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 Bar de Cumberland

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
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MensagemAssunto: Bar de Cumberland   Qui 12 Jan 2017, 22:52

Bar de Cumberland

Edimburgo, Escócia



Frequentado mais por escoceses do que turistas, apesar de ser convidativo à estrangeiros, o Bar de Cumberland é um bom lugar para aquelas pessoas que querem beber um pouco após trabalhar durante o dia inteiro, onde seus clientes poderão escolher entre uma enorme variedade de cervejas e também acompanharem os principais eventos esportivos que acontecem no mundo e trazem atenção dos escoceses.


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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


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Evan Drescher Nottingham
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Qui 19 Out 2017, 13:46

O final do ano letivo se aproximava e talvez o momento não fosse o melhor de todos, mas mesmo assim, eu tinha conversado com a Lucy, pois alguns problemas familiares tinham dado uma desestabilizada na minha vida, logo, precisava de alguns dias de folga para poder ajeitar tudo. Mas a verdade era que agora que eu tinha finalmente chegado na Escócia, eu não me sentia nenhum pouco motivado a enfrentar minha família. — Acho que não terá problema se eu demorar um pouco. — concluí, enquanto entrava no Bar de Cumberland, local onde eu tinha passado grande parte da minha vida de jovem adulto, e porque não dizer adolescência, sempre utilizando identidade falsa, ou apelando para uma boa e velha poção polissuco. No fim das contas, se os alunos descobrissem meu passado estudantil, eu não teria credibilidade nenhuma como Zelador, visto que eu não nunca tinha sido aquele tipo de cara certinho. Suspirando fundo, me encaminhei até uma dos bancos que dava de frente para o bar e pedi uma cerveja. Na televisão passava algum jogo qualquer de futebol envolvendo a seleção escocesa, que eu tinha total conhecimento que eram um dos piores times do mundo. Mesmo assim, resolvi assistir um pouco do esporte, que não era um dos meus favoritos, mas a outra seleção era tão ruim, que parecia fazer os escoceses serem craques de bola. Permaneci por ali até que a noite começasse a se aproximar e eu soubesse que não tinha mais para onde fugir. Eu precisava enfrentar minha família, e por sorte meu teor alcoólico estava razoavelmente alto o suficiente para que eu fizesse isso. Quando fui pagar notei que só havia dinheiro bruxo em minhas vestes, o que poderia ser um problema. Por sorte achei um cartão de crédito. Como provavelmente não tinha dinheiro, fiz a prazo.Depois que me estabilizasse, trocaria o dinheiro para não me ferrar, nem ferrar o dono do bar. Desse modo, saí do Bar de Cumberland, indo enfrentar meus demônios do passado.



Evan Drescher Nottingham
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Arcturus Alborne Looken
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Qui 29 Mar 2018, 23:42

ESCÓCIA – EDIMBURGO – BAR DE CUMBERLAND
Eu era uma pessoa instável, então logo deixei minhas amadas terras bruxas na Inglaterra pra me aventurar pela Escócia, lá eu nunca havia ido e estava sendo muito maneiro viver entre a galera de lá e descobrindo pouco a pouco os lugares da Escócia, algo que enriquecia qualquer "diário", sim eu tinha alguns escritos sobre minhas aventuras pelo mundo e essa era uma que merecia uma boa quantidade de páginas. O engraçado era que, apesar de estar em uma cidade diferente e com muitas coisas legais rolando, eu mantinha contato com Allegra, ela era um dos motivos pra eu não ter umas histórias insanas sobre mulheres e afins. – I'm so f'cked, bro... – Falei meio desligado a um colega que me acompanhava, seu nome era bem estranho, mas todos estávamos chamando ele de Andy, por ele se parecer com um personagem de um desenho animado que levava esse nome, segundo alguns membros do pequeno grupo. Ele me olhou meio confuso e eu expliquei sobre a garota e toda a história e ele riu, enquanto me empurrava na direção de um bar e disse que tínhamos de beber para eu parar de falar dela, eu nem tive tempo de reagir pois ele pediu uma dose e me fez virar ela e foi assim que eu comecei a beber insanamente no Bar de Cumberland. [...] Nós saímos do bar horas depois, eu não via nada pela frente, mas concordei em saltar de paraquedas, eu fiz uma anotação sobre isso no meu diário de bordo no transporte que estava nos levando, eu já havia voado em vassouras, então não tinha um pingo de medo da altura e tudo mais, sendo assim a gente partiu de lá para um aeroporto particular que era "próximo". Saio dali.
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Dimitri J. Rathbone
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Sex 06 Jul 2018, 18:29

