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 Bar de Cumberland

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MensagemAssunto: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 5 I_icon_minitimeQui 12 Jan 2017, 22:52

Relembrando a primeira mensagem :

Bar de Cumberland

Edimburgo, Escócia


Bar de Cumberland - Página 5 KIAdl5P

Frequentado mais por escoceses do que turistas, apesar de ser convidativo à estrangeiros, o Bar de Cumberland é um bom lugar para aquelas pessoas que querem beber um pouco após trabalhar durante o dia inteiro, onde seus clientes poderão escolher entre uma enorme variedade de cervejas e também acompanharem os principais eventos esportivos que acontecem no mundo e trazem atenção dos escoceses.

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


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Leo Gallagher Hargreaves

Leo Gallagher Hargreaves


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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 5 I_icon_minitimeSeg 04 Abr 2022, 22:08

Celebration Time
Era difícil ter que escolher entre trabalhar demasiadamente sobre pressão e também não ter nenhum momento de lazer que pudesse trazer um pouco de alegria e deixar toda aquelas funções de lado em algum instante. Eu esperava que pudesse aproveitar melhor o meu tempo e por isso fui para um lugar diferente dos demais já que estava afim de fazer algo que não era comum até então na rotina onde eu trabalhava muito e pouco tinha descanso. Finalmente na agenda apareceu um motivo para sorrir e passar o dia entre amigos e foi por isso que eu fui até o Bar de Cumberland com roupas casuais, sem nenhuma pressão por algo mais social ou pesado, não queria me lembrar do trabalho estando com os amigos. De repente, tive a grande ideia de chegar no local com uma sensação diferente, de liberdade, algo que havia conquistado graças a aquele espaço na agenda. Esperei um pouco do lado de fora conforme via os amigos aglomerados diante de uma mesa cheia de bebidas e também algo semelhante a cartas de um possível baralho, algo que geralmente os colegas faziam constantemente para aliviar a pressão de um ambiente exaustivo de trabalho. Observei de longe enquanto tomava nota mental de que da próxima vez tinha que ser o primeiro a chegar para não ficar na espera por jogar cartas com os demais. Aquele dia de longe estava começando a ficar mais agradável com diversos sorrisos, risadas e também gritos, algo que a turma gostava muito de fazer.

— E aí, moços e moças, boa tarde. — O tom amigável e empolgante tomava conta da mesa ao mesmo tempo em que todos demonstravam ser receptivos com a minha pessoa, ali haviam não só pessoas do trabalho como alguns outros amigos que costumava reunir rotineiramente para que tivéssemos um momento mais “light” ou tranquilo entre nós. Aos poucos eu ia melhor me posicionando em relação a uma das cadeiras predispostas a serem escolhidas para que eu pudesse me sentar e então aguardei alguém fazer a gentileza de sempre de puxá-la para mim. Inúmeras vezes havia caído de costas por puxarem demais a cadeira, mas nesse dia isso não aconteceu e a situação ficou mais agradável. Não que eu não gostasse de brincadeiras, mas aquela era bem baixa na minha opinião. — O que estão bebendo? São drinks bem coloridos, estou interessado em cada um deles. — Analisei a mesa e também os copos cheios e pela metade dos demais presentes. Era incrível poder pertencer a um grupo tão liberal quanto aquele e por isso estava até hoje na companhia dos mesmos na intenção de um dia formar uma empresa somente com pessoas de gracioso valor, aquelas que gostava de compartilhar momentos juntos. — Ótimo, estou começando a achar isso interessante. — As bebidas de fato eram bem diferentes do comum ou poderiam estar com algum corante mas aquilo apenas as tornava ainda mais bonitas e capazes de gerar uma vontade indominável em mim de querer bebê-las.

Por fim, o pedido de bebidas havia sido feito ao atendente e permaneci olhando aos demais na mesa que jogavam uma espécie de jogo de baralho que eu não estava acostumado a jogar, algo semelhante a pôquer ou qualquer outra coisa que envolvesse fichas. Eu me questionava como aquilo estava sendo liberado até então pelo bar mas lembrava que um dos rapazes era bem relacionado com o gestor do local, o que tornava as brincadeiras um pouco mais propícias a acontecerem ali. Por fim, a bebida clamada chegou até a mesa e eu dei um gole da mesma, notando uma fração de álcool nelas mas nada que incomodasse ou me deixasse fora de mim. Eu gostava de estar entre amigos e bebidas embora não fosse muito de beber nada alcoólico mas a ocasião clamava por aquilo. Sendo assim, beber socialmente era um hobby muito propício aos encontros com aquela mesma turma. Eu podia não entender muito bem de baralho mas sabia que algum lado estava ganhando, e isso era bem óbvio para falar a verdade. Nos últimos dias tenho começado a mergulhar no mundo das cartas e também aprendendo muitas coisas com os amigos, as boas e velhas recomendações feitas por eles eram de ouro e sempre valiam a pena. — Só não vale roubar. — Respondi ao ser questionado sobre a posição atual do jogo. Obviamente eu não tinha noção alguma do que estava acontecendo e nem sabia para quem torcer, todos eram tão queridos que tomar partido ali poderia fazer com que alguns problemas surgissem para mim e eu desejava continuar amigo de todos, claro.

