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 Jardim e Playground

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AutorMensagem
Diretor Alvoros Grunnion
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Patrono : Fênix
Bicho-papão : Diretor

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Escola/Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Jardim e Playground   Dom 14 Fev 2016, 22:27

Jardim e Playground

Orfanato



O jardim é grande e cercado por grandes árvores, pode-se encontrar diversos bancos espalhados pelo local além do playground para os pequenos se divertirem.


RPGHogwarts.org

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Alvoros Grunnion
Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de  Hogwarts


Ações
- Falas
"Falas de outros personagens"
"Pensamentos"
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Jacob Miler P.
Grifinória
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Bicho-papão : assitir filmes

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Escola/Casa: Grifinória
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Ter 05 Abr 2016, 15:40

Por fim ultimo dia de ferias aproveitei para ir  ao jardim e playground, adorava ver as pessoas felizes, e por mais que impressionante neste dia eu estava. 
             - Com licença, eu sou a Kirstyn ,e aparentemente estou perdida.você pode me ajudar? - uma menina linda de cabelos roxos com um sorriso no rosto me pedindo localização 
     - Oi prazer eu sou o Jacob , me desculpe não venho aqui com muita frequência. - continuei - mais podemos conversar um pouco estou aqui sozinho e aparentemente deserto.
Ela sorriu e logo me respondeu:
     -Esta bem , mais só um pouco.
 - e então nova aqui ? 
   - Sim , estava procurando as escolas de hogwarts e você ?- ela falou com a voz calma e suave.
                     - Mais ou menos ,mais não e assunto para agora , ah você para que casa? 
       - Sonsérina .... - parou por um minuto. - mais e você ?
                   - Grifinoria , mais ainda vamos poder nos ver , dou um jeito, mais vamos os barcos já vão sair . 
  - Para sonserina ?, e claro vamos. 
 e assim saímos de lá e seguimos nosso caminho. 
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Cassie Garrix Whitmore
Sociedade Mágica - Criança
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Bicho-papão : Ficar sozinha

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Escola/Casa:
Ano Escolar: 1° Ano
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Seg 05 Set 2016, 11:20


Brincar ❁✿❀


- Samantha! Samantha! Me empurra! - Cassie sentiu suas costas sofrerem um leve empurrão e tão logo o mesmo foi suficiente para descer o escorregador da casinha de madeira. - Eba! - gritou, esboçando felicidade com um sorriso magnífico de dentinhos ainda redondos. O tio professor da escolinha a apelidara de coelhinha e já podem imaginar o por quê, não era somente por comer vários legumes no refeitório mais sim por realmente serem um pouco grandes demais (-q, obviamente).
Firmou com os pés no chão e já voltava para correr e subir novamente a escada. Sam já estava pronto para ser a próxima na descida - Aqui vou eu. Agora! - a garotinha de cabelos negros crespos desceu com graciosidade e bastante ofegante, não demorou para que já subisse. Cassie novamente se sentou e os cabelos loiros, que mais pareciam platinados a luz do dia, se destacavam a esvoaçar na descida. - Ebaaa! - estava novamente em pé e nessa hora sua barriga em protesto pelas atividades feitas - Sam, tô com fominha. Vamos comer ...
- Pode ir, eu vou brincar mais um pouco.- viu a garota começar a subir os degraus de madeira para chegar ao topo do escorregador da casinha, mesmo que por um momento Cassie preferisse ir sozinha isso não passou por sua mente, ela queria que sua amiga fizesse companhia. - Vamos Sam, vai ter bolinho de cenoura. - e fez aquela carinha pedinte que sempre fazia nessa hora. Pareceu que teve o efeito a vista que Sam mudou de ideia sobre brincar mais tempo ali. Saindo por fim dali.

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Dora Blanche Yordanov
Sociedade Mágica - Adulto
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Escola/Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Sab 01 Out 2016, 13:59

[size=53]  Estava sentado no balanço, girando para um lado e para outro sem deixar que ele virasse todos, estava bem na ponta, pois não conseguia ficar sentado, sem colocar o pé no chão, então preferia ficar quase caindo e com o pés no chão do que ficar lá sentado, sem colocar o pé no chão.  O dia acabará de começar, era mais ou menos umas 9:30, as Criança que ali ainda não teria sido adotadas, assim como eu, estava tomando café, nesse dia faria dois anos que eu chegará ali, era um dia meio triste, pois lembrava que não teria pais, eles haviam morrido, na viagem que fizeram para França, meus avós não queriam me criar, para evitar lembrar dos meus pais, então me deram para o Orfanato. [/size]


