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 Refeitório

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Diretor Alvoros Grunnion
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Bicho-papão : Diretor

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Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

MensagemAssunto: Refeitório   14.02.16 22:27

Refeitório

Orfanato



Uma sala ampla com diversas mesas grandes onde as crianças tomam café da manhã, almoçam, tomam o lanche da tarde e jantam. Também realizam algumas atividades, como trabalhos em grupo.

Cozinheiro: Dante Stella Gyllenhaal



RPGHogwarts.org

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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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Dante Stella Gyllenhaal
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Escola/Casa: Durmstrang
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Olmo, 24 cm, Inflexível, Corda de Coração de Dragão.

MensagemAssunto: Re: Refeitório   16.03.16 18:10

You'll keep living and breathing until this world turns over
- Usem o feitiço para multiplicar caso não seja suficiente para todos. – Digo com autoridade e rerito minhas vestes de trabalho. Por uma questão de higiene não vou de uma cozinha para a outra usando a dólmã, tem tanta criança aqui que a possibilidade de ter algum vírus mortal no ar deve variar entre 50 a 70% e não quero que patógenos entrem em minha cozinha. Jamais. Confesso que meus anos estudando e trabalhando na área de medicina deixaram suas marcas muito profundamente em mim. Meus conhecimentos sobre doenças transmitidas por alimentos e seus agentes causadores em conjunto com a obvia fragilidade do sistema imune infantil  deixam-me alarmado e extremamente cauteloso.

Tão logo adentro a cozinha do Orfanato abotoo os botões do dólmã negro que uso para trabalhar, ajeitando bem a gola elevada e a manga de modo que não atrapalhe na preparação das refeições. O almoço das crianças da Coelha já está pronto então troco de cozinha para me envolver com a preparação da refeição das crianças do Orfanato. Adentro a cozinha e lanço um olhar ao redor observando toda a movimentação do local. Facas encantadas para cortam cenouras, vagens e abobrinha á julienne, um caldeirão fervente exala o aroma espesso de alecrim e gengibre e mostrando que os sous sabem bem o que estão fazendo,mas estão sendo lentos. – O horário do almoço é ao meio dia, vocês acham que esses legumes vão ficar prontos até lá? Ainda precisam ir ao vapor!  – Pergunto já pegando uma faca enorme e começo a filetar um peito de frango. Ao lidar com carnes prefiro colocar a mão na faca a encantá-la para fazer meu trabalho. Um corte fora do ângulo das fibras estraga todo o sabor e textura, coisa que não aceito em minha cozinha. Concentrado na carne e disparando direcionamentos para a equipe que vai colocando os alimentos que vão ficando prontos em cubas enfeitiçadas para manterem as preparações aquecidas. – Carl! Por que os abacaxis não estão cortados ainda? – Questiono antes de apontar a varinha para a grelha e fazer com os que os files virassem em uníssono para cozinharem por completo.

Com uma cuba repleta de files de frango flutuando a minha frente vou até o refeitório e a coloco no balão ao estilo self-service em que as crianças se servem a vontade. Faço questão de dar o meu melhor, pois não vejo comensais melhores e mais merecedores de meus esforços culinários que eles. Incluindo os bebes da Babitty. – Carl, o molho. Onde está? – Pergunto em tom seco e frio endereçando um olhar duro ao homem e levantando uma sobrancelha para salientar a pergunta feita. As crianças começam a invadir o refeitório e observo de canto sinalizando para um ou outro funcionário quando algum dos pratos precisa ser reposto no balcão.
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Dante Stella Gyllenhaal
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   30.06.16 22:00

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"Quem diria..." penso dando uma última checada final no balanço sexy dos quadris de Alessa enquanto ela parte com sua cria para fora do refeitório. Ela é uma mulher com quem tive um pequeno... nossa, nem sei como classificar aquela noite que passamos juntos. Sorrindo comigo mesmo fecho o refeitório da Babbity e me encaminho para a cozinha do Orfanato. Que eu saiba ela é primeira mulher casada que já aqueceu minha cama e isso é pra lá de excitante. Ser escolhido por uma gostosa para dar um trato no que o marido, provavelmente um almofadinha qualquer com cargo pomposo no Ministério, não é capaz de dar conta. Ela é bonita para caramba, deve ser uma daquelas esposas troféu, tendo que ficar sempre bonitinha e composta para os colegas ricos do esposo. Esse tipo de mulher decididamente precisaria de um bom macho da classe operária para mostrar como é um homem de verdade. A sorte dela? Sou um bom macho da classe operária, me prontificarei para ajudá-la com esse probleminha sempre que quiser.

