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 Anagach Woods

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
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Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeQui 12 Jan 2017, 21:53

Relembrando a primeira mensagem :

Anagach Woods

Escócia


Anagach Woods - Página 2 JAMBqy0

Um pântano único com plantas raras e animais. Contem uma rede de caminhos facilmente acessível, incluindo parte das trilhas e pistas para mountain bike, um esporte radical trouxa.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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Thea Von Ziegler
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Thea Von Ziegler

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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeTer 05 Fev 2019, 09:09

Eu e meu negócio eram duas coisas que colocavam em perigo qualquer ser humano que não fosse eu, eu havia descoberto uma espécie de planta ideal para uma das minhas bebidas soníferas, sim haviam pessoas que bebiam para conseguir dormir e esse nicho era pouco explorado, o que implicava em mais dinheiro. Uma pessoa prestes a casar precisa de dinheiro, então era a soma perfeita. Estava com uma calça jeans até os tornozelos e blusas de manga comprida, além de carregar um par de luvas em meu bolso de trás da calça. Caminhei cerca de cinco metros pela trilha, seguindo as instruções do meu contato, até que vi uma flor que parecia refletir as cores do arco-íris, sorri com essa descoberta e coloquei as luvas que estavam em meu bolso e, em seguida, peguei a minha varinhas. ~Petrificus Totalus! ~  falei e logo a plantinha não era mais um perigo, me agachei e segurei ela pela base e puxei-a de vez, arrancando a planta com raiz e tudo. Peguei um saco daqueles zip-zap e guardei o saco dentro da minha bolsa. Voltei a caminhar e sai dali como se nada tivesse acontecido, só o sorrisinho sacana em meus lábios denunciava algo. Saio dali.


Thea Von Ziegler
#formada em pilantragem  
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May Hool Stackhouse Snow
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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeQua 06 Fev 2019, 13:28


Orion  

Conseguia entender o que Orion falava, eu sentia que no mundo adulto não existiam segundas chances, ou você aguentava ou recuava. Não era como se eu precisasse trabalhar para me manter, se eu quisesse poderia ficar na loja com meu pai, mas não era isso que eu sentia que deveria fazer. Eu era muito nova e não queria ser comparada a minha irmã mais velha, até porque ela era incrível e eu não sabia se eu seria tanto quanto ela. – Ninguém gosta de ser comparado, minha irmã Cheryl é um sucesso em sua área. Eu faço o mesmo que ela com Poções, mas eu não sei como irei me sair. Ai parece que cria-se uma expectativa que me pressiona a ser boa. – Comentei como um desabafo, fora que minha mãe seguia o mesmo ramo, mas nada tinha sido combinado entre nós a não ser nossos gostos parecidos. – Sem contar que minha mãe entrou como chefe do meu departamento de pesquisa, e eu ainda estou lhe dando com isso. Não quero que comentem que eu entrei ali por ser filha dela, e nem por ser irmã de Cheryl, uma promessa no ramo das pesquisas de Poções. Eu sou a mais nova de toda a equipe e isso me assusta um pouco, porque a expectativa de uma resposta positiva é grande! – Soltei um longo suspiro, achava que nunca ia ter coragem de colocar minhas inseguranças para fora. Com Nate e eu afastados eu não tinha muito com quem conversar, mas ali eu sentia que podia falar porque ele passava por algo parecido, éramos muito jovens e cada um era uma promessa para seu ramo.

Sorri aliviada em poder falar aquilo, num lugar bem inesperado e com Orion, um colega de aula que por sete anos conhecia sem ter muito contato. Ri um pouco do jeito que ele interagia com os animais, não por achar que era um palhaço, mas porque eu achava realmente bom aquele dom. Apenas mostrava como ele era alguém especial! – Eu acho fascinante esse dom. Não se preocupe Diarmuid, eu tenho muitas coisas gostosas em casa para você comer quando aparecer por lá! – Falei para a coruja preta de Orion, não sabia o que a ave tinha falado para Orion, mas por ele falar em pacote pesado achava que era algum tipo de reclamação. – Eu criei essas fichas porque era mais fácil quando eu tinha que ir buscar pacotes, porque como sou a mais nova virei uma espécie de menina de recado por aí! – Falei fazendo uma careta não muito feliz, e eu realmente ia e vinha pegando pesquisas e levando amostra pelos laboratórios do mundo. Descobri que ter aquele tipo de cartão me ajudava demais para entregar nesses lugares. – Preciso ir, foi bom conhecer você e seus amigos fofos! – Acenei para cachorro, em seguida dei um passo em direção dele com os braços um pouco aberto, eu ia dar outro abraço nele.



May Hool Stackhouse Snow
Pociologista da S.I.C.P.V.M. Sobrevivente de Meg Mall. Grifinória e apaixonada por um certo Leão! 
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Nicolás Álvarez-Castillo
Servidores do Ministério da Magia
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Nicolás Álvarez-Castillo

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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeSeg 11 Fev 2019, 00:43

