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 Ilha Skye

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
Diretor
Diretor Alvoros Grunnion

Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeQui 12 Jan 2017, 22:52

Relembrando a primeira mensagem :

Ilha Skye

Escócia


Ilha Skye - Página 2 UmZMUkp

A Ilha de Skye, habitualmente conhecida simplesmente pelo nome de Skye, é a maior e a mais setentrional das ilhas do arquipélago das Hébridas, na Escócia. O seu nome vem do norueguês antigo Skið = "ski", uma alteração da palavra picta original que, nas fontes romanas, era mencionada como Scitis (Cosmografia de Ravenna) e Scetis (no mapa de Ptolomeu). Em certas lendas, é comum associarem a ilha à figura lendária de Scáthach. A ilha caracteriza-se por uma paisagem agreste, com muito pouca vegetação comparativamente à Escócia continental. A população da ilha não é muito numerosa, vivendo pela maior parte da criação de gado. A ilha está ligada ao resto do país pela ponte de Skye, bem como pelas linhas de ferries a partir de Armadale até Mallaig, e de Kylerhea a Glenelg.

Fonte: Wikipédia

OBS.: Local protegido pela lista de Lugares Protegidos



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Agnes B. Campbell
Ex-ministerial
Ex-ministerial
Agnes B. Campbell


Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Espinheiro-Negro, 27 cm, Inflexível, Corda de Coração de Dragão.

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeTer 19 Maio 2020, 20:10




Mag Mell
Ilha Skye, com Ginny Pallas e Juliet Petry.
A viagem até a Ilha de Skye havia sido calma. Tendo eu optado por seguir até a mesma de uma forma tradicionalmente trouxa para chamar a menor atenção possível e não correr o risco de alguma autoridade trouxa ou apenas algum trouxa qualquer presenciar minha chegada ao lugar. Tendo o fato também de que se tratava de um lugar desconhecido para mim, o que impossibilitava apenas aparatar até algum lugar da ilha e pronto. Acabando isso por apenas não ser um grande problema e se tornar uma cansativa e incomoda viagem de ônibus, por como tivera Ginny a me oferecer uma viagem de carro para lá. Viagem esta que fazia com a mesma e minha filha Juliet. Não tendo eu certeza ainda do que me levava a optar por realmente seguir em direção a Ilha de Mag Mell, a qual era meu destino final. Mas tendo algo por me dizer que aquela era sim a melhor coisa a se fazer naquele momento. Não por apenas querer seguir o curso que me levaria naturalmente até o meu posto no antigo Ministério da Magia em algum momento, mas também por saber que o Saint Mungus precisaria de mim. Ainda não existia alguém para coordenar o hospital que havia perdido seus diretores dentro dos últimos meses, com isso alguém tinha que fazer o trabalho e nada melhor do que ser a ex-chefe do departamento de fiscalização de saúde e medibruxaria.

Durante toda a viagem havia me mantido bastante quieta e deixar Evelyn para trás não me agradava em muito. Porém minha esposa não queria estar ligada com o que acontecia naquele momento da história bruxa, afinal aquilo estava bem longe de ser o fim de um dos livros de nossa história. - Obrigada! - Agradecia Ginny que me entregava minha bagagem. Pegando minha mochila que era retirada do porta-malas quando então chegávamos na proximidade do cais onde o navio que nos levaria até Mag Mell aportaria a qualquer momento. Mochila a qual na verdade funcionava como uma mala, por ter seu interior ampliando, tendo ali dentro todo o necessário para passar ao menos uns quinze dias em Mag Mell, sabendo eu que teria que dar um jeito para as roupas durarem tanto tempo, afinal não traria metade do meu guarda-roupas, porém tendo ao menos uma boa quantidade de peças que durariam o tempo necessário. Como, no entanto, o navio ainda não estava por ali, nosso tempo foi tomado com uma breve volta no vilarejo próximo, onde tínhamos procurando fazer um lanche juntas e nos distrair um pouco, sendo notável a forma como rostos conhecidos iam surgindo vez ou outra. Demonstrando claramente como outros bruxos também se encontravam na área a espera do embarque. O qual aconteceu sem demora quando então o navio comandado por vípers apareceu, não demorando muito mais do que algumas horas em que diversas pessoas adentraram o navio, se juntando a tripulação, devendo sempre apresentar seus documentos mágicos quando possuíam e principalmente suas próprias varinhas. Com alguns poucos que não as possuíam por algum problema, sendo revistados e analisados com o feitiço ‘ariannum detectum’.

Após o navio ser abastecido também com suprimentos que iam para a ilha, não demorou muito para que a ancora fosse recolhida e então seguíssemos caminho em direção a ilha que começara a ser utilizada como refúgio para os bruxos, a ilha que ironicamente havia sido nomeada como Mag Mell.
Saio dali.
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Natasha Tudor Sparks
Avaliadores
Avaliadores
Natasha Tudor Sparks

Bicho-papão : Manequins

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Cabelo de Veela, Abeto Vermelho, 29cm, Inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeTer 19 Maio 2020, 20:59


Mag Mell

Ter optado por seguir para a Ilha de Mag Mell não havia sido fácil, porém sentia certa responsabilidade em ajudar o povo mágico e justamente por isso havia decidido que diante as minhas atuais condições, aquilo era o melhor a se fazer. Foi assim que na companhia de Sylvie ambas tínhamos nos preparado e seguido o ponto de embarque que nos havia sido revelado por um certo contato vindo de Sylvie, mais precisamente um contato fornecido por seu próprio chefe, o qual aparentemente iria ser um dos responsáveis por uma estalagem ou bar que havia sido instalada na ilha. - Estamos adiantadas em quase uma hora e o navio pelo visto só vai chegar mais próximo do horário marcado, que tal darmos uma volta pela praia? - Questionava Sylvie, decidindo que aquela seria a melhor forma de ocupar nosso tempo sem que ficássemos ansiosas de mais com a espera, além de ser uma boa forma de manter vigilância pelo lugar em busca de possíveis problemas. Eu ainda não tinha uma boa ideia do que pretendia realmente fazer por lá ou como poderia ajudar a população. Quem sabe arranjasse espaço em algum comércio como Sylvie fazia, quem sabe eles fossem precisar de auxílio com outras áreas, só o tempo saberia dizer. E assim tentei realmente me distrair um pouco com Sylvie em nossa caminhada pela praia, podendo eu ver quando um navio surgiu em nosso campo de visão. - Espero que tenhamos tomado a atitude certa ao escolher vir até aqui e embarcar para a ilha. - Eu não confessaria tão fácil, se é que um dia realmente confessaria aquilo, porém estava realmente temerosa e ao mesmo tempo muito curiosa com como a ilha que tanto tinha investigado como auror quando tantos bruxos tinham sido sequestrados e para lá enviados.

