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 Sala comum

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Diretor Alvoros Grunnion
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MensagemAssunto: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeSeg 15 Fev - 0:27:35

Relembrando a primeira mensagem :

Sala comum

Orfantao


Sala comum - Página 2 KMeSLzV

Sala onde as crianças podem interagir, conversar, jogar, ler ou apenas passar o tempo. O local é bem iluminado e possui sofás e poltronas confortáveis.




RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


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- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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Themer Werner Ludwig
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeQui 10 Nov - 23:48:28

Revirei os olhos olhando para a criança logo em seguida. Havia uma outra abraçada numa almofada, um menino para ser mais exato, parecia estar desconfortável com alguma coisa que estivesse acontecendo ou talvez estivesse "viajando" nos próprios pensamentos, fui até o garoto, não sabia como começar a puxar papo com crianças que foram provavelmente, largadas ou fugiram, geralmente essa é a história de muitas crianças que tem o orfanato como primeiro ou segunda moradia. Depois de tanto nervosismo, me sentei do lado dele e cocei o queixo. - Olá! Tá tudo bem com você? Parece estar um pouco triste ou nervoso... - falei olhando para ele, era um rapazinho bonito, meu maior medo ali era assustá-lo. - Se achar que eu estou sendo chato, pode avisar, viu? - voltei a dizer enrolando minhas próprias mãos entre elas mesmas, era um indicador de nervosismo.

Continuei olhando para ele, dando algumas pausas, não queria com que o garoto de sentisse constrangido com o meu olhar para ele. Não sabia lidar com crianças, Dasha em si já era complicado. Peguei a varinha e comecei a conjurar alguns efeitos na frente do mesmo. - Magia é algo bonito, sabe? Pelo que fui notificado, você foi escolhido para Hogwarts. Se for para lá, vai encontrar bastante pessoas legais, outros bruxos, outros hábitos e até mesmo outros animais. - parei de gesticular com a varinha, finalizando o efeito que estava desenhando com ela, havia tomado a forma de um raio, havia visto uma série por um longo período de tempo, logo só conseguia pensar numa carga de energia descendo, só não conseguia me lembrar qual série era... Mas enfim, não importa. - Qual seu nome? Eu me chamo Thomas... - falei meio nervoso, não sabia como ele iria reagir. E se fosse uma criança revoltada? Ah! Droga, chega desses pensamentos negativos, vai dar tudo certo aqui. - Você, por ter sido chamado para Hogwarts, tem grande potencial. Deve vir a ser um menino extraordinário se for para lá. Eu estudei em Hogwarts até o 5° ano, depois fui fazer uma outra escola de magia... Mas se pudesse, teria continuado lá... - terminei de falar, era enfim, a vez do garoto de se pronunciar e contar sua história. Mas eu não estava preparado para que ele respondesse.


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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeDom 13 Nov - 16:32:10

[quote="Thomas Griffiths"]
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Pisquei, tomando um susto quando ouvi alguém falando comigo. Quem..? Observei. Era um cara que eu nunca tinha visto antes. É o visitante? Eu franzi a testa, pensativo. — Uh... Tá... — Falei, lentamente, quando ele disse que se estivesse sendo chato eu poderia avisar. Pra ser honesto, eu não queria conversar então isso era chato, mas se eu falasse isso os outros poderiam ficar irritados comigo. O homem parecia estar nervoso.

Ele disse que tinha ficado sabendo que eu iria para Hogwarts, eu encolhi os ombros. Aquilo era um orfanato mágico, afinal. Meus olhos vagaram pelas cores, um pouco distraído. Só voltei a prestar atenção quando ele perguntou meu nome. — Mi... Thomas, também. — Ele se corrigiu. — Thomas Griffiths. — Ele começou a falar um pouco sobre si mesmo, e eu honestamente tentei prestar atenção, mas minha cabeça estava se sentindo pesada e distraída. — Eu não sou extraordinário. — Eu respondi, simplesmente. — É uma pena que saiu, eu acho. — Não forneci nada sobre mim mesmo. Não me sentia nada confortável com compartilhar coisas com um cara que conheci a cinco minutos.