Mal Agouro
O início do fim
 

Dimitri estava triste naquele dia, ninguém sabia o porque, nem ele mesmo, uma sensação ruim lhe consumia, pressentia que algo lhe aconteceria em breve, e cada dia que passava o mal agouro ficava mais forte, e como sempre em tardes chuvosas como aquelas ele fora ao Bar de Cumberland, um bar trouxa, onde ele passava horas observando como os seres que não conheciam a magia se comportavam, não desejava ser como eles, mas divirtia-se com as neuroses que eles tinham, coisas que sempre lhe alegrava em dias amargos como aqueles.


Sentou-se em uma mesa ao canto e pediu uma cerveja a garçonete mais bonita do local, que agilmente lhe atendeu. Entre goles de cerveja ficou ali observando os estranhos hábitos dos trouxas.


Off.: Interação com Tereza! (Duelo combinado)
 
 


DIMITRI J. RATHBONE 
É NOS PIORES MOMENTOS QUE VOCÊ TEM OPORTUNIDADE DE MOSTRAR A FORÇA
DAS SUAS CONVICÇÕES E A GRANDEZA DA SUA ATITUDE!
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Tereza Ella Bittencourt

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Dom 15 Jul 2018, 12:00



Acertando as contass

Trama Familiar (2018.01)  -----------♥
 
Tereza errou muito em sua vida, as memórias dela voltavam lentamente e isso causava desconforto, ela tinha vivido longos anos felizes ao lado do marido, sem lembrar das maldades que fizera no passado. No entanto, as piores lembranças voltaram e ela sabia agora que tinha deixado duas crianças para trás, a menina era como ela, e o menino tinha seus olhos, mas sua antiga família jamais permitiria que ela voltasse a ver eles. Ela queria mostrar como tinha se tornado uma pessoa diferente, mas a raiva das memorias antigas parecia despertar uma outra pessoa em Tereza. Agora haviam duas forças dentro da mulher, uma delas queria vingar tudo e todos e a outra queria apenas os filhos e uma família pacifica. 

Ela chegou ao bar decidida a negociar uma aproximação, tinha seguido Dimitri, o guarda-costas de seu irmão. Mas ao ver o homem uma recordação voltou a mente, ele já havia impedido ela de ver a filha, a muitos anos atrás. – Não é justo, eu era doente! – Ela pensou alto sentindo as mãos tremerem. Um conflito interno iniciou e ela pensava que ele também seria contra ela, a personalidade mais acida da mulher falou mais alto. – Preciso tirar ele do meu caminho! – Puxou a varinha e apontou para o homem em pleno bar. 

– Estupefaça! – Viu o homem ser atirado para trás com força caindo sobre uma mesa, aproveitando a distração inicial ela não perdeu tempo. – Sectumsempra – Queria o ver sofrer e sangrar até morrer, para ela seria uma retribuição justa, pois eles tiraram seus filhos. 




Tereza Ella Bittencourt
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Gwen Carter Bolton
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Ter 02 Out 2018, 23:10

Sua vida de mochileira é sem hora, sem roteiro e sem destino, ela não fazia a menor ideia de como foi parar da irlanda, mas já que estava na chuva era pra me molhar. Acabou se enturmando com os moradores e conhecendo um pouco melhor de su cultura, principalmente a parte de partir para um bar pós um dia de trabalho. Com certeza o pessoal daquela cidade sabiam beber como ninguém, Gwen adora isso e as boas risadas que dava quando era expulsa do bar. Porém infelizmente esse anoite seria curta, após algumas boas rodadas de whiskey a garota teve que deixar o local mais cedo do que o planejado, logo logo seu ônibus para a próxima cidade estaria de partida. Deixou o local.


I was scared of dentists and the dark. I was scared of pretty girls and starting conversations, oh all my friends are turning green!
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Viktor Hartmann Báthory
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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Qua 14 Nov 2018, 11:43

Eu detestava esperar por Savonya em lugares esquisitos. Ela havia marcado um encontro comigo sem dizer nem o motivo lá no quinto dos infernos – também conhecido como Escócia – para que a gente pudesse conversar. Eu era lindo demais para ficar à mercê dos meliantes escoceses. Já tentaram entender dois escoceses conversando? Não dava para saber se estavam brabos, bêbados, te ameaçando, rindo de você ou tristes pela morte de alguém. Uma coisa era certa: eu era cego e o jeito que eles falavam me assustava ainda mais. Eu estava investigando uma série de ervas esquisitas que Savonya havia me pedido para comprar e meu trabalho estava realmente bom, só faltava mais 3 das 30 ervas que ela havia pedido e eu a avisaria. Será que aquela vaca peituda havia se irritado com a minha demora e estava me levando para a Escócia para me matar? Não tinha como saber. Escuta aqui, ruiva dos peitos fartos, eu sou cego. Respeite minha deficiência, ok?