Com a aproximação do navio, acabamos então não demorando muito para seguir até o mesmo. Mantendo certa pose séria e centrada quando então fomos revistadas e tivemos nossos documentos bruxos verificados antes de então sermos autorizadas a embarcar. Vindo eu a ter alguns olhares um tanto quanto estranhos na minha direção por parte de vípers que controlavam a entrada de bruxos e de uma boa quantidade de recursos para seriam levados para a ilha. - Seja o que Merlim quiser! - Suspirava pesado, apertando a mão de Sylvie junto a minha, buscando um bom lugar no navio para nos acomodarmos sem que fôssemos incomodadas. Passando a viagem, a demorar algumas horas até realmente chegarmos a Ilha de Mag Mell. Tendo o navio levantado ancora após poucas horas depois de termos embarcado, buscando não se demorar muito no cais junto a Ilha Skye. Saio dali.
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Audrey Sawyer McGrath
Sociedade Bruxa - Criança
Sociedade Bruxa - Criança
Audrey Sawyer McGrath


Perfil Bruxo
Escola/Casa:
Ano Escolar: Criança
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeQua 20 Maio 2020, 20:43


A visita a ilha de Skye foi uma surpresa incrível para a pequena Audrey, é claro que ela havia levado o Sr. Beauchamp, não havia mais nada que a pequena fizesse sem a presença de seu companheiro inseparável. O gato, para a surpresa dos pais, havia assumido uma atitude protetora como que se comunicasse com a garota, eles agora eram tão próximos que dificilmente alguém via um sem dar de cara com o outro. Mesmo que houvessem algumas malas ela não fazia ideia de onde estava ou do porquê, mas estava gostando de caminhar perto da água. A praia era fria nessa época do ano, Audrey usava galochas roxas enquanto corria pela areia escurecida e procurava conchinhas para brincar. — Veja Sr. Beauchamp, são tão bonitas. — Audrey exclamou ao encontrar uma concha que chamou muito a sua atenção, um sorriso largo se formara em seus lábios enquanto o gato se aproximava e os dois observavam os achados da pequena.




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Gaary Bürckle Zarek
Ex-ministerial
Ex-ministerial
Gaary Bürckle Zarek

Bicho-papão : Harriet e/ou seus filhos sendo torturados diante dele

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Beauxbatons (França)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Unicórnio, Videira, 32cm, Flexível.

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeDom 24 Maio 2020, 22:45

Apesar de ter flertado com o trabalho de cuidar de um dos negócios dos Zareks, eu acabei ouvindo sussurros sobre um movimento para recuperar o Ministério da Magia, o que fez com que eu me sentisse motivado a fazer e agir, o que me fez levantar do meu comodismo e me juntar a galera que estava se reunindo. O lado negativo disso tudo era ter que deixar Harriet e nossos filhos no meio do fogo cruzado, mas minha mulher tinha se empolgado de fazer o trabalho em um braço irmão do que era para ser o embrião do meu antigo trabalho. Levantei logo cedo, nas primeiras horas da manhã, e me troquei para a viagem, levava comigo uma mala com quase tudo que eu tinha nos Zareks por não saber quanto tempo ficaria de fora, para ser sincero. — Vamos nessa, amor. — Murmurei para minha amanda antes de roubar um beijo da figura sonolenta com quem eu planejava dividir a vida, rapidamente a loira se levantou e se trocou, devo admitir que ela havia precisado de muita lábia para me convencer a aceitar o que ela queria. — Eu cuido dos meninos, pode ir. — Comentei de modo carinhoso e, enquanto ela se aprontava, eu cuidei de arrumar os garotos, afinal era a última vez que eu teria os pequenos em tempo integral e por perto, a única coisa que Harriet não precisou me convencer de fazer com as palavras bonitas, meu coração de pai morria aos poucos por ficar longe deles. — Vamos encontrar a mamãe, dorminhocos. — Murmurei para os dois bebês dorminhocos, peguei a varinha e apontei para o horizonte e me concentrei. — Accio Carrinho de Bebê. — Lancei o feitiço e fiz o carrinho que estava do lado oposto do quarto, peguei primeiro Ethan, que era sempre o mais difícil de acomodar no carrinho e o coloquei no carrinho que já estava deitado em ambos os acentos, o que facilitou a minha vida, uma vez com o moreninho deitado no lado esquerdo do carrinho, eu peguei o outro, Scott sempre tinha aquele sono de pedra, então foi fácil acomodar ele. Com os dois bem presos nos carrinhos, segui em direção a suíte minha e de Harriet, então chegamos lá e a bela mulher estava pronta e plena, como se tivesse acordado horas antes.

[...] Depois do café, nós pegamos um carro para o centro de Cólofon de onde embarcamos para as Ilhas Skye. Ao longo do caminho eu não pude deixar que seria um momento difícil passar boa parte do meu tempo sem estar com ela depois de termos tanto contato nos últimos tempos, eu sentia um pequeno nós se formando no meu estômago. Eu sabia que logo mais as coisas se ajeitariam e a gente conseguiria resolver tudo como havíamos feito quando ela estava na Amazônia. Quando chegamos na Ilha eu segurei o carrinho pelo apoio e ajudei a carregar ao longo da praia. Nós paramos no píer próximo ao mar, era fácil se perder naquela paisagem, mas meu olhar recaiu sobre Harry. — Eu vou sentir muita falta de vocês... Você vai querer ficar lá quando eles liberarem? Assim vamos ter todos em segurança e você não vai passar sufoco. Até onde sei, o Alric vai estar lá também, algo como ter ouvido uns amigos ex-aurores sobre essa empreitada. — Comentei de forma casual, pois Harriet não costumava me ouvir falando de um gêmeo além de Gaspard, afinal Gaspard cresceu comigo e nós éramos carne e unha, tanto que no dia anterior foi difícil com todo o lance das despedidas e ainda havia Alex também, ela ainda era uma bebêzinha que tinha um pai que faria tudo por ela, disso não tinha um pingo de dúvida. Quando Harriet confirmou sobre ir para a ilha, senti um peso que nem sabia que existia sair dos meus ombros e isso me fez querer agarrar ela ali e fazer uma cena, mas eu me contive e me aproximei dela. Dei um breve beijo na mesma e suspirei pesado. — Obrigado por embarcar nessa loucura comigo. — Murmurei de modo carinhoso e logo ouvi a comoção a nossa volta, o navio havia chegado, abracei Harriet apertado e fiz um carinho no rosto dela com a mão direita. — Se cuide e... Nos vemos em breve. Eu te amo com todo meu coração. — Falei baixinho e em um tom bastante emocional, me despedi dos nossos filhos e respirei fundo, agora só me restava encarar o que viesse pela frente em Mag Mell e esperar para tê-los comigo novamente. Levava comigo a minha mala e vez ou outra olhava por cima do ombro para ver como eles estavam e, ao embarcar, eu tive certeza que contaria os dias para ter a família reunida novamente, Gaspard havia me prometido ajudar Harriet com os meninos enquanto eu estivesse fora e isso me acalmava bastante.


Gaary Alexander
Bürckle Zarek
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Katy Keller D'Amici
Ex-ministerial
Ex-ministerial
Katy Keller D'Amici

Patrono : Ovelha
Bicho-papão : Morte da Família

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Teixo, 30 cm, Elástica, Pena de Hipogrifo.

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeSeg 25 Maio 2020, 20:00


Ilha Skye

Desde o dia que tomei minha decisão, o tempo passou voando e tive que organizar as coisas em casa da melhor maneira possível. Decidi que Luca ficaria com meus familiares, afinal ele estava seguro em casa e apesar de Mag Mell ser um local seguro também, ele não teria toda a atenção e os cuidados que merece, sem falar que não teria os primos para se distrair, então não vi motivos para levá-lo. Eu não era a única da família que iria para a ilha, outros iriam, inclusive Alessa, que por conta de ser uma ótima medibruxa, poderia ajudar bastante. Eu iria tentar ajudar com os meus conhecimentos em criaturas mágicas e mais no que pudesse, infelizmente o que eu sabia de curandeirismo era o básico para me virar e cuidar dos meus filhos. Eu iria sentir muita saudade do meu filho e de minha família, mas eu queria que Luca crescesse em um mundo mágico melhor, e se eu pudesse fazer algo para melhorar seu futuro, então eu o faria.

Com uma pequena mala enfeitiçada pronta, despedi-me de quem ficaria em casa, e claro que a parte mais difícil foi Luca, que agarrou em minha perna durante um bom tempo e eu tive que ter uma boa conversa com ele. Na verdade eu já havia conversado, mas acho que só naquele momento que ele havia entendido realmente. Deixei minha casa em direção à Ilha Skye, que não era muito longe, era lá que pegaria um barco em direção à Mag Mell.

