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 Comunal da lufa-lufa

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Anna Hool Z. Hoffmeister
Herdeiro da lufa-lufa
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MensagemAssunto: Comunal da lufa-lufa   Seg 18 Fev 2013, 08:22

Relembrando a primeira mensagem :


A KISS OF ANGEL TAKES HIM TO HEIGHTS
the angel face hides a demon
Eu queria férias. Essa podia ser a constatação da noite. Na verdade, eu já havia sido liberada das aulas há bastante tempo, porém não conseguira cruzar o caminho que me separava até a Comunal graças a um grupo de estudos meio secreto que me raptou para a Biblioteca muito antes do jantar. Eu havia sido liberada daquela sessão enfadonha de pesquisas somente alguns minutos antes do toque de recolher se instalar. Ele agora andava bem mais severo e tive que ser acompanhada pela minha prima Milla até a entrada da comunal.

Agora estava aqui eu jogada no sofá com meus braços cruzados resmungando enquanto olhava para a entrada secreta da Badger’s. Sim, eu ainda estava magoada com o que os outros texugos haviam feito. Não acreditar em mim? Era algo que me doía na essência. Raios, tudo bem que eu era uma humorista nata. Mas eu não brincaria com esse tipo de coisa, embora muitos achassem que eu o faria sem nem pensar duas vezes. Eu havia sentido que poucos acreditavam mesmo que parcialmente na minha verdade, o que me deixou um pouco mais esperançosa.

~Se eu juntar provas suficientes... Era uma loucura tentar remontar mesmo que alguns fragmentos da árvore genealógica de Helga, mas eu pdoeria não? Eu sou mestre em loucuras impossíveis então não seria nada demais para minha louca realidade. Procurei por minha mochila entre as almofadas e me levantei, decidida a colocar aquele plano doido em prática. Mas amanhã, porque estava cansada e era hora de sair dali rumo à minha cama.

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Thomas Arcadino
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 11 Dez 2016, 22:52

Dês de que cheguei em Hogwarts este ano, não consegui fazer amizades significativas com ninguém neste lugar, as vezes sinto falta de meus colegas de Ilvermorny: Bella e Endrel.Eles definitivamente Fazem muita falta. Ando me perguntando o que estou fazendo de errado, será meu jeito de francês que pode ser considerado snobe pelos ingleses daqui? Ou será que não sou talentoso o suficiente para eles? a professora Sprout disse que é só questão de tempo, e eu espero que seja, é difícil viver em um lugar sem amigos.
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Benjamin S. Chevrin
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 12 Dez 2016, 01:06

Apesar de toda a estranha situação que aquele momento parecia reunir através de pequenos detalhes considerados fora do comum por uma parte mais racional da mente do lufano, ele precisava confessar que a liderança naquela batalha não estava bem com seu lado correto ou não se sentiria levemente ligado a detalhes daquela conversa que não pareciam muitas vezes relevantes como um admirar da brisa, alguém tão perto ou um esbarrão acidental. Não negava, porém, que havia uma inquietude interna na tentativa de conter a estranho situação da qual Chevrin não estava acostumado, mas tudo era tão profundo com trabalhos sob os panos que o garoto nem mesmo se dava conta disso. Foi quando as perguntas sobre a escola e vida estudantil começaram que a sensação de certa apreensão tomou conta do lufano. Por que estava repentinamente contente em saber que estudariam no mesmo ano? Ele não podia dizer que era por não ter amigos no local e talvez até usasse da bondade para falar que estava contente por Arwen poder contar com algum conhecido, mas no segundo caso estaria mentindo, certo? Sim, certo. Não havia como imaginar que alguém deixaria a garota de lado em uma aula por mais mesquinhos que fossem, no entanto, pensar nisso o incomodara um pouco, aparentemente sem motivo para tal, ele sequer era uma pessoa com esse tipo de humor. — Sexto ano então? — Perguntou de forma retórica, deixando um leve sorriso aparecer no canto dos lábios. — Se precisar de alguma ajuda você sabe o meu nome. — Começou, parando por um segundo apenas antes de corrigir sua frase. — Não que eu ache que você precisa de ajuda, não foi isso que eu quis dizer. — Prosseguiu, fazendo um movimento sugestivo com a mão de quem tentava explicar algo óbvio sem se enrolar.

Quando ouviu sobre ser atualmente o único conhecido da morena ali, Ben sentiu-se um pouco mal, afinal sabia o quão ruim era estar sozinho em um lugar enorme e cheio de gente como Hogwarts, contudo ele também podia dizer que se sentia um pouco egoísta pelo estranho contentamento em ter sido supostamente a primeira pessoa mais próxima de um colega que ela conseguira.  — Tenho certeza que isso vai mudar muito em breve. Você sabe, na correria do final de ano letivo as pessoas só pensam nas notas que precisam e acabam não olhando para os lados nos corredores. — O lufano disse com calma, procurando entender a si mesmo e a estranha sensação de querer que aquilo acontece ao mesmo que parecia satisfeito com o modo como estava. Por que estava sendo tão estranhamente egoísta? A pergunta poderia continuar rondando a cabeça do quintanista, mas ele a afastou, focando em perguntas voltadas à antiga escola da companheira de estudos que não demorou a lhe responder. Por um segundo foi quase inevitável a vontade de questionar Arwen sobre o tempo passado na antiga escola, Ilvermorny, afinal não se adaptar em um local por cinco anos parecia uma péssima forma de aproveitar as coisas, ele chegou até mesmo ao ponto de se sentir um pouco incomodado com a informação, embora não soubesse o porquê, mas conteve suas perguntas imaginárias para deixar que a estrangeira completasse sua frase com palavras das quais ele pensou por um tempo extremamente curto. — Talvez, mas essas coisas são muito relativas, não é? Em um ano pode pensar que sim e no outro pensar que não. Às vezes nós só queremos deixar algumas coisas para trás. — Ele disse, deixando que a voz ficasse um pouco embaçada por suas próprias lembranças que causavam um aperto ao peito, eram fortes demais para serem esquecidas e apenas pensar nisso fez a antiga fisgada na cabeça retornar, obrigando-o a apertar as pálpebras com certa força ao mesmo que meneava a cabeça em uma tentativa de disfarçar a situação, esperando muito conseguir já que em meio a isso a garota voltou a falar, agora do local exato onde estavam, mesmo local do qual ele já pensara uma vez em nunca mais retornar.

— É, Hogwarts é legal. — Confirmou em um fio de voz, aquilo não parecia importante de dizer e o comentário alheio mais parecia retórico então o lufano enviou toda sua atenção para a pergunta cheia de suposição ao qual ele refletiu por alguns breves segundos enquanto arrastava o corpo para frente no sofá, aproximando-se da morena em alguns centímetros. — Eu sentiria falta das pessoas daqui. — Respondeu, era uma resposta pequena e completa. — Mas se me perguntasse isso há dois anos eu diria que não. — Concluiu com um sorriso leve. — Fiz bons amigos e apesar de antes eu ter achado que isso nunca me prenderia aqui, agora eu penso diferente. — Benjamin foi sincero em cada sílaba, mas precisou parar ao sentir um novo raio de dor percorrer a cabeça, era mais leve que o anterior, mas ainda assim extremamente incômodo. — Sabe cuidar de uma dor de cabeça? — Perguntou, trocando o assunto que parecia esclarecido. Não era como se estivesse subestimando-a. Com as mãos apoiando no almofadado ao lado do corpo ele se firmou para deslizar apenas mais um centímetro, ficando em uma distância boa para ser examinado. — Tenho certeza que o boneco pode esperar um pouco. — Comentou com um leve sorriso e olhou mais uma vez nos orbes esverdeados dos olhos da menina. Era como se ele quisesse ler ali, embora talvez a atitude tivesse sido um tanto inconveniente.

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Benjamin S. Chevrin
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Thomas Arcadino
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 12 Dez 2016, 01:39

Hoje recebi notícias de minha mãe e meu pai, tudo está ótimo em nossa casa, se não fosse é claro, a constate perseguição de Rita Skeeter á minha família pelo fato de termos desenvolvido amizades com trouxas nos últimos tempos. Ficamos desolados com tamanha frieza e preconceito, mesmo após tantos anos da morte de Voldemort, ainda existem elitistas que acreditam na supremacia do puro sangue. Dês de que a Srta. Skeeter tem nos perseguido com suas acusações, dizendo que os Arcadinos estão expondo magia a trouxas , o movimento no restaurante de minha família tem caido como a neve no inverno. Meu pai me disse que irá dar um jeito, "Os Acardinos sempre dão a volta por cima" disse ele em uma das cartas que me enviou, e que a srta Skeeter tem seus dias contados no profeta Diário. Se tem algo que admiro no meu pai e no resto dos Arcadinos é a nossa perseverança e resistência, mesmo nas situações mais difíceis sempre estamos dispostostos a fazer melhor. Amo muito a minha família, e espero que revejam logo o cargo de Rita Skeeter no Profeta Diário, o reino não merece alguém assim formulando opinião pública.
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Arwen Amundsen Howard
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 12 Dez 2016, 15:34

Études
Arwen não era um exemplo de pessoa que conseguiria ler traços de sentimentos para com a outra pessoa, mas sentia uma mudança de sentimento no garoto diferente do que acostumava reparar nas outras pessoas. Vez ou outra os olhos dele transmitia inquietude e outras um tanto de compaixão. “Diferente” foi à palavra que definia o lufano a sua frente. Assentiu com a cabeça quando ele confirmava o ano escolar dela, bom, pelo menos entraria na sala já conhecendo alguém. Ela riu baixo da forma que ele inicialmente se colocou a disposição em ajudar, mas corrigiu para que ela não achasse que ele a subestimava. - Eu entendi, mas provavelmente precisarei de ajuda. Que bom que não importa em me ajudar... Deve ter algumas diferenças de ensino entre escolas, né? – a indagação era mais para ela mesmo que para ele. Possivelmente Hogwarts tinha uma grade curricular, quais feitiços seriam ensinados nos anos X, Y... ou até mesmo que planta era estudada em Herbologia do 5º ano, que poderia ser diferente em alguns aspectos na escola anterior da garota, podendo gerar inicialmente dificuldade para ela.

