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 Família McFlont

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AutorMensagem
Isabellah Celesty Schwarz
Ex-administrador
Ex-administrador


Bicho-papão : Adiministradora ^^

Perfil de Quest
Escola/Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha:

MensagemAssunto: Família McFlont   Dom 4 Set 2011 - 17:20



Nome da Família: Família McFlont
Endereço: Dublin – Irlanda
Chefe da Família:  Tyson Mc. B. Donatelle
Membros da Família: Andrew C. M. Richmond, Bia Mason McFlont, Christian McFlont Looken, Conner Devereaux McFlont, Danielle L. McFlont, Fabrizio Gyll. McFlont, Frederick Argent McFlont, Griff Miller Hyeras, Heidi McFlont Haraldsen, Igor D. McFlont Ulianov, Lana Herondale McFlont, Laura A. McFlont Looken, Lisa Habsburg McFlont, Logan McFlont A. Pallas, Patrick Lee McFlont, Raymond McFlont O'Connel, Richard McFlont Richmond, Sebastian L. McFlont

Elfo Doméstico:  Mogli e Poppity(NPCs)

História da Família:   Há décadas a família McFlont se iniciou. Seu nome propriamente dito era outro, mas o sangue nunca teve mudança. No século XVIII, surge o primeiro McFlont; quer dizer, o primeiro Flitwick. Este, perspicaz, inteligente e de porte elegante, teve lugar garantido na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Aldrick Flitwick, o tal aluno, fora escolhido para a casa Corvinal e, desde que pisou pela primeira vez no castelo, demonstrou dominar magia defensiva. Sendo aluno destaque em Feitiços e Transfiguração, sempre conquistou o carisma de seus professores e colegas. Logo, em seu sexto ano, se enamora com Mathilda Adams, com quem, após concluir seu ensino básico, casa-se e dá sequência à linhagem. Muitos são os feitos da família. Mathilda, como matriarca, era ministerial em um ancestral setor de Relações Internacionais do MM. Já Aldrick recebeu o título de Ordem de Merlim – 1ª Classe, diante da descoberta de uma barreira mágica, denominada campo consanguíneo. Seus filhos, Evangeline, Adalwin, Áed e Agnes, nascidos nessa mesma sequência, puxaram muito a inteligência dos pais. A primeira conhecia ciclos de colheita melhor do que qualquer campesina de sua vila. O segundo era um ótimo ferreiro e tinha pleno domínio sobre magias elementais, principalmente as relacionadas ao fogo. O terceiro tinha dom para caça. E a caçula fazia dos animais, principalmente os voadores, seus melhores amigos: conversava com eles, sendo boa Anicôncia. Apesar da mãe dos quatro fazer parte do MM, deixa-se claro que a instituição não denotava tamanho luxo, quanto nos dias atuais, a seus integrantes. Desta forma, a família vivia em regime rural, embora possuísse um grande casarão com um criado. Os filhos de Mathilda e Aldrick deram seguimento às gerações até chegar aos irmãos Bartholomew e Angela Flitwick, a qual não teve filhos. Já no século XX, em uma viagem pelos Montes Urais, Barth (como era apelidado) conheceu Griselda дас Мінас, goblin pura. Sentindo uma diferente e forte atração pela baixa mulher, teve um filho com ela: Filius. O garoto, talvez por conta da junção de raças mágicas, desde jovem se mostrou muito interessado em magia e tão logo ingressou em Hogwarts. O Chapéu Seletor teve certa dúvida sobre a casa a que o menino pertenceria: estava entre Corvinal e Grifinória. Mas, por fim, levou-o a frequentar o lar das águias. Certa vez, conversando com uma jovem Minerva McGonagall, descobriu que ela poderia ter sido colega de casa, junto dele. A passagem dos anos, então, foi rápida, e o mestiço se mostrava um estudante modelo. Em Duelos foi campeão; mais tarde, tornou-se professor de Feitiços e diretor da Corvinal. Como grande feito, participou da Batalha de Hogwarts, na Segunda Guerra Bruxa, na qual seus aliados saíram vitoriosos. Voltando a história de Bartholomew, o homem não recebeu apoio dos pais para continuar seu relacionamento com Griselda, o que lhe obrigou a deixá-la para procurar uma esposa digna na opinião paternal. Arrumou, logo, Ailey. O casal teve três filhos, nesta ordem: Flont, Alice e Thomas, todos mágicos, dos quais o primogênito deu início à linhagem mais recente da família. Partindo do costume irlandês do sobrenome ser Mc [filho(a) de] mais o nome do patriarca, seus filhos Brendt e Gwen já adotaram o sobrenome McFlont, atualmente usado. Gwen, então, teve dois filhos com o ministro Arthur Richmond: Alan e Rogery. E assim começa a mistura de famílias e os McFlont estão formados.