Ao chegar no local, encontrei vários outros bruxos que embarcariam e logo peguei uma fila onde teria que apresentar meus documentos mágicos. Notei também que a embarcação estava sendo abastecida com comida e diversos outros suprimentos. Assim que verificaram meus documentos e minha varinha, subi à bordo e logo encontrei alguns conhecidos que fui cumprimentar. Alguns minutos depois, senti o navio recolher sua âncora e começar a zarpar.

Saio do local.


by nay


Katy Blanche Keller D'Amici
mãe da athenodora, da scarlett e do luca
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Alan Moerbeeck Looren
Ex-ministerial
Ex-ministerial
Alan Moerbeeck Looren

Patrono : Cavalo Campolina

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Formado
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Choupo-Branco, 28cm, Flexível.

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeTer 26 Maio 2020, 23:32

Journey Into The Unknown
Não foi difícil descobrir sobre os navios. Aqueles que foram evacuados de Queerditch (Alan incluído nestes) tiveram o vislumbre do primeiro navio, aquele que foi utilizado para embarcar primeiro pessoas enfermas que estavam no Hospital Saint Mungus improvisado na Sede do Clube de Duelos da Grã-Bretanha. As demais pessoas logo foram informadas como poderiam acessar um próximo navio, os associados de Nyx quem tinham as informações. Muitos bruxos, temendo por não saberem mais para onde correr, foram logo no primeiro navio livre para todos os públicos (não somente enfermos e medibruxos em prioridade). Alan não poderia fazer isso. Não poderia simplesmente partir porque tinha família, pessoas das quais o homem se importava. Ainda sim, perguntou a um dos associados de Nyx, a contragosto (visto que não gostava de Nyx, muito menos da associação dela), sobre a possibilidade de ter mais navios em períodos futuros. O viper explicou a Alan que os navios sairiam de tempos em tempos, dando a informação de lugares e horários onde poderia encontrar associados de Nyx que estariam exclusivamente divulgando novos locais e horários onde navios fariam o deslocamento mais uma vez. Alan não gostava de estar seguindo tanto assim o plano dos vipers, mas neste momento eram eles quem estavam preservando a saúde e segurança dos bruxos. Mesmo não embarcando em um navio no dia em que Queerditch foi atacada, Alan ficou por vários dias pensando sobre ir ou não ir. O pensamentos de estar seguindo os vipers sempre cutucava-lhe a mente. Alan não concordava com Nyx, Alan sabia que Nyx era uma vilã, uma procurada. Alan tinha sido um auror, tinha visto várias fichas de procurados, tinha visto o número de crimes que Nyx fez e não acreditava um segundo sequer na lábia daquela mulher. Ela poderia enganar a muitos, mas não a Alan. Ela até podia mesmo querer favorecer os bruxos, mas sabia que ela eliminaria facilmente bruxos que estivessem no caminho do que ela quisesse. Ela não era heroína e nem chegava perto de uma anti-heroína também. Dias se passaram, até mesmo um mês. Agosto já estava ali e Alan ainda não tinha decidido.

Foi quando decidiu conversar com Évora a respeito. Foi uma conversa esclarecedora, ela lembrou a Alan como ambos tinham combinado de ficar de olho na Nyx quando ela estava como diretora de Hogwarts, Évora ficaria de olho dentro do castelo e Alan ficaria de olho fora do castelo. Era a mesma coisa, só que agora Alan ficaria de olho nos associados de Nyx dentro da ilha enquanto Évora ficaria de olho fora da ilha. De fato, era interessante e Alan sentia que deveria ter pensado nisso antes. Ele queria continuar investigando as coisas que Nyx andava fazendo, ele tinha que fazer isso, ficar por perto e espreitar. Alan precisava fazer alguma coisa para combater os vipers, mesmo que fosse apenas ficar de olho neles, já lhe era o suficiente para acreditar que estava somando ao mundo. Alan sabia que Évora não iria para a ilha naquele momento, ela tinha recebido comunicados de que os alunos de Hogwarts teriam aulas em Durmstrang. Ela não abandonaria os alunos nem a sua profissão. Aquele momento foi uma despedida, mas ambos se prometeram enviar notícias quando pudessem. Com a sua decisão feita e sabendo que Évora ficaria, Alan só tinha que falar com mais uma outra pessoa importante na sua vida, Alessa. Foi de encontro a mulher e explicou a ela o que pretendia fazer. Preteriam ir até a ilha onde muitos bruxos estavam indo, onde os vipers alegavam ser uma ilha desconhecida para os trouxas, um lugar seguro. Também contou a ela que as reais intenções de Alan em ir para tal ilha não era buscar a segurança que ofereciam, mas fazer parte do local e conseguir inteirar-se ao máximo no que os vipers estavam fazendo. Por fim, perguntou se Alessa gostaria de ir junto. Alan entenderia se ela não quisesse segui-lo, mas ela disse que iria. O sorriso de Alan foi de orelha a orelha ao ouvir isso e, nos dias seguintes, enquanto faziam os preparativos para a viagem, a mulher até falava sobre como poderia ajudar com seus conhecimentos de curanderismo as pessoas que lá estavam residindo. Também soltou algumas vezes que poderia cuidar de Alan caso ele precisasse, o que fez ele se sentir parte de uma dupla dinâmica por um momento. Era um pensamento divertido, Alan tinha se esquecido como muitas coisas podem se transformar em algum tipo de diversão. Quando Alan estava com Alessa, ele conseguia sentir-se muito mais vivido e contente.

Quando Alan e Alessa estavam prontos, Alan lembrou-se do que tinha aprendido lá depois da invasão de Queerditch. Onde e em qual horário achar um associado de Nyx para lhe falar sobre os próximos navios. Se Alan estava bem lembrado, encontraria um viper que estaria divulgando um novo horário de navio em Saint Ives, perto dos chalés de pedra, mais ou menos durante o horário de almoço. Com isso, Alan foi até tal local e, de fato, encontrou um viper. Alan só sabia que tal pessoa era um viper e que iria dar a informação por causa da descrição dada a ele quando perguntou ao viper da evacuação de Queerditch. Era um homem que aparentava ser um turista nos chalés de pedras e que estaria usando uma camiseta que ostentava a estampa de uma víbora (bem conveniente). Alan aproximou-se dele e pediu a informação com discrição, os dois começaram uma conversa como se fossem conhecidos e falaram sobre o próximo navio, seria no dia seguinte, no período da tarde, na Ilha Skye. O viper também orientou Alan a respeito de continuar com discrição quanto a informação, ela não poderia cair nos ouvidos dos inimigos. Alan até entendia isso e, de fato, apesar de ouvir alguns rumores sobre navios, eles sempre se extinguiam muito rápido e não tinha como verificar se era verdade até que o dia chegasse. Felizmente Alan sabia como falar diretamente com o viper que espalhava os boatos para as pessoas, o que lhe dava garantia de ter uma informação correta. Depois disso, no dia seguinte, Alan estava na Ilha Skye com Alessa. O homem observava o navio e, por um momento, hesitava se era mesmo a coisa certa a se fazer. No entanto, ao lembrar-se das conversas que tivera com a sua irmã, lembrou-se do porque estava indo para o destino que os vipers clamavam ser seguro. Estava decidido, iria com aquela navio para tal nova área. - As damas primeiro. - Sempre cavalheiro, Alan ofereceu a entrada para Alessa, subindo no navio logo atrás dela. Com isso, os dois se retiraram da Ilha Skye em busca de um destino ainda inexplorado por ambos.


