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 Sala comum

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
Diretor
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Bicho-papão : Diretor

Perfil de Quest
Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Sala comum   Dom 14 Fev 2016, 22:27

Sala comum

Orfantao



Sala onde as crianças podem interagir, conversar, jogar, ler ou apenas passar o tempo. O local é bem iluminado e possui sofás e poltronas confortáveis.




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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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Sasha Winnick Stasiak
Lufa-Lufa
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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: 2° Ano
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sab 02 Abr 2016, 10:12


Presentes no Natal


O lugar apesar de repleto de crianças ainda parecia triste, sem vida. A maioria dos que estavam ali precisavam de atenção, ou melhor, de uma família. Segurava forte na mão de meu pai enquanto caminhava entre os órfãos, uns me olhando com curiosidade, outros com um olhar mais duro, provavelmente de inveja por eu ter alguém responsável por mim. Segurava nas mãos uma caixa com embrulho vermelho, e estava detestando ter que receber os olhares daquelas crianças em mim. Finalmente saio da entrada, indo para a sala comum, onde apenas uma menina estava sentada, brincando com a manga de seu vestido simples. Olho para meu pai, que sorri, me encorajando a seguir em frente. Ao me aproximar da cadeira onde a menina estava sentada, posso perceber que ela ainda não havia me notado, seu jeito passando uma intensa sensação de tristeza, abandono e solidão. Não aguentava ver pessoas sofrerem, ainda mais crianças. A garotinha não parecia ter mais que seis anos de idade - Hum... Oi? Qual seu nome? - Pergunto á ela, que finalmente olha para cima. Seus olhos eram escuros e sem vida, mas se iluminam quando vê a caixa em minhas mãos - V-vian. - A menina gagueja, só então olhando para meu pai, e um sorriso surge em seus lábios - Vocês vieram para adotar alguém? - Meu coração se aperta e olho para meu pai também, que apenas balança a cabeça com um pouco de tristeza nos olhos. Ele havia conversado comigo que faria bem visitar essas pobres crianças, mas que ele não adotaria nenhuma pois já era ocupado demais. A decepção da garotinha é paupável, mas sorrio e me ajoelho perto dela - Ei... Tudo bem, Vivian, um dia alguém ainda vai adotar você, tá bom? - Olho para a caixa, e entrego para a menina, que imediatamnete volta a ficar feliz - O que é? - Ela me pergunta - Abra. É pra você. - Mais do que depressa a garota rasga o papel de embrulho, relevado uma boneca Barbie trouxa vestida de princesa - Oh, ela é linda! Obrigada, moça! - E assim a pequena Vivian me abraça, fazendo com que eu me sinta feliz por ter realizado aquela boa ação. Sorrio para meu pai e aceno para a menina - Já vão? Por favor, fiquem mais! - Ela me implora, mas mesmo que quisesse não poderia demorar muito - Outro dia eu volto, okay? Feliz Natal adiantado, Viv! - Falo para a garota e aceno - Pra você também! - Minha última visão do orfanato é a garota tirando a boneca da caixa. Após isso, seguro nas mãos do meu pai e saio dali com ele, indo para casa.

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Living, in a city of sleepless people, who all know their limits, and won't go too far. Outside the lines, 'cause they're out of their minds. I wanna get out and build my own home. On a street where reality is not much different, from dreams i've had. A dream is all I have.
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Theodore H. C. Ledger
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Seg 11 Jul 2016, 19:16


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Era todo dia a mesma coisa , descer para a sala comum e ali ficar sem fazer nada e observar as outras crianças indo para um novo lar... Eu me sentia um pouco chateado em não lembrar dos pais , ao menos deveria ter conhecido... Ao chegar, sentei-me no sofá apanhando um joguinho que tinham posto no chão e comecei a jogar sozinho, estava meio triste, uma das minhas amigas estava me dando um "Adeus", teria ela conseguido uma família? Muito provável. Ainda jogando, continuei ouvindo o que se passava ao meu redor e pensei comigo mesmo "Será que um dia eu sairei daqui?" 
Seria melhor para mim mesmo se parasse de pensar, de fato não era uma coisa que eu deveria fazer, os meus pensamentos viviam me deixando triste e sem esperança. Havia também enjoado do jogo , o devolveu na mesa que tinha ali perto e deitou no sofá com o rosto enfiado no sofá como se fosse uma avestruz. As pessoas que estavam passando perto de mim estavam meio confusas com o que se passava comigo naquele momento , e eu, se perguntado, não iria explicar. Era dolorosa a sensação de estar sozinho.
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Seg 11 Jul 2016, 21:27

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 Era tudo muito estranho. Em poucas semanas havia sido informado que seria dono do apartamento de meu avô falecido recentemente, Catriel. Como se não bastasse, descobri que tinha familiares ainda vivos, me perguntava onde todos eles estavam por enquanto que tentava matar Mike. Um de meus parentes estava em um orfanato onde eu iria buscá-lo ainda hoje, tentando encaixar ele novamente na família ao qual havia herdado. Seu nome era Theodore. Filho de meu irmão falecido, - Stiles - Theodore havia sido instantaneamente órfão de pai já ao nascer, sua mãe ninguém sabia o paradeiro. Levantando da cadeira desgastada da taberna, deixava para trás o dinheiro da cerveja amanteigada e logo me retirei do local.

