Quando dei por mim percebi que meu prato já estava vazio, me levantei e levei meu prato até o a pia. Quando estava voltando a me sentar ouvi Gabi falando que sempre estaria de olho em mim, dei uma risada e me sentei novamente, Gabi brincou sobre eu estar me comportando, olhei para ela com uma carade inocente e disse: - Eu sou santa Gabi, eu sempre ando na linha! - Escorei minha cabeça em meu braço e fiquei olhando para Gabi, ela me disse que papai tinha voltado mais que ela não tinha encontrado com ele ainda. O pequeno sorriso que havia em meu rosto se desmanchou dando espaço para um rosto de preocupação, papai nos dava muita atenção e carinho mais responsabilidade era algo que ele não tinha.
Gabi me falou que aprendeu a fazer essa deliciosa obra de arte com alguns livros trouxas que ela tinha lido, mais infelizmente ele não se lembrava em que seção era, dei uma pequena risada e disse: - Você nunca se lembra de nada Gabi! - Continuei dando risadas até que alguém nos pegou e nos segurou como se fôssemos dois sacos de batata, Gabi estava se esperneando e gritando, eu estava calma mais queria muito saber quem era. Uma voz forte que eu conhecia muito bem tomou aquele ambiente, era papai! Eu o abracei fortemente e disse: - Estava com saudades papai! Me soltei de papai e fiquei em pé escorada na bancada esperando que alguém puxasse algum assunto. A roupa de papai era um pouco quanto.. ér, estranha para um pai, mais resolvi não falar nada, pois não queria causar possíveis confusões naquela cozinha.
OFF: Desculpa por ter demorado para postar, e pelo post de titica também e_e
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Griffyndor Pride | Primeiranista | LeBlanc&McCready | Gêmea da Lanna | Love you, Harry♥
Eu amava minhas filhas pois elas eram minha vida e meu motivo de viver, nunca me arrependi em ter adotado Giovanna pois a amava com todas as minhas forças, Giovanna era minha princesinha mais nova. Para elas a mansão parecia ser um castelo, com empregadas, elfos e uma comodidade incomparável, meu trabalho como streaper estava começando a funfar e com isso minha renda ia aumentando cada vez mais, pensei até em abrir uma empresa ou coisa parecida para não ser mais um fardo em minha família, mas eu realmente amava o que fazia.
Após minhas duas princesas se acomodarem em um lugar mais confortável não me aguentei e as dei um abraço, não as apertei muito forte para não as machucar mas sim o suficiente para demonstrar todo o meu amor.
- Eu amo vocês sabia? Amo mais que tudo em minha vida… Amo mais que minha vida.
Um sorriso paternal tomou conta de meus lábios e eu as soltei puxando uma cadeira para me sentar, Gabi me perguntou por onde eu andava e Giovanna parecia curiosa com minha roupa, não sabia como reagiriam ao choque de ter um pai… Streaper mas era isso que eu fazia, e querendo ou não era dali que saia minha renda para elas. Me aproximei das duas e segurei suas mãos, minha cabeça se abaixou enquanto eu me preparava para explicar tudo que tinha a dizer, era duro para mim, e as palavras não sairiam de uma forma agradável pois ainda estavam intaladas em minha garganta.
- Gabi, Gi… Quero que saibam uma coisa, o motivo de meu sumiço assim repentino. A algumas semanas atrás vagando pelas ruas de Munich achei uma casa noturna que estava contratando… Dançarinos, no momento a situação estava difícil… Meus irmãos jogavam cada vez mais na cara que eu era um desempregado e que minhas filhas teriam o mesmo trágico futuro que o pai, eu só estava pensando no bem de vocês quatro e adentrei a casa noturna aceitando o emprego, eles não pagavam no inicio lá grandes coisas mas depois de um tempo quando perceberam que já estavam ganhando uma boa crientela aumentaram meu tenho e me ofereceram uma boa quantia por noite e eu aceitei. Peço desculpas por ser um pai ausente, agora que vocês vão para hogwarts não poderei vê-las por um tempo e me sentiria um lixo de pai se não as contasse.
Abaixei minha cabeça e deixei lágrimas rolarem por minha face, lágrimas de dor e decepção, sim eu estava decepcionado comigo mesmo e garanto que para ninguém isso fora uma coisa muito difícil de acontecer.
