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 Comunal da lufa-lufa

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Anna Hool Z. Hoffmeister
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Patrono : Lobo Cinzento
Bicho-papão : Solidão

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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 6º Ano
Varinha: Ébano, 27 cm, Quebradiça, Pena de Fênix.

MensagemAssunto: Comunal da lufa-lufa   Seg 18 Fev 2013, 08:22

Relembrando a primeira mensagem :


A KISS OF ANGEL TAKES HIM TO HEIGHTS
the angel face hides a demon
Eu queria férias. Essa podia ser a constatação da noite. Na verdade, eu já havia sido liberada das aulas há bastante tempo, porém não conseguira cruzar o caminho que me separava até a Comunal graças a um grupo de estudos meio secreto que me raptou para a Biblioteca muito antes do jantar. Eu havia sido liberada daquela sessão enfadonha de pesquisas somente alguns minutos antes do toque de recolher se instalar. Ele agora andava bem mais severo e tive que ser acompanhada pela minha prima Milla até a entrada da comunal.

Agora estava aqui eu jogada no sofá com meus braços cruzados resmungando enquanto olhava para a entrada secreta da Badger’s. Sim, eu ainda estava magoada com o que os outros texugos haviam feito. Não acreditar em mim? Era algo que me doía na essência. Raios, tudo bem que eu era uma humorista nata. Mas eu não brincaria com esse tipo de coisa, embora muitos achassem que eu o faria sem nem pensar duas vezes. Eu havia sentido que poucos acreditavam mesmo que parcialmente na minha verdade, o que me deixou um pouco mais esperançosa.

~Se eu juntar provas suficientes... Era uma loucura tentar remontar mesmo que alguns fragmentos da árvore genealógica de Helga, mas eu pdoeria não? Eu sou mestre em loucuras impossíveis então não seria nada demais para minha louca realidade. Procurei por minha mochila entre as almofadas e me levantei, decidida a colocar aquele plano doido em prática. Mas amanhã, porque estava cansada e era hora de sair dali rumo à minha cama.

Template ♥ Nath

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~x~ ~x~ ~x~
Anna Hool Zarek Von Hoffmeister
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Bruna S. Lethifold
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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 1° Ano
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qui 06 Jun 2013, 17:16



Be Happy :)


Nossa, fazia realmente muito tempo que eu não ficava parada na sala comunal. Era uma correria essa minha vida de faltar as aulas. Meus pais viviam me xingando, já que eu náo fiz nenhuma aula desse ano letivo.
"Ano que vem me esforço mais. Talvez eu finalmente desencalhe. E passe de ano."
Abri a porta para o dormitório feminino. Revirei a minha bolsa "Ela estava no armário ou debaixo da cama?", e achei uns doces. Um pacote de balas. Me arrastei de volta pra sala comunal. Estava frio e a lareira tinha sido acessa. Puxei a poltrona pra mais perto. Peguei o meu livro (achei junto com as balas) e me ajeitei pra ler. Pernas por cima de um braço da poltrona, costas em diagonal com o braço e o encosto. Confortável. Meus pés logo se aqueceram, graças ao fogo. Tirei os coturnos.
Vamos mergulhar numa história, até o jantar.
Botei a mão no pacote das balas.
Droga! Já acabaram.
By Juuubs e adaptado por Lessio.

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Bruna (Scheuer) Lethifold
Texuguinha :) | | Antisocial | Eternamente no mundo da lua
~Clica (:
 
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Armando Dippet
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Bicho-papão : Estudos/Quadribol

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MensagemAssunto: Re: Sala Comunal da Lufa-Lufa   Sex 21 Jun 2013, 09:11

Como sou um pouco descontraído, não prestei atenção quando o chefe da casa da Lufa-Lufa repassou aos alunos a senha secreta para adentrar ao salão comunal da mesma, sem saber como entrar segui alguns alunos da casa que após falarem a senha pude entrar pela primeira vez em um salão comunal na minha vida. Foi uma experiência incrível, logo os alunos descobriram que eu era novo ali e me rodearam e começou as perguntas e as parabenizações. Que dia!!
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Zac Hoolf Van Devereaux
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Bicho-papão : Model Internaction -

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Escola/Casa: Lufa-Lufa
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Ter 09 Jul 2013, 18:39




Last of  comunal lufa-lufa
Do not take life too seriously and have fun living wildly
It took me months to understand, perhaps years, most understood that when a heart is broken it can not be rebuilt, I discovered that people fear most yourself that others above all learn to fight for an ideal - Lufa-lufa




Depois da longa viajem ainda sentia aquele formigamento no estômago, certamente estar enjoado não era bom sinal, adentrei em hogwarts rapidamente com minhas vestes molhadas, a chovia forte, podia-se ouvir o barulho dos pingos batendo nas janelas antigas que rangiam junto ao seu toque e também os raios que faziam um grande estrondo que se ouvia claramente enquanto caminhava em direção a minha comunal.

Adentrei na comunal observando os alunos que ali estavam, alguns distraídos lendo livros, outros apenas jogando conversa fora, mais o que mais me chamou atenção foi um garoto que estava frente a lareira cabisbaixo, me aproximei do mesmo estendendo minha mão paga o lufano que logo percebeu. - prazer sou Zac, tudo bem ? disse ao garoto num tom ameno enquanto me sentava ao seu lado admirando as chamas da lareira que subiam e desciam calmamente, me perdi no tempo e fiquei ali por alguns minutos.