VELHOS CONHECIDOS
— Muitíssimo obrigado! Realmente, não sei o que seria de mim sem o senhor! — Riu uma risada alta e bastante sincera, afinal, não havia nada mais verdadeiro que a sua fala. O homem a quem Nicolás agradecia tinha como nome Galahad Barkridge, um feiticeiro que o jovem conheceu ainda nos seus primeiros anos na ilha. O motivo do encontro, bem lembrava Nicolás, não foi muito agradável, uma vez que se deu a luz de uma doença contraída pela espanhol assim que havia posto os pés no país — o acontecimento quase o fez arrumar as malas e retornar imediatamente a sua terra natal, aterrorizado pela total completa de sorte. Galahad era um dos melhores, se não o melhor curandeiro de toda a Escócia, e por conta disso havia recorrido a ele no momento de sua desgraça. Tinham noites que ele ainda acordava de pesadelos nos quais cerdas feito as de aranhas cresciam ao longo de sua pele, espessas e pontudas. A mera lembrança fazia Nicolás se arrepiar. — Está brincando? Isso é mais do que necessário, está ótimo. — O ministerial se referia ao pequeno saquinho de pano que carregava em sua mão, dentro do qual contia algumas gramas de pelos de unicórnio, que ele pretendia empregar numa de suas poções. O ancião também comercializava alguns itens para poções, e Nicolás gostava de obter do homem aquele tipo de produto em específico — pelos, chifres, dentes, unhas e afins — porque confiava em sua integridade; haviam mercadores que exploravam animais e criaturas, ou fazia uso de redes ilegais que abusavam dos mesmos métodos, para a aquisição desses artigos, e o bruxo com certeza não iria contribuir para aquilo. No final das contas, valia a pena viajar até o pequeno chalé escondido nos confins daquela imensa floresta escocesa.

Quando todas as despedidas foram enfim feitas, Nicolás deixou algumas moedas nas mãos do feiticeiro (com muito esforço, pois o velho sempre parecia relutante a receber qualquer tipo de quantia em dinheiro, o que ele sempre achava engraçado) e tão logo se retirou dali.


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Hoy es siempre todavía, toda la vida es ahora. Y ahora, ahora es el momento de cumplir las promesas que nos hicimos. Porque ayer no lo hicimos, porque mañana es tarde. Ahora.
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Ares Fontaine D'Amici
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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeDom 31 Mar 2019, 23:57

Instinto. Meu corpo automaticamente se desviou para o lado, ainda que eu tenho me desequilibrado e a besta tombado na árvore. Seu impacto gerou um buraco grande o suficiente para me fazer imaginar o quão ferrado eu estaria se tivesse permanecido no caminho. Corri pela mata, escutando o monstro grunhindo e o som de suas patas reptilianas ecoando pelo carpete. Ele ameaçou outro salto e abocanhou meu longo sobretudo, puxando-me violentamente para trás. Eu podia sentir o odor pútrido de seu bafo e a saliva pingando da boca, mas com determinada dificuldade consegui me livrar da peça de roupa. Agora com uma vantagem posicional, pois a criatura se ocupou em mastigar o pano de meu sobretudo, apontei a varinha e conjurei: - Alart Animals. - Um som inaudível para os ouvidos humanos, mas suficientemente forte para gerar uma onda tremeluzente, alcançou a besta que contraiu os olhos, encolhendo-se em agonia expressiva. Ele demorou apenas alguns segundos para recobrar a consciência e rugiu, espalhando perdigotos por todos os lados. Então deu um imenso salto e conseguiu me derrubar antes mesmo que eu tomasse uma atitude planejada. Seu focinho de leão ficou bem próximo de minha cara, quase o suficiente para arrancar um pedaço do meu nariz. Não lhe faltaram tentativas, mas uma surpreendente força desesperadora surgiu em meu interno, ajudando-me a segurar a criatura com as próprias mãos a tempo de rolar pelos galhos e sentir os cortes em meus braços. Foi quando me reergui e proferi no exato momento que ela deu outro salto. - Petrificus Totalus! - Um jato congelante atingiu seu rosto, espalhando-se em um segundo pelo restante do corpo e petrificando qualquer ação do monstro. Perdi o equilíbrio e cai por trás de um tronco, aproveitando para finalizar em um combo. - Reducto! - O raio poderoso encontrou a estátua petrificada e a reduziu a uma grande explosão de pó. Em apenas um segundo, nada mais tinha restado da besta, senão uma fraca fumaça branca que sumiu tão logo apareceu. Arfando de cansaço e com o coração a mil, estendi os braços no chão e permaneci descansando por alguns instantes. Mais a mil que meu órgão bombeador de sangue, estava apenas o meu cérebro criando teorias para justificar a loucura que tinha acabado de acontecer. Olhando para os lados e dando uma última observada no que tinha restado da floresta, concentrei minha magia e desaparatei dali.


forever & ever more
Hold me close my little Draculove. Wrap your arms around me. Uhh, what did you think when you made me this way? What did you think when you love me this way? Hold me so close when we get to the gates and we'll be together forever and ever and more.
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Morgan T. Fallen Wichbest
Jogador do Time da Corvinal
Jogador do Time da Corvinal
Morgan T. Fallen Wichbest

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Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 5º Ano
Varinha: Escama de Cauda de Sereiano, Azevinho, 26cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeQua 05 Jun 2019, 10:10


 
[Dia 18 de Junho de 2019, céu aberto e com poucas nuvens]

Havia chegado o dia do casamento de seu pai. Estavam na proximidade de um castelo que Morgan nem lembra mais o nome, não por conta do seu pai – um mero relojeiro – mas pela família de Olivia, eles eram ricos. Todo tipo que compra coisas estupidas de cara, simplesmente por não ter com o que gastar. Porém, a Wichbest desde que nasceu parecia que havia sido anestesiada, nada o que os outros lhe diziam pareciam causar alguma reação e ela sempre tinha um sorriso fraco no rosto – melhor, um sorriso falso. Seu vestido havia sido escolhido a poucas semanas e para ser bem sincera, ela preferia o vestido cinza e com flores bordadas. Esse era simplesmente, ridículo. Nunca em seus cinco mil duzentos e cinquenta e sete dias de vida, Morganna havia vestido uma roupa tão horrorosa. A cor amarela que deixava a menina ainda mais pálida, e parecia aqueles vestidos de princesa de uma ilha do terror, nada na vida poderia ser superar isso, ela ti há certeza disso. Morgan suspirou ao tocar no tecido grosso e esquisito, olhou em sua volta e um bando de mulheres caminhavam em total confusão - Faltam apenas vinte minutos minutos. - uma delas gritou perto de mais do ouvido da menina, que fez sua cabeça zunir. Por todos os deuses, ela estava odiando cada minuto desse dia, segurou a feição de nojo e caiu no sofá que parecia ser uma nuvem de confortável.