Trama:


Em um dia de Verão, a ancestral família McFlont se preparava para o tradicional Piquenique da Vila, o qual aconteceria em campos irlandeses às margens de um riacho próximo a sua casa. Todos alegres se arrumavam para o evento, que reuniria amigos, familiares e conhecidos. Na hora marcada, o casal Aldrick e Mathilda, com seus filhos Evangeline, Adalwin, Áed e Agnes, chegaram ao local correto, carregando cestas expandidas de comes e bebes. Abriram uma toalha sobre a grama fresca e se deixaram levar pela conversa simpática dos que por lá estavam. Ah, que tarde bonita e ensolarada... Até mesmo música havia, feita pelo grupo folclórico da região. – Vamos fazer uma corrida de vassouras, irmãos? – indagou Áed, já com sua vassoura em mãos. – Agora? – objetou Evangeline, a mais velha. – Porque não? – disse Adalwin. – Vamos sim. – completou Agnes. Evangeline assentiu para os três parentes, mas afirmou que iria depois. Sem novas argumentações, os jovens Flitwick (mais tarde McFlont), já preparados para uma atividade como aquela, separaram-se dos demais que comemoravam. Andaram por alguns minutos, até pararem em uma clareira calma. Montando em vassouras, o trio combinou um ponto no qual haveria fim o trajeto e o iniciaram. Era ótimo sentir a brisa bater em suas faces sem rugas. A sensação de liberdade que o passeio trazia era enorme. Avançavam contra o ar, passando por montes de pedra, contornando árvores, sem preocupações. – Áed é muito lerdo para me alcançar! – zombou a caçula Agnes. – É o que você pensa, irmãzinha. – O garoto aumentou a velocidade de sua vassoura, quase alcançando a menina, a qual estava bem à frente dos parentes. – Mas mais esperto só tem eu. – brincou Adalwin. Agnes de repente sumiu de vista, estava tão rápida que desaparecera. Os dois restantes começaram a gritar por seu nome, curiosos por saber da querida caçula. – Ela foi por ali! – comentou Adalwin, apontando para um conjunto de árvores ainda espaçadas. Entraram, só que em ritmo mais calmo. “AGNES, AGNES!” clamavam, reparando que a luminosidade caía à medida que a floresta se adensava. Desmontaram e continuaram. Avistaram, então, uma caverna. O crocitar de corvos dava-se para ouvir. – Você acha que ela entrou? – indagou Áed. Adalwin mexeu a cabeça positivamente. – PAREM JÁ AÍ! – gritou uma voz conhecida. A dupla se assustou e tornou a olhar para trás. – EVANGELINE, mas que foi isso? Quer nos matar, é? – arguiu Adalwin. – A pergunta é o que ela faz aqui, Win... – A moça explicou que fora participar da corrida com eles, mas que não a tinham visto. Porém, sabia da procura de Agnes. – Vocês estão malucos em perder Aggy? Ela só tem 12 anos! – Os irmãos pareciam envergonhados e passaram a inventar desculpas para a mais velha, a qual já cortou o discurso.  Áed ponderou que o melhor era entrarem na caverna (afinal, segundo ele, não haveria nada de mal ali).

