calculava fugas e possíveis armas, estudava os rostos ali dentro, iluminação, ventilação e até mesmo os trajes. Qualquer coisa fora de um padrão parecia chamar a atenção depois de um tempo com a mente funcionando daquele jeito. E a melhor parte de estar há anos no ramo era que eu conseguia fazer isso com certa agilidade, não chamando tanta atenção para minha pessoa. Entrei no ambiente como um homem normal a procura de uma refeição e algumas bebidas. Sentei-me em uma mesa próxima de Trent, não muito, mas que me permitia ter uma certa visão do rapaz e ouvir suas palavras, mesmo que baixas.

Eu já havia notado o palco do ambiente, propício para músicas ao vivo e foi exatamente por isso que eu havia esperado o terceiro dia para entrar naquele bar em especifico. O show programado começaria apenas tarde da noite, o que me dava exatamente duas horas para escutar a conversa do homem o qual eu perseguia. Infelizmente eu não poderia ficar mais, pois o jovem passava mais tempo ali dentro do que qualquer pessoa normal e certamente soaria suspeito minha presença por mais do que esse tempo. Se ao menos eu tivesse alguém com quem fingir estar junto, eu poderia ter uma desculpa para passar mais tempo ali dentro. Tirei um notebook de dentro da bolsa que carregava e o coloquei sobre a mesa, abrindo-o e me incomodando com a luz azul que foi jogada em minha cara. Filmar a conversa? Sim, isso seria bom, porém não o faria, pois um computador é facilmente confiscado e se encontrassem uma filmagem dessa eu teria muito o que explicar. A função daquele dispositivo trouxa era apenas me dar mais tempo ali dentro depois que eu terminasse minha refeição, no qual eu estaria trabalhando em um livro. De fato, tenho como hobbie escrever livros, então o que não faltava ali nos arquivos eram obras autorais minhas. Informações importantes que não pudessem ficar em minhas memórias eu anotaria em pequenos pedaços de papeis, que poderiam ser facilmente impermeabilizados e engolidos em casos de emergência. Eu sei que muitos pensam que sou louco por cogitar até mesmo essas coisas antes de executar um trabalho, mas não me arrependo, já apareci de cara limpa para um trabalho e foram incapazes de me reconhecer. A melhor saída quando não quer se tornar um procurado é ter uma perfeita imagem de homem comum. Que argumentos teriam para me incriminar? Sobre qualquer coisa? Estava ali apenas para comer e escrever meus livros, motivo também para a viagem à outro país. Turista? Motivo perfeito para estar andando pela capital.

Quando eu me sentei e me aconcheguei em minha mesa Cedric Trent já estava na companhia de uma mulher vestida elegantemente em sua mesa. A mulher, ao contrário do rapaz, não se preocupava tanto em esconder os guardas-costas que sentaram na mesa logo atrás deles. - Sugestão do chefe e um suco de cenoura, por favor. - Fiz meu pedido e voltei a mexer no computador como quem não queria nada, enquanto focava minhas energias em um único sentido: a audição. Tudo o que acontecia na outra mesa eu guardava em minha memória. Não importava o assunto ou as palavras usadas, se parecia ser algo inútil ou importante, eu estava captando. Minha comida chegou, o garçom a colocou ao meu lado e afastei um pouco o notebook, deixando-o na diagonal, para poder comer. Comi olhando fixamente para a tela do aparelho eletrônico, mais especificamente para seu reflexo direcionado à mesa vigiada. Enrolei o máximo que pude tanto no prato quanto no copo, porém, uma hora a comida foi finalizada. Afastei o prato, puxando o computador novamente para perto de mim e dando continuidade às minhas "atividades". O garçom perguntou se eu gostaria da conta, provavelmente querendo que eu liberasse a mesa e em uma tentativa de conseguir mais algum tempo acabei pedindo por uma sobremesa. Na verdade aquela pesquisa estava me saindo mais caro do que o esperado. Logo a sobremesa chegou e apesar de toda a demora que coloquei sobre ela, uma hora ela também foi finalizada. Cedric ainda conversava com a moça e pelo que eu havia notado de sua rotina, ele não sairia dali tão cedo. Quando o homem uniformizado me perguntou sobre a conta novamente eu aceitei, mas mesmo depois de pagar eu não desocupei o lugar. Não me importava com o quão inconveniente estava sendo, focava meu olhar na tela do computador, fingindo estar concentrado demais para desconfiar de alguma coisa. Consegui enrolar por mais trinta minutos além das duas horas planejadas, mas ao terminar mais um capítulo de altas abobrinhas, porque eu não prestava atenção no que eu escrevia, tive que dar uma pausa. Alonguei-me e desliguei o aparelho, finalmente saindo do local para a felicidade do garçom. Porém, ao sair eu ainda estava indeciso entre já fazer um relatório ou voltar no dia seguinte como um funcionário do bar, para verificar se o encontro era sempre com a mesma mulher, ou diferentes pessoas. Qual seria o grau de importância dessa informação? Principalmente se colocar em questão que ao decorrer do dia ele tinha vários encontros com diferentes pessoas.

