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 Refeitório

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
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Bicho-papão : Diretor

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MensagemAssunto: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeDom 14 Fev 2016, 22:27

Refeitório

Orfanato


Refeitório T1jjFNu

Uma sala ampla com diversas mesas grandes onde as crianças tomam café da manhã, almoçam, tomam o lanche da tarde e jantam. Também realizam algumas atividades, como trabalhos em grupo.

Cozinheiro: [VAGO]



RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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Dante Stella Gyllenhaal
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Dante Stella Gyllenhaal


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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeQua 16 Mar 2016, 18:10

You'll keep living and breathing until this world turns over
- Usem o feitiço para multiplicar caso não seja suficiente para todos. – Digo com autoridade e rerito minhas vestes de trabalho. Por uma questão de higiene não vou de uma cozinha para a outra usando a dólmã, tem tanta criança aqui que a possibilidade de ter algum vírus mortal no ar deve variar entre 50 a 70% e não quero que patógenos entrem em minha cozinha. Jamais. Confesso que meus anos estudando e trabalhando na área de medicina deixaram suas marcas muito profundamente em mim. Meus conhecimentos sobre doenças transmitidas por alimentos e seus agentes causadores em conjunto com a obvia fragilidade do sistema imune infantil  deixam-me alarmado e extremamente cauteloso.

Tão logo adentro a cozinha do Orfanato abotoo os botões do dólmã negro que uso para trabalhar, ajeitando bem a gola elevada e a manga de modo que não atrapalhe na preparação das refeições. O almoço das crianças da Coelha já está pronto então troco de cozinha para me envolver com a preparação da refeição das crianças do Orfanato. Adentro a cozinha e lanço um olhar ao redor observando toda a movimentação do local. Facas encantadas para cortam cenouras, vagens e abobrinha á julienne, um caldeirão fervente exala o aroma espesso de alecrim e gengibre e mostrando que os sous sabem bem o que estão fazendo,mas estão sendo lentos. – O horário do almoço é ao meio dia, vocês acham que esses legumes vão ficar prontos até lá? Ainda precisam ir ao vapor!  – Pergunto já pegando uma faca enorme e começo a filetar um peito de frango. Ao lidar com carnes prefiro colocar a mão na faca a encantá-la para fazer meu trabalho. Um corte fora do ângulo das fibras estraga todo o sabor e textura, coisa que não aceito em minha cozinha. Concentrado na carne e disparando direcionamentos para a equipe que vai colocando os alimentos que vão ficando prontos em cubas enfeitiçadas para manterem as preparações aquecidas. – Carl! Por que os abacaxis não estão cortados ainda? – Questiono antes de apontar a varinha para a grelha e fazer com os que os files virassem em uníssono para cozinharem por completo.

Com uma cuba repleta de files de frango flutuando a minha frente vou até o refeitório e a coloco no balão ao estilo self-service em que as crianças se servem a vontade. Faço questão de dar o meu melhor, pois não vejo comensais melhores e mais merecedores de meus esforços culinários que eles. Incluindo os bebes da Babitty. – Carl, o molho. Onde está? – Pergunto em tom seco e frio endereçando um olhar duro ao homem e levantando uma sobrancelha para salientar a pergunta feita. As crianças começam a invadir o refeitório e observo de canto sinalizando para um ou outro funcionário quando algum dos pratos precisa ser reposto no balcão.
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeQui 30 Jun 2016, 22:00

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"Quem diria..." penso dando uma última checada final no balanço sexy dos quadris de Alessa enquanto ela parte com sua cria para fora do refeitório. Ela é uma mulher com quem tive um pequeno... nossa, nem sei como classificar aquela noite que passamos juntos. Sorrindo comigo mesmo fecho o refeitório da Babbity e me encaminho para a cozinha do Orfanato. Que eu saiba ela é primeira mulher casada que já aqueceu minha cama e isso é pra lá de excitante. Ser escolhido por uma gostosa para dar um trato no que o marido, provavelmente um almofadinha qualquer com cargo pomposo no Ministério, não é capaz de dar conta. Ela é bonita para caramba, deve ser uma daquelas esposas troféu, tendo que ficar sempre bonitinha e composta para os colegas ricos do esposo. Esse tipo de mulher decididamente precisaria de um bom macho da classe operária para mostrar como é um homem de verdade. A sorte dela? Sou um bom macho da classe operária, me prontificarei para ajudá-la com esse probleminha sempre que quiser.

- Marie? - Pergunto ao adentrar a cozinha anexa ao Orfanato. A mulher havia ficado responsável de acelerar o preparo da refeição das crianças daqui enquanto eu terminava o bolo de despedida das dos bebês da Babbity e a staff de lá concluía a limpeza. Por cerca de um mês apenas o Orfanato irá funcionar, diminuindo consideravelmente a quantidade de trabalho, para o deleite de nós, que trabalhamos fazendo refeições para os pequeninos. - A carne já está no forno? Perfeito!! Farei o molho sugo para a macarronada, junte-se com o James e o ajude com as frutas. Sabe como ele odeia cortar carambolas... - Completo a frase sorrindo. James tem a mania de cortar todos os alimentos com o auxilio de magia, encantando as facas para fazerem o trabalho duro. Entretanto quando corta carambolas as estrelas sempre ficam defeituosas.

Encanto facas para cortarem tomates enquanto eu mesmo corto cebolas para o molho. Entretenho-me com a preparação do restante da refeição, prestando atenção especial á massa que deve ser perfeita! Não faço a linha sentimental, mas eu faço questão de caprichar na refeição das crianças do Orfanato. Comer é mais que apenas encher o estomago, é fisiológico, cultural e também emocional. Eles não tem uma família para lhes mimarem, então faço questão de  fazer isso por eles através de pratos que sei que gostam. Massas, bastante queijo e doces, muitos doces. Escorro o macarrão e o coloco na grande cuba que o manterá aquecido e despejo litros e litros de molho de sugo. - Já está tudo pronto? - Pergunto e ao receber resposta positiva abrimos o refeitório liberando a entrada dos órfãos permitindo que se sirvam a vontade.  

Tão logo o refeitório esvazia me dirijo para os funcionários: - Tenho um compromisso esta noite. Podem organizar as coisas na cozinha hoje? - Sem nem ao menos trocar de roupas saio do complexo infantil e aparato diretamente em casa para me preparar para o hot date que terei hoje a noite com uma certa mamãe.
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeDom 31 Jul 2016, 22:15

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- Alguém pegou Madonna Luce? – Pergunto em voz alta e irritada depois de olhar para onde minha faca deveria estar: No suporte especifico para ela na bancada principal. Há homens que são possessivos com suas namoradas, suas filhas, suas propriedades ou seu dinheiro. Eu? Sou extremamente possessivo com minha faca, Madonna Luce. De fio liso, auto amolável, de metal resistente, responde perfeitamente ao uso de magia, além de ser perfeitamente balanceada, com um cabo que se acomoda bem em minhas mãos grandes. Foi presente de um dos mais renomados chefs do mundo e tem meu nome gravado nela. Alarmado pelo meu tom Jake estende o objeto em minha direção, mas a um olhar meu ele vai para a pia e a lava antes de colocá-la em seu suporte. – Quantas vezes preciso repetir para não chegar nem perto de Madonna Luce? – Pergunto incisivo e a pego para cortar frangos.
 
O jantar já está pronto, mas como é sexta-feira precisamos fazer as refeições do final de semana para que as funcionárias do Orfanato multipliquem e deem para as crianças. Retiro toda a pele da carne branca e com o uso de magia encho um caldeirão com água e acendo o fogo para que esta ferva rapidamente. Parto rapidamente para as cenouras, descascando e encantando Madonna para que as corte enquanto verifico as outras preparações que estão sendo feitas simultaneamente pelos outros funcionários.

Há mais legumes sendo preparados em poções únicas, juntamente com carnes e sobremesas. - Fiquem atentos quanto a quantidade de ervas e outros temperos. Sempre tem um que enche alguma coisa com alho ou alecrim e estraga toda uma preparação. - Alerto, incisivo volto para minha bancada. Escaldo o frango e começo a prepará-lo em conjunto com cenouras á fermiere. O prato é simples e enquanto acrescendo alguns condimentos deixo minha mente vagar. Foi um salto e tanto abandonar anos de estudos em medibruxaria para encarar a verdade: eu não gostava daquilo. Hoje eu sou bem mais feliz. O trabalho é igualmente exaustivo, entretanto… menos estressante e mais gratificante. O periodo que passei na Italia estudando e trabalhando em restaurantes familiares foi incrivel. Ver todo o esforço e dedicação de geração após geração para manter a arte do preparo da boa comida intacto e tradicional ,  visitar villas produtoras de vinhos, azeite e presunto de parma… foi surreal. Por isso estou aqui. Passando o que vi e vivi para essas crianças em forma de refeições.
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeTer 31 Jan 2017, 17:08

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Faltam alguns dias para o inicio das aulas na Babbity, a Coelha então as refeições estão sendo preparadas exclusivamente para as crianças do orfanato. Eu sou capaz de confessar apenas para mim mesmo a satisfação que sinto ao preparar aquilo que alimenta essas crianças. Obviamente elas não possuem pais para cuidar de suas necessidades e gosto de colocar todo meu carinho nas refeições que faço, tentando lhes prover uma refeição gostosa e nutritiva já que este é o único modo que encontro para lhes ajudar. Eu poderia adotar um deles, mas eu sou dessas pessoas que se dão bem com crianças e meu estilo de vida é andarilho de mais para poder oferecer um ambiente saudável e estável.  