  Trinta minutos depois de uma longa viagem até Godric's Hollow, estacionava minha moto em cima da calçada em frente ao orfanato, sem me importar com as consequências. Retirei o capacete, sentindo meu cabelo grudar em minha testa por causa do suor frio ao longo da viagem e logo deixava o protetor de trouxa enganchado no cabo de um dos quadros, em seguida me dirigindo para dentro da propriedade onde provavelmente outras crianças teve o mesmo futuro infeliz que tive, porém com o luxo de ter um lugar para chamar de lar. Uma mulher veio em minha direção e disse meu nome, esperando que eu confirmasse. - Sim senhora, Jensen Ledger. - Respondia, seguindo os passos da "madame". A mesma me trouxe algo para assinar. Li a primeira linha e percebi que seria apenas uma falta de tempo terminar de conferir o resto do pequeno texto. Retiro minha varinha do bolso e com ela dou um toque no pergaminho, ganhando uma escrita garranchosa que de costume sempre fazia. Caminhamos por mais um pouco. O lugar realmente era enorme.

  Adentrando uma sala, a senhora indicou com a cabeça um garoto afundado até a cabeça, literalmente, no sofá. Dizia que aquele era Theo. Pigarreei antes de me aproximar e logo endireitei minha jaqueta, chegando perto do sofá. Ver um sobrinho meu nunca foi algo que se passasse pela minha mente. Nunca achei que Mike ou Stiles iriam decidirem ter filhos, principalmente o mais velho dos dois. Me agachando, tentando adaptar minha altura para a altura do sofá que meu parente estava, hesitei em tocá-lo e apenas o chamei. - Ei - disse, sentindo que não era o melhor jeito de chamar uma criança -... oi - murmurei, olhando ao redor, percebendo que aquela criança era a única que não se divertia como seus colegas.


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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Seg 11 Jul 2016, 21:38


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Estava lá , ainda com a cabeça enfiada sem saber que hora iria se desprender. A sua mente estava ainda atrapalhada com os risos das crianças que brincavam do lado de fora do orfanato. Sentiu algo tocar suas costas e imediatamente virou-se para trás vendo um moço me chamando de um modo incomum , parecia estar nervoso ou até mesmo um pouco desinteressado. Olhei nos fundos dos olhos dele mostrando que ainda existia um pouco de felicidade comigo.
- Oi moço , quer falar comigo?- tentou disfarçar, já sabia o que de fato iria ser feito. Minhas ultimas entrevistas foram abaixo porque eu realmente não queria sair dali até encontrar o verdadeiro pai.
Se levantou e deu a mão para o moço dizendo: - Eu acho que o senhor já deve me conhecer... - desanimou de continuar falando. Arrumei a camiseta e arramei o tênis pronto para mais uma possível entrevista. Dessa vez estava planejando dialogar um pouco e não estragar tudo , estava farto de ficar naquele lugar onde todo mundo vivia brincando e gritando, silêncio era o que eu mais gostaria de ter pelo resto da minha vida.
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Seg 11 Jul 2016, 21:54

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 O garoto abriu a mão de ficar enfornado naquele sofá e logo se levantou me cumprimentando educadamente. Sorri ao ver aquilo, com certeza Theo não havia puxado seu pai. Só então me toquei que o pequeno havia me dito alguma coisa. - Ah. Sim... acho que preciso fazer isso - murmurei, me levantando e em seguida me sentando no sofá ao seu lado sem nem sequer pedir. Não era meu tipo de pedir para fazer as coisas, normalmente só fazia e pronto. O moreno eu já o conhecia, me deixando muito confuso; tenho certeza que Theo não se referia da forma de já ter me visto antes. - Sim... conheço. Mas te conheço a apenas algumas horas atrás - falei, me sentindo em um estado de ansiedade e um certo desespero. - Meu nome é Jensen. - Me apresentei, achando justo de fazer tal ato, já que o pequeno ainda não fazia ideia de qual era meu nome. Olhei para o garoto, desviando o olhar algumas vezes com frequência. - Então... gosta de chiclete ? - perguntei, retirando goma de mascar do bolso de minha jaqueta e pegando um para consumo próprio, retirando a embalagem e jogando o papel no chão do orfanato, tentando deixar Theo mais a vontade.


