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 Comunal da lufa-lufa

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Anna Hool Z. Hoffmeister
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MensagemAssunto: Comunal da lufa-lufa   Seg 18 Fev 2013, 08:22

Relembrando a primeira mensagem :


A KISS OF ANGEL TAKES HIM TO HEIGHTS
the angel face hides a demon
Eu queria férias. Essa podia ser a constatação da noite. Na verdade, eu já havia sido liberada das aulas há bastante tempo, porém não conseguira cruzar o caminho que me separava até a Comunal graças a um grupo de estudos meio secreto que me raptou para a Biblioteca muito antes do jantar. Eu havia sido liberada daquela sessão enfadonha de pesquisas somente alguns minutos antes do toque de recolher se instalar. Ele agora andava bem mais severo e tive que ser acompanhada pela minha prima Milla até a entrada da comunal.

Agora estava aqui eu jogada no sofá com meus braços cruzados resmungando enquanto olhava para a entrada secreta da Badger’s. Sim, eu ainda estava magoada com o que os outros texugos haviam feito. Não acreditar em mim? Era algo que me doía na essência. Raios, tudo bem que eu era uma humorista nata. Mas eu não brincaria com esse tipo de coisa, embora muitos achassem que eu o faria sem nem pensar duas vezes. Eu havia sentido que poucos acreditavam mesmo que parcialmente na minha verdade, o que me deixou um pouco mais esperançosa.

~Se eu juntar provas suficientes... Era uma loucura tentar remontar mesmo que alguns fragmentos da árvore genealógica de Helga, mas eu pdoeria não? Eu sou mestre em loucuras impossíveis então não seria nada demais para minha louca realidade. Procurei por minha mochila entre as almofadas e me levantei, decidida a colocar aquele plano doido em prática. Mas amanhã, porque estava cansada e era hora de sair dali rumo à minha cama.

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Nath Scathach Bradshaw
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 28 Abr 2013, 23:55

The Tic Toc Of Life
Tic Toc



Acomodei-me ao lado do menino enquanto o Max sentava-se em uma poltrona e cruzei as minhas pernas. Não era de fazer amizades, e de fato também não procurava por isso, já que era fechada e apenas poucas pessoas conheciam-me de verdade.- Acho que vou bem, eu acho- respondi o menino, após o Max e enrolei uma mecha do meu cabelo em meu dedo, sentindo-me um tanto quanto incomodada com aquele silêncio. Mas este chegou ao seu fim quando o Max se levantou e fez uma mini-apresentação, contando como era reserva, depois titular e por fim Capitão... Espera um pouco, Capitão?- CAPITÃO?- Mas porque diabos a Joanne não era mais a Capitã? Olhei atordoada pro Max, mas por fim respirei fundo, deveria estar acostumada a mudanças deveria.

- Seu louco, vai assustar o menino assim- comentei franzindo a minha testa, ao ver o Max descrever as características do menino que combinavam com as posições do Quadribol, que por acaso, nunca fora o meu forte.- Tatuagens são legais- dei uma olhada na tatuagem do menino e sorri, o bom era que eu poderia ter uma quando eu bem quisesse.- Sou Natasha, aquela que perdeu pontos da Lufa- cocei a minha nuca forçando um sorriso, era a unica coisa que sabiam de mim, pelo menos era o que eu achava.


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Natasha Miller Scathach Bradshaw

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Hugh Rutherford Gunn
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 00:05

Não demorou até perceber que o rapaz de cabelos raspados era bem falante e animado, característica quase tachada de clichê de casa pelo que ele tinha conhecimento. Não deixou de abrir um pequeno sorriso de satisfação ao notar que manter um diálogo com ele seria fácil e agradável. Era o capitão do time de quadribol, parecia ter adquirido o título recentemente já que a exaltação em dizer tais palavras foi extravagante e exagerada, como a descrição mental previsível que Gunn montou dele. Tapou o rosto para não ser atingido pelo milho, mas não conseguiu defender-se da chuva de palavras do rapaz. Tão rápidas que quase não conseguia acompanhar o raciocínio, mas mesmo que se esforçasse quadribol ainda continuava sendo um enigma pra ele, nunca tinha assistido a partida do famoso esporte e o máximo que sabia sobre ele é que usava-se das vassouras voadoras para locomoção por um campo.