Por esses motivos que hoje tenho um caldeirão repleto de água fervendo e frangos sendo assados pela equipe em velocidade recorde. Com um aceno da varinha acendo fogo num segundo caldeirão e encanto tomates para que sejam descascados e entrem como se fosse um grande batalhão vermelho de exército. Todos marchando para sua morte certa. Coloco um bouquet garni para aromatizar o molho de tomate e coloco o sal. - Coloque o macarrão na água e sem usar magia! - Faço o pedido e acelero o preparo do molho até que os tomates desmancham e um aroma apetitoso toma conta da cozinha do refeitório. - Accio peneira! - O objeto vem até mim rapidamente e encanto o caldeirão para que derrame o conteúdo na peneira e que o molho fluido e livre de resíduos seja o resultado. Tudo pronto, Dante. Sorrio para Jake e sinalizo que o molho também está pronto. Então cordões de espaguete pingando água quente atravessam a cozinha e mergulham no caldeirão ao meu lado fazendo um baita estardalhaço. - Precisava molhar a cozinha inteira? - Pergunto olhando para o chão sujo e faço um sinal indicando que sirvam a refeição simples, mas muito apreciada pela criançada.  

Eu fico para trás limpando a bagunça planejando fazer uma visita ao mercado de pulgas ilegal que tem lá em Londres, pertinho do Beco Diagonal, para comprar umas coisas legais para minha nova humilde residência. Ela é muito 'trouxa' acredito que... bem, por que trouxas moram no prédio também e não dava para fazer algo completamente mágico nessas circunstancias. Acho que meus antepassados devem estar se revirando nos caixões agora, mas acho que eles precisam chacoalhar o esqueleto de vez em quando, então na verdade estou lhes fazendo um favor. Como todo bom e comportado tataraneto deve ser. Quando meus colegas voltam a cozinha já está limpa e eu considero o expediente encerrado. Deixo que eles cuidem dos talheres e pratos usados no almoço e vou para Londres.
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Darcy Bitt. Rathbone
Resistência - Auror
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Darcy Bitt. Rathbone

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Bicho-papão : Matar um inocente

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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeSeg 20 Fev 2017, 05:42

Halloween do Darcy pt.5


       Não sabia se Amélia estava chateada comigo pela os acontecimentos da noite anterior, mas minha consciência estava tranquila. Por mais nobre que seja tentar proteger um jovem, ainda era arriscado demais para os outros um lincantropo sem a supervisão adequada. Nada contra as vítimas que contraíram o virus, mas isso deve ser algo para ser ter cautela. Terminei de me arrumar e toquei na face onde levei um belo tapa, não merecia por aquilo, talvez por outra coisa, não por aquilo. Interessante é que eu fiquei pensando na menina, aqueles cabelos loiros me lembravam outra pessoa. Balancei negativamente a cabeça, porque é errado se envolver com trabalho, e aquela Stackhouse da festa tomava algumas noites de admiração. Também deixei mais de pensar no homem que me tomava tanta admiração, estava confundido meus sentimentos e isso não era bom. Coloquei meu óculos escuros e seguir para o orfanato, hoje eu seria o Tio Darcy ajudando na casa aos doces com as crianças, por isso eu trouxe vários doces que comprei na Noruega, e uma caixa de tinta para o rosto. Estava apenas vestido jeans e um sapato preto, não gostava de me fantasiar e adorava andar como eu queria me vestir, bem trouxa mesmo. 

       _Olá! - falei sem saber muito se devia desejar bom dia, alguns de seus amigos tiveram que ir ao ministério. Pelos olhos dela diria que ela não gostou de me ver _Pensei que tivesse ido embora - ela fala sem emoção alguma, vestia um vestido branco e uma trança única, diria que era uma princesa _Eu trouxe os doces e tintas, disse que faria isso e vou fazer - tentei sorrir para ela que não colaborava, apenas recolheu da minha mão e entrou. Caminhei até o refeitório que tinha sido feito de QG, as crianças estavam sendo divididas por equipes. Notei Rachel no meio deles, com uma fantasia de borboleta, estava engraçada e eu não recebi um olhar agradável. Caminhei para onde um das mães colocava a fantasia em um dos meninos _Olá amigão, que linda fantasia! - sorria para ele, lembrando de mim mesmo naquele orfanato na Polônia. Era frio e cheirava a repolho, nada confortável como esse, afinal, era o exército trouxa quem tomava conta. Andei por ali ajudando os pais a controlarem as crianças, amarrando e ajeitando fantasia, distruindo os baldes em formato de abóbora. Aposto que se Alexandra e Maurício me vissem agora, jamais acreditariam que era eu. Digamos que faço a linha dura com aqueles dois, adolescentes nada fácies de lidar também. O que será que eles estariam aprontando em Hogwarts?

       Quando estava tudo pronto para irmos, Amélia me chama para conversar _Você tem que ir embora! - pisquei várias vezes para tentar entender o significado daquilo, como nada falei ela continuou _Eu não sei mais quem você é, primeiro que seu nome nem é Darcy, porque usa-lo? - ela toca a testa franzida, ela tem razão, Darcy foi o nome que adotei na Rússia, o nome que cresci era outro _Não culpo você por ontem, mas nem todos pensam como você, nem tudo é tão simples - suspirei fundo olhando para aquelas crianças, eu realmente queria ficar e participar. Mas Amélia não me deixava muita escolha, minha presença ali era incomoda _E o que você pensa? - podia ter ficado fora quarto anos, e isso não apagava os outros que passei com ela e com meus outros irmãos. Talvez eu também não conhecesse mais ela, talvez fossemos só dois estranhos tentando manter uma relação furada _Sem problemas, estou indo! - não queria saber mesmo sua resposta. Apenas segui para a saída tentando ignorar a dor que surgiu no meu peito. Eu era alguém amaldiçoado mesmo, ficar sozinho era a minha estrada, e mesmo assim, não me arrependia de nada. Aparato dali.


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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeSeg 20 Fev 2017, 20:50

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Agarro a minha dolmã e vou diretamente para a cozinha do Orfanato da Babbity, a Coelha. Havia deixado todos os auxiliares na cozinha da Escolinha e vim sozinho cuidar dos preparativos para a festa que será realizada no período da tarde. Hoje é último dia do mês e para as crianças do Orfanato hoje é dia de festa de aniversário, já que eles juntam todas as crianças que nasceram no mês e a comemoração é coletiva. O bolo já está pronto, mas queria fazer algo especial e como só tive a ideia ontem a noite não tive como deixar tudo já pré-preparado. Pego a varinha e começo a orquestrar na cozinha, fazendo com que ovos quebrem um após o outro dentro do caldeirão, como jogadores de quadribol kamikazes. Manteiga e açúcar sãos os próximos, seguidos de farinha de trigo, chocolate em pó e leite. O conteúdo mexe sozinho até formar uma massa escura e homogênea. Com um último feitiço o bolo de caldeirão assa, vagarosamente permitindo que a massa cresça e cozinhe por completo. Vou até o estoque e pego umas barras grandes de chocolate e volto para a cozinha, lembrando do convite que fiz para a sra. Mamãe. Coloco numa grande táboa e encanto Madonna para que corte em pequenos pedaços.

Encosto contra a bancada enquanto Madonna faz seu trabalho, pensando no quão impulsivo foi o convite. A casa em que estou morando realmente é nova e ela ser a primeira mulher que passa pela porta é uma coisa tão ruim assim. Cruzo os braços ao fazer a lista mental de coisas que preciso comprar ainda hoje para ter tudo pronto antes da Alessa chegar. Algumas coisas para dar mais ‘mágico’ ao apartamento e comida, para fazer um jantar. Ela já sabe que trabalho na cozinha da Babbity, então deve estar ciente que comida eu sei fazer. Entretanto, não quero mostrar o quão bom eu sou, vai que ela gama de mais se souber de todas os minhas capacidades supremas e não quiser mais me largar? Não quero ser um destruidor de lares. Não, não. Vou ficar bem na média para poder dar um pé na bunda sem problemas mais pra frente. Paro de ficar divagando sobre bobagens ao perceber que Madonna Luce terminou e coloco tudo dentro de um outro caldeirão e aqueço para o chocolate derreter aos poucos e depois coloco creme de leite, misturando delicadamente reservando parte do chocolate derretido. Desmancho todo o bolo e coloco o ganache dentro do caldeirão e mexo até formar uma massa firme. Com um movimento da varinha pequenos pandas vão sendo feitos, bolinhas sendo formadas com a massa; patas e orelhinhas também. Quando prontos eles mergulham dentro do chocolate preto derretido e gotinhas de chocolate branco flutuam no ar a acertam eles para manchar o corpo marrom escuro criando um padrão muito similar ao de um urso panda. Com um sorriso no rosto vejo tudo ficando pronto ainda com a varinha erguida controlando todo o processo com maestria. Com tudo certo deixo tudo organizado e os minipandas dentro de uma grande forma de aço, para que amassem. Coloco alguns numa caixinha para poder levar alguns para casa e fecho toda a cozinha. Pedi autorização para sair mais cedo do trabalho hoje, confiando na capacidade do pessoal da cozinha e consegui a devida autorização. Passo na Escola para de despedir e passar as últimas orientações antes de sair do local.
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Sebastian Adams Waynwood
Sonserina
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeDom 18 Jun 2017, 21:05