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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Seg 11 Jul 2016, 22:00


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Não lembrava de nada, percebeu que ele havia dito que me conhecia a poucas horas e deixei a pergunta escapar:
- Então estava me espionando? - quando percebeu que tinha feito a pergunta começou a rir e ficou com vergonha , havia assistido um programa de TV a um tempo que falava de espiões. Ouviu ele dizer o nome dele, não despertou lembrança alguma. Seguiu andando em círculos pela sala ainda olhando para ele meio perdido e inquieto. - O meu é Theodore, mas prefiro Theo... - se sentou no chão e apanhou um cubo mágico que estava abandonado no chão do local. Ao ouvir que ele havia me oferecido chiclete, meus olhos brilharam e tive uma reação involuntária de erguer os braços e pedir que nem uma criança mimada: - Chiclete? Eu quero, eu quero! - ficou super feliz , as pessoas do orfanato não gostavam muito de dividir as coisas , eram individualistas.
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Seg 11 Jul 2016, 22:12

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 Ao escutar a pergunta do garoto, meus olhos se abriram o máximo que conseguiam e abafei uma risada. - Eu tenho cara de espião ? - Indaguei, erguendo a sobrancelha esquerda, e fazendo uma careta com o nariz. Esperei que Theodore se animasse, pois não era comum ver uma criança isolada das outras. Nessa parte ele realmente lembrava Stiles nas noites tenebrosas. O garoto disse que seu nome era Thedore, mas que preferia ser chamado por seu apelido: Theo. Assenti com a cabeça, fingindo que eu não sabia seu nome antes do mesmo se apresentar e em seguida raciocinei com o pequeno. - Entendi - no momento em que ofereci chiclete para Theo, o garoto endoidou como uma criança comum, pedindo animadamente. - É todo seu - comentei, entregando o pacote todo, enquanto me levantava. Esperei a criança se calar, em seguida firmei minha voz. - Theo, o seu... - interrompi, pensando duas vezes antes de dizê-lo que seu pai estava morto. Decidi que aquela não era a hora certa para aquilo - eu sou seu pai. - Findei, colocando as mãos no bolso e respirando fundo, prestando muita atenção na qual seria a reação do garoto.


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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Seg 11 Jul 2016, 22:19


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Pegou os chicletes que o moço havia me dado , era um pacote todo, pegou alguns e colocou na boca e começou a mascar. O moço estava meio inquieto e parou uma frase para dizer a seguinte : "Eu sou seu pai" 
Essa frase mergulhou na minha cabeça, alguns dos piores momentos da minha vida apareceram para mim como se fossem painéis nos meus pensamentos , muita coisa de ruim havia acontecido comigo para eu ficar mal e abatido , esses sentimentos ficaram a mostra quando ouvi a frase que ainda ecoava pela minha cabeça , o que consegui fazer foi começar a chorar e correr para um dos cantos do orfanato, a moça que era responsável havia nos deixado sozinho, fiquei assustado e disse ainda chorando:
- Meu pai? Mas por que está aqui? Não me abandonou? Não era melhor pra você como todos os pais dizem? - olhou para ele demonstrando certo ódio e nervosismo, ficou de joelhos no chão tapando o rosto com as duas mãos tentando esconder as lágrimas que ainda caiam.
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Seg 11 Jul 2016, 22:45

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 A reação de Theodore não podia ser outra. Ficou bravo e inquieto. Crispei meus lábios, enquanto via o mesmo se espernear. Permiti aquilo. Provavelmente se um desconhecido chegasse até a mim e me contasse desse jeito que eu era seu filho com a idade de Theo, provavelmente iria roubá-lo como sempre fazia e depois iria desconfiar das intenções do mesmo. Em seguida várias perguntas me fuzilaram, me deixando ainda mais confuso e arrependido de ter mentido para a criança. Mas sabia que era o certo a se fazer. - Theo. Eu só queria garantir sua segurança. - Murmurei, tentando me passar por pai pela primeira vez na vida. Talvez assim seria como Stiles justificaria seus erros no passado. Mas ele não pôde cuidar ou conhecer sua própria criação. Esperei a tensão diminuir um pouco mais. - Olha, eu vim aqui para te levar para sua casa. Se não quiser ir... não vou te obrigar. - Digo, tentando parecer menos frio possível, expressando em minha voz sentimentos de culpa. O pirralho sabia deixar um adulto culpado. Nessas horas imaginava como Stiles estaria reagindo a tudo isso. Deveria estar rindo de minha cara.