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Themer Werner Ludwig
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeSeg 14 Nov - 15:10:27

O nome dele era Thomas, assim como o meu, dei uma risada ao perceber isso. - Olha, nomes iguais! - comentei dando um sorriso pra o garoto. Olhei ao meu redor, muitas crianças estavam brincando ou fazendo aqueles desenhos que ninguém entende. A impressão que eu tinha era que Thomas tinha algo especial, um potencial.

- Como assim não é extraordinário? Claro que é... Olha... Você vai ir para Hogwarts, não é qualquer um que vai para lá, você sabe disso... Não precisa ficar se diminuindo, Thomas. - mostrei preocupação com o olhar, o nervosismo estava passando e com isso, estava me sentindo mais seguro ao conversar com ele. Me levantei, me distanciando logo em seguida. Comecei a acenar para Thomas indo em direção até a responsável pelo orfanato. - Há algum modo de antecipar a adoção? Eu queria conversar melhor com aquele menino ali, algo me diz que ele é um rapazinho muito esperto, com alguns probleminhas que deve ter tido antes de vir pra cá, mas nada que eu não possa resolver. Podemos? - perguntei, a responsável assentiu.

Voltei até Thomas com um sorriso. - Então... A gente pode conversar um pouquinho? - ergui minha mão para ele, não era certeza que ele iria retribuir ao gesto, porque nos conhecíamos a pouco tempo, mas quem sabe, ele poderia contrariar totalmente as minhas expectativas.


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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeSeg 14 Nov - 15:29:27

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Revirei um pouco os olhos quando ele falou dos nomes iguais. Sim, era um pouco irônico, mas não exatamente incomum, Thomas era um nome bastante comum, assim como Harry e John. Então ele reclamou que eu estava me diminuindo e eu franzi a testa para isso. Não realmente... Meus pensamentos vagaram para minha irmã morta. Ela era extraordinária. Eu sou só um pouco mais que um aborto. Mas não falei isso, não me sentia nem um pouco a vontade.

Ele saiu para falar com a responsável do orfanato e eu me perguntei se ele iria reclamar de mim, era um tanto comum isso na verdade. "O garoto antissocial", "o mal educado", eu estava bastante habituado, então apenas encolhi os ombros, pensativo. Pulei de susto quando ouvi a voz dele novamente e o observei um pouco perdido. O que ele disse? Ele tinha erguido a mão para mim e eu franzi a testa antes de aperta-la. — Eu... Uh... Sim? — Arrisquei. A maioria dos adultos preferia quando você concordava com eles, então parecia a resposta mais sensata.

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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeSeg 14 Nov - 15:43:31

A minha surpresa estava clara no meu olhar assim que o garoto apertou a minha mão e se levantou comigo, também tinha enrolado toda a língua para falar comigo, fiquei bastante contente com as atitudes dele. - Venha, vamos para um lugar mais afastado dessas crianças, tenho uma proposta pra você. - levantei indo para um canto da sala aonde não haviam crianças. Só estavam ali eu e ele. Não tinha conseguido ver o garoto antes por inteiro, já que o mesmo vivia encolhido. Era uma linda criança, olhos azuis e cabelos loiro-mel, havia ficado encantado com a criança.

- Então Thomas, você gosta daqui? - perguntei, em seguida conjurei alguns papeis e um tinteiro com pena e entreguei os dois para ele. - Crianças da sua idade geralmente adoram desenhar, eu vou te dar isto... Talvez você goste, mas é o que eu posso te dar agora, se tudo der certo, poderei te dar mais e mais. - falei sorrindo para ele, aqueles olhos brilhavam mais que tudo o que eu havia visto na vida. A responsável do orfanato me olhou com uma cara assustada, havia pensado que seria um outro garoto, não aquele. Mas lógico que eu não iria saber disso.

