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 Maratona de Medicina Bruxa

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Agatha C. Stella
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Bicho-papão : Perder a wrecking ball

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Escola/Casa: Lufa-Lufa
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MensagemAssunto: Maratona de Medicina Bruxa   Dom 26 Fev 2017 - 16:59

Maratona de Medicina Bruxa

Copa Intercasas 2017.1







Os competidores tem 2 horas de prova após o envio da MP.





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Agatha C. Stella
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Haide Chandler McBride
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Bicho-papão : Maluca dos signos

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Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 3º Ano
Varinha: Rabo de Manticore, Álamo, 28cm, Quebradiça.

MensagemAssunto: Re: Maratona de Medicina Bruxa   Dom 26 Fev 2017 - 18:42

Eu gostava de ajudar na ala hospitalar, mas, fala sério! Alessa precisava me escalar justo no Halloween? Poxa, eu queria mesmo era curtir e não ficar de plantão :( Bom, pelo menos haveria diversão ali – Vamos, professor, os coloque na maca! – Axel, o bonitão que lecionava feitiços, trazia um aluno nos braços e o outro com auxílio de um feitiço flutuando logo a sua frente. Ambos estavam desacordados e cobertos de foligem, como se algo tivesse explodido neles – Ilcorporis Cabeça! – fui logo soltando no garoto da Lufa-lufa enquanto o outro estagiário imitava todos os meus movimentos na garota da Grifinória. Axel soltava as palavras dizendo que provavelmente os dois tentaram explodir armaduras e acabaram de dando mal – É, dá pra notar, professor – disse enquanto analisava o corpo dos dois alunos por cima para ver se havia mais alguma parte quebradas além de suas pernas. Coloquei a mão no pulso do garoto para conferir sua pressão cardíaca e, para a minha surpresa, ele não respirava! Peguei no pulso feminino e também não havia sinal de respiração, fora que ambos suavam frio – Rápido, Rub! Eles devem ter inalado fumaça e não estão respirando! – disse apressada e apontei a varinha para o nariz do lufano – Respirate! – como se um sopro de vida tivesse invadido o corpo do garoto, pude ver o tórax dele se movimentando para cima e para baixo suavemente e a fumaça sair por seu nariz e ir para bem longe, desobstruindo, enfim as veias aéreas. Me virei para a grifina e repeti o processo – Respirate! – Rub não se sentia confiante para realizar o feitiço, o que não era um problema, afinal, eu estava ali para ajuda-lo.

– Vamos ver se há alguma hemorragia interna antes de cuidar de outras coisas – falei para ele – Ilcorporis Tórax! – soltei em seguida e repeti o processo em outras partes para ver se tinha algo errado – Ótimo, vamos continuar – falei após constatar que não havia nada internamente – A perna vai ser complicado, olha isso – realmente, tanto a perna da garota como do garoto estavam em posições bem feias – Me ajude aqui primeiro – ele logo soltou um Ilcorporis pude ver o estrago de fato – Relidor! – anestesiei o local para que ele não sentisse dor. Em seguida realoquei o fêmur esquerdo quebrado do garoto no lugar – Brackium Remendo! – verifiquei no Ilcorporis se estava no lugar realmente – Reparo Ossius! – o feitiço uniu as partes antes separadas – Musculum Remendo – tratei de fazer com que o músculo se reestabelecesse, como se não houvesse acontecido nada ali. Olhei novamente para o Ilcorporis de Rub e quando vi que estava tudo certo, corremos para a garota. Rub a anestesiou e eu pronunciei – Ilcorporis Perna Direita! – meu ajudante logo anestesiou e realocou a tíbia direita e seguiu os mesmos passos do que eu (Brackium Remendo, Reparo Ossius e Musculum Remendo).

– Muito bem – falei depois que observamos no Ilcorporis que tudo estava ok – Vamos ver esses cortes nos braços antes de acordá-los, ok? Estão sangrando um pouco, mas nada que precise de poção repositora de sangue – segui para o braço direito do garoto lufano enquanto Rub cuidava da garota grifina – Estanque Sangria! – disse apontando para o corte aberto por um pedaço do que foi uma armadura – Tergeo – disse para que o sangue seco que havia ali, bem como toda a sujeira desaparecesse – Contiflama! – ordenei para que não houvesse nenhuma complicação por conta de inflamações – Asclépio! – o corte rapidamente se cicatrizou, como se nada tivesse acontecido ali – Vamos ver essas queimaduras, Rub, cuidamos dos pequenos arranhões depois – disse quando ele também terminou o mesmo procedimento do que eu.referente ao corte. A mão direita do rapaz lufano estava claramente queimada, bem como seu pulso e parte do antebraço também direito. Pelo que podia ver, as chamas pegaram somente ali em sua mão, sendo que o resto do corpo ficou a salvo graças às divindades cósmicas – Primeiro: anestesiar! – falei para o menino que me ajudava, afinal de contas, aquelas queimaduras deveriam doer um pouco – Relidor! – falei e prossegui com a cura – Vamos limpar bem agora – disse para Rub que imitava cada passo meu – Tergeo! – disse com força de vontade para que não houvesse nenhum resíduo de sujeira por ali – Tá vendo que a pele parece estar úmida, tem algumas bolhinhas rosadas? É uma queimadura de segundo grau, precisamos tratar bem para que não haja cicatriz alguma, beleza? – alertei Rubens e continuei o processo de esterilização – Contiflama! – agora não haveria infecções futuras – Accio Pasta Laranja para Queimaduras – apontei para a estante onde guardávamos as poções e a mesma logo estava em minhas mãos. Com a ajuda do instrumento certo, passei uma camada espessa do material ali no ferimento e Rub fez a mesma coisa e cobrimos com uma faixa – Enquanto esperamos os vinte minutos da pasta, vamos acorda-los – sorri para Rub e apontei para a cabeça do lufano – Consciu! – segurava levemente em seu ombro para evitar que ele se levantasse bruscamente quando acordasse. Ele estava totalmente perdido quando isso aconteceu, bem como a garota grifina – Hey pessoal, tudo bem? Eu sou a Haide e esse é o Rubens e nós cuidamos de vocês enquanto estavam desacordados. Parece que se meteram em encrenca, não é mesmo? – dei risada enquanto ambos desatavam a falar e Rub lhes passava o diagnóstico do que havíamos feitos com eles.

– Não se preocupem, logo sairão daqui. Agora, tem alguma parte do corpo de vocês que esteja doendo? – ao mesmo tempo os dois reclamaram que era a cabeça e eu dei um sorriso gentil – Já esperava, esperem – fui até o armário de poções e separei duas quantidades corretas de poção sacebak e os dois copos de água. Quando voltei até eles, os dois tomaram a poção seguida do copo de água – Agora vocês vão esperar os dez minutos para que a poção faça efeito. Quando esse tempo acabar, também iremos ver essas queimaduras. Acho que nesse meio tempo o Sebastian e a Sephira já devem chegar aqui para conversar com vocês – pisquei para eles, que sabiam que estavam em encrenca. O próprio Axel bonitão que fora busca-los, eu não tinha culpa de nada! De qualquer jeito, quando o tempo passou, tiramos a faixa das queimaduras e constatamos que só havia um pouco de vermelhidão, o que era bom, já que a pele só precisava ser hidratada para se curar totalmente – Accio Poção Azul-hidratante! – quando a mesma estava em minhas mãos, apliquei uma camada e espalhei bem até que o tom passasse do azul para o transparente – Vamos ver os cortes pequenos agora – escolhi um ralado que não sangrava no ombro do garoto – Tergeo – era sempre bom limpara ferimentos, não? – Contiflama! – e evitar inflamações era ótimo! – Asclépio! – logo não havia mais nada ali. Repeti o processo em todos os outros ferimentos do menino e Rub cuidava de todos os da garota. Logo os dois estavam novos em folhas e quando eu iria dizer isso, o casal nota vinte de toda essa Escola de Magia e Bruxaria chegou para cumprirem seus papeis – Senhor Ziegler, Senhorita McCready, oi. Bem, nós cuidamos deles direitinho e creio que eles possam explicar para os senhores o que aconteceu de fato – voltei-me para os alunos ainda deitados nas macas – Vou deixar com vocês dois potes de poção azul hidratante para que possam usar a cada cinco horas nas queimaduras por mais três dias, ok? É muito importante para que não haja cicatrizes – dito isso, peguei minha varinha e acompanhei Rubens até a escrivaninha, dando o máximo de privacidade possível para diretores de casa e alunos que levariam bronca ou qualquer coisa do gênero.



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haide
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Jessie V. Hansen Adamatti
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MensagemAssunto: Re: Maratona de Medicina Bruxa   Dom 26 Fev 2017 - 18:47

Primeira fase
Dia de comemoração e festa, assim era o Halloween todo ano, mas era meu primeiro ano ajudando na ala Hospitalar. Alguns casos já haviam sido trago a nós aquele dia, como diarreia devido bombons enfeitiçados, dentes crescendo sem parar devido brincadeiras entre outros, mas nada como o caso de agora. Um professor chega no recinto com dois pacientes desacordados e pareciam bastante machucados. “O que será que haviam aprontado?!” Vou de encontro ao docente já identificando os locais que podia ser colocado cada um. - O que aconteceu? -  o questionei, e ele me disse ter encontrado os meninos perto de alguns destroços, parecendo antiga armadura, mas não sabia relatar tudo que aconteceu. - Tudo bem, vamos cuidar deles. - e me direciono para uma aluna/paciente, que pelo o uniforme via-se que era da corvinal. - Vamos cuidar de você! - Ao meu lado estava uma colega de trabalho e direciono a palavra para ela-  Alesha, realize o mesmo procedimento no outro garoto, ok? E a medida do procedimento vai me perguntando.- falei com a moça que também estava no turno da Ala Hospitalar, assim poderíamos atender ao mesmo tempo os dois alunos, sem que algum ficasse prejudicado. Com a varinha na mão e devidamente concentrada miro na cabeça da menina e conjuro - Ilcorporis Cabeça – um raio-X do membro é visualizado na frente da menina, na cor esverdeada sem alteração. - Isto é bom! Como está o garoto?- fala ao constatar que nada havia na cabeça da Corvina. Também não havia nada preocupante em relação ao outro paciente. Assim continuamos com o primeiro passo do diagnóstico - Ilcorporis Abdômen! – e nenhuma mancha fora encontrada no raio-X. Analisei juntamente com Alesha o outro paciente que também estava sem manchas no exame. A aluna deitada na maca, não apresentava febre nem suava frio, entretanto o docente falou de uma fumaça no local.

- Agora vamos ajudar na respiração deles. - reforço com a minha colega de trabalho e, sem mais delonga, conjuramos praticamente no mesmo tempo - Respirate! – ajudando assim o ar percorrer normalmente nas vias nasais dos pacientes. - Agora temos que verificar as outras regiões do corpo se não há hemorragia ou fraturas ok? Não esquece de nenhuma região. – falei com a minha colega e, assim, nós duas começamos a percorrer o resto do corpo do paciente. - Ilcorporis Braço Direito! - e assim sucessivamente. Quando a varredura das regiões terminou foi constatado que não havia hemorragia interna, somente uma fratura na perna esquerda da corvina e, no paciente ao lado, foi identificado que a mesma perna fora quebrada - Coincidência! - e ambas sabiam que deveria tratar de tal fratura, realizando novamente a imagem do raio-x - Ilcorporis Perna Esquerda – Era nítido que havia uma fratura, então procurei amenizar a dor - Headolov - anestesiei a região e com cuidado a perna é estabilizada, concentrando-me - Brackium Remendo- garantindo assim que os ossos estejam bem unidos - Raparo Ossius - o feitiço conjurado possibilitada a “cola” das partes dos ossos uma na outra. Pronto! A  parte óssea estava novamente unida, sendo que ambos os pacientes encontravam-se no mesmo tempo do processo. - Isto! A parte da Musculatura! – respondo após a pergunta de minha colega que realiza o mesmo procedimento ao lado. - Musculum Remendo - e depois que a musculatura esta reparada era a hora da conferência. -Ilcorporis Perna Esquerda –. Assim, pude analisar todo o resultado, sendo dado por satisfatório nos dois casos.

