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 Bar de Cumberland

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
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Diretor Alvoros Grunnion

Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeQui 12 Jan - 22:52:42

Relembrando a primeira mensagem :

Bar de Cumberland

Edimburgo, Escócia


Bar de Cumberland - Página 3 KIAdl5P

Frequentado mais por escoceses do que turistas, apesar de ser convidativo à estrangeiros, o Bar de Cumberland é um bom lugar para aquelas pessoas que querem beber um pouco após trabalhar durante o dia inteiro, onde seus clientes poderão escolher entre uma enorme variedade de cervejas e também acompanharem os principais eventos esportivos que acontecem no mundo e trazem atenção dos escoceses.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Antwon McBride Salvatore
Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Antwon McBride Salvatore


Perfil Bruxo
Escola/Casa:
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Nundu, Olmo, 32 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 23 Ago - 1:00:10

THE SECOND STEP
Eu não sabia ao certo o que tinha me feito ficar tão próximo de Maya, era óbvio para mim que eu tinha um interesse nela por ela ser uma bela mulher, porém não foi apenas isso que fez com que eu mantivesse o contato, afinal cartas não faziam jus ao que eu me lembrava da mulher em questão e muito menos equivaliam a estar com ela. A intimidade entre nós foi quase que instantânea, algo que eu não experimentava faziam-se anos e isso me deixou mais e mais instigado para ver onde a história chegaria, uma vez que eu não pensava em ter nada sério com uma pessoa desde o incidente com Oliver. O único ponto negativo nisso tudo era que trabalhar longe da sociedade não nos permitia marcar encontros com facilidade, afinal eu era professor e passei um bom tempo sem poder falar muito e afins, afinal Durmstrang era bem mais isolada do que as demais escolas. Eu assumo que até tentei puxar um pouco a ideia de termos um encontro e afins, só que ela sempre fugia do tema, quando a resposta positiva veio, eu quase cai para trás, o que se tornou algo bem pior porque eu nem sabia mais o que vestir ou não para o tal encontro.

Por fim, optei por uma camisa social jeans, a qual dobrei até os cotovelos, uma calça jeans preta e sapatos pretos e usei meu cordão com minha identificação e tipo sanguíneo, algo que eu tinha mais como uma lembrança dos tempos de auror que como algo de guerra. Cheguei no bar cerca de cinco minutos antes do combinado, não queria chegar atrasado, outro ponto bastante importante quando você está em um encontro com alguém. Como ela demorou a chegar, eu pude repassar na mente tudo que havíamos falado nos últimos meses, ela estava super empolgada com o novo plano para sua vida, algo que eu admirava e até achava fofo. Busquei pensar nisso tudo para me distrair do nervosismo que eu estava sentindo com a ideia dela me dar um bolo, vez ou outra eu olhava em volta para checar se não havia perdido algo, claro que também acabei pedindo uma dose de uísque para acalmar os ânimos, pois não queria estragar tudo. Fui surpreendido quando ela se aproximou, o perfume de Maya era diferente da maioria, era quase como se tivesse algo nela que tornava a fragrância especial e inesquecível para mim e foi isso que me fez saber que era ela antes mesmo de eu virar para encarar a figura ao meu lado.

Ganhei um beijo no rosto da ruiva e retribui o mesmo, me aproveitando um pouco, pois deixei a mão repousar nas costas dela enquanto o fazia, não porque fosse folgado, era mais um instinto que algo pensado ou planejado. — Que nada! Acabei de chegar. — Comentei em um tom mais leve e deixei de lado o meu uísque, de modo sutil para ela não perceber meus feitos, que estava mais ou menos na metade da segunda dose a essa altura do campeonato. — Mas você está bem? Aconteceu algo? — Perguntei um tanto preocupado, deixando o lado auror falar um pouco mais alto do que era natural, mas Londres estava uma loucura com todo o cerco que andavam fazendo aos bruxos e Maya era uma figura relativamente conhecida no mundo mágico por conta dos anos como jogadora de quadribol, o que podia por ela em risco. Acabei dando uma risada quando ela me contou que tinha largado o táxi quando estava a oito quadras do bar e ergui as sobrancelhas quando ela jogou a pergunta para mim. — Eu estou bem! Melhor agora que estou podendo sair um pouco. — Falei de modo sincero, emendando uma desculpa para não soar tão sacana. — Ainda não... O que você acha de um bom hidromel? Ou seria mais um dia para um vinho por conta do clima? — Perguntei de modo mais leve, só para saber em que clube ela estava, pois não sabia muito dos gostos dela para bebidas.


