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 Comunal da lufa-lufa

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Anna Hool Z. Hoffmeister
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MensagemAssunto: Comunal da lufa-lufa   Seg 18 Fev 2013, 11:22

Relembrando a primeira mensagem :


A KISS OF ANGEL TAKES HIM TO HEIGHTS
the angel face hides a demon
Eu queria férias. Essa podia ser a constatação da noite. Na verdade, eu já havia sido liberada das aulas há bastante tempo, porém não conseguira cruzar o caminho que me separava até a Comunal graças a um grupo de estudos meio secreto que me raptou para a Biblioteca muito antes do jantar. Eu havia sido liberada daquela sessão enfadonha de pesquisas somente alguns minutos antes do toque de recolher se instalar. Ele agora andava bem mais severo e tive que ser acompanhada pela minha prima Milla até a entrada da comunal.

Agora estava aqui eu jogada no sofá com meus braços cruzados resmungando enquanto olhava para a entrada secreta da Badger’s. Sim, eu ainda estava magoada com o que os outros texugos haviam feito. Não acreditar em mim? Era algo que me doía na essência. Raios, tudo bem que eu era uma humorista nata. Mas eu não brincaria com esse tipo de coisa, embora muitos achassem que eu o faria sem nem pensar duas vezes. Eu havia sentido que poucos acreditavam mesmo que parcialmente na minha verdade, o que me deixou um pouco mais esperançosa.

~Se eu juntar provas suficientes... Era uma loucura tentar remontar mesmo que alguns fragmentos da árvore genealógica de Helga, mas eu pdoeria não? Eu sou mestre em loucuras impossíveis então não seria nada demais para minha louca realidade. Procurei por minha mochila entre as almofadas e me levantei, decidida a colocar aquele plano doido em prática. Mas amanhã, porque estava cansada e era hora de sair dali rumo à minha cama.

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Andreas Muhen Schmitz
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qui 04 Maio 2017, 11:33

Chego ali, sento na poltrona e fico pensando sobre a vida, o quanto ela é diferente e estranha, estava tão absorto nos pensamentos que não vi quando a almofada veio em minha direção, olhei para todos os lados, mas ninguém parecia rir e tinha uma moça com o olhar assustado. - Foi você quem jogou? - Falei de um jeito curioso, fiz a pergunta tentando conter um sorriso. "Fui eu, mas não foi por querer", ela me respondeu e eu não aguentei e sorri. - Não fique nervosa, eu não vou brigar com você! - Falei com calma e tentei passar confiança para e ela relaxou. Sorri para ela e dei um oi com a mão. - Eu sou Andreas. - Falei de um modo gentil e me apresentei e sorri para parecer mais simpático, ela se apresentou como Mel. - Mel, foi bom conhecê-la, mas tenho que ir. - Eu estava em um tom de desculpas, ela sorri e disse o mesmo, assim que ela terminou de falar, eu me levantei e saio dali pra o Pátio de Transfiguração. Saio dali.

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Andreas Leonard Muhen Schmitz
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 07 Maio 2017, 05:30


comida para todos
Tinha acabado de sair do teste de quadribol e estava especialmente feliz com isso e, ao mesmo tempo, parecia que não comia há cerca de duas semanas. Estava realmente com muita fome, provavelmente devido a todo o exercício físico. Por isso, acabou passando pela Cozinha no caminho da comunal. Sim, estava em Hogwarts há pouco tempo, mas ia às cozinhas com uma frequência tal que já conhecia o nome de todos os Elfos e eles já a conheciam. De fato, em determinados horários do dia, já era tão padronizada a sua visita que eles já tinham comida pronta esperando por ela.

Dessa vez eles não estavam esperando por ela, então ela demorou-se um pouco conversando com eles enquanto eles cozinhavam uma bandeija inteira de Cupcakes de vários sabores que ela levou para a comunal a fim de alimentar as pessoas que tinham terminado de treinar com ela. Contudo, devido ao tempo que demorou, não tinha conseguido encontrar muitas pessoas ali. Na verdade, a Comunal estava consideravelmente vazia, provavelmente também devido ao adiantar da hora. Levaram bastante tempo no teste para o time da Lufa Lufa.

Não encontrando muita gente, apenas apoiou a bandeja em uma mesa meio central e sentou no chão ao lado dela. Comendo sozinha um dos cupcakes enquanto esperava alguém passar, talvez atraído pelo cheiro delicioso que saía de sua bandeja. Podia aproveitar o tempo que teria com bastante açúcar no sangue para levantar e ir buscar as suas tarefas para fazê-las enquanto comia (ficava bem mais gostoso assim). Todavia, estava cansada e com preguiça demais para se levantar naquele momento. Talvez mais tarde.

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Wane Lannister
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 07 Maio 2017, 06:48

E lá vamos nós, meu primeiro post após ter sido selecionado para a grande casa da Lufa-Lufa, se você está lendo esse post por favor não ache estranho a forma de como vou levando a minha narrativa, na verdade eu gosto de quebrar a quarta parede para que você tente imaginar como é estar na minha pele, então vamos lá!


A noite havia finalmente chegado a Hogwarts e meu dia poderia ser resumido simplesmente em duas coisas: Dormir e ser chamado atenção pelos professores e monitores do castelo. Na verdade eu havia acordado muito tarde e quando sai da comunal procurei conhecer alguns lugares do castelo para que eu pudesse me familiarizar com os outros alunos daquele local. Mas algo me dizia que não seria muito fácil, em umas das minhas primeiras tentativas de me aproximar de alguém, acabei deixando um Sonserino muito furioso, que acabou me mandando para diversos lugares que seria melhor eu deixar quieto. Talvez a tentativa de impressiona-lo conjurando uma cobra em seu colo não tenha sido a melhor maneira de tentar fazer amizade com um bruxo. Mas fazer oque? Pelo menos a enfermeira disse que o garoto poderia sair da enfermaria amanhã. Fiquei feliz por ele, mas acho que as inúmeras vezes que ele me chamou de ‘’sangue-ruim’’ foram um sinal de que ele me queria bem longe.


Poderia ficar aqui contando os detalhes de como sem querer transformei o gato de uma aluna em uma taça de vinho, ou da vez em que o monitor veio correndo atrás de mim por ter entrado na floresta negra para procurar algum animal encantado por lá. Ah esqueci de avisar a você, eu sou um trouxa de nascença, então tudo aqui para mim é novidade. Mas bem, onde estávamos? Ah tá ....


Antes do fim da tarde fui chamado para ser advertido pelos coordenadores da escola, mas quando avisei que era um trouxa e não sabia bem as regras do castelo e seus perigos, acabei sendo absolvido de qualquer detenção. Esse foi meu dia, um trouxa em todos os sentidos tentando ser um bom aluno e fazer amizades, mas falhando.


Estava cansado e acabado. Quando entrei na comunal pensei que estaria sozinho e que estivesse disponível para descansar ali. Mas para minha surpresa, havia alguém na comunal também, o cheiro de cupcake fazia meu estômago se torcer pois ainda não havia comido nada o dia todo, quando olhei melhor percebi que quem estava ali era uma menina, uma menina ruiva dos cabelos ondulados e olhos claros. Me aproximei para tentar falar com ela, talvez ali eu tivesse minha última oportunidade do dia em me aproximar com alguém sem fazer besteira, That´s my chance!