Havia algumas queimaduras no braço esquerdo da paciente e alguns cortes em sua perna direita mais profundos e arranhões pelo corpo. O sangue sangrava um pouco, chamando atenção para este detalhe. - Cuide dos cortes mais profundos do paciente ok? Depois vamos cuidar das queimaduras. Tome cuidado! - e assim apontei a varinha para um corte por cima do joelho. - Relidor – conjurei o feitiço nas regiões que observei sangramentos, não queria que a paciente, mesmo desacordada, sofresse. Voltei a varinha em direção ao corte profundo - Estanque Sangria – desta forma o sangramento foi estancado. Também havia outro corte mais profundo na canela da paciente desta mesma perna, novamente conjurei o feitiço Estanque Sangria. Voltei a mira da varinha para o braço esquerdo, onde havia queimaduras - Relidor - assim amenizaria a dor da paciente .Feito isto, poderia agora limpar os locais já estancados e também iniciar o procedimento nas queimaduras. - Tergeo! – direcionei para o primeiro lugar estancado. - Tergeo! – agora no antigo machucado da canela, logo depois, direcionei a varinha ao braço que havia algumas queimaduras, sendo elas do 2º grau - Tergeo! - deste jeito limpou a região, podendo então evitar inflamações - Contiflama! - repetindo o processo em cada uma das queimaduras encontradas. De soslaio verifiquei que a minha colega realizava o mesmo procedimento no garoto ao lado.

Ao lado, havia uma mesinha que continha algumas poções, dentro elas havia a Pasta Laranja para queimaduras, que apliquei com cuidado uma camada espessa da pasta sobre o braço do paciente que tinha a queimadura, deixando sobre a pele quase 20 minutos. Feito isto, conjurei - Curation Ardens - desejando que o paciente ficasse sem sequelas decorrentes da queimadura e, por fim, passei uma generosa camada da Poção Azul-hidratante sobre a pele afetada, espalhando-a bem até o tom azul sumir. - Não esqueça de Hidratar a região! - mostro para Alesha a pote da poção em minhas mãos. Foram realizados todos os procedimentos principais nos pacientes, sendo possível então acorda-los - Consciu - falei ao toque de leve na varinha. - Oi, você esta na ala hospitalar, mas fique calma que estamos cuidando de você. Como esta se sentindo? -  A paciente não tinha mais ânsia de vômito e queixou-se um pouco de dor de cabeça. - Ok, Eu sou a Jessie e como vocês e chama? - a minha voz era calma e serena e um sorriso tranquilizador era esboçado em meu rosto. O nome da menina era Millena e parecia razoavelmente bem. - Headolor si – conjuro o feitiço que envolve a cabeça da menina aliviando então a dor da mesma. - Fique calma, vou só cuidar de alguns pequenos cortes tudo bem? - Com gazes na mão, molhei na poção Limpa Feridas e apliquei em pequenos cortes que eram encontrados, como na mão da garota, cotovelos. - Ventus! – e assim, a poção de cor púrpura, limpou pequenos cortes abertos, acelerando no processo de cicatrização do mesmo.

- Como se sente agora Millena? Quer falar o que estava fazendo para acontecer este acidente? - o procedimento havia sido finalizando, tanto para Millena e seu amigo Caio, como se apresentou a Alesha. Os garotos tiveram sorte de não ter acontecido algo pior, agora ela deveria cuidar da região que outrora tinha queimadura. - Leve este potinho de Poção Azul-hidratante. Passe uma generosa camada nesta região – falei enquanto mostrava a região afetada - espalhando bem ta? Até o tom azul sumir. Como foi uma queimadura de 2º grau pode passar dois dias. - entreguei o pequeno pote que havia a quantidade exata para a quantidade de aplicação indicada. - Ficara em observação por algum tempo, mas qualquer coisa pode me chamar viu? - e assim continuei na Ala hospitalar atendendo alguns casos menores que aguardavam.

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Faye Gebühr Miller
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MensagemAssunto: Re: Maratona de Medicina Bruxa   Dom 26 Fev 2017 - 18:49

Mas porque raios Faye ia ficar de voluntaria naquela ala hospitalar? Era muito altruísmo mesmo, mas fazer o que, ajudar pessoas é o que há. Até que tudo estava tranquilo, o Halloween deixava as pessoas ocupadas comendo seus doces ou buscando por sustos, nada de gente caindo da vassoura, poções explodindo e... Lá chegava um professor trazendo um aluno em seus braços e outro levitando atrás de si. Tava bom demais pra ser verdade. Faye já contou um dia o quanto ela detesta dois pacientes ao mesmo tempo? Se não fique sabendo: dois ao mesmo tempo é um saco. - Um em cada maca por favor. - Pediu a menina, o professor colocou o que estava em seu colo em uma maca e levitou o outro para a maca ao lado, muita maestria da parte dele conseguir carregar um e usar o feitiço com o outro. - Sabe o que aconteceu? - Perguntava ao homem enquanto ia verificar os pacientes, só pela sua visão ela podia verificar queimaduras e vários cortes, onde tem fogo provavelmente tem explosão. O professor contava apenas o que viu quando encontrou os garotos, eles estavam no canto das paredes como se tivesse sido arremessados, haviam várias partes de armaduras espalhadas pelo corredor, provavelmente tinham explodido ela. - Onde tem explosão tem fumaça, mas vamos verificar isso melhor. - Antes de tudo Faye utilizou Relidor nas queimaduras e cortes em ambos os pacientes, não queria correr o risco deles acabarem acordando por causa daquilo, dor pode fazer desmaiar quanto pode fazer acordar. Em seguida passou a realizar os procedimentos básicos de diagnóstico. Utilizou o Ilcorporis para verificar a cabeça da primeira vítima, estava intacta para a alegria da nação, verificou a cabeça da segunda vítima também, nenhum dano. Em seguida utilizou o Ilcorporis no tronco da segunda vítima, o raio-x não mostrava nenhum problema nos ossos, porem Faye conseguia notar uma dificuldade na respiração. Deve ser fumaça, de fato uma explosão. Pensou cancelando o feitiço do raio-x e apontando a varinha para o peito da vítima ela disse. - Respirate. - O feitiço ajudaria o ar percorrer as vias nasais melhor. Foi até a primeira vítima e percebeu que ela estava com o mesmo problema, dificuldades para respirar por conta de fumaça, apontou novamente o peito do ser humano. - Respirate. - Ajudou a primeira vítima também com o feitiço. - Abra as janelas por favor, preciso do ar mais fresco possível circulando por aqui. - Pediu ao professor que ainda estava por ali, depois de inalar fumaça nada melhor do que um bom ar fresco, mesmo que eles estivessem desacordados.

Após cuidar deste problema, Faye continuou com o procedimento de verificação do corpo, utilizando o Ilcorporis no tronco da primeira vítima, verificando que essa também não tinha nenhuma costela quebrada. Após verificar o tronco de ambas as vitimas, Faye começou a usar o feitiço nos membros, inicialmente nos braços e depois nas pernas. - Ilcorporis Perna Esquerda. - Dizia apontando a varinha para a perna esquerda da primeira vítima, que estava com uma fratura desalinhada. - Relidor. - Utilizou por precaução, você sabe né, nada de acordar as vítimas antes que elas estejam curadas se não só da grito. Em seguida foi para a segunda vítima e fez o mesmo procedimento com o Ilcorporis verificando os membros periféricos, constatando que essa também tinha quebrado uma das pernas, mas a direita, felizmente o osso não estava deslocado, utilizou o Relidor ali também para precaver. Okay, o mais grave primeiro. Voltou a primeira vítima, porque essa que estava com a fratura desalinhada, apontou a varinha para tal local. - Headolov. - A luz turquesa saiu de sua varinha e fez-se presente na perna esquerda, já que Faye teria que alinhar o osso novamente no lugar era melhor usar um feitiço anestésico mais potente. Faye começou a mexer na perna esquerda da primeira vítima alinhando o osso, utilizava o Ilcorporis vez ou outra para verificar se o osso estava ficando mais próximo do local, quando pode ver que o osso estava alinhado de novo ela continuou com o tratamento. Apontou a varinha para a região. - Brackium Remendo. - O feitiço fez os ossos se juntarem novamente como se fossem grudados por uma cola, continuou com a varinha apontada para o local. - Reparo Ossius. - O osso então foi reparado. Como a fratura tinha sido deslocada era provavel que um musculo tivesse sido machucado também, então ainda lançou um último feitiço. - Musculum Remendo. - Por fim utilizou o Ilcorporis mais uma vez para verificar se o problema tinha sido resolvido, que de fato foi. Foi então para a segunda vítima e refez o processo de cura dos ossos, a fratura não estava desalinhada, então ela não precisava colocar no lugar e tudo mais, utilizou logo o Brackium Remendo e depois o Reparo Ossius, finalizando com o Musculum Remendo para qualquer dano muscular que possa ter ocorrido. - Ilcorporis Perna Direita. - Pronunciou olhando o raio-x da perna da segunda vítima para verificar como tinha ficado o seu trabalho, o osso tinha sido revitalizado.

Francamente o que que tem na cabeça de um ser humano pra ele conseguir se fazer tudo isso? Pensava enquanto verificava as queimaduras mais a finco, tinham queimaduras fracas e outras mais fortes. A primeira vítima tinha uma quantia de queimaduras graves maior do que a segunda, provavelmente a primeira era quem tinha lançado a coisa que explodia na armadura. E lá vamos nós. Pensou já indo até o armário pegando a pasta laranja para queimaduras, poção azul-hidratante, e ataduras. Pelo menos já usei Relidor nessa potranca inteira. Amem que eles estão desacordados, imagina o caos se não estivessem? Cuidaria primeiro da primeira vítima, já que seu caso era mais grave. Apontou a varinha para as queimaduras e utilizou um feitiço para limpa-las. - Tergeo. - As impurezas foram sugadas pela sua varinha e se desintegraram pelo feitiço. Faye fez isso em toda santa queimadura que encontrou naquele corpo, continuou o tratamento utilizando um novo feitiço para prevenir as infecções. - Contiflama. - E foi repetindo o feitiço para todas as queimaduras assim como tinha feito com o Tergeo, assim todas ficariam prevenidas. - Curation Ardens. - As queimaduras de primeiro grau foram curadas com este feitiço, eram poucas na primeira vítima, mas existiam, mesmo não curando as de graus maiores ainda era bom a utilização do feitiço, então foi utilizando este por todas as queimaduras encontradas. Faye abriu o potinho que continha a pasta laranja para queimaduras e com uma espátula começou a passar pelas queimaduras de segundo e terceiro graus, passando uma camada de espessura considerável. Deixaria a pasta fazer a sua ação, Faye sabia que não deveria ficar ali por mais de vinte minutos, nesses minutos que se passariam então ela cuidaria das queimaduras da segunda vítima fazendo exatamente o mesmo processo, utilizando o Tergeo para limpar, o Contiflama para prevenir de inflamações e o Curation Ardens para curar as de primeiro grau e ajudar no tratamento de outras, fez isso em todas as queimaduras que pode ver. Felizmente a segunda vítima tinha menos queimaduras de segundo e terceiro graus, então levaria menos tempo para passar toda a pasta pelas queimaduras. Mais ou menos uns quinze minutos depois ela tinha terminado de fazer tudo na segunda vítima, voltando a primeira e utilizando o feitiço Tergeo novamente para toda a pasta laranja ser limpa das queimaduras. As queimaduras estavam mais tratadas, porem ainda precisariam de novas aplicações futuras, para nada acontecer com as regiões, Faye pagou as ataduras e começou a envolver as queimaduras com elas. Já aquelas queimaduras que haviam sido curadas, as de primeiro grau, Faye aplicou uma a poção azul hidratante, passando uma camada considerável e espalhando com os dedos até a coloração azul não aparecer na pele. Fez a mesma coisa com a segunda vítima quando terminou com a primeira, retirou a pasta laranja antes de vinte minutos e cobriu as queimaduras com ataduras, já aquelas que haviam sido curadas a menina aplicou a poção azul-hidrantante para hidratar o local e deixar a pele completamente reconstruida.