– Desculpem, eu... Não conheço nenhuma posição do jogo nem suas funções.

Abriu um sorriso amarelo e olhou para a moça que aparentava espanto ao saber que o rapaz era capitão do tal time. – Eu sou Hugh, mas de onde eu venho as pessoas me chamam de Gunn. Até hoje preferia ser chamado de Gunn a ser chamado de qualquer outro nome ou apelido. Notou um incômodo vindo do rapaz ao falar sobre as tatuagens. Gunn apenas olhou para elas e passou a ponta dos dedos em uma delas, especificamente a águia em um dos braços. – Cada uma tem um significado importante. Voltou os olhos a garota e notou que a tal perda de ponto sobre qual falava a incomodava, logo cortou esse assunto e tentou aprofundar-se mais sobre o tal esporte.

- Então, o que exatamente é quadribol? Tinha uma inocência pueril nos olhos, comum em qualquer aluno trouxa de primeira viagem.

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Hugh Rutherford Gunn
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 00:09

[Correção: ali na parte "– Eu sou Hugh, mas de onde eu venho as pessoas me chamam de Gunn." é uma fala, esqueci de colorir. :c]

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 00:25

woah, let's the fun begin!

Nat se apresenta. O sentimento de culpa é tão explícito em sua voz... - Ah, Nat, relaxa. Ninguém gosta de poções mesmo - dou tapinhas em seu ombro e me sento ao lado do Hugh . Estico o meu braço e pego um pouco de pipocas do pacote que está em seu colo. Não vi o garoto tocando nelas e isso o faz parecer - ainda mais - estranho para mim. Como é possível alguém não gostar de pipoca?

- Significado importante? - pergunto curioso ao ouvi-lo falar sobre suas tatuagens. Não entendo como uma águia pode ser tão importante à ponto de alguém marcá-la definitivamente (não sei dizer se há feitiços que apaguem tatuagens) na pele, mas não indago nada. O garoto diz que não conhece nada de Quadribol, olho para o lado por cima do ombro e lanço um olhar estranho para ele - Seus pais nunca te levaram pra uma partida? - pergunto, incrédulo. Quando eu entrei em Hogwarts, eu nunca tinha visto uma partida do jogo porque o meu pai sempre fugiu do estilo de vida bruxo, mas ele me contava histórias suficientes para que eu soubesse o básico.

Suspiro profundamente - Bom, são 7 jogadores em cada time. Há 4 tipos de... Ãhn... Posições. Cada um com uma função diferente, o objetivo do time é fazer gols mas, também, dá para rebater balaços em Sonserinos arrogantes, esfregar o cabo da vassoura na cara deles, etc, etc. Uma vez eu nocauteei um deles, ele ficou em coma por dois dias. Só dois dias, acreditam? - começo a rir e pego mais pipoca - Queria ser bom em feitiços como você, Nat, explodir uma sala de poções... Eu, até hoje, sinto receio em usar minha varinha - digo sem ânimo.

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Nath Scathach Bradshaw
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 00:42

The Tic Toc Of Life
Tic Toc



Peguei um pouco de pipoca e joguei em minha boca enquanto o Max conversava amigavelmente com o Hugh, fora assim que ele se apresentou, embora preferisse que nós o chamasse de Gunn, o motivo aparentemente escondido.- Significados?- perguntei curiosa, já que não imaginava como tatuagens pudessem representar alguma coisa.- Tipo, alguma coisa da sua vida?- após indagar mais uma vez me espreguicei, já sentindo o cansaço sobre meu corpo, embora pudesse aguentar mais um pouco. Resmunguei internamente, ao perceber que iríamos continuar, com o papo de Quadribol, mas seria bom para o Lufano, já que como ele mesmo havia dito, não sabia de nada. Então o Max todo feliz entrou em ação, explicando o básico do jogo, provavelmente o menino era trouxa ou mestiço. A maioria dos bruxos puros já tinha visto o quadribol, no meu caso, a história de minha vida deixava claro que nunca tinha tido contato com o jogo antes de Hogwarts.