— Sabe o que eu acho? Essas reuniões tem que ser semanais e não mensais como fazemos. É exaustivo trabalhar sem ter um tempo para pensar nos amigos e também jogar conversa fora além de beber, mesmo que eu não seja muito disso. — Disse em um comentário exposto à mesa com a intenção de tornar aqueles encontros mais frequentes. — Qualquer dia desses eu acho que a minha cabeça vai explodir se eu não tiver ao menos um dia de descanso ou lazer. — Observei a situação do jogo onde alguns gritavam algumas palavras de ordem e outras conversavam entre si sobre assuntos tediosos oriundos do trabalho. Eu definitivamente não estava ali para fazer nenhum comentário acerca da empresa mas estava me divertindo muito apenas em ver as pessoas se divertindo mais por mim do que eu por elas. No mais, apenas segui com minha bebida como forma de responder de maneira silenciosa de que estava apreciando aquele momento. Os meus olhos passavam pela mesa com muita curiosidade em saber o que estava acontecendo porém apenas optei por chamar um colega de lado e conversar com ele sobre a vida pessoal dele, aquelas conversas que bons amigos sempre têm. — Deu certo com a Daisy? Espero que vocês sejam muito felizes juntos. — Era um pouco constrangedor falar de relacionamentos já que eu fugia ao máximo disso por não saber sustentar uma conversa normal com outra pessoa para além de cinco minutos, meus dons de flerte não eram tão bons e nem sempre minhas preferências eram atendidas. No mais, apenas ouvi que ele estava feliz em estar com a mulher e aquilo me fez imensamente feliz, gostava de ver os amigos alegres, era empático da minha parte.

O tempo foi passando e a bebida ia fazendo efeito, procurei então evitá-la ao máximo para sair dali com as noções de espaço e tempo intactas e sem nenhum efeito adverso do álcool no sangue. No mais, as bebidas coloridas tinham gostos agradáveis mas poderiam ser facilmente dispensadas por mim por conta do gosto azedo. Era por esse mesmo motivo que não gostava de cervejas ou bebidas de malte, o gosto era desagradável ao meu paladar além do cheiro não ser nada convidativo até então. O evento da turma estava enfim acabano e cada um ia se despedindo, agradeci formalmente por ter tido o privilégio de me divertir não só conversando por longas horas como também bebendo a cota do mês. Minhas costas não doíam mais ao fim daquilo mesmo depois de longas horas sentado na mesma posição. No trabalho trouxa, vivia enclausurado num cubículo com uma tela gigantesca a frente, mouse e teclado. Era angustiante. Era por isso que eu procurava encontrar um emprego na minha porção mágica na minha linhagem puro sangue. Ao fim, levantei da cadeira em que estava, me despedi individualmente de cada um e caminhei até a saída enfim abandonando o Bar de Cumberland, aquele dia havia sido muito divertido e havia me acionado o gatilho de começar a estudar os jogos de baralho para que não ficasse fora também dos gritos e dos berros proclamados pelos colegas na mesa. Um dia atípico para um workaholic e bem agradável, não sabia mais o que fazer a não ser ficar na frente da TV pelo resto do dia mas ao menos havia esquecido completamente a respeito do trabalho.
♔ Theozinho ♔


Leo Gallagher Hargreaves
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Sylas Heron Buckland

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 5 I_icon_minitimeDom 12 Jun 2022, 19:20

Ergui a mão chamando atenção do bartender, queria outra cerveja enquanto lia sobre os materiais escolares que minha irmã mais nova precisava, dinheiro não era exatamente o problema, mas também eu não era rico, tinha só uma boa quantia devido ao trabalho e a herança deixada pelos meus pais. Logo o que pedi chegou e eu tomei mais um gole, estava na Escócia de passagem para resolver um problema que, por sorte, foi resolvido logo. O bar estava lotado, muitos homens vestindo roupas de time de futebol, gritando e berrando, particularmente nunca entendi o que era interessante naquele esporte, mesma coisa para quadribol, bom, tanto os jogadores de futebol quanto os do esporte bruxo ganhavam mais que eu, então minha opinião não valia muito. Bebi a garrafa toda e guardando o papel no bolso paguei pelo que consumi e sai dali.