Ilha Skye - Página 2 IBav0xR
Ilha Skye - Página 2 W0tgYoj
Alan Moerbeeck Looren
Ex-auror, ex-vice-ministro, ex-inominavel, ex-ministro do judiciario, atual conselheiro de Mag Mell (busca e disfarce)
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Ginny Z. Angst Pallas
Ex-ministerial
Ex-ministerial
Ginny Z. Angst Pallas

Patrono : Gato Turco do Lago de Van
Bicho-papão : Perder os filhos

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pinho, 28 cm, Quebradiça, Cabelo de Veela.

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeQui 28 Maio 2020, 03:44

Se me contassem alguns meses atrás, que estaria indo para uma ilha ironicamente chamada de “Mag Mell”, sem perspectiva alguma de tecnologia e civilização moderna, estando dando um tempo com Liz e na companhia de Agnes e Juliet, eu provavelmente teria chamado de maluco. Primeiro porque um lugar como o santuário, muito provavelmente teria que ser Liz a me puxar, segundo que eu jamais pensava que dividiria a empreitada com minha “ex-chefe” e minha melhor amiga. Entretanto, ali estávamos nós entrando na minha muito bem mantida ferrari, prontas para sairmos da região da casa de campo na Escócia para seguirmos para a Ilha Skye. A viagem era até que bem simples feita de modo trouxa: Eu havia saído com Juliet de Londres, seguido até ali buscar Agnes e então as três juntas seguíamos até um porto onde uma balsa levaria nós três e o carro para a ilha, onde assim supostamente estaria o navio que levaria todas para a tal Mag Mell. No que deveria admitir que, em um momento ou outra, havia me sentido tentada a perguntar se Agnes sabia – através claramente de sua irmã gêmea que já havia estado na ilha –, que tipo de instalações poderíamos esperar. Entretanto, vendo a mesma tão quieta durante a viagem tudo o que fazia era não incomodá-la muito, achando até mesmo certa graça no fundo, por atribuir sua quietude ao fato de que estava deixando a “meio-veela que é vampira” para trás. - Eu só sei que espero que ao menos camas adequadas existam, porque eu fico a cara do mal humor se fico muito tempo sem uma boa noite de sono. - Conversava com Juliet durante o caminho, me divertindo um pouco com a mesma enquanto fazíamos suposições sobre o que viríamos a encontrar na ilha. - Sim, vai ser bom conferir se todo mundo do hospital chegou inteiro na ilha, após o sufoco de Queerditch. - Comentava um pouco depois, fazendo uma certa careta ao me lembrar do ocorrido que, embora Agnes não houvesse presenciado, tinha gerado uma certa desaventura entre mim, Juliet e uma certa francesa crush alheio. […]

- A balsa demora um pouco pra chegar, vamos procurar o almoço? - Questionava minhas companhias após termos chego na costa da Escócia, tendo sido informada que a próxima balsa chegaria apenas em uma hora. No que ao ter ambas aceitando a proposta, não demorávamos a encontrar um restaurante interessante bem próximo, da onde teríamos visão para a balsa e com isso poderíamos voltar pro carro quanto avistássemos a mesma. De forma que se tratando de um lugar especializado em frutos do mar, eu não demorava a pedir uma caprichada salada de camarão, vendo as outras duas seguirem um caminho parecido. - Vou deixar a escolha do vinho por sua conta, Agnes. Confio bastante no seu bom gosto. - Dizia então para a morena, deixando que ela escolhesse nossa bebida, sabendo bem que ela saberia pedir algo não tão forte – já que estávamos em meio a uma viagem –, mas, ainda assim, gostoso o suficiente para acompanhar o que comíamos. No que me deixava aproveitar uma taça de vinho sem problemas, por como passaria provavelmente a próxima hora dento de uma balsa e não dirigindo, tendo tempo o suficiente para que o pouco resquício de álcool saísse de meu organismo. - Sabe, eu acho que você deveria aprender a dirigir. - Brincava com Juliet durante nosso almoço, pouco depois dos pratos chegarem junto com os molhos para que pudéssemos temperar as saladas. Tendo eu por sorrir de lado ao ouvir a resposta de minha ex-cunhada, antes de então prosseguir com minha refeição sempre de olho na região da balsa. Afinal de contas, ao vê-la chegar deveríamos ser rápidas para que entrássemos na fila o quanto antes, evitando assim ter que aguardar mais tempo ainda por uma próxima que, com certeza, apenas dali uma hora e alguma coisa. […]

Foi só apenas depois da viagem de balsa que havia durado quase duas horas, devido a como o “capitão” da balsa parecia navegar com dificuldade devido à presença perdida de algum navio da marinha, que finalmente voltávamos para dentro do carro. Podendo eu assim seguir em direção ao ponto combinado, um tanto quanto receosa com toda aquela empreitada após ter visto a presença militar trouxa. - Não estou dizendo que deveríamos desistir, mas sou só eu que não se sente muito bem vendo os militares tão próximos? - Questionava minhas companhias após termos nos afastado da balsa, seguindo de maneira calma para o ponto onde tínhamos sido informadas que deveríamos estar. De toda forma, a viagem seguia um pouco mais silenciosa durante o tempo gasto da região da balsa até o ponto de encontro, tendo eu por deixar o carro em uma região já previamente estipulada. Um lugar que sabia que ele ficaria bem cuidado até meu retorno para a civilização moderna, já que eu não deixaria meu carro em qualquer canto assim, principalmente considerando os ciúmes que tinha do mesmo e como Liz já havia o feito sofrer o suficiente anos atrás. Descendo do carro e deixando as outras duas mais livres, apenas ia até o porta-malas e retirava dali inicialmente a mochila de Agnes, a qual lhe entregava quando a mesma surgia em meu campo de visão, acenando de maneira cordial ao ouvi-la agradecer. - Disponha. - Dizia com toda minha boa educação, passando então a pegar a mochila de Juliet e repetir o gesto, antes de então pegar minha própria mala e fechar o porta-malas com cuidado e acionar o alarme. - Eu só espero que realmente fique bem protegido e cuidado, do contrário eu vou matar quem me arrumou isso. - Resmungava em voz alta a medida que nos afastávamos da região, não demorando muito a ver um grupo de conhecidos mais adiante. […] Foi com certa “alegria” que me encaminhava finalmente para o navio quando este aportava, estando sempre com minhas companhias enquanto éramos revisadas e, após provarmos nossas identidades embarcávamos finalmente rumo ao “desconhecido”.
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Samuel Campbell McCready
Ex-ministerial
Ex-ministerial
Samuel Campbell McCready

Bicho-papão : Clara

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Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeSex 29 Maio 2020, 03:35

A verdade era que desde que meu pai veio ao poder, o mundo mágico revezava entre a insanidade e uma paz bizarra, eu sabia que nada disso era um bom sinal bem antes dos ataques dos Vípers, mas após eles achei que as coisas acalmariam e não foi exatamente assim, pois os trouxas foram os que surtaram, então os Vípers se tornaram um ponto razoável da coisa. Tão razoável que agora eles começaram essa inciativa da qual só ouvi falar, até então, e agora estava tentando me infiltrar e fazer parte disso, eu me perguntava até que ponto esse conselho era uma salvação ou perdição para a sociedade em que eu vivia. Eu tinha planos de levar as meninas comigo, porém sabia com toda a certeza do meu coração que a versão rebelde de Íris dificilmente iria aceitar se prender em uma ilha comigo e a irmã, piorou uma isolada, só me restava pensar que logo mais teria Elle comigo naquele lugar estranho. Dei um beijo demorado na testa dela antes de partir para a ilha Skye, nós tínhamos passado a noite anterior todinha juntos, eu e ela, já que Íris andava me evitando por conta da invenção que tive de dar a ela uma proteção extra chamada Rony. Peguei um transporte até a Ilha Skye, na Escócia, pois era o local mais próximo da minha casa que eu sabia como chegar, além de saber que era parte da rota de transporte, tentei fazer tudo ao modo mais trouxa possível para que não suspeitassem de mim e eu me metesse em alguma enrascada. Claro que eu estava com a mão dentro do bolso da calça, onde eu segurava a minha varinha, sem duplos sentidos aqui, afinal precisava me assegurar caso algo errado acontecesse.