- Erhm, senhora. Vou querer conversar com ele mais um pouco, se importa? - não havia nem começado a conversar com ele, eu não estava interessado no passado de Thomas, talvez fosse algo traumatizante e que ele não iria compartilhar com facilidade, então preferia que ficasse tudo normal, sem forçar o garoto a fazer ou falar nada. A responsável pelo orfanato assentiu e se afastou. - Já pensou como é o mundo lá fora? Digo, na maioria do tempo, a gente só vê as coisas pelo buraco da fechadura, algo inexplorado. Existem coisas ruins e boas, mas posso te garantir que as boas são a maioria. - sorriu.


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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeTer 29 Nov - 1:31:25

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Segui-o para um canto afastado, tentando compreender o que ele queria. Ele não pode estar querendo... Eu... Certo? Ninguém me quer. Ele me perguntou se eu gostava daqui, conjurando papéis e tinta. — Aqui é ok. — Eu encolhi os ombros. Não era realmente ruim, mas também não era especialmente bom. Ele confirmou meus pensamentos quando falou que se tudo desse certo, ele poderia me dar mais e mais. Eu mordi os lábios pegando a pena e começando a rabiscar no papel distraidamente. Eu detestava tinta, porque era canhoto, então escrever ou desenhar era ruim. Mas eu realmente gostava.

Ele perguntou se eu já tinha pensado como era o mundo lá fora. E falou que as coisas eram em sua maioria boas. — Eu sei como é lá fora... Eu sou bem novo para essa coisa de orfanato. — Eu respondi, levemente. Meus olhos vagaram para meu desenho, que parecia ter tomado lados obscuros, uma sala apertada e escura, com apenas um bonequinho no meio. Estava meio manchado, mas era um dos melhores que eu já tinha feito. — Eu não acho que lá fora é... Bom. — Mordi meus lábios nervosamente. Meus pensamentos estavam vagando por coisas ruins. Para... Eu respirei fundo. — Eu não acho que lá fora é onde eu quero estar.

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Gustaf Danikov Shelann
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeQua 30 Nov - 17:40:14

Off: Bom, graças ao vácuo do Anthony, Gustaf saiu dali.
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeSex 2 Dez - 17:39:26

Continuei olhando para o menino, tentava entender o porque ele preferia ficar num orfanato aonde não havia muita ação ou conversa do que ir para o lado de fora e viver de verdade. - Se planeja ir para Hogwarts, vai ter que sair. Mas fique tranquilo, respeito sua escolha. Mas saiba que eu não irei desistir. Se você sofreu no passado, não precisa levar isso para o seu futuro, Thomas. - comentei me levantando e indo até o canto do orfanato para buscar alguns papeis. Dava algumas olhadas para o garoto que parecia estar tímido ou confuso com tudo o que estava acontecendo por ali. Minha última frase já havia sido dita para mim mesmo há um tempo atrás e, novamente ela estaria sendo dita para alguém com quem eu realmente poderia me importar.

Antes de sair fui até o garoto e passei a mão em seus cabelos, tomando cuidado para não desarruma-los. - Eu voltarei mais cedo do que você pensa. - era a última frase que eu havia proferido naquele dia, alguns papéis já me deixavam na frente de muitas pessoas que tinham interesse em alguma adoção. Fui até a porta, mas por algum motivo não conseguia sair. Algo me dizia para ficar, já outra coisa, para sair e esperar algum tempo. Não sabia o que fazer, só estava parado em frente à porta, sem ação nenhuma.


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Forever Crimson River
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeSeg 5 Mar - 2:24:10

The Pink Ribbon
Em primeiros dias Forever estranhou aquela marca que surgia do nada em seu braço, tendo até fugido do orfanato buscando saber mais sobre o que ela fazia, no entanto, nada havia encontrado e estava no orfanato de novo. Agora a menina estava ali olhando para aquela marca, uma coisa não podia negar: era bonita. Era bem ornamentada, eram ramos que contornavam todo o seu pulso e tinham algumas flores em meio a esses, era bem fofo e bonitinho, mas tinham surgido do além, o que a deixou com medo inicialmente, mas bem, até agora não tinham feito nada com ela e era bonito, não deveria ser algo ruim. O problema mesmo era se alguém descobrisse que aquilo tinha surgido do nada, e não dava pra tirar, ela já tinha tentado com água e sabão, até com produtos de limpeza entrando clandestinamente no armário onde ficava esse tipo de coisa, mas nada adiantou. Desde então andava pelo local com o pulso escondido, mas é difícil esconder o seu pulso quando vc precisa comer ou escrever, então precisava de algo para cobrir, acabou achando o ideal naquela sala mesmo.