Saio dali.





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Trevor Evan Collins
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sex 08 Dez 2017, 19:33

Depois de seu primeiro e bem sucedido show de abertura de sua turnê internacional no Kitay-Gorod, na Rússia, e o jovem Trevor se encontrava a pleno vapor, praticamente passando um dia em cada cidade e se promovendo, o mesmo nunca foi tão feliz com seu lado profissional como se sentia naquele momento. O único problema eram as horas trocadas, já eram duas da manhã quando ele saiu do local onde estava se apresentando e sua equipe e ele se sentiam necessitados de uma boa refeição antes de irem pra o hotel.-- O NARRADOR.

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Eu estava bem feliz com o resultado da noite, difícil era achar um bom lugar para comer a essa hora, estávamos revirando as ruas atrás de comida, eu e a produção, eu já estava para gritar que deveríamos ir para o hotel e aceitar a comida razoável deles, porém não foi o que ocorreu pois minha produtora chefe puxou meu braço e apontou um lugar ainda aberto e nós fomos na direção deles, o nome era Odeon Bar Grill, algo que me fez pensar nas churrascarias norte-americanas. - Vamos ver se temos aqui um adversário justo para o Bern's! - Fiz uma brincadeira com meus colegas e todos rimos, pois era claro que nós todos conhecíamos um bom churrasco americano, eu achava o Bern's o melhor, a minha chefe da produção concordou com a ideia, o que mostrava que ela tinha um bom gosto. Nós sentamos em uma mesa para umas quinze pessoas, a pedido do pessoal da produção, e nós fomos em busca dos pedidos. Eu deixei que escolhessem, a única coisa que eu queria era uma boa bebida, não precisava ter álcool, só ser gelada. - Uma coca-cola bem gelada, por favor. - Foi a única coisa que pedi e esperei a comida, a maioria dos pratos parecia algo muito indecente para os meus olhos e acabei dando uma risada quando mencionaram exatamente isso. - Tomara que não tenhamos pedido tripas como prato... - Brinquei mais uma vez e nós todos começamos a rir, não demorou muito até que a comida chegasse e nós entendêssemos o que pedimos, a maioria das carnes pareciam ser de carneiro. Eu me foquei em comer e beber minha coca, enquanto os caras bebiam, eu não achava fácil beber e comer carne, sempre ficava muito estufado. - Onde será o próximo show mesmo? - Ergui as sobrancelhas curioso e logo eles me lembraram, pela sétima vez, que seria Amsterdã, onde tudo prometia ficar bem louco, apesar de eu não ser adepto de usar as coisas que lá eram comercializadas legalmente, a única coisa que queria experimentar era o absinto mesmo. Nós demos conta de toda a comida e seguimos para o hotel, não podíamos perder horas de sono a essa altura, infelizmente. Saio dali.