- É ... Boa noite eu me chamo .... O cheiro do cupcake mais uma vez fez com que a fome batesse em meu estômago, se o cheiro era assim imagina o gosto! Não pensei duas vezes e antes mesmo de me apresentar fui pegando um dos cupcake e o levando direto até a minha boca


- Meu Merlin, isso é bom pra CACETE! Gritei em alto e bom som e quando dei por mim, la tinha ido outra chance de parecer normal indo pro ralo. Esse era eu, Wane Lannister, o trouxa mais sacana de Hogwarts, agora terminando meu primeiro post. E a jornada começa.
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Padmé Stackhouse Rathbone
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 08 Maio 2017, 03:42


cupcakes incríveis
Estava ficando um pouco solitário comer sozinha aqueles Cupcakes. Mesmo que eles fossem incríveis. Além disso, ao amenizar a fome que estava sentindo após sair do treino, começou a sentir-se incrivelmente sonolenta. Por isso, à algum ponto, começou a se recostar em uma poltrona que estava bem perto da mesa e, quando o menino chegou extremamente distraído com o cheiro dos maravilhosos cupcakes, ela estava de olhos fechados saboreando lentamente um Cupcake de um sabor incrível que ela ainda não tinha descobrir qual era.

Vocês conseguem, portanto, imaginar o susto que ela levou ao sentir uma aproximação. Deu um leve pulo no lugar que, aparentemente, passou despercebido para o menino que só tinha olhos para a bandeja de cupcakes, mesmo que aparentasse estar falando com a ruiva. Quanto à apresentação, ela apenas riu. De tudo. Então... Seu nome é "Meu Mérlin" ou "Isso é bom para cacete"? Questionou mostrando a ponta da língua. O que? Foi basicamente isso que ele tinha dito naquela apresentação. Não foi?

Wane certo? Te vi nas aulas, estou no primeiro ano também. Me chamo Padmé. Se apresentou calmamente, estendendo uma mão à ele para terem uma apresentação mais próxima da formal, mesmo que, aparentemente, nenhum dos dois fossem realmente fãs daquele tipo de comportamento. Hey, eu estava pensando em fazer algumas tarefas que os professores passaram enquanto comia os cupkakes. Topa? Ok, talvez ela fosse um pouco mais certinha que ele. Mas já era de se esperar que uma pessoa que nunca viu magia antes na vida mesmo que não costumasse ter notas exemplares quisesse no mínimo Exceder às Expectativas naquele novo mundo. Afinal, era mais divertido.

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Beatrice Thiele
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 08 Maio 2017, 17:22

Após um rangido longo e alto, Beatrice entrou na Sala Comunal cheia de livros e sapos de chocolate.

Era uma menina pequena, com a barriga levemente arredondada e cabelos ondulados que se esvoaçavam conforme andava. Ela parou próximo à entrada e seus olhos azuis bem redondos vasculharam o ambiente. Era melhor do que havia imaginado. O ambiente rústico lhe trazia paz e a luz do sol passando pelas janelas no alto lhe energizavam. Um sorriso largo desabrochou em seus lábios finos, logo em seguida manchados por uma abocanhado de chocolate. A bibliotecária teria ido à loucura se visse os sapos de chocolate empilhados juntos aos livros, mas Beatrice estava ocupada demais se admirando para se preocupar com a própria pele.

Comendo a outra metade do doce, lambeu os dedos e foi sentar no sofá próximo à lareira, onde se largou e começou a organizar as coisas murmurando uma melodia escocesa. No meio do processo deu uma espiada por cima do ombro ao perceber, finalmente, um cheiro bastante convidativo. De fato sua primeira reação seria se aproximar e pegar um daqueles. No entanto com tantos chocolates comprados no trem e dois alunos próximos à bandeja, Beatrice deu espaço à timidez típica de uma novata. Durante alguns momentos questionou com seus botões se deveria ou não se juntar à eles, enquanto isso balançando os pés e abrindo uma outra caixa de sapo de chocolate.
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Hoshiko Seo Ahra
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 08 Maio 2017, 18:31

 
Doces e mais outros doces

 Hoshiko entrou na sala Comunal de sua com um sorriso nos lábios, se esforçando para não dar um pequeno grito de felicidade, o motivo? Nem ela sabia, apenas havia acordado com uma felicidade no corpo. Em seus braços, carregava alguns materiais de suas aulas, precisava fazer anotações e alguns trabalhos que os professores haviam pedido, mesmo sem muita vontade de fazer essas suas obrigações, a garota tomara coragem e sem prestar muita atenção, começara a anotar.
 Naquele seu momento tedioso e cansativo, Hoshiko admitia para si mesma que esperava que alguém ou uma força do além chamasse a atenção dela, se não a mesma iria dormir lá e só acordar no dia seguinte. Talvez as forças do além ouviram seu pedido, pois minutos depois daquele pensamento, a lufana pode sentir um cheiro delicioso e ao olhar o redor, viu que se tratava de dois alunos que comiam cupcakes. Aqueles doces pareciam estar deliciosos.
 Sentindo um pouco de vergonha em interromper aqueles alunos, a garota rodou seus olhos afim de procurar outro lufano de sua idade e que não estivesse socializando, encontrou uma garota que estava sentada próxima da lareira e fazia algo com seus lábios, talvez cantasse uma música. O sorriso que já possuía antes, cresceu e com sua felicidade e animação anterior, dirigiu-se para a garota.

- Oláá, sou a Hoshiko! Muito prazer! Adoraria se a gente fosse amigas! Assim, nós duas poderíamos pedir alguns daqueles deliciosos cupcakes e não ficaríamos com vergonha, o que acha? - Por felicidade e ansiosa, a garota estava a falar um pouco rápido e não dava muitas oportunidades para a outra se apresentar. Soltou um suspiro e esticou uma de suas mãos, ainda com o sorriso no rosto. - Ah sim! Poderia me dar um chocolate seu? Eu ficaria agradecida!

 Por fim, pegou com cuidado a mão da outra lufana e com confiança, dirigira-se aos lufanos que tinham cupcakes e verificando se a garota ainda estava lá, não tardou muito para criar coragem para fazer o pedido.

- Ah, me apresentando de novo, sou a Hoshiko! Eu e minha amiguinha aqui, sentimos esse cheiro deliciosos e gostaríamos de um. Por favor. - Ao terminar de falar, Hoshiko percebera que não sabia o nome da outra garota, com esse fato, a garota colocara sua mão livre no rosto e dera uma risada, vendo que estava falando demais.