JEFFREY ANTWON MCBRIDE SALVATORE

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Maya Hool Ludwing
Professor de Hogwarts
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Maya Hool Ludwing


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Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Loureiro, 25cm, Inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeSab 29 Ago - 23:31:26

Yes I'm a good girl, it's true but I want to be real bad with you

like a forest fire
Seria mentir, na cara dura por sinal, se Maya negasse que seu coração bateu mais forte com o simples toque um pouco mais intimo que recebeu, mas obvio nada que ultrapasse os limites já explorados por eles. A ruivinha ficou um pouco mais tranquila ao saber que Antwon também havia acabado de chegar, não gostava de se atrasar e muito menos deixar alguém esperando, principalmente quando se tratava de um encontro tão 'esperado'. — Estou ótima! Só o transito da cidade grande que é um caós e para piorar o cenário tem essa chuva também, né? Mas o que importa é que cheguei e podemos esquecer dessas coisinhas chatas, aproveitar um tempinho juntos. — Explicou brevemente o motivo de seu atraso, mas ela mesma se assustou com sua fala, aquela era a primeira vez que Maya se permitia falar tanto e a noite só estava começando. Havia alguns fatores que podiam justificar e provavelmente era uma soma de muitos deles, mas é fato que além da atração que rolava entre eles, a ruivinha também se sentia muitíssimo a vontade na companhia dele.

Naturalmente um sorrisinho simpático se abriu entre seus lábios ao ouvir que a outra parte também estava se sentindo bem. Era impossível ter certeza de seus sentimentos, mas aos poucos eles iam criando laços e naturalmente a figura do loiro se tornava importante o suficiente para que Maya se preocupasse com ele. — Acho que as coisas devem melhorar daqui pra frente, sabe? Não sou muito boa em ser otimista, mas posso tentar se você quiser. — Comentou em um tom um pouco mais despojado, divertido e até deixando escapar uma risadinha baixa. Não queria parecer uma grande chata, mas também não podia esconder por muito tempo alguns traços seus e por isso era mais prudente ser totalmente sincera. Seja pela pequena corridinha, também facilmente confundida com marcha olímpica, ou os efeitos de Antwon, o fato é que a boca de Maya estava seca e pedindo por uma bebida. Sabia que iria acabar ficando mais soltinha e até mesmo bêbada, dependendo de como aquela noite seguiria, mas esse não era o intuito de dois jovens adultos em um bar sexta à noite?

— Acho que vinho pede coisas que não vamos encontrar aqui. — Comentou um pouco preocupada e dando uma olhadinha rápida a sua volta, o happy hour estava a todo vapor. O bar era legal, bem diferente de alguns famosos no mundo bruxo pela sua forma medonha, mas dificilmente teria algo que combinasse bem com um bom vinho e Maya era perfectionista o suficiente para saber como isso poderia lhe incomodar por um bom tempo. — Hidromel combina mais com dois amigos que se conheceram provando roupas. — Decidiu voltando a tomar um tom mais descontraído e confortável para ambos. Concordando com sua escolha, o homem logo chamou a atenção do barman para então fazer o pedido deles, bem cavaleiro e encantador, hábitos comuns do professor. Maya mordeu seus lábios para não rir de seus pensamentos e balançou levemente sua cabeça em sinal de negação. Lembrava-se dos efeitos que o bonitão lhe causava, mas na pratica era tudo mais intenso, o suficiente para a imagem do abdômen alheio surgir sempre que desviava um pouco do seu olhar mais pra baixo.

— Animado para voltar as aulas? — Questionou tentando mudar o foco de seus pensamentos e voltar a uma conversa mais tranquila entre eles, que agora só precisava esperar a bebida chegar, o que provavelmente não demoraria pela eficiência dos funcionários do bar em hora de grande movimento. Os olhos azuis lhe fisgavam, atraiam e prendiam, Maya tinha a total noção que poderia ficar facilmente a mercê dos perigosos encantos de Antwon. — Eu sinto falta de ser atleta, sabe? A rotina pesada e o excesso de adrenalina, mas a parte de ser figura publica sempre foi muito complicada pra mim. — Contou um pouco sobre sua carreira e obviamente sem chamar atenção para o fato de ser uma ex jogadora de quadribol. Aquele era um assunto pouco abordado pela ruivinha, que ainda tinha que lidar com todos os tipos de fãs e propostas para voltar a vestir a camisa de forma profissional em outras ligas. — Teve uma vez fui assediada por um jornalista e ele ainda criou uma matéria super distorcida, tendenciosa e ridícula. Foi uma época muito complicada. — Completou lembrando de uma passagem totalmente traumática para ela.