- Você deveria ter quebrado os dois braços Max, dar uma lição naquelas cobrinhas cegas- ri junto com ele enquanto pegava mais pipocas e jogava-as dentro de minha boca, percebendo que o menino mal tocará nelas.- Não diga isso Max- baixei a minha cabeça, ao escutar o mesmo dizendo sobre como explodi a Sala de Poções- Na verdade, eu explodi a Sala do Zelador usando feitiços, pra Poções eu coloquei um pequeno explosivo- mordi o meu lábio inferior e me encostei no sofá respirando fundo, era tudo passado.- Mas é, eu gosto de feitiços, amo duelar, tu sabe disso- sorri para ele e então observei o menino ao meu lado, aproximei-me dele e o belisquei com carinho- Então, algum ramo dentro da casa?



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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 00:57

Não se admirou com o espanto de ambos ao saber que ele não entendia nada de quadribol. Até riu de lado da própria ignorância, cruzando os braços para o que parecia ser o início de uma longa explicação. Mas antes disso ele balançou a cabeça em um não decepcionado por nunca ter visto um jogo de quadribol, estava em seu quadro de metas aprender e presenciar um desde que soube da existência de tal. Ao ter a mente mais clara sobre como funcionava o jogo, já podia imaginar pessoas montadas em vassouras esbarrando umas nas outras e lançando com fúria os tais balaços nos integrantes do time adversário. Ao mesmo tempo que sentiu medo uma enorme vontade de jogar brotou de uma vez só, parecia ser a oportunidade perfeita de canalizar toda sua raiva familiar em algo produtivo. Entre um devaneio e outro ele voltou a atenção para a sala, o rapaz havia terminado a explicação com uma piada um pouco sombria, porém engraçada o suficiente pra ignorar isso.

- Eu já fiquei sabendo dessa rixa Sonserina-Lufa-Lufa, enfim. Vou me aprofundar mais sobre esse esporte, parece produtivo.

Dentro da conversa uma paralela surge, dessa vez sobre algumas proezas bem duvidosas orquestradas por Natasha. Envolviam explosivos e feitiços que Gunn provavelmente só ouviria falar em algum ano mais avançado. Ele ficou receoso quanto a inocente face que Natasha mostrava na sala, sorrindo como uma garota qualquer. Preferiu ficar calado comendo pipoca a comentar alguma coisa. Só se pronunciou na última pergunta feita por Natasha antes dela partir.

- Eu acho que sou bom com plantas, mas também tenho um carisma com animais. Em feitiços eu sou uma droga, tanto que... Bem, nem ando muito com minha varinha por aí. Ele achava que seu desalento era proveniente do sangue trouxa, mas mal sabia que era a pura falta de prática, afinal, ele havia entrado no mundo da magia a pouco tempo. Olhou para Max, ele pareceu aliviado em saber que Gunn também tinha dificuldade com feitiços.


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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 01:19

woah, let's the fun begin!

Destruindo uma classe de aula ou a sala de um zelador, com feitiço ou sem feitiço, isso não muda o fato de que, sim, ela é boa com feitiços. Eu já a vi duelar várias vezes. Natasha faz uma pergunta ao garoto e, assim que ele a responde, ela anuncia que está com sono e se caminha até a escadaria que leva ao dormitório feminino, visivelmente, sonolenta.

Estico-me. Encosto as costas no braço do sofá e fito o rapaz. Ele cita no que é bom, mas sem muita certeza. Ele parece tão perdido - Você me lembra de quando eu entrei nesse castelo. Eu odiava esse lugar. Até hoje, gosto mais do mundo trouxa do que aqui. Meu pai é mestiço, mas ele nunca gostou de nada relacionado ao mundo bruxo. Sempre evitamos bruxos, magia e essas coisas - estico o meu braço e só consigo pegar pipoca depois que enfio a minha mão bem no fundo do pacote. Há pouquíssimas restantes - É errado andar sem varinha, principalmente para nós dois que não somos sangue-puros - limpo a manteiga dos dedos em minha roupa, tiro a minha varinha do bolso e a exibo. Mostro a ele que, diferentemente dele, eu sou precavido.