A conversa continuava na adaptação da lufana, que comentava que até naquele momento só havia conhecido Benjamin, coincidência ou não seriam colegas de classe. - Isto que dizer que já passou em todas as disciplinas? - antes que ele respondesse a pergunta completou - Porque você parece bem tranquilo... err para o fim do ano! - resolveu ficar em silêncio até outra fala do lufano. Ela não queria parecer intrometida em assuntos escolares, mas naquele breve momento embaraçoso estava tentando se explicar, só queria transmitir ao garoto sua opinião sobre o mesmo, que ele foi atencioso e gentil, mas não conseguiria falar algo assim de forma simples e direta. Ambos estavam com suas indagações mentais em suas próprias cabeças, eles ainda não percebiam que vez ou outra havia um silêncio considerado entre as falas que, talvez para uma terceira pessoa seria estranho, mas para os lufanos era o momento propício para rever algumas ideias próprias que passavam em suas mentes. Quando do comentário da estrangeira sobre não sentir falta da própria escola, Benjamin comentou de forma profunda, como se um filme passava em sua cabeça. Arwen naquele momento inclinou-se alguns centímetros para frente, como se quisesse ler através dos olhos azuis o que havia acontecido que o quintanista quisesse deixar de lado. Teria ele algum passado trágico? Será que era algo envolto a família? Primeiro a curiosidade foi aguçada da lufana, mas por fim o sentimento era de ternura, querendo o abraçar e falar que tudo ficaria bem. “Você deve estar cansada, precisando dormir.. esta estranha.” foi o que ela pensou no momento que jogou aqueles sentimentos de abraça-lo para o lado, porque geralmente não era assim.

Chega de falar de Arwen em Ilvermorny, pelo menos naquele instante. Hogwarts era uma escola tão renomada quanto, talvez até maior e ela estava feliz por esta ali. Quando ele começou a responder a suposição da garota, inicialmente ela achou normal, o lufano sentir falta das pessoas da escola, mas quando determinou o tempo que isto o fez importante, ela logo pensou “O que aconteceu nestes dois anos?” sem perceber uma de suas sobrancelhas se arqueou enquanto ouvia a fala do garoto. “ Só fez bons amigos né?! Sei, não cai nesta!” Sim, a francesa fajuta voltou a ver tudo novamente e ficou levemente irritada com as falas de Benjamin, já a lufana ficou pensativa, não entendia o porque cada informação do garoto parecia importante para ela. Naquele momento a justificativa dela para tal sentimento era que ele é a única pessoa na qual ela conversaria ali, tornando-o diferente.

- Dor de cabeça? - seus pensamentos voltaram totalmente àquela pergunta - Sei sim... - falou em murmúrio olhando ora para os olhos do garoto olha para sua testa, já compreendendo o motivo da pergunta. Quando do movimento dele, lentamente aproximando dela, ela podia jurar que ouvia um coração bater levemente acelerado, seria o dela? Segurou momentaneamente sua respiração e sua concentração ficou entre sentir o hálito doce do rapaz, por falar tão perto dela, invadido novamente o perfume bom que ele usava. “Aproveite e dê-lhe um beijo para melhorar! Pelo menos tudo em contos é resolvido deste jeito!” Ellaria gostava da aproximação do garoto e, se fosse ela que estivesse ali, o resultado teria sido totalmente diferente.

“Por Morgana, esta perto demais!” sim, havia excitação e nervosismo da menina. Sua respiração, que outrora fora segurada, foi soltando lentamente. -É... acho que o boneco pode esperar. - a voz foi um sussurro que uma palavra ou outra foi quase um chiado.Inconscientemente, a lufana levou as duas mãos no rosto do rapaz, sendo a direita na testa e a outra na bochecha. A primeira foi deslizando vagarosamente sobre o rosto do garoto, parando na mesma altura da esquerda, cobrindo-lhe as bochechas. A temperatura dele estava normal - Não parece estar com febre... - desta vez tentou falar de forma normal e descontraída, diferente das emoções que sentia. Desprendeu do contato com o mesmo e pegou a varinha - Pode fechar os olhos? - de soslaio olhou para o boneco que estava ali perto e justificou - Sabe, para eu poder me concentrar melhor no feitiço. - e esboçou um sorriso singelo e pequeno no rosto. “ Cette!” a voz falou esperançosa para o próximo momento.

“Concentre-se! É só um feitiço de cura!” mas não era bem isto que estava a intimidando. Quando o garoto estava do jeito que ela pediu, ela pode analisar seus traços sem sentir envergonhada. Os traços do rosto dele era bem desenhado de forma simétrica. Seus lábios eram do tamanho certo para o formato de seu rosto e por alguns instantes ela permaneceu olhando tal região, mas como se tivesse acordada de uma transe ela falou com cuidado - Headolor si.- movimento leve para frente e para trás, em direção a parte superior da cabeça do menino, fez com que um feixe claro de luz envolvesse-o. Aproveitou os últimos segundos que ele permanecia imóvel para observá-lo e por fim falou - Esta um pouco melhor? - sabia que tal feitiço não curaria total dor de cabeça, mas aliviaria. Bom, novamente aqueles olhos azuis a observava e, sem querer, suas bochechas formigaram, sinal que coraram um pouco.- O que o papel falava mesmo? - Voltou-se o seu corpo em direção ao centro da sala, mas não distanciou nem um centímetro do sofá, gostava de ficar perto dele.
 
Legenda:
 
- Fala de Arwen - “Pensamento de Arwen"      .      “Pensamentos da dupla personalidade”

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Peter G. Henstridge
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 12 Dez 2016, 19:09



As aulas finalmente haviam chegado ao fim, e eu perambulava pela a comunal da Lufa-Lufa, me sentando num dos diversos sofás que ali continha. Estava olhando para os lados, e de repente sou pego em pensamentos, já era algo recorrente, sempre que ficava muito tempo sem ver Anne, o que restava era só boas lembranças, lembrava-me que dá última vez que a encontrei na mansão dos Gyllenhaal, ela havia me presenteado com um Amasso, e havia me contado que estava namorando. Bom, nessa altura do campeonato provavelmente ela já estava casada, e muito provavelmente com filhos, ou no mínimo grávida. Era estranho pensar todas essas coisas da minha própria irmã, no entanto ela era uma mulher responsável, e dona do seu próprio nariz, tudo que eu queria era sua felicidade, mas imagina só, eu ser tio? Seria maravilhoso, mesmo que eu não soubesse muito a respeito do rapaz, Anne  sabia fazer boas escolhas, e com certeza, havia escolhido o rapaz ideal, para uma vida ideal. Era claro que nem tudo é um mar de flores, com certeza era iria discutir, ou até brigar com o seu cônjuge, mas quem nunca? Sorrio sacudindo a cabeça, e caminho até a saída, e saio dali.

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Benjamin S. Chevrin
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Ter 13 Dez 2016, 00:25

O sorriso que surgiu no rosto de Benjamin foi terno, simples, mas cheio de um bom significado. Ele não deixava de concordar com a garota sobre sempre se precisar de ajuda quando se começa algo novo, afinal poucas coisas poderiam ser pior do que estar sozinho em meio a uma grande quantidade de gente. Se dependesse dele, pelo menos, aquilo não aconteceria à antiga estudante de Ilvermorny. — Está contente? — Questionou, completando sua pergunta com um “com a mudança” para que o assunto não ficasse tão subentendido, não sentir falta de antigos amigos não significava que estava feliz com uma mudança de continente e isso nem mesmo Chevrin poderia imaginar já que seu país ficava logo ao lado, diferente de Arwen que atravessara um oceano inteiro, sujeita não apenas a novos amigos, mas novos horários, climas, comidas e tudo de cultural que a Escócia levava consigo ainda que não se pudesse negar que os alunos de diferentes partes do mundo transformavam Hogwarts em um ambiente agradável para qualquer pessoa estrangeira. Foi curvando um pouco o assunto para a pergunta seguida de uma observação da morena que Ben moveu os ombros, relaxando-os apenas um pouco. Ele não estava nem de longe nervoso com a procura de notas e isso era verdade, mas não porque achava que seu ano havia sido estupendo, longe disso, mas porque sabia que tentaria dar seu melhor por mais que isso estivesse significando mal ter tempo para respirar.

