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 Anagach Woods

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
Diretor Alvoros Grunnion

Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 4 I_icon_minitimeQui 12 Jan 2017, 22:53

Relembrando a primeira mensagem :

Anagach Woods

Escócia


Anagach Woods - Página 4 JAMBqy0

Um pântano único com plantas raras e animais. Contem uma rede de caminhos facilmente acessível, incluindo parte das trilhas e pistas para mountain bike, um esporte radical trouxa.

OBS.: Local parcialmente protegido pela lista de Lugares Protegidos.



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Wade Thelxiepia Kalitch
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
Wade Thelxiepia Kalitch

Patrono : Dogue alemão
Bicho-papão : Render-se às Trevas

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Corda de Coração de Dragão, Nogueira, 29 cm, Quebradiça

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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 4 I_icon_minitimeQui 18 Fev 2021, 12:50



Unfortunate Events

A vida fora dos trilhos era uma metáfora que Wade odiava, pois na mente dele ela simplesmente não fazia sentido algum. O meio-sereiano nunca foi adepto ao modo de vida que a sociedade fazia questão de impor, afinal, ele não queria casar, não queria ter filhos e não tinha muitas pretensões de estudo além do mundo das poções, que era uma coisa que realmente gostava. Caso você não tenha essas pretensões ou esteja parado sem um emprego, os mais velhos costumam dizer que sua vida está fora dos trilhos e que você é um fracassado. — Eu quero que se foda você e os seus trilhos. — Gritou em voz alta no meio das trilhas ao lembrar da discussão com o pai. Isaiah era muito tóxico e exigia demais de Wade e, por muito tempo, o garoto nunca resmungou e nem teve coragem de retrucar nada que o progenitor dissesse. No entanto, semanas atrás, impulsionado pelo álcool e pelas drogas, o sonserino conseguiu iniciar uma briga com o outro Kalitch, e olha, não foi nada bonito. No dia seguinte ao da briga, Wade queria sumir daquela casa e não olhar para a cara do pai por alguns dias. A partir daí, Wade acabou tendo uma ideia que juntou o útil ao agradável e, por esse motivo, ele resolveu fazer uma trilha em Anagach Woods durante o fim de semana completo. O mestiço juntou uma mochila com tudo que precisaria e avisou a uma das tias o que iria fazer e quando voltaria.

Não chamou nenhum de seus amigos para acompanhá-lo, afinal, ele precisava ficar sozinho por alguns dias e pensar se devia ou não se submeter aos trilhos ao qual o pai e a sociedade tanto veneram. O jovem ficou tentado a levar drogas e álcool, mas não poderia ter uma overdose e morrer sozinho no meio da mata, por isso, se contentou em apenas levar álcool e não ter uma morte tão sem graça por exagerar no pó. Wade trajava uma calça preta, uma camiseta branca básica, um moletom preto e tradicional da adidas e um par de coturnos pretos e um tanto quanto surrados. A roupa estava confortável e aquecia bem o corpo do sereiano, mesmo o clima estava ameno e a brisa suave. Depois de muitas horas perdido em seus pensamentos, Wade acabou percebendo que não sabia onde estava. — Ah não, puta merda. Caralho, eu devia ter pegado o mapa antes de ter entrado nas trilhas sem rumo algum. — Falava sozinho enquanto se xingava mentalmente. — Agora não sei onde estou. — Revirou os olhos e bateu em uma das árvores. O mestiço parou por alguns segundos e tentou dar uma respirada, e por mais que soubesse que o estresse não ia ajudar nada, ele simplesmente não conseguia ter tanto controle com a raiva. De repente, uma voz feminina chamou a atenção de Wade, que virou rapidamente e deu de cara com uma moça ruiva e bastante atraente.

