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Novidades: Leia o o novo informativo e descubra o que tem sido feito em busca por uma solução para nossos problemas.
O provão será realizado do dia 18 ao dia 21 de novembro, a lista de aprovados está disponível aqui!
A lista de alunos aprovados direto foi divulgada, acesse aqui!

 

 Bar de Cumberland

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+66
Leo Gallagher Hargreaves
Noah P. Scott
Fachnan Marlboro Boswell
Costanza Wintour Marlboro
Ivy Kalinowa Gremory
Eros Casterly Kalitch
Kael Leibovitz Hargreeves
Maggie McDougall Gaileigh
Faye Gebühr Wichbest
Freya Fallen Wichbest
Hades Chandler Zarek
Medea Keene Moon
Kai Kalitch Gebühr
Muriel Fallen Wichbest
Brooke Casterly Sondheim
Nate Drozdov McBride
Lars Klein Hoffmeister
Melody Climm
Nate Habsburg McBride
Aysel Hool Schmidth
Alécia E. Chase Rosenberg
Candice MacFusty Ziegler
Chicago Sinclair Dallas
Zöe Campbell Hunter
Esther Wright Schmidth
Hemera A. Blackthorn
Pandora M. Morgenstern
Alex Schmidth Gremory
Corina Kwon Lynden
Alice Pearl Holmes
Ártemis Donati Rewards
Antwon McBride Salvatore
Maya Hool Ludwing
Balthier H. McAllister
Allison Chandler McCready
Jamie Sawyer McGrath
Gianluca Ziani Salvatore
Anna Schreave-Casiraghi
Zyon Strider Nottingham
Ezreal Brandt Lymere
Ginn Evanne K. McCready
Ágatha Eil. Vandermeer
Andy Holstein Stryder
Arthur O. Belmonte
Lyza Ziegler Wernersbach
Francesca Olsen Howard
Jasper Biers Howard
Alessa Azalee
Harper von Ziegler
Liam Chandler Wichbest
Angelina Kalitch Schaffer
Natasha Tudor Sparks
Nágila P. Keller McCready
Emma Sparrow Ziegler
Maxine Norris Wichbest
Roman Von Ziegler
Mary Wolstonecraft Godwin
Nyx Prince El Bianco
Savonya Seawor. Kaminskov
Viktor Firebird Halász
Gwen Carter Bolton
Tereza Ella Von Ziegler
Farlan Rathbone Vaughan
Dante Nottingham Krochan
Rhaenys Grinfild Donati
Diretor Alvoros Grunnion
70 participantes
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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
Diretor Alvoros Grunnion


Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQui 12 Jan 2017, 22:52

Relembrando a primeira mensagem :

Bar de Cumberland

Edimburgo, Escócia


Bar de Cumberland - Página 4 KIAdl5P

Frequentado mais por escoceses do que turistas, apesar de ser convidativo à estrangeiros, o Bar de Cumberland é um bom lugar para aquelas pessoas que querem beber um pouco após trabalhar durante o dia inteiro, onde seus clientes poderão escolher entre uma enorme variedade de cervejas e também acompanharem os principais eventos esportivos que acontecem no mundo e trazem atenção dos escoceses.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Nate Drozdov McBride
Procurados
Procurados
Nate Drozdov McBride


Patrono : Macaco-japonês

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Rabo de Testrálio, Aveleira, 30 cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQua 10 Mar 2021, 15:24

  Eu  ficava me recordando da época em que era um víper, e um dos membros mais desconhecidos pelos bruxos... até os combates contra o exército bretão começar. Sobrevivente do massacre em Hogwarts, de Hogsmeade e ainda por cima da excursão e proteção de Mag Mell, eu era agora um dos bruxos mais perigosos e caçados do continente, segundo, e reconhecido, pela própria ONU. Bom, para quem era um ajudante de barman antes, um barman meses depois e em seguida um dos mais próximos de Nyx na época do pico da guerra, eu tinha marcado meu nome na grã-bretanha. Enquanto bebia naquele bar, no corpo de uma mulher negra, com dread, lábios belos e olhos chamativos, via o olhar de cada pessoa ali que assistia o noticiário naquele momento, falando sobre minha suposta aparição em uma ilha na própria Escócia. As pessoas se dividiam sobre mim, não sabia se eu era do mal ou um injustiçado por estar tentando sobreviver. Saber que até os trouxas não eram totalmente contra os bruxos era ótimo. Havia um membro dos vípers em específico que me odiava, seu nome era Vickon. Embora ele dissesse várias vezes à lady que eu não era confiável, ela decidiu acreditar em meu potencial, e de certa forma fez certo, pois mesmo fora da guilda eu mantinha silêncio em lealdade à ela e principalmente como agradecimento por ter poupado minha vida após outra exposição bruxa ocorrer em alto-mar, próximo da ilha de Mag Mell. Eu sentia falta era de Ivy, que era uma das poucas que parecia gostar das minhas bobagens ditas. Quando a discussão no bar aumentou sobre mim, embora eles não soubessem quem eu realmente era por trás da poção polissuco, me retirei do local para evitar alguma descoberta. O mistério sobre onde eu estava continuava. Minha família McBride, ou boa parte deles, sofria com questionamentos bruxos sobre eles serem uma família aliada das forças das trevas ou não; quem dera tivesse muitos McBride envolvidos com os vípers, talvez eu teria sido enterrado vivo se dependesse deles. Os McBride nunca gostaram de mim, a maioria me odiava, aliás. E ao sair do bar, o bruxo renegado continuava seu caminho como um eremita... o exército nunca me encontraria se dependesse de minha disposição em se manter oculto. Logo dali me retirei.


— Oh shit, a rat! ; let me love, let me love you
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Brooke Casterly Sondheim
Mercenário
Mercenário
Brooke Casterly Sondheim


Bicho-papão : A imagem de Florence morta por sua culpa

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: Formado
Varinha: Corda de Coração de Dragão, Espinheiro-Negro, 29cm, Rígida.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQui 13 Maio 2021, 13:17

Procurando soluções... ou mais problemas
Fazia algum tempo desde que eu estava precisando de uma mãozinha no meu hobbie. Tipo, não que eu não desse conta, mas eu gostava de companhia também, embora eu trabalhasse melhor sozinha. Decidi que arriscaria de certa forma, não custava tentar né? Minha maior dificuldade era me livrar dos corpos que eu acabava por matar. Pesados, mal cheirosos muitas vezes, totalmente desnecessários. Infelizmente não tinha muito o que fazer, a não ser me adaptar. Então procuraria um parceiro, certamente. Sim, um homem, eu não saberia trabalhar com uma mulher, isso provavelmente me faria sentir atração pela mesma, e eu poderia correr o risco de misturar o sentimental com o profissional. Esse tipo de lance não combinava comigo, já que putz, se eu passasse a me interessar verdadeiramente por alguém, isso seria um ponto fraco, e sabe-se lá o que eu seria capaz de fazer. Nossa Brooke! Mas quantos pensamentos! É, eu me conheço bem o suficiente para me prevenir desse tipo de furada. Enfim, eu precisava aproveitar do tempo que eu tinha fora da ilha de Alderney, afinal a qualquer momento, Nyx poderia dar a louca e solicitar que voltássemos por motivos maiores... como eu não ficaria parada, prosseguiria com minha matança. Falando em matança, nos últimos meses, minhas vítimas eram sempre do sexo masculino, com alguma relação a abusos e afins, provavelmente uma ética que eu adotei sem nem perceber. O ponto era, a última mulher que assassinei não saia da minha cabeça; sua varinha ainda estava comigo, e eu tinha de sumir com ela de alguma forma. Nada bom, nem um pouco satisfatório... como se não bastasse, eu sabia seu nome, e sabia a qual família pertencera. A minha, inclusive, eu havia matado uma Sinclair inocente. Isso me custou a vergonha... pude ver suas filhas desoladas pelo falecimento da mãe, ou melhor, o desaparecimento. Apenas eu sabia do paradeiro de seu corpo, e temia que ela fizesse uma visitinha a casa da família, em sua forma espectral de fantasma. Isso me arrepiava toda... Sigrid, minha mãe de consideração, jamais perdoaria o que eu fiz, já sabendo que eu era uma víper, matar alguém sangue do meu sangue a faria me afastar permanentemente da família, mas eu simplesmente não dormia direito pensando que eu estava guardando esse segredo dela. Sigrid era minha confidente, sabia sobre tudo em minha vida, ela me criou afinal! Isso, em meu ponto de vista meu e dela, era a mais pura traição.... foda-se! Ela não saberia por enquanto, então vamos voltar ao real motivo que me trouxera a um barzinho cafona nas terras altas da Escócia, porque céus, aquele lugar não combinava nada comigo. Não tinha nem mesmo cheiro de pinga!

Adentrei com a maior cara de bunda possível ali dentro. Naquele dia, eu trajava um vestido longo vermelho - você não leu errado, eu usava vestido sim quando bem queria -, mas meu coturno era de praxe como sempre. Ali eu aguardaria por pretendentes ao trabalho proporcionado por mim, pagaria muito bem inclusive. Mas porra Brooke, como caralhos algum bruxo vai chegar ali, de repente, e aceitar o trampo? Fácil. Eu havia espalhado por todos os cantos cartazes enfeitiçados, caso fosse um trouxa, não veria nada mais nada menos que um folhetim de procura-se um Poodle, enquanto um bruxo leria algo como: procura-se funcionário que consiga trabalhar com cargas pesadas, pago bem por missão, e não precisa necessariamente de experiência para isso. É claro que, no cartaz ele deixaria bem explicito que uma entrevista básica seria necessária antes da contratação, era como entregar currículo mesmo, por isso eu acabei nesse barzinho brega. Seria meu local de encontro com quem quer que estivesse interessado... old que, eu especifiquei minhas preferencias também, nada de mulheres. Seja você uma lutadora de UFC ou não! Enfim, mais ou menos isso... caminhei para um canto mais afastado dos clientes já presentes no bar de Cumberland, escolhendo uma mesa de apenas duas cadeiras, nada mais ou menos. Cruzei os braços meio impaciente, eu sabia que alguém apareceria, era ganhar dinheiro fácil! Eu só não contava com tantos charlatões e imbecis sentados à minha frente. Primeiro fora um idoso, meio conservado, mas idoso. Ele caía aos pedaços tanto quanto seus dentes, mas dizia a todo momento que era ótimo parar carregar coisas pesadas. Fiz um teste... solicitei que levantasse ao menos a cadeira que estava sentado, mas nem isso ele conseguira. Patético. Outros dois apareceram, um muito pequeno e magricela, e o outro estabanado demais. Passara pela porta derrubando três bandejas no balcão do bar, sem nenhuma dificuldade. Não, não, não! Eu não precisava de mais problemas, queria uma solução para eles... então, depois vinte minutos de tortura com cada figurão que aparecera, meu desejo adentrou no recinto. Um puta desejão! O moleque era enorme, e digo moleque porque, seu rosto aparentava juventude. Ah, mas gênia, como eles saberiam quem procurar quando estivessem no bar? Ora, eu também deixei bem explícito as vestes que usaria naquele final de tarde, então não fora difícil vê-lo se aproximar da minha pessoa. — Um meio gigante? — Questionei ao rapaz, que emanava uma vibe muito pura, tão pura quanto a de uma criança de sete anos. Pelos deuses... eu estava fazendo um show de humor, gratuito ainda, procurando pessoas assim. — Sente-se. — Peço apontando para a cadeira, pensando se ele a quebraria com seu peso. Sério, ele era enorme. — Florence. E você..? — Arqueei a sobrancelha, puxando a caderneta de anotações pela primeira vez desde os homens anteriores que passaram por mim. Ele muito me interessava, melhor do que um trol.
Com o Bo.