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Elena Mc Fall
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qui 11 Jul 2013, 12:36

 Fico olhando a lareira, até que apago, só acordo quando uma lufana me chama perguntando se estava bem... Quanto tempo estava dormindo?! MEU DEUS! Perdi a noção do tempo, pelo menos não teria aula agora. Então vou para o dormitório dormir um pouco pois estava acabada!
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Zac Hoolf Van Devereaux
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Bicho-papão : Model Internaction -

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sex 12 Jul 2013, 13:03

     

     

Welcome Hogwarts!
Sem perceber adormeci ali mesmo por algum tempo, até que alguns lufanos entraram no local causando tumulto e agito, logo ficou impossível continuar ali, foi quando acordei e me deparei com toda aquela cena, o mais esquisito era que não estava mais carregando meu livro, '' estranho, será que sou daquele tipo que faz as coisas dormindo, ou algum espertinho me tomou o livro '' pensei enquanto me levantei agitado a procura do mesmo, foi quando observei uma bela garota o carregando, - ei onde encontrou isso ? Perguntei afobado quase alvejante, a lufana disse que havia o encontrado no banheiro abandonado, com a maioria de suas páginas rasgadas. - Poxa como isso foi acontecer. Murmurei em tom ameno enquanto segurava o livro molhado, provavelmente alguém havia jogado no vaso, logo caminhei e sai dali em busca de pistas...  

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Zac O'Donel Van Alflem Devereaux
in the darkest hours, the darkest places, when more cringe but still there the light that guides your ways.
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Liam C. d'Saint Laurent
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 17 Jul 2013, 16:52

A Biblíoteca de Hogwarts
In his dad's closet in a box of fun things


.Siga seu coração se os mares pegarem fogo, e viva pelo amor embora as estrelas andem em direções opostas.  Que a sorte esteja conosco



Meus olhos estavam pesados pelo fato do tamanho sono que eu sentia naquele momento. Meu corpo doia de tanto tempo que eu havia ficado deitado naquela cama dura do meu dormitória sem fazer absolutamente nada de útil para mim.
Pego o meu livro que estava em cima da bancada ao lado da cama "Bruxos e Bruxas". Não era lá "aquele livro surpreendente" mas eu gostava de me prender naquelas páginas feitas por um trouxa que achava que tudo não passava de "coisas idiotas". Resolvo ir para a minha comunal.
Não havia ninguém alí, a chaminé estava apagada e apenas algumas chamas de luz estavam na parede para iluminar aquele lugar grande e escuro. Jogo meu livro sobre o sofá cor de vinho antigo que ficava de frente a chaminé, vou até ela e acendo o fogo. O Tempo estava frio. Após a madeira começar a pegar fogo, fico a observa-la enquanto me esquento. Me sento no sofá e abro as páginas do meu livro enquanto flutuava na imensidão de imaginações que começavam a pairar naquele lugar silencioso. Fico alí.

Thanks Tess

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Henrique Martinuzzo
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Bicho-papão : Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 17 Jul 2013, 17:02

 Depois de comer um pouco no Salão Principal eu volto para a comunal e quando entro vejo meu irmão deitado no sofá lendo um livro flutuante
- Oi,como vai você?Ta bem,faz tempo que eu não te ejo por aqui.Por onde andou?Ah você recebeu a coruja da mamãe?
Eu me sentei numa poltrona ao lado do sofá e esperei a resposta dele

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Henrique  Martinuzzo


/Van Der Villi/McGyull/Fantasma

falas de outro Ação Fala Pensa
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Liam C. d'Saint Laurent
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 17 Jul 2013, 17:07

A Biblíoteca de Hogwarts
In his dad's closet in a box of fun things

.Siga seu coração se os mares pegarem fogo, e viva pelo amor embora as estrelas andem em direções opostas.  Que a sorte esteja conosco



  Olho para ele e respondo todas as suas perguntas. Em seguida fecho o meu livro e me dispesso dele.
- Depois.

Thanks Tess

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Milla Hoff. Rolstroy
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 28 Jul 2013, 20:22


Primeiro dia de aulas e eu não havia conseguido relaxar desde as primeiras horas da manhã. Caminhava pelos corredores do térreo quando notei que três garotas me olhavam dos pés a cabeça, embora a mais velha não aparentasse ter mais do que 14 anos. Bastou que eu me virasse na direção do aglomerado para que todas virassem o rosto enquanto riam – Mas o que diabos...? – Resmunguei ao balançar a cabeça de um lado para o outro. Aquela escola ficava cada vez mais esquisita com o decorrer dos anos. Também não fiquei para entender o motivo por trás das risadas, pois estava com sono e cansada, precisando urgentemente de algo macio onde pudesse repousar o corpo. E foram exatamente nestas condições que continuei me arrastando pelos corredores até encontrar o retrato que dava acesso ao salão comunal da lufa-lufa – Finalmente. – Disse de bom grado. Pude perceber o olhar dos que estavam presentes, inclusive de alguns dos calouros, mas novamente ignorei as expressões de quem estava prestes a rir e me joguei no primeiro sofá – o mais próximo à porta. Fechei os olhos e fiquei em silêncio, ou ao menos foi isso que tentei fazer antes de ter escutado alguém chamar por meu nome. Mais calouros? Apertei os lábios para não começar a chorar ali mesmo e abri só um dos olhos – O que? – Indaguei com ar de sonolência. Era um garoto baixo, loiro e roliço, mas o importante não é isso, a parte que realmente interessa é que foi este mesmo garoto que apontou para meu distintivo de monitora e saiu correndo. Não sabia muito bem se ele tinha problemas mentais ou eu estava sonhando. Resolvi checar meu distintivo, pura precaução, e acabei percebendo que o garoto não possuía problemas mentais – Monitora Sexy da lufa-lufa. – Li enquanto apertava o pequeno círculo em minhas mãos. Por um momento fiquei indecisa entre ter um ataque de raiva ou me sentir elogiada, entrementes a raiva suplantou todo o resto e acabei atirando o distintivo na porta. Dessa vez reinou o silêncio por alguns minutos, o suficiente para que eu erguesse o rosto, mas depois tudo voltou ao normal. Afundei meu rosto no travesseiro do sofá e fiquei ali, sonolenta demais para ficar de pé e subir as escadarias que davam acesso ao dormitório feminino. Era muito cedo para ter sono, na verdade, então vamos justificar minha falta de vontade de viver como preguiça.