Um vento frio fez um arrepio crescer em sua espinha, já havia passado dois anos desde do seu acidente e a descoberta de que estava parecendo aquele menino estranho do sexto sentido – e mesmo assim ela não havia se acostumado com a estranha sensação de quando um espirito vinha lhe visitar. Alguns já lhe eram bastante conhecidos, como o menino que lhe falava obscenidades no meio das aulas, o senhor com cicatriz no rosto que lhe parecia se recusar querer falar com Morgan, e por fim, a figura mais misteriosa de todas, a mulher de branco. Ela sempre aparecia nas situações em que a menina se estressava com o casamento, bufou ao observar ao espirito ao seu lado – que bem diferente das últimas vezes, estava como um sorriso alegre no rosto. Por um instante, Morgan estranhou, mas como não sabia muito sobre os sentimentos de fantasmas em geral, preferiu deixar de lado dando os ombros.

Por minutos a mulher ficou ao seu lado apenas observando o movimento, foram tantos que a menina até mesmo parou de se importar com sua presença. A cerimônia seria daqui trinta minutos, em outras palavras iria demorar uma eternidade – Ela é minha octaneta. - levou um susto ao ouvir a voz da mulher, só para que você meu caro leitor tenho uma ideia, as vozes de espíritos pareciam como um eco bem distante e ao mesmo tempo tão perto que causava tremores. Morgan levou a mão no coração, observando o olhar da mulher que não estava em sua direção, mas sim, sobre Olivia no vestido de noiva. Rapidamente Morganna pode juntar as peças, a mulher de branco era uma parente distante de Olivia – deveria ser por isso que ela estava lhe perseguindo durante esses últimos dias de organização para a festa. A menina não pode evitar deixar um pequeno ohh de surpresa sair de seus lábios finos, como também o questionamento de “O que ela tinha haver com toda a situação?”. Não queria que fosse uma festa grandiosa, mas essa sua esperança havia sido deixada de lado a muito tempo atrás.  Olhou para espectro ao seu lado com um sorriso amarelo e totalmente forçado, só queria ter um pouco de paz – e mesmo essa mulher lhe intrigando, naquele momento Morganna não queria ser levada por usa natural curiosidade e sim, pela melancolia.

-Me faça um favor...- ao ouvir a frase, a menina não pode evitar revirar os olhos azulados. Não queria fazer favores nem para vivos, imagina para mortos. Mas, o comportamento da corvina não impediu que a mulher continuasse – Não deixe que nada estrague esse dia para ela. - sem mais nem menos, o espirito tomou seu rumo para o outro lado da vida ou vai saber para onde, deixando Morgan além de confusa, irritada. Nunca vai conseguir entender esses fantasmas que falassem lhe perseguir, todos tem algum tipo de problema ou história, e normalmente sempre falam coisa que lhe perturbam. Ora essa, ela já era uma adolescente não precisava de outras pessoas lhe colocando pensamentos perturbadores, ela podia fazer isso sozinha, muito obrigada.  

Em um grunhido ela se levantou do sofá e se aproximou de Olivia, ela realmente não queria e culpava sua personalidade naturalmente boa e medrosa - Você precisa de alguma coisa? - disse com a voz fraca quase mesmo falhando, por um momento a mulher de cabelos negros arregalou os olhos surpresa. Morganna nem mesmo falava muito e tinha dias que nem mesmo direcionava a palavra para ela, mas isso era mais pelo fato de não a conhecer o suficiente e não, por pura implicância. Morgan nunca trataria mal por causa disso, ou trataria? – Uma foto com você, seria interessante. O que você acha? - a corvina apenas balançou a cabeça em concordância e enquanto o fotógrafo se ajeitava em sua frente, Morgan ajeitou sua roupa e se ficou ao lado da mulher. Ao sorrir para a foto até mesmo pensou em falar: Se você trair o meu pai, eu te mato. Apenas como alivio cômico, mas pela imagem que a mulher havia dela iria ficar com medo até mesmo de olhar para Morganna ou com vontade de lhe mandar para um hospital psiquiátrico.  

Depois disso, Morgan fez de tudo para não fazer com que aquele dia não fosse um pesadelo para Olivia, não sabia o porquê, mas parecia que realmente havia prometido para a mulher fantasma que iria garantir a felicidade de sua madrasta naquele dia.  A festa realmente só foi acabar depois de oito horas e como seu pai foi direto para lua de mel, Morgan teve que esperar a boa vontade de seus tios para que finalmente pudesse vazar do lugar. E que alivio foi quando ela finalmente foi embora.