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Brooke Maxinne
Casterly
Sondheim
mercenary woman

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Antwon McBride Salvatore
Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Antwon McBride Salvatore



Perfil Bruxo
Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Nundu, Olmo, 32 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSab 05 Jun 2021, 01:53

THE SECOND STEP
Todo papo sobre quadribol serviu como um grande esquenta para tudo que teríamos de lidar, o que era bem bizarro, visto que estávamos só nos primeiros momentos de um grande reencontro, o que me fez dar um sorrisinho maroto. — O que acha de irmos para uma mesa mais isolada do bar? — Perguntei de um modo sincero, pois estava começando a encher e ficar insuportável, uma vez em uma das mesas, fomos servidos de algumas doses de bebidas. Ficamos um bom tempo sentados e conversando, até que o bar foi esvaziando de novo, então eu dei a ideia de irmos para os McBrides que eram relativamente próximos do bar, então pagamos pelas bebidas e aparatamos para os McBrides. Maya e eu saímos dali.


JEFFREY ANTWON MCBRIDE SALVATORE

CAUSE THIS IS TORTUROUS... THE ELECTRICITY BETWEEN BOTH OF US AND THIS IS DANGEROUS.
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Muriel Fallen Wichbest
Sociedade Estudantil - Estudante
Sociedade Estudantil - Estudante
Muriel Fallen Wichbest


Bicho-papão : perder a memória

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Formado
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Aveleira, 26cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSex 02 Jul 2021, 22:39

Inizia Una Ricerca
Rapporto sul Quidditch
Sentada em uma mesa mais afastada das demais, segurava comigo algumas edições antigas do Profeta Diário, mais precisamente algumas páginas relacionadas aos esportes bruxos, principalmente o quadribol. Havia uma atividade a ser feita para minha matéria de prática de pesquisa em comunicação em conjunto com a de jornal laboratorial, e minha ideia inicial era conhecer um pouco melhor a construção das matérias voltadas para essa temática esportiva. Por sorte, ao iniciar meus estudos, por ser sido mandada para o Profeta Diário fazer uma pesquisa de campo e compreender melhor o funcionamento do local, acabei tendo a chance de conhecer a editora-chefe e acabei mantendo seu contato, conseguindo pedir-lhe matérias que o Profeta realizou sobre esse tema. Haviam muitas, é claro, mas por sorte consegui várias voltadas para o quadribol, bem como focadas em Hogwarts mesmo. Não tinha pretensão alguma de copiar ou me basear no que já existia, sendo que minha intenção era mais conhecer a mais a respeito deste tipo de matéria e partir com minhas próprias pesquisas. Passei os olhos pelas informações contidas nas páginas do jornal e aos poucos comecei a circular aquilo que considerava importante e que possivelmente me auxiliaria a encontrar novas informações, em seguida, usei um diário que costumava anotar informações de aula e escrevi um pouco a respeito do que havia encontrado pelas matérias, como por exemplo o fato de que muitos dos jogadores entrevistados, na época da entrevista, eram jovens o suficiente para estarem em Hogwarts ou terem se formado há pouco. Isso fez com que eu me lembrasse do fato de que o jornal da Sociedade Estudantil tinha como um dos objetivos uma comemoração especial pelo retorno da copa de quadribol de Hogwarts. No meio do caderno havia um pedaço de pergaminho com uma lista extensa dos atuais jogadores de cada time, algo que já tinha escrito há alguns dias e pretendia fazer uso em algum momento. — Talvez haja algum jogador que ainda cursa Hogwarts, quem sabe? — Pensava.

Após tomar um gole de café recém pedido para a garçonete do local, voltei minha atenção para a lista de jogadores e fazia um traço no meio dos nomes que tinha consciência de serem mais velhos, o que significava que não estavam mais em Hogwarts ou pelo menos que se formaram há um tempo considerável, descartando-os da pesquisa. Mesmo já fazendo algum tempo desde que iniciei aquela pesquisa, ainda não havia pensado em como escrever o artigo, talvez por ainda ter milhares de ideias e não ter tido coragem de descartar nenhuma. — Se eu conseguir alguém para entrevistar, talvez eu consiga saber em qual direção posso levar o produto final. — Meus resmungos eram algo mais comigo mesma, sentindo-me lerda por não ter definido uma finalização, muito embora já tivesse passado do ponto de partida. Pegando meu diário com ambas as mãos, trouxe-o para mais perto de mim, analisando algumas páginas anteriores àquela que escrevia, buscando por anotações que talvez pudessem me dar uma luz sobre qual dos jogadores ainda não riscados eu poderia conversar. Por mais intensificada que minha memória fosse, ainda faltavam informações para que eu pudesse saber o quê, realmente, era necessário que eu lembrasse, então esperava que passando os olhos nas anotações minha memória emocional pudesse ajudar. Foi então que encontrei em uma das páginas algo interessante. Havia apenas uma coisa escrita e circulada várias vezes: Vespas de Wimbourne. Arqueei a sobrancelha, refletindo sobre o que aquilo poderia significar e então me lembrei que no time haviam jogadores demasiadamente novos, então talvez fosse possível encontrar a faixa etária que estava buscando. Rapidamente, anotei o nome dos jogadores do time ainda naquela folha, onde o time estava com seu nome circulado várias vezes, e segui escrevendo a respeito de enviar uma carta para a capitã do mesmo, afinal, precisava de informações e ela saberia mais sobre todos do que um jogador comum.

Foi então que me dei conta: eu tinha um plano. De repente, ao analisar com cuidado os recortes de jornal que haviam comigo, as anotações com nomes de jogadores, time e outros detalhes recém adquiridos, como o fato de muitos, na época das entrevistas, serem de uma idade inferior aos 21 anos, me dei conta de que já estava traçando uma linha de pesquisa e talvez tivesse um assunto interessante para publicar, mas mesmo com o que eu tinha até o momento, precisaria de um maior embasamento e até mesmo de uma pesquisa que me permitisse adentrar mais no campo desse esporte. Uma ida até Mag Mell poderia ser necessária, onde eu poderia conversar com os jogadores e conhecer o campo que haviam construído por lá. Outra abordagem, no entanto, seria uma ida até Hogsmeade, onde eu conseguiria conversar um pouco com o responsável pela loja de artigos esportivos do local e, também, ter um certo acesso aos alunos do castelo sem necessariamente precisar adentrar a escola. Assim eu conseguiria conversar com alguns e descobrir mais a respeito dos alunos que de fato jogavam pelas casas e tinham algum interesse em seguir carreira no futuro. Meu objetivo em levar aquela pesquisa adiante? Simples: falar a respeito de como o esporte pode afetar os jovens de maneira positiva, incentivando-os. Afinal de contas, o quadribol era uma das possibilidades mais acessíveis para os alunos, ao mesmo tempo em que tinham, sim, o seu nível de dificuldade. Desse modo, queria compreender como os jovens chegavam tão cedo ao posto de jogadores oficiais de um time profissional e quais as expectativas colocadas neles após assinarem contrato. Conversar com alunos que apenas jogavam pelas casas, alunos que jogavam num time e formados contratados logo depois, me permitiria esboçar uma perspectiva e entrar um pouco mais nesse mundo esportivo que eu mesma quase não conhecia.

Fechei meu diário e dobrei os recortes de jornal, colocando-os dentro da bolsa de fundo extensível que trouxera comigo, e então paguei o que consumi. Tendo formulado como pretendia fazer as coisas, decidi seguir com a pesquisa e ir atrás de pessoas que pudessem, de fato, endossar aquilo que pretendia escrever. Começaria indo até Hogsmeade e depois enviaria uma carta para a capitã do Vespas. — Espero que isso dê certo. — Assim, deixei o local.