— Acha que eu pareço tranquilo? — Perguntou com um sorriso no rosto, aprendera que não era agradável voltar uma pergunta, mas naquele ponto ele queria vê-la analisar um pouco mais a situação, esquecendo sua calma externa. Com ele era apenas o interno que se afetava e por mais que estivesse a mil por horas por dentro, por fora ele tentava não transparecer. A oclumência até mesmo ganhava um valor a mais nesses momentos, embora fosse quase segredo do que estavam ao redor. — Eu mal estava conseguindo abrir os olhos quando você chegou... — Lembrou a garota, mas um riso baixo e curto escapou dos lábios, dando espaço ao complemento da resposta já que a intenção não era fazer realmente com que ela juntasse todas as peças uma vez que não precisava. — Eu não sei na sua escola, mas no Quinto ano nós temos uma prova, o NOMs... Acaba com qualquer um e piora no sétimo ano. Eu sei que em Beauxbatons eles têm algo parecido, mas em outro ano, então não sei se na América é igual. — Explicou com calma, fazendo com que pela primeira vez naquela noite o silêncio fosse algo inexistente em intervalos pequenos. Seria muito bom se continuasse, mas ele pouco tinha esperança a respeito disso, era do tipo que mais ouvia do que falava em várias situações e nesta em específico ele não se culpava, Arwen tinha ou criava algo no ambiente que o distraia sem ao menos perceber. E então a falta de fala retornou entre eles, foi tão rápido quanto um relâmpago que surgia de repente e como tal mudou o teor da conversa, retirando-a do que prometia ser o começo de algo engraçado, para assuntos delicados. “Sua grande culpa!” ele poderia pensar, sendo o responsável pelas perguntas que levaram até aquele ponto, mas a verdade foi que ao menos se recordou disso, tendo a mente ocupada não apenas pelas respostas da nova lufana, mas também pelas próprias recordações.

Depois de mudado o assunto, tendo a pergunta virada para si mesmo, Benjamin tentou ser o mais claro possível com o que sentia em relação à Hogwarts, ele podia até mesmo citar alguns nomes que considerava importante de certa forma, mas não o fez, aquilo não parecia relevante para o assunto e principalmente para a garota que não realizou nenhum comentário a respeito, provavelmente apenas absorvendo a informação sobre a qual antes havia demonstrado querer saber por sua pergunta cheia de suposição. — Sim, dor de cabeça. — O garoto falou quase que imediatamente após a pergunta alheia, reafirmando o que disse para acabar com o novo silêncio constrangedor que havia surgido, deixando com que o único som entre eles fosse o crepitar da madeira na lareira acesa a poucos metros de distância. E por falar em distância, foi isso que Chevrin quebrou entre Arwen e ele, fazendo com que ficasse próximo o suficiente para mais uma vez se perder não apenas nos olhos verdes que o fez ficar um segundo em estado de transe, mas em cada traço que ele estudou com calma por um segundo que mais pareceram horas. Por que era bom estar perto dela? Algo dentro de sua cabeça questionava, fazendo-o ter que admitir que se sentia atraído.

Os lábios então se afastaram em um sorriso quando se colocou a um degrau de importância a mais do que o boneco de estudo, deixando claro que se não haviam começado até o momento, provavelmente o objeto hasteado não explodiria por falta de atenção. Felizmente a garota dona das íris verdes concordou em não deixá-lo esperando e pouco andar de ponteiros do relógio depois ela o tocou com as palmas das mãos na testa e na bochecha, era um toque macio que quase fez o quintanista fechar os olhos e virar o rosto para aproveitar mais. Os dígitos então deslizaram, caindo para o outro lado da face de modo que esta quase se sentisse completamente acolhida por um carinho, por mais profissional que este pudesse estar sendo. Para o lufano, no entanto, aquilo começava a sufocar, criando um nó que crescia do peito e subia para a garganta como se quisesse obrigá-lo a agir por impulso a todo custo. — Que bom que não estou com febre. — Disse, a voz saiu rouca pela segunda vez aquele dia, mas agora não porque não a usava há algum tempo e sim porque não esperava que aquilo fosse afetá-lo de tal forma. O francês podia não estar com febre, mas sabia que a temperatura havia subido pelo menos um grau.

Quando Arwen voltou a falar, agora pedindo para que ele fechasse os olhos a fim de que ela conseguisse se concentrar melhor, Benjamin não questionou e nem mesmo pensou em tal atitude, pelo contrário, ele agradeceu de imediato por poder tirar os olhos da garota e pensar em outra coisa, na teoria... A prática foi um completo desastre. Assim que as pálpebras se abaixaram, deixando-o com a visão de um completo escuro, o lufano sentiu os outros sentidos aguçarem, especialmente o tato e audição. A todo segundo ele podia jurar que as respirações estavam mais altas, escondidas muitas vezes apenas pelo som da madeira estalando na lareira. Imaginava também que a qualquer momento sentiria algum toque do qual não estava pronto para receber, mas talvez o pior daquilo era a ansiedade de um tempo curto que parecia durar uma eternidade na cabeça do garoto. O que ela estava fazendo? Ele se pegou pensando, tentado a espirar, embora não o tenha feito. Queria olhá-la, queria não estar mais de olhos fechados visto que agora ele sabia que isso só piorava seus pensamentos. O que ele estava fazendo? A este ponto o jovem bruxo já se encontrava inquieto ainda que seu corpo permanecesse imóvel na esperava pelo que quer que sua companhia de estudos fosse fazer. E ela o fez. O feitiço foi pronunciado e a voz pareceu ainda melhor aos ouvidos de Benjamin. A dor de cabeça aumentou apenas por um segundo, dando a impressão de que a lufana havia puxado um espinho de sua cabeça, arrancando o mal principal para deixar apenas a dor leve do ferimento para trás a fim de se recuperar aos poucos. — Estou melhor. — Ele respondeu, a voz baixa falhou novamente, fazendo-o limpar discretamente a garganta enquanto abria os olhos para observar sua enfermeira particular que estranhamente havia ganhado um rubor leve nas maçãs do rosto.

Por impulso o quintanista sentiu então o corpo pender um pouco mais para frente, avançando de forma discreta o tronco na direção da garota que se virou para o boneco em espera enquanto questionava sobre a etiqueta lida anteriormente e que agora descansava no bolso da calça cáqui do objeto. Benjamin tossiu baixo uma vez, tentando disfarçar para si mesmo o ato que por sorte parecia ter sido notado apenas por ele há poucos segundos. O francês virou-se no sofá e deixou que as duas pernas caíssem para o chão antes que a mão direita se esticasse à procura do papel meio amassado. — Fratura após uma queda. — Releu, decidindo se levantar do móvel confortável para receber mais ar vindo das janelas redondas bem no alto das paredes. Era também uma forma de se distanciar um pouco de Arwen, já que ainda estava tentando entender muita coisa que havia começado a acontecer em um curto espaço de tempo e que, sem sombra de dúvidas fora causada por uma única pessoa em particular que também estava estudando para Medicina Bruxa naquela noite. — Vamos começar então. — Disse com certa decisão ao sacar a varinha de cedro que ficava no bolso da calça escura. — Prefere que examinemos juntos? — Perguntou, afinal ainda não haviam parado para pensar em como exatamente dividiriam a tarefa. Para ser sincero, tudo no que Ben não havia parado para pensar desde que sua colega de prova chegara ali era sobre a tarefa.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qui 15 Dez 2016, 17:12



Texugos

Enquanto alguns reclamavam por estar demorando, eu por outro lado estava adorando olhar a paisagem e tudo que eu pudesse observar era melhor do que ficar apressada. Com tempo fiquei sozinha na cabine por motivo de ser tão quieta. Pouco me importa, vi algumas corujas e muitas árvores. Passado um tempinho me encontrei cochilando e no susto acordei, o trem havia chego. Logo fui a última a sair, me sentei no barco com uma menina e um menino, não os conhecia. Quando descemos fiquei olhando cada parte dali, fiquei fascinada e teria de ter anos pra conhecer tudo ao máximo. Após a seleção me sentei junto a mesa da lufa-lufa e juntos fizemos a refeição e logo um monitor nos guiou até o dormitório. Fiquei olhando o teto e aos poucos adormeci.

No dia seguinte acordei me sentindo ótima. Levantei cuidei da higiene e pus minha roupa. Apesar de chegar sem nenhuma orientação creio que não me perderei, irei conhecer sozinha acho. Quando desci as escadas trombei com alguem e cai. - Não me machuque por favor. - olhei e era um lufano. - Sou Nebraska Saytzeffy, e você? - falei ainda no chão desnorteada.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 19 Dez 2016, 23:53


 - Sayuri, você pegou seu cachecol rosa com os pomorins, ou eu posso ficar com ele de presente? - pergunto a ela enquanto Ryan está empilhando seus livros na mesa à nossa frente.
Não entendo por que ele está desfazendo o malão em vez de fazer o contrário.
"Eu acho que você pode ficar com ele Taly. Eu tenho um monte lá em casa, minha avó adora tricotá-los para mim e sempre são cor de rosa.", ela comentou
"Tchau lareira, tchau sofá macio, tchau janelas circulares.", ia dizendo Bianca com tom tristonho.
 - Bia, essas coisas todas vão estar aqui quando a gente voltar. - lembrei a ela. Esperava que ela parasse com aquilo, um grupinho de garotos do quinto ano estava olhando para nós e dando risada.
"Eu sei amiga, mas eu vou sentir tanta saudade de tudo isso.", ela respondeu como se aquilo explicasse o motivo dela estar falando com cada peça que compunha a nossa sala comunal.
"Bia, tem gente olhando.", avisou Sayuri baixinho fazendo um sinal discreto na direção dos garotos do quinto ano.
"E daí?  Não quero nem saber.", retrucou Bia sem se afetar. "Tchau poltrona, tchau quadro da Elga."
"Tchau! Boas férias querida!", respondeu a mulher na moldura com um sorriso animado.
"Tá vendo como as coisas respondem?", Bia disse virando-se em seguida para os garotos. "Oi meninos, o que estão olhando? Sei que sou linda de morrer, mas por favor, não precisa olhar para mim como se eu fosse o seu espelho de Ojesed particular!".
Ryan deu risada e os garotos que nos observavam desviaram o olhar depressa.
 - Você é impossível. - eu comentei e ela me deu aquele sorriso que queria dizer: "eu sei disso".