Era um livro que estava parado aberto em uma das mesas, não sendo usado por ninguém, não parecendo de ninguém pra falar a verdade, mas o que interessou a menina não foi o livro em si, mas sim a fita rosa que ele trazia, era grossa o suficiente pra esconder a sua tatuagem no pulso. Espero que essa pessoa não se importe de perder uma fita... Mas ela não parece de ninguém mesmo. Dizia olhando para os lados, ninguém nem sequer se incomodava do fato de Forever estar perto de algo que não é dela. Seu senso de justiça era maior no fim das contas. - Isso é de alguém? - Perguntou em voz alta apontando para o livro, eventualmente uma pessoa veio. - Eu gostei muito da fita, eu poderia ficar com ela? - Perguntou com a inocência de uma criança, a dona era uma das mulheres velhas que vigiava as crianças, dizia ela que tinha mais outra porção de fitas e que poderia ficar com aquela. - Muito obrigada. - Disse feliz pegando a fita e indo se sentar em uma das poltronas mais isoladas. Ali ela começou a amarrar a fita em torno do seu pulso usando a sua outra mão e a sua boca para fazer o serviço, demorou um pouquinho, mas eventualmente conseguiu. Pronto, agora ninguém mais vai ver. E até que ficava um charme aquilo nela, faceira com o seu feito, saiu saltitando do lugar.


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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeQui 3 Maio - 23:42:51

The Beginning Of An Adventure
- Os livros tem que saber de alguma coisa. - Dizia Forever enquanto andava pela sala comum recolhendo qualquer livro que não estivesse sendo lido naquele momento. Não, Forever estava longe de ser uma daquelas leitoras ávidas, ela não estava indo ler porque queria ler, estava indo ler em nome de ter uma aventura, seria mesmo uma verdadeira aventura descobrir o que era aquela estranha marca bonita em seu pulso. Para onde será que ela iria levá-la? Ela imaginava muitas coisas diferentes, todas elas cheia de aventuras e mistérios, talvez até com um pouco de perigo, mas nada demais, a graça mesmo era explorar, procurar pistas e descobrir o porque daquela marca, esperava que ela fosse algo especial. Após juntas todos os livros que podia, a maioria sobre contos infanto-juvenis, ela sentou-se em um dos sofás onde só senta uma pessoa e passou a folhear eles procurando alguma pista sobre a marca. Quem sabe ela estivesse desenhada em algum daqueles livros, eles tinham tantas imagens.

Aqueles livros não teriam nenhuma informação para ajudar Forever, afinal, não passavam de livros de ficção, meras histórias para crianças, mesmo assim ela ainda acreditava que queria achar algo, e até inventasse algum fato para ter achado algo e então seguir este algo como as crianças fazem quando querem brincar de detetive, ainda mais aqueles que gostam de uma boa aventura. Porém a medida que a menina folheava os livros, ela nada encontrava, encontrava muitos tipos de desenhos diferentes, mas nada que fosse parecido com a marca que andava carregando em seu pulso. Folheou vários livros, e depois de terminar de ver as imagens do último, Forever constatou que nada tinha encontrado, o que a deixou um pouco frustrada. - Talvez... Eu esteja procurando no lugar errado. - Dizia para si mesma, já pegando toda a esperança de novo, era claro que a resposta não poderia ser tão óbvia, se não não seria uma aventura. - Deve estar em alguma sala proibida. - Talvez a sala dos funcionários do orfanato? É, Forever agora tinha alvos, só precisava planejar para chegar até eles. Saiu da sala comum, indo para a sua cama onde começaria a bolar planos.


