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 Bar de Cumberland

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
Diretor Alvoros Grunnion

Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeQui 12 Jan 2017 - 22:52

Relembrando a primeira mensagem :

Bar de Cumberland

Edimburgo, Escócia


Bar de Cumberland - Página 3 KIAdl5P

Frequentado mais por escoceses do que turistas, apesar de ser convidativo à estrangeiros, o Bar de Cumberland é um bom lugar para aquelas pessoas que querem beber um pouco após trabalhar durante o dia inteiro, onde seus clientes poderão escolher entre uma enorme variedade de cervejas e também acompanharem os principais eventos esportivos que acontecem no mundo e trazem atenção dos escoceses.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Antwon McBride Salvatore
Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Antwon McBride Salvatore


Perfil Bruxo
Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Nundu, Olmo, 32 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 23 Ago 2020 - 1:00

THE SECOND STEP
Eu não sabia ao certo o que tinha me feito ficar tão próximo de Maya, era óbvio para mim que eu tinha um interesse nela por ela ser uma bela mulher, porém não foi apenas isso que fez com que eu mantivesse o contato, afinal cartas não faziam jus ao que eu me lembrava da mulher em questão e muito menos equivaliam a estar com ela. A intimidade entre nós foi quase que instantânea, algo que eu não experimentava faziam-se anos e isso me deixou mais e mais instigado para ver onde a história chegaria, uma vez que eu não pensava em ter nada sério com uma pessoa desde o incidente com Oliver. O único ponto negativo nisso tudo era que trabalhar longe da sociedade não nos permitia marcar encontros com facilidade, afinal eu era professor e passei um bom tempo sem poder falar muito e afins, afinal Durmstrang era bem mais isolada do que as demais escolas. Eu assumo que até tentei puxar um pouco a ideia de termos um encontro e afins, só que ela sempre fugia do tema, quando a resposta positiva veio, eu quase cai para trás, o que se tornou algo bem pior porque eu nem sabia mais o que vestir ou não para o tal encontro.

Por fim, optei por uma camisa social jeans, a qual dobrei até os cotovelos, uma calça jeans preta e sapatos pretos e usei meu cordão com minha identificação e tipo sanguíneo, algo que eu tinha mais como uma lembrança dos tempos de auror que como algo de guerra. Cheguei no bar cerca de cinco minutos antes do combinado, não queria chegar atrasado, outro ponto bastante importante quando você está em um encontro com alguém. Como ela demorou a chegar, eu pude repassar na mente tudo que havíamos falado nos últimos meses, ela estava super empolgada com o novo plano para sua vida, algo que eu admirava e até achava fofo. Busquei pensar nisso tudo para me distrair do nervosismo que eu estava sentindo com a ideia dela me dar um bolo, vez ou outra eu olhava em volta para checar se não havia perdido algo, claro que também acabei pedindo uma dose de uísque para acalmar os ânimos, pois não queria estragar tudo. Fui surpreendido quando ela se aproximou, o perfume de Maya era diferente da maioria, era quase como se tivesse algo nela que tornava a fragrância especial e inesquecível para mim e foi isso que me fez saber que era ela antes mesmo de eu virar para encarar a figura ao meu lado.

Ganhei um beijo no rosto da ruiva e retribui o mesmo, me aproveitando um pouco, pois deixei a mão repousar nas costas dela enquanto o fazia, não porque fosse folgado, era mais um instinto que algo pensado ou planejado. — Que nada! Acabei de chegar. — Comentei em um tom mais leve e deixei de lado o meu uísque, de modo sutil para ela não perceber meus feitos, que estava mais ou menos na metade da segunda dose a essa altura do campeonato. — Mas você está bem? Aconteceu algo? — Perguntei um tanto preocupado, deixando o lado auror falar um pouco mais alto do que era natural, mas Londres estava uma loucura com todo o cerco que andavam fazendo aos bruxos e Maya era uma figura relativamente conhecida no mundo mágico por conta dos anos como jogadora de quadribol, o que podia por ela em risco. Acabei dando uma risada quando ela me contou que tinha largado o táxi quando estava a oito quadras do bar e ergui as sobrancelhas quando ela jogou a pergunta para mim. — Eu estou bem! Melhor agora que estou podendo sair um pouco. — Falei de modo sincero, emendando uma desculpa para não soar tão sacana. — Ainda não... O que você acha de um bom hidromel? Ou seria mais um dia para um vinho por conta do clima? — Perguntei de modo mais leve, só para saber em que clube ela estava, pois não sabia muito dos gostos dela para bebidas.


JEFFREY ANTWON MCBRIDE SALVATORE

CAUSE THIS IS TORTUROUS... THE ELECTRICITY BETWEEN BOTH OF US AND THIS IS DANGEROUS.
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Maya Hool Ludwing
Professor de Hogwarts
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Maya Hool Ludwing


Perfil Bruxo
Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Loureiro, 25cm, Inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeSab 29 Ago 2020 - 23:31

Yes I'm a good girl, it's true but I want to be real bad with you

like a forest fire
Seria mentir, na cara dura por sinal, se Maya negasse que seu coração bateu mais forte com o simples toque um pouco mais intimo que recebeu, mas obvio nada que ultrapasse os limites já explorados por eles. A ruivinha ficou um pouco mais tranquila ao saber que Antwon também havia acabado de chegar, não gostava de se atrasar e muito menos deixar alguém esperando, principalmente quando se tratava de um encontro tão 'esperado'. — Estou ótima! Só o transito da cidade grande que é um caós e para piorar o cenário tem essa chuva também, né? Mas o que importa é que cheguei e podemos esquecer dessas coisinhas chatas, aproveitar um tempinho juntos. — Explicou brevemente o motivo de seu atraso, mas ela mesma se assustou com sua fala, aquela era a primeira vez que Maya se permitia falar tanto e a noite só estava começando. Havia alguns fatores que podiam justificar e provavelmente era uma soma de muitos deles, mas é fato que além da atração que rolava entre eles, a ruivinha também se sentia muitíssimo a vontade na companhia dele.

Naturalmente um sorrisinho simpático se abriu entre seus lábios ao ouvir que a outra parte também estava se sentindo bem. Era impossível ter certeza de seus sentimentos, mas aos poucos eles iam criando laços e naturalmente a figura do loiro se tornava importante o suficiente para que Maya se preocupasse com ele. — Acho que as coisas devem melhorar daqui pra frente, sabe? Não sou muito boa em ser otimista, mas posso tentar se você quiser. — Comentou em um tom um pouco mais despojado, divertido e até deixando escapar uma risadinha baixa. Não queria parecer uma grande chata, mas também não podia esconder por muito tempo alguns traços seus e por isso era mais prudente ser totalmente sincera. Seja pela pequena corridinha, também facilmente confundida com marcha olímpica, ou os efeitos de Antwon, o fato é que a boca de Maya estava seca e pedindo por uma bebida. Sabia que iria acabar ficando mais soltinha e até mesmo bêbada, dependendo de como aquela noite seguiria, mas esse não era o intuito de dois jovens adultos em um bar sexta à noite?

