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 Bar de Cumberland

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
Diretor Alvoros Grunnion

Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 2 I_icon_minitimeQui 12 Jan 2017, 22:52

Relembrando a primeira mensagem :

Bar de Cumberland

Edimburgo, Escócia


Bar de Cumberland - Página 2 KIAdl5P

Frequentado mais por escoceses do que turistas, apesar de ser convidativo à estrangeiros, o Bar de Cumberland é um bom lugar para aquelas pessoas que querem beber um pouco após trabalhar durante o dia inteiro, onde seus clientes poderão escolher entre uma enorme variedade de cervejas e também acompanharem os principais eventos esportivos que acontecem no mundo e trazem atenção dos escoceses.


RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Arthur O. Belmonte
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
Arthur O. Belmonte


Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pena de Agoureiro, Cerejeira, 31cm, Flexível.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 2 I_icon_minitimeTer 05 Nov 2019, 22:29





Certa vez, quando tinha quase dezessete anos, Arthur foi ao Bar de Cumberland na companhia de alguns amigos mais velhos (sempre havia gostado de andar com pessoas mais velhas, especialmente depois que passara a beber, mais ou menos aos quatorze anos, porque tornara-se vantajoso ter amigos que topavam pedir as bebidas para si, mesmo que as vezes isso significasse pagar a conta da turma). Não foi a primeira vez que entrou naquele bar, naquela época tinha o hábito de ir a Edimburgo com seu pessoal sempre que o ano letivo se encerrava no verão, para curtir a praia de “Porty” antes de ter de retornar à América do Sul, onde passava o resto das férias. Aquela vez aos dezesseis anos, no entanto, foi a última vez que pisou no Bar de Cumberland. Os garotos se reuniram para beber e estavam se divertindo, mas Jared arrumou confusão com um irlandês e antes que percebessem, a coisa toda acabou virando uma briga generalizada e até Arthur acabou trocando socos com alguns garotos sem nem mesmo saber ao certo o motivo. Foi o dono do bar quem pôs fim à pancadaria expulsando os meninos e banindo-os dali.

Anos depois, Arthur ainda se lembrava daquele dia, porque costumava gostar de quando a turma se envolvia em confusão, eles sempre haviam sido bons de briga, afinal, mas presumia que o pessoal que trabalhava ali já devia ter esquecido. De qualquer forma, não estava pensando nisso quando adentrou o bar naquela noite. Estava passando alguns dias na cidade porque havia decidido dar um tempo de toda a responsabilidade que vinha batendo à porta nos últimos meses e, naquela noite, acabou decidindo que ir ao bar e passar a noite na companhia de alguma mulher bonita seria um bom jeito de encerrar aquele fim de semana e se sentir novamente ele mesmo e não o cara em que a vida parecia querer transformá-lo. Cruzar a entrada do bar automaticamente trouxe lembranças de sua adolescência. Belmonte sentia falta daquela época, era bom saber que havia vivido. Dirigiu-se ao balcão e pediu uma Curim Gold, bebendo-a sem pressa enquanto observava a movimentação no local.

Diferente da maioria dos jovens dos tempos atuais, que haviam nascido em uma época em que mesmo bruxos vinham se rendendo à tecnologia trouxa (com melhorias, é claro), os adolescentes da época de Arthur tinham de se virar sem o auxilio de mensagens de texto quando queriam chegar em alguém. Alguns costumavam escrever bilhetes ou fazer aviõezinhos de papel e enfeitiça-los para que a mensagem fosse entregue à pessoa de seu interesse, entre outras técnicas. A favorita de Belmonte consistia em avistar a garota mais bonita do recinto e esbarrar nela propositalmente para assim oferecer uma bebida como um pedido de desculpas e iniciar uma conversa.