 Comunal – interagindo com Padmé, Beatrice e Wane – post atemporal – 
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Ter 09 Maio 2017, 21:50

Cara é sério, tem muita coisa que eu precisava fazer para dar certo naquela escola, uma delas era arranjar um template de post, outra era melhorar e muito a minha forma de aproximar das pessoas. Parecia que nada adiantava eu tentar, eu acabava fazendo alguma coisa que deixava os outros com raiva. Assim que dei um grito na comunal após comer o bolo, fechei firme meus olhos torcendo para a garota que estava ali não usasse algum tipo de magia em mim e para minha surpresa fui recebido não com um crucio, mas com umas belas risadas. Confesso que me surpreendi com aquela reação, pois se fosse qualquer um dos outros alunos que me havia me encontrado mais cedo, provavelmente eu iria ser mandado para sete palmos abaixo da terra.  
Fiquei meio constrangido ao perceber a vergonha que havia passado, então acabei rindo junto com ela e voltando a literalmente engolir o Cupcake, pois o sabor era irresistível. No momento em que degustava o doce eu percebi que uma outra aluna havia chegado a comunal, uma garota dos cabelos ondulados, mas não pude ver muito bem o seu rosto, não entendi o porquê dela não ter ido ali conosco, talvez fosse um pouco tímida diferentemente de mim. Pelo menos assim ela não passaria tanta vergonha como eu né? Enfim, enquanto o sabor do Cupcake ainda estava na minha boca, aproveitei para me apresentar melhor (ou pelo menos tentar) para a garota com quem interagia.
- Olá Padmé, me desculpe hehe, sou meio escandaloso as vezes ... – Respondi a ela enquanto levava minha mão a cabeça para disfarçar o meu constrangimento. 
Ela se apresentou como alguém do primeiro ano, ou seja, estava no mesmo ano que eu, talvez ela havia chegado a pouco tempo ou fosse uma repetente, mas parecia ser mais com a primeira opção, pois a garota estava me convidando a fazer algumas tarefas que os professores haviam passado. Eu mal prestava atenção nas aulas, imagina nas tarefas. Provavelmente o off dela fosse alguém que fizesse aquilo que chamam de ‘’dever de casa’’, eu pessoalmente chamava de ‘’aquilo que não ia fazer’’.  Contudo aquele momento era um momento especial, onde eu precisava ser gentil e educado com as pessoas.
- Eu fico com a parte de comer o Cupcake, você faz as nossas tarefas, que tal? – Perguntei estendendo o punho com as mãos fechadas em uma referência aos cumprimentos trouxas.
Esperava a resposta dela até que novamente algo me chamou atenção, uma outra aluna havia chegado na comunal. Estava me sentindo em um harém! Obrigado chapéu seletor! Após esperar a resposta de Padmé, notei que a Lufana se aproximou de nós dois e trazendo a jovem garota que antes havia chegado tímida no local. A prima do Bruce Lee parecia ser bem educada, algo caraterístico de Lufanos. As pessoas ali aparentavam ser bem legais, então acho que eu no mínimo deveria fazer minha parte também.
Não esperei que Padmé desse permissão, mas já sabia qual seria a resposta dela. Fui em direção a bandeja e peguei dos Cupcakes, um para cada uma das duas. Acho que dessa vez as coisas correriam bem.
- Aqui está, por favor sirvam-se! – Disse tentanto abrir um sorriso simpático no rosto – Me chamo Wane e ela é a Padmé, ela vai fazer nossos deveres de casa, enquanto isso podemos aproveitar para comer e conversar o que acham?









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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 10 Maio 2017, 05:42


cupcakes e sapos ❣
Confesso que ela também notou a aproximação de uma menina tímida do local e normalmente iria imediatamente puxa-la para junto da mesa onde estava ocorrendo a confraternização. Contudo, depois de todo aquele exercício no quadribol, estava se sentindo impossibilitada de se mover pelos próximos minutos. Como estava com planos de ir buscar pergaminhos, estava planejando buscar a menina junto com os pergaminhos para fazer uma só viagem. Que? Era uma boa ideia. Não julguem.

Sorriu e bagunçou o seu cabelo em resposta àquela fala. Tudo bem. Contanto que você não se importe de eu ser desastrada sempre. Respondeu com um sorriso de quem podia cair em cima dele o enchendo de dois litros de chocolate quente a qualquer momento. Quanto à fala sobre o dever de casa, a menina apenas negou com a cabeça e rolou os olhos. Tudo bem. Você vai precisar da ajuda de alguém quando estiver na época de provas e você estiver desesperado. Comentou quase levianamente, aceitando fazer sozinha o dever dessa vez.

Mais o menos naquela hora uma nova garota entrou na comunal e puxou a tímida para a roda. Olha, ela estava evitando a fadiga da Pad. Gostou dela imediatamente só por isso. Então veio a fala de Wane, oferecendo um cupcake para cada uma. Um fucking cupcake para cada uma!? Que pão duro! Não seja pão duro. Pedi muitos e muitos cupcakes porque achei que ia encontrar muitas pessoas famintas na comunal depois do Teste para o Time de Quadribol e os elfos não gostam quando a gente não come toda a comida deles, sabia? Precisamos acabar com os 30. Explicou e, àquela altura do campeonato, estavam mais o menos no quinto ainda. Iam precisar de ajuda.

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Beatrice Thiele
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 10 Maio 2017, 17:59

Tinha acabado com o seu terceiro sapo de chocolate quando uma jovem oriental se aproximou. Ela falou rápido e tão energicamente que Beatrice quase não teve tempo de respirar. Então era assim que se fazia amigos no castelo? Mamãe tinha feito parecer que seria bem mais difícil, ela estava se dando bem! Tinha gastado um punhado de moedas em doces no trem então não se importava de dividir. Pegou uma caixinha e quando a ofereceu, sentiu-se quase imediatamente puxada pela mão que estendera. Foi aos tropeços e com pensamento rápido que conseguiu catar um dos livros antes que se afastassem do sofá.

Beatrice foi levada à dupla que estivera observando e sentiu suas maçãs do rosto queimarem levemente. Não sabia o que esperar nem podia controlar as impressões que os demais teriam a seu respeito e isso a deixava inevitavelmente nervosa. Pouco antes de chegar à mesa de centro olhou para baixo e viu que tinha pego o livro de Transfiguração da pilha. Seu coração foi confortado por boas lembranças e, com um sorriso caloroso, sentiu a coragem envolver ternamente seu peito. É claro que poderia fazer amigos. Só precisava tentar.

As apresentações foram mais animadas do que poderia esperar, o que deu-lhe ainda mais confiança. Hoshiko e Waden tinham personalidades brincalhonas, o que quebrava bastante o gelo. Enquanto isso Padmé parecia descontraída, mas com a cabeça no lugar, o que transmitia segurança. Para se apresentar, Beatrice encheu o peito:

 - Meu nome é Beatrice Thiele, muito prazer! Eu adoraria ajudar a comer os cupcakes e a fazer a lição de casa! Eu trouxe todos os livros do primeiro ano lá da biblioteca, o que vão fazer primeiro? Estava pensando em estudar sobre as ervas para a lição de Herbologia, mas eu também estou louca para ver sobre Transfiguração - Com um sorriso largo, ela mostrou a capa e agitou o livro que estava segurando. - E eu também tenho Sapos de Chocolate no sofá, caso queiram comer junto com os cupcakes. Eu sei que eu vou!