Tinha acabado de desfazer suas malas. Sebastian havia chegado durante a noite anterior no Orfanato, mas diferente de Hogwarts, lá não havia Elfos para auxiliá-lo a desfazer sua bagagem. O sono tinha feito com que ele se limitasse a pegar um pijama no malão, para que pudesse dormir rapidamente, mas sabia que as tias iriam matá-lo se encontrassem sua mala ainda feita durante o período da tarde, por este motivo, assim que tinha acordado, a primeira coisa que tinha feito fora tirar todas as suas poucas roupas para colocar no armário, assim como ajeitar seus livros, que provavelmente estariam aposentados. — Depois posso ver de doá-los para alguém mais jovem. — Sebs, apesar de órfão e de não fazer ideia de quem era a sua família, possuía uma conta em Gringotes com seu nome, o que tinha facilitado sua compra de materiais, mas sabia que a maioria das crianças do Orfanato não tinha a mesma sorte, então como precisaria comprar livros para o terceiro ano, poderia doar os seus do segundo. Com o malão desfeito, e tudo devidamente ajeitado, o garoto rumou em direção ao refeitório. A comida de Hogwarts era maravilhosa, mas era apaixonado pela que existia ali no Orfanato. O motivo para isso  era que naquele lugar se sentia verdadeiramente em casa. Após se servir com um punhado de panquecas, algo timicamente americano na Grã-bretanha, o garoto se sentou em uma mesa qualquer, ao lado de alguns dos seus amigos. Muitos deles também frequentavam Hogwarts, mas por serem de casas diferentes, fazer refeições juntos era algo raro, por isso eles colocaram os papos em dia, comentando sobre o ano letivo que tinha passado. Só quando todo mundo estava pronto, foi que Sebs levou seu prato até o balcão onde ficavam as louças que precisavam ser lavadas, e saiu do refeitório, indo em direção ao pátio.




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Forever Crimson River
Estagiario do Profeta Diário
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Ano Escolar: 6º Ano
Varinha: Pelo de Rabo de Cérbero, Teixo, 29cm, Maleável

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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeDom 03 Jun 2018, 03:49

That Was Great
Nem sempre a comida do refeitório era boa, mas Forever tinha que admitir que naquele dia eles tinham se superado, o estrogonofe acompanhado de arroz estava tão maravilhoso que Forever não queria sair daquele lugar. Será que deixariam ela repetir o prato? Sabia que tudo ali era contado para todos, o orfanato tinha que alimentar muitas boas e não era como se ele tivesse muitos recursos para isso. A menina ficou esperando ali até que a fila para pegar a comida abaixasse, então voltou para a mesma a fim de perguntar se podia pegar um pouco a mais. No fim, acabaram a deixando pegar mais um pouco, Forever ficou contente sabendo que iria desfrutar mais um pouco. Após acabar, seguiu para o seu dormitório, naquele dia dormiria feliz. Saiu do local.


Forever
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CRIMSON RIVER
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Hester Matthieu Chevalier
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeSeg 31 Dez 2018, 20:36



Hora do rango!
O passeio em Hogsmeade tinha sido legal, porém a pequena ruivinha acabou de castigo por causar uma guerra com pessoas que não eram as crianças do orfanato, tudo porque tentou atingir um amiguinho e acertou uma moça, fora que também tinha acertado uma das cuidadoras do orfanato por não gostar da mesma, a brincadeira acabou que a menina ficou de castigo por uma semana, depois de todas as refeições ela tinha que ajudar a limpar o refeitório, mas graças a Merlin o castigo tinha chegado ao fim e Hester podia continuar com suas bagunças do dia-a-dia. Naquele dia a comida seria uma das coisas que ela mais gostava macarronada com salsicha, um dos cardápios favoritos da pequena. “Eu vou comer duas vezes hoje!” Pensou enquanto estava na fila segurando seu paro e sem empurrar ninguém, afinal, não queria acabar de castigo de novo. Teve que se conter muito para não sair empurrando quem estava na frente, mas graças a deus conseguiu aguentar até que seu prato tivesse com as rodelinhas que tanto amava. Com cuidado para não derrubar o que tinha em mãos, seguiu até a mesa mais próxima que continua um lugar vago e começou a comer com, não queria perder muito tempo na primeira pratada, pois a comida podia acabar e seu objetivo de comer duas vezes podia acabar indo para o ralo, já que não era a única a gostar daquela macarronada. 




Hester Brie Matthieu Chevalier
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Hester Matthieu Chevalier
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeQua 09 Jan 2019, 23:26



Guerra de comida 
Três semanas tinham se passado desde o passeio que as crianças do orfanato tinham em Hogsmeade, tinha sido um passeio incrível, pois ela nunca tinha ido para um lugar daqueles. Hester não tinha crescido naquele orfanato, ela já tinha passado por vários até chegar no que estava no momento e tudo porque as pessoas lhe adotavam e lhe devolveram por dizer que ela não era o que eles esperavam, ou seja, sempre estavam em busca de uma criança quieta ou que acata-se ordens sem bater de frente, e a menina era do tipo que não abaixava a cabeça quando achava estar certa, mesmo que não estivesse, tinha uma personalidade muito forte, talvez tivesse puxado isso de algum de seus pais, mas como saber de quem? É uma coisa complicada quando se é órfã! Talvez fosse por causa de seu comportamento que estava metida sempre em castigos.

- Gente, guela hoje, tá? - A pequena cochichava com suas colegas que dividia a mesa para a refeição do almoço, era uma quarta-feira a tarde de dezembro, o natal estava chegando e mais uma vez a menina passaria naquele lugar, sem ganhar um único presente e saber o que é ter um papai e até mesmo uma mamãe. - Ninguém gota dessas cumidas de qualta que são fetas de coisas velanas!- Falou cruzando seus braços e encarando a comida de cara fechada. - Vamus vê quem acelta a tia golda plimeilo? - Um sorriso sapeca tomou conta da face da ruivinha, que não demorou dois minutos para encher a mão com aquela gosma estranha. Pôs-se de pé e olhou em volta procurando sua vítima, porém ela não estava no refeitório. “Ué cadê ela?” Pensou franzindo o cenho e deu de ombros, não iria abortar o plano, mesmo que isso pudesse lhe fazer passar horas de castigo. Procurou com quem tinha mais intriga dentro do orfanato entre as coleguinhas e jogou o alimento em direção ao rosto de uma.

Como sempre o caos tinha começado graças a Hester, ela era a cabeça de todas as travessuras que aconteciam em quase todos os cômodos daquela moradia de crianças sem pais. Sua roupa? Bem, estava bem suja por causa dos alimentos que eram jogados em sua direção, alguma tia tentava força as crianças pararem a guerra, mas como uma tia iria conseguir controlar uma guerra de comida de 50 crianças?? Sendo que a mais severa não estava entre eles, e as outras tinham saído na parte da manhã. Naquela altura do campeonato não só comida voava pelo refeitório, mas os pratos e copos de plástico também, o chão estava completamente sujo, graças a Merlin eram crianças bruxas e as tias usavam magia para limpar, mas isso não quer dizer que não seriam punidas. A ruivinha estava com as duas mão direita com a comida que odiava quando avistou a tia chata entrando e dando um grito para que parassem, mas a pequenina era terrivel e não parou, muito pelo contrário, moveu o braço para trás e depois o movimentou para frente ao mesmo tempo em que seus dedos abriam-se e soltavam o que seguravam com força. A comida voou da palma da mão da garotinha e foi em direção a tia, porém, a mais velha desviou bem na hora, com isso a crianaça avistou uma ruiva, mas não era qualuqer uma, era a ruiva de cabelos de fogo de Hogsmeade, mas não teve muitop para confrimar se era a mesma moça, pois ela foi acertada pela comida. - Di novu naum! - Exclamou levando as duas mãos até a cabeça e arregalou os olhos ao ver a situação da moça. - Eu tá felada, eu só suju ela. - Resmungou enquanto a tia Morgana se aproximava em passos largos até si, o som do salto fazia barulho em cada passada, as crianças tinham parado de gritar e jogar comida. - Todas para fora, menos a Hester! - Morg ordenou e uma a uma as crianças foram, saindo, sobrando no local, apenas a pequenina de apenas cinco anos e a mais velha. Mais uma vez foi puxada com brutalidade pela outra pelo braço. - Pode se preparar que você não vai comer mais hoje. - Os gritos invadiam os ouvidos da pequena, que apenas fazia cara feia por causa do aperto no braço. - Solta! - Falou com os olhos marejados, talvez fosse por causa das atitudes de Morgana que Hester sempre aprontasse com ela, a mesma vivia lhe machucando.


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Athena M. Chevalier Moon
Diretor da Grifinória
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Athena M. Chevalier Moon

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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeQui 10 Jan 2019, 15:16

The Rise of my Sun

Athena tinha passado todo o restante do mês atrás da menina. A ruiva simplesmente não podia se esquecer do rosto da pequenina na neve… rosto esse que lhe atormentava até mesmo nos sonhos. Ela precisava ver a menina novamente, nem que fosse uma última vez, apenas para confirmar que ela não era o fantasma que procurara a sua vida inteira. Para isso, a mais nova dos 4 irmãos tinha mobilizado todos os Moon sob um único objetivo: encontrar uma garotinha chamada Hester nos orfanatos da cidade. E ela havia chegado bem perto.

