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 Dormitório e banheiro Masculino

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
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Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

Perfil de Quest
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

MensagemAssunto: Dormitório e banheiro Masculino   Dom 14 Fev - 22:27:23

Dormitório e banheiro Masculino

Orfanato



Um ambiente confortável e acolhedor com beliches, pufes e mesas. Há também o banheiro com chuveiros e pias individuais.


RPGHogwarts.org

_________________
Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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Colin Von Wanküuk
Lufa-Lufa
Lufa-Lufa
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Perfil de Quest
Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha: Lasca de Casco de Centauro, Álamo, 30cm, Quebradiça.

MensagemAssunto: Re: Dormitório e banheiro Masculino   Sab 21 Maio - 1:06:19

Era um domingo de frio. Vestido com alguns moletons e escondido sob a coberta da minha cama, tentava ler alguns trechos pequenos de um livro com ilustrações da Rússia, onde enfatizava os lugares mais belos e comuns de frequentar do país. E fiquei por ali por mais algumas boas horas até dar o horário do almoço.

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I am silver ray lone ranger riding through an open space


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Heath Ohlweiler Dzagoyev
Estagiário do St. Mungu's
Estagiário do St. Mungu's
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Patrono : Leopardo-siberiano

Perfil de Quest
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: 6º Ano
Varinha: Escama de Cauda de Sereiano, Olmo, 32cm, Inflexível.

MensagemAssunto: Re: Dormitório e banheiro Masculino   Seg 2 Jan - 16:50:22

Os dias estavam monótonos. Era um pouco bizarro admitir isso, mas diferente de grande parte das crianças, eu gostava do colégio. Talvez porque Hogwarts tinha mudado minha vida e isso valia muito. O orfanato era legal. Eu tinha algumas pessoas que eu podia chamar de amigo, mas as pessoas que eu realmente gostava estavam longe. Aislynn era a principal delas. Vez ou outra a gente fazia alguma coisa juntos, e ela me chamava para ir em alguma loja ou cafeteria que ela curtisse visitar, mas nossa rotina de se ver todo dia, e falar qualquer bobagem durante as aulas tinha se alterado e eu me sentia estranho. Era engraçado, mas eu realmente gostava de passar meu tempo com a menina, e jamais imaginaria que sentiria a sua falta. Nós se conhecíamos desde os onze anos, e esse sentimento nunca tinha estado tão presente quando agora. — Só existe uma coisa para fazer em um dia entediante como esse. — dormir. Sim, eu sabia que podia fazer outras coisas, mas minha tática era sempre dormir, por um motivo simples: Eu não via o tempo passar e talvez depois de horas apagado, algo surgisse. De qualquer forma, me deitei ali na minha cama no dormitório. Fiquei por um momento refletindo que eu nunca tinha tido um quarto só para mim. Quem sabe um dia. De qualquer forma, não demorou muito para que meus devaneios se perdessem e eu adormecesse.

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Heath Ohlweiler Dzagoyev





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Sebastian Adams Waynwood
Sonserina
Sonserina
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Patrono : Pônei Shetland
Bicho-papão : Fogo Azul (Ignotus Glaciare)

Perfil de Quest
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: 3º Ano
Varinha: Escama de Kappa, Jacarandá, 32cm, Maleável.

MensagemAssunto: Re: Dormitório e banheiro Masculino   Ter 7 Mar - 17:33:34



Bocejei. Eu estava extremamente cansado. As férias já tinham se tornado entediantes e eu não via a hora de voltar para Hogwarts. — É bom eu não falar isso em voz alta. — comentei para mim mesmo. Algumas pessoas achariam que eu era maluco por pensar daquela forma. Não que eu realmente não fosse. Eu estava bem longe de ser normal, mas depois de tanto tempo ali no orfanato, eu sentia saudades do colégio e até mesmo da correria que era para conseguir deixar os estudos em ordem e consequentemente passar de ano. Eu era um aluno aplicado, mas sempre tinha algumas matérias que eu possuía maior dificuldade. Todos os meus devaneios sobre as aulas aconteciam enquanto eu estava sentado na cama do dormitório. Naquela hora o local estava vazio então eu tinha todo o tempo do mundo para relaxar, mesmo que esse relaxamento estava sendo entediante. Voltei a bocejar, agora me deitando na cama e abraçando um travesseiro. — Que sono! — eu gostava de falar em voz alta que estava com sono, pois assim ele parecia ir embora. Não foi exatamente o que aconteceu, pois antes que pudesse perceber, eu já tinha adormecido. Acordei horas mais tarde, e fiquei feliz de ver que a hora da janta ainda não tinha chegado. Eu não queria perder aquela refeição, por isso me levantei e rumei para o refeitório, saindo dali.