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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Seg 11 Jul 2016, 22:53


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Ainda no cantinho da sala ainda ouvia o moço falar de segurança e que estava realmente afim de me levar para casa. Ainda em choros , foi até ele e o abraçou, encostando a cabeça sem sua cintura. Ainda estava tentando esconder as lágrimas, deixou os chicletes no chão, já não estava mais tão interessado naquilo, perguntou para o moço ainda em pé:
- O que eu te fiz pra você me largar aqui? - voltou a enxugar os olhos.
Se sentou no chão novamente brincando com o cubo, meus sentimentos estavam confusos demais , não sabia se estava bravo ou triste com o pai. Em seguida o observou fazer um comentário sobre me levar para casa.
- Qualquer lugar é melhor do que aqui... Me tire daqui que eu irei te perdoar... - estava falando em meio a soluços. Pegou um paninho e limpou o rosto, estava vermelho.
- Desculpa, eu não sei se estou bravo com o senhor ou não... Mas me tirando daqui já posso lhe dizer que te amo e muito, me faz esse favor. - o abraçou pelas pernas o olhando de baixo para cima inquieto com os braços
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Ter 12 Jul 2016, 12:59

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 Com tantas perguntas rolando a solta, não aguentei a pressão e decidi que era hora de revelar a verdade. Mas antes que pudesse falar algo, Theo me abraçou e acabei ficando sem reação. Nunca havia abraçado alguém antes e também nunca havia rolado interesse em fazer isso. Sem deixar que o tempo se esgotasse, retribui o abraço segurando o pequeno com minha mão direita e depois fiquei sem o que dizer. Theo voltava a fazer perguntas e antes que eu respondesse todas, resolvi abrir o jogo e ser sincero com ele pela primeira vez. - Olha, eu não sou realmente o seu pai. Ele... bom, não importa o que aconteceu com ele, agora o seu pai confiou em mim para cuidar de você. - Falei, olhando ao redor e esperando que a criança não tivesse outro ataque de choro. Antes que a mesma pudesse falar algo, decidi mudar de assunto. - Gosta de moto ? - Indaguei, andando até a porta da sala e abrindo-a. Agora era a hora de recolher o pertences de Theodore e vazar para bem longe do Orfanato.


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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Ter 12 Jul 2016, 19:26


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Estava numa mistura de sentimentos: amor, nervosismo e ódio. Todos esses sentimentos passaram ao receber o abraço do pai, que numa fala seguida do abraço disse não ser o verdadeiro pai. Ergui o dedo junto a mão e disse:
- Se não fosse, não teria vindo me buscar, não teria me abraçado e muito menos teria sido carinhoso comigo, eu acho. Mas quero que você saiba , sendo meu pai ou não, eu te amo muito. - voltou a abraçar o pai, na sua cabeça não interessava quem seria o verdadeiro , e sim quem estava ali na sua frente querendo o melhor para você. 
Em seguida , meu pai estava abrindo a porta do orfanato, estava querendo ir embora assim como eu. Me levantei do chão e fui até ele e ergui os bracinhos para ele com um sinal de pedir colo ainda ouvindo sua pergunta.
- Moto? Nunca andei , só assisti um desenho que tinha um motoqueiro que pegava fogo e era uma caveira... - continuou fazendo sinal de colo abrindo e fechando os dedos da mão para o pai.
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Qua 13 Jul 2016, 20:12

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 Ouvindo as palavras do pequeno, apenas permaneci quieto, escutando. Do jeito que falava nem parecia uma criança, talvez um orfanato deve mudar o intelecto das pessoas, mas não muda tanto quanto viver na rua por sete longos anos seguidos de roubo, incerteza e principalmente insegurança. O garoto após terminar de me dar um tipo de sermão, se levantou e começou a mexer seus bracinhos, enquanto não entendia nada. Enquanto isso o mesmo falava sobre sua experiência com motos. Nunca havia andado em uma e só havia visto o automóvel pela tevê, assistindo algo que não é nada recomendado para sua idade. Aquele filme trouxa dava arrepios em Stiles. O garoto continuava a articular seus pequenos bracinhos, enquanto ainda tentava decifrar o que estava querendo. Olhei para os lados em busca da alguém, talvez outra pessoa entenderia o que aquilo queria dizer. - Algum problema ? - Indaguei, curioso pela resposta. Porém quase no mesmo instante me toquei do que se tratava. - Ah ! - Exclamei, entendendo o significado daqueles movimentos. - Sabe, é que eu to com uma dor nas costas, então acho melhor irmos andando. - Dizia, colocando as mãos nas costas e fazendo uma careta de dor. Logo após sair da sala, deixando o pequeno sair primeiro. Não era de meu costume mimar as pessoas, principalmente crianças.