Muriel Fallen Wichbest
Bar de Cumberland - Página 4 HYGyiTx Bar de Cumberland - Página 4 LLyr45c Bar de Cumberland - Página 4 UQ9W1LJ
continuerò a non avere la paura del buio
badger
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Kai Kalitch Gebühr
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
Kai Kalitch Gebühr


Patrono : Leopardo-nebuloso

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Cabelo de Veela, Cipreste, 29 cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeTer 21 Set 2021, 04:16

Meus pés seguiam até a entrada do famoso bar de Cumberland. Desta vez, havia decidido por um ambiente calmo, mas movimentado, até porque eu estava realmente cansado de me sentir tão isolado de todos. Eu havia tirado um tempo de todos os estudos em relação a arquitetura do meu projeto de empreendimento e precisava de um pouco de lazer. Era esgotante passar quase vinte e quatro horas analisando plantas e mais plantas... eu precisava de um tempo para mim. Logo, adentrei as portas envidraçadas, já retirando minhas luvas e me acomodando em uma das mesas vagas. Diferente de antes, agora me sentia como caminhando em um país tropical – a calefação talvez estivesse pouco exagerada ou talvez fosse apenas o calor humano. Não demorou e eu me surpreendi com a rapidez de um garçom quanto ao entregar-me o cardápio. Por vezes, meus olhos divagavam pelas pessoas ao redor, encontrando diversos tipos de jovens e grupos de amigos - Uma cerveja só. Bem gelada, ok? – solicitei risonho ao rapaz que anotava meu pedido e já se afastava. Momentos se passaram até que finalmente consegui degustar de minha bebida. Logo mais, saí dali.
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Medea Keene Moon
Mercenário
Mercenário
Medea Keene Moon



Perfil Bruxo
Escola/Casa: Salem (EUA)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pluma de Basilisco, Pinho, 28 cm, Rígida

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSex 01 Out 2021, 23:22

Não importava para Medea onde o encontro aconteceria. O que precisava ser dito e feito seria dito e feito em qualquer lugar do mundo. E por isso não viu problema em permitir a Faust escolher o lugar para a conversa que Medea pretendia ter com o velho. Chegou ao bar escolhido pelo Moon europeu vinte minutos antes do combinado. Ainda que não se importasse com as circunstâncias do ambiente em que teria de fazer seu serviço, ela sempre achou sensato avaliar os arredores. Se a ideia de Faust era garantir sua própria segurança escolhendo um local público para a reunião, Medea não poderia estar mais desapontada. Não havia quase ninguém no bar para socorrer o idoso se ele precisasse, ou considerar Medea suspeita de qualquer coisa. — Homens e seu medo do escuro — sussurrou. Medea acreditava que Faust, provavelmente, não se sentiria tão seguro em encontro com ela durante a noite. O que seria o ideal para os planos dele, já que o bar estaria lotado. Mas tampouco se surpreendia. Para alguém com uma péssima noção de discrição, Faust fazia o tipo que não pensava bastante antes de agir. Ao escolher uma mesinha do lado de fora do bar, Medea pode ver quando Faust se aproximava. Medea prendeu a respiração por alguns segundos, como prestes a mergulhar, e acariciou o anel com uma grande pedra negra em seu anelar direito. O homem não tirava os olhos do interior do bar, nem mesmo ao atravessar a rua. O sujeito careca e terno amarelo - nada discreto para um lugar repleto de trouxas - ia entrando pela porta do bar quando Medea lhe dirigiu a palavra antes que ele abrisse a porta de entrada. — Faust — Ele hesitou. Olhou na direção de Medea por alguns segundos antes de entender e se sentar ao lado da bruxa. "O que aconteceu com seu ros…" — Para alguém da sua idade. Eu esperava que você fosse mais inteligente. — Medea referiasse a evidente diferença em seus traços faciais, transformados com o auxílio de uma poção polissuco. Faust ficou em silêncio por mais alguns segundos, e Medea permitiu que a realização do que estava acontecendo o atingisse. — O que o senhor vai pedir nós bebermos? — O homem gaguejou algumas sílabas antes de erguer a mão e chamar a atenção do garçom.

Dois copos de uísque foram servidos pelo garçom aos bruxos que permaneciam em silêncio; Faust sem tirar os olhos do rosto de Medea, enquanto a mulher mantinha o olhar em um ponto aleatório do outro lado da rua. — Aos seus serviços! — disse Medea, finalmente se voltando para Faust com um sorriso e o copo de uísque erguido. O velho tocou o copo de Medea com o seu próprio, criando o tintilar de um brinde. A mulher exagerou um pouco na força, mas criou a distração que precisava. Faust agora estava ocupado demais para perceber que Medea ainda mantinha a mão próxima demais do copo do homem e um som do metal do anel de Medea atingindo o copo. — Eu teria sido mais cuidadosa no seu lugar, mas… — ia dizendo após os dois limparem o pouco de uísque que se derramou na mesa. Ela bebericou a bebida, esperando alguma reação de Faust, mas nada. Medea estava começando a achar que o motivo do silêncio era ele já saber do que ela estava falando, ou era burro demais para ter entendido a frase da mulher. Medea teve preguiça de tentar ler o olhar de Fauts, portanto, prosseguiu. — A boa fama que você vem tentado criar sobre mim entre os Moon, tem gerado algum resultado. Talvez não o que eu esperava quando contratei você ao invés de entregar sua traição de sangue ao Bruce, mas ainda assim uma boa tentativa. — Faust endireitou as costas e Medea pode ver como ele tentava esconder o semblante desgostoso. O homem discordou de Medea com seu tom de voz ao começar citar cada estágio das viagens que fez para visitar os membros europeus dos Moon para uma campanha a favor de Medea. — O tipo de atenção que você levantou ergueu, também, suspeitas. Uma Moon americana, com o histórico como o meu, sendo elogiada por todos os cantos da Europa, não é algo corriqueiro. E com os eventos que acontecerão em breve, não será difícil para que essa gente ligue os pontos até mim. — Medea esteve séria por todo seu discurso, mas sorriu quando viu a preocupação de Faust ofuscar seus olhos e as mãos idosas irem lentamente ao alcance do bolso que ele, provavelmente, mantinha a varinha. Era um sorriso de conforto. — Mas o que esperar de alguém que sequer reparou que estava sendo seguido esse tempo todo? — Faust parou a mão a caminho do bolso imediatamente. E passou a olhar os arredores de uma forma nada discreta. — Não se preocupe com isso agora. Eu também estou sendo seguida, mas ao menos eu tenho alguma ideia de quem são meus inimigos. Eu o manterei a salvo desde que faça o que eu disser. — Faust bebeu um gole do uísque com as mãos trêmulas e Medea temeu a velhice, por um momento. Pois não sabia se aquilo era medo ou apenas a idade sacudindo as mãos e o líquido dentro do copo de Faust. — Obviamente não precisarei mais de seus serviços políticos por hora. Então vá para a Turquia e aguarde meu contato. Pegue a ruazinha da frente e vá até a estação de trem. Tenho alguém esperando por você na entrada. — Medea indicou com um aceno uma ruela do outro lado da rua onde estavam, pegou sua bolsa no chão e se levantou. Ela seguiu em direção ao interior do bar ignorando as perguntas de Faust.

No banheiro feminino, a bruxa trancou a porta e foi até o espelho. Uma mulher asiática de cabelos presos a encarava de volta no reflexo. Nada semelhante ao que ela via todos os dias no espelho. Sua pele começou a borbulhar e traços da verdadeira Medea se faziam visíveis. Ela traçou uma reta com a ponta da varinha ao longo do vestido preto, mudando sua cor para vermelho. Medea largou a bolsa que trazia em uma lata de lixo e deixou o banheiro. Caminhou até o exterior do bar e viu uma pequena aglomeração se formar na ruela por onde Faust deveria seguir. E, por entre os curiosos ali, Medea viu o corpo do velho deitado no chão; a boca ainda espumando, mesmo que estivesse óbvio que ele havia morrido. A bruxa acariciou o anel onde a pedra negra não estava mais presente e sorriu. Porém, dirigia o sorriso a um lugar específico: na direção da mulher que estava seguindo Faust. A pessoa que seguia Medea, no entanto, parecia não estar mais por ali. Medea ofereceu mais um sorriso à seguidora de Faust - um sorriso convidativo, e então caminhou para longe daquele lugar.



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Hades Chandler Zarek
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Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSab 02 Out 2021, 00:08

Parte do trabalho como auror especialista em disfarces era que eu acabava sendo o cara que tinha que se inserir em alguns locais bem pontuais, havia recebido uma informação sobre uma antiga procurada do Ministério da Magia e agora precisava não só averiguar se era a dita cuja, como também necessitava ganhar a sua confiança para conseguir uma captura de sucesso, uma vez que ela era conhecida por ser completamente maluca. Usei uma série de feitiços para trocar  a minha aparência, de forma que eu me sentisse totalmente outra pessoa quando encarei o espelho diante de mim, mas não era alguém que fosse fácil de ser conhecido ou reconhecido. — Perfeito. — Murmurei chocado e então usei um feitiço para alterar meu tom vocal, o trabalho de pesquisa de campo foi feito muito antes desta noite, duas semanas inteiras monitorando os passos dela, encontrei alguns pontos onde ela sempre se repetia e foi no primeiro deles que apostei para a noite. Havia ensaiado tudo com perfeição e planejado como chegaria no grupo em questão, o lado bom era que eles tendiam a facilmente a ficarem mais soltos quando bêbados e eu fiquei no balcão do bar esperando, como uma serpente prestes a dar o bote. — Mais um, por favor. — Pedi ao barman que me olhou meio incrédulo, afinal já me encontrava ali há mais de duas horas e estava fazendo meu terceiro copo de hidromel render mais do que um cara no deserto fazia render um galão de água.

Provavelmente ele achava que eu era um muquirana de marca maior, eu queria poder explicar a ele que não podia me embebedar porque estava trabalhando, porém eu não podia. — Obrigado. — Agradeci mais uma vez quando ele me entregou um novo copo e eu o bebi com calma, comecei a ouvir os risos e a falta de controle que a bebida sempre gerava nas pessoas, mas isso vindo do exato grupo que eu precisava me aproximar, eu esperei alguns segundos, antes de me levantar, meus olhos se mantiveram focados na procurada e ela pareceu notar isso. Diferente do meu usual, eu estava barbado e com os cabelos longos, o rosto estava com outro formato também graças a ambos, algo que pareceu agradar a mulher, que veio até mim, eu esperava que ela estivesse irritada o suficiente pela encarada, mas a realidade da aproximação dela foi outra. Ela se apresentou e eu aceitei sua mão com delicadeza, fazendo um breve carinho antes de dar um beijo nas costas da mão dela. — Xavier Martin, mademoiselle. O que me diz de dividirmos mais umas doses? — Falei de forma quase vergonhosa, pois eu tinha muito orgulho por baixo do meu disfarce, mas mantive as aparências e tudo mais que precisava manter, até mesmo se fosse preciso trocar galanteios e afins.

Por sorte, eu tive brechas ao longo da noite para manter o feitiço que estava tornando minha voz mais grossa, eu e ela acabamos indo para a mesa que ela estava e os amigos dela pareceram estranhar a minha aproximação. — Espero que não esteja incomodando, mas eu tenho certeza que bato vocês em um jogo de dados. — Cutuquei os dois rapazes, que prontamente entraram na brincadeira, aos poucos, fui cavando a minha aproximação em relação a eles, brincando e fazendo parecer que eu era apenas mais um jovem fazendo besteira por aí, não deixei brechas para erros no disfarce, indo ao banheiro de tempos em tempos para reforçar meu disfarce, alegando que precisava ir ao banheiro. A noite culminou não apenas com um novo encontro, mas comigo sendo forçado a encenar uma cena daquelas quando a beijei e ganhei em troca um novo endereço para o nosso próximo encontro. Eu acabei me odiando pela parte de me envolver diretamente com a procurada, mas não tinha muito como fugir do que havia acontecido ou eles suspeitariam muito das minhas ações, então fui em direção ao meu lar, na realidade para uma série de apartamentos na proximidade e uma vez lá, eu aparatei para casa, precisava manter um certo cuidado caso a maluca tivesse me seguido. Saio dali.


