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Novidades: Leia o o novo informativo e descubra o que tem sido feito em busca por uma solução para nossos problemas.
O provão será realizado do dia 18 ao dia 21 de novembro, a lista de aprovados está disponível aqui!
A lista de alunos aprovados direto foi divulgada, acesse aqui!

 

 Jardim e Playground

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Athena M. Chevalier Moon
Forever Crimson River
Emma K. Seaworth
Elise Chevalier D'Anjou
Azriel Ashryver Zarek
Dominique Donati Zarek
Sebastian Adams Waynwood
Dora Blanche Yordanov
Cassie Garrix Whitmore
Jacob Miler P.
Diretor Alvoros Grunnion
19 participantes
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Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
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Diretor Alvoros Grunnion


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MensagemAssunto: Jardim e Playground   Jardim e Playground - Página 2 I_icon_minitimeDom 14 Fev 2016, 22:27

Relembrando a primeira mensagem :

Jardim e Playground

Orfanato


Jardim e Playground - Página 2 FFFIjTW

O jardim é grande e cercado por grandes árvores, pode-se encontrar diversos bancos espalhados pelo local além do playground para os pequenos se divertirem.


RPGHogwarts.org


Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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AutorMensagem
Freya Donati Sparrow
Sonserina
Sonserina
Freya Donati Sparrow



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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Jardim e Playground - Página 2 I_icon_minitimeQua 22 Set 2021, 00:34



Tinha acabado de perder meus pais por conta de uma guerra entre dois mundos que não sabiam se aceitar, as autoridades tinham acabado de me trazer para o orfanato onde segundo eles ficaria até alguém me querer já que não tinha familiares. - Não quero. - digo para a moça que me chama para me juntar às crianças que estavam tomando o lanche da tarde, não queria comer, não queria brincar, não queria nem mesmo estar onde estava. Olho com raiva para a moça que continua insistindo para que eu entre, pois não tinha nenhuma criança no jardim, dou de ombros e continuo sentada no balanço sem me importar com as ordens que ela dizia. - Já disse que não quero, você não escutou? - era tão difícil para ela entender que eu não queria ter amizades? Que pouco me importava o que as outras crianças estavam fazendo? Só queria ficar no balanço, mas pelo visto as pessoas do orfanato não sabiam o que é ter livre arbítrio e sou levada pra dentro contra minha vontade. 





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Zackery Heinz

Zackery Heinz



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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Jardim e Playground - Página 2 I_icon_minitimeSab 12 Mar 2022, 16:17

Ao deixar o refeitório fui para o jardim do orfanato. Fazia uma manhã de sol, típica de verão. Cruzei o gramado e fui em direção às árvores. Ainda tinha o biscoito que pegara do “Mauricinho” idiota. — Esse cara é um pesadelo — resmunguei comigo mesmo ao pensar nele. Eu não entendia como alguém podia ser tão irritante. Bem, na verdade, todas as pessoas daquele orfanato eram um pé no saco. E é por isso que sempre preferi a minha própria companhia… e de quem eu estava indo ver naquele exato momento.

Ao atravessar o jardim, entrei no bosque dos arredores, trilhando um caminho que eu já conhecia muito bem. Depois de passar por uns arbustos, ouvi um rosnado típico e um quase latido. — Sou eu, garota! — falei, me aproximando. Em seguida, ouvi um choramingo e outro latido, mas dessa vez mais feliz. Logo ali, presa por uma coleira numa árvore, estava uma jovem crupe de pelagem cinza e olhos azuis, que agora abanava a cauda bifurcada ao me ver chegar. — Dormiu bem, Yza? — Abaixei e fiz carinho na sua cabeça. Então me sentei no chão e deixei que ela me cheirasse e lambesse. — Eu trouxe o seu favorito… — Parti um pedaço do biscoito e joguei para ela pegar no ar, como gostávamos de brincar. Depois de comer tudo, ela deitou a cabeça no meu colo. Eu conversei um pouco com ela e acariciei a sua barriga. Mas não pude ficar muito tempo. — Depois eu volto pra trazer mais comida, e te levar pra dar uma volta — disse enquanto me levantava. Dei um beijo no seu focinho, ouvindo ela choramingar se despedindo. Dei meia-volta e saí dali, voltando para dentro do orfanato.
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Zackery Heinz