- Eu não sou bom com feitiços, mas acho que posso te ensinar uns fáceis e legais. Pega a sua varinha, vou te ensinar a se defender. Lufanos mestiços são os alvos favoritos dos veteranos da Sonserina - digo e me levanto do sofá. Olho para o chão e, do lado do sofá, vejo uma caixinha transparente com sapinhos de chocolate pulando dentro dela. Por que ele não me ofereceu?

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 01:36

Uma das vantagens de construir amizades era a ajuda em forma de parceria que vinha dos dois lados. Depois de um breve discurso sobre como os que não tinham sague puro eram perseguidos Gunn se sentiu um pouco mais ameaçado, agradeceu a Odin por não ter sido atacado por nenhum veterano das – poucas – vezes que saiu sem varinha. Ele colocou as mãos no joelho e observou mais atentamente já que Natasha havia se recolhido aos aposentos femininos. – Bom saber disso, vou tomar mais cuidado. Embora eu acho que meu porte enorme assuste alguns dos veteranos, outro dia ouvi um deles perguntar se eu era algum tipo de repetente. Ele riu baixo, pra si mesmo, não parecer indefeso já era uma boa arma ao seu ver.

- Mas precaução nunca é demais.

Quando ele tirou a varinha de ébano do bolso de trás da bermuda Max já tinha se distraído com os sapos de chocolate sobre a mesa de centro. Mesmo sabendo que não era o proprietário daquilo, ele também já havia comido alguns, não podia falar nada. Olhou para os lados e passou a mão pelos cabelos penteados pra trás e deslizou os dedos pela parte raspada dos lados, sentido a sensação meio áspera.

- Só pra constatar, esses sapos de chocolate não são meus, mas bem, até agora não apareceu um dono então... Enfim, acho que você entendeu.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 01:59

woah, let's the fun begin!

Esboço um sorriso animado quando o garoto diz que não conhecia o dono dos sapinhos. Caminho até o lugar onde eles foram deixados e pego dois deles - Já brincou de corrida de sapinhos de chocolate? É legal - digo e mastigo-os, começando pelas perninhas. As manchas de chocolate do garoto indicam que eu não sou o único a comer algo que já tinha dono.

- Veja bem - seguro a minha varinha com a minha mão não-suja de chocolate enquanto o garoto saca a dele - Protego! - uma barreira incolor - mas visível - surge entre o garoto e eu - Esse foi um dos mais facéis que eu aprendi, mas isso aconteceu no segundo ano. Vou entender se você não conseguir. Ele te protege de algumas coisas - pego um sapinho e o arremesso na direção da testa do Hugh. O sapo atravessa a barreira sem que nada o impeça - Mas não de sapinhos, como você pode ver, mas contra isso aqui, ele é bem eficaz... Estupefaça! - um lampejo de luz amarela sai da minha varinha. O feitiço desfaz a barreira, mas não atinge o meu novo amigo. Suspiro aliviado. Quanto tempo faz desde que usei - corretamente - uma sequência de dois feitiços?

Abaixo a minha varinha e caminho para o lado, ficando na diagonal do garoto - Pense em algo ou alguém que te transmita proteção e fala o feitiço - sim, agora que eu não estou mais em sua frente, ele pode testar quantos feitiços quiser.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 02:21

Gunn segurava a varinha de forma leve, fazendo ela rodar entre os dedos da mão direita com talento circense para malabarismo, por se distrair fácil acabou não pegando muito bem a primeira parte da explicação, mas podia ver claramente uma barreira translucida dividir o espaço entre Max e ele. Viu o chocolate voar sobre a barreira atravessando-a e criando apenas pequenas ondulações. Pegou o sapo de chocolate com a boca e observou os outros movimentos do rapaz enquanto mastigava.

- Wow! Colocou os braços na frente do rosto quando viu o lampejo encher a sala de luz, mas quando alguns segundos passaram ele notou que não foi atingido pelo feitiço. Devagar foi saindo da posição de defesa e meio confuso viu a barreira ser consumida a nada, a imagem do outro lado já não era mais tremula e opaca. – Tudo bem, vou tentar. Não parava de pensar em armaduras desde que ele falou pra pensar em artefatos de defesa. - Protego.