Mas o fato é que eu realmente não sabia o que ela queria e aquilo me assustava um pouco. Por mais que fôssemos amigos, eu tinha medo de Savonya bem no fundo do meu coração. A voz dela não se alterava quase nunca e quando eu enxergava eu percebia que a cara dela também não mudava. A frieza dela era desconfortável demais quando ela estava lidando com assuntos sérios – quase sempre – e geralmente indicava que ela estava ou puta da cara, ou feliz, ou irritada, ou triste. Não tem como saber como a ruiva peituda se sente em momento algum, ainda mais agora que eu era cego. Só me restava esperar. Usei a rede de pó de flu para chegar num bar próximo a outro bar que ela queria me encontrar. O ruim de ser cego é que Savon agora me mandava recados através de berradores. Ou seja: todos meus vizinhos sabiam que eu ia pra Escócia. Por sorte ela era cuidadosa suficiente para mudar os nomes de certas coisas para que os trouxas não entendessem, por exemplo: Pó de Flu era Polícia Federal. Então basicamente meus vizinhos escutaram que eu tinha que usar a polícia federal pra chegar na Escócia. Fazia sentido? Nenhum, mas vida que segue.

Eu carregava aquela maldita bengala que não funcionava para me locomover até o bar. Como que os cegos usavam aquilo? Ela não me indicava nada e eu sempre acabava descobrindo as canelas das pessoas quando dava uma paulada nelas. Nada legal. Criei vários inimigos assim. Ou não, afinal eu sou cego e ninguém pode me bater. Ou podem? Ninguém iria querer estragar um rostinho tão lindo quanto o meu, certo? Eu não precisei chegar no bar para que a peituda me encontrasse na rua. – Suas boas-vindas sempre são lindas, Savonya peituda– falei, sentindo uma mão dela agarrar meu braço e me puxar para sabe-se lá onde. Ok, acho que entramos no bar, afinal um forte cheiro de bebida e cigarros entrou no meu nariz. Estávamos em um bar de bandidos? Laurie iria adorar aquela história, mas acho que era um bar normal, não sei, apenas me sentei onde a ruiva me jogou e aguardei o que ela queria me dizer. 


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Savonya Seawor. Kaminskov
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Bicho-papão : Ver seus filhos morrendo

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Sab 22 Dez 2018, 00:55

O dia da reunião com Viktor havia chegado e a curiosidade de Savonya não podia estar mais atiçada do que naquele momento. Nyx havia lhe pedido claramente para não comentar com o comerciante o motivo da reunião e, após a conversa que tiveram na Sede dos mercenários, tudo era um mistério para a ruiva. O que seriam dali em diante era uma névoa densa a ser descoberta, mas Savonya tinha certeza que estava seguindo a pessoa certa. Nyx sabia o que fazia e a antiga mercenária confiava cegamente em sua líder. Agora entendia o motivo de conversar com dois comerciantes diferentes, mas não sabia as reais intenções da líder com seu amigo. Eu não tenho que me preocupar com isso, Nyx sabe o que faz e Viktor é obediente, não vai me decepcionar. O maior medo de Savonya era que Viktor fizesse algo de errado e a decepcionasse, fazendo com que Nyx ficasse desgostosa com o trabalho da ruiva em lhe achar um bom comerciante. Mas a ex-mercenária confiava em Viktor e em seu trabalho, afinal ele nunca havia lhe decepcionado, mesmo com encomendas difíceis que tivera que fazer quando ainda estava abastecendo as estufas da Sede em Black Forest.