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Joanne Miller Haraldsen
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 28 Jul 2013, 20:41





Até que o dia fora mais tranquilo do que eu esperava. Fiquei o dia inteiro me preparando para uma aula bem puxada e perigosa de Defesa Contra as Artes das Trevas, mas Josh havia sindo bem gentil em não nos mandar para outras dimensões com criaturas mortíferas. A auto-pressão psicológica para aquela aula foi o que me deixou mais cansada, na verdade. Mas mesmo assim, não deixou de ser um cia bem ocupado, tanto que eu nem tinha esbarrado com colegas que eu nem tivera a oportunidade de cumprimentar na cerimônia de início de ano. Dei algumas voltas pelo térreo cumprimentando coleguinhas que estavam ali a toa depois de uma dia cheio, até que finalmente segui o caminho para a sala comunal da Lufa-lufa.

Soltei um suspiro ao adentrar a sala, sorrindo com o clima tranquilo que estava ali. Alguns novatos desesperados já estavam correndo atrás de seus deveres e alguns até conversavam em voz baixa, mas enérgicos comentando sobre a professora do dia: Evey. Soltei um risinho satisfeito por já ter me livrado daquela endemoniada. Ouvi um barulho estranho vindo do chão ao dar um passo e fitei o objeto brilhante no qual eu havia pisado. Franzi a minha testa e tombei a cabeça para a direita para conseguir ler melhor. "Monitora Sexy da Lufa-lufa". - Mas o quê? - Peguei distintivo do chão  ainda com a testa franzida; claro que aquilo só poderia ser uma brincadeirinha de mau gosto. Olhei em volta à procura da monitora sexy.

Milla estava deitada no sofá, visivelmente exausta. Às vezes eu gostaria de dividir as funções de monitora com ela só para não vê-la tão cansada, mas claro que só dividir, porque eu já não tinha mais a disposição de antes para tanta responsabilidade. Sentei-me no mesmo sofá que ela, perto de seus cabelos louros que estavam espalhados pela almofada. Inclinei-me um pouco na sua direção e tentei tirar os seus cabelos do rosto com cuidado para vê-la melhor. - Acho que isso aqui é seu, monitora sexy da Lufa-lufa. - Não disse aquela frase com um sorrisinho travesso, como faria de costume; mas apenas sussurrei, com um sorriso tranquilo que vinha espontaneamente toda vez que eu falava com ela.



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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 28 Jul 2013, 21:21


Comecei a ponderar a hipótese de adormecer no sofá, mas logo percebi que isso seria um incômodo para àqueles que aguardavam a meia noite para povoar o salão comunal. Não me leve a mal, mas nunca fui das pessoas que descumprem o horário estipulado para se dormir, afinal elas estão fazendo duas coisas erradas. Primeiro: jogando horas de sono no lixo. Segundo: forçando-me a continuar as rondas. O mundo seria mais feliz caso ninguém tivesse tido a brilhante ideia de que burlar as regras é algo legal, que te faz ser um rebelde sem causa, ou sei lá mais o que. Mas quem sou eu para julgar? Havia passado por essa fase. Por momento pensei estar ouvindo vozes do além, pois o tom era familiar demais para ser verdade, contudo logo me convenci de não estar sonhando já que este mesmo timbre fazia alusão ao distintivo que eu havia atirado á porta minutos atrás. Joanne. Levantei o rosto lentamente, os cabelos em desalinho, só para dar de cara com o sorriso da lufana – Não sei quem é sexy, mas a monitora sou eu. – Disse e rolei os olhos. Vê? A simples presença da garota fez com que meu humor substituísse os resmungos. Só então me dei conta de que estava sentindo falta de Joanne, ainda mais pelo fato de tê-la visto apenas pela manhã e em nenhuma outra hora. O engraçado é que eu nunca havia percebido isso, sabe? Quer dizer, eu tinha me dado conta do quão me sentia bem na presença da garota e também do modo como ela conseguia me deixar contente. Não que o cansaço tivesse sumido como em um passe de mágica, porque ele não sumiu, mas eu estava disposta a permanecer acordada por mais algum tempo – Como foi o primeiro dia de aula? – Perguntei-lhe ao me apoiar nos cotovelos. A posição não era assim tão confortável, por isso terminei tendo a brilhante ideia de acomodar meu rosto por sobre o colo da garota. E depois dizem por aí que todo lufano é violento invés de amável. Fechei os olhos antes de escutar a resposta de Joanne, mas não porque sentia sono, e sim porque é isso que costumava fazer ao deitar no colo de alguém. Pode parecer meio idiota, na verdade é totalmente idiota, só que eu realmente sentia falta daquilo. De Joanne. Do carinho. Das conversas idiotas. De falar sobre os professores. De me sentir normal. E com ela eu me sentia assim, mais leve, mais eu – Acha mesmo que sou sexy? – Indaguei ao mesmo tempo em que o riso escapou de meus lábios.

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Joanne Miller Haraldsen
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 28 Jul 2013, 22:00





Ri baixinho da resposta de Milla. Sempre tão modesta... Mas a princípio eu também nem a respondi quem era a sexy ali, apenas continuei sorrindo já um toque de malícia dessa vez. Tirei as mãos do meu colo para deixá-la se acomodar ali, enquanto eu suspirava pensando numa resposta para a sua perguntinha. - Foi tranquilo até... Quer dizer, eu quase morri umas duas vezes na aula de Mitologia, mas quem nunca, né? - Dei de ombros. Eu teria pesadelos com aquele javali o resto da semana. Não tinha mesmo sido um dia cansativo, ao contrário do que deveria ter sido para a Milla. Pousei uma das minhas mãos sobre sua cabeça e comecei afagar seus cabelos desalinhados. Fiquei surpresa que ela não tivesse dado um jeito neles usando a metamorfomagia, mas ela estava linda de qualquer forma. Até parecia que eu não a via há semanas! Aquele beijo rápido de manhã parecia ter acontecido numa época distante, e essa falsa impressão só servia para mostrar o quanto eu sentia falta dela. A semana anterior tinha sido difícil, não só por não poder embarcar no trem junto com ela, mas ainda mais por ter mentido sobre onde eu estaria no fim das minhas férias. Eu não achava certo esconder a minha maldição depois de tanto tempo, mas eu tinha medo de que isso a afastasse de mim de novo, mas uma hora eu teria que contar.