"Meninas, olhem o que eu trouxe!", disse David que tinha acabado de entrar na comunal com um saco de biscoitos de gotas de chocolate.
 - Onde você conseguiu isso? - perguntei olhando desejosa para o saco de biscoitos.
"Digamos que eu pedi como pagamento por um favor.", ele respondeu rindo.
"Você não pediu aos elfos domésticos né? Pois já falamos que isso é errado. Não devemos ficar pegando comida ou doces com eles na hora que quisermos.", lembrou Sayuri encarando David.
"Não, eu juro que não foi isso dessa vez. Minha irmã que me deu. Ela está afim de um amigo meu e me pediu para dar para ele uma carta que ela escreveu. Eu prometi fazer isso se ela me presenteasse com o prêmio dela na aula de... sei lá que aula. Enfim, os biscoito são todos nossos!", ele anunciou todo feliz já enchendo a mão com aquelas delícias e estendendo o saco de biscoitos para mim.
 - David, eu já falei que eu te amo? - perguntei olhando para os biscoitos mais deliciosos da face da Terra.
Ele riu sem graça e Ryan comentou:
"Não se ilude cara. Ela ama os teus doces, não você."
 - Não se meta loirinho. - eu disse pegando quatro biscoitinhos e começando a comer.
"Eu não quero David, ogrigada.", apressou-se em dizer Sayuri.
"Pois eu quero, e vou pegar o dobro, por mim e pela Sayurizinha aqui.", falou Bia.
"Eu também aceito, valeu cara.", disse Ryan  enfiando dois biscoitos na boca de uma vez.
Eu ia emplicar com ele, mas estava de boca cheia, então deixei pra lá.

Sayuri, David, Bia e eu estávamos sentados ao redor de uma mesinha pperto dos fundos da sala comunal.
Ryan estava em pé ajeitando seus pertences no malão.
Ele terminou de guardar o que queria e seus livros ficaram todos na mesa.
 - Vai jogar fora os seus livros ou o quê? - perguntei algum tempo depois.
"Eu vou doar para quem os quiser.", ele respondeu pegando a pilha de livros e caminhando pela sala oferecendo-os para os alunos do primeiro ano.
"Ryan é pirado ou rico demais? Não compreendo.", comentou David conosco.
"Acho que é as duas coisas.", respondeu Bia. "Hum, que biscoito bom!".

 - Então tá combinado Bia, a gente se encontra na galeria Grogan?
"Com certeza! E vocês vão ver eu deixando minha mãe maluca, ou o contrário.", ela comentou rindo.
"Eu acho que no ano que vem é você que precisa passar uns dias na minha casa, Taly, pois é a segunda vez que eu vou pra casa dos seus tios com você.", comentou a japonesinha contando que seu irmão Sasuke estava enchendo o saco para conhecer todas as amigas legais dela.
"Que fofo! Ele deve ser um amorzinho igual a você.", supôs Bia batendo e esfregando as mãos para tirar as migalhas de biscoito delas.
"Ele é mesmo um doce. Vai ser legal ter ele com a gente ano que vem.", ela comentou com carinho. "Seria mais perfeito se ele viesse para a Lufa-Lufa como eu. Mas se não tudo bem."
 - Eu aposto que ele vem para cá também. - falei para animá-la.
Ryan voltou de seu tour com cara de decepção.
"Ninguém quer aceitar os meus livros. Pensam que isso é alguma brincadeira. Por que esse pessoal do primeiro ano é tão desconfiado?", ele se pergunta enquanto puxa outra cadeira para sentar com a gente.
 - Você pode doar para a escola, assim poderiam dar para os alunos. - sugeri e o loirinho achou uma boa ideia.

"Não é por nada não gente, mas estou com soninho. Acho que vou dormir, amanhã voltamos para casa...", disse Bia se levantando e dando boa noite para todo mundo em volta.
"Ela é um amor.", ouvi alguém comentar e vi Jason parado em uma mesa próxima da nossa.
 - Concordo com você Jason. - falei e ele me olhou assustado. - Que foi? Eu ouvi seu comentário sobre a Bia.
"Ah sim... será que ela ouviu?", ele perguntou baixinho parecendo envergonhado.
"Acho que não, mas pera ai que eu resolvo isso.", falou Ryan com um sorriso malvado. "Bia! O Jason aqui disse que você é um amor!".

A cara de espanto de Jason ao ouvir o loirinho falar aquilo em altos brados foi tão engraçada! David ao dar risada com a boca cheia de biscoito cuspiu metade e a mesa ficou toda emporcalhada.
"David, éca! Que nojo!", reclamou Sayuri apontando a varinha para a superfície da mesa e fazendo um feitiço para limpar.
Eu também dei risada na hora e a Bia fez o que pôde para não deixar o garoto mais constrangido.
Ela sorriu para ele e lhe jogou um beijo.
"Obrigada pelo elogio Jason. Aprendam meninos, são coisas assim que as meninas querem ouvir. Mas sejam sinceros!", ela disse olhando para os vários olhares voltados para ela naquele momento. "Boa noite Jason!".
"Essa aí adora chamar a atenção.", comentou uma voz irritante algumas mesas de distância, era Demétria com Michel e outra garota mais velha que eu não conhecia.
 - Acho que depois dessa também vou dormir, tchau meninos. - falei me levantando.
"Boa noite David, boa noite Ryan, bons sonhos.", falou Sayuri ao meu lado e seguimos para o dormitório.

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Hyun-woo Stavros Park
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Ter 20 Dez 2016, 23:03

Hyun-woo, com um bico nos lábios, entrou na sala comunal, encontrando algumas pessoas que, assim como ele, aparentavam não ter nada para fazer. Suspirou, se conformando que naquele dia não iria acontecer nada de “mágico”. Sentou-se num sofá vazio e encarou a parede até não aguentar mais, saindo dali logo depois.

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when the night arouses the morning but regarding life, once we see more of the morning we will instead become more unaccustomed. i circle the road of my dreams, which part did you see? which part did you dislike? i am thankful to you for viewing. when the tides switch, when the road lights dim, when i get weary of the sky, want to fall into the sea----------
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Arwen Amundsen Howard
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sex 23 Dez 2016, 09:00

Études
A lufana nunca ficou tão feliz por estudar fora de horário, estar ali com o garoto transmitia uma inquietação gostosa de sentir. - Sim! Estou gostando. - novamente sua voz saiu mais baixo que o convencional, com um traço rouco em sua voz, tornando um pouco sexy. Toda aquela mudança não era rempentita para a garota, foi algo estudado e analisado entre família, que seu pai sempre vinha conversando com as meninas. Novos ares, novo emprego, nova escola, novos amigos, ele achava que isto seria benéfico para Dytto e Arwen e as crianças, apesar de na maioria das vezes serem do contra, desta vez apoiaram em tal decisão. Finalizando tal assunto.

- Sim... muito gentil também. – um sorriso sem dentes foi esboçado no rosto da garota, que falou com sinceridade sua opinião. Se todos fossem atenciosos como ele, nem que seja um pouco, ela amaria tal local. Os olhos dele era profundo como se estivesse analisando cada gesto da garota. As mãos da menina se descansaram no meio de suas pernas, uma sobre a outra e seu rosto estava levemente inclinado para o lado esquerdo. Ela ouvia com atenção cada palavra do lufano e preferiu não comentar nada sobre sua escola ou sobre as prova que lá eram aplicadas, pelo simples fato de não queria estender tal assunto por muito mais tempo com ele, havia outras coisas mais importantes ou melhores para aproveitar ao lado do mesmo.

A filosofia entre os dois foram estendida, do jeito que se analisadas separadamente cada um argumentava com a bagagem de vida que tivera. Ela não compreendia e não sabia dos transtornos acontecidos na Alemanhã anteriormente e ele, não imaginava o que ela passou e vinha passando há cinco anos. Se houvesse uma terceira pessoa ali, aquela que insiste em perseguir Arwen acharia tudo aquilo desnecessário, uma vez que seus lábios estavam a pouca distancia de se aproximar. O aroma doce e amadeirado dele entrelaçava na narina da menina, que imaginou quanto tempo sentiria aquele bom perfume. Como se houvesse uma ligação mais forte entre os mesmos seus olhos eram penetrantes, não conseguindo dispersar do mesmo. Ela não fazia idéia quanto tempo estava ali, conversando. Todo aquele momento era envolto de misticismo e difundia sua capacidade de calcular os minutos. Teria passado quantos minutos? Na verdade já haviam passados quarenta minutos que os garotos conversavam aleatoriamente sentados no sofá, mas que, pelo menos para o senso da garota, ela juraria que não havia muito tempo, pois ao lado dele era tão agradável que não via os minutos voar.

[...]

O coração dela acelerava e a torcida por um beijo nos lábios carnudos por Ellaria era forte. Arwen mal conseguia pensar e assimilar o que poderia fazer naquele instante, nunca ficou tão perto de um garoto assim. Seus sentimentos eram confuso em relação a tudo aquilo e, mesmo que o objetivo era ajudá-lo a acabar com a dor de cabeça, era uma das ultimas coisas que se passava em sua mente. Ela começou analisá-lo, com isto sentia a maciez do rosto do garoto, que apesar de estar com o rosto quente, não estava com febre era apenas aquele calor bom transmitido. Sua vontade era mudar a forma que tocava o rosto do garoto, não com um simples contados de seus dígitos na pele dele, mas queria mexer suavemente seus dedos no intuito de acariciar suas bochechas, mas não o fez.“Tola! Aproveite este rosto lindo!”. Então antes que seus instintos falassem mais alto ela concluiu que o mesmo não estava febril.  Quando ele fechou os olhos, Arwen se sentia aliviada por tentar esconder em seus olhos o sentimento que a atraía. Ela analisou cada detalhe do rosto do garoto e não entendia porque seu coração pulsava de forma rápida. Demorou mais que o normal para ela conseguir conjurar um feitiço, que apesar de necessitar de anos mais avançados,ela já o praticava a tempo. Porque ele mexia tanto com elas? Sim, não era só Arwen que era atraída pelo o mesmo, mas também sua personalidade criada a anos atrás também tinha um sentimento pelo rapaz. A diferença neste momento é que aquela não sabia identificar o que acontecia consigo mesmo, já Ellaria, tinha total certeza do que queria, mas ainda não podia.

