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 Bar de Cumberland

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
Diretor Alvoros Grunnion

Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQui 12 Jan 2017, 22:52

Relembrando a primeira mensagem :

Bar de Cumberland

Edimburgo, Escócia


Bar de Cumberland - Página 4 KIAdl5P

Frequentado mais por escoceses do que turistas, apesar de ser convidativo à estrangeiros, o Bar de Cumberland é um bom lugar para aquelas pessoas que querem beber um pouco após trabalhar durante o dia inteiro, onde seus clientes poderão escolher entre uma enorme variedade de cervejas e também acompanharem os principais eventos esportivos que acontecem no mundo e trazem atenção dos escoceses.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Nate Drozdov McBride
Procurados
Procurados
Nate Drozdov McBride

Patrono : Macaco-japonês

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Rabo de Testrálio, Aveleira, 30 cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQua 10 Mar 2021, 15:24

  Eu  ficava me recordando da época em que era um víper, e um dos membros mais desconhecidos pelos bruxos... até os combates contra o exército bretão começar. Sobrevivente do massacre em Hogwarts, de Hogsmeade e ainda por cima da excursão e proteção de Mag Mell, eu era agora um dos bruxos mais perigosos e caçados do continente, segundo, e reconhecido, pela própria ONU. Bom, para quem era um ajudante de barman antes, um barman meses depois e em seguida um dos mais próximos de Nyx na época do pico da guerra, eu tinha marcado meu nome na grã-bretanha. Enquanto bebia naquele bar, no corpo de uma mulher negra, com dread, lábios belos e olhos chamativos, via o olhar de cada pessoa ali que assistia o noticiário naquele momento, falando sobre minha suposta aparição em uma ilha na própria Escócia. As pessoas se dividiam sobre mim, não sabia se eu era do mal ou um injustiçado por estar tentando sobreviver. Saber que até os trouxas não eram totalmente contra os bruxos era ótimo. Havia um membro dos vípers em específico que me odiava, seu nome era Vickon. Embora ele dissesse várias vezes à lady que eu não era confiável, ela decidiu acreditar em meu potencial, e de certa forma fez certo, pois mesmo fora da guilda eu mantinha silêncio em lealdade à ela e principalmente como agradecimento por ter poupado minha vida após outra exposição bruxa ocorrer em alto-mar, próximo da ilha de Mag Mell. Eu sentia falta era de Ivy, que era uma das poucas que parecia gostar das minhas bobagens ditas. Quando a discussão no bar aumentou sobre mim, embora eles não soubessem quem eu realmente era por trás da poção polissuco, me retirei do local para evitar alguma descoberta. O mistério sobre onde eu estava continuava. Minha família McBride, ou boa parte deles, sofria com questionamentos bruxos sobre eles serem uma família aliada das forças das trevas ou não; quem dera tivesse muitos McBride envolvidos com os vípers, talvez eu teria sido enterrado vivo se dependesse deles. Os McBride nunca gostaram de mim, a maioria me odiava, aliás. E ao sair do bar, o bruxo renegado continuava seu caminho como um eremita... o exército nunca me encontraria se dependesse de minha disposição em se manter oculto. Logo dali me retirei.


— Oh shit, a rat! ; let me love, let me love you
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Brooke Sinclair McBride
Membro da Guilda
Membro da Guilda
Brooke Sinclair McBride

Bicho-papão : Imagem de Florence morta

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: Formado
Varinha: Corda de Coração de Dragão, Espinheiro-Negro, 29cm, Rígida.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQui 13 Maio 2021, 13:17

Procurando soluções... ou mais problemas
Fazia algum tempo desde que eu estava precisando de uma mãozinha no meu hobbie. Tipo, não que eu não desse conta, mas eu gostava de companhia também, embora eu trabalhasse melhor sozinha. Decidi que arriscaria de certa forma, não custava tentar né? Minha maior dificuldade era me livrar dos corpos que eu acabava por matar. Pesados, mal cheirosos muitas vezes, totalmente desnecessários. Infelizmente não tinha muito o que fazer, a não ser me adaptar. Então procuraria um parceiro, certamente. Sim, um homem, eu não saberia trabalhar com uma mulher, isso provavelmente me faria sentir atração pela mesma, e eu poderia correr o risco de misturar o sentimental com o profissional. Esse tipo de lance não combinava comigo, já que putz, se eu passasse a me interessar verdadeiramente por alguém, isso seria um ponto fraco, e sabe-se lá o que eu seria capaz de fazer. Nossa Brooke! Mas quantos pensamentos! É, eu me conheço bem o suficiente para me prevenir desse tipo de furada. Enfim, eu precisava aproveitar do tempo que eu tinha fora da ilha de Alderney, afinal a qualquer momento, Nyx poderia dar a louca e solicitar que voltássemos por motivos maiores... como eu não ficaria parada, prosseguiria com minha matança. Falando em matança, nos últimos meses, minhas vítimas eram sempre do sexo masculino, com alguma relação a abusos e afins, provavelmente uma ética que eu adotei sem nem perceber. O ponto era, a última mulher que assassinei não saia da minha cabeça; sua varinha ainda estava comigo, e eu tinha de sumir com ela de alguma forma. Nada bom, nem um pouco satisfatório... como se não bastasse, eu sabia seu nome, e sabia a qual família pertencera. A minha, inclusive, eu havia matado uma Sinclair inocente. Isso me custou a vergonha... pude ver suas filhas desoladas pelo falecimento da mãe, ou melhor, o desaparecimento. Apenas eu sabia do paradeiro de seu corpo, e temia que ela fizesse uma visitinha a casa da família, em sua forma espectral de fantasma. Isso me arrepiava toda... Sigrid, minha mãe de consideração, jamais perdoaria o que eu fiz, já sabendo que eu era uma víper, matar alguém sangue do meu sangue a faria me afastar permanentemente da família, mas eu simplesmente não dormia direito pensando que eu estava guardando esse segredo dela. Sigrid era minha confidente, sabia sobre tudo em minha vida, ela me criou afinal! Isso, em meu ponto de vista meu e dela, era a mais pura traição.... foda-se! Ela não saberia por enquanto, então vamos voltar ao real motivo que me trouxera a um barzinho cafona nas terras altas da Escócia, porque céus, aquele lugar não combinava nada comigo. Não tinha nem mesmo cheiro de pinga!

