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 Ilha Skye

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
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Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

MensagemAssunto: Ilha Skye   Qui 12 Jan - 22:52

Ilha Skye

Escócia



A Ilha de Skye, habitualmente conhecida simplesmente pelo nome de Skye, é a maior e a mais setentrional das ilhas do arquipélago das Hébridas, na Escócia. O seu nome vem do norueguês antigo Skið = "ski", uma alteração da palavra picta original que, nas fontes romanas, era mencionada como Scitis (Cosmografia de Ravenna) e Scetis (no mapa de Ptolomeu). Em certas lendas, é comum associarem a ilha à figura lendária de Scáthach. A ilha caracteriza-se por uma paisagem agreste, com muito pouca vegetação comparativamente à Escócia continental. A população da ilha não é muito numerosa, vivendo pela maior parte da criação de gado. A ilha está ligada ao resto do país pela ponte de Skye, bem como pelas linhas de ferries a partir de Armadale até Mallaig, e de Kylerhea a Glenelg.

Fonte: Wikipédia



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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Bernardo Gael Rathbone
Servidores do Ministério da Magia
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Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Rabo de Testrálio, Ébano, 30cm, Rígida.

MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Sab 28 Out - 23:32

Conversas e Sussurros
Um hora no escuro


Depois da conversa que teve com John, Bernardo andava mais cauteloso consigo mesmo e com sua família. Com o parlamento ainda cobrando resposta, o Barão teve que deixar seus negócios nas mãos de sua irmã Anne, com muito pesar no coração. Anne nunca foi muito boa com negócios, mas ele sabia que do seu jeito ela dava conta, então partiu para resolver do seu jeito aquelas questões. Havia alguma coisa causando distúrbios na proximidade de Highland que deixava os trouxas nervosos, Bernardo sabia que aquilo era um risco tanto para a sociedade bruxa quanto para sua própria família, ele tinha um grande segredo a ser preservado. Bernardo precisou se desfazer de seus guardas costas, roupas finas e olhar presunçoso para continuar suas investigações na ilha Skye, que tinha uma população pequena enfrentando problemas com os gados. 

Aparatou no local e olhou para os lados, não havia ninguém a vista quando chegou na praia, ele mantinha sua varinha bem perto, por alguma razão ele sentia algo, não era uma sensação confortável. Depois de tantos anos, os instintos do homem tornaram-se mais apurados para saber que algo estava muito errado naquela região, e nem demorou tanto tempo assim para notar. Perto da encosta uma massa de terra tinha sido mexida, não era algo natural ou que animais daquela região fariam. – Definitivamente tem algo de errado! – Ponderou Bernardo voltando a andar até chegar a comunidade. O dia ele passou pelas lojinhas da cidade, escutando pequenas conversas e boatos que o deixaram um pouco preocupados, entrou no bar ao entardecer, o mesmo estava cheio de pequenos fazendeiros. O homem caminhou e sentou-se perto do balcão, pediu cerveja, pois era a bebida que notou que mais pediam e não queria chamar muita atenção. 

Enquanto o homem escutava tinha mais certeza que se tratava de algo do mundo bruxo interferindo ali, e não apenas ali, por toda a costa da Escócia, algo se movia pelas sombras. Postes na pequena estrada foram explodidos, animais assustados e as pegadas sugeriam uma espécie de urso pardo grande, ou algo do gênero. Bernardo sabia que deveria contatar logo alguém do ministério da magia. O homem nem percebeu que do lado de fora uma estranha criatura, que não pertencia a região, passeava assustada depois de fugir de seu cativeiro. O Erumpete tocou novamente em um poste de luz, e inocentemente provocou sua ruptura, a explosão fez todos dentro do bar se jogarem ao chão, isso incluía o Barão Rathbone. As luzes foram embora, e a terra parecia tremer, ou era apenas os batimentos cardíacos das pessoas, algumas pessoas correram para fora em busca de seus filhos. Bernardo levantou-se e caminhou para fora do estabelecimento, a luz do dia findava quando notou que a corrosão do poste fora feito por uma espécie de ácido. – Criatura! – Luzes de archotes e lanternas foram aparecendo na ruazinha, nenhum deles viu a criatura que corria para longe. 