— Acho que vinho pede coisas que não vamos encontrar aqui. — Comentou um pouco preocupada e dando uma olhadinha rápida a sua volta, o happy hour estava a todo vapor. O bar era legal, bem diferente de alguns famosos no mundo bruxo pela sua forma medonha, mas dificilmente teria algo que combinasse bem com um bom vinho e Maya era perfectionista o suficiente para saber como isso poderia lhe incomodar por um bom tempo. — Hidromel combina mais com dois amigos que se conheceram provando roupas. — Decidiu voltando a tomar um tom mais descontraído e confortável para ambos. Concordando com sua escolha, o homem logo chamou a atenção do barman para então fazer o pedido deles, bem cavaleiro e encantador, hábitos comuns do professor. Maya mordeu seus lábios para não rir de seus pensamentos e balançou levemente sua cabeça em sinal de negação. Lembrava-se dos efeitos que o bonitão lhe causava, mas na pratica era tudo mais intenso, o suficiente para a imagem do abdômen alheio surgir sempre que desviava um pouco do seu olhar mais pra baixo.

— Animado para voltar as aulas? — Questionou tentando mudar o foco de seus pensamentos e voltar a uma conversa mais tranquila entre eles, que agora só precisava esperar a bebida chegar, o que provavelmente não demoraria pela eficiência dos funcionários do bar em hora de grande movimento. Os olhos azuis lhe fisgavam, atraiam e prendiam, Maya tinha a total noção que poderia ficar facilmente a mercê dos perigosos encantos de Antwon. — Eu sinto falta de ser atleta, sabe? A rotina pesada e o excesso de adrenalina, mas a parte de ser figura publica sempre foi muito complicada pra mim. — Contou um pouco sobre sua carreira e obviamente sem chamar atenção para o fato de ser uma ex jogadora de quadribol. Aquele era um assunto pouco abordado pela ruivinha, que ainda tinha que lidar com todos os tipos de fãs e propostas para voltar a vestir a camisa de forma profissional em outras ligas. — Teve uma vez fui assediada por um jornalista e ele ainda criou uma matéria super distorcida, tendenciosa e ridícula. Foi uma época muito complicada. — Completou lembrando de uma passagem totalmente traumática para ela.


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Ártemis Donati Rewards
Funcionário do Profeta Diário
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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 30 Ago 2020 - 21:40

O lugar parecia aconchegante. O ar era quente e me permitia sentir um relaxamento que transcorria por todo meu corpo. Não sabia dizer, mas gostava daquele pub. Havia vindo com alguns amigos na época da escola – talvez por isso eu me sentisse tão bem ali. Era um lugar amistoso em que frequentávamos para trocar ideias e jogar conversa fora. Graças a Merlim, não se encontrava tão cheio assim, mas o som era alto, de forma a ser possível ouvir risadas barulhentas vindas do fundo. Droga. O que era pra ser um momento de sossego, agora se tornava um momento de incômodo. Revirei os olhos e decidi rumar a uma mesa vaga - Uma cerveja amanteigada – sorri a uma das atendentes.

Meus dedos batucavam contra a mesa de madeira, de maneira distraída. Vez ou outra deixava com que meus pensamentos fossem de encontro à minha irmã. Era clara a minha tamanha saudade em relação à mulher. Logo, suspirei. Por instantes, pude então presenciar uma singela cena de namorados, e quase suspeitei que se tratasse de crianças do quarto ano ou coisa parecida. Senti um sorriso brincar em meus lábios ao constatar a pequena rosa que o garoto levava em suas costas. Em passos lentos, ele se dirigia à mesa onde uma garota se acomodava rapidamente. Era visível a sombra de seu nervosismo, o que me fez rir da situação.

Ainda admirando a graciosa cena, me assustei quando meu pedido chegou. Agradeci à funcionária e tomei a bebida devagar, querendo aproveitar o tempo que me restava ali. Enfim, quando constatei a última gota em minha caneca, suspirei e deixei alguns galeões sobre a mesa. Me levantei e me dirigi de volta às portas do pub, saindo dali.


ártemis von rewards,
Chefe da família Rewards, jornalista e redatora do Profeta diário - bitch wont stole my pride
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Alice Pearl Holmes
Sociedade Bruxa - Adulto
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Alice Pearl Holmes


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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeSex 11 Set 2020 - 15:58

Visitar a Escócia não estava nos meus planos, porém apreciava estar no lugar. A verdade é que sair do eixo londrino em que vivia me trazia um suspiro de alívio. Ficar desacordado tanto tempo foi um golpe, desorientado e sem ninguém com quem contar eu tinha que me virar, não era problema, mas a solitude de renascer do coma era consideravlemente triste. Passei a mão nos cabelos, cheios, precisava cortá-los. Caminhava aleatoriamente por Edimburgo, novas pessoas, andando com rumos definidos, ou sem rumo, como eu fazia. Encontrar aquele bar foi uma grata surpresa, era o Bar de Cumberland, interessante. Adentrei sem cerimônias e me sentei, pedi uma bebida e alguns aperitivos, todos a minha volta tinham companhia, era um tanto deprimente. Sem mais demoras, paguei e sai do local.
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Antwon McBride Salvatore
Professor de Hogwarts
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Antwon McBride Salvatore


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Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Nundu, Olmo, 32 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeQua 16 Set 2020 - 3:37

THE SECOND STEP
Eu havia desistido da questão de relacionamentos com tudo que passei com meu irmão e Riley, porém havia algo em Maya que me fisgou e eu não tinha vergonha de admitir isso, ao menos para mim mesmo, já que nunca abri a boca a respeito dessa atração insana com ela e nem com outras pessoas. Acabei dando um largo sorriso com o que ela disse, era bem comum ter dessas no Reino Unido, algo que eu realmente não senti saudades durante meu tempo fora da cidade, era uma experiência totalmente diferente. — Eu assumo que odeio essa parte das tradições locais, não senti falta quando trabalhei fora daqui. — Comentei de um modo divertido e sorri de um modo gentil para a ruiva. — Mas a companhia vale todo e qualquer esforço de ter que lidar com o lado caótico do Reino Unido. — Falei do modo mais descolado que era capaz, afinal de contas não era do meu feitio ficar passando cantadas assim, eu era mais apto a agir do que ficar com essa conversa boba, pisquei para Maya e me recompus um pouco, retomando meu ar mais relaxado e menos metido a Don Juan. Era engraçado ver ela sorrindo, as feições de Maya pareciam esculpidas por um artista renascentista, provavelmente eu a colocaria como uma obra do próprio Michelangelo, mas quando ela sorria isso era de ferrar qualquer pessoa que sentisse o mínimo de atração por mulheres, acabei me deixando levar por ela e pelo que ela disse e acabei rindo também, o que ela não sabia era que ela estava lidando com um real pessimista.

— Ah, não precisa! Eu sou naturalmente pessimista, vamos dizer que meu trabalho anterior ao de professor me forçava a sempre esperar o pior... Aqui é mais livre que na outra escola que eu lecionava, sabe? — Expliquei com um sorrisinho no rosto, eu me orgulhava dos meus feitos profissionais, em especial o que envolvia Durmstrang, saber que eu era apto para ela e para Hogwarts me deixava bastante tentado a ser soberbo, não nego. — Nem esse encontro conseguiu escapar do meu pessimismo, para ser honesto. A chuva me fez quase acreditar que você ia ficar ilhada antes de conseguir chegar. — Assumi em um tom de voz baixo e dei de ombros, não era minha culpa se eu havia sido doutrinado a sempre esperar o pior, ser um auror de campo que tem que garantir a integridade dos outros nunca é fácil. Ela pareceu analisar a minha idade e acabei dando uma risada com o que ela disse, eu me peguei pensando que coisas eram essas que estariam em falta, mas a ideia de guardar o mistério para ser solucionado depois foi bastante atrativa, em especial quando você quer mesmo uma boa bebida e a garantia de que poderia testar os seus limites alcóolicos. — Perfeito, começamos leve e você escolhe a próxima bebida, não sou um ás nessas coisas. — Comentei em um tom levemente debochado, apesar de saber o que eu provavelmente aparentava de experiências, eu não era muito acostumado a sair provando várias bebidas, era quase sempre a mesma coisa que eu ingeria, tudo com garantia de que eu ficaria soltinho mais rápido, acabei rindo com a provocação dela e franzi as sobrancelhas de leve para a mesma. — Então, você está querendo dizer que é engraçada, leve e meio aleatória a bebida? — Brinquei, pois se havia uma certeza em mim, essa era de que a forma como nos conhecemos foi a mais engraçada pela qual passei, sem sombra de dúvidas.

