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Mídia Bruxa


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Por que tanto ódio?

Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts - Harry Potter - Portal Spongebob-art-thou-feeling


por Jarro Plummaluz


Sabemos que a nossa relação com os não usuários de magia se tornou complicada nos últimos anos, apesar de querermos manter certa discrição e evitar contato direto com eles, eventualmente essa fina barreira que separava os dois mundos caiu e os trouxas começaram uma grande guerra, a Nova Caçada a Bruxa, se assim podemos dizer. Entretanto, muito antes de receber esse ódio nossa cultura começava a ser exaltada entre eles.

Essa admiração dos trouxas por magia, dragões e outras criaturas místicas sempre esteve muito presente na cultura popular deles, que trata-se de um tipo de arte que é reproduzida através dos meios de comunicação, como música, cinema, quadrinhos e meios digitais. Por exemplo, as produções cinematográficas inspiradas nas obras de J. R. R. Tolkien são um dos principais recordes de bilheteria entre eles. Centenas de pessoas já se reuniram numa grande sala para assistirem a história de seres místicos, como anões, elfos, humanos e magos poderosos lutando lado a lado contra criaturas malígnas em um universo mágico que. se for comparar de perto, é ainda mais fantasiosa que a nossa realidade. Sabemos que dragões estão em extinção e se tentarmos matá-los provavelmente morreríamos antes de conjurar o primeiro feitiço. Ou seríamos presos porque isso é um crime acima de tudo.

Entretanto, além de consumir esse conteúdo fictício e guerrear com bruxos quando convém, os trouxas também tem certo interesse em fingir que são pessoas como nós, pelo menos foi isso que a Redação do Pasquim conseguiu entender sobre os RPGs de Mesa, sigla que significa “Role Playing Game”, ou jogos de interpretação de papel, onde uma quantidade de jovens, geralmente de cinco a seis, se reúnem para uma espécie de teatro, interpretando personagens em missões num mundo que também tem muita inspiração nas obras criadas por Tolkien, citado anteriormente. O mais popular entre esses é o Dungeons and Dragons, onde os trouxas podem escolher uma variedade de classes, desde guerreiros resistentes a tudo, até algo que nós estamos familiarizados: usuários de magia, que são divididas em duas subcategorias, magos e bruxos. Vamos estudar suas diferenças para tentar compreender como essa sociedade nos via, antes da guerra.

Começando pelo mais simples, os magos fazem parte de algo mais parecido com a nossa realidade, pessoas que se dedicam ao estudo da magia, buscando entender suas nuances para convocar feitiços poderosos, apesar deles terem suas aparências ainda descritas como se vivêssemos no século passado, com seus robes pesados e chapéus coloridos, é possível perceber que em partes, os trouxas entendem alguns dos nossos conceitos, já outros? Nem tanto. Diferente da nossa realidade, os magos desse jogo não são capazes de soltar magias à vontade, existe um conceito estranho em que eles podem memorizar feitiços e usá-los de forma limitada durante o dia, até descansarem novamente. Nesse caso, eu só consigo imaginar os alunos de Hogwarts durante a aula de transfiguração esquecendo completamente quais magias precisam usar após a terceira tentativa falha. Além disso, eles precisam andar com um livro,mais  conhecido como grimório, onde seu conhecimento está anotado e caso ele seja perdido, o Mago simplesmente perde suas habilidades mágicas.

Por outro lado, temos os bruxos. Apesar deles terem uma nomenclatura mais parecida com a que nos definimos, são completamente diferentes. No universo de D&D, são seres vivos que fizeram pactos com criaturas demoníacas para ter acesso à magia, apesar de ainda esquecerem seus feitiços depois de alguns usos. Nunca vi nenhum conhecido meu entregando sua alma para seres das profundezas, apenas para soltar alguns feitiços mais poderosos, apesar de que algumas pessoas se unem constantemente a Nyx em prol de objetivos estranhos, não é mesmo?

Então é difícil entender porque os trouxas nos odeiam tanto, a ponto de destruir monumentos importantes da nossa sociedade, sendo que boa parte deles costumam consumir conteúdo inspirados no nosso modo de vida, talvez seja apenas inveja ou alguém que mexe as cordas das marionetes para desestabilizar ambos os lados, infelizmente, nunca saberemos a verdade.

Na próxima edição produziremos um artigo para descobrir qual é sua classe e sua raça no universo de Dungeons and Dragons. Não perca!

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Eu quero acreditar!

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por Mariposa Ardente


Um dos ramos mais afetados na guerra, além dos básicos, foi, sem dúvida alguma, o ramo da Ufologia. “Nossa, mas que coisa é essa?” Ufologia é o estudo dos objetos voadores não identificados (OVNIs) e todos os eventos relacionados a eles. Ou seja, é basicamente o estudo de fenômenos que possam estar relacionados com seres de outro mundo em nosso planeta. Como muitos devem saber, a maioria dos governos nega a existência de alienígenas ou que eles tenham relação com qualquer um dos eventos esquisitos que ocorrem ao redor do globo, mas existem pessoas, denominadas ufólogos, que acreditam em descobrir a verdade por trás disso tudo. Buscando dar maior visibilidade a esse campo, fui atrás de um dos ufólogos mais conhecidos do mundo, mas que pediu gentilmente para que eu não revelasse seu nome por questões de segurança. Abaixo, irei transcrever nossa entrevista na íntegra, para que vocês mesmos possam tirar algumas conclusões.