Bernardo foi se afastando lentamente do lugar, para detrás de um das últimas casas da rua, todos os trouxas buscavam informações na rua. Nenhum olho estava sobre o homem que tirou de sua veste um globo que tinha uma luz fosca em tons esverdeados. – Anne? – Aquele era um dispositivo de comunicação que sua sobrinha Fairy criou, funcionava como um celular bruxo, era mais seguro e funcionava em lugares bruxos como Hogwarts perfeitamente. – Anne? – Ganhou mais uma vez até a imagem desfocada da mulher aparecer no globo. Por alguma razão ele sentiu que deveria ligar para a irmã, talvez alertar que eram criaturas que rondavam aquela região, para de alguma forma ela ficar alerta no Castelo. – Repete por favor! – A mulher falava de um jeito rápido e urgente que deixava o homem mais nervoso. – Anne! São criaturas que estão atormentando os trouxas, não bruxos diretamente, precise ter cuidado... o que disse? – A comunicação não estava muito boa, mas ele entendeu as últimas palavras dela. 

Vicenzo Bertolini estava morto! Parecia que as peças estavam se encaixando finalmente. – Tenha cuidado! – Foi tudo que ele falou para a mulher quando tornou a guardar o globo. Aquele nome era muito famoso, um bruxo contrabandista que tinha cruzado o caminho do barão e seus negócios pelo menos duas vezes. – Estão atrás de seus animais desgraçado, nem morto nos dar sossego! – Bufou o homem olhando para o céu, toda aquela confusão deveria ser pelos animais do homem, o mundo bruxo parecia estar em perigo novamente. Bernardo passou a mão pelos cabelos loiros pensando na melhor solução, pegou seu celular e mandou uma mensagem para John, e outra para seus guarda costas. Ele iria caçar um Erumpent. Saiu dali. 


Quando você ama alguém, você não tem uma escolha
Prefiro pensar que sou mentiroso de um jeito inteiramente meu
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Anne K. Rathbone
Sociedade Bruxa - Adulto
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Bicho-papão : Envelhecer

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Cerda de Fada Mordente, Carvalho Inglês, 27cm, Maleável.

MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Seg 30 Out - 8:41

[Castelo Rathbone] 
Anne não estava nem um pouco feliz com as viagens que o irmão andava fazendo ultimamente. Ela, no entanto, quase nunca reclamava na presença dele, todavia, quando estava sozinha, sentia vontade de chorar, não pelo fato de tomar conta da empresa, isso era o de menos. Sua letargia se devia ao fato de que cada vez mais os contrabandistas de poções chegavam próximo de suas filhas, ela temia o pior, isso era o único mal irremediável em sua vida. Desde que Bergan viajara há dias atrás, Anne vinha administrando todos os assuntos da família, inclusive, o baronato pertencente ao irmão, mesmo que de forma indireta, estava sob sua jurisdição. – Preciso relaxar um pouco. – seguiu em direção ao banheiro, tomando um rápido banho, em seguida, foi para seu quarto. Passou uma máscara de pepino sobre o rosto, apenas com o intuito de livra-se das rugas que se mostravam cada vez mais evidentes em sua face. Bergan estava resolvendo assuntos importantes na ilha de Syke. Ataques estranhos estavam acontecendo no lugar, de modo que, sem mais delongas, Bergan partiu para lá, a fim de solucionar todas as intercorrências.

Sentou-se na poltrona de seu quarto, apenas com a finalidade de deixar a máscara secar, dessa forma, fechou os olhos e descansou. Anne pensava nas três filhas enclausuradas nos estudos em Hogwarts. A escola era extremamente importante, contudo, no momento queria vê-las na sua frente, abraça-las e nunca mais deixar que saíssem de sua proteção. Dado momento, sua atenção é chamada com o chiado da pequena bola cristalina depositada em cima da cômoda. Anne se levanta e pega o objeto, olhando-o com atenção. Graças a Fairy, agora boa parte dos membros da família possuíam aquele estranho objeto, que possibilitava uma rede de comunicação extensa, funcionando com os celulares trouxas. – Fairy é mesmo um gênio. – sorriu. Bergan estava se comunicando, por isso, Anne achou por bem informá-lo sobre tudo o que estava acontecendo, inclusive, a morte de um importante contrabandista de criaturas mágicas. – Bergan... – o contato estava extremamente difícil, a imagem do barão era reproduzida na esfera totalmente desfocada. – Bergan. – quando conseguiu manter um contato, um pouco melhor que os anteriores, disparou. – Vincenzo Bertolini morreu, um dos maiores contrabandistas de criaturas mágicas. – disse muito rapidamente, em vista que o contato não estava muito bom. – Eu disse: Vincenzo Bertolini está morto. – repetiu mais uma vez, após ele dizer que os problemas na Ilha de Syke eram causados por criaturas mágicas.