Disse com a confiança que podia. A barreira não aprecia tão consistente e forte quanto a do colega, e não durou mais que 12 segundos no meio da sala. O bastante para deixar a si mesmo orgulhoso. – E não é que funciona, acho que só preciso de mais prática. Disse entre sorrisos tortos e animados. – Wingardium Leviosa. Disse apontando para a caixa vazia de sapos, essa começou a flutuar pela sala mas sem rumo certo. – Esse é um dos poucos que aprendi por contra própria, e ainda não tenho manejo suficiente. Deu de ombros e viu a caixa cair perto das escadas. Voltou a olhar para Max, esperando mais alguma coisa.


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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 02:50

woah, let's the fun begin!

A barreira que o garoto conjura é, visivelmente, fraca e não dura muito, mas não deixa de ser um feito notável. Sinto uma leve pontada de inveja ao lembrar que a primeira vez em que usei o feitiço, a minha barreira era tão pequena que não protegeria nem metade do meu nariz.

Hugh enfeitiça uma caixa vazia e a faz levitar por poucos segundos. Aproximo-me dele e dou tapinhas amigáveis em seu ombro, encorajando-o - Legal, legal... Torço para que você não use toda essa capacidade mágica para destruir mais coisas. É bem difícil conseguir pontos pra Lufa - sorrio e volto a me posicionar na frente dele - Esse aqui, bem... Eu acho ele bem difícil e foi ele que me reprovou em feitiços nesse ano mas, se por a caso, você dominar ele, duvido que algum valentão consiga mexer com você - fecho a minha mão livre, levo-a até a boca e faço força para tossir, limpar a minha garganta e deixar a voz mais clara e audível. Aponto a varinha para a mão em que o garoto segura sua varinha e digo rapidamente - Expelliarmus! - mais rapidamente do que o necessário.

O feitiço, ao invés de - somente - desarmá-lo, faz com que a varinha dele pule de sua mão e venha em minha direção. Viro o rosto para o lado e ela atinge o meu ombro de leve e bate com força numa parede atrás de mim - Viu? Não consigo imaginar o porquê do meu professor ter me reprovado - coloco o meu braço no ombro dele e caminho até o sofá para que ele me siga. Se a varinha dele está, ou não, intacta, é melhor que ele descubra quando eu estiver bem longe.

Sento-me no sofá e abaixo a minha cabeça. Evito todo - e qualquer tipo - de contato com ele enquanto tomo coragem de fazer a pergunta que eu queria ter feito desde que a Natasha se foi - Você é um garoto, sabe? - percebo que começo mal e fico respirando profundamente para adquirir, ainda mais, coragem e voltar a falar - E sabe de coisas de garoto, né? Tipo, é que eu tenho um amigo - sim, sim, um amigo... Fica bem mais fácil falar sobre algo quando não deixo explícito que é sobre mim - E tem um garoto que chama a atenção do meu amigo. Meu amigo ele fica... Hm... Tentando às vezes por esse garoto. E ele não sabe o que fazer para começar a gostar de garotas e, bem, ele me pediu ajuda porque ele sabe que é errado gostar de um garoto - digo em um tom cada vez mais baixo.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 03:16

Nem que quisesse Gunn teria defendido aquele feitiço, sentiu como uma câimbra em sua mão e a varinha saltou dela como um dos vários sapos de chocolate que ele e Max já haviam consumidos. Ficou com uma sobrancelha levantada tentando entender que movimento rápido foi aquele. – Eu... Hãm... Entre palavras sobre colégio e reprovação, Gunn só conseguia pensar onde estaria sua varinha, provavelmente havia caído em algum dos confins do apertado e aconchegante espaço da comunal. Foi puxado por Max antes que pudesse ir atrás de sua arma, parecia que o outro iria contar algo bastante importante. Sentou no sofá que ficava em frente ao dele e piscou algumas vezes os olhos tentando entender a cabeça baixa e a postura pouco agradável para conversa do rapaz. Ele evitava a todo custo um contato visual.

