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 Família Tudor Braddock

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Agatha C. Stella
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Agatha C. Stella

Bicho-papão : Perder a wrecking ball

Perfil Bruxo
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
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Família Tudor Braddock Empty
MensagemAssunto: Família Tudor Braddock   Família Tudor Braddock I_icon_minitimeSeg 06 Jun 2016, 20:24


Os Tudor Braddock


Moderador (OFF): Suzanah Tudor Ziegler
Atual Chefe da Família - Linhagem Principal (ON): Suzanah Tudor Ziegler
Atual Chefe da Família - Linhagem Secundária (ON): Victorie C. Braddock
Fundador da Família: Guilherme Tudor Braddock (NPC)
Localização das Propriedades: Ilha de Waford (Ilhas Hébridas - Fictícia (OFF)) // Mansão Italiana - Pompéia, Itália (ON)
Elfo da Família: Osíris.
Membros Atuais: Família Tudor Braddock


O Início

Criada em 1485, a casa de Tudor foi a junção das casas de Iorque e Lencastre após a guerra das duas rosas, sendo assim uma dinastia inglesa a qual governou a Inglaterra durante mais de um século. A sua criação teve início com o casamento do Rei de Inglaterra Henrique VII com Isabel de Iorque, do qual sete filhos vieram a ser gerados, mas apenas três alcançaram a vida adulta. Foram estes: Margaret Tudor, Rainha Consorte da Escócia; Henrique VIII, Rei de Inglaterra; Mary Tudor, Rainha Consorte de França. Sendo que como se ditava o período, ambas as filhas mulheres não vieram a gerar herdeiros que carregassem o sobrenome Tudor, vindo apenas Henrique VIII a perpetuar assim a existência da casa. Nossa história assim começa com o Henrique VIII, um Rei inglês que veio a se destacar pela forma como fundou a igreja Anglicana, na qual se declara o Chefe Supremo da Igreja de Inglaterra, vindo assim a renunciar a autoridade papal. Casado com seis mulheres diferentes, devido a forma como sua igreja o permitia se separar como bem entendia, Henrique VIII veio a gerar três herdeiros conhecidos e um desconhecido. Eram eles: Maria Tudor, Rainha da Inglaterra, Irlanda e França, filha de sua primeira esposa Catarina de Aragão; Elizabeth Tudor, Rainha de Inglaterra e Irlanda, filha de sua segunda esposa Ana Bolena; Guilherme Tudor, Conde de Yorkshire, filho de sua segunda esposa Ana Bolena; Eduardo VI, Rei de Inglaterra e Irlanda, filho de sua terceira esposa Joana Seymour.

Assim como a história se lembra, Maria e Elizabeth Tudor foram dadas como filhas ilegítimas quando seu pai, o rei Henrique VII, acabou por se separar de suas mães e casar-se novamente. No entanto, Guilherme Tudor, para o qual foi concedido o título de Conde de Yorkshire, veio a ser dado como ilegítimo e sequer reconhecido pela história logo que nasceu. Irmão mais novo de Elizabeth, a criança veio a ser despachada para criação pela casa de Iorque, após acontecimentos estranhos terem cercado o seu nascimento. Uma criação sempre calada e misteriosa, Guilherme jamais foi associado aos seus pais e esquecido, de certo modo, pela história. Mestiço e incompreendido pela sociedade da época, Guilherme apenas não veio a acabar como sua mãe, devido a forma como a Igreja Anglicana se ocupava com a perseguição a católicos. Sempre mantendo uma ligação com sua irmã Elizabeth, o mais novo foi obrigado a adotar outro sobrenome que não o Tudor de seu pai, assistindo sempre ao longe todos os conflitos que cercavam seus irmãos. Tendo se escondido durante o reinado de Maria I, sua meio-irmã mais velha, o jovem Tudor apenas veio a conhecer realmente a corte inglesa quando sua irmã Elizabeth I subiu ao trono, dedicando os esforços da igreja em reestabelecer novamente o Anglicanismo. Enquanto muitos viam o lema de Elizabeth “vejo e digo nada”, como uma injustificada tolerância a questões religiosas e certo acovardamento para evitar perseguições sistemáticas, seu irmão mais novo sabia que está o fazia para prevenir perseguições contra aqueles que fossem diferente, apenas por amor ao mesmo. Infelizmente, foram tais decisões que vieram a ameaçar a vida de Elizabeth I por várias vezes, obrigando Guilherme a partir para longe na esperança de livrar sua irmã dos problemas que ele trazia.

Anos se passaram em que os irmãos não mantiveram contato, com Guilherme tendo se lançado em uma busca por um lugar longe da confusão que se formava entre Inglaterra e Espanha, acabando assim por chegar em uma das Ilhas Hébridas que ficam próximas da ilha Britânica. Após se estabelecer na região e fundar a cidade de Babryc, Guilherme voltaria a ouvir notícias de sua irmã quando a mesma, de maneira inesperada pelo mesmo, veio a reconhecer a ilha de Waford (como veio a ser chamada) como parte do Reino da Inglaterra e conferiu ao irmão o título de Duque de Waford, fazendo assim parte do Pariato da Grã-Bretanha.