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Capítulo 4: Aquela fome após uma grande noite  ₪₪₪  Irlanda - Odeon Bar Grill  ₪₪₪  Noite



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Vladimir Deasún Ceallach
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 30 Dez 2017, 01:48

Ao infinito e além!
Já estava entediado de ficar em casa, era estranhamente ruim estar em casa e se sentir um invasor, especialmente quando se passou metade sa infância viajando com a mãe e tendo pouquíssimo contato com os primos e com a irmã.  Talvez o fato de ter sido adotado gerasse no garoto a estranhaze de não pertencimento a começar por quase nada se parecer com sua família, nos primeiros anos que tomara a consciência de que era diferentes chegou a inúmeras vezes entender o porque de não ser como sua família. Porém a mãe sempre lhe dizia que a aparência não importava, desde que o coração estivesse conectado ao de sua família. O russo conseguia se lembrar bem do dia que se pegou no espelho olhando sua aparência e questionando o porque de ter a descendência oriental, só para então lembrar que fora adotado, que era filho de pai russo e mãe chinesa, ambos pertencentes aos comensais da morte, tal pertencimento custando-lhes a vida e deixando um garotinho órfão. Suspirou e passou a mão pelos cabelos loiros, ultimamente vinha pensando demais em suas origens descobrira até mesmo que fazia parte de uma tal linha de sucessão e a família em que nascera pertencia a realeza russa. Balançou a cabeça e tornou a passar os dígitos finos pelos cabelos loiros. — Ah... Lucard, que saudade da escola, de poder usar magia...— resmungou ao gato que andava em seu encalço. Havia saído no começo da noite, deixara avisado que não iria longe, mas talvez tenha perdido a noção do tempo e de quanto caminhara quando olhou pra cima e percebeu estar de frente ao Odeon Bar.  — Acho que vou me meter em confusão...


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Thaddeus Renard Salvatore
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 30 Dez 2017, 02:03

Bar!
– Para onde você vai, seu maldito? – Pergunto enfurecido vendo meu pai bêbado, cambaleando se afastando de mim. – Não me importo com você, quero que você morra, imundo. – Vocifero, lhe dou as costas e começo a caminhar para bem longe. Não acredito que ele teve a coragem de fazer isso comigo, de aparatar me carregando consigo. Agora se foi e me deixou em um lugar que não conheço. Olho para todos os lados tentando descobri que lugar é esse, mas não reconheço absolutamente nada. Mordo meu lábio inferior, toco o cós da minha bermuda e sinto minha varinha. Pelo menos, tenho magia. Vejo uma rua e alguns estabelecimentos, mas o que me chama atenção é um garoto loiro aparentemente mais jovem que eu defronte à uma fachada iluminada. Possivelmente mora por aqui e está sofrendo de tédio ou esperando por alguém. Não custa nada eu me aproximar e lhe perguntar onde estou. Então faço isso. Sem mais pensar, começo a me dirigi ao garoto de pele alva e lisinha, o que acho fofo. Reviro os olhos, não é momento para atrações, é apenas um pedido de informação e depois tchau. - Boa noite, licença! – Chamo sua atenção sem alarde, não quero lhe assustar. – Estou meio que perdido aqui e preciso saber onde estou para pedi meus parentes para me buscarem. Ainda não consigo apara... – paro de falar. Ele é trouxa, não sabe o que significa isso. – Não sei voltar sozinho. – Corrijo imediatamente e mordo meu lábio inferior olhando para o letreiro, leio: Odeon Bar & Grill.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 30 Dez 2017, 02:29