Acho que agora só faltam os cortes. Pensava observando as vítimas. Francamente porque as pessoas fazem isso no Halloween? A gente tá aqui de boas ai aparece um infeliz desses machucado com altas coisas, não da nem pra curtir um tempo de paz. Desabafava em seus pensamentos. Os cortes nas duas vítimas estavam mais ou menos a mesma coisa, tanto um quanto o outro possuíam alguns mais leves, outros mais profundos, então ela começou pela primeira vítima mesmo. Notava-se que os cortes mais leves o sangue já tinha coagulado completamente, já nos mais profundos ainda era possível se ver um sangramento, nesses cortes mais profundos Faye apontou a varinha. - Estanque Sangria. - Realizava o feitiço em todos os cortes mais profundos para o sangramento se estancar completamente, primeiro fez isso na primeira vítima, depois foi na segunda a fez a mesma coisa. Era assim que cuidaria dos cortes, tudo que faria em uma vítima faria logo na outra. Continuou o tratamento dos cortes passando para a parte da limpeza, preferiu não pegar a poção limpa feridas por contas das queimaduras que as vítimas possuíam, mesmo que já estivessem enfaixadas ela preferia não arriscar. - Tergeo. - Realizou o feitiço em cada santo corte, mesmo que fossem leves ou profundos todos tinham que ser limpos, fez isso na primeira vítima e depois na segunda. Como não tinha usado a poção limpa feridas as inflamações não tinham sido prevenidas ainda, portando também utilizou o Contiflama em todos os cortes dos dois seres humanos ali enfermos. - Agora partiu cicatrizar isso tudo porque minha nossa, quanto trabalho. - Estava ficando tão cansada que até já estava desabafando fora dos pensamentos. Posicionou-se na primeira vítima e apontou para o corte mais profundo encontrado. - Asclépio. - E assim foi ajudando os cortes a cicatrizarem, sempre partindo dos mais profundos para os mais leves. Fez o mesmo com a segunda vítima, cicatrizando os seus cortes desde o mais profundo até o mais leve.

Faye passou a mão na sua testa e reparou que está estava suada, na verdade ela toda estava suada, o que era um porre, precisava de um banho urgente. - Cara, eu não nasci para ser médica. - Dizia caminhando para o armário tirando mais pastas laranjas e poções azuis-hidratantes, deixando na escrivaninha que havia entre as macas das vítimas, melhor já deixar por ali visto que reaplicações seriam necessárias, e quando as queimaduras estivessem curadas, aplicações da poção azul-hidratantes deveriam ser feitas. Apesar de Faye já estar impaciente e não querer conversar com ninguém, ela tinha que acordar as vitimas para ver se não havia outros problemas. Apontou a varinha para a primeira vítima. - Enervate. - O paciente foi acordando lentamente, e assim que sua consciência fez-se presente perguntou onde estava e o que tinha acontecido. Ai, essa gente mais sem memória. - Você está na ala hospitalar, pelo que indica seus ferimentos acho que sofreu de alguma explosão, você se lembra do que estava tentando fazer? - Este contou que estava tentando fazer fumaça sair de uma armadura para ela ficar mais sinistra. - Não se mexa muitos, suas queimaduras foram graves e ainda não estão totalmente curadas. - Em seguida foi para a vítima desacordada. - Enervate. - Acordou essa também e explicou a mesma coisa, os dois amigos olharam uns para os outros e começaram a conversar sobre precisarem ter mais cuidado na próxima armadura. - Próxima armadura? Não tem próxima armadura nenhuma não, não querem voltar para a ala hospitalar não é? Olha o estado de vocês, já pararam pra ver o quanto estão enfaixados? - Pra varias Faye tinha que dar aquela bronca, pelo menos eles se deram conta do que tinha acontecido e ficaram calados. - Vocês vão ficar aqui sob observação porque essas queimadura ainda não foram completamente curadas. Nada de movimentos e se levantar, só se quiser ir ao banheiro. - Dizia com uma voz meio mal humorada. Ainda vou ter que pagar de babá, francamente, porque eu me voluntario para essas coisas?

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FAYE GEBÜHR MILLER
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Aidan Braddock Salvatore
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MensagemAssunto: Re: Maratona de Medicina Bruxa   Dom 26 Fev 2017 - 18:53

As vezes era engraçado como as coisas aconteciam, desde que Ella foi parar na Ala Hospitalar, os dois enfermeiros responsáveis por ela pareciam me ver com bons olhos pois me escalaram pra um "turno extra", quase uma atividade extracurricular, eu não fiquei triste de ter que passar a noite na Ala Hospitalar ao invés de estar me entretendo e me metendo em bagunças pelo Castelo, como a maioria estava fazendo, afinal de contas eu podia ver gente menos esperta tendo umas ideias brilhantes e pagando o pato por isso, o que valia por mil pegadinhas se você for analisar a quantidade de histórias que você vai contar depois. Cheguei no horário combinado, na verdade me antecipei em cinco minutos, e logo Alessa me pediu para ajudar ela a organizar o armário de poções depois que eu vesti um daqueles jalecos da Ala, porque ela havia precisado tirar um monte delas por conta de alguns casos que apareceram mais cedo e eu prontamente me unir a ela na organização, estávamos quase no final quando a porta da Ala foi aberta e um professor começou a chamar por ajuda, nós fomos em direção a entrada do lugar e logo pude ver o homem tentando manter dois alunos sobre o efeito do feitiço levicorpus, eu me posicionei de forma a pegar um dos garotos e o levei a maca mais próxima, não foi fácil pois o garoto era pesado, mas eu consegui ter alguma sorte. – Professor, o senhor sabe o que aconteceu? – Falei com curiosidade, enquanto colocava um par de luvas estéreis, e ergui as sobrancelhas de leve pra o mesmo e ele relatou o básico: uma explosão e quando foi ver viu os dois lá, a minha primeira atitude foi chegar os sinais vitais dele, usando os dois dedos indicadores sobre o pulso dele em busca de alguma pulsação, soltei um suspiro aliviado ao ver que ele estava com batimentos, já era uma vitória dada a situação e seu estado físico, então apontei a varinha pra palma da minha mão, "Conjurius Army", então conjurei um espelhinho pequeno e o posicionei a baixo das narinas do garoto e sorri ao ver o espelho embaçado. – É, campeão... Pelo menos tu sobreviveu. – Murmurei e fui então me preocupar com o resto do corpo dele.

Apontei a varinha para a cabeça dele e me concentrei, afinal precisava usar um feitiço que não usava com tanta frequência assim porque ainda estava começando a usar ele nas aulas de feitiços, o que tornava mais complexa a minha situação. – Ilcorporis Cabeça. – Falei baixinho, apontando a varinha pra cabeça do garoto desmaiado e mais uma vez me senti em paz, quando notei que ele não tinha sofrido nada grave na cabeça, o que era uma vitória, vamos combinar. Depois repetir o uso do Ilcorporis para checar o abdômen dele, notando que ali não havia nenhum tipo de fratura, porém ao meu olho nu foi capaz de ver vários cortes ali, o que indicava que seria uma área a se tomar cuidado. Não levei mais do que alguns minutos para checar os braços dele que só apresentaram cortes e inchaços onde os cortes eram mais fundos, além das queimaduras é claro. Foi na perna direita do meu paciente que as coisas começaram a complicar, pois vi uma fratura no fêmur, por sorte não havia sido exposta, mas aquilo deveria doer muito, não é de se espantar que ele estivesse desacordado. Então eu apontei a varinha para o garoto e me concentrei, pois sabia que a situação pedia dessas coisas. – Respirate. – Murmurei, afinal era sempre bom auxiliar na respiração de alguém que havia acabado por inalar muita fumaça, como devia ser o caso deles, então eu parti para a próxima parte, como haviam muitas queimaduras nos braços dele, que provavelmente ele usou para se defender da explosão, eu sabia que acordar ele antes de fazer algo pelas queimaduras seria muita maldade, logo apontei a varinha para o braço esquerdo dele. – Headolov. – Murmurei e fiz o mesmo procedimento no braço direito, pelo menos essas queimaduras estariam sem perturbar ele durante algum tempo, meu susto foi ouvir Alessa me pedindo para lidar com o outro garoto porque também haviam chegados mais casos, ela disse que tinha deixado o menino com o Vive Mortis atuando nele, logo eu podia cuidar do que estava cuidando e partir para o outro. – Ok, Alessa. – Falei com calma e fui memorizando o que ela me disse sobre o outro paciente e assim voltei ao meu atual paciente.

Apontei a varinha para outras regiões mais machucadas e suspirei pesado, não sabia o que aqueles dois tinham feito, mas foi uma burrada das grandes, vamos combinar... Porque olha o estrago neles, só sendo muito louco pra fazer algo assim. Voltei a minha atenção ao tratamento antes que me dispersasse demais dos meus afazeres, então apontei a varinha para as regiões machucadas, uma a uma, e usei o Relidor, para aliviar as dores, só na fratura do fêmur direito que eu não fiz isso, pois voltei a usar o Headolov, que era mais indicado pra situação. Então, com isso feito, apontei a varinha para o meu paciente e me preparei pra o que viria. – Enervate. – Murmurei e segurei os ombros do garoto assim que ele fez menção de se sentar e olhei nos olhos dele, ele parecia em pânico. – Calma, você está na Ala Hospitalar e possui várias coisas machucado seu corpo, então não se mexa ou vai se magoar. – Falei com calma e ele pareceu entender pois se deitou na maca e ficou quieto, antes de mencionar que não estava sentindo os braços e a perna direita. – Eu usei um feitiço para anestesiar eles, porque você tem os piores machucados aí. – Falei com calma e ele pareceu ficar mais quieto, só reclamou de estar sentindo a garganta seca. – Isso deve ser porque você inalou muita fumaça. Daqui a pouco lhe darei algo pra beber, ok? Mas agora preciso me focar no tratamento. – Falei com calma pra ele e acenou com a cabeça, então apontei a varinha para a primeira queimadura no braço dele, ele encarava aquilo assustado. – Contiflama. – Murmurei e fiz o mesmo nas demais queimaduras expostas dele, que estavam em sua maioria nos braços. Notei que alguns cortes dele ainda sangravam, então voltei a minha atenção a isso, me repreendendo mentalmente por não ter visto isso antes, então apontei para um corte no abdômen dele que era bem grande. – Estanque Sangria! – Murmurei e fiz o mesmo procedimento em demais cortes mais profundos que sangravam, com isso feito, utilizei novamente o Contiflama porque todos os cortes mereciam dessa atenção.

Avisei a ele que voltava logo e fui em direção ao armário de poções, onde peguei: Passta Alaranjada para Queimaduras, Poção Restauradora, Poção Repositora de Sangue, Poção Azul Hidratante, Essência de Ditamno e Poção Limpa Feridas, logo voltei até o meu paciente e depositei todas as poções ali, me organizei pra não me embananar com tudo que estava ali, notei o olhar do meu paciente e sorri. – Calma, a maioria é para limpeza e cuidados com seus ferimentos, fica tranquilo. A propósito, qual seu nome e o do seu amigo? – Falei curioso e ele me disse que se chamava Alex e seu amigo era Pietro. – Certo, Alex, agora eu vou cuidar dessas queimaduras aqui, que estão mais sérias. Você não vai ter nem sinal de que elas estiveram aí algum dia, relaxe. – Falei com calma e apontei a varinha para cada uma das queimaduras dele. – Tergeo. – Murmurei e garanti que estavam limpas antes de eu pegar a Pasta Alaranjada e ir espalhando elas sobre as queimaduras, a pasta teria que ficar ali por cerca de vinte minutos antes de qualquer coisa, logo eu deixei a Pasta agir nas queimaduras, deixando os braços dele apoiados sobre o colchão de forma que a parte interna dos braços em contato com o colchão e apontei a varinha para a camisa dele, que parecia ensopada de sangue, dos cortes que antes estanquei, e me concentrei para não fazer nada de errado. – Não se mexa e nem mexa os braços, ok? – Falei para Alex e voltei a me concentrar no que tinha de fazer que era cortar a camisa dele para ter espaço para a ação. – Diffindo. – Murmurei e fiz a varinha rasgar o tecido e abri espaço para trabalhar ali no tórax dele, que só me confirmou o que eu esperava, então apontei a varinha para um corte na altura do peito dele. – Tergeo. – Murmurei e vi o mesmo ficar mais visível sem todo sangue no caminho, então uma vez com o corte liberado, peguei a Essência de Ditamno e voltei a apontar a varinha pra o corte, me lembrando de um detalhe. – Contiflama. – Murmurei e pinguei apenas três gotas dela no corte profundo, logo uma fumacinha subiu no ar e o corte foi se fechando, fiz o mesmo procedimento para todos os cortes mais profundos, pois eles precisavam de algo mais potente que a Poção Limpa Feridas.