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Jared Morpheu Way Ackard Familia Ackard :: Pai da Sol, Gaby, Sam, e Giovanna :: Sexy Boy Narratção&Ação Falas
Eu não tinha como negar que por mais ausente que o meu pai pudesse ser "e ele é muito" eu não deixava de um amar incondicionalmente. Era algo muito forte, tão forte que as vezes me dava raiva de amá-lo tanto. Sim, pois eu vivia um certo dilema de amar o meu pai, mas achar que não devia gostar tanto dela já que eu tinha sido privada de sua companhia constante depois que ele largou minha mãe quando eu ainda tinha três anos de idade. A partir de então ver meu pai era um coisa ainda mais complicada, minha mãe bem que tenta me levando para passar finais de semana em Munich na Mansão Ackard, entretanto até ali era difícil encontra o Sr. Jared "meu Pai". Minha mãe contudo jamais deixou de me levar lá, porque afinal de contas eu precisava manter contato com minhas irmãs. E se tem uma coisa bom em é filha do meu pai é ter aquelas irmãs: Gabriela, Scarlett e Giovanna. A Giio é filha adotiva de meu pai e nós sempre soubemos disso, porém a Giio era tratada da mesma maneira que as outras irmãs... Como meus carinho e com as mesmas cobranças. Eu me dava particularmente com bem com a minha caçulinha (Giio) e estava morta de saudade do pessoal daquela casa. Por isso resolvi visitá-los antes das aulas começarem. Meu tio Steven me levou até lá a noite quando chegou do meu trabalho no St. Mungus. Pedi que o elfo não anunciasse a minha chegada queria fazer surpresa a minhas irmãs; quando soube que o meu pai também estava ali quase não pude conter a felicidade. Larguei a mala na sala mesmo e corri até a cozinha a tempo de ver uma cena adorável; Meu pai abraçando duas de minhas irmãs, a Gabs e a Giio. - Eu amo vocês sabia? Amo mais que tudo em minha vida… Amo mais que minha vida. Ouvi meu pai dizer e de repente meus olhos se enxeram de lágrimas. Tive vontade de correr e me juntar aquele abraço, mas o meu pais as soltou e puxou uma cadeira para sentar. Então Gabs perguntou ao papai onde ele tinha ficado todo o tempo que estava fora de casa. Giio aproveitando o embalo questionou as roupas que o nosso pai estava usando e foi só então que eu as reparei "Que coisa esquisita" pensei. Ia entra na cozinha fazendo festa, mas recuei ao perceber que meu pai estar prestes a falar algo muito importante. Segurando a mão de minhas irmãs ele contou que estava cansado de receber tantas críticas de seus irmãos e por isso decidiu ficar fora de casa um tempo, enquanto vagava pelas ruas da cidade aceitou um proposta para trabalhar como Streaper e com o tempo foi recebendo uma quantia cada vez maior pelo trabalho. Meu pai desculpou-se por ser ausente e lembrou que com os inicio do ano letivo só nos veríamos no Natal. "Meu pai? Streaper?... Oh Merlin" eu estava boquiaberta; aquilo tudo era informação demais para minha cabecinha. Então me escorrei na porta e foi quando uma de minha irmão notou que eu estava ali. - Oi. Falei tentando recuperar meu estado normal, mas o meu pai percebeu que eu tinha ouvido tudo, veio até mim e me abraçou. Deixei ser abraçada e retribui o carinho de meu pai "Não posso julgá-lo" pensei aninhada em seus braços. Quando nos soltamos houve uma chuva de perguntas agitadas sobre como eu esta, o que estava fazendo ali, coisas do tipo. - Estava morrendo de saudades então resolvi aproveitar o restinho das férias. Ainda tem bolo? Perguntei sorrindo.
PS.: Post atemporal. Sabemos que o ano letivo já começou, mas aqui ainda estamos na noite da farra do bolo que a Gabs preparou .
Sol Oliver Ackard McCartney
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Última edição por Sol Ackard McCartney em Qui 16 Fev 2012, 14:05, editado 1 vez(es)
Estávamos animados, o clima de amor, carinho e saudade banhavam a cozinha, papai aparecera em seu grande estilo, não conseguia mais controlar meus lábios que insistiam em esboçar um sorriso enorme ocupando metade de meu rosto. A felicidade era tanta, mas mesmo assim não esperava pela bondosa e carinhosa demonstração de amor do nosso pai, sorrindo, minha garganta parecera que havia uma bola entre minhas cordas vocais, minhas glândulas lacrimais insistiam em deixar escorrer pelo meu rosto toda a demonstração de amor que não podia ser passada pela boca – Onwt, não diga isto que eu já começo ...- tentei me controlar, segurando as lágrimas, odiava demonstrar fraqueza na frente dos outros, nem que seja na frente da minha família, nem que seja de forma mais pura e doce possível. – Eu também amo-te.