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Ártemis Donati Rewards
Funcionário do Profeta Diário
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Bicho-papão : Editora do Profeta Diário | Coluna de Esportes

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 30 Ago - 21:40:54

O lugar parecia aconchegante. O ar era quente e me permitia sentir um relaxamento que transcorria por todo meu corpo. Não sabia dizer, mas gostava daquele pub. Havia vindo com alguns amigos na época da escola – talvez por isso eu me sentisse tão bem ali. Era um lugar amistoso em que frequentávamos para trocar ideias e jogar conversa fora. Graças a Merlim, não se encontrava tão cheio assim, mas o som era alto, de forma a ser possível ouvir risadas barulhentas vindas do fundo. Droga. O que era pra ser um momento de sossego, agora se tornava um momento de incômodo. Revirei os olhos e decidi rumar a uma mesa vaga - Uma cerveja amanteigada – sorri a uma das atendentes.

Meus dedos batucavam contra a mesa de madeira, de maneira distraída. Vez ou outra deixava com que meus pensamentos fossem de encontro à minha irmã. Era clara a minha tamanha saudade em relação à mulher. Logo, suspirei. Por instantes, pude então presenciar uma singela cena de namorados, e quase suspeitei que se tratasse de crianças do quarto ano ou coisa parecida. Senti um sorriso brincar em meus lábios ao constatar a pequena rosa que o garoto levava em suas costas. Em passos lentos, ele se dirigia à mesa onde uma garota se acomodava rapidamente. Era visível a sombra de seu nervosismo, o que me fez rir da situação.

Ainda admirando a graciosa cena, me assustei quando meu pedido chegou. Agradeci à funcionária e tomei a bebida devagar, querendo aproveitar o tempo que me restava ali. Enfim, quando constatei a última gota em minha caneca, suspirei e deixei alguns galeões sobre a mesa. Me levantei e me dirigi de volta às portas do pub, saindo dali.


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Chefe da família Rewards, jornalista e redatora do Profeta diário - bitch wont stole my pride
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Clark Mitchell Holmes
Sociedade Bruxa - Adulto
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Bicho-papão : Entrar em coma de novo.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeSex 11 Set - 15:58:02

Visitar a Escócia não estava nos meus planos, porém apreciava estar no lugar. A verdade é que sair do eixo londrino em que vivia me trazia um suspiro de alívio. Ficar desacordado tanto tempo foi um golpe, desorientado e sem ninguém com quem contar eu tinha que me virar, não era problema, mas a solitude de renascer do coma era consideravlemente triste. Passei a mão nos cabelos, cheios, precisava cortá-los. Caminhava aleatoriamente por Edimburgo, novas pessoas, andando com rumos definidos, ou sem rumo, como eu fazia. Encontrar aquele bar foi uma grata surpresa, era o Bar de Cumberland, interessante. Adentrei sem cerimônias e me sentei, pedi uma bebida e alguns aperitivos, todos a minha volta tinham companhia, era um tanto deprimente. Sem mais demoras, paguei e sai do local.
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Antwon McBride Salvatore
Professor de Hogwarts
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Antwon McBride Salvatore


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Escola/Casa:
Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeQua 16 Set - 3:37:26

THE SECOND STEP
Eu havia desistido da questão de relacionamentos com tudo que passei com meu irmão e Riley, porém havia algo em Maya que me fisgou e eu não tinha vergonha de admitir isso, ao menos para mim mesmo, já que nunca abri a boca a respeito dessa atração insana com ela e nem com outras pessoas. Acabei dando um largo sorriso com o que ela disse, era bem comum ter dessas no Reino Unido, algo que eu realmente não senti saudades durante meu tempo fora da cidade, era uma experiência totalmente diferente. — Eu assumo que odeio essa parte das tradições locais, não senti falta quando trabalhei fora daqui. — Comentei de um modo divertido e sorri de um modo gentil para a ruiva. — Mas a companhia vale todo e qualquer esforço de ter que lidar com o lado caótico do Reino Unido. — Falei do modo mais descolado que era capaz, afinal de contas não era do meu feitio ficar passando cantadas assim, eu era mais apto a agir do que ficar com essa conversa boba, pisquei para Maya e me recompus um pouco, retomando meu ar mais relaxado e menos metido a Don Juan. Era engraçado ver ela sorrindo, as feições de Maya pareciam esculpidas por um artista renascentista, provavelmente eu a colocaria como uma obra do próprio Michelangelo, mas quando ela sorria isso era de ferrar qualquer pessoa que sentisse o mínimo de atração por mulheres, acabei me deixando levar por ela e pelo que ela disse e acabei rindo também, o que ela não sabia era que ela estava lidando com um real pessimista.