Mordia meu lábio inferior em devaneio, olhando sem foco para seus fios de cabelos loiros, dourados, disformes, mas mesmo assim ainda muito brilhantes. Arqueei minhas sobrancelhas saindo dos devaneios por causa de sua pergunta e ainda retribui o seu riso. - Mas é claro que eu acho você sexy, por favor. - Mantive meu sorrisinho enquanto ainda passava os dedos entre seus cabelos. Ainda semicerrei meus olhos fitando os dela e desmanchei meu sorriso, simulando uma expressão carrancuda de ciúmes. - E pelo visto eu não sou a única. - Arqueei minhas sobrancelhas mostrando o distintivo a ela. Claro, não podia negar que estava com um pouquinho de ciúmes, mas só um pouquinho de ciúmes saudável, e não aquela coisa doentia. Sabia que eu não deveria dar muita importância àquela brincadeira. E além disso, por que eu deveria me importar com aquilo tão cedo? A monitora sexy da Lufa-lufa era só minha.



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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 28 Jul 2013, 22:17


Foi engraçada a forma como Joanne respondeu a minha pergunta, pois o riso também brincava por seus lábios e assim não tive como deduzir se estava falando ou verdade ou apenas entrando na brincadeira. É isso que certas paranoias fazem com você. Inspirei profundamente e apertei os lábios ao abrir os olhos, só então encarando os olhos claros da lufana. Ela estava tão bonita quanto no início da manhã, embora tal cena parecesse ter ocorrido há milênio, e não há algumas horas. Ainda pensava em algo sensato para se dizer quando a garota foi mais rápida do que eu ao mostrar-me o distintivo que havia sido atirado à porta. Daquela vez não tive raiva ou coisa do tipo, era mais interessante observar a pontada de ciúme no tom de voz de Joanne. Ou talvez fosse coisa da minha imaginação. Peguei o distintivo que estava em suas mãos e o girei na palma de minha própria mão – Sabe que normalmente fazem esse tipo de coisa como uma espécie de ironia, e não por ter vontade de falar a verdade. – Comentei como quem fala a respeito do dia. Mas que motivos tinha para me ater a algo tão pequeno? É verdade que antes aquele mesmo pedaço de metal havia dado conta de me deixar com traços de raiva, entrementes isso não voltaria a acontecer enquanto estivesse distraída o bastante para mal conseguir lembrar meu próprio nome – Meu dia foi meio chato, ou ao menos é isso que costumo dizer desde que virei monitora. Sabe como é, tem sempre alguém com duvida ou querendo saber se a Evey é mesmo humana ou se ela vai demorar a morrer. – Pausei apenas para rir de minhas próprias palavras – Fora isso as aulas foram tão legais quanto uma aula pode ser, inclusive tive minha vingança ao pintar o macaco de Bianca de verde e amarelo. Isso consegue salvar o dia de qualquer um. A propósito, obrigada por perguntar. – Dessa vez meu tom era mais irônico do que dócil. Tudo bem, eu não estava realmente com raiva ou qualquer coisa do tipo, só gostava de fazer drama. Tornei o olhar na direção de Joanne e estirei a língua em sua direção feito uma criança de cinco anos de idade – Você bem que poderia ser do sexto ano. – Falei e abandonei minha posição apenas para depositar um selinho nos lábios da garota. Falava sério ao dizer aquele tipo de coisa, ainda mais porque teria de passar um ano inteiro observando enquanto Anthony e Michelly me faziam ter pensamentos homicidas. Sabe o que é ficar uma aula inteira observando dois sonserinos se amarem? É pior do que a morte, acredite em mim.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 28 Jul 2013, 22:33





Deixei que ela pegasse o distintivo da minha mão e rolei os olhos quando ela retrucou a minha resposta. - Acho que não nesse caso. Mas de qualquer forma, da próxima vez eu descubro quem é e faço picadinhos; se te acham sexy ou não, só eu posso falar. - Falei num tom falsamente ríspido e nada convincente enquanto dava de ombros. Qual é, nem o novato mais ingênuo levaria aquelas palavras a sério, ainda mais quando combinadas com a minha cara de bocó que eu conseguia disfarçar menos ainda quando estava perto de Milla. Continuei afagando os seus cabelos enquanto ela me contava sobre o seu dia. Mas logo tão cedo o pessoal já estava perguntando se Evey viveria ainda por muito tempo? Se tivesse sido enterrados vivos já teriam voltado chorando pro colo da mãe. Bons tempos de Evey, bons tempos... - Disponha. - Respondi seu agradecimento com um sorrisinho no mesmo nível de ironia do seu tom. Eu sabia que ela ia me contar sem eu precisar perguntar, por favor. - Ainda não tive a oportunidade de conhecer Iggy, mas aposto que ele é muito bonzinho. Como você é cruel... - Ela me mostrou a língua e eu só dei um risinho preguiçoso. Podia jurar que ela estava me contagiando com a dela. Retribui o selinho rápido depois de seu comentário meigo e sorri meio abobalhada, como de costume. Eu não tinha nada a reclamar do quinto ano - pelo menos não no primeiro dia de aula -, mas era mesmo uma droga poder vê-la só de manhã e só no fim da tarde. Naquele dia, eu nem tinha conseguido almoçar com ela. Mas ainda tínhamos os fins de semana e os treinos de quadribol, sem contar que ela dormia numa cama a poucos metros da minha. - Por que diz isso? Se passasse o dia inteiro comigo você enjoaria de mim rapidinho, Aí nem ia estar com saudades de mim no fim do dia. - Fiz um biquinho manhoso segurando mais um risinho e depositei um beijinho demorado em sua bochecha enquanto envolvia um dos meus braços pela sua cintura.