Arthur nunca soubera se aquela era realmente uma boa estratégia ou se seu belo rosto fora o responsável pelas investidas bem sucedidas ao longo dos anos, naquela noite utilizaria a mesma abordagem de sempre. Estava já na quarta ou quinta garrafa de cerveja quando decidiu dar uma passada do banheiro. Havia pelo menos três mulheres desacompanhadas no bar, todas atraentes à sua própria maneira, mas a voz de uma delas parecia tão irritante que o homem achou que suas curvas não seriam o bastante para aturá-la, já que não parava de falar com seus amigos, que aquela altura pareciam já impaciente. Uma segunda, de cabelos ruivos e rosto cheio de sardas parecia interessante, mas foi uma outra, cujo sotaque fez Arthur imediatamente perceber que não era natural da Irlanda, quem mais chamou sua atenção. Embora não tivesse chegado a ver seu rosto, não deixou de observar que suas curvas pareciam ter um total de zero defeitos e a voz era agradável de se ouvir.

Com sua garrafa ainda em mãos, o brasileiro aproximou-se e esbarrou na figura feminina, com força o bastante para fazer-se notar, mas não o suficiente para machuca-la. —Desculpe, te machuquei? – disse propositalmente em um falso tom inocente, virando-se para olhá-la. Arthur estava pronto para se oferecer para pagar uma cerveja alegando que seria um pedido de desculpas, mas ele próprio foi pego de surpresa quando viu o rosto da mulher. — Andy? - como se a vida realmente quisesse lembrá-lo de tudo o que vivera durante sua adolescência, naquele exato momento, encontrava-se diante de ninguém mais, ninguém menos que sua “primeira” namorada.

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Andy W. Holstein Sparrow
Comerciante
Comerciante
Andy W. Holstein Sparrow

Bicho-papão : Elfos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Cerda de Acromântula, Abeto, 28cm, Flexível.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 2 I_icon_minitimeQui 14 Nov 2019, 16:26

Can't believe!
Interação com Arthur O. Belmonte
Desempregada, sem dinheiro e com depressão, ficava difícil sair de casa. Andy andava tão estressada com tudo, com sua situação financeira, com seus pais a irritando e por ter quase quarenta anos e não ter saído de casa. Já tinha ido mais de duas vezes fazer entrevista no comércio, mas foi reprovada todas as vezes. Treinava muito com sua mãe para as entrevistas, e era ela quem dava força para continuar. Sempre que falava que iria desistir, ouvia sua mãe falando que ela iria conseguir da próxima vez, a sustentando. Se Andy não tivesse ela, talvez estaria em um lugar por aí, vivendo a custas de amigas e com depressão profunda. As pessoas a admiram por querer tanto um trabalho, mas não a ajudavam para conseguir seus objetivos. Não aguentava mais ver a cara de Vittorino nos lugares onde eles se encontravam para fazer as entrevistas. E também ele já estava ficando de saco cheio, provavelmente. Mas precisava seguir em frente. Precisava se livrar de todas as distrações, que a atrapalhavam para conseguir a vaga de costureira, e apenas focar naquilo. Não iria para festas ou coisas do tipo, e também não dormiria. Apenas ficaria estudando seu cargo a fundo, e na próxima vez que fizesse uma entrevista, iria tão bem que o avaliador daria uma festa porque Andy seria a melhor pessoa para aquilo. Pegou os papéis que tinha treinado as entrevistas e jogou-os fora. Pegou um novo pergaminho e escreveu o que iria precisar falar. Colocou todas as coisas que uma boa costureira precisa fazer, e também como devia se comportar no trabalho.

Umas quatro horas depois, umas amigas de Andy apareceram em sua casa e a convidaram para sair. Ela negou muito, e quase que suas amigas e ela tiveram uma briga feia. Mas elas convenceram de que para fazer uma coisa boa, era necessário descansar a mente, para que saísse uma coisa perfeita. Andy podia até ficar apenas pensando em uma coisa, mas deveria descansar a cabeça. Ela não iria responder se iria ou não então pediu para que sua mãe falasse por ela. Ela pensou um pouco, e disse que a filha deveria ir para descansar a mente e fazer algo melhor depois. Como Andy foi encurralada, a única opção dela foi ir para o Bar. Vestiu um look bem básico, e pegou um pouco de suas economias, mas as amigas não deixaram e disseram que iriam pagar por ela. Agradecida, elas aparataram perto do bar e entraram.