Então eu parti para os cortes menores, sempre usando Tergeo e Contiflama, pra depois usar a Poção Limpa Feridas e Asclépio, assim fechando os cortes menores, para a fratura no fêmur usei as mãos para posicionar a fratura e alinhar as partes rompidas do osso, então apontei a varinha para o local. – Brackium Remendo. – Murmurei e mantive a varinha apontada para a região, chequei meu colega e o relógio, o garoto parecia não estar sentido nada pra minha sorte, mas o relógio indicava que eu tinha cinco minutos para poder tirar a Pasta Alaranjada, então precisava me ater a isso. – Reparo Ossius. – Murmurei e finalizei a parte que se relacionava ao osso e usei um Ilcorporis para verificar se o osso estava de fato remendado corretamente, fiquei feliz ao ver que sim, que tudo estava bem por ali e eu não tinha aleijado Alex, logo parti pra o passo seguinte dessa parte do tratamento: cuidar dos músculos. – Musculum Remendo. – Murmurei e me senti mais confiante de que ele ficaria bem, então voltei a minha atenção a Alex. – Bom, agora temos só que lidar as poções para auxiliar com a inalação da fumaça e a perda de sangue. – Falei com calma e peguei a Poção Restauradora e conjurei um copo graduado, medi uma colher de café da poção para Alex, porque seu estado não era tão debilitado, mas ele precisava que seu sistema imunológico se fortalecesse e liberasse as toxinas, algo em que a poção auxiliaria. Logo eu deixei o copo com a colher apoiada em cima dele ao lado da maca de Alex e me voltei as queimaduras no braço dele, na parte externa, e apontei a varinha para cada uma delas, com calma. – Tergeo! Tergeo! Tergeo. – Murmurei e fui limpando a pasta das queimaduras, vendo elas bem melhores do que antes e sorri pra ele. – Viu? Quase curadas. Só falta isso aqui... – Murmurei e apontei a varinha para uma das queimaduras. – Curation Ardens. – Murmurei e repeti o feitiço nas demais áreas queimadas dos braços dele, assim finalizando o tratamento principal ali, ele começou a mover os dedos das mãos e eu ri. – Já não era sem tempo! Você tem algum tipo de fraqueza por feitiços anestésicos, pelo visto, normalmente não demora tanto. – Falei meio pensativo e ajudei ele a tomar a Poção Restauradora e em seguida servi um copo de Poção Repositora de Sangue para e ele, fiz ele tomar o mesmo com calma e em seguida enchi o mesmo copo com água, deixando ele pegar o mesmo, que foi quando ele voltou a se sentir mais ciente dos próprios movimentos.

– Opa, rapaz... Não tinha visto isso! – Falei sobre uma queimadura mais leve na parte interna do braço dele e fiz o mesmo deixar o copo vazio de lado e me foquei no braço esquerdo dele que apresentava uma queimadura mediana, não era grave, mas também não era nada simples. – Ainda bem que ainda ia usar essa danadinha aqui... – Falei bem humorado ao pegar um frasco com uma poção azul, que era a Poção Azul Hidratante e usei o mesmo esquema na queimadura atual que usei nas anteriores, apontei a varinha pra ela e usei a duplinha do amor: Tergeo e Contiflama, antes de espalhar a poção azul por cima até ela deixar de ser azul, então apontei a varinha pra o local. – Ferula. – Murmurei e logo vi as ataduras surgirem. – Doaid – Murmurei e em seguida o curativo se fez presente sobre a área queimada, usei a poção azul sobre as áreas externas, só para garantir a cicatrização perfeita delas e então deixei ele ser feliz e descansar, avisando a ele pra não sair da maca nem tão cedo e me foquei em seu companheiro de "aventura" Mike, que estava ali me esperando, como Alessa já tinha feito a checagem inicial, cabia a mim continuar a partir dali e cuidar dos ferimentos, fui até a mesa de apoio da cama de Alex e notei que ela tinha rodinhas, logo empurrei a mesma até onde Mike estava deitado, pra poder começar os trabalhos com ele. Assim que aproximei, logo procurei por cortes mais profundos no mesmo, então apontando a varinha para eles e usando o Estanque Sangria em todos ferimentos que estava aparentando sangramento, então eu analisei os machucados dele, ao oposto do amigo que só tinha se queimado e sofrido arranhões, Mike tinha alguns fragmentos de armadura em seus braços e pernas, dava pra ver, o que indicava que ele estava mais próximo da armadura no momento que ela explodiu, eu fui removendo os "fragmentos" de armadura e joguei eles sobre a bandeja onde estavam as poções, fui estancando os ferimentos que começaram a sangrar com Estanque Sangria, mais uma vez, dessa vez eu estava mais atento e ligado a tudo, apontei para a perna esquerda de Mike e me concentrei.

– Ilcorporis Perna. – Murmurei e notei que ele tinha uma fratura na cabeça do fêmur, que era outra fratura bem chata, por sorte os ossos estavam alinhados, provavelmente Alessa já tinha agido pra tentar auxiliar logo no tratamento, mas foi impedida pelo outro caso, que parecia ter sido uma garota que caiu de cima de uma das Torres e estava mais frágil que Mike, claro. Feito isso, notei que Mike tinha uma queimadura na bochecha direita e os braços se encontravam completamente feridos, fui tirando dali alguns resquícios menores de armadura e suspirei pesado, eles eram insanos de fazerem algo assim, feito isso apontei a varinha para os braços dele, um de cada vez, e usei o Headolov, assim evitei que ele sentisse a dor das queimaduras e repeti o Headolov em ferimentos que seriam mais incômodos, como fiz com Alex, e usei Relidor nos machucados mais leves, então eu apontei a varinha pra meu paciente, que tinha tudo pra estar estabilizado agora. – Revive Mortis. – Murmurei e vi ele voltar a agir normalmente, como qualquer pessoa, então mantive a mira sobre ele e me concentrei. – Respirate. – Murmurei, me lembrando disso antes que ele começasse a tossir ou sufocar, não queríamos isso aqui. – Enervate! – Murmurei e sorri ao ver ele acordar, então o mesmo deu um grito e eu apareci no campo de visão dele. – Calma, calma... Mike, eu sou Aidan! Você está na Ala Hospitalar, não precisa se preocupar, está tudo bem. – Falei com a voz mais alta pra ele me ouvir e aos poucos vi ele relaxando e respirei fundo, então partindo para o tratamento dele, apontei a varinha para a bochecha dele. – Tergeo. – Murmurei e em seguida troquei minhas luvas por um novo par. – Contiflama. – Murmurei, novamente com a mira em sua bochecha, então eu peguei a Pasta Alaranjada e espalhei ela pela bochecha dele, assim deixando ela agir, fiz o mesmo com o braço dele, deixando a pasta ali pra que ela fosse fazendo efeito a medida que eu fizesse o resto, ao oposto de Alex ele não apresentava muitos cortes no abdômen, provavelmente foi assim que ele queimou a bochecha, porque tentou defender muitos pontos ao mesmo tempo.

– Relaxe e não toque nas pastas, deixa seus braços imóveis porque ela precisa agir e se você tirar vou ter que fazer tudo de novo. – Falei pra ele quando notei ele olhando muito a pasta sobre os braços e continuei o tratamento, abrindo os botões da blusa dele e abrindo espaço pra eu agir, rapidamente usei mais alguns Estanque Sangria, Tergeo e Contiflama, exatamente nessa ordem, sobre os cortes ali, deixando eles perfeitamente limpos para poder agir, novamente apostei em Essência de Ditamno para cortes grandes (aplicando três gotas) e a Poção Limpa Feridas ficou apenas para os menores e menos sérios, sendo acompanhada de um Asclépio para cada um dos machucados que ele apresentava, assim ele logo estava sem machucados. Apontei a varinha para cabeça do fêmur dele, que Alessa já tinha alinhado pra minha felicidade. – Brackium Remendo! – Murmurei e em seguida mantive a varinha apontada pra o local da fratura. – Reparo Ossius. – Murmurei e me senti mais calmo, ao menos um pouco né, porque era uma coisa a menos pra me encher a mente. – Ilcorporis Perna. – Murmurei com a varinha ainda apontada para a perna dele e sorri ao ver que novamente tinha feito tudo certo, então logo aproveitei o gancho. – Musculum Remendo. – Murmurei e me voltei pras áreas com Pasta Alaranjada e, mais uma vez, usei o feitiço Tergeo pra retirar ela das áreas queimadas e logo fui aplicando o Curation Ardens em cada uma das áreas, para só então usar a poção Azul Hidratante sobre elas, passando sobre as mesmas e deixando as regiões sem ataduras, pois não teriam tanto contato com o corpo como era a que havia se localizado na parte interna do braço de Alex, uma vez feito tudo isso. Verifiquei se não haviam cortes ou ferimentos esquecidos e deixei Mike descansar um pouco, enquanto eu ia conjurando mais um copo graduado e limpando o outro que usei com Alex, medi mais uma vez uma colher de café da poção de Poção Restauradora, então apontei a varinha para o copo novo e o enchi com água e no outro usei para encher um copo de Poção Repositora de Sangue.

– Engole de uma vez. – Falei com calma e ajudei ele a levar a colher de café até a boca, pra tomar a Poção Restauradora, então deixei ele esperar um minutinho antes de dar a poção repositora e o deixei bebendo água, enquanto ia até o armário de poções guardar tudo que usei, não demorou muito até que eu organizasse tudo como devia e Alessa finalmente apareceu, ela parecia cansada, mas estava claramente feliz, o que era sinal de que havia salvo a garota. – Pronto, acho que os rapazes estão bem. – Falei com calma e passei uma mão pela nuca, notando o quanto estive tenso, e lembrei de um detalhe. – Pra complementar o tratamento das queimaduras graves eu usei a Poção Azul Hidratante, então você já sabe que deve fazer esses dois desastrados usarem ela pelos próximos dias, certo? – Falei divertido e Alessa riu da minha ousadia, antes de ir verificar os garotos, ela me dei um sinal de "ok" pra cada um deles e logo foi conversar com o professor, assim me deixando livre para ir novamente ver Ella, me aproximei do leito dela e dei um sorriso largo. – Então, estamos melhores hoje, senhorita Munroe? – Falei curioso e notei ela estranhando as minhas vestes, não demorou muito para eu terminar de explicar o que houve e me lembrar de tirar as luvas, jogando elas no lixeiro próximo a maca de Ella. Só depois de um tempo que Alessa chegou e me disse pra ir para o meu Dormitório pois eu precisava dormir direito depois desse turno na Ala e me pediu para aparecer ali mais vezes pra auxiliar, sorri de um canto a outro. – Pode deixar! É bom pra aprender mais sobre poções e feitiços. – Falei empolgado e me levantei, dando um beijo na bochecha de Ella e um sorriso largo. – Amanhã estarei de novo aqui. – Falei empolgado e me despedi das duas, indo em direção a saída da Ala antes que Alessa me expulsasse com uma vassourada na bunda, sabe como é, tirei o jaleco no meio do caminho e deixei ele pendurado em um cabide de chão, antes de sair dali de vez. Saio dali.

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MensagemAssunto: Re: Maratona de Medicina Bruxa   Dom 26 Fev 2017 - 18:56

A festa de Halloween era uma das mais esperadas por todos os alunos de Hogwarts. O ambiente pelos corredores sempre tinha um ar de festividade. Porém, os sorrisos e gargalhadas que eram dispersados com certeza não representavam a preocupação estampada no rosto de Charlotte. Ela estava na Ala Hospitalar, com nariz e boca cobertos por uma máscara. As habituais vestes trocadas por um jaleco, mãos sendo protegidas por luvas. Quando dois professores entraram na Ala, cada qual carregando um aluno desacordado, Charlotte apertou a varinha contra os dedos e aproximou-se. — Coloquem os dois aqui, um em cada maca. — Ela conduziu os professores para que conseguissem deitar os novos pacientes com máxima delicadeza. — Devagar, cuidado com a cabeça dele. — Disse para um dos professores. — Pode me explicar o que aconteceu? — Charlotte dirigiu a pergunta para um deles enquanto ficava entre as macas dos alunos.

Descobriu que por uma brincadeira inconsequente, ambos os alunos haviam explodido uma armadura. Charlotte buscou o máximo de ar que conseguia, precisava de muita calma para tratar de dois alunos ao mesmo tempo. Analisou o primeiro aluno. As vestes grifinas totalmente danificadas devido às chamas que tinham o atingido, além de estar respirando com certa dificuldade. Haviam vários cortes espalhados pelo corpo também, profundos e leves. As queimaduras causadas pelo fogo pareciam ser de primeiro e segundo grau. Charlotte observava tudo muito atentamente, tentando montar em sua cabeça o que deveria fazer primeiro. O segundo aluno, esse lufano, tinha queimaduras piores que a do grifino. Com certeza de segundo e terceiro grau, além de cortes mais profundos. Ambos tinham uma perna quebrada.