Ao infinito e além!
Bom, vendo pelo lado bom não tinha ido muito longe, bastava voltar algumas ruas e logo estaria nos terrenos protegidos dos Ceallach, mas a maior dificuldade seria não ser morto e sequestrado nos lugares desprotegidos que teria de passar. Tinha duas opções: chamava os tios e levava uma bela bronca ou chamava a mãe e perdia os rins e ainda tomaria uma bela bronca. Suspirou e olhou o gato cinzento. " Oras, Vladimir, não está tão longe, basta voltar rápido e entrar de mansinho pela parte de trás de casa." aconselhou sua consciência, e pela primeira vez talvez desse bola a ela, de fato não estava longe bastaria entrar em casa desviando das luzes e... Ouviu uma voz, masculina, virou-se devagar para encarar o dono. O garoto que lhe abordara era alguns bons centímetros mais alto, ele parecia perdido e de certo modo aquilo fez Vladimir se simpatizar por ele. Ouviu-o quieto, a expressão neutra dava a entender que não prestava atenção em uma só palavra, e o leve sacudir de cabeça parecia vago. — Você está em Dublin, na Irlanda.— como de costume a voz era  baixa e carregada de sotaque. — Se você for aparatar sugiro um beco mais discreto, esse é um dos bares bastantes populares entre bruxos e trouxas— falava livremente, sabia que o sotaque e o tom  de voz só seria entendido por quem estivesse próximo e  Prestrando bem atenção.


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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 30 Dez 2017, 02:41

Perdido
Antes do garoto se virar e me encarar, olho para baixo e vejo um gato cinzento ao seu lado. Com certeza lhe pertence. Quando finalmente o meu olhar se encontra com o do garoto, ele me responde afirmando ser Dublin, na Irlanda. O que me choca. Arregalo os olhos e fico boquiaberto. Tento falar algo, mas não consigo. Ele é bruxo... coincidência ou estava tudo planejado para esse encontro regido pelo destino? Antes de lhe falar algo, tento digeri tudo que está me acontecendo. Perdido na Irlanda. Olho para o longo da extensa rua na tentativa de encontrar o meu pai velho bêbado medíocre e nojento, mas nenhum sinal dele. Maldade... ele é malvado e vai pagar por isso que está fazendo comigo. Sinto a raiva tentar me consumi, mas não posso deixar, não posso perder o controle ou vou acabar sendo grosso com esse loiro asiático lindo da boca pequena e fofa. – Eu ainda não consigo apartar sozinho. – Confesso e me sinto um tanto constrangido. Como vou explicar para ele como cheguei aqui? Falando a verdade, claro, sempre. – Meu pai me odeia. Bêbado, aparatou aqui e me trouxe forçado. Sumiu e me deixou sozinho. – Explico tentando não deixar o sentimento dominar, assim posso acabar chorando de tanto ódio acumulado e fazer isso na frente de um estranho é total vexame. – Eu me chamo Thaddeus Salvatore e a mansão da minha família fica na Itália. – O olho com cara de suplica. – Tem como me ajudar? – Indago e dou de ombros. – Mas se não puder, vou entender... ou tentar. Dou um jeito de voltar sem criar alardes.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 30 Dez 2017, 03:06