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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Jardim e Playground - Página 2 I_icon_minitimeTer 05 Abr 2022, 15:23

Eu tinha acabado de sair do bosque, onde fui para fazer uma das minhas visitas de rotina à Yza, minha crupe. No caminho de volta para o orfanato, pude ouvir as árvores da trilha serem atingidas pela ventania daquele dia. As folhas farfalhavam furiosamente. “Sniff… sniff…” farejei o ar. Tinha aroma de terra molhada; vinha chuva por aí. Quando saí para o jardim, o vento seguia soprando em diferentes direções. Eu queria chegar logo no prédio do orfanato, antes que começasse a derramar água do céu. Andei mais rápido. Um trovão ribombou e me fez correr. Olhei apreensivo para o céu e então algo me chamou atenção. Ele veio com o vento, era um pedaço de papel colorido, e estava preso numa das árvores do jardim. — Pipa! — exclamei com os olhos brilhando. Eu já tinha visto várias delas, mas nunca pude ter uma. Era brinquedo de trouxas. E parecia ser muito divertido. Provavelmente, algum garoto do vilarejo perdeu uma batalha contra a ventania. Olhei para os lados; as outras crianças já deviam estar lá dentro. Então mirei para cima, o céu estava escurecido. No calor do momento, corri na direção da árvore. Dos dois anos que eu já estava aqui no orfanato, já tinha escalado quase todas as árvores deste jardim, mas algumas em particular ainda eram desafios para mim. Esta era uma delas. Comecei bem, posicionando as mãos e os pés com firmeza, e o primeiro impulso foi tranquilo. O início não era muito diferente de outras que eu já tinha escalado. Mas chegou num ponto em que eu sempre me via sem saída. Mas eu precisava arriscar, senão começaria a chover e a pipa se perderia. Estava a pouco menos de dois metros de altura quando pisei em um galho mais fraco do que aparentava. Perdi o equilíbrio, e nós dois fomos ao chão. Minha sorte é que eu já tinha experiência em cair de algumas alturas, então foi fácil aterrissar sem me machucar. A parte ruim foi ter me sujado de terra bem mais do que eu queria. — Droga! Agora eles vão me obrigar a tomar banho — reclamei, frustrado. Os pingos de chuva finalmente começaram a cair. Não tive escolha, precisei deixar a pipa e correr para o prédio. Nunca vou conseguir explicar como foi que consegui correr tão rápido; foi como mágica. Em um segundo percorri cerca de oito metros, da árvore até a porta do orfanato. Foi o tempo exato para que a chuva desabasse com tudo no jardim. A boa notícia: eu não tinha me molhado e ainda poderia escapar do banho, se conseguisse evitar o Sr. Mauricinho. Mas foi com tristeza que olhei para trás e vi a pipa de papel colorido se desmanchar na chuva. Então, com os ombros encolhidos, dei meia-volta e entrei no prédio.
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Zackery Heinz

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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Jardim e Playground - Página 2 I_icon_minitimeDom 03 Jul 2022, 19:25

No cair da tarde, eu cruzei os jardins indo em direção ao bosque nos arredores do orfanato. Levava biscoitos e um pedaço de pão, embrulhados em um guardanapo, e uma garrafa d’água. Olhei em volta, antes de entrar no bosque, para me certificar de que não estava sendo seguido, mas tampouco fiz questão de me dedicar seriamente. Segui pela trilha que eu já conhecia até ouvir os latidos. — Shhh!! — sussurrei enquanto me aproximava da origem do som. — Sou eu, garota! — Fui respondido por um latido e um choramingo de felicidade. Abri espaço entre um arbusto e passei para entrar numa pequena clareira, onde Yza, a minha crupe, esperava abanando a cauda. Abaixei-me e comecei a acariciar sua cabeça e atrás das orelhas. — Trouxe mais para você. — Coloquei os biscoitos e o pão no chão, e ela comeu tudo rapidamente. Nesse tempo, enchi sua vasilha com a água que tinha na garrafa. Sentei do lado da árvore que usava para prender a crupe e esperei até ela terminar de se saciar. Logo, ela se aninhou comigo e eu fiquei um tempo acariciando seu pelo. Como de costume, conversei com ela assuntos que eram muito particulares para mim. Yza era a única em quem eu confiava. E mesmo ela não me respondendo, eu sentia que ela podia me compreender e não me julgava. Depois de um tempo juntos, eu me levantei e me despedi dando um beijinho na cabeça da crupe. Então, segui de volta pela trilha e saí nos jardins do orfanato. Não me demorei por lá, cruzei o terreno e voltei para dentro da casa.
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Desmond Lawford
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Corvinal
Desmond Lawford


