Animal de Estimação: Wendy&Yoshi Número de Mensagens: 493 Família: H. V. K. Rolstroy Habilidade: Animaga R. Vassoura: Nimbus 2001 Patrono: Lobo Cinzento Varinha: Carvalho Sangue: Mestiço Idade: 15
*Eu vejo minha prima Helena e abraço ela* - Pegue sua vassoura priminha, vamos pra Paris! * Com as vassouras em mãos, vamos à um lugar mais isolado que nenhum trouxa possa nos ver levantar voo, e sumimos em direção ao nosso destino*
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Carolina Alexandra Hyeras Vega McNight Koston {Ravenclaw} Rolstroy☯
heir of ravenclaw :: registered animagus - gray wolf :: fourth year, bitches xD :: twin missy&sam :: the yoshi fan! :3
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But everybody needs a friend, sometimes. To make you see the light. In the game of life, the strong survive. (Mas todo mundo precisa de um amigo, às vezes, pra fazê-lo enxergar a luz. No jogo da vida o forte sobrevive.) Scorpions - The Game Of Life
*Acordei naquela manhã disposto, estava um dia bonito apesar do frio que continuava intenso. Os edredons cobriam da metade do meu rosto até o pé da cama, a luz tímida do sol já iluminava o quarto de modo que me deixava com vontade de abrir a janela, olhar para ele e [se matar] não fazer nada. Foi o que eu fiz, levantei, abri a janela e olhei pro sol, só tinha um problema, não tinha sol, ele estava atrás das nuvens. Decepção? Não, nada iria estragar um dos únicos dias em que eu acordo animado, então para não perder o ânimo fui tomar banho, separei minha roupa e fui pro banheiro.*
*Terminando o banho, voltei pro quarto e vesti a roupa que eu tinha separado, calça preta, camiseta comprida preta, tênis Converse, jaqueta preta, perfume, desodorante, relógio, lenço, enfim. Por último peguei minha varinha e desci para esperar pelo meu irmão, Giovan. No dia anterior ele inha me mandando uma coruja em Hogwarts que dizia: Vá para casa, amanhã vamos dar um passeio. Então ta, fiz o que ele mandou e aqui estou agora esperando, aproveitei então para tomar café da manhã, mas não demorou muito e lá estava ele na porta de casa me chamando. Fui até ele e disse:*
- Aonde vamos? -
*Ele me disse que iriamos a Madrid, e um pouco assustado eu perguntei se iamos de carro, e ele me respondeu com as seguintes palavras: Lógico que não né. Não tive nem tempo de pergunta, quando abri a boca ele segurou no meu braço e em um giro fomos parar em Madrid, no Plaza Mayor. No momento eu não estava assustado, estava enjoado. Nunca tinha aparatado antes, dizem que a primeira é sempre a pior, dei uma sacudida e ai sim pude observar o lugar em que estavamos agora. Era um lugar muito bonito com muita gente, olhei para ele sorrindo e disse:*
- Você podia ter me avisado, assim eu ia me preparar melhor! O que vamos fazer aqui? -
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Olivier Keller Rolstroy Schwarz
Narração - Falas minhas - - Fala outros - " Pensamentos " Duelos em branco
Aproveitara os últimos dias de liberdade para passear pelo mundo. Sabia que Olivier deveria estar ansioso para o início das aulas, lembrava de como fora meu primeiro ano. Não havia contado a minha família que eu seria professor em Hogwarts, o que provavelmente os faria rir, mas não era com isso que cutucava minha mente e não deixava-me dormir em paz. Andava sendo pressionado por alguns caras do comércio negro, mas por enquanto nada que pudesse me preocupar. Hoje acabei decidindo levar Olivier em uma de minhas viagens, como ele sempre insistira. Eu estava até me tão em paris, junto de minha irmã Mayana, coloquei uma short jeans claro, uma camiseta azul cheia de estampas de galhos e folhas, com um chinelo e algumas pulseiras no braço. Aparatara até a Alemanha e encontrei Olivier a minha espera em frente de casa, o garoto parecia crescer a cada dia... logo me indaga sobre o nosso destino.