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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 28 Jul 2013, 22:54


Iggy é bonzinho e eu sou a Evey, simples assim. Ensaiei outro sorriso e fiquei observando enquanto Joanne tentava me tirar da ilusão de como seria agradável caso fôssemos ambas do sexto ano. Talvez a lufana tivesse razão e fosse melhor que ficássemos acumulando a saudade, assim nunca faltaria assunto ou vontade de estar perto, logo o relacionamento duraria mais do que a maior parte dos envolvimentos amorosos. Fazia sentido. Contudo... Eu não queria pensar a respeito do quanto duraria ou qual a probabilidade de que continuasse tão carente como naquele momento. Rolei os olhos e sorri ao receber do beijo em minha bochecha – Ou talvez não. Vamos levar em conta que sou alguém tremendamente irritante e manhosa, assim está mais do que claro que você seria a primeira a enjoar. – Argumentei com toda a certeza do mundo. Depois fiquei me perguntando o porquê de estarmos discutindo algo tão idiota, mas parte da culpa era minha, por isso não pus em pauta o quão aquilo era desprovido de sentido. Pode prestar atenção como nada na minha vida faz muito sentido, deve ser graças a isso que é a minha vida e não a de outra pessoa. Até porque ainda há de nascer alguém pessoa tão indecisa. A frase “só sei que nada sei” parecia ter sido feita para mim, tanto que eu vivia a dizer coisas do gênero quando Caah aparecia-me com perguntas complicadas a respeito da existência humana em geral – coisa de corvino paranoico. Afastei a revoada de pensamentos com um balançar de cabeça e voltei a me aproximar de Joanne, só que desta vez fui diretamente até seus lábios onde puxei o inferior entre os dentes em uma espécie de mordida – Mas como não estudamos juntas... – Comecei dizendo, mas tratei de interromper minhas palavras para poder selar meus lábios contra os da lufana. O cheiro, o sabor, a textura, tudo era tremendamente convidativo, tanto que levei uma de minhas mãos até a nuca alheia enquanto apoiava a outra em seu queixo. Até mesmo a fadiga me abandonou enquanto tinha os lábios de Joanne ao alcance. Só me afastei quando fez-se necessária a respiração, caso contrário passaria o resto da noite a morder seus lábios e distribuir beijos desde seu maxilar até o pescoço – Então sou obrigada a matar a saudade. – Complementei a frase que havia sido deixada pendente anteriormente. Dessa vez entrelacei ambos os meus braços em torno do pescoço da lufana e lhe dirigi um sorriso inocente enquanto corria as unhas por sua nuca. E pensar que ainda teria que fazer rondas.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 28 Jul 2013, 23:14





Rolei os olhos em resposta à sentença dela. Certo que uma competição de "quem é a mais irritante" entre as duas seria um tanto acirrada, mas eu sabia irritar muito bem também. Porém, deixei ela pensando que era a mais irritante e nem comecei a me gabar sobre as minhas habilidades de ser chata e de tirar alguém do sério. - Muito bem, muito bem... Se você diz... - Dei de ombros apenas concordando de má vontade. Mas como não estudávamos juntas, tínhamos que aproveitar aqueles momentos preciosos, e Milla sabia como fazê-lo. Já fechei os meus olhos num sorrisinho quando senti seus dentes morderem o meu lábio inferior. Ela deixou sua frase no ar e eu senti seus lábios selando os meus num beijo. Apertei meu braço em volta da sua cintura enquanto ela apoiava a mão na minha nuca, fazendo eu me arrepiar com o simples toque. O beijo era calmo, mas ainda assim intenso; talvez pelo acúmulo de tempo que eu havia passado longe dela - aquelas torturantes horas em salas de aula. Se antes eu conseguia disfarçar o quanto eu a queria, o disfarce tinha desmoronado naquele beijo. Relaxei o abraço de sua cintura, mas mantive minha mão ali, descendo-a devagarinho, mas Milla desvencilhou os lábios dos meus antes que eu pudesse chegar com a minha mão na sua coxa.

Suspirei um pouco decepcionada por sentir o calor e o sabor dos seus lábios se distanciarem de mim, e mordi meu lábio inferior mantendo minha mão firme na sua cintura. Sorri em resposta a ela e fechei os olhos de novo enquanto ela - maldosamente - passava as unhas pela minha nuca, fazendo até os cabelos ali se levantarem. - Sinta-se a vontade para matar as saudades quando quiser. - Alcancei os meus lábios no seu pescoço e depositei alguns beijinhos demorados ali, alternando com algumas mordidas enquanto apertava sua cintura. Mas parei com um suspiro e voltei a fitá-la.