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Daniel Fiatti Lancastell
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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeSex 28 Jun 2019, 17:38

Desde que Nyx decidiu sair das sombras e fazer o seu retorno para os holofotes da sociedade bruxa, uma série de catástrofes anunciadas vinha acontecendo por todas as partes. As ações terroristas da psicopata - e do seu grupo de seguidores - causavam sérios danos não só a pessoas, mas também criaturas, seres e toda uma sociedade em geral. O tsunami de problemas ameaçava até mesmo o véu mágico que mantinha o sigilo do mundo bruxo. Um exemplo disso foi o nascimento do termo "inimigo invisível" por parte de um dos líderes do exército britânico, o que colocou ainda mais lenha na fogueira em que os trouxas costumavam usar para queimar os bruxos. A partir de então, várias operações de resgate e proteção foram acionadas, não só pela SICPVM, mas um conjunto de órgãos políticos e administrativos do mundo bruxo. A grande preocupação era que, em meio à crescente onda de desconfiança que partia dos trouxas, a fauna e flora mágica corria um grave perigo de exposição nos habitats frequentados por públicos mistos. E era justamente nessas áreas que precisávamos intervir.

Em Anagach Woods, uma floresta ao norte da Grã-Bretanha, na Escócia, os casos mais comuns que poderiam ocorrer remetiam à exposição de criaturas como agoureiros, fadas, tronquilhos e besouros-da-melancolia. Muitos trouxas caminhavam pelas trilhas da floresta, ou usavam dos seus caminhos para praticar esportes. Uma vez ou outra, haviam casos de ataques por parte de diabinhos ou fadas mordentes. Nada tão irreversível. Mas com as frequentes notícias que aterrorizavam a sociedade, até mesmo pequenos incidentes como esses poderiam causar um grande abalo nas organizações do mundo bruxo. Por conta disso, uma operação de urgência foi montada no arquipélago, com o auxílio do Departamento para a Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas. A ideia era simplesmente ocultar ao máximo a presença dessas criaturas na área utilizada pelos trouxas, evitando assim o risco maior de exposição. Para os casos que envolviam diabinhos e fadas mordentes, a ordem era de realocação para o arquipélago. Para todos os efeitos, aos olhos dos trouxas, tais criaturas jamais existiram por ali.

Era fim de tarde quando chegamos à floresta por meio de uma chave-de-portal. O trabalho que deveríamos realizar era relativamente simples, mas, para alguns, materiais específicos foram necessários. Junto à minha equipe, adentrei a floresta por meio das árvores, procurando pontos específicos em que a vegetação ficava à margem de trilhas ou caminhos. Observava principalmente se existiam moitas mais espinhosas nessas regiões, onde era provável de conter ninhos de agoureiros. Eu sabia que tronquilhos eram os mais fáceis de encontrar, mas em geral o comportamento desses pequenos não gerava muitos problemas. Ao encontrar uma região que oferecia riscos próximo à trilha principal da floresta, observei e estudei bastante os arredores antes de sacar a varinha e apontá-la para o alto. — Cave inimicum! — recitei ao realizar a magia. Encobria aquela região com uma barreira ilusória, de forma a ocultar a visão de quem passeia pelas trilhas para os acontecimentos floresta adentro. Ainda no interior da área protegida pela barreira, ergui a varinha mais uma vez. — Abaffiato! — Lancei então o encantamento que impediria que os ruídos de dentro denunciassem as presenças ali. Era basicamente o serviço que precisava ser feito. Com isso, tratei de vasculhar mais áreas de risco e encobrir os seus traços com os respectivos feitiços. […]Acho que o trabalho aqui já está feito — comentei ao encontrar o restante da equipe. Não demorou então para que organizássemos tudo que era necessário, e conjurássemos uma chave-de-portal de volta para o arquipélago.

Saio daqui.


Daniel Fiatti Lancastell
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Azri Arkley D'Anjou
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Bicho-papão : Cavalo-do-Lago

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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeSab 29 Jun 2019, 09:37


- Proteção!;

O mundo mágico parecia a beira de um colapso desde que a bruxa das trevas Nyx resolvera sair das sombras e iniciar uma série de ataques, dentre eles o da Ilha de Alderney e Beco Diagonal. Desde então o Ministério e demais organizações mágicas estavam em constante alerta, inclusive a SICPVM passou a trabalhar com mais afinco, realocando e cuidando de animais mágicos que pudessem causar alguma exposição ou insegurança para os trouxas.

 Era meados de dezembro e Azri bebericava uma xícara de chá e comia muffins preparados por Eibhlin, estavam deliciosos e eram os favoritos de sua irmã Gina – tinha certeza que tinham sido feitos para atender as vontades da menina, se ele bem conhecia Eib ela não estragaria suas unhas cozinhando algo se não fosse para mimar as extravagâncias da garota – enquanto lia o jornal antes de ir para o trabalho, hábito de velho que tinha aprendido com o pai. Soube com as notícias e reuniões entre colegas que desde o mês anterior o caos parecia ter se espalhado pelo mundo trouxa, apesar de Nyx aparentemente ter dado uma “pausa” aos ataques em locais bruxos, os trouxas pareciam enlouquecidos e criaram uma teoria sobre um “inimigo invisível”, que a sociedade mágica sabia se referir aos bruxos escondidos. Com isso, a sobrecarga de trabalho havia dobrado diante de ações dos magizoologistas que pegaram a função de proteger e preservar o habitat das criaturas mágicas e afastá-las de possíveis olhares trouxas.  A cada dia uma nova ação era realizada nos locais mais prováveis de causar exposição ao mundo bruxo ou incidentes, a crescente desconfiança pelos trouxas da existência de coisas ocultas deixou todos em alerta. Naquele dia, a floresta de Anagach Woods na Escócia seria um dos locais que a Sociedade Internacional trabalharia.  Um local pantanoso cheio de plantas raras e animais mágicos, com uma série de trilhas utilizadas pelos trouxas para caminhadas e os mais diversos esportes, lotado de fadas mordentes, besouros-da-melancolia, tronquilhos e agoureiros, propício à incidentes com trouxas. Havendo a necessidade de proteção destes locais com feitiços ilusórios e deslocamento de algumas criaturas de forma temporária para a Ilha Scamander, o Departamento para Regulamentação e Controle de Criaturas Mágicas pediu ajuda para realização da tarefa.