A mulher de debruçou sobre o balcão do hall de entrada do orfanato de Godric’s Hallow. Cassius havia obtido uma informação interessante sobre aquele lugar, a melhor que tivera na semana. Ela não podia simplesmente deixar passar. “Boa tarde. Eu gostaria de ver uma de suas órfãs.” Disse-a sem rodeios, sob o olhar esquisito da atendente. Era óbvio que aquilo não era permitido, mas felizmente a ruiva era uma mulher precavida e tinha suas cartas na manga. “Oh sim, estou ciente da proibição. Acontece que eu preciso encontrar uma menina cujo o nome é Hester.” Revelou a informação com cuidado, prestando a atenção em cada detalhe do rosto da outra. Ela viu reconhecimento no lampejo de seu olhar e soube que estava certa. “Ela está aqui, não é? Eu sei que sim. Faz semanas que eu estou procurando por essa menina e veja bem, eu sou uma mulher muito ocupada. Não vou aceitar ser parada aqui e agora.” Com o tom calmo e conciso, ela explicou tudo com um sorriso no rosto e um quê de ameaça em cada palavra. “Você pode experimentar chamar os ministeriais no nível dois, o meu irmão Seth está aqui para isso. Ele próprio é um ministerial. Garanto que tudo não vai passar de um mal entendido perante os olhos das autoridades.” Respondeu a mulher, estalando os dedos da mão. “Isso aqui pode se tornar um problemão. Ou… você pode simplesmente me deixar entrar e ver a garota por 2 minutos. Depois eu vou embora e talvez você nunca mais vá me ver na vida. Que tal?! Temos um acordo?” Bruce piscou para a mulher logo atrás e ambos viram como ela corou brevemente. “E eu ainda te dou o bônus de conversar com meu irmão enquanto isso.” Complementou, sabendo que aquele era o cheque-mate.

E fora assim que Athena conseguira autorização para adentrar na área comum do orfanato e procurar por Hester com uma mulher chamada Morgana. Ela só não esperava encontrar um inferno quando adentrasse o refeitório, com comida voando por todos os cantos. A ruiva não pôde sequer ficar surpresa, já que logo que pôs os pés no piso lascado fora acertada por uma gosma nojenta no peito, que caiu bem em cima dos seus finos sapatos franceses. Ótimo! “Que bagunça. Vocês sabem bem como cuidar de crianças pelo que vejo.” Murmurou ironica, com o olhar gélido sobre a mulher irritadiça que fora controlar a situação e tirar as crianças do salão. Enquanto ela se limpava, a garotinha ruiva que procurava revelou-se como a única restante na sala. Morgana agarrou-a pelo braço com força, o que incomodou a professora profundamente. Mesmo que inconscientemente, ela precisava dar um jeito de ajudar a menina. Athena cutucou a mulher curvada sobre a pequena e teve o seu odioso olhar voltado pra si. “Se não se incomoda, eu gostaria de ficar sozinha com a menina. Você pode ir agora, sim?” Pediu com uma falsa gentileza, traída pelos seus olhos ameaçadoramente cerrados para a outra, que saiu murmurando algo como “Cinco minutos!” antes de se retirar.

“Olá novamente, Hester. Eu não tive o prazer de me apresentar antes, mas me chamo Athena.”
Disse, desta vez um um sorriso genuíno, enquanto se ajoelhava na frente dela. “É um prazer enorme conhecer você.” E estendeu a palma da mão para a menina, que apertou-a. “Está tudo bem contigo? Deve ser chato morar aqui, não é?” Continuou a tentar fazer a menina falar consigo. Para a felicidade dela, funcionou, já que a garotinha era uma verdadeira tagarela. E ela estava encantada com a desenvoltura da outra… hipnotizada pelos cabelos ruivos como os seus, pelos olhos do mar do caribe e pela “marquinha da sabedoria”. Agora, com calma, ela podia observar cada um dos indicios com cuidado. Cada um deles, lhe trazia mais certezas sobre o impossível que se materializara a sua frente.

Interação com a bebê Hester!



— ATHENA
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeSex 11 Jan 2019, 00:09



Guerra de comida 
Os olhos da pequena devolvem o olhar raivoso da tia que lhe encarava, mas em momento algum abaixou a cabeça, apesar da pouca idade tinha coragem de sobra para enfrentar quem não gostava.  Desviou o olhar da cuidadora para a moça que mais uma vez tinha sujado sem querer. “Ela vai me odiar” Pensou mordendo levemente o lábio inferior, mas logo o soltou ao escutar as palavras que saltavam dos lábios da mesma. “Ela está me ajudando.” Pensou com os olhinhos brilhando, do mesmo jeito que ficava com raiva, a mesma se esvai na velocidade da luz. Quando seu bracinho foi solto, esfregou o mesmo para fazer a dor que sentia por causa do apertam passar ao menos um pouquinho. Segurou a vontade de mostrar a língua para Morgana mesmo que esta estivesse de costas, estava bravinha, porém se conteve por causa da presença da ruiva grande que tinha a mesma marquinha que si.


- Olá! Eu é a Hestel! - Falou toda sorridentes e toda suja também por conta da travessura que começou no refeitório, viu a mesma se ajoelhar e levou as mãozinhas até as bochechas. - Se vai sujal os seus joelhos! - Exclamou como se aquilo fosse o fim do mundo, pois achava a mulher muito elegante. - O que é um plazel enolme em conhecel? - Tinha cosias que ela ainda não sabia por causa de sua pouca idade. Tirou a mãozinha direita da bochecha e então apertou de leve a mão da ruiva em sua frente, cumprimentando-a. - Agola estal tudo bem, mais meu blaço ainda tá duendu, ela semple me machuca. -  Respondeu a pergunta e sentou no chão, não era o tipo de se preocupar em se sujar ou não. - Ó. - Levantou a saia que usava mostrando os joelhos marcados por várias horas ajoelhada de castigo, pois sempre fazia alguma travessura. - Voche veio aqui escolhe um bebê pala voche leva pa sua casa no natal? - A pequena já tinha visto várias mulheres e casais naquela época chegarem em um orfanato e escolherem um bebê para levarem para suas casas, nunca eles queria alguém grande. Arrastou a budan no chão para ficar mais perto da otura e então levou as mãos até a marquinha dela. - A sua malquinahd a sabedolia nasceu com voche também? - Perguntou toda curiosa e passou a ponta dos dedos sobre a dela, era idêntica a sua. - No outlo lugal que molei a tia disse que a minha mamãe ou papai podiam tel essa malquinha. - Dessa vez ela mostrava a própria marquinha em seu corpo para a outra, era muito inocente para entender o que estava acontecendo realmente. - Se tem bala? Eu tô com fome.. - Falou fazendo bico e suspirou, faltavam poucos dias para o natal e ela sabia que não ganharia presente algum, pois era muito sapeca e por este motivo os presentes que eram doados para as crianças nessa data, eram dados para as outras e menos para ela, pois a cuidadora que ela menos gostava era a chefe e que mandava em tudo, nisso a mesma proibia as outras a darem qualquer brinquedo a ruivinha.




Hester Brie Matthieu Chevalier
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeSex 11 Jan 2019, 19:46

The Rise of my Sun

Athena sorriu com a desenvoltura da menininha. Em alguns momentos durante sua fala, havia se esquecido de que estava falando com uma criança… também pudera, a ruiva não tinha a menor experiência com crianças. Ela tinha sido mãe ao passo de que nunca tinha realmente o sido. A oportunidade de corrigir os seus erros, porém, parecia estar diante dos seus olhos. Aquilo era bom demais para ser verdade. Bom demais para alguém como ela… O seu castigo era eterno, ela não podia escapar das escolhas que tinha feito.

“Eu sei, eu não me esqueci do seu nome.” Disse-lhe, ousando passar a mão em seus cabelos vermelhos. “Oh, e não precisa se preocupar comigo. Estas roupas vão ser limpas depois.” Piscou para a menina, observando suas reações. Foi quando ela começou a lhe mostrar as marcas que tinha no joelho dos castigos, assim como o vermelho em seu braço. A mulher franziu o cenho diante da visão, contendo a indignação que sentia dentro de si. Como diabos tratavam as crianças assim? Eram apenas crianças! Ela daria um jeito de fazer uma reclamação formal sobre aquilo. Em outros tempos, ela certamente recorreria à justiça de Asmodeus como vingança contra aquelas pessoas, mas agora… Era melhor não envolver a entidade. Ele deveria estar furioso consigo. “Escolher um bebê?” Athena foi pega de surpresa entre os seus pensamento. “Oh não, na verdade, eu vim procurar o meu bebezinho. Eu perdi ele.” Explicou da maneira mais simples que podia a menina. “E você, Hester? Não tem alguém vindo para levar você para casa?” Perguntou, passando o dedo sobre o rostinho da menina. A resposta a deixou zonza e com o coração apertado. Ela pigarreou antes de continuar. “A minha marquinha está aqui desde que eu nasci também, assim como você.” Ela sorriu, notando o interesse da menina. Ela queria bala, mas Athena não era muito adepta de doces, então não tinha nenhum à vista. “Eu ouvi aquela moça dizendo que não te daria mais comida hoje, mas não seja por isso. Vou pedir para o meu irmão comprar uma coisa bem gostosa para a gente comer, o que você acha?” Sugeriu, feliz com a empolgação que ela demonstrou. “Mas antes eu preciso que me faça um favor.” A ruiva pegou em sua bolsa, um pequeno saco plástico com um cotonete dentro, ao qual ela tomou nas mãos logo após ter calçado luvas de látex. “Faz “aaaaah” pra tia.” Pediu, passando o cotonete pela lateral da boca da menina assim que fizera o que tinha lhe dito. Depois, Athena devolveu o objeto com DNA de Hester para o saco, coletando o seu próprio material genético, em seguida. Guardou a ambos em sua bolsa novamente, esperando levar aquilo à algum especialista que pudesse fazer a análise.