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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Jul 2013, 15:00


Querendo ou não, eu me sentia tentada a ignorar o horário das rondas. Na verdade queria passar o resto da noite na companhia de Joanne, independente de estar apreciando o sabor de seus lábios ou apenas sua presença. É algo realmente engraçado. Fechei os olhos assim que o toque alheio chegou até meu pescoço, precisando estreitar ainda mais o abraço para evitar todo e qualquer arrepio. Provavelmente despertávamos alguns olhares no salão comunal, mas a maior parte dos alunos parecia não se importar e alguns - os que encaravam de soslaio - não tinham autoridade o suficiente para desafiar a monitora que estava no sexto ano e... Bem, Joanne. Divertia-me só o simples fato de estar imaginando o quão Joanne poderia ser intimidadora com seus loiros cabelos e uma careta aleatória. Até mesmo Iggy conseguia ser mais assustador. Tornei a abrir os olhos assim que o calor amainou; um claro sinal de que poderia voltar a respirar na frequência correta. O suspiro de Joanne não me pareceu um bom sinal, pois talvez algo a estivesse incomodando, mas tentei não me ater aos detalhes, afinal a garota me diria caso houvesse algum problema, certo? Esperava que sim – Quando eu quiser? – Indaguei ao arquear uma das sobrancelhas de forma pensativa – Então trate de perder alguns quilinhos, porque vai ter de entrar em minha mochila amanhã de manhã. – Sentenciei enquanto ria. O comentário sobre peso não era nada crítico, e, para ser sincera, Joanne nunca pareceu se importar com esse tipo de coisa idiota, pois sou eu que normalmente interpreto tal papel. Sorri com inocência e inclinei o rosto de modo a roubar-lhe um selinho demorado, embora não tenha passado disso. Gostava das coisas calmas, para ser sincera, a pressa nunca havia ganhado preferência em meu dia-a-dia. Algo acertou minha cabeça em cheio quando tornei a me posicionar a máxima distância permitida por meus braços que ainda enlaçavam o pescoço da lufana – Mas o que...? – Comecei a dizer, porém outro projétil acertou minha cabeça. Dessa vez tive que esquadrinhar o salão em busca de qualquer mal feitor, notando só então que a maior parte das pessoas havia se retirado para seus respectivos dormitórios. O meliante era rápido. Estreitei os olhos e voltei a encarar Joanne – Seria uma pena se... – E soltei um de meus braços para poder pegar a almofada caída ao meu lado e acertar a lufana. Obvio que não fiquei parada feito uma idiota, pus-me de pé o quanto antes e corri para perto da lareira onde tinha uma grande guarnição de almofadas para acertar na cara de Joanne. Viu? É isso que se ganha por namorar alguém tão infantil.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Jul 2013, 16:06





Eu não fazia ideia de que horas eram, mas também nem queria saber. Já tinha passado da hora do jantar, e deveria ser mais ou menos a hora que os seus monitores faziam suas rondas. Mas bem, os monitores da Sonserina poderiam muito fazer a ronda ali no térreo e nas masmorras junto com Scott, sem contar que eu nunca via aquela tal de Lori trabalhando. Talvez, se eu trancasse Milla na toca da Badgers' Force, ela não precisaria sair para fazer rondas naquela noite. Eu andava um pouco possessiva naqueles dias, não? Assenti com um sorrisinho em resposta à pergunta dela, e logo ri da sua sugestão inusitada. Mal ela sabia o quanto de peso eu tinha perdido na lua cheia passada, mas estava fazendo questão de recuperar tudo com os banquetes de Hogwarts. - Sim, claro! Quem sabe um feitiço de encolhimento também, ou uma poção! - Respondi com certo entusiasmo simulado, arregalando os olhos e logo rindo a seguir, retribuindo o selinho. Antes de chegar no sofá, eu tinha avistado alguns feijõezinhos de todos os sabores abandonados numa mesa logo ali ao lado do sofá. Tive uma ideia travessa e tomei cuidado para não me denunciar com um sorrisinho maroto. Peguei a minha varinha, e para distrair a monitora, abracei-a de forma que a varinha ficasse nas costas dela, sem que ela visse. Eu estava precisando mesmo praticar feitiços não-verbais, e aquela seria uma ótima oportunidade. "Accio feijãozinho." O doce atingiu a parte detrás da cabeça da monitora, e não veio certeiro em minha direção porque eu sabia que não era boa em feitiços. Observei Milla olhar confusa para os lados e segurei o riso com muito esforço. - Hãn? - Perguntei me fazendo de desentendida. Ela estava prestes a perguntar o que estava acontecendo, quando eu fiz de novo. "Accio feijãozinho!" Dessa vez ela olhou em volta com mais afinco para procurar quem tinha feito isso e começou a vasculhar o cômodo com o olhar; e eu escondi a minha varinha debaixo do sofá. - Tem alguma coisa errada? - Perguntei pigarreando para disfarçar o riso e apertando meus lábios a seguir.

Ela começou dizer alguma coisa enquanto soltava um dos braços de mim, e eu achei mesmo que ela ia se levantar zangada a procura do meliante. Mas então, fui surpreendida por uma almofada certeira bem no meu rosto. - Ah, mas... - Soltei-a do meu abraço para pegar a almofada e acertei as costas da monitora enquanto ela corria para onde o arsenal de almofadas era muito maior. - Isso não vale! É covardia! - Peguei as poucos almofadas que restaram no sofá e pulei para trás do mesmo, como se fosse uma barricada. Milla já tinha me surpreendido uma vez com guerrinhas de almofada, e da outra vez eu deixei barato. - É melhor você se render antes que a coisa fique feia pro seu lado! - Falei de trás do sofá, blefando, já que eu só tinha quatro almofadas. Levantei-me de trás do sofá e atirei uma em direção de onde ela estava, mas não conferi para ver se tinha acertado em cheio; voltei para trás do sofá dado risadas.