Quando me aproximei do píer, notei que havia mais alguém ali, mas devido a distância e a minha leve miopia, não consegui reconhecer ela antes de Brooke me saudar, abri um sorriso largo e me aproximei a passos mais apressados, tirando a mão no bolso para acenar de volta. — Brooke!!! — Retribui a saudação e acabei dando um breve cumprimento, ela foi a primeira a falar e eu dei uma risada divertida, certamente haviam forças maiores sempre nos unindo quando não esperávamos. — Acho que podemos chamar de destino... Porque estou aqui para ir para Mag Mell. Mas e você?! — Comentei de modo sereno, tendo o cuidado para não falar alto e nos ouvirem, o que eu não esperava era que ela fosse me dizer a mesma coisa, meu coração sentiu uma leve inquietação com aquela novidade, não era como se fôssemos parte do filme a Lagoa Azul ou sei lá o quê, mas dois encontros da forma como estava acontecendo só podiam ser uma conspiração maior do que nós, pois nós se quer comentamos que iríamos nos dispor a esse projeto que podia ou dar muito certo ou muito errado em nossas cartas e ali estávamos nós. — Vai ser meio complicado, mas acho que vamos conseguir algo bom, né? — Perguntei de maneira gentil e sorri de canto para ela, eu me divertia bastante com a possibilidade de ser o exato oposto do meu pai no que toca acontecimentos históricos. — Eu tenho certeza que Íris não vai querer vir, mas acho que dobro Elle com facilidade. — Comentei bem humorado e respirei fundo, eu era um pai cheio de problemas e com um ideal trouxa, porém nobre, porque eu estava quase arriscando o que restou da minha família em prol de um futuro melhor para as meninas e eu sabia disso, sabia do peso da minha decisão.


Com Brooke Nottingham Lewis


SAM MCCREADY
"BUT I CAN'T HELP, FALLING IN LOVE WITH YOU"
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Aloha Kosey Schrödinger
Resistência - Membro
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Aloha Kosey Schrödinger

Patrono : Albatroz-de-laysan
Bicho-papão : perder seu filho

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Rabo de Testrálio, Videira, 27cm, Flexível.

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeQua 03 Jun 2020, 03:45

The Beginning Of Something New
Embora não tenha sido evacuada junto aos demais no momento em que Queerditch estava sendo atacada, visto que eu quem precisei reportar o ataque e a presença de Nyx para Max, a chefe da resistência, eu pude ter um vislumbre nada agradável do que os trouxas causaram pelo local pouco tempo depois quando, com auxílio de uma colega de resistência, salvamos uma garotinha que havia se tornado órfã recentemente das garras de inferis e outra criatura invisível que ousou tentar nos atacar. Eram muitas informações ao mesmo tempo, uma chuva de situações as quais precisávamos lidar o mais rápido que conseguíamos, e, por isso, muitas vezes acabávamos sendo precipitados. Pelo menos eu era. Alguns dias se passaram desde minha última missão quando começamos a ficar sabendo de algumas informações sobre a evacuação que os vípers estavam providenciando de tempos em tempos para uma localidade livre da presença dos trouxas. Pelo que se era sabido, os enfermos e funcionários do Saint Mungus que saíram de Queerditch no dia do ataque foram os primeiros a serem levados para esse lugar secreto, enquanto os demais poderiam ter o mesmo "privilégio" de tempos em tempos, quando os navios atracassem na costa novamente. Sendo uma pessoa curiosa por natureza, não pude deixar de pensar nesse assunto em momento algum, era algo que alguns colegas comentavam e eu mesma não me via livre de escutar, por isso não foi difícil que algumas ideias piradas começassem a surgir em minha mentalidade um tanto quanto fértil. Para onde nosso povo estava indo, afinal de contas? Seria mesmo um lugar livre da presença de trouxas? Tantas coisas passavam pela minha cabeça que minha atenção havia sido voltada totalmente para isso.

Tendo noção de que se eu passasse muito tempo só nas ideias meu foco logo mudaria, tratei de ir atrás de respostas para meus questionamentos, não demorando muito a ter mais informações sobre e não me contentando absolutamente nada com elas. Aparentemente tudo o que dizia respeito a essa tal localidade era mesmo um segredo, a não ser o fato de que a ideia era mesmo ficar longe dos trouxas. Por quê Nyx estaria interessada em ajudar tanto os bruxos de forma a dar-lhes um local totalmente seguro? Era algo que ainda não se encaixava muito bem em minha mente, principalmente levando em conta o fato de ela mesma, junto aos seus cachorrinhos, ter causado destruição em diversas de nossas localidades e matado diversos bruxos. Quanto mais ouvia uns e outros conversando a respeito - sempre aqueles que haviam evacuado de Queerditch pelas chaves de portal disponibilizadas pelos vípers e que, consequentemente, viram os primeiros navios partindo -, mais eu tinha certeza de que algo de muito inusitado tinha em cima dessa história. Minha ideia inicial era a mais nobre possível. Queria descobrir o máximo de informações possíveis para fazer um relatório completo para Max do que havia descoberto. — Talvez eu descubra onde os navios estão sendo atracados e depois posso ir reportar... — Pensava comigo ao imaginar que essa talvez fosse a única informação que ainda não tinha comigo. O problema era: quem saberia me dizer onde os navios estavam atracando para buscar mais pessoas?

No fim das contas existiam pessoas que estavam a espera dos navios, e, depois de algum tempo de busca, acabei encontrando por elas. Agora me encontrava na costa da Ilha Skye, sentada e aguardando por qualquer sinal suspeito. O que quer que acontecesse naquele dia, eu presenciaria tudo. Era óbvio que parte de mim se aliviava com a questão de possivelmente existir um lugar onde os bruxos pudessem ficar em segurança, mas outra parte de mim insistia em pensar que tudo aquilo seria na verdade um grande problema. Se ao menos Nicolai estivesse por perto no momento em que resolvi seguir com essas ideias, ele poderia estar me ajudando e eu não estaria sozinha nessa. [...] Algumas horas se passaram e eu até já havia me alimentado quando um navio finalmente atracou. Haviam algumas pessoas começando a se aproximar dele e foi aí que tomei a liberdade de fazer o mesmo, observando como se não estivesse na verdade avaliando a situação. Dois dos bruxos com quem eu havia conversado recentemente começaram a embarcar e quando dei por mim, os estava imitando, caminhando assim para dentro do navio. — Ainda tem tempo, eu posso sair quando decidirem seguir viagem. — Acalmava meus próprios ânimos, inicialmente decidida a deixar o navio. O problema é que ainda existia aquela parte que não queria deixar o navio, queria descobrir do que se tratava o lugar, para onde os bruxos estariam sendo levados e o que essa nova localidade escondia. Fiquei tempo suficiente no navio para me convencer de que deveria seguir viagem com os demais, afinal, seria bom alguém da resistência no meio dos demais para conhecer o terreno, não? A gente já começava a deixar a costa quando me dei conta disso, mas não me arrependia da decisão tomada de última hora. Vamos ver o que nos aguarda nesse novo lugar...
...almost ready for a new adventure