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Hunt Bürckle Salvatore
Mercenário
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Hunt Bürckle Salvatore


Bicho-papão : Ed e Ru inferis

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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 5 I_icon_minitimeQua 22 Jun 2022, 21:27

O brilho alaranjado da brasa do cigarro era a iluminação que indicava a presença de alguém em meio às trevas que cobriam a região. A luz emitida pela entrada do estabelecimento era a única que indicava algo por ali, dentro do bar estava o homem que Hunt estava investigando, um cara com não mais que vinte anos e que era prometido de casamento para uma família bruxa da alta sociedade, mas que segundo o sogro, parecia estar cuidando das necessidades de outrem. Bürckle usava esses bicos de investigador para garantir uma renda mais decente, ainda que não pagasse tão bem quanto outros serviços, o que fazia o homem ficar sempre indo de um trabalho a outro. Jogou a bituca no chão e amassou com a bota, movimento já comum a ele, apesar de só fumar em casos como este, onde o alvo era tão entediante que precisava de algo para manter os olhos abertos. — Bem que você podia fazer algo interessante… — deixou o resto da fumaça espaçar por entre os dentes, avaliando as pessoas que estavam ali. A Escócia sempre era lar de muitos visitantes, mas a noite parecia silenciosa o suficiente, uma ruiva bebia no bar algo que parecia cerveja comum, o alvo estava sentado buscando conversar com uma outra garota que segurava duas bebidas, aparentemente sem nenhum acompanhante. O bartender tinha uma resposta corporal esquisita, praticamente como se estivesse preocupado com algo, e um casal de idosos beliscava petiscos e bebia em uma mesa. Uma noite entediante, de fato.

Hunt entrou no bar e sentou no banco ao lado da ruiva, de forma que o corpo esguio dela ficava entre sua figura e a figura que o alvo agora pagava uma bebida. Ele não a olhou de fato, apenas ergueu o dedo e falou com o bartender — Por favor, uma cerveja e amendoim — o pedido comum, tornava ele só mais um ali, fácil de ser esquecido, e infelizmente, só não tão fácil por ser uma noite vazia. Sentiu olhos sobre si e encarou de volta a imensidão que era o olhar da ruiva, ergueu uma sobrancelha e esperou. Nada. Ela era bonita, mas naquele segundo, ele não notou isso, apenas que a menina parecia vidrada demais nele para ser algo bom — Está… Tudo bem? — arriscou de leve, ainda na espera de que a mesma mudasse a direção do olhar.
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Danika Zimmer Westfall
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Danika Zimmer Westfall



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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 5 I_icon_minitimeDom 07 Ago 2022, 15:37

Danika achava que a garota estava em perigo. Não sabia dizer porque, só achava, algo naquele homem que flertava com ela despertava o seu sexto sentido. Cass sempre disse que ela era perceptiva demais e sabia quando alguém estava prestes a fazer algo ruim. Ela sabia disso só de olhar para ele. A garota era jovem, não parecia ter muita experiência na vida, na verdade parecia mesmo ser uma completa tola que se deixava levar. E era o que estava acontecendo, nesse momento a garota estava alcoolizada demais para entender. — Você não acha que devia parar? Eu posso te ajudar a chegar em casa, ou um lugar seguro, quem sabe? — A bebida que Danika tinha pedido estava no balcão, era apenas um pretexto para estar ali sentada naquele bar, ela não era do tipo que realmente apreciava beber a não ser que precisasse de coragem. Ela sempre chamou assim, coragem líquida. Giselle, esse era o nome da garota ao que ela descobriu depois de muito tentar, não queria ser salva. Ela achava que estava realmente bem com o seu novo acompanhante que curiosamente a enchia de bebida sem tentar beber nada. Danika estava prestes a ter alguma atitude, talvez tentar arrastar Giselle para fora onde ela poderia aparatar longe dos olhares de trouxas, quando algo tampou a sua visão. O homem - o tal que estava entre ela e Giselle - era bonito com toda a certeza, mas também parecia ser o tipo de gente que não tem muita noção da vida e se mete em lugares bem errados.

Danika queria arrancar ele dali, a não ser que ela se levantasse e mudasse completamente de posição ela não tinha como ver o que se passava entre os dois. Até que Danika encarou o homem e ele quis saber se estava tudo bem. — Talvez, se você não tivesse invadindo o meu espaço pessoal e tampando a minha visão. — Ele pareceu achar graça da reação da jovem, ela não sabia dizer se era sobre a menção do seu espaço pessoal, tampar a visão ou dela ter reclamado da proximidade de alguém dentro de um bar. O homem se afastou um pouco assim que a sua bebida chegou, não muito, mas o suficiente para que Danika pudesse inclinar a cabeça e voltar a procurar por Giselle. Ali ela descobriu que o homem tinha saído e levado seu alvo a tiracolo. — Merda! — Exclamou e chamou novamente a atenção do homem invasor. Ele quis saber o que estava acontecendo, nesse momento Danika não soube explicar o motivo, mas ela disse a verdade. — Aquela garota, eu acho que ela está em perigo porque aquele homem tem jeito de ser quem vai fazer algo errado. Eu não sei explicar… eu só sei disso. — Ele encarou, Danika já estava acostumada com isso, as pessoas geralmente não acreditavam quando ela contava esse tipo de coisa. Então se levantou, seguiu até o banheiro e não encontrou nada, só restava ir para a rua torcendo para que eles não estivessem longe.

