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 Comunal da lufa-lufa

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AutorMensagem
Anna Hool Z. Hoffmeister
Lufa-Lufa
Lufa-Lufa
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Patrono : Lobo Cinzento
Bicho-papão : Solidão

Perfil de Quest
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 6º Ano
Varinha: Ébano, 27 cm, Quebradiça, Pena de Fênix.

MensagemAssunto: Comunal da lufa-lufa   Seg 18 Fev 2013, 08:22

Relembrando a primeira mensagem :


A KISS OF ANGEL TAKES HIM TO HEIGHTS
the angel face hides a demon
Eu queria férias. Essa podia ser a constatação da noite. Na verdade, eu já havia sido liberada das aulas há bastante tempo, porém não conseguira cruzar o caminho que me separava até a Comunal graças a um grupo de estudos meio secreto que me raptou para a Biblioteca muito antes do jantar. Eu havia sido liberada daquela sessão enfadonha de pesquisas somente alguns minutos antes do toque de recolher se instalar. Ele agora andava bem mais severo e tive que ser acompanhada pela minha prima Milla até a entrada da comunal.

Agora estava aqui eu jogada no sofá com meus braços cruzados resmungando enquanto olhava para a entrada secreta da Badger’s. Sim, eu ainda estava magoada com o que os outros texugos haviam feito. Não acreditar em mim? Era algo que me doía na essência. Raios, tudo bem que eu era uma humorista nata. Mas eu não brincaria com esse tipo de coisa, embora muitos achassem que eu o faria sem nem pensar duas vezes. Eu havia sentido que poucos acreditavam mesmo que parcialmente na minha verdade, o que me deixou um pouco mais esperançosa.

~Se eu juntar provas suficientes... Era uma loucura tentar remontar mesmo que alguns fragmentos da árvore genealógica de Helga, mas eu pdoeria não? Eu sou mestre em loucuras impossíveis então não seria nada demais para minha louca realidade. Procurei por minha mochila entre as almofadas e me levantei, decidida a colocar aquele plano doido em prática. Mas amanhã, porque estava cansada e era hora de sair dali rumo à minha cama.

Template ♥ Nath

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Anna Hool Zarek Von Hoffmeister
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Benjamin S. Chevrin
Lufa-Lufa
Lufa-Lufa
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Patrono : Texugo Europeu
Bicho-papão : Perder a família

Perfil de Quest
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 7º Ano
Varinha: Pelo de Rabo de Cérbero, Cedro, 30cm, Quebradiça.

MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 09 Jul 2017, 02:07


A escuridão parecia trazer consigo uma forte pressão contra o peito, causando-lhe uma dor desconfortável. A cada degrau avançado as pernas pareciam bambear, pesadas demais para que ele prosseguisse. Era como se seu corpo o alertasse de que deveria parar, mas ele, teimoso demais, prosseguiu. Podia sentir a temperatura baixando ao seu redor, fazendo com que em um gesto automático suas mãos afagassem brevemente os próprios braços, falhando na tentativa de se esquentar. À frente uma escada surgiu, sendo iluminado por um vago feixe de luz natural que ele não sabia por onde entrava. Avançou. Seus joelhos dobrando com dificuldade depois das articulações terem passado um tempo desconhecido na mesma posição. Quando a escada acabou e sob seus pés apenas uma superfície plana com pedras vez ou outra arrebitada estava a sua frente, a discreta luz do luar passou mais intensamente por uma fresta pequena em uma parede grossa à sua esquerda. Era possível ver uma névoa branca flutuando na altura de seus joelhos, chamando-o para um chão igualmente frio ao qual ele não ousou abaixar seu corpo.

Como nuvem cobrindo a lua, o grande hall se encheu novamente em escuridão e com o enegrecido de sua visão veio também um odor de puro medo e terror. Aquele era bem mais forte do que o de urina que sentira logo que sua consciência voltara. Apreensivo, mal notou quando uma gota de suor caiu ao lado do rosto, seguindo em uma linha torta pela lateral da face até encontrar seu precipício próximo ao maxilar. Ele prendeu a respiração, seus pés giraram para analisar ao redor, mas nada podia ser visto e o silêncio era quase absoluto, não fosse por sua respiração pesada forçando-o a não voltar para a escuridão novamente. Então, como o raio repentino de uma tempestade, uma roda de fogo cobriu o chão, dando visão perfeita das quatro paredes que o rodeavam. Pensou na possibilidade de retornar, mas a escada atrás de si simplesmente desaparecera. Tentou então avançar. Deu um passo, dois. Mas do chão, iluminando pelo fogo intenso, uma forma negra surgiu, avançando em um deslize rápido na direção do garoto apavorado que não teve outra escolha a não ser a de se deixar ser devorado pelas sombras.