Acenei e logo vi o barman se aproximar, perguntando o que iríamos querer, eu me mantive confortavelmente próximo de Maya, apoiando a mão que estava em suas costas no encosto da cadeira dela enquanto encarava o barman. — Nós vamos querer duas doses triplas de hidromel, por favor. — Pedi de um modo gentil e o homem logo se afastou para pegar as bebidas, foi quando Maya me fez voltar os meus olhos para ela, perguntando sobre a volta as aulas, acabei parando para pensar um pouco, antes de responder, e dei um pequeno sorriso. — Em partes, sim. Eu gosto de testar os mais jovens e ver até onde eles podem ir, porém vão ter coisas extracurriculares que não vão ser tão agradáveis. Mas e você? Como andam as coisas agora que os jogos estão pausados? — Perguntei com certa curiosidade no olhar, não era bem uma novidade que eu lutava para desvendá-la melhor, algo me dizia que Maya ia além daquele belo par de olhos que facilmente me distraíam. Ouvi pacientemente o que ela me falava e acenei com a cabeça, eu podia imaginar como era difícil ser tão exposto, apesar de ter sentido isso na pele de uma forma totalmente diferente, eu nunca fui uma celebridade, mas sabia o quão chato era ter que lidar com a mídia. — Sério?! Que babaca!!! — Comentei meio chocado sobre a história do jornalista, eu passei uma mão livre pelo queixo. — Eu nunca fui de estar nos holofotes, mas era sempre irritante ter que falar com jornalistas, então admiro sua coragem e paciência para lidar com algo assim. — Assumi em um tom um tanto quanto abismado, pois não sabia se teria a mesmas atitudes dela, em especial por saber que quando haviam injustiças sobre mim acontecendo, eu era o primeiro a me incomodar e falar algo.


JEFFREY ANTWON MCBRIDE SALVATORE

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Corina Kwon Lynden

Corina Kwon Lynden


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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeSab 31 Out 2020 - 22:08

Confesso que depois de tudo que estava acontecendo, acabei ficando com a cabeça muito cheia e depois de uma brecha, tive a oportunidade de viajar para a Escócia com alguns amigos meus... Fazia anos que não fazia coisas como essas e como são meus amigos, sempre um deles falam para mim arranjar um 'novo namorado' mas por enquanto preciso consertar algumas coisas antes de embarcar em um novo relacionamento...

Não sei se eu me peço transferência para uma outra cidade ou se eu apenas perdoo o meu ex-marido e sigo minha vida, mas ainda tem algo que ainda me incomoda... É o fato da minha gravidez ter dado errado, ainda não sei o porque aquele aborto aconteceu e confesso que me sinto chateada ao ver uma mãe com uma criança que tem a idade que o meu filho teria se ele estivesse vivo, mesmo que eu não esteja no momento de ter filhos agora, esse fato ainda me incomoda muito pois eu e Dylan havia-mos feito exames na época e não tinha nada de errado com nenhum de nós... Ainda me pergunto se foi minha mãe biológica que me amaldiçoou ou se aconteceu algum erro na formação do bebê (coisa que nunca saberei).

Enfim, estar aqui na Escócia me ajudou muito a descansar a cabeça e por conta disso, eu e meus amigos nos reunimos no bar de cumberland para beber algo e apenas ficamos bebendo um monte de cerveja e cantando alto enquanto todo mundo assistia uma partida de futebol... Isso me lembra muito da época que havia acabado de entrar na academia de pólica e realmente estava precisando de um momento como esse para relembrar apenas das coisas boas do passado e me divertir com isso.




Corina
Lynden
Man, I feel like Cleopatra
Joan Of Arc, Queen of Hearts, yeah
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Alex Schmidth Gremory
Conselho de Mag Mell
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Bicho-papão : Perder Clara

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Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeTer 17 Nov 2020 - 0:43



LÁBIOS SECOS

Alex sempre foi um garoto possuidor de uma grande aptidão por viagens para conhecer culturas novas e por consequência acabou visitando vários locais do mundo. Egito, França, Alemanha, Portugal...no dia de hoje se encontrava na Escócia. Parte disso se desenvolveu pelo estímulo de seus pais que eram pessoas que compartilhavam da mesma paixão. E por mais que ele tivesse esse lado, ah um bom tempo ele não viajava com um sentimento de paz instalado em seu peito. Somente quando encontrou sua prima Sylvia em Pompéia e obteve notícias sobre sua irmãzinha mais nova, Clara, o rapaz alcançou parte desse estado de espírito.

Depois de andar por algumas ruas, o Schmitdh adentrou no Bar de Cumberland com seus lábios secos, necessitando de um líquido. Parou de frente para o balcão e no instante que foi atendido solicitou a cerveja mais vendida do local.  - Obrigado!  - Agradeceu o rapaz ao atendente. Alex saboreava o revigorante líquido que descia pela sua garganta e o refrescava. Quando a pequena garrafa se mostrou vazia, o homem se desencostou do balcão e se dirigiu até o caixa. Pagou e deixou o local.

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Pandora Mancini Mekhet

Pandora Mancini Mekhet


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Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeSex 27 Nov 2020 - 9:37

Rastros
A questão do olhar
A intensidade me fez esperar por um momento um tanto ilustre. Eu estive esperando por um dia como este chegar. Atingido como um raio, meu corpo e suas fibras estavam em um processo de adrenalina e isso era o que eu mais gostava de circunstâncias como a que essa que eu me encontrava. Meu coração batia como um tambor. Sentia que estava à beira de algo maravilhoso, frente a frente com as mudanças; e essa mudança seria extraordinária para minha alegria.

Seguir os passos pelas sombras e estudar o seu rival com cautela é essencial. Por este motivo me encontrava no Bar de Cumberland, um lugar escocês adequado para quem gosta de beber cervejas típicas. E se tem uma coisa que quem eu observava adorava era realizar esse feito. Enquanto levava uma das cervejas mais vendidas ao encontro dos meus lábios, observava no canto dos meus olhos Alex Schmidth Gremory deixar o recinto. Um olhar de desafio era lançado em sua direção. - Você não perde por esperar, Schmidth. - No instante que ele não se encontrava mais em meu campo de visão, dei um ultimo gole sentindo o líquido rasgar minha garganta. Assim que a última gota foi tomada, me direcionei ao caixa, paguei e deixei o local.