[size=53]Bem longe ali no portão se encontraria uma criancas passando com seus pais, como todos os dias, eu ficava ali olhando eles com suas família, sorrindo, e eu ali apenas com as moças que me acolheram, elas eram boas, mas eu sentia falta de ter uma casa, sem ser o orfanato, e pais ou talvez irmão, mas elas me tratavam como um filho, mas não era bem isso que queria, escorrego do balanço, onde vou em direção a caixa de areia,  enterro meus pés ali na caixa onde fico brincando sozinho, faço uns montes, onde coloco meus soldadinhos de plástico, e em seguida coloco meu Dragão de brinquedo, um Meteoro-Chines, e fico ali mexendo-o falando que estaria atacando-os, nisso eles se defendiam, e nessa brincadeira simples fiquei um bom tempo, depois pego meu Dragão, e fico correndo por todo o lugar, nisso daria a hora do almoço:[/size]
[size=53]-ANTHONY! Tá na hora do almoço, menino.[/size]
[size=53]Quando escultri o som da voz, da moça que cuidaria de mim desde o dia que eu cheguei, saio correndo deixando tudo para trás, indo em sua direção, ela me espararia com os braços abertos, aí chegar próximo dele ele me pegaria no colo me levando para dentro. Eu abraçaria ela com força enquanto daria um beijo em seu rosto, pois ainda não teria visto ela nesse dia.[/size]

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Sebastian Adams Rosendahl
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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Sab 10 Dez 2016, 05:43



[...] Sebastian tinha feito um pequeno tour com Dominique, mostrando o refeitório, a sala comum, e os dormitórios. Não era exatamente muito normal rolarem visitas que não fossem programas, mas o garoto morava naquele lugar desde muito novo, e raramente levava alguém, então a diretora até havia ficado contente quando o viu acompanhado. Lógico que ele ficou mais vermelho que um pimentão quando notou o modo com que a mulher encarava Dominique, provavelmente achando que tinha algo mais entre eles. O fim do tour era nos jardins e no playground, onde os dois sentaram em um par de balanços que tinha por aqui. A menina havia feito alguns comentários enquanto eles andavam pela construção, mas agora, pela primeira vez, ela falava como o espaço era bonito. Sebastian concordava. Ele sabia que ela não estava sendo apenas cordial. — Provavelmente você pensou que era uma construção feita de tijolos negros, gélida e com pouca luz, né?  — o menino riu ao questionar aquilo. Todo mundo pensava dessa forma, até porque antigamente era exatamente assim que aquelas instituições eram. Mas os tempos tinham mudado. Dominique argumentou que não tinha pensado aquilo, mas Sebs não deu bola. Os dois não estavam sozinhos. Ao seu redor era possível ver um número bastante grande de crianças, mas poucas possuíam menos de onze anos. Dominique fez menção de questionar onde estavam os mais novos, mas logo ela mesmo entendeu o motivo, se sentindo um pouco mal. Não era novidade que dificilmente eles seriam adotados, já que a maioria das famílias queriam crianças bem jovens. — Não se preocupe. Isso não é um assunto proibido. — Sebastian acalmou sua mais nova amiga. — Na verdade, muitos, assim como eu, preferimos ficar aqui. Eu vim pra cá quando era um bebê. Nunca estive em outro lugar. Aqui é minha casa. E minha família é um pouco diferente, mas não deixa de ser uma família. — hoje em dia era difícil determinar o que uma família era, e Sebs sempre tinha se sentido bem e feliz naquele lugar. Curiosamente, ele também nunca tinha falado aquilo com outra pessoa a não ser com o pessoal do orfanato. Era estranho como a garota fazia ele se sentir mais leve.

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Dominique Berthold-Dörhn
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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Sex 16 Dez 2016, 19:22