Charlotte teria que ser rápida em seus primeiros tratamentos. Fazê-los parar de sentir dor era o principal ponto ali. Aproximou-se do lufano que parecia pior e apontou a varinha para o nariz dele. — Respirate. — Enquanto pronunciava o feitiço, Charlotte movia a varinha, acompanhando o movimento do ar até os pulmões. Quando percebeu que o garoto já respirava melhor, ela apontou a varinha para toda a extensão do corpo. — Relidor. — Moveu lentamente a mão, fazendo o efeito do feitiço espalhar-se. Ele já não sentia dor e também respirava normalmente. Virou-se e prestou atenção no grifino. — Respirate. — O mesmo movimento, acompanhando o ar que entrava nos pulmões. — Relidor. — A varinha apontada para o corpo do grifino. Ambos agora estavam respirando e sem dor alguma.

Charlotte decidiu por começar o tratamento com o lufano. As queimaduras formaram bolhas horríveis na pele e os cortes ainda estavam abertos e sangrando. O primeiro corte profundo encontrava-se no braço direito. — Estanque Sangria! — Ela moveu a varinha em cima do corte e imediatamente o sangue parou de escorrer. — Tergeo! — Usou para limpar qualquer impureza, além do sangue que poderia estar acumulado ali. — Asclépio! — O corte então foi finalmente fechado. O que ficou no lugar foi uma pequena cicatriz, que provavelmente sumiria com o tempo. O segundo corte profundo era na coxa direita. Charlotte analisava o corte com cuidado, percebendo que deveria ter em torno de cinco centímetros. Parecia pequeno e inocente, mas o sangue vivo que saía dali indicava a profundidade do corte. — Estanque Sangria! — Ela moveu a varinha em toda a extensão do corte. — Tergeo! — Agora poderia ver que era realmente profundo. Mas já estava estancado e limpo. — Asclépio! — Cicatrizado também.

Charlotte não podia curar as queimaduras do lufano enquanto não curasse os cortes profundos do grifino. Precisava ser rápida e eficiente, mas ainda assim delicada para que não esquecesse nenhum passo. Ela aproximou-se do grifino e analisou seus cortes. A maioria eram pequenos e não dariam tanto trabalho, talvez apenas um deles. Era na perna esquerda, então ela apontou a varinha para o corte e pronunciou o feitiço com a voz mais clara que conseguia. — Estanque Sangria! — Charlotte observou o sangue parar de fluir conforme mexia o pulso em movimentos horizontais. — Tergeo! — Limpo e esterilizado, bastava apenas fechá-lo. — Asclépio! — O corte já não existia mais e a perna do garoto estava intacta – tirando a parte quebrada.

Esse seria o próximo ponto a ser resolvido. Ambos estavam com as pernas quebradas, Charlotte precisava conferir se não havia hemorragia interna, já que um dos ossos poderia ter estourado veias ou danificado tecidos. — Ilcorporis perna direita. — Charlotte viu o brilho esverdeado em sua frente, mostrando os ossos da perna do garoto. Estavam fraturados, mas não mostravam nenhuma hemorragia interna justamente por estarem alinhados. A garota resolveu conferir todo o corpo do garoto à procura de outros ossos quebrados ou de hemorragias internas. — Ilcorporis corpo. — As únicas partes que brilharam no grifino foram os ossos da perna. Nenhuma hemorragia. Charlotte passou para o lufano. — Ilcorporis perna esquerda. — Pronunciou alto e claro, apontando a varinha na direção da perna fraturada. Os ossos estavam também alinhados, mas quebrados. Resolveu conferir também o corpo do garoto lufano. — Ilcorporis corpo. — Nada quebrado além da perna e nenhum sinal de hemorragia. Ótimo.

Charlie concluiu que uma parte grande na armadura deveria ter voado na direção da perna dos garotos, ou ricocheteado primeiro em um e depois no outro. De qualquer forma, estavam quebrados em pernas e lugares diferentes, o que era curioso. Como estava apenas quebrado, sem risco de hemorragias, Charlotte decidiu cuidar das queimaduras. O lufano primeiro, porque as dele eram as mais graves. — Tergeo! — Começou limpando a maior queimadura do braço direito e também a pior. Talvez tivesse usado aquele braço para defender-se. — Tergeo! — Passou para a região do abdômen, onde havia uma queimadura mais leve. — Tergeo! — Limpou a região da perna direita com queimaduras de segundo grau. — Tergeo! — E por último a perna esquerda. Seu segundo passo era cuidar para que nenhuma queimadura inflamasse. — Contiflama. — A varinha percorreu o braço direito, a queimadura de terceiro grau ainda ali. — Contiflama! — A barriga agora, sendo o alvo do feitiço. — Contiflama! — Na perna direita, esperando um pouco para ter certeza. — Contiflama! — A perna direita. Todas as queimaduras agora estavam limpas e livre de qualquer inflamação.

Ambos os garotos ainda estavam desacordados e Charlie começou a se preocupar. Mas não podia acordá-los. Continuou para o próximo passo para cuidar das queimaduras do lufano. Apontou a varinha para o corpo do garoto, nas queimaduras de segundo grau que se encontravam na bariga e nas pernas. — Curation Ardens! — Sabia que tal feitiço não curaria totalmente as queimaduras, mas ajudaria no tratamento. Deu uma atenção especial para o braço direito, já que as bolhas eram as piores. — Curation Ardens! — Prosseguiu para o próximo passo. Deixou a varinha em uma bancada e então foi até um armário, buscando a Poção Laranjada para Queimaduras. Apanhou também uma espátula e voltou até o lufano. Pegou uma boa parte da pasta com ajuda da espátula e então passou generosamente sobre a queimadura do braço do lufano. Teve que levá-la duas vezes até o pote para que pudesse cobrir toda a região com a pasta. Feito isso, Charlotte passou a pasta no abdômen do garoto e depois uma camada da poção em cada perna. Todas as queimaduras agora estavam cobertas, deveria esperar vinte minutos para que ela fizesse efeito.

Charlotte pegou a varinha de cima da bancada e então passou para o tratamento das queimaduras do grifino. Ele tinha mais queimaduras de primeiro grau e uma de segundo em seu braço esquerdo. — Tergeo! — Apontou para as queimaduras de primeiro grau da região do abdômen para limpá-las. — Tergeo! — Agora a perna esquerda. — Tergeo! — Por último deu atenção especial para a queimadura de segundo grau no braço. — Contiflama! — Usou do feitiço para que não houvesse inflamações mais tarde. O primeiro local foi no braço esquerdo. Novamente Charlie achou curioso e pensou que provavelmente o grifino havia usado o braço para defender-se. — Contiflama. — Passou a varinha pela barriga. — Contiflama. — Finalmente a perna esquerda estava livre de inflamações. Charlotte precisaria de menos pasta laranja nesse garoto, já que suas queimaduras eram menores. — Curation Ardens! — Primeiro apontou para a barriga e logo depois passou para a perna. — Curation Ardens! — Todas as queimaduras de primeiro grau já não existiam mais. — Curation Ardens! — Ela lançou o feitiço no braço esquerdo apenas para ajudar no tratamento.

Usou da mesma poção para o braço do garoto, porém resolveu pegar outro pote com mais dela e outra espátula, para que não misturasse fluidos de um paciente com outro. Passou uma generosa camada da poção no braço do garoto. Agora todas as queimaduras estavam em processo de tratamento. Deveria esperar cerca de treze minutos para que pudesse retirar a poção do braço do lufano, então ela passou para o tratamento para as pernas. Foi até o lufano e apontou a varinha para o local em que estava fraturado. Era um feitiço que precisava de concentração para que nada saísse errado. Ela respirou fundo cerca de duas vezes antes de prosseguir. — Brackium Remendo! — A voz alta e firme soou. Para conferir, resolveu usar o feitiço de raio-x. — Ilcorporis perna esquerda. — Os ossos estavam juntos novamente, mas a loira sabia que ainda não estavam seguros. Seria bom usar outro feitiço para reforçar. Novamente necessitava de grande concentração, então respirou fundo, apontou a varinha para a ex-fratura. — Ossius Reparo! — O movimento delicado com o pulso em torno da perna e então estava tudo no lugar. Charlie passou para a perna do grifino. Deveria repetir os mesmo procedimentos. Respirou fundo e moveu a varinha entre os dedos, buscando concentração. — Brackium Remendo! — Esperou que estivesse tudo certo. — Ilcorporis perna direita! — Estavam alinhados e juntos. Ela estralou o pescoço, estava ficando cansada mas não podia desistir dos pacientes. Soltou o ar pela boca, respirou fundo e prosseguiu. — Ossius Reparo! — A varinha movendo-se na direção da fratura e então ambas as pernas estavam firmes e fortes.

Charlotte voltou sua atenção para a queimadura e pasta do braço do grifino. Apontou a varinha para a pasta, precisava limpá-la e apenas o feitiço seria eficiente para tanto. — Tergeo! — A pasta sumiu de cima da pele do garoto, que agora estava novinha em folha, sem necessitar de uma segunda camada da pasta. Apenas faltava os pequenos machucados e mais algumas recomendações e ele estaria pronto. Charlotte passou para o lufano. — Tergeo! — Apontou a varinha para o braço com queimadura de terceiro grau e a pasta sumiu. — Tergeo! — Agora o abdômen. — Tergeo! — A varinha se movendo lentamente sobre as pernas e então estavam limpas. A única região que precisaria de um segundo processo era o braço do menino lufano, com queimaduras de terceiro grau.

Charlotte apenas precisava curar os pequenos machucados e arranhões que ficaram na pele dos pacientes. Começou com o grifino. Existiam alguns nos braços, mãos e principalmente rosto. — Episkey! — A varinha apontada para os pequenos cortes do rosto, Charlotte precisava cuidar de todos. — Episkey! — Usou mais uma vez em um corte da bochecha. Passou para a região dos braços, pulsos e mão. — Episkey! — Movia de um lado para o outro. — Episkey! — Novamente, deu atenção para alguns machucadinhos menores em um dos pulsos. Enquanto fazia o tratamento dessa parte, o grifino finalmente desperou. Em um susto, o que fez a garota se assustar também. — Calma, calma! Está tudo bem! Mas você precisa continuar deitado, em repouso! Estou cuidando para que você e seu amigo fiquem bem. — Charlotte apontou a varinha para a palma da mão do grifino. — Episkey! — O último pequeno ferimento curado. Ela ouviu o menino perguntar se o amigo estava bem. — Sim, ele está bem… Apenas dormindo, não tem com o que se preocupar! — Ela sorriu e então buscou no armário de poções da Ala Hospitalar a Poção Azul-Hidratante.

Tratou de passar a poção de coloração turquesa em todas as regiões que foram acertadas com chamas, tanto pernas e barriga que tinham apenas queimaduras de primeiro grau, quanto o braço com queimadura de segundo grau. — Prontinho. Mas você ainda não está liberado mocinho. Precisa tomar uma poção… Primeiro vou cuidar do seu amigo, então continue descansando. — Charlotte sorriu e acomodou o outro no lugar. Precisava cuidar dos pequenos cortes e ralados que do lufano, então passou sua atenção para ele. — Episkey! — Começou com os cortes que haviam nas mãos. — Episkey! — Repetiu o processo nos pulsos, Charlie cuidava para que todos os cortes fossem atingidos com o feitiço. Depois passou para o rosto. — Episkey! — Um corte acima da sobrancelha curado. — Episkey! — Um na bochecha. — Episkey! — E o último na região do pescoço. O lufano demorou mais alguns minutos para acordar, que foi o tempo que Charlie usou para dar a Poção Repositora de Sangue para o grifino beber, apenas por garantia. — Beba tudo isso e depois esse copo de água. — Charlotte indicou, entregando um copo preenchido até a metade com a poção e outro completo até a borda com água. O grifino fez algumas caretas, mas acabou por beber a poção.

— Você quer esperar o seu amigo? — Charlotte perguntou para o grifino. Ele disse que sim. — Está quase terminando. Oh, já posso passar a pasta mais uma vez. — Charlotte usou o potinho e a espátula que havia usado antes no lufano para repetir o processo no braço dele. O garoto estava um pouco grogue ainda, talvez pelo sangue que havia perdido. — Está quase acabando, tudo bem? — Ela sorriu enquanto passava uma boa parte da pasta no que restava das bolhas de terceiro grau. Deveria esperar os vinte minutos e nesse meio tempo ela separou meio copo da Poção Repositora de Sangue e também um copo de água para dar ao lufano. O ajudou a sentar com calma e delicadamente o ajudou a beber, já que ele parecia um pouco zonzo e não conseguia segurar o copo. — Eu preciso que vocês dois bebam muito líquido e também comam coisas saudáveis para que ajude no efeito da poção, tudo bem? — O grifino concordou e o lufano apenas fechou os olhos, voltando a deitar. — Preciso que você cuide para que seu amigo coma e beba bem nos próximos dias. Ele está totalmente medicado, mas parece um pouco fraco. Seria bom ele repousar na enfermaria pelo resto da noite e então a partir de amanhã você cuida dele, certo? — Charlotte aconselhou o grifino. Com a conversa dos dois, a hora de retirar a pasta chegou mais rápido. — Tergeo! — Charlotte usou uma última vez, apontando a varinha para o braço do lufano que dormia em sono profundo.