Aloha Demetria Kosey Schrödinger
chefe do conselho de busca e disfarce | ex-chefe do departamento de execução das leis da magia
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Arícia Felipa Rathbone
Fantasmas
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Arícia Felipa Rathbone


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Escola/Casa: Não possui
Ano Escolar: Criança
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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeSex 05 Jun 2020, 13:39

Para sempre

Quando tudo parece sem saída o desespero dá lugar a desesperança, era como a fantasma sentia-se depois de meses sobre julgo de Tereza. A cada dia uma fúria crescia dentro dela como se pudesse explodir de raiva, um mal estar por tudo e todos. Era visível que nossa fantasminha camarada estivesse a ponto de virar um fantasma maligno, isso parecia não ser o que Tereza queria, mas era o que iria conseguir com toda aquela história de prender. O ritual estava enfraquecendo a medida que Arícia ficava mais raivosa, parecia ser a única saída para ela, se tornar mal para ser livre. Não era o melhor final, mas era algo.


is this the real life?
is this just fantasy?
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Scar Smethwyck-Harle
Corvinal
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Scar Smethwyck-Harle

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Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 2° Ano
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeTer 09 Jun 2020, 01:14

Packing
"Odeio fazer as malas", terminei de dobrar a blusa e guardar ela dentro do balão, já havia feito isso no mínimo umas 100 vezes, só podia esperar que Skye estivesse odiando tanto, quanto eu essa história de mudança. Voltei para o armário e tirei de lá mais algumas roupas, jogando todas no chão enquanto me sentava no meio da pilha e ia trabalhando em peça por peça, odiando cada segundo, principalmente pela quantidade de pensamentos que passavam na minha mente. Eu estava fazendo certo, nós estávamos fazendo isso certo? Será que eu devia ficar? Ir embora? Nossos pais estavam tomando uma decisão racional aqui? Soltei um suspiro segurando o choro, não tinha quaisquer respostas, mas de uma coisa eu tinha certeza: logo tudo ficaria claro como o dia.

[postagem atemporal]




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Reign Tønnesen Sondheim
Lufa-Lufa
Lufa-Lufa
Reign Tønnesen Sondheim


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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 3º Ano
Varinha: Pelo de Rabo de Cérbero, Aveleira, 28 cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeQui 11 Jun 2020, 10:19

The shadow is my best friend
Reign amava o sol e seus fortes raios. Sim, estranho que um mini meio-vampiro adorasse tanto algo que lhe faz mal e que nunca poderia ter. Não julgo, afinal, os seres humanos num geral são assim, adoram aquilo que nunca poderão ter. Por mais que Reign amasse ser diferente dos outros, a única coisa que ele sentia inveja de uma pessoa normal é que elas podem se expor ao raios ultra-violetas sem serem queimados por tal. — Não se pode ter tudo. — Sussurrou baixinho enquanto colocava o óculos de sol no rosto e encolhia as pernas para ficar completamente coberto pela sombra. Por mais que houvessem essas adversidades, ele estava ali, com a pessoa que mais ama no mundo, sua mãe. Eles costumavam fazer esse passeio sempre que podiam e como o mundo está em chamas, eles resolveram espairecer um pouco e irem aproveitar a companhia um do outro mais uma vez. Enquanto Reign contemplava a paisagem natural da margem do rio com uma cachoeira logo a sua frente, Indie estava exposta ao sol, um tanto quanto perto dele, observando a paisagem também. Em um dado momento, sua mãe perguntara se Reign gostava do lugar, e para falar a verdade, ele nunca havia pensado sobre o assunto. — Por que essa pergunta agora? — Rebateu com o tom de voz um pouco alterado. Com aquela pergunta, Indie fez com que seu filho fizesse uma reflexão antes de respondê-la. O jovem mestiço crescera ali, naquele lugar quente, e por mais que sentisse suas raízes presas ao local, no fundo ele estava infeliz por não poder andar sem se preocupar em morrer queimado. Por se tratar de uma ilha, o clima do lugar não era tão adequado para um meio-vampiro, mas depois de tantos anos vivendo e se adaptando, Reign havia ignorado o fato que aquela prisão fazia-o mal. Vendo o outro lado da moeda, ele não queria ser egoísta e pedir pra mudar de casa, até por que não se tratava apenas dele, já que Indie tinha uma história com o local.

O garoto pensou bem antes de responder, colocando todas as medidas na balança, mas não demorando muito para chegar à conclusão que se sua mãe se preocupava com o bem-estar dele, o garoto tinha que ser recíproco e fazer o mesmo por ela. — Gostar é uma palavra muito forte… — Tentou não ser rude com a resposta. — Eu me acostumei com esse lugar, mesmo tendo inúmeras limitações. E sim, tudo no sol me incomoda. — Reign esboçou um sorriso ao fazer a piadinha no final da frase. — Porém, eu vou para o meu terceiro ano e as escolas que eu costumo estudar são frias e o sol não aparece muito. Então, por mais que eu não ame esse lugar, eu sei que você ama e que significa muito pra você. — Finalizou com a voz um pouco mais alta. — E outra, eu só venho pra cá nas férias… — Deu de ombros. Por mais que fosse novinho, Reign não era burro, ele sabia que sua mãe estava com medo e preocupada com o que poderia acontecer com ele. Por fim, Indie afirmara que nada disso precisaria ser feito se ele não quisesse. — Ótimo. Não quero. Quem sabe depois que eu me formar? — Questionou de forma retórica. A bruxa voltou a observar a cachoeira enquanto o silêncio havia se instaurado novamente. — Tudo vai ficar bem. — Afirmou de forma rápida, abrindo outro diálogo imediatamente, sem dar brecha para que sua mãe respondesse aquela frase. — Eu gostei de Durmstrang, por mais que os alunos de lá sejam uns otários, a instituição em si é bacana. Porém, nada é melhor que Hogwarts. — Suspirou ao lembrar da sua Escola, que neste momento está nas mãos do Exército britânico. Ao comentar aquilo, outra pergunta surgira em sua mente e ele se viu na obrigação de questionar alguém mais experiente. — Falando em Hogwarts, nunca vou entender por que o Chapéu me colocou na Lufa-lufa. Pensei que eu iria para Sonserina, ou até mesmo a Grifinória. Você tem todas as características de lá, mas eu? Olha pra mim. — Bufou, esperando que a mãe explanasse um motivo plausível para tal escolha do objeto bruxo.
Com Indie Bocholtz Sondheim (Mamãe)
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Alessa Azalee

Alessa Azalee


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Ano Escolar: 1° Ano
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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeSex 19 Jun 2020, 10:43



Ela estava esperando fazia um tempo, não podia deixar de falar com aquele último informante porque tinha vindo de muito longe para um país que odiava. A mulher olhava com raiva para a pessoa que se aproximava dela, logo estendeu a mão para pegar o envelope que trazia. Ali dentro estava o dinheiro que tanto queria receber, não era uma grande quantia porque era em dinheiro trouxa uma de suas exigências. – Não pense que gosto de atrasos, não venha me cobrar nada quando eu atrasar. Outra coisa, o próximo carregamento chega em sete dias, as fronteiras têm ficado perigosas. Caso queira algo novo e poderoso deve encomendar agora, não posso garantir que continuaremos nesse país. As burocracias desse país estão me dando dor de cabeça! – Ela falou, Alessa gerenciava um dos negócios de contrabando de itens raros provenientes de criaturas mágicas, especialmente da Africa e Oceania para a Europa. Em seguida aparatou dali.

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Madeline White Copper
Corvinal
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Madeline White Copper


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Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeSex 19 Jun 2020, 14:18

Iria fazer uma viagem junto as minhas amigas, estava feliz, e ao mesmo tempo ansiosa.

[...]