De um salto, Benjamin abriu os olhos. Seu corpo acabara de receber um espasmo forte causado pelo medo e adrenalina que foi o suficiente para acordá-lo do pesadelo. Mas aquilo não era um pesadelo, era uma memória distorcida pelos fatos que sua própria cabeça fizera questão de acrescentar nas lacunas que poderia fazer sentido ao horripilante sonho. Fazia tempo que não o tinha, apesar de sonhos serem coisas raras no vocabulário de alguém que sofria de insônia. Forçando-se a olhar ao redor para confirmar que estava na Sala Comunal da Lufa-lufa, o lufano passou a mão ao rosto, sentindo o suor se espalhar pela palma gelada. Ao seu lado esquerdo o barulho da madeira crepitando indicava a lareira acesa e esta era confortável para iluminar o ambiente silencioso. Inflando o peito de ar, procurou respirar fundo suficiente para controlar as batidas do coração e só após isso sentou-se com cuidado no sofá onde havia pegado no sono. Procurou por um relógio e, apesar de encontrar um bem ao longe, não teve dificuldade em enxergar o tempo marcado. Era tarde. Muito tarde. Olhou então ao redor para se certificar de que estava sozinho, mas para sua surpresa não estava. Havia uma garota sentada em uma poltrona em alguma parte de trás do encosto do sofá onde havia dormido e apesar dela parecer imensamente concentrada em seu livro de capa rosa berrante, Chevrin não podia deixar de desconfiar que seu final de sonho e maneira brusca de acordar haviam chamado a atenção da jovem desconhecida.

Passando mentalmente um pedido de desculpa antecipada, sacou a varinha do bolso da calça de seu uniforme vestido muitas horas antes para chegar à caráter na cerimônia de abertura e apontou com máxima discrição na direção da colega de casa. Benjamin sabia que o que faria era errado, mas poderia lidar com a culpa em outro momento, talvez até mesmo se consolando de que suas emoções não eram para um benefício próprio ou malefício alheio. Sabia, porém, que depois daquele sonho, a hora não era a melhor para o uso da legilimência, mas ainda assim, usando também da oclumência para limpar a mente tanto quanto possível, ele insistiu em mirar a ponta do cedro para seu inocente alvo. — Legilimens! — Falou firme, mas baixo quando o pulso fez um movimento simples. De imediato Benjamin sentiu como se fosse puxado para fora de seu corpo, sacudido e então empurrado contra uma parede dura. Era a sensação de um baque dolorido e a confusão só aumentava toda a mistura de sentimentos, pensamentos e memórias. Era assustador. Sentiu a cabeça doer e a visão embaçar uma vez, mas procurou se concentrar novamente e jogar para o lado tudo que era possível ignorar.

Quando conseguiu isso de forma eficiente, mas pouco majestosa, Chevrin passou a se focar unicamente nos pensamentos da menina e em tudo o que havia acontecido nos poucos minutos anteriores. Havia surpresa e certa incredulidade, porém em nenhum momento aquilo se devia ao fato de sua companhia na comunal, mas sim por um capítulo chocante do livro que tinha em mãos. Ela sequer havia parecido notar que não estava sozinha naquele local. Satisfeito e culpado pela invasão, o jovem decidiu então quebrar a ligação e, guardando a varinha novamente no bolso, usou as mãos livres para passar pelo rosto uma segunda vez antes de se levantar. Estava aliviado em não ter sido visto, mas isso não tirava o peso da lembrança com a qual havia sonhado. Foi então que se lembrou do horário no relógio e em como precisaria acordar cedo para o café da manhã do dia seguinte onde pegaria a grade de aulas com o Diretor Von Ziegler. Desfez então o nó da gravata e a puxou para fora do colarinho enquanto se levantava do sofá e iniciava uma caminhada para fora da comunal, seguindo rumo ao banheiro do dormitório masculino onde tomaria um merecido banho com o intuito de esquecer os minutos anteriores. Aquele ano prometia ser único. Infelizmente, isso parecia estar começando com o pé esquerdo.

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Benjamin S. Chevrin
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Byakuya Sparrow Stark
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Escola/Casa:
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 10 Jul 2017, 12:31



   
LEMBRANÇAS

 
 

Desde minha saída de Hogwarts eu não tinha voltado a este solo sagrada chamado comunal lufana, e neste começo de ano com autorização do diretor do castelo pude entrar por ali novamente para matar minha saudade, como o lugar era lindo e aconchegante, não existia lugar no mundo melhor do que estar ali, as cores dourada e preto junto do símbolo do Texugo era nostálgico, porem não podia ficar ali por muito mais tempo, afinal já não ara mais um aluno e então com o coração na mão saio do local.

 
 
LUFA IS COMING

   
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   

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Comunal da lufa-lufa
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