- Marie? - Pergunto ao adentrar a cozinha anexa ao Orfanato. A mulher havia ficado responsável de acelerar o preparo da refeição das crianças daqui enquanto eu terminava o bolo de despedida das dos bebês da Babbity e a staff de lá concluía a limpeza. Por cerca de um mês apenas o Orfanato irá funcionar, diminuindo consideravelmente a quantidade de trabalho, para o deleite de nós, que trabalhamos fazendo refeições para os pequeninos. - A carne já está no forno? Perfeito!! Farei o molho sugo para a macarronada, junte-se com o James e o ajude com as frutas. Sabe como ele odeia cortar carambolas... - Completo a frase sorrindo. James tem a mania de cortar todos os alimentos com o auxilio de magia, encantando as facas para fazerem o trabalho duro. Entretanto quando corta carambolas as estrelas sempre ficam defeituosas.

Encanto facas para cortarem tomates enquanto eu mesmo corto cebolas para o molho. Entretenho-me com a preparação do restante da refeição, prestando atenção especial á massa que deve ser perfeita! Não faço a linha sentimental, mas eu faço questão de caprichar na refeição das crianças do Orfanato. Comer é mais que apenas encher o estomago, é fisiológico, cultural e também emocional. Eles não tem uma família para lhes mimarem, então faço questão de  fazer isso por eles através de pratos que sei que gostam. Massas, bastante queijo e doces, muitos doces. Escorro o macarrão e o coloco na grande cuba que o manterá aquecido e despejo litros e litros de molho de sugo. - Já está tudo pronto? - Pergunto e ao receber resposta positiva abrimos o refeitório liberando a entrada dos órfãos permitindo que se sirvam a vontade.  

Tão logo o refeitório esvazia me dirijo para os funcionários: - Tenho um compromisso esta noite. Podem organizar as coisas na cozinha hoje? - Sem nem ao menos trocar de roupas saio do complexo infantil e aparato diretamente em casa para me preparar para o hot date que terei hoje a noite com uma certa mamãe.
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Dante Stella Gyllenhaal
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   31.07.16 22:15

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- Alguém pegou Madonna Luce? – Pergunto em voz alta e irritada depois de olhar para onde minha faca deveria estar: No suporte especifico para ela na bancada principal. Há homens que são possessivos com suas namoradas, suas filhas, suas propriedades ou seu dinheiro. Eu? Sou extremamente possessivo com minha faca, Madonna Luce. De fio liso, auto amolável, de metal resistente, responde perfeitamente ao uso de magia, além de ser perfeitamente balanceada, com um cabo que se acomoda bem em minhas mãos grandes. Foi presente de um dos mais renomados chefs do mundo e tem meu nome gravado nela. Alarmado pelo meu tom Jake estende o objeto em minha direção, mas a um olhar meu ele vai para a pia e a lava antes de colocá-la em seu suporte. – Quantas vezes preciso repetir para não chegar nem perto de Madonna Luce? – Pergunto incisivo e a pego para cortar frangos.
 
O jantar já está pronto, mas como é sexta-feira precisamos fazer as refeições do final de semana para que as funcionárias do Orfanato multipliquem e deem para as crianças. Retiro toda a pele da carne branca e com o uso de magia encho um caldeirão com água e acendo o fogo para que esta ferva rapidamente. Parto rapidamente para as cenouras, descascando e encantando Madonna para que as corte enquanto verifico as outras preparações que estão sendo feitas simultaneamente pelos outros funcionários.