O último cuidado que teve foi passar a Poção Azul-Hidratante nos locais avermelhados. Passou uma boa camada da pastinha turqueza no braço mais afetado, porque com certeza a pele daquela região necessitaria de mais hidratação. Mas não deixou de aplicar a pasta nas outras regiões. A barriga e ambas as pernas também receberam uma camada do hidratante. Com tudo terminado, Charlotte verificou se o lufano estava com febre. Aparentemente não. — Fique calmo, ele só está descansando. Sofreu queimaduras de terceiro grau e alguns cortes mais profundos. Mas tudo já está bem, então não se preocupe, apenas cuide da alimentação dele amanhã. — Charlie sorriu para o grifino e enfim o liberou. O lufano ficaria durante uma noite repousando, recomendação dela. O dia havia sido agitado, com certeza. E a expressão de preocupação já não acompanhava Charlotte. Ela apenas estava feliz demais por ter ajudado dois alunos. Retirado a máscara que usava, Charlie acenou para o grifino enquanto ele saía da Ala Hospitalar. Ela? Bom, alguém teria que limpar aquela bagunça de potes e espátulas espalhadas por ali.

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— 찬란하게 날아가

strong girl, you know you were born to fly. tears you’ve cried, all of the pain you’ve felt for the day you’ll fly even higher, it’s to prepare you. everybody’s gonna see it soon.
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Masha Humphrey Astor
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MensagemAssunto: Re: Maratona de Medicina Bruxa   Dom 26 Fev 2017 - 18:57


Medicina Bruxa
Remendando traquinas

Aquele dia estava calmo e sem problemas, os alunos pareciam até mais comportados do que o normal, ao menos era o que Masha acreditava até que um professor chegou trazendo consigo dois alunos desacordados, colocando luvas limpas ela se aproximou dele. _Coloque-os nestas duas macas. Indicava a menina de cabelos escuros em direção ao homem que trazia os alunos. _ O que aconteceu com eles? Questionou a menina, vendo que os alunos pareciam ter queimaduras e cortes pelo corpo. _ Ilcorporis Cabeça. Lançava em direção ao aluno de cabelos ruivos que teve seu corpo repousado sobre a maca mais próxima a ela. Ouvindo o docente explicar que tinha encontrado-os em um corredor do castelo que estava cheio de fumaça e com destroços do que parecia ser uma armadura que havia explodido. _ Ilcorporis Tórax. Lançava o feitiço outra vez, tendo sua varinha apontada para a região foco do feitiço, assim como tinha feito da vez anterior. Não tendo encontrado nada tão preocupante fora uma espécie de maça cinzenta que parecia ocupar os pulmões do ruivo. _ Respirate. Lançou com um manejo de sua varinha em direção ao rosto do menino, buscando se certificar de que suas vias respiratórias estariam bem livres, para que todo aquele ar sujo fosse saindo de seus pulmões.

Se virando então em direção ao corpo do outro menino, o qual tinha cabelos loiros. Porém não sem antes se voltar para sua colega de trabalho, a qual tinha se aproximado para ajudar quando notou a bagunça. _ Estanque os sangramentos dos cortes e já lance também um feitiço para dor nos cortes e nas queimaduras. Orientou-a, se voltando então para o menino loiro e realizando a mesma checagem que havia feito em seu colega de crime. _ Ilcorporis Cabeça. Tudo estava normal, assim como seu amigo, mesmo que este tivesse um corte junto a testa. _ Estanque Sangria. A morena já lançava em direção ao lugar, buscando ser rápida no procedimento para evitar que ele tivesse problemas por perder muito sangue. _ Ilcorporis Tórax. Ela lançava o feitiço em direção ao tórax do menino, notando que seus pulmões também estavam cheios de fumaça. _ Respirate. Lançou em direção ao rosto do menino, buscando melhorar sua respiração. Ela estava aliviada que ao menos quanto a isso eles estivessem bem, já que não pareciam ter problemas para respirar.

_ Estanque Sangria. Um manejo de sua varinha era realizado em direção ao braço esquerdo do menino. _ Estanque Sangria. O feitiço era novamente lançado, desta vez em direção sua cintura. _ Relidor. A morena lançava repetidas vezes em direção aos 3 cortes identificados e também em direção a uma queimadura no braço direito do menino que cobria todo o seu antebraço. Provavelmente tendo utilizado o mesmo par proteger seu rosto. _ Relidor. Mais uma vez o feitiço foi lançado, desta vez em direção a uma queimadura em seu ombro esquerdo, a qual era vista por um rombo em sua camiseta. _Qual é o estado deste ai? Masha perguntava para sua colega de trabalho, a qual tinha acabado de lhe trazer um frasco de poção limpa feridas e um de pasta laranjada para queimaduras, as duas poções que seriam necessárias. _Obrigada. Tendo a colega dizendo que o ruivo tinha um corte em sua perna direita e outro em seu ombro esquerdo, tendo queimaduras em seus dois antebraços. _ Okey, comece então pelas queimaduras, limpe-as, depois aplique o Contiflama e o Curation Ardens, para se for necessário então usar a pasta laranjada para queimaduras. Masha lembrava a colega de qual era o processo que deveria ser utilizado, passando então a fazer o mesmo em seu paciente.

Com o uso de uma tesoura ela cortou a blusa do menino com cuidado, deixando então todos os ferimentos a mostra para facilitar o trabalho. _ Tergeo. Ela manejava sua varinha, começando a limpar primeiro o corte na testa, então descendo com a mesma pelo resto de seu corpo, alcançando primeiro o ombro, depois o corte no braço. Em seguida passando para o corte no ombro e depois a queimadura no outro braço. Ela tinha uma boa concentração então apenas com um feitiço conseguiu percorrer o corpo do menino limpando todos os seus ferimentos. _ Contiflama. O novo feitiço foi lançado também nos 5 lugares, um em cada um deles, é claro. No que novamente ela se aproveitava que o feitiço tinha que ser lançado tanto nos cortes, quanto nas queimaduras, para já fazer o processo em todos eles. _ Curation Ardens. Ela lançou uma vez em direção a queimadura no ombro. Repetindo o processo na queimadura do braço. Sendo que na queimadura do ombro apenas aquele feitiço já servia para realizar a cura, por ser algo simples, mas no braço não. Com uma espátula em mãos ela aplicava a pasta laranjada sobre todo o antebraço do menino. _ 20 minutos. Ela pensou consigo mesma, voltando o olhar para o relógio em seu pulso.

Os 20 minutos eram então o tempo que ela precisava para limpar cada um dos cortes de seu paciente de cabelos loiros. Aplicando um pouco da poção limpa feridas sobre eles com o uso de uma gaze, a qual era trocada de um ferimento para o outro, buscando não contaminar. Ao olhar no relógio e notar que já estava quase no tempo da poção, ela se utilizava do Tergeo para remover a pasta laranjada da queimadura, ficando aliviada ao notar que estava tudo melhor. _ Você não pegou a poção Azul-Hidratante neh? A colega confirmou que não e assim ela foi até o armário, já trazendo dois potinhos. No que uma grossa camada da poção de cor azul foi cuidadosamente aplicada sobre cada uma das queimaduras. Se voltando para o ruiva, ela já aproveitou para aplicar a poção azul nos antebraços do menino, de onde sua colega tinha acabado de remover a poção de queimaduras. _ Pode verificar se eles tem mais algum ferimento? Masha pedia para a amiga, ela não queria os acordar antes de ter certeza de que já estavam com todos os ferimentos tratados. E assim sua colega usava o Ilcorporis por todo o corpo dos meninos procurando por demais problemas que pudessem vir a existir. Masha viria a ouvir ela usar o Anestecsi duas vezes durante tal processo de verificação.

Vendo que a colega ainda não tinha feito nada com os cortes do menino, ela os limpou, aplicou o feitiço para inflamações e depois a poção de limpeza. Enquanto limpava, ela ia utilizando o feitiço Ventus para que o menino não sentisse dores devido a poção de limpeza de feridas, assim como tinha feito nos cortes do loiro. _ Asclépio. ela fez então com que cada um dos cortes de ambos os meninos fossem fechados, lançado o feitiço repetidas vezes, uma em cada corte. Sua colega então chamava a atenção dela para um fato engraçado, os dois meninos tinham cada um deles, uma fratura na perna esquerda. _ Vamos fazer o procedimento juntas? Ela gostava de coisas sincronizadas, as achava legais. _ Ilcorporis perna esquerda. Com isso ela tinha a visão da perna esquerda do ruivo para onde tinha sua varinha apontada, sendo o feitiço lançada em unissono com sua colega. _ Brackium Remendo. Outra vez o feitiço era lançado em conjunto com sua amiga, no que o seu era lançado em direção a fratura que havia encontrado na tíbia do ruivo. _ Reparo Ossius. Elas estavam ficando craques em fazer coisas em sincronia. Após os ossos terem sido unidos, eles tinham então sido colados. _ Musculum Remendo. O último feitiço era realizado novamente em direção a perna. Por último de verdade elas na verdade lançavam o Ilcorporis para se certificar de que a cura tinha sido realizada com sucesso.

Ela então buscou um pouco de tônico para os nervos, pois tinha certeza de que os meninos acordariam agitados e isso não era bom. _Enervate. Ela lançou em direção ao ruivo, que acordava agitado e tossindo. _ Consciu. Ela lançou buscando o manter acordado como devia. _Calma, você está na ala hospitalar e já foi tratado. Afirmava ela tentando o conter, depois disso pedia para que ele abrisse a boca, lhe medicando com duas colheres de tônico para os nervos. As janelas tinham sido abertas e o local estava bem ventilado, então logo ele estaria melhor e seu amigo também. Seguindo para o outro menino ela realizou o mesmo procedimento. Sua colega já trazia então uma bela jarra de água a qual dava para os meninos irem tomando, aquilo ajudaria a limpar seus corpos das impurezas da fumaça. Notando que eles pareciam estar um pouco quentes, ela então se utilizou do Fervout para baixar suas temperatura. As quais estavam apenas levemente elevadas, não sendo mais nada necessário para abaixassem ainda mais. Os meninos ficaram ali o resto do dia, se restabelecendo devidamente. Ela também teve que lançar um Headolor si na cabeça do menino que tinha tido um corte na testa, pois este reclamou de dor pelo lugar, algo que era normal. 
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Benjamin S. Chevrin
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MensagemAssunto: Re: Maratona de Medicina Bruxa   Dom 26 Fev 2017 - 18:58

Com um barulho de passos rápidos  a atenção de Benjamin foi para a porta da Ala Hospitalar onde um professor entrava com dois alunos carregados magicamente e que foram colocados às pressas em macas separadas, mas lado a lado enquanto o homem mais velho relatava o que havia acontecido em um dos lugares do castelo de Hogwarts, fruto da bagunça de crianças arteiras que quiseram encher uma armadura com fumaça, embora isso tenha dado muito errado, causando uma explosão séria o suficiente para deixá-los inconscientes. Correndo para ficar entre as duas macas, Ben pegou o pulso dos dois garotos (um de cada vez) e verificou a pulsação antes de sacar sua varinha com agilidade. — Respirate! — Pronunciou, limpando as vias respiratórias de um dos jovens antes de se voltar para o segundo à sua direita e repetir o processo já que a uma possível intoxicação havia ocorrido por causa da fumaça espalhada na arte que deu errado. — Respirate! — Repetiu, cuidando do segundo às pressas antes de começar as primeiras procuras por qualquer coisa errada. — Ilcorporis Cabeça! — Benjamin usou o feitiço, reunindo o máximo de concentração que conseguiu para examinar a região com eficiência. De imediato uma luz emanou da ponta da varinha, deixando a parte do local escuro, exceto pelos ossos que se iluminaram em um prateado que chegava a ser belo, permitindo assim um diagnóstico de toda a região. Constatando não haver nada de errado, o garoto abaixou mais o objeto mágico, deixando-o na altura da barriga do menino inconsciente na maca da enfermaria. — Ilcorporis Abdômen! — Falou mais uma vez, agora alcançando uma área maior que como a anterior não parecia mostrar nada de errado. Provavelmente o desmaio prolongado não havia sido resultado de algum trauma sério, embora ainda fosse preocupante na visão do lufano que rapidamente prosseguiu o tratamento, passando a ponta do Cedro por diferentes regiões do corpo alheio enquanto usava do feitiço “Relidor” para aliviar possíveis sensações de dor que pudesse estar sentindo mesmo fora de seu estado consciente. — Você, por favor... — Chamou uma enfermeira um pouco mais velha do que ele que estava a poucos metros de distância e prontamente se aproximou da maca bem na frente de Chevrin, local de onde ele poderia ter total controle do que gostaria de pedir à mulher. — Verifique a cabeça e abdômen dele, por favor. — O pedido foi rápido e a voz demonstrava alguma urgência para que possíveis pioras não fossem conseqüência da demora em qualquer atendimento ou identificação de sequelas causadas pela explosão citada pelo docente responsável em levar os dois alunos até a Ala Hospitalar.