— Ah, não precisa! Eu sou naturalmente pessimista, vamos dizer que meu trabalho anterior ao de professor me forçava a sempre esperar o pior... Aqui é mais livre que na outra escola que eu lecionava, sabe? — Expliquei com um sorrisinho no rosto, eu me orgulhava dos meus feitos profissionais, em especial o que envolvia Durmstrang, saber que eu era apto para ela e para Hogwarts me deixava bastante tentado a ser soberbo, não nego. — Nem esse encontro conseguiu escapar do meu pessimismo, para ser honesto. A chuva me fez quase acreditar que você ia ficar ilhada antes de conseguir chegar. — Assumi em um tom de voz baixo e dei de ombros, não era minha culpa se eu havia sido doutrinado a sempre esperar o pior, ser um auror de campo que tem que garantir a integridade dos outros nunca é fácil. Ela pareceu analisar a minha idade e acabei dando uma risada com o que ela disse, eu me peguei pensando que coisas eram essas que estariam em falta, mas a ideia de guardar o mistério para ser solucionado depois foi bastante atrativa, em especial quando você quer mesmo uma boa bebida e a garantia de que poderia testar os seus limites alcóolicos. — Perfeito, começamos leve e você escolhe a próxima bebida, não sou um ás nessas coisas. — Comentei em um tom levemente debochado, apesar de saber o que eu provavelmente aparentava de experiências, eu não era muito acostumado a sair provando várias bebidas, era quase sempre a mesma coisa que eu ingeria, tudo com garantia de que eu ficaria soltinho mais rápido, acabei rindo com a provocação dela e franzi as sobrancelhas de leve para a mesma. — Então, você está querendo dizer que é engraçada, leve e meio aleatória a bebida? — Brinquei, pois se havia uma certeza em mim, essa era de que a forma como nos conhecemos foi a mais engraçada pela qual passei, sem sombra de dúvidas.

Acenei e logo vi o barman se aproximar, perguntando o que iríamos querer, eu me mantive confortavelmente próximo de Maya, apoiando a mão que estava em suas costas no encosto da cadeira dela enquanto encarava o barman. — Nós vamos querer duas doses triplas de hidromel, por favor. — Pedi de um modo gentil e o homem logo se afastou para pegar as bebidas, foi quando Maya me fez voltar os meus olhos para ela, perguntando sobre a volta as aulas, acabei parando para pensar um pouco, antes de responder, e dei um pequeno sorriso. — Em partes, sim. Eu gosto de testar os mais jovens e ver até onde eles podem ir, porém vão ter coisas extracurriculares que não vão ser tão agradáveis. Mas e você? Como andam as coisas agora que os jogos estão pausados? — Perguntei com certa curiosidade no olhar, não era bem uma novidade que eu lutava para desvendá-la melhor, algo me dizia que Maya ia além daquele belo par de olhos que facilmente me distraíam. Ouvi pacientemente o que ela me falava e acenei com a cabeça, eu podia imaginar como era difícil ser tão exposto, apesar de ter sentido isso na pele de uma forma totalmente diferente, eu nunca fui uma celebridade, mas sabia o quão chato era ter que lidar com a mídia. — Sério?! Que babaca!!! — Comentei meio chocado sobre a história do jornalista, eu passei uma mão livre pelo queixo. — Eu nunca fui de estar nos holofotes, mas era sempre irritante ter que falar com jornalistas, então admiro sua coragem e paciência para lidar com algo assim. — Assumi em um tom um tanto quanto abismado, pois não sabia se teria a mesmas atitudes dela, em especial por saber que quando haviam injustiças sobre mim acontecendo, eu era o primeiro a me incomodar e falar algo.