– Vou ter. – despediu-se do irmão, colocando o globo de volta na cômoda. Em seguida, colocou um roupão e desceu as escadas. Não entendia muito bem o tamanho do problema, contudo, sabia que a morte desse contrabandista havia possibilitado saques e fugas de várias criaturas mágicas, deste modo, teria que garantir a segurança do castelo. – Ivy. – chamou a elfa-doméstica. – Mande fechar todas as portas e janelas do castelo, qualquer entrada deve ser fechada, entendeu? – a elfa confirmou, em seguida, saiu dali para cumprir as ordens dadas por Anne. Por sua vez, a Rathbone, pela primeira vez, em dias, demonstrou uma real preocupação. A segurança do castelo naquele momento era sua prioridade, por isso, tratou de resolver todas as questões envolvidas com a segurança de seu lar. Sem mais, saiu dali.


Anne Kampmann Rathbone
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Thomas Rietmann Rotschild
Auror Aspirante
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Patrono : Águia Chilena

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Formado
Varinha: Pelo de Rabo de Cérbero, Álamo, 29cm, Quebradiça.

MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Sex 31 Ago - 20:50

Poderia contar aos seus netos a história de quando estava apenas dialogando com alguns colegas no Quartel General da força tarefa em uma manhã quando ouviu as primeiras notícias sobre o reaparecimento do grupo até então dado como sequestrado no ano anterior. O que renderia a quase todos os auror um chamado até a sala da auror chefe, onde receberiam mais detalhes sobre o acontecido, bem como planejariam e debateriam sobre como deveriam agir nas próximas horas. Felizmente, Thomas estaria naquele grande grupo designado para a missão, entretanto por reconhecer a sua baixa patente e falta de experiência, decidira que ficar calado e apenas absorver toda e qualquer informação proveniente dos líderes seria o melhor a se fazer. Detalhes importantes e que não poderia se esquecer seria o grande número de desaparecidos que poderiam encontrar, em soma ao número maior de familiares preocupados e que somente serviam para atrapalhar o papel de todos os auror, além de que se tratava de uma área ampla, mas até então não aparentava ser nada além do que aquele esquadrão estaria preparado para lidar. – Alguma informação sobre como anda a capacidade de executar magia dos sequestrados ? Eu gostaria de saber se há este tipo de risco de contato mágico em campo. – Questionaria apenas o necessário. Entretanto, o que Thomas achou mais curioso seria a informação de que as pessoas acreditavam estar na idade média, bobagem ou não, se tratava de uma informação passada por fontes confiáveis.

Após cada auror se organizar em seu setor, Thomas que ficara com o Sierra, um dos setores mais tranquilos da costa em termos de geografia e mobilização, esperava apenas duas coisas, primeiramente não ter que utilizar qualquer magia contra as vítimas de sequestro, e no final do dia poder comemorar de sua amiga Nerida estar no meio destes nomes que surgiam. Apenas se preparou com os itens que deveria carregar consigo, tendo em mente um trabalho sem falhas, mesmo que o modo como gostava de trabalhar, ações diretas e eficazes, não fossem tão bem recomendadas nesta situação. Para o jovem aquela seria a graça do seu trabalho, ser submetido as mais diversas situações e ter que lidar com cada uma, havia sido por aquele desafio que teria deixado uma mesmice do estágio no nível um e se candidatado a carreira nos auror britânicos. Sem querer enrolar muito ou se atrasar ao ir para a praia, tentaria aparataria para uma região observada no mapa da costa, era de um esforço e dificuldade elevadas utilizar aquele tipo de magia para se dirigir a um local específico onde nunca havia pisado antes.

Uma vez no setor Sierra, a primeira reação de Thomas foi se abaixar, não deitou-se completamente no solo arenoso, com vegetação rala, mas ajoelhou-se de modo que pudesse tentar ganhar vantagem de qualquer pessoa no local antes que esta tivesse dele próprio. Poderia garantir que qualquer um que encontrasse não seria um auror, uma vez que aquele quadrante havia sido demarcado e entregue nas mãos de Thomas, devido a área de buscas imensa, deveriam se dividir com o intuito de cobrir um maior terreno, mas com cada um em sua posição para que fosse evitada a entrada na área de trabalho de outro auror. Paciente, o rapaz esperou naquela posição, estava uma espécie de terreno elevado que lhe dava uma boa visão de vários metros tanto para a esquerda, quanto para a direita, tendo as águas que banhavam o litoral cerca de quinhentos metros à frente. Minutos se passavam, gotas de suor começava a escorrer pela lateral de sua testa devido ao sol moderado, por mais ameno que o clima estivesse. Permanecer naquele relevo favorável era o tipo de coisa que um auror saberia que decerto era o melhor a se fazer, todos os treinamentos em campo e aprendizagem de reconhecimento de terrenos indicavam que o ideal seria utilizar a área ao seu favor para ampliar os seus sentidos, neste caso a visão, mas quando a boa árvore não costuma dar nem mesmo frutos ruins, é porque se há chegado a hora de tentar improvisar para mudar o curso das coisas.