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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Jul 2013, 18:38


Oito almofadas contra a metade deste número e um sofá. Cruzei os braços e fiquei atenta a qualquer movimento de Joanne, desviando quando uma almofada voou em minha direção, mas a lufana não parecia tencionada a dar-me alguma chance. Precisava de uma estratégia, qualquer uma, e as ideias eram poucas. Joanne ainda espreitou, mas o movimento foi tão rápido que só tive tempo de pegar uma das almofadas – Covarde. – Disse em tom provocador. A verdade é que eu faria o mesmo, entrementes ficava feliz em me convencer do contrário. Esquadrinhava o salão comunal quando notei uma varinha jogada aos pés do sofá, provavelmente tendo caído do bolso de Joanne já que éramos as únicas a ocupar aquele espaço em questão. Dessa vez tive a ideia perfeita. Saquei a varinha que estava no bolso de minhas vestes e apontei a mesma para uma das almofadas. Gira e sacode – Wingardium Leviosa. – Murmurei o feitiço. A almofada ao meu lado começou a flutuar de acordo com os movimentos feitos por minha mão da varinha. Agora faltava a segunda parte do plano! Peguei outra almofada com a mão esquerda e dei um passo em direção ao sofá, atenta a qualquer movimento feito por Joanne – Acho melhor você sair... – Entoei ao avançar mais um passo. Transpus o resto do espaço em duas passadas, cancelando o feitiço com um aceno ao ver que a almofada estava acima da cabeça de Joanne e também aproveitando para acertá-la em cheio com a outra almofada que eu tinha em mãos – Ahá! Locomotor Mortis! – Bradei de varinha em riste. O feitiço não estava em meus planos, contudo foi o que me ocorreu ao ver que Joanne já se recuperava da investida bolada por mim. Parte do plano ou não, o importante é que a lufana começou a me chamar de trapaceira enquanto tentava pegar sua varinha que tratei de apanhar antes que acabasse virando alvo de um contra-ataque. Estirei a língua para lufana e fiquei olhando-a de cima já que a mesma não podia ficar de pé – Viu? Isso é para aprender a não pensar que pode ganhar de mim. – Sorri ao fim da sentença. Eu seria muito malvada caso fosse embora sem desfazer o feitiço, por isso optei por me agachar ao lado da loira – Sorte sua que eu te amo. – Murmurei ao me inclinar e morder sua bochecha carinhosamente. Ao me afastar acabei percebendo ter dito as três palavras raramente pronunciadas por mim. Será que Joanne havia percebido? Apertei os lábios e encenei um sorriso enquanto esperava que o efeito do feitiço passasse.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Jul 2013, 19:07





Meu único trunfo seria usar algum feitiço. Tateei o espaço da minha saia que servia como bolso para a varinha, mas logo soltei um muxoxo me lembrando que tinha deixado minha varinha embaixo do sofá. Olhei por debaixo do mesmo e estiquei meu braço ali, mas eu não conseguia alcançá-la. - Mas que meleca! - Sussurrei mordendo meu lábio inferior, sentindo um friozinho na barriga; poderia ser surpreendida a qualquer momento, e até dei um sobressalto quando a escutei meu chamar de covarde. Apenas sorri. Agora eu tinha só três almofadas e a minha ousadia que não servia para nada. Engatinhei até a lateral do sofá para espiar rapidamente, mas ela estava só esperando eu sair. Voltei ao lugar inicial ainda tentando alcançar minha varinha por trás do sofá. - Você vai ter que vir me buscar! - Respondi Milla com um ar de riso e respirei fundo percebendo que não dava mesmo para recuperar a minha varinha. Olhei para cima e vi uma almofada flutuando. Só poderia ser uma armadilha! Mas se eu fosse bem rápida, eu poderia recuperar minha munição. Fiquei em pé num pulo e ainda precisei esticar meus braços para alcançar a almofada, nisso, Milla me atingiu bem no meio do rosto com outra, com força, já que ela estava mais perto do sofá. A segunda almofada me fez cambalear e eu joguei a outra sem muita força na direção dela, até porque eu estava rindo e caindo na lateral do sofá, e nem vi para onde foi a almofada. Só esperava que não tivesse caído dentro da lareira. Mas antes que eu tivesse arremessado nela, fui atingida por um feitiço que eu realmente não esperava.

- Ei! Isso não vale! Eu estava desarmada. - Ali eu estava mais perto da minha varinha, e só faltava um tiquinho para pegá-la... Mas vi uma mão pálida pegando-a primeira e soltei um muxoxo. Minhas pernas estavam presas no chão, mas ainda assim eu consegui me sentar e então fitei a monitora que brincava com a minha varinha entre os dedos enquanto me dava uma bronca. Só mantive os meus olhos nela, fazendo uma expressão emburrada com um biquinho, enquanto ela se agachava ao meu lado. Desmanchei o biquinho e toda a cara emburrada, me sentindo mesmo completamente desarmada com as palavras dela. Deixei que ela me mordesse, já sorrindo toda abestada e com os ombros encolhidos. Tentei manter pelo menos a postura de emburrada, mas mordi meu lábio inferior olhando-a com o canto do olho. O que eu deveria dizer agora? Deveria dizer que também a amava? Ou fazer uma brincadeira com aquilo só para me sentir mais confortável? - como eu sempre fazia. Jogar mais uma almofada nela também me parecia uma alternativa. Claro que eu não diria as palavras da boca pra fora; elas seriam totalmente verdadeiras, e isso é o que as tornava tão mais difíceis de serem ditas, pois carregavam junto todas as incertezas e os medos. - Eu também te amo... Mas posso amar um pouquinho mais se você me tirar daqui. - Peguei uma almofada que ainda estava jogada ali e a empurrei no braço ainda com um sorrisinho idiota nos lábios. Ok, eu tinha feito as três coisas, e mesmo assim sentia o meu rosto corar.