Os Herdeiros de Guilherme, 1º Duque de Waford:

Guilherme veio a adotar o sobrenome Braddock como próprio no lugar de Tudor, assim como veio a se casar com uma condessa de Itália, gerando assim três herdeiros para os quais deixou seu ducado e riquezas, assim como a história de sua verdadeira origem. Seu primeiro filho, Henrique, tornou-se assim o Segundo Duque de Waford enquanto sua filha do meio, Elizabeth, veio a se tornar Condessa de Waford e, seu filho mais novo, Luiggi Ferrer, o único que veio a carregar o sobrenome da mãe por ter nascido dois meses após a morte do pai, gerando certo estranhamento para a época. Aprendendo a viver entre o mundo trouxa e o mundo mágico, ambos o Duque e a Condessa preferiam manter-se longe dos conflitos da corte Inglesa, ensinando tal costume também para seus herdeiros e, continuando com a linhagem de seu pai na própria ilha em que nasceram.

A Primeira Divisão – O Surgimento Temporário dos Ferrer:

Luiggi Ferrer, ao contrário dos irmãos, não veio a herdar nenhum título de nobreza e mudou-se para Itália, onde estabeleceu-se como mercador e iniciou uma família após ter casado com uma plebeia. Um ato que além de ter dividido em dois a dinastia Tudor ainda existente, gerou a criação de uma nova vertente que por um tempo veio a se esquecer de suas origens, já que Luiggi não fazia questão de lembrá-los de seu “passado glorioso”.

De volta ao Tudor:

Foi alguns séculos mais tarde que o tataraneto de Guilherme Tudor e bisneto de Henrique, veio então a decidir se apoderar de volta do sobrenome e casa perdido pelos seus antepassados e recusado ao seu tataravô, Tudor. Autonomeando-se Jaime Tudor, quarto Duque de Waford, este veio a gerar um certo incomodo para a realeza inglesa que não demorou a deixar claro sua reprovação ao gesto, não demorando a declarar seu ato como ilegítimo, mas deixando-o manter seu ducado e a posse da ilha de Waford após alguns acordos. Com sua importância ignorada pelos trouxas, a Casa de Tudor, no entanto, ainda era reconhecida pelos bruxos fazendo com que seus herdeiros tivessem uma participação bem mais ativa no mundo bruxo que no trouxa.

A Volta a Origem e a Criação da Casa Tudor Braddock – A Unificação:

Foi pouco depois da posse do sobrenome perdido por Jaime, que os herdeiros de Luiggi vieram a ressurgir pela Inglaterra, descobrindo suas antigas origens e trazendo consigo novas riquezas para o território de Waford. Ali estes vieram a criar o Burgo de Seaford, adotando o sobrenome Braddock para si, ainda evitando a ligação Tudor enquanto preferiam uma vida mais pacata longe de todas as obrigações da nobreza. A casa agora se tornava oficialmente Tudor Braddock, unificada no território de Waford, mesmo que os herdeiros de Luiggi preferissem manter uma vida mais burguesa. Com a casa novamente unida, suas linhagens vieram a perdurar até a atualidade, onde parte da família ainda prefere manter apenas o Braddock e a outra, por sua vez, vem a manter o sobrenome de Tudor.


O Burgo de Seaford:

No entanto, nem todos os herdeiros de Luiggi gostavam da ideia de se manter mais entre a burguesia, do que junto a realeza. O que fez com que Ethan Tudor Braddock, bisneto de Luiggi, procura-se pelas origens e posses da família. Voltando para o território de Waford, Ethan tomou posse do Burgo de Seaford, tornando o local sua casa e de sua família. Foi o filho primogênito de Ethan, Kayle Tudor Braddock, o qual dedicou-se ao exército por grande parte de sua vida, quem ligou a linhagem de volta a nobreza de uma vez por todas, com seus feitos perante ao exército e um casamento arranjado pelo pai fazendo com que lhe fosse atribuído o título de Conde de Seaford, sendo um título hereditário que permanece com a família. Atualmente, o título de Condensa de Seaford veio a ser conferido à Victorie Tudor Braddock Campbell, filha de Harry Tudor Braddock Ferrer e Kira Campbell Dupont.

O Burgo de Haywood:

Após ganhar oficialmente o título de Conde de Haywood, Harry Tudor Braddock, neto de Elizabeth, construiu no burgo um castelo o qual passou a ser usado por si e seus herdeiros. Sendo que o título teria sido conferido a si pelos anos de serviço a Inglaterra, uma vez que este dedicou-se bem mais tempo aos assuntos políticos trouxa do que o restante da família, sendo um título hereditário que permanece com a família. Atualmente, o título de Conde de Haywood veio a ser conferido à Callum Pallas, filho de Donald Tudor Braddock Ferrer e Evelyn Gardner Pallas.

Os Tudor Braddock – Atualidade:

Com os anos, a família retornou a se concentrar mais na ilha de Waford, onde a linhagem principal dos Tudor ainda serve como herdeiros do Ducado, sendo a atual Duquesa de Waford, Suzanah Tudor Von Ziegler. Ao passo que a linhagem secundária, regida principalmente pelo sobrenome Braddock, após o início da guerra e ter passado a necessidade de abrir mão da Mansão mantida em Londres, se estabeleceu em peso no Burgo de Seaford, onde a atual responsável vem a ser Condensa de Seaford, Victorie Campbell Braddock.

A antiga Mansão Italiana em Pompeia, anteriormente pertencente a Luiggi Ferrer, veio a ser readquirida um século após o seu abandono, quando assim Phillip Tudor Braddock Ferrer – Duque de Waford – a readquiriu e confiou sua administração ao irmão, Henry Tudor Braddock Ferrer (Conde de Haywood) o qual veio a confiar em seguida em seu filho mais velho, Donald Tudor Braddock Ferrer. Atualmente a Mansão Italiana é gerida pela neta de Donald, Clara.


Agatha C. Stella
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