com Hunt Bürckle Salvatore;
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Hunt Bürckle Salvatore
Mercenário
Mercenário
Hunt Bürckle Salvatore


Bicho-papão : Ed e Ru inferis

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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 5 I_icon_minitimeQui 01 Set 2022, 21:11

Movimentando a sobrancelha e segurando o riso, Hunt levou a cerveja a boca e tomou um gole, levemente mais interessado na garota que parecia completamente irritada com ele — Primeira vez que ouço alguém reclamar que estou perto demais… — uma mentira? Talvez. Mas seus alvos não contavam, certo? Deu uma movimentada com o corpo e se afastou poucos centímetros dela. Ele se deixou distrair com os amendoins e só ergueu a cabeça quando a moça ao lado soltou uma exclamação intensa — Tem certeza que está bem? — ela pareceu agitada, explicando que a garota ao lado dela estava em perigo e quando olhou com calma, notou que seu alvo tinha sumido, o que tornava realmente aquela situação chata e perigosa. Para a menina e a jovem que bebeu ao seu lado. Pegou o valor cheio de sua bebida, e também que cobriria a conta da garota ao lado e colocou no balcão — Por mim e elas, vamos precisar sair… — olhei para ela que parecia em desespero e apontei para a entrada — Já paguei nossas contas, vamos, te ajudo a achar ela! — ela parecia genuinamente preocupada, ele não explicaria para ela, mas o homem que estava perseguindo mordeu a isca cedo demais e com isso, ele tinha pego a garota antes que Hunt pudesse ter pego ele.



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Octávio Eaton Reeves
S.I.C.P.V.M. - Curandeiro
S.I.C.P.V.M. - Curandeiro
Octávio Eaton Reeves


Patrono : Bull Terrier
Bicho-papão : Ser abandonado por quem ama

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Formado
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Cedro, 27cm, Quebradiça.

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 5 I_icon_minitimeSex 02 Set 2022, 23:49

New life
#01 SICPVM
S
entado calmamente sobre uma das banquetas do Bar de Cumberland, na Escócia, Octávio tinha em mãos uma grande caneca com cerveja à sua frente. Com sua especialização tendo sido finalizada a alguns dias, havia voltado para sua casa na Noruega e pensado muito sobre onde trabalharia. O curso de Saúde Mágica abriu muito sua mente, passando por uma experiência bastante interessante que lhe traria frutos futuros. Tinha uma grande gama de opções, porém, duas principais se destacavam. A primeira delas era trabalhar na SICPVM, uma organização mágica filantrópica que tinha o intuito de disponibilizar cuidados à população e realizar pesquisas nas mais diversas áreas. Aquela tratava-se de uma opção muito atraente, onde conseguiria exercer sua profissão como curandeiro, adquirir experiência e ajudar pessoas – um de seus objetivos ao escolher a medibruxaria como área de exercício. Sua segunda opção seria retornar ao Centro de Cura Nantosuelta e finalizar sua residência para poder, posteriormente, trabalhar como bruxo responsável por alguma área do hospital. Porém, já havia experienciado aquela situação e acreditava ter opções melhores do que aquela, pois trabalhar várias horas ao dia num local que desgostava, não lhe era muito acolhedor. Suas outras opções, apesar de serem notáveis, falhavam num dos objetivos que ele tinha proposto logo após a formação em Hogwarts: cuidar, estudar, ajudar. Com aquela pequena análise ele decidiu enviar seu currículo à SICPVM, que recebeu-o de braços abertos graças às suas formações na área. Planeja ficar na Sociedade durante um longo período, tendo em mente que sairia dali apenas quando desejasse continuar seus estudos em alguma outra área da magia (como a Pociologia, que lhe era muito interessante). Começaria a trabalhar no local dali alguns dias, portanto, decidiu selecionar um dia apenas para si e aproveitar seus últimos momentos na Europa. Posteriormente voltaria para casa e ficaria junto de sua namorada e de sua família. Ao finalizar sua bebida, pagou e saiu dali.



Curandeiro na SICPVM
Ravenclaw Pride
19 anos
Octávio Eaton Reeves
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Bar de Cumberland - Página 5 I_icon_minitime

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