Ele sabia que precisava sair, ir em rumo a praia e andar por alguns vários metros além do que sua vista conseguia enxergar dali de cima, e assim o fez, Thomas caminhava tranquilamente, com os olhos bem abertos nos arredores, não queria acabar sendo atacado por qualquer um sequestrado que estivesse em uma fantasia mental de ser algum saltimbanco medieval. Ele caminharia até que finalmente se deparasse com uma pessoa, por alguns segundos se manteve calado e parado, estava pronto para uma possível reação auto-defensiva, mas não seria necessário uma vez que, o que aparentava ser uma mãe se direcionaria na direção de Thomas, procurando seu filho. – Não, senhora, eu não sou seu filho. Me chamo Thomas Rietmann, auror aspirante e estou aqui justamente para tentar encontrar seu filho. – Mesmo com a explicação a mulher continuava a buscar seu filho, mas ao menos havia largado o rapaz. – Olha eu não sei o que a senhora pensa que está fazendo aqui além de atrapalhando a minha missão, então por favor, deve deixar esta área. – Havia sido um pouco grosso em suas palavras, ele realmente não gostava nem quando Faye se metia em seu trabalho. A mulher teimava em continuar sua busca, e Thomas honestamente desistia de ser um bom rapaz. – Ainda está aqui ? A estrada mais próxima é naquela direção. Vai agora! – Exclamaria com um tom de voz autoritário, mas ao menos havia feito com que a mulher seguisse na direção ordenada.

De um problema ele havia se livrado, mas quanto mais acabaria sendo encontrados naquele dia de buscas ? Não decidiu esperar, nem seguir a mulher para ter certeza de que ela ficaria longe ao menos do Setor Sierra, provavelmente receberia alguma abordagem semelhante se invadisse o perímetro de buscas de outro auror, mas nunca se sabe, cada um com seus métodos de resolver-se as situações. Continuando a caminhada, pode notar uma pessoa, esta com as festes molhadas, deitada sobre a areia da praia aparentava ser uma moça, idade entre quatorze e dezesseis anos, sexo feminino, cabelos longos e negros. Ajoelhando-se ao lado do corpo, pode notar palidez e dificuldade respiratória, estado que mostrava uma certa gravidade desta ter sido afogada ou mesmo sofrendo de hipotermia. Sabia que, não somente como Auror, mas como cidadão, deveria agir com rapidez para que pudesse salvar a vida da menina.

Entretanto não optou por isto de imediato. Retiraria seu sobretudo negro, cobrindo o corpo da menina enquanto tentava aquece-la, a abraçando para que a temperatura da mesma aumentasse e não acabasse por ser o responsável de sua morte. Pressionava levemente seu tórax em impulsos periódicos, o que fizera com que a mesma cuspisse um pouco de água e abrisse seus olhos fracos. Thomas ainda não havia aparatado porque gostaria de descobrir mais sobre onde estavam os desaparecidos, no mínimo onde aquela garota estava. Puxou a varinha do bolso de suas vestes e mirou para a cabeça da moça, exclamando um. – Legilimens! – Exclamaria para tentar invadir sua mente e descobrir qualquer coisa útil, vasculharia qualquer memória ou emoção útil para que pudesse ao menos montar sua própria hipótese sobre os desaparecimentos. Se tratava de um alvo complicado, que embora estivesse facilitando a entrada por sua atual fragilidade, possuía uma mente escassa em boa parte de suas memorias. Invadir a mente da jovem fora uma ação pessoal de Thomas, e as memorias que ele descobrisse sobre o local onde ela se encontrava, guardaria apenas para si por ora. O esforço mental de receber uma invasão daquela acabou retirando o resto de energia que a moça teria, fazendo-a desmaiar novamente. Fora neste ponto que o aspirante decidiu remover a conexão e junto com a desconhecida, aparatar rumo ao Saint Mungus. Não apagaria a mente dela sobre aquela invasão, caso ela se lembrasse ao acordar, ele poderia se explicar ainda que aquela investigação não fosse uma ordem superior.


THOMAS RIETMANN ROTSCHILD
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Elle Belmonte V. Hansen
Comerciante
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Patrono : Dik-dik
Bicho-papão : Zoelle Hansen morta c.ç

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Freixo, 26 cm, Rígida, Pena de Fênix.

MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Dom 16 Set - 20:08

A bruxaria aliada à tecnologia poderia realmente se tornar um perigo, e a noite de caça às vassouras era uma prova disso. Foi louco chegar à conclusão com Zoelle de que sairíamos naquele ano para roubar vassouras, e ainda mais louco conseguir driblar a dona Abigail, mas quando enfim conseguimos, partimos em buscas individuais pelo objeto. Eu tinha a vantagem de poder aparatar, e enquanto a jovem estava ocupada em roubar vassouras onde todos conheciam a tradição, eu tinha o mundo todo pra fazer isso, e um instinto meu fez com que eu parasse na ilha Skye - Lugar lindo, por sinal, já havia ido em um bar de lá e conhecia parcialmente o território. Meu faro para festas me ajudou a encontrar uma casa ligeiramente desprotegida, e um sorriso me escapou dos lábios quando vi a pequena comemoração - Povoados pequenos são tão amigáveis... - Se não estivesse lá para roubar até tentaria entrar de penetra, mas balancei a cabeça e passei a estudar melhor o cercado que me impedia de chegar até um casebre onde provavelmente estariam as vassouras, mas era repleto de grandes vacas que estavam mansas, mas era capaz de não estarem assim depois que eu invadisse seus espaços. Por isso pego meu smartphone trouxa, e em uma busca rápida descubro que as benditas enxergavam e ouviam melhor que os humanos, então nem rolava aquela coisa de entrar sorrateiramente. Bufo exasperada, e após muito pensar, outro sorriso me escapa - Se não posso entrar de mansinho, posso causar o contrário. - Com esta ideia, aproximo-me do canto contrário ao da casa, sem estar à vista de ninguém, e com um único movimento de varinha dou início ao meu plano, após adentrar o cercado e as primeiras vacas começarem a ficar inquietas - Serpensortia! - A grande serpente conjurada estava bem no meio de várias vacas, e ao fazer seu barulho imediatamente as mesmas começam a mugir e afastarem-se dali, disfarçando o estardalhaço que eu havia causado. Com isso corro mais do que depressa para próximo ao casebre, oculta por minha roupa preta, e com outro movimento de varinha destranco a porta - Alohomora! - Um pequeno barulho metálico se ouve, e é disfarçado pela confusão. Ainda sabendo o que poderia acontecer me escondo dentro do casebre, e como adivinhado primeiro o dono da casa chega na porta do casebre com uma espingarda em mãos, mas não entra ao ver que a confusão com os animais estava concentrada no meio do cercado, lado contrário ao local em que estava. Assim, tenho tempo de escolher a melhor vassoura e sair tranquilamente dali, fazendo o favor de fechar a porta enquanto o caseiro ainda tentava domar vacas e matar a serpente mágica. Tive o cuidado de ir sempre pela sombra e evitar as luzes da casa com a vassoura em mãos e varinha na outra, aparatando logo que possível para Hogsmead.


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Darcy Bitt. Rathbone
Sociedade Estudantil
Sociedade Estudantil
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Patrono : Papa-léguas
Bicho-papão : Matar um inocente

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Corda de Coração de Dragão, Azevinho, 30cm, Maleável.

MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Dom 16 Set - 20:25

Porque eu preciso de Liberdade agora. E eu preciso saber viver minha vida como deve ser. Mas eu vou me agarrar na esperança. E eu não vou te deixar sufocar no laço ao redor do pescoço. Eu vou encontrar força na dor, eu vou mudar meus caminhos. Eu vou saber quando meu nome for chamado de novo.  
____________________________________________________________________________


Nem Darcy acreditava que estava ali perto de vacas, ele tinha decidido entrar por trás do pequeno festim onde tinha bastante pessoas no local, para uma comunidade relativamente pequena. Existiam muitos entraves ali, o primeiro era o odor forte e o segundo era que as vacas ficavam agitadas quando chegava perto. Ele pensou em usar o som de cobras, mas isso iria mais assustar os animais do que as manter caladas, ele estava pensando em desistir quando resolveu silenciar todas. Na verdade ele usou Immobilus nas primeiras, porque mesmo que o fazendeiro/dono olhasse pela janela, ele ainda veria os animais em pé. Ele usou Silencio em algumas, porque vacas não ficavam paradas o tempo todo, e se o dono ou alguém olhasse por um tempo relativamente longo, iria desconfiar de algo, e por isso ele deixava algumas em movimento, mas sem a voz. Ele atravessava o pasto abaixado para não revelar sua presença para os humanos do local, usando as vacas imobilizadas como esconderijo. Assim, paulatinamente, ele chegou perto do casebre usando Alohomora para entrar no local e pegar sua tão sonhada vassoura, ele nem tinha palavras para descrever como gostava de roubar elas. Era mesmo um adolescente novamente, Darcy diminuiu o tamanho da vassoura, colocou no bolso e aparatou do local.
Note: 1. Roubando Vassoura #8


O menino nunca mais chorou, e nunca se esqueceu do que aprendeu: que amar é destruir, e que ser amado é ser destruído.