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Sebastian Adams Nottingham
BUT I lOVE HER AND I'M SORRY

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Dante Stella Gyllenhaal
Funcionários
Funcionários
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Perfil de Quest
Escola/Casa: Durmstrang
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Olmo, 24 cm, Inflexível, Corda de Coração de Dragão.

MensagemAssunto: Re: Dormitório e banheiro Masculino   Qui 30 Mar - 21:01:42

You'll keep living and breathing until this world turns over
Na cozinha - meio da tarde
O Natal veio e se foi rapidamente praticamente passando despercebido pelas crianças do Orfanato. Seus presentes são em grande maioria frutos de doações então nem sempre é possível todo mundo ficar feliz. O ponto positivo foi que como a Babbity não tem aulas neste periodo de festas, então a equipe conseguiu se juntar e montar um baita banquete de natal para as crianças. Para melhorar o clima comecei uma batalha épica de bola de neve depois da refeição. O problema é que agora alguns dos meninos - que se recusaram a terminar rapidamente a brincadeira - estão resfriados. Pouco tempo atrás eles tomaram uma poção ministrada por uma das assistentes e eu me prontifiquei a fazer uma infusão de alfavaca para ajudar a baixar um pouco a febre deles.

Tento não me sentir muito culpado ao jogar algumas folhas da erva na água fervente e decido mimar eles um pouco. - Accio amido de milho! - um saco grande de amido vem flutuando do estoque e eu passo Madonna para abrir a embalagem derramando tudo num bowl. Despejo açucar, manteiga e gemas de ovos e com um aceno na varinha a massa é misturada sozinha até se tornar homogenea. Com outro aceno da varinha a masssa começa a se enrolar, formando minhocas e Madonna os corta formando pequenos pedacinhos que serão biscoitos amorfos. Queria algo com cara de 'feito pela mamãe' e acho que nada melhor do que sequilhos docinhos para passar essa impressão. Com a infusão de alfavaca pronta faço mais um aceno com a varinha e os sequinhos assam a minha  frente, flutuando no processo e caindo num grande pote de vidro já prontos.

No dormitório - Alguns minutos depois
Com tudo pronto carrego uma bandeja com a bebida e as canecas, mantendo a varinha em riste fazendo o pote com os petiscos flutuando a minha frente. Bato na porta do dormitório masculino com o pé e espero que abram para poder entrar. A assistente ainda está lá e me dirijo primeiramente a ela ao colocar o pote num dos pufes coloridos. - Aqui está o 'chá'. - Digo salientando a palavra chá. Odeio pessoas que não sabem o que é um verdadeiro chá e o confundem com infusões, é algo tão simples! - Pelo jeito a poção apimentada já fez efeito! O quarto tá todo fumaçado... - Digo bagunçando o cabelo de um dos garotos deitado na cama de baixo da beliche mais próxima. - Tomem tudo e comam alguns biscoitos. Eles estão uma delicia! - Digo isso para todos e brinco um pouco com eles e roubo alguns biscoitos antes de sair do aposento.
BY SUEIKO

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Another day, another door
Another high, another low
ROCK BOTTON *rock bottom, rock bottom, rock bottom, rock*
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Louie S. Marshall

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Bicho-papão : Zaja com medo dele

Perfil de Quest
Escola/Casa: Não possui
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Dormitório e banheiro Masculino   Sab 29 Jul - 13:35:30