Ficou contente em ouvir a voz baixa do garoto, que estava tudo bem. Não conseguia imaginar vê-lo doente ou algo do gênero. O rosto da lufana havia ganhado um rubor diferente e ela sentia ele formigar, sabendo que tal ação era resultado do olhar azul do garoto. “Este é o momento!” pensou assim a terceira pessoa que assistia. Ela percebeu o gesto singelo que o quintanista fez, diferente daquela que já olhava o boneco que enfim ganhou a atenção dos estudantes. Benjamin leu novamente o papelzinho deixado pelo diretor e logo indagou a forma de examinar. A simples idéia de tê-lo ali, mas sem sua atenção por completa, sendo dividida por dois bonecos imóveis fez com que Arwen respondesse quase imediato a sua indagação. - Juntos! - soou de forma rápida e imediata, que logo ela viu que podia ser interpretada da forma que pensou, corrigindo-a - Porque seria mais legal trocarmos idéia não? – colocou em sua face um sorriso incerto recheado de ternura, mas logo concordaram que assim seria analisado tal teste.

- Por onde começaremos? - era um tanto engraçado olhar um ser sem vida ali na frente necessitando de cuidados. Não que Arwen imaginasse que Sebastian ia trazer pacientes de verdade para o treino, mas ainda assim ela tinha um bloqueio em como começar. Sorte que Benjamin estava ao seu lado que logo orientou em quais passos iniciais deveriam ser observados, visto que foi uma queda que proporcionou a fratura. Ele falava com tanta propriedade do que dizia que uma admiração estranha e repentina tomava conta de seu coração. O lufano analisava se houve algum acidente com a cabeça do boneco e posteriormente continuava o tratamento. - Acho que é isto mesmo! – falou após analise do garoto. Eles trataram somente do boneco, pois assim que ouviu a badalada do relógio do toque de recolher a garota se prontificou a ficar em pé.

Em frente ao garoto sentado, Arwen se inclinou para frente, com o simples gestos um pouco de seus cabelos cairão para frente roçando no rosto do garoto. Ela tomou a iniciativa de dar-lhe um beijo na bochecha de boa noite, demorando mais que o convencional neste simples ato. Seus olhos fechados aguçava o sentido do olfato, tentando capturar aquela fragrância que tanto gostou. - Boa noite Benjamin - foram suas primeiras palavras quando deu um pouco de espaço entre eles. Seus calcanhares giraram com velocidades impedindo-o de vê-la com vergonha e antes de subir as escadas em sentido o dormitório feminino acenou com uma das mãos e falou de forma contente - Obrigada! - deixando-o ali sozinho, sentado no sofá.


Legenda:

- Fala de Arwen - “Pensamento de Arwen"      .      “Pensamentos da dupla personalidade”

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Arwen Amundsen Howard
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Mel Evangeline Sparrow
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 04 Jan 2017, 17:38

Entro no dormitório depois de uma longa discussão com meu namorado e vou me deitar, estava cansada e uma boa noite de sono seria meu melhor remédio naquele momento

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Kyara Hsirënn Seaworth
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Bicho-papão : Rejeição

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 11 Jan 2017, 19:25

Thinking

Comunal//New Guy// Go go Texugos!
Claramente Ethan não era a pessoa mais indicada a aprender como que entrava em sua sala comunal, mas depois de Annie bater em sua cabeça e gritar a plenos pulmões que ele só podia ser um aborto, ele enfim havia aprendido. Ele não havia culpa que era tudo muito novo, e tudo muito complicado. Ele não era a pessoa mais recomendada também para descobrir para que lado era o dormitório masculino.
Para todos os efeitos, Ethan não era nenhum pouco recomendado para quase nada, a menos que você quisesse aprender qualquer coisa sobre futebol. Ah, nisso definitivamente ele era o melhor e o mais recomendado. Ethan Dähne era estupidamente apaixonado por esse esporte trouxa, desde que passara um verão inteiro com seu bisavô em Dortmund, na Alemanha.
Um amor estranho havia surgido, principalmente pelo time da casa, o Borussia Dortmund, aquele que ironicamente era preto e branco, como sua casa em Hogwarts. Podia até ser uma bela coincidência do destino, ou uma pegadinha que haviam feito com ele e ele estava em coma sonhando com tudo aquilo que passava a sua frente. Eram muitos alunos rindo, conversando e correndo pela comunal. Já havia perdido Annie de vista, então apenas se sentou em um dos sofás.
 Então tentou se lembrar de tudo que o pai dele havia dito. Oque exatamente ele havia falado sobre a grade curricular de Hogwarts? Esportes Mágicos, se não estivesse totalmente enganado. Claro que esportes mágicos não seriam exatamente iguais as aulas que costumava ter em sua antiga escola trouxa, mas seria bom, ele até podia imaginar como seria participar do time de Quadribol, que ambos de seus pais jogaram juntos e foi assim que se conheceram. Era uma história engraçada.
Engraçada até certo ponto, já que seus pais contaram aquela história tantas vezes que acabou por perder a graça e se tornar uma daquelas história que o avô conta na hora do jantar em todas as vezes em que se encontram. Obviamente os gêmeos não diziam nada. Eles ainda tinha um pouco – muito pouco, diga-se de passagem – de noção do perigo. Claramente que Annabeth era a mais corajosa de ambos, afinal, era Ethan que tinha que ficar para trás escondendo os rastros das brincadeiras dela, para que nada de ruim acontecesse. Também era Ethan que protegia a irmã e normalmente se declarava o culpado quando descobriam o que havia acontecido.
Então, aos olhos de todos os familiares, Ethan era o filho problemático que precisava de uma educação rigorosa. E dai veio a brilhante ideia de levar o garoto para Alemanha, e foi lá que o avô Hoffmekz notou que não era Ethan, mas aquilo era apenas um segredo bem guardado dos dois, afinal, se Ethan e Annabeth conseguiam se virar nos últimos 11 anos saindo de todas as confusões, porque diabos o mais velho iria interferir?
E então, depois de uma enorme volta que havia dado em seus pensamentos, ele podia dizer que a teia de aranha criada por sua irmã havia tido um final um tanto quanto compensador. Pelo menos era como ele preferia pensar.
 


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Peter G. Henstridge
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Bicho-papão : Medo de ficar sozinho

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Ano Escolar: 1° Ano
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 11 Jan 2017, 23:31


As aulas estavam prestes a reiniciar-se, e eu no bimestre passado não levei nada a sério, de seis aulas, apenas fiz uma tirando até uma nota ótima, porém, era aquela velha história, era muito preguiçoso pra tal coisa. Caminhava pela comunal da Lufa-Lufa, eu não sei por que, mas se tinha um lugar que eu já havia frequentado por diversas vezes, esse lugar sem sombras de duvidas é a comunal. Olhava e notava o pouco movimento no local, o que pra mim era maravilhoso, além de ser um garoto um pouco antissocial, eu era um pouco tímido, e quase nunca me aproximava de ninguém. Andava pela sala e sempre me sentava em um dos diversos sofás que continha no mesmo e tals. Fiquei sentado no sofá por um bom tempo até que me cansei de ficar ali e me levantei e caminhei fora da comunal, saindo dali.

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Amélia Goodwich
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sab 14 Jan 2017, 15:11




A sala comunal






Finalmente, Hogwarts! Eu estava na minha segunda casa, finalmente. Foi um pouco dolorido me despedir dos meus pais na estação de trem, porém percebi que eles estavam orgulhosos de mim. Vou me esforçar e fazer de tudo para ser uma boa bruxa.  

Ao chegar no castelo, fomos direto ao salão principal para jantar. Depois de comer muito, fui guiada até a sala comunal da Lufa-Lufa, onde encontraria minhas malas. A porta de entrada da Lufa-lufa era feita de alguns barris. O monitor ensinor os alunos do primeiro ano a abrir a porta, tocando os barris no rítmo certo. Achei fácil e simples, porém o monitor nos alertou a não tentar tocar a melodia errada. 

Ao entrar, senti uma lufada de ar quente em meus rosto. A sala comunal era muito bem iluminada, uma luz amarelada saia das janelas, mesmo sendo noite lá fora. Havia uma lareira, algumas poltronas, mesas e cadeiras. Nas paredes havia vários vasos de plantas que eu nunca tinha visto antes. 

A sala comunal estava bem cheia de alunos: conversando, rindo e se cumprimentando. Me senti realmente em casa. Tudo era muito aconchegante e alegre. 

Tenho certeza que vocês irão fazer grandes amigos aqui - disse o monitor para os alunos do primeiro ano - Agora fiquem a vontade para explorar. Se precisarem de alguma coisa é só me chamar. 

Tenho certeza que a Lufa-lufa será a minha família em Hogwarts. Espero fazer grandes amigos.






