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 Ilha Skye

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Diretor Alvoros Grunnion
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Bicho-papão : Diretor

Perfil de Quest
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Ilha Skye   Qui 12 Jan 2017, 22:52

Ilha Skye

Escócia



A Ilha de Skye, habitualmente conhecida simplesmente pelo nome de Skye, é a maior e a mais setentrional das ilhas do arquipélago das Hébridas, na Escócia. O seu nome vem do norueguês antigo Skið = "ski", uma alteração da palavra picta original que, nas fontes romanas, era mencionada como Scitis (Cosmografia de Ravenna) e Scetis (no mapa de Ptolomeu). Em certas lendas, é comum associarem a ilha à figura lendária de Scáthach. A ilha caracteriza-se por uma paisagem agreste, com muito pouca vegetação comparativamente à Escócia continental. A população da ilha não é muito numerosa, vivendo pela maior parte da criação de gado. A ilha está ligada ao resto do país pela ponte de Skye, bem como pelas linhas de ferries a partir de Armadale até Mallaig, e de Kylerhea a Glenelg.

Fonte: Wikipédia



RPGHogwarts.org

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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


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Bernardo Gael Rathbone
Servidores do Ministério da Magia
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Escola/Casa: Sonserina
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Varinha: Pelo de Rabo de Testrálio, Ébano, 30cm, Rígida.

MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Sab 28 Out 2017, 23:32

Conversas e Sussurros
Um hora no escuro


Depois da conversa que teve com John, Bernardo andava mais cauteloso consigo mesmo e com sua família. Com o parlamento ainda cobrando resposta, o Barão teve que deixar seus negócios nas mãos de sua irmã Anne, com muito pesar no coração. Anne nunca foi muito boa com negócios, mas ele sabia que do seu jeito ela dava conta, então partiu para resolver do seu jeito aquelas questões. Havia alguma coisa causando distúrbios na proximidade de Highland que deixava os trouxas nervosos, Bernardo sabia que aquilo era um risco tanto para a sociedade bruxa quanto para sua própria família, ele tinha um grande segredo a ser preservado. Bernardo precisou se desfazer de seus guardas costas, roupas finas e olhar presunçoso para continuar suas investigações na ilha Skye, que tinha uma população pequena enfrentando problemas com os gados. 

Aparatou no local e olhou para os lados, não havia ninguém a vista quando chegou na praia, ele mantinha sua varinha bem perto, por alguma razão ele sentia algo, não era uma sensação confortável. Depois de tantos anos, os instintos do homem tornaram-se mais apurados para saber que algo estava muito errado naquela região, e nem demorou tanto tempo assim para notar. Perto da encosta uma massa de terra tinha sido mexida, não era algo natural ou que animais daquela região fariam. – Definitivamente tem algo de errado! – Ponderou Bernardo voltando a andar até chegar a comunidade. O dia ele passou pelas lojinhas da cidade, escutando pequenas conversas e boatos que o deixaram um pouco preocupados, entrou no bar ao entardecer, o mesmo estava cheio de pequenos fazendeiros. O homem caminhou e sentou-se perto do balcão, pediu cerveja, pois era a bebida que notou que mais pediam e não queria chamar muita atenção. 

Enquanto o homem escutava tinha mais certeza que se tratava de algo do mundo bruxo interferindo ali, e não apenas ali, por toda a costa da Escócia, algo se movia pelas sombras. Postes na pequena estrada foram explodidos, animais assustados e as pegadas sugeriam uma espécie de urso pardo grande, ou algo do gênero. Bernardo sabia que deveria contatar logo alguém do ministério da magia. O homem nem percebeu que do lado de fora uma estranha criatura, que não pertencia a região, passeava assustada depois de fugir de seu cativeiro. O Erumpete tocou novamente em um poste de luz, e inocentemente provocou sua ruptura, a explosão fez todos dentro do bar se jogarem ao chão, isso incluía o Barão Rathbone. As luzes foram embora, e a terra parecia tremer, ou era apenas os batimentos cardíacos das pessoas, algumas pessoas correram para fora em busca de seus filhos. Bernardo levantou-se e caminhou para fora do estabelecimento, a luz do dia findava quando notou que a corrosão do poste fora feito por uma espécie de ácido. – Criatura! – Luzes de archotes e lanternas foram aparecendo na ruazinha, nenhum deles viu a criatura que corria para longe. 

Bernardo foi se afastando lentamente do lugar, para detrás de um das últimas casas da rua, todos os trouxas buscavam informações na rua. Nenhum olho estava sobre o homem que tirou de sua veste um globo que tinha uma luz fosca em tons esverdeados. – Anne? – Aquele era um dispositivo de comunicação que sua sobrinha Fairy criou, funcionava como um celular bruxo, era mais seguro e funcionava em lugares bruxos como Hogwarts perfeitamente. – Anne? – Ganhou mais uma vez até a imagem desfocada da mulher aparecer no globo. Por alguma razão ele sentiu que deveria ligar para a irmã, talvez alertar que eram criaturas que rondavam aquela região, para de alguma forma ela ficar alerta no Castelo. – Repete por favor! – A mulher falava de um jeito rápido e urgente que deixava o homem mais nervoso. – Anne! São criaturas que estão atormentando os trouxas, não bruxos diretamente, precise ter cuidado... o que disse? – A comunicação não estava muito boa, mas ele entendeu as últimas palavras dela. 