“Há algo que você gostaria de comer? Vou lá pedir a Bruce para comprar.”

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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeSex 11 Jan 2019, 20:07



Guerra de comida 
A pequenina ficou encarando a mulher por um tempo por causa da pergunta sobre alguém estava indo lhe buscar para ir para casa, afinal, sempre que alguém lhe levava, voltava para um orfanato depois de uma ou duas semanas. - Ela é chata, ela semple biga com eu, tem dia que nem é eu que faço alti, e ele biga. - Falou fazendo biquinho, suspirou e passou a mão pelos cabelos ruivos da moça em sua frente, estava encantada em ver alguém grande com os cabelos como os seus. - Eu gosta da ideia, eu quelo come. - Fez sinal positivo com a cabeça, pulou no lugar e sorriu de orelha a orelha, não importava o que estava acontecendo consigo ou em sua volta, Hester estava sempre a sorrir e encantar as pessoas a sua volta. - Favo? Qui favo? - Perguntou franzindo o cenho como se estivesse muito pensativa por conta das palavras que saltavam da boca da moça em sua frente. - Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah - Fez como foi pedido, mas de um jeitinho mais exagerado por ser criança, começou a rir após sentir o objeto ser passado em sua boca e só fecha quando viu a mulher guardar o negócio babado em um plástico. - Pala que voche quê meu baba? - Por ter ainda cinco anos falava muita coisa errada e para ajudar não tinha nenhuma mãe ou pai para ir corrigindo o seu jeito de falar. Levou o dedo indicador da mão esquerda até o queixo e bateu duas vezes após escutar a pergunta. - Eu podi escoel qualque coisa? - Perguntou toda curiosa e após a resposta da mesma, sorriu. - Eu quê uma pastel de calne! - Os olhinhos dela brilharam após fazer seu pedido, pois nunca tinha comido um e sempre via propaganda na televisão que as crianças podiam assistir uma hora por dia. - E lefligelanti! - Sua barriga acabou roncando bem na hora que completava seu pedido. - Se gosta de pastel? - Perguntou curiosa e se aproximou mais da moça. - Voche é muito linda, paleci a plincesa aliel! Ela é seleia! - Disse esfregando uma mão contra a outra e lançando seus olhos azuis em direção aos olhos da mais velha.



Hester Brie Matthieu Chevalier
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeSex 22 Mar 2019, 10:04

Athena M. Chevalier Moon escreveu:

The Rise of my Sun

Pastel de carne não era bem uma comida para uma garotinha como ela, mas não se sentia em posição de questionar a alimentação da garotinha. Por isso, torcendo o nariz, ela foi até o irmão mais velho e deu-lhe a missão de encontrar um pastel de carne, pequeno assim como especificado pela própria ruiva, para a pequena, bem como um copo grande de suco natural. Era melhor suprir as necessidades calóricas com algo que realmente fosse ser aproveitado pelo corpo. “Vão logo, vocês dois!” Bateu uma palma, enxotando-os dali.

De longe, a mulher ficou a encarar a garotinha, que parecia agitada demais para ficar parada no lugar. Uma segunda moça, já não tão moça assim, parou ao seu lado, encarando-a pelo canto dos olhos. “Há algo que eu possa fazer por você?” Estreitou os olhos para ela, cruzando os braços sobre o peito. Ela não entendia o interesse da docente sobre Hester e queria sondá-la, obviamente. “Usando de truques levianos não conseguirá arrancar nada de mim. Aliás, não conseguirá esse feito usando truque nenhum…” Debochou das capacidades da outra, que lhe devolveu um olhar raivoso perante a sólida serenidade da mulher. “O que eu quero com a menina não lhe diz respeito, certo?” Um risinho de canto surgiu nos lábios de Athena, perante o notável descontrole da cuidadora. “Eu não sou bem especialista no cuidado parental, não tive a oportunidade ser mãe, mas tive muitos sobrinhos… Crianças não deveriam ser tratadas com amor? Você é uma megera.” Riu como se tivesse contado uma piadinha. “Eu tenho planos de livrar a garota das suas mãos, querida. Faremos um acordo, certo? Você fica fora do meu caminho e eu não destruo a sua vida.” A ruiva podia escutar o zumbido satisfeito de seu Pai nos ouvidos. Aquilo era como a voz dele saindo de sua boca, a influência dele sobre si… maldoso, perverso e irreverente. “Do resto eu cuido e você não precisa se preocupar. Fechado? E tente não maltratar muito a menina enquanto eu tiver resolvendo os nossos problemas, pode ser que eu fique irritada. Nunca se sabe, não é?!” Piscou para a outra, que ficou sem saber exatamente o que fazer. A confusão e a fúria eram claros como água em sua expressão, havia, porém, uma faísca de medo no seu olhar, o que anunciava o sucesso da ameaça de Athena. Talvez ninguém nunca tivesse a afrontado daquela maneira...

Minutos depois, Bruce retornaria com o pedido que fizera, ao qual ela agradeceria com um olhar antes de pegar as coisas da mão dele. Voltando para junto da menina, ela depositou o suco de morango sobre uma das mesas, enquanto entregava o pastel à menininha. “Não vá de acostumando, Hester. Isso faz mal, sabia?” Recorreu a sensatez de uma garotinha de 4 anos, sentindo-se idiota por isso poucos segundos após. “Deixe pra lá, meu bem.” Deu de ombros quando ela começou a questionar-lhe sobre aquilo, passando as mãos sobre seu cabelo com a leveza de uma pluma. Os seus cabelos tinham uma coloração extremamente parecidas, quase idênticas. A suave diferença, provinda da vivacidade da cor dos fios de Athena, vinha somente dos tratamentos tonalizantes que a mais velha fazia, desconfiara. Eram muitas coincidências, ignorá-las seria burrice. Em outros tempos, ela estaria convicta de que aquela era sua menina, mas depois de tantas tentativas fracassadas, a mulher insistia em sua ceticidade. Só daria-se ao luxo de festejar depois do resultado dos exames.

“Eu… preciso ir, Hester. Tenho algumas questões do trabalho para resolver, minhas férias já estão no fim.” Vendo como o sorriso da garotinha se perdia ao anunciar sua saída, ela resolveu lhe fazer uma promessa. “Eu volto, porém. Antes do Natal ainda… eu venho lhe trazer uma presente do Papai Noel, o que acha?” Propôs, notando como a menina voltava a se acender como uma árvore de Natal. “Até logo então, meu bem!” E inclinou-se para beijar-lhe o rosto infantil. Levantando-se para ir, a mulher o fez de uma vez. Havia um aperto no seu coração, ela não sabia se era por deixar Hester para trás ou por causa de um certo alguém que habitava em si… Athena nem imaginava qual a opinião dele sobre aquilo, preferia não pensar sobre. Sua tarefa ali estava concluída, porém… agora era hora de buscar a verdade.

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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeSeg 25 Mar 2019, 23:04



Guerra de comida 

A menina estava amando a companhia daquela mulher de cabelos ruivos, ainda mais depois da parte que a mesma fez a mulher chata sair do local. Encarou de longe Athena se afastar e conversar com um moço, mas não se aproximou só encarou tudo de longe e o viu sair do local. Não era o tipo de ficar muito tempo parada, então começou a correr pelo local em meio a sujeira, deslizando por ela e rindo quando se desequilibrava, mas em momento algum caiu. Como sempre, Hester sempre achava uma maneira de se divertir, o sorriso sempre estava estampado em sua face e por estar concentrada na brincadeiras, não viu a conversa que a adulta estava tendo com uamd as moças que ajudava a cuidar e limpar o orfanato. Porém, em uma de suas corridas para lá e para cá, passou por perto das duas que conversavam e escutou uma palavra que nunca tinha escutado antes. - Megela!! Megela! - Falou enquanto corria de novo para longe, subindo e descendo dos bancos com seus sapatos escorregando.  A brincadeira que ela mais gostava era correr de um lado para o outro, provocar as tias e vê-las bravas correndo atrás de si, mesmo que no fim da brincadeira acabasse sendo pega por alguém e colocada de castigo.

Os olhos azuis brilharam ao ver a ruiva voltar para perto de uma das mesas e colocar uma sacola sobre a mesma. Escorregou mais uma vez pelo salão e parou pertinho do banco que a ruiva estava acomodada. Apoiou as penas mãos que não estavam nada limpas na mesa e sentou-se com um grande sorriso nos lábios. Pegou a comida que era estendida para si e sorriu de orelha a orelha, não demorou mais que três segundos para dar uma bela mordida para degustar do alimento que tanto desejava, afinal, era complicado comer coisas boas morando onde se morava. Não entendeu nada sobre aquilo fazer mal, estava muito bom e isso era o que importava para a criança. Enquanto comia balançava as perninhas em baixo da mesa, sua boca estava toda sua de farelos da casquinha do pastel, mas em momento algum se importou com a sujeira ou parou de comer para limpar os lábios, tinha apenas quatro anos e por este motivo não se preocupava ainda com aquelas coisas. Com a mão livre pegou o copo com o suco e fez uma caretinha, olhando para a moça. - Issu num pinita a bota, é suco. - Ela já tinha tomado algumas vezes refrigerante, então sabia que o mesmo pinicava a língua ao beber por conta do gás.