Subitamente Beatrice tapou a boca pondo o livro na frente. Constrangida, olhou para o lado e corou uma segunda vez. Será que estava falando demais para uma primeira vez?
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Hoshiko Seo Ahra
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sex 12 Maio 2017, 00:12

 
Amém aos doces existentes!

Se já tinha um sorriso no rosto, esse aumentou rapidamente ao ouvir sobre a situação da grande quantidade de cupcakes. É claro que ela iria ajudar, seria uma ofensa caso ela não comesse aqueles deliciosos cupcakes! 
 Deu uma breve olhada nos outros lufanos, fixando seu olhar em Beatrice afim de checar se ela sentia-se confortável. Ouvindo uma breve parte em que envolvia as tarefas de casa, Hoshiko abriu levemente a boca e fechou-a em seguida, sem ter muito ideia do que iria falar. Olhou para onde estava sentada e encontrou seus materiais ali e deu uma breve pensada, pensando se ajudaria nas tarefas ou iria comer os cupcakes com os sapos de chocolates.

- Ah, eu trouxe alguns materiais comigo. Não sou a melhor pessoa, mas posso ajudar vocês.-Comentou dando uma grande mordida no cupcake que ganhara de Wane e com um aceno de mão, distanciou-se para pegar seus pertences e com um rápido gesto, arrumou rapidamente os aparelhos auditivos que começavam a cair e por um breve momento, pensara se devia comentar com eles sobre aquilo, mas ao pensar que poderia atrapalhar aquele momento, rejeitou o pensamento.

- Ahá! Eu trouxe de Herbologia e Feitiços! Ah sim, caso eu só ajude em comer os doces, saibam que eu tentei o máximo, mas o cheiro desses deliciosos cupcakes foram mais fortes! -

Brincou dando uma risada e pegou uma cadeira para sentar-se, arrumou os matérias daquela matéria e pegando outro cupcake, decidiu juntá-lo com o sapo de chocolate que ganhara de Beatrice, colocando a metade de ambos doces na boca, ficando com a boca extremamente cheia e assim, formando uma cena talvez engraçada e estranha.
 Que culpa Hoshiko tinha de colocar metade na boca, se os doces são bons demais?

Comunal – interagindo com Padmé ; Wane ; Beatrice – post atemporal – 
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sex 12 Maio 2017, 21:13



Olha o Template ai gente \o/
Devo admitir que não esperava que as coisas dessem certo para mim naquela sala comunal, desde o começo do dia eu havia tentado interagir com as outras pessoas, mas sempre acabavam da mesma forma (com algum aluno tentando me matar). Contudo naquela ocasião parecia que Merlin estava do meu lado. Apesar do meu jeito maluco e sem vergonha de ser, eu estava até que indo bem na minha primeira interação com os colegas da minha casa. Talvez isso significasse ser um Lufano não é? Tratar a todos como igual, sem descriminação e paciência e no meu caso com MUITA paciência. Era incrível como eu deixava as pessoas com raiva facilmente, seja fazendo alguma brincadeira que não agrade os bruxos, ou tentando ser simpático, ou não contando no chat geral quem eu realmente sou, enfim, porém naquele momento as coisas estavam indo muito bem.

Ouvi a reação de Padmé após eu oferecer um Cupcake para cada uma das meninas que haviam acabado de chegar e tive que concordar que haviam vários ali, seria muita falta de educação deixar vários ali como sobra. De certa forma minha fome era tanta que se juntar o delicioso sabor do doce, eu comeria a maioria ali sem problema e como se já não pudesse melhorar eu poderia usar aquilo como desculpa para poder deixar as três fazerem minha lição de casa não é? Sorri para mim mesmo ao pensar naquilo, mas logo pensamentos sobre estragar o clima vieram à minha cabeça. Eram 3 nerds contra um sem-vergonha. Talvez eu devesse tentar ajudar em alguma coisa (Meu sorriso sumiu do rosto rapidamente). Não demorou muito até que a primeira Lufana se apresentasse, se apresentando como Beatrice, até ai tudo bem, porem quando ela começou a falar dos livros de ervas e transfiguração e não sei o que, uma confusão se criou na minha mente. Levei uma das mãos a cabeça coçando a minha nuca em sinal de que não tinha esperança em ser uma boa ajuda nas tarefas, mas claro que não iria desistir.

A timidez de Beatrice acabou me fazendo soltar uma leve risada, ela parecia ser tímida e meio que eu reconhecia aquela situação. Fui até ela e dei 2 tapinhas nas suas costas para tentar reconforta-la (É isso que os lufanos fazem, não é?) 


– Ei ei, não precisa ficar com vergonha, estamos todos nos conhecendo aqui, tenha certeza que estamos tão nervosos quanto você – Afirmei tentando ser simpático com ela apesar dele ter escrito errado meu nome no post ;( e em seguida abrindo novamente um sorriso no rosto.  

Novamente meu sorriso saiu de cena ao ver que Hoshiko trouxe mais matérias de estudo. Sabia que no meu mundo o melhor feitiço para fazer as tarefas se chamava ‘’Copiar Colar’’? Mas acho que nessa ocasião os professores de Hogwarts eram muito mais espertos que a gente. Por um instante algo me chamou a atenção, quando a prima do Bruce Lee se distanciou, notei que ela estava com alguma coisa nos ouvidos, algo que pareciam com aparelhos auditivos. Talvez não fosse uma boa questiona-la sobre isso naquele momento, mas não pude deixar mirar um pouco na minha atenção para ela, talvez se algum dia fossemos mais íntimos eu poderia ouvir o que ela tem a dizer sobre isso.

- Bom, eu não trouxe nada! Então acho que vou precisar da ajudinha de cada uma de vocês! – Disse sorrindo e juntando as mãos fazendo um apelo pela ajuda delas.

Então tínhamos muita tarefa a fazer, primeiro ver os deveres de casa e depois acabar com os chocolates e Cupcakes, eu adoraria ser o responsável pela segunda parte, mas né? Vamos a guerra! Olhei ao redor da comunal e fui até uma pequena mesa de madeira que havia ali, não era muito grande mas era o suficiente para nós quatro. Com meu péssimo jeito de cavalheiro e desatenção, puxei a mesa para perto das meninas e como era de se esperar acabei derrubando algumas coisas no chão, nada de muito grave, mas né? Wane Lannister ataca novamente.

- Ignorem minha falta de atenção hehe, mas eai? Oque vocês ... Digo nós, vamos estudar primeiro?


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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sab 13 Maio 2017, 03:16


lições de casa
As meninas chegaram e se ofereceram para fazer dever de casa também, o que fez a menina se levantar imediatamente. Vou buscar meu material! Anunciou e saiu correndo para o dormitório feminino, voltando, enfim, com uma verdadeira pilha de pergaminhos, penas e tinteiros. Posicionou tudo ao lado de onde sentaria e voltou a sentar no chão e sentou dessa vez em uma poltrona, já que uma mesa tinha surgido ali enquanto ela tinha saído para buscar os seus materiais.