Ele não sabia quem era e nem o que era, mas ficou um pouco assustado ao receber uma proposta de ajuda. Wade estava muito desconfiado e, nessa situação, o radar de desconfiança dele apitou ainda mais. “Será que essa mulher é apoiadora do exército?” Pensou. O sonserino ficou tentado a puxar a varinha e apontar para ela, mas seria muito inconveniente e outra, ela também não sabia que ele tinha sangue mágico. — Estou meio perdido. — Disse de maneira um tanto quanto irritada, mas já tentando controlar a raiva para dar lugar a desconfiança, que se instalou em questão de milésimos. Mesmo não usando a magia diretamente, Wade poderia ter um pouco de controle sobre a moça só de usar suas habilidades de meio-sereiano, então ele ia aproveitar muito bem isso para não acabar sendo morto caso ela de fato trabalhe caçando bruxos. — Prazer, me chamo Wade. — Disse quando a moça se apresentou como Chicago. A voz melodiosa que saia da garganta do mestiço era encantadora e ninguém podia negar, e quando ele forçava, o poder de persuasão ficava ainda mais forte. A ruiva comentou sobre estar acampando e ofereceu companhia a Wade até chegarem a um local seguro. O sonserino ainda estava desconfiado, mas mesmo assim concordou com a ideia. — Vamos lá, acho bastante válido. — Tentava usar a persuasão. — Você conhece a região? Acho que sim, né. Você está bastante calma. — Deu um comando usando suas habilidade de maneira indireta ao encaixar uma frase imperativa em uma frase mais completa e que disfarce o propósito real dele. Não tinha muitos meios de saber se ela era uma bruxa, e os meios que existiam deixavam Wade um tanto receoso. Então, ele apenas seguiu com o caminho que a moça estava levando-o, pois era questão de tempo até ele descobrir se ela tinha ou não sangue mágico.

Com Chicago Sinclair Dallas


Sorry, I ain't sorry
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Brooke Sinclair McBride
Membro da Guilda
Membro da Guilda
Brooke Sinclair McBride

Bicho-papão : Lua cheia

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: Formado
Varinha: Corda de Coração de Dragão, Espinheiro-Negro, 29cm, Rígida.

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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 4 I_icon_minitimeTer 23 Fev 2021, 00:17

Pedras no Caminho - Revie
Pressionou fortemente as pálpebras, quando pensou já não estar mais tão sozinha no local. Pelos deuses, que azar. Brooke terminava de comer um pedacinho de rosquinha, a cobertura típica de morango, repleta de granulados. Você deve estar estranhando alguém que come enquanto faz um trabalho tão fúnebre quanto matar alguém, sem muitos motivos para tal. Ela era impulsiva, agia de forma não racional e aquilo acabava sempre da mesma forma: uma mortezinha aqui, outra ali. Na real, dessa vez até que tinha uma listinha do que desencadeou sua nova vítima, era nada mais do que trabalho, embora pudesse simplesmente não aceitar. O ramo dos vípers andava meio travado e ela corria risco de enferrujar, por isso aceitara qualquer coisinha para manter-se na ativa, ganhando uma grana consideravelmente boa para fazê-lo. Só que hoje nem tudo sairia como ela bem queria... Engoliu a rosquinha com agilidade, mastigando fortemente a massa que lhe lembrava fortemente à um pão, macia e ainda morna. Praguejou, retirou a adaga, um pouco presa ao crânio do agora morto, limpando-a na calça branca. Reclamou, não se lembrava da cor que a vestimenta tinha, por tanto fora algo mais não pensado por força de hábito. Dane-se. Seu calcanhar permitiu que seu corpo encontrasse o responsável, ou melhor, a responsável pela intromissão; a expressão da Sinclair era abruptamente insatisfeita. Por que caralhos isso tinha que rolar agora? Tinha a maior intenção de sair dali com o serviço todo feito, vazar e ir para casa tomar um bom whisky. Mas não, seu momento iria se prolongar mais um pouco. Respirou fundo, centrou a atenção as orbes da desconhecida, uma moça de madeixas loiras. Oh... Não tão desconhecida assim. Brooke já tinha visto aquele rosto em alguma reunião do clã de bruxinhas, sua família materna. Puta merda... Ainda dava para ficar pior? Ela soube que a mulher temeu o encontro consigo, pois julgando sua presença, ela provavelmente tentara sair de fininho. Coisa que não funcionou muito bem. Parada, encarando fortemente a não tão desconhecida, ela girava a adaga com detalhes vermelhos antigos entre os dedos, parecia até brincadeira pela facilidade. Estudava os movimentos do corpo dela, tentaria fugir... Hm, teria que agir mais rápido. Felizmente nisso ela era bem boa, for real, não era atoa que ainda se arriscava naquele joob.