A equipe designada para a missão chegou ao local por volta de três horas da tarde, subdividindo-se em direções diferentes e pontos específicos, alguns foram sozinhos, outros em dupla. O loiro gostava de trabalhar sozinho em situações como aquela, preferia se concentrar e o silêncio facilitava a execução da tarefa.  Caminhava devagar vasculhando o local,  se atentando para as espécies de plantas que tinham ali, em estado de alerta com a varinha empunhada, prestando atenção no solo em locais onde fadas mordentes poderiam ter enterrado seus ovos e árvores ocas com espaços escuros e protegidos que poderiam abrigar os ninhos de besouro-da-melancolia. Escolheu partes estratégicos perto das trilhas para lançar os feitiços, caminhava alguns metros e erguia a varinha – Repello Trouxatum – Um campo anti trouxas para impedir que adentrassem a floresta para além da  trilha – Abaffiato – Uma barreira mágica para abafar  quaisquer ruídos,  e por fim – Cave Inimicum – O campo incolor de proteção se espalhou,  cuja função seria impedir trouxas de ver ou ouvir o que se passava do lado de dentro da barreira mágica ao redor das trilhas. Depois de vasculhar e lançar o trio de feitiços por todo o perímetro que lhe foi designado, encontrou e deu apoio aos demais colegas da equipe que ainda não tinham finalizado, auxiliando na captura de diabinhos e fadas mordentes para serem transportados para a ilha de Scamander. O crepúsculo já se aproximava quando a equipe de deslocamento das criaturas partiu e  os responsáveis pelos feitiços cobriram  toda a área. Azri suspirou satisfeito, guardando a varinha na bainha antes de saírem dali de volta ao arquipélago.


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Hades B. Van Devereaux
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Hades B. Van Devereaux

Patrono : Salamandra
Bicho-papão : A morte do Loreto

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Ano Escolar: Concluído
Varinha: Espinheiro-Negro, 20cm, Inflexível, Pelo de Barba de Gnomo.

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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeDom 30 Jun 2019, 11:46

Morde Morde

Realizando um belo trabalho
#Junho

Após uma longa conversa com o Augustus, nosso chefe, decidimos que precisamos ir à campo dar nossas caras para prevenir muitos problemas. Ele veio com a notícia de que o Ministério da Magia está pedindo nossa ajuda, o nível quatro, que também vai a campo. Algumas criaturas podem ser expostas por causa de uma trilha que os não mágicos usam, em Anagach Wood. Me reuni com os Magizoologistas para delegar suas funções nesse caso muito importante. – Vocês vão localizar os pontos onde as criaturas vivem. Em seguida vão proteger as áreas ao redor dos espécimes existentes na região, usando feitiços ilusórios para deixar o habitat seguro para eles e para os trouxas que frequentam a trilha. – Afirmo com uma prancheta em mãos, com as relações das criaturas que habitam no lugar. – Algumas criaturas como Diabinhos e fadas mordentes, teremos que trazer e deixar na nossa ilha Scamander, afinal, são as mais encrenqueiras. – Entrego por fim, algumas copias das relações que tenho sobre as criaturas e dispenso os colegas. – Breve estarei me reunindo a vocês para ajudar no que for necessário. – Informo só para finalizar nosso encontro. Após me ver sozinho, preciso tomar algumas decisões, preciso escolher um lugar para relocar essas criaturas que vão chegar para ficarem temporariamente.

Se elas estão sendo tiradas de uma trilha, nada melhor que deixarem a mesma em um lugar tão familiar quanto. A trilha da ilha Scamander. Vou em busca de alguns mapas para deixá-los separados para os Magizoologistas e vou ligeiramente ao Anagach Wood, no norte da Grã-Bretanha, na Escócia, me encontrar com os demais. Quando chego, eles já haviam encantando maior parte das áreas, mas não poupei esforço para reforçar. Com varinha em mãos, comecei a gesticula-la proferindo os encantamentos de proteção. – Abaffiato! Cave inimicum! Repello Trouxatum! – Caminho até outro lado ainda repetindo os feitiços. O engraçado são os diabretes e fadas mordentes voando de um lado para o outro emitindo sons irritantes, loucos para aprontarem com a gente, esperando brechas para nos agarrarem. Sempre estamos de prontidão, mas nosso papel principal além de feitiços de proteção e repelir trouxas, é capturar cada animalzinho abençoado que adora encrenca. – Agora precisamos capturar sem machucar, por favor, para serem levados para a ilha Scamander. Immobilus! – Brado o feitiço contra um diabrete em um galho de uma árvore e assim seguimos, alguns imobilizando os animais, outros colocando-os em gaiolas espaçosas para não se sentirem sufocados.

Somos práticos, ágeis, profissionais e treinados para essas situações, então é muito difícil algumas criaturas traquina conseguir nos ludibriar, o que torna tudo mais divertido, porque elas tentam, mas não conseguem porque estamos sempre de olhos abertos. – Cuidado com essas asas, por favor. – Repreendo um colega preocupado com a maneira que carregou uma fada mordente. – Acho melhor levitá-las do que carregar com a mão, assim pode machucá-las, são frágeis com nossos apertos. – Sugiro e vejo eles fazendo seus bons trabalhos. Quando pôr fim terminamos de recolher provavelmente todas, reunimos todas as gaiolas, com diabinhos, fadas mordentes e diabretes para irmos a Ilha Scamander. Saimos do local.