Adentrei com a maior cara de bunda possível ali dentro. Naquele dia, eu trajava um vestido longo vermelho - você não leu errado, eu usava vestido sim quando bem queria -, mas meu coturno era de praxe como sempre. Ali eu aguardaria por pretendentes ao trabalho proporcionado por mim, pagaria muito bem inclusive. Mas porra Brooke, como caralhos algum bruxo vai chegar ali, de repente, e aceitar o trampo? Fácil. Eu havia espalhado por todos os cantos cartazes enfeitiçados, caso fosse um trouxa, não veria nada mais nada menos que um folhetim de procura-se um Poodle, enquanto um bruxo leria algo como: procura-se funcionário que consiga trabalhar com cargas pesadas, pago bem por missão, e não precisa necessariamente de experiência para isso. É claro que, no cartaz ele deixaria bem explicito que uma entrevista básica seria necessária antes da contratação, era como entregar currículo mesmo, por isso eu acabei nesse barzinho brega. Seria meu local de encontro com quem quer que estivesse interessado... old que, eu especifiquei minhas preferencias também, nada de mulheres. Seja você uma lutadora de UFC ou não! Enfim, mais ou menos isso... caminhei para um canto mais afastado dos clientes já presentes no bar de Cumberland, escolhendo uma mesa de apenas duas cadeiras, nada mais ou menos. Cruzei os braços meio impaciente, eu sabia que alguém apareceria, era ganhar dinheiro fácil! Eu só não contava com tantos charlatões e imbecis sentados à minha frente. Primeiro fora um idoso, meio conservado, mas idoso. Ele caía aos pedaços tanto quanto seus dentes, mas dizia a todo momento que era ótimo parar carregar coisas pesadas. Fiz um teste... solicitei que levantasse ao menos a cadeira que estava sentado, mas nem isso ele conseguira. Patético. Outros dois apareceram, um muito pequeno e magricela, e o outro estabanado demais. Passara pela porta derrubando três bandejas no balcão do bar, sem nenhuma dificuldade. Não, não, não! Eu não precisava de mais problemas, queria uma solução para eles... então, depois vinte minutos de tortura com cada figurão que aparecera, meu desejo adentrou no recinto. Um puta desejão! O moleque era enorme, e digo moleque porque, seu rosto aparentava juventude. Ah, mas gênia, como eles saberiam quem procurar quando estivessem no bar? Ora, eu também deixei bem explícito as vestes que usaria naquele final de tarde, então não fora difícil vê-lo se aproximar da minha pessoa. — Um meio gigante? — Questionei ao rapaz, que emanava uma vibe muito pura, tão pura quanto a de uma criança de sete anos. Pelos deuses... eu estava fazendo um show de humor, gratuito ainda, procurando pessoas assim. — Sente-se. — Peço apontando para a cadeira, pensando se ele a quebraria com seu peso. Sério, ele era enorme. — Florence. E você..? — Arqueei a sobrancelha, puxando a caderneta de anotações pela primeira vez desde os homens anteriores que passaram por mim. Ele muito me interessava, melhor do que um trol.
Com o Bo.


ex-docente, atual víper, grifina
Brooke Maxinne Sinclair Harris McBride
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Antwon McBride Salvatore
Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Antwon McBride Salvatore


Perfil Bruxo
Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Nundu, Olmo, 32 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSab 05 Jun 2021, 01:53

THE SECOND STEP
Todo papo sobre quadribol serviu como um grande esquenta para tudo que teríamos de lidar, o que era bem bizarro, visto que estávamos só nos primeiros momentos de um grande reencontro, o que me fez dar um sorrisinho maroto. — O que acha de irmos para uma mesa mais isolada do bar? — Perguntei de um modo sincero, pois estava começando a encher e ficar insuportável, uma vez em uma das mesas, fomos servidos de algumas doses de bebidas. Ficamos um bom tempo sentados e conversando, até que o bar foi esvaziando de novo, então eu dei a ideia de irmos para os McBrides que eram relativamente próximos do bar, então pagamos pelas bebidas e aparatamos para os McBrides. Maya e eu saímos dali.


JEFFREY ANTWON MCBRIDE SALVATORE

CAUSE THIS IS TORTUROUS... THE ELECTRICITY BETWEEN BOTH OF US AND THIS IS DANGEROUS.
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Bar de Cumberland
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