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Realmente…sua situação em nada se comparava com a do garoto, claramente mais velho. Vladimir conteve um meio sorriso ao ver o garoto ficar boquiaberto com a reação do menino ao saber que ele estava na Irlanda. Lucard ronronou aos seus pés e o fez olhar pra baixo, o pingente com a poção cintilou à luz da rua e do letreiro enorme.  Limpou a garganta e enquanto o garoto falava como havia ido parar ali o analisou, estava claro que ele era bem maior que si, se duvidasse ele pertencia ao clube esportivo da escola onde estudava, notou que ao falar do pai uma raiva o dominava, podia jurar que viu uma veia saltar da testa dele. Ele parecia fofo e pelo que a luz da rua lhe permitia ver era bonito. Limpou a garganta e balançou a cabeça tinha que o ajudar  não ficar fazendo notas mentais sobre a beleza alheia [/size]— Woaah! Desculpe, mas acho que seu pai não é muito seu fã… —[size=32] comentou, ainda era baixo, porém era leve, como se quisesse tirar a tensão do ar e  fazer o garoto relaxar.  Ouviu-o dizer de onde era e como suspeitou, ele estava bem longe de casa, aliás a milhas de distância.  [/size]— Itália? Você está bem longe de casa, mas isso você já percebeu. Eu sou Vladimir, Vladimir Ceallach,  e esse é o Lucard. — [size=32]Falou apontando para o gato cinzento que miou, mas continuou sentado ao seu lado lambendo uma das patas tranquilamente[/size]. — Bom… a propriedade da minha família não fica muito longe daqui… acho que posso te ajudar…  —[size=32] Falou num tom pensativo. Deveria usar a deixa que Thaddeus lhe dera para justificar chegar tão tarde em casa? Será que  brigariam consigo se dissesse estar ajudando um amigo.[/size] — Você por algum a caso é de Hogwarts? Tem alguns Salvatore em Hogwarts, eu acho. —[size=32] O menino forçava a mente a lembrar da mente dos colegas de classe e de escola, tentava se lembrar de algum rosto conhecido que tinha esse sobrenome, mas a sua grande lista, insira uma bela nota de ironia aqui, não lhe permitia se lembrar de mais do que já ter ouvido o nome pelos corredores do Castelo.
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 30 Dez 2017, 03:22

Vladimir!
– Ele nunca gostou de mim... isso é pouco para o que ele já fez. – Reviro os olhos e bufo ainda incrédulo que isso está me acontecendo.  Ele se apresenta como Vladimir e seu gato como Lucard. Olho mais uma vez para o felino e sorriu. Vontade de lhe acariciar eu tenho, mas não confio em gatos, eles podem me atacar quando menos eu estiver esperando ou pode fingir ser fofo e dar seu bote. Não quero ser vítima de garras afiadas. – Nossa, fico muito grato! – Sorriu quando ele afirma poder tentar me ajudar e sei que de alguma forma, isso vai acabar recebendo um final bom. – Sim, sou do sétimo ano de Hogwarts. – Respondo a sua pergunta sobre minha família, o que sugere que o mesmo também seja aluno de lá, sem sombras de dúvidas. Sento-me no calçadão em frente ao bar. – Sente-se comigo, Vladimir e Lucard, estou um pouco cansado para ficar em pé. Ele pode aparecer aqui a qualquer momento. – Falo me referindo ao meu pai, mesmo sabendo que ele não vai voltar.

A essa altura? Já está em casa dormindo no banheiro. – O que vocês fazem aqui? Estava pensando em beber, mocinho? – Pergunto rindo. – Mas agradeço por lhe encontrar... nossa, a vontade que tenho é de socar a cara daquele velho. – Trinco meus dentes e semicerro meus punhos. Quando sinto a raiva querer dominar, cubro meu rosto com minhas duas mãos. Sinto um rubro em minhas bochechas. – Desculpa, estou com raiva e preciso extravasar. - Vejo uma pedra perto de mim, penso em lhe pegar e lhe arremessar contra alguma janela de vidro de um desses estabelecimentos, mas uma pessoa, bem no fim da rua passa cantarolando. Por um momento penso nele, mas é uma mulher. – Qual seu ano em Hogwarts? Não me lembro de ter visto você por lá.

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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 30 Dez 2017, 03:46