Mariposa: Quando a guerra começou e ficamos isolados numa barreira, isso atrapalhou as suas investigações?

Ufólogo: Precisamente. Não só não tínhamos mais acessos a bancos de dados internacionais, mas não tínhamos mais autorização para ficarmos investigando o céu durante a noite. Sempre que a gente tentava, éramos abordados e ameaçados por militares.

M: E você acredita que tenham feito isso sabendo da sua ocupação como ufólogo?

U: Eu tenho certeza. Como todo governo está acostumado a fazer, inventavam todos os tipos de desculpas para não dizer expressivamente que não é permitido estudar fenômenos desse tipo. Desde “aqui é uma área restrita do exército” até “vocês estão atrapalhando uma via pública”. Estou acostumado a ouvir esses absurdos sempre que preciso exercer minha função como investigador de OVNIs, mas as coisas intensificaram muito desde que essa guerra começou.

M: Entendo… Mas o senhor conseguiu ter algum avanço nas suas pesquisas?

U: Sim. Eu sou uma pessoa muito determinada, sabe? Então eu sempre vou atrás do que está no meu alcance, mesmo que todos tentem me dizer o contrário. Viajei para o interior da Inglaterra, passei por inúmeros policiais e interrogatórios até que consegui alugar uma casinha nos arredores de York. Lá sempre teve muitos relatos, sabe? Achei que seria bom começar por lá. Não posso revelar o que descobri porque ainda preciso me reunir com a comunidade internacional de ufologia, mas eu tive bons frutos nos dias que passei por lá.

M: Vocês irão se reunir?

U: Sim, na próxima semana. Agora que a barreira caiu, pudemos nos comunicar novamente e organizar uma reunião na França para podermos debater o que aconteceu nos últimos anos em que eu e outros ufólogos bretões estivemos isolados do restante do mundo.

M: Que legal! Preciso terminar a entrevista, quer dizer mais alguma coisa?

U: Desconfiem. Sempre busquem a verdade. Só isso mesmo.

Como puderam ver, o ramo da ufologia anda por águas turbulentas desde que a guerra começou e eu só consigo pensar que isso é mais uma forma de oprimir o povo britânico. A quem interessa omitir essas informações tão importantes sobre a existência ou não de alienígenas? Por que impedir que ufólogos possam exercer tranquilamente sua profissão? A verdade está lá fora e cabe a nós, curiosos, ir atrás dela. Eu queria ter trazido mais informações sobre aliens para vocês, mas isso fica para uma próxima matéria. A função dessa reportagem é para implorar que vocês sempre questionem as verdades sendo impostas pelos "superiores". Questionem sempre e nunca, nunca mesmo, deixem que digam em qual coisa vocês devem acreditar. Tirem suas próprias conclusões e sejam sempre curiosos. Até a próxima edição.

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E se...?

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por A Eremita


Tempo é um conceito complexo demais para abordar em poucas frases. A palavra que visa tentar definir e dividir uma sequência dos fatos se origina do latim antigo nas palavras tempus e temporis, mas fora da etimologia da palavra e até mesmo de seu sentido concreto, o tempo assume peculiaridades tão complexas que elas não podem deixar de serem abordadas. Conseguimos observar diversas religiões e mitologias, como por exemplo a mitologia grega, em que o tempo possui um contexto muito mais místico, principalmente quando conseguimos abordar o assunto acerca das Moiras. Cloto, Láquesis e Átropos eram as donzelas que teciam o fio da vida de cada ser humano, fio este que não possuía ramificação alguma ou até mesmo, tinha seu início meio e fim definido por completo. As três não necessariamente controlam o tempo como o Titã Cronos, contudo, conseguem trazer consigo uma coisa que talvez seja o cerne da nossa análise e da nossa discussão: É possível que nosso fio da vida se ramifique? Ainda que, lembrando, ele seja contínuo …


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Mídia Bruxa


Edição 08 - 2021
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PROFETA DIÁRIO
✶ A SEDUTORA FONTE DE NOTÍCIAS PREFERIDA DO MUNDO BRUXO ✶
Carta da Editora
Anos de dedicação e muito trabalho, leia uma mensagem especial da Editora do Profeta Diário aos leitores fiéis do jornal. PÁGINA 1
Denúncia: Estaríamos comprando uma narrativa falsa?
Seguimos a trilha de uma denúncia anônima sobre a Confederação Internacional e buscamos respostas. PÁGINA 2
O Que Está Acontecendo Com Hogwarts?: Falta de professores e muito mais, entenda o que está acontecendo dentro dos domínios do colégio. PÁGINA 3
Onde Estão Os Vipers?: Afinal, por onde andam os seguidores de Nyx e o que andam tramando?. PÁGINA 4
O Crescimento de Danos por Feitiços: O que poderia explicar o número de casos expressivo de danos por feitiços no refúgio mágico?. PÁGINAS 5.


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