I wanna do bad things with you
Pra ser bem honesta eu não achei que Sebastian ia aceitar me levar até a sua casa mas ele aceitou, eu não tinha nenhum problema com o fato dele morar em um orfanato e estava realmente curiosa com o lugar. Ele aceitou me levar, quis levar a pizza junto e eu não vi nenhum problema naquilo, também fui comendo um pedaço da minha na mão mesmo Acho que Sebastian pensava que eu era a maior patricinha da américa mas eu nem ligava, adorava quebrar qualquer concepção feita sobre mim. Ele me levou para conhecer o refeitório, sala comum e os dormitórios do lugar, ninguém se importou que eu estivesse por ali ou barrou a minha entrada, então ficamos bem de boa. Ele terminou a nossa viagem me levando para o jardim onde também havia um playground. Eu sempre gostei daqueles lugares e os balanços sempre foram os meus favoritos, por isso fiquei contente quando ele me convidou a sentar em um. Ocupamos os dois únicos balanços e a primeira coisa que eu fiz foi dar três passos para trás e me soltar no balanço, o ir e vir era lento mas eu gostava. Ergui as pernas esticadas e aproveitei o vento com um sorriso fácil nos lábios. — Eu sempre amei isso. — Admiti ao perceber que ele me encarava um pouco. — Tudo aqui é muito bonito, parece um lugar bom de morar. — Comentei com honestidade e ele disse que eu provavelmente estava pensando que se tratava de uma construção feia com tijolos negros e pouca luz. Eu não diria que pensava aquilo mas com certeza não esperava o lugar que encontrei, essa era a verdade, mas optei por apenas dar de ombros e esperava que ele levasse isso na boa. A nossa volta era possível ver inúmeras crianças mas todas já pareciam ter uma idade mais avançada, eram crescidas com seus nove anos ou mais. — Onde estão as crianças pequenas? — Perguntei mas logo me liguei que aquelas eram as que os casais buscavam e por isso as outras crianças "sobravam" por ali. Sebastian percebeu minha expressão sem jeito, talvez uma novidade para ele, disse que esse assunto não era proibido, ele assim como outras crianças chegaram aqui bebes e veem esse lugar como sua casa e sua família. — E se alguém quisesse te adotar? — Eu quis fazer a pergunta e antes que eu notasse ela tinha saído da minha boca, mas não me arrependi. A curiosidade era genuína e ele poderia muito bem não me responder.

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Sebastian Adams Rosendahl
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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Sab 17 Dez 2016, 08:53



A pergunta de Dominique fez com que o garoto estremecesse um pouco. Nunca ninguém tinha lhe questionado aquilo de modo tão direto, e no fundo ainda tinha problemas com aquilo. Durante umas aulas de DCAT havia descoberto que ser adotado era o seu bicho-papão. Ele engoliu em seco com a lembrança daquele dia. — Ninguém vai querer. — sua resposta saiu um pouco curta e grossa, e teria parado por aí mudando de assunto, mas logo seu cérebro começou a pensar que talvez Dominique entendesse aquilo como um ressentimento, e ele não gostava que sentissem pena dele. — Quer dizer, é difícil alguém querer a essa altura. — o garoto tentou explicar — E principalmente, não é algo que eu quero. — ele suspirou, percebendo como seu coração batia forte. Sentia raiva por ainda se importar com aquele assunto, mas não conseguia evitar. Era quem ele era. O silêncio constrangedor entre eles fez com que Sebs se motivasse a falar mais, principalmente porque Dominique parecia interessada no assunto. — Já aconteceu algumas vezes. Eu fui para algumas famílias. — de novo ele se calou, esperando uma resposta da menina. Saberia se deveria se calar, se ela ficasse quieta também. Entretanto a garota quis saber o que tinha ocorrido. — Eu fazia alguma bobagem para ser mandado de volta. — era um dos poucos momentos onde Sebastian conseguia se libertar um pouco da sua ansiedade e do medo de ser repreendido. Ele costumava considerar aquilo como uma situação tão desesperadora, que qualquer bloqueio que tivesse era suprido pela necessidade de voltar ao orfanato. Voltar para sua verdadeira casa. Sempre tinha funcionado. Curiosamente, apesar dele ser uma das crianças mais comportadas e obedientes do lugar, em sua ficha dizia justamente o contrário, o que dificultava ainda mais sua adoção e ele adorava isso. Vendo que o rumo da conversa tinha ficado um pouco mais pesado, resolveu jogar a bola para Dominique, pois até o momento ele sabia pouco dela. — Eu já te falei da minha família. Você até conhece minha casa. Me conte um pouco de você. — ele sorriu timidamente. Não era acostumado a pedir aquele tipo de coisa para as pessoas, mas achava que podia ser mais aberto com a garota — O que te fez vir para o Reino Unido? — o menino sabia apenas que ela era americana e que amava seu colégio, o que tornava uma incógnita o fato dela ter se mudado.