- Bem Olivier, vamos dar uma voltinha por Madrid... faz tempo que não vou lá. - Vou olhando para os lados para ver se havia algum trouxa por perto, pego no braço de Olivier que me pergunta se iriamos de carro, esse garoto algumas vezes nem parecia ser bruxo. - Lógico que não, né. - No segundo seguinte, aparato em direção ao Playa Mayor, onde sabia que haveria uma feira trouxa muito interessante. Quando colocamos nossos pés no solo novamente, percebo que Olivier estava um pouco pálido. Ouço-o protestar por um aviso prévio, e então o respondo sem muita preocupação. - Relaxe Olivier, em algum tempo a sensação estranha irá passar. Ahh... acabei esquecendo de avisar que iríamos aparatar.
Puxo meu irmão de trás do Pilar em que nos escondíamos, e é revelado a nós várias barracas postas lado-a-lado em um amplo pátio de pedra. As luzes amareladas davam um toque mais enérgico ao local, as vozes dos trouxas uniam-se em um burburinho constante quase ensurdecedor. - Vamos comprar algumas coisas, e também iremos comer alguma comida trouxa. Deixo-o um pouco a minha frente com uma mão em seu ombro, para que não acabasse nos perdendo um do outro. Aponto na direção de um vendedor de balões que passava por ali. - O que acha de um balão de gás, aquele de coração é bem a sua cara, não acha?
*E assim seguiu, esperamos um pouco e saímos de trás do pilar e então se revelou para nós uma grande farofa quantidade de barracas postas lado a lado em um pátio de pedra que lembrava muito o pátio de Hogwarts, comerciantes por todos os lados na maior felicidade. Luzes amarelas que deixavam o lugar alegre e o barulho dos trouxas transformavam em algo digamos bonito. Giovan propos de nós comprarmos algumas coisas e logo em seguida num tom sarcástico disse que ia me dar um daqueles balões de gás em formato de coração, combinava comigo, coloquei a mão no bolso onde estava a varinha e disse olhando pra ele*
- Você é grande, mas não é dois! Brincadeira. -
*Fui andando em frente olhando pras barracas em busca de algo interessante para comprar, fiquei olhando atento em uma barraca que vendia artigos de futebol, mas não era um olhar de quero comprar isso, mas sim uma grande interrogação, o que era aquilo. Enfim, continuamos andando então perguntei pro Giovan:*
- Você vai ser me professor né? Da aulas de que? -
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Olivier Keller Rolstroy Schwarz
Narração - Falas minhas - - Fala outros - " Pensamentos " Duelos em branco
Olivier entrou na brincadeira, tirou sua varinha e em um tom zombeteiro insinuou que podia comigo. Sorrio com a brincadeira do garoto e enquanto o mesmo olhava algumas barracas de artigos trouxas, eu já estava de olho para uma pequena barraca de ervas naturais, talvez eu devesse dar uma passada por ela... trouxas sempre tem ervas que possam ser úteis. Não, não e não. Balanço minha cabeça negativamente, estava ali somente para passear com Olivier e nada mais do que isso. Ele vem ao meu encontro novamente e comenta sobre eu ter virado professor... como ele sabia? Ah, é mesmo, ele estava em Hogwarts... não era muito difícil encontrar algumas informações. Uma mulher gorda passa e esbarra em mim, cheia de sacolas e com uma expressão rabugenta nem ao menos se desculpa, foi-se os dias em que os trouxas eram pessoas simpáticas.
- Isso mesmo Olivier.... creio que te darei aula. - Ainda olhando na direção da gorda continuo falando monotonamente. - Não sei por que você ainda me pergunta, é óbvio que Herbologia... a minha estufa em casa nunca deixou isso claro? - Olho para o garoto e sorrio enquanto bagunço seus cabelos com a mão. - Que tal um sorvete? Os trouxas criam alguns sabores engraçados... há um chamado céu-azul, acredita? - Levo-o até uma barraca e logo pago um sorvete para nós dois. Saboreava o sorvete aos poucos, e ria com as expressões que Olivier fazia ao provar aquele sabor desconhecido. Olho por um momento para o chão, sinceramente eu ainda tinha um pouco de medo de perder minha liberdade e ir dar aulas... talvez fosse um bom teste. - Andei pensando Olivier, talvez eu te leve no Beco Diagonal para comprar seus materiais... irei com você e com a Milla, avise-me quando quiser ir, ok?