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Hemera A. Blackthorn
Sociedade Bruxa - Adulto
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Hemera A. Blackthorn

Bicho-papão : A morte da filha

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Escola/Casa: Beauxbatons (França)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Cerda de Acromântula, Salgueiro, 27 cm, Rígida

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 13 Dez 2020 - 20:55



Here we go again

[Escócia, início de junho, 30 anos]

As coisas estavam encaminhadas. O local em que eu ficaria com Evangelinne já estava preparado. Já tinha verificado as possíveis rotas de fuga várias vezes, agora só me faltava aguardar o desenrolar da situação. Essa era a parte mais difícil de todas. Esperar era muito ruim, mas era necessário.

Parecia que todas as circunstâncias me empurravam em uma direção que eu hesitava em seguir. Mas afinal, que mal faria uma ou duas cervejas? Entrei no bar de Cumberland e me sentei em uma das banquetas, cumprimentando o barman com um aceno de cabeça – uma cerveja, por favor – pedi, apoiando a cabeça em uma das mãos e olhando ao redor.

Talvez não se parecesse com um ambiente muito apropriado para uma moça, no entanto eu sabia me cuidar e não ficaria ali por muito tempo. Assim que a garrafa foi posta na minha frente comecei a beber. O amargo da cerveja me fazia lembrar com tristeza os últimos meses de minha vida. Taxada de louca, incapaz. Se recuperar minha única filha das mãos de pessoas mentirosas e fugir com ela era loucura, bom então talvez eu seja mesmo louca.

É claro que não era exatamente um sequestro, somente queria Flora do meu lado outra vez. E já que os pais adotivos dela me impediam, a única solução seria esta. Terminei o restante da cerveja e me levantei, depositando o dinheiro trouxa no balcão. Em seguida saí do local.
thanks juuub's @ cp! 
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Esther Wright Schmidth

Esther Wright Schmidth


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Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 13 Dez 2020 - 22:12

A ruiva do meu coração
É sempre bom estar na sua companhia!
O Bar de Cumberland é um dos lugares que amo visitar quando viajo pela Escócia. É realmente um lugar muito agradável, não é atoa que Alex indicou que viesse aqui. Eu só não esperava que minha velha amiga, Alécia, também me recomendasse para que realizássemos uma confraternização. Ela realmente é uma pessoa que eu admiro e gosto muito e como não nos vemos a um bom tempo por conta das viagens que estou realizando referentes a meus complementos de estudos a Astronomia, decidi trazer uma lembrancinha para a ruiva. ”Espero que ela goste desse Kit Proteção Especial de Quadribol!” Declarei em meus pensamentos. Essa realmente era uma paixão da garota, eu não poderia ter comprado algo que não possuísse relação com isto.

Já estava sentada em um dos banquinhos dispostos quando minha amiga chegou ao bar. Um doce e leve sorriso se formou em minha feição e com o meu jeitinho “calmo animado” levantei e acenei para que ela me visse. - Alécia, quanto tempo! - Declarei e logo a envolvi em um abraço demorado. - Sente-se e me conta tudo!  - Minha voz estava tranquila e meu olhar cheio de amores. - Ai que ótimo, amiga! A minha vida está uma verdadeira loucura. A mais ou menos uma semana atrás estava no observatório Everest concluindo uma pesquisa que estou fazendo. E você? Novidades? - O clima realmente estava super agradável, era incrível como éramos tão parecidas, mas ao mesmo tempo tão diferentes e nós entendíamos como ninguém. Sempre foi assim. Eu queria branco e ela preto, eu dizia para e ela vai! Era engraçado como nossa dupla lidava com as coisas.

A conversa estava boa, mas vi que a hora de ir embora se aproximava e assim que senti o gosto da cerveja descer pela minha garganta anunciei que havia comprado um presente para a ruivinha. Sua cara foi sensacional e abri um reconfortante sorriso. - Eu sei que você ama quadribol, então resolvi te presentear com isso! - Foi muito emocionante para mim ver a reação que a mulher que parecia estar alegre. - Não precisa agradecer, linda! - Exclamei. Mas o que aconteceu depois disso realmente me deixou em choque. Eu não imaginava que ela também tinha uma coisa para me dar. Seus olhos estavam brilhando e assim que abri a caixinha e vi uma pulseira com berloques dos principais pontos turísticos do mundo senti uma lágrima de emoção escorrer pelo meu rosto.- Que coisa mais linda, Alécia!  - Viajar pelo mundo era uma de minhas paixões, não poderia ser outro presente. Estava extremamente feliz e minha expressão entregava isso. Após as trocas dos presentes colocamos um pouco mais a conversa em dia e depois que pagamos, a abracei novamente. - Vamos ver de marcar mais vezes! - Na sequência de sua resposta, me despedi e deixei o local

OFF - Interagindo com: Alécia E. Bithel Clifford



Esther Wright Schmidth

Se o sol se apagar e escurecer dentro de ti, não tem problema recorrer as estrelas!
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Zöe Campbell Hunter
Sociedade Estudantil - Estudante
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Zöe Campbell Hunter


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Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo da Cauda de Testrálio, Ébano, 29 cm, Inflexível

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeTer 15 Dez 2020 - 16:31

Adentrou o recinto e logo caminhou em direção da mesa que já estava acostumada. Não demorou muito para que fizesse seu pedido e o garçom prontamente entregasse uma garrafa de cerveja, um cinzeiro e algumas linguiças picadas, assim como fatias de queijo. Era o happy hour perfeito, mas ainda sentia uma certa estranheza por estar ali a convite daquela pessoa. Acendeu seu cigarro e pegou uma fatia de queijo, saboreando-a com prazer enquanto observava a mulher de cabelos cor de fogo se aproximando e sentando-se na sua frente. - Pensei que você não viria - deu uma risadinha com o comentário dela, logo em seguida tragando seu cigarro - Não é comum você não estar quinze minutos adiantada, só isso - deu de ombros, acomodando-se na cadeira - E aí? O que vai querer? Comecei com uma cerveja, mas posso facilmente trocar - sugeriu, mas a ruiva também optou pela cerveja, mas pediu uma bandeja a mais de queijo (Zöe sabia o quão obcecada por queijo Chicago era) - O queijo que eles servem é bom, não tanto quanto aquele de Boston, mas é quase isso - riu, recordando-se da vez que encontrara com a ruiva pela primeira vez - Eu não fazia ideia que você tinha vindo para a Grã-Bretanha. Estou aqui faz uns dois meses já - apagou o cigarro no cinzeiro e deu um gole na cerveja antes de petiscar um pedaço de linguiça. Dallas era extremamente espontânea, mas algo parecia lhe incomodar um pouco - Por que eu acho que tem algo que está te deixando nervosa? - indagou, não demorando muito para obter uma resposta - Jogadora? - arqueou uma sobrancelha. Até onde lembrava, nunca tinha ouvido Chicago comentar qualquer coisa sobre gostar de quadribol - Pensei que iria tentar seguir os passos da sua antiga mentora... Mas quadribol parece divertido, combina com você - sorriu, terminando de beber a cerveja. A conversa fluiu normalmente, até que Chicago mencionou que precisava ir - Mas já? Faz nem uma hora que começamos - fez um beicinho, mas Chicago disse que tinha uma coisa urgente para resolver e que tinha surgido naquele mesmo dia - Ok, você tem meu endereço. Consegui uma TV a cabo trouxa, podemos ver alguns filmes e terminar de botar o assunto em dia. E tem uma torta de morango que Dahlia me deu ontem - findou, recebendo um "com certeza" como resposta. Acompanhou Chicago até a saída e, assim como a amiga, deixou o local.