"Darcy Stiles Bittencourt Rathbone"
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Miesha K. Amundsen Eltz
Jogador do Time da Grifinória
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Patrono : Boxer
Bicho-papão : Agulha

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 5º Ano
Varinha: Pelo de Unicórnio, Cerejeira, 26cm, Flexível.

MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Dom 16 Set - 20:33

Fogos
Miesha tinha gostado de pegar vassouras na companhia de alguém e esse alguém era Nana, uma menina um pouco mais nova que ela. Não, não sabia a idade da garota, até porque isso não importava quando as pessoas se dão bem, não é mesmo? Em uma festinha ninguém ficaria de olho em vassoura,s não é mesmo? Bom, com isso as meninas estavam curtindo o lugar, mas claro que não deixaram de explorar os cômodos com cuidado atrás de uma vassoura, porém, em nenhum lugar acharam o que procuravam. - Você viu as vacas estranhas  lá fora? - Sussurrou para a grifina enquanto bebericava o suco. - Os olhos delas saltam, aparecem extraterrestres.. - Riu do comentário e então escutou o plano bolado pela menina, pois achava que as vassouras daquele lugar só podiam estar sendo guardadas pelas vacas. - Têm razão… - Sorriu e então encarou os animais de longe. - Eu tenho algumas coisas aqui, corneta, mais Pó Escurecedor Instantâneo do Peru, bombas de bostas e fogos.. - Um sorriso malicioso tomou conta dos lábios de Miesha e então o plano foi bolado, assim que escutasse algum barulho que pudesse denunciar que sua amiga estava tentando invadir o lugar onde supostamente achava estar escondidas as vassouras, a Eltz acenderia os fogos. Viu a mais nova despistar os convidados e ir trabalhar, enquanto isso a mais velha ia preparando para soltar os fogos se necessário

Ficou pensando como iria acobertar sua amiga e então olhou os convidados. - Senhoras e Senhores, quero fazer uma apresentação de fogos que comprei em outro lugar. O vendedor dizem que esses fogos são incríveis e de alta qualidade. - Olhou para cada um dos rostos presentes e sorriu de canto ao ver que estava conseguindo o que queria. - Mas não é indicado soltar aqui do lado de dentro, então, eu peço que venham comigo para ver o espetáculo. - Falou com um grande sorriso nos lábios e seguiu para o local onde poderia ajeitar os fogos para fazer a magia acontecer e prender a atenção de todos o máximo que podia. Não sabia se já tinha esperado tempo o suficiente, mas não queria acabar esperando demais e as vacas fizessem algum barulho estranho. Arrumou os fogos com cuidado e então olhou para os convidados. - E o show vai começar, mas antes.. Preciso de um isqueiro. - Falou e então aguardou que uma aam caridosa lhe entregasse o objeto. Tinha preparado fogos de roda,, eles voaram pelo ar como discos voadores, o de um dragão que seria formado inteiramente por faíscas verdes e douradas e alguns foguetes com longas caudas de estrelas pratas cintilantes que ricocheteiam. Ascendeu cada um deles, um atrás do ouro e deixou que os convidados e donos da casa apreciasse o show, tudo graças as coisas que vivia comprando na loja dos irmãos Weasley. O barulho e as imagens faziam todos ficarem vidrados, menos ela que estava de olho no lugar que as vacas estavam, provavelmente poderiam ter feito barulhos, porém, o som delas foi abafados pelo barulho das explosões. Miesha viu um vulto correr para a escuridão e então soube que aquela era sua deixa. De fininho se afastou dos convidados e foi atrás de Nana,, era hora de comemorar a vitória ou não, saberia ao encontrar a menina.
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Nana Bae Gryffindor
Herdeiro da Grifinória
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Bicho-papão : Solidão

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Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 2° Ano
Varinha: Presa de Vampiro, Aveleira, 23cm, Maleável.

MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Dom 16 Set - 20:35

Rouba Vassouras!