- Aconteceu al... Foi interrompido por uma frase breve porem confusa o suficiente pra desbancar todas as expectativas de assuntos que poderiam ser iniciados naquele dialogo. Estava no escuro apenas esperando qualquer tipo de surpresa vinda de Max. Enquanto ele falava, Gunn apenas afirmava um pouco com a cabeça, embora o outro nem pudesse vê-lo fazendo isso, era como uma forma corporal involuntária de responder, já que não podia fazê-lo em palavras. O engraçado da situação era o tom de ingenuidade do ouvinte, como ele tinha sido criado longe de uma civilização onde era comum usar de gírias, manhas e truques e a lábia, o clichê do “foi o meu amigo” foi realmente tido como real.

- De onde eu venho não é errado gostar de garotos como o seu amigo gosta. Não é tão bem visto pela sociedade, mas é... Normal. Eu também não vejo problema algum. As pessoas perdem muito tempo cosendo frívolas com seus próprios sentimentos...

Parou um pouco e olhou para baixo também, depois para uma de suas tatuagens e finalmente para Max. – Seu amigo devia saber que nem todo cara gosta de garotas, não sei como isso acontece, nem como funciona, mas ele não devia se sentir tão culpado. Fala pra ele tentar ao máximo ser feliz! É, fala isso! Embora seja confuso e difícil acho que depois deve ser gratificante... Sorriu com o canto da boca coçando o braço direito esperando ter ajudado em alguma coisa.


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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 03:36

woah, let's the fun begin!

As palavras que saem da boca do rapaz ao meu lado soam tão confiantes. Há tanta convicção nelas - diferente de tudo o que ele falou e fez até minutos atrás. Se eu não tivesse frequentado igrejas por tantos anos, acho que acreditaria de que não há nada de errado em gostar de garotas.

O terço que carrego em meu pescoço, como se alertasse-me sobre os meus princípios religiosos, começa a me incomodar. Tiro o crucifixo para fora da gola da minha camisa. Ele parece tão quente... - Eu não posso falar essas coisas para ele. É um pecado muito feio - meu olho começa a brilhar; dando indícios de lágrimas. Abaixo, ainda mais, a minha cabeça - Ele não pode ser... Gay - digo a palavra com cautela, temendo que alguém nos ouvisse - mesmo tendo estou à sós com ele.

Consigo controlar, parcialmente, as minhas emoções e evito um possível choro. Viro-me para o garoto, esperançosamente, como se uma lâmpada de ideia tivesse surgido em cima da minha cabeça - Será que existe um feitiço para corrigir isso? Ou, quem sabe, uma poção?

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 03:41

[size=14][color=gray]OFF: mesmo tendo certeza de que estou à sós com ele. *** correção

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 03:47

Os olhos de Gunn ficaram um pouco aflito, aos poucos a existência daquele tal amigo ia se desmaterializando e ele via que o próprio Max identificava-se com a situação. Começou a distinguir isso quando viu o símbolo religioso pra fora da camisa do rapaz, mostrando assim que suas crenças atrapalhavam de maneira impactante sua vida, suas decisões.

- Gay é uma palavra muito forte, sei lá... Ele pode não ser gay, só apaixonado por um cara em especial. Não fazia ideia do que estava falando, só esperava que Max visse algum sentido inspirador ou de ajuda em suas palavras, mas achava pouco aprovável. – Eu não sei te informar, mas acho que não seja o caso... A não ser que considere isso como uma doença. Mas não, não é uma doença. É preconceito pensar assim... Coçou a nuca e olhou pra o canto superior direito, estava bolando algo para falar, mas nada que pensava parecia soar como útil. Olhou para Max e por impulso deu dois tapinhas no seu ombro, queria de alguma forma poder ajudar mais, só não sabia como.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 04:02

woah, let's the fun begin!

O que ele fala não faz muito sentido, mas só de vê-lo se esforçar para dizer algo que ajude o meu tal amigo já me conforta. Ele nega que seja uma doença, e eu concordo com ele. Não é uma doença. A maioria das doenças tendem a ser passageiras e, se não são, costumam variar bastante; em um dia mais intensa, em outro dia despercebida. Minha atração por garotos, ou melhor, pelo Leo, é única, intensa e invariável e, provavelmente, incurável.