Hades Rowan Chandler Zarek

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Freya Fallen Wichbest
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQui 07 Out 2021, 02:25

The Smiling Woman
Q
ue conversa interminável. Freya resmungou em seus pensamentos, sentada num banco da calçada. Seus olhos miravam o outro lado da rua. Pela janela do bar, Freya observava o homem que estava seguindo conversando com outra pessoa. Pouco lhe interessada essa outra pessoa e a conversa, ela só queria dar cabo da vida do homem. Freya tinha conversado com ele mais cedo, fingindo esbarrar com ele. Pela breve conversa, o homem parecia ser só mais uma pessoa nesse mundo, não parecia ser alguém tão importante, fora que já estava numa idade avançada. Se Freya simulasse um infarto, iria ser uma das mortes mais tranquila de sua vida no quesito rastros deixados. Freya não faz o tipo que se livra de corpos, mas até agora não linkaram ela aos assassinatos que cometeu, então estava tudo certo. O segredo era não ter padrão. Como todo bom serial killer, Freya tinha o seu ritual, no entanto, ele não tinha nada a ver com escolha de vítimas. Poderia ser desde um jovem que está cursando seus anos de escola em magia até um idoso no final da vida, podia ser homem, mulher ou seja lá de que gênero você queira ser. Adulto, magro, pequeno, alto, tudo isso não importava. A pessoa só não podia ser importante, porque pessoas importantes costumam ser mais lembradas quando morrem. Enfim, a questão era que Freya estava seguindo aquele homem que tinha conversado para matá-lo, ela só estava esperando que o homem caminhasse para um lugar com menos movimentação. Mas não, claro, ele tinha que entrar num bar com uma mulher e ficar ali de papo. A vida de assassino não é nada fácil.

Então, o homem finalmente saiu do bar. Amém. Freya pensou, levantando-se do banco e seguindo ele de forma cautelosa. Infelizmente, ela não seguiu ele por muito tempo, o cara simplesmente caiu no chão. Fingindo ser uma das pessoas desesperadamente curiosas da rua, Freya aproximou-se e observou que o homem estava espumando pela boca, mas obviamente já morto. Quer dizer, pelo menos isso era óbvio pra Freya, que conhecia muito bem olhos sem vida, outras pessoas ainda estavam tentando fazer o homem levantar como se ele estivesse apenas passando mal. - Veneno. - Ela falou tão baixo que mais ninguém a ouviu, mesmo Freya estando na pequena aglomeração que se formou. Para falar a verdade, Freya não conhecia muito sobre venenos senão os que viam diretamente de criaturas mágicas, tão pouco tinha experiência com o uso deles, mas sabia reconhecer uma morte não natural. Ela olhou em volta e seus olhos se encontraram com os de outra mulher. O pior, ela estava sorrindo claramente para Freya, que arregalou os olhos. Freya ficou surpresa e assustada. Nenhuma de suas tentativas de assassinato tinham sido interrompidas antes dessa forma, com alguém percebendo o que ela iria fazer. A ideia de que, talvez, aquela mulher a denunciasse fazia todos os alertas de Freya dispararem. Ela não queria ser pega, não queria ser presa. A mulher continuou com seus sorrisos e então começou a caminhar. Seu passo era lento e o sorriso dela tinha sido convidativo. Freya não tinha outra opção senão seguir, ela tinha que descobrir tudo.

Dando uns passos mais rápidos, Freya não demorou a chegar no mesmo nível da outra mulher. As duas começaram a andar lado a lado como se fossem boas conhecidas. - Como você soube? - Freya perguntou, nem sequer disfarçando onde estava o seu interesse na conversa. Ela precisava saber onde tinha falhado para nunca mais cometer o mesmo. Ela não iria ser presa, preferia a morte do que isso.


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Medea Keene Moon
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeTer 12 Out 2021, 20:11

Medea sorriu, mas evitou olhar para a estranha que agora caminhava ao seu lado. Era uma decisão irracional demais, até mesmo para alguém como Medea - andar lado a lado de alguém que, como ela, não via problemas em agir à luz do dia; cercada de trouxas por todos os lados. A estranha finalmente falou e Medea respirou aliviada por não ter sido a primeira a puxar assunto. Ela não confiava naquela mulher, e qualquer coisa que dissesse poderia lhe comprometer. — Quando você é alguém como eu, com a função que exerço na minha família e inimigos a se perder as contas, é preciso aprender a temer qualquer coisa que surja dos cantos. Nenhum detalhe é aleatório, e coincidências podem ser sentenças de morte. — Medea falava tão lento quanto caminhava. Vez ou outra girava o pescoço na direção de onde o corpo de Faust ainda estava caído. Sirenes de uma viatura polícial e ambulância eram ouvidas ali perto. Qualquer movimento ligeiro - ou falta de interesse no caos causado - poderia ser mal interpretado. — Eu não sei quem é você ou quais são as suas intenções, mas eu tomaria cuidado para não ser vista mais de duas vezes seguidas por quem está seguindo ou por quem esteja acompanhando essa pessoa. A não ser que seja parte do seu plano — ela continuou, concluindo a resposta para a pergunta da estranha. Medea parou e olhou mais uma vez para o local do crime quando uma ambulância estacionou na entrada da ruela. Medea segurou um sorriso. Orgulhosa com o fato de que não havia nada que pudesse salvar Faust agora. — Fico feliz que tenha aceitado meu convite. Eu também ando sendo observada. Mesmo tendo alguma ideia do que seja, não descarto a possibilidade de ser um dos inimigos que citei. — Medea levou a mão direita até a altura das sobrancelhas, sombreando sua vista - interpretando uma curiosidade na movimentação lá atrás. — Talvez sua presença desencoraje essa pessoa de agir. — Disse, sem mover demais os lábios. Medea estava, estranhamente, gostando daquela interação. Ela sequer sabia o nome de sua acompanhante, mas via nela uma versão mais jovem dela mesma; alguém interessada em saber onde tinha errado, ao invés de tomar a decisão estúpida de revidar suas frustrações. — Então… Pelo visto Faust conseguiu irritar mais de uma pessoa. — Era o comentário ideal para que a estranha tivesse a chance de revelar apenas o que ela achasse necessário. Os socorristas agora deixaram a ruela carregando um saco preto com o corpo da vítima de Medea. Tão logo o corpo fosse removido e a multidão desfeita, ela poderia aparatar para longe dali.
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQua 13 Out 2021, 02:40

The Smiling Woman
D
e longe a resposta que a mulher deu era o que Freya esperava. Ela começou a falar sobre uma pessoa como ela, que exerce uma certa função em sua família e tem vários inimigos, tinha que ter cuidado redobrado, como se não existissem coincidências. Atrás das mulheres, sirenes de autoridades se faziam ouvidas. Freya não tinha qualquer preocupação com isso, já que, no fim das contas, ela não tinha sido a autora da morte. Então, a mulher comentou que Freya não deveria se deixar ser vista duas vezes por quem está seguindo ou pelos acompanhantes dessa pessoa. Então ela me viu mais de uma vez. Ela pensou. Muitas pessoas viram Freya andando atrás daquele homem, isso porque era de seu estilo não se esconder tanto. Tentava sempre agir como uma pessoa normal, que está apenas andando, totalmente alheia ao fato de pegar o mesmo caminho que outra pessoa, uma grande coincidência. No entanto, aquela mulher desconfiava até mesmo das coincidências, ela sabia ver as nuances por trás delas. Freya percebeu que estava diante de uma pessoa bem experiente no assunto. Ainda sim, não sentiu medo da outra mulher, se quisesse matar Freya, não teria convidado-a para andar lado a lado e começaria a conversar. Só não fazia sentido. Ela também comentava sobre estar feliz pela companhia, pois também estava sendo observada. A presença de Freya poderia desencorajar o perseguidor. - Não posso deixar de pensar que estou sendo uma espécie de isca ou bode expiatório. - Freya verbalizou. Ela era o tipo de mulher que não costumava se meter no problema dos outros, pouco se importava com a vida alheia, quanto mais distante possível melhor. No entanto, às vezes acontecia, como naquele momento. Freya só queria matar um homem, mas agora estava ajudando uma assassina a tentar livrar-se de sabe-se lá quem está a seguindo. Perfeito.

As duas, então, continuaram ali, paradas observando a movimentação onde o homem tinha morrido, como se fizessem parte daquele bando de curiosos que estavam querendo saber o que aconteceu. A mulher comentou sobre outra pessoa ter irritado Faust, o morto, o que fez Freya dar uma risada contida. - Ele não me irritou, não faço a menor ideia de quem seja. - Freya comentou dando os ombros. Não tinha porque esconder, o homem já estava morto e a mulher tinha respondido sua pergunta de bom grado. Freya era o tipo de pessoa que retribui o que recebe... Ao menos em certos aspectos. Num geral, ela faz isso com quem respeita e, em poucos minutos de conversa com aquela estranha, sabia que ela tinha habilidades e que merecia respeito. - Apenas tive uma conversa aleatória com ele e percebi que não era grande coisa, o tipo de pessoa que eu gosto de acabar com a vida. - Ela informou. Não iria contar porque matava pessoas, isso era pessoal demais, mas não tinha o menor problema em dizer quais eram suas vítimas. - Mas pelo visto, ele irritou você. - Freya falou, captando bem a fala da mulher. Se ela disse que Faust irritou mais alguém, então ela tinha se irritado primeiro. - Não posso deixar de estar curiosa porque ele merecia morrer por alguém... Que parece saber do ofício. - Aquele homem não parecia ser uma pessoa importante para merecer uma morte tão bem executada, Freya estava genuinamente interessada.


