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 Família Hwang

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Agatha C. Stella
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Bicho-papão : Perder a wrecking ball

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

MensagemAssunto: Família Hwang    Seg 15 Jan 2018, 20:06





Localização atual: Ilha de Jeju - Coréia do Sul.

Chefe da Família: Jae-Hwa Lintchest Hwang.

Co-Chefe da família: Seungjae Young Hwang.

Membros da família: Seungjae Young Hwang, Jae-Hwa Lintchest Hwang, Sousuke Inukai Hwang, Hu-yong Czarevich Hwang, Chaerin Minn Hwang, Sangwoo Wichbest Hwang, Franklin Hwang Wichbest, Leo Ryeon Hwang, Leia Ryeon Hwang, Seo-hyeon Ryeon Hwang, Shen Mochizuki Hwang, Amber Liu Hwang, Roxy Hwang Pallas, Liam Lintchest Hwang, Victória Lintchest Hwang, Min-kyu Nakada Hwang, Uriel Minn Hwang, Victoria B. Hwang, Lexa S. Hwang, Ji-hoon Kay Hwang, Yura Kay Hwang, Leon Iwata Hwang, Dawid Iwata Hwang, Kerolenn Hwang Stackhouse, Hoshiko Seo Hwang, Axel Krölling Ceallach, Letícia Zarek Ceallach, Nágila P. Keller McCready, Ellizabeth Hool Romanov, Hee-young Park Sparrow.

Cromos Necessários: Hee-young Park Sparrow (1 cromo de platina), Nágila P. Keller McCready (1 cromo de platina), Ellizabeth Hool Romanov (1 cromo de Platina), Amber Liu Hwang (1 Cromo de Ouro) e Roxy Hwang Pallas (1 cromo de ouro).

Elfo doméstico: Koko.

Árvore Genealógica: Em breve.

Já se fazia quase trinta anos de luta quando os Ming foram derrotados. Sucumbiram ao poder do líder manchu Aisin Gioro assim que o último imperador Ming, Chongzhen, enforcou-se numa árvore no Parque Beihai, seu jardim imperial. "Os Ming se foram!", os chineses bradaram pelas ruas de Pequim, [...] pelas ruas de Pequim, "Uma nova era começará!". Era como se a risada de Aisin — ouro, em manchu — pudesse ser ouvida por todos os cantos da cidade. E ele jurou, em frente ao Palácio Imperial, com a espada em punho, que a China nunca conseguiria escapar da ira dos imperadores e imperatrizes que descendesse do seu sangue. E foi com esse sangue frio — frio como o gelo, diziam os chineses — que ele dominou toda a China e os territórios circundantes da Ásia Central. Surgiu, então, em 1644, a dinastia Qing, filhos e filhas do legado de Aisin Gioro, manchus e chineses que foram responsáveis por governar o grande Império.

O legado dos Qing durou 268 anos. Era impossível que durasse mais, considerando-se todas as tentativas de usurpação ao trono; o Império havia sido tomado pela corrupção, pela crise, pela insegurança e principalmente pelo medo. Os chineses tinham medo do que o futuro dos seus imperadores poderia os reservar. Os filhos e filhas de Aisin Gioro foram completamente atormentados por guerras, inimizades estrangeiras e teorias da conspiração. Foi em 1912 que o mais chocante dos seus segredos correu o risco de ser revelado: sua magia. Não havia escapatória. Não havia outra escolha se não fugir das acusações em frente ao Palácio Imperial; acusaram-os de bruxaria e de infidelidade ao budismo e ao taoísmo, religiões predominantes no Império. "Sangue bruxo é valioso", os Qing repetiam uns aos outros, mas o imperador Xuantong, o último Qing, discordara. Quis renunciar ao trono, não quis guerra. Quis se humilhar frente ao povo do Império, Império esse que havia recebido a benção de Aisin Gioro para que triunfasse. Seu nome seria amaldiçoado pelos Qing e por seus descendentes por toda a eternidade. A Revolução de Xianhai ascendeu, apagando a glória Qing, e Xuantong declarou-se deposto. Mas os outros Qing queriam sobreviver, e só havia uma alternativa: fuga.

Não havia tempo para escapar e, ao mesmo tempo, não havia para onde escapar. A Casa de Aisin Gioro — a própria dinastia Qing — não tinha mais lar no Palácio Imperial. Tinham, na verdade, cumprido para sempre a sua tarefa de governar aquele Império. Fugiriam. Não havia mais tantos descendentes bruxos de Aisin vivos, mas isso não os impediu de formar uma união, buscando fugir para ao mesmo lugar e para longe de todas aquelas acusações e de toda a humilhação criada por Xuantong. Não teriam lar no Japão, com quem guerrearam havia algumas gerações, nem em nenhum canto escondido da China, pois as raízes d'A Revolução de Xianhai haviam se espalhado por todo o território, e agora eles queriam independência, republicanismo e, acima de tudo, o fim dos Qing. Os últimos Qing partiram de Beijing misteriosamente, levando consigo seus artefatos mágicos e mais valiosos. Até hoje não se sabe como fugiram; pois, com ajuda da magia, disfarçaram-se. E, carregando uma boa parte de seus tesouros — além do seu maior tesouro, seu sangue — encontraram uma alternativa: a Coreia do Sul. A maior de suas ilhas, Jeju, seria sua nova casa, onde recomeçariam sua história, para sempre honrando o legado dos Qing e de Aisin Gioro.