;Magnifique;

Dotado de uma malícia rara, muitas vezes um Bourbon-Vendôme é brilhante e se distingue rapidamente, tanto por sua perseverança como por sua classe.
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Milo Yungi Hwang
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Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeDom 30 Jun 2019, 13:24

Milo havia acordado naquela manhã cheio de expectativas para como seria seu primeiro dia de trabalho no Ministério da Magia, uma vez que tinha sido contratado há pouco para ser o responsável pela regulamentação e divisão dos seres e espíritos. Era um trabalho que exigia muito de uma pessoa, e óbvio que o jovem ministerial estava capacitado para tal, já que assumiria o cargo. Naquela manhã em particular, enquanto caminhava para a entrada secreta do ministério, Milo imaginava como seria seu primeiro dia no trabalho, esperava que fosse algo mais simples e tranquilo já que estava começando o trabalho. Fazia muito pouco tempo que o jovem havia se mudado para o país, uma vez que tinha decidido seguir um caminho todo diferente da de seus pais. Ambos os mais velhos eram professores de Mahoutokoro, algo que sempre ajudou o garoto mas também atrapalhou muito. Quem é que gosta de estudar junto dos pais? Pois bem, não demorou muito para que estivesse no átrio do ministério e com toda a certeza estava extasiado com tudo que via, tanto é que ouviu de um bruxo que passara ao seu lado para fechar a boca pois poderia entrar algum mosquito. É, talvez os britânicos não fossem tão calorosos quanto pensava. Por não saber muito o caminho dentro do ministério, apenas seguiu o fluxo que levava direto para os elevadores, estes que estavam lotados de bruxos, ou seja, tivera que se esgueirar bem ao fundo do elevador e praticamente ficar espremido durante todo o trajeto. Era por isso que odiava elevadores, já tinha passado por muita coisa ruim durante seu estágio no ministério de seu país.

Parecia que o jovem tinha saído de uma daquelas lutas de ringue quando saiu de dentro do elevador, uma vez que tinha que se desviar de braços que vinham em sua direção, pés que tinham a mania de chutar a sua canela e até pastas voando por todo o interior do objeto. Ah! Sem contar que vez ou outra engolia tufos de cabelos feminino que teimavam em ser jogado contra sua face. É, não tinha começado o primeiro dia muito bem, mas por sorte havia chegado bem antes do horário de trabalho, caso contrário levaria uma baita bronca de sua chefe, o que era algo que não gostaria de passar no momento, até porque a mesma lhe dava um certo medo. Assim sendo, sem perder muito mais tempo, caminhava pelos corredores do departamento quatro em direção a sala de sua chefe. Milo estava um tanto cauteloso e com as mãos suadas devido a todo o nervosismo que estava naquele momento, uma vez que era seu primeiro dia no trabalho e não sabia o que esperar. Achou que, por ser seu primeiro dia no trabalho, teria algo mais leve, simples e sem muito esforço, mas não! É, não seria como seu primeiro dia de trabalho como estagiário. O rapaz teria que se deslocar do departamento para o meio de uma floresta escocesa para dar assistência a criaturas e seres que viviam naquela floresta, tudo porque o risco de exposição das criaturas para os olhos dos trouxas estavam crescendo absurdamente devido aos últimos acontecimentos, ou melhor, ataques. A floresta de Anagach Woods seria uma das primeiras a ter a realocação das criaturas para uma outra ilha, já que as trilhas do local potencializavam ainda mais o contato dos espécimes da região com cidadãos trouxas.

Não demorou muito para que o jovem ministerial estivesse aos arredores daquela floresta para começar o trabalho que deveria ser feito. Primeiro, tudo o que ouviu foi as ordens vinda dos magizoologistas da Sociedade Internacional, uma vez que foram eles quem deram a informação para o que estava acontecendo e o que deveria ser feito. Segundo, as pessoas presentes naquela missão tinham sido divididas em regiões diferentes para que cobrissem o mais terreno possível, assim como ter o trabalho feito com mais rapidez, uma vez que as criaturas apresentavam um certo perigo para os trouxas que viviam perto daquelas trilhas do local. Assim sendo, Milo acabou ficando com um grupo que ficaria mais perto das trilhas para dar uma certa assistência aos bruxos que chegavam com as criaturas capturadas e que seriam realocadas para a Ilha Scamander, algo totalmente provisório para aquele momento, já que o risco de exposição era enorme. Mas isso não queria dizer que o jovem ficaria sem fazer nada, muito pelo contrário, ficaria responsável pelas criaturas que ficavam por ali ou que apareciam naquela região, como também daria uma boa assistência aos trouxas que caminhavam por aquela trilha, mesmo que logo no começo da mesma havia um sinal de que estava fechada. Apesar de ser um trabalho bem mais simples, já que seu cargo era voltado mais para os seres e espíritos, Milo daria seu melhor para ajudar no que fosse preciso. E, assim sem perder muito tempo, pode ver os pequenos grupos de bruxos entrando cada vez mais adentro da floresta escocesa. O trabalho precisava ser feito rapidamente.