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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Qua 13 Jul 2016, 21:01


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Deu leves risadas ao perceber que o pai estava mentindo, lembrei que quando me pediam para pegar algo pesado e levar para dentro do Orfanato eu dava a mesma desculpa , idêntica.
- Boa tentativa, papai. Mas eu também faço, melhor, fazia isso aqui... Isso, fingir que as costas doem.- pegou na mão do rapaz sorrindo forte para o mesmo. Ainda no Orfanato só que do lado de fora estava fazendo um pouco de frio , as blusas não tinham ficado comigo e sim com as malinhas que deram para o meu pai , ainda com frio perguntou:
- Você parece aqueles pais que não gostam muito de crianças... Ninguém recusa pegar o filho no colo quando encontram uma criança.- ficou pensativo, se sentou numa muretinha que havia do lado de fora o olhando. Pegou um chocolate que havia recebido horas antes do moço surgir e começou a comer. Depois se levantou e foi até a garagem que estava aberta e pegou um tanque que tinha gasolina dentro e abriu comentando:
- Ninguém resiste a esse cheiro... Será que eu consigo persuadir alguém com isso? - olhou direto ao pai quando disse isso, tentando dar uma de mal entendido.
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sex 15 Jul 2016, 07:47

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 Theo riu ao ouvir minha desculpa e disse que também fazia igual. Apenas assenti com a cabeça e deixei o garoto pegar minha mão, enquanto dava as costas para a sala e saía dali. O garoto que parecia estar sentindo o frio, disse que eu não parecia gostar de crianças, mas não respondi, apenas soltei sua mão e retirei minha jaqueta de couro. - Toma - disse, pendendo a roupa na minha mão esquerda, esperando o mesmo pegá-la. Theodore de alguma forma não parava quieto, parecia um elfo, quando você menos esperava lá estava ele mexendo nas coisas. Crispei meus lábios enquanto ouvia sua pergunta. - No mínimo você pode acabar botando fogo na pessoa. - Disse, tirando o capacete do quadro da minha moto e entregando para meu parente. Quando o garoto colocou o capacete, segurei ele no colo e coloquei-o na minha frente, enquanto ligava a moto e dava partida. Agora era hora de buscar mais alguns dos jovens da família Ledger que também perderam seus pais. Ou pelo menos tentar achá-los.


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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Sex 15 Jul 2016, 19:01

Subia na moto com o pai e saia dali sem rumo.

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Gustaf Danikov Stevenson
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Dom 02 Out 2016, 16:07


   
   
   
— HULK! Venha já aqui, sua criatura maluca! Gustaf bradou com o elfo doméstico, já irritado com a criatura que se castigava na cozinha por ter derrubado suco na camisa do bruxo. Alguns segundos passaram-se e logo avistou o elfo vindo em sua direção, um tanto temeroso, trêmulo e da cor de um tomate maduro. — Mande uma coruja para o Orfanato de Godric's Hollow avisando minha visita, imediatamente. Mal teve tempo de piscar os olhos quando o elfo desapareceu. O Stevenson estava tendo problemas com aparatação e com isso teria de ir via pó-de-flú, através da lareira. Entrou na mesma, pegou um montinho de pó do pequeno pote ao lado e bradou seu destino.

De acordo com o plano, iria para sua casa em Godric's e de lá seguiria para o Orfanato. Assim o fez. Ao chegar na casa, se deparou com Aranha — um dos seus elfos domésticos — limpando os móveis, trajando um uniforme rosa de empregada e ao mesmo tempo dançando uma música trouxa que tocava no rádio, sem nem perceber que seu mestre havia chegado. Gustaf permitiu-se rir interiormente da cena hilária, limpou suas vestes e saiu da casa discretamente para não constranger o elfo.

 Família. A palavra girava inúmeras vezes na mente de Gustaf, o torturando a cada milésimo segundo. Havia perdido a sua, e mesmo negando até então, precisava de uma. Karin, apesar de todo carinho, amizade e momentos juntos que a loira lhe proporcionava, não era suficiente. Ele queria um filho, e estava decidido a consegui-lo. Chegando na Pré-escola Mágica Babbity, a Coelha, onde se encontrava o Orfanato, foi recebido por uma senhora baixinha que lhe lançava olhares um tanto desgostosos, certamente pelas tatuagens a mostra. A mesma, percebendo que estava sendo descoberta, tentou dar um sorriso sincero, sem sucesso. — Bom, o senhor aqui mais uma vez. Sugiro que vá até a Sala Comum, há crianças por lá. Talvez se interesse por alguma. Disse ela, apontando para uma porta próxima de onde estavam. Gustaf limitou-se a murmurar um obrigado para ela e seguiu para o local sugerido.