Ilha Skye

Com Miesha

#8 - Ottery St. Catchpole

Não havia muita coisa por ali. Se não encontrávamos sequer casas, como íamos encontrar vassouras? Podia estar na altura de voltar para trás, mas duas grifinas não iam simplesmente deixar uma oportunidade assim. As minhas esperanças foram reacendidas ao ver uma casa em específico, na qual um fogo chamava a nossa atenção. Era ali. A família estava reunida à volta de uma fogueira. Atrás da casa havia um cercado, onde se encontravam umas vacas que tudo viam e um casebre. Como as pessoas dali não estavam a prestar atenção à casa, tivemos tempo de vasculhar o seu interior à procura de vassouras. Mas, acredite ou não, não havia uma única vassoura dentro da casa. — Incrível. — Suspirei, a procurar melhor. Todavia, não podia ser assim tão difícil encontrar as vassouras. Ao voltar lá para a fora, Miesha comentou que as vacas eram estranhas. Tive de concordar, rindo. — Pensei o mesmo. Juro que estão a observar tudo com atenção. Eu até diria que o casebre ao lado delas é um bom lugar para esconder vassouras. — E, por isso, íamos ter de procurar também no casebre pelas vassouras dos escoceses. Da sua grande mochila, a ruiva viu o que podíamos usar para nos ajudar naquela situação. O plano era queimar fogos para distrair aquelas pessoas, enquanto eu ia buscar as vassouras. Assim, as vacas deixariam de ser importantes.

Eu conseguia perceber que as vacas tinham sono, mas ao mesmo tempo, incrivelmente, recusavam-se a dormir para vigiar tudo. Enquanto me esgueirava até ao casebre, na escuridão, os animais iam lentamente ganhando vida, como se já estivessem a sentir alguma agitação. Peguei num pouco de ervas, para dar à vaca que estava mais perto de mim enquanto entrava no cercado. Ainda assim, uma vaca soltou um pequeno mugido. Miesha fez então a sua parte, reunindo a família para os fogos. Todos pareciam animados com a ideia, o suficiente para ignorar as vacas, então contornei duas ou três vacas até encontrar o casebre e entrei. Ali estavam as vassouras… ainda não era naquele ano que aquela família ia conseguir mantê-las seguras. Peguei nelas e levei-as comigo, enxotando uma ou outra vaca até voltar a sair. Depois, corri na direção de umas árvores, para me esconder. Miesha, que me vira, não demorou muito a se juntar a mim e guardou as vassouras na sua mochila. — Dessa vez foi bem calmo. Mesmo que uma vaca tenha tentado me morder… — Disse, saindo dali. Eram mesmo umas vacas de outro mundo.


One sip, bad for me One hit, bad for me One kiss, bad for me But I give in so easily And "no thank you" is how it should've gone I should stay strong But I'm weak, and what's wrong with that? Boy, oh boy I love it when I fall for that I'm weak, and what's wrong with that? Boy, oh boy I love it when I fall for that I'm weak
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Kira Seaworth O'Phelan
Auror Especialista
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Patrono : Leão-Branco
Bicho-papão : Morte do irmão gêmeo

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Escola/Casa: Castelobruxo (Brasil)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Unicórnio, Cerejeira, 29 cm, Flexível.

MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ter 25 Set - 11:55

wendigo
[Ilha Skye, Escócia, Ilhas Britânicas, 22H09] A lua minguante pairando sobre o céu limpo era responsável por iluminar o caminho que a auror especialista em criaturas mágicas percorria. O verde das colinas de Stein era opaco, sem muita vida, mas não importava muito para Kira, visto que ela sabia que estava ali desperdiçando tempo. Mesmo com a baixa temperatura ao redor, o sangue quente circulando em suas veias a mantinha aquecida e preparada para continuar a busca por algum indício do tal wendigo que algumas pessoas na ilha haviam relatado. Era muito estranho isso, a julgar que esse tipo de criatura das trevas era encontrado exclusivamente em território norte-americano, mas hoje em dia estava tudo tão confuso por conta do caso de Bertolini que realmente poderia ter um wendigo perdido em algum canto da europa, o que fazia com que Kira engolisse qualquer suposição de que civis apavorados estavam vendo demais para variar um pouco.

A auror farejava o ar com frequência, tentando identificar algum odor diferente o suficiente para identificar a localização da criatura, mas não achava nada, até porque não conhecia o fedor especifico de um wendigo. Imaginava que cheirava a carne humana, visto que um bicho desses nada mais é do que um humano que ficou com fome e comeu a tribo toda durante um inverno rigoroso. Era quase tão horrível quanto a licantropia, apesar de achar que a maldição que carregava ainda conseguia ser pior, pois wendigos perdiam a noção humana da coisa, e licantropos lembravam sempre da dor da transformação. De qualquer modo, a auror começou a se aventurar por uns lugares de mais difícil acesso, onde a iluminação já começava a ficar prejudicada por conta da altura da copa das árvores daquela pequena floresta. Se bem se lembrava, por ali havia uma série de pequenas grutas que podiam ser o local perfeito para essa criatura se esconder, visto que ela hibernava e a lenda conta que o wendigo leva suas vítimas para cavernas subterrâneas para as devorar. Agora, era estranho não ter nenhum registro no Ministério da existência dessas passagens subterrâneas por ali, o que impossibilitava a ideia de ter um wendigo hibernando, mas já estava ali, então seria interessante continuar a procurando até para não ter sido em vão sua ida até ali.