Bicho-papão : Paralisia do sono

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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Jardim e Playground - Página 2 I_icon_minitimeDom 07 Ago 2022, 02:33

no closer to heaven


A tônica daquela temporada na instituição de acolhimento de longa permanência para crianças e adolescentes seria tão perturbadora quanto fosse possível. A capacidade de ocupação estava nas alturas, de modo que era difícil de se conseguir um tempo livre ou mesmo um espaço minimamente privado, por assim dizer. O resultado prático não poderia ser tão caótico, quanto previsível. As crianças mais novas pareciam capazes de aparatar, dado surgirem e desaparecerem às vistas num piscar de olhos. Com poucos funcionários, a diretoria achou a ideia de transferir a responsabilidade da instituição aos internos mais velhos maravilhosa. Tudo fazia parte de um plano engendrado com fulcro na melhora das relações interpessoais entre os acolhidos e a atribuição da noção de interdependência e solidariedade entre os mesmos. Em outras palavras, era como se a instituição dissesse: logo vocês vão cair fora daqui e como um dia irão procriar, por conta do fato de não terem tido um modelo saudável de família, esta é oportunidade perfeita para verem a vida como ela é. Portanto, adiram aos métodos contraceptivos o quanto antes.

Ele se esforçava, ainda que tivesse vontade de estar em qualquer outro lugar do planeta naquele instante. Ao menos conseguia apartar o início de uma briga ou outra, ou mesmo agarrar a gola da blusa de algum infeliz mirim que se lançava no sinuoso trajeto de um dos escorregadores. Ainda assim, fazia mais dos de seu etário, os quais ficavam às margens dos muros, fumando ou mesmo trocando juras de um amor imaturo eterno. Ele sentia náuseas apenas do fato de ter de encará-los ou compartilhar dormitórios e espaços comuns de convivência com eles.    

O garotinho de cabelos ralos e olheiras profundas estava correndo como se fosse incapaz de saber o que o vocábulo cansaço significaria. Isso, antes de tropeçar num desses tapetes que servem - ou teriam de servir - de proteção antiqueda. Foi uma sinfonia lamuriosa sem fim, ao que Lawford finalmente decidiu sair um pouco de seu mundo particular, a fim de ajudar ao infante. Com a barra da blusa de lã puída, ele secou as lágrimas daquele garoto franzino, tendo o pegado no colo, já que este erguia os ossos no lugar dos braços a si. - Aaah, Emery. Vem cá, logo. - Crocitou ao retirá-lo do solo. Ele tinha sono, talvez fosse esse o real motivo de seu choro, mais do que o joelho contundido. A um garotinho, ao qual fora submetido a castigos físicos por parte de pais abusivos, um pequeno corte no joelho seria como um afago. Aninhou-o até que o mesmo visitasse o mundo dos sonhos sobre os próprios ombros, ao que ele veio a sussurrar em tom ininteligível. - Você tem que prometer que vai ficar longe daqueles garotos. Se eles lhe oferecerem algo para comer, você recusa. Se apostarem que você não é capaz de fazer algo contra outro adulto daqui, você nada faça a respeito. - Disse, ao rotacionar o próprio eixo de um lado para o outro, embalando-o cuidadosamente. - E se daqui a algum tempo a sorte não sorrir para ti, eu o adotarei. - Proferiu, com serenidade a se espraiar por sobre o próprio semblante. O adolescente não gostava de prometer nada que não fosse capaz de cumprir, contudo, aquela não era uma promessa e o pequeno chegava a roncar, de modo a não tê-lo ouvido. Lawford rumou ao interior da construção, onde entregou a criança ao primeiro adulto que encontrou pelo caminho. A sua parte ele houvera feito e, embora ele quisesse estar lá para ver aqueles outros garotos mais velhos sofrendo reprimendas, quando flagrados pelos funcionários, ele tinha mais coisa a fazer. Um novo ano escolar já estaria à porta. Assim, deixou o local.  


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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Jardim e Playground - Página 2 I_icon_minitime

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