Tudo organizado, mostrou a lígua para o Wane. Viu? Não vou fazer o dever sozinha. Encheu rapidamente, para depois abraça-lo. Mas claro que a gente te ajuda! Exclamou feliz, começando a procurar a nossa primeira atividade da vez. Então ele estava perguntando sobre o que a gente ia estudar e a menina ponderou por um instante antes de resolver, ainda buscando os seus pergaminhos. Podíamos começar com Herbologia, já que duas de vocês estão com os materiais dessa matéria. Sugeriu calmamente.

Logo em seguida, finalmente, encontrou o seu pergaminho com o dever de herbologia e alcançou um pergaminho limpo, um tinteiro e uma pena para o Wane poder fazer o dever também. Então... Por onde começamos? Não tinha muitas dugestões, porque tinha feito aquele dever em especial no dia de ontem. De fato, só tinha os deveres da aula de hoje para fazer e já tinha resumos prontos sobre aqueles assuntos.

Enquanto esperava eles responderem, começou a se perguntar o que ela estava fazendo da vida dela. Afinal, ela não costumava ser assim. Era muito menos que uma aluna mediana nas disciplinas trouxas. Gostava só de escrever, desenhar e um pouco de matemática. O resto, fazia apenas o necessário para passar. Contudo, aquele mundo novo cheio de coisas estranhas e interessantes a estava fazendo ficar estimulada naquele nível. Tudo bem. Não sabia o quanto aquilo ia durar.

Talvez aprendesse todo o conteúdo dos sete anos enquanto estava animada só para evitar que voltasse a ser mediana. Afinal, as notas ali importavam bastante com as questões de NOMs e NIEMs. Era com suas notas nesses exames especiais que ela ia conseguir escolher a sua profissão no futuro e as profissões todas eram tão interessantes! Ainda não tinha conseguido se decidir de maneira nenhuma, então precisava ser boa em tudo, sabe? Para garantir que seria boa no que queria quando decidisse.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 14 Maio 2017, 00:24

Beatrice sentiu-se reconfortada pelas palavras de Wane e se permitiu suspirar de alívio. Durante o restante da conversa permaneceu quieta, observando as reações dos demais. Quando a jovem chamada Padmé decidiu que era melhor estudarem Herbologia, assim que ela saiu correndo para o dormitório Beatrice foi de volta ao sofá. Lá pegou o livro que precisava, mas não largou o de Transfiguração, porém o manteve como um amuleto da sorte. Pouco depois foi à um dos armários de porta arredondada, onde pegou um pergaminho, tinta e pena. Finalmente, amontoou algumas caixas de Sapos de Chocolate sobre livros retornou à mesinha de centro pouco depois de Padmé voltar. 

Depois que o material foi espalhado, a criança arranjou um cantinho da mesa para si com relutância e disponibilizou os chocolates como pôde. Ao ouvir a pergunta de Padmé, Beatrice decidiu arriscar-se e responder:

 - Bem... eu ainda estou nas primeiras páginas do livro. Nas ervas e plantas básicas e suas propriedades. Na verdade ainda tenho que fazer minha atividade de Herbologia e estou com algumas dúvidas... Onde vocês estão?
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Seg 15 Maio 2017, 19:00

 
Matérias para ver

 Hoshiko se animara ao perceber que iriam começar por Herbologia, visto que era poucos materiais que havia trago e sentia uma pequena facilidade com aquela matéria. Teve uma grande surpresa ao ver a quantidade de pergaminhos, penas e tinteiros que Padmé carregava consigo e imaginou que a garota devia esforçar-se para ser boa nas matérias, ao contrário de Hoshiko que não costumava preocupar-se muitos com as matérias e notas.

- Ah, eu posso dizer que não estou tão dentro da matéria. Apenas li o titulo e algumas partes do assunto do capítulo |...-

Deu uma leve risada envergonhada, visto que a mesma não era de estudar muito, normalmente deixando para estudar poucos dias antes ou até mesmo na véspera de acontecimentos importantes. Nunca fora muito boa em aprender em assuntos, visto que os adultos insistiam que sempre deveria lembrar dos conteúdos, mas Hoshiko possuía uma leve dificuldade em lembrar, visto que nunca se adequara a tais métodos de ensino.

 - Hm, por onde preferem começar então? - Questionou e a espera da resposta dos outros lufanos, balançava a cabeça no ritmo de uma música que estava em sua cabeça.
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 17 Maio 2017, 03:29



O dom de não saber nada T.T
Sabe aquele momento quando você se sente um peixe fora da agua? Poise aquela era a minha situação, desde que cheguei ao castelo eu me senti assim na verdade, mas naquele momento era um pouco pior, porque? Porque não se tratava de apenas de um nascido trouxa e três outros bruxos ou mestiços. Era algo pior, muito pior .... Era provavelmente 3 nerds e um sem vergonha (EU!). Meus olhos paralisaram ao ver o tanto de material que Padmé trouxe, pensei comigo mesmo o quanto eu iria sofrer ali tentando resolver algumas tarefas. Se na minha casa meu pai quase quebrava uma mesa me ensinando tabuada quando eu era pequeno, imagina tentar aprender aquilo ali. Mas né? Fazer oque? Tudo pela magia! /o/

Por um instante pensei na possibilidade de apenas usar minha estratégia favorita na hora de resolver as tarefas, a COLA. Mas acabou que Padmé resolver me entregar um pergaminho junto com uma pena para que assim eu pudesse tentar resolver junto com elas. Bufei de frustração ao ver que meu plano tinha ido por água a baixo. A primeira matéria que veríamos então seria Herbologia, uma matéria que eu não entendia absolutamente nada! Então já começamos com chave de ouro. Se bem que não iria mudar muita coisa caso fosse qualquer outra matéria ali hehe.

E por incrível que pareça ainda tinha como piorar a situação, tanto Padmé, quanto Beatrice e a prima do Bruce Lee terminaram seus posts fazendo a mesma pergunta: ‘’Por onde começamos’’ Olhei para ambas as três simultaneamente como se perguntasse (É serio que estão fazendo essa pergunta pra mim?) Fiquei sem saber o que dizer e em uma atitude desesperadora acabei olhando rapidamente para um dos livros e acabei falando a primeira palavra que consegui ler.

- Mandrágoras? – Perguntei sem nem saber o que significava aquela palavra, mas ao certo parecia ser um nome de uma planta, sei lá. Olhei rapidamente para Padmé para que ela me desse uma resposta sobre aquilo.

- Me desculpem sou meio leigo quando o assunto é plantas – Afirmei tentando ser simpático esconder minha vergonha por parecer o que menos sabia sobre a matéria ali. Olhei para Beatrice por alguns segundos, ela parecia ser tímida mas aparentemente sabia de algo. Hoshiko não era diferente e também parecia ser uma garota muito inteligente, e eu? Bom, eu era bonito :)

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 17 Maio 2017, 05:57


cegos no tiroteio
Todos pareciam perdidos com relação ao conteúdo e mal tinham começado a estudar. Isso fez com que a menina ficasse ainda mais desconfortável com a sua tarefa já pronta e a enrolasse um pouco para esconde-la melhor. Corando um pouco enquanto pensava em como agir sem parecer uma sabe-tudo. Nunca gostava daquele tipo de criança que estudava demais e agora estava se sentindo uma delas. O que estava fazendo consigo mesma? Sério. Não conseguia fazer ideia.