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Faye Gebühr Wichbest
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeDom 28 Nov 2021, 02:02

The "Discovery"
Quanto mais próximo do final do curso, mais a rotina da especialização se tornava exaustiva. Faye achou necessário, assim que viu uma janela, apenas fazer uma coisa diferente. Como tinha pensado, ultimamente, fazia tempos que ela não visitava um bar diferente para aprender um pouco mais sobre outras bebidas e drinks que pudesse servir no seu próprio bar. Por conta disso, ela pesquisou alguns bares famosinhos e encontrou o Bar de Cumberland, na Escócia. Seria o local perfeito para uma visita e era próximo o suficiente para Faye ir viajando de vassoura. Com isso, no bar estava a mulher, bebendo um copo de cerveja. As diferentes cervejas daquele bar pareciam ser o cargo chefe do local, Faye não era muito fã de cerveja, mas fazia um esforço se fosse torná-la uma maior conhecedora na hora de vendê-las. Sua visita ao bar era apenas para isso, no entanto, ao ver um homem sentado a três cadeiras de distância, no balcão, ela acabou querendo testar alguma coisa que andava matutando a sua mente.

Sem usar a empatia, Faye conseguia ver que aquele homem estava em dilema. Ela já tinha visto vários homens e mulheres com aquele mesmo semblante em seu bar, pessoas que estão decidindo se devem continuar bebendo ou não, usualmente estão bebendo para esquecer alguma coisa. Se ainda se sentissem tristes, continuariam bebendo e bebendo, mas se por acaso um senso batia ou satisfazia, eles iam embora antes de caírem duros no chão, adormecidos. O quão ético era o que Faye gostaria de tentar? Ela passou uma vida inteira sem prestar atenção no real poder que a empatia poderia ter. Era doloroso lembrar da primeira vez que utilizou a empatia para manipular, foi na hora do desespero, mas poderia ela fazer novamente? Faye gastou uns minutos pensando sobre esses questionamentos e bebendo cerveja, no fim das contas, ela decidiu que faria porque seria por uma boa causa. Uma manipulação para uma boa causa, quem diria.

Ao abrir seu canal empático e olhar para o homem, Faye já percebeu uma imensa tristeza vinda dele. Ela até sentiu pena, deveria ter acontecido algo bem tenso. Faye apressou-se a não deixar a melancolia atingir ela por mais tempo, fazendo com que sua empatia invertesse a polaridade, em vez de receber, ela iria dar. A mulher pensou em algumas memórias de momentos nas quais ela ficou realizada apenas para conseguir captar bem a essência desse sentimento contente de realização, pois era isso que iria tentar passar ao homem. Ela se concentrou neste sentimento que gostaria de passar e, quando ele levantou o braço para chamar atenção do atendente do balcão, ela canalizou tal sentimento para o homem, como se este sentimento fosse uma nuvem se expandindo de Faye e englobando ele. Depois disso, Faye ficou observando, ainda concentrada. O homem, ao invés de pedir outra bebida, pediu a conta, pagou, levantou-se e retirou-se do bar. Obviamente, no momento em que ele foi andando para a saída, Faye perdeu a "conexão" com ele. O olhar de Faye estava arregalado ao perceber o que ela tinha feito, ela tinha mesmo influenciado a decisão de alguém. Aquele homem provavelmente iria voltar para o bar ou entrar em outro, porque o que Faye passou não passava de algo momentâneo, não sobreviveria sem ela, mesmo assim, o experimento tinha valido. Eu não deveria chamar pessoas de experimentos. Ela pensou, se censurando.

Depois disso, Faye bebeu mais copos de cerveja, ainda digerindo o leque de possibilidades que se abria com aquela "descoberta". Era muitas possibilidades trapaceiras, isso sim. Ao menos, eu não tenho real vontade de usar isso. Faye não conseguia pensar em um contexto onde usaria esse tipo de artimanha por livre e espontânea vontade, ela tinha uma vida pacata, em geral. Quer dizer, se você desconsiderar as maldições e os sequestros. De toda forma, ao terminar as cervejas, Faye pagou a conta e retirou-se do bar. Talvez usaria algumas delas em seu próprio bar, depois de descobrir os fornecedores. Talvez usaria sua habilidade para manipulação, se um dia fosse realmente necessário.
Don't call people experiments


So embrace the darkness / and I will help you see / that you can be limitless and fearless / if you follow me
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Maggie McDougall Gaileigh
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQui 02 Dez 2021, 21:58

Isso é um sonho?



Sentei na primeira mesa vaga que achei, distante do bar, mas com uma visão privilegiada do recinto. Tio Killian ficaria muito orgulhoso se visse que eu, mesmo que pareça mentira, realmente prestei atenção em suas lições, pois um pirata sempre é atento aos seus arredores. Bom, exceto em casos de rum. Será se deveria pedir um rum? Melhor não, ainda era cedo, e provavelmente não seria uma boa ideia levando em consideração que havia eu havia – contra o meu melhor julgamento – a meus parentes que chegaria a tempo do jantar anual com a família.

É, foi meio burrice ter confirmado presença. Os Gaileigh’s estavam a ponto de ter um colapso, prontos para entrarem em briga com o lado McDougall da família. Franzi o cenho, e apertei as têmporas, como se eu fosse conseguir expulsar a dor de cabeça e o estresse com esse movimento. Respirei fundo e pensei, bom, um pouco de rum seria bom para me dar as forças necessárias para sobreviver ao jantar... é, era melhor tomar um pouco. Mas só um pouquinho. Quase nada. Apenas para uma leve coragem liquida.

Fiz meu pedido a primeira garçonete que me passou, e cruzei os calcanhares, me encostando na cadeira que havia sentado. Depois que enviei cartas para minhas primas Alessia e Gwen, que estavam perdidas no meio da confusão familiar, além de uma mãe desaparecida, peguei viagem de onde estava, em Dublin. Os negócios da família eram levemente cansativos, às vezes, mas eu gostava de poder contribuir. Apesar de que, ora bolas, eu também tinha curiosidade de fazer outras coisas da vida além de ser uma pirata em formação!

Agradeci o rum que foi colocado a minha frente e sorri sem mostrar os dentes, colocando uma mecha do meu cabelo atrás da orelha. Acho que vou cortar o cabelo. Se não der certo eu faço crescer de novo, quem liga? Ou, poderia pintar ele. Seria engraçado. Ri comigo mesma, e tomei um gole pequeno e devagar, pois se o rum acabasse logo acabaria pedindo outro e bem, sabe como vai depois. Olhei ao redor, com curiosidade.  

Se fosse, teria rum



 


 




Margaret McDougall Dunlop Gaileigh
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Kael Leibovitz Hargreeves
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQui 02 Dez 2021, 23:06

Uma criança no corpo de adulto
Minha vida realmente havia melhorado bastante depois da especialização pelo Instituto. Eu andava cada vez mais animado com a vida de magizoologista e cada vez mais tinha pego e interesse pela área tamanha afinidade que tinha com o ramo bruxo. Optei por aquele dia ir até o Bar de Cumberland para me distrair e também pensar nas próximas etapas da minha vida. Ao que tinha ideia e pensava, algo de extrema mudança estava prestes a acontecer e eu andava ansioso por conta disso. Nunca pensei que sentiria tanto frio já que era acostumado com o inverno sueco, era no mínimo estranho que me sentisse assim. A blusa que escolhi era um pouco simples porém aveludada o suficiente para que me mantivesse aquecido por mais tempo. O resto da vestimenta seguiu um pouco mais o padrão estabelecido para climas leves apenas por saber que dentro do bar estaria mais quente que o exterior. Sendo assim, aparatei para o bar sem pretensão nenhuma de tomar alguma bebida, estava mais ciente de que comeria alguma coisa mesmo que não soubesse o que fosse.

Adentrei o lugar e fui atrás de uma mesa para me sentar e fiquei bem próximo da entrada onde uma moça estava sentada. Respirei fundo e permaneci por ali mesmo e aguardei alguma pessoa me atender. Assim que recebi o cardápio acabei percebendo que o forte daquele bar eram os petiscos e também as bebidas e eu, por ser um jovem e ainda inexperiente, não costumava beber embora a última vez que eu bebi tivera sido um pouco desastrosa mas acabou sendo incrível. Lembrava que naquele dia era capaz de sentir o cheiro de Achilles no quarto do rapaz, o que era uma lembrança de apego em relação a família Rosenberg. Meu olhar voltou-se a garota que estava sozinha em sua mesa sendo que a minha estava bem a frente dela, era só olhar para frente que já conseguíamos ver um ao outro. Por alguns segundos questionei se deveria chamá-la para perto, não queria ser taxado como um homem machista e tinha medo de como seria essa aproximação, não era tão comum lidar com mulheres no meu dia-a-dia. Evangelinne por sua vez era a menina que eu mais entendia e me sentia familiarizado, era uma ótima sobrinha.

— Eu vou querer esse refrigerante de cola e uma porção de torresmos. — Retornei ao atendente quando fui questionado sobre o meu primeiro pedido ali no bar. Vez ou outra olhava para frente apenas para saber como o lugar estava, não costumava estar muito cheio naquela hora mas mesmo assim era um pouco movimentado. Juntei as mãos e as coloquei sobre a mesa numa expressão tímida por não saber o que fazer para quebrar aquele gelo entre as mesas, notando que ela também já bebia alguma coisa. A porção pedida não demorou muito para vir para a minha mesa e agradeci ao rapaz que a trouxera quase que instantaneamente, um pouco abatido por conta da noite mal dormida. Embora houvesse dificuldade em pegar no sono, o sonho que tivera havia sido de longe um dos melhores. O hipogrifo da casa finalmente havia se recuperado do acidente em sua pata e então conseguiu voltar a voar pelos arredores de Mag Mell, o que era incrível e parecia simbolizar que ele finalmente – e nos próximos dias – voltaria a voar e deixar a família muito contente pela evolução dele.

Cobri a boca por alguns instantes para falar comigo mesmo, o que era bem comum. — É horrível ser homem. — Eu realmente tinha muito medo do julgamento quando tinha vontade de conversar com mulheres e tinha medo de ser visto como machista ou qualquer coisa que me fizesse soar um pouco inoportuno naquele momento. Peguei uma meia dúzia de torresmos e comi acompanhado da bebida e então senti que estava ficando cheio apenas no começo da porção e que de alguma forma, ela sobraria o suficiente para que duas pessoas pudessem comer assim que eu me enchesse mais com a bebida do que com a própria porção. Mergulhei a cabeça nos braços debruçando sobre a mesa numa expressão clara de sono acumulado e também de nervosismo diga-se de passagem. Respirei fundo e então retornei minha cabeça ao alto e observei a moça mais uma vez, os torresmos que agora sobravam poderiam ser divididos se ela quisesse mas até então, eu ainda estava muito paranoico para que fizesse o primeiro movimento ou sinalização. — Hm? — Olhei para o lado e depois para minha frente e então notei um sinal mas não sabia ao certo se havia realmente sido chamado por ela mas fiz menção de ir até a mesa com a porção de torresmos, o que poderia acontecer além de uma provável humilhação?
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSex 03 Dez 2021, 08:28

Isso é um sonho?