ZÖE
CAMPBELL
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Chicago Sinclair Dallas
Liga Profissional - 2ª Divisão
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Bicho-papão : Espantalhos

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Escola/Casa: Sonserina
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeTer 15 Dez 2020 - 23:01

friends means family

Chicago estava feliz de finalmente poder reencontrar Zöe, mesmo sabendo que seria um encontro rápido por conta de sua promessa de passar na casa de Isabel para pegar um livro que a mulher havia reservado. Ao adentrar o bar, logo avistou o rosto um pouco carrancudo, mas ainda assim jovial, de Morrissey, que já estava com uma bandeja, uma cerveja e um cigarro. - Eu estou literalmente dois minutos adiantada - franziu a testa e revirou os olhos, aproveitando para também acender um cigarro. - Cerveja está ótimo. Vou pedir um pouco mais de queijo - observou enquanto chamava o garçom e fazia seu pedido, que não demorou muito para chegar - Ah, nada se compara ao queijo daquele bar de Boston - riu, aproveitando para pegar uma fatia de queijo e saborear um bom gole de cerveja - Eu não pretendia vir, mas... Mas eu resolvi tomar um rumo na vida, coisas desse tipo - comentou, desviando o olhar e dando uma risada com a observação de Z. - Você não deixa escapar uma, não é? - tragou o cigarro antes de responder - Eu vim para tentar ser jogadora de quadribol - respondeu com um largo sorriso - É, eu também achei que iria seguir os passos de Isabel, mas as coisas mudaram - deu de ombros. Conversaram por cerca de meia hora quando Chicago olhou em seu relógio e percebeu que estava atrasada para o encontro com a Dodson - Ah, merda! Eu tenho que ir. Tenho um compromisso que surgiu hoje de tarde daqui a pouco - falou, virando a garrafa de cerveja e bebendo o conteúdo o mais rápido possível. Ouviu atentamente ao convite de Zöe, não deixando de abrir um sorriso - Com toda a certeza do mundo. Eu levo umas cervejas. Vamos ver filmes de terror - piscou, levantando-se da cadeira e saindo dali acompanhada pela amiga.


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Candice MacFusty Ziegler
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Candice MacFusty Ziegler


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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeQua 23 Dez 2020 - 17:19

O silêncio de Candice enquanto observava algumas pessoas se aglomerarem em frente ao grande telão não tinha uma razão muito específica, afinal logo o Hogmanay daria início. Querer o ambiente sem homens e mulheres em comemoração se fazia impossível na época de fim de ano, ainda mais em um bar como o de Cumberland que sempre televisionava grandes eventos que rodeavam toda a Escócia. Enquanto acompanhava a procissão das tochas - que marcava o início das festividades -, ela escolheu uma das cervejas artesanais que o barman indicou como sendo uma das melhores. Candice conhecia muito bem o país para concordar com aquela sugestão, então aceitou-a de bom grado mesmo estando levemente chateada por esperar um cardápio mais atualizado. Como já era praticamente véspera de ano novo, estava sendo comum receber felicitações e desejos para um ano melhor, que sempre eram retribuídos pela mulher da melhor forma. Sua permanência no bar durou o tempo necessário para que toda a procissão que ocorria entre o Parliament Square e a Calton Hill terminasse, o que demorou cerca de uma hora. Assim que o primeiro dia do evento teve fim, ela pagou o que devia e saiu do local.
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Bart van der Maas

Bart van der Maas


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Escola/Casa:
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeSex 25 Dez 2020 - 20:25

Aparato próximo ao Bar de Cumberland, numa área protegida contra trouxas bisbilhoteiros. Visto roupas pesadas para me proteger do clima. Não chove, mas venta, e o vento é cortante. Por conta disso, não me demoro muito do lado de fora e rapidamente entro para dentro do estabelecimento. Felizmente — não para o proprietário, é claro —, seu interior encontra-se quase vazio. A maioria dos presentes estão em pares ou grupos. Eu estou sozinho. Prefiro assim. Trabalho diretamente com o público, e por isso há momentos que sinto vontade de aproveitar o meu tempo sozinho. Junto do atendente, peço uma bebida não tão forte, pois não queria sair dali arrastado por desconhecidos — não que eu costume chegar a esse ponto. [...] Depois de algumas horas, decido deixar o local, não sem antes deixar uma quantia de dinheiro no balcão.
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Alécia E. Chase Rosenberg
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Alécia E. Chase Rosenberg

Bicho-papão : Perde suas mãos

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Varinha: Pelo de Unicórnio, Cipreste, 27 cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeSab 26 Dez 2020 - 2:06

Reecontro com a Ruiva


Essa semana fora corrida, acabei participando de muitos treinos, compareci a eventos e realizei o teste de minha vida. Meus pais são os maiores incentivadores da minha vida, mas, claramente que para ralar e alcançar meu grande objetivo, preciso também de uma distração...por isso aproveitei a grande coincidência de estar na Escócia para marcar um encontro com minha amiga Esther. Somos amigas desde a época da escola, acabamos tendo vidas atarefadas agora, pois, eu almejo a profissão de quadribol e ela de pesquisadora astróloga, sempre fomos diferentes em gostos e jeitos, no entanto essas diferenças e até mesmo o tempo não abalou nossa amizade. Claramente marquei nosso reencontro em um bar, um em especifico bem conhecido o bar de cumberland, como o dia em questão é conhecido como dia dos amigos e faz um bom tempo que não a vejo, decidi levar um presente. Então coloquei um vestido preto até pouco acima do joelho, um par de brincos dourados, salto prateado e uma make básica...digamos que eu estava arrumada para a ocasião, considerando que normalmente estou com roupa de treino. Após me arrumar, passei em uma loja de presentes e logo de cara me deparei com uma pulseira com berloques de pontos turísticos _ Ela vai amar! Adora viajar pelo mundo _ recordei, comprando o presente com um sorriso, olhei o horário e percebi que estava um pouco atrasada, então acelerei o passo até o local combinado com a mais velha. Adentrei o bar com um sorriso enorme no rosto, não demorei para encontrar minha ruiva favorita _ Esther! Quanto tempo mulher_ comentei, seguindo até um dos banquinhos próximos dela. 

 
Abracei a mesma com aquele abraço demorado, aquela chama do carinho, da irmandade continuava acesso mesmo com o tempo, a mesma não demorou para me chamar para aquela famosa conversa _ Esta semana parece uma loucura! Antes de vim participei de um treino _ comentei com a mesma _ E você o que andou fazendo? _ questionei a mesma com um olhar singelo. Ela me contou sobre sua pesquisa em um observatório e suas viagens a estudos, Esther parecia realmente empolgada e feliz com seus avanços _ Logo você dará aula com todo esse talento _ pisquei para a mesma, pensando em como poderia relatar as novidades  _ Eu sai dos morcegos...meu pai ficou preocupado! Afinal foi o time dele né? _ relatei _ Porém meu sonho é jogar nas Harpias! Mamãe me apoia! Ela jogou em um time feminino de futebol _ confessei demonstrando meu orgulho _ Realizei um teste para elas, espero passar...tenho treinado e viajado bastante também _ pedi uma cerveja gelada, enquanto seguíamos conversando sobre a vida, lembranças, viagens, carreiras e tudo que pudéssemos nos recordar. Em meio a conversa deliciosa e super fluente, as cervejas foram apreciadas ao longo da tarde, no entanto o tempo passa rápido e de maneira imperceptível, logo eu deveria retornar para a casa, pois, meus pais prepararam um evento esportivo que eu preciso comparecer _ Não precisava! _ disse meio surpresa pela mesma anunciar a compra de um presente, não pude deixar meus olhos pararem de brilhar, o presente acabara sendo minha própria cara, um kit de quadribol _ Você realmente me conhece! A ruiva obrigada! _ agradeci entusiasmada, quase esqueci de dar o meu presente para a mesma _ Ther tenho um para você também _ anunciei, entregando uma caixinha com a pulseira para a mesma. Conversamos mais um pouco, trocamos mais abraços afetuosos, bebemos as últimas cervejas, então pagamos a conta _ Até mais! Marcaremos de novo em breve! _ pisquei para a mesma me despedindo dela, logo sai do recinto.  