- Verdade... Ainda bem que não tem nenhum gay aqui - forço um sorriso e me levanto do sofá. As vezes, mentir me incomoda mais do que gostar de garotos - Vamos lá pro dormitório? Vou te ensinar a jogar Snap Explosivo, é bem legal. Isso se você já não souber, né? Poxa, quem te ensinou a levitar coisas? Eu não sabia de nada quando cheguei aqui - dou alguns passos esperando que ele me acompanhe - Eu durmo numa beliche e o garoto que dormia na cama debaixo foi transferido para Durmstrang na semana passada. É chato não ter com quem conversar, sabe? - Hugh caminha até o lugar em que a sua varinha foi vista pela última vez e a pega. Fico aliviado ao ver que ela não está quebrada e nós subimos para o dormitório masculino.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 29 Abr 2013, 14:46


Henrietta ainda acariciava o pescoço peludo de seu gato deitado em seu colo. Fechou os olhos por um momento imaginando como começar uma conversa com alguém sem parecer intimidadora. Ela sempre fizera isso, primeiro imaginar chegando na pessoa e depois começar a tagarelar fazendo todo o tipo de pergunta até encontrarem algo em comum, mas na hora H, que é para agir ela se perdia, ficava muda, pois a conversa que bolara em sua mente tinha dado um chá de sumiço. E como toda pessoa ficar só por muito tempo não era saudável nem para sua autoestima e nem para seu gato que a tem aturado com os seus murmúrios. Olhou diretamente para o seu bichano ronronando com seu toque e suspirou.

- Nada vai acontecer se eu ficar aqui sozinha não é? Ou melhor, ficar treinando as minhas conversas com você e esperando que responda de volta.

Mas ele respondeu com seu miado suave e com um ronronar. Talvez isso tenha sido um sim? Pensou ela rindo de sua própria sinceridade. Deixou de lado seus pensamentos e começou a entrelaçar seus cabelos em uma trança de espinha de peixe, aparentemente complexa, mas era bem fácil de ser feita, era preciso apenas dividir o cabelo em duas partes, pegar mechas grossas do cabelo e cruza-lo incorporando em outra mecha, finzalizando até cair no ombro esquerdo com alguns fios soltos. Henrietta gostava muito de tranças eram práticas e deixava a pessoa com um quê de diferente. Segurou delicadamente seu gato pelas patas fofas fazendo-o olhar diretamente em seus olhos.

- Que tal darmos um passeio por ai Cinereo e quem sabe não encontramos alguma coisa divertida a se fazer ou comer alguma coisa?

Dizendo isso a bola de pêlos pulou do seu colo para o chão, parecia estar mais interessado na comida do que da meta do passeio. Ele apenas deu seu miado rotineiro. Os dois se despediram mentalmente das pessoas que estavam ali e saíram da Sala Comunal.


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Joshua Mietz Rietmann
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sab 04 Maio 2013, 07:23

[quote="Joshua E. Z. A. Rewards"]
Elena mi carinho
Você é a princesa que meu coração deseja


Primeira vez que saio escondido do castelo, ainda mais levando comigo a Elena. Estamos indo pela passagem secreta da Dedosdemel, ela reclama muito. Não ligo, é minha Elena. Chegamos ao porão da loja. – Vou chamar Yoshi! – Afirmei e estralei os dedos. Não demorou muito pra um elfo domestico aparecer em minha frente. “O menino Rewards precisa de ajuda?”. Perguntou de cabeça baixa. – Nos leve para a mansão, preferência meu quarto. – Afirmei. O elfo deu um passo para trás. “Yoshi não pode fazer isso, menino Rewards.”. Disse.

Revirei os olhos e olhei para ela. Dei um sorriso e estendi a mão para ela segurar. Logo lhe puxei e lhe abracei de lado. – Yoshi, isso é uma ordem, me leva para meu quarto. – Ordenei. Elfo atrevido sei que ele vai pagar depois, eu vou lhe defender. Eu acho. O Yoshi estendeu a mão e eu coloquei a minha sobre a dele.