Estava quase no horário de sua reunião. Savonya sabia que Viktor jamais a deixaria esperando, mesmo sendo cego e um pouco desrespeitoso quanto ao tamanho de seus seios. A ruiva, então, aparatou para a Escócia, próximo ao bar de Cumberland, onde encontraria com seu melhor amigo para a fatídica conversa com Nyx. Obviamente havia indicado quais redes de flu ele poderia utilizar para chegar ao local e esperava profundamente que ele não tivesse se perdido, afinal ele não era burro e sabia se virar muito bem com sua deficiência temporária. Chegando na Escócia, Savonya sentiu o impacto de sua chegada com a sola de seus sapatos e olhou ao redor. Logo avistou o rapaz que conhecia há tantos anos parado e tentando observar, inutilmente, ao redor. Não demorou muito para aproximar-se do rapaz e puxar-lo pelo braço em direção ao bar onde havia marcado o encontro. – Próxima menção aos meus seios e eu acabo com a sua raça aqui mesmo, Viktor – falou, empurrando-o para dentro do bar e o levando até uma mesa mais afastada. Ao sentar, logo dispensou o garçom com uma mão. Não precisaria consumir nada ali ao aguardar Nyx, pois a presença dela seria mais do que satisfatória. O bar era bastante simples e um pouco mais movimentado do que Savonya esperava. Os escoceses realmente não tinham hora para beber. O ambiente fedia a cigarros e a gordura velha, com, claro, um forte cheiro de cerveja e álcool etílico que era utilizado para limpar as mesas.

- Você parece uma criança querendo saber as coisas. No tempo certo você vai saber, uma pessoa muito importante precisa chegar primeiro antes de conversarmos – falou, ajeitando-se na cadeira e olhando no relógio de pulso. Nyx ainda não estava atrasada – e não haveria problema algum se estivesse. Savonya só queria, de verdade, saber a hora. A líder fazia seu próprio horário e nunca chegava tarde, os outros que chegavam cedo demais. A ruiva não podia negar que estava um pouco ansiosa para saber o papel de Viktor nessa nova história, mas ele não calava a boca e não a deixava pensar tempo suficiente para ao menos ficar preocupada. – Viktor, pelo amor de Merlin, cala essa sua boca antes que eu esmurre a sua cara – disse entredentes, pressionando seus molares um pouco mais forte do que certamente era aconselhado por dentistas. Ela não se importava com isso. Esperava profundamente que Viktor não começasse com piadinhas na presença da líder, mas tinha certeza que aquele contrabandista sabia a hora de parar. Ele sentiria que a líder era a líder no momento que ela chegasse, disso Savonya tinha certeza. Mais alguns minutos se passaram e só restou aos dois aguardarem pela presença mais importante do dia: Nyx. 





Savonya Kaminskov
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Nyx Prince El Bianco
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Bicho-papão : Nem mesmo Nyx sabe.

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Ano Escolar: Concluído
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Seg 07 Jan 2019, 18:01

A noite já caía pelas ruas de Edimburgo na Escócia, quando um pequeno estampido se fez presente em um beco escuro e malcheiroso, local onde para os olhos curiosos uma figura misteriosa se materializou do nada. Com vestimentas tão negras quanto o próprio escuro, a figura não era facilmente vista naquele lugar claramente evitado pelos trouxas que caminhavam calmamente pela calçada na rua em frente. Porém, para a loira pálida que se escondia atrás do terno e sobretudo escuro, o conhecimento de seu surgimento ou não para aqueles que considerava inferiores, pouco realmente lhe importava. O ar da noite acompanhado do mal cheiro do beco, no entanto, trazia-lhe incomodo o suficiente para que Nyx Prince El Bianco desse seus primeiros passos para fora do beco, revelando para todos aqueles que mal sabiam o perigo que corriam em sua presença, seu rosto pálido de feições perigosamente divertidas. Verdade fosse dita, a procurada número um do Ministério da Magia jamais se preocupou em mostrar seu rosto por aí, tendo uma confiança excepcional em suas próprias habilidades para fazer aquilo. No entanto, mostrar suas feições em um lugar claramente mais trouxa do que bruxo, divertia a figura muito mais do que qualquer possibilidade de encontrar um auror o faria. Afinal de contas, tão alheios em sua própria vida e desapercebidos do perigo, os trouxas passavam por ela como se ela fosse apenas mais uma na multidão, completamente indefesos. Porém, não era por aquela diversão que a procurada estava naquela rua e, mesmo que a contragosto devido as ideias que começavam a povoar sua mente, a figura loira não demorou a desviar seu caminho na calçada ao chegar em frente a um bar.