Em minha defesa, minha curiosidade sempre havia me dado mais soluções que problemas até então. E principalmente pois me tornei muito boa em observar as pessoas sem deixar muito óbvio, e por isso, assim que o homem se sentou na mesa a minha frente, fiquei de olho nele. Não de uma forma estranha, claro, apenas curiosa mesmo. Não preciso me justificar a minha própria consciência, céus. 

Ele parecia extremamente cansado, e ora se eu não entendia o sentimento. Observei ele pedir por comida e bebida não alcoólica, e contemplei se deveria ter pedido algo também, pois comer iria prever que eu ficaria um pouco mais bêbada do que deveria. Pensei um pouco sobre isso por um tempo, e acho que fiz um sinal que atiçou o homem a se levantar, com um prato de torresmos na mão, e se aproximar de mim. 

Ele não parecia o tipo de predador mais comum, muito apreensivo e olhando para todos os lados, como esperando por uma chance para correr. De qualquer forma, se ele fosse um doido, eu estaria mais do que pronta para dar um motivo para ele correr, entende o que eu quero dizer? Enfim. Abri um sorriso vagaroso, como um gato, e deixei a cabeça tombar para o lado. “Ora, olá.” Indiquei a cadeira na minha frente, e olhei enquanto ele se sentava, claramente vermelho. “Fique tranquilo, não mordo. A menos que peçam, claro.”

Dei uma risada, vendo sua expressão de susto. “Perdão, às vezes esqueço do filtro social.” Franzi o cenho, apertando meu próprio nariz, pensando. “Sou Maggie. Acho importante pontuar. E você?” Nunca tive muitos problemas em socializar com pessoas, e achava divertido quando encontrava alguém um pouco mais tímido, era sempre bom poder puxar uma pessoa debaixo de sua concha.  

Se fosse, teria rum





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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSex 03 Dez 2021, 13:15

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O momento em que eu finalmente cheguei bem próximo da mesa dela foi um pouco constrangedor. Eu não sabia ao certo o que fazer ou dizer, acabei ficando tímido demais e aquilo ficou um pouco estranho, confesso. Ela então me cumprimentou e eu acenei com a cabeça devolvendo o cumprimento da forma mais tímida possível. A mulher acabou brincando a respeito de “não morder” e eu olhei pra ela um pouco amedrontado. Até então não sabia muito bem o que dizer, só segui o rumo da conversa que ela delineava e ia respondendo aos poucos aquilo que era perguntado. — Sou Timothée... — Disse baixinho esperando que ela ouvisse de primeira. Era engraçado as situações em que eu metia, cada vez eu tinha certeza que deveria perder logo a timidez e então me tornar outra pessoa capaz de fazer tudo sem ter medo da recepção das outras pessoas. Até então, a porção de torresmos nas minhas mãos ainda dava para que dois dividissem e então, eu acabei puxando uma cadeira para trás e então me sentei em frente da mulher e deixei a porção no centro da mesa. — Não estou com tanta fome então acho que podemos dividir. — Tímido, era a melhor forma que poderia dizer que não estava tanto afim de terminar aquela porção já que em poucas passagens, já estava demasiadamente cheio.

Olhei para a mesa onde estava e então me levantei por instantes para pegar o copo de refrigerante ainda na metade e levemente quente. Depois disso eu movi meus olhos do  copo americano para a mulher e dei um sorriso tímido ou de constrangimento, até então não sabia muito bem como lidar naquela situação. — Eu acho que dividir seria uma boa, mas aí você tem que ver se você também quer ou se já não está cheia... Deve ter comido alguma coisa, não? — Fingi que não a observava beber seu copo com um líquido desconhecido dentro. — Enfim... É tão cedo para ir embora... — Falei na intenção de ainda permanecer no lugar por mais algum tempo. Era uma boa oportunidade de sair da mesmice e do silêncio para conversar com outra pessoa. Eu simplesmente não gostava de falar muito quando estava conhecendo alguém, preferia que a pessoa ditasse o ritmo da conversa sem que eu me intrometesse. Permaneci um tanto quanto inquieto na verdade, os pés batiam lentamente sobre o chão e meus braços sentiam a tensão do momento, o medo perante o novo.

— É a sua primeira vez aqui? — Não era tão simples puxar assunto ainda mais quando não se sabia nada a respeito da pessoa que estava em minha frente. Esperei por alguns segundos ver a reação da mulher se esboçar em seu rosto e então terminei o copo de refrigerante em uma golada só. O problema em ser tímido é não saber dosar a timidez da forma correta e acabar sendo um pouco incômodo ou gerando a sensação de que eu estava sendo incomodado, o que não era o caso naquele momento. Apenas permaneci quieto com um sorriso no rosto esperando as respostas surgirem e os novos assuntos aparecerem. Era assim que gostava de lidar com a timidez, deixando na conta da outra pessoa a chance de puxar assuntos pertinentes ao momento.
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSex 03 Dez 2021, 19:19

Isso é um sonho?



Fiquei surpresa demais com a gentileza dele para poder processar bem o que falar, sem parecer idiota. Esperava muita coisa, mas que ele quisesse dividir sua refeição, com certeza não estava na minha lista de expectativas. Abri um sorriso educado, e assenti levemente. “Na verdade, não comi nada ainda. O que provavelmente não foi muito inteligente, tomar rum de barriga vazia. Você bebe? Esse aqui está muito bom.” 

Peguei um pedaço do torresmo e acho que suspirei um pouco mais alto do que deveria, mas sorri como se fosse tudo parte do plano. “Ok, eles são muito talentosos em tudo aparentemente.” A tentativa dele em puxar assunto era um pouco falha, mas aprecio uma tentativa quando vejo uma, então assenti novamente, a sua pergunta se era minha primeira vez no lugar. “Na verdade não, já passei pela cidade antes, mas nunca entrei aqui.”


“Estou indo para uma reunião de família, sabe como é. Preciso me preparar psicologicamente antes.” Falei em tom de brincadeira, e aproveitei para tirar minha jaqueta de couro preta e a colocar na cadeira, me encostando novamente. “Mas não estou com pressa, com certeza não vão nem notar minha demora. Muita gente.” Acrescentei, para que ele não achasse que eu estava tentando espantá-lo. “E você? Vem sempre aqui?” 

Timotheé parecia aquele tipo de rapaz que tinha medo de mulher, me pergunto se ele tem irmãs mais velhas, pois este normalmente é um denominador comum. Se bem que ter uma irmã mais velha sempre te ensina a como não ser um babaca, então, na verdade, ele estaria ganhando bastante se essa minha suposição fosse verdadeira. Entretanto, ao invés de fazer a pergunta, me servi de outro torresmo e tomei o resto do rum, sentindo ele queimar na minha garganta e me aquecendo. “Mas então, o que você faz da vida? Só não me diga que ainda está na escola, se você for menor de idade terei que dar o fora.”  

Se fosse, teria rum





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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSex 03 Dez 2021, 19:36

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Ao que conseguia notar estava me saindo muito bem na missão de não soar como um perfeito estranho, o que era engraçado pois eu estava muito fora da minha zona de conforto naquela circunstância. Respirei fundo e olhei para os olhos da moça e assenti a fronte com positividade, aguardando-a terminar de falar antes de esboçar qualquer reação. — Beber? Nah... Não sou muito fã dessas coisas... — Disse tímido afinal a bebida era uma coisa perigosa para pessoas tímidas o que fazia com que eu saísse completamente de mim caso exagerasse na mesma. A porção de torresmos estava ali e ela se servia, o que era bom e me deixava um pouco mais alegre em comparação a alguns segundos atrás. — As coisas daqui são gostosas geralmente mas, como sempre, o foco daqui sempre é a bebida e essa é uma parte que eu definitivamente passo bem longe. — Olhei para o copo de refrigerante vazio e então pensei em pedir mais um para aquela situação. — Eu conheço aqui tem algum tempo, acho que desde quando cursava a escola... — Até então não sabia se falava com uma bruxa ou não, o que me deixava hesitante em fazer qualquer menção a respeito daquilo.

— Reunião de família, é? Eu sou líder da minha e costumo fazer isso com frequência embora sejamos em pouco número. É legal até gerir as coisas da família, eu pelo menos me divirto bastante. — Aguardei o rapaz passar por perto para pedir mais com copo daquele refrigerante e então voltei meu olhar para o da mulher enquanto sorria da melhor forma que achava, sem soar tão tímido quanto antes. — A família é bem pequena mas sempre estamos juntos nas atividades do dia-a-dia. — Comentei a respeito da minha, realmente gostava bastante de gerir os assuntos familiares até porque a maioria das pessoas gostava de ajudar nas tarefas e também ajudavam no quesito financeiro dentro de casa.

— Ah... Eu? Eu já terminei minha especialização... Já tenho quase vinte anos. — Dessa vez a timidez se fez presente quando ela falou que daria o fora caso fosse menor de idade, o que deixava a situação um pouco constrangedora por pensar que eu ainda tinha um rosto muito jovem para a minha idade. Apenas respirei fundo e mantive a postura positiva perante Maggie. — E você? O que faz da vida? — Devolvi a pergunta um tanto quanto curioso afinal sempre era bom saber mais de outras pessoas. Ela parecia bem sociável e amistosa, o que me deixava bem mais confortável. Esperei alguns instantes até a bebida retornar a mesa e então me servi novamente da porção com um pouco mais de fome do que da última vez. — Ah, espero não estar incomodando também, caso precise ir. — Complementei na intenção de deixar claro que assim que ela quisesse ir ela poderia e eu aceitaria.
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Maggie McDougall Gaileigh
Corvinal
Corvinal
Maggie McDougall Gaileigh


Bicho-papão : Espiritos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Garra de Barrete Vermelho, Nogueira-Negra, 29cm, Inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSeg 06 Dez 2021, 21:04

Isso é um sonho?



Sorri educada quando ele falou que não bebia, decidindo que não iria pedir outra dose, para não deixá-lo desconfortável. Eu tenho meus momentos, eu sei. Ele parecia mesmo mais jovem, talvez mais esperançoso? Não me considero muito uma pessoa amarga e afins, até porque o que sei? Mas talvez fosse a vida no mar, ou as confusões que me meti desde que tive chances… enfim, estou divagando. “Você é o responsável pela sua família?” Olhei para ele com cuidado, pensando se ele também seria bruxo. “Qual você disse que era o seu sobrenome mesmo?” 