Há mais legumes sendo preparados em poções únicas, juntamente com carnes e sobremesas. - Fiquem atentos quanto a quantidade de ervas e outros temperos. Sempre tem um que enche alguma coisa com alho ou alecrim e estraga toda uma preparação. - Alerto, incisivo volto para minha bancada. Escaldo o frango e começo a prepará-lo em conjunto com cenouras á fermiere. O prato é simples e enquanto acrescendo alguns condimentos deixo minha mente vagar. Foi um salto e tanto abandonar anos de estudos em medibruxaria para encarar a verdade: eu não gostava daquilo. Hoje eu sou bem mais feliz. O trabalho é igualmente exaustivo, entretanto… menos estressante e mais gratificante. O periodo que passei na Italia estudando e trabalhando em restaurantes familiares foi incrivel. Ver todo o esforço e dedicação de geração após geração para manter a arte do preparo da boa comida intacto e tradicional ,  visitar villas produtoras de vinhos, azeite e presunto de parma… foi surreal. Por isso estou aqui. Passando o que vi e vivi para essas crianças em forma de refeições.
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Dante Stella Gyllenhaal
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   31.01.17 17:08

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Faltam alguns dias para o inicio das aulas na Babbity, a Coelha então as refeições estão sendo preparadas exclusivamente para as crianças do orfanato. Eu sou capaz de confessar apenas para mim mesmo a satisfação que sinto ao preparar aquilo que alimenta essas crianças. Obviamente elas não possuem pais para cuidar de suas necessidades e gosto de colocar todo meu carinho nas refeições que faço, tentando lhes prover uma refeição gostosa e nutritiva já que este é o único modo que encontro para lhes ajudar. Eu poderia adotar um deles, mas eu sou dessas pessoas que se dão bem com crianças e meu estilo de vida é andarilho de mais para poder oferecer um ambiente saudável e estável.  

Por esses motivos que hoje tenho um caldeirão repleto de água fervendo e frangos sendo assados pela equipe em velocidade recorde. Com um aceno da varinha acendo fogo num segundo caldeirão e encanto tomates para que sejam descascados e entrem como se fosse um grande batalhão vermelho de exército. Todos marchando para sua morte certa. Coloco um bouquet garni para aromatizar o molho de tomate e coloco o sal. - Coloque o macarrão na água e sem usar magia! - Faço o pedido e acelero o preparo do molho até que os tomates desmancham e um aroma apetitoso toma conta da cozinha do refeitório. - Accio peneira! - O objeto vem até mim rapidamente e encanto o caldeirão para que derrame o conteúdo na peneira e que o molho fluido e livre de resíduos seja o resultado. Tudo pronto, Dante. Sorrio para Jake e sinalizo que o molho também está pronto. Então cordões de espaguete pingando água quente atravessam a cozinha e mergulham no caldeirão ao meu lado fazendo um baita estardalhaço. - Precisava molhar a cozinha inteira? - Pergunto olhando para o chão sujo e faço um sinal indicando que sirvam a refeição simples, mas muito apreciada pela criançada.  

Eu fico para trás limpando a bagunça planejando fazer uma visita ao mercado de pulgas ilegal que tem lá em Londres, pertinho do Beco Diagonal, para comprar umas coisas legais para minha nova humilde residência. Ela é muito 'trouxa' acredito que... bem, por que trouxas moram no prédio também e não dava para fazer algo completamente mágico nessas circunstancias. Acho que meus antepassados devem estar se revirando nos caixões agora, mas acho que eles precisam chacoalhar o esqueleto de vez em quando, então na verdade estou lhes fazendo um favor. Como todo bom e comportado tataraneto deve ser. Quando meus colegas voltam a cozinha já está limpa e eu considero o expediente encerrado. Deixo que eles cuidem dos talheres e pratos usados no almoço e vou para Londres.
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Darcy Bitt. Rathbone
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   20.02.17 5:42

Halloween do Darcy pt.5


       Não sabia se Amélia estava chateada comigo pela os acontecimentos da noite anterior, mas minha consciência estava tranquila. Por mais nobre que seja tentar proteger um jovem, ainda era arriscado demais para os outros um lincantropo sem a supervisão adequada. Nada contra as vítimas que contraíram o virus, mas isso deve ser algo para ser ter cautela. Terminei de me arrumar e toquei na face onde levei um belo tapa, não merecia por aquilo, talvez por outra coisa, não por aquilo. Interessante é que eu fiquei pensando na menina, aqueles cabelos loiros me lembravam outra pessoa. Balancei negativamente a cabeça, porque é errado se envolver com trabalho, e aquela Stackhouse da festa tomava algumas noites de admiração. Também deixei mais de pensar no homem que me tomava tanta admiração, estava confundido meus sentimentos e isso não era bom. Coloquei meu óculos escuros e seguir para o orfanato, hoje eu seria o Tio Darcy ajudando na casa aos doces com as crianças, por isso eu trouxe vários doces que comprei na Noruega, e uma caixa de tinta para o rosto. Estava apenas vestido jeans e um sapato preto, não gostava de me fantasiar e adorava andar como eu queria me vestir, bem trouxa mesmo. 