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Desmond Lawford
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeQua 16 Jan - 0:06:32



First steps


A nebulosa manhã se iniciava em nuaces singelas de um céu aclarado pelos feixes solares. O relógio de cabeceira indicava o menor dos ponteiros no 6. O garoto teimou em escancarar seus olhos tempestuosos e gélidos. A rotina era maçante e nada, nada animadora. Entretanto, aquela manhã seria diferente, devido ao fato de que os pequenos rascunhos de bruxos, realizariam as compras no Beco - evidentemente, sob a supervisão de alguns funcionários do Ministério, além daqueles do lar institucional de crianças e adolescentes. Relembrar esse verdadeiro acontecimento, foi o suficiente para que o garoto de cabelos desgrenhados saísse correndo na frente de meia dúzia, a fim de poder utilizar o toalete a firmar-se pronto para a saída.

Suas pernas eram ágeis e sua estatura elevada para a idade, ajudava que tivesse uma vantagem sobre os demais. Pôs-se sobre o batente da porta, não conseguira ser o primeiro, mas, seria o próximo da fila. Escorando-se na madeira à frente, o menino recebeu os empurrões dos que chegavam, ao tempo de forçar seu corpo para trás - ou do contrário, seria amassado - em meio a desgostosas revirada de olhos. O trinco da porta já poderia ser audível quando, sem mais nem menos, o pré-adolescente sentiu um puxão assaz violento, seguido de algo que se colocava sobre os calcanhares, restando, de nádegas no canto mais próximo. - Aaaai! - Exclamou, de olhos cerrados em vista da dor que se fez na região. - Isso não vale, seu... - Palavreou, em vão, pois aquele típico folgadinho que fazia de tudo para chamar atenção, adentrou ao banheiro acompanhado das gargalhadas de seus comparsas que se aproximavam logo atrás. O pequeno se ergueu - com dificuldade e sem ajuda, vale mencionar - e se encaminhou para próximo da porta, quando o restante do grupo o empurrou (só que dessa vez ele estava mais atento e não restou ao chão). Olhou-os emburrado e logo fez menção de seguir para trás destes, mas mesmo aquele outro menino mais miúdo que vivia escorado pelos cantos, não deixou que o rapaz tomasse a frente, sendo que este, antes, estava na frente de todos eles. E depois o outro e mais o outro que vinha logo atrás. - Tsc, idiotas... - Murmurou, mais a si mesmo, seguindo para o final da fila, enquanto colocava a toalha gasta por cima de um dos ombros.

O trajeto até a realização das necessidades da natureza pareceu uma eternidade, mas ele finalmente conseguiu tratar da higiene primordial como um relâmpago. - 13... tá faltando um, ah, olhe ele ali! - Anunciou, o timbre respeitoso da srta. Hoffman, uma das educadoras. O garoto correu aos tropeços ao pequeno aglomerado, no mesmo instante em que enfiava de qualquer jeito os cadarços de seu all star para dentro do próprio tênis. - Os funcionários do Ministério já chegaram, se você não tivesse demorado tanto em seu banho, teria conseguido tomar café. - Entoou, com ar de reprovação. Contudo, nem isso foi o suficiente para que o garoto se sentisse desmotivado ou retrucasse - como faria de costume. Se havia uma coisa que o nosso protagonista não tolerava, eram injustiças e, como se vê, ironicamente, ele estava cercado delas.

Ele se limitou a - tentar - se misturar ao grupo, passando a ouvir as orientações gerais passadas pelos engravatados. Basicamente, eles seriam transportados por meio de pequenas chaves de portal em formato de livros, caldeirões de estanho e objetos correlatos ao mundo bruxo do tamanhos de miniaturas. - E não se esqueçam de pegarem, antes, o saquinho de moedas. Há quantidade o suficiente para que possam comprar tudo que precisam da lista de materiais. - Orientou, a responsável em tom mais cordial. O menino posicionou-se na extremidade da mesa recém conjurada, frente a um lembrol, tendo logo pego o saquinho e o atirando para dentro do bolso da jeans. Com um olhar de relance, pôde perceber a aproximação do rapaz que o havia empurrado na fila e, segundo considerava, esse teria de pegar a pena, pois os demais lugares na grande mesa, já estavam ocupados. Tão velozmente quanto veio aquele pensamento errante, Lawford tratou de recolher a mão que fazia menção de surrupiar o saco de moedas do do outro. Uma nova olhada por cima dos ombros, ele não parecia muito atento ao lugar que teria de ocupar. Mas a hesitação veio e já era tarde para ele devolver o empurrão, visto que o tal acabava por perceber o lugar vago ao lado deste. Talvez se ele não pudesse ser alvo de tantos olhares, segundo analisou, ele tivesse subtraído o saquinho de galeões do outro, como forma de se vingar pelo o quê o mesmo lhe fez na fila do banheiro.