“Mas enfim, pois é, gosto de reuniões de família quando queremos comemorar uma boa notícia.” Não me aprofundei no assunto, pois era muito privada com a vida dos meus parentes, já que não é muito inteligente sair por aí soltando segredos e histórias vergonhosas para qualquer um. “Especialização? Que chique. Tem cara de estudioso mesmo. Posso perguntar no que?” Quase vinte anos não são vinte anos, isso é um fato, pensei comigo mesma. Eu já tinha 23, já tinha saído de Hogwarts havia 5 anos. 

“Eu trabalho com mercantilismo.” Disse, pausadamente. Pirataria era um pouco forte demais, suponho eu. “Quase me tornando a capitã do meu próprio navio, enquanto isso, sigo com um dos navios da família. Somos uma família mercantil.” Acrescentei, sorrindo amarelo. Era mesmo uma confusão fugir do, ah, o que você faz? bom, eu faço desde trocas legais a ilegais, mas aí depende do humor. De qualquer forma, me aproximei da mesa, colocando ambos os cotovelos na mesma e apoiando minha cabeça nas mãos, dando a ele toda a minha atenção. “Não se preocupe comigo, estou muito entretida aqui.” 

Se fosse, teria rum





Margaret McDougall Dunlop Gaileigh
poções | corvinal | 1º ano | gêmea da bessie
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Eros Casterly Kalitch
Comerciante
Comerciante
Eros Casterly Kalitch


Bicho-papão : Tentáculos gigantes

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pluma de Basilisco, Loureiro, 31cm, Inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQui 16 Dez 2021, 18:53


A caminhada através daquelas montanhas até encontrar a estrada foi longa e cansativa. Não tinha esperado que precisasse de quase um dia inteiro para chegar a uma mínima civilização, do outro lado da cadeia de montanhas. Nesse pequeno povoado, consegui encontrar um lugar para me banhar e comprar uma peça de roupa limpa (mas não da melhor qualidade) por apenas dois nuques. Foi o melhor que consegui depois de tentar usar furtivamente o chuveiro de um estabelecimento e quase ser cobrado em galeões por isso. Sendo assim, após um descanso, algumas horas na estrada e várias tentativas, consegui uma carona para Edimburgo. O motorista do veículo era um idoso, um tanto frio, mas por alguma razão me acolheu no seu carro contanto que eu não falasse muito. Concordei, afinal, eu queria mais era dormir. Mas a viagem foi longa demais para que eu dormisse direto. Acordei pouco antes do ponto de chegada, mas foi suficiente para trocar algumas palavras com o senhor; que acabou me deixando na dúvida se era mesmo um homem ou uma mulher muito rústica. Na tentativa de construir algum vínculo, não obtive muito sucesso, pois quando achei ele iria se abrir mais, chegamos ao destino e eu desembarquei. ― Valeu pela carona ― disse ao me despedir. Quis deixar algo em troca, mas não sabia se o cara era bruxo, então não deixei dinheiro… no entanto, as ervas da bruxa da montanha ficaram com ele, como forma de agradecimento. Dessa forma, sozinho, mas já inserido na civilização novamente, entrei num bar da cidade e ordenei uma cerveja para distrair. Então, sentei-me no balcão e, enquanto esperava, planejei como faria dali pra frente para chegar na Irlanda.

•edinburgh | with: myself | restart•














Run away with me
Lost souls in revelry
Running wild and running free
Two kids, you and me (hey)

Renegades
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Ivy Kalinowa Gremory
Conselheiro da Guilda
Conselheiro da Guilda
Ivy Kalinowa Gremory


Bicho-papão : O fracasso

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Salem (EUA)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pluma de Basilisco, Faia, 28cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSeg 27 Dez 2021, 23:03

Um bate papo inesperado
Ser parte do conselho da guilda não é nem um pouco fácil, ainda mais que precisaria aguentar caloteiros que ficam enrolando e inventando desculpas esfarrapadas (nada que uma facada na mão resolva hehehe) mas felizmente ser conselheira tem suas vantagens e claro que vou aproveitar tudo até o fim da minha vida.

Para aproveitar um pequeno tempo livre que consegui e fiz uma pequena viagem pela Escócia e claro que não pude deixar de ir no Bar de Chumberland para desfrutar de uma gostosa bebida alcoólica - Uma cerveja preta por favor. - pedi naturalmente ao apoiar meus braços no balcão e não demorou muito para que o barman enchesse o copo com a cerveja - Obrigada! - agradeci dando uma piscada de olho ao barman e caminhei até uma mesa e me sentei por ali ficando um tempo observando o povo enquanto bebia minha cerveja.

Tudo estava bem até que eu percebi uma garota morena me observando de longe, é claro que achei aquilo muito estranho... Considerando que nem Darwin me olhou daquele jeito quando nos conhecemos. Fiz aquela expressão de "tudo bem com você querida??" até que ela se aproxima da minha mesa como se não quisesse nada e me cumprimentou como se fosse minha amiga, apesar de todo o clima estranho, aquela garota é bem familiar pra mim - Olá... Eu sinto que conheço você mas... - perguntei confusa e tentando me lembrar de onde havia visto ela, até que a morena que estava nitidamente alterada se apresenta como Verônica e que ela havia se tornado uma viper recentemente, foi ai que me lembrei da cerimônia de boas vindas dos vipers novatos que eu havia assistido recentemente, é claro que aquilo foi uma nostalgia pra mim, ainda mais que eu era uma jovem rebelde e revoltada com tudo na época - Ah claro, me lembrei de onde te conheço. - balbuciei enquanto eu observava sua linguagem corporal e ela começava a se ajeitar no meu lado e falava coisa com coisa, dando a entender que ela estava me observando desde que entrou na guilda - Espera ai, você estava me observando?? - perguntei com um tom de voz forte e ela apenas se aproximava mais ainda de mim e falava coisa como "esta tudo bem, não sou sua inimiga" e bla bla bla.

O tom de voz dela estava claramente bizarro (como se ela estivesse flertando) e meu olhar de "você esta passando vergonha garota" não adiantava nada, pois ela continuava falando e se aproximando mais de mim e passando a mão do cabelo... Até ai tudo bem mas as coisas saíram fora do controle quando ela tentou passar a mão nas minhas coxas, assim segurei a mão dela usando toda minha força - Não seja ridícula! - falei enquanto a garota fazia uma expressão de dor vendo a mão dela sendo apertada e em seguida, soltei a mão dela fazendo com que a mesma se distanciasse de mim... É claro que ela ficou irritada e perguntei qual era o meu problema e tentou me dar um tapa, mas consegui segurar a mão dela a tempo e agarrei a blusa dela e a aproximando de mim - Escuta aqui garota! Tudo bem que estamos no mesmo bando, mas não sou as suas vadias pra me tratar assim! - falei em um tom de voz baixo mas firme o suficiente para ele me escutar - Da próxima vez que você falar comigo nesse tom e me tocar em lugares inapropriados, eu mato você em um segundo... Não importa o lugar que a gente esteja! - rosnei com uma expressão séria e logo em seguida, soltei a blusa dela e me virei para frente, assim ignorando totalmente a presença de Verônica e claro que ela acabou se desculpando e dizendo justificativas esfarrapadas e ainda disse que ia me pagar uma cerveja para me recompensar e claro que ela acabou indo se sentar na minha frente para dizer as mesmas coisas - Tudo bem, tudo bem, você pode pagar a cerveja, só cala essa boca. - falei irritada com as falas dela enquanto a mesma comemorava e pedia as cervejas.


Interação com: Verónica V. Steinbrecher


Evelyn Kalinowa Gremory

Call me Ivy
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Chicago Sinclair Dallas
Liga Profissional - 2ª Divisão
Liga Profissional - 2ª Divisão
Chicago Sinclair Dallas


Bicho-papão : Espantalhos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Bigode de Trasgo, Faia, 27 cm, Rígida

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeTer 28 Dez 2021, 19:07

oh, the misery

A vida de Chicago andava um pouco mais calma desde que o campeonato de quadribol entrou em recesso. Dessa forma, tinha decidido aproveitar as semanas livres para acampar e, principalmente, beber na maior variedade possível de bares espalhados pela Grã-Bretanha. Tinha se arrumado e aparatado até a Escócia, onde passou a tarde dentro de uma livraria velha para procurar alguns livros interessantes de mistério ou terror. Tinha conseguido um ótimo exemplar de capa dura de contos de Edgar Allan Poe, surpreendendo-se com o valor ínfimo que pagara por ele. Obviamente, iria beber para comemorar a mais nova aquisição, não importando-se por estar sozinha naquele dia, afinal de contas tinha um livro para ler. Caminhando por Edimburgo, encontrou um bar bastante movimentado e sorriu quando sentiu um forte cheiro de fritura, cigarros e bebida alcóolica. Era o local perfeito para uma noite de cervejas e contos de terror. Adentrou o local e teve que se espremer para conseguir encontrar um lugar na bancada do bar, afinal todas as mesas pareciam bastante ocupadas. E é recém quarta-feira. Esse lugar deve explodir nos finais de semana, pensou de maneira divertida. Apoiou os cotovelos na mesa e acenou para o barman, que logo aproximou-se e perguntou o que Chicago desejava - Uma porção de batatas rústicas e um pint de Stout - pediu, olhando de maneira séria para o lado quando um homem sem querer esbarrou no ombro dela - Olhe por onde anda, eu consegui chegar aqui sem machucar ninguém - grunhiu, mas foi completamente ignorada, o que a fez revirar os olhos. Homens sendo homens. Os odiava, mas quem não os odeia? A lotação do bar era estonteante, mas agradável. Chicago gostava do agito, mesmo quando queria simplesmente ficar quieta e ler um livro. Abriu no primeiro conto de Edgar Allan Poe, sendo que vinha a ser o poema mais famoso dele: O Corvo. ”Once upon a midnight dreary, while I pondered, weak and weary, over many a quaint and curious volume of forgotten lore— While I nodded, nearly napping, suddenly there came a tapping, as of some one gently rapping, rapping at my chamber door. “’Tis some visitor,” I muttered, “tapping at my chamber door— Only this and nothing more.” Teve um sobressalto quando seu pedido foi colocado na sua frente, fazendo com que a jogadora fechasse instintivamente o livro que trazia em mãos - Ah, nossa, obrigada - sorriu. Soltou um suspiro e deu um gole na cerveja amarga e saborosa, logo retornando sua leitura. Era um de seus poemas favoritos, então era quase como se não estivesse lendo, mas, sim, sentindo cada uma das palavras ali escritas.