O movimento calmo de sua cabeça fazia jus à um não. Quando a provável parente começou a se mover para sair dali, Brooke empunhou a varinha e tomou a sua, após desarmá-la com facilidade. Sabia que ela muito provavelmente ficara assustada, e só por isso pensou em correr e nada mais, caso contrário correriam risco de batalha, um duelo. Felizmente não se dera o trabalho disto. Após o Expelliarmus, Brooke guardou a varinha dela dentro dos coturnos pretos, e então proferiu um incarcerous, fazendo com que ela caísse sob a terra, completamente amarrada. A ruivas estava visivelmente incomodada, ela tinha planos para o restante do seu tempo, e agora precisaria infelizmente adiá-los por um período indeterminado. O álcool precisaria aguardar mais um pouco... Aproximou-se da mulher, encarando fixamente seu rosto, sem medo de que ela gravasse suas expressões e traços, não tinha receios quanto aquilo... Mas, o receio existia. Bom, ela tinha opções, mas não sentia que eram tão viáveis neste momento. Decidiu brincar um pouquinho com o psicológico dela, pensando o seguinte: já que faria maldade, então capricharia na maldade. Abaixou-se, um pouco acrocada com os joelhos dobrados, ajeitando os fios de cabelo loiros dela, que cobriam seu rosto. Ela estava caída de bruços, mas tão logo permitiu que ficasse de barriga para cima. Ela lhe fitava de lado e isso incomodava a Maxinne. — Você não me conhece, mas eu sei quem você é. — Dizia sorrindo, um sorrisinho sugestivo e totalmente gracinha, como quem não tinha capacidade de matar uma mosca. O que era bem o contrário, Brook tinha uma imaginação para lá de longa. — Talvez conheça minha irmãzinha morta, Brooke, mas... Bom, somos gêmeas mas nem tanto. — Brincava. Não diria o nome de Florence à qual estava se apossando da identidade, seria no mínimo desrespeitoso, então deixou aquela vibe mais de curiosidade mesmo propositalmente. Whatever... Brooke analisava os detalhes do rosto de sua próxima vítima, decidindo que abriria o jogo para ela agora, sem mais delongas. Ela merecia um pouco de pressa no final, seria mais piedosa por conhecê-la minimamente. Um bônus, era sortuda! 

Então... Escolha uma mão. — Oferecia para a outra, com os punhos fechados. Ela parecia lhe encarar como quem não podia selecionar, mas tão logo abriu a boca para responder. Brooke a impediu, interrompendo o caso. — Deixa que eu escolho para você, hm... A direita. — E então ela abriu o punho em questão, fingindo ler um papel invisível, fingindo que a escolha de sua vida saída dali. Eram duas: obliviá-la ou matá-la. Max franziu o cenho em dó, entregando seu destino propositalmente. — Oh, que pena... Você vai ter que morrer. Até estava pensando que alterar sua memória seria o suficiente, mas deixa quieto. — E proferiu um pano na boca dela, sabendo que protestaria contra a decisão tomada. A verdade era que Brook já tinha se decidido sobre o que faria faz tempo, só estava fazendo um joguinho com a mente da loira. Foda... A mulher ruiva levantou-se finalmente, decidindo que iria desamarrá-la. Algo como dar a oportunidade de correr, parecido. Sumiu com as cordas da outra, mas fez com que ela permanecesse de mãos atadas. A boca ainda coberta, Brooke fez um gesto de contagem regressiva, era meio óbvio o que tinha de ser feito. A loira então não pensou duas vezes, virou-se para correr, e fora quando a McBride decidiu agir finalmente. Sem pudor empunhou sua varinha, apontando para suas costas. Só lançou o feitiço quando seus olhares se cruzaram de novo, sabia que quando matava alguém, olhar em seus faria com que nunca esquecesse de sua última expressão. No caso de Brook era diferente... Não olhar era pior, pois parecia não ter coragem do feito, algo semelhante. Avada Kedavra, ela disse. Sua parente estava morta. O corpo despencou ao chão de olhos bem abertos, arregalados, após a rajada esverdeada atingi-la em cheio. Bom... não sentia arrependimentos, mas precisava levar o corpo consigo, para enterrá-lo um pouco mais longe dali. Antes Brook ocultou seu primeiro cadáver, e depois ela carregou a defunta nos ombros para uma região mais afastada. Lá descartou-a, permanecendo com sua varinha. Tinha de destrui-la, se alguém a encontrasse, saberiam que algo tinha acontecido com a não tão desconhecida. Enfim, trabalho concluído, além do extra. Brooke saiu dali, sem ninguém ter visto o ocorrido, apagando seus rastros inclusive.


ex-docente, atual víper, grifina
Brooke Maxinne Sinclair Harris McBride
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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 4 I_icon_minitime

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