Os irmãos respiraram fundo, como se arfassem esperança, e adentraram o local de pedras. Eva e Áed iluminavam o corredor com o auxílio das varinhas. Conforme caminhavam, escutavam goteiras e viam morcegos batendo asas. – Esse solo é impuro... – comentou grave Evangeline. – Coisas ruins aconteceram. Vamos voltar! – Os mais novos negaram e mantiveram a marcha, sem darem ouvidos à garota. – Vocês sabem do meu dom! Deixem ser estúpidos e vamos voltar! Aggy não entraria aqui por nada... – Adalwin arreganhou a testa e afirmou que era só medo dela de lugares escuros. A marcha continuou por mais alguns minutos, até entrarem em uma câmara de teto altíssimo. – OLHA, GENTE! OLHA EU AQUI! – sorriu Agnes, do outro lado do salão, dando um aceno. – Por que ela está em um trono? – indagou Áed, já reparando no estranho assento que a menina se mantinha. Feito de pedra, possuía um encosto cuja extremidade superior tinha um talhe de sol e lua simultaneamente. – Não faço ideia, irmão. – retrucou Adalwin, avançando passo a passo em direção à Agnes. Evangeline pôs uma das mãos na barriga e outra na cabeça. – NÃO! – gritou, sentindo-se mal. Adalwin e Áed seguraram-na. – Vou buscar nossa irmã. Fique com Eva! – disse este, o qual começou a correr. Um tremor passou a ser sentido. A face da caçula revelava medo. Os quatro irmãos se preocupavam; tinham de sair dali. Um enorme ser de armadura negra emergiu do centro do ambiente e pegou a garota com uma das grandes mãos, parecia ter saído das sombras. Áed caiu no chão com a trepidação. – Quem ousa entrar na minha casa e sentar em meu trono? – grunhiu a criatura, focando Agnes. – Que espécime estranha... Raquítica eu diria. – O rapaz que ia de encontro a mais nova já se levantara com a varinha em punho. – LARGUE ELA! – bradou. – Cale a boca, imprestável! – o gigante fez um aceno com a palma e magicamente o garoto voou por metros até parar flutuando no ar. – SOLTE-ME! – reclamava o tal, irritado com aquilo. – E você? – fitou o ser, Adalwin. – Não tem medo de Ragnarok, mortal? – O rapaz negou em atitude estúpida. Por meio de mais um aceno do guerreiro negro, parou no ar assim como o outro. O sombrio gigante floreou novamente a palma e Agnes levitou.

A mais velha estava quieta, escondida. Percebera que em baixo de onde cada irmão flutuava havia um desenho. Sob Áed existia uma árvore em tons esverdeados; sob Adalwin, uma labareda vermelha; sob Agnes, nuvens acinzentadas e um pássaro. Mais uma figura havia: uma onda azul, onde não havia ninguém a flutuar. Provavelmente seu lugar. O salão estava bem mais colorido do que há poucos instantes. Evangeline se escondera atrás de uma rocha, pensando no que fazer. Fazendo uso da varinha, puxou Áed do alto com um feitiço de cordas. O rapaz, entretanto, caiu sobre a planta desenhada. – Mais uma mortal querendo despertar minha fúria?  – O gigante soltou um poderoso raio, que partiu o esconderijo da donzela, a qual buscou novo abrigo. – Ora, ora, ora... – soltou uma risada maléfica. – Quer brincar de se esconder? – Evangeline respirou fundo, na tentativa de uma ideia boa aflorar em sua mente. – Não sejas tímida; serás parte de mim em pouco tempo, criança. – A menina fez uso de um conhecimento que não dominava completamente. Sumiu em uma nuvem cinza. O mesmo fez Áed. Aparataram para fora da caverna. Corações disparados e falta de entendimento descreviam os irmãos. A caverna trepidou novamente e pedras tamparam a entrada. Agnes e Adalwin continuavam lá. Evangeline sentia-se tonta, como se uma parte de sua alma tivesse sido roubada: seus dois irmãos estavam presos com uma criatura das trevas. O que fariam senão achar meios de resgatá-los? Sem perder tempo, montaram nas vassouras deixadas na floresta e partiram para os campos da aldeia em que viviam. Não tardou até que os pais dos quatro parentes protagonistas aparecessem pelo local onde a mais velha e o terceiro filho disseram ter escapado. Para surpresa destes, o lar de pedras não estava mais lá, naquele exato ponto deixado. Onde estariam Aggy e Adalwin? O que aquele gigante queria? Os anos passam e a lenda dos quarto irmãos irlandeses sobrevive às décadas.
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Família McFlont
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