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Dominique Berthold-Dörhn
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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Sex 23 Dez 2016, 03:45

I wanna do bad things with you
O questionamento sobre alguém querer adotar Sebastian pareceu incomodar o garoto, pelo menos a sua expressão dizia um pouco disso, a sua resposta não foi muito diferente. Inicialmente quando ele disse que ninguém ia querer eu tive a impressão de que ele se ressentia com essa possível realidade, mas logo ele disse que a essa altura - provavelmente pela sua idade - seria mesmo muito difícil alguém querer adota-lo e completou, com o que era o ponto mais importante de todos, ele não queria ser adotado. Eu achava aquilo bem estranho, pensava que se fosse eu provavelmente iria querer uma família me levando para um lar de verdade, mas talvez Sebastian e as outras crianças vissem aquele lugar como um verdadeiro lar e uns aos outros como uma verdadeira família. Depois de um tempo que eu não sei quanto foi de silêncio completo ele disse que já tinha sido adotado por algumas famílias e sempre foi mandado de volta, não consegui resistir ao sentimento de pena que me inundou, eu não sabia como ele poderia ter feito coisas que valessem para uma família devolvê-lo ao orfanato. Aquilo era bem triste de se pensar. O que me surpreendeu foi que Sebastian voltou a quebrar o silêncio pedindo que eu contasse um pouco sobre mim já que ele tinha contato sobre si e sua família. Possivelmente por ver o meu silêncio ele complementou a pergunta, agora queria saber o que tinha me feito vir para o Reino Unido. Por um instante eu fiquei dividida entre contar ou não a minha história para ele, mas Sebastian tinha me levado para conhecer sua família, sua casa e sua história sendo que não sabia nada sobre mim, eu devia isso a ele. — Eu fui obrigada a me mudar para o Reino Unido, nunca planejei deixar a América. — Admiti algo que já devia estar claro mas era por ali que a minha história começava, pelo menos dentro da minha cabeça. — A minha família não tem nada de normal, ela se originou a partir de três famílias distintas que fugiram da Caça as Bruxas de Salem. Hoje em dia ela ainda não é normal e para mim ela é perigosa. — Eu via pela expressão de Sebastian que ele estava intrigado, é claro que ele não entendia nada mas bastava um pouco de paciência. — Eu não sei quem é o meu pai e a minha mãe tem uma doença desde antes de eu nascer, ela é esquizofrênica e para a minha segurança os meus tios me afastaram de toda a família quando eu era pequena. — Era estranho, muito estranho, contar isso para alguém que não fosse uma das pessoas escolhidas a dedo por Byron ou Melissa, mas se quer saber estava sendo maravilhoso contar isso a alguém que eu quisesse contar. — Agora ela meio que descobriu onde eu estava e a minha casa deixou de ser segura. — Ele perguntou se não tinha como resolver isso de outro jeito, mas eu neguei. — A minha mãe é uma pessoa doente, muito doente, e muito perigosa. Ela já matou pessoas e é muito difícil conseguir controla-la. Agora eu tenho que me esconder do outro lado do oceano e torcendo pra ser distância suficiente. — Falei isso enquanto me balançava, olhando para frente, não sei qual era a expressão de Sebastian e esperava que não fosse de pena porque isso era a única coisa que eu não queria que alguém sentisse de mim.

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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Ter 27 Dez 2016, 13:05



Sebastian notou a dificuldade que Dominique tinha para falar sobre sua história. Até aquele momento, ele nunca tinha parado para pensar que conhecia bem pouco sobre as famílias dos seus amigos. Lógico, ele sabia algumas coisas sobre as crianças do orfanato, mas dos seus amigos de Hogwarts, que possuíam “famílias convencionais”, ele basicamente não sabia nada. Sebs nunca tinha sido o tipo de cara que se vitimizava. Entendia sua situação, e estava bem com ela. Também sabia que haviam pessoas com problemas no mundo, e que cada um encarava as coisas da sua própria forma. Mas ele também sabia que de vez em quando era tomado por uma intolerância, tanto que a primeira vista, tinha julgado a garota que estava ao seu lado como uma patricinha metida cujo seu único problema era mudar de escola. O rapaz sabia como era complicado ser tirado da sua zona de conforto, e também não gostaria nada de precisar mudar de país ou escola, mas pelo que Dominique falava, sua vida era bem mais complicada do que aquilo. De certo modo, ela também era órfã, já que não tinha ideia de quem era o seu pai, e sua mãe não estava muito presente em sua vida devido alguns problemas psiquiátricos, mais precisamente a esquizofrenia. Pelo que ela tinha falado a Sebs, seus tios, desde pequena, tinham a afastado da mulher por uma questão de segurança. O problema era que agora a mulher tinha descoberto seu paradeiro, e por isso ela tinha sido mandada para outro lugar. Sebastian não pode deixar de pensar como devia ser complicado precisar passar a vida fugindo da sua própria mãe. A mulher podia ter demorado para descobrir onde Dominique estava, mas o garoto não era tão otimista para achar que a mudança de país serviria pra barrá-la. Mais cedo ou mais tarde as duas iriam se encontrar.