“Back into the chamber turning, all my soul within me burning, soon again I heard a tapping somewhat louder than before. “Surely,” said I, “surely that is something at my window lattice; let me see, then, what thereat is, and this mystery explore— let my heart be still a moment and this mystery explore;— ’Tis the wind and nothing more!” Distraidamente abriu um sorriso, pescando uma batatinha da porção que havia pedido e quase nem percebendo o sabor que ela possuía por conta de sua imersão no poema que tanto havia lido durante toda sua vida. Deu mais um gole na cerveja, fechando o livro e o guardando dentro de sua bolsa. Queria ler o restante em sua própria casa e mexer nas páginas com a mão engordurada era quase uma ofensa - Cheio hoje, não é? - comentou com o barman que secava um copo e olhava de maneira receosa para o interior do bar - Nas sextas-feiras isso aqui deve ser um verdadeiro inferno - deu uma risadinha com o comentário feito pelo homem, mas logo teve sua atenção atraída por outra coisa: uma mulher. Uma mulher de aparência intrigante e bela adentrou o bar e tudo ao redor de Chicago pareceu ter pouca importância. Em todo o lugar, não havia uma mesa ou banco vazio que não fosse o assento vazio ao lado da jogadora, então, instintivamente, Dallas puxou seu livro de dentro da bolsa e voltou a ler. Se estivesse lendo, talvez conseguisse chamar a atenção da mulher para alguma conversa e, se fosse bem sucedida, quem sabe até mesmo conseguiria o telefone dela. Afundou-se novamente no poema, mas agora todos seus sentidos estavam em alerta para a aproximação iminente da estranha que caminhava pelo bar indo em sua direção. Fazia tempo que não sabia como iniciar uma conversa em um bar, afinal todos pareciam tão cheios de seus próprios problemas que era quase como uma invasão de privacidade. Todavia, aquela mulher parecia despreocupada e tampouco vasculhou o local em busca de uma mesa, o que significava que possivelmente ela vinha sozinha e não esperava algum acompanhante. Seria a chance de Chicago de tentar chamar a atenção, mas, caso a mulher não tentasse algo, a jogadora definitivamente tentaria.




Chicago Sinclair Dallas
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Costanza Wintour Marlboro

Costanza Wintour Marlboro


Bicho-papão : Psicose

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Beauxbatons (França)
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Chifre de Lebrilope, Bordo, 28 cm, Quebradiça

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeQui 30 Dez 2021, 05:30

Em Edimburgo
coinneachadh aig ochd
Novamente precisei vim a Escócia, encontrei com meu contratante EDIMBURGO. Grande capital dos esportes trouxas e claro das bebidas. Realizei o ritual desejado para o mesmo durante toda manhã, confesso que a energia dele era bem carregada. Pessoas podem acumular tantas coisas que na hora do descarrego, enquanto elas ficam aliviadas eu fico exausta. Mas, esse é o preço a se pagar para trabalhar com isso e de certa forma tem-me agradado. Serviço sigiloso, recebo por trabalho, viajo para diversos lugares e ainda por cima ganho cortesias. — Feasgar math caraid daor alex — desejei boa tarde a Alex, além de barmen do bar de Cumberland ele também é meu amigo...estudamos juntos e já tivemos alguns lances ocasionais. — lionn agus ceann-latha air an oidhche? — solicitei uma cerveja bem gelada, como também a companhia do mesmo em minha cama a noite. Com um sorriso malicioso o escocês não tardou em aceitar minha proposta, falar em gaélico escocês tem seus charmes e um deles é conseguir tudo o que desejo. — Estarei no mesmo hotel de sempre — retornei ao Inglês, recebendo meu copão de cerveja. Não tardei a virar o mesmo goela abaixo, tomei tudo de uma vez e no final soltei um breve arroto. — Te vejo as oito, antes disso quero relaxar — deixei o pagamento no balcão com uma pequena gorjeta, então sai do recinto com um sorriso levado no rosto.  
(C) Ross


Costanza  Marlboro

Naturalista, ritualista, nobre italiana; procurada e assombrada por suas profecias.
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Fachnan Marlboro Boswell
Mercenário
Mercenário
Fachnan Marlboro Boswell


Bicho-papão : Perder as mãos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Lobisomem, Pinho, 32 cm, Flexível

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSex 31 Dez 2021, 19:58

#1
Yeah, I like to gamble
Acostumado a apostar, Enzo descobriu, por meio das lamurias de um dos perdedores nitidamente embriagado, um boato curioso: ao que tudo indicava, um bruxo estava leiloando uma adaga que, segundo diziam, lesionava lobisomens a ponto de faze-los voltar a forma humana. Interessado no assunto, o cigano manteve o copo do homem sempre cheio, até extrair o máximo de informações, aproveitando o fato deste já estar mais para lá do que para cá. Quando se deu por satisfeito, agradeceu, sempre educado, e resolveu que o próximo artefato a ser adquirido – furtado, na verdade –, seria esse, mas para tanto, precisaria descobrir a identidade do tal dono. Consultando sua rede de informações construída ao longo dos anos, descobriu que se tratava de um bruxo relativamente recluso, que restringia seus leiloes e jogatinas a conhecidos e indicados.

Ainda, soube que tal artefato era desejado por um membro dos Mercenários e querendo ele fazer parte de tal organização, por que não unir o útil ao agradável? Ao longo de três semanas, construiu mais uma teia de comunicação, aproximando-se de um dos conhecidos do bruxo misterioso a ponto de ser indicado para o leilão. – Obrigado, amigão! – Agradeceu a Elias, um bruxo conhecido, seu parceiro nas mesas de apostas no mundo magico. Restava, ainda, saber como se movimentaria pela casa e afanar o artefato antes que o mesmo fosse a leilão. Buscou incansavelmente uma planta do local onde o evento aconteceria, mas inutilmente; restava ficar a mercê da sorte e, claro, sua incrível capacidade de versatilidade. Preparado para qualquer eventualidade, no dia combinado, vestiu um terno preto e como todo convidado, cobriu a parte dos olhos com uma máscara preta. A identificação se resumia a um convite encantado, com a marca do dono e que, 30min antes do acontecimento, revelaria o endereço. Impaciente, Enzo andou de um lado para o outro ate que as palavras apareceram, revelando o local. Sem mais delongas, aparatou para lá, e se deparou com uma quantidade razoável de bruxos.

Mostrou o convite ao segurança na porta e assim que entrou, buscou as saídas mais rápidas e contabilizou os seguranças no entorno. Se juntou aos demais bruxos, tomou em mãos uma taça de champagne e desfrutou da bebida como qualquer outro. Era necessário se mesclar e adaptar, como um camaleão. Olhando tudo que o cercava, percebeu que uma porta estava sendo mais vigiada que as demais, inclusive por homens portando armas de fogo. Enzo sorriu, estava na hora da ação. Próximo aos guardas da referida porta, deixou que uma espécie de bomba a qual emitia uma fumaça densa, semelhante ao feitiço Fumus, caísse. Aproveitando a distração, encaminhou-se o mais rápido possível ate a porta. “Alohomora”, conjurou, apontando a varinha. A porta se abriu e mais que depressa adentrou o recinto, se deparando com diversas relíquias. – Ok, quem sabe uma outra hora. – Resmungou, contrariado, já que estava lá atrás da adaga. Uma vez próximo ao objeto alvo, apontou a varinha e conjurou "Finite Incantatem" diversas vezes em sua forma não verbal, até que todas as barreiras fossem dissipadas. Abriu a redoma, retirou a adaga original e repôs a falsa; não queria causar alardes até que estivesse longe o suficiente. Àquela hora, a distração causada provavelmente já se dissipara e seu tempo estava contado. Aparatou para longe, na parte externa de um bar já conhecido. Retirou a mascara e assim que entrou, buscou o dono do estabelecimento. – Diga a eles que eu tenho o que eles procuram. E pode me servir uma dose de whisky de fogo. – Complementou, satisfeito pela façanha. No bolso, trazia consigo mais um feito e dessa vez, esperava ter chamado atenção da organização.

badger
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Noah P. Scott
Fantasmas
Fantasmas
Noah P. Scott


Bicho-papão : multidões

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeSex 04 Fev 2022, 22:21

Era uma manhã extremamente agradável. Noah tinha saído com o pai. Ele era um homem de pavio curto que se estressava facilmente. O dia estava bem quente. Se seu pai pudesse escolher comprar um carro para andar pela cidade, ele compraria. Era um saco ficar andando pela cidade passando calor. Noab por outro lado, encarava tudo como se não fizesse faltam vivia momento a momento, como se aquele fosse seu último. Morrendo de sede, seu pai parou no Bar Cumberland para comprar um refresco.




Noah P. Scoot

 
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Freya Fallen Wichbest
Sociedade Estudantil - Chefe
Sociedade Estudantil - Chefe
Freya Fallen Wichbest


Patrono : Cavalo Mustang Stallion
Bicho-papão : Ficar presa

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: Formado
Varinha: Presa de Vampiro, Olmo, 28cm, Inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitimeDom 20 Mar 2022, 01:51

The Smiling Woman
Infelizmente, os motivos para a morte daquele homem eram pessoais. É claro, porque não seriam? Sendo que ele tinha morrido nas mãos de uma pessoa tão profissional? A mente de Freya, automaticamente, imaginou que deveria ser um negócio a ver com máfias. De uma forma ou de outra, apesar de sua curiosidade, Freya não queria ter nenhum tipo de envolvimento com essas coisas. Foi apenas tudo uma coincidência, duas pessoas que matam se encontrando, tendo o mesmo alvo sem querer. - Bom... Assistir ao seu trabalho foi satisfatório, mas você entende quando eu digo que não quero ter nada a ver com ele, não é mesmo? - Freya comentou e, aparentemente, aquela mulher também não queria terceiros envolvidos em seus assuntos. - Foi um prazer conhecê-la. - Freya apertou a mão da mulher num sinal de despedida e, então, caminhou na direção oposta à dela. Dessa forma, Freya saiu dos arredores do bar.


Freya Fallen Wichbest
Chefe da magizoologia na SE | Serial killer
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 4 I_icon_minitime

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