Hester já tinha acabado de se alimentar quando a notícia sobre a outra ter que ir invadiu seus ouvidos, encarou a outra novamente enquanto acabava de lamber os dedos sujos pelo pastel que tinha comido. - Já vai? - O sorriso que antes estava estampado no rostinho da pequenina foi embora, pois sabia o que lhe esperava após a partida da outra. - Um presente??? - Seus lábios tornaram a formar o lindo sorriso e a mesma até levantou do banco e deu alguns pulinhos de felicidade, tinha tempos que não ganhava nada de ninguém. - Xau tia! - Beijou a bochecha da ruiva maior e a viu sair do local, soltando um grande suspiro quando a perdeu de vista. Não demorou muito para que uma das cuidadoras aparecesse com uma cara de poucos amigos. A ordem tinha sido clara, Hester não sairia de lá até deixar tudo bem limpo e faria sozinha como punição pega guerra, mesmo que não tivessem visto quem tinha começado a guerra, todos no local estavam cansados de saber que a cabeça de travessuras pelo orfanato era a pequena. Após limpar tudo ela foi liberada, então seguiu pro dormitório feminino.




Hester Brie Matthieu Chevalier
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Elise Chevalier D'Anjou
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Elise Chevalier D'Anjou

Bicho-papão : Fracassar na missão e perder meus filhos

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Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeQui 01 Ago 2019, 15:33

Um novo emprego me chama!



Um nervosismo atingia a D'Anjou, ela estivera desde muito nova acostumada com a presença de crianças, sempre precisou ter responsabilidades e conhecimentos de como cuidar das mesmas, mas, está seria a segunda vez que a mulher trabalharia em uma instituição de órfãos — Bom dia, sou Elise D'Anjou — chegou ao local marcado para o início de seu primeiro dia como governanta pontualmente as 07:00 da manhã — Obrigada — agradeceu abrindo um sorriso para a moça que comentou com a mesma sobre ela ser sua supervisora durante os primeiros dias — Que horas as crianças costumam acordar?O café é servido quando? — aproveitou que Marta lhe deu a chance de fazer perguntas para conhecer mais sobre o funcionamento interno do orfanato — A agenda muda constantemente pelo que pesquisei, isso pode ser entre visitações, passeios e até mesmo atividades produtivas? — fez um questionamento demonstrando que conhecia o assunto somente precisava conferir se estava correta. Marta fizera um tour por todo-o-terreno interno do orfanato juntamente de Elise para que a mesma se ambientar a cada espaço que ela precisaria supervisionar — Desculpa — a corvina precisou ajeitar um quadro que estivera meio torto na parede do corredor dos quartos, seu TOC ainda era um problema a ser tratado — Falo fluentemente o Inglês, Chinês, Japonês e Francês por causa de minha família — Elise gostava de falar sobre sua carreira — Espanhol, Italiano, alemão e Grego por causa de minhas especializações  —, a mulher evitou continuar falando de sua facilidade para aprender outras línguas porque sua supervisora poderia está achando que a mesma estava se exibindo.


Marta sugeriu que Elise aprontasse as crianças para o café da manhã, pois, haveria uma visitação de casais após o mesmo “Pronto ela quer me testar” — Sim, senhora — respondeu olhando rapidamente o relógio, os ponteiros em conjunto demonstravam ser 09:00 em ponto. Abriu gentilmente a primeira porta que vira em sua frente a mesma pertencera às crianças mais velhas — Bom dia, está na hora do café — foi acordando com uma voz suave cada bruxinho — Vai mesmo querer perder o café? Que pena pensei ter sentindo cheiro de chocolate quente — para os reclamões utilizou dos métodos que quase sempre facilitam as coisas — Aliás, me chamo Elise sou a nova responsável por vocês — assim que viu os jovens começarem a se levantar fez um sinal de que tinham dez minutos para descer, seguindo assim para os demais quartos que eram divididos em masculino e feminino. Fora realizando seus métodos de acordar crianças pelos diversos quartos do orfanato, aplicando os mesmo das mais variadas formas afinal ela sabia que cada criança tendia a responder de uma maneira diferente, ganhara essa experiencia sendo mãe. Finalmente ela chegara no último quarto do corredor segundo Marta aquele é um dos mais complexos por ter as crianças pequenas: bebês e afins — Não se preocupa, sei lidar com isso… — respondeu buscando a confiança dentro de si — Oie, sou Elise vou cuidar de vocês — falou carinhosamente, pediu auxílio de alguma das outras funcionarias do orfanato — Arrumem os bebês por gentileza — ela também se colocou para ajudar as crianças um pouco maiores se arrumarem.


Todas as crianças pareciam prontas, ao mesmo era isso que Elise pensava ao seguir vendo uma por uma descendo para o café— Vocês estão magníficos —elogiava os pequenos querendo elevar o ânimo dos mesmo para a visitação. A mulher já estava quase saindo do quarto quando ouviu um barulho, em silêncio Elise seguiu até uma cama pertinho da janela, com cuidado levantou o lençol que estava no chão com um volume considerável — Oie — foi tudo o que ela disse abrindo um sorriso para uma garotinha — Quantos anos você tem? — a menina ainda quietinha fez o número seis com os dedinhos — Nossa sou tão velha… me chamo Elise — sorriu para a pequena — Posso te pegar? — perguntou abrindo os braços, a garota olhou desconfiada, mas, acabara aceitando o colo — Lavínia? que nome lindo — comentou sentando na cama com a menina no colo — Por que estava escondida? — olhou para a pequena com carinho, Elise sentia um grande amor por crianças, aquele olhar tão frágil para ela fora o suficiente para criar um laço com Lavínia — Olha pode me contar, sou a nova tia vou cuidar de você — começou a conforta a doce menina que começara a falar “Pobre menina, minha Make pensou o mesmo” Elise seguia pensando ouvindo que Lavínia não queria descer para o café porque de lá teriam que ir vê os pais…e eles nunca escolhiam ela — Por que você acha isso? — a Chevalier perguntou olhando para a menina que seguia falando que eles preferiam as outras meninas — Não é verdade, uma hora você vai ter pais bonzinhos — sussurrou — Eu adotei uma menina, ela também não era escolhida…logo você será escolhida assim como ela foi quando menos esperava — seguiu confortando a pequena, Elise sabia que ela somente queria ser ouvida, desabafar é ótimo para todos — Eu serei sua nova amiga, vou te ajudar a encontrar papais — beijou a testa da criança.

— Vamos tomar café? — sugeriu ouvindo a barriga da pequena ronca — Vamos te arrumar rapidinho —comentou abrindo um sorriso.Elise ajudou a menina em cada detalhe de sua arrumação — Esta linda — concluiu pegando na mão da menor saindo assim do quarto em direção ao refeitório do orfanato, durante todo o caminho Elise seguiu contando várias experiencias engraçadas que fizeram a criança rir “Pelo menos assim ela esquece a tensão que estava sentindo” a D'anjou pensa lembrando que na áfrica as crianças passavam por situações similares. — Ela precisava conversar, perdão o atraso — a francesa fala para a supervisora deixando a garota ir sentar-se com os demais para se alimentar — Obrigada, toda criança precisa ser ouvida faz parte de ser governanta e mãe — comentou sorrindo por ser elogiada — A visitação está tudo certo? — seguiu puxando assunto com Marta para descobrir como funcionaria o evento do dia, enquanto as crianças seguiam ocupadas com seus cafés da manhã.

fiscal agosto orfanato ஃ com npc´s
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  Elise Chung Chevalier D'Anjou
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Nate Drozdov McBride
Membro da Guilda
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Nate Drozdov McBride

Patrono : Macaco-japonês

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Escola/Casa: Durmstrang (Escandinávia)
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Pelo de Rabo de Testrálio, Aveleira, 30 cm, Maleável.

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MensagemAssunto: Re: Refeitório   Refeitório I_icon_minitimeDom 13 Out 2019, 13:19

Over My Head

Eu quase não tinha conseguido descansar na noite anterior. Já não bastasse a missão secreta feita em Hogsmeade, agora já tinha outra para ser executada e sinceramente não sabia como eu estava sobrevivendo a tudo aquilo que ocorria. Na missão em Hogsmeade, eu acabei voltando mais cedo que os outros membros, supostamente para entregar os relatórios conseguidos à Nyx. Porém era tudo besteira, na verdade eu tinha dado aquela sugestão para tentar salvar minha pele, pois não sabia o que nos esperaria dentro daquela caverna. Bom, Makida, Savonya e Shamira conseguiram voltar inteiras... quer dizer, mais ou menos. Makida continuava brava com qualquer ser do mundo, o que descobri que não era apenas com homens. Savonya me achava uma criança e Shamira era a única que eu realmente me importava do trio. Já fazia algumas semanas desde aquele evento e Nyx já tinha me mandado de volta para o esconderijo dos Vípers, para cuidar e recepcionar os membros mais experientes. Mas tudo que é bom dura pouca e não foi diferente com o meu sossego; algumas semanas depois de retornar para Alderney, Nyx me enviou uma carta urgente na noite anterior à essa que relato, ordenando que eu me preparasse para o resgate de alguns cidadãos bruxos da grã-bretanha. Eu teria que me juntar ao Max e sua equipe, fora que ainda haveria um tal de Alric que eu quase nunca via perambulando pela ilha. Quando finalmente despertei de meu sono e deixei minha preguiça de lado, percebi, ao olhar pro relógio, que a reunião começaria em cinco minutos e eu nem estava pronto. - Droga! - exclamei com o peito arfando, dando um salto da cama e correndo para o banheiro. Como não haveria tempo para um banho, apenas passei uma água em minha face e voltei correndo para o quarto da estalagem, abrindo o armário com certa agressividade, pegando o uniforme especial que Nyx distribuíra aos membros da guilda alguns meses atrás. Ele era fácil de se colocar, e o melhor de tudo era que podia colocá-lo por cima de uma roupa comum, o que me poupou tempo. Após colocar o uniforme de couro sintético de dragão, calcei uma bota camuflada, recolhi minha varinha e a carta de Nyx, e finalmente saí do dormitório. O caminho para fora do bar foi tranquilo até, levando em conta que ninguém ia beber tão cedo àquela hora do dia, a não ser que fossse Max, mas ele estaria na reunião que eu me dirigia.