Lógico que ele não expressou sua opinião para sua nova amiga, mas tentou uma abordagem mais sútil. — E não existe uma forma diferente de lidar com isso? — a frase saiu um pouco trêmula, já que o menino não sabia muito bem o que dizer, nem o que questionar. Toda a história tinha lhe pegado de surpresa. Seu questionamento era para saber se a garota não tinha como se acertar com sua mãe, sem que ela fosse uma ameaça. Pelo visto não, já que a mulher já tinha matado gente e era bastante perigosa. Sebastian engoliu em seco. Nunca tinha conhecido ninguém que já tinha matado alguém, ou que tinha ligação com o crime. Ao seu lado existia uma garota cuja mãe era assim. Isso acabava o deixando meio nervoso, pois não sabia o que passava na cabeça de Dominique. Devia ser uma barra bastante pesada para suportar. Sem saber muito o que fazer, o garoto esticou sua mão e colocou no ombro da menina. Não era muito bom com contato físico, principalmente com garotas, mas a ação tinha sido feita meio que no nervosismo e justamente porque não tinham ideia do que dizer. — Desculpe. — Sebastian rapidamente se desculpou quando viu a menina encarar seus dedos, o problema foi que no instinto ele tentou recolher seu braço, mas no nervosismo acertou, sem querer, o nariz da garota. Não foi algo forte que causasse um machucado grave, mas foi o suficiente para que a menina levasse a mão a região. — Desculpe! — agora o pedido de desculpas tinha sido um pouco mais apavorado, enquanto ele saltava do seu balanço e se agachava em frente a menina para ver como ela estava. Pelo menos o momento tinha mudado um pouco o rumo da conversa. Não que ele estivesse de boa em ter a acertado, mas talvez se não tivesse acontecido nada, ele não saberia como reagir a história da família da garota.

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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Seg 02 Jan 2017, 17:50

I wanna do bad things with you
Quando um garoto orfão tem pena da sua história de vida isso deve ser sinal de uma enorme catástrofe. Sua expressão demonstrava isso e eu não podia culpa-lo por isso, era um pequeno detalhe no fim das contas, isso apenas mostrava que a minha vida era complicada e que eu não fazia a menor ideia de como lidar com ela. Quando Sebastian perguntou se não existia uma forma diferente de lidar com isso eu soltei um suspiro, eu tive uma senhora vontade de dar um soco nele, se eu conhecesse uma forma diferente ou melhor de lidar com aquilo eu com certeza escolheria ela. Dei de ombros, achei que fosse a melhor maneira de responder, era isso ou falar em voz alta que não tinha nada a ser feito e eu estava fadada a fugir da minha mãe e torcer para que ela nunca me encontrasse ou torcer para que ela fosse presa. Todas as opções eram uma droga. Isso aliado a droga que era não ter o meu pai por perto porque eu simplesmente não sabia quem ele era. Suspirei e nesse momento notei que o garoto estava com a mão no meu ombro, foi meio automático olhar na direção da mão, da mão para ele e dele para a mão. Sebastian se desculpou e fez um movimento rápido que, a princípio, eu pensei que fosse para tirar a mão dali mas acabou terminando em uma pancada no meu nariz. Foi bem certeira, ele era bom nisso e tinha uma mão bem da pesadinha. Levei a minha diretamente para lá, meio que no reflexo mesmo, porque tinha doído um pouco pelo menos. Ele se apressou a pedir desculpas e agora estava abaixado na minha frente, obviamente eu não estava mais balançando a algum tempo, sua expressão era preocupada e apesar da dor no nariz eu ri. — Ta tudo bem, sério. Foi só tipo um susto. — Comentei dando de ombros e tirando a mão do meu nariz, ele pareceu dar uma boa olhada mas no fim concluímos que eu não ia morrer daquilo. Como Sebastian continuou ali eu não tentei balançar de novo, apenas segurei nas cordas que prendiam o balança e o encarei, ele ainda parecia preocupado. — Eu tô legal, sério.— Essa resposta era referente a tudo, tanto a pancada quanto a questão familiar.