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Legenda:
Narração
- Fala
Pensamento



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Jason F. S. Stavros
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 15 Jan 2017, 23:35

SECOND ACT

Chegando na entrada do Salão Comunal, no porão, comentei sobre a cozinha ser em algum lugar secreto dali, já que o forte cheiro da deliciosa comida era sempre presente. Ji-hoon ainda estava em meus ombros e eu falava sobre a entrada da comunal. — Cada casa abre a entrada de um jeito diferente. A nossa é com música. Vocês precisam decorar os barris e o ritmo para poderem entrar, senão vocês vão tomar banho de vinagre. — Expliquei tentando não mostrar que estava quase rindo, mas o sorrisinho era visível para todos. — Parece engraçado, mas eu descobri na pele que não, então prestem atenção para tentarem se lembrar.

Batuquei nos barris no ritmo certo, cantarolando junto como sempre fazia desde que decorara aquilo e a porta se abriu. — Bem-vindos à nosso refúgio. — Entrei com meu amiguinho ainda nas costas e então o desci em uma poltrona confortável com um impulso, mas usando os braços para que ele não caísse de vez. — Divertido? Eu faço isso com todos vocês se quiserem, é só pedir. — Olhei ao redor, dando alguns momentos para que eles processassem tudo. — Bem, aqui é onde a gente passa a maior parte do tempo de noite antes de dormir. Estudamos juntos, fazemos festas, contamos histórias, essas coisas. Ali é onde ficam os dormitórios masculinos e a outra passagem é dos femininos. As suas coisas já estão lá.

Dei alguns avisos para que eles não ficassem muito perdidos quando as aulas começassem no dia seguinte, tirei dúvidas e acabei contando um pouco sobre minhas histórias de Hogwarts, o que resultou em uma mini-festa com gente dançando e cantando e alguns doces e coisinhas para comermos que eu havia trazido de casa antes de finalmente irmos dormir.
Legenda: Eu. Narração. Outros.


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Jason Ferrer Sparrow Stavros
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Vice-Capitão de Quadribol da Lufa-Lufa
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Ji-hoon Kay Hwang
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Ano Escolar: 1° Ano
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 15 Jan 2017, 23:47

Ji-hoon ficou absolutamente feliz ao saber que a Comunal da Lufa-Lufa ficava perto da Cozinha. Assim seria mais fácil que ele fosse lá conversar com os elfos domésticos e conseguir comida, já que lhe contaram que era bem simples. Jason continuava explicando sobre como as coisas funcionavam aos primeiranistas — e Ji-hoon continuava em seus ombros, feliz por não ter que andar, já que estava com muita preguiça e o sono já lhe tomava. Coçou os olhos, tentando prestar atenção na explicação do monitor sobre como adentrariam na Comunal, e ao descobrir que a penalidade por não conseguir batucar no barril no ritmo certo era um banho de vinagre, ficou mais atento ainda. Mentalizou o ritmo que Jason cantarolou e o repetiu várias vezes mentalmente, até esquecendo-se de ficar surpreso com a abertura da porta para que entrassem na Comunal.

Olhou ao redor, boquiaberto, achando a Comunal um lugar adorável e bastante confortável, e acomodou-se na poltrona que Jason lhe colocou. Podia agradecê-lo naquele momento, mas ainda estava muito surpreso com todas aquelas informações para falar alguma coisa. Jason explicou para o que servia a tal Comunal e Ji-hoon finalmente entendeu que era um lugar legal para ficar com as pessoas de sua casa. Uma pena que seus primos não estivessem ali, perguntava-se se suas comunais também eram tão legais assim. Depois de entender um pouco mais da escola e comer mais alguns doces na Comunal, Ji-hoon finalmente saiu dali após o fim da "festa" e foi ao seu dormitório, conhecer a cama em que dormiria durante aquele ano.

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연약하기만 했던 너
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Brooke Heinz. Noschevick
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Ano Escolar: 1° Ano
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qui 19 Jan 2017, 04:28



books and boys
plot 1: the redhead making friendship with an unknown hufflepuff
Chuva; torrencial, agressiva. Mesmo dentro da Comunal da Lufa-Lufa, protegido pelas grossas paredes do castelo, eu jurava poder sentir o vento forte assolando toda a extensão dos terrenos. Era até engraçado de se imaginar, ali, que em outras circunstâncias — ou seja, caso não tivesse dons mágicos, como metade da minha família — eu estaria correndo pelo quintal com meus irmãos, tomando um belo banho de chuva nos últimos dias de férias dos dois, encharcando minha roupa com os pingos e a lama empoçada. Mas então, tendo entrado para Hogwarts, era eu que deixava aquele lar antes deles, partindo na intenção de aprender mais sobre magia e bruxaria. Dá para acreditar nisso?

Digo, eu mesmo não acreditei. Nem quando a carta chegou, nem quando parti no trem, nem mesmo quando fui selecionado para a Lufa-Lufa — muito embora algo bem no fundo do meu âmago dissesse que aquele era o meu destino, que eu nasci para aquilo. E ali, sentado numa das poltronas daquele salão circular, vendo rostos sorridentes conversando entre si enquanto aqueciam-se com a lareira, era quase como se eu visse tudo de cima, como um espectador. Aquilo era bom demais para ser verdade.

Foi naquela circunstância que o estalo veio à minha mente: dentre todos os lufanos presentes, eu era um dos únicos que estava sozinho. Eu diria que isso era bem incomum, na verdade; e se me conhecesse, diria o mesmo. Eu sempre fui o garotinho popular, o que fazia amigos facilmente. Na minha vizinhança mesmo eu conhecia várias crianças, é, e mantinha amizade com todas. Só não sei por que, em Hogwarts, isso começaria a mudar. "Deve ser o livro", pensei, fechando-o com cuidado e depositando sobre uma pilha próxima. "E quem sabe se eu sorrir, também."

Então, o leve sorriso brotou nas minhas feições, esticando meus traços asiáticos e fazendo meus olhos praticamente sumir. Perguntava-me como meu pai e parte da sua família, que puxou um imigrante coreano, tinham perdido seu sobrenome de origem. Não fazia sentido algum eu ter aquele gene e possuir um nome tão europeu, não asiático. E enquanto isso ocorria-me, indagava-me, ainda, se as minhas feições também faziam os outros se afastarem, achando que eu não falava inglês. Mas eu era um nativo, poxa!

Foi aí que, de súbito, parei. O sorriso murchou, deixando minha expressão limpa. Respirei bem fundo e, retesando meu corpo, decidido, chutei para longe os pensamentos ansiosos. Eu não era assim; sempre que tentava forçar condutas, acabava soando maquinal, inorgânico. Eu era simpático por natureza, sempre fui, não precisava fingir. Eu só precisava... ser eu. Então, eu fui: olhei amigavelmente para o entorno, procurando alguém que desse alguma brecha para uma aproximação, rezando para encontrar um primeiranista receptivo o suficiente, exatamente como eu estava sendo. E quer saber? Eu encontrei. Só não sei dizer se isso foi sorte ou azar.
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Hyun-Jae J. Rietmann
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Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qui 19 Jan 2017, 18:02

HUFFLEPUFF
A tal da comunal
Às vezes você tem a sensação de que aquele simplesmente não é seu dia. O cenário contribuía bastante para esse pensamento, que reverberava na mente de Hyunjae conforme a sua dor de barriga começava a crescer. A expressão murcha, antágona à agitação de começo de ano na comunal da Lufa-lufa, destacava-se pouco entre as muitas faces que conversavam distraidamente no mesmo cômodo. Diferente dos demais, Hyunjae estava olhando por uma janela - observando a chuva fluir nos terrenos do castelo. Por algum motivo que nem ele entendia, sentia-se estranhamente melancólico.

Talvez fosse a chuva. Talvez fosse a dor de barriga, resultado de ter ingerido muitos doces - cortesia dos professores de poções e transfiguração. Talvez fosse seu humor instável somado ao cansaço de já ter feito muitas aulas. Ou talvez fosse tudo isso junto. O importante era que, naquela noite, sua disposição, se fosse quantitativa, somava um total de zero. Mas isso só ficou ruim quando Hyunjae percebeu que não estava conseguindo adormecer, já que ainda era um horário relativamente cedo para dormir. E, geralmente, eram os sonhos que curavam o cansaço do dia anterior - motivo pelo qual, além de melancólico, estava um tanto quanto frustrado com sua pequena insônia.

"Kyah! Queria que mamãe estivesse aqui para me dar uma poção do sono." Desejou, cruzando os braços enquanto repousava o rosto sobre o batente da janela. Respirou fundo e então deu de ombros. Não ia adiantar ficar fazendo nada ali. Deveria se distrair um pouco. Andou pela comunal em círculos algumas vezes, até que resolveu que iria desenhar. Foi para os dormitórios, pegou um caderno de anotações e uma caneta esferográfica e retornou à sala comum, sentando-se em uma pequena poltrona.

Não estava com uma grande criatividade para desenhar coisas abstratas, então resolveu fazer o retrato das pessoas da comunal. Ele não era bom desenhando - sua coordenação motora não era das melhores. Ainda assim, tentava reproduzir traços marcantes dos rostos que tentava desenhar. A pessoa em quem se baseou para realizar o desenho deveria ser um coreano como o próprio Hyunjae. Tinha cabelos ruivos e provavelmente também era primeiranista. Achou engraçado que ele sorria para o nada e, de um momento para outro, repentinamente parava. Mas isso atrapalhou um pouco o desenho - precisava que ele mantivesse aquele sorriso por um pouco mais de tempo.