Quando abri meus olhos, já estava no meu quarto, Elena comigo e o elfo não. Preciso me acostumar com isso. Olhei para minha amada e sorri. – Enfim chegamos. – Murmurei. Dei alguns passos e sentei-me na cama, estou cansadinho.


:3

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Joshua Mietz Rietmann
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sab 04 Maio 2013, 07:26

Off: Postei no lugar errado e não consegui apagar pois não apareceu a opção
para excluir.

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Lachlan Phantasus Beoulve
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 05 Maio 2013, 18:49


Enfim,Hogwarts.(Só que no final do ano.)
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O trouxa órfão chegou ao salão da Lufa-Lufa. A pedido deste foi realizado a escolha tardia do chapéu seletor, que, de alguma forma, o indicou para a Lufa. A bombinha ainda estava presa a sua mão quando chegou ao salão comunal da casa. Sentindo-se sem ar, pressionou o botão e injetou ar para dentro de suas cavidades pulmonares, o fazendo respirar novamente. Sem casa, sem parentes, sem nada, sentou-se em um sofá do salão e se pôs a pensar. O que faria agora? Como seria para comprar os uniformes e os livros? Será que tudo seria muito caro?

Completamente sem saída, o garoto suspirou e olhou ao redor. Estava tudo realmente vazio. Devia ser o fato de que todos já partiram da escola e é só ele que chegava realmente. Não sabia, assim como nunca soube como conseguiu sobreviver nas ruas com os problemas pulmonares que tinha. Pai? Mãe? Nunca soube o que eram. Sentiu-se acuado e solitário naquele lugar. Até as ruas eram mais acolhedoras que aquele salão vazio. Ficou sentado ali durante muito tempo, até que pudesse ter coragem de se levantar para ver o quarto.

Thanks MSeller @
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 29 Maio 2013, 21:42


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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sab 01 Jun 2013, 14:47

chego na sala comunal e me sento na poltrona ....

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Ter 04 Jun 2013, 01:41

Cheguei até a sala comunal depois de andar pelo castelo todo, tentando decorar onde era cada local com muita cautela. Assim que entrei pela porta eu fui agraciado com um calor e um clima agradável, não havia ninguém ali com quem eu pudesse conversar, apenas fiquei admirando as tapeçarias sentado na poltrona por um tempo. Degustei de alguns sapos de chocolate em frente a lareira e então decidi ir até o dormitório, queria checar como estavam as minhas coisas e quem sabe ler alguma coisa.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Ter 04 Jun 2013, 18:34

Primeiro dia: Sala Comunal da Lufa-lufa. Sou selecionada para a casa que pensei que nunca seria! Ainda não acredito! Logo após a seleção, vou direto à sala comunal da casa. Ainda não tenho amigos da minha casa, por isso chego totalmente tímida. Subo direto ao dormitório feminino para pegar meu casaco. Está fazendo frio lá fora! Decido que irei ficar no dormitório mesmo, já que está vazio. Pego uma revista mangá de minha mala e começo a ler.
Continua...

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Victor L. Boher Bartinik
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Ter 04 Jun 2013, 21:20


Salão Comunal.

Resolvi que estava na hora de arrumar minhas malas e voltar para a casa de meus avós, afinal o ano letivo já havia chegado no final. Estava quase pronto, foi então que lembrei que precisava apressar minha irmã Melissa que queria continuar em Hogwarts, pois ainda estava abalada com a morte do inútil de seu Noivo.
- Melissa vamos, nossos avós estão nos esperando e você precisa de cuidados de um Adulto se seu Noivo foi um inútil a tal ponto para não lhe escutar, você não tem culpa agora vamos estou sem paciência garota teimosa.- Olhei para o meu relógio de pulso, já passava das 20:30 e nada da Texuga da família ficar pronta, após um longo tempo ela me aparece de pijama me xingando...
- Lulu não insiste não irei vá você, vou ficar aqui me deixe e avise nossos avós!!!- olhei irritado para a garota e lhe respondi...- Você quem sabe, depois não diga que não lhe avisamos!!- Peguei minha bagagem e segui meu rumo de volta para casa de meus avós, para umas férias maravilhosas mesmo com meus pensamentos estando em minha irmã teimosa de pedra.



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