       _Olá! - falei sem saber muito se devia desejar bom dia, alguns de seus amigos tiveram que ir ao ministério. Pelos olhos dela diria que ela não gostou de me ver _Pensei que tivesse ido embora - ela fala sem emoção alguma, vestia um vestido branco e uma trança única, diria que era uma princesa _Eu trouxe os doces e tintas, disse que faria isso e vou fazer - tentei sorrir para ela que não colaborava, apenas recolheu da minha mão e entrou. Caminhei até o refeitório que tinha sido feito de QG, as crianças estavam sendo divididas por equipes. Notei Rachel no meio deles, com uma fantasia de borboleta, estava engraçada e eu não recebi um olhar agradável. Caminhei para onde um das mães colocava a fantasia em um dos meninos _Olá amigão, que linda fantasia! - sorria para ele, lembrando de mim mesmo naquele orfanato na Polônia. Era frio e cheirava a repolho, nada confortável como esse, afinal, era o exército trouxa quem tomava conta. Andei por ali ajudando os pais a controlarem as crianças, amarrando e ajeitando fantasia, distruindo os baldes em formato de abóbora. Aposto que se Alexandra e Maurício me vissem agora, jamais acreditariam que era eu. Digamos que faço a linha dura com aqueles dois, adolescentes nada fácies de lidar também. O que será que eles estariam aprontando em Hogwarts?

       Quando estava tudo pronto para irmos, Amélia me chama para conversar _Você tem que ir embora! - pisquei várias vezes para tentar entender o significado daquilo, como nada falei ela continuou _Eu não sei mais quem você é, primeiro que seu nome nem é Darcy, porque usa-lo? - ela toca a testa franzida, ela tem razão, Darcy foi o nome que adotei na Rússia, o nome que cresci era outro _Não culpo você por ontem, mas nem todos pensam como você, nem tudo é tão simples - suspirei fundo olhando para aquelas crianças, eu realmente queria ficar e participar. Mas Amélia não me deixava muita escolha, minha presença ali era incomoda _E o que você pensa? - podia ter ficado fora quarto anos, e isso não apagava os outros que passei com ela e com meus outros irmãos. Talvez eu também não conhecesse mais ela, talvez fossemos só dois estranhos tentando manter uma relação furada _Sem problemas, estou indo! - não queria saber mesmo sua resposta. Apenas segui para a saída tentando ignorar a dor que surgiu no meu peito. Eu era alguém amaldiçoado mesmo, ficar sozinho era a minha estrada, e mesmo assim, não me arrependia de nada. Aparato dali.


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MensagemAssunto: Re: Refeitório   20.02.17 20:50

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Agarro a minha dolmã e vou diretamente para a cozinha do Orfanato da Babbity, a Coelha. Havia deixado todos os auxiliares na cozinha da Escolinha e vim sozinho cuidar dos preparativos para a festa que será realizada no período da tarde. Hoje é último dia do mês e para as crianças do Orfanato hoje é dia de festa de aniversário, já que eles juntam todas as crianças que nasceram no mês e a comemoração é coletiva. O bolo já está pronto, mas queria fazer algo especial e como só tive a ideia ontem a noite não tive como deixar tudo já pré-preparado. Pego a varinha e começo a orquestrar na cozinha, fazendo com que ovos quebrem um após o outro dentro do caldeirão, como jogadores de quadribol kamikazes. Manteiga e açúcar sãos os próximos, seguidos de farinha de trigo, chocolate em pó e leite. O conteúdo mexe sozinho até formar uma massa escura e homogênea. Com um último feitiço o bolo de caldeirão assa, vagarosamente permitindo que a massa cresça e cozinhe por completo. Vou até o estoque e pego umas barras grandes de chocolate e volto para a cozinha, lembrando do convite que fiz para a sra. Mamãe. Coloco numa grande táboa e encanto Madonna para que corte em pequenos pedaços.