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Ao infinito e além!
Se fosse parar pra pensar até que ter hm álibi era uma boa, pelo menos isso evitaria perguntas sobre o que estava fazendo até altas horas na rua, mas levantaria outras como ter que dar o máximo de informação sobre o garoto com quem havia topado e o por que de tentar ajudar um estranho, suspirou, já estava de  todo jeito metido em encrenca então..[/size]. — Não se preocupe, temos uma lareira, você pode usar a rede flu pra voltar pra casa. Isso se não se importar de ficar coberto de cinzas. —[size=32] Ergueu os olhos para o menino e foi a sua vez de expressar rapidamente surpresa, sétimo ano, aquilo explicaria o porque do garoto parecer mais velho e ser mais alto. Viu ele  se sentar na calçada e o chamar para fazer o mesmo. [/size]— Bom... Se não for muito curioso, não acha que foi muita imprudência aparatar com alguém bêbado? Mesmo que seja seu pai? —[size=32]  perguntou  se sentando ao lado dele e o observou, Thaddeus parecia estar extremamente irritado, só esperava que não fosse o alvo para a descontração da raiva do menino. Vlad imaginou se aquilo era comum ao que diziam que italianos tinham o "sangue quente", estava divagando quando o garoto novamente lhe trouxe a realidade. Franziu o cenho ao ser questionado sobre beber. — [/size]Não! Eu não sou pra álcool, até já tentei beber uma cerveja amanteigada, mas não me agradou, prefiro suco de abóbora... E foi uma coincidência você me achar aqui, quer dizer... Eu só estava andando pra matar o tédio. — [size=32] falou dando de ombros e trouxe mais as perna para junto ao corpo e afagou as orelhas de Lucard. [/size] — Você parece bem irritado... Toma, algum açúcar no seu sangue vai ajudar. — [size=32]como a boa formiga que era tirou do bolso do jeans que usava uma varinha de alcaçuz, segurou com leveza o pulso alheio e colocou o doce ali, logo já estava recolhend a mão e a cruzando a frente das pernas.  Suspirou e então apoiou o queixo nos joelhos, mas logo mudou de posição ao olhar  menino ao seu lado. [/size]— Eu sou do terceiro ano,  você não me vê porque eu geralmente não quero ser visto, ao invés de ficar nos corredores prefiro a biblioteca ou o círculo de pedras. E acho que não somos da mesma comunal, eu sou da Sonserina. —[size=32] Falou afastando um pouco as pernas e cruzou-as como um indiozinho. 
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MensagemAssunto: Re: Odeon Bar & Grill    Sab 30 Dez 2017, 10:02

Diabo Loiro!
Vladimir fala sobre a ideia de me emprestar a lareira da sua residência para voltar para casa. Isso, essa é a solução e sou muito grato ao asiático que acabei de conhecer. Sorriu em resposta e quando o garoto senta ao meu lado, pergunta sobre a imprudência de aparatar com um bêbado. Reviro os olhos. Nunca escolhi sai com meu pai, nunca escolhi estar nesse lugar. – Eu disse... – Suspiro. – Fui forçado, obrigado. Ele chegou em casa brigando comigo e partiu para cima, tentei me defender e aqui estou. – Olho para o meu corpo. – Sorte que não fui estrunchado. – Riu, mas é de nervoso mesmo. Confirmando minha teoria de que ele estava com tédio, Vlad se explica. Não gosta de beber, já tentou, diferente de mim, que corro as vezes para o álcool para tentar amenizar os meus problemas. Se isso já resolvesse, o homem que chamo de pai estava divino e perfeito sem problema nenhum. Para amenizar minha irritação, o garoto ergue para mim uma varinha de alcaçuz e nossa... ele é incrível, sabe exatamente do que preciso. Pego sem pensar duas vezes e a devoro. – Nossa, eu agradeço, mesmo. Doce me acalma, real. – Sussurro sorrindo e ouvindo sua resposta sobre Hogwarts. – Eu só fico no meu aposento, saio apenas para aulas, refeições, banheiro, atividades. Não costumo ser visto também. – Reviro os olhos e mordo meu lábio inferior. – E esse cabelo loiro? – Indago tirando uma pequena mecha de cabelo amarelinho da testa do garoto ao meu lado. Recolho minha mão, fico sem graça e olho para o chão. – Já pintei uma vez, não ficou bem... legal, sabe? Fiquei parecendo um diabo loiro. – Riu tentando descontrair.

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