Não demorou muito para que a primeira leva de criaturas que seria transferida chegassem até o local indicado, fazendo assim com que alguma das pessoas que estavam presentes, fossem para o local que seria realocada aquelas criaturas. Milo se mantinha na posição que tinha sido colocada, a de dar uma certa assistência aquelas criaturas e também ajudar no que fosse preciso. Havia diversos tipos de animais espalhados pela floresta e todos os seus arredores, assim como era quase inevitável se não ouvir pessoas curiosas passando por aquelas trilhas, não por conta das criaturas, uma vez que as mesmas estavam sob feitiços ilusórios contra todos os trouxas, mas porque era uma floresta conhecida naquela região. Era possível encontrar quase todos os tipos de criatura dentro daquela floresta, desde os mais tediosos como diabinhos e fadas, como também alguns centauros, estes últimos que se recusaram a sair de seu habitat, até porque moravam bem no fundo da floresta, onde era praticamente impossível de se chegar, tanto é que tinha sido uma missão quase impossível tentar encontrar o bando quando o ministério decidiu fazer a tal realocação. Mas foi exatamente naquele momento que o ministerial foi pego de surpreso quando uma das criaturas conseguiu escapar, agindo o mais rápido possível, caso contrário sofreria as consequências do ataque vindo do animal. — Immobilus — se tratava de um arpéu que aparentemente não estava nem um pouco feliz com a tal mudança de cenário, tanto é que Milo agiu rapidamente puxando sua varinha do bolso e acertando a criatura com um feitiço paralisante, com o qual fizera a criatura ficar imóvel.

Enjaulius — rapidamente lançou outro feitiço fazendo com que barras de ferros cercassem o animal como uma espécie de jaula. Certo que era algo que não gostava de ver, no caso animais trancafiados em jaulas, no entanto, aquilo era para o próprio bem de cada criatura, além do que ficaria naquele desconforto por pouco tempo, uma vez que seriam soltos em uma ilha especialmente para eles serem livres e sem se preocupar com trouxas — esta situação no caso se encaixava somente para os bruxos, até porque muito dos animais não compreendia o que estavam acontecendo, mas sabiam que algo terrível estava acontecendo, e talvez tenha sido por isso o ataque da criatura há pouco. De fato que havia muita coisa para ser feita é aquela visita era o primeiro contato com tais criaturas, tanto é que precisou da ajuda de muitas pessoas, tanto do ministério da magia quanto da Sociedade Internacional, esta última que auxiliava de todas as maneiras para que o trabalho fosse feito nos mínimos detalhes e que todas as criaturas tivessem o cuidado necessário com sua espécie e sua captura. Era um trabalho difícil e um tanto complexo, uma vez que tinha que fazer tudo cautelosamente e com muita calma. Por outro lado sabia que era preciso aquela realocação das criaturas, já que seria bem melhor eles conviverem de uma forma bem melhor e não correr o risco de serem descobertos. Claro que essa parte era mais preocupante para o ministério do que as próprias criaturas, né? Por fim, tudo o que precisavam fazer para aquele primeiro dia era catalogar todas as criaturas que foram capturadas e consequentemente levá-las para onde viveriam, tudo para deixá-las com mais segurança e sem correr risco de exposição.


Wake me up with a whiplash
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Matheus O. Belmonte
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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeDom 30 Jun 2019, 23:48

Eram raras as criaturas que me causavam desconforto, principalmente se tratando das mágicas. Além de quem quem me via de fora, jamais imaginaria que um cara barbado em seus quase quarenta anos tivesse certo mal estar de lidar com criaturas tão pequenas quanto diabinhos e fadas mordentes, tanto que quando tento trocar de equipe recebo risadas em troca de meus parceiros de trabalho - Ah, qualé... Até os mais fortes tem seus tendões de Aquiles, sabiam? - Um barulho diferente surge atrás de mim, e imediatamente me viro em posição de ataque, o que só serve como mais piadas para meus companheiros e me faz suspirar - Tá certo, riam a vontade vocês aí... Vai ter volta. - Assim que tenho a certeza que estava tudo bem, volto a seguir a trilha com meus companheiros de trabalho. No fim, meu medo era totalmente lógico e racional: Tinha pavor de Fadas Mordentes desde um episódio de infestação das mesmas em minha própria casa, onde infelizmente descobri que minha filha Isadora tinha certo nível de alergia às criaturas, o que a levou ao hospital por um dia completo. Desde então tinha um cuidado redobrado com infestações aparentemente inofensivas das mesmas, o que era algo bem justo.

Enfim mais sinais das Fadas Mordentes surgem, e com uma pequena análise no solo consigo encontrar um ninho dos pequenos seres humanoides. Tinha conhecimento o suficiente para saber que logo as fadas adultas se aproximariam ao ver que tentávamos seus ninhos, então retiro de minha bolsa lateral uma lata de spray muito útil, e em troca recebo olhares feios de meus colegas de equipe - Ah, gente... Não é menos pior do que um feitiço em cada fada, concordam comigo? E só vai deixá-las desmaiadas por pouco tempo. -  Me referia a Doxycide, um fadicida mundialmente conhecido e item indispensável no momento. Deixo a lata no chão enquanto realoco com cuidado o ninho para uma caixa de transporte, e como imaginado antes logo ouço zunidos de asas furiosas cindo em nossa direção - Preparem as varinhas e venenos, queridos bruxos e bruxas. 3...2... - Bem como havia falado, pequenos seres começam a se aproximar de nosso quarteto de trabalho mas antes que se aproximem eu agito a lata e aperto sua válvula para liberar o fadicida no ar, enquanto um dos voluntários de forma esperta abre uma caixa e a coloca embaixo do local onde as fadas sobrevoavam - Genial, Sr. Steel. Assim nos poupa o trabalho de pegar fadinha por fadinha. Podemos seguir então? -

Depois de demonstrado como devia ser feito, o trabalho tornou-se até mais interessante, e não foram encontradas grandes dificuldades com o resto dos ninhos e fadas. O veneno logo perderia seu efeito e as fadas despertariam, então a equipe se organiza para voltarmos para a sede o mais cedo possível - e para meu maior alívio, ilesos. (saio dali)