*Estavamos nos entendendo bem, e aquela feira ia longe, no caminho uma mulher... mulher o escambau, uma jamanta trombou no Giovan e seguiu reto sem ao menos pedir desculpas, credo que gente mau humorada, e ela continuou olhando para ele, medo. Minha pergunta foi logo respondida, ela dava aulas de herbologia, agora que eu me lembrei daquela estufa gigante no quintal de casa, ele deve adorar umas ervas. Paramos para tomar sorvete e ele me contou que os trouxas tem um sabor de sorvete que chama céu-azul, que nome engraçado, fomos andando enquando saboreavamos o sorvete.*
*Giovan propôs de um dia desses nós sairmos para comprar meus materiais no beco diagonal, eu ele e Milla nossa irmã do meio. Uma boa idéia até quem sabe um dia desses*
- Hum, boa idéia! Mas sabe o que eu sei que você ia gostar? De ir naquela barraca ali -
*Apontei para uma barraca que tinha muitas plantas, eu realmente não gosto de herbologia, mas como eu sei que o Giovan gosta não custa nada dar uma passada lá. Fomo andando na direção da barraca praticamente verde, ele logo foi olhando atento para cada uma das plantas e eu apenas observando de perto*
- Eu realmente não intendo nada de plantas? De onde você tirou gosto disso? -
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Olivier Keller Rolstroy Schwarz
Narração - Falas minhas - - Fala outros - " Pensamentos " Duelos em branco
Pelo visto eu não fora nada discreto ao olhar a barraca que tanto me seduzia, ele me levava para lá enquanto conversava comigo. Eu avaliava todos os tipos de plantas que ali havia, todas em minha coleção... eu iria esnobar as plantas dos trouxas naquele momento. Balanço a cabeça negativamente para Olivier e desviando nossa direção, não era o momento de me ocupar com aquilo... minha cabeça realmente começava a ficar cheia. Terminamos o sorvete, e continuamos a conversar... tento lembrar do passado de como surgira minha paixão por Herbologia. Sim, era uma pergunta difícil, pois fazia muitos anos que acontecera.
- Huum... Foi na primeira vez que fui ao beco diagonal, lembro que entrei no Boticário. Lá é mais especializado em poções, mas recordo de ter conhecido um professor de Herbologia... ele me dera um pequeno saco de semente.... minhas primeiras ervas mágicas. - Noto que começara a ficar tarde, e deveria levar Olivier de volta a Hogwarts. O levaria até Hogsmead, e de lá ele fazia seu caminho até o castelo.... ele não trouxera malas, então não possuíamos imprevistos. Falo para ele do caminho que iriamos traças, então nos afastamos da multidão e aparato dali com Olivier.
Eu simplesmente adoro quando chega a época das férias. Aliás, tem alguém que não gosta?! Talvez, só aqueles nerds ou as pessoas fissuradas por trabalho. Como eu não sou nem um nem outro, simplesmente adoro "las vacas" como diz meu tio espanhol, Franco. Em todas as férias, ele me espera no aeroporto de Madrid-Barajas. Eu aprendi alguns idiomas simplesmente viajando com ele e minha tia pela Europa. Se meu pai não me dá atenção, prefere aquele enteado imbecil dele, meu tio gosta de mim como a um filho. Acho que ele se apegou tanto a mim pelo fato de não ter filhos de sangue ainda. E eu o considero como um pai. Foram ele e minha tia que mais me deram forças no momento mais difícil da minha vida: a morte da minha mãe. Enquanto meu pai não pareceu nem sentir sua morte, casando-se logo em seguida com aquela piriguete da minha madrasta, meus tios me deram força pra eu conseguir seguir em frente. Mas eu sei que foi aquela imbecil que matou minha mãe, eu sei. E eu vou me vingar. Ela e aquele filhinho desgraçado dela que se cuidem! Eles não sabem com quem se meteram! Não sabem!