Tive que correr a certa altura, adentrando a sala de reuniões com certa empolgação, nem chegando a bater direito na porta. - Cheguei, cheguei! - anunciei para que ninguém se surpreendesse com a entrada bruta, eu ganhando a atenção das cabeças que rodeavam a mesa principal, onde Nyx costumava reunir a maioria dos vípers. Ninguém tomava o lugar de Nyx, pelo contrário, alguns até mantinham distância dos assentos próximos à ele. Max foi o primeiro a dizer algo, apontando um dedo na minha direção, mas com os olhos presos em um homem que eu quase não via dentro da estalagem, nem sequer sabia seu nome. Após me apresentar pro estranho, Max anunciou seu nome em seguida, dizendo que se tratava de Alric, o tal companheiro de equipe que eu teria para aquela missão. - Muito prazer, eu cuido da estalagem que se encontra na entrada da ilha - o bruxo pareceu não se interessar por aquela informação, retornando seus olhos aos montantes de pergaminhos que se encontravam na mesa, a maioria eram mapas que se movimentavam. Antes que mais alguém começasse outra conversa, já que havia quase vinte homens na sala de reuniões, Max logo me deixou por dentro da situação, dizendo que Alric tinha um plano em mente que encurtaria o tempo da operação no meio. - Sério? Qual é então? - disse empolgado, esperando ouvir alguma ideia que fosse além de minha capacidade mental, algo que eu não conseguiria pensar facilmente, mas a verdade foi bem mais simples do que eu esperava; só que mesmo assim eu não tinha pensado naquilo. Alric explicou em poucas palavras que achava melhor fazermos dois grupos; um cuidaria dos bruxos do hospital Saint Mungus e o outro trabalharia em evacuar o orfanato de Godric's Hollow, vilarejo misto ao qual tinha um orfanato bruxo. - Mas nossas chances de evacuar todos os bruxos diminuí. - argumentei com certo receio. A resposta de Alric foi o suficiente para fazer alguns bruxos darem risada. O mesmo perguntou se eu não confiava nos outros bruxos, o que fez Max olhar fixamente pra mim, como se me ordenasse a não responder à aquilo. - É claro que confio, mas... e se houver algum ataque ou armadilha em um dos dois lugares? Ou até nos dois? - Daquela vez o questionamento pareceu ser inteligente, mas Alric parecia ter pensado naquela hipótese, dizendo que já haviam alguns informantes em ambos lugares e que nada suspeito tinha ocorrido até então. - Compreendo... - murmurei entristecido, embora não tivesse motivo para isso; a não ser que fosse de interesse de alguém que os vípers pareciam menosprezar cada vez mais minhas palavras. Max logo retomou a reunião, pedindo para que eu me sentasse, e eu o fazendo, escutando Alric dizer que já podíamos separar os esquadrões.

Alric e Max foram os responsáveis por distribuir os esquadrões. Quando chegou na hora de decidir em qual operação eu ficaria, Alric comentou com Max que não confiava sua vida em mim, e que muito provavelmente eu acabaria atrasando seu esquadrão. Mesmo que eu tivesse vontade de responder, preferi continuar em silêncio, abaixando a cabeça e me conformando em ficar no segundo esquadrão, o que cuidaria do orfanato. Com os dois esquadrões formados, os dois líderes começaram a conversar entre eles, combinando de se encontrarem em Queerditch, lugar que Nyx tinha ordenado refugiar todos os bruxos. Houve mais alguns ajustes nos planos e após ambos chegarem num consenso, Alric e Max se despediram, o líder do primeiro esquadrão se retirando com sua equipe da sala de reuniões, Max correndo os olhos por seu grupo e andando em minha direção. Quando chegou perto o suficiente para que apenas eu o ouvisse, o bruxo me segurou pela manga do uniforme que eu estava trajando, vociferando baixo que eu não podia ficar contestando membros mais velhos da guilda, ou aquilo acabaria me custando a vida. - Eu só... - antes que conseguisse dizer algo, Max já estava suspirando de estresse, dizendo que eu nunca aprendia nada. - Só queria ter certeza que não estávamos tomando a decisão errada, ao dividir os esquadrões - Max vociferou que todos tinham pensado igual, e que eu não era o único que tinha um cérebro ali, o que me calou rapidamente, ele me soltando e anunciando que partiríamos em alguns minutos. - Ok... - como eu já estava de saco cheio de levar broncas, apenas escutei o que o esquadrão tinha pra dizer, Max avisando que três membros teriam que aparatar antes para o local, para que fizessem uma chave de portal que conseguisse transportar o máximo de bruxos possíveis. - Eu posso ir! - tentei deixar claro logo de cara, Max olhando em minha direção, perguntando no mesmo instante se eu sabia criar uma chave de portal. - Não, mas... - antes que eu terminasse a resposta, as palavras ríspidas do homem me calou, dizendo que eu não serviria de nada, então. Pelo jeito até Max estava pilhado comigo, talvez por eu passar tantas vezes por cima de seus conselhos. Era ele o responsável pela minha entrada na guilda e era ele quem me instruía. Pelo jeito eu não estava sendo tão eficiente assim, porém estava me esforçando, mesmo que não parecesse. Eu queria deixar de cuidar apenas do bar e ter mais participações na guilda, eu estava conseguindo, mas aquilo exigia bastante responsabilidade para alguém que só tinha dezenove anos.

O plano seria o seguinte: dois bruxos aparatariam para Queerditch e um só cuidaria da chave de portal em Godric's Hollow. Após o trio deixar a sala de reuniões e já se prepararem para sair do esconderijo de Alderney, Max, eu e o restante do esquadrão, corremos para nossas vassouras, já que eram muitos homens para aparatarem de uma vez, o que chamaria atenção no pequeno vilarejo que era Hollow. Como o armazém ficava no edifício ao lado da sala de reuniões, não demoramos mais de cinco minutos para estarmos prontos, cada um com sua vassoura em mãos, Max liderando a frente. O trio que cuidaria da chave de portal já tinha aparatado, e nós já caminhávamos para a saída da ilha. Quando chegamos ao portal que nos levava para fora da proteção de Alderney, montei em minha vassoura e logo estava à espera do sinal de Max. Sem delongas, passei uma de minhas pernas por cima da vassoura, deixando-as na divisa entre meus dois joelhos, pronto para voar a qualquer instante. E como se lesse meus pensamentos, Max deu o primeiro impulso para cima, disparando com tudo, enquanto outros bruxos repetiam o mesmo. E como eu sempre era o desavisado, não foi surpresa alguma eu ser o último a alçar voo, tentando manter o cabo da vassoura reto, sob controle. [...] Após mais de horas sobrevoando o céu nublado da grã-bretanha, finalmente chegávamos ao local onde a evacuação ocorreria. Minhas pernas já estavam cansadas de se manterem na mesma posição por muito tempo, mesmo assim tentava segurar as reclamações só pra mim, levando em conta que ninguém do grupo estaria se importando com o que acontecesse ao outro. Max fazia um gesto com os dedos, sinalizando que era o momento de descer para o solo, ele escolhendo um lugar do vilarejo que fosse coberto, para atrapalhar a visão dos trouxas sobre nós. Quando comecei a desacelerar a vassoura, arrumando minha postura para trás, os primeiros membros do esquadrão já pousavam, eu conseguindo ver um dos homens do trio, que haviam aparatado direto para o local com o objetivo de criar a chave de portal. Pelo modo como se comportava, tudo tinha dado certo, e só faltava a operação ser concluída. Pisei no chão com certo alívio em mente, eu não era muito fã de vassouras, muito menos dos esportes que elas providenciavam. Max parecia mais tranquilo do que antes de levantarmos voo, se dirigindo até mim, tocando uma de suas mãos no meu ombro esquerdo. E por incrível que pareça ele chegou a perguntar se eu estava bem, se tudo tinha dado certo. - Ah! Sim, claro. Tudo bem. - com um sorriso cansado, Max voltou sua atenção para o responsável pela chave de portal, o mesmo dizendo que a chave se encontrava no refeitório do orfanato. - Espaço grande e seguro ao mesmo tempo... boa ideia. - tentei fazer um elogio indiretamente para o mesmo, que apenas me correspondeu com um olhar crítico, como se eu estivesse ironizando seu trabalho. Como não queria me meter mais em confusões, revirei meus olhos para cima e já fui adentrando o orfanato, sendo que a maioria da equipe já tinha entrado. Mas antes que eu completasse minha caminhada, Max chegou a me chamar novamente, ordenando que eu recolhesse os órfãos do dormitório masculino e que ele mesmo cuidaria dos responsáveis pelo orfanato.