O local era até que movimentado e isso serviria para discrição, mas Nyx não era exatamente uma pessoa que gostava de discrição e, por isso mesmo foi inevitável que ideias de como tornar o lugar mais agradável para seus padrões não demoraram a povoar sua mente. Ah, ela se divertiria bastante se pudesse trocar as feições de divertimento daquelas pessoas, pelo mais puro e belo pânico e medo. No entanto, firme ao seu agora primeiro propósito naquele lugar, a procurada apenas deixou seus olhos repousarem na ruiva que lhe jurara lealdade a pouco tempo atrás, a qual agora se encontrava em uma das mesas acompanhada por um homem. Sem nada que ocultasse sua identidade para os presentes, Nyx sabia muito bem que havia sido já reconhecida por Kaminskov, mas dedicou mais um olhar pelo bar antes de iniciar sua caminhada. O cheiro de cerveja, gordura e cigarro chegava facilmente a suas narinas, deixando-a ciente da forma como aquele lugar poderia ser retratado como mais um antro de divertimento trouxa, o que apenas lhe tentava ainda mais a colocar seu segundo novo objetivo em prática. Porém, conteve-se o suficiente até chegar na mesa onde sua subordinada lhe aguardava, esboçando assim mais um daqueles leves sorrisos frios e sem grandes emoções. - Uma escolha interessante de lugar. - Sua voz saia então em um misto de divertimento proibido com uma malícia perigosa, antes de então ocupar um dos lugares mantendo seu olhar sempre vasculhando todo o local, em uma clara admiração perigosa. - Distraídos, bêbados e desleixados… Sim, uma escolha muito interessante de lugar. - Sua voz novamente escapava, dando lugar agora para um humor sombrio que denunciava facilmente o perigo de seu olhar, que para quem visse naquele momento, mais parecia com o de um caçador ao admirar suas presas. - Mas negócios antes de diversão. Acredito que este é o seu contrabandista confiável, sim? - Anunciou a procurada em um tom de voz frio, mas ainda assim perigosamente divertido enquanto voltava sua atenção para o homem que também ocupada um lugar a mesa, aguardando uma confirmação.

OFF: Postagens referentes a trama, interrupções não serão consideradas.


Legenda de Duelos:
 
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Mary Wolstonecraft Godwin
Sociedade Trouxa - Adulto
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Escola/Casa: Não possui
Ano Escolar: Não possui
Varinha: Pena de Hipogrifo, Cedro, 30cm, Quebradiça.

MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   Sab 12 Jan 2019, 22:50


Um novo projeto estava a caminho, e Mary estava deveras ansiosa em poder regojizar-se consigo e seus familiares sobre as boas novas. Sua profissão de escritora sempre fora um tanto quanto conturbada, Mary não sabia agir sob pressão dos seus produtores, tão pouco sob pressão dos seus ouvintes... Uma das qualidades dos Wolstonecraft's era que ambos eram muito criativos, até mesmo os Godwin's, mas nenhum deles escrevia para cumprir obrigações, mas sim, por puro amor e criatividade. Naquele dia em específico, Mary saíra de seu apartamento no centro de Edimburgo e seguiu rumo ao Bar de Cumberland, para um encontro casual com sua irmã e Percy Shelly, seu ex marido — Acho que fica na próxima esquina, meu bem — A mulher comentou com o taxista — Isso mesmo, próxima esquerda — Era incrível como apesar do Bar ser um dos pontos turísticos da cidade de Edimburgo, Mary não se contentava em confirmar com o taxista onde ficava o prédio do bar — Obrigada, meu bem. Pode ficar com o troco — Após pagar, Mary tomou sua bolsa em mãos, saiu do carro e seguiu ao interior do bar. 

— Aí estão vocês... — Andou até uma das mesas do canto direito, depositando sua bolsa em cima da mesma, a mulher assentou-se e falou com o garçom que estava ao seu lado — Suco de frutas vermelhas. Sem gelo e açúcar. Obrigada! — Logo, voltou sua atenção aos mesmos — Como vocês estão? Espero que bem. Ok, vamos aos negócios. — Mary era tão centrada quando o que estava em jogo era o lançamento do seu mais novo exemplar — Eu não quero que o evento de lançamento seja algo grande ou que chame à atenção da mídia. Você sabe o quanto sou simples, Percy. E Shelby, a doação da primeira remessa de exemplares está confirmada para a santa casa, diga aos diretores do local que o público alvo são as mulheres — Mary era uma ímpar feminista, e suas literaturas eram sempre voltadas para as mulheres, sempre! — Do que mais precisaremos tratar? — Então, aquela tarde só estava começando, vários assuntos tomaram conta da mesa, além do suco de frutas vermelhas sem gelo e açúcar de Mary. Ao término de tudo, ambos saíram dali.


Mary Shelly Wollstonecraft Godwin

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MensagemAssunto: Re: Bar de Cumberland   

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Bar de Cumberland
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