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Os olhos de Louie se abriram para observar o estranho relógio na parede. Era três horas da manhã, se ele não estivesse enganado. Relógios bruxos muitas vezes pareciam mais confusos que o normal, e sem seus óculos não podia realmente ter certeza de nada. O menino suspirou baixinho por baixo de sua respiração, escorregando devagar para o chão. Seus pés tocaram o chão gelado, enviando-lhe arrepios pela coluna. Devagar, tentando impedir o chão de madeira de ranger, ele caminhou até o banheiro. A porta se abriu com um clique baixo, e ele olhou ao redor nervosamente para ver se não o tinham visto, enquanto ele não era proibido de ir no banheiro durante a noite, o menino não queria ter que explicar a vermelhidão de choro em seus olhos. Não mesmo.

Entrando no banheiro, a diferença de temperatura era bastante óbvia. O chão gelado de ladrilho era realmente menos confortável que o de madeira dos quartos, os encantos de aquecimento do banheiro eram a unica coisa que impedia Louie de tremer de frio. Estava satisfeito por isso, era bem diferente do orfanato trouxa, e realmente mais confortável. Balançou a cabeça, afastando esses pensamentos enquanto se debruçava na pia, alta demais para que ele se sentisse confortável com ela. Tinha que esticar seus braços demais para abrir a água morna, afinal. Sendo o menor do seu grupo de idade, Louie conhecia muito bem as dificuldades de ser verticalmente desafiado. Por um segundo, considerou acender a luz enquanto esfregava o rosto com a água morna, mas decidiu contra isso. O escuro sempre tinha sido mais acolhedor para a criança. Luzes significavam pessoas, o que o fazia imensamente nervoso.

Seus olhos vagaram por seu rosto, magro demais, baixo demais, cansado demais, preocupado demais. Louie se perguntou se Zaja estava tendo uma boa noite de sono, mas duvidava disso. Sua irmã sempre tinha tido problemas com os "terrores noturnos", como os adultos costumavam chamar. Louie, embora, acreditava que os terrores reais aconteciam quando se estava acordado. Mordeu os lábios, bagunçando o cabelo loiro com a mão molhada. Seus pensamentos indo cada vez para lados negativos e dolorosos, a cada segundo. Suspirou baixinho, puxando algo do seu bolso, era apenas um pedaço de plástico duro, fino, mas não realmente algo perigoso que os monitores e matrona do orfanato iriam tirar dele se o vissem com isso. Era apenas um plástico.

O menino deliberadamente observou o plástico por alguns segundos, antes de pousar ele sob o braço descoberto. A pele ali já era áspera com as cicatrizes finas, mas ele não se importou muito. A maioria das roupas do orfanato tinham manga comprida, e ele podia fugir facilmente com usar casaco o tempo todo ali. Não fechou os olhos, quando sentiu a leve ardência familiar em seus braços, assistindo o sangue leve brotar e escorrer um pouco morbidamente.

Louie sabia que não podia ser forte para cuidar de Zaja, tanto quanto ele queria. Se preocupava com a irmã mais do que com a própria saúde, sempre tinha sido assim. Queria que Zaja pudesse ver nele um porto seguro, queria que Zaja pudesse confiar nele, confiar que ele podia apoiar a dupla quebrada dos gêmeos Marshall. — Mas no fim, eu sou o mais fraco de nós, não é verdade? — murmurou para si mesmo, fechando os olhos cansado. Suas mãos tremiam um pouco, e  ele as colocou sob a água morna. Isso fazia os pequenos ferimentos recém feitos doerem, mas ele gostava assim.

Ao menos ele sabia que estava sendo punido pela mentira que ele queria acreditar. Que ele queria que as pessoas acreditassem. Louie não era forte. Mas ninguém nunca saberia disso... Ele não deixaria as pessoas saberem disso, até o final. Ele não podia suportar ver imaginar os olhos da sua irmã desamparados novamente. E, se assim fosse, ele iria lutar contra si mesmo. Ele iria se parar de fazer o que suas mãos tremiam para que ele fizesse. Porque Louie não podia morrer ainda. Não até ver Zaja bem e segura.

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Dormitório e banheiro Masculino
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