Adentrou a sala discretamente, observando um casal conversando com uma garotinha, outras crianças brincavam e conversavam entre si. Varreu o local com o olhar e em uma poltrona ao fundo, próxima à uma janela, quase imperceptível, dentre todos os outros ali, cabelos de fogo chamaram sua atenção. Por um impulso caminhou lentamente até lá, deparando-se com um ser sozinho, olhando através do vidro da janela. — Olá carinha, como você se chama? Perguntou com um sorriso leve, esperando chamar a atenção da criança que parecia tão avoada observando o lado de fora.

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Anthony Danikov Stevenson
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Dom 02 Out 2016, 19:43

Anthony estava ali na Sala Comum, afastado das outras crianças e observando fixamente a janela.  Ele gostava de ficar na poltrona de tom rosado, macia e aconchegante na qual estava sentado. Suas pernas curtas balançavam sem ter o que fazer em mais uma das visitas de pessoas que tinham o desejo de adotar uma criança, mas em sua mente, assim como das outras vezes, ninguém teria o desejo de tê-lo como filho ou ao menos conversar com ele.  As outras crianças não gostavam de brincar ou conversar com ele, talvez por ter um comportamento diferente destas ou por algum outro motivo que lhe era desconhecido.  Essa já seria a vigésima vez que esperava inutilmente ser escolhido, mas até então não chamara a atenção de nenhum adulto. [...]

O tempo estava um tanto frio e por isso não podia ficar lá fora brincando, seus olhos estavam atentos às folhas das árvores balançando com a ventania, e a alguns pássaros que habitavam a região e voavam por ali. Em sua mente ele imaginava como seria voar e se um dia ele conseguiria voar, sentir a brisa leve do ar batendo em seu rosto, o farfalhar de asas talvez e o sentimento de espirito livre era uma das coisas que ele mais almejava. Passaram-se alguns segundos após seu pensamento, até que este foi interrompido por uma voz masculina e desconhecida, que o cumprimentara. — Anthony, essi é mreu nome. O garoto respondeu erroneamente, um pouco sem esperança, esperando que o homem não o tivesse entendido já que ele não sabia falar corretamente por ter apenas três anos. — E voxe, como se chama? Perguntou ao moço, baixando a cabeça levemente após.

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Anthony Arthurus Delafrontery
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Gustaf Danikov Stevenson
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Dom 02 Out 2016, 21:46


   
   
   
O bruxo estava abobado com a graça que aquela criança tinha. O cabelo ruivo cacheado, os olhos brilhantes de um verde quase castanho, a pele pálida e as sardas, faziam ele parecer um anjinho. Estava apaixonado pela expressão que o garoto tinha, tão tímido e quieto. Ele tinha sido escolhido. — Bom, eu me chamo Gustaf. E sinto que você é uma criança muito especial. Gustaf disse sorridente, sem enrolação, esperando que o menino lhe desse um sorriso, já que ele estava meio cabisbaixo e até então isolado. Gustaf continuava a olhar atentamente para o garoto, que devido o corpo tão pequeno e rechonchudo, quase afundava-se na poltrona fofa.

Passaram-se alguns minutos e os dois trocavam poucas palavras. Gustaf havia se abaixado e apoiava seu corpo com um joelho, para ficar na mesma altura que o menino. Tinha lido uma pesquisa sobre o comportamento das crianças, e que elas sentiam-se mais confortáveis com pessoas do mesmo tamanho. O adulto olhava ao redor, observando todas as crianças entretendo-se entre si. Imediatamente voltou-se para Anthony, um tanto quanto intrigado. — Não gosta de brincar com as outras crianças, por quê? Perguntou, sentindo-se um tanto quanto triste quando recebeu a resposta. Que crueldade! Crianças não deveriam tratar outras assim! Pensou em revolta, pondo uma das mãos no ombro do garotinho como forma de consolo. Uma voz gritante em sua alma o ordenava para tirar o menino daquele lugar, levá-lo para casa e cuidar dele. — Hey Anthony, gostaria de ter um pai? Questionou murmurando, com um sorriso discreto.