Concerteza, uma das piores coisas de se fazer em uma viagem, é arrumar as malas. Sem dúvidas, isso era cansativo. - Vamos?! - Disse, e em um passe de mágica, já estávamos fora, na Ilha Skye.

Postagem pequena, problemas pessoais.

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Seraphina Grin. Salvatore
Sonserina
Sonserina
Seraphina Grin. Salvatore

Bicho-papão : Aviões

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Ano Escolar: 4º Ano
Varinha: Pluma de Basilisco, Carvalho Inglês, 27 cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeTer 30 Jun 2020, 22:02

    O fim do ano letivo finalmente tinha chegado e com ele podia respirar novamente, o peso e pressão de estudar e passar de ano tinha saído de seus ombros e agora tudo estava mais leve, ou pelo menos quase tudo, Hogwarts ainda estava destruída, guerras ainda aconteciam e ainda tinha ele. Seraphina suspirou e seus ombros se mexeram impacientes pelo movimento, pelo menos estava na companhia agradável de seu progenitor. Sentira falta dele durante os meses longe, em outro país. Sabia que Khalil tinha ficado preocupado, assim como ela também, mas agora estavam juntos e era o que importava. Afinal, não suportaria perdê-lo também. Agarrou firme os dedos do mais velho e juntos caminhavam pelas pedras íngremes em direção ao lago, um dava apoio ao outro para não derrapar e acabar se machucando. O vento era gelado, mas ambos estavam aquecidos pelos casacos grossos e pelo sol tímido. Ao chegarem perto do lago, sentaram-se de frente para ele e aproveitaram do silêncio durante um tempinho. Era um silêncio confortável e comum entre ambos, já que eram pessoas de poucas palavras. Ela tinha o puxado no fim das contas.

    Entretanto, Seraphina sabia que ele queria lhe perguntar várias coisas, coisas das quais ela não estava pronta para conversar, como por exemplo o fato dela ter sido “pega” dentro da área da piscina, área na qual era restrita para alunos, e ainda por cima com um menino. Claro que na hora ela achou que ninguém os tinha visto, doce engano. Khalil foi notificado sobre isso semanas mais tarde. Então ela adiantou-se para escapar antes que o interrogatório começasse. — Vou dar um mergulho. - Levantou-se e tirou o casaco grande e o par de tênis juntos da meia. O lago estava há poucos metros, então ela se jogou na água antes mesmo do pai poder retrucar ou impedi-la, embora ela soubesse que ele não faria isso, porque ele gostava de ver a filha abraçando sua verdadeira natureza.

    No começo, a água estava tão fria e cortante como os ventos e neve que cercavam Durmstrang, mas por conta de sua condição, seu corpo rapidamente se adequou a temperatura e ela já não lhe incomodava mais, assim como o oxigênio que faltava nos pulmões, com o surgimento das guelras na região do pescoço, ela podia respirar normalmente dentro d’água, como um peixinho. Não gostava de entrar na água com roupas pois sentia-se limitadas com elas, mas na ocasião não tinha muita escolha, então deslizou pela água aceitando que contentaria-se com aquilo. O lago era grande e havia uma diversidade grande de vida ali dentro, provavelmente teria mais para o fundo, porém ela optou por não se afastar muito da costa. Nadou livremente, para lá e pra cá, desviando dos cardumes ou simplesmente parando para os observar. Ali dentro da água tudo mudava, absolutamente tudo. Era como se fosse outra Seraphina ali, não a simples e chata Seraphina, mas Seraphina Saron, filha de Arista Arsenaut, meia-sereiana. E ela, por sua vez, descendente de um também, da espécie Selkie. Ah, como sentia falta de sua avó. Tudo que mais queria era vê-la novamente, mas como fazer isso depois de tudo? Era covarde demais para isso.

    Disposta a esquecer o passado pelas próximas horas, Seraphina deleitou-se mais um pouquinho daquela sensação gostosa e de “estar em casa”, colheu algumas plantas marinhas que serviam para poções simples, e até mesmo recolheu o pouco do lixo que achou na água, não gostava de ver aquele ambiente poluído, pois prejudicava muito o ecossistema local. Ao fim, voltou para a superfície e quando o pai a avistou segurando uma série de coisas, levantou correndo para ajudá-la. — Você não muda mesmo, peixinho. - Ele sorriu e usou a varinha para se livrar daquele lixo enquanto ela usava a sua própria para se secar. — Lixo não é legal em nenhum lugar. - Ignorou o apelido de infância e quando sentiu-se seca o suficiente calçou as meias e o tênis e vestiu o casaco novamente, voltando a sentar na pedra que ficava de frente para o lago. — Então, pode falar, eu sei que você quer. - Suspirou novamente e respondeu todas as perguntas com calma. Após algumas horas, saíram dali e ambos voltaram para casa.


    post atemporal.




Seraphina
In a land of gods and monsters I was an angel living in the garden of evil.

「R」
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Annelise C. Habsburg
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
Annelise C. Habsburg

Patrono : Cobra da Morte

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Formado
Varinha: Jacarandá, 28cm, Inflexível, Cerda de Acromântula.

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeSab 01 Ago 2020, 16:21


A lua cheia no céu brilhava e banhava tudo com o seu esplendor prateado, levemente pálido, a claridade era enorme a criatura uivava para ela, deixando a sua presença clara. Todas as criaturas da floresta corriam para longe frente a presença da criatura que ali era o maior e mais perigoso predador daquela noite de lua cheia. Não havia briga, havia uma caçada às vezes divertida e às vezes muito fácil, com um belo banquete no final. Não era exatamente o que a criatura buscava mas mesmo assim era algo para lhe satisfazer, satisfazer a sua sede de sangue. Tudo corria em seu ciclo natural, a criatura perseguia um felino de porte médio para pequeno, analisando os seus movimentos, até que o uivo cortou a noite e espantou a sua caça. As orelhas se ergueram, prestando atenção ao som que não havia sido proferida pela criatura, a cabeça se ergueu com o focinho farejando o ar em busca de qualquer coisa. Seguir o som parecia ser a melhor opção e foi isso o que foi feito a seguir. [...]

Abri os olhos e me deparei com uma pequena cabana na minha área de visão, eu estava deitada sob a relva, com muitas folhas espalhadas ao meu redor, o que fazia parecer que uma bagunça havia sido feita naquele espaço, não estava em seu estado natural. Me levantei com certa dificuldade, da mesma maneira que tinha sido feita em todas as minhas manhãs pós transformação, com o corpo dolorido e cheio de hematomas. Dessa vez pelo menos não haviam machucados. Optei por seguir até a cabana, como sempre eu queria ver o nível de estrago que eu tinha causado, principalmente saber se eu tinha encontrado alguém. Quando entrei encontrei uma pilha de roupas, pareciam velhas e abandonadas, mesmo assim consegui me vestir com uma camisa comprida que serviu quase como um vestido, era um bom avanço. Ao caminhar, apenas dois passos foram dados, eu me deparei com um corpo no chão. Fiquei enjoada na mesma hora, parecia uma jovem garota, eu não via sangue, mas isso não queria dizer que eu não tivesse atacado ela durante a noite. O grito ecoou da minha boca quando ela se mexeu, eu esperava por qualquer coisa menos por aquilo.