- Sem problemas - sorri enquanto voltava minha atenção para a entrada, só então dando o primeiro passo no espaço interno do local. O orfanato não era nada mal, na verdade parecia bem mais bonito do que a maioria dos relatos sobre um. Era composto de cores claras, janelas que davam mais beleza ao local, fora a bela visão que o Playground tinha. Como não podia desperdiçar mais nem um minuto, olhei na direção das sinalizações que o local tinha, percebendo que o dormitório masculino ficava no corredor à direita, subindo as escadas. Mesmo que fosse impossível a chance de alguém estar me esperando, para me atacar, saquei a varinha e a mantive presa nos dedos, a postura totalmente defensiva. Tive que andar um pouco para encontrar o dormitório masculino, mas assim que encontrei, percebi que a porta estava trancada, evitando minha entrada. Logo apontei a varinha na direção da fechadura, tentando me manter calmo. - Alohomora. - A fechadura foi desfeita, eu girando a maçaneta enquanto entrava devagar no recinto. Mas antes que eu conseguisse enxergar os pequenos ali dentro, um corpo se pendurou no meu braço que tinha a varinha em mãos, outro deu uma bicuda em meu tornozelo, fora a almofada que me atingiu no rosto. - Ei! - sem equilíbrio, cambaleei para trás, quase chegando a cair, mas ainda assim resistindo ao ataque surpresa. O garoto que segurava meu braço tentava tomar a varinha de minha mão, enquanto o restante segurava outras partes do meu corpo, como os dois pés, a mão esquerda e até havia um espertinho que tentava subir em minhas costas. Não demorou para que eu perdesse o equilíbrio novamente, caindo no chão de bruços enquanto os pequenos pareciam comemorar aquela "vitória". Mas antes que eles realmente chegassem a me machucar, ouvi a voz de Max logo atrás de mim, usando o feitiço Levicorpus em cada um dos garotos rebelados, a voz de uma mulher ecoando na mesma direção de meu instrutor. Quando finalmente fiquei livre de todos os garotos, Max fez uma pergunta irônica sobre aquela missão estar sendo difícil. - Qual é, eu não esperava por isso. Pensei que eles soubessem que é pro bem deles. - a mulher que acompanhava Max afrontou minha fala, vociferando que só estávamos tendo que resgatá-los porque a própria Nyx tinha criado aquela guerra. Como não queria me queimar com a lady das trevas, permaneci calado, finalmente me levantando e pela primeira vez vendo os rostos dos pestinhas. Eles não eram tão pequenos assim, mas isso não amenizava minha falta de preparo. Se eu não conseguia ganhar de crianças, então queria dizer que realmente eu não servia para aquela profissão. Então foi a mulher que tomou a palavra, avisando que haveria mudanças de plano e que o melhor, para o bem das crianças, seria aceitar a evacuação sem pestanejar. Enquanto os garotos se arrumavam em uma fila que o próprio Max pediu para ser feita, olhava rapidamente para minha varinha, me certificando que as crianças não tinham quebrado-a, levando em conta que um dos garotos tentara tomá-la de minha mão.

Com tudo organizado, eu chegando a entrar no quarto mais uma vez para ter certeza que nenhuma criança sobrara, nos dirigimos para o refeitório, onde a fila das meninas já aguardavam o restante de nós. Selly, a responsável pelo recolhimento das pequenas, perguntou porque demorei tanto, eu nem precisando responder, já que Max já revelava por mim. Selly riu com a ideia de eu ter sido atacado por crianças, dizendo que, diferente dos garotos, as meninas aceitaram bem mais de boa, por exceção de uma pequenina que tentava lutar contra as faixas que a amarravam na parte dos braços e tórax. - Da próxima vou lembrar de me responsabilizar por elas. - disse tristemente, Max cortando minha frase, dizendo que não haveria uma outra vez se não fôssemos mais ágeis. E realmente precisávamos ser mais rápidos. Com todos os membros do orfanato reunidos, até mesmo os funcionários, Max começou a dar as primeiras instruções, explicando que cada adulto se responsabilizaria por quatro crianças ao usar a chave de portal, e que de preferência seria bom voltar para ajudar nos restantes dos pequenos. E eu não sei dizer, até hoje, se Max fez por querer, porém eu fiquei responsável pelos quatro pestinhas que tinha me atacado, um deles chegando até a me afrontar com algumas encaradas. Mesmo que fosse encaradas de uma criança, eu continuava com a mesma sensação de incomodo, assim como se fosse um adulto. - Olha, eu não sou seu inimigo. Nem Nyx. Ela só está tentando manter todo mundo seguro. - expliquei para o baixinho, o que não funcionou em nada, ele continuando com sua carranca de mal humor. Enquanto a fila da chave de portal andava, eu tentava entender o motivo do garoto ter tanta raiva dos vípers. - Eu sei que agora não parece, mas essa guerra já ia acontecer de uma maneira ou de outra. A maneira de Nyx é a mais próxima de ganharmos. - novamente uma encarada carrancuda. - Qual seu nome? - Ele pareceu hesitar em responder, mas logo anunciou que se chamava Guilhermo, nome diferente dos comuns da grã-bretanha. - Eu me chamo Nate. - até os outros três garotos pareciam interessado na conversa agora, um deles disfarçando erroneamente, fingindo estar prestando atenção nos órfãos de trás. - Por que você acha que não lutamos por vocês? - indaguei enquanto percebia que nossa vez de usar a chave de portal já chegava. Guilhermo disse instantaneamente o motivo, dizendo que Nyx havia matado seus pais, ex-ministeriais. Nesse momento não consegui pensar em algo que pudesse reverter a situação. Então queria dizer que um dos órfãos ali só perdera os pais por causa da queda do ministério... Era difícil defender a atitude de Nyx por ter desmoronado e acabado com o Ministério da Magia. Era a primeira vez que eu parava para pensar que aquela guerra estava afetando alguns inocentes, pessoas que sequer sabiam que perderiam algumas coisas.

- Sinto muito pelos seus pais... - falei com um tom de pesar, Guilhermo se mantendo quieto, na dele. Os outros três garotos continuavam observando nossa conversa, mas nenhum tinha coragem de se intrometer. Quando já estava chegando em nossa vez, Guilhermo murmurara algo baixinho, que de primeira chance não conseguir entender o que queria dizer. - O quê? - indaguei ao voltar a prestar atenção nele, o pequeno sendo corajoso o suficiente de repetir o que tinha dito. "Um dia matarei todos vocês e Nyx. Pensar que aquela criança de, mais ou menos, oito anos de idade tinha todo aquele ódio dentro de si era quase assustador. As consequências do caos começavam a afetar até as crianças. Para minha sorte, antes que eu precisasse responder àquilo, finalmente chegara minha vez de conduzir as crianças para a chave de portal, eu me endireitando e andando com todas elas na direção um caldeirão de comida. - Quando eu falar já, quero que cada um segure firme uma parte do caldeirão, ok? Prontos? - e após a confirmação dos pequenos, respirei fundo e esperei que todos arrodeassem o objeto. - Já! - sem hesitar, agarrei o caldeirão com ambas as mãos, os pequenos fazendo o mesmo enquanto as coisas ao nosso redor começava a rodopiar. O caldeirão começou a girar rapidamente enquanto subia, porém não chegamos a bater no teto, pelo contrário, estávamos numa espécie de vácuo que durou cinco segundos, só então o mesmo perdendo giro, começando a diminuir a velocidade. Quando finalmente consegui focar o local em que estávamos, percebi que nos encontrávamos na praça de Queerditch, próximo do estádio. Olhei ao redor, procurando pelo restante das crianças, encontrando não só elas e seus protetores, como também Alric que parecia aguardar por nós havia um tempo. Logo me levantei do chão, largando de vez o objeto e já conduzindo os pequenos para o lugar onde seus colegas o aguardavam. - Fiquem aqui, e por favor, não façam nenhuma besteira. - mesmo que nem mesmo eu confiasse no que dizia, me aproximei de onde Alric estava, percebendo que ele continuava com aquele olhar desconfiado de sempre. - Já tá esperando a quanto tempo? - indaguei para puxar conversa, ele respondendo que já estava esperando por nós por tempo o suficiente para ficar de saco cheio. - Você foi rápido... Como organizou tudo? - Alric não chegou a responder, continuando a prestar atenção na chave de portal que trazia as crianças do orfanato. Mais ou menos meia hora depois, todos estavam reunidos e então era só seguir os passos seguintes da missão. As crianças e as pessoas que estavam no Saint Mungus estavam, finalmente, seguras, o que era ótimo, já que nenhum erro na operação havia sido cometido. Mesmo com a hora passando mais rápida depois daquilo, eu não conseguia pensar em outra coisa que não fosse a fala do garoto Guilhermo sobre vingar seus pais. Eu esperava que ele fosse uma exceção e que aquela guerra não criasse mais pensamentos compulsivos como aquele.

Interação com Alric no segundo, terceiro e último parágrafo.
Everyone knows ? I'm in over my.. ? She's on your mind
chaotic


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