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Rihanna Yoo-Brodie
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeSab 31 Out - 22:08:25

Confesso que depois de tudo que estava acontecendo, acabei ficando com a cabeça muito cheia e depois de uma brecha, tive a oportunidade de viajar para a Escócia com alguns amigos meus... Fazia anos que não fazia coisas como essas e como são meus amigos, sempre um deles falam para mim arranjar um 'novo namorado' mas por enquanto preciso consertar algumas coisas antes de embarcar em um novo relacionamento...

Não sei se eu me peço transferência para uma outra cidade ou se eu apenas perdoo o meu ex-marido e sigo minha vida, mas ainda tem algo que ainda me incomoda... É o fato da minha gravidez ter dado errado, ainda não sei o porque aquele aborto aconteceu e confesso que me sinto chateada ao ver uma mãe com uma criança que tem a idade que o meu filho teria se ele estivesse vivo, mesmo que eu não esteja no momento de ter filhos agora, esse fato ainda me incomoda muito pois eu e Dylan havia-mos feito exames na época e não tinha nada de errado com nenhum de nós... Ainda me pergunto se foi minha mãe biológica que me amaldiçoou ou se aconteceu algum erro na formação do bebê (coisa que nunca saberei).

Enfim, estar aqui na Escócia me ajudou muito a descansar a cabeça e por conta disso, eu e meus amigos nos reunimos no bar de cumberland para beber algo e apenas ficamos bebendo um monte de cerveja e cantando alto enquanto todo mundo assistia uma partida de futebol... Isso me lembra muito da época que havia acabado de entrar na academia de pólica e realmente estava precisando de um momento como esse para relembrar apenas das coisas boas do passado e me divertir com isso.



Rihanna Fernsby Yoo-Brodie
Yeh Huan Hua; Squib; Born in 1988; Detective; Divorced; Family Yoo; Family Brodie
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Alex Schmidth Gremory

Alex Schmidth Gremory


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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeTer 17 Nov - 0:43:33



LÁBIOS SECOS

Alex sempre foi um garoto possuidor de uma grande aptidão por viagens para conhecer culturas novas e por consequência acabou visitando vários locais do mundo. Egito, França, Alemanha, Portugal...no dia de hoje se encontrava na Escócia. Parte disso se desenvolveu pelo estímulo de seus pais que eram pessoas que compartilhavam da mesma paixão. E por mais que ele tivesse esse lado, ah um bom tempo ele não viajava com um sentimento de paz instalado em seu peito. Somente quando encontrou sua prima Sylvia em Pompéia e obteve notícias sobre sua irmãzinha mais nova, Clara, o rapaz alcançou parte desse estado de espírito.

Depois de andar por algumas ruas, o Schmitdh adentrou no Bar de Cumberland com seus lábios secos, necessitando de um líquido. Parou de frente para o balcão e no instante que foi atendido solicitou a cerveja mais vendida do local.  - Obrigado!  - Agradeceu o rapaz ao atendente. Alex saboreava o revigorante líquido que descia pela sua garganta e o refrescava. Quando a pequena garrafa se mostrou vazia, o homem se desencostou do balcão e se dirigiu até o caixa. Pagou e deixou o local.

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Pandora Mancini Mekhet

Pandora Mancini Mekhet


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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeSex 27 Nov - 9:37:38

Rastros
A questão do olhar
A intensidade me fez esperar por um momento um tanto ilustre. Eu estive esperando por um dia como este chegar. Atingido como um raio, meu corpo e suas fibras estavam em um processo de adrenalina e isso era o que eu mais gostava de circunstâncias como a que essa que eu me encontrava. Meu coração batia como um tambor. Sentia que estava à beira de algo maravilhoso, frente a frente com as mudanças; e essa mudança seria extraordinária para minha alegria.

Seguir os passos pelas sombras e estudar o seu rival com cautela é essencial. Por este motivo me encontrava no Bar de Cumberland, um lugar escocês adequado para quem gosta de beber cervejas típicas. E se tem uma coisa que quem eu observava adorava era realizar esse feito. Enquanto levava uma das cervejas mais vendidas ao encontro dos meus lábios, observava no canto dos meus olhos Alex Schmidth Gremory deixar o recinto. Um olhar de desafio era lançado em sua direção. - Você não perde por esperar, Schmidth. - No instante que ele não se encontrava mais em meu campo de visão, dei um ultimo gole sentindo o líquido rasgar minha garganta. Assim que a última gota foi tomada, me direcionei ao caixa, paguei e deixei o local.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitime

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