Obs:Saimos do local. Interação com:Esther Wirght Schmidth 
Everyone knows  I'm in over my..  She's on your mind
chaotic


Apanhadora pintora dos céus
 Alécia Emilia Bithel Clifford
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Aysel Hool Schmidth
Avaliadores
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Aysel Hool Schmidth


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Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeSeg 4 Jan 2021 - 0:43


O tilintar do cubo de gelo ao fundo do copo de Whiskey de Aysel fazia um barulho tão incômodo que a própria mulher sentia vontade de simplesmente enfiar os dedos no mesmo para retirar os objetos gelados de la, mas talvez evitando acessos de raiva ou qualquer tipo de baboseira que algumas pessoas poderiam falar sobre seu próprio estresse, se contentou a dar goladas suaves na bebida que já não queimava sua garganta a Éons. — Não quero mais nenhuma dose, pode trazer a conta — Falou para um simpático garçom que apareceu lhe ofertando outra bebida, ela até aceitaria mas preferia não beber mais...Existia trabalho a se fazer e as pausas não poderiam ser muito prolongadas pela bebida, ou era nessa máxima que ela acreditava. Os ultimos goles da bebida eram quase libertadores, afinal, o gelo já não batia no copo de maneira irritante e como sempre o liquido era ingerido de maneira fácil, portanto largando algumas notas não contadas de dinheiro trouxa, Aysel deu as costas para o balcão e saiu dali.


Cogito ergo sum
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Nate Habsburg McBride
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Nate Habsburg McBride


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Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 17 Jan 2021 - 19:24

O lugar parecia aconchegante. O ar era quente e me permitia sentir um relaxamento que transcorria por todo meu corpo. Não sabia dizer, mas gostava daquele pub. Havia vindo com alguns amigos na época da escola – talvez por isso eu me sentisse tão bem ali. Era um lugar amistoso em que frequentávamos para trocar ideias e jogar conversa fora. Graças a Merlim, não se encontrava tão cheio assim, mas o som era alto, de forma a ser possível ouvir risadas barulhentas vindas do fundo. Droga. O que era pra ser um momento de sossego, agora se tornava um momento de incômodo. Revirei os olhos e decidi rumar a uma mesa vaga - Uma cerveja. Só isso – sorri a uma das atendentes.

Meus dedos batucavam contra a mesa de madeira, de maneira distraída. Vez ou outra deixava com que meus pensamentos fossem de encontro à minha irmã. Era clara a minha tamanha saudade em relação à garota. Logo, suspirei. Por instantes, pude então presenciar uma singela cena de namorados, e quase suspeitei que se tratasse de crianças do quarto ano ou coisa parecida. Senti um sorriso brincar em meus lábios ao constatar a pequena rosa que o garoto levava em suas costas. Em passos lentos, ele se dirigia à mesa onde uma garota se acomodava rapidamente. Era visível a sombra de seu nervosismo, o que me fez rir da situação.

Ainda admirando a graciosa cena, me assustei quando meu pedido chegou. Agradeci à funcionária e tomei a bebida devagar, querendo aproveitar o tempo que me restava ali. Enfim, quando constatei a última gota em minha caneca, suspirei e deixei alguns galeões sobre a mesa. Me levantei e me dirigi de volta às portas do pub, saindo dali.
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Ginn Evanne K. McCready
Diretor da Grifinória
Diretor da Grifinória
Ginn Evanne K. McCready

Patrono : Lontra-canadensis
Bicho-papão : Os filhos mortos e Mortalha-viva.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeQui 4 Fev 2021 - 23:55

Era incrível como alguns minutos de conversa com algumas pessoas, eram tão imersivos que você nem via o tempo passar, certo? As vezes pareciam horas de conversa e outras cinco minutos que quando você ia olhar para o relógio, quase parecia que meses tinham passado dentro dos cinco minutos. Olha bem eu conversando com Ágatha, nem tinha passado mais que quando muito dez minutos de conversa, que minha mente processou como bem menos, mas eu podia jurar que quando olhei pro relógio foi como se o tempo tivesse bugado. Deveria ser só loucura minha, sabe como é, ninguém fica preso por um feitiço de tempo meses, certo? Certo, né? Vish, eu esperava mesmo que o ministério antes de explodir não tivesse fazendo experiências com o tempo, nem nada assim. Se não, fodeu. - Quem dera viu, será que se fosse eu tinha direito de herdar a fábrica? - Respondia a brincadeira da outra mulher sobre meu sobrenome, pouco depois de piscar algumas vezes pra ter certeza que tinha só imaginado coisas. Eu ein. E assim, não demorava a dar uma olhada pelo bar, notando que estavam todos ainda alienados da exata forma como minha companhia descrevia. Era incrível como os trouxas se alienavam tão fácil numa tela, bastava ter algum jogo. - Será que se televisão fosse invenção bruxa eles ficariam assim? Já pensou que louco um dispositivo de controle mental televisivo? - Ih, alá, olha eu e minha boca grande falando sobre bruxaria como se tivesse no parque. Depois era sequestrada e não sabia porque, eu tinha que parar de achar que ia sair viva das traps da vida, não era como se eu pudesse sair de qualquer enrascada com a boca grande que eu tinha. - Quer dizer, que péssimo, bem péssimo. - Só que não, porque eu não assistia televisão mesmo, provavelmente só daria risada do desespero dos trouxas se começassem a levar a teoria a sério e ficassem sem televisão.

E assim, quase soltando um “ufa” bem verbal quando lhe ouvia falar sobre caça as bruxas e não querer morrer, porque o tico e teco demora, mas sempre funciona. Eu apenas acenava pra ela de boas, levantando minha própria bebida em um pseudo brinde. - Entendo viu, bebo por isso também. - E lá íamos nós beber com uma mulher que acabou de dizer que era bruxa, mas podia ser só um purgante tentando me levar no papo. Enfim, o que é a vida sem alguns riscos não é verdade. - Então, o que você faz de bom no tempo livre além de estudar esse “comportamento humano fascinante”? - Perguntava enquanto indicava os trouxas a nossa volta, parecendo até uma pessoa super culta usando aqueles termos, mas é nunca. Inclusive, eu podia jurar que o garçom ainda estava espumando no cantinho, era melhor eu ficar bem de olho no maluco pra ele não ouvir nada suspeito.


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Melody Climm

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 21 Fev 2021 - 0:02


O dia havia sido tranquilo, entretanto exaustivo. Não havia tido missões ou treinamentos, todavia, havia ido treinar em um estande de tiro, o som de tiros e conversas ao seu redor, acompanhado de risadas dos frequentadores, ajudavam a mulher a treinar sua atenção e foco.


