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 Família Drescher Ludwing

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AutorMensagem
Isabellah Celesty Schwarz
Ex-administrador
Ex-administrador


Bicho-papão : Adiministradora ^^

Perfil de Quest
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

MensagemAssunto: Família Drescher Ludwing   Sab 14 Abr 2012 - 13:39

Chefe da Família:Valentin E. P. C. Trakina
Membros da Família:
Albert L. Von D'Estaing
Ana Eirapuã Von D'Estaing
Anthony Lewis Hoffmeister
Beatriz Schwarz Eirapuã
Blake R. E. Castellan
Charlotte M. Herz Eirapuã
Derick Eirapuã Rolstroy
Elisa E. Ferrer McCready
Filipa Eirapuã McNight
Gabriel Eirapuã Trakina
Gui Cesari Trakina Jr
Igor Eirapuã A. Miller
Jesse Herz Eirapuã
Johann E. R. Croft
Kenedy Eirapuã H. Halls
Liza A. Eirapuã McCready
Nicolas Cesari Trakina Jr
Nicolay O'Grady R. Koston
Phineas O'Grady R. Koston
Rudy E. Von D'Estaing VI




Cidade/País onde Reside: Rio de Janeiro - Brasil

História da Família: Atualmente, calcula-se que apenas 400 mil índios ocupam o território brasileiro, principalmente em reservas indígenas demarcadas e protegidas pelo governo. São cerca de 200 etnias indígenas e 170 línguas. Porém, muitas delas não vivem mais como antes da chegada dos portugueses. O contato com o homem branco fez com que muitas tribos perdessem sua identidade cultural. Os indígenas que habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca. Esta agricultura era praticada de forma bem rudimentar, pois utilizavam a técnica da coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio). Mas nem toda tribo vivia apenas disso, dentre as várias tribos que viviam no Brasil, uma se destacava por possuir certas particularidades, dentre elas o uso de magias em seus rituais, magia de verdade. A misticidade que rodeava aquele povo era gigantesca, os Eirapuãs, esses índios que descendiam dos velhos anciãos  Aboré e Akele vivam de forma pacífica no centro da Floresta Amazônica no Norte do Brasil, onde podiam viver com tranquilidade e paz, onde executavam suas magias sema  interferência do homem branco ou de algum estranho que pudesse descobri-los. Eles dominavam tão bem criavam proteções mágicas com a sua magia, mas para  isso se baseavam nos quatro elementos da natureza, são eles: Água, fogo, terra e ar. Com esses elementos e a magia que corria em suas veias seria muito difícil encontrar e ameaçar aquelas pessoas. Mas eles não faziam ideia que a magia que possuíam era maio do que imaginavam. A educação indígena é bem interessante. Os pequenos índios, conhecidos como curumins, aprender desde pequenos e de forma prática. Costumam observar o que os adultos fazem e vão treinando desde cedo as mágicas e os rituais. Quando o pai vai caçar, costuma levar o indiozinho junto para que este aprender, assim da mesma forma quando prepara poções. Portanto a educação indígena é bem pratica e vinculada à realidade da vida da tribo indígena. Quando atinge 10 ou 11 anos, o jovem passa por um teste e uma cerimônia para ingressar na vida adulta. Dessa forma ele possui a “autorização” para executar feitiços de pequeno porte. Naquela época as principais tribos eram Ticuna (35.000), Guarani (30.000), Caiagangue (25.000), Macuxi (20.000), Terena (16.000), Eirapuã (14.000), Xavante (12.000), Ianomâmi (12.000), Pataxó (9.700), Potiguara (7.700). Mas com o tempo e colonização esse número caiu drasticamente.  
Os velhos anciãos tiveram quatro filhos: Boyra, Cauã, Ehu e Guarani. Cada qual dominava com mais facilidade um elemento. Ar, Terra, Água e Fogo, respectivamente.  Nesse tempo estes procriaram e seus filhos dominavam e possuíam temperamento semelhante ao elemento que os regia. Por volta de 1900 os Eirapuãs foram descobertos por colonizadores Franceses, mas essa ideia de depender dos europeus não os agradou, e eles expulsaram os colonizadores com o auxílio da mágica. Alguns anos depois eles receberam amistosos amigos Portugueses, que lhes mostraram que era possível possuir mais magia do que possuíam. Assim as primeiras crianças indígenas foram introduzidas nas escolas de magia e bruxaria espalhadas pelo mundo. Com esse processo de avanço, os Eirapuãs passaram a residir no Rio de Janeiro, numa ilha protegida por Magia, começaram a investir e se adaptarem a vida dos Bruxos tradicionais, mas sem perder as suas raízes. Agora são apenas um grupo pequeno, uma família resistente as tradições e mudanças do tempo. Mas cheia de magia.

Principais Conquistas:  Rudy E. Von D'Estaing VI (Monitor Chefe e atual campeão pelo time de quadribol da Corvinal). Anthony Lewis Hoffmeister (Jogador de Quadribol).
Profissões e Habilidades: A família é uma família adulta e de títulos, Valentin E. P. C. Trakina, Albert L. Von D'Estaing, Ana Eirapuã Von D'Estaing, Beatriz Schwarz Eirapuã, Gabriel Eirapuã Trakina (Funcionários do Ministério da Magia). Anthony Lewis Hoffmeister (Jogador de Quadribol), Elisa E. Ferrer McCready e Liza A. Eirapuã McCready (Funcioárias do Profeta Diário). Nicolay O'Grady R. Koston (Funcionário da Revista O Pasquim). Johann E. R. Croft (Professor de Hogwarts). Jesse Herz Eirapuã (Trabalha no St Mungus). Kenedy Eirapuã H. Halls [Clarividente] (Funcionário de Hogwarts). Rudy E. Von D'Estaing VI [Animago R.], Derick Eirapuã Rolstroy [Animago R.]
Arvore Genealógica: . http://i.minus.com/ibndi2rl5FgXdT.jpg

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Família Drescher Ludwing
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