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Megan H. Stavros
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Seg 31 Out 2016, 18:01

New daughter
Era mais um dia aparentemente comum em minha vida, mas com o diferencial que desta vez não estava indo á Londres para alguma festa ou reencontrar algum conhecido. Não, desta vez eu tinha uma tarefa mais importante do que estas coisas supérfluas que eu sempre fazia. Olho mais uma vez para meu reflexo no espelho, ajeitando a saia preta e justa que me ia até os joelhos, assim como arrumando o colarinho da camisa social branca que vestia, colocando então meu colar dourado, e o anel de família, que para mim trazia o simbolo de minha deusa protetora, Afrodite. Meu cabelo estava arrumado porém solto, com cachos no final - Agora... Sapato, onde é que eu coloquei? - Depois de muito procurar acho o mesmo próximo a porta do banheiro e o coloco no pé, refletindo por alguns segundos se precisava mesmo usar saltos para a minha missão do dia. Ora, não tinha nenhuma regra contra isso, certo? Balanço a cabeça e pego minha bolsa, tendo a certeza de que toda a papelada estava lá dentro, assim como minha varinha em um local de fácil acesso. Tendo conferido tudo por uma última vez, aparato para as ruas de Godric's Hollow, mais precisamente no orfanato.

[...]

O lugar era cheio de crianças, mas eu já sabia por qual procurar. Na verdade, a menina órfã de cabelos azuis era bem fácil de ser encontrada, e assim que sai da diretoria após regularizar toda a situação, tratei de encontrá-la. Anne Margaret era seu nome, e em uma de minhas idas até o pequeno vilarejo, tinha encontrado a menina fugindo, e aquilo partiu meu coração - que de uns tempos pra cá finalmente deu sinal de vida. Eu não fazia a mínima ideia de como meus filhos iriam reagir, mas não podiam reclamar: Anne parecia ser uma boa garota, e eu trataria os três igualmente. Depois de andar um pouco, avisto a garota sentada meio solitária em uma das várias poltronas da sala comum, mas ao me aproximar vejo que não estava realmente sozinha, pois um livro lhe fazia companhia - Está um dia lindo lá fora. - Comento antes de me sentar ao seu lado, fixando meu olhar no dela -Por que prefere ficar aqui ao invés de aproveitar a tarde? - Questiono a garota, vendo se ela me reconheceria ou não.

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Anne T. S. Ravenclaw
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Qui 03 Nov 2016, 20:42

New family
há três anos….


Era um dia bonito ali no orfanato, apesar da dor de cabeça que eu sentia. Não consegui dormir à noite inteira, pois as poções e remédios estavam custando muito na opinião da administradora do orfanato. Quando a Srta. Polkiss, chamou a todas as meninas daquela parte do dormitório para levantarem, fui a primeira a sair da cama. Dirigi-me ao banheiro com o vestido cinza que era separado para mim. Odiava aquele vestido, o tecido incomodava e particularmente, eu ficava horrível nele, mas era a única coisa para vestir. Prendi meu cabelo em um rabo de cavalo alto e coloquei os meus tênis surrados. Com muita falta de vontade, fui comer café da manhã, junto com as outras crianças. Recebi um belo copo de suco de abóbora em meu cabelo. Mais um dia normal. Tive que mais uma vez ir me limpar, mas ao menos era final de semana. Sem aturar Ariadne o dia inteiro durante a aula. Obrigada qualquer coisa que exista aí.

Após correr até o dormitório, peguei o livro que escondia embaixo do colchão. Todos os meses, uma carta chegava da Ucrânia com uma pequena quantia destinada a Anne Margaret Tishchenko, ou melhor, eu. No mês de meu aniversário, aquele livro chegou. Era um antigo livro em ucraniano, que de acordo com os nomes na contracapa, pertenceu a Darya. Minha... mãe? É, acho que era isso que eu poderia a considerar. A única coisa que me lembrava dela era seu nome e da sua morte. Ninguém além de mim no orfanato, conseguia ler aquele livro, apenas eu. Era um livro de contos dos irmãos Grimm, as versões originais ou algo bem próximo disso. Sentei em uma almofada da sala comum do orfanato e comecei a ler. Todas as crianças de lá estavam brincando lá fora, então provavelmente teria um pouco de paz. Uma voz levemente familiar chegou aos meus ouvidos. Olhei para cima e uma mulher me observava. Megan Stavros, acho que era esse o nome dela. — Não estou atrapalhando ninguém aqui. — Expliquei como se fosse óbvio. — Quase sempre quando eu vou fazer algo perto dos outros, acabo atrapalhando. — Encolhi meus ombros. Não gostava muito de falar dos motivos de eu estar isolada de todos. Era um tanto... chato. Mas ela me parecia amigável, ao menos em comparação com a maioria dos adultos.
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Thomas M. K. Cheslav
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Qua 09 Nov 2016, 22:33

O longo processo de adoção havia apenas iniciado. Algumas autorizações já haviam sido entregues para mim, era enfim, a fase da escolha de faixa etária e também do sexo de quem eu iria adotar. Fui até a sala onde fui brevemente atendido pela responsável pelo lugar, a mesma me levou para uma mesa no canto da sala para que pudéssemos fazer o meu pedido de entrada com as características. - Bom, o perfil da criança que eu quero? Hm... Digamos que de 10 até 12 anos seria ótimo para mim, pode ser um menino já que cuido de uma adolescente em casa é bom ter rostinhos diferentes. - concluí minha fala coçando o queixo e analisando mais algumas características que tinha em mente, iria optar até pela cor dos fios de cabelo mas não seria o certo, estava aberto a qualquer coisa.