Desde que as férias chegaram, eu estava contando os dias e as horas para viajar. Na verdade, todo ano é assim. Minhas malas já estavam prontas e eu também, apenas esperando a hora tão aguardada. Madrid... Como eu amo essa cidade! O único problema é que no futebol eu sou torcedor do Barcelona, haha. Mas quem liga pra isso tendo uma cidade tão linda como essa à sua frente?! Quando chegou o tão esperado dia, eu estava super ansioso e serelepe. Parecia uma criança prestes à ganhar um brinquedo novo. Ou uma bicicleta nova. Mas era muito melhor que isso. Pelo menos pra mim. Não parava quieto o dia inteiro, não conseguia relaxar de tanta ansiedade. E nos dias anteriores mal consegui dormir. Quando chegou finalmente a hora de pegar o ônibus e seguir para o aeroporto, eu peguei minhas malas, me despedi de meu pai e saí pela porta de casa. Nem falei com meu "irmão" e minha madrasta (bem má mesmo u.u). Por sorte, o ônibus já estava no ponto. Mas eu tinha que correr, se não o perderia e teria que esperar outro, o qual talvez não chegasse tão rápido. Corri o mais rápido que pude e consegui entrar no ônibus. Ufa! Mas foi por pouco. Paguei ao cobrador e me sentei para esperar a chegada ao aeroporto. Minhas malas no chão, ao meu lado, e eu olhando pela janela, ansioso como uma criança para chegar ao meu destino. Madrid... Me espere!
Não demorou tanto para chegar ao aeroporto, mas de tanto que eu estava ansioso, parecia ter demorado horas. Peguei minhas malas, desci rapidamente do ônibus, entrei no aeroporto e fui direto comprar minha passagem. Comprei e esperei a hora de embarcar chegar. Até entrar no avião, foi aquela burocracia de sempre, coisa chata, mas finalmente consegui embarcar. Durante a viagem, eu olhava muitas vezes pela janela, ansioso. Meus olhos, às vezes, brilhavam, e pareciam olhar além daquilo que estava à frente deles. Eu, faminto como sempre, claro que não recusei os lanchinhos que o serviço de bordo oferecia. Depois dormi até o fim da viagem. E como demorou! Afinal uma viagem da Austrália para a Espanha não seria a coisa mais rápida do mundo, né?! Mas sempre vale a pena. Quando finalmente cheguei, desci do avião e esperei minhas malas, para finalmente poder encontrar meus tios. Aparecia mala de tudo quanto era tipo, menos as minhas. Já estava cansado de esperar e prestes à reclamar, quando, finalmente, elas chegaram. Segurei uma em cada braço e segui em direção à saída do aeroporto. Agora iria à Plaza Mayor, ao Botín, meu restaurante preferido na cidade, e onde meus tios sempre me esperam na chegada à cidade. Peguei um táxi fora do aeroporto e fui para lá.
Quando cheguei, caminhei até a entrada do Botín e tive que enfrentar um fila desgraçada. Ok, paciência. Quando finalmente chegou minha vez, entrei no restaurante e procurei por meus tios. Logo um sorriso formou-se em meus lábios. Eles já estavam lá, sentados em uma mesa. Caminhei com passos rápidos até eles, larguei as malas, abri os braços e exclamei: - Acá estoy! Eu sorria feito um bobo, uma criança que acabou de ganhar um belo presente. Eles sorriram e se levantaram para me abraçar. Primeiro cumprimentei meu tio, com um aperto de mão e um forte abraço. Aliás, ele sempre quase me esmagava, de tão forte que me abraçava. Me deixava até sufocado. Ainda me abraçando, ele disse, com um tom alegre na voz: - William! Mi sobrino favorito! Eu dei uma gargalhada, que saiu um pouco abafada, por conta do forte abraço que ele me dava. - Tío... Soy tu único sobrino. Ele arqueeou as sobrancelhas, deu de ombros, balançou a cabeça e disse, rindo. - Bueno... Es verdad, es verdad. Ahora habla con tu tía. Anda! Ele me virou e me empurrou contra o corpo da minha tia. Eu sabia que ele estava apenas brincando, e ri. Olhei para minha tia, abri um grande sorriso e a abracei bem forte, para matar as saudades. Ela retribuiu o abraço e disse. - Will! Que bien que viniste! Nos hace falta. Ela beijou minha testa e me soltou. Agora eu podia respirar um pouco. Estava ofegante, por causa dos dois abraços fortes. Respirei fundo algumas vezes, recuperei o fôlego, peguei uma cadeira e me sentei na mesa com eles.