Quando ela estava acordada e se sentou eu pude notar que ela estava meio perdida mas ainda assim não estava assustada. Isso significava um bocado de coisas, assim como o fato dela estar nua, com hematomas e tão desgrenhada quanto eu. Busquei na pilha de roupas algo que ela pudesse vestir, assim como eu tinha feito, e encontrei outra camisa grande o suficiente para ela. Joguei a camisa para a jovem que se vestiu antes de se levantar. — Eu sei o que você é e você sabe o que eu sou. — Falei, cortando o silêncio entre nós, não tinha motivos para enrolar com aquilo, os sinais assim como todas as evidências estavam na cara para nós duas. — Eu sou Annelise. Todo mundo me chama de Lisy. — Falei na intenção de amenizar as coisas, afinal de contas ela tinha ficado em silêncio após a minha primeira frase de exposição. Ela seria a segunda licantropa que eu encontraria desde a minha transformação no quinto ano, quando eu fui mordida por alguém que eu conhecia mas não sabia o que ele era. Eu não tinha ódio dele, como poderia? Ele não estava a frente das suas atitudes, ele só fez o que o instinto da maldição o obrigou a fazer. Se não fossemos marginalizados talvez aquilo tivesse um teor completamente diferente.




 
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Annelise Campbell Habsburg, ou Lisy. Formada com Grade de comunicação e Ministerial, Herdeira e Sonserina.  é Licantropa, mimada, rude e autoritária. atualmente trabalha no Profeta Diário
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Indie Bocholtz Sondheim
Sociedade Bruxa - Adulto
Sociedade Bruxa - Adulto
Indie Bocholtz Sondheim

Bicho-papão : O pai de Reign

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Unicórnio, Carvalho Inglês, 28 cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeTer 04 Ago 2020, 03:19

Conversations and Concerns

Mesmo que Reign apresentasse pouquíssima idade, era natural para Indie conversar com o filho quase de igual para igual, mesmo que ambos soubessem que aquilo não tiraria o respeito que ele precisaria ter com a mãe. Ouvir a explicação do garoto após ser questionado sobre gostar de morar ali era uma coisa boa, mesmo que vez ou outra se surpreendesse com a maneira madura que ele encarava toda aquela situação. Para ele, mesmo que tudo no sol o incomodasse, ele não se importaria em continuar vivendo ali justamente porque Indie amava o local e ele próprio quase não passasse tempo por lá. — Mas durante as férias você precisa aproveitar... O verão aqui pode não ser o mais quente dos sete continentes, mas ainda sim é quente. Que tal planejarmos uma viagem nos períodos mais quentes do verão? — Questionava de maneira animada, como se tivesse acabado de ter aquela ideia. — Assim você pode curtir mais a época de férias! — Seria uma conclusão excelente, principalmente se Reign topasse. Já sobre a ideia de mudar para outro lugar, Indie acabou se dando por vencida e mencionado que só estava mencionando, mas que nada precisaria ser feito, o que foi rebatido por Reign como se achasse muito bom que a mudança não precisasse acontecer. A mulher sorriu para o filho, aproximando-se mais um pouco dele, que se mantinha na sombra. Por mais que não falasse sobre isso em voz alta, era normal que se preocupasse com toda a situação atual e como isso atingiria sua família, principalmente o filho.

Talvez, como se tivesse adivinhado os pensamentos que corriam pela mente da mãe, Reign quebrou o silêncio ao mencionar fato de que tudo ficaria bem, seguindo com a conversa ao dizer que havia gostado de Durmstrang. Indie virou o rosto para o filho ao se surpreender com aquela informação, arqueando a sobrancelha ao notar que ele chamava as pessoas do instituto de "otárias" e depois dizer que ainda assim Hogwarts era melhor. — Hogwarts sempre será a melhor escola! — Concordou com o garoto, abrindo um sorriso ao defender o lugar onde também fora ensinada. Ela sentia muito orgulho de ter estudado ali e torcia muito para que as coisas voltassem ao normal e os alunos pudessem retornar ao castelo. Ninguém deveria ser privado de estudar na melhor escola de magia e bruxaria já existente. Enquanto viajava em pensamentos nostálgicos, ouviu um comentário a respeito do Chapéu Seletor e o fato de ela ter características lufanas enquanto Reign aparentemente não. Prendeu uma risadinha ao ouvir aquilo, principalmente ao ver o garoto se imaginar como grifinório ou sonserino. — Primeiro, o Chapéu Seletor nunca, nunca erra. — Resolveu deixar aquilo muito bem dito, uma vez que acreditava nisso com veemência. — Segundo, prezar pelo bem estar do outro ao invés do próprio e argumentar de maneira a fazer o que é justo e não necessariamente o que é certo, são atitudes de um lufano. — Levou sua mão até o rosto do filho e alisou delicadamente sua bochecha. Talvez ele não compreendesse o que Indie estava tentando dizer, por isso ela apenas sorriu naquele primeiro momento.

OFF: com Reign Tønnesen Sondheim
badger


Indie Bocholtz Sondheim
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Calliope Nikaule Selassie
Corvinal
Corvinal
Calliope Nikaule Selassie

Bicho-papão : Atacar alguém.

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: 5º Ano
Varinha: Cabelo de Veela, Macieira, 28cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ilha Skye - Página 2 I_icon_minitimeQua 05 Ago 2020, 23:43

    A corvina seguiu o mesmo rito que fazia antes de suas transformações, agora se encontrava sentada encarando o céu por meio das frestas das copas de árvores. Seus músculos estavam tensos demais o que indicava que estava bem próximo de fera presa dentro dela tomar conta e ficar livre por mais uma noite. Quando a lua já brilhava intensamente no céu, não podendo mais ser ignorada, a garota apenas se deixou levar pelas dores da transformação que depois de tanto tempo não se aliviara nada; assim que se encontrava liberto do corpo em que era obrigado a se prender, a criatura levantou-se ficando nas patas traseira e saudou a lua com um uivo alto que acalmou os sons arredores, estes já sabendo que era uma noite um tanto perigosa para ficar por perto. Comparada as outras noites de lua, a fera se encontrava mais calma e, por isso, não se entregou logo à uma caçada. Tratou de estudar brevemente o território em uma corrida e parando apenas quando achou ser suficiente. Após isso, tratou de se aquietar para que pudesse analisar os outros sons por perto, procurando por uma presa fácil que não fizesse a criatura gastar suas energias caçando-a.

    Assim que se satisfez com o primeiro coelho que encontrou distraído por ali, a criatura voltou a correr parando apenas quando chegou em uma espécie de clareira que agora se encontrava totalmente iluminada pela lua. A fera logo tratou de saudar a mesma com um uivo alto novamente. A noite só havia começado.
    [...] A garota respirava devagar em um sono leve, sentia os poucos raios de sol adentrar desconfortavelmente por suas pálpebras tornando mais difícil de continuar naquela posição, então se mexeu levemente tentando desviar da claridade. Todo o sono que tinha se esvaiu assim que alguém próximo a ela gritou fazendo com que acordasse e se sentasse imediatamente, se perguntando mentalmente o que raios estava acontecendo até que tomou consciência de que estava nua e no meio de uma cabana, após passar por mais uma noite de transformação. Ignorou as reclamações de dor que seu corpo lhe dava e encarou a mulher em sua frente, analisando a brevemente e pensando no que diria caso a mesma começasse a lhe fazer perguntas sobre o que estava fazendo ali e naquela situação. Foi fazendo essa análise que notou que a mulher não parecia estar em uma situação diferente da dela.

    Observou a outra revirar uma pilha de roupa e logo depois jogou uma camiseta velha para a corvina que vestiu rapidamente. A garota levantou as sobrancelhas numa expressão surpresa pelo modo em a mulher fora direta ao dizer que ambas sabiam o que eram. Direta demais, pensou olhando atentamente para ela que se apresentou como Annelise. — Sou Calliope. Falou em um tom baixo depois de alguns segundos em silêncio. Não sabia como agir em uma situação como aquelas. — Há quanto tempo você foi mordida? — Indagou e mordeu o lábio inferior esperando não estar sendo muito invasiva, mas estava curiosa pois Annelise era a primeira licantropa que conhecia.


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girls go to heaven
but bad girls
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