Sabe àquelas horas em que você entende que o clima do lugar mudara? Pois bem. Papai pegou em nossas mãos e não sei, ele parecera hesitante, receoso em dúvida de algo que só ele sabia. E foi nesta hora, deste jeito, que ele fizera – penso eu – o discurso mais longo de sua vida diante de nós duas, anunciando ser um streeper, papai streeper? Tudo o que eu guardava dentro de mim, esboçou pelas gordas lágrimas que saiam de meus olhos, manchando meu rosto, e não era porque eu estava chateada pelo seu novo emprego, mas sim, o porquê dele ter aceitado, a sua justificativa. Vendo as gotas salgadas saindo de seus olhos, pedindo-nos desculpas, passei os dedos por suas lágrimas as limpando – Sabe que realmente não me importo pela sua falta de emprego, ou melhor, sua ex falta de emprego. – com a voz embargada entoei, gostaria de completar muitas coisas, como por exemplo, como fora o pai maravilhoso dando-nos carinho, amor e conforto. Gostaria até mesmo de ter feitos as piadinhas que eu sempre faço quando estou nervosa, tipo “Você então deve ser o streeper mais bonito daquele lugar” e no final com a frase mais clichê de todos os tempos, lembrar-lhe que é o melhor pai do mundo. No entanto nada daquilo eu conseguiria pronunciar, estava com o pensamento lento tentando processar tudo, nervosa, alarmada, preocupada. Extasiada. Sim, esta era uma boa palavra para descrever como eu me sentia.
Fechei os olhos tentando buscar tranqüilidade, e assim que abrira pude ver apoiada na porta, a Sol, a nossa Sol, minha irmã mais velha, aparecera ali, e dada pela sua expressão ela havia escutado papai, mordi meus lábios sem saber muito como agir – Olá, Sol. – disse de forma doce, parecia que Gi e meu pai ainda não haviam visto, sendo assim coloquei-a no circulo de confissão que nos cercava. Ela de maneira tímida se apresentara ali, queria poder ir até ela e lhe abraçar, não nos víamos a tanto tempo, no entanto a situação era um pouquinho mais complicada, papai por nós a abraçara, olhei para a Gio de relança para ter certeza que tudo estava bem colocando minha mão sobre as suas, passando tranqüilidade que não possuía.
Todos cumprimentados Sol, ela estava incrível. Deixei que papai e Giovanna fizesse um questionário minucioso de como ela estava, enquanto eu somente pensava e sorria em dados momentos pelas suas respostas. Confesso que estranhamente, estava me dando bem com a situação, mas a notícia ainda não fora processada por meu cérebro - que já possuía fortes emoções do passado - desejo eu que continue assim.
Sol pergunta se ainda tem mais bolo, sorrindo de entusiasmo pela minha receita mal planejada, passo a mão de forma rápida pelos olhos tentando enxugar as lágrimas que deixavam o meu rosto vermelho – É lógico que tem, irei preparar um para você – disse animada já me direcionando a bandeja com os bolinhos. A entrada de Sol foi uma pausa um tanto quanto necessária para nossos sentimentos, só queria saber quanto tempo duraria para relembrarmos o assunto.
Um enorme sorriso tomava meu rosto enquanto o clima de amor e fraternidade faziam com que aquele espaço que estávamos ficasse cada vez mais confortável. Um arrepio subia pela minha espinha fazendo com que eu desse um pequeno "pulo" da cadeira na qual havia me sentado somente a alguns minutos, esfreguei minhas mãos uma na outra em uma tentativa de espantar aquele frio que fazia em Munich, papai nos abraçou enquanto dizia que nos amava um meus olhos se fecharam rapidamente mais não foi o suficiente para não deixar uma lágrima cair de meus olhos, passei meu dedo delicadamente pela umida lágrima que havia escorrido de meu olho enquanto meus lábios formavam um sorriso enorme se formava tomando quase meu rosto inteiro. Dei um suspiro e disse entre os dentes para não deixar escapar um de meus enormes discursos costumeiros: - Você sabe que também te amamos! - Papai nos soltou e puxou uma cadeira para se sentar, me escorrei na bancada enquanto passava minha mão esquerda pelo meu rosto.