Passando os olhos por algumas partes rasgadas das vestes do garoto, o sextanista aproveitou para começar a estancar alguns sangramentos, impedindo que a perca do líquido vermelho em excesso se tornasse um problema. Concentrando-se ele repetiu algumas vezes o feitiço “Estanque Sangria” em diferentes áreas, alcançando alguns hematomas mais leves na altura da testa e bochecha alheia, além de alguns cortes mais profundos no dorso das mãos e lado da perna, provavelmente mais atingidos pelo instinto de proteção que se tem ao tentar defender a cabeça ou pelo menos o impacto da queda com a explosão. — Ele sofreu algum tipo de fratura? — Perguntou à sua ajudante quando terminou de conter o sangramento do garoto de pele mais morena ao qual estava tratando. Recebendo então uma resposta negativa da mulher mais velha, Benjamin a instruiu de usar o feitiço “Relidor” pelo corpo do outro paciente, além de conter qualquer sangramento visível que pudesse encontrar, sendo assim ele vez ou outra ficou verificando de soslaio todo o procedimento da ajudante para que pudesse interferir caso algo não estivesse correto. Felizmente ela parecia muito boa no que fazia, deixando o lufano tranqüilo para verificar mais do corpo do garoto moreno que pouco tempo depois foi identificado como “Tobias Osborn” por um funcionário que viera às pressas verificar o estado dos acidentados após cuidar da bagunça feita no corredor em que o acidente acontecera. — Ilcorporis Braço Direito! — O rapaz começou, procurando por possíveis novos sangramentos internos bem como traumas pelos membros superiores. — Ilcorporis Braço Esquerdo! — Prosseguiu, utilizando de concentração e calma para prosseguir. — Ilcorporis Perna Direita! — Enquanto analisava o membro inferior, Ben notou uma fratura mais no centro do fêmur de Tobias e por isso levou um segundo para estudar o local antes de dar a volta na cama para ficar mais perto do lado que deveria tratar. Apesar de trincado o osso, a fratura não havia sido perigosa ao ponto de separar o mesmo ao meio ou até causar alguma exposição, o que era um grande alívio já que a área era sensível por conter uma importante artéria para o corpo. — Brackium Remendo! — Usou para unir o osso com uma espécie de cola mágica natural antes de usar o novo feitiço para um tratamento definitivo. — Reparo Ossius! — Proferiu, concentrando-se em meio à rajada de luz que se seguiu na região por segundos antes de se apagar. — Ilcorporis Perna Direita! — O raio-x foi mais uma vez escolhido pelo sextanista a fim de garantir que o tratamento fora bem realizado. — Ilcorporis Perna Esquerda! — Seguiu, analisando do lado onde estava o outro membro inferior após constatar a eficiência dos cuidados anteriores. Não havia nova fratura. Era um alívio.

— Srta. Lovewood, anestesie os locais de queimadura do paciente, por favor. — Pediu ao olhar para a enfermeira ajudante que parecia ter terminado de cuidar dos sangramentos do garoto e seguia para repetir os mesmos passos que o próprio Chevrin. — Anestecsi! — Proferiu algumas vezes, mirando em diferentes regiões do braço direito de Tobias e depois seguindo para a parte da coxa onde segundos antes havia cuidado da fratura. — Verifique se ele possui alguma fratura ou hemorragia nos membros com o Ilcorporis, por gentileza! — Pediu à mulher que acenou um “sim” para Benjamin, deixando-o livre no tratamento das queimaduras de seu primeiro caso. —  Tergeo! — Começou, limpando os diferentes pontos do braço e perna antes de seguir. — Contiflama! — Repetiu nos mesmos lugares de antes, embora a ordem tenha sido a inversa de começo e fim. — Curation Ardens! — O feitiço para queimaduras foi lançado, iniciando um tratamento imediato e não muito prolongado nas regiões onde a pele estava vermelha, indicando uma queimadura de primeiro grau já que não apresentava bolhas ou outros sintomas mais agravantes. Voltando então para a região do rosto onde algumas escoriações haviam sido cuidadas antes, o garoto prosseguiu no tratamento, limpando as regiões de testa e bochecha com “Tergeo” antes lançar o “Contiflama” para evitar infecções. — Asclépio! — A finalização foi repetida duas vezes nos diferentes locais, proporcionando uma cicatrização imediata das áreas antes de descer para o dorso da mão onde o corte estancado ainda era visível. — Tergeo! — Limpou com concentração. — Contiflama! — Laçou o feitiço e logo depois fechou o local com o “Asclépio”. Seguiu por último para o corte no lado da perna próximo ao local onde havia ocorrido a fratura e uma última vez ele limpou a área com “Tergeo” e prosseguiu os cuidados, usando o “Contiflama” como um meio de prevenção antes de selar a pele com o uso do “Asclépio”.

Depois de ver que a enfermeira havia examinado o ruivo na outra maca, Benjamin se aproximou do mesmo e se voltou rapidamente à ajudante. — Você pode ir pegar um pouco de Poção Repositora de Sangue e Poção Azul-Hidratante? — Perguntou para a mulher ao lado que acenou antes de se afastar da maca onde o garoto ruivo continuava imóvel, porém sem riscos visíveis já que o primeiro tratamento de urgência havia sido realizado pela mais velha a se esquivar pela Ala Hospitalar. Imediatamente Chevrin voltou sua atenção ao segundo garoto em sua maca e com os dígitos firmando bem a varinha ele seguiu o tratamento pelos locais queimados, sendo estes uma região próxima do ombro, braço e ponta dedos direito do lado direito do corpo. — Tergeo! — Começou novamente, limpando consecutivamente o ombro direito, a parte do braço acima do cotovelo e o dedo indicador e médio que estavam vermelhos. Em seguida, esticando o corpo para um criado-mudo, Ben puxou uma pinça e uma tigelinha de esmalte onde começou a jogar com cuidado os poucos estilhaços que estavam nos locais feridos, provavelmente pequenas partes da armadura que voou para todos os lados com a explosão. Depois de verificar tudo umas duas vezes, Chevrin seguiu com o uso do “Contiflama” pelas regiões queimadas e finalizou com o “Curation Ardens” antes de seguir no tratamento, agora limpando alguns cortes feitos pelos estilhaços no braço do ruivo e alguns lugares de sua perna esquerda bem próximos do joelho e parte frontal da panturrilha, para isso o sextanista usou o “Tergeo” e em seguida, tomando o cuidado para não esquecer nenhuma área ele usou o feitiço para evitar infecções “Contiflama”. Após ambos tratamentos por locais diferentes do corpo, Ben começou a fechar os cortes, cicatrizando tanto quanto possível a pele com o feitiço “Asclépio”. Foi ao quase dar por encerrado os primeiros processos no garoto sem identificação que a enfermeira voltou com um carrinho onde um frasco e copos de vidro estavam dispostos. Era um momento muito bem-vindo e por isso Benjamin não conteve pedir ajuda, dando à mulher o trabalho de usar o “Musculum Remendo” na coxa direita de Tobias para cuidar do músculo possivelmente machucado pela fratura e passar a Poção Azul-hidratante nos locais de queimadura antes mesmo de acordá-lo e medicar com meio copo da Poção Respositora de Sangue, além de um copo de água.

Enquanto isso, o lufano se focou então no ruivo e, pedindo as informações da mulher ele foi direto à perna esquerda onde uma fratura havia sido informado pelo exame inicial da enfermeira bem no meio da panturrilha. — Ilcorporis Perna Esquerda! — Ele proferiu para se certificar do incidente e pouco depois de constatar a leve fratura prosseguiu com os cuidados necessários. — Brackium Remendo! — Começou, colando os ossos com cuidado para continuar. — Reparo Ossius! — Seguiu, reparando o aglomerado de cálcio antes de finalizar com o procedimento pedido para que a enfermeira fizesse no outro garoto. — Musculum Remendo! — Sobrou então para Benjamin passar a Poção Azul-hidratante nas queimaduras do ruivo inconsciente e acordar o mesmo com o uso do feitiço “Enervate”, embora isso só tenha sido feito após o lufano pegar os dois copos de vidro, um com metade cheio de Poção Repositora de Sangue e o outro cheio com água fresca. — Olá! — Cumprimentou, dando uma boa olhada no garoto. — Está bem? — Quis saber e pelo canto do olho também analisou o moreno do outro lado que já estava acordado e bebendo o seu medicamento. — Beba isso, vai se sentir melhor. — Disse, entregando um copo de cada vez, primeiro o de poção, depois o de água. Esperando então para que pegasse os dois copos e levasse de volta ao carrinho, Benjamin olhou para os dois garotos do pé da maca e por segundos não disse nada já que queria ter certeza de que ambos estavam aparentemente bem. — Estão sentindo algo? É normal que sintam algum cansaço, mas além disso estão sentindo alguma dor ou algo estranho? — Perguntou para confirmar, recebendo um aceno negativo de ambos, o que era muito bom — Certo! Caso sintam alguma coisa é só chamar! E vão ficar aqui de observação por pelo menos vinte e quatro hora antes de serem avaliados de novo. — Informou, prescrevendo em uma prontuário pregado no final de cada maca uma intensa hidratação que ajudaria tanto na perda de sangue quanto na intoxicação causada pela inalação da fuligem e fumaça feita pela explosão. Com um sorriso leve e um último olhar, Benjamin saiu então do local, rumo a uma saleta no fim onde soro seria preparado para dar a ambos garotos pelas próximas horas. Pelo menos agora todos pareciam bem, estáveis e assim seriam analisados de perto para que houvesse a certeza de que ficariam assim até receberem alta.

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Sookie Dev. R. Stackhouse
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MensagemAssunto: Re: Maratona de Medicina Bruxa   Dom 26 Fev 2017 - 19:00



Maratona De medicina Bruxa 🐍

Era noite de Halloween, o céu brilhava mais que o normal, e eu? Estava bem linda e rica estagiando na ala hospitalar. Por mais que eu quisesse estar festejando no castelo, as obrigações vinha em primeiro lugar. Estava sentada lendo um livro sobre a trajetória de Alvo Dumbledore, quando passos fortes e muita gritaria vindo em minha direção, juntamente com isso, uma voz bem grave e apressada chamando-me para que eu adentrasse na sala de emergências.

Adentrei no loca e fiquei abismada, dois alunos estavam, aparentemente, inconscientes. Rapidamente lavei as mãos, vesti as luvas e todos os equipamentos necessários para higienização hospitalar. Chamei a Anna Beth (enfermeira que estava de plantão) para que eu a auxiliasse a cuidar do garoto, enquanto eu cuidava da garota. Primeiramente tratemos de checar os sinais emitidos pelo corpo para verificar se suas funções vitais estão normais, verificando primeiro pulso e logo em seguida respiração. Auxiliei Anna a utilizar os mesmos procedimentos utilizados por mim. Visto que estava tudo nos conformes, saquei minha varinha e começando pela cabeça, falei em alto e bom tom – Ilcorporis Crânio! - Tal feitiço me serviria como uma espécie de raio X, e me ajudaria a mostrar se por ventura haveria algum local fraturado.  Comecei pela cabeça e logo em seguida fui conduzindo minha varinha até o tórax – Ilcorporis Torax! –  Tudo estava bem, graças a Merlin. Resolvi dar continuidade em outros membros do corpo, como os braços, apontei a varinha para o braço esquerdo e falei - Ilcorporis Braço Esquerdo! -  Visto que estava tudo em ordem, apontei a  varinha para o braço direito e falei - Ilcorporis braço direito!  – Apesar de estarem com demasiados cortes nos braços, fratura não haveria.  Chegando às pernas, apontei a varinha para a perna direita e falei  - Ilcorporis Perna Direita! - Em seguida apontei a varinha para a perna esquerda e falei em alto e bom tom - Ilcorporis Perna Esqueda! - O feitiço esboçou um tom esverdeado na perna esquerda, era sinal de que estava fraturada. Já no outro garoto, Anna viu a fratura na perna direita. Coloquei a varinha no meu bolso e cautelosamente e manualmente, coloquei o osso fraturado em seu devido lugar, a jovem ainda estava desacordada, e por isso, aparentemente, não sentia dor.  Fui até o garoto que estava sob cuidados de Anna Beth e refiz o mesmo procedimento manual, tudo muito cauteloso. Após o procedimento, apontei a varinha para o local onde estava fraturado e falei - Brackium Remendo! – Instantaneamente os ossos uniram-se, para finalizar o procedimento na perna, apontei a varinha novamente para o local e falei - Reparo Ossius! – Tal feitiço me auxiliaria a reparar os ossos.