[...] Algumas horas se passaram e Seaworth já havia percorrido uma boa extensão do território de Stein, sem nem ao menos encontrar um rastro que indicasse a presença do wendigo ou de outra criatura mágica ou não, o que fez com que a auror saísse dali em sua forma gasosa e voltasse para o centro de Londres.
x Broken bottles under children's feet. And bodies strewn across a dead end street. But I won't heed the battle call. It puts my back up, puts my back up against the wall. Sunday, bloody Sunday. There's many lost but tell me who has won? The trenches dug within our hearts And mothers, children, brothers, sisters torn apart. Sunday, bloody sunday x


I caught the darkness
Drinking from your cup I said: Is this contagious? You said: Just drink it up I've got no future I know my days are few The present's, not that pleasant Just a lot of things to do I thought the past would last me But the darkness got there too
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Bernardo Gael Rathbone
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Escola/Casa: Sonserina
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Varinha: Pelo de Rabo de Testrálio, Ébano, 30cm, Rígida.

MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Ter 23 Out - 17:30



Alguém uma vez disse: vivemos tempos sombrios...Isso refletia-se na sociedade bruxa novamente, desde os desaparecimentos de bruxos, sem rastros, sem explicações, um silêncio desesperador para todos os envolvidos. E depois de um tempo eles voltaram, novamente sem explicação aparente, todos tentavam manter uma calma como se soubessem exatamente o que tinha acontecido, mas Gael podia sentir e ver as rachaduras no Ministério que estava preste a cair. A chegada de alguns desaparecidos num grande navio deixou o pequeno vilarejo preocupado, assim como o Ministério, pois as pessoas andavam desconfiadas, falando coisas, e tudo que eles podiam fazer era andar por ali para apagar as memórias das pessoas. Gael não gostava disso, tinha receio do que uma exposição no mundo trouxa poderia fazer, não confiava no Parlamento Britânico onde trabalhou por mais de dez anos. E numa tentativa de suavizar a situação ele e sua equipe foram mandados ao local para alterar as memórias, nada mais que um navio de um bilionário que atracou no porto sem autorização, então a guarda-costeira local o tirou dali. Essa era a lembrança falsa, ainda complementariam que algumas pessoas desceram do navio mas estavam bêbedas e por isso houve uma algazarra, isso iria para os moradores que viram, para os desconfiados apenas a breve explicação.

– Vamos ter que nos misturar! – A muito contragosto Gael vestiu roupas trouxas que se assemelhavam com a do lugar, ele se sentia nu quando não vestia seu terno e gravata. O homem era tão acostumado com a vestimenta formal que já não lembrava mais como era não vestir aquilo. [...] Ao chegarem no local eles se separaram, já tinham uma lista de pessoas para visitarem, as que mais falavam sobre isso, então Gael foi logo para os locais. Ele esperou por detrás de uma casa usando um feitiço para o deixar invisível por um tempo, assim entrou na primeira casa sem ser visto, viu a mulher de cabelos preto na cozinha preparando uma refeição. Ficou atrás dela se concentrando para pronunciar o feitiço num sussurro. – Obliviate – Ele mantinha o foco constante para modificar a memória da senhora que tinha visto a fuga de um bruxo, então ele mudava para a versão de uma pessoa bêbada forasteira da ilha, a presença dos bruxos aurores ou ministeriais era completamente apagada da memória dela. Ele seguiu para a sala onde uma criança estava assistindo um desenho, a criança estava com a mãe e ele precisava alterar. – Obliviate – A criança não tinha visto muita coisa, então ele apenas apagou a maior parte das lembranças ficando apenas algumas coisas.

[...] Gael conversava com um morador local, em uma lojinha de bijuterias. – Lugar bonito não é? É bem calmo aqui, ou acontecem coisas estranhas? – Ele só precisava saber se aquele senhor sabia de algo, e logo teve a história do homem que falou de uma confusão perto da praia, ele não tinha visto mas ouviu a história de pessoas ali. No final Gael alterou a memória dele para a notícia geral que estavam passando. Aquilo levou o dia inteiro, pararam apenas para comer num restaurante dali mesmo, sempre conversando, eles lembravam de apagar até a memória das conversas que tiveram. Gael estava cansado ao final do dia, mas satisfeito de ter controlado a situação, ele e outros membros foram rápidos em não deixar a notícia vazar. No final da noite Gael saiu dali.


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