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Lorraine L. Rathbone
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MensagemAssunto: Re: Anagach Woods   Anagach Woods - Página 2 I_icon_minitimeDom 21 Jul 2019, 17:44



I miss our conversations
Sentada sobre as folhas secas no chão, passando as mãos sobre Miah, minha gata malhada, pensava em como era bom estar ali. Me afastar de onde tinha muitas pessoas e me permitir ter um contato com a natureza, me fazia me sentir melhor. Fechei os olhos e inspirei, deixando o ar puro encher meus pulmões. Ainda com os óleos fechados, pensei em meus pais. Ainda sentia muita falta deles e eu não tinha vergonha de admitir isso. Tentei concentrar minha mente e meditar em tudo o que eu havia descobrido nos últimos meses. Muitas coisas aconteceram e eu precisava, mais do que nunca da um passo adiante. Não podia mais viver as escondidas, nas sombras das coisas. Eu precisava amadurecer. Recentemente, havia descoberto um dom em mim. Achava que isso era comum e que todos no mundo mágico eram capazes de fazer, porém não era essa a realidade. Eu possuía a capacidade de me comunicar com animais telepaticamente. Um dom herdado de minha avó paterna. Eu não sabia disso e por isso nunca havia desenvolvido o meu dom, ate agora. Como a comunicação com os animais era totalmente através da mente, precisava ter uma boa concentração, pois me manteria conectada ao animal durante nossa conversa. Naquele dia, eu estava ali, com a minha gata, quem passará toda a minha infância comigo. Miah havia vivido juntamente comigo, todos os meus problemas na escola trouxa e na sociedade em que vivia. Por muitas vezes, ela havia sido minha única companhia dentro de casa e nós conversávamos por muito tempo, mesmo que eu ainda não tivesse noção do meu dom. Já havia muito tempo que não conversávamos, por culpa minha, tenho que admitir. Hoje eu queria acabar com esse silêncio em que ficamos por quase um ano, mas não sabia se conseguiria, já que o conhecimento sobre esse dom era recente.

-Miah! Você consegue me ouvir? - Pensei, tentando fazer uma conexão entre mim e a gata. Miah, que estava deitada sobre meu colo de costa para mim, escorregou do lugar em que estava confortável e se sentou sobre as folhas secas se colocando de frente para mim. " Sim, consigo te entender! " Pensou a gata olhando para mim. Sorri quando senti uma energia nos conectando e vi que ela conseguia me entender. Minha cabeça doeu um pouco, mas nada que eu não pudesse aguentar, afinal, sentia muita falta dela. - Fico feliz que possa me entender! - Pensei, mantendo minha mente concentrada na gata, não queria cortar nossa ligação por causa de minha distração. " Também estou feliz que você voltou a conversar comigo! Já tem muito tempo! "  Pensou a gata, o que me fez sentir culpa. Não queria ter a deixado assim, Mesmo que estivéssemos tão próximas, nunca estivemos tão distante uma da outra e ver que Miah também sentira aquela distância, fez meu coração sangrar de tristeza e culpa. - Me desculpe! Isso foi culpa minha! Depois que entrei para Hogwarts e depois que meus pais morreram, não quis conversar com ninguém por um bom tempo! Mas isso foi um erro! Também senti muito a sua falta! -  Confessei segurando as lágrimas. Queria ser sincera com a gata, afinal de contas ela merecia uma explicação, mesmo que ela soubesse tudo o que eu tinha passado. " Não precisa se desculpar! Eu vi pelo que você passou! Também sinto muita falta dos seus pais, eles me deram para você quando eu ainda era filhote. Podia escolher qualquer outro animal, mas me escolheram! Graças a isso, hoje tenho uma ótima dona! "  Pensou ela, o que me emocionou. Os animais eram realmente muito puros. Mesmo depois de quase um ano sem conversar com ela, Miah não havia guardado magoa ou ficado com raiva de mim. Sorri, deixando que uma lágrima escorresse pelo meu rosto.

Tirei a gata do chão, colocando-a sobre o meu colo para lhe dar um forte abraço. - Muito obrigada por me perdoar minha gatinha linda! - Pensei apertando-a. Vi que ela soltou um miado, mas não me importei. " Ta bom, de nada! Agora me solta ou eu arranho sua cara! " Pensou ela. Rindo, libertei-a do meu abraço esmagador. Assim que se viu livre, ela pulou para fora do meu colo e caminhou para um pouco longe de mim com a orelha mucha. " Vou ter que me banhar de novo! " Pensou ela, começando a se banhar lambendo, da forma dos gatos. Comecei a rir da forma com que a gata ficara estressada. - Eu estou muito bem limpa tá! E saiba que sua forma de banho não vai te livra do seu banho semanal! - Pensei levantando as sobrancelhas e rindo. Miah não gostou do que disse, pois o pelo de suas costas se eriçou todo. " Não se atreva a me colocar naquela água gelada que me apavora, se não vou arranhar sua cara inteira! " Pensou ela, o que me fez rir mais ainda. " Não deboche de mim! " Pensou ela irritada, o que me fez rir mais ainda. - Fica tranquila, não vai ser hoje! Mas já vai se preparando! Vamos para casa? - Pensei, tentando parar de rir da gata. Me levantei do chão e limpei as folhas da minha calça. Senti que a energia que me conectava a Miah tinha sumido e minha cabeça não doía mais, era como se nunca tivesse começado a doer. Miah começou a andar por entre minhas pernas, fazendo carinho. A peguei no colo e saímos dali, voltando para a casa. 



Postagem de fiscalização*atemporal*Vestindo
                   




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GRIFINÓRIA * 3° ANO * FAMÍLIA RATHBONE
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