Algumas crianças estavam brincando pela sala, o Orfanato parecia um lugar triste para mim, mas depois que percebi que algumas crianças eram felizes ali e também se divertiam, comecei a mudar o meu modo de pensar. Acenei para uma criança que parecia estar olhando para mim, exclusivamente. - Oi! Tá tudo bem? - perguntei, minha resposta foi um leve balançar de cabeça, retribuí com um sorrisinho. Logo em seguida, a responsável pelo Orfanato entrou na parte de administração, provavelmente iria checar o perfil de algumas crianças para ver se alguma delas batia com o que eu havia proposto. Continuei sentado olhando para todas aquelas crianças, não eram várias, umas 4 ou 5, mas somente uma delas havia chamado a minha atenção.

Era um garoto que estava no canto da sala. Pensei comigo mesmo: Seria interessante, não?, comecei a encarar o garoto sem perceber. Algum tempo depois a moça voltou e disse que eu teria que esperar mais algum tempo para que pudesse escolher uma criança. - Creio que a minha escolha já foi feita, só me resta aguardar. - retribui com um sorriso me levantando donde havia sentado, ainda focando meus olhos na criança que não demonstrava nenhum sentimento, pelo menos era o que eu estava achando no momento. Fingi que ia fazer alguma coisa perto aonde esse garoto estava, mas queria mesmo era conversar com ele de modo amigável, só era tímido demais para puxar papo com ele.

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A frase criativa é aqui. Mas eu não sou criativo :c
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Thomas Griffiths
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Qua 09 Nov 2016, 23:20

That New Strange Guy
PRÉ-HOGWARTS ▪ ORPHANAGE ▪ DAY

O dia estava monótono. Muito. Seguiu no mesmo padrão de sempre: Acordar, arrumar as camas, comer. Então poderíamos passar algumas horas brincando no quintal ou na sala comum. Eu queria ler algo. Estava ávido por um livro novo, o atlas não era mais interessante, e a TV simplesmente não se comparava aos livros. Além do mais, eu não podia ver ela sentado na poltrona do canto da sala, ao lado da janela, mais distante e escondido de todos o possível. Eu não queria outra exibição como a da semana passada, quando Ryan havia tirado o controla da TV de minhas mãos e me expulsado do prédio, reclamando em voz alta da minha presença para todos os outros garotos ouvirem sempre que eu tentava entrar. Ele sabia muito bem que isso me fazia voltar para o lado de fora, desconfortável com a atenção. Mantive distancia dele, observando a paisagem através da janela, o céu estava um pouco nublado. Me perdi em pensamentos, abraçando uma almofada contra o peito, apoiando o queixo nela.

Ouvi e registrei vagamente alguém falando sobre um adulto estar vindo, que normalmente significava que alguém poderia vir tentar adotar uma criança... Eu não me importava. Eu estava lá a pouco tempo, só desde que havia recebido minha carta de Hogwarts e haviam me transferido do orfanato trouxa, mas não acreditava que o sistema seria muito diferente. As crianças sempre eram adotadas primeiro, sempre. Eu não tinha muitas esperanças também, minha apatia sempre me fazia uma pessoa pouco provável a ser adotada. Eu já estava acostumado, e até gostava assim. Não é como se eu quero ser adotado, como os outros garotos... Famílias eram complicadas demais. Afastei esse pensamento antes que me levassem para lugares escuros.

Apertei mais a almofada ao redor de mim, ouvindo alguns cochichos não muito discretos. Era sempre desagradável quando alguém me chamava de 'sangue-ruim'. Mas eu me mantinha calado, para eles eu realmente era, um bruxo nascido trouxa. Era assim que deveria ser. — Eu não preciso deles mesmo... — Murmurei, baixinho, comigo mesmo, deixando a distração me levar novamente.

There are wounds that never show on the body that are deeper and more hurtful than anything that bleeds


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Scared is what you're feeling
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.soph.


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Ashley Campbell McCready
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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Qui 10 Nov 2016, 21:22

*Chego ali, entro e saio*

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MensagemAssunto: Re: Sala comum   Hoje à(s) 02:25

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