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 Dormitório e Banheiro Feminino

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
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Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil de Quest
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

MensagemAssunto: Dormitório e Banheiro Feminino   14.02.16 22:27

Dormitório e banheiro Feminino

Orfanato



Um ambiente confortável e acolhedor com beliches, pufes e mesas. Há também o banheiro com chuveiros e pias individuais.


RPGHogwarts.org

_________________
Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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Cassie Garrix Whitmore
Sociedade Mágica - Criança
Sociedade Mágica - Criança
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Bicho-papão : Ficar sozinha

Perfil de Quest
Escola/Casa:
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Dormitório e Banheiro Feminino   01.09.16 12:15





Uma criança curiosa sobre o seu passado essa era a Cassie, sim, isso mesmo! Pode me chamar de Cassie a partir de agora. Há algumas semanas atrás eu fui transferida para esse orfanato, sinceramente não sei por qual motivo, só sei que eu estou bastante longe dos amigos que fiz no Orfanato lá na Irlanda. Uma coisa curiosa sobre o meu nome “Ó Donovan” foi o que me fazer tanto repetir, eu não sei explicar, mas uma vez quando perguntei a Camy – a cuidadora do Orfanato Irlandês – ela me disse que na ficha do hospital um senhor chamado Donovan foi quem me salvou dos bosques da Irlanda e a única coisa que ficou como seu registro foi seu primeiro nome, curiosamente ele não foi mais visto. E para a minha surpresa, segundo os registros de lá foi adicionado ao meu nome, o “Ó” significa “neto de” e então ficaria Cassandra neta de Donovan. Era é estranho, Tia Camy havia ficado confusa por que era um termo masculino, talvez tivesse confundido, não sabia. Tampouco me importava, eu só queria um dia poder ver esse senhor, Tia Camy dizia que ele sem dúvida foi meu segundo pai e quando eu cresci mais um pouco ela me deu vários diários para que eu nunca esquecesse algo. O ruim era que eu não sabia escrever nada, fazia desenhos circulares e pintava vários sois e estrelas nas folhas de papel.

Lembro que fiquei muitas vezes incomunicável, lá eu aprendi um pouco de gaélico e aqui as pessoas falavam estranhamente. Comer, brincar, água foram as palavras que repetia, esperava que um dia aprendesse todas, mas fora isso eu gesticulo como uma beleza, dizer sim e não parecia algum comum entre lá e cá. Aos poucos já conseguia falar com as outras crianças, mas ainda com certa dificuldade.

Sophie? – chamei quando escutei crianças brincando no dormitório, pensei que havia ouvido as mesmas risadas que ela fazia, sem dúvidas eram iguais. – Não, não é ela. – fui então que peguei o livro que deixei sobre a cama e comecei a desenhar. Desenhei círculos e linhas que formavam pessoas, eu me desenhei ao lado de duas pessoas seguradas nas duas mãos, não conseguia imagina-los então os deixei sem rostos. Até que então lembrei que Sophie foi adotada por um pai e uma mãe, imaginei que esse seria meus possíveis pais também, fiz um cabelo espetado para o homem e um cabelo longo para a mulher feito com lápis amarelo semelhantes ao meu cabelo – as cores eu também sabia todas de cor. Meus olhos estavam cansados, mas eu queria terminar o desenho ... foram pesando e pesando, e quando menos pensei estava dormindo sobre o caderno e os lápis-de-cor.

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Zaja S. Marshall
Sociedade Mágica - Criança
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Bicho-papão : Louie morrer

Perfil de Quest
Escola/Casa: Não possui
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Dormitório e Banheiro Feminino   29.07.17 5:57

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 " Sentia o sangue escorrer por sua têmpora, braços e pernas. O choro compulsivo vinha carregado de pedidos para que os golpes do cinto cessassem, a sensação do couro batendo contra as pernas magras fazia um estalar agudo.  Eu conseguia ver a menina apanhar, mas eu não me movia, sentia em mim a pele pálida ceder às cintadas, sentia em minha própria pele a ardência do  couro.  Doía tanto! A menina que gritava ou implorava era a parte 'viva' de mim que ainda lutava, mas era inútil... ". Os fios loiros grudavam na testa da garotinha de apenas sete anos. Os lábios rachados pela desidratação recente estavam entreabertos e puxavam o ar com força. O corpo inquieto sobre a cama soava frio e não demorou para que as lágrimas brotassem dos olhos fechados. Ela sabia era apenas um sonho, mas era tão real, conseguia sentir na pele a ardência, a  arranhando pelos gritos contidos por dentes trincados.  
" O cenário mudou abruptamente. Estava em um carro, pelo cheiro de álcool eu conseguia distinguir a situação ou lembrança, não importava muito.  O homem que dirigia praguejava minha existência. As lágrimas quentes  molhavam minhas bochechas. Os soluços vinham cada vez mais fortes e mais altos. Um tapa estalou meio de esguelha pelas minhas pernas e braços pesos pelo cinto.  Um clarão e... A sala é branca, há um barulhinho estranho ao lado, é claro demais.  Tem alguma coisa presa ao meu pulso. Ouço pessoas conversando e dizendo que apenas as crianças sobreviveram.  Louie está na cama ao meu lado.  Meu corpinho todo dói. Eu quero chorar, mas não tenho lágrimas suficientes pra isso... O cenário  agora é uma casa. Há uma escada, eu estou novamente chorando, dessa vez assistindo meu irmão ser "sujo" ele vira o rosto e me olha com um sorriso macabro pendurado em seus lábios, ele está terminando, eu sei! Consigo sentir um calafrio na espinha quando ele segura meus braços e me sacode... " 
A menina acordou num sobressalto tentando se desvencilhar de nada. Os olhos vermelhos  pelo choro sufocado.  O nó na garganta e o peito ardendo fazia menina de sete anos ter a plena certeza de que não conseguiria voltar a dormir tão cedo.  Ela tremia tanto que os cobertores grossos pareciam lençóis o frio era tanto que seu queixo batia e a ponta dos dedos finos e pequenos estavam gélidos.  Respirar. Expirar. Repetiu mentalmente enquanto se encolhia cada vez mais.  As mãos tapando os ouvidos com tanta  força que conseguia ouvir o barulho de seu coração que  palpitava acelerado.   — Durma pequenino, durma além do sol, durma pedacinho do meu coração... — Sussurrou baixinho na falha tentiva de se acalmar, lembrava-se da música de algum canto alegre e bem escondido em sua mente lembranças de um passado tão distante que a menina duvidava não ser um sonho, mas a música costumava funcionar.





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“O maior defeito do homem é criar Muros ao invés de pontes.




Got me looking so crazy right now
I look and stare so deep in your eyes
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