Meu tio, aproveitando a última fala da minha tia María, disse. - Sí! Nos hace falta! Vienes muy poco a Madrid! Hã?! Pouco?! Mas como pouco?! Eu venho todos os anos, pelo menos uma vez! Arqueei as sobrancelhas e disse. - Como poco, tío?! Poco?! Vengo todos los años! Ele rapidamente retrucou. - Pero no es suficiente! Quiero que vengas a vivir acá, con nosotros! Eu arregalei os olhos e minha boca abriu automaticamente. Fui pego de surpresa, nem imaginava uma coisa dessas. Morar com eles?! Como assim?! - ¿Cómo, tío? Estás loco?! No! No puedo! Mi padre... Ele não me deixou terminar a frase e logo disse, com uma certa raiva no tom de voz. - No me importa tu padre! Minha tia resolveu interromper a conversa e disse para o meu tio parar, porque estava me deixando confuso. Não era assim que as coisas se resolviam: eles teriam que falar com meu pai primeiro e tudo isso. Então, chamamos o atendente e fizemos nossos pedidos. Eu pedi um "asado de cordero", comida típica de Madrid, e que simplesmente adorava. Ficamos conversando enquanto a comida não chegava. E provavelmente demoraria, afinal o restaurante estava lotado. Meu tio começou a perguntar do meu pai, mas eu logo o cortei, não gostava de falar sobre ele. Sempre conversamos em espanhol. Foi meu próprio tio Franco que me ensinou o idioma. Ele e minha tia María falam inglês, mas nós preferimos conversar em espanhol. Isso é bom para eu treinar o idioma.
Finalmente chegaram nossos pedidos. Meu estômago estava roncando loucamente. Sim! Apesar de ter comido durante a viagem, eu já estava com fome. Super faminto, como sempre. Comemos calmamente a comida, enquanto conversávamos. - Tío, ya sabes que voy a estudiar en Hogwarts?! Ele tomou um gole de sua cerveja, balançou a cabeça positivamente e disse, com um sorriso. - Sí! Sí! Tu abuela me contó. Me siento orgulloso, hijo! Muy orgulloso!Eu abri um sorriso de orelha à orelha. Simplesmente adorava quando ele me chamava de filho. Conversamos durante mais algum tempo, depois pagamos a conta, nos levantamos e saímos do restaurante. Ficamos andando um pouco pela Plaza Mayor, e assim pude matar um pouco as saudades do lugar.
Depois saí do Plaza Mayor com eles.
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William Tristan Donati Garland
Ações ; Will ; Outros
Última edição por Will Andrews Garland em Sex 08 Jul 2011, 13:30, editado 1 vez(es)
Espanha, ah a Espanha. Sim a Espanha (o narrador fumou o que hoje?). Bom cheguei a Espanha depois de viajar por boa parte da Europa e mal lembrar meu último destino. Acho que foi Paris. Não, Paris foi um dos primeiros. Dublin? Não eu moro lá claro que não foi. Será que foi Munich? De tanto discutir mentalmente acabei tropeçando e quase caindo. Esse pé 43 ainda me mata. Continuo andando até ver uma antiga padaria, bem feita, em um estilo rústico, mas muito bonito, o cheiro que vinha dela era de matar. Bom, pensando bem, eu estou com fome. Decidi testar o meu fracassado espanhol com o dono da padaria. - Buenos dias. - Buenos dias chico, ¿qué quieres? -Un pastel, por favor. -Ya tiro. Consegui, mas espera, pastel significa bolo ou torta? Bom que seja. ¿Quiéres de que? Hm. Vou arriscar que seja bolo. -De vainilla con fresas. Nunca mais tento falar espanhol, nunca. Sinto pesar as costas e lembro da pequena mochila que trazia ali. Quanto pesa isso? Uns 15 quilos no minimo. Quando pedi pra mamãe colocar o feitiço de expansão aqui pensei que o peso seri suportável, este caldeirão está me entortando para trás. Coloquei a mochila no chão para poder descansar um pouco. Nossa como este lugar é grande, veja estes chapéus feitos a mão que perfeitos, será que se eu pedisse para fazer algo com este símbolo chamaria muita atenção? Puxei a carta de Hogwarts. Não idiota, todo dia alguém pede pra um artesão trouxa fazer algo com um símbolo do mundo bruxo, é super comum. Depois de algumas outras discussões mentais comigo mesmo o bolo chega. Pastel é bolo! Fuck Yeah. Não acredito, meu espanhol não é tão ruim assim. Comi o bolo de baunilha com morango, super orgulhoso de ter acertado, no chute, mas acerto é acerto. -¿Cuánto le debo? - €$ 3,00 Pago e saio da Plaza Mayor todo feliz por ter conseguido falar espanhol.