Hmmm. Começou incerta de como dizer isso, tentando responder a pergunta de Wane. Respirou fundo antes de de fato responder, tomando coragem. Mandrágoras são apenas citadas na parte de plantas mágicas do nosso livro. Ainda não vamos estuda-las com detalhes. Acredito que isso seja conteúdo apenas para o segundo ano. Explicou, tentando não deixar tão claro que já tinha lido o livro todo algumas vezes. Aquilo era difícil. Teve que respirar fundo de novo mais algumas vezes antes de conseguir continuar.

Nosso livro é mais básico e fala mais sobre o que são as plantas, em si. Como cultiva-las de forma adequada, suas partes, de uma forma bem generalizada. Concluiu, repidamente tentando mudar de assunto. Beatrice, você disse que tem algumas dúvidas. Se quiser, podemos começar com você fazendo algumas perguntas sobre as suas dúvidas e nós tentando procurar algo para respondê-las. Sugeriu inicialmente, porque parecia uma alternativa lógica.

Contudo, acabou preferindo não esperar muito pela resposta dela, porque simplesmente ia querer sair correndo se ficasse ouvindo mais uma rodada de todos meio perdidos e ela já com o dever todo feito. Estava realmente desconfortável com aquilo. Outra alternativa é seguirmos a ordem do livro para não nos perdermos e começarmos falando o que podemos fazer para identificar se uma planta é ou não mágica. Terminou enfim. Aquilo era algo realmente importante já que no primeiro ano eles lidavam praticamente unicamente com plantas não mágicas.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 17 Maio 2017, 09:26

Beatrice tinha a grande vantagem da leitura rápida, por isso folheou as primeiras páginas sem dificuldade até parar no ponto que interessava.

 - Aqui! Quero dizer, aqui, por favor - acrescentou constrangida, enquanto punha o livro perto de Padmé e indicava um parágrafo. - Tenho dúvidas sobre o Núcleo Mágico das plantas. Localizá-lo sem fazer a planta sofrer parece difícil, mas eu realmente gostaria de entender melhor. "Sinta a mágica", é o que menciona aqui na página quatro... Sinto que eu deveria saber isso, mas mamãe-...

Beatrice interrompeu o pensamento subitamente, como se de repente encostasse em um espinho. Sua expressão foi triste por um momento que talvez tenha durado demais. Tentando ignorar o próprio deslize, porém, decidiu prosseguir logo com o assunto.

 - O que vocês entendem desta parte do livro?
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sab 20 Maio 2017, 14:30

 
Alunos sem rumo na matéria

 Hoshiko não sabia dizer como se sentia naquele momento, ela planejava ficar quieta para ouvir os outros falarem, visto que ela não era a melhor pessoa para explicar matéria, talvez para sorte ou azar da mesma, era possível perceber que entre os alunos presentes na rodinha, todos estavam um pouco confusos e com dúvidas em relação às matérias que teriam naquele primeiro ano. Lançou um olhar duvidoso para os livros, a lufana asiática arriscou falar sobre a dúvida de que Beatrice tinha.

 - Hã... Eu entendo igual a frase "O amor está no ar" sabe? Por exemplo, é fácil perceber quando o clima entre duas pessoas está diferente. Então eu acho que seria quase a mesma coisa para localizar o núcleo mágico sem fazer a planta sofrer... Hã, por exemplo, caso você esteja com uma planta mágica, acho que se concentrar à como o clima está, é possível perceber a essência mágica. -

Hoshiko concluiu sua explicação ao perceber que as outras páginas, um pouco constrangida por tentar explicar, a garota começara a mexer os dedos de suas mãos, para assim tentar pensar em algo que não a deixasse mais constrangida. A lufana estava prestes a abrir a boca para falar quando lembrou-se do olhar que Beatrice tivera, mas decidira não perguntar naquele momento, visto que todos ali não eram muito próximos de cada um.
 
 - Ah, Wane, tem alguma dúvida? Vi que você não estava comentando, talvez a gente possa te ajudar em algo. - 


 Brincou com um sorriso no rosto, visto que o garoto também parecia estar um pouco perdido igual a ela, apoiou o queixo e com sua mão livre, brincava com seu cabelo enquanto imaginava o que Wane falaria, visto que ele parecia ser um cara engraçado.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Ter 23 Maio 2017, 06:02



Lufanos e Herbologia
Era como eu esperava que seria, todos nós sem saber direito por onde começar e eu mais ainda. Confesso que fiquei um pouco aliviado ao ver que não era o único que estava perdido, acho que o chapeuzinho me colocou na casa certa. Era a primeira vez que eu interagia com lufanos em Hogwarts e estava tudo indo até que bem. Mesmo eu achando que fosse o mais leigo dali hehe. Sempre fui um cara meio enrolado quando o assunto era tarefas, exercícios ou coisa do tipo e no fundo antes mesmo de pisar nesse castelo, sabia que não seria muito diferente por aqui.

Pra provar minha teoria, quando Padmé me corrigiu sobre minha proposta por começarmos pelas mandrágoras, mostrou que eu realmente estava totalmente por fora, deferente dela, que parecia ser alguém que já sabia das coisas. Me pergunto se ela é uma sabichona? Nesse caso, eu poderia ser um problema para ela.

Fiquei observando as meninas falarem tentando me encaixar no assunto delas, contudo fiquei sem entender nada. Quando Beatrice falou algo sobre núcleo mágico das plantas minha atenção ao menos foi despertada. Saber ou não quando uma planta era mágica foi algo que fez com que eu me despertasse, acho que o assunto dos estudos estava tomando um caminho interessante. Algo ainda me chamou mais atenção quando Beatrice mencionou alguma coisa sobre a própria mãe. Fiquei curioso querendo saber o porque dela ter ficado assim do nada. Pensei comigo mesmo se deveria tentar perguntar algo, mas assim como fiz com Hoshiko, deixei para perguntar a ela em uma outra oportunidade.

Quando ela perguntou sobre o que entendíamos sobre essa parte do livro, respirei fundo preparado para um dizem em alto som que não entendia NADA e para piorar a situação, Hoshiko ainda havia me perguntado se eu estava com dúvida! Duvida? Como eu Sir Wane Lannister teria dúvida em algo que não estava nem sabendo decifrar, mas por incrível que pareça, consegui falar algumas palavras que pelo menos no meu ponto de vista poderiam estar certas.

- Acertou mizerávi, concordo plenamente com você Hoshiko – Disse balançando a cabeça e fazendo um sinal de positivo com o polegar – Acredito que seja algo parecido com você mesmo sentir a magia daquela planta, da mesma forma quando sentimos ela dentro da gente ou de outras pessoas, assim conseguimos diferenciar ela de uma planta mágica e não mágica, bom .... Acredito que seja isso, concorda Hoshiko? – Terminei falando e dando uma risadinha tentando não parecer tão bobo.