Encosto contra a bancada enquanto Madonna faz seu trabalho, pensando no quão impulsivo foi o convite. A casa em que estou morando realmente é nova e ela ser a primeira mulher que passa pela porta é uma coisa tão ruim assim. Cruzo os braços ao fazer a lista mental de coisas que preciso comprar ainda hoje para ter tudo pronto antes da Alessa chegar. Algumas coisas para dar mais ‘mágico’ ao apartamento e comida, para fazer um jantar. Ela já sabe que trabalho na cozinha da Babbity, então deve estar ciente que comida eu sei fazer. Entretanto, não quero mostrar o quão bom eu sou, vai que ela gama de mais se souber de todas os minhas capacidades supremas e não quiser mais me largar? Não quero ser um destruidor de lares. Não, não. Vou ficar bem na média para poder dar um pé na bunda sem problemas mais pra frente. Paro de ficar divagando sobre bobagens ao perceber que Madonna Luce terminou e coloco tudo dentro de um outro caldeirão e aqueço para o chocolate derreter aos poucos e depois coloco creme de leite, misturando delicadamente reservando parte do chocolate derretido. Desmancho todo o bolo e coloco o ganache dentro do caldeirão e mexo até formar uma massa firme. Com um movimento da varinha pequenos pandas vão sendo feitos, bolinhas sendo formadas com a massa; patas e orelhinhas também. Quando prontos eles mergulham dentro do chocolate preto derretido e gotinhas de chocolate branco flutuam no ar a acertam eles para manchar o corpo marrom escuro criando um padrão muito similar ao de um urso panda. Com um sorriso no rosto vejo tudo ficando pronto ainda com a varinha erguida controlando todo o processo com maestria. Com tudo certo deixo tudo organizado e os minipandas dentro de uma grande forma de aço, para que amassem. Coloco alguns numa caixinha para poder levar alguns para casa e fecho toda a cozinha. Pedi autorização para sair mais cedo do trabalho hoje, confiando na capacidade do pessoal da cozinha e consegui a devida autorização. Passo na Escola para de despedir e passar as últimas orientações antes de sair do local.
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Sebastian Adams Waynwood
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Varinha: Escama de Kappa, Jacarandá, 32cm, Maleável.

MensagemAssunto: Re: Refeitório   18.06.17 21:05



Tinha acabado de desfazer suas malas. Sebastian havia chegado durante a noite anterior no Orfanato, mas diferente de Hogwarts, lá não havia Elfos para auxiliá-lo a desfazer sua bagagem. O sono tinha feito com que ele se limitasse a pegar um pijama no malão, para que pudesse dormir rapidamente, mas sabia que as tias iriam matá-lo se encontrassem sua mala ainda feita durante o período da tarde, por este motivo, assim que tinha acordado, a primeira coisa que tinha feito fora tirar todas as suas poucas roupas para colocar no armário, assim como ajeitar seus livros, que provavelmente estariam aposentados. — Depois posso ver de doá-los para alguém mais jovem. — Sebs, apesar de órfão e de não fazer ideia de quem era a sua família, possuía uma conta em Gringotes com seu nome, o que tinha facilitado sua compra de materiais, mas sabia que a maioria das crianças do Orfanato não tinha a mesma sorte, então como precisaria comprar livros para o terceiro ano, poderia doar os seus do segundo. Com o malão desfeito, e tudo devidamente ajeitado, o garoto rumou em direção ao refeitório. A comida de Hogwarts era maravilhosa, mas era apaixonado pela que existia ali no Orfanato. O motivo para isso  era que naquele lugar se sentia verdadeiramente em casa. Após se servir com um punhado de panquecas, algo timicamente americano na Grã-bretanha, o garoto se sentou em uma mesa qualquer, ao lado de alguns dos seus amigos. Muitos deles também frequentavam Hogwarts, mas por serem de casas diferentes, fazer refeições juntos era algo raro, por isso eles colocaram os papos em dia, comentando sobre o ano letivo que tinha passado. Só quando todo mundo estava pronto, foi que Sebs levou seu prato até o balcão onde ficavam as louças que precisavam ser lavadas, e saiu do refeitório, indo em direção ao pátio.

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MensagemAssunto: Re: Refeitório   

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