— Aaah! — Reclamou baixinho, claramente frustrado. — Você não poderia dar aquele sorriso para mim de novo? Eu estou quase acabando o desenho! — Disse. O que talvez fosse deixar o outro confuso. Mas já estava, de fato, acabando. Só precisava de um pouco mais de detalhe nos olhos e, obviamente, do sorriso que ele tinha desfeito.

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Brooke Heinz. Noschevick
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Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Pelo de Unicórnio, Aveleira, 24cm, Maleável.

MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qui 19 Jan 2017, 19:57



books and boys
plot 1: the redhead making friendship with an unknown hufflepuff
Na ocasião, levei alguns segundos para decifrar a voz à minha frente. Ela era, obviamente, jovial, com um timbre muito agradável aos ouvidos — e vindo de quem vinha, parecia combinar perfeitamente, pensei tempos depois. Mas a primeira impressão não foi exatamente essa, se quer saber; possivelmente pela confusão ao escutar repentinamente uma reclamação sonora pelo murchar do meu sorriso, olhei abobalhado para o possível primeiranista sentado numa cadeira próxima a mim, tendo meus olhos atraídos sem hesitação para o caderno em suas mãos. Segundo ele, estava terminando um desenho naquelas páginas. Um desenho meu.

Não sei se meu inconsciente o fez para soar cordial ou se foi simplesmente instintivo, mas voltei a sorrir depois do pedido. Não lhe perguntei nada de prontidão, nem mesmo questionei o motivo de estar, ali, como modelo para uma possível obra de arte; eu apenas esperei, encarando-o com o meu sorriso mais sincero, enquanto meus pés iam e vinham, suspensos na cadeira em que eu estava. Foi o momento perfeito para, independente das minhas vontades, meus olhos esquadrinharem seu rosto concentrado, notando cada modificar de expressão à medida que o desenho se desenvolvia.

Assim como eu, ele parecia ser oriental. Tinha os mesmos olhos puxados, o mesmo corpo miúdo e a mesma pele pálida, muito embora seu tom de cabelo e o clima da região parecesse fazê-lo soar mais corado. Suas íris, aliás, mesmo sob alguns fios de cabelo escorrido, me pareciam calorosas; eram ágeis, como se procurassem detalhes em meus traços e os transferissem para o papel, com seus dedos também velozes. E seus lábios, finos e bem delineados, contraíam-se vez e outra ao deslizar com vagareza enquanto o desenho era finalizado. Merlin, como eu estava curioso para saber como aquilo estava ficando!

— Er... — falei, moldando um sorriso mais leve e tentando não me mexer muito. Minha voz, infantil, saiu incrivelmente macia, ainda que um tom abaixo do esperado. — Está perto de acabar? Minhas bochechas estão começando a doer. E eu estou muito curioso para ver como ficou, também! — Era a primeira vez que alguém fazia um desenho meu, afinal. E apegado sentimentalmente como eu era, certamente pediria-o para mim, guardando a folha por anos. "Seria uma forma engraçada de começar uma amizade", pensei — e agora analisando bem, reparei como isso soava engraçado; na tentativa de aparentar simpatia, começando a rir sem motivo algum, acabei atraindo algo que não era exatamente o esperado: um vigiar atento de um desconhecido, o qual usou-me única e exclusivamente como fonte de inspiração... se é que já não o fazia antes mesmo de eu abandonar o livro na pilha próxima. Ele estava ali havia quanto tempo?

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Brooke Heinz. Noschevick
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Hyun-Jae J. Rietmann
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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Espinheiro-Alvo, 24 cm, Flexível, Cabelo de Veela.

MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qui 19 Jan 2017, 21:27

HUFFLEPUFF
A tal da comunal
Hyunjae movimentava a caneta em uma velocidade lenta, no intuito de criar a linha da boca de forma mais proporcional em relação ao rosto o possível. Alternava o olhar entre o desenho e seu modelo, tentando notar mais algumas características do mesmo que estivessem faltando no desenho. A reclamação do outro fez com que o jovem o olhasse novamente. As bochechas! Tinha que pintá-las levemente coradas devido o formato delas.

— Ah, eu já terminei a boca há um tempinho! Esqueci de te avisar, hehe... — Disse, pedindo desculpas num tom culposo. No entanto, sem se sentir culpado de verdade, deu um sorriso para o outro garoto. — Ah! Venha cá! Eu já terminei o desenho, agora só falta pintar. — Concluiu. Deixou a caneta de lado e, com um aceno de mão, convidou o ruivo para se sentar, movendo-se um pouco para o lado na poltrona - uma vez que ela era demasiadamente grande, os dois podiam dividir aquele espaço.

— Eu costumava praticar alguns feitiços em casa porque minha mãe tem algumas varinhas guardadas em um criado-mudo do quarto dela. — Disse, e apanhou sua varinha das vestes. — Acabei descobrindo um feitiço sem querer, mas ele é bem útil, já que eu não sou muito bom pintando. Imagino que é usando um movimento parecido que outros bruxos animam desenhos e dão vida às fotos do Profeta Diário. — Disse, e com um movimento da varinha, o desenho coloriu-se magicamente - outrora apenas preto e branco. — Agora só falta colocar o seu nome nele! — Disse, entusiasmado. Olhou para o garoto com uma expressão esperançosa, e quando recebeu sua resposta, finalmente sentiu que o desenho estava completo.

Brooke:
 

— Meu nome é Hyunjae Rietmann. Muito prazer. — Disse, apresentando-se de forma cordial. E depois de olhar para a nota desenhada, arrancou-a do caderno e grudou-a na roupa de Brooke. — É pra você, uhum!


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Talyta Youngblood D'Amici
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Ano Escolar: 4º Ano
Varinha: Cerda de Acromântula, Cerejeira, 25cm, Flexível.

MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qui 19 Jan 2017, 22:16


 - Alunos do primeiro ano, por aqui por favor! - pedi falando em voz alta e confiante. Pelo menos era o que eu achava.
Comecei a guiar os primeiranistas, entre eles o mais novo membro da Lufa-Lufa, o loirinho mais gatinho de Hogwarts, Rick Stark Stavros.
Sayuri estivera tão feliz pelo ingresso de Sasuke em nossa casa que não percebeu os olhares que troquei com Rick.
Já Bianca foi outra história. Ela não parou de me cutucar discretamente perguntando apenas com um olhar o que estava rolando entre o lufano e eu.
Não pude contar nada a ela pois haviam muitas pessoas ao nosso redor durante o o jantar no Salão Principal, então ela ainda estava atenta a todos os meus movimentos.

Logo chegamos na escada que nos levaria para a comunal.
Olhei para trás para ver se todos estavam me seguindo. Ainda bem que eu lembro bem do rosto das pessoas, agora nomes é outra história.
Rick andava ao meu lado e parecia muito contente. Eu sentia uma enorme vontade de segurar na mão dele, porém me contive pois não sabia se ele também queria fazer isso.
Sayuri seguia mais à frente com o irmão, David e Ryan estavam com eles e Bia caminhava do meu outro lado.
"E aí amores, como foram as férias de vocês?", ela perguntou daquele jeito alegre dela, enquanto terminávamos de descer os degraus de pedra.
 - Boas! - respondi ao mesmo tempo que Rick.
Nós acabamos falando a mesma palavra ao mesmo tempo! Foi muito engraçado!
Olhei para o loirinho e nós dois começamos a rir daquilo.
Bia deu risada também e concluiu.
"Ah, já entendi.".

Paramos em frente a entrada da nossa comunal. Falei a senha para os primeiranistas e logo entramos na  grande sala lufana.
Ao olhar emvolta senti uma emoção tão grande! Estava com saudade daquele lugar.

Mostrei os dormitórios dos meninos e das meninas e os banheiros para que todo mundo pudesse se localizar bem.
Assim que terminei minha tarefa de monitora fui me juntar aos meus  amigos.
Rick fora para seu dormitório dizendo que já voltava para ficar comigo ali na comunal.
Me sentei em um pufe  observando Sayuri e o irmão dela agarrarem um livro de poções e irem sentar juntos para estudá-lo.
'Meu Merlim, devia ser proibido por lei abrir um livro didático antes de realmente ser necessário fazer isso!", comentou Bia indignada.
Dei risada  acenando afirmativamente. Mas pensando bem eu tinha que dar uma estudada melhor nos meus livros, no ano passado tinha tido situações ruins por não ter estudado antes.
David e Ryan sentaram-se à minha frente em pufes também e começaram a contar de suas férias.
Eu prestava atenção nas palavras deles, porém também ficava olhando para os lados para ver se Rick estava voltando.

Me levantei para tentar conter um pouco da minha ansiedade e Ryan fez o mesmo.
'Taly, você está tão linda sabia?", ele disse me olhando de cima a baixo.
 - Quê? - perguntei confusa. O que tinha dado nele para falar aquilo?
"Sim, está linda. Gostaria que você tivesse escrito alguma carta pra mim nas férias. Mas parece que você me deixou de lado.", ele disse se aproximando de mim.
 - Ah, eu acabei esquecendo. Fiquei com meus pais e passeei muito com eles. - respondi achando estranho o comportamento dele.

Então sem mais nem menos Ryan me abraçou e disse:
"Taly, você está namorando com esse garotinho do primeiro ano não é? Não precisa negar. Eu vi o quanto vocês dois ficaram se olhando. Você não pode ficar com ele. Tem de ficar com alguém melhor. Um cara como eu, por exemplo".
Nesse momento me desvencilhei do garoto furiosa e olhei para trás.
Rick estava ali olhando para nós com uma expressão de raiva que eu nunca vira em seu rosto.
Antes que eu pudesse falar ou fazer alguma coisa, o lufano se encaminhou para a saída da comunal, chutando um pufe com força pelo caminho e desapareceu para lá dos corredores.