- Tudo certo, meninos? Bem, agora que já pegaram as moedas, podem tocar a superfície do objeto que está à frente de cada qual. - Falou a mulher. O pequeno Lawford pôde perceber que os funcionários do Ministério já não mais estavam entre eles, muito provavelmente estivessem no Beco, tendo aparatado, julgou. Ou então, como de costume, apenas vieram cumprir com, como se diz no popular, o "social" e fazer jus a mais um mês de salário a lotar seus cofres no Gringotes.

Um a um, os garotos iam sendo engolidos nos vórtices, Lawford com as mãos trêmulas e ávidas para tocar sua chave de portal. Percebeu que o folgado ao seu lado parecia muito nervoso, de modo que não parecia ter coragem para o ato. - Não vai se borrar todo, hein, Montgomery. Panaca. - Disse, com um sorriso de escárnio nos lábios. Após, tateou a superfície do lembrol, sendo sugado por meio da magia contida no mesmo rumo ao Beco Diagonal.

LAWFORDFALA DE TERCEIROS - NPC'S ORFANATO
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Catherine H. Ziegler
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sala comum - Página 2 I_icon_minitimeQui 1 Ago - 0:58:13



Depois de passar uma tarde agradável com Alessa botando o papo em dia e contando novidades e ouvindo as dela também, acabamos nos empolgando no assunto e estendemos demais o nosso horário, quando percebi estava jantando com parte de sua família numa conversa animada, onde tentávamos ignorar todos os outros problemas que aconteciam no mundo bruxo. O que era muito bom, ter momentos assim era saudável. Como acabou ficando tarde e Alessa e Katy estavam preocupadas com minha segurança, mesmo eu avisando que não havia perigo nenhum, mas acabaram me convencendo de ficar por ali.

Passamos grande parte da noite conversando e… tomando vinho. Mas logo pela manhã estava de pé, pronta para ir trabalhar, mas é claro que elas fizeram eu tomar um café da manhã bem reforçado antes. Despedi-me delas, agradeci todo o cuidado que tiveram comigo e então fui para a pré escola Mágica Babbity, a Coelha, mais precisamente no orfanato. Há algum tempo atrás eu estive na escola para vacinar os alunos e naquela ocasião por conta de muitas crianças estarem presentes e algumas darem trabalho, acabei não conseguindo vacinar as do orfanato e por isso eu estava ali.

A primeira coisa que fiz ao chegar, foi arrumar uma mesa com tudo o que precisaria, mas tentei deixar meu material meio discreto, algumas crianças estavam passando pelo local enquanto isso e eu não queria desencorajar e nem assustar nenhuma delas. Para ajudar também, eu havia arrumado um pote de doces para incentivar, essa parte eles olhavam com vontade.

E então a vacinação começou, eu e os funcionários separamos as crianças por idade, os mais novos foram primeiro e eu sempre conversava bastante com eles, procurando distrair e falar o quanto eles estavam sendo corajosos. Algumas crianças eram tão doces e amáveis que me faziam me perguntar se um dia eu e Alexei seríamos pais, eu tinha vontade, mas ainda não havia conversado com ele sobre essas coisas, nosso relacionamento com certeza não começou como o das outras pessoas. Enfim, a vacinação foi acontecendo, algumas crianças davam um pouquinho de trabalho, choravam ou até tentavam correr, mas com jeitinho fui conseguindo convencer e vacinei todo mundo.



Catherine H. Ziegler
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