O ar do bar estava fresco e o ambiente estava claro. Era já noite quando elas entraram. Não tinha muita gente lá, e a maioria estava quieta e separada. Elas estavam conversando alto demais, e ficaram com medo do que os outros poderiam escutar. Estavam sentadas em uma das mesas mais afastadas, como os outros que estavam ali. Mary, Andy, Katie, Carolyn e Jenna estavam conversando sobre a vida, mas logo Mary começou a falar de homens. Essa era a única palavra que Andy não gostaria de ouvir, porque sua cabeça já estava cheia o bastante. A opinião dela foi que homens só serviam para ficar bebendo e sentado no sofá nos dias de semana, e não era isso que ela queria. Essa opinião se fundamentação com seu pai, apesar de já estar velho. Ela não disse nada, apesar de querer tanto. Logo Mary começou a falar - Ontem de noite, meu namorado, sabe, o Noah, ele me entregou rosas que mudavam de cor tão lindas… Junto, minha um cartão assinado por ele e explicava o quanto tinha amor por mim e porque me amava. A carta deu mais de duas folhas, imaginem só! E começou a olhar para o teto, pensativa e sorrindo. Carolyn também começou a falar sobre seu namorado ou cônjuge. Andy se virou para o lado e começou a pensar "O que estou fazendo aqui…" Bebia seu drink tranquilamente, enquanto sentia o gosto da vodka na sua boca. Mas devia ser bom acordar e ter um café na cama, buquês de flores lindas e cheirosas esperando por você e todas as outras coisas que maridos e namorados fazem. Perdida em pensamentos, ela quase não escutou quando Jenna a chamou. Ela se virou quando a amiga dela quase gritou. - Que foi? Falou quando todas estavam em silêncio, e soou meio áspero. Ela não respondeu nada, e virou e começou a falar com Katie. Elas deram algumas risadinhas, mas logo pararam e se olharam acima da cabeça de Andy. Logo, sentiu uma batida razoavelmente forte em seu ombro. Dava para ver que foi por querer, e ela olhou para ver quem era e esperar por um pedido de desculpas. Andy se levantou e olhou no rosto de um homem que a conheceu vários anos atrás. Arthur, seu primeiro namorado em Hogwarts, estava com a sua idade, 37 anos. Estava muito bonito, vestindo uma camisa polo com o primeiro botão aberto, como sempre fazia. Seu cabelo estava penteado para trás, deixando a testa à vista. Seu sotaque brasileiro fazia com que seu inglês ficasse mais "abrasileirado". Um cheiro de perfume masculino saia de seu pescoço que era quase impossível de não sentir. - Não mudou de perfume ainda, não é mesmo Arthur? Lembranças surgiram em sua mente quando ela falou aquele nome. O dia em que eles se separaram, o dia em que Arthur mudou de cidade. O dia em que ela descobriu em que ele se mudaria de cidade. O último dia em que se viram. Aí estavam eles, 21 anos depois. Ficaram um pouco desconfortáveis, até que Art falou - Ãã, você quer sentar em algum lugar e… conversar? Andy não estava abalada com o que aconteceu 21 anos atrás, mas algumas marcas ficam. Nunca irá esquecer do dia em que o viu sorrindo e indo embora. Não tinha sido culpa dele ter que se mudar de uma cidade para a outra. Andy olhou para as amigas e esperou que elas fizessem ou falassem algo, e algumas até a encorajaram para ir. Ela nunca tinha falado nada de Arthur, já que fazia tempos que eles não se viam. Suas amigas deviam achar que Andy era uma solteirona louca que só pensava em trabalho.

A mão de Arthur pousava delicadamente na clavícula de Andy. Eles não falaram nada até que se sentaram na banqueta, que ficava no balcão do bar. Aquela hora ele já estava mais movimentado, com mais gente e mais barulho. A timidez entre os dois não acabava, até que Andy teve coragem. - E aí, como foi depois que você saiu de Hogwarts? O som da sua voz soou alto e claro, mas mesmo assim ele não virou para falar com ela. "Será que fiz algo de errado? Já na primeira vez que se encontramos depois de 21 anos já errei?"
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