A chegada à Coreia do Sul foi marcada por alívio, mas ainda tinha muito a ser feito. Os Qing teriam que adequar-se à realidade daquele país para continuar vivendo. Denominaram-se, então, Hwang — dourado em chinês, em honra ao legado de ouro de Aisin Gioro. A fim de ter seu próprio lar, eles usaram boa parte do seu tesouro para comprar um enorme terreno em Jeju, e seu nome logo tornou-se conhecido na ilha; "Uma família rica, boatos que descendem de mercadores chineses, pois só assim para conseguir esse dinheiro!". Eles ergueram um enorme templo, o Templo Hwang, rezando sempre pela benção de Aisin Gioro, para que aqueles que ali morassem nunca tivessem seus destinos perturbados pelo legado humilhante do último imperador, Xuantong. Seus tesouros mágicos foram guardados no templo para servir de ensinamento e de orgulho das conquistas dos antepassados; e, os itens amaldiçoados, confinados para nunca mais serem tocados. O templo serviria-lhes de lar, assim como às futuras gerações dos Hwang. Os primeiros Hwang, os últimos dos Qing, filhos e filhas de Aisin Gioro, herdeiros de seu sangue bruxo e de seu legado de ouro.

A riqueza dos Hwang já não podia se limitar apenas à herança de sua época imperial. Em busca da ascensão, envolveram-se em negócios ilegais para gerar lucro — tornaram-se gângsters e construíram fortunas com negócios de jogatina e proteção à outros negócios; em troca da segurança oferecida por eles, extorquiam dinheiro de outras famílias, além de consumarem uniões a elas por meio de casamentos. Tornaram-se tão ricos que Lin Cheng, patriarca na época, década de setenta, tornou-se um d'Os Doze Grandes, os mafiosos que controlavam todas as maiores cidades e penínsulas da Coréia do Sul, sendo O Grande da Ilha de Jeju. A época de ouro proposta por Aisin Gioro voltou a recair sobre eles e, acreditando nas bençãos do líder do Clã, os Hwang tornaram-se a maior e mais poderosa família sul-coreana na época, espalhando sua influência por toda Ásia.

A decadência da família não tardou a chegar. Já na década de oitenta, surgiu um escândalo que ameaçava a estabilidade da família; corriam o risco de serem expostos nacionalmente, tanto suas chantagens quanto suas ilegalidades. Apesar do escândalo ter sido abafado pelo patriarca da época, Lin Cheng, a riqueza da família já era muito grande para ser escondida. Suspeitas começaram a surgir, o clima no Templo era de tensão e de medo dos inimigos, o que inclusive fez Lin Cheng adoecer. Embora seus investimentos na bolsa de valores sul-coreana tivesse servido de justificativa para a fortuna — até porque tais investimentos conseguiram erguer a economia do país — só isso não era o bastante. Em 1988, Lin Cheng faleceu e um novo patriarca foi nomeado: Seungjae Hwang, seu neto, cujo legado tinha tudo para ser difícil. A Hallyu— Onda Coreana, popularização da cultura do país — caiu como uma luva para a ascensão dos Hwang. A primeira ação de Seungjae foi usar boa parte de seu dinheiro ilegal no investimento de um negócio legal, a Hwang Entertainment. A entrada no mercado de entretenimento garantiu muita riqueza e popularidade aos Hwang, cujos rumores pejorativos logo foram esquecidos, garantindo, assim, a criação de mais um Império aos filhos e filhas de Aisin Gioro.

Desde então, a popularidade da família Hwang só tem crescido. Sua influência nos campos do entretenimento é tanto na música quanto em filmes e revistas. A Hwang Entertainment consolidou-se como a maior e mais importante empresa de entretenimento da Coreia do Sul; o nome de Seungjae Hwang, o CEO da empresa e patriarca da família, seria sempre citado com respeito por todos os sul-coreanos. A geração seguinte à de Seungjae, seus filhos e sobrinhos, foram, em sua maioria, enviados a outras escolas de magia bruxas, não a Mahoutokoro, a fim de conciliar os perigos de sua fama na Ásia com a manutenção do seu segredo, a bruxaria. Ainda que não sejam mais tão ligados ao mundo bruxo asiático, eles buscam preservar seu sangue puro. A figura autoritária de Seungjae intimida e censura a maioria dos Hwang, herdeiros dos Qing, que, apesar de tudo, rumam ao sucesso cada vez maior e tornam-se, ainda que não mais tão unidos, os verdadeiros imperadores e imperatrizes da Ásia.

Nota: Motivo da Mudança dos Krölling para Hwang:
 

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Agatha C. Stella
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