Me assustei da forma em que a feição de papai mudou rapidamente, parecia que ele estava preocupado ou ansiado com alguma coisa, ele pegou em nossas mãos e começou a fazer um discurso que confesso nunca ter ouvido de papai. Ele começou a nos dizer uma situação muito parecida com a do dia em que fui entregue para ele, uma noite fria em que ele estava "rodando" por Munich. Balancei minha cabeça saindo de meus pensamentos e voltando a atenção para o longo discurso de papai, meus olhos estavam vidrados no rosto de papai eu não conseguia ouvir mais nada a não ser meus pensamentos repetindo milhares de vezes a palavra " streeper". Eu não tinha nada contra com o que meu pai fazia ou deixava de fazer, pois sabia que ele só fazia tudo para o bem de suas filhas.
Aquele sorriso que antes tomava quase que meu rosto inteiro se desmanchou agora dando espaço para uma feição gélida, respirei fundo agarrei a mão de meu pai fortemente e disse enquanto procurava uma maneira de olhar diretamente nos olhos de meu pai: - Papai, para mim não importa no que o senhor trabalha. Sei que faz isso para bancar todas as nossas regalias sem precisar da ajuda de nossos familiares, ou.. não sei, porque você queira talvez, mais desde que continue nos amando e nos dando carinho... isso não importa! - Abaixei minha cabeça enquanto enxugava algumas lágrimas que haviam escorrido de meu rosto enquanto falava. Escutei Gabi cumprimentar nossa irmã mais velha, olhei para Sol que estava sentada escorada na porta, dei um pequeno sorriso para ela e depois me levantei e caminhei calmamente até a frente de Sol me abaixei e a abracei e disse bem baixinho em seu ouvido: - Sool!!! Você ouviu tudo não é?! - Me soltei de Sol e me levantei e caminhei até a bancada me apoiei na bancada com meus cotovelos e fiquei olhando Gabi preparar o bolo de Sol.
Após quase dormir sobre a bancada me levantei e arrumei minha postura, dei um pequeno sorriso para minhas irmãs e depois disse: - Vou subir para meu quarto, se não daqui a pouco vou dormir sobre a bancada! - Dei uma rapida risada e depois dei um abraço em Sol e Gaby, e depois fui até a frente de papai e lhe dei um forte abraço e sussurrei um meigo "Eu Te Amo Muito", dei um sorriso e sai de lá acenando para eles.
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Eu me senti extremamente acolhida quando a Gabs falou que faria um bolo especialmente para mim Percebi que ela estava com algumas lágrimas nos olhos, mas resolvi não comentar sobre isso; é bem fácil entender aquelas lágrimas e com certeza nos teríamos muito tempo para conversar sobre aquilo que nosso pai nos revelara. A minha irmã caçula Giio veio até mim e abraçou-me perguntando se eu tinha ouvido toda a conversa. Afastei-me dela balançando a cabeça afirmativamente enquanto analisava sua beleza. - Giio você está linda. E fazendo com que ela girasse no mesmo lugar completei: - E também está maior do que estava na última vez que te vi. Pisquei para ela descontraída e junta nós sentamos nos bancos próximos a bancada. Rimos sobre os olhares admirados do nosso pai ao tempo que Gabs fazia mais bolinhos "os bolinhos dela são os melhores". Antes porém, que os bolinhos ficassem pronto, Giio não aguentou o cansaço e se despediu de nós dizendo que iria para o seu quarto. Abracei-a e disse o quanto a amava; ela logo saiu dali e eu continuei conversando com o pessoal.
PS.: Post atemporal. Sabemos que o ano letivo já começou, mas aqui ainda estamos na noite da farra do bolo que a Gabs preparou .
Sol Oliver Ackard McCartney
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Os bolinhos que Gabs preparou para mim logo ficaram prontos e os comi com muito gosto. - Gabs, seus bolinhos são os melhores. Falei para minha irmã e logo abocanhei mais um pedaço daquela delicia de bolo. Depois eu ajudei minha irmã a lavar toda a louça e guardá-la também. - Tá ficando tarde. Exclamei ao olhar o relógio da cozinha. - Posso dormir no seu quarto, Gabs? Perguntei meio envergonhada a minha irmã. O fato é que como eu crescera com minha mãe na mansão McCartney não tinha quarto próprio da casa dos Ackard e assim, sempre que visitava eles dormia no quarto da Giio. Porque como minha irmã caçula já tinha ido se deitar eu preferi pedi a Gabs para dormir no quarto dele. - Não quero que a Giio se assuste ao acordar amanhã. Apressei-me a lhe explicar. Sorridente minha irmã de que não tinha problema algum e então dando um beijo de boa noite em nosso pai saímos dali.
Sol Oliver Ackard McCartney
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