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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 05 Ago 2013, 13:42


Por que ficaria nervosa? Tudo bem, esta não é a melhor das perguntas, seria mais viável que apontassem uma arma para minha cabeça invés de fazer-me proferir aquelas três palavras capazes de romper um coração. Inspirei fundo e apertei os lábios, coisa que fazia frequentemente quando estava nervosa ou ansiosa. Joanne pareceu hesitar, como se estivesse escolhendo as palavras corretas, e só depois repetiu àquelas três palavras, contudo a sentença não soou tão séria graças à brincadeira expressa. Ensaiei um sorriso zombeteiro e o dirigi exclusivamente para a lufana – É isso que chamam de subornar amor? – Indaguei e rolei os olhos logo em seguida. Claro que iria entrar na brincadeira, portanto tratei de recuar um passo e continuar girando a varinha alheia que estava em minha mão esquerda. Sentia falta da ocorrência de ideias que geralmente eu só tinha ao estar na presença de Caah, isso só podendo ser justificado pela má influência representada pela corvina. Considerei seriamente a hipótese de sair do salão e deixar que Joanne ficasse onde estava até que o efeito do feitiço passasse, mas depois, ou melhor, antes de ter me decidido, notei que a garota já estava livre e vinha em minha direção. Correr ou não? Eis a questão. Estirei a língua e pulei por sobre o sofá enquanto guardava minha varinha. Ainda dei três voltas em torno da comunal antes de ser encurralada nas escadas – Que tal fazermos um acordo? – Sugeri inocentemente, pois sabia que Joanne provavelmente estaria sedenta de vingança contra o feitiço que a havia acertado, embora aquela não tenha sido a minha intenção – Eu lhe entrego a varinha e nós ficamos quites. – Disse e voltei à mão da varinha para trás enquanto me balançava para frente e para trás. Eu era péssima em ler expressões faciais, por isso acabei estendendo a mão após poucos minutos – no máximo três. Tinha duas opções: Correr e ser atingida ou ficar parada e ser atingida. Optei pela opção três: beijá-la. Aproveitei da distração de Joanne para passar meus braços em torno de seu pescoço, sorrindo ao roçar meus lábios aos seus e também depois de morder seu lábio carinhosamente – Ganhei. – Murmurei antes de selar nossos lábios. O bom de estar com alguém é que as discussões, ou brigas, geralmente terminam de uma forma legal, sabe? Não é nada do que se vê em peças teatrais ou coisa do gênero, aquilo que os trouxas amam fazer, em que o casal passa metade do tempo discutindo quem vai ficar com a casa. Preferia minha própria maneira de encerrar discussões.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 05 Ago 2013, 14:55





Eu não me importava em ficar com as pernas presas, desde que tivesse aquela companhia mais específica. Não me importava se ela não me tirasse dali, eu sabia que uma hora o efeito do feitiço se findaria, só me importava se Milla ainda estaria ali ou não. Arqueei minhas sobrancelhas com a sua pergunta. - Pode ser. - Eu tentava mexer a minha perna, e aos poucos o efeito ia passando. Meu sorriso ia aumentando na medida em que eu conseguia mover mais as minhas pernas, e quando eu consegui, abri mais o meu sorriso. - Opa! Seu tempo acabou. - Antes de começar a correr, a monitora me mostrou a língua e pulou por cima do sofá. Eu não sabia se corria ou ria, mas minha risada acabava saindo alta e estridente, e logo o pessoal que já estava em suas camas viria reclamar. Tropecei uma vez ou outra em uma das almofadas no chão em contraste com a graciosidade com que Milla corria. Éramos pessoas tão diferentes, mas ao mesmo tempo, tínhamos muito em comum além de pertencemos à mesma casa. Eu gostava dessa combinação. Porém, a comunal era pequena demais e ela não tinha muito espaço para fugir, até que eu a encurralei nas escadas. Eu ainda estava rindo, e não tinha pensado no que dizer para continuar sendo ameaçadora e perigosa, já que eu fazia isso com uma naturalidade incontestável. - Hum, minha varinha? Mas isso sai muito barato pra você. - Semicerrei os meus olhos e continuei sorrindo em resposta ao seu acordo. Ela estendeu a mão, mas eu continuei hesitante, pensando qual poderia ser a armadilha dessa vez. Mas logo tive a minha resposta.

Não tive tempo de recuar quando ela veio até mim e passou os braços em volta do meu pescoço. Ela não me beijou, pois sempre preferia me provocar primeiro, e eu nunca reclamaria disso. Sim, ela ganhou de novo, eu não tinha armas contra ela em nenhuma situação. Ela era meu ponto fraco e o meu ponto forte, e eu não tinha como lutar contra. Encostei-a na parede perto da escada, e prosseguia com o beijo calma, abraçando-a firmemente com os braços envoltos na sua cintura. Parei o beijo com um selinho demorado, mas não afastei os meus lábios. - Agora sim estamos quites. - Sussurrei com os lábios roçando nos dela, ainda com os olhos fechados. Levei uma das minhas mãos até seu rosto e mexi numa mecha de seus cabelos que caía ali, avulsa às outras, mas ainda assim numa harmonia com os outros fios de cabelo.



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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sex 09 Ago 2013, 00:50

Pela primeira vez neste ano eu adentrava à Sala Comunal da Lufa, sem correria, ou seja, não estava lá somete para atravessar os túneis.  estava com saudades dela, é um lugar aconchegante e bonito. peguei as minhas anotações e comecei a folhear tudo o que já havia aprendido neste inicio de ano. Estava sentada confortavelmente em uma da poltronas e após verificar as anotações observei com grande alegria os quadros, que acenavam e sorriam com simpatia e os grandes túneis que levavam ao dormitórios.Rindo 

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sab 10 Ago 2013, 15:50

Na Sala Comunal...

Muito cansado após o Picnic no Lago de Hogwarts, vim mais Emma em direção a Sala Comunal da Lufa-Lufa, aonde ela se dirigiu até o Dormitório Feminino e eu até o Masculino, - Até depois Emma!, - Até Mark!, quando deitei-me na minha cama no Dormitório Masculino e acabei pegando no sono!

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sab 10 Ago 2013, 20:18

Estava deitado no sofá ouvindo musica quando uma garota(minha ex-namorada)saiu do quarto feminino e veio falar comigo,ela me deu oi e eu respondi com a mesma palavra

- Como vai depois de algum tempo?

esperei a resposta dela

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