Vicenzo Bertolini estava morto! Parecia que as peças estavam se encaixando finalmente. – Tenha cuidado! – Foi tudo que ele falou para a mulher quando tornou a guardar o globo. Aquele nome era muito famoso, um bruxo contrabandista que tinha cruzado o caminho do barão e seus negócios pelo menos duas vezes. – Estão atrás de seus animais desgraçado, nem morto nos dar sossego! – Bufou o homem olhando para o céu, toda aquela confusão deveria ser pelos animais do homem, o mundo bruxo parecia estar em perigo novamente. Bernardo passou a mão pelos cabelos loiros pensando na melhor solução, pegou seu celular e mandou uma mensagem para John, e outra para seus guarda costas. Ele iria caçar um Erumpent. Saiu dali. 

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Anne K. Rathbone
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Varinha: Cerda de Fada Mordente, Carvalho Inglês, 27cm, Maleável.

MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   Seg 30 Out 2017, 08:41

[Castelo Rathbone] 
Anne não estava nem um pouco feliz com as viagens que o irmão andava fazendo ultimamente. Ela, no entanto, quase nunca reclamava na presença dele, todavia, quando estava sozinha, sentia vontade de chorar, não pelo fato de tomar conta da empresa, isso era o de menos. Sua letargia se devia ao fato de que cada vez mais os contrabandistas de poções chegavam próximo de suas filhas, ela temia o pior, isso era o único mal irremediável em sua vida. Desde que Bergan viajara há dias atrás, Anne vinha administrando todos os assuntos da família, inclusive, o baronato pertencente ao irmão, mesmo que de forma indireta, estava sob sua jurisdição. – Preciso relaxar um pouco. – seguiu em direção ao banheiro, tomando um rápido banho, em seguida, foi para seu quarto. Passou uma máscara de pepino sobre o rosto, apenas com o intuito de livra-se das rugas que se mostravam cada vez mais evidentes em sua face. Bergan estava resolvendo assuntos importantes na ilha de Syke. Ataques estranhos estavam acontecendo no lugar, de modo que, sem mais delongas, Bergan partiu para lá, a fim de solucionar todas as intercorrências.

Sentou-se na poltrona de seu quarto, apenas com a finalidade de deixar a máscara secar, dessa forma, fechou os olhos e descansou. Anne pensava nas três filhas enclausuradas nos estudos em Hogwarts. A escola era extremamente importante, contudo, no momento queria vê-las na sua frente, abraça-las e nunca mais deixar que saíssem de sua proteção. Dado momento, sua atenção é chamada com o chiado da pequena bola cristalina depositada em cima da cômoda. Anne se levanta e pega o objeto, olhando-o com atenção. Graças a Fairy, agora boa parte dos membros da família possuíam aquele estranho objeto, que possibilitava uma rede de comunicação extensa, funcionando com os celulares trouxas. – Fairy é mesmo um gênio. – sorriu. Bergan estava se comunicando, por isso, Anne achou por bem informá-lo sobre tudo o que estava acontecendo, inclusive, a morte de um importante contrabandista de criaturas mágicas. – Bergan... – o contato estava extremamente difícil, a imagem do barão era reproduzida na esfera totalmente desfocada. – Bergan. – quando conseguiu manter um contato, um pouco melhor que os anteriores, disparou. – Vincenzo Bertolini morreu, um dos maiores contrabandistas de criaturas mágicas. – disse muito rapidamente, em vista que o contato não estava muito bom. – Eu disse: Vincenzo Bertolini está morto. – repetiu mais uma vez, após ele dizer que os problemas na Ilha de Syke eram causados por criaturas mágicas.

– Vou ter. – despediu-se do irmão, colocando o globo de volta na cômoda. Em seguida, colocou um roupão e desceu as escadas. Não entendia muito bem o tamanho do problema, contudo, sabia que a morte desse contrabandista havia possibilitado saques e fugas de várias criaturas mágicas, deste modo, teria que garantir a segurança do castelo. – Ivy. – chamou a elfa-doméstica. – Mande fechar todas as portas e janelas do castelo, qualquer entrada deve ser fechada, entendeu? – a elfa confirmou, em seguida, saiu dali para cumprir as ordens dadas por Anne. Por sua vez, a Rathbone, pela primeira vez, em dias, demonstrou uma real preocupação. A segurança do castelo naquele momento era sua prioridade, por isso, tratou de resolver todas as questões envolvidas com a segurança de seu lar. Sem mais, saiu dali.

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Anne Kampmann Rathbone
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MensagemAssunto: Re: Ilha Skye   

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