- Na verdade, acho que podemos começar por ai, ver tudo de necessário para identificar uma planta mágica e outra não mágica, qual seriam todas as diferenças entre elas, tenho certeza que assim poderíamos até dar uma adiantada nas outras aulas – Dei minha opinião, esperando ser corrigido pela Pad sabichona. Torcendo para que ela não brigasse comigo nem com meu off por demorar a postar.


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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Sex 26 Maio 2017, 19:28


o núcleo mágico
Gostou bastante dessa pergunta da Beatrice. Na verdade, era uma dúvida que também tinha, mas tinha uma teoria bem interessante sobre aquilo e gostaria de compartilha-la com alguém enquanto a professora não dava a aula para dizer exatamente o que poderiam pensar daquilo. Deixou Wane e Hoshiko explicarem o que achavam antes de falar qualquer coisa. Bom, isso é algo que ainda está em estudo, então não acho que tenha algo muito concreto sobre o assunto. Começou a explicação já justificando o motivo de não ter como explicar aquilo a ela de uma forma muito precisa.

Contudo, o mundo mágico da magia não requer tantas explicações cientificas quanto os trouxas em seus estudos... Continou para estimular um pouco mais a discussão. Concordo com os dois que deve ser como quando sentimos magia em nós ou em outras coisas e tem um exemplo bem clássico disso que todos nós passamos recentemente. A varinha escolhe o bruxo, não é mesmo? Proferiu usando uma célebre frase do Olivaras para poder iniciar a sua teoria. Eu, pelo menos, não sabia nada sobre magia quando entrei no Olivaras e, ainda assim, experimentei diversas varinhas antes que alguma pudesse fazer-me sentir algo especial, por suas propriedades.

Enquanto falava, sacou a própria varinha e colocou em cima da mesa. Cerejeira, 23cm, Núcleo de Pena de Unicórnio. De alguma forma, esse pequeno objeto sem eu saber nada de magia se conectou comigo quando eu encostei nele e, sozinho, fez sair faíscas de sua ponta. Da mesma forma, a credito que ao fechar os olhos e nos concentrarmos em outros objetos/plantas/animais... Se eles possuírem magia neles e sentirem o desejo de se comunicar conosco, eles vão encontrar um jeito. Terminou sua explicação de uma forma bem filosófica e enrolada. Por que não podia ser uma pessoa mais simples e direta? Não sabia, mas, bem lá no fundo, gostava de ser assim.

Depois de toda essa filosofia, não queria se estender falando ainda mais. Portanto, esperou que os outros dessem continuidade ao assunto para que pudesse falar mais uma ou duas filosofias daquela. Apenas concordando que podiam começar pelo começo e ir seguindo, já que era o que tinha sugerido. Contudo, também gostava de tirar dúvidas pontuais, então não se importaria em continuar como estavam. Também espero que ninguém me mate ou brigue comigo por ter demorado a postar. TPM é uma realidade da vida e acontece eventualmente.

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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 28 Maio 2017, 23:11

Beatrice ouviu atentamente a Wane e à Hoshiko, contudo ficou muito surpresa e admirada com a explicação de Padmé. Era profunda e bem desenvolvida e a menina não pôde evitar de seguir cada gesto da colega.

 - Oooh... - ela deixou escapar com as sobrancelhas erguidas. - Incrível, Padmé, você pareceu uma professora falando.

Ela olhou a varinha posta na mesa, puxou cuidadosamente a sua de dentro das vestes e a encarou. Não tinha mais certeza do que era feita. Desatenta como era já estava esquecendo e isso a chateou. Por um momento quis ser como Padmé, que tão nova já parecia ter uma ligação especial com a sua varinha. Tomou alguns momentos para digerir melhor as explicações sobre o núcleo mágico, perguntando se era tão "fácil" quanto aparentava ser. Sentir uma ligação especial? Gostaria de acreditar nisso.

Seu momento no Olivaras foi muito demorado. De fato, teve que ser consolada pelo lojista pois caíra no choro após quarenta minutos. Beatrice sentiu medo. Medo de não ser aceita no mundo bruxo, medo de que as acusações cruéis em sua cabeça fossem realidade. Foi quando estava prestes a desistir que aquela varinha torcida veio e, diferente de muitas irmãs, respondeu ao seu toque macio. Não era a varinha mais bonita ou a mais brilhante ou a mais decorada. Porém foi aquela que respondeu ao ser chamada e naquele momento, sentada no perto da mesinha de centro, Beatrice sentiu um grande carinho por aquele objeto. 

Com um sorriso inevitável, falou:

 - Vamos fazer um bom trabalho, tá, varinha?

Nada visível aconteceu. Não era necessário acontecer.

Foi quando se lembrou que não estava sozinha. Re-encontrando os olhares de seus colegas, seu rosto queimou violentamente.

 - Aha... Aha ha ha... Vamos falar mais sobre o núcleo mágico?.... Por favor não contem para ninguém. - e escondeu o rosto na mãos.
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Ter 30 Maio 2017, 19:09

 
Herbologia e núcleo mágico

 Hoshiko deu uma risada com Wane, visto que eles pareciam ter o mesmo tipo de pensamento sobre aquele assunto, fez um sinal positivo com o polegar para o garoto, durante a explicação de Padmé sobre o assunto, ficara surpresa e admirada, Padmé falava como se fosse uma professora da matéria e dava a impressão de que já estava sabendo que estudara sobre aquela matéria.
 Visto que entre eles, Wane deveria estar quase igual a ela nos assuntos das matérias, a garota oriental  levou a possibilidade de seguir o exemplo da amiga e se tornar um pouco mais estudiosa, para afim não perder-se tanto no assunto e entender a conversa. Olhara para Beatrice que parecia estar tendo uma conversa com sua varinha, deu um olhar confuso para a mesma rapidamente e observara a varinha que estava guardada consigo, lembrando de como se encontraram.

- Ooh! Pady! Você explicou realmente bem esse assunto, por acaso, tem em mente em tornar-se professora? Em minha opinião, você seria ótima! - Brincou um pouco com a mesma com uma leve curiosidade em sua mente se todos daquele grupo já teriam pensado em que ramo eles seguiriam depois de finalizarem o ensino bruxo. - Eu não sei se vocês estão afim, mas poderíamos dar uma pausa? Minha mente já está começando a desfocar no assunto, pensei até em uma piada envolvendo herbologia. Vocês sabem por que as plantas não falam? Por que elas são mudinhas! 


Com a resposta de sua piada, Hoshiko tampou a boca e começara a rir, talvez os outros não achassem tão engraçado assim, mas para a garota, muitas piadas que conhecia eram engraçadas. Controlando seu ataque de risadas, a lufana tampou os olhos e murmurou um pedido de desculpas pela piada horrível, comentando de que logo iria pensar em uma piada que realmente tivesse graça para os outros.
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 04 Jun 2017, 03:23



Não me matem pela demora, estava ajudando uma velhinha atravessar a rua =)
Se antes eu já achava Padmé uma pessoa sabichona antes de começarmos a estudar, agora então eu tinha absoluta certeza, sua explicação meio filosófica fazia até que sentindo. Sentir a magia era algo que até nos nascidos trouxas de alguma forma conseguíamos fazer. Observei a garota mostrar e fazer uma boa descrição da própria varinha, eu ainda não havia recebido a minha pois soube que não estávamos mais em época de aula quando cheguei pela primeira vez no castelo. Aproximei meu corpo da mesa e fechei meus olhos tentando sentir o que aquele objeto de madeira poderia me transmitir. Por um momento os segundos começavam a demorar minutos, uma sensação esquisita tomava conta de meu corpo e começava a sentir algo esquisito dentro de mim....