Olhou para o relógio que estava em seu pulso, faltavam menos de 40 minutos para o encontro com o jornalista, não havia entendido muito bem o motivo da entrevista, muito menos como havia chegado nela, talvez em alguma operação que participou durante seu tempo na polícia. Mel havia servido por um tempo a CO19, e por diversas vezes eram enaltecidos na TV, mesmo em caso de mortes acidentais..afinal, antes um não terrorista morto que o receio de puxar o gatilho.


Melody havia se envolvido em um caso de grande repercussão internacional, havia matado um homem que acreditava ser um terrorista, mas na verdade ele não era,  o homem carregava um instrumento musical e uma mochila pesada com material, e não uma bomba. E por mais que não acreditasse, não, ela não se sentia culpada por aquilo. Ordens são ordens e devem ser cumpridas.


Adentrou em seu carro e dirigiu o mais rápido que a lei permitia, não queria chegar depois do homem, tinha por hábito analisar todos os quais se aproximavam, afinal o corpo falava muito mais que os lábios.


Sorriu ao notar que havia uma vaga em frente ao bar, manobrou o carro e estacionou. Fechou os vidros, pegou a pistola que estava no seu colo e prendeu no coldre de sua calça jeans, felizmente aquele dia estava com uma camiseta escura e folgada, que permitia esconder com maior facilidade o volume em sua cintura. Colocou o celular no bolso traseiro e desceu do carro em seguida, o trancou.


Adentrou no bar, sem deixar de encarar os que estavam bebendo, era como se soubesse os crimes que iriam cometer, ou que tinham predisposição para tal, anos de estudo de criminologia faziam com que reparasse tantos detalhes, principalmente depois da histeria coletiva, que teimava em afirmar a existência de bruxos.


Caminhou rumo a mesa do fundo, que permitia visão ampla do bar, de todos que adentravam e que circulavam pelo mesmo. Fez sinal para o garçom, para que lhe trouxesse um copo de água, não iria beber, estava dirigindo e não sabia quem era o homem do jornal que encontraria. Sentou-se enquanto a mão direita repousava sobre a coxa, próximo a sua arma.



OFF: Postagens fechadas entre Ezreal Brandt Lymere e Melody Climm, qualquer interferência de terceiros será ignorada.





Melody Climm

:: Atiradora Especial Infantaria do Exército Britânico ::


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Lars Klein Hoffmeister
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 21 Fev 2021 - 6:15

Meus pés seguiam até a entrada do Bar de Cumberland. Desta vez, havia decidido por um ambiente calmo, mas movimentado, até porque eu estava realmente cansado de me sentir tão isolado de todos. Recordava-me vagamente dos momentos com meus amigos no lugar em questão. Adentrei as portas, já retirando minhas luvas. Diferente de antes, agora me sentia como caminhando em Marte – a calefação talvez estivesse pouco exagerada. Dei de ombros e rumei ao bar, indo à uma mesa vaga rapidamente, quando logo me surpreendi com a rapidez de um garçom quanto ao entregar-me o cardápio. Por vezes, meus olhos divagavam pelas mesas ao redor, encontrando variados tipos de jovens e grupos de amigos. Pigarreei - Só um uísque – solicitei ao rapaz que anotava meu pedido e já se afastava. Momentos se passaram até que finalmente consegui degustar de minha bebida. Logo mais, saí dali.
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Ezreal Brandt Lymere
Funcionário do Pasquim
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Ezreal Brandt Lymere

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 21 Fev 2021 - 21:00

Nenhum mago é tão lindo quanto Ezreal!

A "Nova Inquisição" trouxa contra os bruxos deixavam muitos magos preocupados e com razão, visto que agora o fogo que botavam nas pessoas da nossa "raça" havia sido substituído por métodos de torturas modernos e armas de fogo, entretanto, no meio de tanta confusão, eu gostava de me arriscar. Havia um pouco de medo nas ações que eu fazia? Sim, mas os livros épicos não eram escritos para contar a história de pessoas que passavam a vida inteira dentro de um quarto, fugindo dos perigos do mundo e, como jornalista, sentia que precisava entender melhor aquelas pessoas não usuárias de magia para poder explicar melhor como se defender delas, tanto que já planejava escrever "O Manual de Sobrevivência no Mundo Trouxa de Ezreal Lymere". Só que antes de publicá-lo, precisava testar para ver se minhas afirmações e recomendações nele eram verdadeiras, por isso, naquele dia, marquei uma entrevista com algum militar do outro mundo. Sim, eu sei que aquilo era arriscado, mas me identifiquei como repórter de um jornal alemão popular, o BILD e parece que ele comprou minha história. Iríamos falar sobre esportes e como os militares faziam para acompanhar seus times de coração num período tão caótico, seria uma conversa interessante, sim e durante o percurso, esperava que não desconfiassem de que eu poderia soltar magias. 

Suspirei, para a noite, trajava roupas que qualquer trouxa comum vestiria. Uma camisa feita de algodão com alguma estampa engraçada, de algum personagem popular naquele mundo e jeans. Era um pouco estranho vestir aquelas calças, mas admitia que eram versáteis e serviam bem para qualquer situação, fora isso, carregava um celular no meu bolso - que estava aprendendo a usar com o tempo, mas já sabia fazer o básico, como enviar mensagens de textos ou acessar a internet - e esse último ponto era algo para muito assunto, pois isso que chamam de "rede mundial de computadores" possibilitava diversas possibilidades. Enfim, chegando ao local, suspirei e busquei minha convidada para a entrevista com os olhos, não sabia exatamente como ela era, mas esperava que me reconhecesse no meio daquela multidão. Curioso, olhei para o aparelho no meu bolso e procurei alguma mensagem que ela poderia ter me enviado, ainda sem successo. Dei de ombros, enquanto permanecia em pé ali, não demoraria muito para nos encontrarmos.
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Melody Climm

Melody Climm


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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 21 Fev 2021 - 21:37




Arqueou as sobrancelhas ao ver o homem esguio que adentrava no bar, parecia estar desconfortável com aquelas vestes. Provavelmente era um daqueles jornalistas que gostavam de ser "descolados". Era um pouco frustrando não ver um skate embaixo dos braços do homem, em vez disso pegou um celular, ela havia mandado sua localização e que estava a espera dele.


Respirou de forma profunda enquanto se levantava, as costas se mantinham retas e sua postura era impecável. 


-Senhor Lymere?


Encarou os olhos do homem de forma firme, não sabia o intuito daquela entrevista, talvez para saber o que se passava internamente no exército. As mãos estavam nas costas da mulher, a posição era de atenção, olhava todos ao redor.


-Acredito que esteja à minha espera.


Por mais que fosse poucos anos mais velho que ela, ou talvez tivessem a mesma idade, achava que não era respeitoso não chamá-lo daquela forma. Apontou para a mesa que estava sentada anteriormente. O conduziu de forma que ele andasse em sua frente, não gostava de ninguém andando atrás dela.


Entretanto na hora de sentar nas cadeiras, aumentou o passo para sentar de frente para os demais, e ter vista do local por completo.Apontou a cadeira vazia ao seu lado, para que Lymere se acomoda-se.


-Bom como o senhor já sabe, sou Melody Climm, e sobre o que será essa entrevista? Confesso que nunca ouvi falar do jornal que trabalha, é de alguma startup? Bom não importa. Deixe-me refrescar sua memória, sou Atiradora Especial do exército, alguns conhecem essa função como sniper. E se estiver querendo saber algo sobre os tais "bruxos", já lhe aviso de antemão que não acredito na existência deles.