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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Qua 04 Jan 2017, 11:53



Sebastian estava extremamente nervoso. Ele não conseguia ver como Dominique estava e isso só fazia com que sua preocupação aumentasse. No fim a garota riu, comentando que estava bem. Ele pode analisar seu nariz com maior cuidado, e de fato havia sido apenas um susto, nada realmente grave. Mesmo assim, aquilo não o deixava mais tranquilo, já que tinha a machucado. Sua expressão fez com que novamente a menina afirmasse que estava tudo bem. Ele não acreditou, por isso se desculpou mais uma vez. Mesmo assim, decidiu voltar para o seu balanço, e dar espaço para a menina. Os dois ficaram em silêncio por um longo tempo, como se não soubessem muito o que dizer. O assunto da família da menina ainda rondava um pouco o ambiente. E como num clichê de filme adolescente, eles acabaram começando uma frase ao mesmo tempo. — Desculpe. Pode falar. — Dominique explicou que era bobagem, que ele podia falar primeiro. Sebastian ainda insistiu, mas viu que não venceria a garota. — É besteira também. Eu só queria dizer que gostei de te conhecer. — a frase saiu toda gaguejada e travada, mas era só assim que o menino conseguiria dizer aquilo. Ele não costumava se expressar tanto, mas Dominique tinha sido diferente, e após lhe dar um golpe no nariz, o rapaz tinha sentido que era necessário deixar claro que tinha gostado de a ter por ali. — Gostei da sua companhia. — mais uma vez a frase foi gaguejada, e com Sebs olhando pra o chão. Após mais um pouco de silêncio, para a sua surpresa, Dominque pegou na sua mão e sorriu, o que fez com que o garoto corasse e encarasse as crianças que estavam ao longe. Não sabia muito o que dizer.

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Viktoria S. Dragunov
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MensagemAssunto: Re: Jardim e Playground   Qua 22 Fev 2017, 00:49






Halloween 6º
Depois de longa soneca que tive depois do almoço, estava totalmente recarregada para aguentar  resto da tarde a noite para fazer tudo que tinha direito. Mamãe estava com sacolas cheias de doces e de coisas que papai, eu e ela tínhamos escolhido na loja Weasley e na Dedosdemel. Não estava muito entusiasmada para conhecer a escolinha que eles falavam que eu estudaria em breve, mas papai tinha dito que para estudar em Hogwarts, eu precisava estudar nela e me comportar. Só por causa disso, eu iria conhecer ela ainda hoje, mas não desgrudaria dele não!
 
- Porque elas não teim papais? - pergunto para meu pai enquanto caminha comigo em seu colo em direção ao orfanato. Mesmo ele explicando, eu não entendo muito bem, porém antes que eu pudesse fazer outra pergunta a decoração de todo o jardim chama a minha atenção. - Sim, sim, sim! - digo quando me perguntam se quero descer e sorrio ao sentir meus pezinhos tocarem o gramado do jardim. -Vik ajuda a dar. - digo quando eles falam sobre entregar doces para as crianças que começam a nos rodear. - Oi, sou Vik, Oi,sou Vik, oi, sou Vik. - ia falando enquanto ajudava meus pais a darem os doces que tínhamos comprado para elas. - E os brinquedus? - pergunto para mamãe e sorrio. Além de doces brinquedos haviam sido comprados também e assim distribuídos para todas as crianças que moravam ali.

- Eu quero brincar ali. - aponto para o playground não muito longe da gente quando os brinquedos e doces são distribuídos. - Balança, papai. - olho para ele fazendo beicinho e sorrio quando o mais velho resolveu me levar para lá junto com a mamãe.  - Vik segula sozinha! - falo indignada por ele ficar me segurando mesmo estando sentada no brinquedo, afinal, tinha crianças em outros balanços e elas não estavam sendo seguradas por ninguém. Mas tudo que é bom dura pouco e mamãe lembra sobre ter que visitar a escolinha, fazendo com que eu fosse tirada do balanço e me despedi das crianças que estavam perto. Agora lá estava eu sendo carregada para a prisão de criancinhas.


Idade da postagem: Um ano e meio.

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Viktoria Stackhouse Dragunov



- Filha de Elwyna & Niko | Irmã de Evelina & Pavlovk | Família Stackhouse & Dragunov





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