Antes de acordá-los, mirei a varinha no corpo da garota e falei em alto e bom tom – Relidor! – Tal feitiço auxiliaria no alivio da dor, deixando-a suportável para as vitimas. Anna Beth perguntou-me se seria viável acordá-los manualmente, rapidamente eguei e falei  - Beth, para acordá-lo, use o Enervate! - !Imediatamente e cautelosamente apontei a varinha para ao vitima e falei – Enervate! – O Enervate acordou as vitimas do desmaiou,  o docente que os salvaram explicou como tinha os encontrado, e em que situação estavam. Mas tratei de pergunta-los o que de fato tinha acontecido, pois assim saberia quais procedimentos seriam mais uteis no caso. Os cortes advindos dos braços e pernas expeliam uma quantidade razoável de sangue, o que me fez necessário utilizar o feitiço -  Estanque Sangria! – E imediatamente o sangue estava estancado.

Tais alunos chamavam-se Aaron e Emma, e me explicavam  (ou tentavam) como aquele acidente aconteceu. Assim que os  mesmos me disseram todos os detalhes, separei algumas pomadas e poções que o ajudariam naquele momento –  Oi lindos, tudo bem? Eu sou a tia  Sookie! Então, vocês sofreram queimaduras de primeiro, segundo e terceiro grau. Terceiro grau nos braços, e talvez por isso vocês não esteja sentindo dor, pois as de terceiro grau queimam profundamente ao ponto de destruir as terminações nervosas –  Expliquei-os também que estavam sob efeito do feitiço Relidor, logo em seguida fiz uma pausa e continuei – Segundo e primeiro grau nas mãos, aí sim tá doendo, né? – Fitei-o na tentativa de deixa-lo mais a vontade – Segundo e primeiro grau costumam doer porque queimam a superfície da pele, não queimam tanto quanto a de terceiro. Mas doem para caramba -   Para finalizar o procedimento dos cortes, "Apontei a varinha para o primeiro corte mais grave e me concentrei. - Tergeo! - Falei em voz baixa e corte foi limpo, em seguida já completei com: - Contiflama. - Assim evitando qualquer infecção, daí peguei a Poção Limpa Feridas e usei a mesma com a ajuda de uma gaze, passando ela nos cortes, a fumacinha subiu no ar e eu continuei: Asclépio! - Finalizado isso usei ataduras para fazer o curativo. Fiz esse processo para todos os cortes mais profundos. Então usei apenas Tergeo, Contiflama e Asclépio para os menores.e apliquei a pasta laranja e deixei agir por 20 minutos  nos locais tinham queimaduras de terceiro grau (braços e mãos).  Lavei seus pés e perna em água corrente (com cuidado, pois não queria estourar as bolhas), porque esses locais foram atingidos pela objeto que explodiu, e não poderia conter, em hipótese alguma, vestígios de outros resíduos na pele dos garotos. Depois de lavado, apliquei mais uma vez  a pasta laranja.

Aaron e Emma inalaram muita fumaça ao decorrer do seu acidente, com certeza estavam intoxicados. Para isso dei-lhes uma dose da poção restauradora, que os auxiliariam numa possível intoxicação. Graças a Merlin o procedimento estava finalizado, orientei-os a descansarem e tentarem dormir, disse também que no dia seguinte viríamos analisar se estava tudo nos conformes, mas que tinha uma enfermeira plantonista a disposição dos dois - Não quero mais saber de travessuras, hein? - Sorri - Só gostosuras - Dei uma piscadela para os dois enquanto saia dali.

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MensagemAssunto: Re: Maratona de Medicina Bruxa   Qui 2 Mar 2017 - 3:40

Resultado

Copa Intercasas 2017.1



Olá competidores!

Essa foi a Maratona de Medicina Bruxa, todos estão de parabéns por terem postado e se esforçado, afinal é uma prova difícil de ser feita. O caso da prova era o seguinte:

Era Halloween, o castelo inteiro estava decorado e havia aquele clima de festa, todos estavam animados. Então dois alunos saem pelos castelo a fim de praticarem algumas travessuras para se divertirem, só que uma delas acabou sendo uma péssima ideia. Ao tentarem fazer com que fumaça saísse de dentro de uma das armaduras, eles acabam a explodindo sem querer, chamas e destroços os atingem, além de serem jogados no chão. Um professor os encontra e imediatamente os leva para a ala hospitalar.
Ambos os garotos possuem queimaduras espalhadas pelo corpo e cortes também, alguns mais profundos e outros mais leves, além de estarem com uma das pernas quebradas cada um. Inalaram muita fumaça e os dois estão desacordados.

Comentários:

Haide Chandler McBride
- Dizer que os dois pacientes estavam sem respirar complicou demais o caso.
- Se era uma parada cardiorrespiratória faltou a manobra com Cardia e Inflatis.
- Os dois tinham cortes, alguns profundos, demorou demais para usar o Estanque Sangria.
- Relidor alivia a dor, mas não anestesia o suficiente para colocar um osso de uma fratura no lugar.
- Como demorou para cuidar dos cortes, precisava sim de uma poção repositora de sangue. E na MP diz que haviam cortes mais profundos.
- Se os arranhões não eram graves e não havia queimaduras no mesmo lugar deles, poderia ter passado uma poção limpa feridas para não deixar ali exposto.
- Era melhor ter acordado os pacientes depois que tivesse terminado o tratamento todo.
- O feitiço correto para acordar um paciente é o Enervate, o Consciu só mantém pessoas acordadas que estão prestes a desmaiar.
- Se os pacientes sentiam a cabeça doendo depois de terem acordado, seria melhor investigar o que era.
- Episkey ou a poção limpa feridas seria melhor para os machucados, já que Asclépio é para cortes.
- Para passar a pasta laranjada seria melhor ter usado luvas e algum utensilio esterilizado.
- Faltou hidratar o paciente.
- Faltou uma poção fortalecedora.

Jessie V. Hansen Adamatti
- Não explicou como detectou o problema respiratório.
- Demorou para usar o Estanque Sangria nos cortes.
- Faltou cicatrizar os cortes.
- O feitiço correto para acordar um paciente é o Enervate, o Consciu só mantém pessoas acordadas que estão prestes a desmaiar.
- Não citou que removeu a pasta laranjada.
- Se os pacientes sentiam a cabeça doendo depois de terem acordado, seria melhor investigar o que era.
- Não removeu a pasta laranjada, passou por cima a hidratante e depois a limpa feridas, muita coisa e efeito nenhum.
- Faltou uma poção repositora de sangue.
- Para passar a pasta laranja seria melhor ter usado luvas e algum utensilio esterilizado.
- Faltou hidratar o paciente.
- Faltou uma poção fortalecedora.
- O correto é Reparo Ossius e não Raparo Ossius.

Faye Gebühr Miller
- Demorou para usar o Estanque Sangria nos cortes, eles ficaram sangrando até o fim do post.
- Faltou especificar as queimaduras, onde elas ocorreram.
- Para passar a pasta laranja seria melhor ter usado luvas e algum utensilio esterilizado. - Limpou a testa suada com a mão e disse que reaplicaria as poções, ainda sem luvas ou qualquer coisa do tipo.
- Faltou hidratar o paciente.
- Faltou uma poção fortalecedora.

Aidan Braddock Salvatore
- Tomar cuidado como cita que os pacientes chegam na ala hospitalar, disse que ambos chegaram e o professor utilizada o feitiço Levicorpus. A descrição dele é: Levicorpus - Levanta o oponente pelo tornozelo e o deixa de cabeça para baixo.
- Demorou para cuidar da respiração.
- Demorou para usar o Estanque Sangria nos cortes.
- Acordou o paciente antes de cuidar das queimaduras e das fraturas, poderia ter esperado isso.
- É melhor usar a poção limpa feridas do que a essência de Ditamo, as duas não possuem o mesmo efeito.
- Passou a pasta laranjada antes de cicatrizar os cortes nos braços.
- Faltou um Relidor na hora de colocar os ossos manualmente no lugar. Um Ilcorporis também deveria ser usado enquanto o procedimento é feito.
- Podia ter trocado as luvas logo que terminou de passar a pasta laranja.
- Podia ter esperado um pouco entre as poções restauradora e repositora de sangue.
- Passou a pasta laranjada antes de cicatrizar os cortes.

Charlotte P. Skars. Moore
- Precisava ter verificado a cabeça e o tórax no começo com o feitiço Ilcorporis.
- Tinha que ter usado o feitiço Contiflama antes de cicatrizar os cortes.
- O correto é usar o feitiço Ilcorporis por região, falando nome de cada região, não se pode utilizar ele como "Ilcorporis Corpo"
- Demorou para verificar a cabeça e o tórax com o feitiço Ilcorporis.
- Já que verificou as fraturas, poderia ter cuidado delas logo em seguida.
- Para ter utilizado o Tergeo e o Contiflama no abdômen era preciso ter levantado a blusa, ou cortado ela, deixando o local livre de alguma forma. Nas pernas a mesma coisa.
- O feitiço Ilcorporis deveria ter vindo antes de utilizar o Brackium Remendo
- O feitiço correto é o Reparo Ossius e não Ossius Reparo.
- Era melhor ter cuidado antes dos cortes para depois aplicar a pasta laranjada.
- Demorou para usar o Estanque Sangria nos cortes.
- Faltou utilizar o feitiço Musculum Remendo depois de reparar os ossos.

Masha Humphrey Astor
- Ilcorporis mostra o que tem de errado na cor verde, não cinza.
- Faltou utilizar a poção repositora de sangue.

Benjamin S. Chevrin
- Demorou um pouco para usar o Estanque Sangria nos cortes.
- Não citou como descobriu o problema respiratório.
- O feitiço Anestecsi, anestesia o paciente em si, não regiões diferentes do corpo.
- Citou apenas queimaduras de primeiro grau, mas com a explosão era plausível ter queimaduras mais graves.
- Não utilizou a Pasta Laranjada para cuidar as queimaduras.

Sookie Dev. W. Stackhouse
- O certo é Ilcorporis Cabeça, ao invés de Ilcorporis Crânio, porque assim a visão é geral.
- Demorou para usar o Estanque Sangria nos cortes.
- Não utilizou o feitiço Musculum Remendo após cuidar das fraturas.
- Relidor é um feitiço pontual, então para cada área é preciso utilizar ele de novo, não no geral.
- Acordou os pacientes antes de cuidar das queimaduras.
- O usou da poção Limpa Feridas ficou estranho, pois pareceu que passou nas queimaduras também.
- Não era necessário lavar os locais com água corrente, já que o feitiço Tergeo limparia e não machucaria mais ainda.
- Faltou usar a poção repositora de sangue.
- Faltou cuidar da respiração.

Classificação:
1º Lugar - Masha Humphrey Astor - 20 Pontos para a casa + 1 Cromo de Platina + 100xp’s.
2º Lugar - Faye Gebühr Miller - 15 Pontos para a casa + 1 Cromo de Platina + 100xp’s.
3º Lugar - Benjamin S. Chevrin - 10 Pontos para a casa + 1 Cromo de Ouro + 75xp’s.
4º Lugar - Aidan Braddock Salvatore - 5 Pontos para a casa + 1 Cromo de Ouro + 75xp’s.
5º Lugar - Jessie V. Hansen Adamatti - 5 Pontos para a casa + 1 Cromo de Prata + 50xp’s.
6º Lugar - Sookie Dev. W. Stackhouse - 5 Pontos para a casa + 1 Cromo de Prata + 50xp’s.
7º Lugar - Haide Chandler McBride - 0 Pontos para a casa + 1 Cromo de Bronze + 25xp’s.
8º Lugar - Charlotte P. Skars. Moore - 0 Pontos para a casa + 1 Cromo de Bronze + 25xp’s.






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