- Que fome, preciso de outro CupCake! – Falei cortando o clima da minha tentativa de sentir a magia, acho que não estava preparado ainda para isso. Por mais que já tenha feito isso quando era mais novo, era rara as ocasiões onde eu reconhecia a magia, seja de um objeto, ou de um ser vivo. – Perdão hehe .... Continuem enquanto eu como alguma coisa

Me distanciei um pouco deles e peguei um dos sapos de chocolate, o sabor era deliciosamente bom! Quase que grito ‘’ Merlin isso é bom pra cacete! ’’  Novamente, mas dessa vez me segurei, não ia querer passas vergonha de novo. Enquanto comia e olhava para o resto da sala comunal escutava Beatrice começar a falar sobre como Pad poderia ser uma boa professora, acredito que se ela se esforçasse poderia sim fazer parte de um grupo de professores no futuro, além de saber explicar algumas coisas, recebia os colegas de forma simpática e isso ajuda muito ao fazer o aluno se sentir mais confortável.

Não demorou muito até que Beatrice puxou a sua varinha também do bolso, mas diferente da futura professora, ela não soube dizer do que era o material, mas logo notei que nem precisava, apesar do jeito de criança que ela aparentava já ter uma boa ligação com seu próprio objeto mágico. Ri baixinho ao escutar ela falando com a própria varinha e passei a rir um pouco mais alto quando notei que ela ficou corada e tentando mudar de assunto. Sinceramente achei aquilo bem legal, pois pareceu que ela tinha algum tipo de conexão.

- Ei não precisa ficar com vergonha, você demonstrou que tem uma forte ligação com sua varinha, isso é legal! Espero que quando eu receber a minha varinha eu possa ter uma conexão como a de vocês duas! – Disse sinceramente, pois a cena ali era agradável de se ver.

Logo após meu comentário Hoshiko afirmou que estava começando a ficar cansada sobre falarmos sobre o assunto, pensei comigo mesmo que a sorte estava começando a vir para o meu lado, mas quando olhei meu pergaminho notei que estava ainda em branco. Esquece! Sorte nos estudos eu não tenho! Bufei ao pensar que teria que dar uma olhada nisso depois. Minha atenção tomou a direção de Hoshiko quando ela contou a piada das plantas. Provavelmente a piada que ela fez ela havia escutado no mundo trouxa pois havia escutado isso muitas vezes! Tenho certeza que você que esta lendo isso aqui também né? Mas não demorou até que as risadas tomasses conta de mim, não pela piada em si, mas pela risada histérica de Hoshiko que acabou sendo mais engraçado que a piada kkkkkkkkkkkkkk


-Escutou essa piada no mundo trouxa não é? Por falar nisso, porque não tentamos nos conhecer um pouco melhor? Porque não contamos um pouco sobre nossas vidas antes de chegar aqui? Nossas famílias, passa tempos, esses tipo de coisa? Começa Você Padmé – Afirmei com um sorriso simpático no rosto esperando não estar sendo muito folgado já querendo saber sobre eles ali, mas se eu estivesse ... Fazer oque? Esse sou eu =D
 
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MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Dom 04 Jun 2017, 06:40


família
Ficou corada com todos aqueles elogios sobre a sua maneira de falar sobre aquelas coisas. Sim, era realmente boa naquilo de explicar coisas. E gostava das materias agora que elas envolviam magia. Sim, na verdade já pensei em lecionar sim. Acabou adimitindo, mas ainda não tinha muita certeza de nada. Gostava de crianças. Mas gostava muito de pediatria também. Pensava em ser uma curandeira um dia, mas, de novo, ainda não tinha muita certeza de nada. Nada que envolvesse seu futuro, pelo menos. Ou seu passado. Ficava feliz apenas com o presente.

E o presente, mais uma vez, a fez sorrir naquela noite, enquanto ela observava a interação de Bea com sua varinha. Foi tão bonito aquilo. E a fez sentir que ela realmente tinha compreendido o conteúdo. Sim, isso é bem legal. Concordou com Wane quando ele elogiou Bea sobre a varinha. Sobre Wane ser gordo, não tinha nada a dizer. Ela mesma estava com um dos bolinhos ao seu lado e beliscava de vez em quando. Ela era gorda também. Na sua mente, pelo menos. A barriga não funcionava assim.

Com a piada de Hoshiko, riu. Mas na verdade não entendeu muito bem aquilo. Não era boa em piadas de conteúdos. Não era boa em piadas, no geral. Seu senso de humor envolvia muito mais doces do que piadas. A fala de Wane, no entanto, fez o sorriso de Padmé desaparecer imediatamente. Por um pequeno instante, seu cabelo oscilou para um amarelo quase branco e, depois, voltou para o vermelho alaranjado bem vivo de sempre. Mas, ainda assim, estava levemente corada e seu sorriso estava meio forçado.

Ela se dava bem melhor em falas sobre conteúdos que sobre família. Hmmm. Começou sem saber muito bem o que dizer. Queria ter uma história mais interessante para dar. Eu vivi em um orfanato trouxa minha vida toda até receber a carta de Hogwarts. Bom, minha vida toda depois de que eu tinha mais o menos um ano e meio. Acabou resumindo, tentando não dar muitos detalhes. Por que todas as suas conversas acabavam chegando naquele assunto ultimamente? Não podia estar bem certo isso.

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Bicho-papão : Mãe

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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Rabo de Manticore, Macieira, 23 cm, Maleável.

MensagemAssunto: Re: Comunal da lufa-lufa   Qua 07 Jun 2017, 21:22

Beatrice normalmente perceberia se a cor do cabelo de alguém mudasse sozinho, mas estava ocupada demais sentindo seu estômago dar uma cambalhota para trás. Ao ouvir a história de Padmé, porém, deixou de focar em si mesma. Ficou triste com o que ouviu e por um momento perguntou-se como agir em seguida. Deixaria passar ou faria alguma coisa? Uma criança de onze anos de idade não tem uma resolução bem definida dessas coisas.

Sem demorar muito a menina pegou cinco caixinhas de sapo de chocolate e pôs em frente à colega. Sem dizer nada, limitou-se à uma troca de olhares. Para quem visse de fora provavelmente acharia o gesto simples, mas para Beatrice era algo importante. Sua felicidade era sustentada por doces. Compartilhá-los significava querer compartilhar felicidade. 

 - Eu moro com meus pais - continuou como se nada tivesse acontecido - Moramos aqui na Escócia mesmo, em Stirling. Mamãe é bruxa e papai é... "trouxa". - ela disse com uma risadinha. Ainda tinha que se acostumar a chamá-lo assim. - Mas ainda assim ele me incentivou muito para vir para cá. Fiquei tão feliz! - completou radiante.
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