Os olhos claros encararam os do homem, tentando ler o que ele de fato queria e quem era






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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeQui 25 Fev 2021 - 9:50

Nenhum mago é tão lindo quanto Ezreal!

Às vezes, você não precisava perder tanto tempo numa busca, pois poderia ser encontrado no meio do caminho quem esperava - infelizmente, essa analogia jamais havia funcionado com meus pais - e quando uma voz, calma e aparentemente rigorosa, chamou pelo meu sobrenome, fez com que minha atenção mudasse completamente de foco e agora, ao invés de procurar por um rosto no meio daquela multidão, focava apenas em uma pessoa: Melody Climm, a minha entrevistada do dia - ou seria noite? Após o choque inicial, sorri, tentando disfarçar um pouco o medo que sentia por estar entre os trouxas, pois mesmo sendo treinado em viver entre eles, tinha medo de cometer algum deslize e isso ser fatal para minha vida, principalmente porque não havia planejado nenhuma rota de fuga. Estiquei a minha mão esquerda, aquela que era hábil, para cumprimentá-la. — Sim, sou eu! Mas não precisa me chamar de senhor, ainda não cheguei nos 25 — brinquei, enquanto deixava um leve riso escapar dos meus lábios. Em momentos de tensão, sempre fazia alguma piadinha para aliviar o clima, entretanto, a mulher parecia fria como o granito e eu precisaria me esforçar um pouco mais. — Você deve ser Melody Climm, certo? — porém, antes mesmo da minha fala acabar, ela já parecia me conduzir até a mesa que sentaríamos.

Não sabia se todos os trouxas militares eram daquela forma ou se alguns eram mais leves quando conversavam com os outros, mas a maioria dos pertencentes àquele grupo agiam da minha forma, ao menos os que eu tentei interagir. Impediam que as emoções transparessessem com muita clareza em suas expressões faciais, então era dificil fazer uma leitura de quando eu precisaria sair correndo para não ser pego, mas apenas suspirei. Se mantivesse o plano, sairia dali bem. Então, quando nos sentamos e ela fez as apresentações, eu arqueei a sobrancelha com o questionamento feito por Melody. Até eu que não vivia entre os trouxas conhecia aquele jornal alemão, era um dos mais populares e confiáveis da Europa, mas aparentemente, nem todos sabiam disso. — É um papel quase centenário, começou a ser publicado nos anos 50 e está de pé até hoje. — comentei, enquanto tirava alguns exemplares da pasta que carregava comigo. Estava em alemão e a manchete era sobre algum título do Bayern de Munique no país. Em seguida, enquanto ouvia ela falar sobre si, arqueei a sobrancelha, um pouco em choque. — Como assim, você não acredita na existencia deles? Então essa guerra que as forças militares fazem é contra quem, exatamente? — questionei, interessado.
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Melody Climm

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeQui 25 Fev 2021 - 21:59

Citação :


Revirou os olhos ao ver as manchetes relacionadas a esportes, haviam algumas possibilidades para aqueles recortes, ou estava tentando a carreira no mundo dos esportes, ou quem sabe quisesse ter assunto com ela, ou talvez não soubesse o que estava fazendo. Pela forma desconcertada do homem diante dela, acreditava na última opção. Esperou que o homem se acomodasse, ele parecia tenso, talvez preocupado.


-Claro, então devo chama-lo apenas de Lymere? - Falou num tom de voz sereno, se queria entender o homem que buscava, a expressão surpresa quando ela disse não acreditar em bruxos, a deixou levemente intrigada, um pouco frustrada .


Apoiou ambas as mãos sobre a mesa, de forma relaxada,como se estivesse prestes a contar um segredo, o tom de voz era baixo, o rosto tinha expressões serenas.


-Nunca ouviu falar no caso Roswell?  Ora, ora, pensei que o jornalista como o sen..como você soubesse desses casos, mas tudo bem. Ainda acho que o caso que relacionam com “bruxos”, não passam de histeria coletiva. O que acha a respeito disso?


Encarou por mais alguns instantes as manchetes relacionadas a futebol, e complementou a fim de desarmar o homem


-Odeio esportes.




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Melody Climm

:: Atiradora Especial Infantaria do Exército Britânico ::


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Ezreal Brandt Lymere
Funcionário do Pasquim
Funcionário do Pasquim
Ezreal Brandt Lymere

Bicho-papão : Solidão e cobras

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Unicórnio, Aveleira, 28 cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 3 I_icon_minitimeDom 28 Fev 2021 - 16:30

Nenhum mago é tão lindo quanto Ezreal!

— Ezreal, Ez, Lymere, Ezreal Lymere, amigo, jornalista, alemão, estranho, curioso, perspicaz, estranho ou qualquer outra forma que você queira, Melody. Eu tenho muitos nomes e me acostumei ser chamado por todos, até mesmo quando alguém cria um novo. — respondi, sorridente, enquanto me acomodava na mesa e tentava relaxar um pouco. O meu experimento estava indo bem e já conseguia conversar um pouco com ela, sem chamar tanta atenção - bem melhor que minha primeira experiência, há alguns muitos anos, quando na segunda fala, já levantei suspeitas e fui chamado de Hippie, mesmo sem saber o real significado daquela palavra. Em seguida, ela citou algo do jornalismo trouxa e eu balancei a cabeça em sinal de concordância, obviamente, sabia sobre algumas coisas sobre como era o equivalente da minha profissão naquele mundo, principalmente os acontecimentos maiz bizarros - pois adorava como aquele povo gostava de moldar a realidade à bel prazer, para não aceitarem de uma vez por todas que coisas estranhas aconteciam bem embaixo do nariz deles.

Dei de ombros. — É o caso dos balões metereológicos que caíram na América do Norte, não é? Acho que estudei um pouco disso na faculdade, sobre como a mídia tinha grande credibilidade naquele tempo, mas sendo sincero, eu prefiro mil vezes o caso da Guerra dos Mundos. Os americanos são meio loucos, não são? — questionei, enquanto pedia alguma pedida para o garçom que veio até a nossa mesa perguntar se não queríamos algo. Estava com a garganta seca e algum refrigerante poderia ajudar bastante naquele momento, em seguida, voltei a minha atenção para a mulher que me fazia companhia naquele lugar. — Entretanto, se me permite saber, como as pessoas de sua força militar reagem ao saber que você não crê nesse mundo mágico? Por que... bom... as forças britânicas estão dedicando muito tempo nessa caçada, não é? — questionei, interessado, enquanto olhava para as manchetes que tinha do BILD em minhas mãos, dessa vez um pouco desanimado. Balancei a cabeça, enquanto fazia uma expressão de indiferença.

— Eu até gosto de acompanhar, mas faz certo tempo que não vou ao estádio. A fase não anda boa, então... bola para frente. — respondi, enquanto tentava fazer uma relação de todas equipes de futebol que conhecia na Inglaterra para dar uma resposta genérica à ela, caso questionasse um pouco mais sobre aquele assunto. Sabia que Liverpool e Manchester City viviam boas fases, já que os jornais sempre falavam bem deles, mas havia uma série de times naquela região que viviam tempos de vacas magras, então, era apenas citar qualquer um. Sorri, calmamente, enquanto observava o movimento naquele estabelecimento e anotava as respostas mais interessantes que recebia de Melody. 
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