 - Ryan! O que é que você pensa que está fazendo? Ficou maluco? Ele ouviu o que você disse! - gritei para o  garoto que me olhava sem nenhuma expressão de arrependimento.
"Só falei a verdade", ele respondeu dando de ombros.
Ao nosso redor os alunos foram se amontoando e erguendo a cabeça para ver a confusão.
Até Sasuke e Sayuri tinham abandonado os livros.
 - Não diga bobagens! Eu prefiro muito mais ficar com um cara do primeiro ano que seja legal, do que com um cara do terceiro que é todo metido e pensa que é superior aos outros!
"Calma gente.", pediu Bia e não lhe demos ouvidos.
"Só acho que você não devia namorar com ele", ele repetiu.
 - E quem você pensa que é para me dizer com quem namorar ou não namorar? - eu estava com tanta raiva dele que não pude acreditar que já tinha considerado aquele garoto o meu amigo.
Eu nunca tinha visto este lado de Ryan, agora que ele mostrava esse outro lado eu não estava nada feliz em conhecer.

meu instinto pedia para que eu fosse atrás do Rick, mas eu não sabia onde ele tinha ido e provavelmente agora ele ia estar com raiva de mim também.
Ryan estragou tudo com sua atitude e suas palavras tolas. O que o meu lufano querido estaria pensando de mim naquele momento?
 - Eu gosto de verdade do Rick e agora você acabou de estragar tudo Ryan! Não quero mais falar com você, nunca mais! Esquece minha amizade... quem é amigo de verdade não age desse jeito. - falei com indignação encarando os olhos azuis que me fitavam indiferentes.
Resolvi ir para meu dormitório esperar até dar a hora de fazer minha ronda e pedi ao Sasuke que ficasse de olho para ver se Rick voltaria.
Qualquer coisa ele prometeu me avisar pela Sayuri.
Fui para meu dormitório me sentindo arrasada. Como era possível que uma noite tão linda e agradável tinha se transformado em algo tão ruim?

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Sebastian A. Von Ziegler
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Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pena de Hipogrifo, Carvalho, 31cm, Inflexível.

MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sex 20 Jan 2017, 00:01

Welcome home, badgers!

Festa. Poderia algo ser melhor do que aquilo? Poderia haver maneira melhor de começar algo novo senão comemorando? Para Sebastian e a maioria esmagadora dos estudantes da casa de Helga Hufflepuff a resposta para ambas perguntas era um curto e seguro não. Exatamente por este motivo, aproveitando o inicio de um novo ano letivo cheio de expectativas e gás novo que uma festa foi planejada logo no primeiro fim de semana após o começo das aulas. Para alguns apenas a descontração em si já parecia muito bem-vinda, uma vez que em anos superiores o tempo para brincadeiras era sempre muito escasso, para outros a oportunidade de se enturmar, ficar acordado até mais tarde e aprontar as escondidas sem poder realmente ser acusado eram motivos ainda melhores. Foi no fim de tarde da primeira sexta-feira em Hogwarts que o professor interditou a sala comunal para todos, embora a verdade era que a maior parte não estava mesmo ali, precisando cumprir suas aulas no último horário antes do anoitecer. Com a ajuda de Frei Gorducho, o fantasma da casa, e dos monitores Jason e Talyta, todos que tentavam acessar a comunal eram barrados, afinal a decoração simples, mas aconchegante precisava ser feita.

Bandeirinhas da cor da casa enfeitavam as paredes, balões enfeitiçados caíam do teto, misturando-se às amadas plantas que decoravam o Salão. Nas mesas os espaços faltavam, havia desde chapéus em forma de cone até doces decorados com texugos e bebidas amarelas e pretas que muitas vezes haviam pedido magia para que chegassem a tal coloração. É claro que por falar em magia não se podia deixar de citar que cada coisa ali estava encantada para tornar a situação mais divertida. Alguns trechos do chão vez ou outra fariam com que alguém começasse a dançar ou o sofá pintaria a roupa de outro, mas talvez a parte que Sebastian mais gostava fosse os incensos de humor espalhados, bem como as balinhas surpresas que provocavam reações adversas. A música também estava presente, mas ao contrário da calma melodia que os lufanos estavam acostumados a escutar nos vagões da casa no Expresso, a do Salão Comunal era agitada. Em um dos cantos havia até uma engenhoca enfeitiçada que um professor de Estudo dos Trouxas afirmou ser uma Máquina de Karaokê em perfeitas condições (para os padrões mágicos).

Foi apenas após o jantar no Salão Principal ser servido que a passagem então recebeu liberação para que os alunos lufanos acessassem sua amada toca. Sebastian estava lá, esperava com um chapéu de cone já meio torto na cabeça e um sorriso leve nos lábios. — Vamos apenas tentar não derrubar o castelo, tudo bem? — Falou quando todos pareciam já estar com os olhos em si, curiosos e talvez até mesmo incrédulos com a cena. A “cara” do diretor da casa podia não ser muito amigável, mas como os trouxas diziam “não se julga um livro pela capa”, dessa forma, ele esperava aproveitar a oportunidade para também tirar um pouco essa imagem de si mesmo. — Que caras são essas? É sexta-feira. — Deu de ombros, deixando claro o óbvio na voz. Quem não amava fim de semana? Ou melhor, quem não amava um fim de semana que começava com festa?

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Sebastian A. Von Ziegler

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Rick Stark Stavros
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sex 20 Jan 2017, 14:24



VAI DA RUIM
 

     Estava tão feliz e ansioso, estaria na melhor casa de Hogwarts e ao lado de minha amada, nada parecia estragar esta noite. Como monitora Taly fora na frente guiando á nos primeiranistas e os demais alunos, fui ao lado dela durante todo o trajeto e suspirava com tamanha imponência que dela vinha, porem  seus traços doces não haviam desaparecidos, por dumbledore como eu queria pegar na mão dela, só de imaginar a cena já abro um sorriso enorme, mas estava com medo, se ela não quisesse afinal estávamos no meio de vários alunos ela poderia ficar constrangida, engoli seco minha vontade e continuei ali do lado dela. Chegamos a frente da passagem da nossa comunal, ela dissera a senha e entramos na sala.
       Como o lugar era lindo, meus olhos se encheram, com certeza aquela era a comunal mais linda de todo o castelo, as cores vibrantes combinando com o texugo estampado, puffs amarelinhos que me pareciam ser extremamente confortáveis, não via a hora que sentar em um e ficar horas e horas com minha princesa conversando, contando sobre as aulas, os desastres que iriam ocorrer, enfim estar com ela. Meus olhos a fitam  lá dentro da sala, como ela parecia ainda mais linda, uma deusa grega bem diante de mim, me aproximei dela e disseque ia ate o dormitório deixar algumas coisas e já voltaria.
    A caminho do dormitório eu começo a cantarolar de alegria, ‘’Taly e minha monitora, está próximo a mim’’ ate parecia que eu havia apanhado um pombo de ouro e ganhado um jogo de quadribol, mas a sensação era milhões de vezes melhor!, Chego ate o dormitório, arrumo minha cama, coloco as malas embaixo da mesma e já saio em disparada para a comunal, estava perdendo muito tempo longe de minha amada, antes não tivesse ido, na entrada vejo uma cena que me deixa de coração partido, um garoto abraçando Taly e dizendo coisas ruins ao meu respeito, isso me deixa possesso, queria lançar uma maldição imperdoável naquele momento e acabar de vez com a existência dele, estava ferido e sem reação, aquele foi um golpe duro, e toda a felicidade se esvai do meu ser, tudo que consigo fazer e me virar, chutar um puff que estava próximo a mim e sair sem rumo pelo castelo, e ao longe eu grito: -Eu vou te pegar garoto-


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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sex 20 Jan 2017, 17:52

stop
overthinking
- Andava lentamente até que chegasse na comunal, entrando com seu irmão. - Hm, não somos os únicos, mas está bem menos cheio do que o Salão Principal. - Balançou a cabeça, vasculhando o local com os olhos até que encontrasse locais vazios no sofá, onde se dirigiu e sentou com calma. - Eu gosto de morango... Mas eu prefiro os pirulitos de cereja... Eu teria pego de cereja, mas não tinha mais nenhum em casa. Se eu parasse em algum lugar pra comprar eu iria perder o trem. - Riu baixinho, ajeitando o assento ao seu lado para que HyukJin sentasse, e logo olhou em volta, observando os outros Lufanos que conversavam no local. - Ainda estou com sono...  Ah... Eottokhae... - Murmurou um tanto emburrado e soltou um longo suspiro, esfregando as mãos contra seu rosto numa tentativa de despertar-se. - Você realmente não tá com sono? - Riu soprado, e logo bocejou baixo, escondendo a boca com sua canhota. -


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Park Hyuk Jin
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 22 Jan 2017, 04:29



Always


S orriu de canto. - Não. Não estou com sono. - Olhou para o fogo que crepitava na lareira durante alguns segundos, logo voltando sua atenção para DoHyun. - Sério mesmo que você está com tanto sono assim hyung? - Deu uma risadinha, passando sua destra por entre seus fios castanhos, os puxando para trás. - Se quiser pode ir dormir...eu posso ficar lendo algum livro. - Contraiu os lábios em uma linha fina, encostando-se no sofá e voltando a olhar para a lareira. Começou a cantar baixinho uma música aleatória que passava pela sua cabeça, tentando adivinhar que horas seriam. 


The dawn before the sun rises is the darkest 
 

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